Operação Condor

Rendição no Cone Sul: Documentos da Operação Condor revelados dos arquivos do terror paraguaios

O Arquivo Paraguaio continua a produzir evidência da repressão coordenada entre os regimes militares do Cone Sul.Os documentos estão sendo usados das côrtes do Paraguai, Chile e Argentina, pela Europa e EUA.

Livro de Orientações do Arquivo de Segurança Nacional No. 239 – Parte II
Editado por Carlos Osorio e Mariana Enamoneta
Postado em 21 de dezembro de 2007

21 de dezembro de 2007, Washington D.C., “No 50.o aniversário da descoberta do Arquivo do Terror no Paraguai, o Arquivo de Segurança Nacional postou documentos em espanhol que revelam novos detalhes de como os regimes militares do Cone Sul colaboraram com a caçada, interrogatório e desaparecimento de centenas de latino americanos durante as décadas de 1970 e 1980.

A colaboração, que se tornou oficialmente conhecida como “Operação Condor”, “inspirou-se nos raptos em fronteiras, centros secretos de detenção, tortura e o desaparecimento dos prisioneiros”. que alguns advogados de Direitos Humanos estão comparando aquelas usadas hoje pelo governo Bush em sua campanha de contraterrorismo.

A seleção dos documentos postados hoje incluiram registros não censurados relacionados ao caso central do chileno Jorge Isaac Fuentes Alarcón e do argentino Argentine Amílcar Santucho, que foram detidos no Paraguai em maio de 1975 e cujo interrogatório sob tortura levou a decisão do chefe de polícia secreta chilena, Manuel Contreras, a formalizar a coordenação contra a esquerda entre ps Estados militares do Cone Sul. Um documento postado hoje, pela primeira vez, é a lista de perguntas criadas pelo agente de inteligência argentina José Osvaldo Ribeiro [Alias Rawson] para ser usada no interrogatório de Santucho e Fuentes Alarcón no Paraguai. Os agentes chilenos subsequentemente enviaram Fuentes Alarcón para um campo de detenção secreto em Santiago de onde ele “desapareceu”.

O Arquivo também postou uma nota de “agradecimento” à polícia secreta paraguaia do Coronel Contreras pelo tratamento de Fuentes Alarcón, bem como um convite de Contreras e documentos suplementares, para o primeiro encontro Condor em novembro de 1975. “Os documentos encontrados vários anos atrás no Arquivo Paraguaio tem sido amplamente usados em livros sobre a Operação Condor. As postagens incluem comunicações entre “Condor 1″ [Chile] e Condor 4 [Paraguai], registros de encontros entre D-2 do serviço de inteligência paraguaio, e oficiais do SIDE (o Serviço de Inteligência do Estado) na Argentina, e SID (o Serviço de Defesa de Inteligência) no Uruguai, e documentos relacionados aos esforços coordenados de capturar montoneros em Assunção em 1980, entre outras facetas da coordenação Condor durante a era das ditaduras militares no Cone Sul.

“Estes documentos fornecem a chave mestra histórica para as câmaras de horrores dos regimes militares do Cone Sul”, disse Carlos Osorio, que dirige o Projeto de Documentação do Cone Sul dos Arquivo de Segurança Nacional. “As atrocidades que eles registram do passado permanecem relevantes para o debate sobre a conduta das operações contra terrorismo de hoje e no futuro.”

Desde sua descoberta em dezembro de 1992, o Arquivo do Terror tem se tornado a fonte principal de evidência para os procedimentos de direitos humanos nas côrtes através do mundo, como pesquisadores paraguaios tais como Alfredo Boccia Paz, Rosa Palau e Miriam Gonzalez tem trabalhado incansavelmente para localizar e fornecer documentos a advogados e juízes em países tais como a Espanha, Itália, França, Chile, Argentina e Uruguai. O livro deles, ‘Es mi informe: los archivos secretos de la policía de Stroessner”, primeiro identificou alguns dos documentos mais significativos desta coleção única.

Desde 1998, O Arquivo de Segurança Nacional tem trabalhado com o Centro Paraguaio de Documentação e o Arquivo para Defesa de Direitos Humanos (CDyA) que inspecionam os Arquivos do Terror. O Arquivo de Segurança Nacional tem colaborado com o centro para criar uma coleção completamente digitalizada de mais de 300.000 registros: o Arquivo Digital do Terror (ATD). Esta base de dados única, agora sendo postada em seções na web, é destinada a facilitar a pesquisa em andamento sobre os crimes contra os direitos humanos, e a descoberta de nova evidência na história do terrorismo patrocinado pelo Estado no Cone Sul. Em maio de 1975, a polícia de fronteira paraguaia deteve Jorge Isaac Fuentes Alarcón, um mensageiro chileno para a Junta Coordenada Revolucionária, um grupo de abrigo das organizações militantes no Cone Sul, junto com um argentino chamado Amílcar Santucho. Este relato de cinco páginas do Departamento de Investigações da Polícia de Assunção está entre os primeiros dos muitos registros internos relatando a detenção deles. “Grupo para Investigar, leia os detalhes sobre os detidos número 15 e 16: “Amílcar Latino Santucho Juárez, Argentino”, detido em 16-V-75, um esquerdista argentino, um jornal foi encontrado entre seus pertences. A pedido das autoridades, ele usou o nome falso de Juan Manuel Montenegro.” e “Jorge Isaac Fuentes Alarcón ou Ariel Nodarse Ledesma, Chileno, detido em 17-V-75, porque era companheiro de viagem de Amílcar Latino Santucho Juárez.” Santucho, irmão do líder da guerrilha argentina do Exército Revolucionário do Povo (ERP), permaneceria na prisão do Paraguai por muitos anos, e Fuentes Alarcón, um líder de alto escalão do Movimento Chileno da Esquerda Revolucionária (MIR), foi submetido a tortura durante o interrogatório e então entregue aos agentes da polícia secreta para ser transportado de volta para o Chile, onde ele “desapareceu”. Seus casos se tornaram um estudo sobre a colaboração entres os serviços de polícia secreta do Cone Sul, e catalístico para a formalização desta coordenação em uma aliança formal contra a “subversão” esquerdista chamada Operação Condor.

Alertados pelos paraguaios, as agências de inteligência do Cone Sul começaram a participar do interrogatório de Santucho e Fuentes Alarcón. Nests dois documentos, o agente da inteligência argentina José Osvaldo Ribeiro [aka Rawson] lista uma série de perguntas para interrogar Santucho (chamado de “Alicia” nos documentos) e Fuentes Alarcón (chamado de “Nene”). O interrogatório visava obter informação sobre a força e as atividades da Junta Coordenada Revolucionária (JCR), uma coalisão de guerrilhas do MIR chileno, do ERP argentino, dos MLM-tupamaros uruguaios e do ELN boliviano. Os agentes de inteligência “solicitaram” que Santucho “Esclareça as razões desta viagem, mas sem mentiras, já que ele tem mentido o tempo todo e tem prolongado a investigação; Qual a posição dele dentro do JCR?”.

Em relação a Nene, Rawson exige: “Desde quando ele conhece Patricio Antonio Biedma? Qual era o papel de Biedma dentro do JCR?”. Um chileno, Biedma, “desapareceu” depois de ser secretamente mantido no centro de detenção Automotores Orletti em Buenos Aires em 1976. Durante a pressa dos interrogatórios de Fuentes Alarcon e Santucho no Paraguai, um agente de inteligência de ato escalão recebeu “um pacote de presente” de um oficial argentino de escalão muito alto, o Brigadeiro General Otto Carlos Paladino. General Paladino, segundo este documento, também envia “fotos de Illich Ramírez Sanchez (Carlos).”É conhecido que Santucho e Fuentes Alarcón foram interrogados sobre as ligações deles com terroristas internacionais, em particular Carlos.” Dentro de um ano, Paladino é promovido para chefe da SIDE, o Serviço de Inteligência do Estado da Argentina, e dirige o infame centro clandestino de tortura em Buenos Aires, Automotores Orletti. Dois dias depois que Fuentes Alarcón foi entregue ao serviço de inteligência chileno e secretamente levado ao centro de detenção clandestino de Villa Grimaldi em Santiago, Chile, o chefe do DINA, Manuel Contreras Sepúlveda enviou uma nota ao Chefe de Investigações no Paraguai, Pastor Coronel, para “agradecer sinceramente” a ele “pela ajuda para facilitar as atividades relacionadas a missão que minha equipe tem que desempenhar no Paraguai”. Contreras termina a
nota dele com a sugestão que “esta cooperação mútua continuará a crescer na direção das metas comuns de ambos nossos serviços.”

A cooperação entre os serviços de inteligência paraguaios, argentinos e chilenos em meados de 1975 sobre Fuentes Alarcón e Santucho criou a fundação para a Operação Condor que seria lançada em Santiago, no Chile, em novembro daquele ano. Quando isto foi descoberto no Arquivo do Terror, este convite ao General paraguaio Francisco Britez de Manuel Contreras Sepúlveda forneceu a primeira evidência documental da conferência de Santiago, onde foi criada a Operação Condor. A carta afirma que a polícia secreta chilena “tem a honra de lhe convidar para um Encontro de Trabalho de Inteligência Nacional que aontecera em Santiago, Chile, entre 25 de novembro e 1 de dezembro de 1975. O encontro é extritamente secreto e o assunto objeto está anexado”.

Junto com o convite de Contreras veio uma agenda de onze páginas para o primeiro encontro de trabalho do que foi conhecido como Operação Condor. Assuntos a serem discutidos por convidados militares da Argentina, Chile, Bolivia, Brasil, Paraguai e Uruguai, inclusive estabelecendo “uma coordenação eficiente que permitiria uma adequada troca de informação e experiência”. Segundo a análise no documento, “a subversão tem se desenvolvido centralizada continental, com comandos regionais e sub regionais para coordenar as atividades”. Por esta razão, os serviços secretos do Cone Sul precisavam de seu próprio sistema de coordenação centralizada.

O “Sistema de Segurança e Coordenação” proposto pelos chilenos incluiria uma base de dados sobre dissidentes e um escritório central de informação com capacidades de transmissão por telex; as forças das polícias secretas incluiram regulares “encontros de trabalho”. E, como durante o interrogatório de Fuentes Alarcón e Santucho no Paraguai, “encontros bilateriais e extraordinários deviam ser encorajados quando a situação assim exigir”. Esta transmissão, uma das várias encontradas no Arquivo do Terror, forneceu evidência de como as nações do Condor se comunicavam. O Ministro do Interior paraguaio recebeu este cabograma no qual Condor 1 [DINA chileno] informava Condor 4 [inteligência paraguaia] sobre a captura de um estudante paraguaio em Corrientes, Argentina. Quando o sistema de comunicações da Operação Condor já estava funcionando, seus membros trocavam cabogramas usando rótulos do Condor. Como ressalta o jornalista John Dinges em seu livro, “The Condor Years”, os rótulos designavam qual era o serviço de inteligência: Condor 1 (Chile), Condor 2 (Argentina), Condor 3 (Uruguai), Condor 4(Paraguai), e Condor 5 (Bolívia).

Já que o Chile fornecia o centro de operação para a Operação Condor, o DINA recebia informação de um país e enviava a outro. Este documento, uma solicitação de inteligência de outras nações do Condor, fornece evidência posterior de como as nações do Condor colaboravam. Neste caso, o chefe do Segundo Departamento de Inteligência dos Chefes de Staff do Exército Paraguaio, Benito Guanes Serrano, divulgou uma solicitação de busca enderaçada entre outros a Condor 1 e SIE (Serviço de Inteligência do Exército Argentino) solicitando informação sobre o movimento de guerrilha no Paraguai que tinha sido detectado pela inteligência argentina. Depois que o Departamento de Investigação em Assunção capturou uma argentina chamada Dora Marta Landi em março de 1977, este registro de polícia foi criado. Ela foi detida, “e então desapareceu” junto com seu marido Alejandro José Logoluso Di Martino, e José Nell, ambos da Argentina, juntamente com dois cidadãos paraguaios, Nelson Rodolfo Santana Scotto e Gustavo Edison Inzaurralde. Todos os cinco tinham fugido para o Paraguai para escapar da dura repressão na Argentina.

Não foi até a descoberta do Arquivo do Terror em 1992 que este e outros documentos de detenção revelaram o destino da coordenação da Operação Condor das forças de segurança do Paraguai, Argentina e Uruguai. Os registros de Dora Marta afirmam: “Por ordens superiores, em 16 de maio de 1977, eles viajaram para Buenos Aires, na Argentina… a disposição das autoridades argentinas”.

O Diretor de Investigações paraguaio organizou dois dias de interrogatório conjunto para os cinco detidos com “a presença de pessoal do Serviço de Inteligência do Uruguai e no segundo dia de atividades com o pessoal do SIDE [Serviço de Inteligência do Estado Argentino]“. Como notado pelos pesquisadores paraguaios Boccia Paz, Palau e Gonzalez, ao invés de estabelecer ligações com a guerrilha de todos os prisioneiros, o sumário de inteligência relatou que Dora Marta Landi Gil “não tinha militância” e que ela “não teria ligações às atividades anteriores de seu marido”. Este relato de atividades foi enviado pel chefe do Departamento de Investigações, Pastor Coronel, ao seu superior, Diretor de Assuntos Políticos, Alberto Cantero, e revela como agentes de diferentes nações do Cone Sul participaram como uma equipe.

Este é um sumário das atividades realizadas pela equipe de trabalho nos dias 5, 6 e 7 deste mês, composta pelo Coronel Benito Guanes [Chefe do Departento II de Inteligência Militar] e o Tenente Coronel Galo Escobar do Departamento II do Staff dos Chefes de Exército [Paraguai]; Primeiro Tenente Angel Spada e Sargento Juan Carlos Camicha, da Área militar 234 [Argentina]; Jose Montenegro e Alejandro Stada do SIDE, ambos da Argentina e Major Carlos Calcagno do Serviço de Inteligência do Exército no Uruguai.

Esta nota de apertar o coração, escrita por Dora Marta Landi uns poucos dias antes de desaparecer, foi encontrada pelos pesquisadores paraguaios entre os arquivos relativos á detenção dela. “Senhor Diretor,” ela escreve presumidamente a Alberto Cantero. “Quando lhe falei esqueci de mencionar o seguinte. Penso que seria útil para esclarecer esta matéria de documentação, você falar com os pais de meu marido. Para isto, será suficiente nos permitir um telefonema ou o envio de uma carta pedindo a eles para virem aqui. Se eles ainda não vieram penso que seja por não saberem que estamos aqui. Eu lhe agradeço imensamente por ter me ouvido e me desculpo por minha insistência”. Os próprios pais dela e aqueles de seu marido, procuraram durante anos por eles…

Este relato registra a entrega secreta dos cinco prisioneiros do Paraguai para a Argentina. O Chefe de Investigações Pastor Coronel escreve ao Diretor Cantero que: “Nesta data, às 16:34 horas, um avião bimotor da marinha argentina, de número de registro 5-7-30 0653, pilotado pelo Capitão de Corveta José Abdala, levou os seguintes detidos para Buenos Aires (Argentina): Gustavo Edison Inzaurralde (Uruguaio), Nelson Rodolfo Santana Scotto (Uruguaio), Jose Nell (Argentino), Alejandro Jose Logoluso (Argentino) e Dora Marta Landi Gil (Argentina). Estas pessoas foram entregues por este escritório na presença do Coronel Don Benito Guanes e o Comandante [Capitão de Fragata] Lázaro Sosa, ao Primeiro Tenente Jose Montenegro e Juan Manuel Berret, ambos do SIDE “. Este relato paraguaio reflete os arranjos entre as forças de segurança para caçar alvos específicos.

Depois que os militares argentinos capturaram dois insurgentes Montoneros, um membro da Escola de Mecânica da Marinha, onde os prisioneiros eram torturados, abordaram a inteligência paraguaia para permissão de trazer um dos prisioneiros a Assunção para ajudar a identificar uma outra dupla suspeita de atitivades militantes. Segundo o relato paraguaio: “Eles pediram para vir ao nosso país trazendo com eles um dos prisioneiros para identificar a dupla” e gostariam de coordenar conosco as operações para identificar, monitorar e se necessário capturar esta dupla”. Um telex de rotina entre a Argentina e o Paraguai forneceu evidência que Horacio Campiglia e sua irmã, Elcira, estavam “desaparecidos” pelas forças de segurança da Argentina. A comunicação foi enviada por uma agência de inteligência argentina não conhecida para a polícia paraguaia relatando vários argentinos suspeitos de estarem envolvidos no assassinato recente do General da Nicarágua Anastasio Somoza em Assunção. Depois de listar os detalhes sobre vários indivíduos, o cabograma oferece informação sobre o insurgente Montonero Jorge Omar Lewinger, inclusive sua última posição conhecida”: maio de 1980: Chefe do Departamento Americano “sobre Petrus (Detido). Ele [Lewinger] estava em um golpe com Alcira Campiglia (Detida).”

Horacio Campiglia (aka Petrus) desapareceu em 1980. 22 anos depois, documentos desclassificados dos EUA confirmaram que ele havia sido capturao pelo esquadrão da polícia secreta argentina no Rio de Janeiro, Brasil, e enviado ao Centro de Detenção clandestino Campo de Mayo em Buenos Aires, Argentina. Sua irmã havia desaparecido mais cedo. Embora o corpo dela tenha sido mais tarde recuperado, estes documentos tem fornecido a primeira evidência concreta que as forças de segurança foram responsáveis pela morte dela.

Published in: on abril 30, 2008 at 3:32 pm  Deixe um comentário  
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O Sentimento Muçulmano

O Cálculo da Mal Calculada Miséria Humana

Data: 18 de novembro de 2006
Autor: BrigGen(da reserva)Muhammad Aslam Khan Niazi

Os objetivos do tipo bélico e as atividades corruptas da mentalidade do homem. O pensamento humano e inteligentemente objetivo humano é suspeito e perseguido como não patriótico – a miopia de Albert Einstein agarra o mundo.

A harmonia entre as crenças, já uma virtude rara entre as religiões divinas, está rapidamente se erodindo. Muçulmanos apontando armas contra cristãos e judeus sob a bandeira da ‘jihad’, cristãos e judeus colocando algumas de suas munições de precisão e máquinas de guera mortais para agitar os torsos dos muçulmanos, atingindo menos os ‘jihadis’ mas muito mais pessoas inocentes, sendo abrigadas em tumbas, “terroristas” suspeitos.

Várias regiões estão em um turbilhão de ameaças ominosas surgindo no horizonte de cada país, de uma forma ou outra. O planeta presumiu estar seguro, mas em um século que é caracterizado, aparentemente, pelo conhecimento e rápida comunicação, não está mais seguro. A miséria humana prevalece em várias aparições.

Com se já não fosse o bastante, o Papa Benedito XVI, por razões misteriosas, optou por ler observações depreciativas contra o Islã, de um texto medieval que enviou a mais forte explosão possível para um sábio, como o é o próprio Papa. O retrocesso muçulmano é obviamente compreensível, mas neste momento de harmonia frágil, existem margem para garantir ao Papa um segundo alento para retratar esta declaração, se ele escolher assim fazer.

A lógica é simples. Se eu, muçulmano praticante somente sei o que minha religião ordena: a nunca castigar Jesus ou Mosés, a profanação da alta plataforma do pontífice deveria ter sido admitida com cautela para lhe permitir uma oportunidade de desmentir uma confusão que teria emprestado uma adicional beleza e graça a um ato digno do Islã e do Santo Profeta, paz sobre ele.

Resultantemente, com a falha em assim fazer, a diatribe de um contra o outro está captando volume e combatividade, levando a violência que apenas compõe a miséria das pessoas. A maioria dos intelectuais apresentam opiniões maculadas com parciaidade e rancor e aqueles, livres de tais malícias como Noam Chomsky, são expontaneamente reduzidos como traidores. Um cristão não ousa murmurar uma palavra contra os interesses cristãos e os muçulmanos sentem-se obrigados a acolher os esforços de fé dos companheiros.

O confronto de civilizações tem sido desdobrado, mas o mundo ocidental repudia a afirmação. Alguns eminentes eruditos tem dado coroas de identidade às civilizações; os católicos liderados pelos EUA, os cristãos ortodoxos pela Rússia; Sino pela China, Hindu por India e a civilização islâmica não tendo alguma, embora o Irã, a Turquia, o Paquistão ou a Indonésia possam ser difíceis contestadores. O status partido da civilização islâmica, a qual o ocidente trabalhou arduamente no século XIX e no início do século XX, para demolir o Império Otomano e liquidar o califado, tem de fato emergido como uma dor no pescoço de todas as civilizações posicionando os contadores emplumados de cabeça de hidra para as ameaças oferecidas pelos muçulmanos.

A reparação histórica é profundamente arraigada na psique ocidental: que os muçulmanos unidos devem atropelar o mundo. Se as civilizações ocidentais, geralmente adotando um padrão unificado nos assuntos globais, particularmente no contexto das regiões muçulmanas, estão achando difícil subjugar a resistência no Afeganistão e no Iraque a despeito do nível notável de superioridade científica e tecnológica. como pode o atrazado mundo islâmico, até mesmo unido, oferecer uma ameaça de uma dimensão tão grande que outros temeriam de sua evolução do califado. Bastante tristemente, algumas organizações bem intencionadas trabalhando para a unidade muçulmana começar têm sido chamadas de “terroristas” embora o caráter da centralidade da civilização islâmica teria ajudado todos, mais ainda se os cristãos iniciassem o diálogo proposto.

O século XXI tem visto uma mudança de paradigma. O caráter de ‘invencibilidade’ de alguns poderes de maior alcance – regional ou global -, tem rapidamente caido em tiras. Os recentes conflitos sustentam a evidência. Neste meio tempo, um virus de simpatia chamado ‘Osama’ está infectando 1.5 bilhões de muçulmanos e também um número considerável de não muçulmanos com uma severidade variada, inclusive aqueles que George W Bush no momento não pode colocar em sua lista de fascistas islâmicos; um termo que ele impulsivamente planejou para agravar o cisma persistentemente profundo entre as civilizações – de fato a cristandade e o Islã.

Alguém entende que o mundo em geral e os americanos em particular negam as incisivas dele da mesma maneira que rejeitam suas zombarias como ‘Armageddon’ e ‘cruzadas’. As perdas de 11 de setembro, ainda um mistério, tem sido colocadas na balança que não pode ser inclinada por até mesmo um número maior de contagem de perdas humanas que as armas de precisão estão acumulando pelo mundo. Certamente permanecerá sempre um tremendo espaço para eventos até mesmo mais horripilantes do outro lado de 11 de setembro no equilíbio que ainda não alcançou a marca da saciedade para curar a rachadura profunda dos ferimentos inflingidos.

O ocidente está inclinado a dizimar todos os “terroristas” mas não está preparado para até mesmo discutir as causas raizes. A opinião pública permanece amordaçada, como os muçulmanos percebem, pela esbravejante media eletrônica de ramo judaico que está com felicidade retratando as matanças, demolição e devastação como se fossem meios de restaurar a paz e resolver os conflitos. Um homem comum é encantado pela curta memória dos poderes imperialistas. A aventura do Vietnã, lançada sob premissas ilusórias do expansionismo comunista e a ameaça ao mundo livre, mais tarde provou que tais avaliações eram simples invenção.

Na mesma conotação, Iraque e Afeganistão, seja qual for a responsabilidade americana baseada na Doutrina de Truman, seria registrada na história como uma grande desventura militar junto com a mistura de muitas outras e também aquelas encobertas, em um passado não muito distante. Como uma matéria de imensa consolação, as pessoas tem chegado a ver claramente a dicotomia trágica nos propostos pretextos envelopados em valores da “guerra ao terror” e a agenda oculta de linchar o “inimigo”, desenhada com grande sofisticação.

Até mesmo o não tão frequentemente falante Mr. Powell tem levantado as sobrancelhas recentemente sobre a fibra moral das guerras em andamento. Condoleezza Rice ao menos não mede palavras que já foram necessárias para seu vasto corpo diplomático no exterior, para vender as políticas americanas, muito mais do que avisa-la da matéria de fato sob a apreciação da situação local para muito desgosto de Mr. Bush e Cia.

Geralmente os muçulmanos presumem ter a margem para expressar a raiva deles por meio da ‘jihad’ porque eles se auto percebem como as únicas vítimas diretas cujos bens estratégicos e territórios estão sob ocupação. A liderança iraniana está até mesmo mais amarga e coloca como centro de todos males a Israel, pedindo sua remoção da face da Terra. Isto é um outro meio de expressar intolerância para com Israel, conquanto nossos vizinhos abriguem uma raiva histórica, embora alguns estejam fingindo “paz” com ele?

Concomitantemente os mundos estão se curvando sob os “mandamus” do Irã, e não se redirigem a suas longas décadas de misérias que o tem inundado. O congelamento de seus bens pelos EUA, deixando enforcado seu acesso ao Mar Cáspio desde 1996, no despertar do Ato de Sanções contra o Irã e a Líbia, com persistentes ameaças de mudança de regime e sanções econômicas que não tem ajudado a estimular ou avançar a “paz” – até mesmo de modo insignificante -, para o Oriente Médio. Quando a transparência e simetria nas relações internacionais é feita uma comodidade flexivel para ser aplicada com exceções, então o vulcão dos conflitos está prestes a irromper.

Como uma consequência, um outro conflito está se tramando no Oriente Médio em um cenário imediato. Mr. Bush parece sofrer de intoxicação crônica do poder para acreditar que ele pode lavar os “pecados” do Irã com uma completa derrota do Irã. Tais movimentos podem ter sido chamados de qualquer outra coisa, mas nunca de diplomacia vibrante. Os Falcões na equipe dele já estão olhando sobre os ombros para desertar dele, senão povo os derubará de qualquer forma. Palestina, Cachemira, Chechênia, Nagorno-Karabakh, Xingjian, Abkhazia, Daguestão, Ossetia do Sul, Transdaneister e os territórios curdos permanecem no solo rochoso da instabilidade pela últimas várias décadas nas dadas prioridades percebidas que tem potenciais de se tornarem malignas.

O presidente eleito do governo Hamas não tem qualquer apelo para Israel e obviamente nem mesmo para negociar com o ocidente. A diplomacia tem sido deixada a se lamuriar a vista das feridas supuradas.Os judeus justificam alcançar até mesmo por liquidar a menor ameaça de martelo porque isto é uma questão da sobrevivência deles. A idiotice do Líbano de Israel permanecerá talvez a maior explosão que tem o efeito de um bomerang sobre sua nacionalidade bem como internacionalmente. Da fadada “Doutrina da Preempção”, que tem sido infelizmente estampada como um direito moral dos “gigantes” na arena internacional, até mesmo se isto signifique passar sobre outros Estados soberanos.

Ironicamente, a despeito dos corajosos esforços do Secretário Geral da ONU, que parece estar seguro de resguardar o prestígio da ONU, não sem perigos, os “grandes” querem tomar isto para a corrida. O endereçamento dele como uma despedida em 20 de setembro de 2006 na Assembléia Geral foi nada menos do que um epitáfio para o modo atual de geo-estratégia global que possa forçar eleger um lugar [a ONU] na vizinhança do ponto zero, não pelo Usama-bin Laden desta vez, mas pelos poderes que possuem a “responsabilidade sobre a humanidade”.

Onde a ocupação física não tem acontecido em países de Terceiro Mundo, grandemente compreendendo a população muçulmana, estes tem sido coagidos por agendas de coalisão, até mesmo se eles são interiormente autoritários, tiranizando pessoas inocentes dentro de seus próprios territórios.

Os campeões da guerra ao terrorismo tem praticado éticas flexíveis para permitir que os autoritários perpetuem a tirania. Qualquer um deles que saia da linha é imediatamente tachado de “Estado totalitário” e recebe um alto risco de represálias pelo mundo livre com vários tipos de maquinações.

Incidentalmente, os chefes autoritários de Estados são mais dignos de confiança dos tenentes dos poderes que exigem o respeito aos direitos humanos, livre expressão, liberdade religiosa e sistemas de governo justos, que o ocidente chama de “democracia”.

As consequências de tal política de “gostos” e “desgostos” estão remotamente alcançando o Oriente Médio; o sudeste asiático e os Balcãs europeus, um turbilhão interno dando lugar a uma situação como um pequeno barril de pólvora, com alguns Estados colaborando, apesar de tudo. Vozes sagazes e francas sempre emergem mas elas são abafadas sob o ruído da farsa da “responsabilidade”.

O reacionamento transatlântico está mostrando tensões visíveis. Os atores europeus como a Grã Bretanha, a França, Alemanha, Itália e Rúsia [não OTAN] estão inclinadas a aumentar a tendência de perseguir uma abordagem independente das matérias cataclísmicas mundiais. A febre pública no Reino Unido e nos EUA e em alguns outros países da coalisão está atingindo a popularidade de seus líderes. Suas relações internacionais corruptas e falaciosas tem gerado um stress moral muito grande dentro de seus próprios grupos tanto que um grande número de legisladores agora estão inclinados a se revoltar.

As chances de uma coexistência pacífica para a humanidade estão ficando remotas a despeito da produção em abundância medonha de “conceitos” e “doutrinas”, aparentemente percebidas pelos mais hábeis dos “think tanks” [grupo de pensadores para um determinado assunto]. As perspectivas e esperança de liberação e de reconstrução das regiões devastadas é ainda um grande grito. Gitmo, Abugharib, as células secretas da CIA e a redução das liberdades civis em contravenção à côrte regente são algumas das provas determinantes que mostram o vazio de sinceridade: os governos devem possuir seu público. As organizações de direitos humanos que protestam alto caem em ouvidos surdos.

Se alguma coisa está se mantendo, é a incerteza, o desespero, a devastação e a destruição de pessoas inocentes de ambos lados da divisa. Quando acabará a miséria das pessoas? Talvez nunca, exceto para os mortos que já viram o fim de tudo isto. Governa “A Miséria”; sua honra tem o mais prolífico destino . Graças a arrogância dos vitoriosos por declaração, mas que evitam as pavorosas conflagrações, pode ainda haver uma chance. Uma tomada de decisão realista é necessidade da hora, as decisões que sustentariam o moinho da verdade, justiça e transparência.

Muhammad Aslam Khan Niazi

Published in: on abril 29, 2008 at 1:32 am  Deixe um comentário  
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Uganda e o HIV

O Estudo de Uganda Descobriu que a Morte Reduziu a Prevalência do HIV: O Publico Levou para Casa a Mensagem Errada?

de John S. James

Sumário: Uganda tem tido um notável declínio na prevalência do HIV, e a questão do que tem causado este declínio é controvertida. Um intensivo estudo na região de Rakai, em Uganda, de 1994 a 2003, descobriu que muito da diminuída prevalência resultou da morte de pessoas com HIV. Mas a incidência de novas infecções HIV foi baixa durante todo este estudo e não mudou grandemente, sugerindo que a causa real do sucesso foi uma grande redução nas novas infecções antes do estudo haver começado. Os dados iniciais apresentados na conferência sobre retrovirus de fevereiro de 2005 também mostraram um uso aumentado de preservativos e alguma deterioração na redução do número de parceiros sexuais. Mas nenhuma mudança foi grande o bastante para afetar grandemente a incidência de novas infecções, ao menos nos dados agregados das 50  vilas estudadas. Em resumo, a grande redução na prevalência do HIV ocorreu por causa de mudanças que aconteceram antes do estudo, não medidas dentro dele. Portanto a nova informação não contradiz a redução no número de parceiros sexuais como a maior causa do sucesso de Uganda.

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Um estudo maior realizado na conferência de retrovirus [Boston, 22 a 25 de fevereiro de 2005) encontrou que a morte ds pessoas com HIV como responsáveis pela maioria do grande decréscimo na prevalência da infecção pelo HIV na população, em uma pequena área de Uganda, que foi intensivamente estudada de 1994 a 2003. Durante este período, nas 50 vilas estudadas no distito de Rakai, a percentagem de homens com mais de um parceiro sexual de alguma forma aumentou, o uso de preservativos grandemente aumentou mas abaixo de 100% e a incidência de novas infecções pelo HIV permaneceu estável.

Os pesquisadores notaram, “Em resumo, os declínios na prevalência do HIV em Rakai na década passada estão associados primariamente ao uso de preservativos e a morte, também citando a abstenção. Ser fiel, ou usar preservativos, o ponto das conversas que representa uma mobilização social e nacional mais compreensiva para evitar o HIV em Uganda.

O ponto chave de se ter em mente para a compreensão deste estudo, é que por todo o período do estudo, a incidência de novas infecções pelo HIV foi relativamente estável, principalmente abaixo de 1.5% ao ano. Mas antes do estudo começar, a incidência havia sido muito mais alta, ao menos em algumas partes de  Uganda (aparentemente não existem dados comparativos para estas mesmas vilas). Então a grande redução em novos casos já tinha ocorrido antes que começasse o estudo de Rakai.

Esta observação também explica que o achado aparentemente enigmático no estudo de Rakai é que enquanto a prevalência do HIV caia grandemente nos adultos, dificilmente mudou nos adolescentes [começou baixa e permaneceu baixa]. Aqueles que eram adolescentes durante o estudo não tinham idade suficiente para terem sido sexualmente ativos no tempo dos anos anteriores de alta transmissão. Assim os adolescentes não tiveram um excesso de mortes com as novas infecções, o que levou ao declínio da prevalência completa.

Comentário

O grande declínio na percentagem de pessoas com HIV, relatada no estudo de Rakai, aconteceu porque o número de mortes foi muito maior do que o número de pessoas recentemente infectadas. As muitas mortes no período do estudo foram uma sombra escura de tempo anterior onde a incidência do HIV [a nova taxa de infecção] era muito mais alta. A pergunta chave, então, é o que fez com que a incidência baixasse antes do estudo começar?

Parece improvável que tehnha sido o uso de preservativos, porque desde o início do estudo de Rakai, pouco mais de 10% dos adultos entrevistados relataram o uso deles com seu parceiro marital mais recente (esta percentagem aumentou rapidamente durante o estudo). A menos que os preservativos tenham sido utilizados anteriormente e então abandonados, esta baixa percentagem não pode ser atribuída a grande mudança na prevalêcia do HIV.

Pode a taxa reduzida de novas infecções ser explicada pela história natural da epidemia? Isto parece improvável, porque a maioria dos outros países em um ponto similar em que a epidemia tinha continuado a aumentar, a prevalência e a incidência do HIV, não declinaram como o fez em Uganda.

Então a mudança de comportamento no período anterior ao estudo pode ser mais provavelmente ter explicação na redução de novas infecções então. Durante o estudo, a percentagem de homens com idades entre 15 e 49 anos relatando apenas um parceiro sexual no último ano permaneceu maior do que a percentagem relatando dois ou mais [esta percentagem aumentou de certa forma durante este tempo] Enquanto isto, o uso de preservativos cresceu grandemente, dando aos homenas uma oportunidade adicional de se protegerem e a seus parceiros – mas não o bastante para se mostrar estatísticamente como a posterior redução completa da incidência do HIV, talvez porque o número de parceiros sexuais também aumentou e a idade média de início da vida sexual caiu no estudo, especialmente entre os homens.

O que provavelmente será feito agora é quebrar os dados por vilas, o que provavelmente diferirá em exatamente quando os preservativos foram introduzidos e exatamente quando as mudanças na direção de comportamentos de risco mais altos ocorreram. Então uma análise estatística pode separar melhor o efeito do uso do preservativo, versus o número de parceiros sexuais, versus a idade de início de atividade sexual, sobre a incidência de novas infecções HIV em cada vila. Também, a base de dados pode ser analisada para cada indivíduo – quando ele ou ela relataram o uso do preservativo, parceiros múltiplos ou se tornaram HIV positivos? Esta análise não estava presente no encontro, provavelmente porque isto não tinha sido feito ao tempo deste relatório de nova informação que não estava disponível ao tempo das usuais submissões à conferência. Este relatório inicial tem taxas completas do estudo inteiro, não separados por vilas – e a diminuição de novas infecções HIV devido ao uso do  preservativo, e o aumento devido aos riscos sexuais, podem ter sido parcialmente equilibrados um com o outro. Uma vez que o estudo de Rakai esteja completamente finalizado, pode fornecer alguma da melhor informação disponível sobre o que funciona e o que não.

Enquanto isto, este estudo encontrou alguma deterioração na redução do número de parceiros sexuais, no distrito de Rakai; claramente a retomada do uso de preservativo foi mais bem sucedida. Mas os resultados apresentados na conferência de retrovirus não contradizem a possibilidade de que uma grande redução anterior no número de parceiros sexuais [nos anos anteriores, de forma que não incluído nos dados recentemente relatados], foi grandemente responsável pelo declínio na prevalência do HIV que foi vista durante este estudo.

Incidentalmente, não vemos culpa; os pesquisadores acuradamente relataram os resultados deles e a imprensa corretamente relatou a informação dos pesquisadores. Mas na pressa da apresentação e na reportagem do dia seguinte, ninguém tem certeza que a mensagem recebida foi acurada. Seria trágico se o mau entendimento público levasse a uma ênfase menor nos meios eficazes de reduzir a disseminação do virus.

Nota: Esta análise é um trabalho em progresso. AIDS Treatment News está aberta para considerar opiniões diferentes, fazer correções se necessário e talvez publicar um artigo de acompanhamento.

Published in: on abril 28, 2008 at 1:07 pm  Comments (2)  
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Amaurose Congenita

Experimentos de Terapia Genética Melhoram a Visão de Quase Cegos

de STEPHANIE NANO
escritor da Associated Press

27 de abril de 2008

NEW YORK (AP) — Cientistas pela primeira vez tem usado a terapia genética para melhorar dramaticamente a visão de pessoas com uma rara forma de cegueira, um desenvolvimento que os especialistas chamaram de técnica experimental.

Parte da visão foi restaurada em 4 de seis jovens que receberam o tratamento, equipes de pesquisadores nos EUA  e Reino Unido relataram no domingo. Dois dos voluntários que só podiam ver movimentos das mãos foram capazes de ler umas poucas inhas em uma carta ótica dentro de semanas.

“Esta é uma inovação fenomenal” disse Stephen Rose, chefe do escritório de pesquisa da Fundação para Combate da Cegueira, que ajudou a custear um estudo realizado no Hospital Infantil da Filadélfia.

Se bem sucedida em grandes números, dizem os especialistas, a técnica tem o potencial de reverter a cegueira de outros tipos de doenças oculares herdadas.

“Penso que isto é incrivelmente excitante”, disse o Dr. Jean Bennett, um professor de oftalmologia da Universidade da Pensilvania e chefe do estudo da Filadélfia. “Isto é o início de uma fase inteiramente nova de estudos.”

A pesquisa foi publicada online no domingo pelo New England Journal of Medicine junto com apresentações em um encontro médico na Flórida.

As duas equipes de cientistas, trabalhando separadamente, cada uma testando a terapia de substituição de um gene em três pacientes com uma rara forma de doença ocular hereditária chamada Amaurose Congenita de Leber. Não há tratamento para esta doença, que aparece precocemente na infância e causa severa perda de visão, especialmente a noite.

Estima-se que 2.000 americanos tenham a forma da doença que eles alvejaram, disse Bennett.

A terapia genética – substituir os genes defeituosos pela versão normal – tem sido estuda em humanos por mais de quinze anos com sucesso limitado. O campo sofreu uym retrocesso com a morte em 1999 de  Jesse Gelsinger, 18 anos , em um experimento para uma desordem hepática na Pensilvania. E algumas crianças tratadas para uma desordem chamada “a doença do menino bolha”, mais tarde desenvolveram leucemia.

Os resultados iniciais dos experimentos oculares devem dar ao campo um impulso, algum especialistas disseram..

“Penso realmente que é um grande “tiro no braço” [vacina?] para a terapia genética e para a medicina em geral”, dise o Dr. Ronald Crystal, chefe de medicina genética na Faculdade de Medicina  Weill Cornell em New York.

Cada um dos participantes no estudo tinha mutações em um gene que faz uma proteína necessária para a retina, a qual sente a luz e envia as imagens ao cérebro. As pessoas sem o gene gradualmente perdem a visão até que ficam cegas quando jovens adultos.

A própria  retina permanece em boa forma por um tempo, o que torna a pessoa um bom candidato para a terapia genética, disse Robin Ali, um professor da  Universidade College de Londres, que liderou a equipe britânica. Ele comparou o gene defeituoso a uma vela de ignição faltando no motor de um carro.

“Todo motor está absolutamente bem, mas se ele não tem uma vela de ignição, o carro não irá funcionar ,” disse Ali.

Para o experimento, os cientistas injetaram milhões de cópias de um gene funcional debaixo da retina, atrás do olho. Somente um olho foi tratado – o que estava pioir – no caso de alguma coisa dar  errado. O olho não tratado foi usado para comparação. Depois do tratamento, a visão deles e a sensibilidade à luz foram medidas periodicamente; a mobilidade foi testada em um labirinto ou corrida de obstáculo.

Todos os três pacientes tratados na Filadélfia mostraram melhora significativa em sua visão, disseram os pesquisadores. Os voluntários, duas mulheres de 19 e 26 anos e um homem, de 26 anos, eram da Itália, onde eles tinham sido filtrados pelos pesquisadores de lá. O período mais longo de acompanhamento foi de seis meses.

Além de ler as linhas em uma carta ótica, eles podiam ver melhor ao escurecer, disse Bennett.

“Não esperamos restaurar a visãoo deles a 20/20″, ela disse.

No grupo britânico, o tratamento somente funcionou em Steven Howarth,de 18 anos, cuja doença estava menos avançada que os outros dois – uma menina de 17 anos e um homem de 23 – e ele foi acompanhado por um ano.

Howarth disse que ele costumava se apressar para ir para casa depois da escola porque ele ficava preocupado de ficar no escuro, segundo as recomendações divulgadas pela universidade.

“Agora, minha visão quando está escuro ou mau iluminado, está definitivamente melhor. É uma pequena mudança, mas faz uma grande diferença para mim”, disse  Howarth, que mora em Bolton, perto de  Manchester.

Depois da injeção de julho passado, Howarth disse que sentiu seu olho como uma lixa. Estava melhor depois de uma semana e sua visão melhorou gradualmente. Ele foi capaz de usar um labirinto em obscuridade em 14 segundos sem bater em qualquer obstáculo; antes disso, ele demorava 77 segundos e com oito erros.

Não houve sérios efeitos colaterais relatados em qualquer grupo. Um dos pacientes na Filadélfia dsenvolveu um buraco em sua retina que não afetou sua visão. Os pesquisadores acham que o buraco estava relacionado com a cirurgia e não com o gene injetado.

Os pesquisadores disseram que não há evidência que o vírus alterado para transportar o gene nas células da retina tenham viajado para fora do olho para outras áreas do corpo.

Cada um dos grupos tem tratado um quarto paciente, inclusive um pré adolescente na Inglaterra. Os pesquisadores esperam ver resultados melhores com doses mais altas em pacientes mais jovens com menos dano ocular.

O Instituto Nacional do olho está custeando um terceiro estudo  similar na Universidade da Flórida.

A pesquisa na Filadélfia e em Londres foi paga por várias agências do governo e fundações particulares. Um empregado  da Targeted Genetics Corp., que fez o virus alterado usado em Londres, é co-autor deste relatório. Quatro dos pesquisadores da Filadélfia, inclusive Bennett, tem pedido patentes ou já tem patentes relacionadas a terapia genética.  Ali e outro pesquisador britânico também tem solicitado uma patente para o procedimento.

O escritor de Ciência da AP, Malcolm Ritter, contribuiu para esta reportagem

Published in: on abril 28, 2008 at 12:06 am  Comments (12)  
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Aquecimento Global ?

Ciência estabelecida ou Dogma?

Aspen, CO Colorado
8 de abril de 2008

É no “dia da mentira que escrevo isto”, assim parece se encaixar na contemplação da tolice humana. Na medida em que dou uma olhada nos vidros congelados com 20 centímetros de nova neve em meu deck das alturas do Missouri, a rádio KAJX avisa que as Montanhas de Aspen tiveram outros 48 centímetros de neve da noite para o dia, a nova massa de neve agora permanece em 10 metros.

10,36 metros de neve é difícil de compreender a profundidade: Esvaziado tudo de uma vez, poderia cobrir cada casa em Aspen e o bar do Prefeito Mick de andar até seu pódio.

Já que agora é aceita a convenção para citar as amostragens individuais do poder da natureza em corroboração da mudança climática (veja: furacão Katrina), estou tentado a seguir este excêntrico inverno para anunciar uma Idade do Gelo Global.

Eu nem preciso me preocupar: se o próximo inverno for igual a este, a manada climática se colocará sobre o eixo de suas pontas de asas e proclamará uma Idade do Gelo para mim.

Eles já fizeram isto na década de 1960, quando meu pai, educado em Harvard, recrutou seus filhos para descarregar o Buick Vista Cruiser na garagem particular, com rações C de embarcadouros, velas, baterias e cobertores para as prateleiras do porão. Papai era um geólogo diletante e ele nos leu as horripilantes narrativas do New York Times do avanço dos glaciares.

Recententemente temos aprendido que papai tinha exatamente retrocedido: uma Manhattan derretida será eliminada pela ação das marés, não pela ação glacial.

Você não tem visto isto na CNN, mas a Terra está esfriando desde 1998. De fato, “devido a diminuição das tempestades solares”, temos esfriado aproximadamente um grau durante a década passada e a Terra tendo retornado a aproximadamente onde ela estava em 1900.

O chefe do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) Tajendra Pachauri tem reconhecido esta tendência ao resfriamento. A equipe do IPCC está trabalhando fervorosamente em uma teoria que sustente o resfriamento global como prova do aquecimento global. Fique ligado.

Outras evidências assustadoras abundam para sustentar ter seus talentos de construção de iglus.

Este inverno, o hemisfério norte tem vivenciado sua mais pesada cobertura de neve desde 1966; o gelo Ártico está voltando; e os ursos polares estão de volta a terras firmes.

As imagens de satélite da NASA revelam uma capa de gelo que tem recuperado perto de seus níveis normais. Josephino Comiso, cientista senior da pesquisa criosférica para o Centro de Vôo Espacial Goddard da NASA, interpretou as felizes imagens do satélite para um enraivecido repórter canadense (CBC News) em fevereiro.

As temperaturas no interior da Antártica vem caindo e seu gelo está se espessando. Quedas de neve recordes tem embranquecido os Andes e em Lima, Peru, em 17 de dezembro, a fámilia Ward de missionários construiu um forte de neve em seu quintal. O governo chinês relata que 10.000 casas tem sido achatadas por uma queda de neve impossivelmente pesada.

Tudo isto tem me levado a pensamentos blasfemos. Que tal se os heréticos estão corretos e se você não puder influenciar o rastro planetário da Terra ao dirigir o seu Toyota Prius ao invés de um Toyota Sequoia?

Que tal se os americanos estejam sendo tolamente manipulados para gastarem trilhões de dólares? Que tal se isto mude e este episódio de excesso de confiança humana seja apenas o último exemplo da tola crença do homem de que ele rege o carrossel cósmico e que as forças da natureza giram em torno dele, como os cavalos de madeira oscilantes dos carrosséis?

Que tal se formos apenas uma insignificante espécie de poeira, golpeando nossos tórax e rugindo aos céus em Whoville?

Segundo uma história de 30 de março de ABC News, a mais recente correção política sendo patrocinada pelos democratas no Congresso, o Ato de Segurança Climático de 2008, cortará os gases greenhouse em 63% em 2050.

Você não precisa ser abençoado com os talentos de resolução de problemas de Al Gore para entender que reduzir as emissões em dois terços “durante um período quando sua população é projetada se expandir em dois terços,” é um feito improvável.

A Seanadora Barbara Boxer (presidente do Comitê de Trabalhos Públicos e Meio Ambiente) sugere que “esta lei é uma vencedora para o meio ambiente, uma vencedora para nossa economia e uma vencedora para o planeta”.

Os chineses comunistas estão solidamente do lado de Boxer. Durante as próximas duas décadas, enquanto eles estão batendo nos freios da indústria americana, os chineses projetam triplicar a indústria deles: eles planejam substituir as nossas emissões pelas deles.

Segundo uma reportagem de 7 de outubro de 2007 do Los Angeles Times, “Cortando para a Fumaça da China”. A indústria a carvão chinesa já é responsavel por 25% a 40% do smog da Califórnia.

Enquanto gastamos trilhões de dólares fazendo um buraco na areia quente, a China nos dominará.

A Associação Nacional dos Industriais e o Conselho Americano para formação de Capital tem projetado que o Ato de Segurança Climática reduzirá o Produto Nacional Bruto de 150 a 200 bilhões em 2020, e estas perdas se expandirão para 669 bilhões anualmente pelo ano de 2030.

Durante esta uma década, a produtividade dos EUA sofrerá uma perda de 3.6 trilhões de dólares. Enquanto isto, a China é agora o principal importador de chumbo, e este chumbo está sendo usado para produzir baterias de carros e balas, não apenas brinquedos americanos. Nós, viciados em entretenimento pensamos nas Olimpíadas enquanto os tibetanos enfrentam as baionetas chinnesas.

O debate sobre as causas das mudanças climáticas globais continuam: não é “uma ciência decidida’, a despeito dos diáconos que sutentam o epíteto da destruição global e que se pudesem, a nós descrentes, teriam encaixados com braceletess de quadris e coloccados, como Gaileu, sob prisão domiciliar.

Ninguém sabe o quanto será quente em 2050, mas sabemos da capacidade do homem para a auto ilusão e sua propensão para agarrar o poder político para assustar o vizinho para ficar na linha – é tão central para a vida no planeta Terra como o sol se levantar cada manhã.

Condenação Global, ou florescer global, a arrogância humana está fixada em uma constante polar.

Addison Gardner

Published in: on abril 27, 2008 at 10:38 pm  Comments (1)  
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A Galáxia de Andromeda e a Via Láctea

A Galáxia de Andromeda e Nós

A Galáxia de Andromeda é a mais próxima da nossa galáXIA VIA Láctea. Pensa-se que as duas galáxias sejam muito semelhantes. A  luz difusa de Andomeda é devida a mlhares de estrelas que ela possui. Mas o centro da galáxia de Andromeda tem dois núcleos.

Segundo John Dubinski, de Galaxy Dynamics “A Via Láctea e Andromeda estão em curso de colisão! Em aproximadamente 3 bilhões de anos as duas galáxias colidirão. Então durante um período de aproximadamente 1 bilhão de anos depois de uma dança gravitacional muito complexa, elas se unirão para formar uma galáxia elíptica”. Ele também diz:” Galáxias colidem e interagem ocasionalmente e há vários exemplos bem conhecidos na vizinhança da Via Láctea… longas cadeias de estrelas atiradas em um maravilhoso padrão aberto de espiral são característicos destas colisões e são conhecidas como caudas de maré e pontes por causa de sua origem em fortes marés gravitacionais de duas galáxias interagindo”.

Sim, alguns cientistas afirmam que a Galáxia de Andomeda algum dia colidirá com a nossa Via Láctea. Alguns afirmam que já estamos até mesmo uns mil anos luz mais perto. Mas se você começar com a Galáxia de Andromeda a 2.5 milhões de anos longe de nós agora. então a 2.5 milhões de anos atrás ela estava a 2.501.000 anos luz de nós. Estes cálculos usam uma velocidade relativa ente a Via Lactea e Andromeda de 120 km/s.

É com base nos cálculos com uma velocidade relativa de 300 km/s [que é a velocidade relativa entre a Galáxia de Andromeda e o nosso Sol] que os cientistas dizem que as duas galáxias colidirão daqui a 2.5 bilhões de anos. Mas quando são levados em conta o movimento de nosso Sol e de nosso sistema solar dentro da Via Láctea, a gente descobre que a velocidade relativa entre a galáxia da Via Láctea e a galáxia de Androméda é de fato de 100 a 140 km/s.Sendo assim, uma colisão se daria em 6.25 bilhões de anos.

Você também perceberá que estas imagens de velocidades relativas são para velocidade RADIAL somente. A Galáxia de Andomeda não tem sido observada por tempo suficiente para que a velocidad tangencial [velocidade lateral] seja perceptível. Assim, de fato existem várias possibilidades:

A) As galáxias da Via Láctea e de Andromeda estejam se dirigindo em direções opostas e direto uma para a outra.

B) As galáxias estão indo na mesma direção e a     Via Láctea está liderando [seria como dois carros disputando uma corrida e o carro de Andromeda estaria fechando o carro da Via Láctea].

C) As galáxias estão indo na mesma direção e a galáxia de Andromeda está liderando.

D)Porque a velocidade lateral da galáxia de Andromeda não pode ser medida, então não temos meios de saber o verdadeiro vetor relativo da galáxia de Andromeda. O vetor lateral de Andomeda pode ser muito longo ou muito curto. Assim há inúmeras direções que a galáxia de Andomeda pode seguir [tão longo o vetor da velocidade radial permaneça em 100 a 140 km/s, a mudança permanece desconhecida]

Pessoalmente gosto de pensar que as três galáxias principais no “Grupo Local” – Via Láctea, Andromeda e Triangulum, bem como pequeninas galáxias também neste grupo – estejam todas girando ao redor de um centro gravitacional comum. Os astrônomos acreditam que o inteiro Grupo Local esteja viajando junto na direção do centro do cluster de Virgo, que é o cluster que nos contém. E novamente, para mim, é mais provável que o Grupo Local gire ao redor deste centro e assim esteja “caindo” para ele…

Published in: on abril 27, 2008 at 5:55 pm  Comments (2)  
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O Fracasso das Plantações de Trigo Pode Ser Total

O Fracasso das Plantações de Trigo Pode Ser Total, Experts Avisam

quinta feira, 24 de abril de 2008 10:03 a.m. EDT

No topo dos registros do aumento de preço do arroz e milho pela demanda de etanol, o trigo agora está se enferrujando nos campos da África.

Os agentes temem perdas totais das plantações e o fungo, conhecido como Ug99, agora está se espalhando.

Os preços do trigo tem estado em ascendência nesta semana, no topo dos preços já altos e os contratos futuros também se elevam pelo pânico da compra.

Experts temem que o custo do pão logo deve seguir este caminho do arroz, o preço que tem desencadeado rebeliões em alguns países e fazendo com que países cortem as exportações.

David Kotok, presidente e chefe de investimento de Cumberland Advisors, disse que o fungo mortal, Puccinia graminis, agora está se espalhando para algumas áreas do globo onde “as perdas das plantações são esperadas alcançarem 100%”

As perdas na África já estão em 70%, disse Kotok.

“As perdas da economia esperadas causadas por estes fungo estão agora em muitos bilhões e crescendo. Pior, há um medo intensificado de exacerbadas carências de comida em países pobres e emergentes do mundo”, disse Kotok em uma nota de pesquisa aos investidores.

“As ramificações são sérias. As rebeliões por comida continuam a se expandir pelo mundo. Vimos as mais recentes em Johannesburg.

“Tanto quanto estes desassossegos estejam relacionados aos aumentos dos preços, a carência real ainda esta por vir”.

No mês passado cientistas se reuniram no Oriente Médio para determinar as medidas para rastrearem o progresso do fungo Ug99,que foi descoberto em 1999 em Uganda.

O fungo tem se espalhado de seu ponto inicial de surto na África para a Ásia, inclusive para o Irã e Paquistão. Os esporos do fungo se disseminam pelos ventos, segundo relatos das revistas científicas.

Segundo o Escritório de Alimentos e Agricultura (FAO) da ONU, aproximadamente 1/4 da colheita global mundial de trigo está atualmente ameaçada pelo fungo.

Enquanto isto, os estoques globais de trigo estão baixos como não visto desde a metade do século, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA.

Os cientistas temem que os esporos possam se espalhar pelo vento e alcancem os EUA, Canadá e Europa.

“Levará de cinco a oito anos para engenheirar geneticamente a resistência”, disse  Kotok. “Neste interim, a agricultura americana enfrenta um risco mais alto.”

Kotok está peocupado que os governos ao redor do globo estejam reagindo a crise – “que ele acredita ser uma grande ameaça, tão grande quanto a gripe aviária” -, inapropriadamente por baixar artificialmente os preços do trigo doméstico, e elevar as taxas de exportação do trigo.

William Gamble, presidente de Estratégias Emergentes de Mercado, fala a MoneyNews que os mecanismos artificiais podem ser tão culpados pela crise como qualquer outra coisa.

“20  países tem posto os alimentos sob controle de preço ou restrições para exportação”, diz Gamble .

“Outros tem restrito os mercados de futuro. É que os políticos estão interferindo nos mercados para se protegerem, e isto causa problemas.”

Money News.Com

Published in: on abril 27, 2008 at 3:15 pm  Deixe um comentário  
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Afeganistão, Talibã e o Time do Petróleo de Bush

Afeganistão, Talibã e o Time do Petróleo de Bush

de Wayne Madsen
Democrats.com, Janeiro de 2002

Segundo fontes governamentais afegãs, iranianas e turcas, Hamid Karzai, o Primeiro Ministro interino do Afeganistão, fui um conselheiro top de El Segundo, a Corporaçao baseada na Califórnia, a UNOCAL que estava negociando com o Talibã a construção de um oleoduto na Ásia Central (CentGas) do Turquemanistão atravessando o Afeganistão ocidental até o Paquistão.

Karzai, o líder da tribo afegã do sul “Pashtun Durrani”, era um membro dos mujaheddin que lutaram contra os soviéticos na década de 1980. Ele era um contacto top da CIA e tinha estreitas relações com o diretor da CIA William Casey, Vice Presidente George Bush, e seus interlocutores do Serviço de Inteligência Paquistanês (ISI). Mais tarde, Karzai e alguns irmãos seus se mudaram para os EUA sob os auspícios da CIA. Karzai continuou a servir aos interesses da agência, bem como aqueles da família Bush e seus amigos do petróleo, na negociação do acordo do CentGas, segundo fontes do Oriente Médio e do Sul da Ásia.

Quando alguém espreita além de toda retórica da Casa Branca e do Pentágono a respeito do Talibã, emerge um claro padrão mostrando a construção do oleoduto trans- afegão como a principal prioridade do governo Bush desde o início. Embora a UNOCAL afirme que ela abandonou o projeto do oleoduto em dezembro de 1998, a série de encontros realizados entre agentes americanos, paquistaneses e o Talibã depois de 1998, indica que o projeto nunca saiu da mesa.

Muito ao contrário, os recentes encontros entre o embaixador americano para o Paquistão, Wendy Chamberlain e o ministro do petróleo do país, Usman Aminuddin, indicam que o projeto do oleoduto é o projeto internacional número 1 da adminstração Bush. Chamberlain, que mantém estreitos laços com o embaixador saudita para o Paquistão [por sua vez o principal conduto de dinheiro para o Talibã), tem empurrado o Paquistão para começar a trabalhar em seus termos de petróleo do mar da Arábia para o oleoduto.

Enquanto isto, o Presidente Bush diz às tropas americanas que elas farão uma longa parada no Afeganistão. Longe de estarem empenhados no processo de paz afegão – os europeus estão fazendo muito disto – nosssas tropas efetivamente guardarão o pessoal da construção do oleoduto, que logo que possível, inundará o país.

Os laços de Karzai com a UNOCAL e o governo Bush são a principal razão porque a CIA o empurrou para o líder rival afegão Abdul Haq, o ex líder assassinado mujaheddin de Jalalabad, e uma liderança da Aliança do Norte, visto por Langley [CIA] como sendo próximo demais dos russos e iranianos. Haq não tinha ligações aparentes com a indústria de petróleo americana e, como um Pushtun e um afegão do norte, incluindo a Aliança do Norte. Estas credenciais selaram seu destino.

Quando Haq entrou no Afeganistão via Paquistão em outubro passado, sua posição foi imediatamente conhecida pelas forças talibãs, que subsequentemente o localizaram em seu pequeno grupo, capturaram e executaram todos. O ex conselheiro de Segurança Nacional de Reagan, Robert McFarlane, que trabalhou com Haq, em vão tentou que a CIA ajudasse a resgatar Haq. A agência afirmou que enviou um “drone” remotamente pilotado e armado para atacar o Talibã mas suas ações foram muito pequenas e muito tardias. Alguns observadores no Paquistão afirmam que a CIA informou a ISI sobre a jornada de Haq e os paquistaneses informaram o Talibã. McFarlane, que tem uma firma de consultoria de petróleo em K Street, não comentou as questões posteriores relacionadas a morte de Haq.

Conquanto Haq não fisesse parte do Grande Plano de Petróleo de Bush para o sul da Ásia, Karzai era um participante chave no time do petróleo de Bush. Durante a década de 1990, Karzai trabalhou com um afegão americano, Zalmay Khalilzad, no projeto do CentGas. Khalilzad é assistente especial de segurança nacional do Presidente Bush e recentemente foi indicado enviado especial para o Afeganistão. Interessantemente, em uma divulgação à imprensa da Casa Branca indicando Khalilzad como enviado especial, não foi feito menção ao seu trabalho passado para a UNOCAL. Khalilzad tem trabalhado em assuntos afegãos sob a Conselheira de Segurança Nacional Condoleezza Rice, um ex membro da diretoria da Chevron, ela própria não sendo uma espectadora inocente no futuro acordo do CentGas. Rice deixou uma impressão em seus velhos colegas da Chevron. A companhia nomeou um de seus superpetroleiros como SS Condoleezza Rice.

Khalilzad, um Pashtun e filho de um ex agente do governo do Rei Mohammed Zahir Shah, era, além de ser um consultor para a Corporação RAND, uma ligação especial entre a UNOCAL e o governo Talibã. Khalilzad também trabalhou em várias análises de risco para o projeto.

Os esforços de Khalilzad complementarem aqueles da Corporação Enron, um maior contribuidor político da campanha de Bush. Enron, que recentemente pediu falência em um único maior colapso corporativo na história da nação, realizou o estudo da possibilidade para o acordos do CentGas. O Vice Presidente Cheney manteve vários encontros secretos com principais agentes da Enron, inclusive seu presidente Kenneth Lay, mais cedo em 2001. Estes encontros era presumidamente parte das sessões não públicas da força tarefa de energia de Cheney. Vários acionistas da Enron, incluindo o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld e o Representante de Comércio Robert Zoellick, se tornaram agentes no governo Bush. Além disso, Thomas White, um ex Vice Presidente da Enron e um multimilionário de ações da Enron, atualmente serve como Secretário do Exército.

Um principal benfeitor do acordo do CentGas teria sido Halliburton, a firma construtora do enorme oleoduto, que também tinha olho nas reservas de petróleo da Ásia Central. Naquele tempo, a Halliburton era encabeçada por Dick Cheney. Depois da seleção de Cheney como candidato vice presidencial de Bush, a Halliburton também colocou uma quantidade enorme de dinheiro nos cofres da campanha. E como a vaca do dinheiro do  petróleo Enron, houve rumores em dezembro passado na Wall Street que a Halliburton, que sofreu uma queda de 40% no valor das ações, podia seguir a Enron na côrte de falências.

Auxiliando nas negociações do CentGas com o Talibã estava Laili Helms, a esposa de um sobrinho do ex diretor da CIA Richard Helms. Laili Helms, também parente do Rei Zahir Shah, era uma enviada não oficial ao Talibã e arranjou várias visitas do Talibã aos EUA. A base de operações de Laili Helms era a csa dela em Jersey City no Rio Hudson. Ironicamente, a maior parte de seu trabalho em benefício do Talibã era praticamente realizado nas sombras do World Trade Center, apenas atravessando o rio.

O trabalho de ligação de Laili Helms para o Talibã foi pago pelo Grande Petróleo. Em dezembro de 1997, o Talibã visitou as operações de refinaria da UNOCAL em Houston. Interesantemente, o líder chefe do Talibã em Kandahar, Mullah Mohammed Omar, que agora figura na lista dos mais procurados da América, estava firmemente no campo da UNOCAL. Seu líder rival Talibã em Kabul, Mullah Mohammed Rabbani (não confundir com o líder da Aliança do Norte Burhanuddin Rabbani), favoreceu Bridas, uma companhia de petróleo argentina, para o projeto do oleoduto. Mas Mullah Omar sabia que a UNOCAL tinha colocado enormes somas de dinheiro na hierarquia do Talibã em Kandahar e seus expatriados apoiadores afegãos nos EUA. Alguns destes apoiadores eram também íntimos da campanha e do governo de Bush. E Kandahar era a cidade perto de onde deveria passar o oleoduto, um acordo lucrativo  para aquele posto avançado, de outra forma deserto.

Enquanto o Departamento de Estado de Clinton omitiu o Afeganistão de sua lista de principais prioridades externas, o governo Bush, em dívida com os interesses do petróleo que haviam empregado milhões de dólares em sua campanha de 2000, restaurou o Afeganistão para o topo da lista, mas por todas as razões erradas. Depois que Bush ascendeu à presidência, vários enviados talibãs foram recebidos pelo Departamento de Estado, CIA e Conselho de Segurança Nacional. A CIA, que aparece mais do que sempre, seria uma família virtual estendida dos interesses do petróleo de Bush, facilitados pela renovada aproximação com o Talibã. O agente da CIA que ajudou a estabelecer o mujaheddin afegão, Milt Bearden, continuou a defender os interesses do Talibã. Ele lamentou o fato de que os EUA nunca ralmente se preocuparam em entender o Talibã quando em outubro passado ele disse ao Washington Post , “Nunca ouvimos o que eles estavam tentando dizer… Não tinhamos uma linguagem comum. A nossa era, “desistam de bin Laden.’ Eles estavam dizendo, `Faça alguma coisa para nos ajudar a desistir dele”.

Houve até mesmo relatos de que a CIA se encontrou com seu velho agente operacional mujaheddin bin Laden meses antes dos ataques de 11 de setembro. O jornal francês Le Figaro citou um especialista árabe chamado Antoine Sfeir que postulou que a CIA se encontrou com bin Laden em julho, em uma tentativa fracassada de traze-lo de volta ás suas fileiras. Sfeir disse que a CIA manteve ligações com bin Laden antes que os EUA atacassem seus campos de treinamento terrorista no Afeganistão em 1998 e, mais surpreendentemente, continuou depois dos ataques. Sfeir disse ao jornal, “Até o último minuto, os agentes da CIA esperavam que bin Laden retornasse ao comando americano, como foi o caso antes de 1998.” Bin Laden realmente rompeu oficialmente com os EUA em 1991, quando as tropas americanas começaram a chegar na Arábia Saudita durante a Operação Tempestade no Deserto. Bin Laden sentiu que isto era uma violação da responsabilidade do regime saudita de proteger os sagrados templos islâmicos de Meca e Medina dos infiéis. A retórica anti americana e anti Casa saudita de Bin Laden logo alcançou uma altura
de febre.

O governo Clinton fez várias tentativas para matar Bin Laden. Em agosto de 1998, agentes operacionais da Al Qaeda explodiram várias embaixadas americanas na África. Em resposta, Bill Clinton ordenou que misseis cruise fossem lançados de navios aericanos no Golfo Pérsico ao Afeganistão, que perderam Bin Laden por umas poucas horas. O governo Clinton também traçou um plano com o ISI paquistanês para enviar uma equipe de assassinos ao Afeganistão para matar Bin Laden. Mas o governo paquistanês foi derrubado pelo General Musharraf, que era visto como próximo ao Talibã. A CIA cancelou seus planos, temendo que a ISI de Musharraf avisasse o Talibã e a Bin Laden. As ligações da CIA com a ISI nos meses antes de 11 de setembro também são dignas de uma investigação completa. A CIA continua a manter uma aliança doentia com a ISI, a organização que tem cuidado de bin Laden e do Talibã. Em setembro passado, o chefe do ISI, o General Mahmud Ahmed, foi exonerado pelo Presidente paquistanês Pervez Musharraf por suas inclinações pró Talibã e relatadamente antes que o governo americano presentasse a Musharraf perturbadores dados de inteligência ligando o general aos terroristas sequestradores.

General Ahmed estava em Washington, DC na manhã de 11 de setembro em um encontro com a CIA e o Departamento de Estado quando os aviões sequestrados bateram no WTC e no Pentágono. Mais tarde, o porta voz da Aliança do Norte em Washington, Haron Amin, e a Inteligência Hindu, em um aparente vazamento ao  The Times of India, confirmaram que o General Ahmed ordenou a um cidadão britânico nascido paquistanês e conhecido terrorista chamado Ahmed Umar Sheik enviasse por cabo 100 mil dólares do Paquistão a uma conta bancária nos EUA de Mohammed Atta, o líder dos sequestradores.

Quando o FBI rastreou as chamadas feitas entre o General Ahmed e o telefone celular de Sheik – o número tendo sido fornecido pela inteligência hindu ao FBI – um padrão ligando o general a Shiek claramente emergiu. Segundo o The Times of India, a revelação que o General Ahmed estava envolvido na transferência de dinheiro Sheik-Atta foi mais do que bastante para o governo nervoso e embaraçado de Bush. Ele pressionou Musharraf para se livrar dele. Musharraf fez o frágil anúncio da dispesa do General ao declarar que Ahmed “requisitou” aposentadoria precoce.

Sheik era bem conhecido da polícia hindu. Ele foi preso em Nova Deli em 1994 por tramar o sequestro de quatro estrangeiros, entre eles um americano. Sheik foi libertado pelos hindus em 1999 em uma troca pelos passageiros a bordo do vôo 814 da Indian Airlines em Nova Deli; os passageiros foram sequestrados por militantes islâmicos de Kathmandu, Nepal para Kandahar, Afeganistão. A Índia continua a acreditar que o ISI participou de parte do sequestro desde que os sequestradores eram afiliados com o grupo terrorista da Cachemira pró bin Laden, Harkat-ul-Mujaheddin, um grupo apenas recentemente e muito atrasadamente colocado na lista de terroristas do Departamento de Estado. O ISI e a AL QAEDA de bin Laden relatadamente auxiliam o grupo em suas operações contra alvos do governo hindu na Cachemira.

O FBI, que ajudou a sua contraparte hindu na investigação do seguestro da Indian Airlines, diz que quer informação que leve a prisão daqueles envolvidos nos ataques terroristas. Ainda que não tenha sido feito nenhum movimento para questionar o General Ahmed ou estes agentes do governo americano, que se encontraram com ele em setembro. Claramente, o General Ahmed foi um participante maior nas atividades terroristas pelo Sul da Ásia, ainda que tivesse laços muito íntimos com o governo americano. As atividades de apoio aos terroristas do General Ahmed – e os agentes do governo americano que toleravam estas atividades – precisam ser investigadas.

As visitas do Talibã a Washington continuaram até poucos meses antes dos ataques de 11 de setembro. A Divisão de Pesquisa do Sul da Ásia do Escritório de Inteligência do Departamento de Estado mantiveram constante contacto telefonico por satélite com o Talibã em Kandahar e Kabul. Washington permitiu que o Talibã mantivesse um escritório diplmático no Queens, New York chefiado pelo diplomata Talibã  Abdul Hakim Mojahed. Além disso, agentes americanos, incluindo a Secretária de Estado Auxiliar para Assuntos sul asiáticos, Christina Rocca, que era também uma ex agente da CIA, visitou os oficiais diplomáticos do Talibã em Islamabad. Enquanto isto, o governo Bush tomou uma atitude hostil contra o Estado Islâmico do Afeganistão, de outra forma conhecido como Aliança do Norte. Até mesmo embora a ONU reconhecesse a Aliança como o governo legítimo do Afeganistão, o governo Bush, com o petróleo a frente de suas metas, decidiu seguir a liderança da Arábia Saudita e do Paquistão e ser favorável aos mullahs do Talibã no Afeganistão. As visitas de radicais islâmicos não terminam com o Talibã. Em julho de 2001, o chefe do partido paquistanês islâmico Jamiaat-i pró bin Laden, Hussein Ahmed, também relatadamente foi recebido pele Centro de Inteligência George Bush Center (o quartel general da CIA) em Langley, Virginia.

Segundo o Washington Post, o Enviado Especial do Mullah Omar, Rahmatullah Hashami, até mesmo veio a Washington usando um tapete de presente do Presidente Bush de um líder do Talibã. O Village Voice relatou que Hashami, em benefíco do Talibã, ofereceu ao governo Bush manter bn laden longe o bastante dos EUA ou captura-lo ou matá-lo, mas, inexplicavelmente, o governo recusou. Enquanto isto, Spozhmai Maiwandi, a diretora do serviço Pastun da Voz da América, apelidada “Kandahar Rose” pelos colegas dela, transmitiu relatos favoráveis ao Talibã, inclusive uma controvertida entrevista com Mullah Omar.

A aliança do governo Bush com o Talibã pode até mesmo ter continuado depois do início da campanha de bombardeio contra o país deles. Segundo fontes européias de inteligência, vários governos europeus estavam preocupados que a CIA e o Grande Petróleo estivessem pressionando o governo Bush a se engajar em uma guerra de solo séria contra a Aliança do Norte para aplacar o Paquistão e seus compatriotas Talibãs. A decisão prematura de lançar um incessante bombardeio aéreo , eles raciocinaram, estava causando morte civis demais e aumentando o abalo da coalisão internacional.

As interfaces óbvias e apavorantemente não relatadas, entre o governo Bush, a UNOCAL, a CIA, o Talibã, Eron, Arábia Saudita e Paquistão, a base de trabalho que foi posta pela equipe do petróleo de Bush e que estava a margem durante o governo de Clinton, está tornando os republicanos preocupados. O derrotado candidato vice presidencial Joseph Lieberman está em uma posição irônica de ser o senador que presidirá as audiências no Comitê de Assuntos Governamentais no Senado do colapso da Eron. As estradas da Enron também levam ao Afeganistão e à tenebrosa política do petróleo de Bush.

UNOCAL estava claramente preocupada om seus laços passados com o Talibã. Em 14 de setembro, apenas três dias depois que os terroristas da base afegã da al Qaeda movimentaram a queda de seus aviões no WTC e no Pentágono, a UNOCAL divulgou a seguinte declaração: “A companhia de forma alguma está apoiando o Talibã no Afeganistão. Nem temos qualquer projeto ou envolvimento no Afeganistão. Começando em 1997, a UNOCAL foi um membro de um consórcio multinacional que estava avaliando a construção de um oleoduto na Ásia Central entre o Turquemanistão e o Paquistão [via Afeganistão ocidental].Nossa companhia não tem tido papel posterior no desenvolvimento ou custeio deste projeto ou de qualquer outro projeto que possa envolver o Talibã”.

A equipe de petróleo de Bush, que agora confia no apoio do Primeiro Ministro Interino do Afeganistão, pode pensar que guerra e lucros de petróleo se misturem. Mas simplesmente há evidência demais de que a guerra no Afeganistão foi primariamente sobre a contrução do oleoduto da UNOCAL, não para combater o terrorismo. Os democratas, que controlam o Senado e sua agenda de investigação, devem investigar os acordos sigilosos entre o Grande Petróleo, Bush e o Talibã.

Centro de Pesquisa sobre Globalização

Published in: on abril 27, 2008 at 2:36 pm  Comments (1)  
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AIDS: uma segunda opinião

AIDS: Uma segunda Opinião

Townsend Letter para Médicos e Pacientes, Junho de 2000

“Pelo fim do século, saberemos tudo que existe para saber sobre o HIV e nada sobre a AIDS” Root-Bernstein

Nota: A informação neste website não é substituto para o diagnóstico e tratamento realizado por um profissional qualificado.

Em 1984, dois novos acrônimos foram indelevelmente impressos nas mentes de todas as pessoas, depois que foi dito ao mundo que o Virus da Imunodeficiência Humana (HIV) era o responsável pela Síndrome da Deficiência Auto Imune (AIDS). A crença tem permanecido prevalente até hoje, com mais de 100.000 pesquisadores científicos investigando o HIV por ao menos 15 anos e publicando mais de 200.000 artigos nas revistas médicas e científicas sobre seu relacionamento com a AIDS. A media tem nos mantido atualizados sobre as descobertas deles, enquanto doutores e educadores tem continuamente nos avisado que nossas próprias vidas dependem de “sexo seguro”, já que a transmissão por via sexual deste vírus infeccioso certamente causa a AIDS.

O que a maioria de nós deixa de entender é que nem todo mundo aceita a opinião principal. Um número crescente de críticos, inclusive virologistas de liderança e cientistas ganhadores de Prêmios Nobel, médicos, jornalistas e outros acadêmicos, questionam o relacionamento do HIV com as doenças chamadas de AIDS. Alguns argumentam que o HIV nunca foi de fato isolado; e portanto não existe prova de sua existência. Outros acreditam que de fato exista o HIV, mas possivelmente ele não possa estar fazendo tudo que é proposto que ele faça, já que é meramente um de 3.000 retrovirus, e nenhum foi provado ser nocivo. O que os dissidentes tem em comum é a crença na necessidade de reavaliar a hipótese de que HIV seja igual a AIDS.

Argumentos Contrários a Existência do HIV

Alguns virologistas agora declaram que o micróbio acusado de causar a AIDS nunca foi isolado ou cultivado. Em outras palavras, nunca foi demonstrado que ele exista. Relatos recentes da equipe australiana, de E. Papadopulos-Eleopulos et al, tem trazido esta idéia à luz. Em uma revista científica recente, Papadopulos relata, “…toda a evidência vem de micrografias eletrônicas de culturas de células inteiras, não de gradientes de densidade. A partir desta evidência, pode ser dito que as culturas celulares contém uma grande variedade de partículas, algumas das quais são ditas serem partículas virais. Isto é tudo. Nenhum dos dados destas partículas tem sido tomados posteriormente – nenhuma purificação, nenhuma análise, e nenhuma prova de replicação. Nestas culturas, vários grupos de pesquisa, incluindo Hans Gelderblom e seus associados do Instituto Koch em Berlim, que se especializam nesta área, tem relatado não apenas um tipo de partícula, mas uma surpreendente exibição de partículas.

“Isto levanta várias perguntas:

  • Se uma destas partículas realmente é um retrovirus chamado de HIV, o que são todas as outras?
  • Se as partículas do HIV se originam de tecidos de pacientes de AIDS, de onde vem todas as outras?
  • Quais destas partículas faz banda em 1.16 gm/ml?
  • Se as partículas do HIV causam a AIDS, porque uma ou várias outras também não causam AIDS?
  • Ou porque a AIDS ou as culturas não causam o aparecimento destas partículas?

E quando isto vem do HIV, os experts do HIV não podem até mesmo concordar que seja uma partícula HIV. Há três subfamílias de retrovirus e o HIV tem sido classificado por diferentes grupos de pesquisa sob duas destas famílias, bem como em três espécies diferentes”.

Em seu próprio trabalho, o virologista alemão Stefan Lanka tem chegado a mesma conclusão: “Um vírus é uma entidade facilmente definida. É um produto muito estável de células… fácil de isolar. Para caraterizar um vírus, você tem que fotografar a proteína. E faz a mesma coisa com o material genético do vírus… Isto nunca tem sido feito com o HIV.”

O jornalista científico Neville Hodgkinson, autor de “AIDS: O Fracasso da Ciência Contemporânea: Como um Virus Nunca tinha Enganado o Mundo” (Londres, Fourth Estate, 1996), está convencido da evidência que apoia esta opinião, bem como: ” Os cientistas não tem provado que eles realmente detectaram um único retrovirus exógeno. Os dados críticos que apoiam esta idéia nunca tem sido apresentados. Você tem que estar absolutamente certo que o que você detectou é único e exógeno, e uma única espécie molecular. Eles não tem dado conclusivamente este primeiro passo. Apenas ver partículas no tecido, e fracassar em procurar a evidência de que isto seja um virus ineficaz, está errado. São estas partículas que causam a doença? Os controles apropriados nunca tem sido feitos. Não existe evidência, em 10 anos, que as partículas sejam de um novo vírus infeccioso”.

Se o HIV não é um virus, então o que é isto que os cientistas vem estudando por anos? Aparentemente, o que estamos chamando de HIV não é mais que uma coleção de partículas celulares, dizem estes patologistas. Hodgkinson relata que “a maioria das análises do chamado material genético do HIV são baseadas em pequenos segmentos do proposto genoma do virus… tipicamente cobrindo entre 2 e 30% disto, já que sequências maiores são raramente encontradas. Não existe até mesmo qualquer padrão estabelecido para a composição destes segmentos – eles variam em 40% ou mais. Não tem sido encontrado dois HIV idênticos, até mesmo da mesma pessoa. Em outras palavras, não há evidência de qualquer entidade molecular única como um virus”.

Dr. Lanka acrescenta: “O que estão nos mostrando são partículas das células, não partículas dos virus. Vemos uma variedade enorme de partículas em todas as células e tecidos. Elas são destinadas a exportação/importação. E elas não são estáveis como um vírus. Portanto, elas não podem ser isoladas. Um virus tem que ser muito estável para deixar as células dos tecidos e entrar na corrente sanguínea e vice versa. Porque um virus é estável, ele é facilmente isolado. Isto nunca foi conseguido com o HIV.”

“Se você examinar cuidadosamente, você verá que as partículas sempre parecem diferentes. Elas tem tamanhos e formas diferentes. E se você lê o que está escrito além das imagens – não na imprensa leiga, como o New York Times, quando eles dizem que é um vírus HIV -, mas na literatura cientifica, onde eles nunca afirmam que isto seja um virus isolado. Eles dizem que representam partículas produzidas pelas células”.

Papadopulos-Eleopulos diz que já que o HIV difere na aparência de todos os outros retrovírus, não pode funcionar como um: “Gallo e todos outros retrovirologistas, bem como Hans Gelderblom que realizou a maioria dos estudos em microscopia eletrônica do HIV, concordam que as partículas de retrovirus são quase esféricas em forma, tem um diâmetro de 100 a 120 nanometros e são cobertas por protuberâncias. As partículas que os dois grupos afirmam serem do HIV não são esféricas, tem diâmetros excedendo em duas vezes aquele permitido a um retrovirus. E nenhuma delas parece ter protuberâncias… “

“Todos os experts da AIDS concordam que as protuberâncias são absolutamente essenciais para que a partícula do HIV se feche em uma célula, como primeiro passo para infectar esta célula. Assim, se não fechar, não há infecção. Os experts todos afirmam que as protuberâncias contém uma glico proteína chamada gp 120 que é a isca nas protuberâncias que agarram a superfície da célula para a infectar. Se as partículas não tem protuberâncias, como o HIV é capaz de se replicar? … E se ele não pode se replicar, o HIV não é uma partícula infecciosa.

“O problema das protuberâncias é algo de certa forma novo. O grupo alemão chamou atenção para isto na década de 1980 e novamente em 1992. Mas logo que uma particula de HIV é libertada de uma célula, todas as protuberâncias desaparecem. Este é um fato único que tem muitas ramificações. Por exemplo: 3/4 de todos hemofílicos testados são positivos para o anticorpo HIV. A afirmação é que os hemofílicos adquiriram isto como resultado de se tornarem infectados pelo HIV por infusões de fator VIII contaminado, que eles necessitam para tratar sua deficiência na coagulação. O problema é que o Fator VIII é feito do plasma. É sangue com todas as células removidas, o que significa que se há muitas partículas HIV presentes no Fator VIII onde elas devem estar flutuando livres na solução. Mas se as células livres de HIV não tem as protuberâncias do HIV, este não tem meios de ir para as células frescas e infecta-las.”

Dr. Lanka acredita que a descoberta da enzima transcriptase reversa não é prova de uma nova classe de virus chamado de retrovirus. Realmente, este fenômeno, que reverte o fluxo de material genético, é geralmente visto no câncer e nas células embrionárias. É também um processo de reparo normal do DNA. “Eles estão marcadores, muito diferentes das moléculas bioquímicas”, afirma Lanka, “dizendo que se eles podem detecta-las, quantifica-las, isto é prova de que o virus deve estar lá. Mas tudo que eles estão medindo, quantificando, caracterizando e apresentando como parte do HIV é de origem celular humana”.

Lanka explica que nas décadas de 1960 e 1970, os pesquisadores detectaram esta atividade bioquímica não familiar enquanto estudavam células de câncer em tubos de ensaio e pularam para conclusões não verdadeiras: “Alguns cientistas… foram levados a acreditar que desde que exista uma certa função bioquímica, a transcrição reversa, com seu modo de ação não comum, que não se encaixa no mundo dominante das imagens genéticas, isto seria explicado somente pela afirmação da existência de uma nova classe de virus, os retrovirus. O choque da transcrição reversa foi que é possivel fazer substância genética fora da substância mensageira, o que até então era acreditado ser impossível… Então, tragicamente em 1970, a detecção de um processo de cura deu nascimento a idéia de um novo tipo de virus, e eventualmente ao HIV, porque os pesquisadores perplexos não estavam dispostos a repensarem seus modelos ou ouvirem o que a natureza tinha a dizer a eles”.

Lanka ressalta que os cientistas manipularam culturas para produzir os resultados que eles estavam procurando. Eles misturaram células de pacientes com câncer e células embrionárias para obter uma alta atividade de transcriptase reversa. No topo disso, os pesquisadores pesadamente estressaram as células de forma que as células criassem proteínas artificiais que elas não poderiam produzir normalmente. Isto induziu um efeito como doença, muito similar com o que acontece em pacientes que se auto estressam com substâncias altamente oxidantes, tais como nitritos e antibióticos. Ele afirma, “Um virus não é necessário para explicar as condições que vemos em pacientes com AIDS. Isto é efeito de um stress muito oxidante“.

Kurt Vanquill, um graduado de Harvard fazendo pesquisa na Califórnia, apresenta contra argumentos similares a original evidência de Gallo e Montagnier do HIV causar AIDS: “Quando Montagnier e Gallo detectaram a atividade de transcrição reversa nas culturas deles, eles concluiram que estas células T dos pacientes de AIDS estavam de fato infectadas por um retrovirus. Infelizmente, a atividade de transcrição reversa de células normais também tende a ser promovida por condições verdadeiramente celulares, as mesmas a que Gallo e Montagnier submeteram as células T de seus pacientes. Entretanto, a detecção da atividade da transcriptase reversa nas culturas de células T de pacientes de AIDS não foi prova de que havia um retrovirus nestas culturas.”

“A segunda peça de evidência que Gallo e Montagnier ofereceram em apoio da noção que havia um retrovirus nas culturas de células T em seus pacientes com AIDS, foi que eles detectaram partículas de tipo retroviral nestas culturas celulares. A coisa importante a lembrar é que eles não identificaram partículas de tipo retroviral em isolados, isto é, HIV puro, vindo dessas culturas. Eles simplesmente apontaram as partículas nas impuras culturas celulares e avaliaram que não somente elas eram retrovirus, mas elas eram um retrovirus específico, o HIV.”

“Agora o que desafia todo o bom senso científico é que até mesmo Gallo admite, partículas de tipo retroviral que são realmente de origem celular, de fato, estão onipresentes nas culturas, especialmente quando as culturas são submetidas às condições usadas por Gallo e Montagnier para cultivar o HIV. Portanto, a identificação destas partículas em impuras culturas celulares não foi por qualquer meio uma prova positiva de que estas partículas fossem um retrovirus, muito menos um retrovirus específico, o HIV.”

“A terceira peça de evidência que Gallo e Montagnier ofereceram em apoio à noção que estas culturas de células T de pacientes de AIDS realmente abrigavam um retrovirus foi que eles identificaram certas proteínas nas culturas como sendo proteínas do HIV. Estas proteínas do HIV foram então incorporadas no teste de anticorpo e West Blot e usadas para testar anticorpos HIV. Infelizmente, Gallo e Montagnier identificaram as proteínas ns culturas deles como proteinas HIV simplesmente porque estas proteínas reagem com anticorpos de pacientes de AIDS, e não de pacientes que não tem AIDS. Infelizmente, porque os pacientes de AIDS tem um alto nivel de anticorpos circulantes, muito mais altos que o normal encontrado em individuos sadios, isto significou que os pacientes de AIDS eram prováveis de terem reações cruzadas com qualquer proteína particular mais frequentemente que os pacientes que não tem AIDS. Portanto, a identificação de certas proteínas como proteínas do HIV, simplesmente porque elas reagem com anticorpos de pacientes de AIDS e não com pacientes que não tem AIDS, foi uma prova insuficiente de que estas proteínas sejam realmente proteínas do HIV.”

Estas três peças de evidência – atividade de transcição reversa, identificação de particulas de tipo retroviral em culturas celulares impuras e a identificação de proteínas do HIV simplesmente com base em reações de anticorpos – foram as únicas peças de evidência que Gallo e Montagnier tiveram para apoiar suas afirmações de terem isolado um retrovirus das culturas dos pacientes.

Vanquill acrescenta que “após estes experimentos de isolamento, Montagnier e Gallo afirmaram que haviam identificado o DNA do HIV nas culturas celulares. Mas os objetores perguntam como eles podem identificar DNA como pertencente a uma partícula retroviral a menos que eles primeiro isolem a partícula retroviral e extraiam o DNA dela? Vanquill afirma, “Duas observações devem ser feitas. Primeiro, se isto realmente é DNA de uma partícula retroviral exógena, deve haver evidência disto ser uma entidade molecular única. Infelizmente, eles descobriram que este DNA é selvagemente variável. Há uma miríade de DNAs não mensuráveis na sequência genética do HIV que varia tanto quanto 50 a 60%, indicando que este DNA que eles cultivaram das células T dos pacientes não é necessariamente o DNA de uma partícula viral exógena”.

O cineasta francês Djamel Tahi diz que Montagnier admitiu não ter isolado o virus em uma entrevista para um documentário sobre a AIDS. Tahi declara, “perguntei a Montagnier, “Você por favor pode me dizer como isolou o HIV?”. Durante a entrevista, ficou muito claro que ele não isolou o HIV. Ele encontrou algo que parecia um retrovirus.

Lanka diz que os testes usados para detectar os antígenos P-24 como prova do HIV são sem significado. Ele ressalta que P-24 somente representa uma classe de peso de proteína. Há várias centenas de proteínas diferentes no corpo com um peso molecular de P-24; estes testes não são específicos e podem estar detectando qualquer uma destas proteínas. Os virologistas não mais procuram por P-24. Eles tem abandonado estes testes em favor dos testes genéticos, os quais não mais se referem a antígenos P-24.

Vanquill ressalta que outros problemas com os testes de AIDS são relatados em um artigo de Eleopulos et al em 1993, na revista Biotechnology, chamado “Um teste positivo para Western Blot é prova da Infecção pelo HIV?”. [neste blog, sob o título: A Validade dos testes da AIDS]. Eles afirmam, “Pesquisadores tem identificado várias proteínas que eles consideram elementos únicos estruturais componentes do HIV, e eles tem posto estas proteínas em bandas de uma tira chamada de Western Blot. Eles expõe esta tira de que é suposto serem proteinas do HIV ao soro sanguíneo do paciente. Se o paciente tem anticorpos em seu soro que reagem com qualquer destas proteínas, estas bandas escurecerão e o paciente será considerado alguém que previamente foi exposto ao HIV.

“Os pesquisadores australianos ressaltam que o teste não é padronizado, o que significa que laboratórios diferentes tem diferentes padrões para a interpretação de quantas bandas tem que se escurecer para que um teste de HIV seja considerado prova de infecção por HIV. Na África, por exemplo, você só tem que ter duas bandas escurecidas para o teste de HIV ser considerado positivo. Na América, você tem que ter três bandas escurecidas antes de ser considerado infectado. E na Austrália você precisa de quatro bandas. Os dissidentes fazem piada do fato de que se você testar positivo na África, deve se mudar para a Austrália. Há uma boa chance de ser negativo lá. O que se conclui é que a testagem para HIV é extremamente subjetiva.

“O segundo ponto que eles estabelecem é que os resultados dos testes não são reproduzíveis. Eles produzem uma fotografia em seu trabalho de uma e a mesma amostra de soro enviada a 19 laboratórios diferentes. A cada vez, estas amostras voltaram com um resultado diferente”

Nem o teste de anticorpo é prova da existência do HIV. Segundo Lanka, uma leitura positiva é meramente uma indicação de anticorpos feitos para a própria proteína de alguém, não do HIV: “Se você tem um monte de células morrendo em seu corpo, mais anticorpos serão produzidos contra elas.Você automaticamente elevará seus níveis de anticorpos e você será dito positivo e então infectado.”.

Neville Hodgkinson fala de outros problemas com os testes de anticorpos: “Em 1993, encontrei um artigo na revista científica Biotechnology. Havia uma longa revisão de cientistas australianos [Grupo de Perth] que estavam questionando a validade dos testes do HIV. Eles estavam fazendo mais do que questionar. Eles realmente entraram em detalhes sobre os vários componentes das proteínas dos testes.

“Como você sabe, o teste do HIV se propõe a mostrar a presença de anticorpos para proteínas que são ditas serem específicas do HIV, esta alegada infecção causadda por um virus. A inteira validade de algo assim depende de ter certeza que os anticorpos que estão sendo escolhidos realmente significam a presença deste virus, e nada mais. O que os cientistas australianos tem feito é pesquisar as várias proteínas envolvidas nestes testes [as proteínas dos virus são chamadas de antígenos, e os anticorpos são a resposta a estas proteínas pelo corpo da pessoa infectada]. Uma a uma, eles mostraram que nenhuma destas proteínas realmente era única do HIV. Em cada caso, havia evidência documentada e anticorpos equivalentes que podem ser explicados por outras condições. Eles levantaram uma ampla variedade de condições da literatura publicada, desmantelando a idéia toda de que este teste provou o que diz ter provado: a presença de um novo virus mortal”.

Antes de tirar conclusões, Hodgkinson partilhou esta informação com quatro virologistas, esperando receber alguma crítica, mas não recebeu nenhuma. Ele foi adiante e imprimiu o artigo dele, e ainda não houve qualquer desafio resultante da comunidade científica e médica.

Hodgkinson dá um exemplo de reação cruzada que pode ocorrer com o teste do anticorpo: uma equipe trabalhando na Universidade no Zaire enviada para testar a teoria que a hanseníase [lepra] podia ser uma das doenças que contaria como uma doença definidora de AIDS em pacientes HIV positivos. Bastante acertadamente, eles foram mais profundamente e descobriram que havia uma proteína do próprio germe causador da hanseníase que estava reagindo com o teste do HIV.

Uma parte importante da definição da AIDS é a grande redução nas céulas T4 e das células supressoras 8. Conquanto seja dito que o HIV é o responsável por matar estas células imunológicas, isto nunca tem sido realmente provado. Hodgkinson diz que segundo, os cientistas australianos, as células T não estão sendo destruídas, mas deslocadas para outras partes do corpo: “A este tempo, eles eram os únicos que diziam isto, e parecia uma idéia estranha, mas recentemente tem havido mais e mais trabalhos publicados pela corrente principal reconhecendo este fato de que a idéia toda do virus matar as células T não tem sido reconhecida pelo trabalho experimental” Lanka acrescenta, “Na década de 1970, um novo teste para medir a força do sistema imunológico chegou ao mercado. Ele contaria as células T4 [ou células auxiliares T]. Isto foi muito enganoso para os médicos que acreditaram que era possível medir o sistema imunológico ao medir algumas células no sangue. Se você tem um pouco de stress, estes 2% serão imediatamente removidos para dentro dos tecidos. Isto é uma importante operação biológica. Quando o corpo pensa que está em um estado de alarme, a função imunológica não é necessária. Pode ser um desperdício de energia. O corpo precisa de toda a sua energia nos tecidos para reagir rapidamente – é lutar ou correr”.

Lanka conclui que as contagens das células T4 não tem sentido e a ciência da corrente principal a muito tempo está ciente disso: “As células T4 da população normal nunca são examinadas porque os cientstas já sabiam. Em 1981, um principal imunologista nos EUA disse que não fazia sentido medi-las já em 1970, e eles encontraram que as células T e B podem ser altas ou baixas em sadios e doentes, jovens ou velhos. Não havia correlação.

“A literatura original diz que a variação normal de células T está entre 200 e 3.000, mas pense sobre o que eles irão lhe dizer se você tem menos de 500. Eles lhe dirão que está em um estado perigoso. É muito asustador que isto já fosse conhecido em detalhes desde a década de 1970″.

Argumentos para um HIV inócuo

Enquanto Papadopulos-Eleopulos, Lanka, e outros argumentam que o HIV não existe, outros acreditam diferentemente. Michael Verney Elliot, um jornalista inglês premiado e produtor do documentário “As Vozes Não Ouvidas da AIDS”, afirma, “Se Montagnier nada encontrou, então o que foi que Gallo se apropriou? Porque Gallo foi acusado de ter se apropriado do virus? Porque foi dito que houve uma contaminação que ocorreu no laboratório de Gallo, talvez com o isolado de Montagnier? Se ele nada isolou, como pode ter transferido isto para as culturas de alguém mais? Este mesmo algo tem sido encontrado em vários laboratórios pelo mundo. Vários cientistas tem afirmado terem isolado isto independentemente. Assim, você não pode dizer que não existe.”

Muitos cientistas aceitam a existência do HIV mas refutam a noção que o HIV cause a AIDS. Sobretudo, é difícil detectar nas pessoas diagnosticadas como HIV positivo e em pacientes de AIDS. Estes pontos foram inicialmente trazidos à atenção mundial pelo brilhante e obstinado retrovirologista da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o Dr. Peter Duesberg. De início uma voz solitária, Duesberg foi considerado fora da realidade da doença pelos cientistas da pesquisa da AIDS. Agora, um número crescente de experts no campo tem começado a reconsiderar a crença de Duesberg que o HIV não cause a AIDS, já que a hipótese do HIV permanece não comprovada e a doença não tem se disseminado de seus originais grupos de risco, para grandemente infectar a população.

Um dos problemas mais enigmáticos é a contradição do HIV com a teoria da carga viral. Geralmente uma certa percentagem de micróbios deve estar presente antes da doença poder se manifestar, mas o HIV parece estar excluído desta regra, explica Duesberg: “A correlação entre a atividade e a abundância de micróbios na doença é muito clara. Eles tem que exceder um certo número limite mínimo antes que possam causar a doença. E eles tem que matar uma percentagem significativa das chamadas células alvo. Um virus da gripe, por exemplo, tem que matar um certo número de células pulmonares antes que você tenha pneumonia. E um virus da hepatite tem que infectar uma percentagem significativa de células do fígado antes que você tenha sintomas de doença hepática. O HIV é uma exceção. Aqui está um virus que “mata” – mas a matança nunca foi estabelecida – menos de uma em mil células T, e ainda é afirmado ser responsável pela perda de todas elas.”

Duesberg vai adiante para explicar que uma quantidade imperceptível do virus não pode causar uma doença infecciosa: ‘A linha básica é que se você tem um virus e uma célula suscetivel no mesmo corpo humano, elas não pode ficar separadas por muito tempo. Logo o virus encontrará a célula suscetível, como os meninos encontram as meninas, e o vírus se replicará para sobreviver. Assim, se uma tal quantidade abundante de virus está nos pacientes de AIDS, como estas pessoas continuam afirmando, você não pode ter 99,9% de suas células T não infectadas.”

O jornalista Neville Hodgkinson diz que um vírus deve ser fácil de ser encontrado sem a adição de processos tecnológicos: ” Você nunca obtém HIV a menos que tome amostras do paciente e as coloque em grandes procedimentos de estimulação, acrescente vários ingredientes à sua cultura até que eventualmente encontre alguns sinais indicando a presença do vírus. Mas isto é difícil”.O pesquisador Lynn Gannett acrescenta, “Este é o único virus onde eles usam a tecnolgia do reator da cadeia de polimerase (PCR). A PCR multiplica qualquer coisa que esteja sendo medida. Um querido amigo, Dr. Robert Geraldo tem uma grande analogia para isto. Ele pergunta, se você tem uma nota de um dólar e faz centenas de fotocópias dela, quantos dólares você tem? Você continua a ter um dólar. Você não pode dizer que se você tem um virus do HIV em seu corpo e faz este teste que o multiplica de forma que você tenha uma carga viral de 10.000, que a verdadeira carga viral seja de 10.000. Isto não é verdadeiro.”

Duesberg fornece vários argumentos contra a hipótese do HIV ser uma doença transmitida sexualmente: ” O HIV é uma exceção para tudo. Aqui temos um virus que causa doença somente depois de ser neutralizado por anticorpos. Todos os outros virus fazem seu trabalho pavoroso antes de termos uma vacina ou de produzirmos anticorpos. Aqui temos um virus que causa doença dez anos depois da infecção, quando todos os outros virus causam a doença exatamente depois da infecção, quanto eles estão mais ativos bioquimicamente… Até esta data, temos mais de 750.000 pacientes de AIDS na América. Cada um deles tem sido tratado por médicos, trabalhadores de saúde, enfermeiros, membros da família. Na enorme literatura da AIDS, mostre-me um exemplo de um trabalhador da saúde ou médico que tenha contraído AIDS de seu próprio paciente. E isto acontece sem que haja uma vacina para protege-los.”

Duesberg conclui que a idéia do HIV ser uma doença infecciosa deriva de uma presunção não discutida e não desafiada que foi tornada implícita com a hipótese do HIV… “O que não enfatizamos suficientemente”, ele afirma, ” é que segundo a OMS e a Conferência de Genebra, HIV tem sido encontrado em 30 milhões de pessoas sem apresentarem qualquer traço de AIDS.”

Sobretudo, conquanto o HIV tenha sido correlacionado com a AIDS, tem havido muitos casos de pessoas com doenças da AIDS e sem nenhum traço de HIV, ressalta o Dr. Charles Thomas, Jr., da Fundação Helicon, uma organização não lucrativa para a AIDS. Portanto, o vírus possivelmente não esteja causando a AIDS nestes casos.

Uma pessoa média pode claramente ver que a AIDS não se dissemina como uma doença infeciosa. Um exemplo é o de Magic Johnson que foi diagnosticado HIV-positivo conquanto sua esposa tenha testado HIV-negativo. Outros casos são relatados por John Turner, um sobrevivente de longo termo da AIDS e membro da HEAL de Atlanta: “Um amigo meu muito próximo, perdeu dois amantes com AIDS. Seu terceiro amante abandonou as drogas, por causa de todos os efeitos tóxicos colaterais, e sobreviveu. Este amigo, que teve três amantes com AIDS em sua vida e ainda permanece negativo. Tenho um outro amigo próximo na mesma situação. Ele tinha tido muitos amantes HIV positivos e ainda tem um agora. E ele permanece negativo.” Dr. Lanka acrescenta, “Desde o início, os Centros de Controle de Doenças (CDC) não puderam encontrar umm único caso onde uma pessoa foi infectada por uma outra e esta pessoa tenha infectado uma terceira. Não há qualquer estudo onde este tipo de transmissão tenha sido provado. Se você examina a taxa de positividade entre as esposas de hemofílicos, há somente 1 mulher infectada a cada 500″.

Conquanto as doenças infecciosas se espalhem grandemente entre a população, a AIDS permanece confinada aos seus grupos de risco originais. O Dr. David Rasnick explica, “Doenças infecciosas não sabem se você é branco, preto, homem, mulher, gay ou hetero. O HIV merece um diploma de graduação pelas melhores universidades por fazer estas distinções. Na realidade, a AIDS ainda está em quase 9 entre 10 casos afectando homens nos EUA e Europa. Aproximadamente 86% da mais recente percentagem é masculina. E 60% dos pacientes de AIDS dos EUA e Europa são homens gay. Um outro terço vem dos usuários de drogas endovenosas [um código para usuários heterossexuais de drogas]. Então, há aproximadamente 1% de AIDS pediátrica, 80% destes sendo, segundo o CDC, nascidos de mães que usaram drogas durante a gravidez”.

Rasnick acrescenta também que a AIDS não é comum, já que atinge pessoas entre 25 e 50 anos, quando aqueles que são mais inclinados a terem doenças infecciosas são os muito jovens, cujos sistemas imunológicos não estão completamente formados, e os muito velhos, que já tem seus sistemas imnológicos em declínio: “As pessoas entre 25 e 50 anos são as menos inclinadas às doenças infecciosas. Eles tem sistemas imunológicos completamente operacionais. Ainda que a vasta maioria dos casos de AIDS nos EUA e Europa sejam encontrados em pessoas dentro destes grupos de idade. Virtualmente não há AIDS entre adolescentes e estes certamente são sexualmente ativos. Se você tivesse uma doença sexualmente transmissível, acharia uma fração razoável de seus pacientes de AIDS sendo adolescentes, e isto não acontece”.

Uma outra observação feita por Rasnick é que conquanto a maioria dos agentes infecciosos causem os mesmos sintomas, o HIV não faz isto: “Um virus da gripe causa gripe, não causa pólio, por exemplo. Se você transmite uma espiroqueta da sífilis, você pega sífilis e não sintomas de resfriado. Ainda que um homem gay com sarcoma de Kaposi(KS), uma das doenças definidora de AIDS que aconteceu cumprir seu dever cívico e doou sangue durante o chamado período de incubaçao de dez dias, passe seu sangue para alguém mais, você esperaria que esta pessoa também tivesse sarcoma de Kaposi quando de fato, isto não acontece. De 15.000 hemofílicos positivos nos EUA que receberam produtos de sangue de doadores com sarcoma de Kaposi, nenhum veio a ter sarcoma de Kaposi.

AIDS não tem se tornado a pandemia que se temia, ressalta o Prêmio Nobel de Química e inventor da PCR [que foi destinada a testes genéticos], Kary Mullis, :”Se os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), Gallo, e Faucci estivessem corretos, então as previsões deles também estariam corretas. Teriamos uma pandemia mundial de uma doença infecciosa e sexualmente transmitida a qual heterossexuais e homossexuais seriam igualmente suscetíveis. Este é o medo que tem aterrorizado todo mundo. Isto significa fazer sexo, pegar AIDS e morrer. Nenhuma destas previsões tem sido verdadeira.”

Ao invés, o número de casos de AIDS tem declinado, como ressalta Hodgkinson: “Não temos tido qualquer disseminação durante os últimos 10 anos. Quando os testes se tornaram disponíveis no Reino Unido, era estimado que haveriam de 50.000 a 100.000 indivíduos HIV positivos no Reino Unido. Já no início da década de 1990, a estimativa caiu drasticamente para 23.000. Esta avaliação permanece sem mudança. Não há evidência da disseminação, e isto é um poderoso suporte para a teoria que a soropositividade do HIV não é indicativa de uma nova doença se espalhando entre nós.” Mullis acrescenta que os números são inchados porque 25% dos casos são baseados em sintomas e não em desenvolvimentos sanguíneos: “Contactei o CDC e perguntei a eles se eles fizeram acompanhamentos sanguíneos de todas as pessoas incluídas nas estatísticas de AIDS do dia um. A resposta foi negativa. Aproximadamente 25% destas estatísticas são baseadas em sintomas. Eu disse que há ao menos sete outras doenças que tem sintomas idênticos aos da AIDS, tais como tuberculose, malária e citomegalovirus. Eles não se importaram com isto e não abordaram a matéria.”

Mullis também ressalta que não é a primeira vez que uma doença tenha sido enganosamente considerada infecciosa: ” No início do século XX e fim do século XIX no sul, a Pelagra era pensada ser uma doença infeciosa. Na verdade e agora, esta doença é devida a uma carência de niacina porque os sulistas estavam comendo milho ao invés de trigo. Os fazendeiros estavam tirando seus filhos de casa e colocando-os em orfanatos. A criança podia agora obter algum trigo e não tinha pelagra.”

Hodgkinson acrescenta que conquanto o HIV seja relatado como desenfreado na África, o continente onde supostamente a AIDS começou, seus cidadãos não tem apresentado altas taxas de mortalidade por AIDS: “Talvez a maneira mais simples de refutar estas declarações é relatar as matérias do Time e outros noticiários de três ou quatro anos atrás. Eles estavam apresentando matérias principais sobre a maciça ameaça ao futuro das pessoas na África causado pelo HIV e a AIDS. Estas histórias eram baseadas em estimativas da positividade ao HIV que estava sendo declarada. Era pensado que os africanos fossem o conduto da morte e que haveria áreas inteiras despopuladas no continente como resultado da terrível epidemia.

“Apenas umas poucas semanas atrás, Time apresentou uma grande história sobre a África. Não havia sequer uma menção ao HIV e a AIDS em todas as 11 ou 12 páginas dste artigo. Ele falava do grande futuro e o novo humor de otimismno que está presente no continente”.

Este ponto é enfatisado por Mullis que afirma: “A OMS estudou prostitutas em um pequeno país costeiro africano acima da Libéria. Eles descobriram que 75% delas eram HIV positivo e previram que em cinco anos mais da metade delas estaria morta. Em cinco anos eles voltaram e não havia cadáveres para contar. Ainda que elas fossem HIV positivo, segundo os testes deles. Realmente, elas eram positivas devido a reações cruzadas. A conclusão de um trabalho sobre isto publicado em Nature foi que estas pessoas tinha uma descendência especial de HIV que primeiramente, não causa a doença e, secundariamente, protege você das descendências que são desenfreadas na África. É até mesmo dito que devemos estudar estas pessoas para posteriormente desenvolvermos uma vacina. Até mesmo um jovem do sexto ano procurando a lógica disto diria: ” Espere um minuto. O imperador aqui está nu!” Há alguma coisa seriamente errada com as mentes das pessoas que não examinam a evidência direta de suas conclusões estarem erradas.”

Charles Geshekter, Ph.D. um professor especializado em estudos africanos tem realizado 12 viagens à África e tem organizado uma Conferência sobre “Rethinking AIDS” quando era o presidente da História da Ciência, Divisão do Pacífico, uma seção da Associação Americana para o Avanço das Ciências. O Professor Geshekter diz que a AIDS na África é um conjunto diferente de doenças daquele que é utilizado nos EUA e na Europa: ” Você tem que voltar à definição original do chamado caso da AIDS na África. Você descobrirá que uma conferência da OMS realizada na República Centro Africana, um país com fronteira por terra ao norte com o Zaire em sua cidade capital, Bangwee, em 1985. E nesta conferência uma definição para o caso da AIDS na África foi acertada. A própria definição é decididamente diferente da definição de um caso de AIDS na América do Norte ou Europa Ocidental. E esta definição é simplesmente baseada em quatro sintomas clínicos que são muito disseminados e muito comuns na África porque de fato, este é um continente empobrecido. Eu próprio já tive todos os quatro sintomas. Eles são tosse persistente, febre alta, fezes moles ou diarréia por 30 dias, e 10% de perda de peso corporal em um período maior de dois meses. Tenho sofrido de tudo isto trabalhando nos campos do Quênia, Etiópia e Somália. Se eu fosse africano, seria considerado um caso de AIDS. E não sou. Assim, sou julgado ter um caso de diarréia de viajante ou alguma coisa similar. Então, se você olhar cuidadosamente sobre o que exatamente eles estão contando, você encontrará velhos sintomas que claramente não são de origem HIV e que tem sido redefinidos para montar uma epidemia da chamada AIDS.”

Dr. Mark Chanley do Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade do Norte do Texas, acrescenta: ” Parece-me que quando você está procurando a causa de uma doença, você está procurando por coisas comuns, não por diferenças. AIDS nos EUA é caracterizada pr coisas tais como imunossupressão severa e infecções oportunistas características como sarcoma de Kaposi e candidíase, enquanto que na África é associado com outros sintomas como doenças debilitantes. Na África, sempre tem havido doenças debilitantes e malária. Outras doenças parasitárias me vem à mente. Ter uma doença do virus do HIV não predispõe a adquirir estas doenças. As pessoas neste ambiente as contraem porque estão em um ambiente que expõe a todos os tipos de doenças infecciosas… O virus deve causar a mesma doença, e isto claramente não acontece na África. As pessoas apenas tem todas as velhas doenças, combinadas com o HIV, e chamaram isto de AIDS. Mas muitas pessoas na África que apenas tem as mesmas doenças que eles sempre tiveram.

Dr. Phillip Johnson, um professor de lei da Universidade da Califórnia, Berkeley, que tem adquiido interesse nas matérias sobre a AIDS e diz que com toda a probabiidade, estamos nos concentrando no micróbio errado: ” Se voltássemos atrás e auditássemos a evidência sem um preconceito a favor da teoria reinante, a conclusão seria que o HIV não é nocivo. Uma correlação não prova causa e as pessoas que estão muito doentes tem montes de infecções e proteínas estranhas em seu sangue. Elas podem testar positivo para um monte de coisas, mas isto não significa que estas coisas estejam causando a condição delas.”

Dr. Rasnick, que passou 20 anos desenvolvendo inibidores da protease, inclusive estes que estão sendo usados para deter a atividade do HIV, acredita que estas drogas são a melhor prova que o HIV não seja a causa da AIDS. Ao inibir as enzimas do HIV, os inibidores da protease desativam a chamada causa, mas a condição permanece. A pesquisa mostra que as pessoas tomando estas medicações ainda estão morrendo de condições imunossupressoras. Rasnick afirma, “Os inibidores de protease são os inibidores mais potentes que já vi. Eles em absoluto acabam com o HIV no laboratório. Se o HIV estivesse se replicando em um ser humano, estes inibidores da protease acabariam com isto… Quando você não obtém benefício da droga, você tem uma séria dúvida da hipótese e pensa que talvez o HIV não cause a AIDS”. Uma conferência de 1994 devotada as proteases anunciou estas descobertas, dizendo que 400 pacientes de AIDS tomando duas gramas de Sequenivir, por dia e durante um período de 18 meses, não mostraram beneficio clínico. Eles não viveram mais ou melhoraram de alguma forma.

Muito mais que uma pergunta é a assunção de que o HIV causa a AIDS, Rasnick ressalta, os cientistas vem com uma outra explicação, dizendo que o HIV inteligente está mudando para produzir as formas resistentes. Embora a especulação tenha se tornado o dogma, Rasnick critica a idéia, dizendo que as mutações nunca tem sido demonstradas na literatura científica; os mutantes apenas são produzidos nos laboratórios.

Anticorpos tipicamente significam que um microbio se tornou inócuo. As vacinas são criadas sob esta premissa; elas introduzem anticorpos no sistema para manter o microorganismo latente. Com a AIDS, esta regra foi quebrada e os anticorpos tem sido usados para prever a inevitabilidade da doença. Estranhamente, a lógica novamente mudará com a introdução de uma vacina contra a AIDS, que injetará nas pessoas anticorpos contra o HIV. Repentinamente, ao invés de causar a doença e morte, os anticorpos oferecerão proteção.

Hipóteses Alternativas

Se o HIV não causa a AIDS, então o que causa? Esta parte explora várias teorias:

Medo. Imagine ir ao médico e ouvir que tem apenas 18 meses de vida. O efeito pode ser devastador. Comparando com aqueles que sobrevivem ao diagnóstico do HIV/AIDS com aqueles que não o fazem, Mark Conlan ressalta a importância do estado mental e emocional da pessoa: “Muito do que é chamado de HIV/AIDS é conceitual. Penso que um elemento chave em qualquer programa é não deixar que sua mente lhe torne doente. Se você acredita verdadeiramente que um resultado positivo em um teste de HIV significa que você tem um virus mortal dentro de seu corpo e que irá adoecer com doenças que lhe matarão, então todos os regimes nutricionais do mundo, todos os tratamentos com ervas não lhe ajudarão… Você tem que abandonar o estado mental de HIV=AIDS e acreditar que se você for HIV positivo sem sintomas, nada há de errado com você. Eu me perguntaria, “Porque preciso afinal de algum tratamento?” É somente quando você acredita que já está doente de uma infecção causada pelo HIV que você está condenado. Eu obtive este insight de Michael Elner, o presidente de HEAL em New York e um experiente hipnoterapeuta que sabe muito sobre a ligação mente/corpo.”

Conlan suplica que as pessoas que vêem seus diagnósticos como uma sentença de morte trabalhem de forma programada para modificar suas crenças: “Esta é a única doença que eles lhe contam quando você é até mesmo uma criança. Até mesmo com cinco anos de idade você pode absorver a mensagem que HIV=AIDS=morte. Eles não sabem sobre o câncer de seio ou pulmão e outras condições sérias que eles podem ter mais tarde na vida, mas a instituição da AIDS tem sido tão eficaz e universal em sua propaganda que até mesmo as crianças sabem que se você testar positivo para o HIV, terá AIDS e morrerá. Esta é uma mensagem social incrivelmente difundida, e você tem que se armar com os fatos para ir além disto e sair deste estado mental de que HIV seja igual a AIDS. Se você acreditar que o HIV lhe matará, você morrerá. Se não acreditar, é o primeiro requisito para sobrevivência. A revista mensal de notícias de Conlan, Zenger’s, oferece informações sobre opiniões alternativas sobre a AIDS.

O sobrevivente da AIDS, John Turner é um exemplo de alguém que mudou sua vida de um estado paralisante de medo para um estado positivo de bem estar na busca pela verdade. Turner declara, “Até um ponto, tomei AZT por um período de duas semanas pelo medo e pressão de meu médico e amigos. Isto foi no verão de 1985 quando meu médico me disse que tinha seis meses de vida.

“Senti que era meu trabalho começar a obter o máximo de informação que eu pudesse. Tudo que eu encontrava me dizia que ninguém sabia do que estava falando. O verão de 1988 ou 1989 foi quando descobri o trabalho escrito por Peter Duesberg. Este trabalho me enviou a uma busca para começar a ser pró ativo contra a idéia de que um virus seja capaz de causar doença sem outra causas”. 15 anos depois que fui diagnosticado de AIDS, Turner relata ser um perfeito espécimen de saúde.

Estilo de vida. Lembra-se do ator fanfarrão Errol Flynn? Como um homem jovem, ele encantava as audiência representando Robin Hood e Captain Blood. Mas quando o ator morreu em seu 50o.aniversário, ele estava tão desgastado por uma rápida vida de drogas e muita bebida que seus médicos, através da autópsia ficaram surpresos dele ter permanecido vivo pelos últimos cinco anos de sua vida. Triplique a velocidade do estilo de vida de Flynn e você acelera o processo de auto destruição.

Tal é o caso com a AIDS, que muitos atribuem a exaustão, um sistema imunológico estressado causado pelo abuso de drogas e um estilo de vida super rápido. Inicialmente, a AIDS foi detectada em homens homossexuais que estavam frequentemente em bares e casas de banho, tendo múltiplos parceiros em uma só noite. Eles estavam tomando quantidades maciças de antibióticos como um profilático contra a sífilis, e repetidamente tendo hepatite e doenças parasitárias. Eles bebiam, fumavam, comiam mal, dormiam mal. Drogas recreativas como a cocaína, heroína, extasy e inalantes de nitritos eram lugar comum. Muitos críticos da teoria do HIV dizem que qualquer um destes fatores, sozinho, pode contribuir para a doença e que tantos deles e por tão longos períodos de tempo são prováveis de resultarem em doenças encontradas na AIDS.

Dr. Frank Buianouckas, um professor de matemática da Universidade Municipal de New York, e uma das forças principais no programa HEAL de New York, relembra o cenário: “As pessoas que tiveram AIDS eram espíritos livres da década de 1970. Eles seguiram desfrutando sua nova liberdade sexual e contraíndo micróbios para os quais tinham que usar antibióticos e outras drogas médicas. Alguns amigos meus contraíram sífilis e gonorréia 25 vezes e então receberam todos os tratamentos. Eles também estavam usando antibióticos como profiláticos para as doenças venéreas e drogas recreativas, tudo isto danificando seus sistemas. Assim, muitas pessoas que conheci que tiveram diagnósticos HIV positivo, se enquadram nesta categoria.

O jornalista investigativo Michael Verney Elliot enfatiza que os fatores de risco relacionados ao estilo de vida são de importância central, um fato continuamente negado pela comunidade gay: “Todo mundo percebe que o verdadeiro risco é ser infectado pelo HIV. Mas não é. Em cada grupo de risco conhecido, o risco é estar imunossuprimido por outras razões específicas. Se você faz a pergunta: estamos dizendo que todas as pessoas em um conhecido grupo de risco estariam perfeitamente sadias se não tivesse sido o HIV, então a resposta é não. Mas são os riscos que os fazem doentes. Por exemplo, viciados em drogas, sabemos, são pessoas doentes. Mas somos levados a acreditar que por causa de que eles tenham o HIV, os viciados em drogas estão agora morrendo, e não estariam se não fosse isto. E isto de fato, é completamente sem lógica, porque a idade média em que morrem os viciados em drogas na América é ao redor dos 31 anos, com ou sem HIV. Isto é a mesma coisa para os homens gay, que tem HIV mas também fazem uso de um monte de drogas. Assim, o verdadeiro risco é estar imunossuprimido por outras razões, não o de ser infectado pelo HIV…

Elliot reflete sobre o estilo de vida comum a um pequeno subconjunto de homens gay como resultado da revolução sexual da década de 1970, que levou à doença: “Porque aceitamos a hipótese do virus HIV tão prontamente? Porque é mais conveniente, suponho, aceitar um virus do inferno muito mais que reconhecer que foi o nosso comportamento tolo que nos levou a esta situação. Penso, por exemplo, que ninguém queira falar sobre fazer uso de drogas. Os homens gay usam um absurdo de drogas. Eles tomam todos os tipos de drogas nas discotecas. Eles tomam um monte de drogas de tipo afrodisíaco etc. E se eu mencionar isto aos meus amigos gays, eles irão me olhar como um estúpido fóssil velho que está tentando impedir que eles tenham bons momentos. Mas então eles que se preparem para quando tudo isto der errado, mais tarde. Mas você não pode dizer aos homens gays que eles não tomem drogas porque eles nunca foram advertidos que as próprias drogas causam imunossupressão. Eles acreditam que a menos que eles contraiam este virus infernal, eles irão continuar vivos e bem em 1985. Você não pode falar nada que faça sentido para eles. Eles não estão preparados para admitir que é o estilo de vida gay da década de 1970 que levou aos primeiros casos de AIDS.

“Em 1982, houve uma campanha no The New York Native pelo falecido Michael Calan que junto com um colega escreveu um artigo chamado, “Sabemos quem somos.” Ele estava descrevendo o cenário gay como ele era e dizendo sobre como ficarmos surpresos da AIDS nos atacar. Alguma coisa tinha que acontecer mais cedo ou mais tarde. Ele foi vilificado pela comunidade gay na América por ter dito isto, porque parecia que ele estava traindo os homens gay ao dizer o que eles estavam fazendo. Mas custa bastante a um homem gay dizer a outro: “Pelo amor de Deus, quanto tempo você pensa que pode continuar com este tipo de abuso?”

“Uma outra coisa, durante as alturas do período de rapidez nas décadas de 1970 e 1980, as doenças sexualmente transmitidas eram apenas vistas como um azar recreativo. Você apenas tomava uma outra injeção e voltava para o que estava fazendo anteriormente. Uma vez conversei com um camarada em San Francisco que realmente se gabou comigo de ter tido 18 vezes gonorréia em um único ano. E eu pensei, como estas pessoas esperam continuar sadias?”

Elliot diz que este cenário continua e fala de um fenômeno que atualmente está acontecendo nos EUA, chamado de “Festa do Circuito”: “Aproximadamente 7.000 homens gay fazem um circuito de cidades e passam três dias de animação onde todo mundo fica absolutamente bombardeado mentalmente com drogas e rola muito sexo. Como resultado, suspeito que muitos destes homens ficarão muito doentes. Mas você não pode dizer isto a eles. Isto é um julgamento. Eles pensarão que você quer impedi-los de terem bons momentos. Mas posso ver os perigos que eles não podem.”

Neville Hodgkinson acrescenta que “Homens gay estão particularmente em risco. Eles tem sido expostos a muitos agentes infeciosos. Eles tem frequentemente tomado antibióticos continuamente como proteção aos renovados casos de reinfecções das doenças sexualmente transmissíveis. E os homens gays passivos, antes dos dias “sexo seguro”, tem sido expostos ao esperma de seus parceiros sexuais, algumas vezes, milhares de parceiros, por meios tais que, segundo estes cientistas, pode ser muito perturbador do sistema imunológico. Também tem ocorrido um pesado consumo de drogas dentro deste setor particular da comunidade gay que tem estado mais em risco. E de fato, a comunidade que abusa das drogas é outro geralmente grande grupo de risco onde o HIV positivo tem sido detectado, sendo um outro grupo muito pouco sadio na maioria dos casos, onde eles tem sido expostos ao sangue do compartilhamento de agulhas, repetidas infecções devido ao seu estilo de vida, frequentemente má nutrição, e os efeitos danificadores das próprias drogas. E de fato, um terceiro grupo é o de pessoas que sofreram múltiplas transfusões, particularmente os hemofílicos, que novamente são pessoas que tem tido muita exposição a proteína estranha em seus corpos. E segundo os cientistas, foram estes assaltos repetidos sobre a integridade do sistema imunológico de indivíduos em risco que forneceram a explicação adequada do porque as suas células imunológicas deviam estar enviando estes sinais de stress. E você não precisa postular a existência de um novo virus mortal…

“Uma forte teoria do que está acontecendo com a AIDS é que talvez uma confusão sobre o que seja o meu próprio corpo e o que sejam os invasores externos. Quando uma pessoa tem sido exposta por um longo período aos tipos de risco que descrevi, as células imunológicas falham em reconhecer o que é amigo ou inimigo e pode começar a destruir células que realmente sejam parte de seu próprio corpo ao invés de serem invasores hostis externos. Isto pode ser uma resposta defensiva. O corpo pode se ver começando a perder importantes células imunológicas… Isto realmente pode ser uma tentativa de proteger as células imunológicas de serem mortas pelos processos autoimunes. Mas exatamente o que está acontecendo, não está claro. Este é um campo que necessita de muita pesquisa”.

Dr. Rasnick afirma que toda doença definidora de AIDS tem sido documentada estar relacionada às drogas: “Há 20 milhões de usuários crônicos de drogas nos EUA. Os números tem subido exponencialmente de uns poucos milhares na década de 1970 até os 20 milhões de agora. E então existem outros 50 milhões de usuários de “tempo parcial”. A AIDS é a ponta do iceberg da epidemia das drogas. É análoga ao fumar cigarros. Todo mundo que tem câncer de pulmão ou enfizema nos EUA fumou cigarros por décadas. AIDS é muito similar. Peter e eu não podemos encontrar qualquer exemplo documentado de casos de AIDS livres de drogas, embora a completa maioria destes 20 milhões destes usuários crônicos de drogas não tenham AIDS.

“O sarcoma de Kaposi (KS) parece ser uma consequência de inalar cronicamente nitritos, os poppers, porque 90% de todos os sarcomas de Kaposi estão em homens gays, e 100% deles tem uma história de uso de nitritos inalantes. Como um químico, posso lhe dizer que os nitritos são altamente carcinogênicos… Quando estes camaradas estalam um destes pequenos frascos, eles podem inalar um milímitro de amilnitrito ou de butilnitrito. E um milímetro desta coisa tem aproximadamente 10 bilhões de moléculas de nitrito para cada célula em seu corpo. Elas certamente são suficientes para causar sérios danos em seu DNA ou proteína. O sarcoma de Kaposi que vemos nos homens gay localiza-se nas extremidades superiores ao redor da boca, face, garganta e pulmões. Morris Kaposi nunca viu este tipo de sarcoma de Kaposi. Ainda que seja exatamente o que você deveria esperar de alguém que esteve respirando inalantes de nitrito.

Drogas da AIDS. “A hipótese do HIV é a base para a intoxicação diária de 200.000 americanos com terminadores de cadeia de DNA e inibidores da protease”, ressalta Duesberg. Você não pode esperar que as pessoas vivam quando você está alvejando as moléculas centrais da vida”.

Conquanto a AIDS na década de 1980 foi primariamente trazida por um estilo de vida, a AIDS na década de 1990 tem se tornado uma doença iatrogênica trazida ou piorada pelas drogas imunossupressoras, diz o Dr. Rasnick, “O teste do HIV é um razoavelmente bom previsor de pessoas que estão indo ter AIDS e morrer, mas não pelas razões que as pessoas pensam. Se você testou positivo para o HIV, seu médico lhe dirá algo como uma sentença de morte… Você pode imaginar o que isto faz psicologicamente com você. De certo modo, é como o vudu.

“Secundariamente, o médico fortemente lhe encorajará, até mesmo ao ponto da intimidação e ameaça, que você tome medicações antiretrovirais – AZT, DDI, 3TC – estes terminadores de cadeia de DNA e agora os recentes inibidores de protease. Se você continua a tomar estas drogas letais, você certamente se tornará uma estatística da AIDS. Enrtão, se você seguir o caminho da soropositividade para o HIV até as drogas, o teste é um bom previsor de morte por AIDS.”

Hodgkinson acrescenta: “Há um bom número de cientistas que argumentam que estes tratamentos sejam a causa da AIDS porque não existe um mecanismo conhecido pelo qual este suposto virus possa estar causando o dano que a ele é atribuído. Uma pronta dieta de quimioterapia é uma descrição perfeitamente racional de porque alguns pacientes de AIDS sofrem de uma terrível fraqueza muscular e doenças debilitantes. Em muitos casos, isto é pior do que uma simples falência do sistema imunológico e vulnerabilidade à infecção. Os efeitos colaterais de algumas drogas antiretrovirais que foram prescritas na esperança de vencer a doença, tem sido uma parte central da sindrome da AIDS durante a segunda metade da década de 1980 em diante. Tenho medo que elas tenham se tornado responsáveis pela ampliação do escopo desta falha do sistema imunológico, talvez para pessoas que nunca estiveram doentes mas que, por causa de testarem positivo por alguma razão, foram colocadas sob tratamento com estas drogas.”

AZT nunca foi provado ser seguro ou eficaz, segundo o interno da pesquisa, Lynn Gannett, gerente dos dados da fase três dos testes clínicos do AZT em Syracuse, New York de 1987 a 1990. O propósito deste estudo era ver se as pessoas diagnosticadas como tendo AIDS melhorariam com o protocolo da droga, mas isto nunca foi examinado devido a uma falta de ética e preocupação. O real objetivo da pesquisa era maximizar o número de pacientes envolvidos nos estudos para aumentar o custeio, afirma Gannett: “Os clínicos estavam tão afobados que eles realmente arrolavam uma pessoa que era HIV negativo, e eles nem mesmo entendiam isto, até três semanas depois… Frequentemente, as diretivas vinham diretamente de baixo para cima, concentradas em alistar mais pessoas. É como se eles estivessem esquecidos da razão para a realização dos estudos, que era determinar se o AZT era seguro.

Gannett dá um exemplo perturbador da incompetência que aconteceu durante estes testes do AZT em combinação com a pentamidina: “Havia uma mulher alistada que tinha uma doença cardíaca, obesidade e algumas outras condições médicas sérias pré existentes além de um diagnóstico HIV positivo. Ela provavelmente não deveria ser alistada para este estudo devido a todo seu histórico médico, já tão complicado. Muito cedo, a mulher desenvolveu um quadro de toxidade para o AZT. Os dados laboratoriais dela mostraram uma severa anemia. Havia passos específicos a serem seguidos com pessoas que mostravam sinais de toxidade. Mas nenhum dos médicos ou enfermeiras prestou atenção a estes passos explicitamente ressaltados de conduta com os casos de toxidade.

“Porque ela estava apresentando toxidade, ela deveria ter sido levada para um exame laboratorial para ver se a anemia por toxidade progredia, o que foi feito de fato, mas não foi monitorado… Ninguém parecia preocupado com isto. Ao tempo de sua 24a.visita de acompanhamento, ela mostrava sinais de anemia grau 4, que é a mais severa. Ele deu entrada na emergência com falta de ar e desidratação. Como se já não fosse suficientemente ruim, ela deveria ser inteiramente retirada do uso da droga, mas isto foi apenas reduzido de 1.000 mg de AZT por dia para 500 mg por dia. A anemia dela continuou a piorar e ela finalmente teve a droga suspensa três dias depois. Para mim era inconcebível como eles estavam prestando tão pouca atenção e tomando decisões arbitrárias em violação ao protocolo”.

Gannett enfatiza que este não foi um caso excepcional, mas apenas um exemplo do que acontecia rotineiramente: “Há outros exemplos tais como enfermeiras incompetentes que não acompanhavam a programação dos pacientes e não realizavam as visitas programadas. Os pacientes deveriam supostamente serem trazidos para monitoramento em laboratório e entrevistas a cada duas a quatro semanas e isto não estava acontecendo. Testes errados de laboratórios seriam ordenados e assim eles teriam informações de valores laboratoriais dos quais não necessitavam e perderiam informação de dados laboratorias de fato importantes. Formulários padrão para capturar a informação comum, tais como reações adversas aos medicamentos, raramente eram preenchidos. Era impossível analisar os resultados dos dados de pesquisa obtidos da clínica Syracuse porque estavam cheios de furos. Em toda similaridade, isto aconteceu em outras clínicas de pesquisa também. Você não pode analizar dados se as regras são quebradas todo o tempo. Isto não é uma pesquisa; é lixo.” Como resultado, os efeitos colaterais que as pessoas podiam estar apresentando como resultado do AZT e outros medicamentos não foram registrados e portanto, não podiam auxiliar os finais tomadores de decisão.

Gannett desde então tem aprendido que o AZT é altamente venenoso para qualquer um que tome a droga a longo prazo. Criado na década de 1960 como agente quimioterápico para tratar o câncer, o AZT terminou na prateleira por ser tóxico demais, um fato aparentemente esquecido pela indústria farmacêutica quando um remédio foi necessário para a AIDS. o AZT termina com a síntese do DNA; em outras palavras, ele evita a replicação das células. Como a renovaçao celular é crucial para todos os organismos biológicos, o AZT é portanto incompatível com a vida e a saúde. Gannett considera especialmente chocante que mulheres grávidas e bebês recebam AZT, já que a replicação celular nestas populações é tão vitalmente importante. Os estudos que mostram os pobres registros de rastreamento do AZT podem ser vistos no website chamado virusmyth.com.

Em seu documentário, Michael Verney Elliot chama os primeiros testes do AZT de “medíocres e talvez fraudulentos’. Ele afirma, “Eles todos terminaram prematuramente antes sequer dos efeitos doentios do AZT pudesem ser percebidos. Subsequentemente, foi mostrado que a dosagem empregada do AZT era mil vezes mais tóxica do que aquela que havia sido afirmada ser tóxica”.

Recentemente, os inibidores da protease, que contém AZT, tem sido divulgados como uma cura milagrosa para a AIDS. Na medida em que as mortes por AIDS estavam drasticamente caindo nos EUA anualmente, antes que fossem introduzidos os inibidores da protease, Gannett suspeita que esta afirmativa seja meramente propaganda levada adiante pela media principal. Estes anúncios entusiásticos foram feitos dentro dos primeiros poucos meses de marketing, mas agora, um pouco mais de um ano depois, os perturbadores efeitos colaterais de desfiguração estão sendo observados. Gannett afirma, “O nome fantasia que as companhias farmacêuticas tem dado a isto é “síndrome da redistribuição das gorduras”. Blocos de gordura acumulada na parte de trás do pescoço e nos ombros das pessoas que tomam estas drogas. As pessoas nem mesmo podem levantar diretamente suas cabeças sem apresentar um bolo de gordura. Imagine como é terrível isto. Na medida em que a gordura migra para diferentes partes do corpo, as pernas se tornam palitos enquanto a barriga fica distendida”.

Quando as drogas contra a AIDS fracassam, outros marcadores são vistos como medidas de sucesso. Os marcadores sub rogados podem mostrar se os níveis das células CD4 melhoram ou não. Mullis comenta que ninguém sabe se as células CD4 devem estar altas ou baixas. Em algumas doenças elas sobem, e em outras, caem. Indivíduos sadios sem fatores de risco para a AIDS, inclusive corredores de maratonas, frequentemente tem contagens de CD4 extremamente baixas. Os níveis de CD4 portanto são insuficientes como marcadores sub rogados. “O sistema imunológico é incrivelmente complicado”, afirma Mullis. “Nenhum imunologista competente pode lhe dizer que os níveis de CD4 sejam um marcador sub rogado para qualquer coisa. O FDA está dizendo que você não tem que mostrar que estas drogas ajudam. Você não tem que mostrar que elas salvem uma única vida. Tudo o que você tem que fazer é mostrar que um marcador clínico tem mudado e esperar que isto signifique que fará alguém melhorar.”

A política completa de trair a confiança do público nada mais é do que criminosa, dizem os dissidentes da AIDS. Será que no futuro estaremos entrando com montes de processos legais? Provavelmente não. Mais provavelmente, o cenário será remanescente dos processos movidos contra os fabricantes de cigarros, onde uns poucos são ouvidos e resolvidos em acordos a portas fechadas. Duesberg cita a aprovação do FDA como uma razão: “Uma vez que o FDA aprove um remédio, você pode prescreve-lo para qualquer coisa. Você pode prescrever AZT para caspa e estar protegido como médico.”

De onde veio o HIV? A Teoria da Contaminação Viral

Alguns dissidentes teorizam que o HIV infecta humanos como resultado da contaminação de vacinas pólio. Michael Verney Elliot tem pesquisado esta história e fala de suas implicações:”Primeiramente me interessei pelo HIV e pela AIDS quando estava tentando trabalhar com isto e de onde eles teriam vindo. Nos foi dito que o HIV era um retrovirus e pensei, como isto começou? Havia todo tipo de histórias sobre um macaco mordendo um homem no Zaire. Isto parecia um pouco estranho. Então, comecei a olhar a possibilidade de que o HIV tenha sido um contaminante nas vacinas pólio.

Na década de 1950 e até 1962, as vacinas pólio eram contaminadas com um virus chamado Virus Simiano 40 (SV 40). SV 40 era sabido ser altamente carcinogênco quando colocado em uma cultura de células humanas. Quando injetado em pequenos animais de laboratório, podia causar tumores. Vi como os fabricantes da vacina pólio tinham feito um gigantesco erro e dado a muitas crianças o SV 40.

“Imaginei que a mesma coisa pudesse ter acontecido com um retrovirus de macaco. Assim, fiz um pouco de pesquisa… E descobri um trabalho científico de Walter Kyle, que era um advogado americano especializado em queixas para compensação. Ele escreveu um trabalho publicado no The Lancet – acredito que foi em 7 de março de 1992 – onde ele declarava que era sabido pelo governo americano desde 1976 que um retrovirus tinha contaminado as vacinas pólio. Naquele ano, dois homens trabalhando com biológicos, nos EUA, estavam examinando lotes da vacina pólio sob microscopia eletrônica. Eles descobriram partículas retrovirais, ou o que parecia serem partículas retrovirais, que posteriormente foram confirmadas serem partículas retrovirais do tipo RNA C – que a virologia chama de retrovirus. Fiquei imaginando como isto pode ter acontecido e comecei a procurar mais um pouco, cuidadosamente.

“A coisa toda voltou ao pânico do Vírus Simiano 40. Em 1960, quando foi descoberto o SV 40, foi entendido que milhares de crianças tinham recebido a vacina do virus vivo e morto e que elas podiam estar infectadas. Foi decidido que eles deviam parar de usar os macacos rhesus, que eram os hospedeiros naturais do SV 40. Eles então mudaram para uma espécie diferente. Sob conselho de Mike Hillerman, eles decidiram importar macacos verdes afircanos e fazer uso de seus tecidos celulares na produção de vacinas.

“Não foi senão em 1985, depois de quase um quarto de século usando as células destes macacos verdes africanos que entendemos que eles estavam infectados com três retrovírus. Dois deles acontece serem parentes próximos de dois retrovirus humanos que são considerados causarem doenças. São eles o HTLV 1, que é pensando causar a leucemia adulta de células T descoberto por Robert Gallo em 1980 e o HIV que foi descoberto por Luc Montagnier em 1983. Assim, parece ser um tanto de coincidência que dois parentes mais próximos de retrovirus humano que encontramos em uma única espécie de macaco, a qual acontece ser a espécie principal usada para a fabricação das vacinas pólio.”

Promovendo o Mito

Embora uma mente aberta seja a marca registrada da ciência, não foi este o caso com a AIDS. Em 1984, a então Secretária de Estado, Margaret Heckler anunciou em uma conferência de imprensa que Robert Gallo tinha descoberto o HIV como a causa provável da AIDS. (agora é dado crédito por esta descoberta ao virologista francês Luc Montagnier.) Do dia para noite, a palavra “provável” abandonou as narrativas deste pronunciamento e a guerra contra o HIV, como único causador da AIDS, começou. A causa foi determinada até mesmo antes que qualquer trabalho científico sobre a matéria fosse publicado.

15 anos e 50 bilhões de dólares mais tarde, com 100.000 médicos e PHDs trabalhando, a ortodoxia da AIDS tem fracassado em curar ao menos um único paciente, ressalta Peter Duesberg: “Temos feito um mal indizível aos contribuintes americanos e aqueles em risco de AIDS ou aqueles infectados pelo HIV”, ele avalia. “Penso que agora todo mundo deva reconsiderar que as hipóteses fundamentais deste esforço contra a AIDS que podem ser vazios”.

Seria simples e eficaz em custo testar as teorias alternativas se não fosse o conflito de interesses, afirma Duesberg : “O NIH está dizendo que somente os especialistas entendem a AIDS. E quem são eles? Eles são as pessoas que tem trabalhado com o HIV e cujas carreiras estão completamente baseadas no HIV, e ainda pior, quase todos eles tem enormes interesses associados a isto. Eles tem companhias; eles tem patentes; eles fazem milhões de dólares. Isto é muito mais lucrativo do que suas pesquisas universitárias. Assim, estes são os juízes.

“Estas pessoas podem sustentar lhe enviar para Júpiter. Mas não podem dar 50.000 dólares a Peter Duesberg ou alguém mais com uma teoria alternativa, como uma de testar as drogas como causa da AIDS. Provar que eles estão errados significa arriscar perder a reputação deles e sua permanência na comunidade científica bem como suas companhias .”

O ganhador do Prêmio Nobel em Química, Kary Mullis originalmente aceitou a hipótese de que o HIV fosse a causa provável da AIDS, mas começou a entender que algo estava perdido quando inciou sua própria pesquisa. Dois anos mais tade, Mullis concluiu que a hipótese de que o HIV tenha se originado de uma tática para gerar um enorme custeio em dólares do governo. Ele afirma, “Se você tem uma epidemia, você obtém dinheiro do governo federal. Se você não tem uma epidemia,e você estuda doenças infecciosas, quem se importa? … Nós não estavamos pesadamente sobrecarregados por doenças infecciosas nos EUA até que eles criassem este negócio sobre a AIDS. Se as pessoas estavam a dizer que esta doença estava indo se disseminar e é provavelmente devido ao comportamento, o Congresso não teria custeado a pesquisa da AIDS com dois bilhões de dólares por ano.”

Mullis também ressalta que a hipótesse do HIV se equilibra em uma fundação instável. Comentando sobre como os cientistas viram Gallo, ele diz, “Porque pensamos que era apenas porque Gallo dissesse:
“Cavalheiros, descobrimos a causa da AIDS, não é?”. Isto não é suficiente para publicar um miserável, pequeno trabalho científico em algum lugar. Isto não é o suficiente para gastar bilhões de dólares e arruinar tantas vidas. Toda esta coisa é baseada em uma frágil declaração de um camarada que sabia que tinha mentido muito sobre outras coisas. Assim, porque confiaríamos nele sobre isto? Se ele fosse uma testemunha em um julgamento, não confiaríamos nele. Não confiamos nele nunca mais.”

Os argumentos de Duesberg e Mullis passam desapercebidos da comunidade científica principal, como explica um artigo científico em Yale Scientific: “Duesberg e Mullis tem enfatizado que os trabalhos científicos de Montagnier, Gallo, ou outros não fornecem qualquer justificativa científica para que o HIV cause uma doença. Eles pediram por tais trabalhos mas estes não foram apresentados. Em sua entrevista para California Monthly, Mullis diz como ele começou a pensar que havia algo “podre” sobre as respostas evasivas que ele estava obtendo às suas perguntas. Ele conta como confrontou Montagnier em San Diego, depois de Montagnier ter dado uma palestra sobre a AIDS. Mullis ‘percebeu que Montagnier não tinha dito uma só palavra sobre porque devemos pensar que o HIV seja a causa da AIDS.’ Depois da palestra, Mullis pediu diretamente a Montagnier uma referência científica, e Montagnier admitiu que não existia nenhuma.

“Duesberg escreveu uma carta datada de 11 de fevereiro de 1993 a Harold Jaffe, Diretor da Divisão para HIV/AIDS do CDC. Nesta carta, Duesberg perguntou: ‘Exatamente que trabalhos científicos agora são considerados prova ou, se não há prova, os melhores apoios à Hipótese de que o HIV cause a AIDS? Nenhum trabalho específico foi mencionado na resposta de Jaffe. Jaffe somente deu o que ele via como “evidência epidemiológica.” Honrados e abraçados pela comunidade científica, estes homens estão agora visto como estando em contacto com a realidade”.

Por 28 anos, Duesberg nunca teve negado um custeio para pesquisa. Mas desde que ele tem se tornado um advogado contra a hipótese do HIV, seu mundo mudou:”Ja que você não tem mais custeio, você essencialmente acabou como cientista experimental. Você ainda luta por uns dois anos, e então está acabado. Meu laboratório estava cheio de estudantes e meus trabalhos eram populares nos encontros. Recebi prêmios e fui eleito para a Academia. Mas tudo acabou. Estou sozinho no laboratório sem mais custeios e apenas ensino em cursos de laboratórios para não graduados.Isto é o que acontece se você não fica de acordo neste país”.

O problema de Duesberg serve como exemplo para outros que ousaram falar e expressar ceticismo. O Dr. Phillip Johnson ressalta, “Para alguém que seja mais jovem e falante, seria uma sentença de morte. Assim, eles simplesmente não podem fazer isto”.

Qualquer debate entre cientistas não é tolerado pelas organizações no comando de como devemos ver a AIDS, observa Rasnick, que diz que o NIH tem uma disciplina militar: “Tinha presumido que o NIH, até mesmo embora sendo do governo – operada e custeada, era uma organização científica onde existia um discurso livre e aberto. Sabia que as administrações superiores do CDC, por exemplo, o cirugião geral, tinha escalões militares. Uma revelação perturbadora foi saber que o mesmo cenário é verdadeiro para o NIH. Por exemplo, Anthony Faucci tem um posto militar e um uniforme bem como outros grandes de lá os tem.

“Não há tolerância à crítica dentro das organizações militares. Não há discurso livre e debate. Mas o posicionamento científico e militar são inteiramente incompatíveis, e a orquestração militar sempre domina… Quando você tem uma estrutura militar, você pode completamente reprimir qualquer discurso, crítica, debate que vá contra a política nacional. E a política nacional de 23 de abril de 1984 era que a AIDS era uma doença infecciosa causada por um retrovirus descoberto por Robert Gallo.

“A NIH é também uma fonte a princípio custeadora da pesquisa médica acadêmica nos EUA. Eles são isto. Peter Duesberg e muitos outros acadêmicos enviam suas propostas de pesquisa ao NIH. Esta organização militar filtra o que eles desejam aceitar e o que não querem. Isto explica como uma comunidade de pesquisa dinâmica, aberta ao discurso, debate e crítica desaparecu na era da AIDS.”

Professor Charles Geshekter acrescenta que isto não serve a qualquer vantagem as autoridades para pariciparem de um debate aberto: “Do que eu consideraria serem furos inerentes e fraquezas na teoria infecciosa da AIDS causada pelo HIV. Penso o que aconteceria se público visse que o imperador está nu. E penso que você veria que a noção da teoria viral, onde o HIV é o agente infeccioso, como ciência, seria exposta pela ideologia que ela própria tem criado. Não penso que ela poderia permanecer depois de um estreito e cuidadoso questionamento. A evidência posterior disto é o modo que aqueles de nós que somos dissidentes temos tido nossas opiniões censuradas or não recebamos um fórum público para expressar estas opiniões. E então, se estivéssemos no campo de Gallo e Ho, a última coisa que desejariamos seria uma troca de idéis científicas, abertas, robustas e sem restrições.

Mark Conlan, editor e publicante da revista de saúde Zenger’s e co-fundador de HEAL em San Diego,uma organização ativista da AIDS, ressalta que o diálogo aberto é desencorajado porque a hipótese do HIV serve a muitos grupos de interesses poderosos: “Para um punhado de cientistas do governo, que começaram com o modelo da AIDS e do HIV, isto serve ao propósito de mante-los recebendo uma corrente de custeios. Na década de 1980, um grupo de virologistas estava sendo ameaçado de ter o programa deles de pesquisa do cancer terminado e se lançaram na AIDS como um meio de se manterem no negócio e no trem da gravidade governamental. Eles fizeram um lobby na administração Reagan para ter a sua opinião de que a AIDS era causada por um virus ser declarada como verdade científica.

“Para as companhias framacêuticas particulares que financiam um monte de organizações da AIDS, isto é um incrível gerador de lucros. Uma companhia que fabrica inibidores da protease construiu duas novas fábricas competas apenas para cuidar da produção. Há montes de pessoas fazendo muito dinheiro.

“Para a comunidade gay, isto tem sido uma validação. Na década de 1980, quando a opinião era apresentada que a AIDS era devida a hábitos tóxicos, como o uso de drogas e dos tratamentos profiláticos contra doenças venéreas realizado com antibióticos, as pessoas na comunidade gay ficaram muito aborrecidas de serem culpadas. As pessoas sentiam estarem sendo vitimizadas por serem gays. Assim, quando o modelo do HIV foi politicamente proclamado, a liderança da comunidade gay, com um punhado de exceções corajosas, se agarrou a isto e disse que não teriam que reavaliar o estilo de vida deles; é um virus.

“Então, houve muita simpatia. Você podia ver Elizabeth Taylor usando laços vermelhos. Celebridades gays, como Elton John, saíram do armário porque queriam ser identificados com a luta contra a AIDS.

“E tem havido uma enorme fonte de renda para a comunidade gay. De fato, muitas pessoas gay estão ganhando uma profissão do HIV – trabalhando nas organizações contra a AIDS, oferecendo o tratamento anti HIV e programas de prevenção, cuidando de pessoas com AIDS. A maioria das publicações gay costumava ser apoiada por anúncios por bares gays. E depois, estes anúncios são de clínicas para HIV ou novas drogas. Seja como for que uma nova droga seja aprovada, seus fabricantes construirão de três a cinco páginas para serem disseminadas em uma publicação gay, usando fotografias de pessoas maravilhosamente atléticas tomando a droga. Mas se ler até o fim a informação desta boa impressão, você lerá que não há informação de que esta droga realmente melhore a qualidade ou o prolongamento da vida…

“Finalmente, diria que o HIV é como uma religião. Para um dado povo, as pessoas gays em particular, um meio de fazer sentido do mundo, um meio de fazer sentido do fato que até recentemente muitas pessoas estavam caindo com um doença bizarra e morrendo, bem antes da idade apropriada. Como qualquer outra religião, é adotada como crença, e as pessoas verdadeiramente não querem ter que olhar novamente para isto vezes seguidas e se perguntarem sobre o que realmente está acontecendo. Ou haveria algo mais? Eles acreditam, isto os satisfaz e eles integram isto em suas vidas.”

No século XX, a ciência de fato tomou o poder que a religião tinha anteriormente. A media e o público tendem a aceitar a opinião oficial vinda dos Institutos Nacionais de Saúde, Instituto Nacional do Câncer e dos CDC como se isto viesse de uma grande deidade. Dr. Schoch comenta, “Assumimos que estas pessoas sabem das coisas e falam a verdade. É muito difícil desafia-las em seus próprios termos. Elas recebem o benefício da dúvida dos jornalistas porque sabem algumas coisas que não sabemos. Mas eles não estão e nem deve estar acima do ceticismo e da crítica.”

Jornalistas Dissidentes

Como cientistas, jornalistas investigativos que querem explorar as matérias que cercam a AIDS, descobrem que tem uma tarefa difícil, senão impossível. Frequentemente eles tem as portas fechadas pelas autoridades antes que as idéias deles ganhem impulso. Neville Hodgkinson, ex editor científico do The London Times (um jornal igual ao nosso próprio New York Times), fala de sua experiência: “Tenho estado em uma longa jornada sobre isto porque fui o primeiro a relatar sobre a AIDS na década de 1980. Durante aquela década, eu estava contando a história sob a perspectiva convencional,dizendo que esta síndrome terrível era o resultado de uma infecção por um novo virus mortal. E estava escrevendo com esperança de nova vacina e tratamento medicamentoso. Então, ouvi que um desafio tinha sido criado contra a idéia de que o HIV seja a causa da AIDS, por um cientista americano, Peter Duesberg…e examinei muito cuidadosamente os argumentos dele”.

Acreditando que o debate científico era um processo de mente aberta, Hodgkinson foi desagradavelmente surpreendido ao saber que seu artigo de duas páginas, questionando a assunção de que o HIV cause a AIDS, tinha recebido uma resposta histérica muito mais que um argumento racional. A comunidade principal o chamou grosseiramente de irresponsável por expressar opiniões contrárias. Foi-lhe dito que a dissensão não era aceitável durante uma tal terrível emergência de saúde quando as pessoas deviam tomar precauções quanto ao sexo seguro que, se não seguido, poderia causar muitas mortes mais. Além disso, ele deveria estar totalmente errado já que um punhado muito pequenino já tinha feito um acordo sobre este assunto.

O artigo também teve como efeito fazer de Hodgkinson um ponto focal para cientistas que haviam começado a questionar a Teoria do HIV e que estavam descobrindo ser impossível publicar o trabalho deles, seja na imprensa profissional ou na leiga: “Eles estavam me escrevendo, me enviando trabalhos não publicados, falando-me do quanto estavam preocupados sobre a hipótese. Rapidamente entendi que esta não era uma opinião confinada a um grupo muito pequeno de cientistas. Alguns deles em várias partes do mundo estavam questionando a teoria, mas eram incapazes de serem ouvidos.”

Dr. Peter Phillips, diretor de “Project Censored”, autor de Censored 1998 (Seven Stories Press), e professor de sociologia da Universidade Soma na Califórnia expressa um profunda preocupação com a falta de abertura e de objetividade da imprensa: “Há inúmeros cientistas no país que tem assinado uma petição nacional para reavaliação da direção da pesquisa da AIDS. Eles não tem certeza se de fato o HIV cause a AIDS… Esta é uma história interessante. E é uma história que a media principal tem ignorado. Muito mais, eles tem aceito o modelo que este virus é transmissível atavés do intercurso sexual e que então cause a AIDS.

“A media neste país tem totalmente ignorado a opinião do Dr. Duesberg que o HIV pode não ser a causa da AIDS. Aqui está um virologista renomado dizendo algo novo por dez anos e com inúmeros outros cientistas apoiando a posição dele, e ele não está recebendo atenção da media. Ele literalmente tem sido vetado de qualquer discussão pública no mercado de idéias da media aberta a respeito deste assunto. Esta falta de abertura da parte da media é uma preocupação que tenho como sociológo.”

Dr. Phillips atribui o problema ao fato de que a media americana seja de propriedade de menos de uma dúzia de maiores corporações cujo objetivo é entreter a classe média superior e atrair anunciantes. Já que existe uma quantidade significativa de dinheiro sendo gasto na pesquisa do HIV e nos programas de prevenção, questionar a legitimidade disto pode ser percebido como ameaçador e ter o resultado da perda de muitos dólares em anúncios. Phillips conclui, “A idéia d que o HIV cause AIDS se torna um símbolo sagrado que você não deve questionar e nem discutir.”

Um punhado de jornalistas e de editores neste país tem tomado a posição de quererem informação ao público. O geneticista Dr. John MacDonald, editor da revista Genetica concorda ser imperativo para a corrente principal debater abertamente matérias que cercam a AIDS, e tem se tornado pró ativo nesta direção: “Li os artigos do Dr. Duesberg e sua afirmação que ele não tem tido acesso a revistas científicas. Isto me fez prontamente escrever para ele, porque penso que se a ciência está indo trabalhar com todas as opiniões, deve se tornar pública e debater em bases científicas… Até mesmo se há opiniões que não acreditam ser verdade no presente, isto não nos dá o direito de exclui-las do domínio público. A ciência só pode funcionar se há uma abertura para todas as idéias que são expostas pela comunidade científica e a comunidade cintífica tenha permissão de testa-las. Penso ser muito perigoso para os editores das revistas científicas e outros fazerem exclusões baseados em suas opiniões pessoais, esteja a opinião correta ou não. Este não é o nosso papel. Nosso papel é obter idéias diferentes para o público. Uma publicação futura de Genetica apresentará um artigo de Duesberg e uma réplica por um pesquisador da instituição, um evento único e um passo na direção correta.

Steve Allen, um jornalista que tem sido afiliado a ABC e CBS e que tem filmado dois documentários sobre “AIDS-HIV: O Marcador Sub Rogado” e o “HIV Igual a AIDS: Fato ou Ficção” – fala das dificuldades que os jornalistas tem quando querem fazer mais do que um ato de representantes de relações públicas: “Comecei a entender em 1992 que ninguém estava questionando os poderes que são. Essencialmente, toda informação que estava vindo do governo era diretamente transmitida. Praticamente ninguém era consultado para fazer perguntas objetivas e estes jornalistas estavam sendo criticados e frequentemente vetados e censurados.

A presão é colocada sobre os jornalistas quer eles desafiem ou não a teoria do HIV causar AIDS; isto não nos permite publicar ou produzir informação externa. Muito frequentemente, você pesquisará uma história,entrevistará muitas pessoas, apresentará fatos, e encontrará algum portão editorial em algum lugar, e en tão, a informação é apenas retirada. Isto aconteceu conosco em 1992. Pegamos uma peça dos Artistas Criativos de Hollywood que consideramos muito exploratória, muito objetiva e equilibrada. Apresentamos argumentos de ambos os lados sobre o assunto do HIV. Eles disseram:” A informação é muito compelente, mas não podemos usar isto.” Isto é o tipo de coisa que paralisa as pessoas. Eles não podem obter a informação por esta razão e eles então apenas não cobrem isto.”

O ativista da AIDS e jornalista Mark Anderson comenta a falta da representação justa pela media: ” Não é trabalho de jornalistas estarem advogando um ou outro ponto de vista científico, mas penso ser trabalho deles se assegurar que aqueles que estão advogando opiniões científicas diferentes do paradigma dominante recebam tempo nas transmissões ou espaço em uma página.”

“A evidência que os dissidentes estão apresentando é persuasiva. Não penso que seja algo que você possa ver e dez minutos depois, encerrar o caso. Penso que seja uma perspectiva muito crível. Você tem que se lembrar que é este tipo de debate que leva a ciência adiante. Sem isto, você não pode ter novas idéias e prespectivas. Que tal se você não está procurando idéias novas e novos insights?”

Dr. Russell Schoch, um professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e um jornalista que tem escrito sobre a AIDS para o Newsweek diz que, no cenário atual, qualquer um que ofereça uma alternativa para a perspectiva dominante em qualquer área da medicina ocidental é automaticamente relegado a uma posição marginal: “Há pucos jornalistas independentes que questionam algo sobre a AIDS, e não é só sobre a AIDS. Um ponto importante é a medicina ocidental como um todo. Desde Alzheimer até úlceras, você pode encontrar várias contestações sobre a natureza da doença. Mas realmente elas não são discutidas na imprensa principal. A AIDS é apenas um claro exemplo da falta de conversa que está acontecendo.”

O Que o Futuro Reserva?

Os dissidentes da comunidade da AIDS continuam a perguntar: “O HIV é um virus que mata pessoas ou é algo mais?” Ainda que suas vozes permaneçam não ouvidas. Alguns dos principais críticos se perguntam se algum dia será diferente. Hodgkinson afirma, “Os cientistas de Perth não estão sós. Há outros virologistas pelo mundo que estão dizendo que tem a mesma opinião. Temos que encarar isto. Mas é pavoroso demais para a corrente principal da AIDS contemplar que podem ter conduzido tudo isto de maneira errada desde seu fundamento e depois de todos estes anos de trabalho e de abordagens de drogas antivirais. Afinal, milhares de pessoas ouviram que estão infectadas por um virus mortal com base nos testes do HIV. Suponha que está errado: é um peso enorme de responsabilidade.

“É quase como se todo mundo da ciência, e da própria medicina, que é muito orgulhosa e muito importante no mundo, quer fazer o bem. Quer fazer dinheiro, mas também quer fazer o bem. As pessoas que trabalham nesta comunidade tem padrões profissionais e é quase que como se contemplar a possibilidade que tal erro prejudicial fosse demais para enfrentar. Por esta razão, os bons cientistas que estão levantado estas questões estão sendo marginalizados. Pode haver algo como uma inovação vindo, mas, até este ponto, ninguém do mundo científico principal tem sido voluntário para fazer um desafio radical à abordagem do HIV na AIDS.”

O jornalista Steve Allen fala da importância de manter o público verdadeiramente informado: ” Penso que o maior problema que temos tido é que a maior parte do público não está consciente. Se o público americano soubesse como é frágil e falido cientificamente o inteiro argumento que sustenta a hipótese de que o HIV seja igual a AIDS, eles não apoiariam isto. Mas ainda acho que dez anos depois de Peter Duesberg ter divulgado seus primeiros artigos em Science, a maioria das pessoas não tem idéia do que está acontecendo. Se há um ponto que precisamos levar a todas as pessoas é que precisamos desafiar toda esta matéria.”

Professor Geshekter acredita que haja “um alarmismo de medo iresponsável da parte da media.” que se intensificará nos próximos poucos anos para fazer como se a pandemia da AIDS estja acontecendo na África, porque a próxima Conferência está programada para ocorrer no ano 2000. Para corrigir a campanha de desinformação, Geshekter olha para a media e os websites para verdadeiramente informar o domínio público.

Dr. Rasnick contempla o significado sociológico da AIDS: “Os pais fundadores deste país foram estudantes exceentes da natureza humana. Eles sabiam que um dos melhores meios de compensar a natureza humana era ter um discurso livre, aberto e com diálogo. Isto é o motivo pelo qual a liberdade de expressão esteja na Primeira Emenda da Constituição. O meio de checar várias lealdades de forma a ter uma realidade saudável é um diálogo robusto e um debate acontecendo. Então ninguém domina.

“Isto é para ser usado desta forma na ciência. Agora estamos reprimidos e efetivamente afastados do discurso aberto na comunidade científica, bem como na media. E estes são os lugares aos quais devemos nos dirigir. Temos que promover a diversidade da qual estamos todo afastados com a criação da grande indústria e a homegeinização da media.

“AIDS é o melhor exemplo do colapso institucional em nossa sociedade. Temos que abordar a estrutura do fluxo de informação em nossa sociedade. Quem tem acesso à verdade? Quem determina o que é verdade? Isto é muito maior do que a AIDS. Mas a AIDS nos fornece o melhor exemplo do que está errado.Espero que se estudarmos isto apropriadamente e em bastante profundidade, entenderemos que este é um problema institucional. Não é um problema de alguns cientistas renegados que estejam errados e com uma teoria má. É muito maior que isto. E espero que seja onde a análise vá diretamente. Devemos usar a AIDS e seus inúmeros documentos defeituosos para nos perguntar, como isto pode acontecer?”

de Gary Null

Published in: on abril 25, 2008 at 1:18 pm  Comments (1)  
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HIV não infeccioso

O HIV NÃO INFECCIOSO É PATOGÊNICO!
Relato exclusivo de importante Conferência sobre a AIDS

de David Rasnick, Ph.D.

Tinha acabado de voltar da minha primeira conferência sobre a AIDS, a Conferência Gordon sobre Quimioterapia da AIDS, realizada no período de 9 a 14 de março em Ventura, Califórnia. Fui apresentar um poster de um trabalho que refutava um dos conceitos fundamentais do prevalescente modelo do HIV-AIDS. O trabalho tinha acabado de ser publicado em uma revista científica e eu estava ávido para defender este trabalho durante o exame dos meus pares.

Também sabia que David Ho e seus co-trabalhadores estariam fazendo apresentações para avançar seu modelo do HIV. Eu estava determinado a submeter as idéias científicas deles ao exame face a face.

As Conferências Gordon são uns dos mais prestigiados encontros científicos mundiais. Diferente de todas as outras conferências, que buscam maximizar o número de participantes pagantes, as Conferências Gordon geralmente são limitadas a 100 participantes, todos os quais devem solicitar sua aceitação. Isto as torna eventos muito sérios e produtivos. Todos os participantes tem a chance de frequentar todas as apresentações e questionar cada um dos palestrantes, seja durante o período formal de “perguntas e respostas’, ou informalmente durante as pausas sociais.

Durante meus 20 anos como um projetista de medicamentos farmacêuticos, tenho comparecido a nove Conferências Gordon, onde tenho apresentado trabalhos. Geralmente estas conferências são relacionadas a minha especialidade: proteases e medicamentos que as inibem.

Ho Encanta os Críticos

Dos 100 participantes, 90% eram americanos, e 43% eram empregados de companhias farmacêuticas. Precebi algo novo para mim em uma Conferência Gordon: um participante não cientista, especificamente, um representante do Projeto Inform, um grupo político devotado a promover a hipótese do HIV.

O evento de seis dias começou em um domingo. A palestra de abertura especial foi dada a David Ho, diretor do Centro de AIDS Aaron-Diamond da Escola de Medicina de Universidade de New York, e “Homem do Ano”, eleito pela revista Times em 1996.

Sua palestra era intitulada “Quimioterapia e Patogênese”. Surpreendentemente, eu não era o único crítico na audiência. Alguém na linha da frente desafiou o critério de Ho para o que se constitui uma análise do vírus infeccioso, um desafio que tinha profundas implicações para a ciência contemporânea do HIV; o teste da carga viral. Ele também discutiu a base matemática.

As especificidades destas objeções nunca ficaram claras, porque Ho se esquivou das perguntas com o talento de um burocrata maduro, e assim fazendo, consumiu todo o tempo de discussão.

Uma outra surpresa foi a óbvia falta de apoiadores de Ho na audiência. Nas pausas subsequentes encontrei vários outros que rejeitaram abertamente a validade dos testes de carga viral e o modelo de HO da dinâmica das células T4 e o HIV.

Ho pode facilmente se tornar o próximo Anthony Fauci, como um Diretor do NIH – este rei regente do governo da ciência do HIV. Ho tem muito mais charme do que Fauci e está revestido de várias camadas de Teflon. Lamentavemente, Ho deixou a conferência na manhã de terça feira e assim nunca pude falar com ele. Mas eu tinha que obter a validade do teste da carga viral de um de seus colaboradores.

Coquetéis não ajudam os pacientes

Martin Markowitz, que é o co-autor de alguns dos mais famosos trabalhos de Ho, inclusive do artigo publicado em Nature, que introduziu o modelo desordenado virológico e popularizou o teste de carga viral por meio das apresentações de quarta feira, este eu fui capaz de questionar várias vezes.

A primeira vez ocorreu durante o período de perguntas de uma palestra que ele deu sobre tratar precocemente a infecção HIV. Ele e Ho tinham estado tratando uma coorte de 20 pacientes por aproximadamente um ano, com coquetéis de inibidores da protase e AZT. O estudo estava em andamento e ainda não haviam resultados publicados, assim Markowitz estava discutindo os dados preliminares. Segundo ele, a maioria dos indivíduos já apresentavam sintomas da AIDS no início da terapia experimental, inclusive cinco deles já tinham sido anteriormente hospitalizados, embora uns poucos não tivessem histórico de sintomas.

Tendo começado a terapia, a carga viral do HIV de cada paciente caiu abaixo do nível de detecção e tinha permanecido assim, disse Markowitz. Ele considerava isto uma indicação de que a terapia tinha sido boa.

Mas eliminar a carga viral torna os pacientes mais saudáveis? Markowitz nada tinha a dizer sobre isto durante a palestra dele. Certamente se os pacientes tivessem ido melhor quando suas cargas virais baixaram, Markowitz teria ressaltado isto. Mas este assunto não apareceu até que levantei esta questão durante o período de perguntas.

“Como eles estão indo?” Perguntei. “Alguns estão bastantes sadios para trabalharem”, ele disse alegremente. A implicação era que se não fosse o coquetel, estes pacientes não poderiam trabalhar, mas suspeito que este não fosse o caso.

O sorriso de Markowitz desapareceu quando perguntei, “Durante 11 meses de terapia, quando suas cargas virais se tornaram indetectáveis, seus pacientes melhoraram, ficaram na mesma ou pioraram?”. Ele não disse uma palavra. Foi um momento embaraço para a audiência. Interrompi o silêncio desconfortável ao recomeçar a pergunta. “Seus pacientes devem estar melhor, não é?” Novamente Markowitz ficou mudo. Ele ou não sabia como seus pacientes estavam indo [muito improvável] ou eles não estavam indo bem, a despeito de terem uma carga viral igual a zero. Durante este silêncio revelador, a palestra terminou pelo anúncio da pausa para o café.

Tivera uma das minhas curiosidades satisfeitas: as narrrativas da imprensa sobre os milagres atribuídos a terapia do coquetel – o divulgado efeito de Lázaro – não eram mostrados nos estudos científicos.

Nenhum vírus viável resistente a drogas

As tardes de segunda e terça feiras foram disponibizadas para sessões de poster. Já que meu trabalho sobre a Cinética da protease no HIV condenava um aspecto crucial do presente dogma, eu não estava certo de como o meu poster seria recebido.

O trabalho, “Análise Cinética de Clivagens Consecutivas Proteolíticas das poliproteínas GAG e POL no HIV”, dirigido a assunção popular que quando a terapia antiretroviral falha, é porque o HIV sofreu mutação para formas resistentes (Rasnick, 7 de março de 1997, Journal of Biological Chemistry), devido a emergência de “descendências” de HIV caracterizadas pelas proteases mutantes que são resistentes aos inibidores.

Esta crença é central para o modelo do HIV. Os inibidores da protease, especialmente quando combinados com o AZT em um coquetel, frequentemente fazem com que a carga viral desapareça. Quando a carga viral começa a retornar, ou quando os sintomas da AIDS se manifestam, é assumido que novas “descendências” mutantes têm emergido, umas com proteases que resistem aos inibidores.

Mas meus cálculos mostram que estas proteases teoricamente mutantes não podem fazer parte de um HIV completamente funcional. Para produzir um HIV completamente funcional, a protease deve cortar uma superproteína do HIV em oitos sítios diferentes. Os inibidores trabalham se unindo a estas proteases que cortam os sítios, bloqueando-a de retalhar a superproteína do HIV em nove partes funcionantes.

Uma protease que não aceitaria um inibidor em seu sítio ativo – uma que fosse resistente aos efeitos destas drogas – também não seria capaz de aceitar a superproteína do HIV em seu sítio ativo. Que a protease tem que fazer oito cortes bem sucedidos sob estas circunstâncias, torna demonstravelmente impossível que uma forma resistente possa produzir um virus funcional.

Ressaltei que não há um exemplo na literatura de um humano infectado por um HIV viável e infeccioso que possua uma protease mutante resistente ao inibidor. Todos os mutantes resistentes aos inibidores descritos, até onde se saiba, foram obtidos de DNA proviral de vírus não infecioso. Não há razão, então, para pensar que uma resistência ao medicamento possa explicar os casos onde os inibidores da protease falharam em resolver a AIDS ou eliminar a carga viral do HIV.

O segundo ponto principal de minha análise cinética foi que desde que o teste da carga viral, na melhor das hipóteses, mede 99.8% de partículas virais não infecciosas, isto deve ser substituído por uma análise que meça os níveis das partículas infecciosas do HIV no plasma do sangue. Eu estava certo que a proposta seria recebida por um coro de desaprovação. Surpreendentemente, isto não aconteceu. Ninguém discordou de nada que eu disse. Várias pessoas, inclusive Jack Erickson, um expert em protease do Instituto Nacional do Câncer, abertamente concordou com minha análise e conclusões.

Caçando Markowitz

Erickson deixou meu poster e foi direto para Markowitz, que estava então do outro lado da sala. Eu sabia que Erickson queria discutir com Markowitz os pontos do meu poster, então fui me juntar a eles.
Muito certamente, meu poster era o tópico. Markowitz cumprimentou-me com um sorriso. Talvez ele ainda não tivesse me reconhecido de sua palestra mais cedo. Comecei perguntando sobre a análise da infecciosidade usada no artigo de março de 1996, que ele escreveu com HO (Science 271, p. 1582), que eu tinha em minhas mãos. O trabalho se relacionava a administração da terapia de coquetel em cinco pacientes. Antes deste tratamento, os pacientes tinham carga viral entre 12.000 e 643.000 [por ml de plasma]. Depois que a terapia começou, a carga viral dos pacientes foi a zero e permaneceu em zero durante o resto do estudo. Eu sabia sobre o paciente 105, o que começou com a mais alta carga viral, 643.000. Ele foi o único em que as doses de culturas infecciosas (TCID) foram medidas. Antes da terapia, quando sua carga viral era de 643,000, ele tinha 1.000 doses infecciosas de HIV [por ml de plasma]. Dois dias depois de ter iniciado a terapia, suas doses infecciosas cairam para zero, mas sua carga viral não desceu abaixo de 500.000.

Eu queria saber o relacionamento entre a imagem da carga viral e a imagem da dose infecciosa. Comecei perguntando, “Uma dose infecciosa coresponde a um HIV infeccioso?”
Sim, Markowitz disse, “uma dose infecciosa se igual a um virus infeccioso.”
“Como você determinou que um HIV (uma dose) era infeccioso? Procurando a proteína p24?”
Sim, Markowtiz respondeu. “A detecção da proteína p24 foi aceita como evidência de um virus plenamente funcional.”
Bem, eu disse, “a p24 não é boa o suficiente.”

Com isto, entendi que o nossso discurso científico continuaria por linhas previsíveis. Ele me perguntaria porque a p24 não era suficientemente boa e eu explicaria, como documentado em meu trabalho, que a p24 havia sido demonstrada por muitos pesquisadores, inclusive John Erickson, não ser um indicador confiável de virus infeccioso. Eu estava preparado com referências para defender esta declaração. Mas Markowitz não mordeu a isca. Como seguindo a palestra dele quando eu havia perguntado sobre a saúde dods pacientes dele, Markowitz simplesmente nada disse.

Virei minha atenção para a disparidade entre a carga viral e as doses infeciosas. Se uma dose infeciosa se igualava a partículas infecciosas do HIV, então a diferença entre as doses infecciosas do paciente 105 e sua carga viral devem representar partículas não infecciosas. Mostrei a Markowitz o gráfico que ele, Ho et al tinham publicado para o paciente 105. Em um caso uma carga viral de 643.000 correspondia a 1.000 partículas infecciosas do HIV, e em outro caso, uma carga viral acima de 500.000 corespondia a zero partículas infecciosas. Markowitz concordou com minha interpretação dos dados.

Então perguntei a ele, Qual era a importância de centenas de milhares de partículas virais não infecciosas por mililitro de plasma que você detectou no paciente 105? Ele franziu a testa e pareceu não saber o que fazer a seguir. Seu olhar confundido e o silêncio durou aproximadamente 30 segundos. Então, ele simplesmente se virou e foi embora.

Era a primeira vez que um cientista tinha se afastado de mim. Tipicamente, os cientistas são bulldogs. Eles lutam pela posição deles. Mas os camaradas do HIV não fazem isto. Eles vão embora.

Percebi então que Erickson tinha desaparecido. Ele se afastou em algum momento desta estranha conversa com Markowitz, e nunca mais falei com ele.

Se não fosse a devoção de Erickson ao HIV, nós poderíamos ter sido amigos e colegas. Ele é um cientista inteligente que conhece enzimas e as técnicas particulares muito bem. Infelizmente, ele sustenta os virologistas e médicos quando se trata da patogênese do HIV, e ele toma seus exemplos com os camaradas que regem o show do HIV.

Quanto a Markowitz, eu estava determinado a obter uma resposta para minha pergunta. Eu o cerquei por mais duas vezes. Em ambas ocasiões, literalmente tive que para-lo. A cada vez, repeti minha pergunta sobre a importância de todo aquele HIV não infeccioso.

Ambas as vezes, ele fugiu sem dar resposta. No meio da segunda retirada ele me chamou de volta com uma resposta sem significado, vazia até mesmo de uma pista de mérito científico ou de lógica: “Confie em mim”.

Eu gritei de volta, “Confiar nada tem a ver com isto!”. Era uma troca absurda e eu teria rido se não fosse tão patético.

Esperanças Deprimidas

Se eu fosse receber respostas para minhas perguntas remanescentes, eu precisaria de um alvo estacionário. Encontrei um na sessão mais assustadora da semana: a palestra especial da noite de quarta feira de John Mellors, do Centro Médico e Escola de Graduação em Saúde Pública da Universidade de Pittsburgh. O tópico: “Quimioterapia da Infecção pelo HIV-1: o Passado, o Presente e o Futuro”

Mellors pintou uma imagem acurada da pálida história da quimioterapia do HIV antes da era atual dos coquetéis de inibidores da protease com AZT. Me descobri assentindo de acordo na medida em que ele listava os sérios enganos inerentes da terapia convencional, que usava um único análogo de nucleosídeo, como o AZT. Talvez Mellors fosse um pensador independente e sensível, o tipo que eu estava acostumado a lidar nas Conferências Gordon que não tinham como foco a AIDS.

Minhas esperanças foram deprimidas quando ele foi ao que rotulou o maior engano dos últimos dez anos: tratar os pacientes de AIDS com uma única droga, ao invés de múltiplas drogas antiretrovirais.

Foi quando isto me atingiu: nada havia de corajoso na crítica de Mellors da velha terapia. De fato, agora era moda reconhecer os protocolos mono nucleosídeos como fracassos – tão logo a terapia do coquetel foi promovida no lugar dela, o que era exatamente o que Mellors estava fazendo. Mas o fracasso da monoterapia era óbvia, muito antes de surgirem os inibidores da protease.

1/4 de Jogo de Basquete

A palestra de Mellors assumiu seu aspecto assustador com o aparecimento de um slide anunciando: carga viral e contagem de T4, muito mais do que sintomas clínicos.

Ele justificou isto dizendo que o término recente do estudo ACTG-320 em fevereiro passado bateu o prego final no caixão dos futuros exames finais clínicos.

ACTG-320 foi um teste clínico de fase III que envolveu quase 1.200 pessoas, aproximadamente metade tomando duas drogas do estilo do AZT e o resto tomando um coquetel que consistia destes dois mesmos análogos de nucleosídeo mais um inibidor de protease. O teste foi parado precocemente por razões que ainda não são claras.

Quando os registros foram desvendados, os dados mostraram que somente 8 pacientes tinham morrido do grupo do coquetel, versus 18 no grupo que não tomava inibidor de protease. Baseado nestes dados, Mellors e o resto da instituição médica estavam dizendo que a terapia do coquetel reduzia a mortalidade em 50%, comparada ao tratamento sem inibidores da protease.

Mellors via os resultados do ACTG-320 como conclusivos em duas contagens: uma, que a terapia do coquetel reduzia pela metade a mortalidade e dois, que este benefício era previsto pela carga viral. Estudos e tratamentos futuros deviam meramente procurar flutuações na carga viral, ele acredita. Esperar que pacientes morram, ou outros pontos clínicos se manifestem, não seria ético e nem necessários porque as mensurações da carga viral supostamente prevêem que sucumbirá ou não da AIDS.

Mas o líder do teste, Scott Hammer do Centro Médico Beth Israel Deaconess de Boston, admitiu que o ACTG-320 não tinha continuado tempo suficiente para que as diferenças entre os dois grupos de tratamento alcançassem importância estatística (Boston Globe, 25 de fevereiro). Em mais de duas décadas ganhando minha vida como cientista, nunca anteriormente eu havia testemunhado cientistas retirarem conclusões de tal importância, baseados em dados estatisticamente insignificantes.

O conceito da importância estatística é essencial ao método científico. Os resultados experimentais obtidos tem significado somente depois de qualificados como estatisticamente importantes. Imagine declarar o vencedor de um jogo de basquete depois do primeiro quarto, ou o campeão da Série Mundial, depois do primeiro jogo.

Mellors não mencionou a importância estatística e eu não tive a chance de perguntar sobre isto durante o tempo das perguntas. Assim, eu não sabia como ele poderia manusear esta objeção, que considero ser fatal.

Ao invés, Mellors aceita o ACTG-320 como definitivo, e suficiente para justificar usar marcadores sub rogados como único critério para verificar se as terapias e drogas realmente beneficiam ou não os pacientes. E ele não é o único. Tenho medo que o humor dos pesquisadores dos fármacos para AIDS favoreça a opinião de Mellors. Tenho ouvido outros pedirem o fim dos resultados estatisticamente insignificantes do ACTG-320.

Isto é particularmente assustador, considerando minhas conversa anteriores com Markowitz, que não pôde afirmar alguma melhora em seus pacientes que tinham suas cargas virais reduzidas a zero por extenso períodos de tempo, e que possa anexar algum significado clínico para o teste da carga viral. Se os Markowitzs e os Mellors do mundo tem seu caminho, o público americano está em grande perigo.

Cadáveres Assassinos

No período de discussão da palestra de Mellors, decidi voltar às perguntas que eu queria que Markowitz respondesse, sobre o significado da carga viral. Afinal este era o coração da matéria: Mellors pede que se descarte os pontos finais clínicos que eram somente válidos quando concordavam com as imagens da carga viral com a qual ele desejava substitui-los.

Para os iniciantes, eu queria comparar as respostas dele com aquelas de Markowitz. Então repeti minha pergunta sobre a relação entre carga viral e as doses infecciosas. Mellors respondeu ao proclamar que a carga viral nada tem a ver com infectividade.

Ah-ha! Agora eu tinha um segundo “chefão” do HIV adimitindo que as figuras da carga viral não indicam HIV infeccioso.

Assumindo que a testagem da carga viral acuradamente contava o HIV, e que a testagem da dose infecciosa acuradamente contava o HIV infeccioso, ofereci minha imagem de 99.8% do trabalho de Ho/Markowitz como a fração do HIV circulante que não era infeccioso.

“Então, o HIV não infeccioso é a fonte de RNA e proteínas – incluindo a protease – dos quais a genética e outras varacterísticas do HIV são derivadas.”

Ele concordou. (Como poderia não concordar?)

Agora eu o tinha. Já que virus não infecciosos não tem uma concebível relevância clínica, então nenhum dado pode ser derivado deles.

“Qual a importância de todo este HIV não infeccioso?” Perguntei. Eu não tinha idéia como ele se trabalharia assim acuado, mas até mesmo eu fiquei perplexo com a resposta dele: “As partículas não infecciosas do HIV são patogênicas.

Agora aqui estava um primeiro. Não pensei que alguém fosse a registro antes de propor que um virus não infeccioso possa causar doença.

Lá me sentei pasmo, percebendo o murmúrio que tinha irrompido. Em meu estado atonito percebi que nada mais estava para ser dito.

Neste meio tempo, a sessão foi declarada encerrada, o tempo dedicado à discussão havia se esgotado pelo meu exame cruzado, com ninguém mais tendo tempo para fazer perguntas.

Meu Deus, pensei. Fale sobre uma rica fonte de oportunidade de pesquisa: a patogenicidade de virus não infecciosos. Qualquer um familiarizado com a resposta ao anticorpo e a premissa das vacinas pode apreciar a natureza revolucionária [e a implausibilidade] desta idéia.

Meu sentido é que a audiência fez isto, dado o intenso murmurinho, que continuou até mesmo depois que a palestra havia sido encerrada. Saindo da sala, um cientista hindu agarrou meu braço e perguntou, “Você ouviu isto?”.

Sim, eu tinha ouvido. A AIDS era causada por um exército mortal de cadáveres virais.

Curando os Sadios

Então olhei mais longe e amplamente: eu não podia encontrar um único experimento controlado discutido em qualquer lugar na conferência. Parece que a única coisa que existe no mundo inteiro da AIDS é o HIV. Qualquer coisa má que acontece às pessoas que são HIV positivos é devida ao HIV; qualquer melhora é devida à terapia.

Havia até mesmo um apresentador que recebeu crédito por curar pessoas que acidentalmente se picaram com agulhas contaminadas por sangue HIV positivo. Os pacientes imediatamente eram tratados com agressivas drogas antiretrovirais e não se tornavam positivos. O cientista afirmou que este protocolo era para prevenir a soroconversão. O que ele não mencionou foi a ocorrência de 1 vez em 1.000. E nem ninguém mais mencionou isto, embora este fato seja bem conhecido e os participantes eram todos experts certificados da AIDS.

Ele não somente afirmou o crédito dos efeitos da probabilidade estatística, mas também declarou haver curado pessoas sadias… e ninguém o interrogou. Estes apoiadores do HIV estão tão desesperados por boas notícias que eles todos dizem e aceitam qualquer coisa que concorde com o modelo do HIV.

Ombros Frios

Mais cedo, estava claro que certas pessoas no encontro já me conheciam. Elas me evitaram. Outras, no entanto, inicialmente mostraram interesse quando levantei minhas objeções. Estava óbvio que estes problemas não eram novos para eles, apenas eles nunca os tinham discutido anteriormente – ou não existia alguém que quisesse discutir. Contudo, um destes aliados em potencial continuou as discussões com pessoas como Markowitz – cientistas com status e influência – eles então me evitaram deste então. Eu considerei que era um négócio muito solitário agir como um cientista em uma conferência sobre a AIDS.

Postscript:

Quebrando as Regras

Eu conhecia as regras das Conferências Gordon e tinha agido segundo elas desde minha primeira participação em uma em 1980; sem imprensa, sem câmeras, sem aparelhos de gravação. Nada revelado nas Conferências Gordon é para aparecer na imprensa exceto por seus autores originais. Você pode realizar todas anotações que desejar e discutir as informações com colegas, se quiser. Você só não pode levar isto para o domínio público, via impressão.

Abertamente reconheço que meu relatório quebra estas regras. Não fiz isto de forma impensada. As Conferências Gordon são meus encontros favoritos. Contudo, o escândalo do HIV/AIDS tem me compelido a esta ação. A informação do que está errado no prevalecente dogma do HIV é quase que totalmente oculto do público. A farsa dos resultados dos testes clínicos do inibidor da protease do HIV, por exemplo, foi claramente evidente nesta particular Conferência Gordon, bem como na que eu participei em 1994 (veja RA agosto de 1996). Esta informação é importante demais para ser oculta dos contribuintes e consumidores que custeiam tudo isto.

As regras podem parecer sinistras, mas não são. Elas possibiitam que cientistas apresentem resultados preliminares sem o medo de serem “furados” por colegas, ou serem mantidos responsabilizados por enganos. Ordinariamente estas regras promovem uma discussão científica honesta e uma boa troca de idéias. Mas a indústria da AIDS tem adotado estas regras para esconder fatos que não devem ser secretos. Espero ter feito a coisa certa. Posso ser banido das futuras conferências.

D. Rasnick.

Published in: on abril 25, 2008 at 12:57 pm  Deixe um comentário  
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