Conversas entre Israel e Síria

Conversas entre Israel e Síria

de Srdja Trifkovic

27 de maio de 2008

Israel e Síria anunciaram na quarta-feira passada [21 de maio] em declarações simultâneas que eles tinham iniciado conversas indiretas na Turquia, assim confirmando que estes dois inimigos de muito tempo novamente estão se falando em quase uma década. O Primeiro Ministro do Exterior de Israel, Tzipi Livni, disse no dia seguinte que Israel queria a paz com seus vizinhos, mas a Siria precisava se “distanciar completamente de seus laços problemáticos” com o Irã. O Ministro do Exterior da Síria, Walid Muallem, diz que Israel tem indicado disponibilidade para uma retirada completa das ocupadas Colinas de Golan, tomadas em junho de 1967, embora oficiais israelenses não tenham estado dispostos a confirmar ou negar esta declaração.

O objetivo chave de Israel é desmantelar a aliança Síria-Irã para neutralizar o Hezbollah. O novo Presidente libanês, Michel Suleiman, está ciente desta realidade, tendo atuado conjuntamente com a milícia shiita e com a Síria quando serviu como comandante do exército. Em sua fala inaugural, Suleiman disse que “a elevação da resistência [i.e. Hezbollah] era uma necessidade, a luz da fragmentação do Estado”. Ele também falou da necessidade de uma “estratégia de defesa para proteger o Líbano” e avisou contra o posterior envolvimento do ‘Hezbollah‘ “nos combates domésticos.”A reabertura das conversas de paz de Israel com a Síria é um movimento benvindo por duas razões, uma geopolítica e a outra doméstica.

O recente triunfo cru do Hezbollah no Líbano tem deixado o Presidente Bashir al Assad desconfortável e justificadamente nervoso. Ele é um secularista e seria um reformador, empurrado a uma aliança desconfortável de conveniência com o Irã pela incansável hostilidade da administração Bush. Ele não é um muçulmano devoto nem mesmo um vionário islâmico [e os muçlmanos sunitas da corrente principal diriam que, como um Allawita, ele é um herético). Ele sabe que, dada a chance, a unidade da irmandade muçulmana local faria a ele o que os garotos de Nasrallah tem feito a Fouad Seniora e Walid Jumblat. Bashir portanto está pronto e voluntário para diversificar suas opções. Isto significa que finalmente é possível efetuar a separação da Síria do Hezbollah, e - mais importantemente -, do Irã. Ao mesmo tempo, eo Primeiro Ministro de Irael, causador de problemas, Ehud Olmert, precisa de um maior sucesso diplomático para equilibrar sua decadente credibilidade em casa. Ele parece pensar que Golan é um preço que vale a pena pagar.

Secundariamente, o espetáculo de Israel conversar com a Síria sem pré condições é igualmente impalatável para o governo Bush, para o Sanador John McCain, o que significa que isto é Uma Coisa Muito Boa. A insistência de Bush, McCain e seus conselheiros e manipuladores que a mera prontidão para falar com aqueles que eles tem designado como párias se iguala a conciliação, se não traição, não é apenas falsa e tediosa: é perigosa. Tal estado mental busca erradicar os vestígios remanescentes da habilidade de Washington em se engajar um um discurso diplomático significativo, não somente no Oriente Médio mas também em Cuba, Venezuela, Balcãs e outros pontos problemáticos. Se Olmert pode conversar incondicionalmente com Assad, diretamente ou por meio de um intermediário, é ridículo para McCain continuar insistindo que os EUA não podem conversar com Ahmadinejad, ou Hugo Chavez, ou Raul Castro.

Por anos tem sido óbvio que uma alternativa islâmica para Assad (ou para qualquer outro regime autoritário ainda que secularista na região, por exemplo em Algiers) se provaria muito mais prejudicial para os interesses americanos do que o status quo. A Síria se apresenta como um realista diplomático com muitas possibilidades criativas. Tanto Assad quanda a ineficaz velha guarda que ele herdou de seu falecido pai estão nervosos e entusiásticos para fazer um acordo com Israel primeiro, e a América a seguir, se eles então são deixados em paz. O desejo deles de evitar problemas é evidente nas Colinas de Golan, a área síria que Israel ocupou em 1967 e está mantendo desde então: não há escaramuças, infiltrações, lançamentos de granadas ou disparos de foguetes Kassam; nada. É uma das fronteiras mais pacíficas do Oriente Médio. Bashir está pronto para assinar um tratado de paz com Israel, e deixar que Israel tome partes de Golan "por arrendamento"- vamos dizer, de 99 anos -, se a Síria for removida da lista de Washington de Estados Hostis que eles precisam de um tom de cor e código para uma revolução, se não um robusta reeeducação pela USAF.

A ligação de Assad com o Irã pode e deve ser quebrada. Ela não é natural e ne inevitável. Além de ser um secularista, ele é um árabe, e portanto improvável de ser indiferente às implicações dos desejos do Irã de proteger seu poder e influência através do Fértil Crescente e todo o caminho na direção do Mediterrâneo. Se Assad pode ser vencido pela idéia de um tratado de paz com Israel, em troca que Washington, dê o reconhecimento da legitimidade de seu regime, um link chave no projeto estratégico do Irã terá que ser quebrado. Dado o incentivo certo, Assad também selaria qualquer canal remanescente de apoio aos insurgentes no Iraque e ajudaria a fazer o atoleiro mais gerenciável para os EUA.

Do lado do crédito, a Síria nunca tem sido culpada de um ultraje terrorista comparável ao ultraje do Lockerbie, ainda que a Libia de Gaddafi, tenha feito sua penitência e tenha sido reabilitada, Nas consequências de 11 de setembro, Damasco entregou aos EUA centenas de arquivos sobre a Al Qaeda e outros movimentos e indivíduos terroristas anti-ocidentais pelo Oriente Médio, muitos dos quais alvejavam a Jordânia, Arábia Saudita e outros o lado dos EUA. Em uma entrevista ao New York Times em 2004, o então Secretário de Estado Colin Powell disse que oficiais sírios "deram-me alguma informação a respeito das atividades financeiras [de insurgentes no Iraque] e como podemos cooperar mais completamente sobre isto”. Em resumo, a Síria tem o potencial de se tornar o parceiro mais útil dos EUA na “Guerra ao Terror” do que a Arábia Saudita tem sido. Qualquer “mudança de regime” em Damaso permanece uma proposta perigosa já que a Irmandade Islâmica representa a única alternativa provável a Assad.

O “Processo de Oslo,” como concebido por aqueles que o iniciaram, tem chegado ao fim anos atrás, e não há uma iminente substituição. O princípio político de Oslo estava em uma troca em andamento de vários itens nas negociações bilaterais entre os israelenses e os palestinos trabalhando conjuntamente em direção a um acordo final e permanente de paz. Já que tem sido confirmadas as fúteis visitas da Secretária Rice e do Presidente Bush nas recentes semanas, este princípio tem sido quebrado: não há negociações significativas sobre o status final, não há conversas de acordos neste interim, e não há cooperação e coordenação em matérias relacionadas à segurança. Algum momentum é necessário, e as negociações em Istambul podem fornecer isto.

Na quarta-feira os EUA expressaram verbalmente e distintamente um apoio indiferente para estas conversações. Oficiais dos EUA disseram que eles receberiam bem um acordo de paz entre a Síria e Israel, mas também deixaram claro que seu foco está na rota israelense-palestina. A Casa Branca disse “não ter objeções” a iniciativa – na qual os oficiais americanos não estão envolvidos mas tem sido mantidos informados -, e ressaltou suas preocupações sobre o alegado apoio da Síria ao terrorismo no exterior e sua “repressão” doméstica. O Presidente George W. Bush apaparentemente continua a ter esperança que possa obter que israelenses e palestinos alcancem algum tipo de acordo de paz pelo fim do ano, a despeito do profundo ceticismo entre todas as partes envolvidas. A Secretária de Estado Condoleezza Rice buscou compactar a opinião que os EUA não estavam entusiásticos sobre as conversações israelenses-sírias mas ela ressaltou que via as conversações com os palestinos como ‘um caminho mais maduro”.

Em outras palavras, Ms. Rice e seus chefes querem que as conversações fracassem, ou serem vistas como tendo falhado, e asim Damasco possa ser firmemente empurrada de volta no Mal Multilateral onde -no esquema neo-conservador das coisas -, ela corretamente pertence. Com a cautelosa escolha de palavras de Rice, não obstante, a administração dos EUA continua a rejeitar qualquer reabilitação da Síria e acredita – enganadamente, como acontece -, que tem feito progressos em isolar Damasco e Teerã. Ninguém em Washington dirá isto alto, mas qualquer movimento positivo na direção da Síria ou do Irã continua a ser visto, dentro de Beltway, como prejudicial para os EUA e sua estratégia no Oriente Médio. O “Schadenfreude” de Washington está em marcante contraste com as opiniões dos oficiais israelenses. Qualquer acordo de paz entre Israel e Síria mudaria dramaticamente a face do Oriente Médio, em particular ao isolar o Irã e silenciar o Hizbullah, segndo o Ministro da Infraestrutura de Israel, Benjamin Ben-Eliezer. “Estamos falando sobre uma paz verdadeira, um fim das hostilidades, uma abertura de fronteiras e Israel está pronto para pagar o preço por uma tal paz e coexistência com a Síria”, ele disse.

Até mesmo se o apoio dos EUA a esta abordagem de Israel quanto a Síria esteja ausente neste estágio, vale lembrar que cada contacto significativo árabe-israelense – como o das conversas de Dayan-Tohami em Marrocos que iniciaram o processo de paz Israel/Egito -, os contactos entre Ephraim Halevy, agindo em benefício de Yitzhak Rabin e o Rei Hussein, e os acadêmicos israelenses e palestinos que começaram a adiantar as coisas em Oslo, todos comoeçaram como canais de apoio de contactos que inicialmente foram mantidos secretos de Washington.

O apoio americano será crucial se e quando o acordo sírio-israelense seja finalmente concluido. Bashir al-Assad não prejudicará a sua aliança com o Irã em troca de meras promessas de uma retirada israelense das Colinas de Golan. Para que Bashir considere seriamente tais promessas é necessário obter garantias americanas. Tais garantias não serão dadas nos meses finais de Bush. Mas seja o que for que venha da atual rodada de conversas sírio-israelenses, o próximo Prsidente dos EUA seria bem aconselhado para se lembrar que Assad não é um ideólogo, e que ele pode ser induzido a um acordo compreensivo que serviria aos interesses americanos na região a pouco ou nenhum custo do prestígio ou Tesouro americano.

Published in: on maio 31, 2008 at 12:44 pm  Deixe um comentário  
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Novidades sobre uma Guerra ao Irã

Haverá uma Guerra contra o Irã?

de Michel Chossudovsky
14 de maio de 2008

A media tem deixado de cobrir as história das preparações de guerra americanas dirigidas contra o Irã. A cobertura de notícias das preparações de guerra patrocinadas pelos EUA em relação ao Irã começaram a emergir já em 2007 em esparsos relatos da imprensa.

Embora confirmados por documentos e relatos militares oficiais, a opinião pública tem grandemente sido mantida no escuro e desinformada quanto a estas preparações de guerra.

Uma guerra contra o Irã tem sido contemplada desde meados da década de 1990 como parte de um “sequenciamento” estratégico do teatro de operações. Durante o governo Clinton, o Comando Central dos EUA (USCENTCOM) tinha formulado “nos planos do teatro de guerra” invadir primeiro o Iraque e depois o Irã:

“Os amplos interesses de segurança nacional e objetivos expressados na Estratégia de Segurança Nacional [NSS] do Presidente e a Estratégia Militar Nacional (NMS) do Presidente formam a fundação da estratégia do teatro do Comando Central dos EUA. O NSS dirige a implementação de uma estratégia de contenção dupla de Estados Hostis do Iraque e do Irã já que estes Estados oferecem uma ameaça aos interesses dos EUA, para outros Estados da região, e para seus próprios cidadãos. A contenção dupla é destinada a manter o equilíbrio de poder na região sem depender do Iraque ou do Irã. A estratégia do teatro da USCENTCOM é baseada no interesse e focalizada na ameaça. O propósito do engajamento americano, como exposto no NSS, é proteger o interesse vital dos EUA na região – ininterruptamente, assegurando o acesso dos EUA e Aliados ao petróleo do Golfo.”

(USCENTCOM )

Consistente com o “sequenciamento” dos planos da CENTCOM de 1995, para alvejar o Irã, foram ativados sob o TIRANNT (Termo Próximo ao Teatro do Irã) no despertar imediato da invasão do Iraque em 2003. TIRANNT consistia em um tipo de análise de cenário modelo de um teatro de guerra dirigido contra o Irã. A análise, que envolveu militares seniores e especialistas de inteligência, consistiu em examinar diferentes cenários de teatro.

“A marinha, força aérea, o exército e os marines dos EUA tem todos preparado planos de batalha e passaram quatro anos construindo bases e treinando para a “Operação Liberdade Iraniana”. O Almirante Fallon, o novo chefe do Comando Central dos EUA [exonerou-se em março de 2008], tem herdado planos computadorizados sob o nome de TIRANNT.” (New Statesman, 19 de fevereiro de 2007)

O texto seguinte [em anexo] intitulado Ataque Planejado ao Irã pelos EUA e Israel, foi publicado a três anos atrás por Global Research em maio de 2005. Ele ressalta a fase mais inicial das preparações de guerra dos EUA/Israel em relação ao Irã. (veja )

Conquanto grande parte desta análise permaneça válida, o planejamento militar em relação ao Irãs está agora em um estágio muito mais avançado. Sobretudo, a estrutura das alianças militares subjacentes os planos do Pentágono também tem evoluido. A OTAN agora é parte da aliança militar.

Sob os auspícios da OTAN, em ligação com o Pentágono, forças britânicas, alemãs, turcas e francesas estão destinadas a terem um papel importante no caso de um ataque ao Irã e a Síria.

A este respeito, vale ressaltar que já em 2005, a OTAN e Israel tinham estabelecido as bases de um acordo de cooperação militar de longo alcance. Em troca, a Turquia que de um ponto de vista militar constitui uma força significativa dentro da OTAN, tem um compreensivo acordo de cooperação militar bilateral com Israel.

Segundo documentos militares e declarações, as forças americanas, israelenses e Aliadas estão “em avançado estado de prontidão”. De fato grande parte do planejamento de guerra já havia alcançado “um estágio avançado” em 2005.

Várias variáveis importantes entram em jogo na avaliação da possibilidade de uma guerra total contra o Irã.

“Um avançado estágio de prontidão” para atacar o Irã não significa que uma guerra realmente irá ocorrer. Alguns fatores importantes e compensatórios devem ser abordados.

o Bater dos Sabres

Fora uma guerra direta, as preparações de guerra patricinadas pelos EUA servem a vários outros objetivos da política externa.

A ameaça de guerra acoplada a preparação militar avançada é frequentementemente usada para intimidar países ao cumprimento, obriga-los a abrirem mão de sua soberania, abrir suas economias a investidores estrangeiros, privatizar e vender seus bens a companhias americanas etc. Estas ameaças somente serão eficazes se o país não tem a capacidade de se defender militarmente. A força de sua economia nacional é também uma maior consideração.

O bater dos sabres está em andamento em relação ao Irã. O objetivo máximo é subjugar o Irã como um poder regional e tomar posse de sua riqueza em petróleo, que constitui, aproximadamente, 10% das reservas totais mundiais.

Quais são as capacidades militares do Irã, principalmente sua habilidade de se defender e inflingir dano aos EUA e Forças Aliadas?

A resposta a esta questão envolve essencialmente dois aspectos.

Primeiro, o Irã tem um avançado sistema de defesa área, usando tecnologia iraniana e russa. Sobretudo, ele tem, segundo especialistas ocidentais, aperfeiçoado suas capacidades de mísseis balísticos na extensão em que é capaz de inflingir um dano significativo nas instalações militares americanas e Aliadas no Iraque, no Golfo Pérsico e em Israel.

Durante os últimos poucos anos, o Irã tem estado ativamente se preparando para um ataque patrocinado pelos EUA. Sobretudo, como resultado do aumento de seus rendimentos do petróleo, Terrã tem aperfeiçoado suas capacidades de financiar a prontidão de seus militares. A este respeito, o Irã está em uma situação muito diferente daquela do Iraque antes da invasão de 2003, alvejada pelos ataques aéreos anglo-americanos sob uma zona “de vôo proibido” acoplada a mais de dez anos de mortais sanções econômicas.

Os militares americanos estão plenamente cientes da possibilidade de escalada. Se extensos ataques aéreos fossem lançados, as convencionais forças iranianas imediatamente atravessariam as fronteiras para o Iraque e atacariam as instalações militares americanas. Isto é um dos fatores que tem contribuido para “colocar esta guerra na espera.”

Ao invés de extensos bombardeios que resultariam em retaliação, Washington pode decidir como primeiro passo uma campanha militar mais ampla para lançar limitados ataques aéreos, na presunção que o Irã não retaliaria. Segundo Philip Giraldi, o ataque seria o “mais preciso e imitado” quanto possível, pretendendo alvejar somente al-Qods e evitando baixas civis.” Antes de lançar um “ataque limitado”, os EUA tentariam assegurar, pela ameaça e negociações secretas, que a retaliação não ocorreria.

A Habilidade dos Militares Americanos em Lutar Guerras

O Almirante William Fallon, que recentemente foi despedido como Comandante do Comando Central dos EUA (USCENTCOM) estava agudamente ciente da habilidade iraniana em retaliar militarmente e inflingir perdas significativas aos EUA e as Forças de Coalisão. Este entendimento foi de fato comunicado no início dos cenários de guerra de 2003 sob TIRANNT.

Antes de sua demissão, Almirante Fallon minimizou a possibilidade de uma guerra com o Irã: ‘não vamos fazer ao Irã sob minha observação”.

O presidente da Junta de Chefes de Staff, o Almirante Michael Mullen, conquanto amplamente apoiador da Casa Branca de Bush-Cheney, tem oficialmente reconhecido a fraqueza dos militares americanos. As guerras no Iraque e no Afeganistão “podem ter condenado a habilidade militar de combater guerras contra maiores adversários – incluindo o Irã “ ( citado em Haaretz, 22 de outubro de 2007).

Em uma entrevista ao New York Times, Mullen declarou:

“…os riscos podem ser muito, muito altos…. Estamos em um conflito em dois países exatamente agora… Temos que ser incrivelmente judiosos sobre o potencial de de fato entrar em conflito com um terceiro país nesta parte do mundo.”

Estas declarações foram feitas bem no início de seu mandato como presidente da Junta de Chefes de Staff em outubro de 2007.

As hesitações de Mullen para fazer guerra ao Irã não são baseadas em uma instância política divergente, mas sobre uma avaliação realista das capacidades militares dos EUA. O Almirante Mullen reconhece que os militares americanos estão esticados em excesso e que em relação ao Iraque, os militares americanos estão enfrentando sérios problemas quanto ao recrutamento militar.

Sobretudo, taticamente reconhecido pelo Péntagono, as forças de coalisão e dos EUA estão enfrentando uma feroz resistência tanto no Afeganistão quanto no Iraque.

A indicação do General David Petraeus como Chefe do USCENTCOM

A indicação do General David Petraeus para chefe do Comando Central dos EUA (USCENTCOM) tem servido para neutralizar a potencial oposição dentro das Forças Armadas dos EUA. Isto reforça a habilidade do vice-presidente Cheney para um ataque e assegurar que os militares apoiarão completamente a administração Bush.

O objetivo é “preparar o Irã para o ataque” usando a alegada intervenção iraniana no Iraque como um pretexto e justificativa, “no solo que o Irã… é responsável por montar o número de mortes entres as tropas americanas no Iraque” (veja o Irã deve ser “preparado para ataque’ de Muriel Mirak-Weissbach, Global Research, Maio 2008). Irã é também acusado de intervir no Afeganistão e no Líbano. A este respeito, os ataques israelenses de 2006 ao Líbano são parte do mapa de estrada de ua guerra mais ampla dirigida contra om Irã e a Síria. (veja Mahdi D. Nazemroaya, Global Research, Maio de 2007)

Choques Armados no Líbano

Os recentes choques armados no Líbano se opondo ao Hizbollah para o movimento de 14 de maio apoiado americano-israelense, tem precipitado o país no caos. O combate irrompeu depois que o governo de Siniora pró americano anunciou uma medida de força sobre o Hizbollah.

Hizbollah tem tomado o controle de partes de Beirute Ocidental estabelecendo um estágio para que as “forças de paz” da OTAN intervenham dentro do Líbano. Um maior envolvimento da OTAN acoplado a militarização da inteira linha costeira do leste do mediterrâneo é uma parte integral do cenário de guerra Irã/Síria: o papel da “força de paz” das forças da OTAN, em benefício de Israel, alvejando a Síria bem como Hizbollah e Hamas.

Estes eventos recentes no Líbano tem sido desencadeados muito deliberadamente com o objetivo de desestabilizar o pais. Eles são parte do mapa rodoviário militar patrocinado pelos EUA; eles tem a intenção de estabelecer um estágio para uma confrontação coma Síria.

A Estrutura das Alianças Militares

A estrutura das alianças militares é crucial. Os aliados da América são Israel e OTAN.

Os aliados do Irã são China e Rússia e os Estados Membros da Cooperação de Xangai (SCO).

Tanto a China quanto a Rússia tem acordos militares bilaterais de cooperação de longo alcance com o Irã. Desde 2005, o Irã tem sido um membro com status de observador no SCO. Por sua vez, o SCO tem laços de Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO), um acordo entrelaçado de cooperação militar entre a Rússia, Armênia, Belarus, Usbequistão, Casaquistão, República da Quirguisia e Tajisquistão.

Em outubro de 2007, o CSTOe o SCO assinaram um Memorando de Entendimento lançando as fundações da cooperação militar entre as duas organizações. Este acordo SCO-CSTO, pouco mencionado pela imprensa ocidental, envolve a criação de uma completa aliança militar entre a China, a Rússia e os Estados membros de SCO/CSTO. Vale a pena mencionar que o SCTO e o SCO realizaram exercícios militares conjuntos em 2006, que coincidiram com aqueles realizados pelo Irã. (para detalhes posteriores veja Michel Chossudovsky, Russia and Central Asian Allies Conduct War Games in Response to US Threats, Global Research, Agosto de 2006)

No contexto dos planos de guerra dos EUA dirigidos contra o Irã, os EUA também pretendem enfraquecer os aliados do Irã, ou seja, a Rússia e a China. No caso da China, Washington está buscando interromper os laços bilaterais com o Irã bem como a aproximação do Irã da SCO, que tem sua sede em Beijing.

A este respeito, uma operação militar contra o Irã só pode ocorrer se a estrutura das alianças militares que ligam o Irã a China e a Rússia sejam significativamente enfraquecidas.

Há indicações que esta aliança militar eurasiana sob o SCO tem de fato sido fortalecida. Conquanto atualmente o Irã tenha na SCO um status de observador, o governo de Teerã tem indicado seu desejo de se tornar um membro pleno do SCO. Sobretudo, durante o ano passado, o Irã tem fortalecido seus laços bilaterais no campo da energia e do petróleo e oleodutos com a Índia, bem como com o Paquistão. O posicionamento da Índia ao lado do Irã no campo da energia e do petróleo é um outro fator que enfraquece a influência de Washington na região.

“O que Teerã está buscando é nada menos do que um plano para uma nova correlação na Eurásia, cuja colaboração no desenvolvimento da infraestrutura continental – energia nuclear, condutos de gás e petróleo, transporte – deve estabelecer a base econômica e portanto política, pra a verdadeira independência” (veja Muriel Mirak Weissbach, maio de 2008)

A História aponta para a importância das alianças militares. No presente contexto, os EUA e seus parceiros da OTAN estão buscando impedir a formação de uma coesiva aliança militar eurasiana SCO-CSTO, que efetivamente pode desafiar e conter o expansionismo militar dos EUA/OTAN na Eurásia, combinando capacidades militares não somente da Rússia e da China mas tamém daquelas várias antigas repúblicas soviéticas incluindo as citadas acima.

A decisão de ir a guerra: Não é uma escolha racional

A decisão de ir a guerra não é tomada pelo alto comando militar. A decisão de ir a guerra é tomada por civis.

Os militares americanos são caracterizados por uma hierarquia e estrutura de comando. As ordens vem de cima, emanadas do governo civil, no caso da administração Bush. Elas são transmitidas para baixo através da estrutura militar de comando. Uma vez seja dada a ordem de ir a guerra, ele não é discutida ou debatida; ela é cumprida pelos militares. Sobretudo, em toda probabilidade, implementar um “ataque preventivo” contra o Irã, a administração Bush contornaria o Congresso, em flagrante violação ao artigo I, Seção 8 da Constituição dos EUA.

Na prática, o Presidente e Comandante em Chefe, no caso George W. Bush, não decide. Ele também recebe ordens de cima. Ele segue os ditames de poderosos interesses financeiros e corporativos.

Esta guerra é dirigida pelo lucro. ‘A Guerra é boa para os negócios”. É uma operação que faz dinheiro. Resulta em lucros de bilhões de dólares para Wall Street, os gigantes do petróleo e o complexo industrial militar, sem mencionar os especuladores institucionais de petróleo, moeda e mercado de commodities.

O objetivo da guerra proposta é estender as fronteiras da economia capitalista global, eventualmente tomando o controle da riqueza do petróleo iraniano. As implicações mais amplas de uma guerra que use armas táticas nucleares em um teatro de guerra convencional não são uma preocupação para aqueles que decidem ir a guerra.

O Papel Central do Vice Presidente Dick Cheney

Em contraste com as administrações anteriores, o Vice Presidente tem desempenhado um papel central na administração Bush, colocando na sombra o ofício do presidente. Na prática, o Vice Presidente Cheney, apoiado por um exército de funcionários seniores e conselheiros leais, controla a Casa Branca. Ao mesmo tempo, Cheney é parte de um poderoso aparato corporativo, por meio de suas ligações com Halliburton e o papel que a Halliburton tem desempenhado na definição da direção do lucro derivado da agenda militar

Cheney tem pessoalmente desempenhado um papel chave na ativação dos planos de guerra dirigidos contra o Irã.

“No início do segundo mandato de Bush, o Vice Presidente Dick Cheney lançou uma bomba. Ele atingiu, não em termos incertos, que o “Irã estava no topo da lista” dos inimigos hostis da América, e que Israel, por assim dizer, “iria fazer os bombardeios para nós”, sem envolvimento nosso colocando pressão sobre eles “para fazer isto”.” (Michel Chossudovsky, Maio de 2005)

Cheney é de fato o Chefe de Estado, ele coloca na sombra George W. Bush, que é meramente figurativo. Mais recentemente, ele tem desempenhado um papel chave em pressionar os Estados árabes na linha de fronteira para apoiarem um “ataque preventivo” ao Irã.

Vice Presidente Cheney tem pouca preocupação com as prováveis consequências e a resultante perda de vidas que resultariam do uso de armas convencionais e nucleares. Ele está plenamente ciente que até mesmo um limitado ataque aéreo ao Irã contribuiria para desencadear uma guerra mais ampla no Oriente Médio e na Ásia Central, que se estenderia do leste do mediterrâneo a fronteira ocidental da China. Os vários cenários desta guerra mais ampla já tem sido visualizados.

A mais Séria Crise na História Moderna

Estamos na encruzilhada da mais séria crise da história moderna. Estes planos de guerra coincidem com um processo parelelo de reestruturação econômica e uma profunda depressão econômica mundial. A guerra e a globalização são processos intimamente relacionados. A militarização do Oriente Médio e da Ásia Central apoia o sistema global de “mercado livre” em novas fronteiras.

Por sua vez, a guerra tem elevado a crise econômica. A economia civil está entrando em colapso, colocada a sombra e condenada pelo crescimento dinâmico do complexo militar industrial, que em um sentido muito real produz “armas de destruição em massa.”Por sua vez, os concorrentes aumentos no preço do petróleo cru, o preço de alimentos básicos, por meio das atividades especulativas em uma maior troca de comodidades tem contribuido para o empobrecimento de milhões de pessoas.

“O movimento anti-guerra deve agir, consistentemente, para evitar que a próxima fase desta guerra aconteça. Isto não é uma matéria fácil. A sustentação de grandes demonstrações anti-guerra, por elas próprias, não reverterão a maré de guerra.
Oficiais de alto escalão da administração Bush, membros militares e do Congresso dos EUA tem tido garantida a autoridade para sustentar uma agenda ilegal de guerra. O que é necesário é que uma rede nacionalista,um movimento de massa a níveis nacional e internacional, que desafie a legitimidade dos atores militares e políticos, e que seja em última instância instrumental para desalojar aqueles que governam em nosso nome.
Criminosos de guerra ocupam posições de autoridade. A cidadania está galvanizada para apoiar os regentes, que estão “empenhados na própria segurança e bem estar”. Por meio da desinformação da media, é dado a guerra um mandato humanitário.
Para reverter esta maré de guerra, as bases militares devem ser fechadas, a máquina de guerra [a produção de sistemas avançados de armas] deve ser paralisada e o estado de polícia em florescência deve ser desmanetlado.
Os apoiadores corporativos e patrocinadores da guerra e dos crimes de guerra também devem ser alvejados, incluindo as companhias de petróleo, os contratados de defesa, as instituições financeiras e a media corporativa, que tem se tornado parte integral da máquina de propaganda da guerra.
O sentimento anti-guerra não desmantela a agenda da guerra. Os criminosos de guerra nos EUA, Israel e Bretanha devem ser removidos dos altos cargos.
O que é necessário é revelar a verdadeira face do Império Americano e a subjacente criminalização da política externa dos EUA, que usa a “guerra ao terrorismo” e a ameaça da Al Qaeda para galvanizar a opinião pública am apoio a uma agenda de guerra global” (Michel Chossudovsky, 1o. de maio de 2005)

Tecnologia de Microondas

Tecnologia de Microondas

A Tecnologia de Microondas e Seu Uso Contra a Humanidade

Temos estado lhes dizendo que a tecnologia avançada de microondas está sendo usada contra a raça humana. Temos recebido muitas batidas dos céticos, mas as coisas finalmente estão aparecendo sobre este assunto. Estamos aqui incluindo material que pode tornar as coisas mais claras.

No livro, “Cross Currents”, de Robert O. Becker, M.D. (Jeremy P. Tarcher, Inc., 5858 Wilshire Blvd., Suite 200, Los Angeles, CA, 90036), o autor cobre os perigos da radiação eletromagnética, bem como as promessas da eletro-medicina. O apêndice dele é “A Mão Oculta no Interruptor: Os Usos Militares do Espectro Eletromagnético”

Os Novos Campos Assassinos: Armas Eletromagnéticas

Conquanto os militares tenham vigorosamente negado a própria existência dos bio-efeitos da exposição ao campo eletromagnético, tais bio-efeitos estão atualmente sendo explorados como armas potenciais – armas com a vantagem enorme de serem completamente silenciosas e imperceptíveis.

O conceito de EMP [Pulso eletromagnético] tem sido estendido através do desenvolvimento de aparelhos que geram pulsos eletromagnéticos sem a necessidade de explosões nucleares. Tais aparelhos podem ser empregados para uso contra comandos inimigos e centros de controle e contra aeronaves para produzir a falha do equipamento eletrônico. Um derivativo deste programa é o HPM (microonda pulsada de alta energia), um sistema que produz pulsos de microondas intensos e extremamente curtos. Vários tipos, variando em frequência de 1200 MHz a 35 GHz com energia acima de 1000 megawatts, estão sendo testados. Estes também são considerados para uso potencial como armas contra seres humanos.

Um recente relato derivado do programa de testagem do Departamento de Pesquisa de Microonda do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed afirma, “A energia de microondas no alcance de 1 a 5 GHz, um importante alcance militar, penetra todos os sistemas de órgãos do corpo e assim põe em risco todos os sistemas.” Os efeitos sobre o sistema nervoso central são considerados muito importantes. O programa de testagem, que começou em 1986, foi dividido em quatro partes:
(1) efeitos imediatos de debilitação;
(2) efeitos imediatos de estimulação por meio auditivo;
(3) efeitos de interferência/parada de trabalho; e
(4) efeitos no estimulo do comportamento controlado.

O relato continua para afirmar, “Os pulsos de microondas parecem se acoplar ao sistema nervoso central e produzir um estímulo similar ao estímulo elétrico não relacionado ao calor”. Parece que o HPM é capaz de alterar o comportamento do mesmo modo da estimulação elétrica de Delgado.

A produção de alteração cognitiva e comportamental pela HPM [microonda pulsada de alta energia] é um efeito “de marreta” em comparação as sutis alterações produzidas pelos campos ELF [frequência extra baixa]. Segundo uma revisão de biotecnologia de 1982 da Força Aérea dos EUA, ELF tem um certo número de potenciais usos militares, inclusive “lidar com grupos terroristas, controle de multidão, controle de falhas na segurança de instalações militares e técnicas anti-pessoal na guerra tática”. O mesmo relato afirma, “Sistemas eletromagnéticos podem ser usados para produzir de media a severa interrupção psicológica ou interrupção da percepção ou desorientação. Elas são silenciosas, e as contra medidas para elas podem ser difíceis de serem desenvolvidas”.

PS: Ouvi da nossa estação de transmissão que os Laboratórios Nacionais de Los Alamos disseram que podiam fazer armas eletromagnéticas para colocar em estado de choque ou matar pessoas. Também que FEMA tinha um plano de lei marcial, e muitos helicóteros negros sem marcas que tem sido vistos especialmente no Colorado etc.

Descobri estas referências em “Cross Currents”:

Tyler, Paul E: “O Espectro Eletromagnético no Conflito de Baixa Intensidade”. No Conflito de Baixa Intensidade e Tecnologia Moderna, editado pelo Tenente Coronel David J. Dean, da Força Aérea dos EUA, Centro de Doutrina Aeroespacial, Pesquisa e Educação, Base da Força Aérea de Maxwell , Ala.: Air University Press, 1986. Este artigo discute o uso direto de campos eletromagnéticos contra pessoal.

“Departamento de Pesquisa de Microondas Walter Reed: Sua História e Missão [Parte I de duas partes].” Na Newsletter da Sociedade de Bioeletromagnática, jan/fev 1989. Discute a microonda e a energia pulsada na medida em que isto se relaciona ao uso anti-pessoal. A Sociedade de Bioeletromagnética tem fortes links com a Instituição militar e é considerada uma fonte de autoridade.

Steneck, Nicholas H. O Debate das Miroondas. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1984. História da Teconologia Militar de Microondas. Detalhes de projetos secretos apresentando riscos de radiação.

Implantes Militares e Teconologia de Microondas – depoimento de fonte desconhecida

Há atualmente um sistema eletrônico de controle mental extremamente eficaz e muito difícil de detectar. Isto está definitivamente sendo usado ao menos em uma pessoa na Califórnia e provavelmente em muitas mais na América. É mais provável que esteja sendo usado por membros do governo dos EUA [CIA, Departamento de Defesa, NSA], os Iluminattis, a Fraternidade, ou a secreta “Sociedade Grega”. Essencialmente, os grupos acima se entrelaçam e são vistos como ‘A Organização”. Eles são especialistas em sigilo, acobertamento, terrorismo e controle mental. Eles se vêem como “iluminados”. Eles são essencialmente criminosos organizados que cometem maciços abusos, terrorismo, tortura, controle mental, escravidão e assassinato.

Suas técnicas mais comuns são usar a modificação do comportamento e a hipnose em uma pessoa sob o gás éter ou outro anestésico geral. Isto faz com que a pessoa esteja extremamente sob controle mental quando lhe é dado um sinal pós hipnótico auditivo ou visual. Eles chamam a esta criação um “escravo” ou coloca-lo em um “sono grego”. Porque as técnicas e as drogas fazem com que a pessoa tenha uma amnésia completa para os comportamentos que foram instruídas a executarem enquanto em transe hipnótico. Então os membros da Organização financeiramente, mentalmente, fisicamente e sexualmente abusam da vítima ou “escravo”. Se a pessoa começa a recordar o condicionamento ou os abusos, lhe é dito que foi “apenas um sonho” ou “você está maluco”, isto não aconteceu. Frequentemente a vítima também recebe drogas bloqueadoras da memória e choques elétricos na cabeça para apagar as memórias.

A Organização usa extensamente as técnicas acima. Infelizmente, várias técnicas extremamente avançadas e sofisticadas tem sido desenvolvidas e utilizadas por vários anos:

1. Uma pessoa é colocada sob anestesia geral em um local cirúrgico. Isto geralmente é feito a noite, enquanto a vítima está dormindo. O gás éter é injetado no quarto da pessoa e a vítima é drogada e levada embora. Esta sedação involuntária e também como outros condicionamentos, tortura e abusos, são frequentemente realizados. Alternadamente, apenas é dito a vítima mentiras sobre a necessidade de uma cirurgia.

2. Uma incisão é feita exatamente atrás da orelha ou dentro do canal auditivo com técnicas de cirurgia plástica. Quando curado, parece uma dobra na pele. O procedimento completo é frequentemente realizado sem que a pessoa o perceba;

3. Incrivelmente, uma placa de eletrodo miniaturizada é inserida sob o crânio e perto do cérebro próximo da área pré-fala do cérebro. Ela tem sensores de microchips extremamente poderosos e pequenos, bateria e transmissor.

4. Os sensores-transmissores, que é uma micro-tecnologia do eletroencefalograma, lêem as ondas cerebrais e transmitem um sinal digital. O sinal é extraordinariamente forte para um aparelho tão pequeno. O sinal pode viajar várias milhas. Ele é captado por um receptor de retransmissão e transmitido a um computador onde instantaneamente o software lê os digitos e os convertem em linguagem. Tudo isto é feito na velocidade das ondas de rádio, ou na velocidade da luz.

5. Efetivamente, uma pessoa com implante involuntário tem cada pensamento lido sem saber disso. Parece ficção cientifica ou paranóia, não é? Mas isto não é ficção científica e não é produto de uma psicose. É absolutamente verdadeiro. A tecnologia é esta avançada, e a organização criminosa é que é psicopática. A Organização confia que isto pareça tão bizarro e odioso que ninguém acredite nisto. Qualquer um que revele seus métodos diabólicos é facilmente desacreditado, aterrorizado, controlado mentalmente ou assassinado pela Organização.

6. Acompanhando esta “leitura de pensamento” acima descrita, as técnicas são também de técnicas de “inserção de pensamentos”. O som subliminar de frequência muito baixa tem sido usado a anos para “inserir” idéias na mente de uma pessoa. Basicamente, os sons subliminares de frequência muito baixa são percebidos pela pessoa como seus próprios pensamentos. Isto contorna o sistema auditivo normal, mas o conteúdo das palavras é percebido. Porque isto é tão sutil, se a transmissão é feita na linguagem de primeira pessoa, uma pesoa desprevinida acha impossível descriminar a transmissão subliminar de seus próprios pensamentos.

Uma desvantagem da técnica de sons subliminares de frequência muito baixa é que outros na área também experimentam a mesma transisssão. Algumas vezes, as pessoas tem pensamentos simultâneos em uma situação, e isto pode refletir que alguém na área esteja usando a técnica de sons subliminares de frequência muito baixa.

7. Uma transmissão de som de controle mental é agora acompanhada por uma incrível técnica de rádio transmissão. Eles fazem uso de outra técnica cirúrgica para esta “inserção de pensamento”. A cirurgia plástica é usada para inserir um microchip receptor-transmissor sob a pele perto do tambor auditivo. Essencialmente, um é colocado perto de cada tambor auditivo, e por trás dos canais auditivos e assim não serão detectados. Uma transmissão de volume muito baixo é usada para que a pessoa não a perceba como som, mas como seus próprios pensamentos. Efetivamente, uma pessoa com implantes involuntários tem pensamentos inseridos sem saber disto.

8. Resumindo, há duas técnicas avançadas básicas:
1.) implante de leitura de pensamento.
2.) implante que insere pensamentos.

Juntamente com as técnicas padrão de controle mental há uma tecnologia completa e grave de escravidão humana. As cirurgias são feitas sob anestésicos gerais que frequentemente incluem tempo para que a incisão cicatrize. É dito a pessoa que ela teve uma gripe severa ou qualquer outra doença para justificar o tempo da inconsciência. Alternativamente, simplesmente mentem a vítima sobre a cirurgia. A vítima não sabe que tem implantes que lêem pensamentos ou os inserem eletronicamente. A pessoa nem mesmo sabe que tem implantes.

9. A maioria das pessoas não está familiarizada com os métodos da Organização e acham difícil acreditar nos fatos supramencionados. Tenho descoberto que muitas pessoas com quem tenho conversado e discutido os assuntos acima também são vítimas de terrorismo básico ou controle mental. Parte do processo do controle mental é condicionar tão fortemente as pessoas com a idéia que elas são psicóticas ou estão em perigo de pensar que estas coisas acontecem.

Há bombeiros, policiais, advogados, médicos, engenheiros, clérigos, professores, jornalistas e outros membros de comunidades que conspiram para cometerem atrocidades. Vítimas que de nada suspeitam são mantidas indefesas. A Organização não tem consciência e os atos dela são tão maus que é até mesmo difícil acreditar. Eles são muito sigilosos, bem organizados e tem a mais recente tecnologia. Os membros da Organização são extremamente profissionais na mentira, engano, despersonalização e controle mental.

Deus é minha testemunha, estou lhe dando a minha palavra que o descrito acima é verdade, até onde pude apurar.

Nome e endereço retirados

[Estamos tão impressionados com a narrativa de Mr..... - que telefonamos para a Califórnia e tivemos uma longa connversa com ele. Ele disse que como psicólogo, trabalhava com pessoas a beira ou já apresentando problemas emocionais relacionados aos ses empregos ou obrigações de trabalho. Sentimos que este homem é muito inteligente e sincero em seus esforços de educar o público sobre esta tecnologia e seu uso no público desavisado. O que você leu é apenas uma pequena porção do que temos reunido com a ajuda de Glenda Stocks sobre esta abordagem diabólica para escravizar a humanidade.]

Os Raios da Morte na Vida Real

de Joe Vialls

[O artigo seguinte é retirado da revista New Dawn - uma revista que expõe o consenso da realidade e pubica a informação suprimida. publicação 6; a subscrição por US$30 pode ser obtida de: GPO Box 3126FF, Melbourne, 3001, AUSTRALIA.]

Há uma evidência circunstancial muito forte que sugere que novas armas psicotrônicas tem sido desenvolvidas para “controlar” inocentes cidadãos sem o conhecimento ou o consentimento deles, com a pesquisa mostrando que os EUA lideram este campo. Tal armamento já existe em Pine Gap e Nurrungar e, se assim for, pretende ser usado contra os australianos exercendo seu direito democrático de protestar pacificamente?

A pesquisa no uso de ondas eletromagnéticas como armas potenciais para distorcer a percepção humana e/ou causar direto dano psicofisiológico começou pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Embora os oficiais da inteligência americana afirmassem que os soviéticos tinham a mão dominante neste campo, é significativo que os soviéticos tenham proposto o banimento total da guerra eletromagnética em uma das conversas sobre guerras. O equipamento já havia sido testado nos EUA em ratos a curto alcance, com sucesso induzindo náuseas, tumores e outros sintomas. Palestras fechadas em várias instituições de defesa dos EUA já tem discutido efeitos de frequências específicas que tem sido anotados na agenda para uso em situações operacionais. Em outras palavras, os americanos já sabiam exatamente que frequência aplicar para obter uma precisa reação dentro das áreas alvo do cérebro humano. Os EUA tem um problema com a testagem a nível humano. Tem sido afirmado claramente que a Casa Branca claramente recusou a solicitação da testagem em sujeitos humanos. Mas há afirmações contrárias que sustentam que a Casa Branca aprovou uma tal testagem, mas apenas em prisioneiros e não americanos.

Como Funcionam as Armas Psicotrônicas

Pela década de 1960, a pesquisa de armas tinha se partido em dois campos distintamente diferentes. O primeiro destes campos envolveu a operação de armas em frequências no mesmo nível da atividade elétrica do cérebro humano de 14 Hertz (ou 14 ciclos nos velhos valores). Estas eram e ainda são chamadas de ELF, frequência extraordinariamente baixa. O projeto era destinado a induzir doença ao desordenar os padrões elétricos em áreas específicas do cérebro, resultando em náusea, desfalecimento, ataque de pânico e possível inconsciência a curto alcance; depressão e outros sintomas a longo alcance. A ambição era identificar que precisa frequência era necessária para cada reação individual humana. Sob o governo Reagan, sob o projeto super secreto “Sleeping Beauty”, o Dr. Michael Persinger, neurologista chefe no Laboratório de Fisiologia Ambiental da Universidade Laurentian em Ontario, estava sendo discretamente custeado para encontrar as respostas. Usando o que são chamados de campos de baixa intensidade variáveis com o tempo em um alcance de frequêcia extremamente baixa de 1 a 10 hertz, Persinger foi consistemtemente capaz de manter doentes os ratos em uma gaiola. O campo ELF que ele gerou tem estimulado as células cerebrais MAST produtoras de histamina e induzindo uma náusea instantânea.

A pesquisa específica de armas ELF foi continuada pela Dra. Elizabeth Rauscher, uma física nuclear e chefe do Laboratório de Pesquisa Técnica em San Leandro, Califórnia. Rauscher já tinha identificado efeitos específicos de frequência para induzir não apenas náusea, mas também a sensação de felicidade, por exemplo. Claramente, Dra. Rauscher era uma entusiasta: “Dê-me dinheiro e três meses’, ela se gabava, “e eu serei capaz de afetar o comportamento de 80% das pessoas nesta cidade sem o conhecimento delas. Faze-las felizes ou ao menos pensarem que são felizes. Ou agressivas.”

Muito mais tarde, em março de 1984, o Capitão Paul Tyler, um médico da marinha americana responsável por toda a pesquisa sobre os efeitos da radiação em humanos, apresentou um trabalho no Centro para Doutrina Aeroespacial da Universidade Aérea. Tyler confirmou que “específicos efeitos biológicos podem ser alcançados” com campos eletromagnéticos. Ele deixou muito claro que os campos necessários já tinham sido identificados para uso operacional. Aparentemente, a maciça geração de energia necessária para a transmissão ELF ainda é um problema. Até onde se saiba, o “subterrâneo” dos EUA não está ciente de qualquer incidente comprovado onde ELF tenha sido usada contra o público em geral de maneira hostil. Existem de fato exemplos [de ambos os lados] onde transmissores maciços tem estado bombardeando áreas específicas dos EUA e da União Soviética por décadas. Estas áreas são tão grandes que se existem dados sobre efeitos a longo prazo, o “subterrâneo” não sabe acessa-los.

Persistem rumores não consubstanciados que o caça bombardeiro americano “stealth” F117A pode ser equipado com armamento ELF dentro de sua baia interna de bombas. Se este equipamento foi ou não utilizado contra alvos específicos no Iraque durante os ataques americanos, é desconhecido. Deve ser lembrado que as ondas ELF são invasivas. Diferentemente de EHF, que reflete as superfícies duras, ELF pode e deve penetrar substâncias extremamente densas, inclusive concreto reforçado. As medidas defensivas permanecem desconhecidas a nível geral conra este tipo de radiação, embora, presumidamene o chumbo (Pb) agiria como uma barreira eficaz .

O outro campo de pesquisa de armas diz respeito aquelas armas que operam em frequências micro ou milimétricas e também são chamadas de “Tecnologia de Microonda de Barreira de Guerra”. Tais armas operam no fim oposto dos comprimentos de ondas eletromagnéticas ELF, isto é, em Frequências Extraordinariamente Altas [EHF]. As microondas geralmente são usadas em conjuntos de radares e fornos de microondas, por exemplo. A principal vantagem da EHF sobre a ELF reside no fato de que suas transmissões são em linha direta e assim podem ser irradiadas com facilidade para áreas pequenas ou pequeninas. ELF, em comparação, tende a se espalhar amplamente.

As microondas são geradas por um aparelho chamado “Magnetron” no qual os elétrons, gerados por um catodo aquecido, são movidos para combinar a força de um campo magnético e elétrico. O catodo é um cilindro vazio com a parte externa recoberta de bário e emissores de óxido de estrôncio. Arranjado concentricamente ao redor da parte externa do catodo está um grande anodo cilindrico que contém um grande número de cavidades ressonantes, normalmente de um quarto de comprimento de onda, na superfície interna. Quando ligado, o magnetrom gera um campo elétrico radialmente entre o anodo e o catodo, enquanto que o campo magnético é coaxial ao catodo. O coinjunto completo então é lacrado dentro de um envelope de vácuo. O máximo output de energia é limitado pelo tamanho do magnetrom individual, mas a pesquisa indica que o maior pode gerar uma corrente de pulsos de microondas que podem ser focalizados do mesmo modo que as lentes de uma câmera – de ângulo ultra amplo a telefoto – criando a área ou capacidade de detalhar exatamente. Felizmente o magnetrom não é um aparelho pequeno. Fontes informadas indicam que um magnetrom portátil poderoso o bastante para prejudicar um grande grupo de demonstradores, por exemplo, requeriria um espaço igual a de um pequeno caminhão.

Quantidade de Danos

Walter Bowart, autor americano de “Operação Controle Mental”, afirma que por 1989, ao menos um grupo de demonstradoras femininas britânicas haviam sido expostas a Barreira de Guerra da variedade da tecnologia EHF. A afirmação de Bowart se alinha com a aprovação encoberta da Casa Branca para testagem em cidadãos não americanos. A afirmação dele ganhou credibilidade posterior pelos selvagens experimentos de controle mental custados pela CIA, e realizados pelo nótorio psiquiatra Ewen Cameron em canadenses em Montreal – mais uma vez em não americanos, e portanto, descartáveis. Os sintomas específicos apresentados pelas mulheres, que estavam demonstrando em comparação as armas nucleares americanas ou os resíduos na Grã Bretanha, foram os seguintes:

1. Anomalias nos ciclos menstruais;
2. Abortos expontâneos;
3. Outros problemas feneminos não especificados;
4. Queima da retina;
5. problemas do ouvido interno;
6. Rápido crescimento de tumores.

Ao tempo os demonstradores foram acampados por um longo período de tempo em tendas, indicativo do baixo nível do ângulo do bombardeio, destinado a produzir um severo desconforto a longo prazo, muito mais que um agudo desconforto ou morte a curto prazo.

Detetando as Armas

Infelizmente para as mulhers britânicas, nenhum aparelho estava disponível no mercado aberto para detectar qualquer forma de bombardeio psicotrônico. Na Austrália, tais aparelhos estão disponíveis por meio de Dick Smith e conhecidos como “Detectores de Vazamentos de Microondas”, e custam 23,95 dólares australianos. Eles foram originalmente projetados para serem usados ao redor do selo de borracha dos fornos de microondas para detectarem vazamentos potencialmente perigosos. Se um vazamento era encontrado, então o selo de borracha devia ser trocado imediatamente. O detector de vazamento de microondas é direcional e capaz de captar o output psicotrônico das microondas tão baixo quanto 1 milliwatt por centímetro quadrado. Em outras palavras, ele é muito sensível. A pesquisa médica nos EUA já tem provado que uma exposição sustentada a vazamentos de baixo nível dos fornos de microondas domésticos podem causar sérios problems aos olhos, inclusive cataratas. A pesquisa foi realizada com um grande grupo de mulheres que tinham sido expostas a um tal vazamento em um escritório plano aberto durante um período de muitos meses. O nível de dano em cada caso foi diretamente proporcional a distância do vazamento.

Defesa Contra a Psicotrônica

No caso das mulheres britânicas, Bowart sugeriu que elas cobrissem as tendas delas com folha metálica padrão para cozinha [papel laminado?]. Elas fizeram isto e os efeitos pararam imediatamente. Em níveis de energia a baixo e médio nível, o raio psicotrônico de microondas pode ser detido da mesma maneira como uma camada de papel laminado colocada sobre a comida no forno de microondas. Refletindo as ondas de volta e evitando que a comida cozinhe. O fato que o cozimento pelas microondas seja por meio da vibração das moléculas na comida até que elas se aqueçam, vai a um longo caminho para explicar os problemas de longo alcance vivenciados pelas demonstradoras britânicas.

O preciso dano neurológico discutido pelas forças armadas dos EUA se referem apenas as transmissões de ondas ELF, nos exatos comprimentos de onda testados. Os efeitos da EHF infelizmente são mais generalizados. Se demonstrados ao longo do perímetro de uma instalação americana, seria sábio ter uma duzia de rolos de folhas laminadas e um detector de microondas disponível, não importa quão tolo possa se sentir ao andar parecendo um robot brilhante prateado. Ao mesmo tempo, esteja ciente que qualquer transmissor de radar dentro da base também ativará o detector de microondas, mas somente se ele estiver em linha com o transmissor aéreo em questão.

Retirado de Orvotron, Newsletter bimensal, Março/Abril de 1994

Turquia e os Curdos

Uma Nova Guerra Fria Isola a América

A Turquia, afastada pelos EUA e União Européia busca apoio da Síria e do Irã.
26 de novembro de 2007

de Richard Walker

Como a busca da Turquia de se unir a União Européia se evapora, ela esta gradualmente voltando atrás do Ocidente a favor da parceria estratégica com o Irã e a Síria que tem demonstrado apoio a uma invasão turca do Iraque. Uma tal invasão viria a qualquer tempo, a despeito das alegações dos EUA para moderação quando o Primeiro Ministro Recep Tayyip Erdogan visitou Washington.

Ele foi avisado pelo governo de Bush que uma invasão do Iraque poderia levar a um conflito mis amplo que beneficiaria os inimigos dos EUA na região. Ao mesmo tempo, seu principal general, Yasar Buyukanit, disse aos jornalistas na capital turca, Ancara, que a Turquia era um grande Estdo e não precisava da aprovação de ninguém para invadir o Iraque.

Buyukanit disse que os EUA apenas haviam sido consultados sobre os planos turcos para evitar a possibilidade de “fogo amigo” entre os soldados americanos e turcos uma vez tenha começado a invasão. Tanto quanto lhe dizia erspeito, os planos de invasão estavam meramente esperando aprovação.

O Irã tem sabiamente armazenado o ódio turco em relação aos EUA ao persuadir os turcos que a América não tem feito o bastante para parar as guerrilhas curdas do Partido dos Trabalhadores Curdos [PKK] de atacarem a Turquia das montanhas fronteiriças ao norte do Iraque. O Irã partilha o desdém turco pelo PKK, o qual também tem realizado ataques dentro do Irã.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, tem admitido que seu governo tem realizado encontros com os turcos para discutir uma abordagem bilateral para combater a ameaça curda.

Em um fala, ao Primeiro Ministro turco, ele disse que o Irã entendia completamente a preocupação da Turquia com a ameaça contínua de dentro do Iraque. Ele se queixou que os EUA estavam fazendo um jogo duplo ao encobertamente apoiar os inssurgentes curdos para criar a desarmonia entre os Estados na região.

Em um movimento posterior que enraiveceu Washington, o Irã trouxe a Síria em uma mistura de encorajamento para alcançar a Turquia na questão do PKK. O Ministro do Exterior da Síria, Walid Mouallem, não perdeu tempo fazendo uma declaração que o país dele apoiava o direito da Turquia de atacar os terroristas do PKK que ameaçam não só a Turquia e o Irã, mas a Síria.

Por algum tempo, ests três países tem mantido um oho fechado sobre outros eventos no Iraque, especialmente os movimentos dos EUA para incorporar e rica cidade do petróleo, Kirkuk no Governo Regional Curdo, que é estreitamente ligado aos EUA.

Washington quer que os curdos controlem maciças reservas de petróleo no norte do Iraque, temendo que elas possam cair sob a jurisdição do futuro governo shiita iraquiano com estreitos links com o Irã.

O governo Bush irá a qualquer extensão para alcançar esta meta até mesmo se isto significar dividir o Iraque em três regiões: os curdos ao norte, os sunitas no centro e os shiitas na maioria ao sul. Enquanto o Irã está preocupado sobre Kirkuk ser transferida aos curdos, asim também está a Turquia, que tem avisado aos EUA que Kirkuk forneceria aos curdos os meios de criarem um Estado poderoso em suas fronteiras com o poder de alcançar milhões de curdos insatisfeitos residentes no Irã e na Turquia.

Com tudo isto, o Irã tem estado sabiamente cortejando a Turquia ao identificar as preocupações turcas com matérias que conflitam com a política dos EUA e Ocidental na região. Mas não é apenas neste nível que as duas nações tem crescido intimamente juntas. Eles tem se tornado sérios parceiros comerciais com níveis de comércio entre eles que agora ultrapassam a marca de 7 bilhões de dólares e esperam alcançar 15 bilhões de dólares em 2008/2009.

A Turquia também está negociando um conduto de gás natural do Irã para a Europa, tornando os países eurupeus menos dependentes dos suprimentos russos do Mar Cáspio. Isto ajudaria a fazer da Turquia um maior participante regional.

Talvez, seja apenas uma questão de tempo antes que a Turquia, enfrentando a rejeição da União Européia e uma tendência de décadas de regra secular, viraria seus olhos a leste, para o Mundo Islâmico em um esforço de se tornar um maior participante.Uma indicação de que isto esteja acontecendo foi o desenvolvimento do relacionamento com o Irã, que anteriormente havia sido um inimigo nos dias do Império Otomano quando os turcos limitaram a diseminação do que era então a regra persa da dinastia Safavi.

Um sinal seguro de que os EUA estão preocupados sobre a aiança da Turquia com o Irã foi a visita de 10 de novembro a Ancara do Rei Saudita Abdullah Aziz, um íntimo aliado dos EUA. A visita dele no ano passado foi a primeira de um regente saudita a mais de quatro décadas. A ironia de suas duas visitas não foi perdida pelos historiadores que ressaltaram que a Arábia Saudita tem estado no ápice da revolta árabe que levou ao colapso do Império Otomano, ainda que agora o rei saudita estava vindo socilitar a ajuda da Turquia para moderar a influência iraniana, que os sauditas, como os EUA e Israel, vêem como perniciosa. .

Até mesmo embora a visita dele recorresse a Washington, isto não obstante cimentou a avaliação turca que ele era um maior participante no mundo islâmico. Isto também demonstrou que os sauditas apoiavam a tendência turca para seularismo de melhores relações com o Islã. Abdullah cautelosamente expressou seus temores que a Turquia pudesse involuntariamente se tornar um meio para o Irã expandir a influência shiita as custas dos sunitas, a quem os sauditas apoiam. Mas ele foi cuidadoso em não se impor a Turquia.

Para ocultar o fato de que o Irã fosse a razão primária de sua visita de Estado, ele advogou mudanças regras que governam os números de peregrinos turcos permitidos a participarem do hajj religioso anualmente em Meca, que é controlado pela Arábia Saudita. No ano passado, quase meio milhão de turcos muçulmanos solicitaram fazer a peregrinação, mas os sauditas insistiram oficialmente em permitir apenas 70.000. Com as solicitações para o próximo ano que são esperadas chegarem perto de um milhão, o regente saudita prometeu negociar uma cota mais alta.

Mas a introdução da questão religiosa não obscureceu o fato de que a vigem do Rei Abdullah foi realizada em benefício dos EUA e de Israel, que tem estado liderando um clamor internacional para o isolamento total do Irã. Em um sinal de que a Turquia não estava preparada para tomar o caminho, o presidente do país, Abdul Gul, um mçulmano devoto, disse que o maior bem da Turquia era que podia servir como uma ponte entre a Europa e o Oriente. Em outras palavras, ela não serve a um mestre. Ele acrescentou que a nação dele era uma parte importante do mundo muçulmano e reverenciava as tradições do Oriente.

Isto era exatamente o que a Síria e o Irã queriam ouvir. Os sauditas devem se sentar e observar a política dos EUA vis-a-vis o norte curdo do Iraque, preocupados se estão em conflito com os interesses turcos, e os turcos fiquem até mesmo mais próximos do Irã e da Síria.

Richard Walker é o nome ficticio de um antigo produtor de notícias da corrente principal que agora escreve para a AFP, e assim ele pode expor este tipo de matéria que ele era proibido de cobrir na imprensa controlada.

Published in: on maio 29, 2008 at 12:25 pm  Comments (2)  
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Fadas?…

O Estranho e InexplicadoFadas

[- Tradições e Avistamentos -]

Quando ele andava em uma isolada estrada do interior, perto de Barron, Wisconsin, em uma noite de verão de 1919, o jovem de 13 anos Harry Anderson viu algo distintamente estranho. Vinte pequenos homens, alinhados em uma fila única e indo na sua direção; eles estavam visíveis a luz da lua. Até mesmo quando passaram por ele, não lhe prestaram atenção. O jovem Anderson percebeu que estavam vestidos em calças de couro até os joelhos e que tinham suspensórios. Não usavam camisas, eram carecas e sua pele era branca pálida. Embora todos eles fizessem sons de resmungos, não pareciam se comunicar entre eles. Aterrorizado, Anderson continuou seu caminho e não olhou para trás. Este encontro bizarro permaneceu vívido em sua memória pelo resto da vida.

Para a maioria das pessoas do mundo ocidental, as fadas nada mais são do que invenções da imaginação sentimental, apropriadas para o entretenimento infantil, no qual elas são retratadas quase que invariavelmente como pequeninas, aladas e de bom coração. Esta versão de fada tem raízes na literatura romântica, não nas tradições populares mundiais, nas quais as crenças referentes a raças ocultas que partilham a Terra conosco tem existido pela maior parte da história humana.

A Tradição e Seus Mistérios

A um ou dois séculos atrás, Harry Anderson, que não sabia mais do que o fato de que as figuras que ele encontrou eram estranhas demais, teria tido poucas dúvidas sobre a identididade delas. Isto seria particularmente verdadeiro se ele vivesse em um país celta, cujas estradas, rochas, cavernas, campos, rios, lagos e florestas – como a opinião comum atestava – eram infestados por entidades de um tal temperamento volátil, que somente o ignorante e o descuidado as chamavam de “fadas”, porque elas não gostavam de ouvir seus próprio nomes serem ditos. Porque uma delas podia ser ouvida a algum tempo, o povo rural empregava vários eufemismos tais como “boas pessoas”, “os aristocratas”, “o povo honesto” e a “boa tribo” e outros elogios calculados muito mais do que incorrer no risco da ofensa. Como escreveu o Rev. Robert Kirk, um cronista do século XVII e um fiel crente nas fadas: ” Irlandeses… abençoe todas elas de quem temam o dano”

A fé nas fadas populou o mundo com uma desconcertante variedade de entidades, até mesmo dentro de uma única região. Não obstante, as fadas podem ser contadas mais ou menos de forma humana, embora algumas vezes mais altas ou mais baixas (nunca, contudo, possuindo asas), e grande parte de seus comportamento era reconhecidamente humano. Elas tinham governos, sociedades, divisões de trabalho, arte e música, e conflitos. Elas se casavam, tinham filhos, faziam guerra e morriam. Ao mesmo tempo elas possuiam poderes sobrenaturais que as tornavam, na melhor das hipóteses, imprevisíveis e, na pior, perigosas. Poucas pessoas desejavam a companhia das fadas e a maioria se afastava do caminho delas.

As origens da fé em fadas são obscuras e por enquanto desconhecidas (Stewart Sanderson caracteriza a crença em fadas como “um dos mais difíceis problemas no estudo do folclore“). Os estudiosos do folclore e os antropologistas tem teorizado que as fadas originais eram membros de raças conquistadas que tomaram as montanhas e cujos descendentes eram vistos em raras ocasiões, para serem confundidos com seres sobrenaturais. Também tem sido sugerido que as fadas sejam remanescentes dos velhos deuses e espíritos que a cristandade desalojou, mas que sobreviveram na crença popular como seres imateriais de um escalão inferior ao de Deus, Jesus e o Espírito Santo. Alguns escritores tem sugerido que a fé em fadas seja toda remanescente de um antigo culto dos mortos; de fato, os mortos algumas vezes eram ditos aparecerem na companhia de fadas. Uma opinião moderna em moda, expressada pelo estudioso de folclore Alan Bruford, sustenta que as fadas “representam na forma antropomórfica o misterioso e o espiritual na natureza selvagem, a parte do mundo que está além do entendimento da humanidade”.

Fora das especulações dos eruditos, da explicação da tradição popular, especialmente nos países cristãos, frequentemente associavam as fadas aos anjos caídos. Tudo o que é conhecido com alguma certeza é que seja da onde for que elas tenham vindo, as crenças nas fadas existem em toda sociedade tradicional.

As fadas aparecem mais proeminentemente em mitos, histórias, e lendas que os folcloristas tem coletado no campo ou descoberto em arcaicas fontes impressas.Um dos grandes estudos iniciais foi o de “The Secret Common-Wealth” de Robert Kirk (1691). Kirk, um clérigo presbiteriano que serviu nas Terras Altas da Escócia e que tinha um apurado interesse na lenda sobrenatural da região, estava convencido da realidade das fadas. Afinal, ele perguntou, como poderia uma crença tão disseminada, até mesmo se “nem a décima parte fosse verdadeira, ainda que não pudesse nascer de nada?” Ele conduziu suas buscas na assunção que uma vez ele tivesse bastante informação, ele poderia acuradamente descrever a natureza da vida das fadas nos menores detalhes.

Segundo Kirk, fadas eram “uma natureza média entre os homens e os anjos” com corpos “de alguma forma da natureza de uma nuvem condensada”. Elas se vestiam e falavam como as pessoas do país onde viviam. Algumas vezes ao passar, as fadas podiam ser ouvidas embora não fossem vistas. Elas viajavam frequentemente, normalmente pelo ar, podiam roubar qualquer coisa que quisesem [de comida a bebês humanos] e não tinham qualquer religião em particular. Os mortais com uma ‘segunda visão” [clarividência] eram mais prováveis de vê-las, já que normalmente elas eram invisíveis ao olho humano. De fato, a palavra “fairy” vem de uma palavra muito mais antiga, “faierie”, que significa um estado de encantamento, muito mais do que uma entidade sobrenatural individual.

Poucos eruditos modernos tem admitido a crença em fadas. A maior exceção foi W. Y. EvansWentz, autor do bem visto “The Fairy-Faith in Celtic Countries”, originalmente publicado em 1911. Evans-Wentz, um antropólogo de religião e com um Ph.D. da Universidade de Oxford, viajou pelas ilhas britânicas e a Bretanha e a costa noroeste da França e relatou os resultados em um grosso livro que permanece um clássico para os estudos de folclore. Além de documentar o que permaneceu na tradição oral da crença nas fadas, o autor, que também estava interessado na religião oriental e no ocultismo ocidental, declarou que “podemos postular cientificamente, na mostragem dos dados da pesquisa psíquica, a existência de tais inteligências invisíveis como deuses, gênios, demônios, todos os tipos de verdadeiras fadas e homens saídos do corpo”.

Mas até mesmo aqueles possuídos pela voltade de fazer este salto de fé – que não era pequeno -, geralmente se encontraram presos pelo fato de que quando consideravam em sua inteireza, as tradições das fadas são tão irrefreavelmente complexas, variadas, e fantásticas para que se some algo coerente. Alguém que ler a vasta literatura da história tradicional das fadas, pensa mais prontamente de divagações da imaginação humana do que em istérios do mundo invisível. Sobretudo, qualquer um voluntário para abraçar as fadas também tem que contemplar a possibilidade, da evidência não muito pior, que deuses, sereias, gigantes e monstros que mudam de forma, lobisomens e outras criaturas folclóricas possam existir. O senso comum nos adverte que é melhor estabelecer uma linha mais cedo do que tarde demais.

Ainda que o mistério permaneça. Até mesmo se não reuna quantidade de evidência para a crença ultra-extraordinária e inatamente inacreditável que um reino de fadas realmente exista, elas necessariamente não reduzem as respostas simples também. As pessoas vêem, ou pensam que vêem, todos os tipos de coisas estranhas, e entre estas coisas estranhas as pessoas pensam que vêem fadas. Estes avistamentos continuam até mesmo na ausência de uma acompanhante fé em fadas, como a história de Harry Anderson indica. É provável que nas sociedades tradicionais onde as fadas eram acreditadas, ao menos em parte, porque elas eram vistas. As fadas não existiam, em outras palavras, somente nas histórias; elas também existiam no que era acreditado serem experiências.

Como escreveu o grande folclorista irlandês Douglas Hyde, “As histórias populares… não devem ser confundidas com a crença popular… a história é algo muito mais intrincado, complicado e de exercício de pensamento do que a crença. Podemos facilmente distinguir entre os dois. Um (a crença) é curta, conversacional, principalmente relacionada a pessoas reais e não contém uma grande sequência de incidentes, enquando a outra (a história popular) é longa, complicada, mais ou menos convencional, e acima de tudo tem seu interesse agrupado ao redor de uma figura central, que é o herói ou heroína.” O que Hyde chama de “crenças” outros chamariam de “avistamentos.”

Para Evans-Wentz, o poeta W. B. Yeats (que escreveu eloquentemente sobre as tradições irlandesas das fadas e encontros em “The Celtic Twilight” [1893,1921 e outros lugares), e para o historiador moderno oculto Leslie Shepard, estes "avistamentos" são suficientes para estabelecer a existência de um mundo das fadas, localizado em um tipo de quarta dimensão ou realidade paralela. Para folcloristas tais como Stewart Sanderson e Katharine Briggs, os "avistamentos" são percebidos fugazmente e passam, sem reflexão posterior impressa, para os parapsicólogos, que pela parte deles mostram aparentemente interesse zero na questão.

Para o cientista comportamental David J. Hufford, um ceticismo radical, que parece até mesmo tentativas "científicas" para explicar crenças sobreaturais como contaminados por preconceitos culturais não examinados que podem eles próprios não ser mais do que expressão de fé, exige que reconheçamos as limitações do nosso conhecimento sobre alguns aspectos da experiência humana. Em uma critica da literatura acadêmica que busca desmentir o testemunho sobre encontros anômalos, Hufford escreve que "pode-se prontamente encontrar apelos a autoridade, falácias post hoc, argumentos ad hominem e um grupo completo de outros erros informais. Não obstante, por causa que esta dimensão indutiva da erudição é menos frequentemente explicitamente apresentada para exame, e por causa que grande parte do trabalho de estruturar as questões e estabelecer as fronteiras do discurso da erudição sobre o "sobrenatural" foram grandemente estabelecidas em algum lugar a várias gerações atrás... um número de séculos atrás... a parcialidade sistemática desta tradição opera quase que invisivelmente hoje."

Em resumo, nenhuma explicação, foi convencionalmente crédula ou cética, quando se propôs a oferecer a explicação final para estas narrativas, responder todas as perguntas de modo totalmente convincente. Até mesmo se não compreendemos as causas subjacentes - sejam elas psicológicas ou paranormais -, destas histórias, não nos parará de nos surpreendermos com elas, simplesmente como histórias. Por agora, afinal, isto é tudo o que temos a fazer com elas.

Avistamentos e Audições

Um exemplo de tipos de narrativas de primeira mão que os folcloristas coletaram enquanto a fé nas fadas ainda vivia foi relatada a Lady Campbell por um velho e cego fazendeiro irlandês. O fazendeiro declarou que anos antes ele havia capturado uma fada, uma figura de 61 centímetros de altura usando uma capa vermelha, sapatos verdes e botas e tendo uma complexão escura mas nítida.

"Eu o agarrei bem dentro dos meus bracos e o levei para casa, " relatou o fazendeiro, "chamei minha mulher para olhar o que eu havia trazido. "Que boneca é esta aí?", ela gritou. "Um ser vivo", eu disse e o coloquei no armário. Temiamos o perder; mantinhamos a porta trancada. Ele falava e resmungava para ele mesmo palavras estranhas... Podia ter sido perto de quinze dias que já tinhamos a fada quando disse a minha mulher, "Certamente, se mostrarmos isto na grande cidade ficaremos ricos". Assim, o colocamos em uma gaiola. A noite deixariamos a gaiola aberta e o ouviriamos se agitando pela casa... Nós o alimentávamos com pão, arroz e leite de um copo na ponta de uma colher."

Logo,contudo, a fada escapou. Não muito depois, o homem ficou cego, e a fortuna do casal declinou - uma situação que ele atribuia a retribuição da fada.

Um outro episódio anterior de fadas teve um final mais feliz. O seguinte é um texto de uma declaração juramentada de um clérigo sueco do século XVII, P. Rahm:

"No ano de 1660, quando eu e minha mulher tinhamos ido a minha fazenda, que fica a três quartos de milha da casa paroquial de Ragunda, e estávamos sentados conversando por um tempo, já no cair da noite, veio um pequeno homem na porta e pediu a minha mulher para ir ajudar a esposa dele, que estava em trabalho de parto. Ele era de pequeno tamanho, de uma complexão escura, e estava vestido com velhas roupas cinza. Minha mulher e eu sentamos por um tempo e ficamos nos perguntando sobre o homem; estávamos cientes que se ele fosse um Troll, e tinhamos ouvido falar disso bastante, chamados pelos camponeses de 'Vettar' [espíritos], sempre costumavam manter-se nas casas de fazendas, quando o povo saia para o tempo das colheitas. Mas quanto ele havia feito sua solicitação quatro ou cinco vezes, pensamos no mal que o povo rural dizia que ele tem as vezes sofrido dos Vettar, quando eles tem uma chance de amaldiçoa-los, ou com palavras não civilizadas manda-los para o inferno. Tomei a resolução de ler algumas preces para minha mulher e abençoa-la e pedir em nome de Deus que fosse com ele. Ela apressadamente levou algum linho com ela e foi com ele, e eu fiquei sentado lá. Quando ela voltou, ela disse que quando chegou com o homem no portão, parecia como se ela fosse levada muito tempo pelo vento e assim ela chegou a uma sala onde de um lado havia uma pequena câmara escura na qual a esposa dele estava na cama, em grande agonia. Minha mulher foi até ela e depois de pouco tempo, a ajudou até que ele desse a luz uma crinça, da mesma maneira que outros seres humanos. O homem então ofereceu a ela comida e quando ela recusou, ele agradeceu a ela e a acompanhou de volta e a trouxe do mesmo modo pelo vento e, novamente, quando chegaram ao portão, eram exatamente 10 horas. Enquanto isto, uma quantidade de velhas peças e pedaços de prata foram deixados na prateleira, na sala de estar, e a minha mulher as encontrou no dia seguinte, quando estava arrumando a sala. É suposto que elas foram colocadas lá pelo Vettar. É verdade que isto aconteceu assim, eu testemunhei, ao escrever meu nome. Ragunda, 12 de abril de 1671.”

Mari Sion de Llanddeusant, Anglesey, Gales, contou a um folclorista sobre sua própria experiência no início do século XX com uma família de fadas. Em uma noite a luz da lua, ela relatou, ela, o marido dela e seus filhos ouviram bater na porta enquanto estavam sentados perto da lareira. Quem batia mostrou ser um pequenino homem, uma mulher e um bebê. O homem tinha apenas 61 centímetros e era o mais alto de todos. “Devo ser grata pelo empréstimo de uma tijela de água e um carvão para o fogo”, a mulher disse. “Gostaria de banhar esta pequena criança. Não quero que eles o façam uma vez. Devemos voltar depois que vocês tiverem ido para a cama’. “

Mrs. Sion deixou os materiais requisitados antes que ela e sua família se retirassem. Durante a noite eles podiam ouvir as indas e vindas das pequenas pessoas. Na manhã a família encontrou tudo em ordem, exceto que a tijela estava virada para baixo. Ao levantar a tijela, a família encontrou quatro shillings.

Edward Williams, um proeminente clérigo britânico do século XVIII, escreveu em 1757, que quando ele tinha sete anos, ele e outras crianças estavam brincando em um campo em Gales quando eles viram, a distância de 100 jardas, sete ou oito pequeninos pares vestidos de vermelho, cada um carregando um lenço branco na mão. Um dos pequeninos homens caçou as crianças e quase que pegou uma, que segundo e Williams, teve “uma visão completa e nítida deste velho, de tez escura e compleição amarga” pouco antes de conseguir escapar. Durante a caçada outras figuras gritavam ao perseguidor em uma lingua desconhecida. Este incidente intrigou o Dr. Williams por toda sua vida, e ele concluiu, “Sou forçado a classificar isto entre meus não conhecidos.”

O Rev. Sabine Baring-Gould, o historiador e folclorista vitoriano, escreveu que quando tinha quatro anos de idade e viajava em uma carruagem com seus pais, “vi legiões de anões de 61 centimetros correndo ao lado dos cavalos; alguns se sentavam rindo na trave, alguns estavam se misturando aos arreios para chegar nos lombos dos cavalos”. Seus pais não viram nada. Baring-Gould também recordou um encontro que sua esposa vivenciou quando tinha 15 anos e andava em uma alameda em Yorkshire. Lá ela localizou “um pequeno homem verde, perfeitamente bem feito, que olhava para ela com seus olhos de contas negras. Ela estava tão assustada que correu para casa”. Os avistamentos de fadas evidentemente correram na família. Um de seus filhos tinha ido colher “peapods” no jardim quando, assim ele informou aos pais, ele observou “um pequeno homem usando uma capa vermelha, jaqueta verde e calções marrons até os joelhos, cuja face era velha e pálida, e que tinha uma barba cinza e olhos tão negros e duros quanto o fruto do abrunheiro. Ele encarou tão intensamente o garoto que o último saiu correndo.”

T. C. Kermode, um membro do parlamento da Ilha de Man, dise a Evans-Wentz, “Aproximadamente a uns quarenta anos, em uma noite de outubro, eu e outro jovem homem estavamos indo a um tipo de casa de colheita de Manx em Cronk-a Voddy. Na estrada Glen Helen, exatamente em Beary Farm, quando andávamos conversando, meu amigo pareceu olhar para o outro lado do rio e disse: “Oh, olhe, há fadas. Você já as viu?” Olhei para o outro lado do rio e vi um círculo de luz sobrenatural… o ponto onde a luz apareceu era um espaço chato rodeado por todos os lados se afastando do rio por bancos formados por montanhas baixas: e neste espaço e no círculo de luz, aparentemente rodeado por todos os lados, eu vi vindo aos dois e três uma grande multidão de pequenos seres, menores que Tom Polegar e sua esposa. Eles se moviam para frente e para trás no círculo de luz, na medida em que formavam como tropas em exercício. Eu tentei chegar mais perto deles mas meu amigo disse, “Não, estou indo para a festa “Então depois que haviamos olhado para eles por uns poucos minutos, meu amigo foi batido na margem da estrada com um galho e gritou, e perdemos a visão e a luz desapareceu.”

Uma noite de 1842, segundo uma narrativa que ele deu a um historiador local, um mercador na Inglaterra estava passando por um prado em seu caminho para casa quando viu fadas a luz da lua.

Podia ser uma dúzia delas; as mais altas tendo aproximadamente 90 centímetros e as menores do tamanho de bonecas.Suas roupas cintilavam como se com lantejoulas… Elas se moviam em roda, de mãos dadas em um anel e não vinha qualquer barulho delas. Elas pareciam luz e sombra, não como corpos sólidos. Eu passei, dizendo, “oh, Senhor, tenha misericórdia de mim”, mas elas devem ser apenas fadas e estando só no caminho pelo campo pode ve-las tão bem quando eu as vi. Eu olhei depois delas quando passei, e elas estavam lá se movendo da mesma maneira e girando. Corri até em casa e chamei três mulheres para voltarem comigo e verem. Mas quando chegamos ao local todas elas tinham ido embora. Eu não podia lembrar nada das faces delas porque não gosto de encarar as pessoas. Eu estava bem sóbrio naquele dia.

Mais de um século mais tarde, em 30 de abril de 1973, uma educada mulher de Londres chamada Mary Treadgold estava viajando de ônibus pelas Terras Altas da Escócia. Perto da cidade de Mull, o ônibus se espremeu do lado da estrada estreita para deixar passar um carro que vinha na direção contrária, e Treadgold preguiçosamente olhou pela janela para um espaço de turfa. Lá, de pé em frente a uma moita de arbustos, estava “uma pequena figura de apoximadamente 45 centímetros, um jovem homem com seu pé sobre uma pá, pego [congelado como um pássaro ou um esquilo na abordagem de algo estranho] no ato de cavar”, ela relatou. “Ele tinha uma face diminuida, agradável [o que eu saberia novamennte], cabelo encaracolado, espesso e marrom, estava vestido em um tipo de avental e suspensório de um azul brilhante, com uma camisa muito branca e com as mangas enroladas. Um saco aberto, também em miniatura estava do lado dele.” Ele enfaticamente não era um anão, nem uma criança nem [ao menos como a sugestão desesperada de um cético], um gnomo plástico de jardim. Elwe era umser vivo perfeitamente formado como qualquer um de nós, somente em miniatura. A figura foi perdida de vista depois que o ônibus retomou sua jornada.

“Quando voltei para casa,” Treadgold escreveu, “Perguntei a uma conhecida das Terras Altas que me disse que os amigos dela tinham visto pequenas pessoas similares em Mull, e que Mull era conhecida por isto. Ela acrescentou que as pessoas pequenas eram geralmente pálidas [não me recordo disto particularmente] e muito brilhantes. Isto eu me recordo no brilho dos cabelos e das roupas, e na aparência geral de energia e alerta.

Em ocasiões, colecionadores do folclore tem tido experiências consistentes com as manifestações locais das fadas. Sir Walter Scott se queixou de um correspondente educado que, embora “um erudito e um cavalheiro” tinha confessado que “frequentemente” ele tinha visto “a impressão de pequenos pés na neve” e uma vez “pensou ter ouvido um assovio, como dentro de meu ouvido, quando ninguém estava perto de mim”. Scott estabeleceu que estas presumidas ilusões se deviam ao “efeito contagioso da atmosfera supersticiosa” . O antiquário George Waldron [o correspondente] tinha vivido por muito tempo entre Manx, que ele “quase foi persuadido a acreditar em suas lendas.” John Cuthbert Lawson, que estudou pela virada do século as tradições rurais gregas, incluindo as crenças em altas fadas conhecidas como Nereides, ressaltou “o maravilhoso acordo entre as testemunhas na descrição da aparência e vestimenta delas. Eu próprio, uma vez tive uma Nereide me mostrada por meu guia e certamente era a aparência de uma figura femenina drapejada de branco e alta, além da estatura humana, sentada ao por do sol entre raízes nodosas e retorcidas de um velho campo de olivas. Quando a aparição se foi, não tive descanso para investigar, porque meu guia com muitos sinais da cruz e murmurando evocações a Virgem, encaminhou a minha mula em pressa perigosa pelo árduo caminho montanhoso”.

Muitas pessoas afirmam terem ouvido a música das fadas.O violinista de Manx, William, jurou que ele ouviu musica se emanando de um iluminadamente brilhante palácio de vidro que ele encontrou uma noite em um vale da montanha. Ele parou e escutou, então voltou para casa e aprendeu a sinfonia que ele realizou amplamente. No verão de 1922, enquanto sentava-se nos bancos do rio Teign em Dartmoor, na Inglaterra, o compositor Thomas Wood ouviu uma estranha voz o chamando pelo seu primeiro nome. Embora ele procurasse com pequenos binóculos, ele não pode encontrar a fonte. Então ele ouviu “acima de sua cabeça, leve como um suspiro,” então até mesmo mais alto, “música no ar. Isto durou 20 minutos”, ele escreveu ao escritor Harold T. Wilkins. “conjuntos portáteis sem fio eram desconhecidos em 1922… esta música era esencialmente harmônica, não uma melodia e nem o ar. Soava como o tecer junto de tenuos sons das fadas”. Ouvindo atenciosamente, ele escreveu as notas. Em 1972, enquando percorria o litoral de uma península nas Terras Altas da Escócia Ocidental, o cantor folk americano Artie Traum ouviu vozes sem corpo cantando “corra, homem, corra” em uma estranha harmonia de som de violinos e flautas. Quando Traum fugiu entre os arbustos vizinhos, ele ouviu sons de mato se quebrando e um grande movimento. Tudo enquanto, ele se recorda, “minha cabeça estava inundada de milhares de vozes, milhares de palavras que não faziam sentido’. As vozes se calaram quando ele encontrou seu caminho de volta para o ar aberto.

Embora quase extinta no ocidente, a fé nas fadas em sua forma mais tradicional vive na Islândia, onde uma pesquisa da Universidade da Islândia alguns anos atrás, indicaram que 55% das pessoas consideram a realidade dos elfos (huldufolk, ou “povo oculto”) certa, provável ou possível e somente 10% rejeita a noção como completamente fora de questão. A crença é tão forte que projetos de construção e de estradas são algumas vezes retardados para acomodar os desejos do povo invisível que habita nos campos, florestas, rochas e baías. Em tais casos, psíquicos são chamados para negociar. Como com outras fadas, as entidades não são sempre invisíveis a percepção humana normal. Um artigo de 1990 de Wall Street Journal observa que “humanos e elfos geralmente vão bem. Parteiras tem contado [ao folclorista Hallfredur] Eiriksson sobre fazer o parto de bebês elfos. Fazendeiros dizem ter tirado leite de vacas dos elfos. Algumas vezes, os dois povos se apaixonam, embora estes assuntos do coração frequentemente terminem mal”.

Fadas ou humanóides?

Em 1938 a Irish Press de Dublin relatou, “A observação de fadas tem saltado para uma repentina popularidade em West Limerick.” Há um certo número de homens e garotos que disseram terem visto grupos de fadas e até mesmo as caçado, sem resultado: elas pulam valas tão rapidamente como se fossem cães greyhound,” declarou uma testemunha. Todos no entanto, “pensam que elas passam por bordas, valas e pântanos e reaparecem claras e limpas todo o tempo.” As figuras tinham ” faces duras e peludas como homens e não tinham orelhas’.

A excitação começou quando um garoto de escola chamado John Keely encontrou um homem de 60 centimetros, vestido com roupas vermelhas, em uma estrada. Perguntado de onde ele era, o gnomo respondeu secamente, “sou das montanhas e é tudo igual para você o que seja o meu negócio”. O menino alertou os amigos e conhecidos, que no dia seguinte voltaram com Keely e se esconderam nos arbustos, na medida em que ele se aproximava com uma companhia de fadas, deixando que uma delas pegasse a mão dele. Eles andaram por algum tempo até que as fadas localizaram os seres humanos nos arbustos e fugiram.

Se este incidente tivesse ocorrido uma década mais tarde em algum lugar diferente da Irlanda, teria sido relatado como um incidente com ocupantes UFO. (Em novembro de 1959, segundo o Belfast Telegraph, um homem movendo um grande arbusto com uma escavadeira em uma fazenda no Condado de Carlow ficou atônito ao ver um homem vermelho de aproximadamente 90 centímetros sair de baixo da máquina [aproximadamente a umas 100 jardas através do campo, sobre uma cerca no campo vizinho"]. Três outros homens observaram a figura fugitiva. Somente os irlandeses locais evitaram que isto fosse tratado como um incidente UFO [embora nenhum UFO tenha sido visto]. De fato, a literatura UFO contém um punhado de incidentes nos quais alguém familiarizado com a fé nas fadas pode encontrar elementos familiares. Em abril de 1950, Kenneth Arnold, cujo avistamento muito publicado de 24 de junho de 1947 trouxe à vida a era dos discos voadores, entrevistou uma mulher em Canby, Oregon, Ellen Jonerson, que recentemente havia visto um pequeno homem de uns 30 centímetros com feições escuras, estrutura corporal sólida e uma camisa xadrez. Andando com um movimento balançante, ele passou sob um carro e desapareceu.

Inevitavelmente, alguns escritores tem sugerido que o fenômeno UFO e as manifestações das fadas estão relacionados. Algumas vezes, notavelmente no sarcático negador “The UFO Verdict” (1981) de Robert Sheaffer, a conexão é feita de um modo de lançar o ridículo sobre os relatos UFOs. Algumas vezes, como em “Passport to Magonia” (1969) de Jacques Vallee, isto é feito para apoiar uma opinião oculta que presume a realidade das entidades paranormais que mudam de forma que podem aparecer, dependendo das pressuposições do observador, como fadas ou extraterrestres. Os teóricos mais recentes, por exemplo, Hilary Evans em “Gods, Spirits, Cosmic Guardians” (1987), argumentam que todos os encontros com “entidades’ ocorrem em estados alterados de consciência e são alucinatórios. Mas a despeito de sua superfície atraente, as teorias como as de Evans são dificilmente mais persuasivas que as de Vallee; as abordagens psicossociais sofrem de uma falta de evidência empírica e estão abertas a todos os tipos de críticas que David Hufford tem feito.

Em qualquer caso, links entre as histórias de UFO e as histórias das fadas são fracos e exigem que o teórico leia as respectivas literaturas com grande seletividade. O folclorista Thomas E. Bullard chama estas propostas conexões de “oblíquas e especulativas” na melhor das hipóteses. Um ponto que os leitores podem facilmente estabelecer por si próprios ao comparar os contextos dos dois livros, coincidentemente publicados no mesmo ano (1976): “Encounters with UFO Occupants” de Coral e Jim Lorenzen e “An Encyclopedia of Fairies” de Katharine Briggs.

Uma outra diferença importante é que ao menos alguns “encontros de terceiro grau” tem sido bem investigados e documentados por investigadores civis e oficiais, enquanto que os avistamentos de fadas, embora provocantes, não são mais do que simples histórias populares. Sem dúvida isto é o porque aqueles que as ouviram não viram razão para investigar; ou eles acreditavam em fadas e assim implicitamente assumiram que as histórias eram verdadeiras, ou eles não acreditavam em fadas, ou estavam coletando o que pensavam ser folclore e cujo status de realidade é irrelevante. Em todos estes casos, nenhuma investigação posterior foi julgada necessária.

Talvez uma investigação real tornar-se-ia crença ou descrença como resposta baseada na informação muito mais do que na suposição. Mas os avistamentos de fadas são prováveis de permanecerem onde eles sempre tem estado: nos limites da experiência humana.

Published in: on maio 28, 2008 at 9:00 pm  Comments (7)  
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Protesto Rússia e China

Em uma mensagem datada de 24/5/2008 Lucy226@msn.com de “think-aboutit.com” escreve:

RÚSSIA e CHINA, CONDENAM O PLANO DE DEFESA DE MISSEIS DOS EUA

Esta é a segunda vez que a Russia e a China tem falado conjuntamente contra os EUA por sua construção armamentista e sua colocação em outros países; isto não soa bem ao mundo. Se a Rússia e a China se unirem contra os EUA em uma guerra, os EUA podem ser conquistados, e isso significa uma guerra dentro dos EUA, onde vivemos, onde vivem nossos filhos. Estaremos onde hoje está o Iraque. Sem eletricidade. Sem água potável. Sem lugar onde colocar nossos bebês que seja um lugar seguro. As bombas estão caindo lá.

O WTC, se realmente foram terroristas que fizeram isto, causou a morte de aproximadamente três mil pessoas. Ao fim de um ataque ao Iraque na era de Clinton, 550.000 crianças foram mortas. Apenas crianças, sem contar os adultos. Milhares mais foram mortos ou nasceram deformados devido as bombas de urânio reduzido, os tomahawks lançados pelos EUA e Grã Bretanha. Alguns destes bebês deformados nasceram também de veteranos da Operação Tempestade no Deserto que também foram submetidos aos efeitos destas bombas ilegais.

Até mesmo se pessoas do Oriente Médio tenham destruído o WTC, nós atacamos os países deles primeiro, e matamos muito mais de seu povo que eles mataram do nosso. Os terroristas, se fizeram isto, o fizeram defensivamente e podemos nos encontrar lutando defensivamente contra um poder maior do que o nosso, se o governo e os militares não pararem o que estão fazendo. Não penso que os EUA possam vencer com a China e a Rússia unidas contra nós.

Seria uma boa hora para criar um plano se você já não tem um do que fazer, se isto ficar quente demais nos vales. Quantas armas nucleares a Rússia tem? E quantas tem a China? As estatísticas abaixo são para armas nucleares, e os EUA possuem a maior quantidade. Até mesmo a China e a Rússia juntas não tem tantas armas nucleares quantos os EUA, mas ele tem mais poder militar. Os EUA costumam ser o segundo maior poder militar no mundo, segundo estas estatísticas abaixo nesta postagem, e a Rússia e a China tem maior poder militar do que os EUA.

Estão eles nos colocando em uma guerra dentro das fronteiras dos EUA? Não sei.

  • Estados Unidos: 10.240 armas nucleares
  • Rússia :              8.400 armas nucleares
  • China:                  390 armas nucleares
  • França:                350 armas nucleares
  • Reino Unido:      200-300 armas nucleares

Maiores forças militares

Rank País Quantidade
#1 China: 2.810.000
#2 Russia: 1.520.000
#3 EUA: 1.366.000
#4 India: 1.303.000
#5 Coréia do Sul: 683.000
#6 Paquistão: 612.000
#7 Turquia: 610.000
#8 Irã: 513.000
#9 Vietnã: 484.000
#10 Egito: 448;000
#11 Etiópia: 352.000
#12 Burma: 344.000
#13 Síria: 316.000
#14 Ucrania: 304.000
#15 Tailandia: 301.000
#16 Indonesia: 297.000
#17 França: 294.000
#18 Brasil: 288.000
#19 Itália: 251.000
#20 Japão: 237.000

Jupiter se Aquece

Nova tempestade em Jupiter sugere mudança climática

de Sara Goudarzi, SPACE.com

Uma tempestade está se elaborando a meio bilhão de milhas lá fora e em um raro evento, astronomos vão observar isto estreitamente.

Em Jupiter está crescendo uma nova mancha vermelha e o Telescópio Espacial Hubble está fotografando a cena. Astrônomos amadores tem estado acompanhando a ação, também.

“Mancha Vermelha Jr.” como está sendo chamada, formada depois de três tempestades brancas de formas ovais, duas das quais tem ao menos noventa anos, se uniram entre 1998 e 2000.

Uma união similar aconteceu séculos atrás e formou a grande e legendária Grande Mancha Vermelha, uma tempestade duas vezes maior do que a Terra e com quase 300 anos de idade.

As inspeções de perto da Mancha Vermelha Jr., nas imagens do Hubble liberadas hoje, revelam que similar a Grande Mancha Vermelha, a tempestade mais recentemente desenvolvida sobe ao topo do principal nivel de nuvem de Jupiter.

Pouco é sabido como as tempestades se formam no planeta gigante. Elas são frequentemente descritas como se comportando de maneira similar aos furacões na Terra. Alguns astrônomos acreditam que as manchas desencavam material profundamente abaixo das nuvens de Jupiter e levantam isto para onde a luz ultra-violeta do Sol altera quimicamente e dá a elas a tonalidade vermelha.

As imagens mais recentes podem fornecer evidência de que Jupiter está no meio de uma mudança global que pode modificar temperaturas em tanto quanto 10 graus Fahrenheit em diferentes partes do globo.

O estudo foi liderado conjuntamente por Imke de Pater e Philip Marcus da Universidade da Califórnia, Berkeley.

“A tempestade está crescendo em altitude,” de Pater disse. “Antes quandos elas eram apenas ovais elas não estavam acima das nuvens. Agora elas estão se elevando.”

Estes crescimento sinaliza um aumento da temperatura naquela região, ela disse.

O ciclo de mudança global começou quando a última tempestade branca de forma oval se formou ao sul da Grande Mancha Vermelha em 1939. Na medida em que as tempestades começaram a se unir entre 1998 e 2000, a mistura de calor começou a se tornar mais vagarosa naquela latitude e tem continuado a se lentificar desde então.

O movimento do calor do equador para o polo sul de Jupiter’ é esperado parar em 34 graus de latitude sul, onde a Mancha Vermelha Jr. está se formando.

Isto criará uma grande parede e parará a mistura do calor e fluxo aéreo, o pensamento é este. Como um resultado, áreas ao redor do equador se tornarão mais quentes enquanto os polos começam a esfriar.

Published in: on maio 27, 2008 at 9:54 pm  Deixe um comentário  
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A natureza Bélica dos EUA

A CIA e a Guerra do Golfo

de John Stockwell
Uma palestra de 20 de fevereiro de 1991
Centro Comunitário Louden Nelson, Santa Cruz, Califórnia

INTRODUÇÃO

John Stockwell é um veterano de 13 anos com a CIA e um ex major do Marine Corps dos EUA. Ele foi contratado pela CIA em 1964, passou seis anos trabalhando para a CIA na África, e foi mais tarde transferido para o Vietnã. Em 1973 ele recebeu a Medalha de Mérito da CIA, a segunda maior homenagem da CIA. Em 1975, Stockwell foi promovido para Chefe de Estação da CIA e Coordenador do Conselho Nacional de Segurança, gerenciando as ações encobertas durante os primeiros anos da sangrenta guerra civil de Angola. Depois de dois anos ele pediu exoneração, determinado a contar a verdade sobre o papel da agência no Terceiro Mundo. Desde aquele tempo, ele trabalha incansavelmente para expor as atividades criminosas da CIA. Ele é autor de “In Search of Enemies”, uma exposição da ação encoberta da CIA em Angola.

Stockwell é um membro fundador de “Peaceways” e ARDIS (Associação para Dissidentes Responsáveis) uma organização de ex agentes da CIA e do governo que são abertamente críticos das atividades da CIA. Seu livro mais recente é intitulado “The Praetorian Guard: The U.S. Role in the New World Order.”

JOHN STOCKWELL: Muito obrigado, do fundo do meu coração, por me convidarem novamente. Este é um dos meus lugares favoritos no país. Meu crescimento, já que saí da CIA a bem poucos anos atrás e aprendi a falar, e a ter confiança, alguns dos meus aparecimentos foram justamente aqui. E a resposta que obtive, e o apoio que obtive, ajudaram-me a crescer na medida em que continuei a viajar e palestrar e debater e ler e ler e ler, e escrever coisas, algumas delas bem sucedidamente publicadas.

Agora venho com um novo livro chamado “The Praetorian Guard: The U.S. Role in the New World Order”. E ele já está nos caminhões através do país exatamente agora. Estarei em livrarias, eles dizem, em três semanas. Que aparentemente é o tempo necessário.

Quero lhes aplaudir por sua energia e interesse no mundo. E me desculpa por estar de costas para vocês. Estou apenas feliz que você esteja obtendo isto. Nós precisamos mandar embora aproximadamente quinhentas pessoas. E isto é uma tragédia, quando a comunicação é tão importante sobre tais assuntos. E assim, de fato, é. Eu quero dizer a eles que se alguém quiser organizar isto, e se a energia está aqui, voltarei em dois dias ou três semanas ou seja quando for viável.

O que é tão importante em vocês estarem aqui, e este tipo de interesse é o princípio básico que entendi a muito tempo atrás e que muitos de vocês entenderam muito antes, é que de fato nós somos criaturas programáveis. Podemos ser ensinadas desde a infância. E somos ensinados, neste país, de modo tal que somos condicionados e que responderemos a alguém mais que alcance dentro de nossos peitos para colocar botões e fazer-nos marchar para a guerra e matar pessoas, ou aplaudir quando outros vão e matam pessoas. E o único meio de se defender e a seus seres amados contra isto é se auto programar. E você faz isto lendo livros, partilhando conversas com pessoas sérias e por palestras e eventos como este, e todo os outros que vocês tem feito. E certamente, estre grande motor de informação e energia [nesta audiência] é surpreendente.

Agora o que iremos falar nesta noite é o que chamo de “A Boa Guerra Número Dois”. Tenho certeza que voces se lembram do livro de Studs Terkel, THE GOOD WAR, sobre a Segunda Guerra Mundial, onde os raciocínios eram tão sólidos que a nação estava muito bem atrás disso e até mesmo o partido comunista [e Karl Marx tinha desafiado o boicote e as pessoas desafiavam o boicote a grande guerra capitalista]… Todo mundo foi atrás disso, apenas uns muito poucos pacifístas de verdade ficaram. E [desde então também isto é chamado] “A Nova Ordem Mundial”. Isto agora está sendo lutado em nome da “Nova Ordem Mundial“, George Bush sendo o chefe.

Primeiramente, antes que eu chegue a isto… tenho que me mover muito rapidamente esta noite porque o assunto é denso; o que queremos cobrir. Eu atravessarei isto e então iremos para as perguntas. E novamente, sinta-se a vontade, se vocês estiver tímido ou coisa assim, escreva a pergunta. Mas será muito mais interessante se tivermos a energia de pessoas se levantando e fazendo curtas declarações e assim outros possam falar também: questionar, desafiar. Teremos a energia fluindo entre nós.

Mas primeiro, quantas pessoas tem lido ….. a última vez que estive aqui perguntei a vocês… Quantas pessoas realmente leram o livro de Howard Zinn, “A People’s History of the United States?” ….. Isto é o melhor! Todo mundo mais: amanhã, declare-se doente. Não vá as aulas. Leia este livro! Muito simplesmente, você nunca entenderá o sistema dos EUA tão completamente sem ler isto. E uma vez tendo lido, você será capaz de entender o que está acontecendo, amplamente, pelo resto de sua vida. Ele é extremamente bem escrito, extremamente bem documentado, tremendamente em movimento, com citações em cada página: cada fase da nossa história, como vista, não dos interesses do país e dos grandes negócios – como são os nossos livros didáticos de escola secundária e como são nossos livros didáticos universitários – mas do ponto de vista das pessoas que morreram nas guerras, que combateram nas guerras, que pagaram pelas guerras, e que lucraram com as guerras, de fato.

Esta guerra da qual estamos falando nesta noite é chamada de “Guerra do Golfo Pérsico” – a “guerra SuperBowl” – a “guerra feita para a televisão”, “a guerra editada pelo Pentágono”, a “guerra censurada”, a guerra de “Sadam Hussein é tâo mau que temos que fazer isto” e “Vamos apoiar nossas tropas nesta guerra, certa ou errada”.

Agora, esta coisa foi cuidadosamente preparada durante seis meses, abertamente, pelo governo dos EUA, o Pentágono e a Media. A CNN [Cable News Network] entrando nisto muitas semanas atrás com ampla cobertura. Cobrimos isto tão premeditadamente que em 14 de janeiro… e eu tinha estado escrevendo roteiros e coisas, tentando fazer uma vida, com a CNN ligada… Em 14, esperando o pontapé inicial, eles tiveram um professor da Universidade Emory que nos deu um conselho sobre como usar Wall Street para lucrar com a guerra antes que ela acontecesse. Seu conselho é muito simples – no caso de você estar sentado em um monte de dinheiro e não querer dar isto a mim ou ao Instituto Crístico-, ele disse: “pule agora”. Isto era o dia 14. Ele disse: “Não espere uns poucos dias porque então, outras pessoas estarão pulando. Vá exatamente agora!” E então ele disse: “O dólar americano subirá temporariamente,então compre yens japoneses. Espere até que o dólar suba, etão compre os yens japoneses porque pelo fim do ano o dólar baixará novamente e o yen terá dobrado de valor novamente e você pode fazer muito com isto”.

Toda cobertura obscena que nós podemos fazer!

E então o mundo inteiro esperou, em 15 e 16, para o ponta pé inicial desta grande guerra moderna. Agora, algumas pessoas esperaram, ou tem estado esperando, muito mais tempo que outras. Eu me descobri na posição [como um garoto do Texas que cresceu na África; mas você sabe]lendo livros e tendo visto um pouco destas coisas a nível de Conselho de Segurança Nacional, tinha sido capaz de prever, nove meses antes, que os EUA invadiriam o Panamá. E isto não foi um tiro no escuro. Isto foi uma análise dos EUA e de George Bush para quem eu trabalhei, no fim da “Guerra Secreta de Angola”, onde eu era o comandante da força tarefa para um subcomitê do Conselho de Segurança Nacional e ele era o diretor da CIA, responsável por defender-se no Congresso.

Permita-me que me apresse a dizer que ele era um homem muito bom para se estar ao redor. Ele é atento. Ele é elegante. Ele tem alta energia positiva. Se um de seus filhos ficava doente, até mesmo se você estava saindo da equipe, receberia um cartão postal pelo correio muio prontamente dizendo:

“Muito triste por Johnny …”

Ele cumprimentava as pessoas e lembrava os nomes delas; uma pessoa atenta e decente a nível humano. E então, de fato, ele tinha raciocínios para o que ele faz, e iremos falar sobre estas coisas. Mas dei palestras na Universidade Americana em novembro e então na Casa dos Comuns na Inglaterra em dezembro. Novamente C-SPAN gerenciou obter um filme disto, um video e eles passaram isto na televisão nacional oito vezes quando a invasão ocorreu, por causa destas palestras, eu havia previsto a invasão e analisado o porque. Então, aproximadamente a um ano atrás, previ esta guerra. E novamente não era um tiro no escuro. Isto era uma análise fria, sóbria e cuidadosa dos EUA: onde isto era, e porque precisaria uma guerra; e de George Bush: e porque ele levaria a nação à guerra.

Agora é isto que quero fazer esta noite, se eu possivelmente puder, é dar a vocês todos os elementos essenciais e o entendimento de como fui capaz de fazer esta previsão e assim você será capaz de prever a próxima guerra. Porque certamente haverá outra depois desta, a menos que possamos intervir e quebrar os ciclos, e fazer uma mudança profunda no sistema dos EUA. Minha opinião é que sabemos como estas coisas funcionam. Não é mágica. Não é clasificado. Não é secreto. Desde a Guerra do Vietnã, a Instituição, a Instituição Militar, como chamo a isto. Eisenhower chamou a isto Complexo Militar Industrial – a Instituição Militar, que é o motor central muito poderoso em nossa sociedade, em nosso permanente Complexo de Guerra, que tem estado trabalhando para apagar o estigma da Guerra do Vietnã e tem estado a nos dizer que está fazendo isto.

O Presidente Reagan começou o mandato dizendo que ele ensinaria a nação como lutar novamente na guerra, para nos fazer permanecermos altos e então, de fato, empregando recursos enormes nos militares, glamurizando os militares, bombardeando a Líbia, invadindo Granada e movendo uma guerra de baixa intensidade contra a Nicarágua. Bastante interssantemente, eles foram proibidos pelo Pentágono, pelos Militares, pelo Departamento de Defesa, de invadirem a Nicarágua, realmente porque o povo americano era solidamente contra isto. E então, o Secretário de Defesa, em falas públicas, disse: “Não, não com meu Departamento de Defesa, a menos que possamos persuadir o povo a apoiar isto”. Eles não podiam fazer a venda deles e eles foram poupados do horror de fazermos estas coisas na Nicarágua.

Agora ao mesmo tempo, por todos estes anos, pessoas como o coronel Harry Summers, ensinando no War College, escrevendo seu livro sobre estratégia, analisando a Guerra do Vietnã, pelos seus fracassos, não justificativo, não que esta fosse uma guerra errada. O que ele estava dizendo foi o que fizemos errado foi fracassar em orquestrar a guerra e organizar e motivar o povo americano a apoiar; e que isto demorou demais e não vencemos e não fomos bastante decisivos com um maior ataque militar. Os militares tem sempre mantido que se pudéssemos ter ido adiante, eles poderiam ter ganho no Vietnã muito eficientemente, e que eles foram incapacitados pelos políticos e foram evitados de lutarem uma boa guerra. Dean Rusk, quando deixou o ofício e se aposentou, disse que a próxima guerra não podia ser lutada sob os olhos das câmeras de televisão com o público fazendo críticas aos generais na medida em que eles tomavam decisões nos campos de batalha.

Agora, vocês perceberão uma coisa interessante que é, um: ele estava erado. Ele não entendeu que eles podiam assim cativar a nação para poder lutar a guerra no olho da câmera de televisão. Mas isto foi uma câmera de televisão censurada, com a media participando da censura. Mas talvez a coisa mais significativa sobre a declaração dele foi o fato que ele estava absoluta e alegremente confiante que
haveria uma outra guerra.

A maioria de nós estava presumindo que, por causa do trauma da Guerra do Vietnã, tinhamos aprendido que estas coisas não são agradáveis, que elas não funcionam e que nunca deveriamos fazer isto novamente. Os miltares estavam mantendo que se os EUA tivessem ido maciçamente no Vietnã, com bombas nucleares, se tivessem feito isto, e vencido em poucos meses, o povo americano teria apoiado isto e não haveria trauma. O General Gavlett[sp], no Comando Sul no Panamá, quando eles estavam tentando invadir a Nicarágua, disse: “O povo americano ama um bom golpe, mas você tem que obter isto em seis semanas ou será amargo para você. Você não pode sustentar ter uma guerra ainda em andamento enquantos os sacos de cadáveres começam a chegar em casa’”.

Agora desde então, como parte da preparação para esta guerra, esta enorme preparação bem sucedida para esta guerra, para levar a nação a guerra e restaurar o Complexo Militar, temos estado preparando um maior controle de nossa sociedade. Agora isto é onde fica um pouco estranho:

Eles estão derrubando uma série de leis. Não tenho tempo nesta palestra para me aprofundar nisto, mas como matéria de fato, listarei todas elas que estou ciente em um capítulo do livro que está sendo lançado agora [The Praetorian Guard: The U.S. Role in the New World Order.] As leis de Segurança Nacional, que funcionam para dar a eles o controle sobre a imprensa, os passaportes; eles podem impedir que Jane Fondas e Seymour Hershes viagem e relatem de lugares como Hanoi, ou os escândalos de My Lai e similares.

Vocês tem que entender que os EUA sempre são e serão uma nação amante da guerra, uma nação guerreira. Mas uma com um sorriso. Temos aprendido como colocar uma torção nisto e nos sentirmos bem sobre fazer o que outras nações tem feito e que consideramos serem más.

Isto é parte da minha análise. E a CIA e o nosso treinamento… quando éramos novatos, pessoas do lado analítico vieram para falar conosco e eles disseram:

“Se você está tentando entender o que uma nação irá fazer, você não coloca as circunstâncias na mesa diante de você e diz, a coisa lógica é que eles farão isto. O que você faz é olhar para a história do país, seus ciclos de guerra ou seja o que for. Se um país tem ido à guerra frequentemente em seu passado, você espera que ele vá a guerra novamente. Se um país nunca foi a guerra, você pode esperar que ele encontre uma situação pacífica.”

E com esta análise, aproximadamente a dez anos atrás [quase a maioria do meu crescimento intelectualmente tem sido desde então] que comecei a sentar e rabiscar em quantas guerras os EUA tem estado. E percebi que a um monte completo delas. Verdadeiramente uma nação guerreira! A guerra está muito profundamente em nossa história. 15 guerras, como as contei. E isto é semântica. Eles não chamaram a Coréia de guerra. Eles não tentaram chamar o Vietnã de guerra. Mas as maiores ações militares dos EUA, eu contei 15, dando ou tirando duas, se vocês as preferem chamar de menores, mas não obstante, vamos dizer 15 guerras. Pssamos aproximadamente 15 anos em guerra. Temos tido 200 mais ações militares, aproximmadamente uma por ano, nas quais colocamos nossas tropas em outros países para força-los a bedecerem a nossa vontade. O período mais longo entre as gueras foi entre as duas guerras mundiais. O segundo maior período foi entre a Guerra do Vietnã e a Guerra do Golfo Pérsico.

Agora, durante o primeiro período, o período mais longo, pusemos 12.000 tropas com uma Força Aliada para invadir a Rússia e colocamos nossos Marines repetidamente em países da América Central e na América Latina, novamente, para força-los a nossa vontade. E então, de fato, temos tido conflitos de baixa intensidade, quase que incontáveis, centenas e centenas deles, entre, por exemplo, o Vietnã e a Guerra do Golfo Pérsico.

Quando vocês começam a ler estas coisas [ e "A People's History of the United States" de Howard Zinn é extremamente bom para acompanhar este tipo de detalhe para realmente dar a vocês o auge da história de como a liderança orquestrou a nação em outras guerras] em cada guerra houve um gatilho. Se você olhar a página 290 do livro, o Pres. Harry Truman escreveu a um amigo:

“Em extrita confiança, devemos dar boas vindas a quase qualquer guerra, porque penso que o país precise de uma.”

Você tem o navio de guerra Maine ….

[JD: Se o USS Maine foi afundado por ordens de pessoas poderosas no governo dos EUA, não é tão óbvio quanto o fato de que eles usaram o afundamento como a desculpa deles para a guerra que eles desejavam.]

Você tem o navio de guerra Maine, afundado em condições misteriosas na Guerra Hispânico-Cubana-Americana. E a imprensa foi para criar a histeria e remamos para lá – Teddy Roosevelt e tudo isto.

O Lusitania na Primeira Guerra Mundial ….

[JD: O navio de passageiros Lusitania foi afundado por um u-bote alemão. Mas porque ele foi enviado a águas hostis? Porque os homens de dinheiro e poder ansiosamente desejavam enviar os EUA na mais lucrativa guerra ao usar uma feramenta muito eficaz: emoção, provocando ultraje que impele as pessoas comuns de decência a irem ao combate contra os "hunos" que afogaram 700 homens, mulheres e crianças aterrorizados.]

Em 1915, Kate Richards O’Hara … lembrem-se, ela disse:

“As mulheres dos EUA nada mais são que chocadeiras, produzindo filhos para serem colocados no Exército e então transformados em fertilizantes.”

E ela foi condenada a cinco anos de prisão por falar contra a guerra. E então houve Pearl Harbor, que criou “Boa Guerra”, com um raciocínio forte demais. E agora temos absoluta prova histórica que a nossa liderança sabia onde estava a frota japonesa, para onde ela se dirigia e quais eram seus planos. Sabiam que ela ia atacar nossa frota em Pearl Harbor. E eles não avisaram o almirante para tirarem nossos navios do mar. Eles deixaram os navios serem afundados e matarem 2003 soldados e marinheiros para galvanizar a nação para a guera que eles queriam ir.

E então de fato vocês têm o incidente do Golfo de Tonkin na instigação da Guerra do Vietnã.

[JD: Presidente Lyndon Johnson mentiu ao Congresso, e ele admitiu particularmente que mentiu em sua declaração de que os botes norte vietnamitas tinham disparado contra o USS Maddox no Golfo de Tonkin. Os chefes de Johnson estavam tentando provocar um ataque que seria uma justificativa para incitar o Congresso para garantir ao presidente a autorização para iniciar a retardada e altamente lucrativa guerra com o Vietnã do Norte. Mas os norte vietnamitas não morderiam a isca. Assim Johnson inventou o ataque. Como matéria de fato, o USS Maddox nunca foi atingido de todo .]

Na Guerra Mexicana (relacionamos aquela do Texas, e estou certo que vocês estão aqui porque isto faz de fato parte da nossa herança], eles ofereceram dois dólares por cabeça a cada soldado que se alistasse. Eles não obtiveram bastante alistados e então ofereceram cem acres de tera a qualquer um que fosse um veterano daquela guerra. Eles ainda assim não obtiveram alistamentos suficientes e então o futuro presidente Zachary Taylor foi enviado para andar de cima a baixo na fronteira.- a fronteira disputada – até que os mexicanos atirassem nele. E as manchetes disseram :

~~~~~ “MEXICANOS MATAM NOSSOS JOVENS NO TEXAS” ~~~~~
e a nação se levantou e lutamos a guerra e tomamos terra do México: Texas, New Mexico, Arizona, California e parte do Colorado.

E então, de fato, temos a Guerra do Golfo Pérsico: a invasão de Saddam Hussein do Kuwait. Esta nítida agressão, esta coisa muito má, este homem verdadeiramente mau, que é a reeencarnação do próprio Hitler,
deu a George Bush o veículo que ele precisava para esta guerra que ele estava comprando por lá.

Nós entraremos em mais detalhes em um minuto, mas primeiro devemos continuar para entender o nosso sistema e como as palavras de condicionamento funcionam em um pouco mais de detalhe.

O condicionamento para a guerra neste país começa com dois anos, quando colocamos nossos filhos diante da babá televisão e vamos lavar pratos ou limpar o chão ou lavar o carro, e ensinamos a eles. Realmente, as crianças pequenas [não sei se vocês tem feito isto recentemente], inicialmente estão entediadas da televisão. Vocês tem que atrai-las para isto. Nós ensinamos a elas, realmente, a assistirem televisão. E elas aprendem muito rapidamente. E então eles acabam asistindo de 10 a 15 ou 20 shows por dia, todos eles o mesmo show, a mesma história com personagens diferentes. Chamo a isto de “Síndrome americana”. Estou falando sobre… Estamos desenvolvendo um garoto que agora está com 12 anos e ele está ouvindo as minhas palestras. E tenho que sentar e assistir um pouco de televisão com ele para que eu possa entender. Vocês sabem, “papai, venha aqui” e assim nos anos recentes temos assistido HE-MAN, SHEENA, THE THUNDERCATS, SCOOBY-DOO, e agora as Tartarugas NINJA e THE RAIDERS… Esqueci. Sempre o mesmo complô: pessoas pequenas boas, atraentes e geralmente de pele clara ou iluminadas que são enfrentadas por horríveis forças escuras como o Skeletor. E eles sempre dizem: “Por favor, sejam bons.Não queremos problemas”. E as forças do mal sempre insistem. E no último minuto eles miraculosamente saltam e vencem as forças do mal. Corte! Comerciais! E seguimos com a mesma história e outros personagens. A “sindrome americana” de pessoas boas que condenam a guerra, que não querem a guerra, até mesmo, exceto que isto é ribombado desde os dois anos de idade, que somos bons, uma nação amante da paz, os bons camaradas do mundo que sao muito relutantes em irem a guerra quando as forças do mal estão sobre nós.

Então vocês obtêm a matéria que temos tratado nos anos 80 durante o ciclo dos planejadores da guerra: RAMBO, COMMANDO, RED DAWN, as séries ROCKY, UNDER SIEGE, DELTA FORCE, AMERIKA, MISSING IN ACTION, TOP GUN, HEARTBREAK RIDGE, DEATH BEFORE DISHONOR, PLATOON, HAMBURGER HILL, TOUR OF DUTY, CHINA BEACH, e a lista continua de filmes violentos de guerra.

Agora novamente outra vez, analise um destes para dar a vocês… quantas pessoas viram o filme RED DAWN? Agora isto é divertido. Quantas pessoas, quando viram isto, sabiam ser um filme de propaganda de guerra? O produtor percorreu a nação, foi a televisão dizendo: “quero fazer um filme que as pessoas sintam-se positivas quanto a guerra”. Assim isto é uma propaganda comercial, a propaganda do filme, um filme de propaganda. Então podemos analisar e ver: como eles nos motivam para a guerra quando querem fazer um tal filme. E assim você toma o complô. É ficção científica. Eles tem um cenário estabelecido que vocês compram no primeiro minuto, que é impossível e irreal. Há uma força de russos, cubanos e nicaraguenses que invadiram os EUA e seguiram todo caminho para as Montanhas Rochosas e explodiram nossas armas nucleares. Nosso exército não existe. Eles estão lá. E as pessoas estão lutando contra eles. A América, de fato, tinha o mesmo complô, um pouco. Agora vocês tem se perguntado: “Porque eles escolheram Rússia, Cuba e Nicarágua?” Com certeza tinha de ser a Rússia porém um complô melhor seria a Rússia, Canadá e México ou aom menos Rússia, Canadá e Cuba, porque vocês sabem que eles podem vir através da vasta fronteira com o Canadá e nos imobilizar conntra Cuba e vocês podem, vocês sabem quase tomar isto como ficção científica. Mas porque a Nicarágua? Eles [o governo dos EUA] tinham decidido lutar uma guerra real na Nicarágua. Assim é essencial que eles comecem a condicionar as pessoas para verem a Nicarágua como um iniigo que pode nos invadir se eles puderem. Isto é ficção científica. A Nicarágua nunca mostrou qualquer desejo de invadir ou ferir os EUA. Assim eles seguem por todo o caminho até as Montanhas Rochosas onde eventualmente são detidos pelo time de futebol da escola secundária, com as líderes de torcida ajudando, bebendo sangue de veado nas montanhas.

Agora veja: isto está fora da base. Os anos 80 foram uma década das mulheres de idade média. Você sabe: DALLAS, DYNASTY, THE GOLDEN GIRLS, MURDER, SHE WROTE . Lynda Evans trabalhando. Joan Collins é mais velha do que eu, e ela é um símbolo sexual, e isto é maravilhoso. Assim eles devem ter feito um filme, um moderno filme de guerra, onde eles cheguem às Montanhas Rochosas e sejam parados pelos professores de futebol do ensino secundário. Mas eles não fizeram isto. Vocês podem perguntar porque. A resposta é óbvia. Porque eles não irão levar as americanas de 50 anos para lutarem em qualquer uma das guerras deles. Porque nós temos visto as guerras e o cinismo do passado. E com algumas exceções, há muitos de nós que estamos cientes do cinismo e não fariamos isto.

Além disso, as sociedades tem sempre alcançado e pego os jovens de 18 anos. Em algumas sociedades, aos 15 anos, cujas mentes estão vazias, seus corpos são saudáveis e eles tem um alto nível de testosterona, aventura, romantismo e excitação sobre a guerra, que eles tem sido ensinados a sentirem. E então, eles estão prontos, programados para serem enviados a guerra. E este filme , de fato, foi mostrado as unidades da Guarda Nacional, já que eles iriam para Honduras para treinar a invasão da Nicarágua. E isto foi mostrado a Academia da Força Aérea. Este básico filme militar que eles estão mostrando nos campos de treinamento de novos recrutas pata fazer com que as pessoas sejam motivadas para a guerra.

E então vocês têm os anúncios da TV que tem sido saturados durante os últimos dez a quinze anos: “Junte-se ao Exército. Seja tudo o que você pode ser”. E vocês tem estes tanques pulando valas e estes helicópteros que vão a 150 milhas por hora, e as pessoas usando computadores, e lasers, e visão noturna e mísseis guiados pela televisão-radar. E vocês assistem estas coisas como um velho soldado que voltou da guerra. Estou sentado e dizendo: “Wow! Isto é divertido, você sabe, obter um destes tanques”. Quero dizer, eles pulam valas maiores a 60 milhas por hora, e caem e se quebram.

Mas o ponto é que estas coisas são tremendamente motivadoras, como pretendem ser. Mas quantos podem se lembrar de ver um anúncio na televisão onde eles mostrem jovens homens e mulheres soldados com suas pernas arrancadas até os joelhos, e seus intestinos enrolados ao redor do pescoço? Quantas pessoas viram um? Eles não existem, não é? Isto é realmente do que se trata a guerra.

Temos uma geração inteira de pessoas com um pouco disto agora. Muitos deles não queriam ir para a guerra. Eles queriam aproveitar todos os bônus e diversão e se unir ao exército e “ser tudo o que podiam ser”. E a eles não foi mostrado o que era mesmo a guerra. E agora eles estão lá, exatamente agora e prontos para matar pessoas. E eles carregarão o carma das pessoas mortas pelo resto da vida deles, ou serão mortos. E isto de fato é uma matéria bem pesada.

Agora, há um outro anúncio fascinante. Alguém viu o anúncio que passasse maciçamente na televisão e que dissesse “A guerra é má. Trabalhe para a paz. Resista aos incentivos, instintos e motivos da guerra”? Quantas pessoas viram um? Passado na televisão seis vezes por dia por dez anos diretamente, pagos pelos dólares dos impostos. Ninguém? Alguém já viu um anúncio do governo pago pelos contribuintes e advogando a paz? Isto nunca tem acontecido. E ainda que centenas de milhões de dólares sejam gastos nestes anúncios para nos motivar para a guerra.

Então, há um sobre um jovem homem que está voltando para casa saindo de um trem. E ele se encontra com seu irmão mais novo e diz “Você sabe, papai nunca entendeu porque eu tinha que me unir ao exército”. Quantas pessoas viram este? E então eles estão no carro e ele está dizendo “você pensa que papai me perdoará?” Então eles chegam em casa e papai está de pé fumando um cachimbo e ele abraça seu filho e tudo é perdoado. Agora eles passam esta coisa por dez anos diretos, SuperBowl, prime time, todos os eventos de esportes, sabendo que estes jovens homens estarão assistindo. Porque eles gastariam centenas de milhões de dólares neste anúncio específico com este tema? Vocês vêem, o problema é que por causa da Guerra da Coréia e seu cinismo, da Guerra do Vietnã e seu cinismo , há papais demais que estão dizendo a seus filhos: “Não se una ao exército!” E então, eles tem que propagar a mensagem para a sociedade que está correto desafiar a saboria de papai e se unir ao exército. E se você fizer isto, ele lhe perdoará, abraçará e o respeitará e o amará de qualquer modo.

Agora, desde a “BOA GUERRA UM”, a Segunda Guerra Mundial, temos tido as guerras secretas da CIA. Tivemos duas guerras sérias: Coréia e Vietnã. Mas temos tido a CIA dirigindo os conflitos de baixa intensidade, suas guerras secretas pelo globo. Muitas delas. Mencionarei isto de passagem porque esta noite temos muita coisa a cobrir. Temos estado desestabilizando governos alvo em cada canto do globo. Criamos um sistema de governar por oligarquias, um governo fantoche trabalhando pelas oligarquias nestes países que tem permissão para se tornarem fabulosamente ricos. Este é o caso do Golfo Pérsico, os emirados do petróleo que tem 0.5% de sua população de bilionários e milionários, e o resto do povo partilhando menos ou nada da riqueza do país.

Na América Latina, na América Central, este mesmo sistema está funcionando. Se as pessoas não gostam disto, você organiza a polícia em esquadrões da morte, como temos feito em vários países, incluindo, de maneira óbvia, El Salvador, e você mata bastante deles até que eles fiquem emasculados. Eles não podem fazer nada quanto a isto. Eles estão inválidos, reprimidos, suprimidos e oprimidos e você pode conntinuar com o sistema de ordenhar estes países a sua vontade e ao seu modo.

O Comitê [Sen. Frank] Church de 1975 ….. Novamente, esta não é uma palestra sobre as guerras secretas da CIA. Isto é uma palestra separada. Posso da-la novamente, mas toma uma hora inteira em seu próprio direito. Mas vocês devem saber como a CIA acena neste complexo de guerra, esta máquina de guerra nossa. O Comitê Church de 1975 investigou as “ações” da CIA e descobriu que haviamos regido, se você extrapolar as estatísticas, aproximadamente 13.000 operações encobertas desde o início da CIA – desde a Segunda Guerra Mundial. Agora, muitas delas eram bem benignas e outras triviais. Mas muitas delas foram muito violentas e algumas delas levaram a guerras. Uma longa campanha de propaganda e desestabilização nos levou a Guerra da Coréia e outras nos levou a Guerra do Vietnã. .Agora, estudiosos, eu me incluo aqui, lendo estas coisas – e temos muitas delas no registro público que é muito difícil saber exatamente quantas pessoas morreram no Vietnã ou na Coréia ou na Nicarágua ou no Congo; mas ainda trabalhando com estimativas conservadoras chegamos a um número minimo de seis milhões de pessoas mortas nas Guerras Secretas da CIA por seus esquemas de desestabilização durante os últimos quarenta anos:
Um milhão morreu na Guerra da Coréia;
Dois milhões no Vietnã;
Um a dois milhões no Cambodia;
800.000 na Indonesia;
50.000 em Angola.

Agora que começou a guerra que organizei como Comandante da Força Tarefa de Angola, trabalhando para um subcomitê do Conselho de Segurança Nacional em Washington em 1975 e 1976. 50.000 é o número que os Sandinistas e o The New York Times concordam bem que foram mortos ou feridos na Nicarágua na desestabilização dos Contra de um bilhão de dólares naquele país que efetuamos na década de 1980.

Agora, estes seis milhões de pessoas que morreram em consequência das atividades da CIA, são todos parte da Guerra Fria na qual provavelmente morreram vinte milhões de pessoas. E isto torna-se a segunda ou terceira guerra mais sangrenta da história humana. Chamo a isto de Terceira Guerra Mundial. Você pode chamar da “Guerra dos Quarenta Anos do século XX”.

Eu chamo a isto Terceira Guerra Mundial porque quando você analisa estas coisas e lê sobre elas no registro público que, novamente, está maciçamente documentado… E a propósito, o último terço deste livro [The Praetorian Guard] é uma bibliografia dos 120 melhores livros sobre o asunto,organizado para lhe tornar fácil o acesso a cada uma das mini revisões e asim você pode decidir qual é mais interessante e útil para você e qual é o tema de cada um. [Quando você analisa estes crimes] você descobre que não fizemos estas coisas maciçamente sangrentas contra a União Soviética. A tortura e os esquadrões da morte não existiram na Inglaterra ou Canadá, ou Suécia ou Suiça. Eles são, virtualmente todos eles feitos contra países do Terceiro Mundo onde os governos destes países não são fortes o bastante para nos proibir de brutalizar o povo deles. Os seis milhões de pessoas mortas são pessoas do Terceiro Mundo; pessoas das Montanhas Mitumba do Congo, das selvas do sudeste asiático, e das montanhas da Nicarágua. E agora, com certeza, dos desertos do Oriente Médio, em uma nova tática neste sistema.

As baixas na Nicarágua – 50.000 pessoas -, não eram russas; não eram cubanos, na maioria nem eram Sandinistas. Eles eram principalmente pobres camponeses maltrapilhos incluindo uma alta percentagem de mulheres e de crianças. Comunistas? Na sua grande maioria, eram católicos romanos! Inimigos dos EUA? Não. Tinhamos milhares de testemunhas para a paz que foram viver com eles, para ver. E eles invariavelmente voltavam e nos diziam que o povo da Nicarágua era o mais caloroso da face da Terra. Eles não podiam entender porque, mas os nicaraguenses amavam os EUA; e estas pessoas tinham problemas para entender porque o nosso governo queria contratar um exército para enviar até eles para brutaliza-los, tira-los de seus lares, violenta-los, cortar seus seios e cortar seus testículos enquanto seus filhos eram forçados a assistir. Foi isto que o programa Contra fez. Centenas de centenas de centenas de casos documentados.

Isto é aonde cheguei, então, ao escrever sobre a Guerra de Angola, com minha tese, o título de meu primeiro livro: “In Search of Enemies”. Estávamos fazendo guerra em Angola contra pessoas que não queriam ser nossos inimigos, exatamente como fizemos no Vietnã, como fizemos em Cuba e outros lugares. O ponto é que as operações da CIA tornaram o mundo instável. Os seis milhões de pessoas deixaram para trás uma média de talvez cinco seres amados que estão traumaticamente condicionados para a violência, que irão em uma contínua violência e manterão o mundo violento e instável para o resto das vidas deles. E em um mundo instável que está cheio até as bordas e repleto de violência, você pode gastar trilhões de dólares em armas que você não precisaria gastar, se o mundo de fato fosse pacífico.

Agora novamente, estou indo rapido demais. Em outras palestras entrarei em detalhes consideráveis. Mas voltando aos anos 80, tivemos um constante condicionamento, militarização e desestabilização sob o governo Reagan. Gastamos dois e meio trilhões de dólares, segundo nosso governo, na maior construção militar em um periódo de paz na história; talvez, a maior construção militar de toda história.

Enquanto isto, Ronald Reagan, o grande orador, estava vendendo este programa a povo americano ao concentrar a nossa atenção paranóide na Nicarágua. Ele passou mais tempo falando sobre seu programa Contra do que em qualquer outro aspecto de sua presidência. Ele nos disse que novamente a América se sentia grande. Ele cercou o ‘Império do Mal’ [a União Soviética]. Ele nos disse que havia uma base russa na Nicarágua, em nosso próprio quintal. Ele disse que os soviéticos estavam voando seus aviões neste hemisfério pela primeira vez em toda a história. De fato, não era verdade. A Aeroflot tem estado voando desde a Segunda Guerra Mundial. Mas isto é retórica! Ele martelou o tempo todo. E a verdade nada tinha a ver com isto. Ele disse que isto estava a dois dias de distância de Managua, Nicarágua para Arlington, Texas. Ele disse estar mais perto de Managua a Houston do que de Houston ao Maine. Ele disse que estava a duas horas de vôo de Managua a San Diego. Você quase podia ver os caça bombardeiros voando de lá para atacar San Diego. Ele disse que havia mais de um milhão de comunistas vindo através de nossas fronteiras do sul. O ajudante presidencial Ollie North foi voluntário, segundo Pat Buchanan, para ser colocado no comando das forças que combateriam este milhão de comunistas que estavam vindo da América Central, pelo México para invadir este país.

Enquanto isto, em 1988, Presidente Bush, George Bush, meu velho chefe, herdou a presidência. Ele venceu a eleição. Ele também herdou grandes problemas políticos e econômicos porque tinha sido o vice presidente de Ronald Reagan. E ele também herdou uma dívida de 4.5 trilhões de dólares. Agora, na década de 1970, haviamos sido o país mais rico do mundo. Uma nação credora. Em meados dos anos de 1980, sob esta política de grande gasto a crédito, atravesamos a linha e nos tornamos uma nação devedora pela primeira vez, desde a Primeira Guerra Mundial. O débito era o maior do mundo. E ele vai se compondo duplamente, efetivamente, com o juro e o déficit continuado. Assim você pode ver isto pular para 10 depois 20 trilhões de dólares, e ninguém tem a mais pálida idéia do que de fato acontecerá a esta coisa ou o que pode ser feito com esta coisa.

O que estou dizendo é muito simples: Presidente Reagan – grande ironia-, e o vice-presidente George Bush, e então o Presidente George Bush, venderam os EUA na produção de armas. Eles colocaram este país em uma condição onde outras pessoas controlam nosso futuro econômico. E novamente a ironia, é que eles venderam isto pelo patriotismo de nos fazer sentirmo-nos grandes novamente.

George Bush herdou uma situação na qual o povo estava despertando. Eles estavam entendendo a dívida e sentindo esta carga ominosa que iremos ter, que passaremos a nossos filhos. Eles estavam também entendendo [até mesmo a revista TIME publicou discussões na década da cobiça de 1980, sob Reagan e Bush] que os bolsos das pessoas haviam sido pegos. Tem havido uma maciça mudança de riqueza do pobre e da clase média para os ultra ricos, neste período de tempo. Os ultra ricos, por exemplo, tem seus impostos cortados de 70% para 32%. E o presidente Reagan chamou a isto de corte de impostos. Mas para os pobres, a metade inferior da sociedade, foi um aumento de impostos de 5%.

Isto é a chave para entender a crise da poupança e dos empréstimos, Os banqueiros encorajam a irresponsabilidade. E lembre-se, duzentos funcionários de Reagan foram forçados a pedir exoneração sob ameaça de irem a julgamento por procedimentos criminosos e por corrupção. E alguns deles de fato foram processados e presos. E esta irresponsabilidade se refletiu na indústria da poupança e do empréstimo, que a CIA estava usando para lavar o dinheiro na América Central e lavar o dinheiro das drogas em seus programas. E o resultado, com certeza, é que eles estavam explodindo o nosso dinheiro. Investimos nosso dinheiro e eles explodiriam isto, roubariam, declarariam falência e abririam uma outra conta em um banco de Poupança e Empréstimo.

E isto agora se tornou a norma até que eventualmente eles quebraram a indústria. Os banqueiros, a CIA, a Máfia e Neil Bush, filho de George Bush: todos envolvidos neste grande escândalo, esta fraude maciça do povo americano.

E agora eles estão nos dizendo que isto é o que George Bush herdou, e o que precisamos fazer é… Eles não [os banqueiros, George Bush e sua turma), eles não vão pagar o dinheiro de volta. Mas eles dizem que não podemos perder a fé pública na indústria bancária, assim temos que recondicionar a indústria com cinco bilhões para um trilhão de dólares! E eles estão indo fazer o povo pagar por isto. E sempre é o povo cujo dinheiro é roubado por estes ladrões que tem que começar! E eles não estão colocando os ladrões na prisão!

Vocês sabem, enquanto vejo estas coisas, digo: "Onde está o grito? Vocês sabem? Huh?" Como restaurar minha confiança na indústria bancária que toma o meu dinheiro para subtituir o que os ladrões roubaram, enquanto eles continuam para fazer algum mais.

Enquanto isto, porque não poder pagar por tudo, eles fizeram uma religião de corte de cada serviço social que eles puderam. Ronald Reagan bravateou que havia cortado mil serviços sociais. A primeira declaração de George Bush quando ele assumiu a presidência, é que cortaria mais mil.

Quantas pessoas viram o filme LEAN ON ME ? Joe Clark, o principal, você sabe, com o bastão de baseball, mantendo as crianças fora do terceiro andar da construção da escola, olhando as portas contra incêndios, intimidando as pessoas, repreendendo as pessoas. Isto fecha com uma mulher no serviço de bem estar, e os estudantes o estão cumprimentando, o herói, por quebrar a lei e brutaliza-los. E eles estão chamando a mulher do bem estar, que tinha estado organizando para tentar obter algum princípio são... eles a chamam de "bruxa", "a bruxa do bem estar". E ela é debochada e vilipendiada e sai de cena.

O real Joe Clark era que tinha que jantar na Casa Branca. E este filme foi mostrado na Casa Branca e Reagan o advogou porque a mensagem que é passada a sociedade é:

"Faça você mesmo. Não dependa do governo porque o governo não lhe dará o dinheiro. Seja independente. Seja orgulhoso. Não peça ao governo para construir escolas e dar a você bons princípios, e coisas assim."

Eles estão aniquilando nossa Segurança Social! Não podemos cuidar dos doentes, dos velhos, dos pobres, dos deficientes, dos fazendeiros ou realmente ajudar os estudantes a chegarem a escola ou contruir nosso sistema escolar qu é verdadeiramente competitivo. Neste período de tempo, o padrão de vida dos EUA tem caído de décimo para vigésimo no mundo. 25% das crianças neste país são funcionalmente iletradas. Estamos em sexto lugar na percentagem de crianças na escola. Somo o décimo em qualidade de educação. Somos o décimo sétimo em expectativa de vida. Somos o vigésimo em mortalidade infantil. O pobre país ilha comunista de Cuba tem uma taxa de mortalidade infantil melhor do que a da nossa capital nacional.

Nós nos vemos ricos apenas porque nos comparamos com os refugiados da América Central. Se você for a Europa, e eu os desafio a faze-lo... Antes, eu estava dizendo: "Vá a Nicarágua e veja você mesmo". Agora digo as pessoas "Vá a Alemanha e veja você mesmo." Ela não é um país comunista. Não é um país socialista. É um dos dois mais bem sucedidos países capitalistas no mundo hoje.

Eles tem garantido licença por doença.
Eles tem garantido licença maternidade.
Eles tem um mês de férias garanido a cada ano.
Eles tem garantido cuidado médico e hospitalização.
Eles tem salários mais altos.
Eles tem melhores serviços sociais, e
Eles gastam muito mais dinheiro na construção da infraestrutura da sociedade deles.

Todas estas são coisas que o Presidente George Bush tem estado teimosa e consistentemente vetando, lei após lei, nos privando destas coisas e nos dizendo que somos comunistas se queremos estes tipos de serviços em nossa sociedade.

Enquanto isto, a destruição ambiental continua, a plena velocidade. Cinquenta anos de poluição nuclear! Apenas para lhes dar um exemplo, em Pantex, Texas, perto de Amarillo, tenho dirigido bicicletas protestando. Em Pantex eles tinham este problema com os restos nucleares líquidos. Eles não queriam ir ao Congresso e pedir bilhões de dólares para descobrirem como armazenar ou se livrar disto, porque isto chamaria atenção para o problema. Então eles tiveram uma solução brilhante e barata: eles pegaram escavadoras mecânicas e cavaram o que chamamos de tanques na pradaria lá acima, colocaram o líquido neles e assim isto poderia se evaporar e explodiria nos campos vizinhos, assim acabariam pingando abaixo, no aquífero Oglala.

Somos responsáveis também. Todos nós temos automóveis. Poucos de nós são voluntários de andarem a pé ou de bicicleta. Uma grande glutonaria de consumo neste país, como se tivésemos que comprar cada vez mais. E parcialmente alimentando isto que é sentimento das florestas tropicais pelo mundo, cortando o suprimento de oxigenio mundial. Não estamos apenas devastando as florestas em uma taxa de uma área do tamanho do Estado do Maine a cada ano. Nós as estamos queimando. Então colocamos carbono no ar que novamente está blqueando o Sol e mudando substancialmente o ambiente.

Vocês sabem que ainda temos 60.000 armas termonucleares prontas para explodir neste planeta, exatamente como fizemos em meados dos anos de 1980, quando nos preocupamos com isto. Agora, quantos de vocês tem marchado, protestado ou feito algma coisa sobre a corrida das armas nucleares nos últimos seis meses? Que bom! Muitas pessoas apenas esqueceram. Escrevi um livro sobre isto, e pessoas e mais pessoas tem corrido e apoiado isto. Não os nomearei, mas são pessoas proeminentes que tem estado encorajando isto há três anos. E eles dizem "Bem, agora esta não é uma matéria". E eu digo, elas não foram embora. Elas apenas tem sido bem sucedidamente desviadas da atenção do mundo para este problema!

Tivemos seis submarinos nucleares afundados no fundo do oceano. Tivemos sete armas nucleares caídas por acidente! O I.P.S. [Institute for Policy Studies] publicou a um ano atrás que haviam 52 partes de armas nucleares e reatores nucleares espalhados agora no fundo do oceano, vazando seu terrivelmente poluidor material radioativo exatamente agora. Não há meio da Terra se recuperar disto! E isto estará poluindo e envenenando o fundo de oceanos durante 50.000 anos deste agora, presumindo que não tenhamos fazer isto ao inteiro planeta neste período de tempo!.

Enquanto isto, a grande vitória sobre a guerra e o conflito. Acabou a Guerra Fria. E todos celebramos. E todos ficamos felizes. Realmente, nem todos de nós, porque estudei esta coisa toda e disse “Não sei , não…” E alguns proeminentes pacifistas me bateram na cabeça e nos ombros e disseram “Vamos lá, dê uma chance a paz!” Mas a minha avaliação era uma de cinismo. Porque nada tinhamos resolvido, as sementes do conflito contínuo e da instabilidade permaneciam.

Mas o ponto é, nos termos da minha análise da Guerra do Golfo Pérsico, minha previsão é a de que o comunismo havia capitulado e a economia da União Sovietica estava quebrada. E o complexo militar dos EUA estava desesperado por novas razões. Como eles poderiam continua justificando os gastos do segmento enorme de nosso orçamento em uma contínua construção militar se o inimigo havia ido embora, e o comunismo não existia mais? Assim tivemos o Complexo de Guerra enfrentando severos cortes. Eles estavam sendo colocados em uma posição de não ter nada a perder. Eles tinham resistido a invasão da Nicarágua porque as torneiras estavam completamente abertas e o dinheiro estava fluindo e eles sabiam que se os sacos de cadáveres começassem a voltar, as pessoas ficariam zangadas e fechariam as torneiras. E eles perderiam este grando acesso ao fluxo do nosso dinheiro: este programa de bem estar que temos para o Complexo Industrial Militar e as chamadas corporações de defesa. Já que a Guerra Fria havia acabado e começamos a cortar o orçamento, eles nada tinham a perder. E eles tinham toneladas de novos equipamentos para testar. E precisavam inspirar a nação e recapturar nossa imaginação e nosso amor pela guerra.

Enquanto isso, o Presidente George Bush, este bom homem, chegou a presidência assombrado por esta imagem de ser uma pessoa fraca, que é um pouco algo que desvie a atenção. Mas ele nunca havia sido um homem fraco! Ele sempre tinha sido imensamente ambicioso. Há uma certa torpeza sobre ele, que ele está aos poucos se livrando, como matéria de fato. Mas vimos isto na CIA. Havia muitas piadas. Mas de fato, ele era um homem brilhante, um diretor brilhante. Ele tomaria o nosso programa da Guerra em Angola, quando haviamos quebrado a lei, ele mentiria para encobrir isto e iria ao Congresso e diria: ” Estas boas pessoas que tenho encontrado lá fora, não acredito que eles fariam isto”. E ele pode vender isto ao Congresso. E ele nos tirou do anzol. Ele não investigou. Ele não puniu qualquer um de nós por quebrar a lei.Ao invés, ele estava construindo amizades e relacionamentos que continuam hoje. Quando ele se tornou presidente, ele indicou agentes da CIA para postos de secretários assistentes e para postos em embaixadas pelo governo.

E este homem considerado fraco, havia herdado todos os problemas e toda a responsabilidade pelo desastre da nossa economia que ele e o Presidente Reagan tinham feito. Ao mesmo tempo, ele é um confirmado internacionalista. Ele estava tão desesperado para manter a nação distraída dos problemas internos. Mas também sua solução para qualquer problema: ele com alegria trabalharia com todas as centenas e mais centenas de contactos que havia construído internacionalmente, no exterior, telefonando para chefes de Estado por todo mundo e dizendo: “Hi Joe. Hi Ahmad. Como estão indo as coisas? O que podemos fazer sobre este ou outro problema?” Ele é orgulhoso de sua herança na nobreza britânica, da Sociedade Skull & Bones de Yale, do Conselho de Relações Exteriores, dos Cavaleiros de Malta. da Segunda Guerra Mundial: ele esteve no Pacífico. Foi embaixador na China, embaixador na ONU e um homem muito bem sucedido na indústria do petróleo no Texas, nunca realmente escravizado ou concentrado nos problemas sociais ou domésticos nos EUA.

E não há solução para estes problemas que eles criaram: a dívida e o déficit.

Mas o quanto ele é internacionalista? Eu diria que totalmente, ao menos 90%. Ele não está preocupado com o povo dos EUA. O programa 60 Minutos fez um segmento com ele durante a campanha para eleição de 1988, no qual eles revelaram que 18 membros da equipe de campanha dele tinham coletado seis e sete figuras honorárias de países estrangeiros e companhias estrangeiras nos 18 meses antes da eleição. Ele havia se cercado com os internacionalistas que estavam ligados a comunidade internacional financeira e de negócios.

Desde que é presidente, ele veta leis, muito mais leis que qualquer outro presidente na história. Cada lei que, de algum modo, suaviza o povo deste país, ele a veta! E qualquer lei que tenta diminuir a cobiça a mais de um por cento, ele também veta!

Então, reunindo tudo isto, o ciclo dos EUA e de seu pesadelo da situação econômica que temos, beirando a recessão, a crise de Empréstimos e Poupança na qual sua própria família estava envolvida, a doença que novamente estava se estabelecendo, novamente a recessão e seu problema com a própria masculinidade, era seguro prever que ele buscaria uma solução no exterior: a guerra! Isto tem sido feito por vezes seguidas, como vocês vêem se lerem o livro de Howard Zinn, “A People’s History of the United States”.

Bush foi capaz de dizer que estávamos combatendo por gasolina mais barata. Não sei se vocês sabem isto, mas na primeira semana de agosto, meu preço de gasolina pulou 30%. E não havia falta de petróleo no mundo. E os emires árabes não estavam obtendo os 30% extra de impostos sobre a gasolina. Era o intermediário, o homem do petróleo, de quem são membros George Bush e sua família, como matéria de fato. E magicamente, para nos fazer senti bem com a guerra, imagine o que aconteceu quando fomos a guerra em meados de janeiro? Os preços cairam. E então todo mundo estava dizendo: “Hey, estamos em guerra e os preços da gasolina cairam”

Assim eles se sentiram bem sobre isto, obviamente sem entender.

Mais uma vez, devo repetir as palavras do livro do Senador Hiram Johnson de 1917:

“Quando vem a guerra, a primeira baixa é a verdade.”

Com o que estamos lidando aqui é o poder de um time preparatório de futebol contra o poder de um seminário de ciência política, se vocês quiserem, ou este encontro, ou o enfrentamento intelectual destes assuntos. Pessoas muito inteligentes pode esquecer esta inteligência quando vão a um jogo de futebol e começam a torcer:

“Mate! Mata! Mate! Mate!”

E eles acompanham. Ficam excitados. E este é o espírito da guerra que Lyndon Johnson não conectaria, se recusaria a conectar, na Guerra do Vietnã, e que George Bush tem com sucesso conetado a esta guerra.

Submeto a vocês que de fato esta não é “uma boa guerra”, até onde posso ver. O petróleo, por exemplo, pelo qual supostamente estamos combatendo, não é o nosso petróleo. Pertence as oligarquias da Arábia Saudita e do Kuwait. E eles o vendem para o Japão e a Alemanha. Obtemos 70% de nosso petróleo de toda aquela região, e temos alternativas até mesmo lá. O Japão, que depende daquele petróleo, não quis esta guerra porque a guerra colocaria em perigo o fluxo do petróleo ameaçando as fontes e as instalações. E eles podem comprar petróleo de Saddam Hussein exatamente como eles o compram dos sauditas e kuwaitianos. E há uma grande brecha em nossa sociedade porque até mesmo o Comandante do Marine Corps e o próprio General Schwartzkopf, eram contra a guerra. Eles estavam dizendo: “Deixe as sanções funcionarem. Isto é uma coisa perigosa e desnecessária. Não devemos fazer isto”. Mas orquestramos fazer isto porque George Bush, o político, e o pessoal que ele traria para ele, precisava e queria isto.

“Estamos lutando pela democracia e liberdade no Oriente Médio”.

Novamente? Isto foi o que eles disseram, mentindo, de fato, na Nicarágua e no Panamá: “Estamos lutando para restaurar a democracia”. Mas certamente, não há nem mesmo o fingimento de uma democracia no Oriente Médio. Nossos aliados de lá são a Arábia Saudita e o Kuwait ….. Perdoe-me se isto soa chauvinista, mas não é. Tenho vivido 17 anos no exterior e colocado minha vida alinhada a de pessoas do Terceiro Mundo. Mas os líderes da Arábia Saudita, por exemplo, não são, para meus padrões humanistas, boas pessoas. Eles apedrejam mulheres até a morte por adultério. Quantas pessoas asistiram o drama documentário , “A Morte de Uma Princesa?”. Esta é uma história verdadeira. Um avô milionário ordenou que sua neta de 19 anos fosse fuzilada na praça da cidade por ter feito sexo com seu amado. Há pessoas que estão lutando e morrendo para restaurar o petóleo deles e a fonte dos bilhões de dólares para eles. Não posso ver isto. Eu não daria cinco dólares por uma vida americana para defender o interesses petroleiro deles. Mas não obstante, com certeza, eles estão dizendo que estamos combatendo para a paz, restauraremos a paz no Oriente Médio.

Agora, dado a reação entre os povos árabes, estamos pensando: Como George Bush tem calculado mal a resposta dos povos árabes, dos muçulmanos ao redor do mundo, para este guerra? E eu lhes submito uma coisa que é óbvia: temos controlado tanto o mundo por meio das oligarquias até hoje e temos feito isto com tanto sucesso, usando os esquadrões da morte quando tinhamos que usar, que eles podem muito facilmente pensar “Bem, faremos isto e se as pessoas não gostarem, nós as esbofetearemos”. Mas este pode ser um ponto mais profundo. Eles de fato podem ter previsto e esperado esta reação. Porque o que agora está garantido no Oriente Médio é que haverá uma outra guerra em cinco ou dez anos, e uma outra, após outra. Há milhares de bebês nascendo e sendo chamados de Saddam Hussein exatamente agora, hoje. E a angústia e o horror e a empatia daqueles que estão morrendo irão para a violência condicionada. Assim temos em absoluto estabelecido a linha: os raciocínios para nossas novas corridas armamentistas ou a dominação militar sobre a nossa sociedade.

Temos uma nova razão criada agora contra os países árabes e contra países de Terceiro Mundo, para realmente construir um exército mais caro do que já tivemos na Europa, como matéria de fato, que tinha confrontado a União Soviética. Então, pelo verão de 1990, o orçamento militar estava enfrentando cortes maciços. Estavamos falando sobre dividendo da paz e os colunistas, por causa destes problemas, estavam chamando George Bush “um presidente de um só mandato”. E então, em setembro, tivemos o fiasco do orçamento, para o qual ele não tem solução, e isto o frustrou imensamente. Ele mudou de idéia oito vezes por dia a cada assunto chave. Os jornais estavam relatando, ou observando, que se tivésemos um sistema parlamentar, ele logo estaria fora do cargo por não haver solução. Ele não tinha votos para continuar no governo se estivesse em um sistema parlamentar.

Agora temos a guerra acontecendo, e sete meses mais tarde, este presidente de um só mandato é tão forte que dois dias atrás no L.A. Times eles tiveram um artigo importante dizendo que não havia modo dos democratas concorrerem a presidência em 1992. Ninguém tinha uma chance de vencer George Bush. O orçamento militar tinha sido grandemente reposto com conversas sobre cortes maiores. E agora isto está de volta em tempo integral, por toda nação, toda história alto, no nosso orçamento.

A popularidade de George Bush, dos militares e da CNN é sórdida! A media subserviente que estamos vendo agora tem sido cuidadosamente treinada durante os anos de preparação para nossa próxima guerra. Depois de Grenada (Lembra? A ilha?) a imprensa não pôde cobrir isto, e então, com frustração, eles publicaram recortes dados a eles pelo lado do exército. E daí em diante, eles tiveram encontros com o General Seidel, a Comissão Seidel, nos quais eles concordaram que na próxima guerra eles teriam um grupo de imprensa que cobriria a guerra com uma força tarefa para eles se dirigirem. E vocês estão tendo exatamente isto, na cobertura da guerra do Oriente Médio no Golfo Pérsico exatamente agora: uma visão censurada e editada pelo Pentágono do que está acontecendo.

O caso de amor dos comentaristas com os militares agora… De fato, eles tem tido isto, depois de algum debate e dúvida inicial, porque a Instituição estava dividida sobre a guerra. Mas uma vez a guerra foi unida, de fato, a palavra deles, sua linha partidária, é que devemos apoiar a nação e as tropas porque estamos em guerra, até mesmo se não quisermos. E assim eles cerraram fileiras e a media fielmente trompeteia o que o Pentágono diz a ela para dizer.

Agora pergunto-lhes: Qual é o grau da distorção da verdade que está acontecendo no deserto lá, exatamente agora, nesta guerra aérea de hoje? Não nos tem sido mostrado uma única perda do novo equipamento em qualquer das incursões que eles nos mostram infidavelmente na televisão. E então, são eles 100% infalíveis? Darei um exemplo que dá a medida destes 83.000 ataques aéreos que lançamos até agora. O Pentágono cometeu um engano. Eles somente escorregaram para nos dar uma leitura disto. Eles anunciaram, aproximadamente duas semanas atrás, em uma instrução, que, na preparação para a guerra no solo, eles tinham que derrubar 26 pontes estratégicas que cortariam as linhas de suprimento para o Kuwait. Ele disseram ter realizado 790 ataques aéreos cirúrgicos contra estas pontes e que eles haviam destruido 32 pontes, com um fator de mortalidade de 8% e um fator de perda de 92%. São estes os ataques cirúrgicos que supostamente são tão precisos que você pode coloca-los dentro da janela de um Fiat. Agora, outras armas estão sendo lançadas lá – bombas e coisas – podem estar a cinco milhas, e até mesmo 50 milhas fora do alvo.

Descamando as camadas de inverdades nos raciocínios desta guerra, quantas pessoas tem visto o artigo de Ralph Schoenman, infelizmente publicado em umm obscuro jornal em Berkeley [Califórnia] chamado The Socialist Action? Ele é um intelectual renomado que trabalhou uma vez com Bertrand Russell. E há Charlie Reese, relatando no Houston Post, lá. E agora temos estudos que aparecem com excelente documentação: como os EUA, o Kuwait e a Arábia Saudita atrairam Saddam e o Iraque para esta guerra.

Primeiramente, encorajamos que o Irã se engajasse na guerra Irã-Iraque, começando em 1980, durando oito anos. O Kuwait e a Arábia Saudita financiaram a guerra, encorajando o Iraque naquela guerra. Eles [Iraque] ficaram com um débito de 80 bilhões de dólares. Depois da guerra, o Iraque estava em uma situação econômica muito precária. O Kuwaitianos começaram a pedir o dinheiro e eles começaram a baixar o preço do petróleo para que o Iraque perdesse 16 bilhões de dólares em rendimentos e ficasse diante da falência. Há também o fator que Saddam Hussein, com seu maciço problema de testosterona, estava novamente construindo seu exército, ao invés de construir a infraestrutura do país.

Não obstante, durante a guerra, o Kuwait realmente havia expandido sua flutuante fronteira no deserto em 900 milhas quadradas que alcançavam os campos petrolíferos de Rumaila que pertenciam ao Iraque. E eles compraram a companhia da Califórnia Santa Fe Drilling, por 2.3 bilhões de dólares, que se especializa na perfuração do petróleo. E Saddam Hussein estava protestando isto formalmente a cada corpo público: ao Kuwait, a Arábia Saudita dizendo: “esta é uma guerra econômica”. Pergunto a vocês: quanto tempo vocês pensam que levaria para que respondessemos com os Marines dos EUA se o México ou o Canadá capturassem 900 milhas quadradas de nossa terra e começassem a perfurar petróleo em nossos campos de petróleo? Aproximadamente 24 horas para que eles pussessem lá os aviões e tanques, bombardeassem e torturassem ! Estariamos em guerra em um minuto! Isto é uma clara provocação de guerra!

Então neste verão passado, Saddam Hussein chamou a embaixadora americana, April Glaspie, e perguntou a ela qual era a posição americana sobre o Kuwait. Ela não sabia que estava sendo gravada, e disse a ele dez vezes durante a conversa que nós não tinhamos um acordo de defesa com o Kuwait. Em um ponto, ela disse que o Secretário de Estado [James Baker] tinha ordenado a ela que enfatizasse esta instrução. Ela disse que havia conversado com o presidente sobre isto. O congressista Lee Hamilton concluiu, das audiências sobre isto, que deliberadamente demos a Saddam Hussein luz verde para invadir o Kuwait. Novamente, esta não é minha observação. Isto é do congressista que estava dirigindo o comitê para investigar esta coisa: “Demos a ele, Saddam Hussein, luz verde para invadir o Kuwait.”

Enqquanto isto, o Secretáro assistente de Estado estava dizendo publicamente, ao mesmo tempo da audiências, que não tinhamos um acordo de defesa com o Kuwait. Então Hussein pensou que lhe era permitido ir e invadir o Kuwait. E ele o fez. E pensou que não reagiriamos.

E de fato, se ele tivesse se preocupado em me perguntar, eu lhe teria dito: “Você está andando sob o Grande Martelo e eles o atirarão sobre você”. Porque eu sabia que eles estavam comprando uma guerra. Ele não é um homem estúpido. Mas vocês o vêem tendo dificuldades com este processo, porque ele não compreende, aparentemente até hoje, que os EUA querem uma guerra, ou ao menos nossa liderança a quer. Eles querem a orgia completa e ostentosa de uma guerra sangrenta. E uma vez que ele estava lá, não o deixariam escapar.

Agora estamos na posição …. que os líderes dos EUA estão frustrados que Gorbachev tenha vindo com um plano de paz que pode, de fato, deixar esta coisa ser resolvida pacificamente sem a matança de tropas no solo. E a Casa Branca está admitindo, eles estão discutindo abertamente, que este é um grande problema para os EUA, porque a paz pode de fato acontecer. Eles estão determinados a irem no solo, mas estão sob uma pressão enorme das Forças de Coalisão, dos Aliados, do pessoal da ONU que nos deu luz verde para ir a guerra contra ele, para aceitar esta abertura de paz e encontrar uma solução pacífica. E isto é uma grande frustração para George Bush. Minha estimativa é que eles provavelmente se engajariam na guerra exatamente agora, mas uma tempestade maciça tem se criado no deserto. As chuvas anuais estão acontecendo, quando Dan Rather estava em News, apenas algumas horas atrás hoje. Esta tempestade durará até sexta feira. E a menos que haja algum milagre, que pode haver, na forma de negociações de paz, eles lançarão esta coisa na sexta feira ou perto disso.

Hoje o placar desta guerra, esta Guerra Superbowl: os militares todos são sustentados pelo orçamento anual sempre alto. Temos uma nova razão para a continuação a longo prazo da máquina militar. E toda a razão agora é o Terceiro Mundo, especialmente o mundo árabe do Terceiro Mundo e o mundo islâmico do Terceiro Mundo. Os EUA novamente estão mais uma vez, finalmente, depois da Guerra do Vietnã, de volta a uma significativa máquina de combate.

Esta coisa de razão de Terceiro Mundo: apenas entenda agora, quão longamente, quão cuidadosamente eles tem planejado estas coisas? Eles tropeçam nelas? Deixe-me ressaltar que George Kennan, no final da década de 1940, depois da Segunda Guerra Mundial, disse que eventualmente o conflito evoluiria entre os “teres’ do hemisfério Norte e os “não teres”. E de fato isto foi que aconteceu.

A Força Rápida de Emprego que exercemos para manter nossas forças lá fora: Isto foi comprado por Ronald Reagan? Não, por Jimmy Carter. E o primeiro ensaio desta técnica foi sob Jimmy Carter em exercícios conjuntos com o Egito, como matéria de fato. Isto é a quanto tempo estamos preparando nossos militares para este tipo de conflito, e para novas razões, já que o comunismo cedeu.

Por causa de alguns aspectos desta guerra, a Comunidade da Paz está paralisada. Não há simplesmente alguém de raiva que esteve na Comunidade da Paz nos protestos para o fim da Guerra do Vietnã. Jane Fonda, de fato, está muito quieta quanto a esta. Mas vocês vêem, aprendemos sobre Jane Fonda em 1981, quando Israel pôs suas tropas no Líbano. Ela e Tom Hayden foram a Israel e falaram publicamente em apoio ao que Israel estava fazendo. Assim ela não estava contra a guerra, ele estava apenas contra a Guerra do Vietnã. Ou talvez tenha sido porque ela era jovem e era divertido. Mas claramente ela não é contra a guerra. Enquanto isto, ela está engajada com Ted Turner, da CNN, que está lucrando enormemente com esta coisa. E a mágica desta “boa guerra” é tal… Agora, Ted Turner é um homem gentil, e Jane Fonda é, de fato (embora desta vez estejamos de lados diferentes), uma boa pessoa. Mas Ted Turner é e tem sido um campeão da Glasnost, trabalhando para a Glasnost, para obter melhores relações entre os dois países e evitar a corrida armamentista. Ele é um amigo pessoal de Fidel Castro. E mesmo assim, ele fez da CNN a líder da torcida do Pentágono nesta guerra.

A Comunidade da Paz está usanndo laços amarelos em apoio as tropas lá fora. Agora, esta é uma matéria muito complicada. Não há sequer uma pessoa, inclusive eu, que possa olhar as tropas lá fora sem sentir simpatia por elas, especialmente aqueles que são tão ingênuos que se permitiram a asistir aqueles anúncios na televisão e foram sugados pelos militares, sem até mesmo pensar que o propósito dos militares é combater. E uma vez que você esteja com os militares, por qualquer razão, para ir para faculdade ou outro motivo, se a nação vai a guerra, você não mais pode declarar objeções de consciência.

Mas apenas deixe-me lhe sugerir… e não quero ser teimoso quanto a isto, mas lhe darei duas idéias para pensar a respeito. Quando você está vivendo a história, é difícil ler os livros de história e comparar. A Alemanha fez coisas terríveis nos anos de 1920 e 1930, mas de certo modo diferentes porque eram boas pessoas. Deixe-me ressaltar que:

A Alemanha era um país cristão;
A Alemanha era uma democracia que permitia que um segmento da sociedade dominasse e a dirigisse para o modo da guerra.

Muitos alemães não gostavam da liderança, não gostavam do partido nazista, e tinham dúvidas sobre a guerra. Mas um vez a nação foi a guerra, eles se curvaram e apoiaram seu país e seus soldados e assim tivemos 30 milhões de pessoas mortas!

Hoje os soldados que temos lá fora são voluntários. No Vietnã, muitos deles foram convocados. Isto é uma diferença significativa, embora eu certamente conncorde que eles foram seduzidos para esta coisa, como eu fui em uma idade comparável. Mas também ressalto, quando começo a dizer para apoiarmos os soldados, mas não a guerra. Mas e quanto aos soldados iraquianos, o povo iraquiano, e o povo do Kuwait e todos os outros? E então olho para trás em minha própria história, quando era um membro determinado, um membro enérgico da “Instituição Branca Masculina Assassina” como a chama Helen Caldicott. E voltaria para casa e meus amigos me apoiariam e me abraçariam. Eles diriam:

“Não sabemos o que você está fazendo, não estamos certos sobre isto lá fora, mas lhe apoiaremos”

E eu voltaria me sentindo apoiado, as vezes bêbado, as vezes grosseiro, na medida em que organizavamos a matança de pessoas.

Agora tenho analisado cuidadosamente e até mesmo escrito um livro sobre o que me fez mudar. E há quatro pesoas das quais posso me lembrar que alteraram significativamente o meu pensamento. E elas eram pessoas que perfuraram minha barriga intelectual. Eram amigos íntimos que disseram:

“O que você está fazendo com a sua vida está mortamente errado! Você está participando do MAL! E você tem uma escolha e pode redirecionar sua vida”. l

E eu fiquei um trapo. Ferido. Desapontado. Tive insonia. Foi doloroso. Mas eles me fizeram pensar e o pensamento me libertou. Isto é chamado de “pensamento de amor”.

EU NÃO VOU USAR UMA FITA AMARELA!

Em uma palestra na semana passada em Los Angeles, Ron Kovic [veterano paraplégico da Guerra do Vietnã em cuja vida foi inspirado o filme Nascido a Quatro de Julho] estava lá, e algumas pessoas me levaram a ele. Richard Macer se levantou e disse: “Quero me sentir bem quanto a esta guerra”. E eu disse: “Você sabe, não me sinto bem quanto a qualquer coisa nesta guerra”. Então depois perguntei a Ron Kovic , estou fora da realidade? E ele disse :

“Não! Você está absolutamente certo! Temos que parar estas pessoas que estão lá. Eles tem uma escolha, e eles tem que ser lembrados que isto está errado! Não os abracem com guerra e amor. Eles irão voltar muito mais altos, com todos os tambores batendo, e a media e as bandas tocando. E o que irão fazer os que hoje tem dez anos e vêem isto acontecer? Eles vão querer se unir ao Exército, e irão implorar por uma guerra para terem a diversão que seus tios tiveram!”

Hoje com certeza os perdedores são o povo kuwaitiano, o povo iraquiano que estão vivendo sob os mísseis Scud e o medo, tendo que ensinar as suas criança sobre máscaras de gás. Os palestino que vivem a cada 24 horas o toque de recolher. Que tal se seus bebês ficassem doentes e vocês não pudessem sair, e não tivessem dinheiro e nem pudessem sair para buscar penicilina? E eles estão enfrentando uma possível expulsão de onde eles vivem exatamente agora. O Rei Hussein da Jordânia, a muito tempo um aliado dos EUA, está enfrentando uma possível derrubada. Os líderes árabes, a muito tempo aliados, estão enfrentando um período de severa instabilidade. E a nossa administração agora está reconhecendo isto e falando sobre o fato que eles terão um maciço problema para manter a paz no Oriente Médio, e nós provavelmente teremos que deixar uma força maciça lá para impor a Pax Americana. E pense como esta dinâmica está indo se construir e fazer com que as pessoas de lá nos amem.

O ambiente: Lembrem-se, o Iraque teve uma fábrica de desenvolvimento de armas nucleares. E tem sido bombardeado maciçamente. E o plutônio não se desintegra quando você o bombardeia. Todas estas moléculas de plutônio estão agora voando no ambiente e no ar. E elas serão tóxicas por 10.000 anos a partir de agora. O Golfo Pérsico: maciçamente poluído. Os campos de petróleo estão queimando no Kuwait – eles avaliam que demorará um ano para extinguir este incêndio, quando chegarem até eles e você não os terá muito cedo. E eles estão lançando milhões de toneladas de fuligem no ar que é a mais negra substância no mundo, que está indo diretamente para a atmosfera bloqueando novamente os raios solares.

E os outros perdedores são o povo dos EUA. Significo abaixo da linha de 50%. Estamos custeando esta guerra! Os ultra ricos não estão pagando a parte deles nesta guerra! E seguimos sob a linha da propaganda em massa da media em nossa devoção aos militares e ao orçamento militar, que a cada ano é restaurado mais alto.

Agora submeto a vocês que tanto os EUA quanto a U.S.S.R. perderam a Guerra Fria. O que você tem que entender é que nos EUA, as corporações que gastam 2.5 trilhões de dólares construindo todos estes misseis em um aumento de 41% de nossa capacidade nuclear, as nossas chamadas corporações de defesa, não são de fato corporações dos EUA. Os EUA não tem lucrado com estas coisas. Temos tido um programa maciço de bem estar no qual demos dinheiro a estas corporações para construção militar na qual elas fazem um lucro de 20 a 24%, que é o dobro da norma nesta sociedade. Mas a chave para entender esta questão é que elas NÃO SÃO corporações americanas. Elas são corporações multinacionais que produzem misseis MX que são postos em buracos no solo, que nunca podem ser usados, e produzem misseis Tomahawk e tudo que estamos semeando no deserto ao custo de um milhão de dólares o disparo, agora que não estão sendo vendidos e não podem ser vendidos a outros países do mundo.

Estas corporações estão tomando o nosso capital e o vazando para fora do país e estão felizes em fazer isto aos EUA, porque são corporações transnacionais. A tradição disto vem lá de trás na história. Na segunda guerra mundial…. Lembram? Leia o livro: “Trading with the Enemy”, de Charles Higham[sp], Dell Press, 1982 (baseados em documentos obtidos do governo sob o Ato de Liberdade de Informação), sobre como as maiores corporações nos EUA estavam comerciando com a Alemanha de Hitler durante a guerra; como a Standard Oil [de New Jersey] o fornecia com mais petróleo e um preço melhor do que vendiam para os EUA, por exemplo. Então, você tem estas transnacionais sugando o capital dos EUA para construirem estas coisas que são espalhadas pelo deserto ou enterradas em buracos no solo, enquanto, de fato, eles estão investindo na produção de carros e mercadorias comerciais em países além mar como parte da Ordem Financeira Mundial.

O débito de 4.5 trilhões de dólares que está se compondo duplamente. Tenho certeza de você estar imaginando porque o nosso governo não está mais preocupado e aborrecido, visceralmente, com tal dívida incrível que provavelmente nunca poderá ser paga? E falando com o Almirante Carroll no Centro para Informação de Defesa, chegamos a uma chave para a compreensão desta coisa. é o desprezo pelo povo americano, pelos próprios EUA, pelo povo que essencialmente dispende este dinheiro.

As corporações multinationais são parte da mesma Ordem Mundial, A Ordem Financeira Mundial que mantém o papel nos empréstimos, que significa que os juros estão sendo pagos são exatamente como impostos para eles, se vocês quiserem, ou ao menos, estes juros são como débitos forçados e empréstimos onde é garantido por lei que serão pagos a taxas de juros que são fixadas. E isto é o porque eles não estão com medo destes débitos. Porque eles estão fazendo dinheiro com isto, de nós! A segunda ou terceira linha do orçamento agora são os juros que pagamos a eles neste débito pela construção desta coisa militar para o lucro deles e para que eles policiem o mundo!

Agora, que temos os EUA submetidos a esta posição, por causa de suas políticas, por causa da Guerra Fria e da corrida armamentista e as políticas de Reagan e Bush,para uma posição onde não mais estamos no controle de nosso futuro econômico. Contudo, ainda somos o superpoder militar do mundo. E até mesmo a União Soviética, em seu estado de semi-colapso, é a segunda superpotência mundial. Mas ainda estamos indo fortes enquanto eles estão implodindo e caindo no caos. A Ordem Financeira Mundial não pode nos movimentar muito mais longe, ou ao menos, não pode se movimentar sem nós porque ainda somos o maior participante. Mas também temos o poder. É uma relação simbiótica de dinheiro e poder.

E assim então, vocês acabam entendendo o qque está acontecendo no Golfo Pérsico. Agora os EUA se tornaram a Guarda Pretoriana do que George Bush chama “Nova Ordem Mundial”, policiando o mundo para as pessoas que possuem o mundo, efetivamente, o mundo de hoje e amanhã.

Agora, encerrando, deixe-me ressaltar que esta Nova Ordem Mundial claramente não será pacífica. Isto não se adequa economicamente a ser pacífico. Isto não traz grandes liberdades. Ao contrário. Isto trará a continuada repressão e falsificação de nossa liberdades básicas que desfrutamos a tanto tempo. Isto certamente não trará maior equidade ou distribuição de riqueza. Ao contrário, a riqueza continuará a fluir do pobre e da classe média para o ultra rico. E certamente não trará maiores serviços sociais neste país porque a Nova Ordem Mundial está nos deixando ir ao Golfo Pérsico para lutar esta guerra para eles, e eles estão nos deixando manter a parte do leão ao financiar esta coisa, como combatemos na guerra pelos interesses deles, exatamente agora.

Agora, para encerrar …. e não vou me estender. Mas apenas uma nota de motivação e de esperança, e espero que algumas perguntas que teremos que possamos fazer… quero lembrar do que disse a última vez que estive aqui. O Almirante LaRocque, quando eu perguntei a ele: “Almirante, o que digo as pessoas para fazerem a respeito destes problemas”. E ele disse “Esta é uma pergunta maravilhosa. Diga a eles que você sabe que eles são capazes, quais são os talentos deles, o que vocês podem fazer. Ele disse: “Falo com as pessoas, se elas querem escrever, escrever cartas, escrever artigos, escrever livros, escrever telegramas. Se querem viajar, vão a Nicarágua. A Alemanha. Veja você mesmo. Entenda o Mundo de forma a poder testemunhar e discutir inteligentemente”.

Ele disse que diz as pessoas: “Se você se sentir confortável sentado na frente de caminhões com bombas neles, faça isto”. Mas ele disse, “Mas você irá fazer o que quiser por todos os dias de sua vida, porque o curso que estamos tomando definitivamente levará, eventualmente, a tornar este planeta inabitável.” Agoa, isto não acontecerá em cinco ou dez anos. Mas eventualmente, a menos que mudemos profundamente o que estamos fazendo, não haverá mais vida de “sangue quente” neste planeta. Mais cedo ou mais tarde, devemos mudar ou nos destruiremos.

Assim você tem que ser engajado.E Helen Caldicott, esta maravilhosa oradora que nos fala tão bem, ela diz: ” Envolva-se. Você se sentirá melhor do que ficar sentado em frustração “Saia e trabalhe neste problema”, que ela chama de “o problema da saúde pública neste planeta”. E ela ressalta que se “você se envolver, se sentirá melhor e você pode, finalmente quando a coisa se explode, uns poucos minutos antes das bombas pousarem em sua cidade, você pode virar-se para seus seres amados e dizer que ao menos tentou”.

Dou-lhes a mão aberta da paz, e agradeço muito por terem me ouvido. Obrigada.

Genocídio em Ruanda

Os EUA estavam por trás do Genocídio de Ruanda: Instalando um Protetorado Americano na África Central

de Michel Chossudovsky

8 de maio de 2003

Originalmente escrito em maio de 2000

Dese o início da guerra civil de Ruanda em 1990, a agenda oculta de Washington consistia em estabelecer uma esfera de influência americana em uma região historicamente dominada pela França e a Bélgica. O projeto americano era deslocar a França de apoiar a Frente Patriótica Ruandense [RPF] e armar e equipar seu braço militar, o Exército Patriótico Ruandense (RPA)

Em meados da década de 1980, o governo de Kampala sob o Presidente Yoweri Musaveni tinha se tornado a peça de mostragem da democracia africana para Washington. Uganda tinha também se tornado uma plataforma de lançamento para movimentos de guerrilha patrocinados pelo governo no Sudão, Ruanda e Congo. O Major General Paul Kagame tinha sido o chefe da inteligência militar nas Forças Armadas Ugandenses; ele tinha sido treinado no Comando do Exército dos EUA e no Staff College (CGSC) em Leavenworth, Kansas que se concentra no combate de guerra e estratégia militar. Kagame voltou de Leavenworth para liderar o RPA, pouco depois da invasão de 1990.

Antes da irrupção da guerra civil em Ruanda, o RPA era parte das Forças Armadas Ugandenses. Pouco antes da invasão de outubro de 1990 de Ruando, os ‘rótulos’ militares foram trocados. De um dia para outro, grandes números de soldados ugandenses se uniram aos escalões do RPA. Durante a guerra civil, o RPA foi suprido pelas bases militares das Forças de Defesa do Povo Unido (UPDF) dentro de Uganda. Os funcionários comissionados Tutsi no exército ugandense tomaram posições no RPA. A invasão de outubro de 1990 pelas forças ugandenses foi apresentada a opinião pública como uma guerra de libertação por um exército de guerrilha liderado pelos Tutsi.

A militarização de Uganda

A militarizaçao de Uganda era parte integral da política extrena americana. A construção das forças ugandenses UPDF e do RPA tinha sido apoiada pelos EUA e Reino Unido. Os britânicos haviam fornecido treinamento militar na base militar de Jinja:

“De 1989 em diante, a América apoiou os ataques conjuntos da RPF com os ugandenses em Ruanda… Havia ao menos 56 relatórios de situação nos arquivos do Departamento de Estado dos EUA em 1991. “Na medida em que as relações americanas e britânicas com Uganda e a RPF se fortaleciam, assim também escalavam as hostilidades entre Ruanda e Uganda”. Em agosto de 1990, o RPF tinha começado a preparar uma invasão com pleno conhecimento e aprovação da inteligência britânica.

As tropas do RPA de Ruanda e do UPDF de Uganda tinham também apoiado o Expercito de Libertação do Povo de John Garang em sua guerra seccionista no sul do Sudão. Washington estava firmemente por trás das iniciativas com o apoio encoberto fornecido pela CIA.

Sobretudo, sob a Iniciativa de Reação à Crise na África (ACRI), oficiais de Uganda estavam também sendo treinados por Forças Especiais americanas em colaboração com um grupo mercenário, Recursos Profissionais Militares Inc (MPRI) que estava sob contrato do governo do Estado dos EUA. O MPRI tinha fornecido treinamento similar ao Exército de Libertação do Kosovo (KLA) e as Forças Armadas Croatas durante a guerra civil iguslava e mais recentemente aos militares colombianos, no contexto do Plano Colombia.

A Militarização e a Dívida Externa de Uganda

A construção da dívida externa ugandense sob o Presidente Musaveni coincidiu cronologicamente com as guerras civis congolesas e ruandenses. Com a subida à Presidência de Musaveni em 1986, o débito externo de Uganda chegou a 1.3 bilhões de dólares. Com a cobiça por novo dinheiro, a dívida externa subiu em espiral do dia para a noite, aumentando quase que três vezes para 3.7 bilhões em 1997. De fato, Uganda não tinha débito existente com o Banco Mundial no princípio de seu “programa de recuperação econômica”. Em 1997, ele possuia quase 2 bilhões de dólares só no Banco Mundial.

Para onde foi o dinheiro? Os empréstimos estrangeiros ao governo de Musaveni tinham sido alvejados para apoiar a reconstrução econômica do país. No despertar de uma prolongada guerra civil, o FMI patrocinou “o programa de estabilização econômica” exigindo maciços cortes no orçamento de todos os programas civis.

O Banco Mundial foi responsável pelo monitoramento do orçamento de Uganda em benefício de seus credores. Sob “revisão dos gastos públicos” (PER), o governo foi obrigado a revelar competamente a precisa alocação de seu orçamento. Em outras palavras, cada categoria de gasto – inclusive o orçamento do Ministério da Defesa – foi aberto para exame pelo Banco Mundial. A despeito das medidas de austeridade [impostas apenas aos gastos civis], os doadores tinham permitido que os gastos de defesa aumentassem sem impedimento.

Parte do dinheiro destinado aos programas civis tinha sido desviado para custear a Força de Defesa do Povo Unido (UPDF), que por sua vez, estava envolvido nas operações militares em Ruanda e no Congo. A dívida externa de Uganda estava sendo usada para financiar estas operações militares em beneficio de Washington com o país e seu povo pagando a conta. De fato, ao cortar os gastos sociais, as medidas de austeridade tinham facilitado a realocação do Estado de rendimentos a favor dos militares ugandenses.

Financiando ambos lados da guerra civil

Um processo similar de financiar gastos militares a partir da dívida externa tinha ocorrido em Ruanda sob o governo Habyarimana. Em uma cruel ironia, ambos os lados na guera civil eram financiados pelas mesmas instituições doadoras e como o Banco Mundial servindo de Cão de Guarda.

O regime Habyarimana tinha a sua disposição um arsenal de equipamento militar, incluindo lançadores de misssel 83 mm que causaram maciça cegueira, os belgas e os alemães fizeram o armamento leve, e armas automáticas como kalachnikovs feitas no Egito, China e África do Sul [bem como ... blindados AML-60 e veículos blindados M3]. Embora parte destas compras tenha sido financiada por ajuda militar direta da França, o fluxo dos desenvolvimentos dos empréstimos dos afiliados do Banco Mundial da Associação de Desenvolvimento Internacional (IDA), o Fundo de Desenvolvimento Africano (AFD), o Fundo de Desenvolvimento Europeu (EDF) bem como Alemanha, EUA, Bélgica e Canadá tinham sido desviados para custerem os militares e a milícia Interhamwe.

Uma investigação detalhada dos arquivos do governo, contabilidade e correspondência realizados em Ruanda em 1996-97 pelo autor – juntamente com o economista belga Pierre Galand -confirmou que muitas das compras de armas tinham sido negociadas fora da estrutura do governo por acordo de ajuda militar governamental por meio de vários intermediários e comerciantes particulares de armas. Estas transações – registradas como gastos de boa fé do governo – não obstantes não haviam sido incluidos no orçamento do Estado que estava sob supervisão do Banco Mundial. Grandes quantidades de facões de mato e outros itens usados nos massacres étnicos de 1974 - rotineiramente classificados como “comodidades civis” – tinham sido importados por regulares canais de comércio.

Segundo arquivos do Banco Nacional de Ruanda (NBR), algumas destas importações tinham sido financiadas em violação aos acordos assinados com os doadores. Segundo os registros do NBR das ordens de importação, aproximadamente um milhão de facões do mato tinham sido importados por vários canais, inclusive por Radio Mille Collines, uma organização ligada a milícia Interhamwe e usados para fomentarem o ódio étnico.

O dinheiro havia sido destinado pelos doadores para apoiar o desenvolvimento social e econômico de Ruanda. Foi claramente estipulado que os fundos não podiam ser usados para importar “gastos militares em armas, munição ou outro material militar’. De fato, o acordo de empréstimo com o IDA do Banco Mundial era até mesmo mais restritivo. O dinheiro não podia ser usado para importar bens civis tais como combustível, alimentos, remédios, roupas e calçados” destinados a uso militar ou para militar. Os registros do NBR não obstante confirmam que o governo de Habyarimana usou o dinheiro do Banco Mundial para importar os facões de mato que tinham sido rotineiramente clasificados como “bens civis”.

Um exército de consultores e auditores tem sido enviado pelo Banco Mundial para avaliar a “performace política do governo” Habyarimana sob o acordo do empréstimo. O uso dos fundos dos doadores para a importação dos facões de mato e outros materiais usados nos massacres civis não apareceram na auditoria independente comissionada pelo governo e o Banco Mundial. (sobre o acordo de empréstimo IDA. (IDA Credit Agreement. 2271-RW). Em 1993, o Banco Mundial decidiu suspender o desenbolso da segunda prestação de seu empréstimo IDA. Tinha havido, segundo a missão do Banco Mundial, desafortunadas “escorregadelas e atrasos” na implementação da política. As reformas de mercado livre não estavam mais a vista, as condições – inclusive a privatização de bens do Estado – não tinham sido realizadas. O fato de que o país estivesse envolvido em uma guerra civil nem mesmo foi mencionado. Como o dinheiro foi gasto nunca foi uma questão.

Conquanto o Banco Mundial tivesse congelado a segunda parcela do empréstimo IDA, o dinheiro garantido em 1991 tinha sido depositado em uma conta Especial no Banco Bruxelles Lambert em Bruxelas. Esta conta permaneceu aberta e acessível ao antigo regime [no exílio], dois mess depois de abril de 1994 dos massacres étnicos.

Acobertamento pós guerra

No despertar da guerra civil, o Banco Mundial enviou uma missão a Kigali com a visão de verificar o chamado “relato de finalização”. Este era um exercício de rotina, grandemente concentrado em matérias macro-econômicas, muito mais do que em questões políticas. O relatório reconheceu que “o esforço de guerra movimentou o antigo governo a aumentar substancialmente os gastos, bem além dos alvos fiscais concordados sob o SAP. A má apropriação do dinheiro do Banco Mundial não foi mencionada. Ao invés, o governo Habyarimana foi congratulado por “ter feito esforços genuinos – especialmente em 1991 – para reduzir os desequilíbrios financeiros domésticos e externos, eliminar as distorções atrazando o crescimento das exportações e introduzir mecanismos baseados no mercado para alocação de recursos…”. Os massacres de civis não foram mencionados; do ponto de vista dos doadores, “nada aconteceu”. De fato o relatório de finalização do Banco Mundial fracassou em até mesmo reconhecer a existência de uma guerra civil antes de abril de 1994.

No despertar da guerra civil: Restabelecendo as Mortais Reformas Econômicas do FMI

Em 1995, mal completado um ano dos massacres étnicos de 1994, os crededores externos de Ruanda entraram em discussões com o governo liderado pelos Tutsis da RPF a respeito das dívidas do antigo regime que haviam sido usadas para financiar os massacres. A RPF decidiu reconhecer plenamente a legitimidade destas odiosas dívidas de 1990 a 1994. O homem forte da RPF, o Vice-Presidente Paul Kagame [agora Presidente] instruiu o Gabinete a não continuar com a matéria ou abordar o Banco Mundial. Sob pressão de Washington, a RPF não entrou em qualquer forma de negociação, sem falar ao menos em um diálogo informal com os doadores.

A legitimidade dos débitos do tempo de guerra nunca foi questionada. Ao invés, os credores cuidadosamente estabeleceram procedimentos para assegurar seu pronto reembolso. Em 1998, um encontro especial dos doadores em Estocolmo, um Fundo Multilateral Trust de 55.2 milhões de dólares foi criado sob a bandeira da reconstrução pós guerra. De fato, nenhum deste dinheiro era destinado a Ruanda. Tinha sido sinalizado para servir as “dívidas odiosas” de Ruanda com o Banco Mundial, o Banco de Desenvolvimento Africano e o Fundo Internacional para Desenvolvimento Agrícola (IFAD).

Em outras palavras, “dinheiro novo” – que Ruanda eventualmente teria que desembolsar – foi emprestado para que Ruanda pudesse cumprir os serviços da dívida usada para financiar os massacres. Os velhos débitos tinham sido trocados por novos sob a bandeira da reconstrução pós guerra. Os débitos odiosos haviam sido camuflados e tinham desaparecido dos livros. A responsabilidade dos credores tinha sido apagada. Sobretudo, o ato fraudulento foi também condicional sob a aceitação de uma nova onda de reformas do FMI e do Banco Mundial.

“Reconstrução e Reconciliação” Pós Guerra

O amorgo remédio econômico foi imposto sob a bandeira da “reconstrução e reconciliação”. De fato, o pacote de reformas do FMI pós conflito era muito mais restritivo do que aquele imposto no início da guerra civil em 1990. Enquanto salários e emprego tinham caído a níveis abismalmente baixos, o FMI havia exigido um congelamento nos salários dos serviços civis juntamente com uma maciça redução dos servidores de saúde e de educação. O objetivo era o de restaurar a “estabilidade macro-econômica”. A desvalorização do serviço civil foi lançada. Os salários dos serviços civis não podiam exceder 4.5% do Produto Interno Bruto, para os assim chamados trabalhadores não qualificados [principalmente professores] que eram para ser removidos da folha de pagamento do Estado.

Enquanto isso, a renda per capita no país havia caído de 360 dólares antes da guerra para 140 dólares em 1995. Os rendimentos do Estado tinham sido alvejados para o serviço da dívida externa. Os débitos do Clube de Paris de Kigali foram reprogramados em troca de reformas de “mercado livre”. Os bens remanescentes do Estado eram vendidos ao capital estrangeiro a preço de barganha.

O governo do RPF liderado pelos Tutsi muito mais do que exigir o cancelamento das dívidas odiosas de Ruanda, tinha recebido as Instituições Bretton Woods de braços abertos. Eles precisavam da luz verde do FMI para impulsionar o desenvolvimento militar.

A despeito das medidas de austeridade, os gastos de defesa continuaram a crescer. O padrão de 1990-94 tinha sido reinstalado. Os empréstimos de desenvolvimento garantidos desde 1995 não foram usados para finqanciar a economia e o desenvolvimento social do país. O dinheiro extreno novamente havia sido desviado para financiar a construção militar, desta vez do Exército Patriótico Ruandense (RPA). E esta construção do RPA ocorreu no período imediatamente precedente ao início da guerra civil no antigo Zaire.

A Guerra Civil no Congo

Seguindo a instalação de um regime cliente em Ruanda em 1994, os EUA treinaram as forças ruandenses e ugandenses para intervirem no antigo Zaire – uma fortaleza da influência francesa e belga sob o presidente Mobutu Sese Seko. Amplamente documentado, as tropas de operações especiais americanas – principalmente Boinas Verdes do 3o Grupo de Forças Especiais de Fort Bragg, N.C.- tinham estado ativamente treinando o RPA. Este programa foi uma continuação do apoio encoberto e ajuda militar fornecida ao RPA antes de 1994. Por sua vez, a consequência trágica da guerra civil ruandense incluindo a crise de refugiados, tinha estabelcido a programação para a participação do RPA de Uganda e Ruanda na guerra civil no Congo:

“Washington bombeou ajuda militar no exército de Kagame, e as Forças Especiais do Exército dos EUA e outras forças militares treinaram centenas de tropas ruandenses. Mas Kagame e seus colegas tinham seus próprios projetos. Enquanto os Boinas Verdes treinavam o RPA, o próprio exército estava treinando os rebeldes do Zaire. Em Ruanda, funcionários americanos publicamente apresentaram o engajamento deles com o exército como quase que inteiramente devotado a treinamentos de direitos humanos. Mas os exercícios das Forças Especiais também cobriram outras áreas, incluindo talentos de combate. Centenas de soldados e oficiais foram arrolados nos programas de treinamento dos EUA, realizados pelas Forças Especiais, tanto em Ruanda quanto nos EUA. Os ruandenses estudaram técnicas de camuflagem, movimento de pequenas unidades, procedimentos de liderança de tropa, desenvolvimento de equipe de soldados [etc]. E enquanto o treinamento se desenrolava, oficiais americanos estavam se encontrando regularmente com Kagame e outros líderes principais de Ruanda para discutir a continuada ameaça militar enfrentada pelo antigo regime [agora no exílio] vinda do Zaire. Claramente, o foco da discussão dos militares ruandenses e americanos havia mudado de como construir direitos humanos para como combater a insurgência. Com o apoio do presidente de Uganda Museveni, Kagame concebeu um plano para apoiar o movimento rebelde no leste do Zaire [chefiado por Laurent Desire Kabila] … A operação foi lançada em outubro de 1996, apenas umas poucas semanas depois da viagem de Kagame a Washington e a completação da missão de treinamento das forças especiais americanas. Uma vez tendo começado a guerra no Congo, os EUA forneceram ‘ajuda política” a Ruanda. Um funcionário da embaixada americana em Kigali viajou para o leste do Zaire inúmeras vezes para fazer ligação com Kabila. Logo os rebeldes haviam se movimentado. Afastando o exército do Zaire com a ajuda das forças ruandenses, eles marcharam pela terceira maior nação da África em sete meses, com somente poucos engajamentos militares significativos. Mobutu fugiu da capital, Kinshasa, em maio de 1997, e Kabila tomou o poder, mudando o nome do país para Congo. Funcionários americanos negam que tivesse havido pessoal militar americano com as tropas ruandenses no Zaire,durante a guerra, mas relatos não confirmados de presença de aconselhamentos dos EUA tem circulado na região desde o início da guerra.

Interesses Americanos nas Minas

Em jogo nests operações militares no Congo estavam os extensos recursos do leste e do sul do Zaire que incluem reservas estratégicas de cobalto – de importância crucial para a indústria de defesa dos EUA. Durante os vários meses de guerra civil antes da queda de Mobutu, Laurent Desire Kabila baseado em Goma, leste do Zaire tinha renegociado os contratos de mineração com várias companhias de mineração americanas e britânicas inclusive com a American Mineral Fields (AMF), uma companhia baseada na terra natal do Presidente Bill Clinton, Hope, Arkansas.

Enquanto de volta a Washington, funcionários do FMI estavam ocupados revendo a situação macro-econômica do Zaire. Nenhum tempo foi perdido. A agenda econômica pós Mobutu já havia sido decidida. Em um estudo liberado em abril de 1997, pouco de um mês antes que o Presidente Mobutu Sese Seko fugisse do país, o FMI tinha recomendado “parar completa e abruptamente a questão da moeda’ como parte do programa de recuperação econômica. E uns poucos meses mais tarde depois de assumir o poder em Kinshasa, o novo governo de Laurent Kabila Desire recebeu ordens do FMI para congelar os salários do serviço civil como meio de “restaurar a estabilidade macro econômica”. Erodida pela hiper innflação, a média de salário do setor público havia caído a 30.000 novos Zaires (NZ) por mês, o equivalente a um dólar americano.

As exigências do FMI eram equivalentes a manterem a inteira população em uma pobreza abismal. Elas tornaram impossível o início de uma reconstrução significativa pós guerra assim contribuindo para continuar o estímulo para a continuidade da guerra civil congolesa na qual perto de dois milhões de pessoas morreram.

Comentários Finais

A guerra civil em Ruanda foi um esforço brutal para o poder político entre o governo Hutu liderado por Habyarimana apoiado pela França e a Frente Patriótica Ruandense dos Tutsis (RPF) sustentada financeira e militarmente por Washington. As rivalidades étnicas foram usadas deliberadamente na busca dos objetivos geopolíticos. Tanto a inteligência francesa quanto a CIA estiveram envolvidas.

Nas palavras do ex Ministro de Cooperação Bernard Debré no governo do Primeiro Ministro Henri Balladur:

“O que esquecemos de dizer é que se a França estava de um lado, os americanos estavam do outro, armando os tutsis que armaram os ugandenses. Não quero retratar um fechamento entre os franceses e os anglo-saxônicos, mas a verdade deve ser dita”.

Além da ajuda militar às facções guerreiras, o fluxo de empréstimos de desenvovimento desempenharam um importante papel em “financiar o conflito”. Em outras palavras, tanto as dívidas externas de Uganda como as de Ruanda foram desviadas para apoiar os militares e paramilitares. A dívida externa de Uganda aumentou para mais de dois bilhões de dólares – isto é, um passo mais rápido do que aquela de Ruanda (um aumento de aproximadamente 250 milhões de dólares de 1990 a 1994). Em retrospecto, o RPA -financiado pela ajuda militar dos EUA e a dívida extrena de Uganda – foi muito melhor equipado e treinado do que as Forças Armadas de Ruanda (FAR), leais ao Presidente Habyarimana. Desde o início, o RPA tinha uma definitiva vantagem militar sobre a FAR.

Segundo o testemunho de Paul Mugabe, um antigo membro da unidade de Alto Comando da RPF, o Major General Paul Kagame tinha pessoalmente ordenado o abate do avião do Presidente Habyarimana tendo em vista tomar o controle do país. Ele estava plenamente ciente que o assassinato de Habyarimana desencadearia o “genocídio” contra os civis Tutsi. As forças do RPA tinham sido completamente empregadas em Kigali no tempo em que ocorreram os massacres étnicos e não agiram para evitar que isto acontecesse:

“A decisão de Paul Kagame de abater o avião do Pres. Habyarimana foi um drama catalístico e sem precedentes na história de Ruanda, e o Major-General Paul Kagame tomou esta decisão com toda consciência, A ambição de Kagame causou o extermínio de todos da nossas famílias : Tutsis, Hutus e Twas. Todos perdemos. A tomada de poder de Kagame tomou as vidas de um grande número de Tutsis e causou um êxodo desnecessário de milhões de Hutus,muitos dos quais eram inocentes sob as mãos dos lideres dos grupos de genocídio. Alguns ruandenses ingênuos proclamaram Kagame como salvador deles, mas o tempo tem demonstrado que foi ele que causou o nosso sofrimento e infortúnio. Pode Kagame explicar ao povo ruandense porque ele enviou Claude Dusaidi e Charles Muligande para New York e Washington para parar a intervenção militar da ONU que supostamente foi enviada para proteger o povo ruandense do genocídio? A razão por trás de evitar a intervenção militar era permitir que a liderança do RPF tomasse o governo de Kigali e mostrasse ao mundo que eles – o RPF – eram aqueles que pararam o genocídio. Todos nos lembraremos que o genocídio ocorreu durante três meses, até mesmo embora Kagame tenha dito que ele era capaz de parar isto na primeira semana depois da queda do avião. Pode o Major-General Paul Kagame explicar porque ele pediu ao MINUAR para deixar o solo de Ruanda dentro de horas enquanto a ONU estava examinando a possibilidade de aumentar suas tropas em Ruanda para parar om genocídio?”

O testemunho de Paul Mugabe a respeito do abate do avião de Habyarimana ordenado por Kagame é corroborado por documentos da inteligência e informação apresentada no inquérito do parlamento francês. O Major General Paul Kagame foi um instrumento de Washington. A perda de vidas africanas não importava. A guerra civil em Ruanda e os massacres étnicos foram uma parte integral da política externa americana, cuidadosamente programada de acordo com precisos objetivos estratégicos e econômicos.

A despeito das boas relações diplomáticas entre Paris e Washington e a aparente unidade da aliança militar ocidental, foi uma guerra não declarada entre os EUA e a França. Ao apoiar a construção de forças ugandenses e ruandenses e intervir diretamente na guerra civil congolesa, Washington também tem uma responsabilidade direta pelos massacres étnicos cometidos no leste do Congo, incluindo várias centenas de milhares de pessoas que morreram nos campos de refugiados.

Os fazedores americanos da política estavam plenamente cientes que uma catástrofe era iminente. De fato, quatro meses antes do genocídio, a CIA havia avisado o Departamento de Estado dos EUA em uma instrução confidencial que os Acordos de Arusha fracassariam e que “se as hostilidades recomeçassem, então mais de um milhão de pessoas morreriam”. Esta informação foi subtraída da ONU: “não foi senão quando o genocídio havia acabado que a informação foi transmitida ao Maj.-Gen. Dallaire [que estava a cargo das forças da ONU em Ruanda].”

O objetio de Washington era deslocar a França, desacreditar o governo francês [que havia apoiado o governo de Habyarimana) e instalar um protetorado anglo-americano em Ruanda sob o Major General Paul Kagame. Washington deliberadamente nada fez para evitar os massacres étnicos.

Quando uma força da ONU foi proposta, o Major General Paul Kagame buscou retardar sua implementação afirmando que somente aceitaria uma força de paz uma vez que a RPA estivesse no controle de Kigali. Kagame “temia que a proposta força de paz da ONU de mais de 5.000 soldados pudesse intervir e evitar a vitória da RPA”. Enquanto isso, o Conselho de Segurança depois de deliberação e relato do Secretário Geral Boutros Boutros Ghali decidiu adiar sua intervenção.

O genocídio de 1994 em Ruanda serviu estritamente a objetivos estratégicos e geopolíticos. Os massacres étnicos foram uma catastrófica explosão na credibilidade da França que possibilitou aos EUA estabelecrem uma nova neo colonia na África Central. De uma base distintamente franco-belga, a capital ruandesa de Kigali tinha se tornado – sob o expatriado governo tutsi liderado pela RPF – distintamente anglo-americana. O inglês se tornou a lingua dominante no governo e no setor privado. Muitos negócios particulares de propriedade de Hutus foram tomados em 1994 pelos retornantes expatriados Tutsis. Os últimos haviam se exilado na África anglófona, os EUA e a Grã Bretanha.

A influência francesa política e cultural será eventualmente apagada. Washington tem se tornado o novo mestre colonial de um país francófono.

Vários outros países francófonos na África Sub sahariana tem entrado em acordos de cooperação militar com os EUA. Estes países são notificados por Washington para seguirem o padrão estabelecido em Ruanda. Enquanto isto, na África francófona o dólar americano rapidamente está substituindo a moeda francesa – que é ligada a um acordo de moeda ao Tesouro Francês.

Published in: on maio 25, 2008 at 12:08 am  Comments (3)  
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Projeto Montauk

Estação da Força Aérea em Montauk
Ativa ou Não?
de John A. Quinn

Introdução

Para ter as coisas começadas do jeito certo (e colocar o leitor em um apropriado estado mental) esta pergunta deve ser respondida antecipadamente, tão simples e diretamente quanto possível; a resposta é sim… e não; e aqui está a história.

Dentro dos últimos dois anos, vários incidentes de natureza profundamente perturbadora e altamente irregular tem ocorrido em Camp Hero/Estação da Força Aérea Montauk, uma instalação ostensivamente abandonada na ponta extremo sul de Long Island e perto do histórico farol do Ponto Montauk. Esta área é atualmente administrada pelo sistema de parques do Estado de New York e é de fato um designado parque estadual, ao menos no papel. Dois destes incidentes envolveram mulheres, uma das quais estava acompanhada por seus filhos, sendo interpeladas, perseguidas e ameaçadas com armas por pessoal militar ou do governo, não identificado, enquanto estavam nas vizinhanças. Disseram a elas que elas violaram áreas restritas e top secretas e estavam sujeitas a serem presas; contudo nenhuma prisão foi feita. Um tal incidente envolvendo armas aconteceu dentro do ano passado [1996] quando uma jovem mulher estava andando no chamado parque estadual. Um evento similar mas sem armas automáticas aconteceu em meados de 1995 quando uma família que passeava encontrou um agente de segurança, também não identificado, que abusivaente perseguiu a família e a ameaçou de prisão pela mesma alegada violação; novamente, não foram feitas prisões. Em abril de 1966, em um esforço para se manterem atualizados sobre o status da área, esta família novamente entrou na porção restrita do Parque Estadual de Camp Hero, e mais um vez foi abordada por um guada não uniformizado que os advertiu que eles estavam invadindo uma área fora dos limites de acesso ao público e que deveriam sair imediatamente. Isto se seguiu em um número inexplicavelmente grande de eventos similares em anos recentes. Existe testemunho muito bem consubstanciado – pelo menos remontando a 25 anos atrás -, de atividades bizarras, inconstitucionais e horríveis secretamente realizadas pelo governo sombrio e agências militares neste local.

Além das conhecidas bases militares [da marinha americana] de Camp Hero e a Estação da Força Aérea de Montauk, os planos e registros do Corpo de Engenheiros do Exército americano estabelecem uma prova conclusiva da existência de ao menos quatro níveis de intalações subterrâneas sob Camp Hero, e segundo fontes informadas, mais de três níveis adicionais tem sido acrescentados na década de 1990. Montauk é geologicamente distinta do resto de Long Island e está no topo de uma montanha submersa pelo mar, assim há muito leito rochoso onde descer. Camp Hero foi uma instalação do exército americano criada antes da Segunda Guerra Mundial e a Base da Força Aérea de Montauk foi criada dentro de seu perímetro na medida em que o exército se retirou do local na década de 1950. A Base da Força Aérea esteve oficialmente ativa somente até 1989, e os registros federais não mostram qualquer fonte legítima de custeio existente após este tempo para manter ativo a base e seu sistema de radar SAGE que tinha se tornado obsoleto, ainda que documentos recuperados da Força Aérea e inúmeras testemunhas verifiquem sem sombra de dúvida que a Estação da Força Aérea estava ainda ativa muito depois de então.

Recentemente tem emergido muita evidência que indica que a base e as instalações subterrâneas estavam e ainda são usadas para uma quantidade tremenda de pesquisa classificada top secreta e experimentação (muito disto cai sob o patrocínio do apelidado Projeto Phenix] em física quântica e de partículas [simulação de buracos negros], campos elétricos superpoderosos, controle do clima, psicotrônica [interface mente e máquina], genética, e controle mental baseado em drogas e eletrônica. A preponderância desta evidência fortemente sugere que um grande quantidade destas atividades tem sido deliberadamente malevolente tanto para os fins desejados e quanto os meios, e tem utilizado sujeitos não voluntários e até mesmo indefesos – incluindo as vezes, jovens raptados das comunidades adjacentes. Certos experimentos na dobra controlada de nosso espaço-tempo contínuo tiveram tais efeitos devastadores e consequências potenciais surpreendentemente inconcebíveis que vários internos do projeto conspiraram para sabotar os procedimentos em agosto de 1983, forçando o abandono total, mas que acabou sendo temporário.

Conteúdo

Sem Piqueniques no Parque Estadual de Camp Hero

É uma questão de registro público que o governo federal entregou a propriedade de Camp Hero/Estação da Força Aérea de Montauk para o Estado de New York, para uso da terra como um parque público em 1984, ainda que segundo os termos do acordo registrados nos escritórios do Condado de Suffolk em Riverhead, N.Y., o governo federal retenha todos os direitos a toda propriedade sob a superfície da terra – somente a superfície foi realmente doada ao Estado de New York. O acordo também determina que o governo federal pode reclamar a superfície da terra por razões de segurança nacional, se necessário.

13 anos depois desta transferência, ao menos 2/3 do chamado parque permanece fora dos limites permitidos ao público! Isto mesmo é uma violação ao regulamento dos parques estaduais de New York, e a restrição é feita cumprir severamente por uma variedade de autoridades, que algumas vezes apontam armas. Técnicos eletrônicos tem monitorado e registrado radio frequências extremamente não usuais e não ortodoxas e outras transmissões eletromagnéticas que se emanam diretamente desta supostamente abandonada e restrita propriedade atualmente, o que indica atividades muito semelhantes aquelas que são alegadas ocorrerem lá. Novas linhas telefônicas e linhas de energia de alta alta capacidade com um gigawatt metro tem sido instaladas nesta alegada área abandonada e fora de limites bem recentemente, e as testemunhas observaram uma unidade de radar de partícula de raio altamente avançada da Cardion Corp. por um período de ao menos quatro meses em 1994. Investigadores receberam várias explicações para a razão disto de funcionários da Cardion (Siemens), e uma testemunha ouviu de um guarda de segurança que a unidade tinha estado funcionando mal no subterrâneo e assim foi trazida para a superfície para testes, e eu pessoalmente vi e ouvi com meus próprios olhos e ouvidos estas bizarras e complexas transmissões de sinais EM/RF monitoradas e rastreadas por receptores que localizam a direção e outros equipamentos.

O metro elétrico com capacidade de gigawatt está em uma estrutura afirmada ser um prédio de manutenção de equipamentos pelo funcionários do parque estadual: um dos poucos prédios funcionais dentro da área restrita. Gigawatts de energia elétrica é uma quantidade tremenda de energia – bastante para suprir uma grande cidade, mas onde está esta cidade em Montauk Point? Aparentemente, no subterrâneo. Investigadores das atividades clandestinas avaliam que se gigawatts de eletricidade fossem descarregados (utilizados) dentro de um único prédio, ele seria demolido completamente pelo fogo em tempo record. Eles apontam para a existência de uma linha de energia e gigawatt metro como evidênia clara de operações secretas, ilícitas, inconstitucionais na Estação da Força Aérea. Em junho de 1996 esta avaliação foi confirmada como fato por um homem de serviço da LILCO, a companhhia de energia elétrica para a área de Montauk (e virtualmente toda Long Island). Um leitor de linha e metro para a vizinhança de Camp Hero, afirmou que ele e seus supervisores estavam cientes que uma quantidade tremenda de eletricidade é utilizada por esta linha de energia e registrada pelo metro. Ele também notou que também não é possível em absoluto que seja para a manutenção de um único edifício de manutenção que use tanta energia para operações de equipamentos ou outras atividades legítimas concebíveis de parques estaduais.

Fato Estranho da Ciência

A pesquisa e a experimentação alegada haver ocorrido na instalação subterrânea debaixo de Camp Hero, que inclui manipulações de tempo e interdimensionais e viagem, podem sem dúvida atingir certos leitores como ficção científica; contudo, um exame cuidadoso dos mais recentes conceitos e desenvolvimentos na física quântica mostra um apoio disseminado às teorias que fornecem esta possibilidade , até mesmo similaridade, do desenvolvimento de métodos para realizar viagem no tempo e em outras dimensões. Por exemplo, em março de 1994, “Scientific American” publicou um trabalho científico de David Deutsch e Michael Lockwood que concluiram claramente que nada nas atualmente conhecidas leis da Física, proibe tais excursões. De fato, o peso da prova é agora sobre os duvidosos do tempo e da viagem dimensional que dizem que isto é impossível. Várias grandes mentes na Física contemporânea – incluindo mas não se limitando a Nick Herbert, Kip Thorne, Frank Tipler, Fred Allen Wolf, Michio Kaku, Steven Hawking, e Paul Halpern — postulam que a viagem no tempo pode de fato ser alcançada. Pode ser dito conclusivamente, provado além da dúvida dentro da estrutura da ciência contemporânea, que existem dimensões paralelas – realidades prováveis, aparentemente infinita em número, e nosso familiar espaço tempo continuum em 3D é apenas uma manifestação.

Fundamentalmente, é a nossa consciência que de algum modo literalmente traz a existência a dimensão ou ralidade que vivenciamos, manifestando-a do que são para nós reinos de potenciais infinitos. Isto foi demonstrado em uma fórmula matemática conhecida como Prova de Von Neumann, desenvolvida pelo físico húngaro Janus Eric Von Neumann e publicada na década de 1930 em seu livro “Fundamentos Matemáticos da Física Quântica”, conhecida até hoje como a “bíblia” entre os físicos quânticos. Outros desenvolvimentos tem demonstrado que o tempo como é geralmente concebido, uma progressão linear do passado para o presente e deste para o futuro, em última instância não existe. Experimentos realizados na Universidade de Columbia na década de 1970 provaram que uma decisão tomada por um pesquisador/observador que determina se um fóton tem ou não viajado como uma onda ou uma partícula (causando ou não causando interferência de onda], e o que é feito depois que o fóton é emitido dentro de um aparelho multi espelhado (o que retarda consideravelmente sua viagem), também determinará o estado do fóton ao tempo em que ele é emitido – mostrando que o presente afeta o passado e então o futuro pode afetar o presente. Portanto, todo tempo é realmente simultâneo; o que chamamos de passado e futuro existem agora. O passado não foi embora e o futuro não está por vir. Então onde eles estão? Em uma outra dimensão. Alterações similares aos conceitos tradicionais sobre espaço, em particular vastas distâncias, devem suceder de tais fatos cientificamente aceitos.

Um outro campo de pesquisa usada intensamente em projetos top secretos envolvendo tecnologias ultra avançadas é aquele de Nikola Tesla, um verdadeiro gênio científico e verdadeiro pai de nosso sistema elétrico atual de corrente alternada, que já na virada do século anterior relatadamente desenvolveu tais tecnologias como raio de partícula e aparelhos anti-gravidade, transmissão de energia sem fio, psicotrônica e energia “livre”, para nomear uns poucos. Grande parte de seu trabalho permanece apenas obscuramente compreendido por muitos cientistas até mesmo hoje. Tesla e suas invenções figuraram proeminentemente no lendário “Philadelphia Experiment” que foi de fato parte da pesquisa do Projeto Phoenix.

Deve ser ressaltado por estes revisionistas que descontam a realidade do “Philadelphia Experiment” e também aqueles cujas mentes se assombram com a contemplação de tais assuntos, que há uma ampla evidência em se falando apenas de registro público (jornais, revistas, periódicos, etc.), mostrando que nas décadas de 1930 e início da de 1940 a Inteligência Naval e outras agências estiveram de fato completamente devotadas na pesquisa da tecnologia de ocultação ao radar com os principais físicos da época, incluindo John Hutchenson, Emil Kurtenhour, Albert Einstein, Von Neumann e Tesla. Embora não seja discutido então ou agora, a literal invisibilidade à visão foi também um assunto de consideravel interesse neste trabalho. Os locais desta pesquisa foram primeiramente a Universidade de Chicago e então mais tarde o Instituto Para Assuntos Avançados, uma organização de fachada para grupos conectados ao conclave de “um governo mundial” – o Conselho de Rhodes.

É certamente digno de nota que Tesla, que mantinha instalações de pesquisa em Shoreham, Long Island, falou de seus contactos com e inspiração de fontes extraterrestres.

Isto nos leva ao que talvez seja a avaliação mais incrível a respeito de tais comportamentos super secretos como o Projeto Phoenix, incluindo o Philadelphia Experiment e mais tarde, as atividades de Montauk – o envolvimento do governo secreto e agências internacionais com várias espécies alienígenas em inúmeros destes empreendimentos, até mesmo a anteriormente bem documentada queda de UFO em Roswell, New Mexico em julho de 1947. Não obstante, nenhuma pessoa racional e inteligente pode continuar a ignorar a existência de naves aeroespaciais excepcionalmente avançadas, aparentemente de origem não terrestre em sua maior parte, bem como a grande quantidade de testemunho de milhares de pessoas normais e sadias de contactos em algum grau com frequentes seres humanóides embora não terrenos operando tais naves; ignorar tais fatos é estar em negativa. Certamente uma tal condição de negativa da parte de tantos tem sido deliberada e unilateralmente instigada pelos governos, em particular pelos serviços de inteligência por inúmeras razões. A razão mais frequentemente citada e aceitável é a afirmação da grande preocupação sobre o efeito das notícias da existência de seres extraterrestres (e suas associadas tecnologias avançadas e habilidades) possa ter sobre os fundamentos sociais, políticos e econômicos da civilização humana. Tradução: aqueles no controle tem medo que eles possam não se manter assim. Uma razão mais compelente seria esconder o fato de que muitas das agências supra mencionadas tem aderido a atividades colaboradoras e a tratados com grupos de alguns destes seres extraterrestres. Uma percentagem da tecnologia usada no Projeto Phoenix e também na aeronave Stealth é dito ser derivado de fontes alienígenas e acusações tem sido feitas por pessoas como John Lear, filho do inventor do Lear Jet e mantenedor dos maiores records da aviação [que voou muitas missões para a CIA e saberia], que em troca desta tecnologia o governo deu a certos alienígenas permissão para abduzirem e realizarem experiências em cidadãos. Embora a ocorrência de abduções seja inegável por agora, uma quantidade surpreendente de evidência mostra que de fato pessoas muito humanas associadas a certas agências mlitares ou governamentais são responsáveis por muito – se não pela maioria -, do chamado fenômeno da abdução. fPreston Nichols diz que a inforação dele indica que 2/3 das ‘abduções alienígenas” realmente são realizadas pelas agências do governo – sem nenhum envolvimento alienígena.]

A totalidade da evidência nesta conjuntura indica que ao menos umas poucas raças extraterrestres estão presentemente se movendo em grande velocidade ao redor dos arredores gerais da Terra. O presidente de Buena Vista (Disney), Michael Eisner aparece pessoalmente em um vídeo promocional de 1996 da Disney para uma exibição completamente reprojetada e interativa de “Tomorrowland” apresentando cenários extraterestres e de abdução, durante a qual ele acusa direta e claramente o governo americano de enganar e mentir para o público a respeito da existência de extraterrestres e sua presença aqui, por muitos anos. Sua delaração continua com uma chamada para que as pessoas aceitem a verdade inevitável e aprendam a lidar com isto, sem ajuda ou orientação de qualquer fonte oficial ou governamental que possa ser esperada. (Algo novo aqui?)

Whitley Strieber, o autor de best sellers dos livros de não ficção “Communion” e “Breakthrough” reforçou esta opinião enquanto falava no programa de rádio Dreamland de Art Bell – que alienígenas de qualquer espécie que estejam conectados com as agências secretas militares ou governamentais, geralmente são más notícias e aqueles que não estão assim conectados podem ser OK, ou ao menos, gozarem do benefício da dúvida.

A Caixa de Pandora

Algumas das informações mais surpreendentes agora disponíveis a respeito de uma tal pesquisa classificada e experimentação em física ultra avançada, e tecnologias resultantes,e os usos das quais foram colocadas, podem ser encontradas em livros de Preston Nichols e Peter Moon, que fornecem profundos detalhes das atividades recentes do Projeto Phoenix. Seguindo o “Philadelphia Experiment” em 1943, uma tentativa inicial de tornar invisível [invisibilidade ao radar] e segundo algumas fontes também de invisibilidade literal, que pela maioria responde haver terminado em um fracaso incontrolável e de pesadelo, tal que a pesquisa interdimensional foi posta a espera enquanto era desenvolvida a bomba atômica e até que fosse vencida a Segunda Guerra Mundial, certamente contra o Japão. [a respeito da guerra contra a Alemanha nazista, contudo, a consequência não foi tão completa e decisiva como os livros de história podem nos ter feito acreditar - certamente nenhuma bomba atômica foi lançada - e devemos procurar mais sobre isto posteriormente). No final da década de 1940, entendendo que as linhas de pesquisa do Projeto Phoenix, se apropriadamente canalizadas, controladas e desenvolvidas, tinham possibilidades surpreendentes e inimagináveis, as agências clandestinas do governo reabriram a caixa de Pandora.

Os piores problemas encontrados durante o "Philadelphia Experiment" foram os efeitos extraordinariamente dstrutivos e bizarros sobre os seres humanos que estavam a bordo do navio militar que foi usado no experimento. Alegadamente, navio e tripulação desapareceram da vista por algum tempo; danos psicológicos devastadores bem como horríveis resultados físicos que atingiram os marinheiros que foram anexados ao metal do navio quando ele reapareceu [rematerializou] foram relatadamente alguns destes efeitos. Janus Von Neumann, que era o diretor do “Philadelphia Experiment”, (depois que Tesla havia saido desgostoso por sua preocupação sobre os efeitos sobre as pessoas) foi chamado para descobrir mais a respeito de como os seres humanos eram impactados ao entrarem em outras dimensões de tempo-espaço e para desenolver tecnologia que pudesse permitir que pessoas fizessem isto sem danos severos. Von Neumann, que diferentemente de Tesla tinha pouco costume com a metaísica ou a parapsicologia, logo se descobriu incapaz de chegar a termos com os aspectos psíquicos e espirituais dos seres humanos além dos níveis material e físico. É suficiente dizer que alguns elementos de uma pessoa, frequentemente chamados de espírito ou alma, devem permanecer em sintonia com seu original fechamento no tempo-espaço, que começa ao tempo da concepção física [incarnação] enquanto se transfere ou retorna de outras dimensões, se tais resultados destrutivos em ampla escala devam ser evitados. Von Neumann, exercendo mais uma vez suas prodigiosas capacidades mentais, chegou ao primeiro computador mundial, que tinha a capacidade de calcular certos fatores de referência de tempo e espaço com absoluta precisão – uma necessidade para o que era para ser realizado; além disso, equipamento psicotrônico foi criado que podia receber, reconfigurar e transmitir frequências do tipo de rádio gerada por pensamentos da mente humana [frequências que existem e podem ser captadas pelo que geralmente é chamado "física" [não, elas não são todas falsas); e por extensão, aparelhos que podiam externa e artificialmente alterar ou "controlar" as mentes das pessoas.

Entre os objetivos iniciais do Projeto Phoenix tem sido (e ainda são! [veja informação sobre o Projeto HAARP posteriormente]) obter capacidades de controle climático. Agências secretas do governo dos EUA e grupos associados receberam um grande impulso nesta área, e no desenvolvimento das tecnologias psicotrônicas em geral, da pesquisa e do trabalho de Wilhelm Reich, um verdadeiro gênio em vários campos: científico, médico, psicológico e metafísico. Reich demonstrou por extensa experimentação que uma forma de eneria de radio-frequência que ele chamou de “orgonio” era responsavél por estados psicológicos mentais bem como por coisas como condições climáticas. A respeito das condições climáticas, Reich doou sua tecnologia de “quebra de nuvem” para o governo americano sem compensação financeira, já que ele próprio estava buscando outras implicações de suas descobertas. (Parcialmente devido a pressão da Associação Americana de Medicina [A.M.A.], Reich foi sem misericórdia caçado e perseguido por agentes federais e seu laboratório foi destruído; ele foi aprisionado, entre outras acusações, por praticar medicina sem licença.) A tecnologia de controle climático de Reich foi utilizada e posteriormente desenvolvida pelo governo, e integrada a outros aspectos do projeto Phoenix.

Alguns pesquisadores,incluindo Preston Nichols, avaliam que as tecnologias do Projeto Phoenix foram desenvolvidas e aperfeiçoadas em seu mais alto grau, e em sua maior parte em Long Island no Laboratório Nacional Brookhaven e outras instalações. Grande parte disto foi legitimamente custeada até a década de 1960, quando o Congresso, ao ser informado pelos Laboratórios Brookhaven, Siemens/ITT, A.I.L. e outros contratados do estado avançado de desenvolvimento e da grande eficácia dos aspectos de controle mental e da psicotrônica, prudentemente decidiu terminar tal pesquisa de uma vez, para o bem de ao menos esta tecnologia cair em mãos erradas e ser usadda de modo inaceitável. Isto pode ter sido uma das poucas recentes ações congressionais apresentando alguma determinação real, mas infelizmente, a tecnologia já havia caído nas mãos erradas. Consternados pela ação do Congresso, os diretores do projeto abordaram certos membros da inteligência e das hierarquias militares em segredo e inconstitucionalmente conspiraram para continuar a experimentação, novamente em segredo, na recentemente fechada Estação da Força Aérea de Montauk. Janus Von Neumann foi mais uma vez o diretor científico já que as avenidas de pesquisa do Projeto Phoenix eram levadas a extraordinariamente novas alturas. Isto, o chamado Projeto Montauk, especificamente lidava em sua maior parte com psicotrônica e áreas interdimensionais de experimentação. Experimentos de controle mental eletromagnético usando transmissões de radio frequência altamente energizadas eram realizadas continuamente sobre homens de serviço visitantes e mulheres “convidadas” para a base para R&R; sobre a população grandemente nas comunidades vizinhas; e mais incrivelmente, em inúmeras crianças abduzidas [raptadas]. Sobretudo, pelo final da década de 1970, foi ralizada experimentação muito avançada na “dobradura” controlada de espaço-tempo, usando algumas idéias e invenções de Tesla [ morto a muito tempo], Von Neumann e outros. Correntes elétricas tremendamendamente poderosas fluindo em configurações específicas geravam campos eletromagnéticos que criavam em efeito um funcional “objeto de viagem espacial”. Para mais uma vez simplificar, a física era novamente utilizada para visualizar e estabilizar a “destinação alvo” em uma diferente dimensão espaço-tempo na qual o vortex seria então focalizado. O cilindro de viagem espacial, um conceito formulado pelo físico supramencionado Frank Tipler, é atualmente um dos modelos teóricos mais amplamente aceitos na física quantum de como criar um “buraco negro” artificial e controlável, e asim alcançar a mudança espaço-tempo e dimensional e até mesmo a habilidade de efetuar alterações e manipulação de nosso espaço-tempo continuum.

Há indicações definidas e testemunho que as instalações militares em Montauk Point foram o local da pesquisa psicológica e de controle mental até mesmo antes de 1969; segundo os pesquisadores de Camp Hero, tem sido sabido que uma base “psíquica” tem até mesmo existido desde sua origem não muito depois que o governo federal adquiriu a terra em 1910 por meio de uma flagrante burla, fraude e engano praticada contra seus legítimos proprietários – a tribo indígena Montauk. Evidência substancial de inúmeras fontes mostra que as agências de inteligência do nosso governo são responsáveis por um surpreendemente sortimento de experimentos de controle mental e projetos, ao menos a cinquenta anos. O Napa (Califórnia) Sentinel publicou uma longa série em 1991 que forneceu uma visão geral muito compreensível do “estado de arte” geral das atividades em controle mental nos EUA; o Washington Post tem apresentado uma boa cobertura sobre os diabólicos abusos da CIA e do NSA neste campo. As audiências do Comitê Church do Senado durante a década de 1970 sobre as práticas da CIA, NSA e similares em tais assuntos, realmente só arranharam a superfície de um aspecto sórdido, brutal e pouco conhecido dos registros dos serviços de inteligência dos EUA neste tipo de experimentação – quase sempre envolvendo completo abuso abjeto e desrespeito aos direitos humanos, civis e constitucionais. Em 1994 o Comitê do Senado de Assuntos dos Veteranos [presidido por John D. Rockefeller] realizou audiências sobre as práticas de grupos militares e de inteligência a respeito da utilização de sujeitos involuntários em uma parte substancial da chamada pesquisa realizada em campos tais como a testagem dos efeitos das armas químicas e biológicas e os usos de drogas e as configuradas transmissões eletromagnéticas e de radio frequência no controle mental [e corporal].

Em Montauk, para simplificar consideravelmente, a agenda básica de “pesquisa” era como se segue. Psíquicos extremamente dotados e rigorosamente treinados eram atraídos por meio do equipamento psicotrônico para computadores que convertiam as formas de ondas de seus pensamentos em código digital de computador, e também reestabeleciam formas de ondas a transmissores excepcionalmente altamente energizados eletromagneticamente ou por radiofrequência que transmitiam pensamento, sinais alteradores da consciência e da mente. Segundo narrativas, certos experimentos alcançaram a materialização, em níveis variados de estabilidade e solidez, de objetos visualizados pelos psiquícos cujos pensamentos eram irradiados, bem como efeitos de teleportação. [o website da IBM em maio de 1997 apresentou uma sinopse da pesquisa dela e pretendido desenvolvimento da tecnologia da teleportação]

Parte disso soa muito excitante, surpreendente e até mesmo maravilhoso, e certamente de alguns modos provavelmente o seja. Contudo, em grande extensão, tais atividades foram e são feitas absolutamente sem qualquer consideração com os efeitos que as pessoas experimentem; sobretudo, este trabalho é feito com a plena intenção de usar as capacidades e o conhecimento obtidos para mais inteligentemente e completamente subjugar a humanidade com um controle cada vez mais poderoso e invasivo de nossa consciência; de fato, e literalmente se lembrarmos da Prova de Von Neumann, “a engenharia da realidade”. Segundo Nichols, um engenheiro radio-eletrônico inquestionavelmente brilhante que trabalhou frequentemente no Projeto Montauk em um estado mental alterado enquando simultaneamente trabalhava no Laboratório Nacional Brookhaven (tal consciência alternativa pode ser obtida com variações das tecnologias psicotrônicas) – e também segundo outros participantes em primeira mão em certos destes experimentos – alguns dos mais jovens abduzidos e tão viciosamente abusados nestas atividades morreram como resultado e foram enterrados em massa no sitio! A tragédia humana atestada aqui começa a rivalizar as indeléveis atrocidades dos massacres de Pol-Pot ou Auschwitz e Bergen-Belsen em seu horror e brutalidade. O fato de que isto tenha sido feito a crianças americanas e em solo americano por agências ligadas, contudo tenuamente, a nosso governo é virtualmente inimaginável; ainda que temos descoberto, muitas das avaliações feitas pelos investigadores de Phoenix/ Montauk tenham sido examinadas e verficadas.

Como mencionado, o Projeto Montauk ruiu e foi queimado em agosto de 1983, sabotado certamente de dentro por alguns participantes chave que não podiam mais tolerar o que estava acontecendo. Um túnel do tempo exatamente ligado ao “Philadelphia Experiment” exatamente quarenta anos antes [12 de agosto de 1943] foi alegadamente alcançado então – aparentemente uma tentativa de projetar operadores para repararem ou desfazerem os danos que eles sentiam terem sido feitos ao espaço-tempo continuum durante o experimento de 1943; entretanto, o projeto terminou temporariamente, como descrito, com a superfície da propriedade sendo doada ao Estado de Nova Iorque.

Os paradoxos abundam

Até mesmo uma breve descrição deste local revelará maciças inconsistências e ofuscantes anomalias na atual administração da área dos Parques Estaduais de Nova Iorque: uma série de investigações da instalação de aproximadamente 400 acres mostra que sua designação e administração é muito irregular e suspeita. Embora seja supostamente uma instalação abandonada, tóxica e perigosa, fora dos limites do público até que seja limpa, virtualmente nenhuma limpeza tem sido realizada depois de 13 anos. A entrada de veículos tem um portão de alta segurança e é cercado com cadeados de combinação e está pesadamente cheio de avisos postados de “entrada restrita” e “não ultrapasse”, ainda que a cerca e os avisos que delineiem e identifiquem a área restrita sejam pontilhados ou não existentes ao longo de milhares de pés da fronteira [ironicamente, especialmente nas áreas residenciais]. Ao mesmo tempo, inúmeras autoridades patrulham a base continuamente, mas de uma forma como se estivessem “fora de serviço”. Eles geralmente não usam emblemas que os identifiquem ou uniformes e assim é algo não oficial – não necessário de se identificarem ou a fonte de sua autoridade; avisos para se manter fora da área e ameaças de prisão [e mais] são enviadas “não oficialmente” mas com muita força. A Polícia Estadual de Nova Iorque, a Polícia Estadual de Parques e a Polícia Municipal de East Hampton também patrulham a área e cumprem a restrição “fora dos limites”. Parece óbvio que o perímetro desta área restrita é tão desigualmente e irregularmente identificado e patrulhado para evitar chamar uma atenção indevida a este local.

Funcionários dos Parques Estaduais de Nova Iorque, incluindo o supervisor do parque George Larsen, são extremamente evasivos e enganosos quando questionados sobre o status real da área, bem como sobre a administração dela. Quintais nas vizinhanças diretamente adjacentes da Estação da Força Aérea de Montauk tem caminhos que levam diretamente a supostas áreas restritas, ou propriedade perigosa, do qual existe evidência filmada em videotape. Também, a uma maior exceção ao cumprimento legal da restrição da área fora de imite, e considerando as acusações feitas a respeito de algumas atividades aqui, é uma exceção mais que sinistra. Crianças e adolescentes tem sido localizados muito frequentemente dentro do perímetro e não são retirados ou até mesmo abordados quando observados pelo pessoal da segurança. Evidência filmada existe disso, e também de crianças dirigindo bicicletas e subindo nas estruturas da chamas área restrita, tóxica e perigosa, que aparentemente não está fora dos limites para eles.A Guarda Nacional e outras unidades militares realizam o que parece ser legítimos exercícios de treinamento na propriedade. Estas pessoas estão sendo submetidas a tal ambiente inseguro, tóxico e perigoso? Não parece ser provável, mas se assim for, aqui temos um outro fato escandaloso, bizarro e desperador para acrescentar a longa lista de tal relato ocorrer regularmente neste local. Bem como há uma quantidade substancial de testemunho de residentes das redondezas que descrevem o que parece ser uma atividade noturna, em andamento, não legítima, envolvendo pessoal militar/do governo não identificado na base.

Informação de Apoio

Certos incidentes tem vindo a luz durante os últimos poucos anos que dão apoio posterior a algumas das alegações sobre as atividades do Projeto Montauk. Ramos da CIA, NSA e outras agências tem reconhecido que realizaram inúmeras e extensas experimentações em controle mental em algumas locações nas décadas de 1960 e 1970, inclusive a infame pesquisa feita no Instituto Memorial Allen e na Universidade McGill em Montreal, Canadá. Dr. Euen Cameron era o chefe mestre de cerimônias lá, em um outro cenário estranhamente reminiscente da Alemanha nazista no que havia de pior – e não sem razão, como descobriremos.

Para os não esclarecidos, há quantidade substancial de informação e evidência sobre literalmente incontáveis projetos e subprojetos realizados pelas agências federais de inteligência de pesquisa e experimentação em todas as formas concebíveis de controle mental – usando tudo desde o contrle encoberto da informação básica disponivel a sociedade como um todo de fontes fundamentais como livros, revistas, TV, rádio, jornais etc., até drogas e eletromagnetismo e um culto altamente estruturado como “sistema de crença” em grupos de controle. ( Jonestown, o massacre da Guiana [aproximadamente 700 das mais de 900 vítimas foram de homicídio, não de suicídio) em 1979, como exemplo principal do projeto de controle mental mais drogas empregadas em um culto da CIA que perdeu o controle - o que talvez tenha sido a idéia! - um fato estudiosamente evitado na maior parte da cobertura da media da tragédia.) Usando sinais de radio frequência ou eletromagnéticos [e drogas] tecnologias funcionais tem sido desenvolvidas que podem: manipular os estados psicológicos básicos; interferir com o funcionamento mental coerente e com os reflexos motores; controlar o sistema nervoso autônomo; transmitir palavras audíveis diretamente ao cérebro vio microondas pulsadas; criar [psicotrônica] links mente-computador [utilizado pela Força Aérea com pilotos combatentes e computadores de vôo e demonstrado na TV]; interface diretamente com os processos de pensamento conscientes e o subconscientes; plantar mensagens subliminares – especialmente quando os alvos estão em sono REM… tudo isto em adição a outras atividades e capacidades anteriormente ressaltadas.

De particular interesse são as filas de computadores de nanotecnologia extremamente avançada da NSA que, usando links com satélites, podem localizar, catalogar, rastrear e escanear literalmente qualquer um nos EUA, ao ler [e registrar ou correlacionar/combinar] a única assinatura bio-eletromagnética possuida por qualquer um e por todos seres vivos, e pelo monitoramento de estado mental, físico e emocional através de sutis leituras evocadas de eletroencefalogramas captados por um escaneamente extremamente sensível. Os indivíduos alvos podem então ser “interfaceados” por meio da tecnologias de eletromagnetismo/radio frequência ressaltadas. A lista não termina, e este relato é apenas relativo aos aspectos de controle mental de Montauk, então devemos continuar. Indico aos leitores as bibliotecas públicas para alguma informação posterior sobre os projetos de controle mental do governo.

Os pesquisadores do Projeto Montauk avaliam que os mais jovens abduzidos para uso nos experimentos, primeiramente tinham demolido completamente seus espíritos, psiques, personalidades, senso de ego, e integridade mental por meio de um abuso psicossexual severo, intensivamente cuidadoso e orquestrado até que estivessem apropriados para serem “reunidos” “reprogramados” via supercomputadores usando a psicotrônica, realidade virtual eletromagnética e de rádio frequência e tecnologias “tecno-psíquicas” para o desejado perfil psicológico, realizado como necessário; para uso em experimentação interdimensional, como cobaias no infindável trabalho de controle mental e psicotrônica, como agentes adormecidos que podem ser ativados por uma variedade de meios – inclusive pelo uso de receptores implantados, e como “um exército secreto” que pode ser convocado pelo governo secreto em tempos de crises severas e não usuais; se eles de fato sobrevivessem a experiência difícil. Isto é a maior confirmação que este seja realmente um método estabelecido e usado frequentemente [em outros projetos de controle mental documentados] de serviços de inteligência para criar agentes controlados mentalmente, frequentemente totalmente involuntários a serem usados em espionagem, assassinatos e similares. Falsas instalações de cuidados infantis e grupos falsos “quase religiosos” tem sido fortemente implicados como métodos utilizados por agências de inteligência com a CIA para obter acesso aos apropriados mais jovens em situações que exigem parâmetros de controle.

Em 1978, virtualmente o inteiro Estado do Oregon foi submetido a transmissões eletromagnéticas verdadeiramente não comuns que tinham efeitos destabilizantes e negativos no humor e estado mental de uma grande percentagem da população. Isto foi monitorado e rigorosamente relatado por inúmeros grupos tais como a polícia, bombeiros, serviços de emergência,estações de rádio e TV etc. A situação naquele tempo recebeu ampla cobertura da imprensa e os sinais foram eventualmente rastreados a um transmissor da marinha dos EUA na Califórnia!

A respeito destas habilidades “psíquicas” das agencia do governo, o San Francisco Examiner no domingo, 24 de dezembro de 1995, apresentou a primeira parte de um artigo sobre um programa da CIA no Instituto de Pesquisa Stanford e outras instalações que treinaram e desenvolveram habilidades psíquicas no programa de forma que eles pudessem serem usados como “espiões psíquicos’. Chamado Stargate, o programa floresceu na década de 1980 e foi especialmene bem sucedido em tais atividades como “visão remota” e outros fenômenos associados a percepção extrassensorial. Outros experimentos incluiram psicocinese [movimentar objetos com a força do pensamento], onde processos aleatórios eram influenciados pela mente, e também controle mental por interferência psíquica. Sentir onde um alvo estava e o que estava fazendo eram outras habilidades pesquisadas neste programa. Uma grande quantidade de informação sobre visão remota e outras operações psíquicas diretamente controladas, frequentemente realizadas por pessoal militar ou de inteligência, tem se tornado públicas aproximadmente no ano passado.

A publicação de agosto de 1995 de Popular Science trouxe uma peça que forneceu muita informação sobre um recente projeto do governo chamado HAARP (Programa de Pesquisa Aural de Alta Frequência Ativa]; informação que novamente impulsiona certas avaliações feitas pelos investigadores de Montauk/ Phoenix . Além disso, das capacidades e funções esotéricas mas de certo modo mais mundanas tornadas públicas a respeito desta tecnologia, a inteira ionosfera da Terra pode ser configurada para realizar um receptor de frequência incrivelmente poderoso, de ultra amplo espectro, global ao radiar energia de raio em alta frequência na ionosfera.

O Projeto HAARP está sendo operado pela marinha e a força aérea, junto com o laboratório Phillips e adicionais participantes. A tecnologia de HAARP causa tremendas mudanças de energia em regiões específicas da ionosfera, permitindo que isto seja configurado como uma lente virtual, um espelho virtual, um transmissor, e outros meios. As metas publicadas de aparência inócua das atividades de HAARP são camufladas pela evidência produzida pelos autores do livro recente “Os Anjos Não Tocam Eta HARPA”. Segundo os documentos descobertos pelo Dr. Nick Begich e Jeann Manning no curso da pesquisa deles, alguns dos objetivos deste projeto, detalhados em documentos oficiais internos da força aérea, incluem, entre outros horrores, utilizar vários sinais eletromagnéticos (RF) para causar efeitos deletérios, injuriosos mental e fisicamente e até mesmo fisicamente letais sobre grupos alvo da população, não excluindo os chamados “inimigos domésticos”. Também diretamente indicado em certos documentos é o uso de transmissões para interagir com e “interrogar” as mentes de grupos alvos. Isto significa controle mental eletromagnético. Tais atividades podem ser implementadas em qualquer lugar na face da Terra. Outras aplicações potenciais para a tecnologia de HAARP incluem:

1. Aperfeiçoamento de ou interferência com as comunicações – bem desenvolvimento de novos tipos de transmissão de rádio.

2. Manipulação de padrões climáticos.

3. Armas relacionadas e usos de controle mental como supramencionado.

4. Tomografia penetrante da Terra – uma função como raio X que pode revelar, por exemplo, a existência de instalações subterrâneas [como Montauk!], bem como depósitos de petróleo e de minerais.

5. “Empurrar o envelope” em termos de bombear energia eletromagnética na ionosfera apenas para ver o que acontece.

Segundo a vasta maioria dos cientistas [independentes de qualquer afiliação governamental] entrevistados pelos autores, o potencial para um dano catastrófico e em bola de neve à ionosfera e de fato a inteira rede de vida inter-relacionada eletromagneticamente neste planeta como um resultado deste projeto em particular é extremo. Isto é uma atividade horripilante que tem inimagináveis riscos ambientais globais, bem como certos objetivos completamente inconstitucionais. Leia “Angels Don’t Play This HAARP” de Dr. Nicholas Begich e Jeann Manning para conhecer a história inteira.

A tecnologia de HAARP pode ser capaz de muitos ou todos os efeitos e procesos dos Projetos Phoenix/ Montauk, bem como modificação genética, “polícia cerebral” e outras funções similarmente assustadoras. Nick Begich e Jeann Manning tem relatado transmissões de 435 megahertz que tem sido monitoradas em associação a atividade de HAARP; sinais que Mr. Nichols tem determinado estejam diretamente no alcance da interface mental e tem sido usados extensamente no controle mental e a experimentação psicológica que tenho relatado. As implicações disto são incríveis e horripilantes, já que o potencial agora existe para implementar tais funções em uma base mundial.

Turtle Cove

Investigadores do Projeto Montauk afirmam que a localização de Montauk Point foi escolhida não por acaso, mas porque este é um “ponto de energia” muito importante na Terra, devido a fatores geomagnéticos de grande significado científico.

É de conhecimento comum e um fato aceitado em geofísica e ciências relacionadas que certas áreas da superfície da Terra são “pontos quentes” goemagnéticos onde ocorrem anomalias gravitacionais, magnéticas e eletromagnéticas, incluindo efeitos em certas atividades eletromagnéticaas e de radio frequência, e isto é um fato das razões pimárias citadas nos proponentes de HAARP para a situação da principal [como a conhecemos!] instalação HAARP em Gakona, Alasca.

Richard Hoagland, um ex cientista da NASA que reuniu uma equipe que tem feito grande parte de pesquisa intensiva no que parece ser uma face similar a da Esfinge, pirâmides e outras estruturas na superfície marciana, tem decifrado uma fórmula matemática codificada em ângulos e relacionamentos de estruturas que compõem o complexo marciano [conhecido como Cidonia] que ele chama de geometria tetraédrica ou física tetraédrica. Os elementos básicos da fórmula são [e eu simplifico consideravelmente], como uma esfera tal como um planeta é rotado em seu eixo, pontos específicos na esfera se tornam o foco ou portal para o processo de subida natural de energia que se origina em outras dimensões. A mais notável destas coincidências com onde os pontos do tetraedro incritos dentro da esfera se intersectam a superfície da esfera. Outros que os polos, estes pontos estariam a 19.5 graus de latitude norte e sul. Na Terra isto é as Ilhas Havaianas, em Júpiter é a Grande Mancha Vermelha, e assim por diante. Segundo a fórmula tetraédria outras locações também são pontos de “poder”, incluindo a própria Cidonia. Na Terra alguns pontos adicionais incluem Gizé [as famosas pirâmides] no Egito , Machu Pichu (na mesma longitude que Montauk) e Stonehenge.

Quando os colonizadores ingleses e europeus alcançaram as costas leste de Long Island nos anos de 1600, os índios Montauk e outras tribos estreitamente relacionadas viviam na região. Os Montauks são uma tribo Algonquina, reconhecida no fato que muitos Algonquins sejam a tribo primária ou liderante. Grante quantidade de indios nativo americanos, incluindo os Montauks e a minoria dos Algonquins, acreditam que Turtle Cove, imediatamente adjacente a e entre Montauk Point e Camp Hero, seja de fato uma maior ponto de “poder” – um “stargate” ou vortex interdimensional e fonte de nossa realidade ou criação. Os índios Montauk são considerados os guardiães deste ponto. (o mundo criado, como muitas tribos o conheciam, era a América do Norte,que foi chamada de Ilha da Tartaruga).

Um ponto importante é que os chefes dos Montauks tem mantido o nome de Faraó através da história deles, muito antes que qualquer pessoa branca tivesse chegado para partilhar tal nome com eles, e o nome Faraó agora aparece em algum outro lugar da Terra exceto o Egito. A evidência arqeológica indica que os índios Montauks habitavam esta região continuamente por ao menos 8.000 anos. Como Montauk é geologicamente distinto de Long Island e da América do Norte, pode ser teoricamente um remanescente da dos Atlantes do Egito e Montauk. Narrativas históricas de séculos anteriores atestam estruturas piramidais que existiram em ou perto de Turtle Cove, e vários anciãos da tribo se recordam de ouvir sobre elas: contudo elas foram relatadas serem uma formação linear – não circular que seria mais provável se elas fossem construções nativo americanas. Preston Nichols e Peter Moon teorizam no livro deles “Projeto Montauk”que as pirâmides de Montauk podem ter sido construídas por uma sociedade extraterrestre, e que os índios Montauk são um remanescente de uma civilização atlante muito antiga, como o foi o Egito Antigo. A pesquisa deles traz inúmeras conexões com Marte e também com as pirâmides e a face similar a Esfinge que são o foco do trabalho de Hoagland.

Este local, nos tempos antigos e atualmente, e as atividades que as agências secretas do governo [com seus extensos laços com fraternidades de tipo maçonico e senhores extraterrestres por trás delas - como escrito no livro "Deuses do Éden" de William Bramley) estão alegadamente realizando são vitalmente importantes para a raça humana e seu futuro na Terra.

Uma outra curiosidade é o nome "Camp Hero". A palavra "hero" é derivada da palavra grega para o deus egipcio Horus, entre quais atributos estavam a habilidade de ver outras realidades bem como adiante e para trás no tempo. Embora este nome tenha sido dado a região relativamente recentemente pelo governo federal (leia: Theodore Roosevelt -- um Mestre Maçom que possuia uma grande parte da terra tribal muito próxima a Turtle Cove) certamente se correlaciona perfeitamente com o que os índios Montauk e outras tribos acreditavam sobre este local. Como notado, Camp Hero foi conhecido por ser uma "base psíquica" desde sua iniciação como uma instalação militar do governo.

Parece que os membros de certas organizações ou agências ou sabiam que este era um ponto muito significativo na Terra ou logo descobriram isto, e durante centenas de anos sistemática e deliberadamente manipularam os índios Montauk para deixarem suas terras tribais e campos de enterros a leste do que agora é o pequeno vilarejo de Montauk. Thomas Jefferson fez um esforço substancial no iníio dos anos de 1800 para ir pessoalmente a Montauk e registrar o máximo possível da história de Montauk, linguagem e cultura. [embora a lingua dos indios Montauk agora tenham quase desaparecio completamente, há indicações substanciais que era de fato Vril, a assim chamada linguagem enoquiana de extrema antiguidade]. Obviamente Jefferson, um outro Mestre Maçom, considerou ser o material muito importante. Jefferson mais tarde afirmou haver perdido grande parte do material em um acidente de barco, mas isto parece estranho porque ele nunca voltou a Montauk para refazer o trabalho perdido se isto fosse tão mportante em primeiro lugar, e pudesse indicar que sua história não era verdadeira e que a informação estivesse escondida longe.

A Destruição Sistemática de Uma Tribo

As maquinações contra a tribo e as tentativas incansáveis de afastar os indios Montauk da terra de Montauk Point e vice versa culminaram em uma decisão judicial ultrajante e indenfensável em 1900 da côrte de Nova Iorque que declarou os índios Montauk estarem “extintos” até mesmo enquanto alguns se sentavam na sala da côrte; uma tática particular usada contra nenhuma outra tribo da América do Norte. Significativamente, a construção de instalações militares em Turtle Cove começaram quase que imediatamente depois desta decisão da côrte. De fato, centenas de Montauks ainda estão vivos hoje, e este é um fator definitivo na decisão do governo federal de devolver ao Estado de Nova Iorque a base da Estação da Força Aérea de Camp Hero/Montauk depois de seu suposto abandono das instalações de superfície. Há uma existente lei federal chamada de Ato do Não Intercurso que diz que a propriedade de qualquer terra uma vez habitada pelos índios americanos que seja ocupada e então abandonada pelo governo dos EUA, deve reverter aos seus habitantes originais; neste caso seriam os índios Montauk, exceto que eles estão covenientemente “extintos” por ordem judicial.Contudo uma ordem judicial do Estado de Nova Iorque não necessáriamente se aplica acima do governo federal. Obviamente o governo federal não quer que os índios tenham a propriedade que interferiria seriamente nas operações clandestinas lá. Se os Montauks pudesem, como estão tentando fazer, obter o pleno reconhecimento legal como uma tribo existente, o governo federal seria obrigado a se curvar aos termos do Ato do Não Intercurso e devolver a propriedade de Camp Hero a eles, a quem ela obviamente pertence – sem qualquer divertido negócio sobre reter os direitos às instalações subterrâneas.

Envolvimento do Secreto Governo Mundial

Segundo muitos daqueles que tem investigado os inúmeros projetos, programas e tais que tem sido discutidos neste artigo, existe algum tipo de supergoverno internacional mundial oculto por trás das cenas do grande estágio mundial, por assim dizer; puxando as cordas que tem um impacto substancial na consequência de muitos eventos mundiais – eventos frequentemente instigados e manipulados por estes mesmos grupos. Muito pouco, se algo, que pode ter qualquer efeito significativo sobre a raça humana socialmente, politicamenete, economicamente ou até mesmo espiritualmente apenas acontece a menos que este grupo oculto de controle pretenda que isto aconteça, ou permita. Um fenômeno como o do Terceiro Reich defintivamente cairia nesta categoria. Não apenas muitas pessoas proeminentes abertamente apoiaram Hitler e alguns dos objetivos declarados do movimento nazista antes da deflagração da Segunda Guerra Mundial na Europa, mas depois da guerra incontáveis milhares de membros de alto escalão do partido nazista, principais cientistas e agentes de inteligência vieram para os EUA e trabalharam para o governo americano, e não apenas nos campos aeroespaciais como geralmente é pensado. De fato, nossos serviços de inteligência receberam a maior infusão de todas, incorporando o maior número de ex agentes nazistas, muitos dos métodos e técnicas nazistas de inteligência bem como uma vasta quantidade de “pesquisa” e dados resultantes de um dos mais abomináveis projetos daquele tempo – os campos nazistas de morte. Muitas alegações e rumores continuam a persistir que inúmeros outros nazistas de alto escalão escaparam para vários países da América do Sul e novamente auxiliaram a inteligência americana e as agências militares onde eles continuam a fomentar eventos realizados para sua intenções inabaláveis políticas e filosóficas.

Acoplado ao fato de que não houve rendição completa e incondicional do Terceiro Reich, somente um acordo de cessar fogo, podemos admitir a possibilidade que há mais da história do que o que foi publicamente revelado – e talvez os nazistas não foram realmente derrotados mas foram em alguma extensão incorporados ao nosso governo, e atividades tais como os Projetos Phoenix e Montauk realmente tenham ido para o subterrâneo depois disto. Há inegáveis fortes implicações de um substancial elemento nazista/ariano em muitos destes comportamentos, que em alguma extensão podem talvez terem infiltrado nosso governo depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

Obviamente “Top-Secret”

Uma conclusão que razoavelmente pode ser tirada desta riqueza de evidência que é irradiantemente óbvia; certos grupos clandestinos ou agências tem conduzido e continuam a realizar atividades extremamente sensíveis e classificadas como “top-secret” nas instalações sob a Estação da força áerea Camp Hero/Montauk com a cooperação tácita e as vezes, a assistência do sistema de parques estaduais de Nova Iorque bem como vários outros corpos governamentais.

Existem claras evidências sobre como exatamente as atividades tem sido e estão sendo realizadas no Projeto Phoenix/ Montauk (e outos tais), que agências são responsáveis, e quem mais provavelmente sejam as vítimas desta pesquisa que será difícil se apresentarem e tomarão uma investigação sustentável e intensa por pessoas dedicadas; certamente devemos esperar que as agências e grupos envolvidos sejam menos que sinceros e honestos a respeito de qualquer coisa relacionada. Contudo, incidentes de intimidação, ameaças e abusos de armas apontadas diretamente contra os nossos cidadãos, tais como aqueles descritos no início deste relato, são facilmente verificáveis: eles são um ultraje absoluto e inaceitável e fortemente indicam que algo muito asqueiroso e secreto ainda está acontecendo certamente nas instalações subterrâneas dos laboratórios de Montauk e indubitavelmente em outros lugares pelo mundo. Tais incidentes representam uma óbvia violação de todo contrato implícito e explícito entre qualquer governo legítimo e seu povo; o tempo está a muito vencido para a cidadania local e nacional dar uma olhada profunda e séria na real situação em tais locais e nas maiores ramificações, assistidas, espera-se por uma imprensa livre e legítima, preocupada e sensível as organizações locais. Devemos exigir uma auditoria pública completa destas atividades atrozes daqueles que forem descobertos responsáveis, além da restituição ás partes feridas de qualquer meio possivel.

Se agências secretas operando sem o conhecimento ou consentimento de qualquer autoridade constitucionalmente eleita pretendem ou continuam suas atividades clandestinas, ilegais, inconstitucionais neste local, ao menos as áreas devem ser clara e inequivocamente determinadas, cercadas, tendo avisos e patrulhadas como tal. Isto é o que está sendo feito fora do perímetro da Area 51 da Base da Força Aérea de Nellis em Nevada, onde em maio de 1996 a Força Aérea tomou 4.000 acres do Escritório de Gerencialmento de Terras (BLM) adjacentes a Area 51 e top-secret S4 em Nellis. Esta ação foi tomada para evitar que o público chegasse perto demais da pesquisa altamente classificada que envolve naves aeroespaciais terrestres [ou não] que apresentam características anti-gravidade, testemunhadas por muitos milhares de pessoas anteriormente.

De fato, experimentos realizados em sujeitos não voluntários e indefesos e mais definitivamente o uso de crianças sequestradas em qualquer um de tais experimentos devem cessar imediatamente e aqueles responsáveis levados à justiça. O modo totalmente sorrateiro que a Estação de Camp Hero/Montauk está sendo administrada é o suficiente para indicar que coisas muito desagradáveis e maliciosas estão acontecendo diferentemente da situação de Nellis e em Montauk eles não querem que você saiba que há algo que supostamente você não deve saber!

A família mencionada no início deste relato que foi submetida ao comportamento abusivo, impróprio e completamente não profissional por supostos empregados dos parques do estado de Nova Iorque, em abril de 1995, está movendo ação legal como resultado do incidente. As investigações preiminares tem fracassado em encontrar qualquer registro válido do emprego dos parques estaduais de Nova Iorque para este indivíduo. Sobretudo, ele se identificou como um empregado da Estação da Força Aérea de Montauk – uma designação federal para a supostamente a muito abandonada instalação! Estas conversas foram gravadas.

Do mesmo modo, em uma recente investida a vizinhança da entrada principal da base feita para posterior “espionagem”, fui momentaneamente surpreendido quando um veículo de manutenção dos Parques Estaduais de Nova Iorque saiu pelo portão e o motorista parou para me perguntar o que estava fazendo lá [ os novos sinais de aviso de "área restrita" marcando o "velho" perímetro interno da propriedade da base estão aproximadamente 300 jardas atrás da estrada de entrada, diretamente passando um desvio para a pequena vizinhança próxima.] Dei uma desculpa que estava procurando a Avenida Washington, uma das ruas na área adjacente de habitações, e ele replicou: “Penso que seja de volta a estrada a direita.Isto aqui é uma base da força aérea!” E de fato é!

Custeio Ilegal

Inúmeras matérias colaterais tem sido levantadas pelos investigadores do Projeto Montauk. Um dos mais notáveis é o custeio destas secretas e inconstitucionais operações que vem grandemente da importação e venda de temendas quantidades de drogas pesadas ilegais. A polícia de East Hampton e outras agências locais de cumprimento legal tem sido acusadas por alguns de “olhar para o outro lado” quando os barcos dos contrabandistas de drogas descarregam em inúmeras praias remotas de Eastern Long Island a noite, assinaladas por fogueiras acesas pelas turmas que pegam a carga no litoral. Leis que proibem fogueiras noturnas nas praias nesta área são notoriamente descumpridas, para grande consternação de uma grande proporção dos residentes de East Hampton e funcionários: e apenas um carro rápido ou avião vai embora; é o maior e mais densamente povoado mercado local no país – a cidade de Nova Iorque. Segundo uma fonte informada do Departamento de Justiça, a área de Long Island, N.Y.tem literalmente zero casos federais de contrabando de drogas pendentes, e há muito poucos, se algum , casos já por inúmeros anos na área de Long Island. Isto de fato está em flagrante contrastraste com as fronteiras e linhas costeiras dos EUA para ser visto com alguma suspeita. Elementos do crime organizado (Máfia) trabalhando em conjunto com unidades clandestinas da NSA e CIA, alegadamente estão conectados a estes aspectos do Projeto Montauk e também uma percentagem de vítimas procuradas para experimentação, que notadamente envolve o uso de jovens adolescentes masculinos e caucasianos.

Tecnologia do Raio de Partícula

No fronte científico há forte evidência, detalhada por Nichols em seu livro mais recente, que indica que aceleradores de patículas estão em uso na base da força aérea de Montauk e nas instalações vizinhas – tais como os Laboratórios Brookhaven – para fornecer energia aos experimentos tridimensionais, armas de raios de partícula,transmissões HAARP e sistemas exóticos de radar de raio de partícula.

As peculiariedades e falta de qualquer resposta crível a queda do vôo 800 da TWA tem levado muitos investigadores das atividades clandestinas em Long Island a suspeitarem do envolvimento das operações do Projeto Montauk na queda; em particular, o uso de armas de raios de partículas, energizados por estes aceleradores de partícula subterrâneos. Segundo a informaçãode um ex agente federal ligado ao Projeto Montauk, certamente as operações dos raios de partícula causaram a queda. Este aspecto do Projeto Montauk não tem sido pesquisado profundamente neste relato; em “Pyramids of Montauk”, Preston Nichols fornece alguma informação sobre o assunto geral. E no que e por quem estas armas estão usadas contrariamente? Mr. Nichols me disse que em agosto de 1995 ele foi informado diretamente por um coronel da força aérea estacionado em Montauk chamado Ciel Roth que a tecnologia do raio de partícula estava sendo desenvolvida para uso como arma em um esforço maciço contra malévolos extraterrestres – aparentemente os “grays”. (Quem é mais malevolente, se os “greys ou ou o governo secreto, é uma questão em aberto). Os investigadores apontam um número muito alto realmente não usual na queda de UFOs em Long Island como uma indicação que isto de fato possa ser verdadeiro. As suspeitas são que o vôo 800 da TWA pode ter sido atingido durante as operações de raios de partículas. (Alguns investigadores não estão certos que tenha sido acidental, já que certos agentes de inteligência aparentemente estavam a bordo. Também é possível que uma arma menos exótica seja a responsável pela queda). A área de Long Island onde o jato caiu, Westhampton, tem sido identificada por Nichols e outros como tendo acelerador de partícula e tecnologia de raio de partícula operando nas instalações subterrâneas, e está próxima aos Laboratórios Nacionais de Brookhaven, citado como sem qualquer dúvida um maior participante nas operações clandestinas nesta região.

Severos e extensos incêndios de bosques nesta área de Long Island em agosto de 1995 foram alegadamente causados por certas operações [ou má funções] de raio de partícula/acelerador, e de fato os fogos foram a razão primária pela qual foi pedido a Mr. Nichols que se encontrasse com o Cel. Roth. Isto aparentemente foi uma tentativa da parte da Força Aérea para avaliar se Nichols podia ou não obter alguma luz do que estava indo errado com uma série interligada de aceleradores subterrâneos entre Brookhaven e Montauk Point.

Cavando a Verdade

Vários grupos investigativos do congresso tem começado a olhar as acusações feitas a respeito da Estação da Força Aérea Camp Hero/Montauk, devido em grande parte a informação nos livros de Preston Nichols e Peter Moon e nas narrativas oferecidas por inúmeras testemunhas. Mr. Nichols e outros tem conhecimento em primeira mão do que transpirou e transpira lá e eles continuam no esforço de revelar o uso clandestino da instalação subterrânea vastamente bem documentada e muito grande lá. Acusações tem sido feitas que os investigadores congressionais estão atualmente sendo ludibriados, enganados e claramente mentidos em suas tentativas de terminar como esta base permaneceu em um status operacional depois de ter sido fechada em 1969, e em suas tentativas de descobrir que tipos de atividades tem sido e estão sendo realizadas lá, depois que o custeio legítimo de qualquer operação na propriedde federal tinha terminado.

As pessoas responsáveis ou envolvidas em disseminar as informações sobre o Projeto Montauk, como o cientista Alfred Bielek, Preston Nichols, e certos jornalistas, tem sido submetidas a uma variedade de perturbadoras e sempre nocivas retaliações. Mr. Bielek, que tinha sido empregado das agências do governo e organizações particulares como um cientista de pesquisa e que tem feito uma grande quantidade da investigação do inteiro Projeto Phoenix, tem tido sua residência bombardeada por transmissões extraordinariamente complexas e anormais eletromagnéticas e de radio frequência, monitorado e gravado por técnicos eletrônicos o que tem tido um severo efeito detrimental físico e psicológico nele. Mr. Nichols tem sobrevivido a todos os tipos de críticas ultrajantes, infelizmente nem todas elas metafóricas, por todos os meios. Em setembro de 1995 e novamente em maio de 1996, tentativas foram feitas contra a vida dele; a primeira por um meio de um programado auto acidente que deixou Nichols seriamente ferido [agora já se recuperou inteiramente] e a segunda por meio de um ataque de um gás nervoso, realizado pelo motorista de um carro que cortou Nichols enquanto ele estava dirigindo – obrigando-o a parar e então liberando o gás.

Um residente local da área de Montauk, ativo em tornar pública a informação sobre o Projeto Montauk foi ameaçado e intimidado em uma residencia particular e mensagens bizarras deixadas na propriedade, depois que ele de certa forma tinha sido identificado como a pessoa responsável por postar boletins de propaganda e avisos públicos detalhando os maiores aspectos do projeto. Devido ao número de medidas extremamente protetoras, este indivíduo tem mantido secreta sua identidade, ele e seu advogado sentem que tem havido algum grau de enolvimento oficial a nível governamental [mais provavelmente a inteligência federal], para que ele tenha sido rastreado a residência onde de fato era apenas um hóspede naquele tempo.

Um número de construções e instalações na área geral de Montauk são ditas pelos investigadores estarem ligadas subterrâneamente por meio de túneis ao complexo subterrâneo central, entre eles um prédio da Inteligência Naval no centro, datando da Segunda Guera Mundial, que no presente é ostensivamente um condomínio particular de residências. Foi aqui de fato que Preston Nichols se encontrou com pessoal da Força Aérea em agosto de 1995, a respeito dos incêndios dos bosques. Há documentação irrefutável que tais túneis existem e se extendem muito além das propriedade de Camp Hero/Estação da Força Aérea. Minhas próprias inestigações me provaram que há defato maiores inconsistências e peculiaridades rodeando certas destas construções e suas supostas funções – contudo, no interesse da brevidade não falarei mais sobre isto agora. A inteira área de vila de Montauk, que está aproximadamente a 5 milhas a oeste da Estação da Força Aérea e do Farol, era basicamente um campo militar (Camp Wykoff) mais cedo neste século XX; aproximadamente uma milha ao norte da cidade no litoral estava a base naval que se tornou local de extensas operações de submarinos durante a Segunda Guerra Mundial. Todas estas instalações e outras estavam ou estão conectadas por meio de redes de túneis sob a área inteira.

Jornais locais apresentaram vários artigos sobre a situação da Estação da Força Aérea Montauk no ano passado; depois que foi publicado o primeiro artigo do ‘Independent’ de East Hampton no verão passado, eles receberam um telefonema de uma mulher – com medo de se identificar, que disse a eles que estava feliz desta informação ter vindo a tona; disse também que o marido dela estava trabalhando na instalação subterrânea e que ela sabia que existiam nove níveis subterrâneos e que alguns deles eram de vasto tamanho.

Published in: on maio 24, 2008 at 2:46 pm  Comments (3)  
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