Vaticano e os extraterrestres

Cientista do Vaticano diz que acreditar em Deus e em Alienígenas está Correto

de Philip PullellaWed
14 de maio de 2008

O astronomo chefe do Vaticano diz que não há conflito entre acreditar em Deus e na possibilidade de “irmãos extraterrestres” talvez mais evoluídos que os humanos.

“Na minha opinião esta possibilidade [de vida em outros planetas] existe, disse o padre jesuita de 45 anos, que é o chefe do observatório do Vaticano e conselheiro cientifico do Papa Benedito,
Rev. Jose Gabriel Funes.

“Como podemos excluir que a vida tem se desenvolvido em outro lugar,” ele disse ao jornal do Vaticano
“L’Osservatore Romano” em uma entrevista nesta edição de terça/quarta-feira, explicando que o grande número de galáxias com seus próprios planetas torna isto possível.

Perguntado se ele estava se referindo a seres similares aos humanos ou até mesmo mais evoluídos do que os humanos, ele disse: “Certamente, em uma universo tão grande mão é possível excluir esta hipótese”.

Na entrevista intitulada “O extraterrestre é meu irmão”, ele disse que não vê conflito entre a crença em tais seres e a fé em Deus.

“Apenas há uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus. Isto não está em contraste com a nossa fé porque não colocamos limites na liberdade criativa de Deus”, ele disse.

“Porque não podemos falar de um ‘irmão extraterrestre’?” Ele seria parte da criação,ele disse.

Funes, que dirige o observatório que é localizado no sul de Roma e no Arizona, manteve a possibilidade de que a raça humana pode realmente ser “a ovelha perdida” do universo.

“Pode haver outros seres que permaneçam em plena amizade com seu Criador”, ele disse.

O “BIG BANG”?

Os cristãos as vezes tem estado em conflito com os cientistas sobre se a Bíblia deve ser lida literalmente, e matérias tais como criacionismo versus evolução tem sido ardentemente debatidas por décadas.

A Inquisição condenou o astrônomo Galileu no século XVII por insistir que a Terra girava ao redor do Sol. A Igreja Católica não o reabilitou antes de 1992.

Funes disse que o diálogo entre a fé e a ciência pode ser melhorado se os cientistas aprendessem mais sobre a Bíblia e a Igreja se atualizasse com o progresso científico.

Funes, um Argentino, dise que ele como astrônomo acreditava que a explicação mais provável para o início do universo seja o “big bang”, a teoria que emanou a existência da matéria densa a bilhões de anos atrás.

Mas ele disse que isto não está em conflito com a fé em ‘Deus como Criador. Há um senso de criação. Não somos filhos de um acidente’… ele disse .

“Como astrônomo, continuo a acreditar que Deus é o Criador do universo e que não somos produto de algo casual, mas filhos de um bom pai que tem um projeto de amor em mente para nós”, ele disse.

Publicado em:  on Maio 22, 2008 at 1:30 pm Comentários (1)
Tags:

Projeto Petição e Aquecimento Global

O CALOR DO MOMENTO
31.000 cientistas rejeitam a agenda do Aquecimento Global

O filme de Mr. Gore tem afirmações que os especialistas informados não endossam

de Bob Unruh
2008 WorldNetDaily [WND]

Mais de 31.000 cientistas nos EUA, incluindo mais de 9.000 Ph.D.s em campos tais como ciência atmosférica, climatologia, ciências da Terra, meio ambiente e dúzias de outras especialidades, tem assinado uma petição rejeitando o “aquecimento global” e a assunção que a produção humana de gases greenhouse esteja danificando o clima da Terra.

“Não há evidência científica convincente de que a liberação humana de CO2, metano ou outros gases greenhouse estejam causando, ou causarão em um futuro previsível, o aquecimento catastrófico da atmosfera da Terra e a interrupção do clima da Terra”, afirma a petição. “Sobretudo, há substancial evidência científica que o aumento atmosférico do C02 produz mais efeitos benéficos sobre as plantas naturais e ambientes animais da Terra”

O Projeto Petição realmente foi lançado a aproximadamente dez anos atrás, quando as primeiras poucas mil asinaturas foram reunidas. Então, entre 1999 e 2007, a lista de asinaturas cresceu gradualmente sem qualquer esforço ou campanha especiais.

Mas agora, um novo esforço tem sido realizado por causa de uma “escalada das afirmações de consenso” divulgadas no filme “Uma Verdade Inconveniente” de Mr. Al Gore, e eventos relacionados,” segundo participantes do projeto.

“O filme de Mr. Gore, avaliando um “consenso” e uma “ciência estabelecida” de acordo com o aquecimento global causado pelos homens, conduz as afirmações sobre aquecimento global antropogênico para os comuns frequentadores de cinema e para o público de crianças na escola, para os quais o filme foi amplamente distribuido. Infelizmente, o filme de Mr. Gore contém muitas afirmações seriamente incorretas que cientistas informados e honestos não podem endossar”, disse o portavoz e fundador do projeto, Art Robinson.

WND submeteu uma solicitação ao escritório de Gore para comentar, mas não recebeu resposta.

Robinson disse que os horrendos avisos sobre “aquecimento global” tem ido muito além da semântica ou da discussão científica agora, ao ponto em que eles atualmente põem em risco as pessoas.

“A campanha para acionar severamente a tecnologia do hidrocarbono tem agora se expandido marcantemente, ele disse. “No curso desta campanha, muitas declarações cientificamente inválidas sobre iminentes emergências climáticas estão sendo feitas. Simultaneamente, as propostas ações políticas para reduzir severamente o uso do hidrocarbono agora ameaçam a prosperidade dos americanos e a própria existência de centenas de milhões de pessoas nos países mais pobres”, ele disse.

Em apenas poucas semanas passadas, tem havido várias alegações que ataques de tubarão e tufões tem sido desencadeados pelo “aquecimento gobal”.

O falecido Professor Frederick Seitz, o ex presidente da Academia Nacional de Ciências dos EUA e recebedor da Medalha Nacional de Ciência, escreveu em uma carta promovendo a petição, “Os EUA estão muito perto de adotar um acordo internacional que racionaria o uso de energia e de tecnologias que dependem do carvão, petróleo, gás natural e alguns outros compostos orgânicos”

“Em nossa opinião, este tratado é baseado em idéias defeituosas. Dados de pesquisa sobre mudança climática não mostram que o uso humano dos hidrocarbonos seja prejudcial. Ao contrário, há uma boa evidência que o C02 atmosférico aumentado é ambientalmente útil,” ele escreveu.

Acompanhando a carta enviada aos cientistas estava um sumário de 12 páginas e uma revisão da pesquisa sobre “aquecimento global’, disseram os representantes.

“O acordo proposto teria efeitos muito negativos sobre a tecnologia das nações pelo mundo, especialmente para aquelas que estão tentando se erguer da pobreza e fornecer oportunidades aos quatro bilhões de pessoas nos países tecnologicamente subdesenvolvidos.” Seitz escreveu.

Robinson disse que o protejo tem como alvo os cientistas porque “é especialmente importante para a América ouvir o que tem a dizer os cientistas que tem o necassário treinamento para avaliar dados relevantes e oferecer aviso apropriado.”

Ele disse que o “acordo do aquecimento global” escrito em Kioto, Japão, em 1997, e outros planos “prejudicariam o ambiente, atrapalhariam o avanço da ciência e da tecnologia e danificariam a saúde e o bem estar da humanidade”.

“Ainda que,” ele disse, “os EUA e outros interesses políticos vocais digam que os EUA devam decretar novas leis que reduzam agudamente a produção da energia doméstica e elevar até mesmo muito mais o preço da energia.

“O inalienável direito a vida, liberdade e busca da felicidade incluem o direito de acesso a tecnologia de gerar vida e a tecnologia de melhoramento de vida. Isto é especialmente verdadeiro para o acesso as mais básicas de todas as tecnologias: a energia. Este direitos humanos tem sido intensamente resumidos erroneamente”, ele continuou. “Durantes as últimas duas gerações passadas nos EUA, um sistema de altos impostos, extensas leis e litígios onipresentes tem se elevado e isto evita a acumulação de capital suficiente e o exercício de suficiente liberdade para construir e preservar a necessária tecnologia moderna”.

“Estas tendências políticas desfavoráveis tem secretamente prejudicado a nossa produção de energia, onde a falta de progresso industrial tem deixado o nosso país dependente de fontes estrangeiras de 30% da energia necesária para manter o nosso nível atual de prosperidade”, ele disse. “Sobretudo, a transferência de outras indústrias americanas para o exterior, como resultado destas mesmas tendências, tem deixado os cidadão americanos com tão poucos bens e serviços para comerciar pela energia que eles não produzem. Um défict comercial enorme e insustentável e o rápido aumento dos preços de energia tem sido o resultado”.

“As necessárias energias dos hidrocarbono e nucleares tem sido disponíveis aos engenheiros americanos por muitas décadas. Podemos desenvolver estes recursos sem perigo para as pessoas ou o ambiente. Não há absoutamente qualquer razão técnica, de recurso ou ambiental para que os EUA sejam um importador líquido de energia. Os EUA devem, de fato, serem exportadores líquidos de energia”, ele disse.

Ele disse ao WND que acredita que a matéria nada tenha a ver com a própria energia, mas tudo a ver com poder, controle e dinheiro, que a ONU está buscando. Ele acusou a ONU de estar violando os direitos humanos em suas campanhas para banir grande parte da pesquisa de energia, exploração e desenvolvimento.

“Para aleviar a atual emergência de energia e evitar as futuras emergências, precisamos remover as restrições governamentais que causam este problema. Os direitos humanos fundamentais exigem que os cidadão americanos e suas indústrias sejam livres para produzirem e usarem a baixo custo a abundante energia que precisam. Como enfatizam os 31.000 signatários desta petição; a ciência ambiental apoia esta petição’, ele disse.

O website do Projeto Petição hoje disse que há 31.072 cientistas que
tem assinado, e Robinson diz que mais nomes continuam a chegar.

Apenas em termos de cientistas com Ph.D., a petição já tem 15 vezes mais cientistas do que aqueles que estão seriamente envolvidos na campanha da ONU para “vilificar os hidrocarbonos”, disseram os representantes a WND.

“O número muito grande de signatários da petição demonstra que, há um consenso entre cientistas americanos, causado pela oposição a hipótese do aquecimento global causado pelo homem muito mais que a favor disso”, a organização ressaltou.

O projeto foi criado por uma equipe de físicos e químicos físicos que fazem pesquisas em várias instituições americanas e coletam assinaturas quando as doações fornecem recursos para enviar mais cartas pelo correio.

“Em um grupo de mais de 30.000 pesssoas há muitos indivíduos com nomes similares ou idênticos a de outros signatários, “reais ou fictícios”. Os oponentes do projeto Petição algumas vezes usam este fato estatístico no esforço de desacreditar o projeto. Por exemplo, Perry Mason e Michael Fox são cientistas que tem assinado a petição “que acontece de terem nomes idênticos a não cientistas reais ou fictícios”, disse o website.

A petição é necessária, disseram os apoiadores, simplesmente porque Gore e outros tem afirmado que “a ciência está estabelecida” e que “um consenso completo” entre os cientistas concorda com a hipótese do aquecimento global com somente um punhado de cientistas céticos em desacordo”

A lista de cientistas inclui 9.021 Ph.D.s, 6,961 com grau master, 2.240 médicos e 12.850 tendo o grau de bacharel ou equivalente grau academico.

O website do Projeto Petição inclui uma lista dos cientistas por nome bem como uma lista de cientistas por Estado.

Eugenia e Ambientalismo

Eugenia e Ambientalismo: para controle da qualidade e controle da quantidade

Old-Thinker News

30 de abril de 2008

A eugenia tem esmaecido com o tempo ou a pseudo ciência tem se transformado e ocultado sob novos auspícios? Alguns dos originais fundadores do controle da população eram eles próprios eugenistas? Como e quanto os eugenistas mudaram da era dos ideais de Galton para o controle Malthusiano da população? A história da eugenia é incrivelmente detalhada e extensa, mas certas matérias que não recebem tanta atenção quanto outras. Este artigo tenta responder estas perguntas e fornecer uma perspectiva mais ampla sobre estes assuntos importantes.

Do Controle da Qualidade para o Controle da Quantidade

Conquanto haja exemplos de eugenia ainda em prática em sua forma anterior a Segunda Guerra Mundial, os eugenistas foram forçados a escalar de volta a retórica e reestruturar as idéias deles depois da Segunda Guerra Mundial. As ações de Hitler embaraçaram os eugenistas na América o suficiente para que eles, ao menos publicamente, mudassem suas idéias.

A China atualmente tem as leis de eugenia da era de Galton em leis, onde somente pares pré aprovados podem casar e ter filhos. A Lei da República Popular da China sobre Cuidado de Saúde Maternal e Infantil declara que se os aprovados casais têm crianças condenadas a serem inferiores, eles tem que ser terminados.

Os EUA foram os primeiros a aprovarem leis de esterilização eugenica no Estado de Indiana em 1907. Em meados da década de 1930, 34 Estados haviam aprovado leis de esterilização obrigatória. Muitas das leis permaneceram ativas até 1974. A eugenia que oficialmente havia terminado, ainda permaneceu.

O Dr. David C. Reardon tem documentado a mudança no controle da população entre os eugenistas no capítulo cinco de seu trabalho em progresso, “A Conexão Eugênica: Formadores da Humanidade”. Ele escreve a respeito de suas práticas eugenicas anteriores nos EUA,

“Durante á década de 1930, a eugenia alcançou a altura de sua popularidade na America antes da Segunda Grande Guerra. Foi durante este período, quando o poder político era maior, que os eugenistas e os neo-Mathusianos se tornaram crescentemente radicais em suas demandas de eliminar os inapropriados, que eles chamavam de “uma raça de miseráveis crônicos, uma raça parasita para a comunidade”. As armas eugenicas a serem usadas nesta “guerra entre raças” eram crescentemente coercivas e destrutivas. Em 1932, no Terceiro Congresso Internacional de Eugenia na cidade de Nova Iorque, foram feitas propostas para evitar ‘a posterior diluição do conjunto genético americano” por aqueles que possuiam “genes inferiores” por meio da segregação, esterilização, controle da natalidade, aborto e até mesmo infanticídio”.

Reardon então documenta o descrédito da eugenia e a diminuição do tom da retórica vindo de seus apoiadores. Um dos fatores citados por Reardon que desestimulou o entusiasmo foi o alvejar as classes superiores para esterilização devido ao seu destronamento financeiro por causa da Grande Depressão. Reardon escreve,

“Repentinamente, muitos daqueles nas classes média e superior, que anteriormente julgaram a inapropriedade hereditária em base da pobreza econômica agora se viam empobrecidos. Estes “novos pobres” temiam que a seleção dos “impróprios” pudesssem ser confundida. Encontrando-se como a “aristocracia dos impróprios” pelos eugenistas, eles temiam que pudesem ser aqueles que sofressem a esterilização compulsória, não apenas os “verdadeiramente impróprios”.

James Lovelock, um proeminente ativista ambiental, recentemente fez manchetes com seus comentários nos quais ele chama uma iminente calamidade ambiental. Interessantemente, Lovelock afirmou que o mundo enfrenta uma crise ambiental grandemente trazida pela superpopulação na qual ele gostaria de ver que apenas “os melhores de nossa espécie’ sobrevivessem.

Isto nos trouxe uma era pós Segunda Guerra da eugenia. Os eugenistas que ainda sustentam os princípios desacreditados da eugenia, agora anexam estas idéias ao ambientalismo e ao controle da população em uma tentativa de levar adiante a eugenia de uma forma mais velada. O controle malthusiano da população agora foi enfatizado.

Os Rockefellers e os Osborns

Um ponto importante a ser estabelecido quando cobrindo estes asuntos é que as mesmas famílias que tinham anteriormente custeado e popularizado a eugenia na América antes da Segunda Guerra Mundial, mudaram seus recursos para custear e promover a redução da população e o controle depois da Segunda Guerra Mundial.

Várias famílias importantes são responsáveis por custear e promover a eugenia na América, principalmente as famílias Rockefeller, Carnegie, Harriman e Osborn. Duas famílias, os Rockefellers e os Osborns, são particularmente significativas. John D. Rockefeller Sr. contribuiu com uma grande quantidade de dinheiro para a construção do Laboratório da Baia de Cold Spring no início dos anos de 1900, que abrigou o Escritório de Registros Eugenicos de 1910-1944.

A influência de Rockefeller também se espalhou além mar para a Alemanha, onde o Instituto de Psiquiatria Kaiser Wilhelm para Eugenia, Antropologia e Hereditariedade Humana residiu. Grande parte do dinheiro para manter estas instalações vieram de Rockefeller.

Estes institutos se tornaram centros dos programas nazistas de eugenia durante o “reinado” de Adolf Hitler.

A influência da família Rockefeller continuou em 1945 quando John D. Rockefeller Jr. doou terra para a construção da ONU na cidade de Nova Iorque. A ONU desempenha um papel importante no controle mundial da população, um asunto que brevemente abordaremos.

Em 1952, John D. Rockefeller III, o filho mais velho de Rockefeller Jr., criou o Conselho da População. A organização declarou que o objetivo era buscar “…uma melhor compreensão dos problemas relacionados a população”. O primeiro presidente do Conselho foi Frederick Henry Osborn, que foi indicado pelo próprio John D. Rockefeller.

Osborn era um eugenista proeminente que ajudou a fundar a Sociedade Americana de Eugenia, agora chamada Sociedade para o Estudo da Biologia Social. Osborn chefiou o AES de 1946-1952, quando começou a colocar maior ênfase no controle da população, asinalando a mudança dos eugenistas pós segunda guerra.

Osborn escreveu em seu livro de 1968 ‘O Futuro da Hereditariedade Humana’ que “as metas da eugenia são mais provevelmente alcançadas sob um outro nome, diferente de eugenia”. O sobrinho de Frederick Henry Osborn, Henry Fairfield Osborn, carregou o bandeira do controle da população. Seu livro de 1948, “Nosso Planeta Saqueado” cobre muitas matérias que são atribuidas hoje aos ambientalistas. Osborn afirmava no livro que a super população destruirá o planeta e que medidas drástica devem ser tomadas para reprimir o crescimento da população. Ele toma um momento para refletir sobre a natureza bárbara de sua proposta sublinhada, mas afirma que isto terá que ser feito. Ele escreve,

“De fato, como todos sabemos, há dias momentosos e muitas coisas podem acontecer para controlar o crescimento da população, até mesmo incluindo o uso devastador de bombas atômicas em uma nova guerra. É difícl ajustar na mente de alguém a possibilidade que as atuais negociações ente as nações podem falhar em prevenir uma tal bárbara negativa da existência de direitos humanos, e que o problema de se pressionar as populações crescentes – talvez o mair problema encaracado pela humanidade hoje – não podem ser resolvidos hoje de modo que seja consistente com a humanidade.”

Steven C. Rockefeller, um membro da quarta geração da família, tem permanecido dedicado a história familiar de filantropia e promoção de controle da população. Ele desempenhou um papel principal na escita da Carta da Terra da ONU, e presidiu o Comitê Internacional de Delineamento da Carta da Terra de 1997 e 2000. Ele atualmente é membro da Comissão da Carta da Terra. Ecoando escritos passados de Osborn e outros, ele declarou em uma entrevista na Universidade Tilburg na Holanda que,

“Terceiro, a Carta da Terra reconhece que o aumento dramático da população humana está colocando grande pressão sobre a elasticidade dos sistema ecológicos e tem sobrecarregado sistemas sociais e econômicos”

A própria Carta da Terra diz, “um aumento sem precedentes na população humana está sobrecarregando os sistemas sociais e ecológicos. As fundações da segurança global estão ameaçadas. Estas tendências são perigosas mas não inevitáveis.”

Outros envolvidos na mudança pós Segunda Guerra Mundial

Antes de olharmos os exemplos recentes da redução da população sendo fundados e realizados, há outros indivíduos proeminentes que desempenharam um papel importante nesta mudança da eugenia para controle da população. Frank Notestein era um dos mais proeminentes indivíduos que fizeram o estudo da população ser uma prática institucional. A biografia dele resume sua numerosa afiliação, que inclue a Sociedade Americana de Eugenia.

“Ele foi um membro da Sociedade Americana de Eugenia, da Sociedade Americana de Filsofia, do Conselho das Relações Exteriores [CFR], do Instituto Interacional Estatístico, da União Internacional para Estudo Científico da População, da Associação de População da América e da Associação Century.”

Notestein também serviu como presidente do Conselho de População de John D. Rockefeller depois que Frederick Osborn saiu. Ele também foi o primeiro diretor da Divisão de População da ONU de 1946-1948. Em um trabalho escrito em 1969 por Notestein intitulado “O Problema do Controle da População”, ele ressaltou uma estratégia para depopular as populações alvo. Notestein admite que a modernização econômica “…traria para baixo automaticamente a taxa de natalidade”. Contudo, ele continua para afirmar que medidas mais dramáticas devem ser tomadas por causa que na sua opinião este método não seria suficientemente rápido. Ele escreve,

“Dado as existentes preferências no tamanho da família, os governos devem ir além do planejamento familiar voluntário. Para obter uma taxa de crescimento zero do crescimento da população, os governos terão que fazer mais do que persuadir; eles terão que coagir.” … ‘para impor mudanças mais drásticas em grande escala, implica em muitos riscos, não menos para o regime que as executa. O preço para este tipo de controle da população pode muito bem ser a instituição de um regime totalitário.”

Um outro indivíduo, Guy Irving Burch, que escreveu para a publicação da Revisão do Controle da População de Margaret Sanger, também desempenhou um papel chave. O livro de Burch de 1947, “Procriação Humana e Sobrevivência” combina as idéias de ambos, o controle da populaçao e a eugenia. Ele escreve,

“Parece que a ONU precisa fazer é recomendar a todas as nações que a adoção de leis que levarão a esterilização de todas as pessoas que são inadequadas, biologicamente ou socialmente, e encorajar a esterilização voluntária de pessoas normais que tem tido sua pare de filhos.”

Burch descreveu planos para atingir “as metas de paz” e os objetivos de segurança nacional por meio do controle da população. Argumentos similares e propostas são feitas em 1974, no Estudo de Segurança Nacional do Memorando 200 de Henry Kissinger, que foi influenciado pela Real Comissão sobre População de 1944. Burch afirma que, “… se voluntariamente formos manter o foco na paternidade indesejável… então a esterilização pode desempenhar uma parte maior no atingimento das metas de paz…”

Richard C. Reardon escreve novamente em seu trabalho em progresso Conexão Eugenica”, a respeito de Burch, apontando a mudança da era eugenica de Galton para o controle malthusiano da população,

“As idéias de Galton estavam se tornando impopulares, e assim as idéias de Malthus precisavam ser ressaltadas. Se o público não pode ser levado a acreditar na necissade do controle da quantidade, eles novamente aceitariam sua extensão lógica – o controle da qualidade. Assim em 1940, enquanto servia como diretor deseu Escritório de Referência de População e o editor de seu Boletim da População, Burch ajudou a fundar um outro “front de população” para os eugenisas – a Associação de Populaçao da América.

Operações de Redução da População Hoje

Em 1989 a pesquisa era conduzida pelo Instituto Nacional de Imunologia em New Delhi, Índia sobre o uso de transportadores tais como o toxóide tetânico e a difteria para contornar o sistema imunológico e entregar o hormônio feminino chamado gondotrofina coriônica (hCG).O trabalho de pesquisa foi realizado na Imprensa da Universidade Oxford em 1990 e foi intitulado “Contornar por um transportador alternativo da não resposta adquirida para a hCG com repetida imunização com vacina conjugada a do tétano”. Conquanto a hCG seja necessária para manter a gravidez, a injeção da hCG ligada ao toxóide tetânico desencadeia uma resposta imunológica e assim causa a esterilização.

A pesquisa NII citada acima usadas em quatro mulheres como sujeitos testes – que haviam sido esterilizadas cirurgicamente antes do experimento – e descobriram que doses múltiplas da vacina contra o tétano como transporte do hCG era necessário para obter os resultados desejados. A pesquisa também descobriu que se um transportador alternativo tal como o da difteria fosse usado como um estimulador em combinação com o tétano, a vacina da esterilização seria mais eficaz. A Fundação Rockefeller e o Conselho da População são listados no documento como dando custeio para a pesquisa.

O documento do Memorando de Segurança Nacional 200 de Henry Kissinger de 1974 cita “Contraceptivos injetáveis para as mulheres” como um método possível de redução e controle populacional. A depopulação, como decarado no documento, deve ser buscada porque isto seria nos “… interesses econômicos dos EUA”.
“Seja como for, a diminuição da pressão populacional… pode aumentar as perspectivas para tal estabilidade, a política da população pode se tornar relevante para suprimentos de recursos e interesses econômicos nos EUA.”

Em 04 de novembro de 1996 a publicação “Vaccine Weekly” trouxe um arigo intitulado “Estudo Sugere que as Mulheres que Foram Injetadas com Vacina Anti-tetânica Contaminada”. O artigo detalha uma investigação que foi realizada pela Associação Médica Filipina na descoberta do hCG nas vacinas antitetânicas. Conquanto o artigo diga que as vacinas foram “contaminadas”, a Fundação Rockefeller custeou a pesquisa citada acima, o que indica que isto não é caso de contaminação. Como relatado,

“Tem as mulheres das Filipinas, e possivelmente de outros lugares, sido usadas como cobaias subrepticiamente em uma campanha internacional anti-fertilidade? Um estudo médico das Filipinas sugeriu que este pode bem ser o caso. Um estudo realizado pela Associação Médica Filipina em benefício do Departamento de Saúde revelou que quase 20% da amostragem da vacina anti-tetânica testou positivo para o hormônio humano gonadotrafica croniônica (hCG), segundo Vida Humana Internacional. As vacinas contendo o hormônio imunizam as mulhers não somente contra o tétano, mas também contra a gravidez ao induzir o sistema imunológico a atacar o hormônio necesário para levar a termo a gravidez”.

A Tailândia está cheia de histórias de abortos e esterilização. Segundo a população local de Akha, as mulheres grávidas são forçadas a receberem a vacina anti-tetânica para obterem careeiras de identidade para seus filhos. A vacinacação frequentemente resulta em violentos abortos. Em um video, Matthew McDaniel, um ativista de direitos humanos que tem estado trabalhando com a população feminina de Akha, na Tailândia, fala com duas mulheres de people de Akha sobre a vacina anti-tetânica e os abortos resultantes.

O atual foco mundial no aquecimento global nos leva a um outro ângulo das atuais operações de controle da população. A China tem impulsionado suas políticas de planejamento familiar para cortar suas emissões de CO2 para 1.3 bilhões de toneladas, assim cortando seu impacto no suposto aquecimento global causado pelo homem. As políticas de controle de população da China, frequentemente brutais, tem sido apoiadas pelo empreendimento dos Rockefellers. O Washington Post relatou em 12 de outubro de 2000 que a Fundação Rockefeller tem doado dois milhões de dólares para atualizar uma fábrica farmacêutica chinesa que produz a droga abortiva RU-486. O Washington Post relata,

“RU-486 tem sido um ingrediente chave na estratégia de controle populacional da China por anos. Dos estimados dez milhões de abortos realizados anualmente na China, aproximadamente metade é realizada com o RU-486, disse Gao Ersheng, diretor do Instituto de Paternidade Planejada de Xangai”

Ted Turner recentemente fez manchetes quando afirmou que as políticas “voluntárias de um só filho” devem ser adotadas mundialmente para lentificar o crescimento da população. “vamos estabilizar a população. Em base voluntária, todo mundo mundialmente tem que prometer a si mesmo que um ou dos filhos é tudo”.

Na Austrália tem sido feitas propostas de cobrar impostos de pais que tem mais de um filho, como foi relatado pelo noticiário do CNS,

“Ter bebês é mau para o planeta, e os pais de mais de dois filhos devem ser tributados com uma taxa por nascimento e um imposto anual para a equilibrar “os gases greenhouse” que seus filhos serão responsáveis por todo seu período de vida.

Ao mesmo tempo, aqueles que usam e prescrevem procedimentos contraceptivos e e de esterilização devem receber uma redução de impostos por tais serviços favoráveis a redução dos gases greenhouse que ajudam a manter o tamanho da população diminuindo”.

Em uma apresentação de 1994 perante o Conselho de Negócios da ONU, David Rockefeller, filho de John D. Rockefeller Jr., tomou a palavra sobre a superpopulação como uma ameaça ao ambiente. Rockefeller também disse que “… o crescimento econômico irrefreável oferece uma ameaça posterior ao nosso ambiente”.

O que você tem lido aqui é uma coleção de poucos dos maiores pontos em uma história que se expande. Hoje, o controle da população – e os correspondentes movimentos ambientais – cresceram da mudaça pós Segunda Guerra Mundial da eugenia para os programas Malthusianos. A linha que liga os eugenistas ao ambientalismo é inconfundível. A redução da população está sendo usada pela elite como uma arma de guerra contra a competição, uma garantia da dominação continuada.

Energia Escalar

Energia Escalar

O que é “eletromagnetismo escalar“?
de Rick Andersen, 03 de junho de 1997

O eletromagnetismo escalar é o filho cerebral do Tenente Coronel [da reserva] Thomas E. Bearden, um analista de sistemas e especialista em jogos de guerra que tem estado advogando uma opinião sobre eletromagnestismo, a qual é baseada na noção de um vasto e invisível background de energias escalares (como opostas as energias de vetor), as quais fundamentam toda a realidade física.

Com o que os engenheiros elétricos trabalham hoje, afirma Bearden, é um subconjunto de uma alta topologia de eletromagnetismo. Bearden afirma que quatro das Equações de Maxwell ensinadas hoje na engenharia elétrica são realmente um subconjunto supersimplificado do trabalho original de Maxwell e o desbaste foi feito por Oliver Heaviside no século XIX; Heaviside pegou as equações originais de Maxwell, escritas na extensões não comutativas de números complexos de Hamilton (relacionado ao que hoje chamamos de “spinors” [certos tipos de objetos matemáticos introduzidos para expandir a noção do vetor espacial]), e os “simplificou” por retirar a parte escalar dos números complexos, deixando intacta a parte fácil de trabalhar do vetor – que os engenheiros de rádio adoram. Afinal, a inteira indústria de eletrônicos como a conhecemos cresceu das tecnologias do telefone e do rádio do início do século de 1900. Quem argumenta que a abordagem do “vetor” é inadequada?

Bem, Bearden diz que quando Heaviside jogou fora a parte escalar da equação do eletromagnetismo, ele desconhecidamente jogou fora a possibilidade da gravitação unificada com o eletromagnetismo – que tem sido o sagrado gral para os cientistas, desde que o próprio Einstein lutou com o problema. Isto é porque a parte escalar, segundo Bearden, foi a parte que capturou ou modelou o “stress do éter” – que leva a curvativa/dobra do espaço-tempo de Einstein. Tom Bearden diz que podemos unificar a gravidade com o eletromagnetismo, e cobrir adiante e para trás entre eles, se enterdermos como os vetores e os escalares se reacionam uns com os outros e que ramificações são.

Os campos do vetor podem evidentemente serem reunidos para apropriadamente inferir os potenciais escalares [previstos em 1903-4 pelo matemático E.T. Whittaker e provavelmente engenheirados pelos soviéticos).

Reciprocamente, os campos escalares podem ser criados por interferir destrutivamente nos campos vetoriais, em um meio não linear. Variando os componentes do vetor ritmicamente, produz o que Bearden chama de "ondas escalares". Estas ondas no espaço-tempo são acreditadas induzirem um stress similar a onda no "éter"; isto por sua vez leva a engenheirar a estrutura do espaço puro e/ou massa em uma área localizada - em outras palavras, implementar a Relatividade Geral [curvatura espaço-tempo] na mesa de trabalho do laboratório!

Tom Bearden tem estado a registro, em vários livros publicados na década de 1980, para proclamar que a antiga União Soviética tinha criado um arsenal fantástico de armamento curvador da mente baseado em sua tecnologia escalar, que eles chamam de “energética’ e que Bearden afirma ter sido desenvolvida de certas idéias dscartadas de Nikola Tesla. Agora que a Guerra Fria aparentemente acabou, não temos certeza como Bearden vê suas avaliações anteriores, mas avaliamos que ele voltou sua atenção para longe das armas de eneria escalar soviéticas e na direção a “energia livre” do vácuo do espaço, usando os princípios da conjugação da fase ótica, mas de modo mais generalizado.

Aqui está o ponto:

Se Bearden está correto em sua teoria do eletromagnetismo escalar, então podemos construir aparelhos que nos possibilite alterar a gravidade, o tempo, a inércia e a aparente massa de um objeto. Isto de fato tem implicações enormes para aplicações militares, direções de veículos espaciais, viagem no tempo, teleportação, fenômeno paranormal e apenas sobre uma outra área que possamos pensar.

A grande pergunta é, o século XXI verá a aceitação, desenvolvimento e implementação das idéias de Bearden (quanto a opinião pública), ou o eletromagnetismo escalar teria sido um outro triste final?… Certos governos mundiais tem agora estes aparelhos?… Bearden diz que ao menos três outras nações , não hostis aos EUA… agora possuem tecnologia escalar.

12 coisas que você deve saber sobre armas escalares
de Christi Verismo

Ligue-se para a querra de armas escalares que pode ocorrer

  • 1. Um possível cenário de guerra escalar
  • 2. Como as ondas escalares foram descobertas?
  • 3. Uma observação cuidadosa das formas de ondas escalares
  1. 4. Como funcionam as ondas escalares?
  1. 5. O que fazem as armas escalares?
  • 6. Raios escalares contra indivíduos
  • 7. Controle mental escalar
  • 8. A rede de controle mental em massa sem contacto da América
  • 9. Induzindo doenças com ondas escalares
  • 10. A tecnologia de Tesla foi secretamente continuada pelos russos e pelos nazistas
  • 11. Há uma guerra secreta em andamento nos céus?
  • 12. Quem mais está continuando a tecnologia escalar de Tesla?

2. COMO FORAM DESCOBERTAS AS ONDAS ESCALARES?

Comprimentos de ondas escalares são mais finos do que os raios gama ou os raios X e somente um centésimo de milionésimo de um um centímetro quadrado na largura. Elas pertencem ao sutil campo gravitacional e são também conhecidas como ondas gravídicas. Unicamente, elas fluem em múltiplas direções em ângulos retos, fora das ondas eletromagnéticas, como uma fonte de energia inexplorada chamada de “potenciais”. Os potenciais são partículas que estão não organizadas no hiperespaço – pura energia etérica que não se manifesta no mundo físico. Em comparação, as ondas eletromagnéticas [medidas por hertz ou pulsos por segundo, que são familiares às ondas de rádio] existem normalmente no mundo físico, mas somente podem ser medidas por níveis determinados pela sensibilidade do equipamento sendo usado, em quantos ciclos por segundo eles operam.

As ondas escalares foram originalmente detectadas por um gênio escossês matemático chamado James Clerk Maxwell (1831-1879). Ele ligou a eletricidade ao magnetismo e criou a fundação para a física moderna, mas infelizmente as ondas escalares muito finas [que ele incluiu em sua pesquisa] foram deliberadamente retiradas de seu trabalho por três homens, incluindo Heinrich Hertz, que estabeleu as leis ensinadas pelos físicos como disciplina nas universidades. Eles descartaram as ondas ou potenciais escalares de Maxwell como “místicas” porque elas eram fisicamente não manifestas e somente existiam nos “éteres” e assim foram determinadas serem ineficazes demais para estudo posterior. Estas enigmáticas [mas até mesmo mais poderosas do que as microondas quando ancoradas e concentradas em um raio] ondas escalares poderiam ter sido esquecidas exceto que Nicola Tesla acidentalmente as redescobriu. Ele originalmente havia trabalhado com Thomas Edison, que descobriu a corrente direta, mas Tesla descobriu a corrente alternada. Os dois homens discodaram e eventualmente se separaram e Tesla mais tarde experimentou usar a pesquisa do alemão Heinrich Hertz, que estava provando a existência das ondas eletromagnéticas. Tesla descobriu, enquanto experimentava com mudanças violentamente abruptas diretas das correntes elétricas, que uma nova forma de energia [escalar] se originava.

Em 1904, Tesla tinha desenvolvido transmissores para ancorar a energia escalar de um transmissor a outro, indetectavelmente contornando espaço e tempo. Ele podia exatamente materializar isto de um lugar para outro através do hiperespaço, sem usar fios, isto era exatamente sugado do vácuo espaço-tempo para dentro de um transmissor e dentro de um raio que podia alvejar um outro transmissor.Infelizmente ele não obteve apoio financeiro para substituir a eletricidade, que usava fios e portanto ganhava dinheiro, e até hoje, esta é a razão pela qual a energia escalar ainda não é reconhecida pela física principal. Tesla, até mesmo embora descobrisse mais para a humanidade na ciência do que muitos outros, ainda não é creditado pelos livros de ciência por esta descoberta das ondas escalares, uma fonte de “energia livre’ obtida como fonte ilimitada de energia que nada custa. Outros inventores tem esporadicamente redescoberto a “energia livre” mas tem sido feridos ou silenciados pela soma de milhões de dólares, uma soma pequena comparada à venda da eletricidade, petróleo, gasolina e uma miríade de outros produtores de energia que podem então se tornarem inúteis. Os grandes negócios famintos por dinheiro tem brutalmente esmagado qualquer oposição a suas próprias riquezas, geradas por múltiplos combustíveis fosseis obsoletos e poluidores da Terra.

3. UM EXAME CUIDADOSO DAS FORMAS DE ENERGIA ESCALAR

Estas formas mais finas de ondas escalares também tem sido descobertas periodicamente por outros matemáticos, que tem sido capazes de calcularem novas equações, especialmente em harmonica [usada na física hiperdimensional] ligando os comprimentos de onda da matéria, gravidade e luz uma ás outras e como todas elas se fecham e criam a nossa expressão de tempo [como ele se manifesta no espaço] – que agora tem sido descoberta ser energia potencial inexplorada fluindo no hiperespaço.

O tempo flui como uma forma de onda de um rio no hiperespaço no padrão de rede. Isto consiste na interligação de grandes ciclos que circulam os polos e incluem uma rede intracruzada de linhas que estão afastadas por 30 milhas náuticas ou 55.5 km. Quando os raios escalares carregam o hiperespaço estes “rios de tempo’ são bloqueados e redirecionados temporariamente.

Há um plano encoberto debaixo dos pés para mudar o modo no qual o tempo é expressado neste planeta no total usando a física hiperdimensional e a tecnologia de Tesla, ao fatiar a Terra de volta em uma agora difunta linha de tempo atlante, na qual Lúcifer não tinha perdido a graça.

Nossa “realidade” presente é expressada do modo que o tempo corre ao redor dos corredores no hiperespaço pelo padrão que ele toma. Existem outras “linhas de tempo” em um tipo diferente de padrão de grade, criando versões alternativas de nosso ‘presente”. As versões múltiplas da realidade [ou por exemplo 2 de abril de 2004] podem ser manipuladas dado a tecnologia correta e as pessoas podem entrar em universos paralelos para fazerem todos os tipos de coisas e voltar a este universo.

Precisamos do Gerador de Referência de Tempo Zero de Tesla, que pode abrigar uma realidade específica no tempo no centro do universo, no qual isto permanece parado, agindo como uma âncora. Os governos dos EUA e Reino Unido são capazes de manipular e entrar em diferentes realidades.

As várias dimensões, cada uma compreende um padrão complexo de formas de ondas interligadas. A matéria tem sido encontrada ser a única onda de pulso comprendendo um ciclo positivo, enquanto que o ciclo negativo se manifesta como “anti-matéria”. O pulso da matéria traz algo para a visibilidae física, então isto desaparece momentaneamente e retorna. Mas os pulsos são tão rápidos que não vemos algo como não manifesto conquanto temporariamente se desmaterializando. O tempo físico é apenas medido pela visibilidade do processo de envelhecimento de alguém, ou em outras palavras, sua passagem pela jornada começando um ponto de referência de tempo para outro.

As diferentes formas de onda somente nos parecem serem sólidas porque somos compreendidos pela mesma matéria. Se as frequências governando o tempo ente um pulso de matéria e um pulso de anti-materia são encurtadas ou alogadas pela tecnologia,o tempo vai mais rápido ou mais devagar no espaço que o rodeia ou o que ele afeta. Portanto as ondas escalares pertencem ao espaço-tempo no qual a anti-matéria ou hiperespaço existe. O tempo pode se alterado por ondas escalares utilizadas e dirigidas [incluindo imãs que expulsam as ondas escalares que curvam o tempo] porque eles interrompem o pulso da matéria e da anti-matéria e portanto a taxa na qual algo normalmente passa pelo tempo e sua usual suavidade.

Um experimento com ondas escalares nos EUA uma vez fez com que todos os relógios na vizinhança dos testes se tornassem insanos durante quatro dias, até que o fluxo do tempo foi reeestabelecido a seu fluxo normal e retornou ao que era antes. Isto foi notado por Frank Golden.

Os potenciais escalares podem ser criados artificialmente e quando focalizados em uma arma, podem causar maior dano a localização de um objeto no espeço-tempo. Isto é que determina o natural pulso da matéria da objeto e o ciclo anti-matéria que pode se tornar estressado quando alvejado por ondas escalares feitas de potenciais artificiais, porque elas quase sempre são absorvidas pelo núcleo de um átomo, não pelos elétrons em órbita.

O hiperespaço tem se tornado dobrado temporariamente, embora o espaço-tempo naturalmente se curve ao redor de vórtices naturais na Terra onde eles formam ‘chakras’ para absorver e liberar as energias universais. Estes são abertos e fechados em ciclos naturais segundo as posições do Sol e da Lua em relação a Terra. Porque as ondas escalares são mais finas do que as ondas gama, elas podem passar por qualquer substância física sem serem detectadas. Contudo o dano infligido pode ser tão poderoso que elas desalojam o objeto fora do tempo e do espaço e fazem com que ele desapareça temporariamente de seu movimento natural no tempo. Todos objetos se movem no tempo, e eles também se moverão se uma força física externa ative as próprias ondas escalares naturais internas do objeto para apontar na direção que ele é enviado para fazer com que se mova do ponto A ao B, dependendo de quanta força é utilizada. Ou eles são tipicamente imóveis no espaço pela energia escalar interna dentro do rodamoinho interligado a um ponto sem saída (fazendo com que ele pareça imóvel) contudo o objeto ainda se move no tempo. Um raio de energia escalar pode fazer com que a estrutura de tempo onde o objeto reside seja dobrada, fazendo com que ele apareça em uma outra realidade.

4. COMO TRABALHAM AS ARMAS ESCALARES?

Partículas que estão não organizadas no hiperespaço [potenciais] podem ser canalizadas para recriar múltiplas frequências de ondas escalares e estas agora podem ser fabricadas artificialmente e podem incluir frequências entre o infravermelho e o ultravioleta. e um transmissor está em uma referência mais alta de potencial do que a zona de interferênia de dois raios cruzados escalares, a energia emerge da ‘garrafa’ de plasma que materializa fisicamente e esta é chamada de modo “exotérmico”. Isto pode causar explosões e podem ser “como nuclear” se estabelecidas em alta frequência. Até mesmo embora nenhuma energia eletromagnética tenha fluido pelo espaço entre os transmissores e o alvo, e porque isto contornou o espaço físico, a energia pode subitamente aparecer mais rápida do que a velocidade da luz e destruir alguma coisa sem aviso. É somente como um fechamento no potencial artificial que é dirigido “o rio de força” no hiperespaço e isto é inteiramente indetectável pelo equipamento científico convencional, e é onde o perigo reside.

Ninguém pode até mesmo saber o que o inimigo está planejando ou quem são os inimigos e porque isto nunca chega a imprensa e ao pessoal militar normal sem este conhecimento, que nunca saberia o que os havia atingindo, especialmente se isto é um controle mental escalar. Para extrair a energia de volta aos transmissores da ‘garrafa’ de energia de dois raios escalares cruzados, o pontecial deve ser estabelecido no modo inferior e isto é chamado de modo “endotérmico” e como a enegia é extraida fora da área da “garrafa”, um congelamento pode ocorrer, possivelmente causando um som de trovão.

Quando dois transmissores enviam pulsos cronometrados, que se encontram, uma explosão ocorrerá a qual ou produz energia ou a extrai. Se dois raios cruzados estão em modo “contínuo” a energia entre os raios é contínua e os globos e hemisférios de Tesla podem ser feitos atuarem como um escudo contínuo para destruir áreas que se aproximam ou aeronaves. Se múltiplas frequências são transmitidas aos raios, a interseção de um globo tridimensional aparece.

Isto pode ser manipulado para ter uma energia altamente envelopada com qualquer desejada emissão de luz, forma, cor ou intensidade. Isto pode até mesmo fazer com que metal se amoleça ou derreta. Esta “garrafa” de energia pode ser detonada dentro da terra para criar um terremoto ou dentro de uma construção para fazer um efeito como uma explosão nuclear. Esta “garrafa” pode ser movida para qualqer parte do planeta, ou através dele, e feita de qualquer tamanho.

Os russos, em 1985, uma vez ameaçaram a própria Terra de ativar as armas escalares deles com múltiplos transmissores escalares todas de uma só vez, ameaçando a sobrevivência do próprio planeta. Segundo o físico nuclear Bearden, eles realizaram um sistema completo de armas escalares e exércios estratégicos de comunicação. Durante este exércicio súbito, o americano Frank Golden descobriu que os russos ativaram 27 ‘tampas de energia’ gigantescas, estabelecidas por ressoar a Terra eletrogravitacionalmente em 54 poderosas frequências escalares [27 pares onde cada dois são separados dos outros por 12 kHz] tansmitidas para dentro da Terra e eles utilizaram isto para estimular a Terra a uma forçada ressonância eletrogravitacional em todas as 54 frequências. Cada uma das tampas de energia extraiu uma energia enorme do núcleo derretido da própria Terra, e tranformou isto em energia elétrica comum.

Cada tampa gigante é capaz de energizar 4 a 6 dos maiores howitzers [canhões] eletromagnéticos possuidos pela Rússia. Bearden escreve: “Aparentemente mais de 100 gigantescas armas escalares eletromagnéticas foram ativadas e um grande número das transmissões de comando e controle e isto durou vários dias. Ao alterar os potenciais e as cargas de cada um dos pares de transmissores, energia elétrica em quantidades enormes podem ser extraídas da própria terra, alimentadas por um “catodo” gigantesco que está no núcleo derretido da terra. Os sistemas de comando e controle do eletromagnetismo escalar, incluindo as altas taxas de dados de comunicações com submarinos imersos, foram também ativados em uma escala maciça. Este exercício durou vários dias, quando as tampas de energia eram colocadas e retiradas, e os sistemas de comando e controle entravam e saiam. Bearden afirma que nenhum laboratório de inteligência americana, ou cientista detectou isto, já que eles não tinham um detetor para a radiação escalar, e que ninguém acreditava oficialmente que o exercício tinha acontecido”. Contudo, ele foi monitorado em sistema avançado de detecção por Frank Golden por vários dias e por Bearden por várias horas.

Este exercício provou a declaração de 1972 de Brezhnev que em 1985, os soviéticos estariam preparados para fazerem o que quisessem, em qualquer lugar do mundo. Os soviéticos estavam usando atributos desconhecidos da matéria, fenômenos e leis da natureza cobrindo o equivalente aos 7-8 projetos americanos do equivalente da bomba atômica.

Contudo a América e a Rússia estão fazendo pela Terra transmissões de raios escalares e até mesmo então o dínamo interno da Terra tem sido afetado. Ele subitamente vivenciou uma súbita lentificação inesperada na rotação em 1984. Isto tem se tornado como uma máquina de lavar desequilibrada, oscilando na medida em que gira. As ondas escalares passam naturamente entre o centro da Terra e o Sol, e isto se combinou com os múltiplos testes nucleares anuais [que tem sido provado perturbarem a ionosfera e o campo magnético]; o equilíbrio da Terra com a Lua, pode até mesmo fazer com que a Terra gire, se as ondas escalares naturalmente produzidas estão desviadas para um outro curso, que estão mantendo a Terra girando harmoniosamente.

5. O QUE PODEM FAZER AS ARMAS ESCALARES?

Um escudo de Tesla protegendo um alvo militar pode ser feito de três ou mais escudos concêntricos, que produziriam múltiplos pulsos de energia eletromagnética e um severo aquecimento de qualquer coisa que entre dentro dele. Estes escudos concêntricos de Tesla podem também limpar e esterilizar qualquer radiação de raios gamas resultante da explosão de uma ogiva nuclear.

Nicola Tesla até mesmo na década de 1920 podia criar um “escudo” protetor tridimensional ou “domo” formado por dois ou mais transmissores enviando raios escalaras ampliados ligados juntos sobre um alvo da forma de um hemisfério. Ao invés de fazer com que o alvo exploda como os raios cruzados mais intensos o fariam, um raio mais amplo e abrangente pode formar uma enorme concha de plasma fora de algo a ser protegido. Isto agiu como um campo de força eletrificante em forma de domo, que pode fazer com que qualquer coisa que entre nele tenha sua tecnologia inoperante, fazendo com que os pilotos de aeronaves morram por destruir seus sistemas nervosos e/ou fazer um missel que venha, uma aeronave ou tanque exploda.

Camadas múltiplas podem ser aninhadas e feitas de diferentes tipos de plasma que asseguraria que nada penetrasse no espaço de solo ou aéreo protegido. Os russos podem fazer um escudo de Tesla com mais 200 milhas de amplitude. Este grandes escudos de plasma luminoso tem sido testemunhados por marinheiros sobre os oceanos de tempos e tempos, já que várias nações testam suas armas escalares em segredo. Tesla, já na década de 1920, criou globos ou balas de plasma com raios escalares cruzados sugando energia do espaço aéreo em uma “explosão fria” fazendo com que isto congele, ou enviando um extremo calor para que isto queime como um poderoso raio laser.

Estes raios poderosos também podem viajar direto pela Terra e criar um terremoto nos antípodas da Terra e Tesla experimentou fazer isto. O fluxo de energia do hiperespaço [potenciais] flui como ondas em um mar de energia intensa na próxima dimensão desguarnecida, contudo quando a energia é fabricada artificialmente, ela pode ser de modos diferentes [isto é, modo pulso, modo de extração de energia ou modo de explosão]. Se dois pulsos cronometrados de encontram, uma extração de explosão faz um agudo resfriamento e toda energia aquecida é extraida do ar de volta para o transmissor. Isto pode fazer tudo e todo mundo congelar. Isto preserva máquinas e construções, mas não as pessoas. Se uma energia queimando é enviada a um alvo que tem uma detonação tipo nuclear porque a energia emerge do alvo destruindo o núcleo dos átomos. Modos e frequências múltiplas da onda escalar podem também ser misturadas juntos em um raio também,

Os globos de Tesla posem ser manipulados para serem menores ou maiores em múltiplos tipos de frequência de energia e dirigidas para um alvo por dois ou mais transmissores distantes. Muitos globos pequenos de intensa frequência podem ser dirigidos na direção de múltiplos alvos que chegam, como balas de canhão, causando maiores explosões. Alternativamente, um globo maior menos intenso enviado pode causar que as partes elétricas de um avião, helicópteros ou misseis se avariem, causando a má função e a queda ao solo. Esta tecnologia tem sido usada muitas vezes para derrubar aviões ou helicópteros ao usar uma bazuca escalar portátil transportada por um terrorista ou soldado oculto.

Os vietnamitas e os soviéticos usaram esta tecnologia na guerra do Vietnã contra aeronaves americanas. Muitas quedas de avião com causas inexplicáveis podem ser traçadas a isto. Estas bazucas portáteis russas também foram usadas pelos sérvios contra os helicópteros americanos durante a guerra da Bósnia. Os soviéticos usaram armas escalares contra o Afeganistão durante sua guerra. Pode-se imaginar se isto explica as atuais quedas de helicópteros no Afeganistão e no Iraque.

As ondas escalares podem ser utilizadas para comunicação impenetrável dentre de um transportador comum de onda. Os potenciais artificiais podem ser usados em comunicações e duas vias com submarinos, aeronaves e navios. As ondas escalares podem ser usadas para tampar as comunicações normais, até mesmo encriptadas. Elas podem até mesmo destruir o equipamento do inimigo se eles quiserem usar o modo de fechamento para localizar a fonte ou apenas continuar a espionagem. A invisibilidade ao radar pode se feita ao colocar múltiplos transmissores ao redor de algo como um escudo esférico de interferência na largura de banda do radar de busca. Nada no ar está seguro contra as armas escalares ou qualquer coisa no solo, porque qualquer construção pode ser penetrada e os conteúdos internos destruídos por raios estreitos ou amplos cruzados.

Não há lugar para se esconder. Os raios escalares podem ser enviados por aeronaves ou satélites ou até mesmo dos UFOs dos governos da Rússia, Grã Bretanha, Austrália e América. Eles podem ser enviados dos UFOs que os nazistas desenvolveram secretamente na Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, e que foram relocados para suas bases subterrâneas na Antártica e por toda América do Sul antes que a guerra terminasse.

6. RAIOS ESCALARES CONTRA INDIVÍDUOS

Para destruir totalmente o sistema nervoso de uma pessoa e mata-la instantaneamente, uma arma escalar pode ser colocada no modo “pulso de alta densidade”. Isto destruirá todas as células vivas, bactérias e todos os germes e assim um corpo cai como um trapo sem até mesmo apodrecer em 30-45 dias. Grupos inteiros de pessoas podem ser mortas deste modo, até mesmo a 50 milhas de raio do pico da energia. Os raios escalares colocados ema energia inferior podem tornar uma pessoa inconsciente para ser reavivada em uma data posterior, para interrogatório.

Raios escalares cruzados podem cobrir um alcance inteiro de alvos de algo diretamente do outro lado da Terra, sob o mar ou solo. Nem mesmo metal será suficiente para proteger, já que o modo de amolecimento do metal pode ser empregado. Os raios escalares podem ser colocados em modo de raio X onde uma tela pode mostrar a parte interna de algo, até mesmo sob o solo e o mar e dentro de construções. Isto é chamado de “radar de visão remota”.

Qualquer coisa no céu pode ser instantaneamente destruída até mesmo de um país para outro. Tudo que um país precisa para destruir algo no céu em um país inimigo é colocar dois ou mais transmissores escalares em forma de grade de interferência de onda escalar segundo o qual um escudo é fechado sobre um país em modo de alta intensidade e fará com que tudo que entre eles seja destruido. Isto também pode destruir qualquer coisa no mar e detonar minas. A explosão que aparece na tela como um florescer de luz que se movimenta no quadrado.

Os russos principalmente usam estas grades de interferência sobre os EUA para controlar o clima movendo o ar quente e o frio onde eles podem se encontrar para criar tempestades, furacões, chuvas torrenciais ou secas como lhes aprouver. Os terremotos podem ser criados junto com as erupções vulcânicas segundo Tom Bearden. A umidade pode ser trazida do oceano e enviada sobre o solo e o ar frio do norte enviado ao sul. Trovões violentos podem ser criados. Ele também afirma que desde 1989 as seitas japonesas como a AUM e a Máfia Japonesa Yazuka alugaram interferômetros escalares dos russos para fazerem uma engenharia climática sobre os EUA.

Contudo a América pode combater de volta com suas próprias armas escalares. Uma pode silenciosamente abater aviões de passageiros se necessário, ao eniar raio escalar de baixa frequência para fazer o motor falhar, ou dos quadrados das redes de interferência ou até mesmo de bazucas portáteis escalares de ombro que podem atingir helicópteros ou qualquer aeronave acima. Vasos navais de superfície podem ser atacados através de seus cascos bem como minas oceânicas podem ser detonadas. Também os tanques podem facilmente serem destruidos.

Tom Bearden afirma que americanos e soviéticos tem silenciosamente abatido aeronaves um dos outros desde a década de 1980.

7. CONTROLE MENTAL ESCALAR

No início da década de 1970, centenas de prioneiros da Instalação Gunniston na Prisão Estadual de Utah foram submetidos ao controle mental por onda escalar. Os prisioneiros tentaram em vão lutar na côrte. A Universidade de Utah pesquisou naquele tempo como as ondas escalares podiam induzir a mente a ouvir vozes, superando e implantando pensamentos na mente, bem como lendo pensamentos. Eles também desenvolveram implantes oculares. EM 1998 as ondas escalares foram usadas para testar vozes subliminares na cabeça de duas prisões em Utah.

Na Prisão Draper, Utah um homem chamado David Fratus em 1988 afirmou vozes em seus ouvidos internos que o induzia tão claramente como se estivesse com fones estéreos de ouvido. As vítimas com implantes de controle mental do governo dos EUA também estão submetidas a vozes artificiais na cabeça que são enviadas em raios escalares por satélites e pelos transmissores de HAARP e retransmitidas por torres GWEN colocadas a cada 200 milhas através dos EUA. Muitas das mensagens transmitidas a estas vítimas americanas de controle mental são ditas virem de extraterrestres, com uma mensagem para a “humanidade”. Estas mensagens alienígenas foram dadas pela primeira vez aos prisioneiros em Utah e eles todos receberam as mesmas mensagens.

Os russos, tendo um início de liderança na decodificação do cérebro, podem enviar mensagens subliminares por satélite a países inteiros em suas próprias línguas em ondas escalares tão sutis, que as vítimas pensam que elas são a ocorrência de seus próprios pensamentos. Elas podem fazer pensar que Deus está falando com elas e podem dar às pessoas pensamentos suicidas. Há um comprimento de onda suicida. Os russos e os israelenses tem sido ditos fazerem isto em websites de dados de controle mental. Também, os americanos tem estado usando estas mensagens subliminares para dar mensagens de “vozes na cabeça” (o que inclui os implantes controlados da CIA e dos militares) que são supostos virem de alienígenas ou “do Espírito Santo” para anunciar que a Segunda Vinda está próxima ou que a Terra precisa ser evacuada e as pessoa tem sido “escolhidas”.

Somente certas pessoas podem captar isto segundo elas tenham ou não implantes [que transmitem as mensagens dentro da cabeça] ou se elas tenham uma telepatia natural. O mineral selênio quando ingerido além dos níveis normais é dito aumentar a capacidade de ouvir vozes na cabeça. Embora certas raças tenham um umbral de audição mais elevado e sejam capazes de captarem a telepatia sintética enviada pela atmosfera que outras.

Os transmissores escalares da Rússia são chamados “PicaPaus” porque é o tipo da batida do picapau que é detectada nas transmissões em banda de rádio. Eles tem a tecnologia de enviar mensagens subliminares diretamente para o subconsciente da pessoa, contornando o cérebro e podem influenciar drasticamente os pensamentos, visão, funcionamento físico, emoções e estados conscientes de uma pessoa ao enviar sinais subliminares até mesmo de uma grande distância. Na década de 1960, os soviéticos quebraram o código genético do cérebro humano. Eles tinham 44 dígitos ou menos e empregavam 22 bandas de frequência através de quase todo espectro eletromagnético. Mas somente 11 das bandas de frequência eram independentes. Os soviéticos descobriram que podiam fazer uma pessoa fazer qualquer coisa, apenas enviando subliminares para o corpo, contornando os ouvidos.

Mas de 16 transmissores escalares picapaus russos tem sido observados caregarem uma fase comum fechada em modulação de 10 Hz. 10 Hz é utilizado para colocar uma pessoa em estado hipnótico. Os russos podem
manipular o humor de qualquer pessoa em um raio de 75 milhas, com uma antena circularmente polarizada, e os corpos das pessoas tem sido mostrado captarem o “novo” modo de expressão. Até mesmo a frequência do sono fará todo mundo cansado e adormecer.

8. A REDE DE CONTROLE MENTAL DE MASSA SEM CONTACTO DA AMÉRICA

Segundo o livro Projeto L.U.C.I.D de Texe Marrs, John St Clair Akwei afirma que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) tem tido os mais avançados computadores do mundo desde a década de 1960. A missão de sinais de inteligência (SIGINT) do NSA usa ondas escalares para cobertura dos EUA e pode sem fios tampar qualquer computador nos EUA e ler seus conteúdos. Bem como rastrear pessoas pelas correntes elétricas de seus corpos, que emanam uma particular “assinatura de frequência”.

Isto é posível porque tudo no ambiente expulsa ondas escalares em rotações de ângulo reto fora da normal onda eletromagnética. Estas podem ser buscadas e rastreadas e não são subemetidas aos constrangimentos de tempo e de espaço. A frequência de uma pessoa pode ser armazenada em um supercomputador e isto então pode ser rastreado em qualquer lugar. Elas podem ser palavras subliminares enviadas em ondas escalares que são tão sutis que uma pessoa pensará que são seus próprios pensamentos. Também o NSA usa um programa secreto (desenvolvido desde o programa de controle mental MKULTRA da década de 1950) que é chamada de “Radiação de Inteligência”. A pesquisa científica disto é subtraida do público e há acordos internacionais para manter esta tecnologia secreta. Usando esta tecnologia o NSA registra e decofica mapas cerebrais individuais de centenas de milhares de pessoas para propósitos de segurança nacional.

Isto também é usado secretamente pelos militares por um link computador-cérebro. A atividade do centro da fala pode ser traduzida em pensamentos verbais do sujeito e pode também mostrar a atividade de seu cortex cerebral em um monitor de video. Os agentes operacionais da NSA podem ver o que o sujeito está vendo. A memória visual pode também ser vista e o NSA pode colocar imagens diretamente no cortex visual, contornando os olhos e os nervos óticos.

Quando um alvo dorme, secretamente imagens podem ser instaladas em seu cérebro durante o sono REM para propósitos de programação cerebral. Fala, som em 3D e audio subliminar podem também serem enviados ao cortex auditivo do cérebro, contornando os ouvidos. Este “Monitoramento Neural Remoto” (RNM) pode alterar completamente as percepções dos sujeitos, humor e controle motor. Diferentes frequências de ondas cerebrais são conetadas a várias partes do corpo e quando a frequência correta para ativar uma parte do corpo é enviada, a pessoa fica indefesa para parar isto. A dor pode ser induzida nas vítimas de controle mental desta forma, ao alvejar uma parte do corpo. Isto tem sido narrado por muitas vítimas de controle mental, acompanhado de “vozes na cabeça” pelos operadores cruelmente perguntando se isto fere e tudo é feito remotamente sem qualquer contacto físico com a vítima. Tem havido uma rede de monitoramento de onda escalar cerebral sem fio SIGINT nos EUA desde a década de 1940, segundo John St Clair Akwei.

Ele nos conta como isto é feito ao digitalmente decodificar os evocados potenciais em 30-50Hz, as emissões eletromagnéticas do cérebro de 5 milliwatt. Nestas emissões picos e padrões mostram como potenciais evocados. “Cada pensamento, reação, comando motor, evento auditivo e imagem visual no cérebro tem um correspondente potencial evocado ou conjunto de potenciais evocados. Estes podem ser decodificados em pensamentos atuais, imagens e sons acontecendo no cérebro do alvo. Quando sinais complexamente codificados são enviados ás vítimas, contornando olhos, nervos óticos e ouvidos, as imagens esmaecidas parecem flutuar em telas 2D no cérebro. Alucinações auditivas podem ser induzidas, criando esquizofrenia paranóide.

A frequência em que as áreas do cérebro respondem estão entre 3 Hz a 50 Hz. Para cada área do cérebro estes são usados:
Área Cerebral: Frequência de Ressonância Biolétrica: Infomação Induzida Pela Modulação.
Controle Motor do Cortex: 10 Hz:
Coordenação do Impulso Motor do Cortex Auditivo: 15 Hz: Som que Contorna os Ouvidos
Cortex Visual: 25 Hz: Imagens no cérebro contornando os olhos
Somasensório: 9 Hz: Sentido de Toque Fantasma
Centro do Pensamento: 20Hz: Pensamentos Subconscientes Impostos
Somente a NSA modula este tipo de sinal em potenciais evocados ou transportadores escalares. Há aproximadamente 100 pessoas trabalhando 24 horas por dia para a NSA em Ft Meade neste “Monitoramento Neural Remoto” (RNM). John St Clair Akwei, depois de ter sido perseguido por esta tecnologia da NSA, processou a NSA.

Durante o processo ele foi perseguido por sons em 3D e seus associados também foram perseguidos para menterem-no isolado. Nenhuma ação foi tomada contra a NSA neste processo de 1991. Em 1967, um “cientista de renome internacional” e Christopher Hills, um especialista em pêndulo, se “comunicarm” com alguns “alienígenas”. (não é sabido quem é o cientista, mas uma vez Hills e Puharich estiveram trabalhando om a médium Eileen Garrett e Puharich estava se comunicando com “alienígenas’ chamados “Os Nove”. Os mesmos alienígenas que o grupo Bilderberger (líderes mundiais mais a realeza européia que controlam os assuntos do planeta ). Isto é o que os “alienígenas” dissseram a Christopher Hills via pêndulo:

“Em resumo, os alienígenas se comunicaram conosco via ondas de rádio moduladas, entre 10.000 e 20.000 ciclos abaixo do conhecido espectro eletromagnético. No transportador da onda pela modulação da amplitude, misturada com a frequência. A energia de uma única banda, e a energia de transmissão a menos de 25 watts. Uma onda naturalmente presente na Terra o cérebro modulado – uma onda que ressoa entre a Terra e a inosfera. Todos humanos influenciam a ionosfera desta maneira. Uma técnica refletora envolvida. A modulação cerebral consiste em pulsos, similares aos conhecidos dos neuro pulsos”.

“Dois humanos podem usar isto. Relacionado a algo similar a um radar de baixa frequência e a técnicas ultrassônicas mas qualificadas. Uma mistura de função de onda eletro acústica. A onda eletromagnética induziu uma transdução ultrassônica no tecido humano. A radiação cerebral tem um componente sônico e é dependente do meio pelo qual viaja. O cientista diminuiu meses de trabalho. Agora HAARP está fatiando a ionosfera, o cérebro mundial, como uma faca de microondas, produzindo incisões de longos rasgos, destruindo a membrana que mantém o reservatório de dados acumulados por toda a história da Terra. HAARP já furou buracos de 360 x 30 milhas na ionosfera.”

9. INDUZINDO DOENÇAS COM ONDAS ESCALARES

Tom Bearden também escreve que a forma mais avançada de arma escalar é conhecida como arma de “potencial quantum” e tem sido desenvolvida pelos EUA, Rússia, China, Israel e possivelmente Brasil. Estas armas mimetizam a assinatura da frequência de uma doença ao recriá-la nos transportadores escalares. Também qualquer doença pode ser impressa em nosso sistema celular usando frequências que variam do ultraviolta ao infravermelho.

Populações inteiras podem ter novas doenças e morte induzidas, bem como doenças latentes sendo ativadas com as doenças de potencial quantum nas áreas alvo. Sintomas fabricados de envenenamento por radiação, envenenamento químico, infecção bacteriana e até mesmo os efeitos de muitas drogas alucinógenas podem ser induzidos com estas ondas escalares muito sutis que fluem no hiperespaço e no mar de éter. Elas se tornam embebidas direto no sistema imunológico ou na contraparte etérica do corpo físico.

No site de www.freedomdomain.com um homem chamado Kaznacheyev descobriu que a indução de doenças podem ser afetadas pelos transmissores escalares “picapau” quase ao nível do ultravioleta. Experimentos da Universidade de Marburg na Alemanha Ocidental duplicaram estas doenças induzindo experimentos de onda escalar em infravermelho. O Dr Popp da Alemanha Ocidental, depois de analisar o sistema mater de controle do fóton virtual das células descobriu que o fluxo de partículas virtuais escalares que determina a impressão do padrão genético das células pode ser facilmente penetrado por técnicas escalares para induzirem doenças e desordem celular à vontade.

10 . A TECNOLOGIA DA ONDA ESCALAR DE TESLA FOI SECRETAMENTE CONTINUADA PELA RÚSSIA E PELOS NAZISTAS

Enquanto o governo americano rejeitava a energia sem fios de Tesla e o deixava sem sequer um centavo, a Russia e a Alemanha pediram a Tesla para trabalhar para eles. Ele se negou, mas segundo Preston Nichols, ele fingiu sua morte em 1943 e foi para o Reino Unido . Então havia uma batalha frenética entre os alemães e os soviéticos para desenvolver energia escalar. A Rússia teve um início de liderança em aprender como as ondas escalares podem ser dirigidas do hiperespaço ao enviar um agente a Utah que construiu uma máquina para fazer isto. Um agente soviético destruiu o aparelho depois de aprender como a máquina funcionava.

O homem, T H Moray aprendeu sobre o “mar de éter” de Tesla e tinha feito um interferômetro escalar. A Alemanha tinha desenvolvido a tecnologia anti-gravidade em 1939 ao reengenheirar um UFO caído. Pela Segunda Guerra Mundial,eles lideravam o mundo no radar e na ciência infravermelha bem como no radar para absorver materiais e seção cruzada de radar. Alguns principais cientistas ocidentais pensam que eles desenvolveram o radar de seção cruzada além nos níveis ocidentais de hoje, mas há evidência de uma “aliança alienígena” durante a guerra para que eles fossem tão influentes. Os alemães estavam usando ondas reversivas do tempo, que faziam com que uma onda escalar seguisse de volta e respondesse a uma fonte de uma onda recebida comum eletromagnética.

Durante a Segunda Guerra Mundial muitos dos melhores cientistas nazistas escaparam da base que eles tinham desenvolvido secretamente na Antártica, obtendo suprimento dos países da África do Sul bem como das comunidades alemãs na Argentina, Chile, Paraguai, Peru, Uruguai e outros países da América do Sul. Depois da guerra os americanos moveram os remanescentes melhores cientistas nazistas para os EUA, com os soviéticos, Franceses e Britânicos levando os remanescentes. Contudo, os soviéticos ficaram zangados pela primeira escolha dos americanos dos cérebros cientificos nazistas, e então em 1946 eles apenas limparam a maioria dos técnicos e cientistas de volta para a União Soviética, aproximadamente 275.000 homens mais as famílias deles da Alemanha Oriental ocupada pelos soviéticos.

Pela década de 1950 os soviético haviam desenvolvido as ondas reversoras de tempo. Eles também forçaram os alemães capturados para construirem para eles uma frota de discos anti-gravidade completa, com raios de partícula e armas de raios escalares. Na Antártica, os nazistas tinham o “Raio da Morte”, capaz de enviar um raio letal até mesmo para a Lua para criar um ponto incandescente quando dirigido a isto. Tesla devastou com seu “Raio da Morte” – como nos dias atuais as armas de raio de partículas.

Segundo Al Bielek os russos tem armas de raio de partícula que podem atirar a 1.000 milhas no espaço e eles as utilizam para abater qualquer UFO dentro de um raio de 200 milhas dos céus deles. Os americanos também tem armas de raios de partículas e eles também abatem UFOs. Aparentemente há uma guerra acontecendo no espaço, e russos e americanos tem secretamente estado juntos para combate-la. É desconhecido quem seja os ocupantes do UFO, mas os nazistas da Antártica são ditos serem invencíveis em suas super armas.

11. HÁ UMA GUERRA SECRETA ACONTECENDO NOS CÉUS ?

O Japão agora tem armas escalares e tem estado com a Rúsia para desenvolve-las. Em 1991, segundo Harry Mason, o Presidente russo Gorbechev ofereceu arrendar as japoneses as armas escalares intercontinentais super secretas por 900 milhões de dólares, que eles tem usado na União Soviética desde 1960. Tom Bearden também afirma qu eles as arrendaram em 1989. Uma universidade conjunta russo-japonesa foi criada para desenvolver novas armas com microchips japoneses para superar os EUA e juntamente governarem o mundo. Depois que Tesla “morreu” em 1943, seus trabalhos foram enviados para o Museu Tesla na Iuguslávia, onde os japoneses obtiveram o conhecimento da Tecnologia Tesla. As armas escalares foram desenvolvidas por um cientista japonês de QI mais alto que Einstein.

Eles também, como os americanos, testaram suas armas escalares no “outback” [interior] da Austrália Ocidental, possivelmente usando uma base na Antártica a qual envia ondas escalares ao transmissor australiano para produzir terremotos e globos de Tesla. Os cientistas escalares japoneses são ligados a vários cultos e sentem que o imperador japonês deve reger o planeta, bem com a política de vingar exatamente seus antigos inimigos culminando em uma “Guerra Final” contra o ocidente cristão e o mundo islâmico.

É a seita japonesa Aum e a Máfia Yakuza que ainda estão arrendando os transmissores escalares russos e tem prontamente os utilizado para engenharia chimática sobre a América desde a década de 1990 para práticas de alvo. Bearden afirma que os japoneses podem obter permissão dos russos para abaterem aviões de agora em diante. Os membros dos cultos no governo japonês também são ligados aos membros de culto na Coréia do Norte. Os russos tem feito engenharia climática sobre a América desde a década de 1960, usando sua grade de interferência para alvejar áreas específicas.

12. QUEM MAIS ESTÁ CONTINUANDO A TECNOLOGIA ESCALAR DE TESLA?

Diferentemente das universidades ocidentais, a Europa Oriental e a Rússia sempre tem incluído a pesquisa das ondas escalares de Tesla abertamente no currículo deles e assim eles tem uma pronta liderança com múltiplas instalações construidas por toda União Soviética para construir transmissores de armas escalares desde a década de 1950. Isto foi posteriormente acelerado ao capturar cientistas da Alemanha Oriental para trabalharem para os soviéticos liderando o país diretamente para a idade espacial, dando a eles os UFOs equipados com armas de raios de partículas.

Os UFOs até mesmo tinham tecnologia de ocultação. A América, mesmo embora tendo cientistas nazistas trabalhando para ela depois da guerra, na Área 51 em tecnologia anti-gravidade, não entendia quão avançado os soiéticos se tornaram na tecnologia escalar até que eles descobriam que haviam sido secretamente atacados durante a década de 1950 de forma indetectável. Em 1960 o Premier Soviético Kruschev anunciou ao mundo, que eles tinham “super armas”. Em 1963, eles deliberadamente destruiram um submarino atômico americano submerso em Porto Rico com armas escalares. No dia segunte, acima do Canal de Porto Rico os soviéticos usaram armas escalares de modo a produzir uma gigantesca explosão submarina. Os EUA estavam indefesos contra este tipo desconhecido de arma. Em 1965, o Deserto de Great Sandy na Austrália Ocidental foi mapeado e escohido pelo governo americano para começar a testagem das armas escalares.

Até mesmo embora os trabalhos de Tesla “oficialmente” foram mantidos pelo FBI depois que ele morreu e rotulados ‘top secret’, para impedir que isto fosse parar nas mãos de um inimigo, Tesla havia passado todo seu conhecimento a um jovem físico americano duas semanas antes de morrer em 1943. Os militares americanos na Austrália Ocidental testaram raios escalares cruzados a partir do sol para criar terremotos e um alvo do mapa em quadrados e também criou os globos de Tesla de raios escalares cruzados no céu. Pine Gap, a secreta base subterrânea militar americana, tem dois transmissores escalares e eles tem ao menos um outro em Exmouth, no noroeste da Austrália. Outros transmissores escalares americanos além de vários nos EUA, estão no Alasca, Porto Rico, Groenlândia, Noruega e Antártica.

Embora agora muitos paises tenham armas escalares, outros podem ser facilmente alvejados por estas armas escalares e nem saber o que causa suas explosões, controle mental ou engenharia climática. Assim, de fato mais e mais países estão obtendo tecnologia de energia escalar necessária para se defenderem e isto se mantém sendo transmitida especialmente pelos russos. A outra coisa que alguém pode conhecer é que um ataque escalar pode não dar idéia de quem o fez. Os países que são conhecidos terem armas escalares são: América, Rússia, França, Austrália, Alemanha, Japão, China, Taiwan, África do Sul, Israel, Brasil, Reino Unido e Argentina bem como várias populações de nazistas ainda operando na Antártica e por toda América do Sul. É desconhecido como os brasileiros obtiveram armas escalares e armas de potencial quantum, mas os brasileiros tem tido tecnologia “alienígena’ por algum tempo e também o Vaticano tem uma tecnolgia encoberta e tem sido dito ter uma base para isto na América do Sul para seu secreto programa espacial.

Há uma extensa cobertura do programa espacial brasileiro em meu artigo de 40 páginas “Scalar Weapons: Read it and Weep”. Isto cobre as armas da China e do Japão bem como uma extensa cobertura do ataque russo á América, especialmente ônibus espaciais e a tecnologia dos nazistas na Antártica. Outros podem ter, como a Ucrânia e a Coréia do Norte mas ainda não há provas de que elas existam nestes países. Até mesmo a imprensa alternativa não tem dito o suficiente sobre as armas escalares na extensão em que os escritores e os jornalistas investigativos estão familiarizados com os perigos que devem haver por causa de até mesmo online eles dificilmente obtém uma menção nos sites sobre conspirações. Ainda que elas provavelmente sejam as mais ameaçadoras da vida no planeta, o que é conhecido.

Armas de Plasma

Armas de Plasma

Warfare Ru

O Instituto de Pesquisa de Construção de Instrumento Radio sob a supervisão do Acadêmico A. Avramenko deselvolveu uma arma de plasma capaz de matar o alvo em altitutes acima de cinquenta quilometros. Engenheiros e cientistas do instituto em cooperação com o Intituto Nacional de Pesquisa em Física Experimental (Arzamas-16), Instituto Central de Aerodinâmica e Instituto Central de Construção de Máquina prepararam um conceito do experimento internacional Doverie (Trust), para testar a arma de plasma russa, na instalação de teste americano ABM no Oceano Pacífico, juntamente com os EUA. O custo de experimento foi estimado em trezentos milhões de dólares. Segundo o acadêmico Avramenko, a arma anti-missel de plasma não somente custa dez vezes menos do que o SDI americano, mas também é muito mais simples no desenvolvimento e operação. A oferecida proteção conjunta pode poupar gastos no desenvolvimento de sua própria arma de plasma pelos EUA. O plasmóide baseado na energia de solo de geradores de super alta frequência ou geradores laser (óticos) criam um território ionizado na trejetória das ogivas e em frente delas, e interrompe completamente a aerodinâmica do vôo do objeto, depois do que um alvo deixa sua trajetória e é arruinado por sobrecargas monstruosas. O efeito de matança é enviado ao alvo na velocidade da luz. [..]

Para propósitos práticos, as armas de plasmas já tem sido criadas na Rússia. A ação delas é baseada em focalizar raios de energia eletromagnética produzidas por um laser ou radiação de microondas nos níveis superiores da atmosfera. Estes raios são capazes de derrotar qualquer alvo voando em velocidades supersônicas ou quase supersônicas em um futuro próximo. Uma nuvem de ar altamente ionizado se eleva no foco do laser ou dos raios de microondas, em uma altitude de mais de 50 quilometros. Depois de entrar nisto, qualquer objeto – um missel, um avião, é defletido de sua trajetória e se desintegra, em resposta as fantásticas sobrecargas que se elevam devido a abrupta diferença de pressão entre a superfície e o interior do corpo voador. O que é fundamental neste caso é que a energia apontada pelos componentes terrestres da arma de plasma – laseres e antenas -, é concentrada não no próprio alvo mais um pouco a frente dele. Muio mais que “incinerar” um missel ou um avião, ela “sacode” isto de sua trajetória.

A imprensa relatou em detalhes muito consideráveis em abril de 1993 no encontro dos presidentes dos EUA e da Rússia em Vancouver. Mas uma carta permanece não inteiramente clara: Boris Yeltsin propôs a seu amigo americano a idéia de realizarem um maior experimento “Doveriye” (“Trust”) na vizinhança do Atol Kwajelein, iniciando um esforço conjunto para criar um sistema de defesa global anti-missel. Não foi senão no verão daquele ano que a ciência e a tecnologia do século XXI, o bem informado jornal do complexo industrial militar americano, finalmente nos informou que tinha havido de fato uma conversa sobre este tópico entre os presidentes. O que os políticos falaram a este respeito? Que tipo de experimento é este?

O acadêmico Ramiliy Avramenko, o projetista chefe do Instituto Científico de Pesquisa de Fabricação de Instrumento de Rádio e diretor científico dos esforços para criar armas de plasma na Rússia, sente seu filho cerebral – o plasmóide – ser invunerável. Além disso, na opinião dele, as armas de plasma ABM não somente custarão muitas ordens de magnitude menos do que o SDI, mas também serão muitas vezes mais simples de criar e controlar.

Um plasmóide tem um propósito dual. Uma tal unidade pode ser usada para “remendar” buracos de ozônio na atmosfera, e tirar o lixo espacial fora da órbita.

Segundo a confiável informação de nosso científico teste de solo já tem realizado testes nos quais um projétil voando através das descargas de plasma foi defletido de sua trajetória normal e se auto destruiu.

Testes realizados conjuntamente com os EUA, com uma arma de plasma russa contra alvos reais – misseis balísticos e aviões supersonicos – foram iniciados pelos mais proeminentes cientistas da Rússia – o Prêmio Nobel e criador dos lasers Acadêmico Aleksandr Prokhorov, o Presidente da Academia Russa de Ciências Yuriy Osipov, e o pesquisador de plasma Acadêmico Andrey Gaponov-Grekhov. Isto é o experimento “Trust”. Cientistas, todos russos,de Instituto de Pesquisa Científica de Física Experimental em Arzamas-16, o Instituto Central de Aerodinâmica, o Instituto Central de Pesquisa Científica de Construção de Máquinas em Kaliningrad, nas vizinhanças de Moscou, e o Instituto de Pesquisa de Construção de Radio Instrumentos, tomaram parte deste desenvolvimento.

Rússia seria capaz de enviar componentes da arma de plasma para a área de testes ABM dos EUA no Pacífico: geradores de microondas e umas poucas dezenas de milhares de conjuntos de elementos fásicos. Os EUA forneceriam seus eletrônicos e computadores, nos qual isto tem a liderança. Os misseis podem ser lançados de nosso país [Rússia] e das áreas de testes americanas de mísseis.

Na opinião de nossos cientistas o experimento custaria por volta de trezentos milhões de dólares. Isto, a propósito, é quatro ordens de magnitude menos do que foi planejado no orçamento dos EUA para a criação de sua própria arma de plasma. A Rússia não tem este tipo de dinheiro agora. Isto é porque nosso país sugeriu que os EUA retornassem a 1993, e que nós unissimos esforços para criar um sistema global ABM. Especialistas também sentem que se os EUA fosem continuar a trabalhar neste problema por sua própria conta, as despesas totalizariam trinta bilhões de dólares, sem qualquer certeza firme de sucesso. Tanto quanto sabemos, Bill Clinton ainda não tem se comunicado com Boris Yeltsin a respeito do experimento “Trust”. Possivelmente porque a arma russa de plasma é baseada nas descobertas de várias áreas da ciência que são profundamente desenvolvidas na Rúsia mas que não tem sido suficientemente estudadas nos EUA. E nenhum cientista ou político gosta de mostrar sua ignorância.

Publicado em:  on Maio 20, 2008 at 12:51 pm Deixe um comentário
Tags: ,

Situação Real do Iraque

Testemunho de Veterano da Guerra no Iraque ao Congresso dos EUA

“Possa Deus abençoar a América e as pessoas do Iraque e todos sermos perdoados por termos participado de um tal conflito devastador”

do ex Sargento do Exército dos EUA Kristofer Shawn Goldsmith

Global Research, 17 de maio de 2008

Congresso dos EUA

O seguinte é o testemunho apresentado diante do Congresso por Kristofer Shawn Goldsmith em 15 de maio de 2008. Conquanto tenha havido poderosos testemunhos de vários veteranos do Iraque, todos dignos de observação, este em particular fornece o “gosto” do que realmente está acontecendo no Iraque, e o que os soldados de consciência enfrentam depois de voltarem para casa. [Dahr Jamail]

A afirmação do sucesso no Iraque devido ao “Aumento das Tropas” é enganadora. O termo “sucesso” tem sido consistentemente redefinido a qualquer tempo, quando ele é aplicado ao corrente estado dos assuntos no Iraque, não importa o que eles possam ser. A atual Missão é chamada de Operação Liberdade Iraquiana (OIF), ainda que seu tamanho real de realização ainda não tenha sido designado, depois de cinco anos que os soldados americanos começaram a deixar suas famílias e colocarem suas vidas em risco para servirem nossa grande nação. Desde que a Operação Liberdade começou, nós, auto proclamados “libertadores” do povo do Iraque, temos levado adiante apenas esforços fúteis para tentar assegurar a liberdade da população iraquiana, o mais simples, óbvio e obrigatório objetivo de uma missão com um tal nome. O dano causado pelo fracasso da Ocupação do Iraque só tem aumentado pelo Aumento das Tropas, tanto para os soldados americanos quanto para o povo do Iraque.

Meu nome é Kristofer Shawn Goldsmith, sou de Bellmore, em Long Island, New York. Com 18 anos em 2003, justamente quando concui o curso secundário, alistei-me no Exército como Observador de Artilharia e sabia muito bem que rapidamente seria enviado ao Iraque. Como muitos outros americanos naquele tempo, eu estava sob a influência da media e sua paranóia de Terrorismo, e acreditava que em algum lugar do deserto do Iraque estavam milhares de Armas de Destruição em Massa (WMD). Embora o ex ditador do Iraque, Saddam Hussein, tivesse sido capturado a menos de duas semanas antes que eu assinasse meu contrato militar, eu sabia que a luta não estava acabada, bem como haviam alegadas milícias Sunni-led-Baathist que estavam tentando causar o fracasso da Missão Americana. Meu intento ao me unir ao Exército, como Observador da Artilharia, era estar envolvido no combate e apoiar a missão nas linhas de frente.

Depois de me graduar na Unidade de Treinamento da Estação Um (OSUT, combinando treinamento básico e avançado individual [AIT]) em maio de 2004, em Fort Sill, Oklahoma e obter minha especiaidade ocupacional militar de “13-Foxtrot”, como um Especialista de Apoio de Fogo, fui designado para a Companhia Alfa, Terceiro Batalhão, 15o. Regimento dede Infantaria, da Segunda Brigada, Terceira Divisão de Infantaria de Fort Stewart, Georgia (um Co 3-15 IN, 2 BDE, 3ID of FSGA). Permaneci neste batalhão por mais de três anos, e depois fui remanejado para o Primeiro Batalhão, 13o. Regimento de Infantaria (1-30 IN) até o fim da minha carreira militar. Depois de minha chegada a Fort Stewart, comecei a ouvir rumores de ordens de fogo livre que eram dadas aos homens do 3-15 IN durante a invasão do Iraque em 2003, que indubitavelmente resultaram nas mortes de milhares de civis inocentes e plantaram as primeiras sementes de sentimentos anti americanos entre as pessoas do Iraque. Estas ordens de fogo livre eram descritas pelos soldados que tinham estado a serviço durante a invasão como tendo vindo de seus comandantes, que disseram a eles “matem tudo que se mexa”, incluindo todos os civis.

Até este ponto eu acreditava na honra dos Generais americanos e dos soldados que eles comandavam, e acreditava que uma tal atrocidade não tinha sido perpetrada por qualquer americano na história. Mas as histórias partilhadas pelos veteranos da Operação Liberdade Iraquiana I, e os novos soldados como eu próprio, eram umas de assassinos sem lei, saqueando e abusando de incontáveis iraquianos durante 2003. Um evento que havia sido cuidadosamente investigado pelo Exército, foi o saque de um banco iraquiano e a distribuição de dinheiro americano entre os membros do 3-15 IN, pessoas de alto ranking, como Primeiro Sargento. Porque este era um crime que o Exército tinha estado investigando, houve pouca conversa sobre quem estava envolvido na frente dos soldados que eram novos na unidade, tais como eu. Ao meu conhecimento, poucos foram declarados culpados destas acusações. Admito que acrescentei confusão aos agentes da Divisão de Investigação Criminal do Exército (CID) ao dizer a eles que não sabia o paradeiro de qualquer um que eles estivessem procurando entre os anos de 2004 e 2007. Inicialmente, enquanto no Serviço eu justifiquei e descartei tais atos ilegais cometidos por soldados americanos porque nos era dito que o sucesso no Iraque seria parcialmente alcançado ao instilar o medo na população iraniana, que ultimamente resultaria em obediência e diminuição da ameaça de resistência ou rebelião.

Antes de ser empregado no Iraque, não recebi treinamento de nenhum tipo sobre a história ou a cultura dos civis com os quais eu estaria lidando em uma base diária enquanto estivesse lá. Nosso treinamento em lingua árabe foi limitado a comandos que eram usados enquanto faziamos buscas em um veículo ou casa por armas. A pequena lista de comandos era impressa e colada nas coronhas de nossas carabinas M-4 e rifles M-16 porque não era esperado se preocupar o bastante para nos familiarizemos com a lingua ou memorizássemos qualquer coisa. Os soldados do 3-15 nunca foram instruídos sobre o atual estado social ou político da cidade de Sadr e a influência de Muqtada Al Sadr sobre a população civil, nunca foi explicada para nós. A concentração de nossos exercícios de treinamento era limitada estritamente a operações de combate, que raramente incluiam a presença de civis inocentes. Em nenhum ponto fomos treinados em ações baseadas em ajuda humanitária ou fomos instruídos sobre como conquistar “os corações e mentes” do povo iraquiano. Nos apresentar como uma unidade extremamente poderosa e agressiva parecia ser o único propósito de todos exercícios de treinamento. Os soldados como eu, ouviam dos veteranos da Operação Liberdade Iraquiana I que, “os iraquianos se lembrarão da marca da Terceira Divisão de Infantaria [a marca da unidade em nossos uniformes] desde a primeira vez e saberão não criar confusão conosco”. Tais afirmações eram comuns entre os soldados que tinham estado em minha unidade durante OIF-I porque eles sabiam que a brutalidade das ações deles tinham sido lembradas pelo povo do Iraque.

Apenas dias depois que os EUA declararam oficialmente que a busca pela armas de destruição em massa estava acabada, em janeiro de 2005, cheguei ao Iraque. Andei com o comboio dos 3-15 INs do Kuwait, ao norte para a Base de Operações Para Frente (FOB) War-Eagle, a nordeste da cidade de Sadr, ao fim de janeiro de 2005. Na medida em que a 3-15 IN substituia a unidade neste local o campo foi renomeado ‘FOB Hope’, por causa que as operações de combate eram consideradas encerradas e o novo nome era simbólico do processo humanitário e de reconstrução que era suposto começar com o emprego das minhas unidades. Os soldados da minha unidade ouviram que havia sido declarado um cessar fogo entre o exército de Muqtada Al Sadr e as forças americanas na cidade de Sadr em outubro de 2004, então a violência em nossa área de operação [AO] podia ser esperada ser mínima.

No dia da minha chegada na cidade de Sadr aprendi que não estávamos sendo saudados como “libertadores’ pela população civil, mas como uma Opressora Força de Ocupação. Adultos na área encorajavam as crianças a atirarem pedras, tijolos, lixo e garrafas de petróleo nos veículos do exército americano e em seu pessoal. A razão para isto era bem conhecida, tanto pelos iraquianos quanto pelas forças de ocupação; se os homens adultos atirassem tijolos, ele podiam receber tiros, mas as crianças não tinham medo de serem atingidas. O estado da cidade de Sadr era chocantemente repulsivo: enormes pilhas de lixo e enormes poças de esgoto aberto atravessavam as ruas por milhas, servindo como sinais óbvios da negligência do governo sobre a população. As crianças empobrecidas andavam descalças ou com sandálias no esgoto, parecendo inconscientes do potencial das doenças. O estado da cidade como testemunhei era percebido pela juventude da cidade de Sadr como um estado de normalidade, porque as crianças nunca haviam conhecido algo melhor sob o regime do Saddam Hussein ou durante a ocupação americana.. Embora o nível de violência entre as forças americanas e as milícias da cidade de Sadr fosse mínimo naquele tempo, o estado de revolta e descontentamento entre os civis era óbvio. Com somente um batalhão [menos de 800 soldados prontos para o combate] para cobrir uma cidade de 2 milhões de habitantes, o verdadeiro controle ou a ajuda para cidade nunca foi possível.

Por causa das condições do cessar fogo, eu não estava autorizado a qualquer tempo na cidade de Sadr a usar bens de fogo indireto [ morteiros, artilharia, ataque aéreo ou suporte aéreo próximo] como eu tinha sido treinado para fazer, assim meu dever principal se tornou fotografar e gravar todos os eventos sigificativos nos quais meu pelotão incorriam durante patrulhas, raids e todas as outras missões. Fotografei qualquer coisa que considerei relevante para o estado da cidade de Sadr e digno de ser submetido a inteligência. Os grafites políticos, tanto em inglês quanto em árabe, eram comuns nas paredes das escolas dizendo coisas como [em árabe] “Bem vinda América ao Segundo Vietnã”; [em inglês] “Os soldados americanos e o Primeiro Ministro Alawi são terroristas”; “Os soldados americanos são covardes porque matam inocentes”; “o exército americano é mais injusto que Saddam”. Estas são apenas algumas das frases pintadas que fotografei. Outras incluem desenhos de tanques americanos Abrams e veículos de combate Bradley destruindo propriedade e disparando contra civis. Infelizmente, não tenho a maioria das fotografias dos grafites em minha possessão traduzidas para o inglês.

Contactos civis amigáveis eram extremamente limitados na cidade de Sadr, porque nós éramos grandemente sem confiança dos locais. Os civis relatavam para nós que ferozes combates entre as unidades (2-5 e 1-12 regimenstos de cavalaria, Primeira Divisão de Cavalaria) que anteriormente ocuparam a cidade de Sadr e a milícia Mahdi tinham resultado em um alto número de baixas civis, geralmente devidas as aeronaves americanas e outros bens americanos de fogo indireto.

Além da frustação e raiva causada pelas baixas entre civis inocentes, os locais estavam ficando mais cansados das contínuas promessas falhas de que a energia elétrica, água potável, as situações do lixo e do esgoto na cidade seriam reparadas pelas forças americanas. Eu fui pessoalmente responsável por fornecer ao meu comando relatos diários intitulados “Relatórios de Esgota-Água- Eletricidade (SWET)”. Assim tenho esperiência no campo dos Serviços Públicos da cidade de Sadr em 2005. Sob ordens, eu pessoalmente fotografei e relatei ao meu comando, centenas de vezes entre fevereiro e agosto de 2005, a falta de adequada água potável, a interminável presença de lixo e esgoto nas ruas e as horas muito limitadas de fornecimento de energia elétrica fornecida a áreas dentro da área de operações da minha unidade, dentro da cidade de Sadr. Cada pelotão dentro do 3-15 IN foi responsável pelo mesmo relato diário SWET que era submetido aos quartéis generais do 3-15 IN e ostensivamente tratados como informação de inteligência para os altos níveis dentro do exército. Nós, os soldados no solo, representando a boa palavra da América, passávamos adiante as promessas de nosso comando ao povo da cidade de Sadr, dizendo que tão logo a paz fosse mantida com a milícia de Mahdi, nós trabalharíamos para melhorar suas vidas diárias. Estas promessas, na melhor das hipóteses eram fúteis, já que forneciamos apenas ocasionalmente ajuda humanitária.

O pelotão para o qual eu fui designado, o 3o. Pelotão da Companhia Alfa 3-15, participou em muito poucas missões de ajuda humanitária, enquanto que, ao invés, a presença diária de patrulhas tomava a maioria de nosso tempo. O propósito da patrulha de presença, como instruiram nossos comandantes, era mostrar aos civis iraquianos que havia uma constante presença militar fortemente armada na cidade deles. A meta da gotas de ajuda humanitária eram “ganhar os corações e mentes do povo”. Devo deixar claro que a ênfase colocada nas gotas de ajuda humanitária não era a de ajudar o povo, como acontece com a Cruz Vermelha, mas que elas eram missões militares usadas somente como uma ferramenta destinada a realizar o objetivo de fazer os iraquianos acreditarem que estávamos lá para ajuda-los. Em todo meu tempo na cidade de Sadr, meu pelotão somente trouxe suprimentos para uma instalação médica uma vez, em 10 de março de 2005. Os itens que entregamos no Hospital feminino da cidade de Sadr era uma carga de caminhão de fraldas. Nunca fornecemos qualquer suprimento médico real, a despeito do fato de que os hospitais e clínicas na área precisassem urgentemente de antibióticos e equipamento cirúrgico básico.

Nossa próxima missão de ajuda humanitária foi em 29 de março de 2005. Distribuimos aproximadamente 800 pequenas galinhas não congeladas e 20 cabras vivas em um escola perto do canto noroeste da cidade de Sadr. Fizemos isto sabendo muito bem que ninguém na área tinha energia para fazer um refrigerador funcionar para manter a carne fresca, e o combustível de cozinha estava difícil de ser obtido pelos civis. Fizemos com que cada galinha fosse para uma família que esperava na fila, e com duas libras, cada frango não era claramente suficiente para cada família. Dias mais tarde, os iraquianos me contaram que porque não havia meio de manter grandes quantidades de carne fresca, ao invés de matar e dividir as cabras, muitos foram forçados a vende-las ou troca-las por menos comida que as cabras teriam fornecido. Qualquer cabra mantida viva na cidade para produção de leite vivia do lixo e da água contaminada pelo esgoto.

Meu pelotão participou neste tipo de “gotas de frango” em uma média de uma vez por mês, entre fevereiro e agosto de 2005. Isto obviamente não era nem suficientemente perto de prover uma cidade cuja população era relatada estar com um excesso de 2.3 milhões de pessoas, a maioria vivendo a beira da inanição. A desesperança e desorientação deste tipo de missão matava o moral entre os soldados do meu pelotão, porque sentíamos que estávamos colocando nossas vidas em risco nestas missões sem a possibilidade de resultados positivos. Sabíamos que embora os residentes da cidade de Sadr aceitassem a comida, as pessoas ainda estavam zangadas conosco por não cumprirmos as promessas que a América havia feito de melhorar a economia e a condição social deles.

Aproximadamente três vezes por mês, começando em abril, nas manhãs de domingo, meu pelotão era designado para o dever de ir a estação municipal da cidade de Sadr para escoltar empregados do governo e assegurar que eles usassem caminhões com recipientes que removeriam o esgoto dos drenos obstruídos e ruas da cidade. Esta missão sempre durava de quatro a seis horas e era a mais odiada entre os soldados da minha unidade. Poucas coisas podiam quebrar o moral dos soldados mais do que serem designados para o dever de limpeza dos esgotos. Nós algumas vezes usaríamos ameaças de prisão por não realização do dever dos empregados municipais e para força-los a trabalharem com o esgoto cru sem qualquer roupa protetora. Frequentemente sem sapatos fechados, e sempre sem luvas e máscaras, estes iraquianos eram forçados a se exporem a óbvio risco de doenças. Meu trabalho era tirar fotografias dos empregados municipais sendo forçados a trabalharem nestas condições perigosas e mostrar aos nossos superiores que a nossa missão tinha sido cumprida. Depois que os caminhões com depósitos eram cheios em sua capacidade completa, escoltávamos os empregados para a borda da cidade e eles lá esvaziavam o esgoto na área de fazendas particulares ao redor. Isto indubitavelmente colocava as plantações em alto risco de contaminação, juntamente ao colocar em risco os eventuais consumidores de qualquer produto retirado dos campos.

Novamente, esta missão de ajuda humanitária não era movida pela meta de realmente ajudar as pessoas, mas somente o desejo de fazer com que se parecesse que os soldados americanos eram responsáveis pela limpeza dos esgotos. Queríamos criar uma ilusão temporária que os soldados americanos estavam realmente tentando consertar os problemas da área. Sem a real reconstrução dos sistemas sépticos da cidade de Sadr, as poças que eram limpas todo domingo, rapidamente reapareceriam com esgoto novo em cada sítio que deixássemos. Em uma base diária, testemunhamos crianças descalças cobertas até o joelho no esgoto, brincando nas ruas.

Pelos quase oito meses que estive na cidade de Sadr, fui a um local no qual os trabalhadores da construção estavam colocando um novo cano de esgoto. Desde o início do meu emprego, depois de questionar o engenheiro do local, aprendi que por causa que as garantias de dinheiro eram dadas aos construtores antes de completarem o projeto, era difícil encontrar um contratado que simplesmente não pegasse o dinheiro e fosse embora. Este grande sítio de construção perto do centro da cidade de Sadr onde a estrada havia sido destruída, nunca teve nada substancial completado antes que minha companhia fosse designada para uma outra área de Bagdá.

A água corrente que chegava as casas na cidade de Sadr era horrivelmente poluída devido ao alto nível de esgoto nas ruas. Os médicos das clínicas do Crescente Vermelho e dos hospitais relataram que havia um alto nível de mortalidade infantil, doença infantil e defeitos de nascimento devido a falta de água purificada. Além dos problemas criados pela contaminação da água corrente, a água só era disponível quando a energia elétrica estava ligada para as casas e as bombas de água.

Os problemas criados pela água não estar prontamente disponível durante os meses de verão no Iraque são óbvios. As pessoas da cidade de Sadr sabiam que este problema é algo que o governo americano não permitiria em seu próprio solo natal, e elas frequentemente expressavam raiva porque não estavam sendo tratados com o nível de respeito quando ocupamos a terra deles. Com a energia sendo fornecida aleatoriamente a cada dia por um máximo de duas a quatro horas, a disponibilidade de água era muito limitada a todos na cidade de Sadr. Na Clínica do Crescente Vermelho, a noroeste da cidade de Sadr, um sheique tinha tomado um embarque de bolsas Salinas que ele estava racionando para as crianças na área que chegavam a clínica mal ou desidratadas. Estas bolsas não eram usadas intravenosamente; elas eram abertas e bebidas porque não havia outra fonte de água purificada para aqueles que mais precisavam. A água encanada era tão suja que não era somente colorida e nublada, nas também cheia de pedaços de fezes.

A áua limpa não era um problema enfrentado somente pelos iraquianos durante a Operação Liberdade Iraquiana III. Nós, os soldados americanos em FOB Hope, frequentemente não teríamos rações da água fornecidas para nós pela Kellogg Brown e Root (KBR), a principal fonte do que era suposto ser nossa fonte de água potável. A água que nos era fornecida era tão contaminada que os soldados que escovavam os dentes com a água encanada em nossos prédios se tornaram terrivelmente doentes, com sintomas incluindo extrema dor no estomago, frequentes vômitos e diarréia. Isto indubitavelmente punha em risco as vidas dos soldados americanos, não somente devido a desidratação, mas porque tinham que sair em patrulha extremamente doentes, e assim não estando plenamente conscientes de suas cercanias. Estimo que uma vez no início de fevereiro de 2005, aproximadamente 80% dos soldados da companhia Alfa 3-15 estavam vivenciando estes sintomas. Ao tempo em que este testemunho está sendo escrito, 11 de maio de 2008, os soldados dos quartéis generais da companhia 1-30 IN, empregados na FOB Murray, ainda não podem usar a água fornecida pela KBR para escovar os dentes, sem falar em bebe-la. A única opção para água que não estivesse contaminada eram as garrafas de água fornecidas pela KBR, ainda que nunca em quantidade suficiente para realizar a higiene pessoal, além de escovar os dentes. A água engarrafada também tinha seus problemas, já que deve ser carregada e armazenada peos soldados, já que água pura não está realmente disponível no encanamento. Carregar grandes caixas de água potável no calor do Iraque somente aumenta os riscos de desidratação e sobrecarregamos soldados cuja energia deve ser dedicada apenas ao sucesso das missões deles. Acrescentar a pesada sobrecarga de transportar água potável para os quartéis dos soldados, acrescenta uma frustração individual e a quebra do moral da tropa.

Enquanto estava no apoio da Operação Liberdade Iraquiana III, o moral dos soldados do 3-15 da Infantaria estava muito baixo. Isto foi agravado pelo comando da unidade e as táticas que eles usaram para manter os números de realistamento. No verão de 2005, o Batalhão de Comando do Sargento Major e a Brigada de Comando do Sargento Major fechou soldados que se recusavam a realistar por horas em uma sala, exigindo que eles assinassem para um encontro com um conselheiro de carreira. Isto incluiu os soldados que foram afetados pela política de Pare as Perdas, que se não fosse pelo emprego a que eles estavam atualmente, teriam se separado do Dever Ativo. A maioria dos soldados de Parem as Perdas já tinham sido empregados na OIF-I. Eu pessoalmente me recusei a considerar o realistamento e ao invés de obter permissão para me hidratar e preparar meu equipamento para a patrulha seguinte, fui mantido nesta sala por mais de três horas. Esta tática de realistamento colocou a minha vida, e a vida daqueles com quem trabalhei, em real perigo físico. Durante este tempo, meu Sargento Maior do Comando do Batalhão, tentou fazer com que cada um que permaneceu na sala acreditasse que nenhum de nós teria sucesso na vida fora do Exército. Isto é uma prática comum em tentar obter os números de realistamento da minha antiga unidade. Nosso comando encurralaria os soldados que, por causa do stress, se sentiam sem esperanças sobre o futuro deles. Este soldados que podem ter sido candidatos para terapia, eram ao invés usados para se encontrarem com os números necessários de realistamento da unidade enquanto eles estavam obviamente desgastados. Uma outra tática não ética frequentemente utilizada pelo 3-15 para aumentar os números de realistamento era dar uma opção aos soldaddos que testassem positivo para uso de drogas se realistarem par fazer com que estes resultados “desaparecessem”. Esta tática era bem conhecida no meu Batalhão.

A frustação pessoal dos soldados do 3-15 IN foi aumentada quando encontramos os tijolos atirados pelas crianças quando patrulhávamos o norte das favelas de Bagdá em base diária. Ocasionalmente, trabalhariamos com uma unidade do exército iraquiano, para treina-los como fazer as missões da maneira que os americanos as fazem. Uma diferença clara era que enquanto nós nos refreavamos de usar a força contra as crianças e adolescentes que nos atiravam os tijolos,encorajávamos os membros do exército iraquiano a bater neles com seus rifles. Em múltiplas ocasiões meu pelotão despacharia os soldados do Exército iraquiano dentro da multidão, de forma que eles pudessem assaltar fisicamente qualquer pessoa que tinha estado nos aborrecendo. Eventualmente, as pessoas da cidade de Sadr aprenderam a temer os soldados do exército iraquiano, sabendo que se eles ficassem contra nós ou eles, os civis iriam ser feridos. Frequentemente depois de fornecer assistência ao exército iraquiano enquanto ele realizava raids na cidade de Sadr, os inocentes civis cujas casas eram invadidas nos relatariam que os soldados iraquianos pilharam dinheiro, jóias e armas pessoais. As pessoas na cidade de Sadr nos culpavam, e nos chamavam de “Cães de Guarda Americanos” por treinar e apoiar aos corruptos soldados do exército iraquiano quando suas casas eram roubadas.

Embora recebessemos dicas de que a milícia Mahdi tinha pontos ativos de checagem na cidade de Sadr, por meses ficamos sem ve-los. Os civis afirmavam que a segurança da cidade de Sadr era assegurada pelos homens de Muqtada Al Sadr, e que a presença americana somente colocava a segurança em risco. O que era óbvio era que os pontos de checagem de veículos da milícia shiita do Mahdi tinham mantido os terroristas sunitas fora da cidade de Sadr, onde debandaram ao tempo em que a patrulha americana chegou perto. Porque a milícia Mahdi se misturava tão bem com a população local, nos era impossível identificar então os homens que dirigiam ests pontos ilegais de checagem de veículos no ato.

O primeiro aparelho explosivo improvisado para veículos (VBIED) que explodiu dentro da cidade de Sadr foi em 23 de maio de 2005, e alvejou não americanos, mas um restaurante shiita que era frequentado por jovens universitários e militares iraquianos. O relato foi que oito iraquianos morreram, e outros 89 ficaram feridos. Os Sadristas responderam ao uniformizar os homens deles com calças negras e camisas amarelas e manter suas posições de checagem até mesmo quando as patrulhas americanas de aproximavam. O exército Mahdi era constituido de civis que procuravam proteger suas próprias ruas e cooperavam com a polícia iraquiana. Tipicamente a polícia iraquiana na cidade era também membro ativo da milícia Mahdi, assim a coordenação deles com os pontos de checagem de segurança eram benvindos para impulsionar a efetividade da sempre combatente polícia iraquiana. Estavamos não obstante instruídos a desarmar a milícia Mahdi de camisas amarelas e debandar seus pontos de checagem. Isto era uma outra razão porque o povo de Sadr estava descontente com os soldados americanos ocupando as ruas deles. Nós não permitiamos que eles se protegessem e insistiamos que confiassem apenas nas Forças da Coalisão.

O tempo inteiro em que estive em Bagdá no ano de 2005, minha unidade tinha que forçar o cumprimento do horário de recolher depois que escurecia. Nenhum iraquiano poderia ficar fora de sua casa depois das 9:00 pm e antes das 4:30 am. Qualquer carro sendo dirigido em violação do toque de recolher era empurrado, buscado e seus passageiros interrogados. Os pedrestres também estavam sujeitos a prisão. Forçavamos o cumprimento desta lei a despeito dos feriados religiosos que exigiam que os muçulmanos fizessem jejum o dia inteiro e celebrassem de noite. O toque de recolher também vigorava nos meses quentes do verão, quando as pessoas evitam sair de casa de dia devido ao calor insuportável. Nós estávamos essencialmente mantendo o povo de Sadr prisioneiro em suas próprias casas e por isto, eles nos odiavam. Durante meus oito meses em Bagdá, quando meu pelotão patrulhava a noite, não encontramos evidência – nem uma única vez – que os carros que empurrávamos contivessem terroristas quebrando o toque de recolher. Mais frequentemente, eram apenas de uma a três pessoas em cada carro que, as vezes, tinham pequenas armas para auto defesa (AK-47 ed pistolas). Nós nunca disparamos contra estes carros porque eles não representavam uma ameaça a cidade de Sadr. Havia ocorrências específicas onde se tratava de homens levando suas mulheres para o Hospital porque elas estavam em trabalho de parto. Porque havíamos recebido inteligência que uma vez uma mulher grávida foi usada para levar um VBIED para um hospital, estas mulheres em trabalho de parto era retiradas de seus carros e examinadas. A despeito do fato de que elas estivesem em óbvia necessidade de atenção médica, era nossa ordem verificar todas as mulheres grávidas e os carros delas em busca de potenciais ameaças de bombas. Novamente, nunca encontramos qualquer bomba no carro de uma mulher grávida. Também,nunca nos oferecemos para escolta-las até o hospital depois de descobrir que eram inofensivas. Ao invés, nós as liberávamos de nosso ponto de checagem sem qualquer garantia que um outro comboio americano não as parariam antes de chegarem o hospital. Este toque de recolher noturno era indubitavelmente uma razão para afrouxar a segurança dentro da cidade de Sadr, já que o 3-15 não tinha poder humano para manter todas as ruas limpas. Esta é uma outra razão para o descontentamento dos cidadãos afetados pelo toque de recolher. Esta era uma outra queixa principal dos iraquianos, que nos diziam frequentemente “a América nos prometeu liberdade, mas nos trata como prisioneiros”.

Durante o meu emprego na cidade de Sadr, a principal coisa que testemunhei foi o aumento das tensões entre os civis e as Forças da Coalisão. O contínuo desapontamento pela falta de comida, suprimentos médicos, água limpa e reparo das estradas – e nenhum melhoramento na atividade municipal – dava ao povo poucas razões para nos ver como seus guardiães e zeladores. A inabilidade do exército americano em evitar a violência, tal como o devastador carro bomba na cidade de Sadr em 23 de maio de 2005, e o fracasso de fornecer aos civis padrões melhores de vida desde o início da Operação Liberdade do Iraque em 2003, tem levado a uma aumentada desilusão em relação as forças americanas de ocupação. Enquanto eu estava na cidade de Sadr, a milícia Mahdi era vista como os verdadeiros protetores dos iraquianos. Muqtada Al Sadr, o comandante da milícia Mahdi é visto como um profeta religioso pelo povo da cidade depois de seu pai, um clérigo Shia, o falecido Grande Ayatollah Mohammad Mohammad Sadeq Al Sadr. Qualquer bala, foguete,morteiro ou bomba americana que se ache desviado e dirigido na direção dos residentes da cidade de Sadr somente aumenta os seguidores de Muqtada Al Sadr. Isto é óbvio quando alguém vê as minhas fotografias dos grafites nas paredes da cidade que apresentam os veículos americanos mostrando agressão contra civis, perto de um poster de Muqtada al Sadr com seu falecido pai e uma imagem de outros profetas e mártires islâmicos.

A ineficácia do papel do 3-15 IN durante a Operação de Liberdade Iraquiana III levou a uma queda imediata do moral da tropa. Depois de retornar para casa, na América em dezembro 2005 e janeiro de 2006, havia pouco do que os soldados se orgulhassem. Embora nós fossemos automaticamente considerados como “heróis” por termos servido no exterior, tudo o que fizemos bem na cidade de Sadr foi nos mantermos vivos. O tremendo sacrifício de tomar mais de mil soldados do 3-15 IN fora de seus lares e seus famílias para passarem oito meses na cidade de Sadr e fazer com que ele nada realizassem de valor, foi para sempre danoso para aqueles que fizeram o sacrifício.

Como em qualquer grupo que tem sido empregado, alguns vieram para a casa com sérios problemas mentais, tais como Desordem de Stress Pós Traumática e Depressão Crônica Severa. Quando estavamos nos preparando para deixar o Iraque, nos foi dado um teste de avaliação mental que era suposto identificar possiveis doenças mentais. Mas fomos avisados pela equipe médica que aplicou o teste que “se você for positivo para problemas mentais, você pode ser forçado a permanecer no Iraque por três ou quatro meses mais, antes de poder ir para casa”. A maioria mentiu enquanto completava o teste porque eles queriam ir para casa o mais cedo possível. Ninguém foi mantido no Iraque por mais tempo devido a este teste, mas em retrospecto, está claro que o aviso verbal foi usado para evitar a inconveniência do Exército ter soldados que precisem da atenção médica.

Alcoolismo, uso de drogas e violência pragueou a unidade em seu retorno para casa. Os relacionamentos reforçados por um ano de longo emprego resultou em dúzias de divórcios, enquanto muitos homens foram presos por dirigir sob influência do álcool ou assalto doméstico. Os oito meses na cidade Sadr, o ano total de emprego em Bagdá, não deixaram a psique de ninguém que serviu no 3-15 IN durante a Operação Liberdade Iraquiana III [OIF-III]. A maioria dos soldados cujo contrato estava valendo com o Exército depois que expirou a política de Parar as Perdas da OIF-III, saiu sem até mesmo buscar aconselhamento dos problemas de Saúde Mental, porque eles temiam que isto possivelmente estendesse seu tempo no Exército ou fizesse a saída mais difícil.

Para aqueles que ainda tinham tempo para servir ao Exército, obter ajuda para questões de alcoolismo ou metais era visto como uma das coisas mais prejudiciais que eles podiam fazer as carreiras deles. Durante as instruções semanais de segurança como por mandado do Exército, os comandantes quase brincando diziam “se você está pensando em se matar, não tenha medo em obter alguma ajuda”. Contudo estava atrás das mentes de todo mundo que se eles fossem encontrados serem ’soldados quebrados” ou diagnosticados com qualquer doença mental, qualquer doença física, evitaria que eles fossem promovidos a uma ação favorável na unidade. Sobretudo, as reais instruções não eram fornecidas para informar os soldados da disponibilidade de asistência de saúde mental em Fort Stewart verbalmente, de forma escrita pelos comandantes, ou sendo postadas nos quadros de avisos nas áreas da companhia.

Sou um dos soldados que estava tão intimidado de obter ajuda quando entendi que precisava disto. Sofrendo de depressão e alcoolismo em 2006, fui promovido para sargento (E-5) e em maio tinha que esconder meus problemas para proteger minha carreira. Com a parte do meu dever ativo do contrato expirando em maio de 2007, tinha toda razão para acreditar que eu nunca iria colocar os pés no Iraque novamente, e iria para a faculdade no outono de 2007.

As coisas só pioraram para mim quando o Presidente George W. Bush anunciou seus planos de Aumento de Tropas de 2007, em janeiro de 2007. Mas desta vez o R3-15 IN tinha sido renomeado/rebandeirado para 1-30 IN, e já tinha sido estabelecido para emprego no verão de 2007. As Ordens de Parar as Perdas e o Movimento de Parar chegaram a minha unidade logo depois que o Aumento foi anunciado. Estas ordens significavam que nenhum soldado, por qualquer razão outra que separação administrativa, podia deixar a unidade até três meses depois que a unidade retornasse de seu posicionamento estratégico. O Aumento de Tropa significou que a minha Brigada, 2a Brigada, 3a Divisão de Infantaria estava sendo posicionada estrategicamente três meses antes, em maio de 2007. Em reação ao posicionamento estratégico inicial, minha unidade imediatamente programou dois meses de exercícios de campo, do final de janeiro a meados de março de 2007. Diante de tanto isolamento da família e dos entes queridos e um iminente 15 a 18 meses de posicionamento estratégico, mais de uma dúzia de soldados do 1-30 IN estiveram “AWOL”. Muitos soldados afetados pelo Parar as Perdas começaram a deixar de se importar com o treinamento e agiam apenas quando no dever, enquanto os testes de drogas aumentaram a seus mais altos níveis de testes positivos. Eu pessoalmente me encontrei extremamente frustrado durante os exercícios de campo e fui repreendido em umas poucas ocasiões por não ter maior auto controle. Em múltiplas ocasiões entre janeiro e março de 2007, tentei buscar aconselhamento mental, mas inicialmente não tive sucesso em obter ajuda. Como recomendado pela minha unidade, perguntei ao Pelotão Médico do 1-30 IN e recebi orientação para encontrar uma construção perto da minha companhia que tinha uma equipe de saude mental da Terceira Divisão de Infantaria. Encontrei este prédio abandonado e não recebi instrução posterior de como encontrar a equipe de Saúde Mental.

Em 27 de março de 2007, fui admitido na sala de emergência do Hospital Comuntário do Exército Winn em Fort Stewart queixando-me do que acreditei ser uma ataque cardíaco. Depois de vários exames cardíacos testei negativo para qualquer problema físico e depois de confidenciar ao médico que estava me sentindo depressivo e sob um tremendo stress, finalmente recebi instruções de como encontrar a Divisão de Saúde Mental no Hospital Comuntário do Exército Winn. Foi-me dito para assinar como um paciente de emergência com um possível risco de suicídio na escrivaninha da frente. Depois de aguardar ansiosamente aproximadamente umas seis horas na sala de espera, fui finalmente visto por um terapeuta, que me diagnosticou como Desordem de Ajustamento com Distúrbios das Emoções e Conduta. Embora eu mostrasse sintomas óbvios de Desordens de Stress Pós Traumático, não fui assim diagnosticado desta vez. Meses mais tarde, depois de me separar do Dever Ativo, finalmenente fui diagnosticado com Desordens de Stress Pós Traumático pelo Hospital de Assuntos dos Veteranos em Northport, New York.

Fui então recomendado pelo terapeuta a frequentar sessões de terapia de grupo, duas vezes por semana, com a Coronel Ana Parodi, porque o aconselhamento individual estava em sua maior parte indisponível devido que a equipe de Saúde Mental da Terceira Divisão de Infantaria tinha sido sobrecarregada pelos soldados e as famílias de soldados que precisavam de assistência. Frequentei o máximo de sessões que pude, mas achei poucos resultados positivos. Cdada sessão realizada durava 90 minutos e continha apenas um psicólogo, a Coronel Ana Parodi, e mais de duas dúzias de pacientes. Diferentemente da típica terapia de grupo, os pacientes que frequentavam variavam de idade, status social, escalão militar e relações civis com membros militares. Nem dois pacientes pareciam ter o mesmo problema, e assim a experiência terapêutica era mínima para todos os presentes. Frequentemente testemunhei pessoas saindo frustradas porque as sessões pareciam mais prejudiciais do que auxiliadoras. Houve muitas vezes quando pacientes pareciam desapontados com o cuidado que estavam recebendo, contudo, este era o melhor tratamento disponível para os soldados de Fort Stewart, e assim contiuamos a ir, apenas na esperança que as coisas ficassem melhores.

Depois de uma espera de três semanas, em abril de 2007, finalmente tive uma entrevista com um psiquiatra para sessão individual, onde então fui diagnosticado de Depressão Crônica, um outro sintoma da Desordem do Stress Pós Traumático. A despeito destes diagnósticos, e falando com a Coronel Parodi que tinha estado contemplando eu próprio me ferir, meu status de utilização permaneceu. Isto foi o mesmo para outros soldados que encontrei, enquanto frequentava as sessões de terapia. Parecia que a despeito de quão perturbado um soldado estivesse, ou em que terrível estado emocional, todo mundo era utilizável porque o Exército estava caindo em números e não podia suportar perder alguém devido a doenças mentais. Meu medo da minha unidade descobrir que eu havia sido diagnosticado com qualquer doença era reforçado tempo após tempo na medida em que o Comandante Sargento Major Altman, o Sargento Major a cargo da minha unidade, dizia semanalmente nas formações de instrução, ” se qualquer um de vocês tentar dizer que está deprimido e pensando em se matar, você vai ser destacado de qualquer modo, e quanto estivermos lá, você será meu chutador profissional de aparelho explosivo!” Embora eu não acreditasse nisto em um sentido literal, de realmente chutar aparelhos explosivos, o Comandante Altman da 1-30 IN deixou claro que não havia simpatia entre os escalões superiores no meu batalhão para o que era considerado “soldados quebrados”.

Depois que meu posicionamento estratégico foi adiado por três semanas devido a uma vital cirurgia no sinus, recebi duas semanas de licença médica. Eu começava a me sentir mais e mais sem esperança, sabendo que não havia meio de encontrar a ajuda que eu precisava enquanto estivesse no Exército. Parei de tomar minha medicação contra a dor, Percocet, e comecei a planejar um suicídio para coincidir com o “Memorial Day” [Dia da Lembrança que homenageia os soldados mortos em combate]. Depois de muita terapia, desde que deixei o Exército, com a ajuda de um psiquiatra, chegei a conclusão que tentar me matar era o que eu via como o último pedaço de controle que tinha em minha vida depois de ter sido do Pare com as Perdas. Em 28 de maio de 2007, ingeri aproximadamente uma dúzia de pílulas de Percocet com uma pesada dose de vodka. Escrevi com marcador permanente em meus braços “Parem com as perda de me matar’ e “Parem com o Parar as Perdas agora!” como uma tentativa de deixar claro porque eu tinha escolhido tirar minha própria vida.

Fui então encontrado inconsciente pela Polícia Militar de Fort Stewart, e levado as pressas para o hospital. Acordei algemado a uma maca na Enfermaria 3-A de Saude Mental do Hospital Comunitário do Exército Win. o Comandante do Destacamento da minha Companhia, Sargento do Staff David W. Bentley veio a enfermaria para discutir comigo e com meu psicólogo acompanhante, Doutor Doctor Randolph M. Capocasale, minha liberação do Exército. Foi determinado e concordado que o meu serviço tinha sido sem dúvida merecedor de uma Dispensa Honrosa e que eu tinha estado sob bastante stress e devia ser liberado do Exército o mais rápido possível. Segundo um acordo verbal, eu iria ter uma Dispensa Honrosa depois de duas semanas que eu deixasse a enfermaria 3-A. Depois de uma semana de observação, fui liberado com um diagnóstico reconfirmado de Desordem de Ajustamento, Desordem Depressiva e Overdose.

Continuei o tratamento diário na terapia de grupo e sessões individuais com um psiquiatra com a maior frequência que pude programa-las (um máximo de uma vez por três semanas) depois de minha tentativa de suicídio. Enquanto me submetia ao tratamento, conheci um soldado do Primeiro Batalhão, 64o. Regimento Blindado (1-64 AR, uma outra unidade que era parte da Segunda Brigada, Terceira Divisão de Infantaria) que também havia tentado tirar a própria vida. Depois dos posicionametos estratégicos com o 1-64 AR nas Operações Liberdade Iraquiana I e III, ele também estava Parar-Perdido, e atirou nele próprio perto de sua artéria femural, apenas dias antes de seu programado pisicionamento estratégico para a Operação Liberdade Iraquiana V. Foi-lhe dito por sua unidade, 1-64 AR que se ele não fosse colocado no avião com a sua companhia, ele seria posto na cadeia. Então apenas depois de receber suturas e ser liberado do Hospital em maio de 2007, ele foi intimidado a ir no avião antes de se curar. Enquanto em um campo de tiro no Kuwait, um oficial médico de uma outra companhia percebeu o soldado mancando com sangue manchando a coxa interna de seu uniforme de combate. Depois que o soldado explicou ao oficial o que tinha acontecido, ele foi imediatamente evacuado medicamente de volta para Fort Stewart. A despeito desta experiência horrorosa, ao invés de simplesmente ser tratado para o seu ferimento e sua óbvia doença mental, ele foi acusado de fingir-se incapacitado, e seu comandante pediu um tempo de cadeia. Perdi contacto com este soldado e não tenho meios de descobrir o que a unidade fez com ele depois que sai do exército.

Comecei tratamento para abuso de álcool e desordens pela matrícula no Programa de Abuso de Sustâncias do Exército (ASAP) em junho de 2007 como exigido pelo Exército para qualquer um hospitalizado por razões relacionadas ao álcool. Em 5 de julho de 2007, sem aviso, fui enquadrado no Artigo-15 do Código Uniforme de Justiça Militar (UCMJ), uma punição não judicial, por meu comandante de Brigada, Major Douglas R. Wesner. A acusação listada no Artigo-15 era fingir incapacidade, afirmando que “em ou aproximadamente 28 de maio de 2007, para o propósito de evitar o dever perigoso, isto é: Operação Liberdade Iraquiana V. fingiu um lapso mental. Isto é uma violação do Artigo 115, UCMJ.” A despeito do fato de eu haver sido diagnosticado com doenças mentais meses antes da minha tentativa de suicídio, minha unidade queria punir-me para me fazer um exemplo para todo mundo mais na unidade que considerasse se ferir. Depois de ler o Artigo 15, consultei o conselho legal, os Capitães de Defesa Legal Gannan e Nagaraj de Fort Stewart, mas foi-me dito para me declarar culpado da acusação, ou encarar um julgamento por Corte Marcial onde eu teria acusações adicionais e possivelmente um tempo de cadeia”. Assim meu conselho legal sobre este assunto era muito literal, ” você é culpado a despeito dos fatos”. Quando solicitei a defesa de meus doutores, Capocasale e Parodi, foi-me dito que eles não podiam fazer minha defesa por medo das carreiras deles serem colocadas em risco, a despeito o fato que eles sentissem que o que a minha unidade estava tentando fazer era moral e profissionalmente errado.

Depois meus pais peticionaram, em meu benefício, aos nossos representantes locais no Congresso, o Representante Peter King e a Senadora Hillary Clinton de New York- para começar uma investigação no Congresso a respeito da minha situação, o artigo 15 foi derrubado. Contudo, eu estava então sendo emitido uma Baixa Geral, com a razão narrativa de minha separação sendo Má conduta, Séria Ofensa, Sem seis anos de dever ativo, e eu não preenchia as exigências para uma mesa de apelos antes de ser separado do Exército em 16 de agosto de 2007. A Dispensa Geral veio ao custo da minha qualificação para receber os benefícios da Lei Montgomery GI (MGIB), um valor em dinheiro de aproximadamente 40.000 dólares, que é não reembolsável. Eu sempre havia deixado claro para aqueles com quem trabalhei e para o meu comandante que pretendia ir para a universidade depois de deixar o Exército. De fato eu sentia que a idéia de ir para a faculdade era o que ajudava a me motivar, e até mesmo viver enquanto estive a serviço.

Então, porque minha unidade não me achou culpado de fingimento de incapacidade sob o Artigo 15, deixei o Exército como Veterano Combatente, com uma Despensa Geral e uma narrativa de separação de Má Conduta e Séria Ofensa. Minha unidade, contudo, renovou minha credencial de segurança secreta exatamente antes da minha dispensa e me informou que eu podia encontar um recrutador e realistar para ter de volta meus beneficios para a universidade. O conselho legal deixou claro para mim que as Dispensas Gerais estavam sendo usadas como punição temporária e também como ferramenta para o realistamento. A falta de ajuda da universidade e a influência negativa sobre potenciais carreiras civis resultantes do estigma de uma Dispensa Geral força muitos a se realistarem na esperança de receber de volta segurança de emprego e financeira.

A questão de minha própria insegurança financeira tem sido algo que tem agravado os sintomas de Desordem de Stress Pós Traumático Crônica e Depressão Maior do Recrutamento. Desde que deixei o Exército tenho sido diagnosticado pelo Hospital dos Veteranos de males como fascite plantar bilateral e artrite dos joelhos [que torna doloroso ficar em pé e andar], além das desordens mentais listadas acima. Tenho achado impossível manter um emprego satisfatório enquanto suporto todos os problemas que atualmente enfrento como resultado de meu tempo de serviço. Depois de receber pouca instrução do Exército sobre como trabalhar com o Hospital dos Veteranos ou preencher queixas de compensação/incapacidade, entre 16 de abril e outubro de 2007, fui deixado abandonado e a mercê do alcoolismo e das minhas próprias questões médicas. Depois de preencher online o pedido de compensação através do website dos Veteranos do Exército em outubro de 2007, comecei o tratamento para tentar superar a Desordem de Stress Pós Traumático Crônica. Embora em 11 de maio de 2008 ainda não tenha recebido confirmação que minha queixa por compensação tenha sido processada e avaliada. Tenho estado esperando por sete meses desde que preenchi minha queixa e ainda não sei se uma compensação monetária está no meu futuro. Depois de estar desempregado por quase todos os nove meses depois que sai do Exército, estou vivenciando exatamente os benefícios do Exército – uma total falta de segurança. A poderosa ferramenta do realistamento do Exército, a Dispensa Geral, com perda dos benefícios da universidade, combinado com o backup das queixas por compensação, tem tido um imenso efeito prejudicial na minha vida. Mas sei que devido ao sempre diminuido padrão de alistamento do exército, a despeito das minhas moléstias, e da minha narrativa de Dispensa de “Má Conduta, Séria Ofensa”, hoje eu posso encontrar segurança financeira no escritório do mais próximo recrutador do Exército. Tenho recentemente enontrado muitos Veteranos em uma situação muito similar a minha que tem realistado com os militares, somente por sentirem-se sem esperança e incapazes de sobreviver como civis.

Depois que deixei o exército, um outro soldado da Companhia Alfa 1-30 tentou suicídio depois de vir para casa da Operação Liberdade Iraquiana-V [OIF] em uma visita. O especialista Rogelo Acevedo era um imigrante do México que se juntou ao Exército na esperança de ganhar a cidadania. Ele se alistou como técnico Veterinário mas foi reclassificado para a Infantaria, enviado para o Iraque e designado para o mesmo pelotão que eu em 2005, para os mesmos seis meses de OIF-III. Depois de voltar do Iraque, na guarnição em Fort Stewart, ele nunca recebeu qualquer ajuda para obter a cidadania, como lhe havia sido prometido pelos recrutadores e pelo Comando do 1-30 IN. Como alguém que havia se unido ao Exército para uma posição que não envolvia combate, ele repetidamente preencheu o status de objeção de consciência, mas foi constantemente negado. Ele foi então pela segunda vez posicionado estrategicamente como um homem da Infantaria com Co 1-30 IN em maio de 2007. Enquanto visitava sua família no Texas, ele tentou o suicídio a despeito de ter uma nova esposa e um filho recém nascido. Depois de ser liberado de um hospital civil perto de sua casa no Texas, ele voltou para Fort Stewart e foi a corte marcial como fingindo incapacidade, sentenciado a três meses de prisão. Como veterano combatente e ganhador de uma Medalha de Recomendação do Exército, ele então recebeu uma outra e não uma Dispensa Honrosa, que custou a ele a maioria dos benefícios. Ele ainda não recebeu qualquer ajuda para se tornar um cidadão americano antes de sua saída do Exército no outono de 2007. Ele atualmente está lutando para ganhar a cidadania americana e recuperar seus benefícios militares, sem qualquer ajuda da Burocracia dos Assuntos dos Veteranos.

Enquanto retornam os veteranos do Conflito do Iraque, como eu, estão sendo cuidados impropriamente, e a ocupação do Iraque cresce mais e mais instável a cada dia. Isto é especialmente verdadeiro dentro das fronteiras das novas paredes americanas que cercam e aprisionam a cidade de Sadr, separando seu povo do resto de Bagdá. Água limpa, suprimentos médicos e comida estão se tornando ainda mais severamente escassos, enquanto as inundações do esgoto e as montanhas de lixo que enchem as ruas e disseminam doenças entre os habitantes, estão se expandindo. Os toques de recolher diários, as restrições e o combate afetando as pessoas da cidade de Sadr a cada dia, desde 2003, estão atualmente resultando em niveis maciços de deslocamento entre os civis.

Ataques de misseis Hellfire desde o início de 2008, destinados a milicia Mahdi de Muqtada Al-Sadr tem exigido mais vidas de aproximadamente mil inocentes civis, segundo o Ministério da Saúde iraquiano. Cada civil inocente morto pelas armas americanas dentro da cidade de Sadr levanta o potencial da família inteira de se levantar em apoio da milícia Mahdi. A milícia Mahdise mistura muito bem com a população local e então a identificação positiva de todos os alvos dos helicópteros americanos empunhando misseis Hellfire é quase impossível. O único meio de evitar perdas posteriores de inocentes vidas civis e dos soldados americanos é a retirada de todas as Forças de Coalisão das ruas de Sadr e se concentrar na diplomacia com todos os grupos dentro do Iraque.

Soldados americanos estão morrendo em vão enquanto combatem para uma tarefa impossível de “vencer os corações e as mentes” dos mesmos civis que os foguetes americanos estão matando. Isto é uma desgraça não apenas para nossa nação mas para a humanidade como um todo. A s tropas americanas tem ocupado Sadr desde 2003 e ainda estão para serem responsáveis por um aumento nos padrões diários de vida da população de lá. Este círculo infindável de perpétua violência pelo Aumento da Tropa de 2007 nada tem feito ao tomar uma cidade, onde em 2005, eu, como um soldado americano, andava com pouco medo da milícia Mahdi; agora dúzias de americanos recentemente tem sido mortos ou horrivelmente feridos naquelas mesmas ruas. Não podemos esperar racionalmente que o povo de Sadr escolha apoiar o lado da força estrangeira que invadiu o país deles, colapsando o modo de vida deles, e passou anos deixando de cumprir as promessas de aumentar o estado de segurança, fortalecer a economia, e proteger o bem estar do povo iraquiano. A cidade de Sadr está perdida para a causa de George Bush, e não pode ser reparada por qualquer quantidade de balas e explosivos. A diplomacia, ajuda humanitária não militarizada e reparar a infraestrutura da cidade de Sadr é a nossa única esperança em direção a paz e o sucesso da missão Operação Liberdade Iraquiana.

No meu testemunho, tenho especificamente mencionado apenas três vítimas do Aumento de Tropas e a Política de Parar as Perdas. 30.000 soldados americanos foram diretamente afetados pelo Aumento de Tropas de George Bush. Milhares destes soldados eram como eu, Parar as Perdas, forçados a servirem no dever ativo além da data que eles assinaram no contrato deles. A maioria deles ainda está no exterior. Aqueles que não estão no exterior ou tem sido administrativamente separados do Exército e perderam os benefícios como eu, ou tem sido feridos e possivelmente perdido uma perna ou um olho e medicamente evacuados do combate, ou perdido suas vidas. A maioria dos soldados são elegíveis para mais de 40.000 dólares, bonus de realistamento livres de impostos enquanto estão no exterior; mas muitos estão escolhendo não se realistarem e simplesmentes esperam até que o Exército os libere do seus contratos involuntariamente estendidos. Isto está acontecendo enquanto as taxas de suicídio entre os veteranos são as mais altas desde que eles mantiveram tais registros em 1980. No ano passado, aproximadamente 1.200 soldados se auto feriram ou tentaram suicídio comparado a aproximadamente 350 em 2002, segundo o Plano de Ação de Prevenção do Suicídio do Comando Médico do Exército. Relatos dos Assuntos dos Veteranos afirmam que aproximadamente 20% dos Veteranos estão voltando do Iraque com sintomas de Deordens do Stress Pós Traumático e Depressão, 70% dos quais não buscam ajuda através do sistema médico do Exército ou dos Veteranos. Cada posicionamento estratégico relatadamente torna um soldado 60% mais provável de ter contraído uma doença mental. Alguns dos melhors, mais qualificados e patrióticos americanos da minha geração tem ficado mais cansados dos repetidos posicionamentos estratégicos em apoio a uma missão com objetivos não claros ou impossíveis, e se recusam a combater mais tempo. Os soldados de Parar as Perdas devem ser vistos não como parte de uma ‘força toda voluntária’ mas como protestadores silenciosos que recusam grandes somas de dinheiro e tem apenas escolhido esperar o tempo deles, muito mais do que continuar a servir nossa nação. Na realidade, os soldados de Parar as Perdas, uma parte enorme do Aumento de Tropas, são simplesmente prisioneiros dos contratos que os obrigam a uma guerra que eles não guerem mais lutar. Para o bem das almas dos militares americanos e dos milhões de civis que também sofrem da Desordem de Stress Pós Traumático, esta luta deve terminar.

“Possa Deus abençoar a América e as pessoas do Iraque e todos sermos perdoados por termos participado de um tal conflito devastador”

HIV menos virulento?

O HIV Atual Pode Estar Menos Virulento, Estudo de Laboratório Sugere

de John S. James

Summário: Usamos este bem publicado achado de pesquisa como ponto incial da discussão de diferentes tipos de terapias baseadas no sistema imunológico .
—————————————-

Um estudo de laboratório comparando recentes (2002-2003) vs. anteriores (1986-1989) HIV não tratados descobriu que o vírus recente reproduziu-se de certa forma menos bem, e pareceu mais sensível aos dois antiretrovirais testados (3TC e TAK-779, um antagonista de CCR5 que não mais está sendo desenvolvido como medicamento). Os autores sugerem que “esta atenuação” pode ser consequência de obstáculos seriais durante a transmissão e resultar em uma adaptação do HIV-1 ao hospedeiro humano.”

Comentário

É comum que as doenças infecciosas se tornem menos severas depois de terem estado na população por um longo tempo. Um mecanismo é que as bactérias ou vírus que matam pessoas ou animais muito rapidamente tenham menos tempo para se espalhar, e assim a maior virulência é uma desvantagem seletiva. Ao mesmo tempo, os indivíduos mais resistentes à doença são mais prováveis de sobreviverem e se reproduzirem. O novo estudo mostra a primeira evidência que tal atenuação do HIV (com o vírus sendo menos capaz de se reproduzir e também menos capaz de ser transitido) parece ter ocorrido.

Os “obstáculos” citados acima se referem ao fato de que o HIV perca sua diversidade genética quando transmitido de pessoa a pessoa – talvez porque somente um vírus ou muito poucos têm sucesso em serem estabelecidos na pessoa recentemente infectada. Infelizmente, a diversidade genética então se desenvolve novamente, separadamente dentro de cada pessoa infectada, já que o HIV comete muitos enganos na replicação. Esta diversidade é importante na progressão da doença, já que os vírus se tornam menos suscetíveis de controlar por partes do sistema imunológico, muito deles se tornando resistentes aos medicamentos. Os autores ressaltam que os obstáculos de transmissão podem resultar em uma completa redução na aptidão viral, se mais aptidão é perdida durante cada transmissão do que é ganha, na medida em que a diversidade viral novamente se desenvolve na pessoa infectada – um mecanismo possível da atenuação do HIV com o passar do tempo.

Outra evidência sugere que quando uma população animal tem a muito tempo estado infectada por um retrovirus, o vírus pode estar presente com uma alta carga viral, mas o animal não fica doente – enquanto o mesmo vírus mata animais em outras espécies onde ele não é nativo. Isto parece ser como as populações adotam os retrovirus (não há exemplos humanos, já que o HIV foi o primeiro retrovirus descoberto infectar humanos). Com certeza ninguém quer esperar séculos para que a epidemia do HIV se controle desta forma.

Esta observação animal apoia a crença que haverá dois tipos diferentes de tratamentos baseados no sistema imunológico – ajudando o sistema imunológico a suprimir o HIV e reduzir a carga viral [muito similar ao que fazem as drogas antiretrovirais], versus evitar as respostas humanas ao vírus que causam a doença sintomática [este tipo de tratamento pode não suprimir a carga viral, e até mesmo pode permitir que ela aumente]. Há muito tem sido de algum interesse na “terapia imunossupressiva” reduzir as respostas imunológicas à infecção HIV que podem causar mais mal que bem em alguns pacientes.

Hoje o problema é que pouca pesquisa tem sido feita em qualquer tipo de tratamento baseado no sistema imunológico. Não temos um bom entendimento de quais respostas imunológicas sejam necessárias para controlar o HIV – e conquanto um punhado de pessoas tenha usado drogas imunossupressoras como a prednisona para tratar a infecção pelo HIV, estas drogas não foram desenvolvidas ou formalmente testadas para este propósito e pouco é sabido se, quando e como fazer isto seguramente.

O sistema imunológico inclui muitos mecanismos diferentes; não pode ser pensado como de mais ou de menos (como a frase “estimular” o sistema imunológico erroneamente implica). A importância prática de obter corretamente esta imagem é que a terapia baseada na imunologia que atua contra o HIV não é o oposto da terapia imunossupressora. No futuro, ambos os tipos de terapia podem ser usadas – até mesmo juntas, no mesmo paciente e ao mesmo tempo.

Publicado em:  on Maio 18, 2008 at 10:27 pm Deixe um comentário
Tags: , ,

2012 e os Maias

2012 e os Maias

autor desconhecido

Será o fim de tudo? Ou será o amanhecer da Idade de Aquarius? Ninguém realmente sabe. Mas uma coisa é certa. 21 de dezembro de 2012 é o dia que sabemos que algo terminará.

Assim ao menos afirma a antiga civilização Maia, que viveu na Meso américa desde 2,600 AC. Os maias tinham um método extremamente complicado de marcar o tempo, baseado em três diferentes calendários. O mais importante abrangente destes calendários é o da “Longa Contagem”: o período do início até o fim do tempo. E em 21 de dezembro de 2012 a Longa Contagem acaba. Será então o ponto zero. O tempo terá acabado para o Universo. Será, literalmente, o fim dos dias.

Um grande acordo, você pode dizer. Ainda que haja alguns fatos muito interessantes e perturbadores sobre o fim do calendário Maia. O que é mais intrigante é que o dia 21 de dezembro de 2012, não é um dia como qualquer outro. No céu, um evento extremamente raro acontecerá. O Sol se moverá para um ponto único no ceu – e permanecerá lá por um tempo, já que é um dia de solstício. O Sol estará precisamente na encruzilhada celestial entre a Via Láctea e o equinócio galáctico, formando um alinhamento perfeito com o centro da galáxia.

Er… o que?

Bem: o tempo do céu noturno é atravessado por várias linhas matemáticas. Uma delas é o eixo da Via Láctea. A Via Láctea, como sabemos, é aquele brilhante bando de estrelas que correm pelos céus em uma noite clara. Uma outra linha importante é a eclíptica cosmológica: o eixo eixo ao longo do qual viajam as constelações, a linha que define as coordenadas no espaço.

Você pode dizer muito sobre os Maias, mas você tem que dar u’a mão a eles: eles sabiam muito sobre estrelas. Por exemplo, eles calcularam a duração exata de um ano até um milésimo de um ponto decimal, muito mais precisamente do que qualquer grego ou filósofo iluminado possa ter feito. Também, eles eram capazes de prever cada eclipse solar e lunar até nossos dias. E obviamente, eles sabiam onde estava o equinócio galáctico e o meio exato da situação da Via Láctea: eles chamavam a isto de “Árvore Sagrada”.

Mais perturbadoramente, os Maias eram maravilhosamente bons em astrologia também. Misteriosamente, eles previram o ano em que sua civilização seria invadida por estrangeiros vindos do mar. A história diz que eles até mesmo previram as guerras mundiais. Então se os Maias nos dizem que o mundo acabará em 2012, é melhor considerar isto seriamente.

Mas realmente, os Maias nunca previram algo concreto para 2012. O que pode estar relacionado ao nosso mal conhecimento sobre a cultura Maia: quando os espanhóis saquearam a terra, eles queimaram literalmente todos os livros Maias que puderam encontrar. Somente um punhado de escrituras sobreviveu. E nelas, não há nem ao menos uma pista do que acontece quando o calendário Maia termina.

Asim o que nos aguarda em 2012 é basicamente uma questão em aberto. E com tantas questões em aberto, incontáveis pregadores da destruição, semi profetas e outros lunáticos pululam para fornecer uma resposta. A interpretação que você ouve mais: 2012 marcará a vinda de uma nova Idade gloriosa de sabedoria e paz. Será ao menos a Era de Aquarius, com um mundo cheio de paz, amor e compreensão.

O raciocínio por trás disso realmente não é estúpido. Os Maias realmente não acreditavam em fins: sua concepção de tempo era circular, com cada fim sendo o começo de algo novo. Então, 2012, não pode ser exceção.

Também os Maias tinham uma filosofia altamente desenvolvida sobre o cosmos. Eles viam o cosmos como a verdadeira mãe das coisas. Consequentemente, os Maias pensavam que o cosmos está todo ao nosso redor,e dentro de nós. Cada planta, cada animal, cada homem é completamente Cosmos.

Então, como o dizem os filósofos da New Age, 21 de dezembro de 2012 será o dia no qual este cosmos interno é reconectado com o divino cosmos externo. O Sol assumirá sua posição única para formar um “Portal” entre o Universo e as almas de cada ser vivo da Terra. Nossa concepção linear do tempo acabará, e com ela, o medo e o ódio desaparecerão. Será, na melhor das hipóteses, a purificação, quando todo mundo é embebido no entendimento cósmico e no amor divino.

Então é isto: em 20 de dezembro, você chutará seu cachorro, gritará com sua esposa e trapaceará nas cartas. Mas no dia seguinte, você será transformado em um camarada pacífico com apenas a compreeensão e o amor para lhe guiar na vida. Até mesmo sendo no inverno, será verão de amor para toda a humanidade.

Outros prevêem condenação e destruição. 21 de dezembro será o dia em que a Terra será destruída. Alguns pensam que isto seja por causa de alguma guerra nuclear, outros dizem ser o dia do julgamento bíblico. Até mesmo outros tomam mais literalmente o calendário Maia e afirmam que o Universo parará de existir.

Também há algo a dizer a favor destes cenário sinistro. Os Maias dividiam sua Longa Contagem em cinco blocos de tempo, chamados Grandes Ciclos. E cada ciclo tinha um fim bem definido. Por exemplo, depois do período de número um, um Jaguar vinha e comia todo mundo na Terra. Bem, era o que os Maias diziam, não eu!

O segundo ciclo terminava no ar, o terceiro no fogo e o quarto na inundação. E quanto ao quinto período, onde nós estamos? A Terra seria destruída por terremotos, é a interpretação que alguns eruditos dão aos restos dos esboços gravados da cultura Maia. Isto precisa ser enfatizado, porque a última palavra sobre a contagem de tempo Maia ainda nao foi dita: quase todo ano novos livros sobre o asunto são publicados.

Não se esqueça; há muitas, muitas religiões prevendo algum tipo de fim de mundo. E as previsões Maias atraem muita atenção agora, meramente porque sua data final é tão bem definida e porque o ponto final Maia está a apenas alguns anos a frente.

E quanto ao surpreendente fenômeno do Sol se colocar exatamente no coração da Árvore da Vida? Bem, isto já aconteceu antes. O Sol passa pela Árvore a cada 25.800 anos. São muito anos, mas desde que a Terra tem existido por surpreendentes quatro bilhões e meio de anos, a Terra sobreviveu a este “evento divino” já por mais de 150.000 vezes!

E o que é mais importante, as últimas seis vezes em que o fenômeno ocorreu, os humanos modernos já caminhavam no planeta. Obviamente, isto não teve muito efeito em nossas vidas espirituais. E certamente não impediram que os espanhóis massacrassem aproximadamente 800.000 Maias no século XVI.

Esfriamento do Aquecimento Global…

Os alarmistas do aquecimento global

de Marc Sheppard
05 de maio de 2008

A dominante evidência das tendências a temperaturas inferiores a despeito do aumento atmosférico dos níveis de CO2 está se tornando um problema real para a turma dos gases greenhouse. E os relatos do resfriamento parecem seguir um período de latente atividade solar que não é provável de facilitar as ansiedades deles.

De fato, sem uma correção imediata do curso alarmista, a campanha dos anos de “a ciência está estabelecida” podem se provar um fracasso completo, na medida em que os declínios prolongados da temperatura dizimam o argumento antropogênico primário. Afinal, Lord Gore tem gritado a proclamação de 0.3o.C do IPCC durante a próxima década de virtualmente cada telhado. Como os novos dados que projetam o contrário, ele e sua horda verde necessitarão encontrar um meio não somente para explicar o erro, mas para manter vivo o sonho do Aquecimento Global.

E talvez eles encontrem.

Em 21 de abril, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA confirmou que uma mudança de fase iminente em um evento natural de clima provavelmente traria temperaturas mais frias pelos próximos 20 a 30 anos, notando que :

“A mudança na Oscilação Decadal Pacífica, com sua disseminada mudança de temperatura no Oceano Pacífico, terá implicações significativas para o clima global. Ela pode afetar a atividade de furacões no Pacífico e no Atlântico, secas e inundações ao redor da bacia do Pacífico, ecosistemas marinhos e padrões globais na temperatura da terra”.

Bem ciente do impacto que as notícias devem ter sobre a deidade-verde das previsões de aquecimento do IPCC, o JPL foi rápido em acrescentar que “O aumento do nível do mar e o aquecimento global devido aos aumentos dos gases greenhouse podem ser fortemente afetados pelo grande fenômeno natural de alteração climática tal como a Oscilação Decadal Pacífica e a Oscilação Sul de El Nino.” O oceanógrafo e cientista climático do JPL Josh Willis explicou:

“As idas e vindas do El Niño, La Niña e da Oscilação Decadal Pacífica são parte de uma maior mudança climática global em andamento. De fato, este fenômeno natural climático pode algumas vezes ocultar o aquecimento global causado pelas atividades humanas. Ou podem ter o efeito oposto de acentua-las’.

Exatamente 10 dias depois, os resultados de um estudo modelo sobre um outro fenômeno, desta vez afetando o Atlântico Norte, foram publicados na revista científica Nature. O Dr Noel Keenlyside et al, do Instituto de Ciências Marinhas de Leibniz, na Alemanha,relatou que “o cinto de segurança” da água quente do sul, conhecido como Circulação Meridional de Transformação [MOC], está entrando em um ciclo fraco. Como os ciclos fracos do MOC – que podem durar até 80 anos -, estão associados a temperaturas mais frias do Atlântico Norte, particularmente ao redor da Europa e América do Norte, a equipe espera que as temperaturas da superficie global diminuam na próxima década. Estranhamente, um padrão similar entre 1940 e 1970 pode explicar o resfriamento das temperaturas médias globais durante aquele período, presumindo que somente a “próxima década” pareça uma chamada arbitrária.

Não obstante, os cientistas alemães se sentiram compelidos a explicar sua evidente heresia contra a igreja do IPCC:

“Nossos resultados sugerem que a temperatura da superfície global pode não aumentar na próxima década, devido a variações naturais climáticas no Atlântico Norte e a compensação temporária do Pacífico tropical do projetado aquecimento antropogênico.”

No caso, a “compensação temporariamente” provar ser vaga demais para a brigada verde, Keenlyside esclareceu, quando explicou para Bloomberg News:

“Se você não vivenciar o aquecimento nos próximos 10 anos, isto não significa que o aquecimento dos gases greehouse não esteja conosco. Pode haver flutuações naturais que podem mascarar a alteração climática a curto prazo.”

E para o benefício daqueles ainda preocupados, seu associado Mojib Latif, um professor do Instituto Leibniz, falou abertamente sem termos incertos :

“Apenas para deixar claras as coisas, não estamos afirmando que a alteração climática antropogênica não terá sido tão má quanto previamente pensada”.

Isto certamente pareceu ser meramente uma típica cobertura para o movimento dos “rabos verdes”

O Próprio Modelo de Um Moderno Mínimo Solar

Segundo o “Telegraph” do Reino Unido, o relato oriundo de ‘achados iniciais de um novo modelo de computador de como os oceanos se comportam com o passar de décadas” e os leitores foram lembrados que:

“O IPCC atualmente não inclue em seus modelos os registros reais de tais eventos como a força da Corrente do Golfo e o evento do aquecimento cíclico do El Nino no Pacífico, que são sabidos terem estado por trás do ano mais quente até hoje registrado em 1998.”

De fato, a atividade solar é essencialmente também ignorada pelos modelos do IPCC, e ela também viu um ápice em 1998. Não é interesante como, não diferente dos insetos fugindo da luz exposta por uma pedra revirada, os verdes lutam desesperadamente para evitar o confronto direto da energia do sol?

No ano passado, o Centro Hadley da Grã Bretanha, cujos modelos decadais realmente incorporam as temperaturas da superfície do mar bem com as projetadas mudanças no output do sol e os efeitos das aanteriores erupções vulcânicas, previram que o aquecimento global iria ficar mais vagaroso até 2009 e subir depois disto, com metade dos anos depos de 2009 sendo mais quentes do que o ano recorde, 1998. “Ainda que, eles permanecessem solidamente por trás do IPCC ao prever que “durante um período de 10 anos como um todo, o clima continue a aquecer e 2014 provavelmente será 0.3o.C mais quente do que 2004.”

Então, neste janeiro passado, o Centro previu que 2008 seria o mais frio desde 2000, desta vez baseado “na forte La Niña no Oceano Pacífico tropical” exclusivamente. Misteriosamente, eles completamente ignoraram as notícias recentes que a atividade solar tinha toda ela vindo a uma parada – um fator supostamente incluido na modelagem deles.

Mas na semana passada, muito mais que discutir o comportamento dos oceanos do Instituto Leibniz, o único modelo que sugere que não apenas Hadley, mas o próprio IPCC erraram, Richard Wood do Centro afirmou:

“Sempre temos sabido que o clima varia naturalmente de ano para ano e de década para década. Esperamos que o aquecimento global causado pelo homem seja superimposto por estas variações; e este tipo de pesquisa é importante para ter certeza de não nos distrairmos das mudanças a longo prazo que acontecerão no clima [como efeito das emissões dos gases greehouse]“.

Similarmente disparando uma bala na equipe verde, Wood ‘confessou a má previsão dos anos passados quando disse aos repórteres que “as variações naturais climáticas podem ser mais fortes do que a tendência ao aquecimento global durante o período dos próximos 10 anos.”

Muito astutamente — embarcando no trem do novo modelo, Wood novamente gerenciou para ignorar o fator solar [o ciclo 24 está retardado] enquanto estendia a farsa de ‘isto é parte da natureza”, mas principalmente a ‘rede de segurança’ dos modelos de seu grupo tinham sido amarrados por quase 10 anos.

Por outro lado, ao lançar uma grande dúvida sobre os próprios modelos de seu grupo, a admissão de Wood estimulou a dúvida que aqueles de Leibniz já tinham lançado sobre os modelos do IPCC. e Wood não obstante, como ressaltou o Dr. Roger Pelke Jr. em seu post de 30 de abril em Prometheus, depois de revisar uma peça de Nature:

“Se o resfriamento global durante as próximas poucas décadas é consistente com as previsões do modelo, então também assim é com todas as coisas sob o Sol. Isto significa que de um ponto de vista prático, os modelos climáticos não são de uso prático além de fornecerem alguma autoridade intelectual na batalha promocional sobre a política do clima global.”

Obviamente, a capitulação não significa aceitar o risco de por em perigo seja qual for a credibilidade que todos os modelos climáticos – passados ou futuros -, possam ter. Um movimento ruim ou um movimento de xadrez?

Alguém realmente sabe o que seja o clima?

Antes de sua divulgaçao oficial, Keenlyside expressou preocupações que seu relatório pudesse ser considerado da “maneira errada’. O bom doutor até mesmo tentou trivializar os dissensores ao evocar o nome de um favorito homem ecológico quando ele desajeitadaamente se lamentou “Espero que isto não se torne uma mensagem da Exxon Mobil e outros céticos.” E apenas no caso das suas tépidas reafirmações e a de seus colegas, que suas garantias de aquecimento global caissem rapidamente na marca verde, reforços foram imediatamente despachados.

Não surpreendentemente, os sócios apostadores alarmistas da BBC escreveram que as projeções para cima e para baixo “não foram uma surpresa para os cientistas climáticos’. Não, segundo estes não sofridos, somente o público mal informado até mesmo acreditou que “os aumentos rápidos da temperatura vistos nos anos de 1990 fossem um fenômeno permanente.”

O New York Times retirou Kevin Trenberth, um cientista climático do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica, em Boulder, Colorado. Tremberth disse a eles que “o clima global continuará a ser influenciado em qualquer década em particular por uma mistura de variabilidade natural e a construção do efeito greeenhouse” e que “uma fase fria não significa que a teoria completa do perigoso aquecimento causado pelo homem seja furada.”

E então acrescentou o que paree ser o mais recente ponto da conversa verde:

“Gente demais acredita que o aquecimento global seja um aquecimento monotônico incansável em todos os lugares e ano após ano. Isto não acontece desta maneira.”

Alguém mais está percebendo aqui uma tendência se desenvolvendo, além de ‘nunca dissemos que os padrões do aquecimento seriam firmemente confusos”? A cada explicação, seja por Willis, Keenlyside e Latif, Wood, ou Trenberth implica que algumas forças climáticas naturais são mais formidáveis do que aquelas antropogênicas. Ainda que isto seja uma outra admissão precária, de fato – uma improvavelmente a ser feita, onde a alternativa de certa forma é mais danificadora do que sua causa.

Agora, considere isto – permanece um imperativo alarmista dissociar a queda das temperaturas globais e a especulação de uma possivelmente iminente “pequena Idade do Gelo” com a estrela anã amarela que orbitamos em geral e o atrasado início do Ciclo Solar 24, especificamente. Porque de fato, estamos nos movendo em um outro ciclo solar mínimo e as temperaturas globais continuam a despencar enquanto os níveis atmosféricos de CO2 continuam a subir, de acordo com “Os Shows de Slides de História Assustadora” de Al Gore, que rapidamente se restringiriam apenas a família e aos amigos. E com a carga do bote da má distribuição da riqueza, a legislação da “mudança climática” a ser aprovada nos próximos anos, uma imprensa simpaticamente alarmada, a massa permanece essecial durante estes tempo.

Assim que maneira melhor de ganhar tempo do que ocultar a óbvia relação solar ao sacrificar o argumento deles contra uma menos ameaçadora força ocorrendo naturalmente? E então atribuir esta força a períodos ocasionais de resfriamento ao admitir que isto possa mitigar os impactos das forças do aquecimento global? Especialmente quando este pequeno estratagema permite que eles continuem a colher os benefícios – os anos a virem – da mentira que um não comprovado efeito antropogênico dos gases greenhouse ameace literalmente nos destruir a todos.

Não tão rapidamente como eles pensaram originalmente.

E então, os verdes estão simplesmente jogando na defesa, como muitos de nós temos sido levados a acreditar – ou nós é que estamos sendo jogados?

Marc Sheppard é um contribuinte frequente do American Thinker e agradecemos seu feedback.

EUA e os Conflitos no Oriente Medio

Os EUA e a Guerra Irã-Iraque

STEPHEN R. SHALOM

A guerra entre o Iraque e o Irã foi uma das maiores tragédias humanas na recente história do Oriente Médio. Talvez aproximadamente um milhão tenha morrido, muitos mais foram feridos e milhões se tornaram refugiados. Os recursos disperdiçados na guerra excederam o gasto do inteiro Terceiro Mundo com saúde pública por uma década.

A guerra começou em 22 de setembro de 1980, quando tropas iraquianas lançaram uma invasão em escala completa do Irã. Antes desta data tinha havido subversão de cada país dentro do outro e também maiores confrontos nas fronteiras. O Iraque esperava uma vitória relâmpago contra o vizinho internacionalmente isolado nas gargantas de uma revolta revolucionária. Mas a despeito dos sucessos iniciais iraquianos, os iranianos se reuniam e, usando sua população muito maior, foram hábeis de expulsarem os invasores em meados de 1982. Em junho de 1982, os iranianos passaram para a ofensiva, mas o Iraque, com uma vantagem significativa em armamento pesado, foi capaz de evitar um progresso decisivo iraniano. As armas finalmente se silenciaram em 20 de agosto de 1988.

A responsabilidade primária pelos oito longos anos de banhos de sangue deve descansar nos governos de dois países – o regime militar sem regras de Saddam Hussein no Iraque e o regime sem regras clerical do Ayatollah Khomeini no Irã. Khomeini foi dito ter um “complexo de mártir”, embora o Secretário de Estado dos EUA, Cyrus Vance, ironicamente observou, as pessoas com complexo de martir vivem muito para se tornarem velhas como Khomeini. Sejam quais forem seus complexos, Khomeini não tinha escrúpulos em enviar seus seguidores, inclusive jovens meninos, para a morte para sua maior glória. Este completo desrespeito pela vida humana não foi menos característico de Saddam Hussein. E, por uma questão de matéria, era também menos característico de grande parte da comunidae mundial, que não somente não podia ser aborrecida por umas poucas centenas de milhares de cádaveres do Terceiro Mundo, mas tentaram lucrar com o conflito.

A França se tornou a maior fonte do armamento de alta tecnologia do Iraque, em não pequena parte para proteger sua aposta financeira neste país. A União Soviética foi o maior fornecedor de armas para o Iraque, enquanto lutava por influência em ambas as capitais. Israel forneceu armas ao Irã, esperando sangrar os combatentes por prolongar a guerra. E ao menos dez nações venderam armas para ambos lados combatentes.

A lista dos países envolvidos neste comportamento lamentável, contudo, não estaria completa sem os EUA. O objetivo dos EUA não eram os lucros das vendas de armas, mas o objetivo muito mais significativo de controlar na maior extensão possível os recursos de petróleo da região. Antes de sintonizar a política durante a guerra Irã-Iraque, seria útil recordar alguma história dos EUA e o petróleo.

Um pouco de História Crua

Grande parte das comprovadas reservas mundiais de petróleo estão localizadas na área limitada do Golfo Pérsico [chamado pelas nações árabes de Golfo Arábico, e por aqueles que tentam manter seus dicionários geográficos politicamente neutros, simplesmente "o Golfo").

Menos de 4% do consumo americano de petróleo vem do Golfo, mas, segundo o argumento oficial, a Europa Ocidental e o Japão são extremamente dependentes do petróleo do Golfo e portanto, se a região cair em mãos de um poder hostil, os aliados dos EUA podem ser postos de joelhos e a segurança dos EUA seria fundamental e ireparavelmente comprometida. Se alguém examina a história da política americana no Golfo, contudo, proteger os interesses de petróleo da Europa Ocidental e do Japão nunca pareceu ser um dos principais objetivos de Washington.

Já na década de 1920, o Departamento de Estado soube forçar a Grã Bretanha a dar a companhias americanas uma parte das lucrativas concessões de petróleo do Oriente Médio. O embaixador americano em Londres - que acontecia ser Andrew Mellon, o chefe da Gulf Oil Corporation (assim chamada por causa do Golfo do México, não por causa do Golfo Pérsico/árabe) - foi instruído a pressionar os britânicos para dar a Gulf Oil uma aposta no Oriente Médio. No final da Segunda Guerra Mundial, quando imensos depósitos de petróleo na Arábia Saudita se tornaram conhecidos, o Secretário da Marinha, James Forrestal disse ao Secretário de Estado Byrnes, "Não me importo qual companhia americana ou companhias desenvolvam as reservas árabes, mas penso mais enfaticamente que isto deva ser americano". E não era com os russos que Forestal se preocupava. A principal competição era entre os EUA e a Bretanha pelo controle da área do petróleo.

Em 1928, a Standard Oil de New Jersey e a Mobil tinha unido interesses de petróleo franceses e ingleses ao assinarem o 'Acordo da Linha Vermelha", onde cada um se comprometia a não desenvolver o petróleo do Oriente Médio sem a participação dos outros. Não obstante, depois da Segunda Grande Guerra, estas duas firmas americanas [juntas com a Texaco e Standard Oil da Califórnia) pegaram as concessões sauditas para elas próprias, congelando os britânicos e os franceses. Quando foram mais tarde processadas com base no "Acordo da Linha Vermelha" que havia sido violado, Mobil e Jersey disseram a côrte que o acordo era nulo e vazio porque era monopolista.

No início da década de 1950, o petróleo foi usado como arma política pela primeira vez - pelos EUA e a Bretanha contra o Irã. O Irã havia nacionalizado sua companhia de petróleo de propriedade britânica, que tinha se recusado a partilhar seus lucros astronômicos com o governo hospedeiro. Em resposta, Washington e Londres organizaram um boicote do petróleo iraniano que trouxe o colapso para a economia iraniana. A CIA então instigou um golpe, colocando o Xá no poder e efetivamente desnacionalizando a companhia de petróleo, com as firmas americanas obtendo 40% da companhia de petróleo, originalmente 100% britânica. Isto foi, na opinião do New York Times, "uma lição objetiva no pesado custo que deve ser pago quando uma nação de Terceiro Mundo rica em petróleo que "vai freneticamente com um nacionalismo fanático".

Em 1956, a arma do petróleo foi usada novamente, desta vez pelos EUA contra a Bretanha e a França. Depois das últimas duas nações juntamente com Israel invadirem o Egito, Washington deixou claro que o petróleo americano não seria enviado à Europa Ocidental até que a Bretanha e a França concordassem com uma rápida programação de retirada. Os EUA não eram avessos a derrubada de Nasser - "Se eles tivesem feito isto rapidamente, teríamos aceitado", disse mais tarde Eisenhower - mas a operaçao militar desajeitada anglo-francesa ameaçava os interesses americanos na região.

Em outubro de 1969 o Xá do Irã pediu as EUA para comprar mais petróleo iraniano como um meio de impulsionar seus rendimentos. Mas o pedido do Xá foi rejeitado porque, como explicou um assistente do então presidente Nixon, "uma parte substancial dos lucros desta compra iria para companhias não americanas ,se o petroleo iraniano fosse liberado," enquanto se o petróleo saudita fosse comprado, a parte americana seria muito maior."

Pelo fim da década de 1960 o mercado internacional do petróleo estava muito diferente do que tinha sido dus décadas antes. Os suprimentos de petróleo eram estreitos, o número das companias de petroleo havia crescido, e os países produtores, reunidos na Organização dos Países Exportadores de Petróleo, estavam buscando melhorar sua posição financeira.

Conversas cruciais sobre o preço do petróleo começaram em 1970 entre as companhias americanas e o governo da Líbia. Significativamente, Washington não pesou do lado das companhias, e de fato, as próprias companhias não colocaram muita resistência no aumento dos preços. Para as companhias de petróleo, preços mais altos seriam benéficos, tornando lucrativos seus crescentes investimentos nas nações desenvolvidas [por exemplo, no Mar do Norte e no Alasca]. Qualquer preço mais alto seria repassado aos consumidores – e de fato, em 1972-1973 as companhias aumentaram o preço delas em uma extensão muito maior do que os custos crus garantiam sozinhos.

Em 1972, o governo Nixon estava advogando preços mais altos para o petróleo. Segundo um estudo de a V. H. Oppenheim, baseado em entrevistas com funcionários americanos, “o peso da evidência sugere que a consideração principal por trás da indulgente atitude do governo em relação aos preços mais altos do petróleo foi a crença de que os preços mais altos produziriam benefícios econômicos para os EUA vis-a-vis seus competidores industriais, Europa Ocidental e Japão, e os Estados chave do Oriente Médio, Arábia Audita e Irã. E Henry Kissinger tem confirmado que este foi o pensamento do governo americano; “A elevação no preço da energia afetaria primariamente a Europa e o Japão e provavelmente melhoraria a posição competitiva dos EUA”.

Entre os crescentes avisos sobre um possível embargo de petróleo, os países ocidentais industrializados mantiveram encontros para decidirem a resposta deles. Mostrando preocupação com seus aliados, os EUA propuseram que os recursos fossem partilhados, mas em base de cada importaçao marítima do país, muito mais do que em base das necessidades totais de energia. Já que os EUA são muito menos dependentes das importações que os outros países, esta fórmula significou que no evento de um embargo os suprimentos de energia dos EUA seriam cortados muitos menos do que aqueles de seus “aliados”.

Depois de outubro de 1973 a guerra no Oriente Médio irrompeu, mas antes do embargo árabe, os funcionários das companhias de petróleo escreveram a Nixon, avisando que “a inteira posição dos EUA no Oriente Médio está a caminho de ser seriamente prejudicada, com interesses japoneses, europeus e talvez russos grandemente suplantando a presença dos EUA na área, em detrimento de nossa economia e segurança”. Note que a ameaça russa foi considderada apenas uma possibilidade, a ameaça aliada uma certeza.

No final de 1973 e em 1974, os produtores árabes do petróleo cortaram a produção deles e impuseram um embargo contra os EUA e a Holanda por sua posição pró Israel. O público tem memórias de longas linhas de bombas de gasolina, racionamento e uma atmosfera de crise. De fato, contudo, nas palavras de Kissinger, “o embargo árabe foi um gesto simbólico de impacto prático limitado.”. As companhias internacionais de petróleo, que monopolizavam totalmente a distribuição do petróleo e seu marketing, coligaram o petróleo delas, assim o racionamento dos suprimentos sauditas para os EUA foi composto por outras fontes. Sobretudo, as companhias de petróleo disseminaram os cortes de produção para minimizar o sofrimento e o país que mais apoia Israel – os EUA – sofreu muito menos. De janeiro a março de 1974, o consumo de petróleo nos EUA diminuiu apenas 5%, comparado aos 15% da França e Alemanha Ocidental.

Até mesmo estas estatísticas, contudo, superavaliam a dificuldade, porque de fato, não houve tempo para uma falta real de petróleo no mercado europeu. O consumo simplesmente respondeu ao aumento nos preços… Entre outubro de 1973 e abril de 1974, as reservas de produtos de petróleo nos países da Comunidade Européia nunca cairam abaixo do equivalente de consumo de 80 dias; na Itália, as reservas de fato aumentaram 23%”.No Japão, havia aproximadamente 2 milhões de barris de petróleo a mais do que o governo admitiu, na medida em que a burocracia, a indústria do petróleo, e os usuários da indústria do petróleo conseguiram explorar a crise para sua própria vantagem.

No decair do embargo, os aliados dos EUA tentaram negociar seus próprios acordos bilaterais de compra de petróleo com as nações produtoras, sem ir através das maiores companhias internacionais de petróleo. Washington se opôs a estes esforços. Em resumo, o bem estar dos aliados dos EUA nunca havia sido uma consideração chave para os fazedores da política americana.

Nem foram uma questão de preocupação crucial com o bem estar do americano médio. Um ex funcionário do Departamento de Defesa tem estimado que isto custa aos contribuintes americanos aproximadamente 47 bilhões de dólares, apenas em 1985, com gastos militares relacionados ao Golfo; o ex Secretário da Marinha John Lehman estima a figura anual em 40 bilhões de dólares. Como isto pode valer estas somas incríveis?

Estes gastos não tem sido necessários para a sobrevivência do Ocidente. Em caso extremo, segundo o ex analista da CIA, Maj. Gen. Edward B. Atkeson, se todo petróleo do Golfo fosse cortado, a eliminação da direção recreativa (a qual nos EUA responde por 10% do consumo) reduziria as necessidades ocidentais de petróleo a um nível facilmente substituível pelas fontes fora do Golfo. Até mesmo em tempo de guerra, Atkeson concluiu, o petróleo do Golfo não é essencial para as necessidades ocidentais. E em um conflito global prolongado, podemos estar seguros que os campos de petróleo não durariam muito tempo diante dos ataques de mísseis.

Os bilhões de dólares, contudo, são um bom investimento para as companhias de petróleo, dado que elas não são as únicas que pagam a fatura. Para estar certo, as multinacionais não mais possuem diretamente a grande maioria da produção crua do Golfo. Mas elas tem acordos especiais de pagamento de retorno com os produtores, de quem elas compram a preços de barganha o petróleo dos campos que elas anteriormente possuiam. Por exemplo, segundo o ex Senador Frank Church, as firmas americanas “tem um arranjo de ‘namorados’ com a Arábia Saudita, não obstante a nacionalização nominal de suas propriedades ….” Regimes radicais querem vender petróleo tanto quanto os conservadores o desejam, mas a mudança de governo em qualquer Estado do Golfo pode eliminar a posição privilegiada das companhias de petróleo.

A segurança interna de regimes como o da Arábia Saudita depende pesadamente do exterior, particularmente do apoio americano. Muitos sauditas acreditam que em troca, seu país tem estado super produzindo para agradar os EUA, em detrimento dos interesses nacionais a longo prazo. Vender petróleo além do ponto no qual o procedimento possa ser produtivamente investido é economicamente irracional, particularmente dado o fato de que o petróleo no solo aumenta de valor. Os governos mais democráticos ou nacionalistas no Golfo podem não ser tão voluntários para sacrificarem seus próprios interesses. E tais governos também serão menos voluntários em acomodar a presença militar americana ou servir como substitutos americanos para manter o regional status quo.

E então por mais de quarenta anos, embora muitas circunstâncias tenham mudado, tem havido uma constante da política americana no Golfo: o apoio às forças locais mais conservadoras disponíveis para impedir que movimentos mais radicais e populares cheguem ao poder, não importa a que custo humano, não importa quão grande seja necessária a manipulação e a intervenção. Os EUA não tem sido invariavelmente bem sucedido em alcançar seus objetivos: em 1979, ele perdeu um de seus maiores sustentáculos com a derrubada do Xá do Irã, que tinha policiado o Golfo em benefício de Washington. Mas o padrão básico da política americana não tem mudado, bem como é ilustrado em sua política em direção a guerra entre om Irã e o Iraque.

A GUERRA DO GOLFO

Os EUA não tinham relações diplomáticas com qualquer uma das partes beligerantes em 1980, e anunciou sua neutralidade no conflito. Um funcionário do Departamento de Estado tipicamente humanitário, explicou em 1983: “não nos importamos nem um pouco enquanto a carnificina Irã-Iraque não afete os nossos aliados na região ou altere o equilíbrio do poder.” De fato, contudo, os EUA não eram indiferentes a guerra, mas viram um número de oportunidades positivas abertas por seu prolongamento.

A necessidade de armas e de dinheiro tornaria Bagdá mais dependente dos estados conservadores do Golfo e do Egito, e assim moderando as políticas iraquianas e ajudando a reparar os laços entre o Cairo e outros Estados árabes. A guerra tornaria o Irã – cujas armas tinham sido todas fornecidas pelos EUA no passado – desesperado para obter equipamentos e peças americanas. As exigências da guerra podiam fazer com que ambas nações mais voluntariamente restaurassem suas relações com Washington. Alternativamente, os deslocamentos de guerra podiam dar aos EUA maior habilidade para realizar operações encobertas no Irã e no Iraque. E o turbilhão no Golfo podia fazer com que outros Estados na área fossem mais sucetíveis a pressão americana para cooperação militar.

Quando a guerra irrompeu, a União Soviética trouxe de volta seus embarques de armas em rota para o Iraque, e pelo próximo ano e meio, enquanto o Iraque esteve na ofensiva, Moscou não forneceu armas a Bagdá. Em março de 1981, o Partido Comunista Iraquiano, representado por Saddam Hussein, fez transmissões para a União Soviética pedindo um fim da guerra e a retirada das tropas iraquianas. Neste mesmo mês, o Secretário de Estados dos EUA, Alexander Haig, disse ao Comitê de Relações Exteriores do Senado que ele via a possibilidade de melhorar os laços com Bagdá e aprovadoramente ressaltou que o Iraque estava preocupado pelo “comportamento do imperialismo soviético na área do Oriente Médio”. Os EUA então aprovaram a venda ao Iraque de cinco aeronaves de linha boing, e enviaram um secretário assistente de estado a Bagdá para conversas. Os EUA removeram o Iraque de sua lista notoriamente seletiva de nações que apoiavam o terrorismo internacional (a despeito do fato de que o terrorista Abu Nidal estava baseado no país) e Washington extendeu um crédito garantido de 400 milhões de dólares para exportações americanas para o Iraque. Em novembro de 1984, os EUA e o Iraque restauraram as relações diplomáticas que haviam sido rompidas em 1967.

A AMEAÇA SOVIÉTICA E O RÁPIDO EMPREGO DA FORÇA

Ao mesmo tempo que a guerra era estimulada pela posição americana no Iraque, ela também estendia as operações militares americanas em outros Estados do Golfo.

Washington tipicamente justificou seus desejos de laços miltares no Golfo e o desenvolvimento de forças para uso lá pelo aviso da ameaça soviética. Em janeiro de 1980, o Presidente Carter proclamou a “Doutrina Carter,” declarando que os EUA eram voluntários para utilizarem sua força militar se necessário, para evitar “um poder externo” de conquistar o Golfo. Como tem ressaltado Michael Klare, contudo, a real preocupação americana foi revelada cinco dias mais tarde, quando o Secretário de Defesa, Harold Brown, divulgou sua declaração de postura militar. Brown indicou que a maior ameaça não era o expansionismo da União Soviética, mas a turbulência não controlada no Terceiro Mundo. “Em um mundo de disputas e violência, não podemos tolerar ir para o exterior desarmados”, ele avisou. “A maaneira particular na qual se expande a nossa economia significa que temos que vir a depender em um grau não pequeno das importações, exportações e ganhos dos investimentos no exterior para nosso bem estar material”. Especificamente, Brown identificou “a proteção do fluxo do petróleo do Oriente Médio” como ‘uma clara parte de nosso interesse vital” em defesa do qual “tomaremos qualquer ação que seja apropriada, incluindo o uso de força militar.”

Brown não afirmou explicitamente que os EUA interviriam militarmente em resposta a ameaças internas, como revolução, mas depois que ele deixou o cargo ele explicou o que podia ser dito abertamente e o que não podia: “uma matéria sensível é se os EUA devem planejar proteger os campos de petróleo contra ameaças internas ou regionais. Qualquer comprometimento explícito deste tipo é mais provável aborrecer e enraivecer os fornecedores do petróleo do que reassegura-los.”

A sucetibilidade do Golfo sobre os “comprometimentos explícitos americanos para defender os campos de petróleo” tinham duas fontes. Primeiros, os sheiques não gostam de serem vistos como dependentes da força americana contra suas próprias populações. E segundo, os Estados do Golfo ficavam nervosos pela conversa frequente nos EUA de tomarem os campos de petróleo no evento de um outro embargo. Sempre tem havido um estudo do congresso da possibilidade de se apoderar dos campos de petróleo; e embora o estudo concluisse que tal operação seria improvável de ter sucesso militarmente, o mero fato disto ser considerado um sujeito apropriado para análise não instila confiança nas capitais do Golfo.

Dado a esta sensibilidade, Brown aconselhou que os EUA deveriam preparar planos e capacidades para intervenção – contra golpes e outras ameaças – mas deviam evitar uma política explícitamente declarada para este efeito.

A administração Carter começou a formação de uma Força de Rápido Emprego (RDF) para projetar o poder militar dos EUA na região do Golfo. Originalmente proposta em 1977, o planejamento não fez muito progresso até depois da invasão soviética do Afeganistão. O propósito fundamental da RDF foi sempre, nas palavras do conselheiro de Segurança Nacional de Carter, “ajudar um governo amigo sob ataque subversivo”; não obstante, para justificar a RDF, a ameaça soviética tinha que ser magnificada. De acordo, Carter falou em termos apocalípticos sobre o significado estratégico da invasão do Afeganistão, mesmo embora os especialistas militares estivessem cientes que um “impulso pelo Afeganistão seria de vantagem marginal para qualquer movimento soviético para o Irã e o Golfo.”

Em 1980, o Exército concluiu um exercício de simulação chamado “Gallant Knight” que asumiu uma completa invasão soviética do Irã. O exército concluiu que eles precisariam de 325.000 tropas para barrar o colosso soviético. Segundo um ex ajudande de assuntos militares do Senador Sam Nunn, o exército deliberadamente escolheu este cenário para garantir que forças imensas seriam necessárias. E embora uma força RDF deste tamanho possa ser desnecessariamente grande para combater os causadores de problemas do Terceiro Mundo, o Pentágono notou que em meados dos anos de 1980 os exércitos do Terceiro Mundo não mais seriam “bárbaros com facas”. Os EUA não mais poderiam esperar “estabilizar uma área apenas por mostrar uma bandeira.”

Quando Reagan tornou-se presidente, ele acrescentou o que se tornou conhecido como o “Codicilo de Reagan” para a “Doutrina Carter”, declarando em uma conferência de imprensa que “não permitiremos ” que a Arábia Saudita “seja um Irã.” O codicilo não representou uma nova política, mas meramente tornou explícito o que sempre tinha sido a política.

Sob Reagan, a CIA secretamente concluiu que a possibilidade de uma invasão soviética era remota – não surpreendentemente, dado que o Exército Vermelho dificilmente estivesse tendo momentos fáceis com os afegãos, que tinham metade da população e eram muito menos bem equipados. Apesar desta remota ameaça soviética, contudo, os EUA não tornaram mais vagarosa a construção da RDF.

Em 1982 o documento de Orientação de Defesa secreta do Pentágono afirmou que a União Soviética podia estender suas forças às área do Golfo “por outros meios que uma invasão direta”. Ele continuava: “Sejam quais forem as circunstâncias, devemos estar preparados para introduzir as forças americanas diretamente na região de forma que pareça que a segurança ao acesso do petróleo no Golfo Pérsico esteja ameaçado…”. No Senado, muitos argumentaram que não havia muita ênfase em conter a USSR, conquanto o foco devesse ser “prevenir e, se necessário, combater as guerras regionais ou insurgências esquerdistas ou nacionalistas que ameaçassem o acesso dos EUA e de seus Aliados aos suprimentos de petróleo da região.”

A linha oficial era que a RDF seria empregada quando um governo a convidasse para repelir um ataque soviético. Mas como um estudo da Biblioteca do Congresso ressaltou, esta opinião era camuflada por “documentos de orientação que dizem que as forças devem ser capazes de entrada coerciva sem esperar um convite”. Os Senadores Tower e Cohen afirmaram que eles favoreciam uma ênfase maior nos marines que podiam abrir fogo em seu caminho em terra firme contra a oposição militar. A administração ressaltou que os planos da RDF todos eles incluiam uma opção de “entrada forçada”, confiando nos Marines. “Devemos ser capazes de abrir nossas próprias portas” testemunhou o comandante dos Marines em março de 1982. Em resumo, estes camaradas não são apenas “bárbaros com facas.”

Para apoiar a RDF, o Pentágono precisava de uma rede de bases, e não apenas no Oriente Médio, mas mundialmente. “Para todos intentos e propósitos”, um ex funcionário senior do Departamento de Defesa obwservou: “as águas do Golfo agora se estendem do Estreito de Málaca para o Atlântico Sul”. Não obstante, as bases mais próximas do Golfo tinham especial importância e os planejadores do Pentágono exigiam “uma presença substancial em terra na medida em que isto possa ser gerenciado”. Os Estados do Golfo eram relutantes em ter um relacionamento tão aberto com os EUA, mas a guerra do Irã com o Iraque serviu para superar parte desta relutância. Em 1985, na medida em que os avanços iranianos pareciam ominosos, o New York Times relatou que Oman “tinha se tornado uma base para operações ocidentais de inteligência, manobras militares e preparações logísticas para qualquer defesa da produção de petróleo no Golfo Pérsico.” Uns poucos meses depois, um relatório secreto dos EUA foi vazado, indicando que a Arábia Saudita havia concordado em permitir que os EUA usassem bases em seu território em uma crise. As portas para a influências americanas estavam se abrindo mais amplas.

DUAS TRILHAS PARA TEEERÃ

A política americana em relação ao Irã foi muito mais complicada, porque ela seguia dois caminho em vez de um só. Por um lado, funcionários americanos viam “um grande potencial” para um programa encoberto para desestabilizar o governo de Teerã; por outro lado,Washington tentava construir laços com o mesmo governo.

As ações dos EUA na busca da primeira trilha mostravam muito claramente a oposição de Washington ao regime de Khomeini que nada tinham a ver com sua falta de democracia, porque os grupos que os EUA apoiavam contra Khomeini eram frequentemente apoiadores do ditador anterior, o Xá.

Começando em 1982 a CIA forneceu cem mil dólares mensais a um grupo em Paris chamado de Frente de Libertação do Irã, chefiado por Ali Amini, que tinha presidido a reversão do petróleo iraniano ao controle estrangeiro depois do golpe sustentado pela CIA em 1953. Os EUA também forneceram apoio a dois grupos paramilitares iranianos baseados na Turquia, um deles chefiado pelo General Bahram Aryana, o chefe do exército do Xá, que tinha estreitos laços com Shahpur Bakhtiar, o último primeiro ministro do Xá.

Em 1980, sob a administração Carter, os EUA começaram transmissões clandestinas de rádio dentro do Irã para o Egito, ao custo de aproximadamente vinte a trinta mil dólares por mês. As transmissões pediam a derrubada de Khomeini e exigiam apoio para Bakhtiar. Outras transmissões continham material anti soviético. Em 1986, a CIA pirateou a frequência da rede nacional de televisão do Irã para transmitir um endereçamento de 11 minutos do filho do Xá pela televisão iraniana. “Eu voltarei,” Reza Pahlavi jurou.

Simultâneo a estas atividades, os EUA buscavam sua segunda trilha: tentar estabelecer laços com os mullahs iranianos baseado nos interesses que eles partilhavam com Washington em combater a esquerda. O propósito dos EUA, Reagan anunciou em novembro de 1986, depois que havia explodido o escândalo do Irã-Contra, era “encontrar uma avenida para trazer o Irã de volta para onde ele uma vez esteve, que era na família das nações democráticas” – um bom truque, como Mansour Farhang tem comentado, já que desde antes de 1979 o Irã dificilmente fôra democrático.

Segundo a Comissão Tower, “Em 1983, os EUA ajudaram a trazer à atenção de Teerã a ameaça inerente a intensa infiltração do governo pelo partido comunista Tudeh e grupos militares soviéticos e pró soviéticos no país. Usando esta informação, o governo de Khomeini tomou medidas, inclusive execuções em massa, que virtualmente elminaram a infraestrutura soviética no Irã”. Estes massacres produziram o esperado nível de preocupação dos funcionários dos EUA. “Os esquerdistas estavam sendo vistos serem degolados”, advertiu um subsecretário de Estado da administração Carter. Os EUA também passaram aos iranianos “inteligência real e enganosa” sobre a ameaça soviética nas fronteiras do Irã.

Os funcionários da administração Reagan afirmavam que seus esforços no Irã eram destinados a construir laços com os moderados. De fato, contudo, eles estavam cientes de estarem lidando com fanáticos clericais. Oliver North disse a Robert McFarlane e John Poindexter em dezembro de 1985 que as armas anti-tanques que os EUA estavam secretamente fornecendo ao Irã, provavelmente iriam para a Guarda Revolucionária, as tropas de choque dos mullahs. Em agosto de 1986, o assistente especial para o primeiro ministro israelense instruiu George “Fora do Ciclo” Bush, dizendo a ele, “estamos lidando com os elementos mais radicais… Isto é bom porque aprendemos que eles podem entregar o que os moderados não podem”.

A idéia de construir uma conexão estratégica para o Irã tinha amplo apoio do governo dos EUA, embora a política de usar transferências de armas para conseguir isto não o tivesse. A Comissão Tower, por exemplo, afirmou que conquanto ela discordasse da transferência de armas, “uma abertura estratégica para o Irã pode ter sido no interesse nacional”. E deve ser feito claro que uma abertura estratégica não significa simplesmente começar um diálogo com ou agindo civilmente na direção, de um adversário anterior; muito mais, isto era parte de uma política para evitar qualquer acesso comparável para a União Soviética. Então, um trabalho de posição da CIA em 1985 notou que seja qual fosse o superpoder que fosse primeiro ao Irã seria “uma forte posição para trabalhar na direção da exclusão do outro”. Um outro funcionário da CIA queria alcançar “um fechamento do Irã” de forma que novamente “ele teria um relacionamento com os EUA” que seria “negado aos soviéticos”. E McFarlane mandou um cabograma para Poindexter depois de um encontro secreto em Teerã em maio de 1986: “estamos a caminho de algo que pode ser um verdadeiro ganho estratégico para nós ás custas dos soviéticos”.

ARMAS PARA O AYATOLLAH

A primcipal ferramenta pela qual os fazedores da política americana podiam assegurar sua posição no Irã em 1985 e 1986 era secretamente fornecer armas e informação de inteligência. Como havia se proclamado neutro na guerra Irã-Iraque, os EUA não eram supostos de fornecerem armas para qualquer um dos lados. Não obstante, os aliados dos EUA mantiveram os combatentes bem armazenados. Israel transferiu vastas quantidades de armas de origem americana para o Irã; em que extensão a permissão dos EUA para estes embarques era obtida [como exigida pela lei americana] não é conhecido, mas certamente os EUA tiveram um enorme alavancamento para evitar as transferências, se eles tivessem querido fazer isto.

Em 1984, por causa das vitórias iranianas nos campos de batalha e os crescentes laços dos EUA com os iraquianos, Washington lançou a “Operação Staunch,” um esforço para secar as fontes de armas para o Irã ao pressionar os aliados americanos a pararem de suprir Teerã. As vendas secretas de armas dos EUA para o Irã em 1985 e 1986 não apenas violaram a neutralidade dos EUA, mas também baratearam o que os EUA estavam tentando obter que todo mundo mais fizesse. O cínico ressaltaria que a Operação Staunch tornou as transferências de armas dos EUA para o Irã muito mais valiosas.

Quando os negócios destas armas se tornaram conhecidos, a administração Reagan estava diante de um maior escândalo em várias contagens. Os rendimentos das vendas de armas tinham sido desviados para os contra da Nicarágua em violação da Emenda Bolandt. E embora o professado descomprometimento da administração quanto ao terrorismo sempre tivesse sido hipócrita, dado seu patrocínio ao terrorismo na Nicarágua e em todos outros lugares, ser pego trocando “armas por reféns” foi particularmente embaraçoso.

Agora, de fato, isto não teria sido a primeira vez que os EUA ofereceram armas por reféns a Teerã. Em outubro de 1980, a administração Carter tinha declarado que partes sobressalentes de equipamento militar americano podiam ser vendidas ao Irã se os reféns da embaixada americana fossem prontamente libertados. Houve até mesmo conversa entre funcionários americanos sobre o pré posicionamento de algumas partes sobressalentes na Alemanha, Paquistão e Algéria de forma que os iranianos pudessem obter equipamento o mais rápido possível. Os republicanos acusaram Carter de estar tentando comprar reféns a tempo da eleição; há alguma evidência de que os republicanos enquanto isto estivessem engajados em uma manobra de eleição sua própria: negociar com o Irã para manter os reféns até depois da eleição para assegurar a vitória de Reagan [OCTUBER SURPRISE].

Em qualquer evento, a influência política, não os reféns, eram o objetivo da administração de Reagsan. A despeito do que estava na mente do presidente [e estava lá], o Conselho de Segurança Nacional foi claro que a agenda política era a chave.

Fossem quais fossem os argumentos para comprar a liberdade dos reféns, comerciar armas para obter a libertação deles é um outro assunto completamente diferente, já que estamos trocando as vidas de alguns reféns pelas vidas daqueles atingidos por estas armas. E comerciar armas para “uma abertura estratégica” é até mais repreeensível, particularmente quando as armas estao indo para um exército que está na ofensiva. Reagan declarou que as armas eram todas de natureza defensiva, mas isto não faz sentido. Mísseis anti-tanques nas mãos de um exército que avança são ofensivos. E os funcionários americanos sabiam exatamente para que os iranianos queriam as armas: por exemplo, como ressaltou a Comissão Tower, North e funcionários da CIA discutiram com seus contactos iranianos “a urgente necessidade do Irã” de “inteligênccia e armas a serem usadas nas operações ofensivas contra o Iraque”.

A inteligência que os EUA passaram aos iranianos eram uma mistura de informação factual e falsa. A CIA declarou que a informação falsa era para desencorajar a ofensiva final do Irã, por exemplo, exagerando os movimentos das tropas soviéticas na fronteira norte. Mas se os EUA simplesmente queriam desencorajar um ataque iraniano, isto poderia ter sido feito mais facilmente ao dizer ao Irã os planos de contingência de Washington para usar o poder aéreo americano no evento de uma rutura iraniana contra o Iraque. A desinformação sobre a União Soviética, contudo, tinha acrescentado vantagem de incitar a hostilidade iraniana para Moscou e os comunistas locais.

A inteligência dos EUA não lidou apenas com a União Soviética, mas também cobriu o fronte iraquiano também. O diretor substituto da CIA, John McMahon, afirmou que ele avisou Poindexter que tal inteligência daria aos iranianos “uma margem definitiva” com “resultados potencialmente cataclísmicos” e que ele era capaz de persuadir North de fornecer ao Irã apenas um segmento de inteligência. North, contudo, aparentemente deu os dados críticos ao Irã exatamente antes de sua vitória crucial na Península Fao em fevereiro de 1986. Não está claro em que extensão North estava aqui agindo por conta própria, mas é significativo que, a despeito dos avisos de McMahon, nem Poindexter nem o diretor da CIA Casey reverteram os planos para fornecer aos iranianos a completa informação de inteligência.

Ao mesmo tempo em que os EUA estavam dando armas a Teerã, um analista da CIA acreditava que isto poderia afetar o equilíbrio militar e passar a inteligência que a Comissão Tower avaliava de “potentialmente o maior significado” era também fornecer ao Iraque a informação de inteligência, alguma enganosa ou incompleta. Em 1986, a CIA estabeleceu uma ligação direta de Washington-para-Bagdá para fornecer aos iraquianos inteligência mais rápida dos satélites americanos. Simultaneamente, Casey estava exigindo que oficiais iraquianos realizassem mais ataques ao Irã, especialmente em alvos econômicos. Perguntado qual era a lógica em ajudar ambos os lados em uma guerra sangrenta, um antigo funcionário rspondeu, “você tinha que ter estado lá”.

O esforço de Washington em elevar sua posição com ambos lados terminou em 1986, quando uma facção do governo iraniano vazou a história do comércio americano de armas. Agora que a administração Reagan estava em uma posição inviável de ter alienado os iranianos e colocado em pânico todos os árabes, que concluiram que os EUA valorizavam mais a amizade iraniana que a deles. Para salvar a posição dos EUA com pelo menos um lado, Washington não tinha senão se inclinar — e inclinar-se pesadamente — na direção do Iraque.

A ARMADA AMERICANA

A oportunidade de demonstrar a inclinação veio rapidamente. O Kuwait tinha observado com crescente nervosismo os sucessos iranianos nos campos de batalha, talvez tornados possíveis pelas vendas de armas dos EUA e a informação de inteligência. O Irã era agora também conhecido por atacar navios que se dirigiam a portos no Kuwait, e para se proteger, o Kuwait decidiu tentar se dirigir aos EUA. Em setembro de 1986 [antes que o escândalo irrompesse], ele abordou Washington e Moscou e perguntou se eles estariam interessados em colocar sua bandeira nos navios kuwaitianos,e então proteger estas novas adições de sua marinha mercante. A reação inicial dos EUA foi indiferente. Mas quando os EUA souberam em março de 1987 que a União Soviética se ofereceu para colocar suas bandeiras em 11 petroleiros, eles prontamente se ofereceram para fazer a mesma coisa – o que afastaria a influência soviética do Golfo e daria aos EUA a oportunidade de demonstrar seu apoio ao Iraque.

O Kuwait aceitou a oferta americana, declinando a de Moscou, embora alugando três navios soviéticos como um meio de fornecer algum equilíbrio entre os EUA e a USSR, os kuwaitianos tendo menos medo da contaminação soviética do que de tinham de seus salvadores americanos. O Sub secretário de Assuntos Políticos Michael H. Armacost explicou, em junho de 1987, que se a USSR tivesse obtido um papel maior em proteger o petróleo do Golfo, os Estados do Golfo estariam sobre grande pressão para tornar disponíveis adicionais instalações para Moscou. A opinião dos EUA era a de que apenas um superpoder era permitido ter instalações na região, e este era os EUA. Então, quando em dezembro de 1980, a União Soviética propôs a neutralização do Golfo, sem alianças, sem bases, sem intervenção na região, e sem obstáculos ao livre comércio e rotas marítimas, Washington não mostrou interesse. Por agosto de 1987, os EUA tinham um porta aviões, um navio de batalha, seis cruisers e três destroyers, sete fragatas e inúmeros navios de apoio em ou na proximidade do Golfo, no que um estudo do Congresso chamou de ” a maior armada naval única empregada desde a altura da guerra do Vietnã”.

A administração Reagan afirmou que colocar sua bandeira era meramente pretendido proteger o fluxo de petróleo. Ela avisou que “qualquer interrupção significativa no petróleo do Golfo fariam com que os preços mundiais do petróleo disparassem”, amargamente evocando como os eventos em 1973-74 e 1978-79 demonstraram que “uma pequena interrupção – de menos de 5% – pode desencadear uma aguda escalada no preço do petróleo.”

Contudo, de fato, o petróleo – e seus preços -, nunca estiveram ameaçados. Tem havido uma abundância mundial de petróleo desde o início da década de 1980, com grande parte da capacidade de produção sub utilizada em nações fora do Golfo. A despeito dos horrendos custos humanos da guerra Irã-Íraque, os preços do petróleo tem realmente caído em 50% durante o curso do conflito. Pelo fim de 1987, 2/3 de todo o petróleo produzido no Golfo foi transportado pelo oleoduto. O estudo do Congresso notou que até mesmo no improvável evento de um fechamento real do Golfo, o impacto nos suprimentos de petróleo e nos preços seriam mínimos. É ilógico então que o Estreito de Hormuz possa ser visto como a ‘jugular’ das economias ocidentais.

Menos de 2% dos navios que transitam pelo Estreito foram atacados, e até mesmo esta estatística é enganosa porque muitos ataques causaram um dano menor.Somente um ataque iraniano em 10 causaram sérios danos.

Significativamente, o Irã se tornou mais agressivo em atacar os navios por causa da presença naval americana. Entre 1981 e abril de 1987, quando o uso da bandeira americana foi anunciado, o Irã atingiu 90 navios; em pouco mais de um ano portanto, o Irã atingiu 126 navios. Como notou o estudo do Congresso, “navegar no Golfo agora parece menos seguro do que antes de começar a construção naval americana”.

Se os EUA estivessem preocupados com a navegação livre, poderia ter dado alguma considração a proposta da União Soviética que a marinha americana e todas as marinhas nacionais se retirassem do Golfo, sendo substituidas por uma força da ONU. Mas Washington não estava interessado. De fato, alguns, como o New York Times, notaram que eram os EUA que poderiam fechar o Golfo — para as exportações iranianas — embora o Times acrescentasse que ‘tal ação de fato seria impensável a menos que solicitada pelos Estados árabes da região”. É muito para a liberdade da navegação.

Se o Iraque tivesse começado a guerra de petroleiros no Golfo em 1981, e tivesse continuado estes ataques em 1984 sem uma resposta paralela Iraniana no mar. Dois meses depois que o Iraque estabeleceu o passo e o escopo destes ataques em março de 1984, o Irã finalmente começou a responder. Os ataques iraquianos contudo, superaram em número aqueles do Irã até depois dos EUA anunciarem sua bandeira. A marinha americana protegeu os vasos rebandeirados e em abril de 1988 estendeu sua proteção para qualquer vaso neutro que sofresse ataque iraniano. Na prática, isto significava que o Iraque poderia atacar os vasos iranianos impunemente, com a marinha dos EUA evitaria a retaliação.

Washington justificou sua política ao ressaltar que o Iraque somente atacava navios iranianos enquanto que o Irã alvejava navios neutros: em particular aqueles do Kuwait. Este era um duvidoso argumento legal. Primeiramente, o Kuwait era neutro mas estava engajado em um comportamento não neutro. Entre outras coisas, ele abriu seus portos para entregas de material de querra que era transportado por terra para o Iraque. Segundo, o Iraque também atingia navios neutros, até mesmo navios sauditas, quando se destinavam ao Irã. O Iraque declarou certas águas iraquianas como “zona de exclusão de guerra’, mas um especialista em lei internacional tem notado, “os métodos iraquianos de cumprimento da lei eram muito próximos aos dos alemães” na Segunda Guerra Mundial, e sob “qualquer análise, a zona de exclusão iraquiana não pode ser justificada”. Os “ataques a navios mercantes neutros por ambos os lados devem ser condenados como violações da lei internacional”. Não havia uma justificativa legal para os EUA apoiarem o Iraque na guerra dos petroleiros.

Havia até menos qualquer lógica na qual a marinha americana pudesse ser referida como uma “força fazedora da paz”. Gary Sick, um ex funcionário do Conselho de Segurança Nacional a cargo do Irã, avaliou que as unidades navais americanas “teriam sido empregadas agressivamente e provocadoramente nas partes mais quentes do Golfo Pérsico”. “Nossa estratégia de patrulhamento agressivo”, ele observou, “tende a iniciar combates, não a terminá-los. As vezes nos comportamos como se o nosso objetivo fosse incitar o Irã a ir a guerra conosco”. Segundo um relatório do Congresso, funcionários em cada país do Golfo eram críticos “do meio altamente provocante no qual eram empregadas as forças dos EUA.” Quando em abril de 1988 os EUA tornaram um ataque de mina a um navio americano na maior batalha marítima dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, o Al Ittihad, um jornal que frequentemente refletia o pensamento do governo dos Emirados Árabes Unidos, criticou os ataques americanos notando que eles acrescentavam “combustível a tensão do Golfo”.

A postura agressiva dos EUA foi em marcante contraste com a postura da União Soviética. A União Soviética também estava escoltando navios no Golfo, particularmente os vasos transportando armas ao Kuwait para o Iraque. Em 6 de maio de 1987, barcos armados iranianos atacaram um navio mercante soviético, e duas semanas depois um dos navios soviéticos alugados pelo Kuwait foi a primeira vítima do ataque de minas desde 1984. Estes fatos não são amplamente conhecidos, porque a resposta soviética foi extremamente moderada.

A política soviética no Golfo foi objeto de um estudo comissionado pela marinha americana e escrita por um reputado intelectual de peso pesado, Francis Fukuyama, da Corporação Rand. Fukuyama concluiu que o “novo pensamento” de Gorbachev quanto à política externa era somente retórico quanto ao que dizia respeito ao Golfo Pérsico, porque Moscou continuava a buscar políticas de “soma zero” (isto é, totalmente competitivas) vis-a-vis os EUA. Mas os fatos apresentados no estudo sugerem uma conclusão muito diferente. Fukuyama nota que “os soviéticos, é verdade, estão enfrentando uma administração dos EUA que ela própria desempenha um jogo de soma zero no Golfo….O que os soviéticos teriam feito se enfrentassem um EUA mais colaborativo é instável e consequentemente não conhecível”. Não obstante, para Fukuyama a USSR é para ser culpada, já que Gorbachev tem sido acomodador em outras áreas de política diante da intransigência dos EUA e assim pode ter sido no Golfo, também.

Fukuyama reconhece que a União Soviética se refreou de seguir outras políticas mais agressivas no Golfo, tais como tentar sobrepujar Washington para influenciar o Kuwait. Ele observa que as unidades navais soviéticas no Golfo não foram empregadas ofensivamente, em contradição com aquelas dos EUA. (De fato, Fukuyama ressalta que desde o início da década de 1970 Moscou tinha lentificado o desenvolvimento de sua capacidade de projeção, diferentemente dos EUA.) A USSR soube usar instrumentos econômicos e políticos de política no Golfo, muito mais predominantemente do que aqueles militares como fizeram os EUA. E quando Moscou buscou suas próprias vantagens nas relações com o Irã, ele assim o fez em resposta aos acordos secretos em Teerã pela Casa Branca. Em resumo, se a política soviética no Golfo pode ser criticada por insuficiente “novo pensamento,” em comparação com a política dos EUA que é refletida como uma abordagem da Idade da Pedra.

Os empregos provocadores da marinha dos EUA no Golfo custaram pesadas baixas nos civis inocentes. Em novembro de 1987, um navio americano disparou suas metralhadoras de noite em um barco que acreditava ser um barco veloz iraniano com intento hostil; na realidade era um barco de pescadores dos Emirados Árabes Unidos. Uma pessoa morreu e três foram feridas. O incidente mais sério foi o U.S. cruiser Vicennes abater uma aeronave civil iraniana matando todos os 290 passageiros a bordo. O comandante de um outro navio no Golfo notou que enquanto “a condução de forças militares no mês anterior do incidente era apontada como não ameaçadora”, as ações do Vicennes “pareciam ser consistentemente agressivas”, levando a algumas mãos na marinha a se referirem ao navio como “Robo Cruiser.”

Ests tensões no Golfo continuaram a promover um importante objetivo dos EUA : elas encorajavam os Estados do Golfo a aperfeiçoarem sua cooperação militar com os EUA. Como ressaltado acima, os EUA tinham usado a guerra Irã-Iraque como uma alavanca para obterem direitos adicionais de base na região do Golfo. A operação da troca de bandeiras posteriormente aperfeiçoou a posição dos EUA. Segundo um relato da Associated Press, os EUA em geral, a cargo da RDF, afirmaram que “os EUA ganharam uma credibilidade sem precedentes com os líderes árabes como resultado de seu grande compromisso em escala naval no Golfo Pérsico”. Este comprometimento, ele disse, habilitou os EUA a estabelecerem melhores laços diplomáticos e militares com os Estados do Golfo.

INDIFERENÇA E DIPLOMACIA

Os empregos agressivos da marinha americana no Golfo não produziram uma dissenção do New York Times. Os editores reconheceram que ‘a declaração de neutralidade é a menor das folhas da figueira diplomática” de Washington. que na realidade a “América se inclinava na direção do Iraque.” Mas a inclinação era “por uma boa razão”, porque era uma estratégia destinada a obter a paz. A administração havia sido confundida, o Times admitiu, mas agora Washington tinha desenvolvido “uma política coerente para conter o Irã. E então por isso tem ganhado o direito de asumir riscos no Golfo.” E quando os riscos resultaram na destruição da aeronave civil iraniana, os editores declararam que a culpa podia estar no piloto iraniano, mas se não, certamente era culpa de Teerã por se recusar a acabar com a guerra.

Isto é uma opinião comum da guerra, amplamente promovida por Washington — que o Irã era o único obstáculo para a paz. Uma revisão da diplomacia da guerra, contudo, mostra que enquanto Khomeini certamente leva uma tremenda culpa pelo banho de sangue, a culpa não parava com ele.

Quando o Iraque atacou o Irã em 22 de setembro de 1980, o Conselho de Segurança da ONU esperou quatro dias antes de realizar um encontro. Em 28 de setembro, ele aprovou a Resolução 479 pedindo um fim do combate. Significativamente, contudo, a resolução não condenava [e nem sequer mencionava] a agressão iraquiana e não pedia o retorno às fronteiras internacionalmente reconhecidas. Como Ralph King, que tem estudado a respsta da ONU em detalhes, concluiu: “o Conselho mais ou menos deliberadamente ignorou as ações do Iraque em setembro de 1980″. Ele assim o fez porque o Conselho como um todo tinha uma opinião negativa do Irã e não estava preocupado o bastante sobre a situação difícil do Irã ir a sua ajuda. O delegado dos EUA notou que o Irã, como ele próprio havia violado as Resoluções da ONU quanto aos reféns da embaixada americana, dificilmente poderia se queixar sobre a opacidade da resposta do Conselho.

O Irã rejeitou a Resolução 479 como unilateral — o que de fato era. Quando a Noruega pediu uma retirada de forças internacionalmente supervisionada, o Iraque replicou – acertadamente – que isto violava a Resolução 479. O Irã se recusou a se engajar em qualquer discussão enquanto as forças iraquianas permanecessem em seu solo. Enquanto isto, funcionários do Departamento de Estado propuseram ” um esforço conjunto americano-soviético para promover uma solução”, mas Brzezinski argumentou que isto “legitimaria a posição soviética no Golfo e portanto prejudicaria nossos interesses vitais”. Nenhuma iniciativa dos EUA foi adiante. Uns poucos mais encontros infrutíferos do Conselho de Segurança foram realizados em outubro, e então não houve mais encontros formais sobre o assunto da guerra, a despeito da imensa carnificina, até julho de 1982.

Houve alguns esforços mediadores de terceiros. O primeiro foi realizado por Olof Palme, representando o Secretário Geral da ONU. Palme propôs como um passo inicial que os dois lados concordassem em ter o disputado caminho aquático de Shatt al-Arab limpo. Iraque, contudo, só concordaria se ele pudesse pagar todos os custos (o que legitimaria sua afirmação sobre o rio inteiro), e nenhum acordo pode ser alcançado. Então, um Comitê Ministerial Não Alinhado propôs um cessar fogo simultâneo com retirada, com zonas desmilitarizadas em ambos os lados. Por um tempo, Irã e Iraque aceitaram. Mas Bagdá logo mudaria de idéia esperando vencer no campo de batalha. Em nenhum dos casos houve significativa pressão externa para o Iraque se assentar.

No início de 1982, um outro esforço de mediação foi feito pelo governo da Algéria, que tinha ajudado o Irã e o Iraque a alcançarem um acordo de fronteiras em 1975 e também havia servido como intermediário para a libertação dos reféns da embaixada americana. Contudo, em 3 de maio de 1982, uma aeronave transportando o ministro do exterior algeriano e sua equipe de especialistas foi abatido no espaço aéreo iraniano por um avião caça iraquiano. Cinco anos depois, um piloto iraquiano capturado foi dito ter admitido que o ataque foi intencional, com o objetivo de ter o Irã culpado pela ação. Se isto foi verdade ou não, este abate eliminou do cenário os mediadores mais experientes.

Pelo fim de maio de 1982, o Irã tinha recapturado quase todo seu território e o Iraque estava procurando um meio de sair da guerra,. A Organização da Conferência Islâmica e o Conselho de Cooperação do Golfo tentaram mediar um acordo. Em 3 de junho, três homens liderados por um oficial da inteligência iraquiana tentaram assassinar o embaixador de Israel na Grã Bretanha, segundo um relatório, na esperança de provocar uma invasão israelense do Líbano, o que criaria as condições para que os combatentes do Golfo terminarem seu combate para enfrentar o inimigo comum: Israel. Israel não precisava de encorajamento para marchar sobre o Líbano, e sabia que a provocação nada tinha a ver com a OLP no Líbano, mas invadiu de qualquer maneira. Mas a guerra no Líbano não dissuadiu o Irã de continuar a guerra do Golfo, e pode ter sabotado os esforços de mediação.

O Iraque ofereceu retirar suas forças remanescentes do Irã e cessar fogo. Em Teerã um vigoroso debate decidiria se aceitaria ou não a oferta. Os mullahs tinham visto o crescimento do poder deles durante a guerra; embora o Xá tivesse originalmente sido expulso por uma ampla variedade de forças políticas, a cruzada contra o Iraque tinha habilitado os clérigos de ala direita a mobilizar a população e prevalecer sobre seus oponentes domésticos. Além disso, o Iraque havbia presumido erroneamente que o Irã se encontrava a beira de um colapso, em setembro de 1980, e agora o Irã via como se Saddam Hussein estivesse para cair. Khomeini decidiu continuar a guerra, declarando que o Irã não pararia de combater até ter derrubado Saddam Hussein, o culpado iraquiano da guerra e ter as reparações pagas.

Portanto cabe ao Irã a maior responsabilidade pela morte e destruição que se seguiu. Mas, significativamente, nenhum país industrial deu um forte apoio a paz naquele tempo. Dentro do governo dos EUA, o Secretário de Estado Alexander Haig propôs algum tipo de conferência internacional para a paz (embora sem a participação dos EUA e com certeza sem qualquer participação soviética). A proposta, recorda Haig, “fracassou em ganhar a atenção da Casa Branca”. Haig nota que a “guerra então estava em um estágio crítico, uma ofensiva iraniana tendo recuperado quase que todo território iraniano perdido, e é possível que uma iniciativa apropriada pudesse ser bem sucedida em terminar com as hostilidades.”

Em 12 de junho de 1982, o Conselho de Segurança abordou a questão da guerra pela primeira vez, desde 1980, e pediu a retirada para as fronteiras anteriores à guerra. O Irã considerou isto uma prova da parcialidade da ONU, já que o pedido de retirada veio no primeiro momento da guerra quando as forças iranianas mantinham qualquer território iraquiano.

O Iraque respondeu ás vitórias iranianas no solo fazendo uso de sua vantagem na tecnologia: isto escalou a guerra dos petroleiros, o emprego de armas químicas e ataques lançados sobre alvos civis. O Irã retaliou atacando os navios no Golfo, começando em 1984 e lançando seus próprios ataques sobre civis, embora em menor escala que o Iraque. O Irã acusou que cada ato do Conselho de Segurança refletia seu ânimo contra o Irã.

Em 1984 o Conselho de Segurança aprovou uma resolução sobre a guerra dos petroleiros que era dirigida primariamente contra as ações do Irã e não fez referências à conduta iraquiana, exceto para chamar todos os Estados a respeitarem o direito da livre navegação.

Sobre as armas químicas, o Conselho não aprovou qualquer resolução. Os EUA condenaram o uso de armas químicas, mas declinaram apoio a qualquer ação do Conselho contra o Iraque. O Conselho divulgou uma declaração muito menos significativa em 1985, condenando o uso de armas químicas, mas sem mencionar o nome do Iraque. Então, em março de 1986, pela primeira vez uma declaração do Conselho denunciou explicitamente o Iraque Isto, contudo, foi dois anos depois que o uso das armas químicas pelo Iraque tinha sido confirmado por uma equipe da ONU.

Em 1983 uma equipe da ONU descobriu que ambos os lados tinham atacado áreas civis, mas que o Irã havia sofrido um maior dano do que o Iraque. Teerã queria que o Conselho de Segurança aprovasse uma resolução que indicasse a maior responsabilidade do Iraque, mas o Conselho se recusou e nenhuma declaração foi divulgada. Em junho de 1984, o Secretário Geral foi capaz de fazer com que os dois lados concordassem em parar seus ataques a civis. Ambos os lados logo acusaram violações, mas as equipes de inspeção da ONU descobriram que enquanto o Iraque de fato estava em violação, o Irã não estava. Em março de 1985, a moratória tinha acabado.

Finalmente, em julho de 1988, com o sentimento iraniano anti-guerra disseminado, o Ayatollah Khomeini decidiu por fim nos combates. Em 18 de julho, o Irã declarou sua completa aceitação da Resolução 598. Mas, a este tempo, o Iraque havia virado a maré da batalha por terra, tendo recuperado virtualmente todo seu território e Saddam Hussein recusou-se a aceitar o cessar fogo. Bagdá continuou as operações ofensivas usando armas químicas contra o Irã e sua própria população curda. Não foi senão em 6 de agosto que a pressão internacional fez com que o Iraque concordasse com o cessar fogo, e levasse isto a efeito duas semanas depois. Ambos regimes continuaram a matar seus próprios cidadãos – os curdos no Iraque e os dissidentes, especialmente esquerdistas, no Irã – mas a guerra do Golfo havia acabado.

Três meses depois do fim da guerra, o Subsecretário Substituto da Marinha dos EUA, Seth Cropsy, expressou sua esperança que a consequência da operações dos EUA no Golfo dissipariam “a relutância nacional a se interpor às forças militares americanas nos conflitos de Terceiro Mundo, onde importantes matérias estão em jogo”. Aqueles que se opôem ao intervencionismo americano não partilharão desta esperança. Não que não houvesse importantes assuntos em jogo; havia. Mas não havia o perigo de uma invasão soviética ou ameaça às economias ocidentais de serem privadas de petróleo. Para Washington, o assunto importante era se ele seria ou não capaz de manter o status quo em uma região de grande valor esrtatégico para o Pentágono e grande valor econômico para as companhias de petróleo. Mas para aqueles externos aos corredores do poder, as materias reais tem sido, e continuarão a ser, como promover a paz, a justiça e a auto determinação no Golfo e em todos os lugares e estas matérias não se emprestam a diplomacia dos barcos atiradores.

Publicado em:  on Maio 17, 2008 at 5:20 pm Deixe um comentário
Tags: , , ,