A Arca de Cristo

A ARCA DE CRISTO

A MITOLOGIA, SIMBOLISMO E PROFECIA DO PLANETA X E A IDADE DO TERROR

WILLIAM HENRY

Dedicado a
Sarabeth.

2002

“Com Este Sinal Crie a Paz”

SCALA DEI
Nashville

1. DO FIM DO CÈU

Segundo o mito Sumério e Babilonio, nossa realidade se eleva do porvir de um incrível pesadelo cósmico. A detalhada narrativa deles fala da conquista e da matança da Grande Deusa Mãe [planeta] pelo Planeta X, um misterioso planeta esbravejante que balança longe, ao lado de nosso sistema solar e que é esperado logo retornar ao nosso sistema solar. Uma enorme incerteza acompanha este evento. Os Sumérios são um povo principalmente desconhecido pela maioria. Suas origens são incertas até mesmo para os eruditos. Se o planeta X está mesmo em seu caminho, contudo, as histórias sobre os deuses deles e as lembranças do começo da humanidade contêm uma orientação essencial para nossos tempos. Hà cinco mil anos atrás os astrônomos sumérios fizeram tabletes de argila cozida e que os pesquisadores dos selos de cilindro de cristal dizem representar o nosso sistema solar. Eles mostram onze globos circulando uma grande estrela raiada, presumidamente representando o Sol. A moderna astronomia apenas reconhece nove planetas no sistema solar – Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão este último, recentemente, desconsidrado como planeta, o que gerou uma polêmica ainda em aberto nos círculos academicos].  Não foi senão em 1781 que a astronomia moderna descobriu Urano, em 1846 descobriu Netuno e apenas em 1930 aconteceu a descoberta de Plutão. Se fomos incluir a Lua como um planeta, o que parece que os sumérios tenham feito, então temos um total de dez planetas orbitando atualmente o Sol. Isto nos deixa com um planeta; um planeta muito maior do que a Terra mas menor do que Júpiter e Saturno que os sumérios representavam entre Marte e Júpiter.

Seja quem for que inspirou os sumérios a fazerem estes selos parece também ter inspirado os poetas sacerdotais, que o erudito sumério Zecharia Sitchin mantém, numerou os planetas de nosso sistema solar de fora para dentro, na medida em que eles se aproximavam da Terra vindos de fora de nosso sistema solar. Nenhum nome é dado nos selos de cilindro para os corpos representados neles. Deixou esta tarefa para os poetas, ou as musas deles, preencherem os vazios. Sitchin, que começou publicando suas interpretações poéticas destas histórias em 1976 em sua série ‘Cronicas da Terra’ composta de cinco livros, revolucionou o estudo do Enuma Elisha, o ‘Geneses Babilonio’, e do Geneses Hebreu ao apresentar a história da Criação cujas implicações literalmente podem transformar a raça humana. Seu trabalho controvertido constitui uma potencial maior inovação em nosso entendimento de questões fundamentais que sempre tem perplexado a humanidade: Quem somos nós? Como chegamos aqui? Como voltamos para casa? Nestes velhos textos aprendemos que o planetas extra localizado entre Marte e Júpiter é chamado TIAMAT, uma deusa que tem duas faces. Na tradição patriarcal ela é chamada ‘o monstro’, e ‘a serpente dragão do caos’, enquanto na tradição matriarcal ela é chamada a ‘donzela da vida’ e é descrita em termos brilhantes  como um cintilante prêmio a prestar atenção: a primordial deusa do mar que enfrentaria um destino similar ao da Atlântida. O Enuma Elisha fala como o Armagedon atingiu a deusa. Ela foi violentamente partida em pedaços. Uma metade de TIAMAT foi demolida e se tornou o cinturão de asteróides, “o bracelete martelado’ ou o campo de restos planetários que circula entre Marte e Júpiter. A outra metade tornou-se a Terra. Em outras palavras, Sitchin diz que a Terra é TIAMAT reencarnada. O Torah também se refere a esta destruição aludindo ao Planeta X como os sumérios o fazem, como ‘O Senhor':

‘Os Céus evidenciam a glória do Senhor, o Bracelete Martelado proclama seu trabalho manual’. Muito atraentemente o Torah acrescenta: ‘Do fim dos céus Ele se emana. O martelamento desta deusa é atribuido ao primeiro ferreiro ou alquimista que ‘martelou’ ou muito mais ‘lançou’ o mundo. Seu nome é EA, o senhor da sabedoria e da mineração e metalurgia. Na recontagem babilonica desta história o filho de EA, Marduk, um outro nome para o Planeta X, usurpou a autoridade de seu pai e levou o crédito pela matança deste dragão; a original guerra no céu é mais tarde descrita no Livro da Revelação. Depois do confronto, diz Sitchin, o Planeta X permaneceu em nosso sistema solar em uma vasta órbita elíptica de 3.600 anos – o que o torna muito obscuro para ser visto. Ele é um décimo segundo planeta em nosso sistema solar, o décimo a partir do Sol. Dai ele ser chamado de Planeta X, o numeral romano para dez. EA é a figura central em nossa investigação. Interessantementemente, EA era realmente o nome da deusa antes que fosse usado para um deus masculino. A associação original de EA com a deusa é refletida em sua presença no Oriente, Pascoa, Terra [east, easter, earth] e todas estas palavras sendo associadas ao Divino Feminino. Os tabletes de argila cozida deixados pelos sumérios, e interpretados por Sitchin, nos contam que depois do cataclisma que formou a Terra, EA liderou um grupo de seres interplanetários do Planeta X que desceram no dragão ferido para semear uma nova civilização. Sitchin estima que isto ocorreu a alguns 450.000 anos atrás. Os sumérios chamavam EA e os primeiros representantes do Planeta X que desceram à Terra de An-nun-aki, ou os Filhos de Anu ou Ana, significando “O Povo do Deus da Luz’. A raça Ana foi conhecida por vários nomes. Na Grécia, os Annodoti. Na história céltica, os Tuatha de Danaan. Nas escrituras semíticas (Torah, Talmud, Velho Testamento e os textos apócrifos como o Livro de Enoque), eles eram chamados Nephilim, Gigantes, os Filhos de Deus, Os Observadores. Eles são descritos como vindo e indo das estrelas em ferozes veículos voadores. Eles tem armas de destruição em massa, que eles usam um contra o outro. Eles usam roupas de alta tecnologia com anexos simbolizando asas, chifres, e até mesmo escamas de peixe. Cada um destes símbolos indica o poder divino e o sangue real. A Bíblia também os chama de Els, uma antiga palavra que é encontrada em muitas outras linguas incluindo o sumério EL, ‘luminosidade’ ‘brilho'; o babilonio ELLU, ‘o brilhante’, ‘ um ser brilhante'; o velho gaulês ELLU, ‘um ser brilhante ‘ e o inglês ELF, ‘ser brilhante’. Eu me referirei a eles como Os Brilhantes. Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra para procurar ouro para consertar uma crise atmosférica no Planeta X. De início ele diz: “EA tentou minerar o ouro das águas da Terra. Quando o resultado não foi satisfatório, seu meio-irmão ENLIL veio à Terra, para assumir o comando, e mudou as operações para a África, onde o ouro era abundante [e ainda é]. Quando o trabalho tornou-se intenso demais para os antigos astronautas, EA geneticamente alterou os proto-humanos que então habitavam o planeta, criando a humanidade como uma raça escrava.

O intercâmbio do termo bíblico El e o sumério Os Brilhantes ilumina muito do mito previamente enodoado e a escritura, particularmente as quatro citações quintessenciais do livro do Geneses 1:1 ‘ No início os Brilhantes criaram o céu e a Terra’. 1:26 ‘Os Brilhants disseram: Vamos faze-los a nossa imagem, na semelhança de nós’. 2:8 ‘YAHWEH (o líder dos Brilhantes] plantou um Jardim no Oriente’. 5:24 ‘Enoque andou com Os Brilhantes. Então ele desapareceu porque Os Brilhantes o levaram embora’. Dos registros sumérios Sitchin conjectura que algum tempo depois da chegada deles, EA e sua parceira, a deusa Ninharsag, começaram a experimentar com o selvagem Homo eretus que eles encontraram habitando as regiões do Delta da África. Estes experimentos levaram a criação de um ‘lulu’ ou ‘um misto’, um híbrido que se tornou um trabalhador primitivo e culminou em algum tempo por volta de 300.000 AC com o protótipo que os sumérios chamam de Adapa, o ‘homem modelo’, e que os hebreus chamam de Adão. Há pouca dúvida de que EA e Ninharsag pretendiam que sua criação inicial, chamada ‘lulu’ realizasse o trabalho duro em benefício do planeta lar deles. Contudo, em algum ponto eles parecem ter mudado de idéia sobre usar a escravidão espiritual como meio de resolver o problema atmosférico do planeta X. Em uma drástica mudança de coração, eles abruptamente foram a um outro extremo. Sitchin reconta que EA e Ninharsag não estavam contentes em permitir que a criação deles continuasse escrava. Eles estabeleceram um curso para retirar sua criação do laço espiritual ao criar um ser avançado por meio da pesquisa genética, formando com eles uma ligação mais estreita e uma maior semelhança com os Brilhantes. Usando seu próprio material genético, EA e  Ninharsag chegaram a um novo ‘modelo perfeito’ de terrenos chamados Adapa. A este tempo, Adapa foi ordenado como alto sacerdote em Eridu. Ele era conhecido ter adquirido uma sabedoria igual a de seu pai, porque EA o tinha ‘aperfeiçado com um amplo entendimento, revelando todos os projetos da Terra; a Sabedoria foi dada a ele’. Nos é dito que Adapa diariamente frequentava o santuário em Eridu. Ele posteriormente recebeu a missão de espalhar seu conhecimento para a humanidade. Segundo a história suméria, foi neste templo em Eridu que EA, o mestre dos segredos de todo conhecimento cientifico, guardava o ‘me’  – o cristal – como objetos, algumas vezes usados como ornamentos ao corpo dos deuses, no qual o conhecimento como a medicina, astronomia, astrologia, e construção do templo estavam contidos. Adapa foi apelidado NUN.ME ou ‘Aquele que decifrou o Me’. ENLIL chamado ‘príncipe da Terra’ cujo comando faz o céu tremer, é militarista, gerencial, e totalmente oposto a EA, o sonhador. Ele estava furioso com EA por criar esta raça escrava [que ele transformou em objeto sexual]. Ele foi ameaçado pelo aparecimento de Adapa.

Há uma declaração interessante no Popol Vuh maia que reflete os pensamentos de ENLIL sobre o assunto de seus ‘escravos’ que se tornaram perfeitos: ‘Não é bom que as nossas criaturas devam saber disso. Devam eles por acaso serem iguais a nós, seus criadores, que podemos ver distante, que conhecemos tudo e tudo vemos?’ ‘Devem eles serem deuses?” Um antigo nome para este seres é o povo irlandês ‘sidhe’. Eles são considerados serem descendentes diretos ou reencarnações dos Brilhantes. Evans-Wentz nota que este povo sidhe é descrito como uma raça de aparência majestosa e maravilhosa beleza, em forma humana, ainda que de natureza divina. Eles são divididos em duas classes: aqueles que são brilhantes, e aqueles que são opalescentes e parecem acesos por uma luz dentro deles próprios. A palavra sidh nos informa da natureza dos ensinamentos proibidos que EA desejou ensinar. Sidh parece estar relacionado ao latim sedes e ao sânscrito siddha, ambas as palavras significando poder. O termo sânscrito siddhi carrega o sigignificado de “realização’ ou ‘perfeição’. Na literatura hindu este termo é usado para denotar as habilidades que os indivíduos auto-realizados ou espiritualmente perfeitos possuem e usam sem egoismo. Os eruditos que tem acompanhado os ‘anos perdidos’ de Jesus tem mostrado que ele recebeu treinamento na Índia de mestres hindus e budistas. Eles ensinaram a ele as habilidades yogi chamadas ashta-siddhi. Estes oitos poderes eram: Animan, a habilidade de fazer alguém infinitamente pequeno em um instante; Mahiman, o poder de crescer infinitamente grande a sua vontade; Laghiman, desafiar a lei da gravidade, a levitação; Prapti, o poder de tocar qualquer objeto a qualquer distância, tal como cavar um punhado da poeira de Marte; Prakamya, a habilidade de mergulhar no solo sólido e se mover nele como se fosse no ar ou na água; Vashitva, o controle total sobre os elementos; Ishitritva, a habilidade para criar ou destruir a matéria; Kamavasayitva, a materialiação instantanea dos desejos.

EA flutua por um pilar. Por causa do envolvimento genético de EA e sua doação dos segredos das estrelas, a humanidade da Terra pode ser elevada ao nível do desenvolvimento intelectual dos deuses. A possibilidade de sua criação poder até mesmo excedido seus supervisores extraterrestres é evidenciada pela declaração de Jesus, ‘aquele que acredita em mim também fará os trabalhos que faço; e os maiores trabalhos do que estes ele fará, porque eu vou ao Pai”.

Por causa de seu desejo de ensinar estas poderosas habilidades à humanidade EA foi rotulado como ‘A Serpente’. Este conhecimento e as habilidades que ele representa, é a verdadeira razão porque ENLIL, que se tornou YAHWEH na tradição hebraica, estava tão enraivecido e ameaçado. Por esta interpretação, EA estava criando ou ativando uma super raça, lembrada pelos Essênios como ‘Os Filhos da Luz’ e por outras tradições em termos similares. O bastão mágico como a elegância desta hipótese tem sido usado para explicar a falta de evidência esquelética entre o Homo eretus e o Homo sapiens, uma criatura que no piscar dos olhos, ou ao acenar um bastão, desenvolveu um cérebro enorme e verdadeiramente aperfeiçou suas faculdades. Não existe um elo perdido. A evolução foi acelerada por nossos amigáveis bioengenheiros vizinhos. Houve um salto quantum orquestrado pelos colonizadores do Planeta X que se tornaram os deuses e deusas do antigo mito e da escritura. [É desconhecido se eles realizaram esta alteração com as bençãos do Grande Criador]. Pelos meus mais de dez anos de estudos do que pode ser visto como a Hipótese de Sitchin tenho ponderado várias questões a respeito da busca por ouro dos Brilhantes e a criação deles da humanidade como uma raça escrava para obter este elemento. Primeiro, porque viajar até a Terra por um elemento que é reputado ser de grande quantidade nos asteróides do Espaço?  Segundo, porque viajar tudo isto pelo ouro?  Porque não por muitos outros recursos abundantes na Terra? Água por exemplo. Terceiro, ao invés de fazer alguma arriscada bioengenharia e combinar o próprio DNA deles com aquele dos proto-humanos que já habitavam a Terra, porque os Brilhantes simplesmente não construiram máquinas ou robôs para fazerem o trabalho? Se eles eram capazes de construir espaçonaves, porque não construiriam robôs também?

Falando economicamente um clone que se auto-gerava, tal como os primeiros humanos, era uma solução mais barata e eficiente do que robôs mecânicos. Contudo, o custo é superado pelo risco envolvido em criar uma criatura com poderes iguais ou até mesmo ultrapassando os seus próprios; o que Sitchin avalia, foi uma das objeções de ENLIL ao processo genético de seu meio-irmão EA. A chave para esta história, no que diga respeito a esta investigação, é a habilidade de EA como um alquimista. Aceitando a teoria de que EA e outros Brilhantes do Planeta X eram reais inteligências ou seres de uma civilização tecnologicamente, embora não moralmente, avançada, tenho questionado porque um metalúrgico ou artesão de genes da reputada maestria de EA precisaria afinal minerar ouro. Como o pai da alquimia ele certamente tinha a habilidade de fabricar ouro dos metais base. De fato, tão ligado à arte da alquimia ele era, que esta arte pode ser pensada de uma religião de Mistério de EA. Minha abordagem desta história  reside no entendimento que, como os egípcios, os sumérios eram completos expoentes do ‘trocadilho’ [jogo de palavras], uma técnica literária que dá vários significados ao uso de uma frase economica ou simbolo. Eles provavelmente aprenderam isto de EA; o Ouro, por exemplo, simbolizado por este símbolo, é um ‘trocadilho’ alquímico ou símbolo para alma, e para Sol. Sol é um termo alquimico para a essência da vida escondida no ouro. Esta essência é chamada  tinc-tura rubea (a tintura vermelha), vermelho para o sol alquímico [e o Planeta X]. Esta substância sol pinga do Sol e produz limões, laranjas, vinho, e, no reino mineral, ouro. Nos humanos é o ‘brilho’ ou o ‘corpo lucente’ e é similar ao Espírito Santo. Similarmente, é a matéria prima, o ouro, do qual somos feitos, e o ouro que EA estava buscando.

Isto pode explicar porque algumas pessoas acreditaram que a carne dos deuses era feita de ouro, como o fizeram os antigos egípcios que acreditavam que os corpos de seus faraós eram feitos de ouro. Uma outra chave para decifrar o significado alquímico da atividade mineradora de EA é fornecida quando lembramos que a água, o elemento em que EA primeiro tentou minerar o ouro, é frequentemente usada como uma metáfora para ‘mãe’ e para ‘almas’. Os antigos, particularmente os magos herméticos, afirmavam que as águas maternas em combinação com a Terra maternal criava as almas. Os oceanos de TIAMAT foram descritos como um útero cheio do fluido da criação. Se, simbolicamente, a água representa as almas como é o Sol, a essência da vida. Sob esta luz, quando o Planeta X dividiu a pedra de TIAMAT em dois ela liberou um oceano de almas, sangue ou essência cósmica no cosmos. Isto é verificado na versão grega do nome de TIAMAT – Demeter – o cortar ou dividir um círculo em dois, ou Dia [partir] mater [mãe, matéria]. Além de An, os sumérios chamavam o Planeta X de Nibiru [O Planeta que Atravessa]. O nome moderno para este planeta, X, é portanto bem sincronico. A cruz diagonal com braços de igual comprimento é um símbolo muito antigo. Compare sua associação com a divisão, com seu uso como um sinal de multiplicação desde o início do século XVII [A Iluminação] e a lei da polaridade dos significados dos glifos elementares se torna evidente. Como um hieróglifo egípcio ele significa dividir e quebrar em partes, e foi visto no baú de Osiris, o deus salvador que foi cortado em quatorze pedaços. Este sinal tem um amplo espectro de significados de confrontação, anulação e poderes opostos para os desconhecedores e não familiarizados.

Aqui tem um número de meios pelos quais o X é usado: um cruzamento entre espécies diferentes ou raças [em botânica e biologia], jogadas [no xadrez], não pode continuar [sinal para o código de emergência aérea], desconhecido [matemática], e pessoa desconhecida [Mr ou Mrs X]. Como veremos a cruz diagonal é também usada como um símbolo para Cristo, cujo corpo é simbolizado pelo pão na cerimônia da Eucaristia e é partido ao meio. Cada um destes significados, particularmente o último, é relevante para a história do Planeta X e TIAMAT, que é associada com a vinda ou advento do ‘Senhor’. Minha premissa é que os seres do Planeta X estavam interessados em salvarem almas. Um dos títulos originais de EA era ‘Casa das águas’. Permitindo o intercâmbio  de águas e almas se torna que EA era o Senhor das Almas. Substituindo alma por ouro, como o fazem os alquimistas, é concebível que a alegada crise planetária que o Planeta X estava enfrentado fosse espiritual e não material. Fazer ouro ou a aquisição ao lado, a busca do alquimista é a busca para transmutar a alma dele em uma forma mais alta, uma apoteose, ou se fazer de Deus. Simplesmente, pergunto, que tal se a atmosfera decadente do Planeta X que EA estava tentando reparar com ouro fosse realmente uma atmosfera de alma em deterioração? Suponha que o Planeta X estava vivenciado uma crise de alma e que EA veio à Terra em busca de almas para tornar a encher seu planeta natal. O propósito posterior que as almas que ele pretendia recuperar foram uma vez residentes em TIAMAT e agora estavam embebidas na Terra. A parceira de EA, Ninharsag que tem o título de Nin-ti-nugga, ‘a senhora da vida’ ou “Ela que Dá Vida aos Mortos’ pode fazer um estranho sentido, simultaneamente reforça minha tese e aponta para o papel especial dela como representante do Planeta X. A mitologia de TIAMAT leva a conclusão que este era um planeta que uma vez foi uma das Pleiades, um grupamento de estrelas que também eram chamado de Filhas de Atlas, Atlantis ou Atlantida.

Na história de TIAMAT aprendemos de um planeta e um grupo de almas que afundam na noite, das quais houve sobreviventes, que se engajaram em uma longa marcha para se reagruparem, e reclamar uma coleção de instrumentos de poder para ajudar a reconstruir a civilização deles de forma que as almas pudessem voltar para casa. A história de TIAMAT, o antigo mundo lar Pleiadiano, é a história da Atlandida nas estrelas. As Pleiades estão localizadas na constelação de Touro. Elas eram acreditadas serem os povos mais iniciais a serem compostos em seis estrelas visíveis, mais uma sétima, invisível. Agora sabemos que havia realmente centenas de estrelas neste belo agrupamento, o que pode explicar porque os antigos também a chamavam de Colméia de Abelhas. O ocultista do século XIII, Michael Scot, uma vez proclamou que o mel cai do ar para as flores, e então é coletado pelas abelhas. Para nós, isto soa poético. Contudo, Scot estava escrevendo na linguagem dos Pássaros ou Bardos [a linguagem dos poetas]. Esta é a linguagem dos alquimistas, segundo Fulcanelli. Nesta linguagem a abelha é um símbolo antigo para a alma humana, as flores são o corpo humano e o mel é o alimento que alimenta as almas. Muitos grupos ocultos, inclusive os Merovíngios e os Rosacrucianos, incorporaram o símbolo da abelha, especialmente a abelha planando sobre uma rosa, como símbolo da alma humana. Ela é um emblema de Demeter ou TIAMAT. A colméia de abelhas é um símbolo relacionado. A colméia representa não apenas a natureza industriosa da abelha, mas também a ‘alma coletiva’. A maioria das palavras antigas para alma são femininas: psique, pneuma, anima, alma. Isto é porque os antigos acreditavam que cada homem tinha uma alma feminina derivada da Deusa Mãe [TIAMAT] para a Mãe Terra. Isto faz um sentido perfeito se a Terra é TIAMAT reencarnada. [Isto também dá substância posterior às religiões iniciais veneradoras da deusa]. Mais tarde, as religiões patriarcais [Enlilitas] entraram em cena para escrever a versão deles de Deus como um homem idoso de barbas brancas controlador e julgador sentado em um trono, eles imaginaram a alma como a ‘respiração’, ´o alento’, o pneuma que é um deus masculino  que pode dar nascimento, por assim dizer. Os sumérios entendiam a alma como sendo a verdadeira fonte da consciência, personalidade e inteligência. Os tabletes sumérios de fato mencionam uma alma em conexão com a criação do Homo sapiens: ‘você tem assassinado um deus juntamente com sua personalidade [ser espiritual] que eu tenho removido seu trabalho pesado, tenho imposto seu sofrimento ao homem’. Uma perplexante faceta moral deste problema , argumenta o advogado William Bramley em seu livro “Os Deuses do Eden ‘ [veja o livro completo traduzido aqui neste blog]   ‘era como garantir a estes escravos bastante inteligência para permitir que eles funcionassem sem dar a eles a consciência de seu verdadeiro potencial espiritual. Afinal, Bramley pergunta, que entidade espiritual auto consciente concordaria com uma vida de escravidão? Baseado em como as coisas eram feitas na sociedade humana, Bramley propôs que as almas usadas para dar vida a estes escravos eram criminosas, desviadas, prisioneiros de guerra, grupos raciais e sociais detestados, não conformistas, ou outros indesejáveis. A proposição de Bramley, conquanto inteiramente concebível, simplesmente não desperta muita verdade em mim; particularmente quando o mito de TIAMAT é criado. Intuitivamente, ele também não cai como algo que EA ou Ninharsag fariam. Ao invés de desviados, sugiro que as almas que EA e Ninharsag cuidaram e implantaram nos primeiros corpos humanos estavam ligadas à Terra pela destruição de TIAMAT.

A acompanhante ilustração suméria mostra EA e  Ninharsag de pé juntos na frente de um pilar. Pendurado do pulso de Ninharsag está o símbolo omega dela, o ‘cortador’, um instrumento usado pelas parteiras na antiguidade para cortar o cordão umbilical. Como Sitchin ressalta no seu livro ‘O Décimo Segundo Planeta’ ela aparece de pé na frente de algums tubos de laboratório ou jarros. È útil saber o que representa a idéia do ‘amor’ para os sumérios que desenhavam um simples jarro ou container com uma tocha acesa dentro para indicar o calor fermentante da gestação no útero.

E.A. e Ninharsag no laboratório genético deles? Nesta cena estamos vendo o processo de gestação de um ovo fértil ocorrendo neste jarro? Ou, isto possivelmente seja algum tipo de avançado equipamento médico? Isto de fato é um jarro? Isto talvez seja um Santo Gral, ou vaso da Vida, alguma forma de armazenamento de almas? Isto possivelmente nos permite entreter a idéia que o bastão que EA está acenando também seja alguma forma de tecnologia avançada. De fato, nesta cena nos é dito pelos sumérios, EA está acenando seu cetro exaltado, o bastão com Grupo de Trabalho. Este é o caduceu alquimico com as serpentes enroladas. Entre outras coisas, esta lenda nos conta que os caduceus podem ser usados para infundir a força da vida à matéria inerte e conduzir as almas entre dimensões!

Deus [EA?], com a Taça da Vida na mão, tosta o nascimento de um homem com os braços esticados de um pilar. Isto é alguma forma de tecnologia? Isto está no selo de por volta de 2334-2154 AC. na Biblioteca Pierpont Morgan, New York.

Como suas contrapartes egípcias Hathor e Isis, Ninharsag foi retratada como a Grande Vaca, o símbolo para a deusa criadora Pleiadiana. Ela tem sido reverenciada como criadora. As ações e os títulos dela sugerem que ela é o verdadeiro poder por trás de EA. Ela é chamada: a construtora daquilo que tem Respiração [uma palavra código para alma], a Carpinteira da Humanidade, a Carpinteira do Coração, A Trabalhadora do Cobre dos Deuses, a Trabalhadora do Cobre da Terra, e a Senhora da Cerâmica. Ninharsag foi mais tarde renomeada o arcanjo Gabri-EL [o Herói de Deus] na tradição judaico-cristã. Agora, isto é fascinante. Gabri-El apareceu à Virgem Maria alertando-a que ela logo conceberia o Cristo criança, Jesus. No ano 600 de nossa era ela visitou o profeta Maomé e ditou o Alcorão para ele. Quando Gabri-El escoltou Maomé até o céu do topo do Monte Moriah [Meru] em Jerusalém, uma magnífica escada/pilar apareceu. Ele então voou ao céu em um Pégaso de face feminina. O resumo cósmico de Gabri-El afirma que ela é um dos quatro anjos especiais chamados Serafim [porque 'ser' significa 'serpente' ou 'alto ser' e 'rafa' significa 'curador'], popularmente conhecido como ‘as divinas ferozes serpentes da iluminação’. Esta deusa sábia foi identificada com a própria serpente. Originalmente, diz Barbara Walker em sua Enciclopédia de Mitos e Segredos das Mulheres, a palavra ‘seraph’ era acreditada significar a serpente relampago fertilizando o ovo Terra, e mais tarde foi interpretada como anjo. Na Anunciação por Bartel Bruyn, Gabri-El acena o bastão caduceu do Serafim e transporta a alma de Cristo ao longo do Espírito Santo, simbolizado por uma pomba, para dentro do corpo de Maria. Este episódio pode ser interpretado como um exemplo da antiga inseminação artificial ou manipulação genética.

Neste cenário, EA e Ninharsag não projetam o corpo humano meramente como um instrumento para minerar ouro. Ao invés, ele modificou o corpo humano como uma arca ou vaso para a alma. Alquimicamente, isto é uma máquina de ressurreição ou “fluidor de almas” destinado a elevar as almas de TIAMAT da Terra e leva-las de volta para casa. Esta é uma idéia mitológica muito antiga, nota o famoso psiquiatra suiço Dr. Carl Jung, que o herói, quando a luz da vida é extinta, vai viver como uma serpente ou é venerado como uma serpente. Uma outra idéia primitiva disseminada é a forma de serpente dos espíritos dos mortos. Esta idéia deu elevação ao trocadilho nas palavras heraicas nahash (serpente) e nashamah (alma). Isto também ilumina a ‘elevação da serpente’ encontrada em tantos contextos. Os ensinamentos antigos revelam que uma serpente [ou alma] não pode ficar ereta por sua própria conta. Por analogia, uma serpente precisa de uma árvore para levantar seu caminho na direção do mundo do espírito, acima. Então, a coluna dorsal humana representa uma árvore ou fluidor no qual a força espiritual da vida ou alma pode ascender. E então vem a associação com a serpente e a Árvore da Vida e a alma e a rosa. A menos que ela tenha um veículo no qual ela possa ascender, uma serpente [ou alma] é condenada ao isolamento nos mundos inferiores. Igualmente, um corpo sem uma animação espiritual é um salto sem sigificado de compostos químicos. Deste modo, o corpo humano, como o conteiner da força da vida prolongada pelo DNA, é um receptáculo e um fluidor do amor. O florescimento da flor humana representa a manifestação e disseminação do amor no universo. Isto possivelmente explique porque EA e Ninharsag foram descritos como ‘jardineiros’. Neste cenário quando nos é dito que EA veio à Terra para minerar ouro isto aponta para seu verdadeiro propósito: para minerar ou salvar almas. Estou propondo que EA e os Brilhantes do Planeta X que o acompanharam vieram à Terra para resgatarem as almas de TIAMAT.

A serpente [ou alma] da Terra torna-se celestial; com asas ela pode voar, e permite que as múmias retornem às estrelas. Repare no símbolo do ouro em sua cabeça. Isto cria uma clara imagem de EA como criador de uma raça de seres no verdadeiro início da história humana cujo propósito é avançar a raça humana. Ele foi o primeiro Salvador da Terra, ou Cristo em grego. O propósito dele era geneticamente ‘fabricar’ o corpo humano em sua forma presente e não criar uma raça escrava; era para criar um veículo de resgate ou arca para a alma voltar para casa. Durante suas periódicas visitas de retorno a esta parte do sistema solar o Planeta X se encontra com almas adicionais. É o corpo humano a Arca de Cristo? Ou esta arca é algo mais que o corpo humano foi projetado para interagir? Sitchin discute que o Planeta X era o lar de uma civilização enormemente avançada; iremos adiante para postular que TIAMAT também o era. Para chegar ao núcleo desta investigação devemos considerar a calamidade de TIAMAT como sendo muito mais do que um cataclisma físico planetário. Devemos considerar que havia almas que pertenciam ou eram residentes em TIAMAT. Michael Cremo e Richard Thompson, autores de ‘Forbidden Archaeology: The Hidden History of the Human Race’ apresentam a evidência para uma presença humana na Terra remontando a 600 milhões de anos atrás. É possível que esta evidência, tais como a impressão de sapatos e vasos metálicos embebidos em minas de carvão ou de ouro milhas profundas na Terra, representem restos do cataclisma de TIAMAT? Somente sob esta perspectiva há um significado interno e inter-relações entre a história de TIAMAT/Terra e o Planeta X e isto ganhe relevância em nosso mundo. Somos os sobreviventes do cataclisma de TIAMAT. Somos as almas que o Planeta X está preparando para encontrar. Como estamos nos preparando para este encontro? Interessantemente, os mesmos elementos raiz para ‘serpente’ e ‘alma’ aparecem na palavra árabe ‘nashr’, que se refere á tradição Sufi de depositar bolsos de conhecimento em uma técnica espalhada [nashr]. A raiz árabe NASHR, da qual a palavra deriva, também significa ‘expandir, disseminar, apresentar, propagar, revivicar, dispersar, e tornar-se verde depois da chuva [ou iniciação]. Verde é a cor do cobre. Na escritura hebraica a serpente que é elevada pode ser uma referência ao DNA. Isto sugere que verde era a cor da serpente abrasada da cura elevada por Moisés. Esta conexão terá uma importância enorme momentaneamente. Além de projetar o corpo humano como um fluidor de alma, ou uma Arca de Cristo, proponho que EA e Ninharsag implantaram o conhecimento científico dentro de nosso DNA para ativar esta flor ou arca, e transformar o homem médio em um Brilhante. O significado de preparar o ego de alguém para o encontro com os Brilhantes também está aqui contido. Ele é ativado nos sonhos. Minha base para esta proposta tem a ver com o repetido aparecimento nas história alquimicas de um livro de cobre.

Um dos dos mais impressivos exemplos de uma transmutação aparentemente genuina de metais base em ouro está entre as mais completamente documentadas – aquela de Nicholas Flamel de Paris. Flamel nasceu por volta de 1330. Em suas próprias palavras, ele descreve muito candidamente como não apenas ele desenhou a alquimia, mas como, depois de ‘apenas’ vinte e quatro anos de pesquisa, encorajado por sua esposa, Perronelle, ele finalmente descobriu o segredo de fazer ouro. Flamel era um copiador de manuscritos e um comerciante de livros. Uma noite, ele teve um sonho no qual um anjo apareceu a ele e lhe mostrou um grande livro de capa de cobre com páginas de pequenas cascas de árvore, e gravado com estranhos caracteres hieróglificos. O anjo disse a ele que um dia ele entenderia as páginas do livro. Quando ele foi foi para tocar o livro, este desapareceu em uma aura de luz juntamente com a figura angélica. Por anos Flamel foi assombrado pelo sonho até que um dia o livro apareceu na livraria dele. Isto foi o começo do trabalho da vida de Flamel e o início de sua obtenção da Pedra Filosofal. Uma outra figura chave na história alquímica que encontrou o ‘livro de cobre’ é o Dr. Carl G. Jung, que propôs a idéia do ‘inconsciente coletivo’, o cérebro global, ou o que eu me refiro como Esfera do Pensamento. Em meu livro ‘The Atomic Christ: F.D.R.’s Search for the Secret Temple of the Christ Light’, explorei o interesse de Jung nos sonhos alquímicos de Wolfgang Pauli, um paciente de Jung, e um físico que estabeleceu um considerável trabalho de base na teoria atômica. Neste livro notei que muitas das chaves símbolos do Projeto Manhattan são idênticas ao simbolismo que é encontrado nas antigas religiões de mistério, mitologia, folclore, contos de fadas e especialmente o simbolismo do Santo Gral e a alquimia. O Dr. Jung pessoalmente vivenciou este simbolismo e o ‘livro de cobre’ em seus sonhos. Em seu livro autobiográfico “Memórias, Sonhos, Reflexões’, ele escreveu: “Antes que eu descobrisse a alquimia, tive uma série de sonhos que repetidamente lidavam com o mesmo tema. Ao lado da minha casa existia outra, o que é dizer, uma outra ala ou anexo que era estranho para mim. A cada vez eu imaginaria porque eu não conhecia esta casa, embora aparentemente ela sempre houvesse estado lá. Finalmente veio um sonho no qual eu alcancei a outra ala. Lá eu descobri uma maravilhosa biblioteca, datando principalmente dos séculos XVI e XVII. Volumes grandes e gordos, em pele de porco, ficavam nas paredes. Entre eles estava um número de livros embelezados com gravuras de cobre de um caráter estranho, e ilustrações contendo curiosos símbolos que eu nunca antes havia visto. Naquele tempo eu não sabia a que eles se referiam. Somente muito mais tarde eu os reconheci como símbolos alquimicos. No sonho eu estava consciente apenas da fascinação exercida por eles e por toda a biblioteca’.

As experiências de Flamel e Jung são virtualmente idênticas – o livro, as gravuras de cobre, os símbolos estranhos, as ilustrações e as letras. Em ambos os casos os homens foram motivados a começar um intenso estudo da alquimia. Jung realmente recriou a bibliotca que ele viu em seu sonho. Seus trabalhos sobre alquimia são considerados serem clássicos no campo. Uma importante chave mitológica para as histórias de Jung e Flamel gira ao redor de Ninharsag. Na tradição hindu, esta Deusa Serpente era conhecida ter tido ajudantes chamados Nagas que eram representados como sereias. Estes Nagas [o inverso de 'sagan' ou pessoa sábia] preservavam coleções de pedras preciosas e livros sagrados em palácios sob a água que continham os meios para retornar ao útero dela. Uma destas serpentes guardava o Livro de Thoth, o deus egipcio da alquimia, consistindo nas chaves para o céu escritas nas figuras hieróglifas e símbolos que davam ao iniciado o controle sobre o destino deles ao expandir a consciência deles. Na tradição grega Thoth torna-se Hermes, o guardião das Encruzilhadas, simbolizado por um X. Os sumérios o chamavam  Ningishzidda, “O Senhor da Chave ou Arfetato da Vida’. Ele era o filho de EA. Os Maçons Livres dizem que Thoth/Hermes possuia todo o conhecimento secreto sob a abóbada celestial [o céu]. Ele projetava o seu conhecimento no que eu chamo de Esfera do Pensamento e no Jung chamava de ‘inconsciente coletivo’. Esta é uma forma de Internet cósmica. Interessantemente, os egípcios chamam Thoth ‘O Senhor da Rede” [Net]. O livro dele é atribuído a Ninharsag, a Trabalhadora do Cobre dos Deuses. A reunião destas pistas me sugere que Ninhursag implantou o Livro de Cobre dentro de nosso DNA, ou que o nosso DNA seja um sintonizador do conhecimento contido na Esfera de Pensamento. Depois da iniciação nós nos tornamos ‘verdes’. Seguramente este livro contém a informação sobre o Planeta X e TIAMAT. A concorrente abertura da Esfera de Pensamento por meio da Internet e a decifração do Livro da Vida DNA, viu o Projeto Genoma Humano, corresponde a esta profecia dada pelo profeta Daniel do Velho Testamento que teve numerosas visões para ‘os tempos do fim’. Daniel foi instruido a calar as palavras, e selar o livro, até o tempo do fim… e o conhecimento deva aumentar. Esta é uma das linhas mais importantes e populares de toda profecia. Presumidamente, este conhecimento diz respeito a uma forma de avançada ciência sagrada da alma. Hoje, o nosso conhecimento está aumentando. Ele está se duplicando mais rápido do que podemos imaginar. A maioria dos historiadores concorda que o total do conhecimento humano dobrou uma vez entre 4.000 AC e o tempo de Jesus. Então, a partir do nascimento de Jesus até 1750 ele dobrou novamente. De 1750 a 1900 ele novamente dobrou. De 1900 a 1950 ele dobrou novamente. Podemos ver o período de tempo que ele leva para o conhecimento humano dobrar a seguir . Agora, de fato é um fato aceito que o conhecimento dobre a aproximadmente cada dois anos.

Jesus parece se referir muito frequentemente a Daniel. Um assunto favorito de ambos é o julgamento. “Agora é o julgamento deste mundo; agora o governante deste mundo será expulso. E eu, quando sou elevado da Terra, dirigirei todas as pessoas para mim.” No livro de Daniel lemos: “A côrte sentou-se no julgamento, e os livros foram abertos”. Jesus ecoa isto ao dizer que quando os livros são abertos, ‘Agora é o julgamento deste mundo’. O julgamento claramente se refere a elevação [ou entendimento] da serpente [DNA? Nossa alma?] e possivelmente a elevação ou abertura dos livros da Esfera do Pensamento. A abertura do Livro da Vida verde ou cobre, nosso DNA, tem mudado o nosso relacionamento com o universo. Temos os códigos da criação nas palmas de nossas mãos. Isto é o que quer dizer Dia do Julgamento? Além disso, um outro efeito mais notável de iluminação da Esfera de Pensamento torna-se possível. Jesus declara: “Estou na porta e bato: se alguém ouvir minha voz e abrir a porta eu virei até ele e ele estará comigo’. Em Revelação 4:1 le-se “depois disso eu olhei, e prestei atenção, uma porta foi aberta no céu’. E Jesus estava lá esperando. Há uma relação entre aquele que se levantou e aquele que está na porta? Mais fantasticamente, os dois são a mesma coisa? Ele é EA? Está o conhecimento de como abrir a porta do céu implantado dentro do nosso DNA? Isto é que o João queria dizer quando disse: “Ninguém tem subido ao céu exceto aquele que desceu do céu, o Filho do Homem”. Imediatamente depois disto lemos: “E exatamente como Moisés elevou a serpente [a alma?] no deserto assim deve o Filho do Homem ser elevado que quem quer que seja que acredite nele tenha a vida eterna”. “Quando você eleva o Filho do Homem [o Cristo] então você entenderá que Eu sou ele”. “E quando Eu sou elevado sobre a Terra, levarei todas as pessoas para mim’.

Na medida em que abordamos os mistério da Arca de Cristo devemos descobrir que o Planeta X é o assunto similar desta e de outras profecias, embora muitos que subscrevem estes profecias provavelmente não estejam cientes que o Planeta X e os Brilhantes, particularmente EA, são os verdadeiros sujeitos. Um exemplo de como a mitologia do Planeta X é escondida dos cristãos Gnósticos, incluindo os seguidores de João Batista, os Mandeanos que chamavam EA de ‘Olho da Luz ‘ ou ‘Rei da Luz’ e realizavam ritos religiosos dedicados a ele. A trilha das origens dos Mandeanos nos leva a Suméria, nos dias presente é o Iraque. A truilha do destino deles nos leva à América. Eles são índios de pele branca, olhos azuis conhecidos como Mandeanos que trouxeram os antigos segredos com eles para a nova Terra Prometida ou Nova Atlantida O nome deles é em aramaico e significa ‘conhecimento’ , isto é, uma tradução do grego ‘gnose’. É altamente importante reconhecer que um nome alternativo para os Mandeanos era Saba. “Sabian’ é uma palavra derivada do verbo aramaico-mandeu ‘saba’ que significa ‘batizado’ ou ‘tingido’ ou ‘imerso na água’. Então, os Sabianos Mandeanos significam aqueles que eram batizados no conhecimento de Deus e que conheciam a religião de Deus. João Batista, com certeza, foi o precursor e quem batizou Jesus. Logicamente, isto nos leva a uma pergunta altamente importante: Quando João batizou Jesus ele também o iniciou na religião de EA? Se assim o foi, quais são os fundamentos desta religião extraterrestre  e que veio a ser este ensinamento de misterio quando o ‘cristianismo’ foi organizado e seus princípios foram formulados?

O Olho da Luz Gnóstico, EA, é o mesmo olho de luz que aparece no logo do emprendimento americano nas costas da nota de um dólar. Devemos responder esta pergunta na medida em que continuemos. Como uma matéria de fato, descobriremos que a mitologia, o simbolismo e a profecia de todas as três religiões patriarcais [judaismo, cristianismo e o islã] podem ser rastreadas ao Enuma Elisha, que reduziu o épico cósmico de TIAMAT e do Planeta X a uma história terrena de política sacerdotal. Embora sua popularidade não fosse tão grande quanto outros épicos como Gilgamesh, a história do deus-rei que busca os segredos da imortalidade, que foi levado a distantes partes do mundo, os observadores notam que seu aparecimento estabeleceu o tom para a Idade do Ferro como uma de conflito entre a mitologia mais antiga da Mãe Deusa e a nova idade dos deuses pais semitas e arianos. A grandiosidade dos deuses pai e de seu sacerdócio, batalharam pela supremacia na Suméria, Irã, Índia, Anatolia, Canaã e Grécia. O épico ofereceu a primeira evidência completa da mudança de deuses. Isto representa o fim de uma longa fase cultural na qual a Deusa Mãe, cuja imagem era a do mar e a do dragão-serpente, foi transformada através de muitos séculos na Mãe Demônio a ser evitada a todos os custos. O primeiro assalto foi o do Planeta X. Os útimos assaltos foram o dos hebreus e dos cristãos Paulinos dos séculos IV e V que a história de TIAMAT [ juntamente com a religião de mistério de EA] foi finalmente suprimida e quase que esquecida. Infelizmente, ao longo desta supressão veio a detenção  do tremendo conhecimento esotérico da pré história humana e do potencial humano. Matar o grande dragão vermelho como TIAMAT é descrito no Livro da Revelação, entretanto, também representa o conflito entre a luz e a escuridão dentro do DNA de cada um de nós. Somos desafiados a superar a natureza escura e atingir a auto-maestria por meio da libertação do conhecimento interno ou esotérico dentro de nossos individuais  ‘livros de cobre’.  Na mitologia um objeto [geralmente uma pedra ou grupamento de uvas, simbolizava o sinal da Palavra] representada pela serpente ou dragão dos segredos de TIAMAT, algumas vezes perto de uma árvore. Este objeto e árvore frequentemente simbolizam o portal para o céu, o ponto onde a conexão [um arca ou arco] é estabelido entre o Céu e a arca da Terra e a imortalidade é alcançada. [para fazer a conexão com o arco, pense em Buda que foi iluminado aob a árvore bo, a árvore da iluminação. A busca por este arco o arco [arca] de nossas buscas primárias nas páginas que se seguem, que começa com o conhecimento de nós mesmos com TIAMAT.

2. O PESADELO DE TIAMAT

Muitos estão provavelmente familiarizados com TIAMAT sob o disfarce de vários nomes, incluindo MAMA, ‘A Senhora dos Deuses’ [caldeu ] e MAYA, a ‘Mãe das águas’ [maia]. Na tradição hebraica TIAMAT é chamada MARAH [o mar, a mãe, a matéria] que é a raiz de Miriam ou Maria. O significado da palavra acadiana TIAMAT e da palavra hebraica ‘tahom’ é o mesmo: ‘a profundidade’. No Geneses, é sobre as águas da profundidade que, no início, se move a alma de Deus, aparentemente feminina. Um outro título hebraico desta Grande Sepente é Leviatã, cuja regeneração foi estabelecida por Moisés e desmantelada por Hezekiah. A despeito de séculos de desmantelamento e ofuscação do mito e história pelas autoridades políticas e religiosas a lembrança do pesadelo de Marah ou Tiamat permanece profunda dentro da psique humana. O alquimista Paracelso afirma que rodas das constelações do céu estão dentro de cada um de nós. “O Sol é o coração’, ele escreve, e os outros planetas do sistema solar estão dentro do cérebro. Tiamat e o Planeta X igualmente estão dentro de nós também. A história permanece embebida na linguagem. Exceto fora de lugar os artefatos, registrados da ‘maligna’ destruição de Tiamat podem ser descobertos nos chips e fosséis de palavras usadas na linguagem moderna. Considere por exemplo o francês ‘cauchemar’ ou o inglês pesadelo [nightmare]. O alemão mahrt (‘mare’) é um espírito mau do Submundo. Então há o velho eslavonico mora, ‘feiticeira'; o russo mora ‘fantasma'; o polonês mora, o checo mura, ‘pesadelo'; o latim mors, mortis, morte; o velho irlandes maran, morte, praga; o lituano matas, morte, pestilência; e o sinistro Mo[r]igain. Cada uma destas palavras codifica o ‘pesadelo do Marah ou Tiamat”, e a visão patriarcal da deusa do caos. O significado destes nomes soam como lembranças de um mau casamento ou avisos de condenação. Em contraste, quando a palavra mare é interpretada do ponto de vista matriarcal isto toma um tom inteiramente diferente. Marte é uma palavra egípcia tanto para “águas” e ‘amor mãe’. Um dos mais velho nomes do Egito era Ta-mera, Terra das águas, que pode ser interpretada como Terra do Amor ou Grandes Mães. Maria era o Grande Peixe e dava ao nascimento aos deuses, mais tarde sereias, que eram representados como meio-humanos e meio-peixes, inclusive EA, chamado Oannes [pomba] pelos babilonios, mostram o oposto como um deus macho na roupa de peixe, e Jesus. Um homem sereia nadador. Um detalhe de um relevo de pedra do palácio do rei Assírio Sargão II, por volta de 700 AC.

E.A. (o babilonio Oannes) foi retratado como um homem sereia, meio humano, meio peixe. Desenhado pelo arqueologista Sir Austen Henry Layard de um monumental relevo de pedra, um de um par flanqueando uma porta do templo do deus Ninurta na cidade assíria de Kalhu [o moderno Nimrud], aonde eles tinham sido eregidos durante o reinado de Rei Assurbanipal II [reinou 883-859 AC].

Os sacerdotes de EA vestidos em roupas de peixe administram um pilar, o Eixo da Vida, enquanto uma nave voadora plana acima. Selo de por volta de 2000 AC. Está na biblioteca Pierpont Morgan, New York.

Jesus, que é simbolizado pelo peixe da bexiga, emerge ou o símbolo do peixe na Catedral de Chartres.

Mil histórias avisam que aqueles que possuem as sereias, e o conhecimento delas, são atraidos para sua condenação. Mari era o nome básico da deusa para os caldeus. Nos tempos saxônicos mare era escrito mere, que significa puro, verdadeiro e também lago. Na tradição do Santo Gral a Dama do Lago doou Excalibur, a sagrada espada do Rei Arthur, sobre ele [que ele arrancou de uma pedra]. Camelot, a cidade maravilhosa do Rei Arthur, era uma cidade de amor [mer]. Havia, diz Tennyson, nenhum portão como este sob o céu. Toda a Àsia chamava a água [mer] um elemento feminino, a original matéria primordial, que os gregos chamavam arche. Tales de Mileto, considerado um dos sete homens sábios do mundo antigo, disse que a água era a primeira causa ou arche. Ele desenvolveu uma forma inicial de teoria atômica baseada nesta idéia. A mãe de Jesus, Maria, também recebeu o título de “ARCA OU ARCO” ou ‘Portão do Céu’ em [arche, arca], Revelação 11:19 – “E o templo de Deus foi aberto no céu, e havia visto no templo a Arca de seu Testamento.” Quando os trocadilhos e significados alternados da Arca são esclarecidos, isto traz até mesmo mais excitação à profecia: “E o Templo de Deus foi aberto do céu, e ou o Portão de lá foi visto no templo da Arca do Céu”. Os Cátaros [Os Puros] do sul da França que disseram que Jesus veio da pura terra do AMOR, veneravam a deusa e afirmavam possuir os segredos de Jesus que ele entregou e que eles interpretavam em sua linguagem especial. As forças opostas de ROMA, a Igreja, os exterminaram e tentaram destruir estes ensinamentos. Em “As Paredes de Cristal da Côrte de Cristo” eu apresentei a evidência que os Cátaros eram os descendentes espirituais de EA.

Os misteriosos Cavaleiros Templários protegeram os Cátaros e partilhavam de muitos dos ensinamentos Cátaros. Estes Cavaleiros de Cristo recuperaram e preservaram os segredos uma vez abrigados sob o Templo de Salomão no alto do Monte Moriah [Marah] em Jerusalém. O símbolo deles, dois cavaleiros em um único cavalo, é amplamente pensado ser um símbolo de seu estado empobrecido ou pobre. Isto é contradito pela riqueza enorme de ambos os fundadores da Ordem e da própria Ordem. Os Templários eram cavaleiros ´puros’ que guardavam os segredos da arca ou portão de Deus, a Arca Cristo.

O Selo dos Cavaleiros Templários: dois cavaleiros em um cavalo. A mitologia de Tiamat pode revelar uma outra camada de significado por trás do logo templário. A palavra mare também significa cavalo. Em sânscrito a palavra harit significa a luz da manhã, o brilho, o resplendor e também significa cavalo. Cavalo por ser resolvido em Horus [Horse], o egípcio deus da luz, e filho de Isis/Stella Mari que era uma de um grupo de deusas egípcias chamadas Ha-Hor e Eros, o deus do Amor. Em islandês cavalo é hrosss, em holandês ros e em alemão ross e ros significa sabedoria. Quando ele tinha 40 anos o profeta Maomé recebeu suas primeiras revelações divinas em uma caverna no monte Hira. As sacerdotisas de Mare, inclusive a principal apóstola de Jesus, Maria Madalena, eram chamadas Horae [as sacerdotisas prostitutas], as guardiãs do Axis Mundi, o Pilar da Escada para o Céu, pelos gregos, em babilonio harines; entre os semitas elas eram as ‘prostitutas’ chamadas hor, que, muito maravilhosamente, significa buraco. A lebre [hare em inglês] é um símbolo de guia das almas que abre buracos no espaço como acontece em Alice no País das Maravilhas. Mergulhar no sagrado buraco da deusa, cheio de água, era mergulhar no mistério do máximo segredo da vida. Isto pode explicar a palavra hebraica para cavalo também signifique ‘explicar’. Ao comungar com a Deusa em seu buraco sagrado um humano pode alcançar a iluminação espiritual chamada horasis. Esta última definição é especialmente provocante já que, como veremos, a inteira mitologia e simbolismo dos Brilhantes gira ao redor de portões ou ‘buracos’ no tecido do tempo-espaço – a própria Deusa. Este Brilhantes eram possuidores de extraordinário conhecimento científico e alquimico, ensinamentos de iluminação. Mostrarei que os Templários recuperaram este conhecimento. Das descrições deles das ‘águas sagradas’ são surpreendentemente familiares aos portões estelares e buracos de minhoca, a celebrada Ponte Einstein-Rosen apresentada em tais filmes favoritos como Stargate e Contact. Estes “buracos no espaço’ ou buracos no corpo da deusa – são sistemas de túneis que ligam duas regiões de espaço-tempo e ligam universos. O cavalo, particularmente o cavalo branco no qual Cristo monta em seu retorno em Revelação 19:11 simboliza os segredos da completa revelação ou revolução da morte ao renascimento e ascensão. Carregando homens e mulheres em suas costas, o cavalo branco se torna a ressurreição, o vaso, veículo, arca, arche ou Arca de Cristo que o corpo humano é projetado para escalar. Isto pode explicar porque o cavalo branco é visto na tradição shamânica como um condutor de almas e apoteose, Fazedor de Deus, o ritual de elevar o salvador morto sacrificial ao céu. Todas as grandes figuras messiânicas montam um cavalo branco. O hindu Kalki, o futuro avatar de Vishnu, será um cavalo branco; enquanto é esperado em sua segunda vinda, o Profeta Maomé, que foi elevado aos céus nas costas da égua branca voadora Al Borak do Monte Mariah em Jerusalém, também estará cavalgando um cavalo branco. Por último, o cavalo branco que Buda montou na Grande Partida, sem cavaleiro, corresponde ao próprio Buda. Todos eles, obviamente, cavalgam o mesmo cavalo branco. Interessantemente, em hebreu Jesus é chamado de naggar, um termo interpretado como carpinteiro, mas que também significa ‘criador’ . Este termo atraiu minha atenção pela razão de que um cavalo é chamado ‘nag’. O sufixo ‘ar’, é o mesmo significando ‘luz’, Reunidos em naggar, é o ‘criador da luz’ ou ‘cavalo da luz’. Desta Luz Jesus emerge como um criador da Arca de Cristo. Como um ‘segundo Adão’ ou ‘segundo Adapa’ esta era uma antiga arte alquimica que ele aprendeu dos Brilhantes. Dado a conexão de Maria com Mare ou Tiamat, este simbolismo provavelmente não foi escolhido por acaso. Particularmente quando o cavalo branco é intercambiado com o buraco branco.

Um buraco branco é um poço abundante de energia cósmica. É um buraco negro correndo para trás no tempo [um buraco negro negativo]. Exatamente como os buracos negros engolem todas as coisas inexoravelmente, assim também os buracos brancos as cospem para fora. Matematicamente foi pensado que teoricamente se poderia viajar através de um buraco negro, passar através de um túnel de conexão, e emergir de um buraco branco em uma outra parte do universo. A idéia da viagem pelo buraco negro foi substituída nos anos de 1980 pelo buraco de minhoca. Misticamente, o acesso a tal portal estelar nos empurraria acima da escada evolucionária, habilitando-nos a nos unir aos imortais e viajar por bilhões e bilhões de galáxias, as células que compõem o corpo da deusa. Uma matéria importante aos físicos envolvidos nos projetos dos buracos de minhoca envolve a escudagem dos passageiros das interações dos materiais exóticos que compõem a garganta destes túneis. Esta substância pode ter um efeito nocivo sobre os seres humanos. Os cientistas propõem três modos possíveis de lidar com este problema. Um seria escudar os passageiros através de um túnel protetor, por exemplo. O segundo modo seria concentrar a matéria exótica em uma área ou usar tipos especiais de matéria exótica que fossem menos nocivos. A terceira solução é lidar com esta matéria que seria mantida  o mais distante possível e evitar o contacto humano com ela. Como tenho investigado em outros lugares, e explorarei em mais detalhes nas páginas a seguir, os mitos e a escritura que se referem aos Brilhantes aludem a construção deles e o uso de buracos de minhoca. A solução deles para proteger os passageiros da matéria exótica não tem sido pensada pelos modernos projetistas. Eles transformavam o passageiro, o ser humano, em um Brilhante. Os mitos dos Brilhantes sugerem alguma forma de engenharia genética que desencadeava uma mudança do humano ao Homo Cristos que protegia o cavalgante da matéria exótica e os capacitava a escalar a antiga escada, ou correr o cavalo branco, até o céu. Simplesmente, não podemos andar casualmente por uma destas portas de água, portais estelares, buracos brancos ou portas espaciais de luz ou sabedoria como geralmente retratado nos cinemas. Ao invés, um extraordinário treinamento mental, físico e emocional foi realizado como preparatório para esta excursão. O resultado foi a transformação de um humano em um ser puro. EA e Ninharsag eram ‘artesãos dos genes’ que projetaram esta transformação. Os mitos e a escritura indicam que esta transformação pode acontecer em um instante elevando o humano ao nível dos deuses. Como notado, EA grandemente se opunha ao seu meio-irmão ENLIL que desejava manter a humanidade em um nível de escravos e objetos sexuais. Uma história bíblica que ilustra este conflito é a história de Sodoma e Gomorra. A Bíblia passa por grandes dores para tornar explícito o ponto que o Senhor MELQUISEDEK, o Rei de Salém, que pode ser igualado a EA, iniciou Abraão e sua esposa Sara nos mistérios do Santo Gral. Depois disto Abraão se tornou o novo e melhorado Abra-H-am. Sara se tornou SaraH. O “H” simboliza a escada do céu. Ao mesmo tempo, em que EA está criando este milagre para Abraão e Sarah, o Senhor [ENLIL?] repentinamente assume uma personalidade sinistra. Ele despacha dois anjos que o acompanhavam para visitar o sobrinho de Abraão, Lot, na vizinha Sodoma e Gomorra. Dentro de dias, os cidadãos destas cidades gemeas sofreriam um holocausto, a existência deles seria apagada da memória humana por um premeditado e evitável desastre do céu em proporções atomicas. Em uma cena reminescente da obliteração de Hiroshima e Nagazaki, no amanhecer de uma manhã, na medida em que Abraão olhava para o vale abaixo, o fogo desceu do Senhor lá do céu. A fumaça da terra subiu como a fumaça de uma fornalha. Sodoma e Gomorra não existiam mais.

Como um resultado da explosão de luz do Senhor que causou a destruição de Sodoma e Gomorra, a esposa de Lot transformou-se em um pilar de sal. Gerações após gerações tem ouvido que os cidadãos de Sodoma e Gomorra eram perversos fornicadores que desobedeceram ao Senhor [ENLIL ?] e receberam o aviso do que aconteceria se eles desobedecessem Deus. Será que aqui ouvimos a história inteira? Quando procuramos no dicionário pela palavra ‘saltation’ [movimento súbito] isto significa uma súbita modificação genética. A mutação descrita na história da esposa de Lot pode ser algo da ordem da transformação da crisálida em borboleta ou Homo sapiens em Homo Cristo. Desta perspectiva esta história reflete um outro episódio nos antagonismos continuados entre ENLIL e EA. Se EA estava ensinando os principios de Fazer Deus em Sodoma e Gomorra, ENLIL muito certamente teria estado fazendo algo para impedi-lo. O nome de Lot significa ‘oculto’. Frequentemente, as sociedades secretas tinham uma boa razão para ocultar o conhecimento desta mutação em um labirinto de simbolismo esotérico. Isto faz de alguém um deus, e um oponente formidável à existente ordem mundial. O mau uso deste conhecimento pode facilmente transformar a existência de alguém em uma câmara de tortura. A iluminação repentina pode atingir como uma raio sem aviso prévio destruindo toda limitação.  Nos tempos antigos a energia que produziu esta transformação, simbolizada pelo ‘H’, era bem conhecida e era ligada a Tiamat. Coo uma evidência deste ‘conjunto de instrumentos’ de ‘pão e vinho’ Melquisedek, como Jesus, pode ter sido um sacerdote de Mari ou Maria, que originalmente possuia estes instrumentos e foi o dispenasdor da caridade ou compaixão, uma pura e branca energia que podia transformar o ser humano em um ‘cavalo branco’. Interessantemente, sem o ‘c’ de charis [caridade] temos haris, compaixão, e pode ser reduzida a HRS, ou cavalo. Charis é encontrada no título de Jesus, Cristo, Crhisto ou Charist. Esta era a raiz de eu-charis-t [eucaristia], a cermônia realizada por Melquisedek e por Jesus na última Ceia quando ele pingou o vinho para os discípulos beberem, dizendo, “este é o meu sangue [DNA] E Jesus disse, ‘aquele que comer minha carne e beber o meu sangue eu o levantarei no ultimo dia”. Esta foi a cerimionia que representou o Santo Gral, o vaso ou arca da imortalidade. Esta cerimonia pode ser rastreada ao Egito e a tradição da deusa Maat, a personificação da Verdade ou Justiça no antigo Egito. Como doadora da lei, Maat era comparável a Tiamat que deu os sagrados tablets [ME] para o primeiro Rei dos deuses. Aqueles que viviam por Maat tomavam uma bebida sacramental que conferia a pureza ritual exatamente como beber o vinho na celebração cristã da eucaristia traz a renovação. A poção de Maat trouxe a vida depois da morte às pessoas pacíficas, mas trazia a morte às pessoas violentas. Retrabalhando ou repalavreando a profecia de Revelação 19:11 revela que o Cristo que cavalga o cavalo branco, a redentora compaixão e sabedoria, emerge de um buraco branco montado em pura onda de luz que nos ilumina ao desencadear o conhecimento armazenado em nosso DNA, o ‘livro de cobre’. Esta onda ou cavalo brancos proclama a chegada do Planeta X, ou como o Senhor da Arca das Águas ou Portal do Céu. Mostrarei que EA é o técnico que guia este buraco, cabo ou conduto de luz. Como a história das sereias avisa, a condenação segue aqueles que estão despreparados para estas energias. Um crença firmemente estabelecida na memória popular pelo mundo associa o cavalo branco com o início do tempo, e daí a criação da humanidade. As histórias falam sobre isto se elevando das entranhas da Terra [os restos do corpo da deusa Tiamat que formaram a Terra, segundo os sumérios] ou das profundezas do mar.

Na nova placa neo-babilonica mostrada aqui vemos os emblemas dos deuses no mais superior registro. Na parte inferior vemos um cavalo montando um dragão na medida enm que ele corre no rio do Submundo. Uma figura com serpentes em cada mão monta o cavalo. Os sacerdotes em roupas de peixe cuidam de um corpo no próximo registro. Vale notar que na China há uma longa tradição de intercambiar o dragão e o cavalo. Há o Longo Ma, o chinês cavalo-dragão que trouxe o Ho- t’u – um plano do rio, também chamado Ma- t’u ou plano de um cavalo para Yu o Grande. A palavra Matu tem uma clara conexão com Tiamat. Em muitas outras histórias chinesas de Li-sao de Chu-yuan a Si-yu Chi, os cavalos tomam o lugar dos dragões. Em ambos os casos eles tomam parte na busca pelo conhecimento da imortalidade. Não é coincidência que os precursores das sociedades secretas, os buscadores iniciais da alquimia Taoista, [Tao signifa 'o caminho'] usavam o disfarce de ‘comerciantes de cavalos’, não aquele de Mat-so, que apresentaram o ensinamento Zen à China, foi chamado no trocadilho sobre seu nome ‘ o jovem potro’. Os sumérios tinham bem um número de nomes diferentes para este outro mundo que é acessado por meio do cavalo-dragão: arali, irkalla, kukku, ekur e ganzir. Caso contrário isto era simplesmente conhecido como a Terra ou ‘terra sem retorno’ ou ‘mundo inferior’. De várias fontes aprendemos que havia uma escada que descia do portão do e-kur [do qual a palavra ganzir é usada]. Segundo os sumérios, era possível abrir um buraco no solo que daria a alguém o acesso ao Submundo, também conhecido como APSU, que como veremos, é um outro nome para o centro galático, dando elevação a noção que estes buracos ligavam a Terra ao Céu. O poema sumério “A Descida de Inanna ao Submundo’ [também preservado na versão acadiana "A Descida de Ishtar"] descreveu em detalhes as espetaculares circunstâncias dos deuses que superavam as leis da natureza ao descerem ao Submundo e retornarem. No Egito, o ka era considerado o gemeo da alma. Cada ser humano tem um ‘ego inferior’ [o ba] e um imortal Ego Superior. O ego inferior reside no corpo físico. O Ego Superior reside no céu. Ele está mais perto de Deus. Platão ensinou que este gemeo era o nosso Espírito Guardião. O mais surpreendente, e menos conhecido dos exemplos de cavalo-homem vem da tribo Dogon da África que veneravam EA como Oannes. Uma gravação Dogon retrata Orosongo [literalmente canção da luz], o cavaleiro dos céus, caindo dos céus com a arca, que desce do céu com todos os originais das coisas vivas [talvez a origem da palavra arquétipo]. O iniciado percebe que ele contém um grupo de sinais, uma linha denteada com a superfície significando a vibração da matéria, luz e água. A vibração representa a espiral descendente do ‘ferreiro’ que trouxe a Arca. Este é EA. O cavalo branco com asas da história grega, Pégaso, é um outro exemplo familiar desta tradição. Pégaso nasceu do ‘sábio sangue’ da Deusa Lua da cabeça da Medusa quando Poseidon, o fundador da Atlantida e um outro nome para EA, misturou seu sangue com a areia do mar. A Medusa era a deusa serpente representando a ‘sabedoria feminina’ [em sâncrito medha, em grego meyis, em egípcio met ou Maat] Tiamat inscrita nos todos poderosos tabletes ou Pedras do Destino. Daí, Pégaso, nasceu de Tiamat. Pégaso foi chamado Pegae, a sacerdotisa e a água que cuidou do riacho sagrado chamado Pega no templo de Osiris em Abidos, Egito. Osiris era o deus egípcio cujo corpo foi cortado em pedaços, como Tiamat e ressuscitou ou foi reunido por Isis. A tradição associa a ferradura do cavalo em forma de um crescente lunar com a boa sorte e isto tem sua origem na história de Tiamat.

Hindus, árabes e celtas viam a forma ionica da ferradura como um símbolo do Grante Portal da Deusa. Os gregos adotaram este símbolo como a última letra de seu alfabeto, o Omega, que literalmente é o Grande OM, a palavra da criação começando o ciclo seguinte da vida. O significado do símbolo da ferradura foi que, tendo entrado na Porta no fim da vida [o Omega] a alma renasceria como uma nova criança [Alfa] através da mesma porta. Quando Jesus é identificado como o Alfa e o Omega isto representa um ‘cortar e colar’ da tradição anterior do planeta explodido. O duplo significado das palavras Mare revela as duas versões da destruição de Tiamat. Uma da perspectiva do vitorioso que a teme como a besta a ser conquistada e subjugada como um selvagem buraco negro; a outra da vítima, ou talvez do sobrevivente, o ponto de vista dela como a Mãe perdida, o cavalo branco ou o buraco branco da luz curadora, a ser redescoberta e nutrida. O conflito entre estes dois pontos de vida continua na psique humana até hoje com a Terra no equilíbrio. No último capítulo investigaremos várias profecias, inclusive aquelas dos maias, que indicam que um buraco de minhoca se abrirá novamente em 2012. Os Brilhantes do Planeta X, tenho proposto, são os técnicos a cargo deste sistema de transporte. A primária questão de nossa era, na medida em que o tempo passa, será quem estará a cargo deste portal? Estarão os descendentes de EA que buscaram elevar e educar a humanidade, até mesmo ao nível de deuses, no comando? Ou serão as legiões de ENLIL, o comandante militarista que busca sexualmente subjugar e fisica e espiritualmente escravizar a humanidade cuidando dos assuntos da Terra? O mito e a história, exemplos do quais explorarei, estão cheios de pistas e histórias de seres humanos que tem encontrado os Brilhantes ou o ensinamento deles e se transformado em preparação a experiência do buraco de minhoca.

Que tal se esta súbita mutação genética se tornou disponível em nosso mundo? Que tal se um chip de computador, pílula ou poção fosse oferecido no mercado que pudesse desencadear tal mutação? Imagine o que aconteceria se o campo de energia da Terra repentinhamente fosse banhado por uma intensa energia nova que desencadeasse uma mudança dramática na consciência humana. Em ‘The Healing Sun Code’ discuti os profetas Hopi que disseram que estávamos entrando em um tempo quando a dualidade terrena de amor e medo dá caminho a uma nova realidade; a que me referi como uma nova dualidade de amor e amor além do amor, o super amor ou hiper amor. Esta transformação é desencadeada pelo nosso alinhamento com o centro da galáxia da Via Láctea, que exploraremos momentaneamente. O centro galático é a fonte das vibrações que estou descrevendo. Um símbolo e sistema de conhecimento está codificado dentro destes raios cósmicos que estimulam os centros receptores na retina de nossos olhos e no nosso DNA. Na medida em que estes raios cósmicos entram em linha, o amor, a mais alta vibração no velho mundo, se tornará a vibração inferior no próximo mundo superior, exatamente como o medo é atualmente a mais baixa vibração de nosso mundo. A força exótica do hiper amor existe dentro do coração de cada um de nós. Quando escolhemos o amor sobre o medo convidamos o hiper amor a entrar em nossas vidas. Durante este tempo os nossos poderes de manifestação aumentarão porque os nossos corações e mentes, nossos pensamentos e ações, serão mais e mais os mesmos [eles estarão em sincronicidade]. Isto significa que pensar o pensamento e a ação se tornarão um. A rede de segurança do tempo preso entre o pensamento e a ação será eliminada. Para sobreviver a estes tempos e criar esta nova realidade cada um de nós terá acesso ao cavalo branco ou Arca de Cristo dentro e interna da onda branca do Amor Força do universo. Sermos solicitados a adquirirmos o nosso ‘H’.

3. O LUGAR DO TERROR

Quando os humanos modernos pela primeira vez colocaram os pés em uma orbe alienígena, a Lua, plantamos uma bandeira dos EUA em sua superfície. Quando os Brilhantes chegaram à Terra eles plantaram o que pode ser a bandeira ou logo da civilização deles, uma sepente ao redor de um bastão, o simbolo de Asclepius, o curador da mitologia grega. Asclepius foi um estudante de Quiron o Centauro, o homem sábio e profeta que era meio-homem e meio-cavalo e que ganhou a sua sabedoria da deusa Atena. Os gregos diziam que Atena nasceu da cabeça do deus Zeus depois que ele engoliu a mãe dela Metis, isto é, Medusa, Maat ou Tiamat. Os mitos sempre são explicatórios da realidade. Eles são a base do entendimento do relacionamento entre os povos e o universo. O mito de Asclepius é altamente explicativo dos Brilhantes. Astronomicamente, Asclepius é a constelação mais próxima do centro de nossa Via Láctea localizada a apenas uns poucos graus do centro matematicamente determinado de nossa galáxia. Ele é chamado o Mantenedor da Serpente. A estrela que representa os pés de Asclepius [ chamado Ofiocus pelos romanos] é a próxima estrela mais perto do centro galático.

O logo dos Brilhantes, a serpente Asclepius. O símbolo a esquerda do poste é o símbolo para o Planeta X. Emobra invisível ao olho nu os desenhistas do zodíaco aparentemente conheciam a localização do Núcleo Galático. Dos glifos dos doze signos astrológicos [treze incluindo Asclepius] os signos de Sagitário e Escorpião são os dois únicos que apresentam flechas, e ambos estão um ao lado do outro. A ponta de Sagitário, a flecha do Arqueiro é a estrela alaranjada Gamma Sagitarii. Quando arranjados como elas aparecem no céu, os dois ponteiros ficam diante um do outro. Entre Sagitário e Escorpião está uma constelação perdida – a décima terceira: Asclepius. Em plena apreciação dete pedaço do código, o  Dr. Paul LaViolette, seu descobridor, conclui que as flechas de Sagitário e Escorpião parecem pretender apontar para Asclepius como a constelação mais próxima do centro galático. O centro galático é um caldeirão crepitante de fenômenos ocultos. Aneis de gases giratórios podem ser vistos lá bem como milhões de estrelas viajando em tremendas velocidades ao redor de um maciço buraco negro. Que outros fenomenos aguardam é desconhecido, mas é certo ser a resposta para os ensinamentos secretos de todas as eras. Na década de 1980 os astrônomos da Universidade do Arizona, usando um novo telescópio de alta velocidade e uma camera infra-vermelha montada em Kitt Peak, olharam esta área. Entre os objetos não usuais acreditados estarem no centro exato de nossa galáxia está uma fonte extremamente brilhante como um ponto e compacta conhecida como Sagitrarius A [frequentemente abreviada para Sgr A]. Alguns astrônomos argumentam que Sgr A revela um buraco negro quase do tamanho de uma grande estrela, mas contém a massa de um milhão de sóis. A quantidade surpreendente de material sendo dirigida ao buraco negro irradia uma quantidade enorme de energia em muitas frequências. Nos livros de LaViolette ele não deixa dúvidas que os antigos conheciam o centro galático como um lugar de enorme terror, capaz de emitir ferozmente alguns ventos galáticos contendo partículas cósmicas nocivas que eram responsáveis por passados cataclismas sobre a Terra. Ele avisa que a Terra ainda virá sob o fogo novamente por uma outra super tempestade galática. A previsão do clima cósmico não é boa. Espere uma viagem difícil a frente. Além de meteoritos, cometas, e outros visitantes potencialmente ameaçadores da vida se dirigirem em nosso caminho, uma luz tão brilhante até mesmo os deuses serão eles proprios sombrados e o medo é esperado.  LaViolette afirma que isto resultará de uma explosão maciça do centro de nossa galáxia. Seu aparecimento desencadeará o terror.

A margem a vista da galáxia da Via Láctea. Estamos aqui na margem. Os hindus chamavam este sol central Sun Tula, uma palavra sânscrita para “equilíbrio’ [representando julgamento ou justiça]. O signo zodiacal de Libra, as balanças, representa o equlíbrio. Para mim, o glifo de Libra parece com a concentração da massa de milhões de estrelas que formam o Monte Nuclear Central da Via Láctea. Ele representa o Espírito Santo. Os alquimistas alternavam entre e quando significar a essência de uma substância, ou ou espírito. Como explorei em ‘The Healing Sun Code’, o modo com que este glifo combina com a forma da galáxia ou é uma enorme coincidência ou sugere um símbolo e palavra código centrada no conhecimento do nucleo galático. Os Brilhantes são os instrutores deste sistema de símbolos. Embora este seja o centro e a fonte de todas as grandes religiões, muitos mitos enfatizam que, como sua luz, os segredos de Tula [equilibrio, paz, 'salem'] tem permanecido ocultos das massas da humanidade por milênios. O oculto Sol Curador tem sido velado ao mesmo tempo em que a Deusa é vilipendiada. Isto também é uma coincidência? Exatamente como a poeira e o gás do espaço tem bloqueado a visão física do núcleo, um véu de segredo tem sido colocado sobre sua sabedoria. Isto tem sido ‘ocultado’, mantido oculto da plena vista de todos menos dos iniciados, que secretamente veneram o Sol Negro ou Sol Oculto. As antigas tradições da sabedoria mantém que os humanos, e todas as outras almas em nossa galáxia, se emanam e partilham de Tula como nosso comum lar oculto. Este é o Eden galático. Este Sol Central está localizado a 23.000 anos luz da Terra no núcleo de nossa galáxia Via Láctea. Ela tem estado esscondida de nós por causa de seu tremendo poder de conhecimento associado a ela. Este trono espiralante foi também chamado de portão do ‘batimento’, um Castelo em Espiral e o Moinho dos Deuses. Estes são os termos descritivos para os buracos de minhoca. O conhecimento de um buraco de minhoca navegável e de matéria exótica da qual ele é compreendido é o conhecimeto que faz de alguém um mestre das leis conhecidas do espaço-tempo. Atingir este conhecimento é o supremo batismo como ele dá a luz verde para atualizar uma civilização a seu próximo nível de evolução. Entre os seguidores Mandeanos de João Batista, a palavra para a sagrada montanhna branca [ou ilha] da origem de João era Tura Madai, que é similar ao conceito zoroastriano da sagrada montanha conhecida como Taera. Tura Madai significa a montanha brilhante. Taera toma seu nome de um lugar celestial. Isto é a altura Haraiti (do sânscrito hari, significando ouro amarelo), ao redor das estrelas, a Lua e o Sol giram. Aqui, notamos o reaparecimento da palavra haris [cavalo] , anteriormente encontrada  em charis ou compaixão. Esta descrição se refere ao núcleo galático, Tula, ao redor do que gira nosso sistema solar.

Este poço que jorra abundantemente de energia cósmica é a provável fonte verdadeira de doação de vida – as Águas Vivas – pelas quais João batizou Jesus. Depois do batismo dele neste conhecimento Jesus montou seu cavalo branco e foi em seu caminho de homem médio a Cristo. Estabelecido libertar os segredos das eras, e possivelmente criar um planeta cheio de seres realmente cheios da espirualidade como a cristã, Jesus foi executado como um revolucionário pela ordem mundial romana. O crime de Jesus estava explicitamente declarado em uma placa acima de sua cabeça na cruz mandada colocar por Poncio Pilatos. Escrita em grego, latim e hebraico a placa dizia : INRI. Exotericamente, isto é traduzido como Jesus o Nazareno, Rei dos Judeus. Esta é declarada a acusação capital contra Jesus – ele próprio se declarou o um e único salvador e desafiou a autoridade soberana de Tiberius Caesar – e ao mesmo tempo zombava dele. ‘Este é o Rei dos Judeus?’ Na tradição da sabedoria INRI significa ‘pela natureza do fogo o todo é renovado’, apontando para o papel de Jesus como o portador do conhecimento de alta frequência ou fogo. Os rosacrucianos alteraram o significado de INRI para IGNE NITRUM RORIS INVENITUR ou ‘ o batismo ou poder de limpeza do orvalho apenas é descoberto pelo fogo’. Jesus foi considerado um portador do orvalho. Em minha opinião, esta inscrição é uma profecia. Isto é dizer, quando Cristo, INRI, retorna cavalgando o cavalo branco ele estará criando na forma de uma energia vibratória mais alta. A fonte deste fogo, as águas batismas vivas, é Tula. Na tradição de EA, Jesus era um técnico ou ‘naggar’ criando um conduto pelo qual estas águas vivas – chaves, frequências e vibrações – de compaixão podem fluir. Um outro termo grego aplicado a ele, tekton, literalmente significa a ‘técnica do tom’ ou ‘técnico do tom’. Este termo é notavelmente similar ao Toltec, significando artesão, As palavras Tura e Taera rimam com terror e Torre, como a Casa de Deus no Tarot, as cartas do destino.

Tyr é a terceira ordem de brilhantes. A forma primitiva deste nome era Tiwaz, que era o cognato do sânscrito devas; o latim Devus [divino]e o norueguês tivar. Cada um destes termos tem o significado de ‘deus’ e conotações de ‘luminosidade’ e ‘brilho’. Os hebreus chamavam os Brilhantes de Os Terrores Brilhantes. Na Índia Tara, um dos aspectos de Maya a Mãe de Buda, é o nome do Embrião Dourado do qual é dito que o mundo tenha evoluído, e é frequentemente chamado de estrela. Ela é a deusa nua da compaixão que pinga a Água Viva de uma jarra. Ela é dita levar os devotos a um outro litoral. Este nome foi herdado da Suméria e da Babilonia onde esta deusa é conhecida como Ishtar ou Is-tARA, isto é, Is-Terror. Os textos herméticos evocavam, a Rainhna das Estrelas ou a Estrela dela como Astro-Arche Arche. Em outras palavras, a Rainha do Terror é um portal estelar, a suprema cavalgada excitante. Ishtar era a patrona das prostitutas do templo ou harines e era conhecida como a Grande Deusa Har. Da raiz ‘har’ veio Hara, em hebraico tanto para uma montanha sagrada [Hira] e uma barriga grávida, ambos descrições apropiadas de Tula. [Na Índia, o centro de Tula é chamado Meru ou Sumeru]. Um outro dos nomes dela é Isis, que é simbolizado por um olho e o trono. O marido dela, Osiris, era chamado a Grande Lebre [Hare]. Os sons das letras “l’ e ‘r’ são considerados intercambiáveis. Por exemplo, a pronúncia japonesa da palavra reiki, que significa a energia força da vida, leiki. Ao se trocar o ‘l’ pelo ‘r’ Tula torna-se Tura. A raiz maia ‘tul’ significa ‘ o que cega’. Periodicamente, dizem os maias, o ‘Senhor dos Tempos’ emerge da celestial Tula. Os budistas o chamam de tulkus [literalmente 'os Brilhantes de Tula']. Tulkus são vistos como seres super compassivos que tem escapado do ciclo da encarnação terrena e tem retornado à Terra para liderar outros ao Paraíso. Os escritores e pesquisadores alemães Holger Kersten e Elmar Gruber traçaram a jornada de Jesus pela Ásia para Taxila (obviamente uma palavra Tula), um centro uiversitário do norte da Índia onde os budistas afirmam que Jesus foi reconhecido como um tulku. Estes navegadores, ou fazedores de mapas, vem à Terra para construirem Tulas terrenas, templos que são centros espirituais, harines, para as novsa civilizações que ‘se curvam’ à celestial Tula e à terrena Tula. Estas Tulas terrenas são ‘casas dos Messias’ e centros de aprendizado onde civilizações inteiras tornam-se iluminadas e então literalmente desaparecem para os reinos superiores de existência. O Astroarche ou portal estelar fornece a saída. Analizando os nomes de Tula e Tura sustenta-se esta descrição. Tu significa ‘curvar’, e ‘sustentar’ ou ‘entrar’. La é a raiz para Luz. Ala significa ‘caminho’. O cavalo branco de Maomé, Al Borak, é literalmente traduzido como ‘a luz que sustenta ou curva’. Ra significa ‘ luz’ ou ‘sol’ e originalmente se referia a uma deusa feminina , como RHEA [ Raya], o nome creta da Grande Deusa cujos olhos lançam raios verdes e Rhiannon [ Ray Annon]. Significativamente, An e On são os nomes adicionais do Planeta X. As  palavras derivadas incluem radiante, irradiado, governo, governante, real e regalia. Ra tornou-se o nome do deus masculino do Egito. [Estranhamente, os elementos do masculino significam 'mãe', ma, O Brilhante, le. Feminino significa o apoiador do masculino, a Mãe Brilhante]. O prefixo Ra  é encontrado na palavra sânscrita para rei, rajá, e para rainha, rani. Ele sobrevive na palavra alemã ragen, alcançar acima, e em francês como roi, significando rei. A transposição de Ra, ar, é a raiz para arco e arca. O barco de Ra foi dito emergir diariamente das águas primevas, muito como EA, cujo hobby favorito era ‘navegar’, que era dito correr sua arca nas profundas águas do Absu terreno em Eridu. Como o deus sol, Ra foi conhecido como ‘O Brilhante’, o Ancestral da Luz, o Senhor da Luz. Foneticamente ar se torna ir, a raiz para Iris, o olho, e ou, luz.  No Egito, o olho significa ‘fazer’ ou ‘criar’ e tem o mesmo significado da nossa palavra ‘fabricar’. O olho. Baseado nestas definições, Tula pode ser representada como ‘o rei ou rainha do terror [ou tara], o portal estelar que irradia luz; o fabricante ou fazedor”. Portanto não é qualquer surpresa que encontremos o símbolo de Tula presente na cerimônia de fazer reis. Na cena da próxima página Istar, com as estrelas e planetas ao redor dela, recebe a realeza em seu templo. Perceba o símbolo entre os dois postes. Uma cena similar é encontrada na unção do Rei David por Samuel, que é considerado uma forma recontada de EA na página seguinte à segunda representação de Istar. Is-tar está de pé sob o sinal flutuante. Is-tar ou Is-Terror com o sinal em u’a mãe e o bastão e o anel do divino poder em outra.
Esta placa de prata de Bizancio mostra o Rei David sendo ungido rei pelo profeta Samuel [EA], um dos treze juízes cuja história é contada no Livro dos Juízes. Frequentemente estes juízes estão ligados ao conceito de determinar o certo e o errado. Eu prefiro a interpretação mística que alinha ‘o julgar’ com ‘equilíbrio ou reconciliar o Céu e a Terra’. Em apoio a esta interpretação percebemos o equilíbrio do símbolo de Tula acima de sua cabeça e o pilar de fogo o seu pé. O nome Samuel deriva de Sama-El, por causa do reino de Sama na Suméria.

Segundo as regras fonéticas os sinais de ‘t’ e de ‘k’ são intercambiáveis. Então Tula ou Tua também podem ser lidos Kua. Isto faz sentido. Pense na palavra a-kua ou água. Rula, sabemos, é a fonte das Águas Vivas da compaixão. Kuan Yin, a deusa budista da compaixão, corresponde a esta palavra. Tua e Kua também podem ser tur e kur [que significa pedra]. Foneticamente, kur é cura ou núcleo [core em ingles]. Já temos encontrado este termo em e-kur, o nome sumério para “a terra sem retorno’. Uma vez ela seja alcançada a alma aparentemente não precisa retornar à Terra. O sânscrito kr, ou núcleo [core] tem o significado de ‘fazer’ e é provavelmente a raiz de Criador. Este explica posteriormente porque os sumérios chamavam o lar da alma acessado pelo buraco [de minhoca] no solo de e-kur. Este é o centro galático. Palavras adicionais kr ou cr de interesse são car, significando coração, e crib [berço], sinônimo de mangedoura. A associação do núcleo [core] com uma mangedoura lança uma nova luz no mito do nascimento de Jesus em uma mangedoura. Ao invés de um nascimento em um celeiro esta localização pode bem apontar para um lugar cósmico de nascimento. Ao invés, o núcleo [core] é considerado um berçário ou mangedoura cósmica, e as águas do Sol Central, o Coração da Galáxia, são acreditadas terem qualidades de cura ou curativas; daí a minha referência ao núcleo como o Sol Curador ou Filho Curador. Um outro exemplo fascinante da intercambialidade do ‘t’ e o ‘k’ vem da tradição rúnica. A runa Donar ou Rhor simbolizou o Ana, ou ‘enviado do céu’. Ana [Luz, O Senhor] é um outro nome para o Planeta X. A palavra Thor é, com certeza, tur ou tor, [significando porta em alemão] e é compreendida dos elementos T [tau que signica o caminho] e hor ou cavalo [em inglês, horse]. Jesus ele próprio chamou-se a porta. Thor, o ‘Renascido’ que supera o poder invernal da Terra e da escuridão, é representado como uma figura com os braços abertos, exatamente como o homem que emerge do pilar apresentado na página 15. Sua runa é o sinal dos braços elevados ou um Y, a runa k, que se tora cen ou ‘Luz’ em anglo-saxão. Na medida em que eu investigava no livro ‘The Healing Sun Code’, Moisés estava entre os inúmeros profetas que utilizava a postura em Y para canalizar a Luz.

O PLANETA DOS DEUSES

Sempre que os arqueologistas descobriram restos das iniciais civilizações sumérias o símbolo do maciço Planeta X, o Planeta dos Deuses, estava proeminentemente representado. Embora os cientistas afirmem que os planetas externos não tem água líquida, oxigênio, carbono ou nitrogênio e a enorme distância do Sol torne isto impossível de sustentar vida, os sumérios, diz Sitchin, descreveram este planeta oculto na margem externa de nosso sistema solar em termos de jardinagem. O Planeta X era um planeta verdejante de vida que eles chamavam NAM.TIL.LA.KU, ‘o deus que mantém a vida’.  Nam.Tilla.Ku literalmente signica ‘Nome ou Destino [Nam] de Deus ou do Brilhante [Ku] é Tula’ [TILLA]. Ele foi o criador dos grãos e ervas que fazem com que a vegetação floresça, que abriu os poços, proporcionando água em abundância – o irrigador do céu e da Terra. Nomes adicionais para este mundo celestial eram A.SAR.U.LU.DU que significa, o mais alto, ‘o rei da água brilhante cuja profundidade é cheia’. Ele sempre foi referido como um planeta radiante, e as representações dele o mostram como um corpo emitindo raios, diz Sitchin do Espírito Santo, Tula. Esta história será explorada posteriormente.

Esta última descrição pode explicar porque os sumérios representavam este planeta como um estrela de oito pontas. Este sinal estelar denota tais termos como an, o Senhor Anu, dingir, O Brilhante, an, o Alto e ana ou an O Céu. Ele é frequentemente encontrado como um determinante na frente de nomes dos Brilhantes. Então o ‘dinger’ E.A. indica O Brilhante Senhor das Águas. Sitchin atribui a versão babilonia do simbolo da Cruz de Luz ao Planeta X. Este símbolo, essencialmente a cruz solar envolta, foi adotado como símbolo da Terra. Mais tarde, ele tornou-se o símbolo das sociedades secretas tais como os rosacrucianos, a Irmandade da Rosa Cruz. A Fraternidade de Filósofos e curadores afirmada ser uma ligação na Acadia contínua de seres imortais de uma raça superior que possui os segredos da alquimia e da Pedra ou Ovo Filosofal [ou Kur], o Santo Gral, que pode conversar com os anjos e tornarem-se invisíveis [fantasmas ou seres de luz]. A estrela de oito pontas do Planeta X é o protótipo da rosa-cruz de oito lados ou octagonal com a flor significando o sangue de Cristo no centro-coração. Este é o símbolo para o Santo Gral encontrado na pedra tumular de Sir William Sinclair na Capela Rosslyn, em Edinburgo, Escócia. Este coração é considerado ser o templo onde a vida do mundo habita, como uma rosa em uma taça. O símbolo da rosa-cruz é pensado ser de origem gnóstica, e uma parte da geometria sagrada e os Evangelhos recuperados pelos Templários no sítio do templo de Salomão no topo do Monte Moriah em Jerusalém. A Capela Rosslyn é considerada ser uma reconstrução do Templo de Salomão, e um repositório para os segredos dos Templários.

Reconstruído, o símbolo para o Planeta X é um com as linhas da água irradiante, um disco, formando um X, e o símbolo para o átomo e a energia nuclear, que também forma um X e o símbolo para ouro. O X é composto de duas formas alongadas de olho conhecidas como vesica piscis, a bexiga do peixe. A bexiga do peixe é o mesmo que a forma de boca do hieróglifo egípcio de Atum-Re, o Deus Sol e Senhor do Terror que vem do Abismo. é também o mesmo símbolo de peixe para Jesus. Em seu livro ‘Sacred Geometry’, Robert Lawlor nota o relacionamento do símbolo da boca e o caminho de uma corda vibrante. Ambos tem uma forma achatada e vesicular. O símbolo egípcio para Atum-Re. Uma corda vibrante. A forma de ovo nos dirige a Maya que é dito esta forma gráfica da galáxia da Via Láctea. O hieróglifo egípcio Ru, significando ‘passagem de nascimento’, portal e ‘vagina’. Elas também o relacionam ao ovo cósmico ou semente cósmica da qual se derivou toda vida humana. Voltando a figura de Jesus na página 33 o encontramos emergindo por este portal desta forma. Esta simbologia nos leva ao coração do antigo mito sumério da criação, que começa antes da Terra ser criada, bem como ao coração de todos os eventos atuais. Segindo o calendário maia de Longa Contagem, em  13.0.0.0.0. — que nós chamamos de 21 de dezembro de 2012 — o Sol estará em alinhamento direto com Tula. Este alinhamento será mais completamente explorado no capítulo seguinte.

4. A GUERRA AO TERROR

O período de 13 anos entre 1999 e 2012 é considerado uma estação de profecia no qual os profetas maias levam a um momento de uma nova criação resultando na transformação de nosso mundo. Quando o intercâmbio Tula-Tura-Terror é aplicado, encontramos um outro modo de dizer que o nosso Sol estará em alinhamento direto com Tara, Tura ou Terror. Portanto é muito intrigante, para dizer o mínimo, que a consciência global da humanidade iniciou esta súbita ‘Guerra ao Terror’ ao mesmo tempo que, falando-se mitologicamente, temos entrado na Era do Terror. Aquele que parece ter se sincronizado com a mente global, e estar mais estreitamente associado à Guerra ao Terror, é o presidente George W. Bush. O alinhamento da consciência dele com o terror pode ser rastreado ao início de seu mandato em 20 de janeiro de 2001. Quando Bush ficou de pé diante do Monumento de Washington, ou diante do obelisco, como dizem os maçons, naquele dia escuro e tempestuoso, sua fala foi curta e direta. Faltava à fala de posse do 43o. presidente a poeira mágica de um poeta como Robert Frost ou Maya Angelou que tem emprestado aos predecessores de Bush as bençãos da musa. Nada havia aqui da altivez de JFK ['não pergunte o que o seu país pode fazer por você'] ou até mesmo o alto tom de seu pai ‘mil pontos de luz’. Ao invés, no fim de sua fala inaugural Bush tomou emprestado uma imagem surpreendente do passado: “Depois que a Declaração da Independência foi assinada, o estadista da Virgínia John Page escreveu a Thomas Jefferson: “Sabemos que a corrida não é para o rápido e nem a batalha é para o forte. Não pensa que um anjo cavalgue no rodamoinho e dirija esta tempestade?  Muito tempo tem se passado desde que Jefferson chegou para o início de seu mandato. Os anos e mudanças se acumularam. Mas os temas deste dia ele conheceria: a grande história da coragem de nossa nação, e seu sonho simples de dignidade.  Não somos o autor desta história, que enche o tempo e a eternidade com o seu propósito. Ainda que este propósito é obtido em nosso dever e o nosso dever seja cheio do serviço prestado ao outro… E um anjo ainda cavalga no rodamoinho e dirige esta tempestade’.

‘E um anjo ainda cavalga este rodamoinha o dirige esta teMpestade?’ Ouvi bem? Como alguém que tem investigado a mitologia antiga, o ‘rodamoinho’ é um termo clássico para o que hoje é descrito como um UFO. Estas palavras fazem a interpretação de Sitchin das atividades terrenas dos Brilhantes algo obrigatório para se ler. Como ele documenta, os Brilhantes são os protótipos dos anjos do Velho Testamento que voam ao redor de rodamoinhos. O hebreus os chamavam Terrores. Certamente, Bush não podia estar se referindo a alienígenas espaciais ou falando em código para os iluminados. Ou poderia? Como se mostrou, esta declaração provocou alguma discussão. O antigo escritor de discursos presidencial Peggy Noonan, em uma coluna do jornal Wall Street Journal, escreveu que a frase era ‘opaca’. Ela tinha que ler ‘O Anjo no Rodamoinho’ duas vezes antes que ela tomasse seu significado obscuro, mas a maioria daqueles que ouviam em casa e no Capitólio não tinham um texto. Presumidamente, isto navegou diretamente para eles, deixando a nação com um sentimento coletivo de ‘O Que?”

Mas que opacidade do presidente foi referida? A questão do rodamoinho nunca foi proposta a Bush pela media nacional. Isto ficou em aberto para interpretação. Alguns cristãos em grupos de discussão da Internet estavam nervosos com esta declaração. Isto soava bíblico, eles opinaram. A ‘corrida do rápido’ é citado do Livro do Eclesiastes do Velho Testamento. E a origem e significado do ‘anjo no rodamoinho’, contudo, é menos claro. Enquanto há muitas referências a anjos e rodamoinhos na Bíblia, nenhuma tem a frase exata. Em quase todas as citações bíblicas de ‘Rodamoinho’ a imagem é usada para descrever ação, geralmente julgamento, direto de Deus. Naum 1:4 claramente declara isto: “O Senhor é um Deus ciumento e vingador; o Senhor toma vingança e está cheio de ira. O Senhor toma vingança sobre seus inimigos e mantém sua ira contra seus inimigos. O Senhor é lento na ira e grande em poder; o Senhor não deixará o culpado sem punição. Seu caminho é o rodamoinhno e a tempestade, e as nuvens são poeira em seus pés.” Isaías 40:23-25 afirma esta perspectiva. Ele tranisforma os príncipes em nada; Ele torna os juizes da Terra inúteis. Escassamente devam eles ser plantados, escassamente devam eles ser colhidos, escassamente sua raça deva tomar raiz na Terra. Quando Ele também os explodirá, e eles secarão, e o rodamoinho os levará como restolho. De quem então você gostará como a Mim? Ou de quem Eu devo ser igual?’ disse o Sagrado.

O uso de Bush desta referência soou presunçoso aos ouvidos de alguns crentes. Como pode um político comparar suas decisões com aquelas de Deus? Claramente Deus está no controle. E o Velho Testamento é cheio de ira. Olhando mais profundamente este termo, encontramos que os autores do Velho Testamento frequemtemente empregavam o termo ‘opaco’ do ‘rodamoinho’ e o aplicavam com o significado de veículo voador. Isaias 66:14-16 diz, ‘Veja, o Senhor está vindo com fogo, e suas carruagens são como um rodamoinho, ele trará sua raiva e fúria e sua repreensão com chamas de fogo’. Em Jo 38:1-2 o Senhor respondeu a Jó do rodamoinho. Em Reis 2:1-2 nota-se que quando o Senhor tomou Elias para o Céu ele o fez em um rodamoinho. Elias é uma figura central no mundo da profecia milenar. Elias não morreu, mas foi transportado para o Céu em um rodamoinho do alto do Monte Moriah em 800 AC depois que uma carruagem de fogo veio do céu. De fato, ele foi um dos três mortais do Velho Testamento a cavalgar o rodamoinho para o céu. O primeiro foi Enoque. O segundo foi Elias. O terceiro foi o Rei de Tiro que construiu o Templo de Salomão. O capítulo 28 do Lvro de Ezequiel nos conta que este rei foi moldado [geneticamente engenheirado?] para ser perfeito e sábio [como Adapa] e portanto foi permitido cavalgar para o céu.

Depois de obter o Gral, o coração do Rei de Tiro ‘cresceu arrogante’ um termo que significa ‘poluir o templo’. Encontramos este rei momentaneamente novamente.     Os judeus acreditavam que Jesus fosse Elias. Jesus declarou que João Batista veio em espírito e poder de Elias. Este homem de Tura Maddai ou Tula com a Sagrada Sabedoria encarnada nele voltará, dizem os profetas, juntamente com Moisés, como uma das duas testemunhas de Cristo no fim dos tempos. Este tempo é profetizado ser um de horríveis e cataclísmicas mudanças na Terra. Em resumo, as testemunhas retornarão durante uma era de terror, que incidentalmente Nostradamus disse veria o retorno do Rei do Terror [ou Tiro]. Ao invés dos profetas do Velho Testamento, a media voltou-se para um livro intilutado ‘Angel in the Whirlwind: The Triumph of the American Revolution’ escrito por  Benson Bobrick para o insight sobre a enigmática frase de Bush. Bobrick, entrevistado pelo telefone de sua casa em Vermont, disse que ele não entendia a conexão entre o ‘anjo no rodamoinho’ e a fala inaugural de Bush, já que não havia uma crise nacional acontecendo para comparar com a criação de uma nova nação em 1776. De fato, era janeiro de 2001. No dia da Revelação 11 de setembro uma rede de terror seria atirada sobre a terra, e a grande deusa América seria lançada em sua mais grave crise nacional desde Pearl Harbour. A Esfera de Pensamento estava próxima. Durante os vários dias seguintes, enquanto os céus estavam silenciosos, a consciência do planeta mudou para um canal de terror completo. Todos os olhos se concentraram na América. Os dias de terror tornaram-se semanas. Em 7 de outubro a Guerra ao Terror oficialmente começou. Antes de 11 de setembro havia algo diretamente profético e potencialmente perturbador na escolha de Bush do preço poético. Depois de 11 de setembro podemos ler e examinar as linhas acompanhantes do poema de quem deriva a frase quando se faz uma pausa na surpresa poética em seu conteúdo. A frase ‘o anjo no rodamoinho’ é rastreada a “Campanha” do poeta inglês Joseph Addison. Em 1704 Addison escreveu: “Assim quando um anjo, pelo comando divino, arremessa morte e terror sobre uma terra culpada; Ele, agradado pela Ordem do Todo Poderoso a realizar, cavalga o rodamoinho e dirige a tempestade’. Em cada posse, as palavras do presidente são pesadamente verificadas. As falas presidenciais são completa e cuidadosamente editadas e reescritas inúmeras vezes. Mais de trinta departamentos governamentais dissecam e entrecruzam as falas presidenciais para o impacto e a política. Para mim está além da crença que um presidente, os ecritores das falas presidenciais ou os conselheiros presidenciais incluiriam uma declação com uma nota chave sobre ‘um anjo no rodamoinho’ sem primeiro examinar seu contexto completo e sua referência ao ‘anjo arremesar o terror sobre o culpado sob comando divino’. Foi examinada a fonte desta frase? Se o foi, como pôde esta imagem do anjo terrorista que dirige a América de um rodamoinho ter conseguido fugir à detecção? Esta declaração foi uma gafe? Se foi, foi uma bem grande. Nos círculos de Washington uma gafe é quando a verdade incidentalmente escorrega. Esta não é uma plataforma de Bush. Nem é uma sugestão que Bush conscientemente sabia que este terror estava para engolfar a consciência humana. Minha investigação do anjo no rodamoinho pretende ser uma ilustração da mente global toda conhecedora, pré-ciente e sincronica em funcionamento. É uma busca pelo entendimento do simbolismo e palavras de nossos tempos, particularmente as palavras de nosso presidente que, de tempos em tempos, soam mais como profetas que sabem muito mais do que eles deixam perceber.

Por exemplo, em retaliação aos ataques de 11 de setembro George W. Bush jurou atacar a sombria rede de terroristas internacionais chamada Al-Qaida. Este nome é perigosamente próximo de Al Qidr ou A Khidr, o nome islâmico para João Batista. Maktab Al-Khidamar (MAK), a coberta operação da CIA que forneceu armas aos terroristas acusados cuja mente mestra é Osama bin Laden está até mesmo mais perto de se combinar com Al Khidr. Bush chamou a Guerra ao Terror de ‘Cruzada’ e levou seus amigos a acreditarem que ele via seu novo dever como uma missão de Deus. Penso, na estrutura de Bush, isto é o que Deus tinha pedido que ele fizesse, um estreito reconhecimento dito ao New York Times. ‘Isto oferce a ele uma enorme clareza’. Segundo este conhecimento, Bush em sua posse dedicou sua administração a Jesus Cristo [para surpresa de milhões de muçulmanos, judeus, shiitas, budistas, hindus, e outras religiões excluídas], acredita “ele tem encontrado sua razão de ser, uma convicção informada e formada pela propria cadeia de cristianismo do presidente’, relatou o The Times. O uso de Bush da palavra ‘cruzada’ que tem uma conotação européia de cavaleiros em brilhantes armaduras expulsando os infiéis da Terra Santa, conjurou muitas memórias muito diferentes no mundo islâmico, onde uma ‘cruzada’ se refere a uma sangrenta guerra santa cristã contra os árabes. Em 1099 os cruzados cristãos massacraram dezenas de milhares de muçulmanos abrigados na mesquita de Al Aqsa em Jerusalém. Osama bin Laden tomou a proclamação do tipo de cristianismo de Bush para reunir os fundamentalistas islâmicos. Uma declaração datilografada atribuida a bin Laden chamou à nova guerra ‘a nova cruzada judaico-cristã liderada pelo grande cruzado Bush sob a bandeira da cruz’. Bush posteriormente irritou as velhas feridas do Oriente Médio ao prometer a retaliação através da “Justiça Infinita’, um ato sagrado reservado apenas para Alá.

A referência dele ao Irã, Iraque e Coreía do Norte como um “Eixo do Mal” em sua fala de Estado dirigida a União em janeiro de 2002 foi tão mal recebida que causou um maciço exodus mundial de apoio à Guerra ao Terror. Ele fez com que os europeus sentissem que a América era o agressor a ser temido. O anúncio de Bush do “Governo Sombrio” em fevereiro de 2002 fez com que tocassem os sinos de alarme para muitos. Isto relembrou a visão de Bush durante a campanha presidencial de 2002. Ele foi repetidamente mostrado falando diante de uma bandeira estilizada com apenas um punhado de estrelas e faixas ao invés da oficial bandeira de cinquenta estrelas e treze faixas. Esta claramente não era a bandeira dos EUA. Isto me intrigou que a campanha de Bush não usasse a bandeira americana. Tive a oportunidade de perguntar a funcionários da campanha de Al Gore sobre esta estranha bandeira. Sua resposta variava etre ‘que bandeira?” a ‘Oh, esta é simplesmente uma bandeira estilizada  ou um retrato da bandeira tremulando ao vento”. Em retrospecto era esta a bandeira do “Governo Sombrio?” Os símbolos e as palavras, especialmente as palavras que falamos para dizer Hopi, contam escepcionalmente pesadas durante esta era da história. A palavra mais poderosa de todas é terror. É indiscutível que 11 de setembro marca um ponto chave de virada na história. Depois deste dia de revelação a palavra ‘terror’ foi indelevelmente gravada na mente global. A maciça impresão desta palavra na media, sem precedentes, que se seguiu a 11 de setembro, ativou uma linha em nossa consciência. O Terror se tornou o motivador grito de batalha de nosso governo exatamente como a “Guerra ao Pecado” que uma vez foi motivada pela Igreja inicial. Antes de 11 de setembro estávamos na busca do Gral, e depois nos encontramos pegos na armadilha e na escuridão da terra de ninguém. Repentinamente, vivendos em um mundo de terror. O Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi repetidamente citado como tendo dito que a Guerra ao Terror pode durar gerações.

A inferência aqui não era apenas que a Guerra ao Terror havia começado, mas que uma Era de Terror havia começado. Se esta Era será curta ou extremamente longa permanece a ser visto. Em sua fase inicial esta é caramente uma guerra de consciência muito mais do que uma marcial. A arma primária desta guerra é a propaganda. Em buscar uma compreensão mais profunda, permanece a ser entendida e quanto a percepção da Era do Terror e da propaganda da Guerra ao Terror os leitores serão melhores servidos para fazer mais do que um conhecimento passivo com o significado da palavra Terror na mente coletiva e, juntamente com isto, as palavras ‘anjo’ e ‘rodamoiho’. Por trás destas palavras está a asociação delas com os Terrores ou os Brilhantes do Planeta X. A apreciação deste fato levanta a aposta na declaração da posse de Bush. Alguns declaram que o Planeta X está a caminho para uma recombinação com TIAMAT/Terra e isto acontecerá logo. A despeito se isto é um evento real ou um evento de conciência estamos na rede neutra disso. Como a luz vermelha da prostituta, o aviso da chegada do Planeta X aparecerá sob a forma de uma cruz vermelha ou luz vermelha no céu ou na consciência humana. Há muitas evidências objetivas científicas que apontam na direção do retorno do Planeta X, embora ‘oficialmente’ ele esteja não detectado. Como foi amplamente relatado, em outubro de 2001 duas equipes de cientistas – uma da Inglaterra e uma da Universidade da Louisiana em  Lafayette – independentemente relataram pistas de um objeto ainda invisível, maciço, distante na margem do sistema solar. Esta conclusão é baseada nas órbitas altamente elípticas dos chamados cometas ‘de longo período’ que se originam de uma nuvem gelada de destroços muito além de Plutão. O modo como o Planeta X perturba estas órbitas é reminiscente do modo que as pegadas de aproximação do Tiranosaurus Rex fizeram ondear a água em um vidro do Parque Jurássico. Os físicos colocam o planeta em um órbita de aproximadamente 3 milhões de milhas ou meio ano luz do Sol. A estrela mais próxima é encontrada a quatro anos luz de distância. Este é apenas o mais recente ‘boato’ da busca ‘oficial’ do Planeta X.  As ondas começaram em 1982 quando a própria NASA reconheceu oficialmente a possibilidade do Planeta X, com um anúncio que ‘algum tipo de objeto misterioso realmente está lá’ – muito além dos planetas mais externos. Um ano mais tarde, o recentemente lançado IRAS [satélite astronômico infra-vermelho] marcou um objeto misterioso nas profundezas do espaço. O  Washington Post resumiu uma entrevista com o cientista chefe do IRAS do JPL, Califórnia, como segue: ‘Um corpo celestial possivelmente tão grande quanto o gigante planeta Júpiter e possivelmente tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar tem sido encontrado na direção da constelação de Orion por um telescópio orbital…’ Tudo que posso dizer a você é que não sabemos o que isso é, disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Esta descoberta é citada como uma motivação por trás da inexplicável declaração do Presidente Reagan aos repórteres depois das conversas da Reunião com Gorbachev em 1985. Ele disse que lembrou ao Secretário Geral que ‘todos somos filhos de Deus’. Reagan disse: Não podia mais do que dizer a ele: pense apenas como a sua e a minha tarefa seriam fáceis nestes encontros que realizamos se subitamente houvesse uma ameaça de alguma outra espécie de um outro planeta fora no Universo. Nos esqueceriamos de todas as pequenas diferenças locais que temos entre os nossos países e encontrariamos de uma vez por todas que realmente aqui somos seres humanos nesta Terra juntos’. Ele ressaltou a Gorbachev como o comprometimento da América na Iniciativa de Defesa Estratégica [SDI], a nossa pesquisa e desenvolvimento de um escudo não nuclear de alta tecnologia, nos protegeria contra mísseis balisticos’. Reagan repetiria esta mensagem New Age:

Em sua fala a ONU em 1987, em um encontro em Washington DC em 1987, no Fórum Estratégico Nacional de 1988, e novamente na Reunião de Moscou de 1988. Os historiadores de Reagan admitem esta declaração, citando-a como um grande exemplo do senso de humor do ‘Grande Comunicador’. Isto supostamennte deixou Gorbachev surpreso e divertido. Esta explicação, proferida por um biógrafo de Reagan no show de rádio de G. Gordon Liddy, nem é academica nem é científica. De fato ela é ridícula, já que não explica porque Reagan bateria no mesmo cavalo morto em tanto encontros tão importantes. Nem explica porque Gorbachev repetiu a ‘piada’ de Reagan em sua maior fala no Grande Palácio do Kremlin em Moscou em fevereiro de 1987. Depois de ruminar sobre o destino do mundo e o futuro da humanidade ele recordou-se de seu encontro com Reagan em Genebra. “Em nosso encontro em Genebra, o Presidente dos EUA disse que se a Terra enfrentasse uma invasão por extraterrestres os EUA e a URSS uniriam forças para repelir uma tal invasão. Não devo contestar esta hipótese, embora eu pense que ainda seja cedo para nos preocuparmos com uma tal intrusão.’ A combinação de Reagan e de Gorbachev – ‘vamos cooperar no espaço’ – é assustadoramente similar ao visão do fim abrupto da Guerra Fria proposto pelo Presidente John F. Kennedy. Falando antes do começo dos exercícios na Universidade Americana em junho de 1963, Kennedy disse: “Em resumo, os EUA e seus aliados, e a União Sovietica e seus aliados, tem mutuamente um profundo interesse em uma paz justa e genuína e em parar a corrida às armas. Acordos para este fim são do intersse da União Soviética bem como do nosso interesse – e até mesmo as nações mais hostis podem ser reunidas para aceitarem e manterem obrigações destes tratados, e apenas estas obrigações de tratados, que são de nosso interesse. Então, vamos não ser cegos quanto as nossas diferenças – mas vamos também dirigir a atenção aos nossos interesses comuns e aos meios pelos quais estas diferenças podem ser resolvidas. E se não pudermos acabar com as nossas diferenças, ao menos podemos tornar o mundo mais seguro pela diversidade. Porque, na análise final, nosso elo mais básico comum é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos desejavamos o futuro de nossos filhos. E todos somos mortais”.

Foi Kennedy (irlandês para ‘horrível cabeça’], o chamado Rei de Camelot, que nos enviou à Lua como um símbolo de nossa salvação. Como ressalta o pequisador do assassinato de Kennedy, Jim Marrs, exatamente dez dia antes de seu assasinato no estilo de uma execução militar em Dellas, Texas em 22 de novembro de 1963, Kennedy emitiu o Memorando número 271 de Ação de Segurança Nacional, intitulado “Cooperação com a URSS em Assuntos do Espaço Externo”, dirigido ao administrador da NASA, naquele tempo James Webb. Em este momorando notável Kennedy instrui Webb a ‘assumir pessoalmente a iniciativa e a responsabilidade central dentro do Governo pelo desenvolvimento de um programa de substancial cooperação com a União Soviética no campo do espaço externo, incluindo o desenvolvimento de específicas propostas técnicas.’ Kennedy acrescentou que este plano era um resultado direto de ‘minha proposta de 20 de setembro para uma cooperação mais ampla entre os EUA e a URSS em operações espaciais conjuntas e a Guerra Fria deve terminar imediatamente’. A Corrida á Lua teria se tornado uma Dança Lunar. Vinte e cinco anos frios de construção de armas e desconfiança entre as duas nações mais poderosas da Terra teriam sido evitados. Milhares de bilhões de dólares poderiam ter sido desviados do desenvolvimento de armas de destruição em massa para o desenvolvimento da civilização. Este cenário de esperança foi afastado pelas balas do assassino. Ainda na administração de Reagan somos avisados contra o ‘Império do Mal’ e a custosa Guerra Fria continuou. Porque Reagan subitamente buscou um fim desta guerra? Porque não a continuou, e permitiu o complexo da propaganda militar-industrial desfrutar de seu lucro obceno? Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, Guerra da Coréia, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo. A guerra foi o grande negócio do século XX. O século XXI está começando de modo não diferente. Os previsores dizem que o orçamento de Defesa dos EUA ultrapassará um trilhão de dólares entre 2002 e 2012. Para aqueles do campo UFO a ‘mensagem extraterrestre’ de Reagan responde a pergunta sobre o fim da Guerra Fria. Esta declaração não foi uma piada. Ao invés, ela pode ser a mais importante mensagem que já foi divulgada. Ela aponta para o espaço externo como o próximo grande campo de batalha. A oferta de Reagan de partilhar a secreta tecnologia de Star Wars e cooperar com os soviéticos no espaço foi uma medida defensiva. A guerra depois da Guerra ao Terror, parece, será lutada no espaço contra um inimigo extraterrestre. Na minha opinião, uma mensagem comparável em importância à mensagem extraterestre de Reagan foi divulgada por George W. Bush em Washington DC em 20 de janeiro de 2001. Foi a declaração de George [' o matador do dragão'] W ['a serpente'] Bush motivada pelo conhecimento do Planeta X e os Brilhantes, o anjo no rodamoinho que dirige esta tempestade? É a Guerra ao Terror um preâmbulo para uma iminente confrontação no espaço? Ou, foi a escolha dele desta frase simplesmente uma surprendente sincronicidade e uma escolha de palavra mal apropriadas para o tempo?

5. A GRANDE LUZ

Na medida em que o sistema solar se alinha com Tula, é fascinante ter em mente que Isaias 30:26 se refere a uma luz exótica sete vezes mais brilhante do que a luz do Sol que iluminará o mundo quando Cristo retornar. Esta pode ser a verdadeira luz [vibração] que, vinda ao mundo, ilumina a cada homem. Para retirar o véu de Tula, na medida em que a mente coletiva começa a fazer na década de 1930 com a invenção da primeira antena de rádio e a divisão do átomo, é revelar os segredos da criação. Estes segredos são a espada de dois gumes de Cristo, simultaneamente representando as forças do poder do amor [Tara] e o amor do poder [Terror]. Em 2002, cientistas do Observatório de Raios-X Chandra da NASA, que monitoram o espaço por meio de Raio-X que filtra a poeira cósmica que pode obscurecer as imagens feitas com os aparelhos óticos, apresentaram a mais recente lista de descobertas do Núcleo. Uma nova imagem panoramica em raio-X da galáxia da Via Láctea revela um centro turbulento, um caldeirão ou Gral de caos, equiparado a mil fontes da alta energia que pode ser de estrelas morrendo, buracos brancos ou buracos negros. Ela mostra explosões de pequenos pontos brilhantes verdes e vermelhos do azul no centro galático, que um pesquisador comparaou às luzes das grandes cidades na Terra.

Na medida em que nos aproximamos dos mistérios internos da Arca de Cristo e dos Brilhantes do Planeta X, encontramos uma grande assistência em saber que os alquimistas e os cristãos iniciais estavam cientes do Sol Negro e destas luzes azuis, e as chamavam de ‘maçãs azuis’ e as simbolizavam por um cacho de uvas. Segundo o Livro de Enoque, este era o fruto que crescia na Árvore da Vida no Jardim do Eden. Esta é a Árvore do Conhecimento, da qual os antigos pais de Enoque comeram antes dele, e que, obtendo o conhecimento, tiveram seus olhos abertos, e souberam que estavam nus, sendo expulsos do Jardim [por ENLIL]. Enoque viu estas uvas que lhes foram mostradas pelos Brilhantes no núcleo galático.

Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra em busca de ouro para corrigir a crise atmosférica do Planeta X. Uma outra possibilidade, ele diz, é “as pedras azuis que causam doença’ mencionadas nos textos antigos. Estas serão investigadas primeiro, o ouro no capítulo depois. As pedras azuis parecem ser orbes enormemente poderosas. A palavara ‘ill’ [ doente] é o  mesmo  que ‘el’ ou Brilhantes. Daí, as pedras azuis são capazes de transformar alguém em El ou Brilhante. Esta dedução se baseia no aprecimento deste grupamento de uvas na Bíblia em conexão aos Brilhantes no que considero uma das históris mais estranhas e mais iluminantes até mesmo contadas. Tenho discutido este episódio em detalhe em “Blue Apples’. Contudo, os insights são apropriados para explorar neste contexto na medida em que eles fornecem uma excelente introdução ao simbolismo do buraco de minhoca dos Brilhantes. No episódio em questão, Moisés e os israelitas estavam a beira da Terra Prometida quando YAHWEH os parou, ordenando a Moisés que examinasse a terra adjacente. Moisés despachou Josué, filho de Nun, e um companheiro, Caleb, para o vale de Eschol ['vale do grupamento' como nas uvas] para espionar os filhos de Anak, os Brilhantes, que estavam vivendo lá. Em uma história reminescente de João e o Pé de Feijão aprendemos que quando os dois espiões chegaram na terra dos gigantes eles roubaram um ramo pesado de uvas dos Brilhantes. Eles voltaram com as grandes uvas a Moisés. Esta maçãs azuis [ou pedras azuis] são tão grandes que precisam de dois homens para carrega-las. O grupamento de uvas mais tarde se tornou criptogramas que eram extremamente importantes para os Essênios, o sacerdócio de quem Jesus era um membro, os alquimistas, e os hereges gnósticos do Gral, incluindo os Cátaros, que eles mantinham sagrado e secreto. Dois fatos fazem este episódio tão surpreendentes para mim. Primeiro, os dois ladrões que mais tarde se ligaram aos dois ladrões crucificados com Jesus. Para apreciar esta conexão, o segundo fato, um pouco abertura mental de inteligência a respeito das vinhas dos Brilhantes descobertas pelos espiões de Moisés, deve ser explorado. Depois de seu retorno os espiões relataram a Moisés, e provavelmente aos Levitas, a familia elite espiritual ou força tarefa de gurus que tinham autoridade sobre os outros povos hebreus. Primeiro, os Brilhantes eram fortes em estatura. Parece ser uma narrativa factual que os Brilhantes não foram descritos apenas como altos [sete pés de altura] mas também bem armados. Isto por si só pode ter sido uma boa razão para seguir o conselho de Deus e não vagar pelo território deles. Mas os espiões israelitas relataram uma outra razão até mesmo mais aterrorizante [ e, portanto para nós, uma mais notável] para ficarem fora das vinhas dos Brilhantes. Esta é: ‘a terra come o povo’. Que observação estranha e estimulante. Alguns pensam que esta declaração se referia a uma grande praga no país naquele tempo em que Josué a observou. Se assim, porque deveria este simples fato ser envolto em uma linguagem obscura? As pessoas nos tempos antigos certamente conheciam o significado da palavra praga. No Livro do Exodus, que reconta o duelo de Moisés com os mágicos do faraó imediamente antes de seu encontro em Eschol. Deus desencadeou pragas e elas certamente foram relatadas. Uma outra interpretação é que a terra não forneça comida suficiente para seu povo, uma interpretação que contradiz a crença que esta era uma terra de leite e mel. A frase críptica, ‘a terra come as pessoas’ deve portanto ter uma explicação mais fantástica. De fato, por causa da linguagem imprecisa, deve se referir a algo que os espiões não entendiam bem. Isto tinha que ser algo extraordinário. Josué foi considerado um guerreiro bravo e poderoso, que também estava no caminho da iniciação. O Deuteronômio diz que Josué era ‘cheio do espírito da sabedoria porque Moisés pôs sua mão sobre ele’. Então, quando ele disse ‘a terra come as pessoas’, ele viu um indivíduo ou um grupo de pessoas desaparecendo no ar o que levou a acreditar que a terra as consumia. Josué  deve ter visto algo que somente os iniciados por Moisés podiam entender e identificar. O que come as pessoas e as faz desaparecerem da face da terra? Deveria ser fácil dizer que os espiões ou viram uma espaçonave [que neste caso eles não podiam imaginar, portanto não podiam ver]. Se assim o foi, eles podem ter dito que viram um ‘rodamoinho’ ou uma ‘ nuvem’, termos usados dúzias de vezes na Bíblia durante os episódios que são surpreendentemente similares aos modernos avistamentos UFO. Se eles viram uma abertura interna da terra consumindo as pessoas, eles podiam facilmente ter dito que viram uma caverna. O que possivelmente  poderia ter aterorizado o poderoso e iluminado guerreiro Josué? Agora temos uma palavra para o que Josué viu: portal estelar ou buraco de minhoca. Ele viu a Rainha da Arca do Rio. Minha interpretação do mistério das Maças Azuis dos Brilhantes pede que imaginemos a abertura de um tal portal estelar não ser alguma fantasia. É um evento real que aconteceu nas vinhas de Eschol. Seja quem for o artista esotérico que foi representado na apresentação dos dois ladrões na Cricificação da página seguinte, o acordo dele com a minha hipótese é claro como cristal. As Maçãs Azuis são a Crucificação.

A cruz tendo uvas é também apresentada em uma gravação datada de 1512. Presente nesta gravação está o veado, que desempenhava a parte do condutor de almas em algumas tradições européias. Na Escritura Sagrada, o veado é frequentemente associado com a gazela. Isto pode mudar de lugar, simbolicamente, com o antílope, gamo ou bode. Origenes compara Cristo à gazela. Na apresentação do primeiro sermão de Buda, a iconografia budista frequentemente mostra gazelas ajoelhadas ao lado do trono dele, ou do outro lado da Roda da Lei [o símbolo para o Planeta X] no Parque do Gamo, em Sarnath. Porque o veado ou a gazela? Na Suméria a gazela era o símbolo de EA ou Aya. Isto é fascinante já que a antiga palavra hebraica para veado era ayyal, derivada de ayil, ‘o cordeiro’. Como temos visto, o ancestral de Jesus, Abraão [aquele que possui o ram, o cordeiro] ‘ o filho de Terah’, pode ter sido um iniciado de EA [sob o disfarce de Melquisedec]. No Tibet o nome ram expressa a essência universal. Isto explica porque o veado é apresentado ao longo do grupamento de uvas. Pegando este veado pelos chifres encontramos que esta palavra é composta de dos elementos ra e m [ ram é cordeiro em inglês] e significa ‘a luz de m’. A letra M simboliza o portal de Deus ou portal de MA, que nos é dito, intercedeu em beneficio da humanidade depois do cataclisma de Tiamat. Ele apareceu na Terra emergindo por um portal similar ao deus do sol Osamas ou Shamash mostrado em oposto. Este portal provavelmente é o protótipo do portal do Eden. Sua forma, a letra M composta de dois picos ou, é um sinal alquimico para fogo forte ou calor intenso. Os nórdicos, que chamavam ao Eden de Tula ou Thule, usavam em seu alfabeto rúnico como o nome (bj)ark-an (vidoeiro ou cortiça). Ele é associado a uma nova vida e ao crescimento. O deus Sol Osamas ou Shamash entra na Terra através de um portal em forma de M com um ramo ou bastão em sua mão.

Uma das mais notáveis histórias bíblicas que ilustram a conexão entre o portal de Deus e o fogo é a história de Nabucodonosor, o Rei da Babilonia, que teve um surpreendente encontro com o portal estelar. Esta história é de longe da maior importância na Idade do Terror do que a maioria possa entender. É bem sabido que o presidente do Iraque Saddam Hussein tem se correlacionado a Nabuodonosor, gastando mais de quinhentos milhões de dólares durante a década de 1980 com a reconstrução e reestabelecimento da antiga Babilonia. Mais de sessenta milhões de tijolos tem sido feitos para colocar muros na Babilonia, cada um gravado com a inscrição “Para o rei Nabucodonosor no reinado de Saddam Hussein’. Em essência, Saddam está dizendo que ele é Nabucodonosor reencarnado. Enterrado profundamente nas areias do Iraque estão os segredos dos Brilhantes. Saddam controla um bem muito mais importante e poderoso do que o petróleo. O encontro do portal estelar de Nabucodonosor começou em 576 AC quando ele conquistou Jerusalém, achatou suas paredes, despiu o templo de Salomão de todos os seus tesouros, deixou a cidade em chamas e voltou para casa com o tesouro do templo e um grupo de prisioneiros reais de guerra. Os sacerdotes do templo supostamente foram avisados antes do ataque. Para salvar a Arca da Aliança os sacerdotes recorreram a caverna  sob o templo de Salomão, e se lacraram dentro, cometendo um suicidio ritual para que ninguém pudesse saber onde eles esconderam a Arca. Nabucodonosor tomou cativos milhares de milhares de cidadãos de Jerusalém, incluindo homens santos do Templo, e pela força os levou para a Babilonia, as ruínas dos quais foram enterradas pelas areias iraquianas aproximadmente a vinte milhas da moderna Bagdá. Durante este Cativeiro na Babilonia muitas coisas estranhas aconteceram. Incluidos entre os cativos estava três homens sabios do Templo, um jovem homem e mestre mágico chamado Daniel, e um outro proeminente profeta, Ezequiel, [que tinha visões do 'reino do céu na Terra'´enquanto aprisionado na Babilonia e mais tarde deixou o planeta no que muitos consideram ser uma nave estelar]. Surprendentemente, os judeus descobriram que os babilonios possuiam respostas a muito tempo buscadas a respeito do passado deles. Este é o motivo pelo qual as histórias judaica e babilonia emergiram da mesma fonte original na Suméria. Das historias sumérias os hebreus encontraram partes perdidas de sua própria história do Dilúvio e da história da Criação. Com umas poucas mudanças de nome aqui e ali ambas as tradições combinam. A maioria dos eruditos agora acredita que foi aqui na Babilonia durante o cativeiro de Nabucodonosor que os primeiros cinco livros do Velho Testamento, incluindo Daniel e Esequiel, foram construidos [muito com a ajuda das histórias sumérias originais]. A maioria dos cristãos estão chocados ao aprenderem que as histórias da fundação da religião deles são cópias da história original que pertence a um outro tempo, povo e lugar.  Somente os nomes foram trocados.

É importante entender o contexto no qual estes livros foram reunidos – o cativeiro de seus autores – e ainda é mais importante entender que eles são uma compilação da história real, mitologia, aparelhos literaríos e caras memórias de um passado que nunca foi hebreu, mas sumério. Separar o hebreu do sumério é crucial. As histórias originais fornecem um conhecimento valioso e acurado. O casamento entre as mitologias suméria e hebraica foi uma combinação feita no céu. Era como se cada uma tivesse a metade perdida da mensagem da outra. O que ambos os lados aparentemente queriam era o acesso ao portal estelar dos Brilhantes. Esta foi a dádiva dos deuses do Planeta X. A história de Nbucodonosor revela isto. A o entrar na Babilonia o visitante passava pelo E-mah, o templo da deusa mãe Ninmah ou Ninharsag, que recentemente tem sido restaurado. E-mah é uma palavra altamente significativa. É a palavra hebraica para ‘terror’. Além de E-mah estava o templo mais importante da Babilonia, o Esagila, o lugar de habitação do deus sol Marduk, o nome babilonio para o Planeta X. Nabucodonosor diz que ele cobriu sua parede com ouro cintilante para brilhar como o sol. Neste templo foi encontrada uma capela ou santuário para o pai de Marduk, EA.

Sendo secundário apenas ao famoso Jardim Supenso da Babilonia, o mais famoso monumento foi a torre em degraus ou zigurat, Etemenaki, ‘a causa que é a fundação do céu e da Terra’, situada ao norte do templo de Marduk. No templo de Marduk estava a imagem de Bel [o Senhor] e uma estranha mesa dourada, que combinava quase que 50 mil libras de ouro puro! Os Jardins Supensos da Babilonia de Nabucodonosor eram uma das sete maravilhas do mundo antigo. Crescendo em uma motanha artificial de 75 pés com sete andares de jardins artificiais conhecido como o fantástico zigurat de Marduk, a bem conhecida Torre de Babel, que Nabucodonosor restaurou, os Jardins Suspensos podiam ser vistos por cinquenta milhas através do deserto plano. Os sete terraços continham árvores, vinhas e flores e eram aguados por um sistema de poços e fontes. O Rei Nabucodonosor teve esta maravilha construida para sua rainha que tinha saudades de voltar a sua terra natal. A Babilonia deve ter sido uma visão espetacular e até mesmo inacreditável para Daniel e o restante dos cativos judeus, um tipo de lugar como o é a Dineilândia para as crianças de hoje. Em sua glória a cidade da Babilonia era a maior cidade na Mesopotamia – o centro da nova ordem mundial. Era um verdadeiro parque de diversões para os deuses. Babel se origina da palavra Bab-li, que na linguagem babilonia significa portal de Deus. Esta é a nossa primeira pista que Nabucodonosor tentou construir um meio – tavez até mesmo um portal estelar –  para transcender a vida na Terra e viajar para o cosmos.

Nosso interesse primário está na imagem de ouro que Nabucodonosor construiu na Babilonia. Isto não é algum tipo de símbolo de status que o rei mantivesse em sua escrivaninha.  A imagem tinha maciços 60 cubitos de altura e 6 cubitos de largura, Um cubito tem 18 polegadas o que faz da imagem 540 polegadas de altura [ trinta vezes 18 polegadas de altura] 540 polegadas são 45 pés de altura, aproximadmente o tamanho de um prédio de quatro andares e meio! Indubitavelmente, esta estrutura maciça podia ser vista de milhas ao redor. Nabucodonosor não pode fazer esta imagem funcionar. Este foi um maior fracasso. Como o líder tribal David, que governou Jerusalém quinhentos anos antes dele, o rei havia planejado unificar seu reino, e a imagem dourada era a força unificadora. Ele tentou usar a música para faze-la funcionar. Ele exigiu que as pessoas quando ouvissem a musica ser tocada deveriam se jogar ao chão e venerar a imagem dourada [como se este ato pudesse impressionar um salto de vida]. Se eles não assim o fizessem, seriam atirados a uma fornalha em brasas. Nabucodonosor reconhecia que Daniel tinha imensos dons proféticos, incusive a habilidade de interpretar sonhos. No capítulo quatro de Daniel, ele é pedido para interpretar um sonho no qual Nabucodonosor viu: “uma árvore no meio da Terra e sua altura era grande. A árvore cresceu, e era forte, e altura alcançou o céu, e era vista até o fim da Terra’. Havia um grande fruto nesta árvore e as aves do céu viviam em seus ramos. Desta árvore o rei viu um ‘observador’ e um ‘santo’ do Ceú emergir. Eles diseram a ele para destruir a árvore e deixar seu pedaço de tronco na Terra. Este foi um sonho confuso para o rei, mas não para nós.  ‘Os Observadores’ é um outro nome para os Brilhantes. E também o nome egípcio para ser divino ou deus, NTR, neter, ‘aquele que observa’. A terra Neterneter é o nome do lugar nas estrelas onde estes seres habitam.

Sumeria, uma outra terra terrena dos Brilhantes, foi conhecida como ‘a terra daquele que observa’. Porque os Observadores não queriam que Nabucodoosor se unissse a eles na terra Neter-neter ´a Terra do Nunca de Peter Pan]? Pode ser porque Nabucodonosor não era um deles [ que Daniel era, o que explica porque ele podia interpretar os símbolos deles]? O que eles queriam dizer com deixar o peraço do tronco da árvore no solo? Nabucodonosor queria saber. Este sohou previu um desastre de um projeto representado pela árvore? Se assim o era, qual projeto específico estava em perigo? A resosta a este pergunta é encontrada no fato de que os eruditos do Velho Testamento concordam universalmente que Daniel foi compilado opr um longo período de tempo  e não representa as visões de uma pessoa em particular. Daniel ['Deus é o meu juiz'] não era um nome pessoal.  A questão de quem o que então é Daniel assume uma suprema importância. Em sua ‘Enciclopédia Feminina de Mitos e Segredos’ Barbara Walker responde a esta pergunta ao dizer que Daniel era um título usado para distingur um grupo de pessoas, ‘uma pessoa da Deusa Dana ou Diana’. Dana era a filha de Jacó, sua décima terceira filha. O nome dela era ‘luz de An’. Aqui está o seu problema. Este é exatamente o mesmo significado do céltico  Tuatha De’ Danann (‘Os Filhos da Deusa Diana’). Na história irlandesa, os místicos  Tuatha De’ Danann, são descritos como ‘os deuses e não deuses’ enviados do céu. Eles são comparados com o sânscrito deva [ o brilhante, deus] e adeva [ o diabo] que se torna daeva em persa.  A velha palavra inglesa DIVELL [ diabo] pode ser rastreada ao derivado romano divus, divi: deuses. Como temos visto, divas também se ligam ao Terror. Estas conexões são importantes não apenas pelo seu valor em descodificar a história de Daniel, mas também por uma outra razão importante. Segundo Sir Laurence Gardner, Maria Madalena, como Miriam, era a Irmã Chefe da Ordem de Dan; A ordem dela parece ser uma continuação do misterioso  Tuatha De’ Danann. O título de Maria, Madalena, significa “ela da torre do templo”, uma referência ao templo de Jerusalém e suas três torres. As letras ‘d’ e ‘t’ são intercambiáveis. Portanto Mag dala, significando alto palácio, ou templo, se torna Mad Tala ou Tula. Ultimamente, na medida em que continua a história de Nabucodonosor, vêem juntos os três homens sábios de Jerusalém. Infelimente para Nabucodonosor, eles se recusam a venerar a enorme imagem do deus do reo babilonio. E ainda mais, os três insultam Nabucodonosor por apostar que seus deus os salvaria da feroz fornalha. Claramente os três homens sábios do Templo de Jerusalém possuem um conhecimento crucial do qual Nabucodonosor precisa para fazer funcionar sua imagem. Ele teve sucesso em acender o feroz componente da máquina fornalha da imagem. Mas além disso ele não conseguiu continuar. Ele precisava do ‘abre-te sézamo. O que é esta máquina, esta imagem dourada da qual falamos? Este objeto sagrado é provavelmente o Axis Mundi, o Pilar de Deus. Se está correto associar este pilar com a árvore dos quarenta e cinco pés que sustenta o grande fruto do sonho de Nabucodonosor, agora faz um sentido perfeito poque Nabucodonosor desejaria envolver Daniel nesye projeto. Era os filhos dos Brilhantes de D’Anu, o povo de Daniel, que haviam originalmente trazido o objeto à Terra. O anjo que apareceu ao rei estava relacionado a Daniel. Lá não havia meio no infern que eles quisessem que Nabucodonosor entrasse em seu reino sem ser convidado. Na história de Daniel os três homens sábios se recusam a revelar as coisas a Nobucodonosor que é indubitavelmente o ‘abre-te sézamo’ para o portal estelar aberto. Furioso, o rei ordena que os três fossem lançados na feroz fornalha.

O JULGAMENTO DOS TRÊS HOMENS SÁBIOS DO TEMPLO DE SALOMÃO

Os três homens sábios são representados rejeitando a imagem de Baal – uma cabeça  no alto de um pilar. Esta é a representação encontrada nas catacumbas de São Marcos e Santa Marcelina em Roma, no IV século. ‘Os três homens puseram seus mantos, seus chapéus, e seus outros ornamento e foram lançados no meio da feroz fornalha queimando, diz Daniel 3:21. Seus mantos, seus chapéus e seus outros ornamentos, você diz? Esta é uma declaração altamente importante. Porque colocar qualquer roupa em todo seu corpo se você está para ser transformado em um corpo carbonizado pela fornalha feroz? Este ornamentos viriam a ser mais do que apenas as túnicas longas do Templo de Salomão ou as vestes dos referén da Babilonia.  Isto é, se elas eram algo mais que um manto, o chapéu e os outros ornamentos que a deusa Mari está usando na Deusa Com o Vaso descoberta no templo de Mari em 1934. Mari é mostrada vestindo seu ‘capacete’ Shugurra [ um chapéu]. Literalmente traduzido Shugurra sigifica ‘aquele que vai longe no universo’. Isto pode ser mais do que uma coincidência ou suprema poesia, que o Shu-gurr-a se resolva em Sgr A, o nome da fonte de rádio acreditada ficar no exato núcleo de nossa galáxia. é possível que este também seja o ‘capacete da salvação’ descrito em Efesios 6:17. Mari também usa um pesado manto de altura completa e outros ornamentos. Este manto é chamado ornamento PALA. Toda esta vestimenta é fantasticamente similar aquela descrita no capítulo 6 de Efesius. Lá, além do ‘capacete da salvação’, os buscadores espirituais são encorajados a colocarem a inteira armadura de Deus, que pode ser capaz de conter os ataques do Diabo. Porque nós não lutamos apenas contra a carne e o sangue, mas contra principalidades, contra poderes, contra os governants da escuridão deste mundo, contra a pervisidão espiritual em altos lugares.

As principalidades e poderes são as forças angélicas espirituaisque funcionam como governantes e mensageiros celestiais nos reinos celestiais [isto é, sers galáticos]. Este é exatamente o nível angélico dos Brilhantes. Aparentemente, alguns deles são criaturas nocivas que buscam se anexar às almas humanas. No Armagedon Jesus promete enviar seus anjos para eliminar os perversos do meio dos justos. E então deve lança-los [ambos?] no fogo. O uniforme da ‘armadura de Deus’ aqui descrito – incluindo o capacete Shugurra da Salvação e o manto PALA – simultaneamente ajudarem a nos proteger dos esiritos nocivos, e fazer uma conexão cósmica com um portal estelar? Assim parece, porque a seguir Efesius descreve uma pessoa de pé diante da Arca da Aliança , o aparelho que trasnsporta as almas, que abre sua feroz fornalha! Sabemos disto porque a pessoa está usando a placa peitoral da Justiça. Seus pés estão calçados com a preparação do Evangelho para a Paz. Acima todos eles tomam o escudo da fé, o Capacete da Salvação e a Espada do Espírito, que é a palavra de Deus.

DENTRO DA FORNALHA FEROZ

O que acontece a aqueles que usam a ‘armadura de Deus’ e se levantam e andam pela feroz fornalha? Para onde eles vão? Este detalhe é omitido. Contudo, depois que os três homens sábios do Templo de Salomão entraram na feroz fornalha Nabucodonosor e todos os homens do rei cautelosamente se aproximaram da fornalha letal. Ele pediu que os três homens aparecerem para ele. Quando eles o fizeram, o rei [ e estou certo que todos os ali reunidos] ficaram supremamente perplexos. Eles estavam esperando coprpos terrivelmente carbonizados. Ao invés, ele vê os três homens sábios emperfeitas condições! Ele não haiam lançado estes homens no meio do fogo?, perguntou o rei surpreso. Ele certamente fez isto. Par acrescentar a alta estranheza deste evento, uma quarta pessoa agora os acompanhava! Contudo, este não era um homem qualquer. Nabucodonosor acreditava que este quarto homem fosse um anjo. Mas também não era um anjo. O quarto homem é como o Filho de Deus! Este é Jesus, o Filho de Deus? Nabucodonosor está nos dizendo que os três homens sábios retornaram de suas viajam pelo portal estelar com Jesus a reboque? Ou eles voltaram com Cristo, as Maçãs Azuis? Isto é bem concebível porque, compreensivelmente, a este ponto Nabucodonosor estava convencido: o deus dos três homens sábios judeus era Deus. Ele proclama que todo mundo que falar contra este Deus, ele os cortará em pedaços, e suas casas serão feitas um monte de estrume. A seguir, ele promoveu os três homens sábios. Se a associação entre o grupamento [cacho] de uvas ou Maçãs Azuis roubadas por Josué dos Brilhantes e o ‘grande fruto’ da ‘árvore’ do sonho de Nabucodonosor é válida, e eu acredito que seja, um tremendo conhecimeto deve ter sido conquistado com o aparecimento do Filho de Deus. Este conhecimento é capaz de alterar o equilíbrio de poder no mundo. Se Saddam Hussein realmente se conecta com Nabucodonosor, ele mais do que certamente estaria interessado em adquirir esta substância, que está entre os mais altos segredos dos Brilhantes. No próximo capítulo olharemos mais de perto esta exótica substância, que, com um pouco deconhecimento de como pode ser transformada em uma arma de destruição em massa.

6. AS ÁGUAS VIVAS

Em 1987 uma super gigante azul quente supernova irrompeu fazendo história e manchetes mundiais. Isto é importante porque esta supernova apareceu na constelação Asclepius. Uma intensa explosão de neutrinos ocorreu a frente de uma onda de choque. Estas partículas sub-atômicas, sem massa, sem peso e sem carga correram para a Terra, de sul a norte, ao longo das linhas magnéticas da Terra. “Longe de ser um evento isolado, muito distante da Terra e incapaz de ter um efeito sobre nós’, escreve o escritor de ciência Donald Goldsmith, ‘a SN1987A (a supernova de 1987) pode ser vista como a mais recente na cadeia de eventos que formaram o nosso sistema solar, a nossa Terra e nós’. “Em um sentido muito real’, diz o astrofísico da Universidade de Harward, Larry Smarr, ‘somos os netos das supernovas’. O intenso calor delas traz a nova vida, o crescimento. Como diz o professor de astronomia de Harvard, Robert Kirshner, ‘gerações de supernovas criaram os elementos que tomamos por garantido – o oxigênio que respiramos, o cálcio em nossos ossos e o ferro em nosso sangue são produtos das estrelas’. Somos compostos da mesma matéria estelar, as mesmas energias força de vida, como o resto do universo. Todos somos parte da mesma música. Apenas somos arranjados diferentemente. “Supernovas são mais do que espetáculos distantes, elas podem expelir as sementes da vida.’ Esta declaração prefaciou a cobertura do Scientif American de 1987 da supernova. Os antigos alquimistas não poderiam expressar melhor. Eles descreveram estas sementes de luz quando eles escreveram sobre as “cintilas’, as faíscas infinitesimais de luz contidas na ‘substância arcana’, a matéria primordial. Os períodos durante as ‘faíscas de luz’ estão disponíveis e são ressaltados pelas supernovas. Por exemplo, o previo Batkun maia [o período calendário de 144.000 anos de 394 dias] que se estende de 1224 a 1618 de nossa era, tem sido chamado “O Batkun da Semente Oculta’, ‘a semente oculta’ sendo interpretada como um expansivo ciclo de civilização. No simbolismo da Cabala judaica, quando o ponto oculto aparece ele se torna a letra iod, e representa uma semente. Literalmewnete traduzido, ‘cintilas’ são as sementes de Tula. O começo e o fim do Batkun são literalmente ressaltados por supernovas; uma em 1230 e a supernova de Kepler em 1604 – a última visível ao olho nu. Ambas as supernovas apareceram na constelação Asclépius [o mantenedor da serpente] que significa que as energias delas vem através de ‘lentes’ de Asclepius. O Colegio da Fraternidade Rosacruciana reconheceu o aparecimento da supernova de 1604 em uma ilustração de 1618 [oposto]. No lado esquerdo vemos um homem sustentando uma serpente representando Asclepius correndo em uma raio de energia estelar. A data da supernova de 1604 está atrás dele. Obviamente, os alquimistas e os rosacrucianos sabiam da importância das energias invisíveis, as Maçãs Azuis, das supernovas e as associavam a esta região especial do espaço, o aparente domínio do Planeta X. Como notado anteriormente, no início do século XVII o X se tornou um sinal de multiplicação. A chegada destas novas energias explica porque o X dividir se torna o X multiplicar? E porque os rosacrucianos adotaram a rosacruz e o X vermelho como símbolo deles? A alquimia é a ciência da transmutação e a da Pedra Filosofal. Literalmente, ela envolve a transformação de metais base em ouro, enquanto que espiritualmente ela envolve a transformação do lixo da Alma não refinada no ‘Lapsit Exillis’ — a Pedra dos Céus.

Como mencionado, fazer ouro ou aquisição  dele, a busca dos alquimistas é a busca para transmutar a alma em sua mais alta forma. Ao invés de fazer ouro o alquimista praticava fazer Deus. Em 1818 o artista Matthieu Merian criou sua pintura chamada Tabula Smaragdina (Latim para Tábua de Emeralda] que era a página título para o livro de Daniel Millius ‘The Medical-Chemical Work’. Este trabalho era um favorito dos alquimistas que afirmavam que ele apresentava a Pedra de Deus deixando o Céu [Tula] e entrando na Terra. Os alquimistas usavam esta imagem para meditação olhando-a durante horas, tentando absorver seu poder. O ponto focal era o homem-mulher que mantinha a matéria prima, simbolizada pelo cacho de uvas.

Além disso, os alquimistas escreveram sobre um corpo estelar andarilho que era chamado An, O Senhor, pelos sumérios. Ele veio de Asclepius, a constelação mais próxima ao núcleo galático, fazendo dele um mensageiro ou emissário de sua energia.  Seu símbolo era a cruz vermelha ou rosa. Na tradição alquímica ele é chamado Pavão com uma cauda de muitas cores diferentes. Um outro de seus nomes é O-SAMON, o Esbravejante. Hoje; este corpo andarilho é chamado Planeta X. Isto é uma maravilhosa sincronicidade já que os símbolos dos rosacruzes são rastreados a Hermes, o guardião de, ou a encruzilhada. O nome OSAMON, com certeza, lembra o de Osama, o alegado senhor do anel terrorista. Coicidentemente, George W. Bush constantemente se refere a bin Laden como ‘em retirada’. Em outras palavras, ele é um esbravejante senhor do anel. Como  A.E. Waited tem ressaltado, os alquimistas do século XVII olhavam para frente em grande antecipação da vinda de um Mestre que eles chamavam ‘Elias Artista’(E.A.?) “ou Elias [que apareceu a João Batista}. Alguns acreditam que foi o alquimista rosacruciano Paracelsus, quem, no início dos anos de 1500 foi ‘iniciado nos supremos segredos da alquimia por um colégio de sábios islâmicos, que doaram a ele o Mistério Universal sob o simbolismo da pedra Azoth, o ‘fogo filosófico’ dos adeptos ocidentais”. Paracelsus era conhecido como um grande curador que curava uma variedade de doenças pela Pedra Filosofal. Sua fabricação de ouro era um negócio paralelo ao seu ministério de cura do mesmo modo que os milagres de Jesus eram paralelos a sua verdadeira missão. De muitos modos Paracelsus tinha revelado os segredos do Santo Gral, a transmutação dos elementos, simbolizado pelo pão e vinho da eucaristia. Como nota Idries Shah: ‘Possuindo a Reforma, Paracelsus tinha que ser cuidadoso em como se expressar, já que ele estava projetando um sistema psicológico diferente dos modos católico e protestantes.’ Fascinantemente, Paracelsus era conhecido como um amante do vinho, um traço de personalidade que os biógrafos tiveram um difícil trabalho para reconcilar com sua competência como médico e erudito. Este é um exemplo de mente exóterica [lógica, masculina] tentando compreender o conhecimento esotérico [intuitivo, feminino]. A referência de Paracelsus ao vinho provavelmente se origina da analogia Sufi do ‘vinho’ como um sinônimo para a sabedoria interna. Os biógrafos não iniciados provavelmente pensaram que ele estivesse falando literalmente de vinho. Na realidade ele estava usando a interpretação esotérica do vinho como ela é usada no aforisma Sufi; “antes do jardim, a vinha ou uva estava no mundo, a nossa alma estava bêbada com o vinho imortal”. O vinho a que se refere Paracelsus de fato significava ‘a essência’ ou ‘realidade interna’ – um outro nome para ‘azoth’ – que é o estado natural da alma. Esta essência, que é tão poderosa que pode transformar seja o for quando entra em contacto é simbolizada por um cacho de uvas. Esta é a matéria exótica ou Águas Vivas de que os portais estelares são feitos. Isto se emana do centro da galáxia. O alquimista, contudo, era um que podia fabricar a Pedra Filosofal. A mesma essência pode transformar e também pode destruir aqueles que não são preparados ou iniciados; daí a associação com o terror. Esta essência espiritual concentrada está no centro do conceito Essênio do Messias, um termo que significa o ‘ungido’ [ cristo]. A substância que era esfregada ou ‘ungida’ era tão iluminadora e benéfica, diz o erudito nos Pergaminhos do Mar Morto, John Allegro, que os Essênios a chamavam Cristo, bom honesto, doador de saúde.

O monograma Chi-Ro ou Cruz Cósmica de Cristo, uma abreviação de Chreston ou CHRESTOS, é um X com uma bandeira ou vela anexada. Um exame da palavra chresto, da qual é derivado Cristo, revela a natureza potencial desta substância. Chres significa Senhor, então Chrestos é derivado das letras X  e P [Ch -R]. O monograma Chi ro é composto do nome de Cristo, X e a letra grega P [tro, em inglês R] ou, como no caso mais inicial, das letras iniciais de Jesus Cristo [J e X]. Duas serpentes entrecruzadas formam um X, a letra grega chi. Na tradição védica,  chitta é o nome dado às particulas da matéria sutil que saem de Tula. Estas partículas são extraídas do campo não manifesto da matéria-energia primordial (Prakriti) que subjaz em toda criação. Quando Constantino colocou o sinal em seu lábaro em 312, ele incluiu as palavras ‘in this sign, conquer.’ Em ‘The Crystal Halls of Christ’s Court’, examinei esta declaração como uma afirmação de sua apreciação do poder militar da ciência sagrada representada por este símbolo.  A mesma ciência pode ser usada para criar a paz. Nas Homilias Clementinas Simão Pedro, o principal discípulo de João Batista, ensina a doutrina da Cruz Cósmica:

“Lá procede de Deus, o coração do mundo, a extensão indefinida, de cima para baixo, da direita para a esquerda, de trás para frente. Olhando nestas seis direções, como em um número constante, ele completa a criação do mundo, do qual ele é o início e o fim. Para ele as seis fases do tempo tem seu fim, e é dele que elas recebem sua extensão indefinida. E este é o segredo no número sete”

Pedro também ensina que: “Deus posssui uma forma que pode ser apenas pelo puro de coração. “Deus subjaz a estrutura do espaço tridimensional.’ Deus existe no centro e coração de universo e sua forma é esta do cubo ou sistema coordenado tridimensional. De deus se irradia as seis direções do espaço enquanto ele reside dentro do sétimo ponto do resto. Este ponto central é chamado de Rocha das Águas Vivas, a Pedra Filosofal, a Pedra da Fundação Segura, e a Pérola de Grande Preço ou jóia. É o cristal da Côrte de Cristo localizado no núcleo da galáxia. A ciência está dirigindo um olho perspicaz em direção à luz ou vibração que se emana deste núcleo. Isto me leva a concluir que é esta a luz vista pelo mundo todo que tem o poder de instantaneamente mudar tudo. Como notado, a palavra hebraica OR é geralmente traduzida como “luz”. O significado literal desta palavra é ‘iluminação’ou ‘luminária’. Sua raiz significa ‘tornar luminoso’ e ‘iluminar’. Para os judeus a ‘luz do mundo’ está relacionada com a luz da Torah [uma outra  palavra para terror], o primeiro dos cinco livros da Bíblia. Em João 1:1 Jesus é referido como a Palavra, o significado da qual é idêntica ao da Torah [bem como Tula ou Tura]. Apropriadamente a palavra ‘palavra’ contém os elementos W, serpente [ o símbolo destas ondas de luz] ou a luz, d, a porta. Torah é o mesmo que Tarot, significando ‘roda’ [ou dar giros], reflexivo da roda da vida girando ou dando voltas, a Via Láctea. Torah é traduzida como ‘a lei’ no Novo Testamento. A Lei era sagrada para o sacerdócio Essênio, residente na Judéia e no Egito durante o tempo de Jesus. Um dos nomes alternativos dos Essênios, Naz-ori, significa ‘manter, proteger’. Eles se viam como os preservadores da ‘luz da Verdade’ [Maat em egípcio]. Este também é o papel dos Brilhantes. Na Torah os peixes representam a fidelidade de Israel em seu verdadeiro elemento, as Águas Vivas da Torah, isto é, as Águas de Tara, Terror ou Tula. Estamos presentemente nos banhando nestas mesmas águas. A humanidade parece ter alcançado o ponto de virada em algum ponto ao redor de 1600 [novamente o início da Iluminação quanddo o X divisor se torna o X multiplicar]. E como se quando a supernova de 1604 apareceu o Inconsciênte Coletivo enviasse uma chama que assinalou, de fato: “Acorde! É tempo dos mistérios serem revelados!”

Os alquimistas e os rasacrucianos do inicial século XVII acreditavam que Elijah Artista (E.A.) tinha voltado para inaugurar esta nova idade. Ele restauraria a medicina perdida da antiga Suméria e Egito e a mostraria ao mundo. De fato viajando os alquimistas colocam em demonstração pública a fabricação do ouro na Europa. Estas apresentações públicas chamaram a atenção de uma das maiores mentes científicas de todas as eras, Sir Isaac Newton, ‘o último sumério’, que se tornou um alquimista praticante. Em 1618, enquanto os alquimistas estavam absorvidos no poder das Tábuas de Esmeralda, e se ligando com a energia do centro da galáxia, o embaixador espanhnol para a Pérsia, Garcia Silva Figueroa, fez uma descoberta fabulosa em Persepolis, a capital de Dario e dos Reis persas que se chamavam  Achaemenid [as mentes sábias]. Figueiroa identificou as ruínas espetaculares perto de Shiraz como a antiga Persepolis das descrições do sítio dadas pelos antigos escritores gregos e romanos. Das misteriosas inscrições nas ruínas, ele concluiu que elas pertenciam ao povo alien ‘que pode ser descoberto agora ou que sempre tenha existido’. As letras estranhas não eram aramaico, hebreu, grego ou árabe mas ‘triangulares em forma de uma pirâmide ou de um obelisco em miniatura”. Os primeiros fragmentos da história do Planeta X – fora do mundo alquimico – começaram a vir a luz com a descoberta do espanhol. A primeira inscrição cuneiforme foi publicada em 1657. Diferente dos hieroglifos egípcios, isto despertou pouco interesse. “Como os traços de aves na areia úmida’. Isto é como a escrita cuneiforme atingiu os primeiros europeus que a viram. Em 1686 o pioneiro cuneiforme E. Kampfer viu as inscrições descobertas em Persepolis e descreveu os sinais como ‘cuneiformes’ ou impressões em forma de cunha. A escrita desde então tem sido chamada cuneiforme.

A pedra da fronteira com inscrições cuneiformes.  Persepolis era a capital de uma dinastia de reis que se chamavam Achaemenidas [ach significa luz]. A julgar pelo nome deles, Ciro, Dario, Xerxes, e o nome das deidades deles – os eruditos assumem que estes seres iluminados eram arianos [nobres] que apareceram na Suméria perto do início do terceiro miilênio AC.

Hoje a separação entre os deuses dos arianos e os povos semiticos é distinta. No mundo antigo, contudo, este não era o caso. Ciro, por exemplo, era considerado ser um ‘Ungigo de YAHWEH’, o deus hebreu: muito uma honra para uma pessoa de descendência ariana muito mais do que hebraica. O bíblico Livro de Ezra dis que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro com a extraordinária alta honra de uma pessoa de descendência ariana, muito mais do que semita. O Livro bíblico de Ezra diz que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro da extraórdinária alta honra de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém, a casa de Deus, depois que Nabucodonosor o havia demolido. Em troca, Ciro chamou YAHWEH de Deus do Céu. As apresentações iniciais de YAHWEH em seu veículo voador – ou ‘rodamoinho’ – são virtualmente idênticas àquelas de Ahura Mazda, o ariano Senhor Sabio, da religião zoroastriana, como mostrado no selo real de Dario. Zaratustra ou Zoroastro ['estrela de ouro' ou 'esplendor do sol'] é o salvador dos arianos na Ásia Central. Ele é igualado ao sumério EA. YAHWEH em sua roda voadora ou rodamoinho. Ele é o anjo no rodamoinho a que se referiu  George W. Bush?

Ahura Mazda, representado por um disco alado, a suprema deidade do zoroastrismo. O baixo relevo de Zaratustra [EA]. Os arianos do antigo Irã eram seguidores dos ensinamentos de Zoroastro ou Zaratustra. Eles veneravam as mais velhas deidades arianas, os ahuras [ou um cavalo], os deuses brilhantes que habitavam nos reinos celestiais e os devas, os terrores, os deuses brilhantes que cairam e foram transformados em diabos ligados à Terra, ou Anjos Caídos. Os três homens sábios que vieram a Jerusalém para honrar o cumprimento da profecia da chegada de Cristo eram discípulos de Zoroastro, e daí, arianos.

O selo de Dario com o deus Ashur [onisciente] representado por um disco voador, Em 1700 Thomas Hyde, um professor de árabe da Universidade de Oxford, entendeu que muito mais do que inscrições ornamentais estes sinais cuneiformes eram uma antiga escrita. Hyde voltou aos ecscritos de Zoroastro buscando insight. Avesta, a linguagem dos livros sagrados de Zoroastro, escritas por volta do século IV de nossa era, forneceria pistas para a decifração da escrita cuneiforme.

Um desenho do caderno de notas de Hyde apresentando uma cena de Ahua Mazda flutuando em uma nuvem em Persepolis. Em 1772 um viajante holandês, Carsten Niebuhr fez um estudo cuidadoso das inscrições cuneiformes em Persepolis. Ao comparar os sinais em diferentes inscrições, ele distinguiu três escritas distintas. Ele também começou o processo de isolar as escritas mais simples. Com sua contribuição a excitação verdadeiramente começou a ser construída. O estágio foi estabelecido para a decifração da escrita cuneiforme começando em 1800, e com isto foi-se revelando um vasto panorama da história humana. Contudo, o destino ainda tinha uma outra carta para ser jogada. Em meados de julho de 1799 o mundo foi atingido por um espetáculo fenomenal quando um esquadrão de demolição de soldados do exército de Napoleão descobriu a Pedra de Roseta no Egito. Um grupo de artistas e sábios franceses, incluindo Domenique Vivant Denon, acompanhou Napoleão, considerado ser o segundo dos três anti-cristos por Nostradamus, ao Egito. Reconhecendo a importância da Pedra o oficial no comando imediatamente levou a pedra para o Cairo. Cópias foram feitas e distribuídas aos eruditos por toda Europa. Depois de uma breve viagem a Alexandria para evitar a captura pelos britânicos, a Pedra foi eventualmente capturada e levada para a Bretanha, onde permanece em exibição no Museu Britânico. A decifração da Pedra de Roseta por Jean Francois Champollion em 1823 permanece uma das realizações intelectuais chave do último milênio. A inovação de Champollion veio em setembro de 1822 quando ele recebeu cópias de vários relevos e inscrições de antigos templos egípcios. Uma delas, do templo de Abu Simbel na Nubia, era uma intrigante moldura decorativa arredondada com o nome de um deus ou rei. Esta era a moldura de Ramsés. Usando seu conhecimento de egípcio copta, Champollion especulou que o primeiro sinal tinha o valor de re [raio] que era a palavra copta para Sol, o objeto simbolizado pelo sinal. Os últimos dois sinais, ele sabia, tinham o valor de ‘s’. Ele imaginou se um antigo faraó egípcio tinha um nome que se assemelhava a Re ss. O primeiro faraó chamado assim que veio a mente dele foi Ramsés, um rei da 19a. dinastia e bem conhecido pelos historiadores gregos. Se esta era a moldura arredondada de Ramsés, então o sinal pode ter o valor sonoro de ‘m’. De fato, quando olhamos o sinal estreitamente ele se assemelha a um ‘m’ [o símbolo do portal estelar]. A confirmação veio através da moldura arredondada a direita. Dois destes sinais foram compreendidos; o primeiro, um ibis, era um símbolo do deus Thoth, o inventor da alquimia. O nome nesta moldura tinha que ser Tutmés. Na mente de Champollion, a Pedra de Roseta havia confirmado o valor disto. Realmente, ele estava apenas parcialmente correto. Ele tinha o significado de ms ou névoa. O hireglifo egípcio mst [névoa] parece com uma queda de água de très lances irradiando água. Isto é as águas Vivas de Tula ou Terror. Isto significa ‘lágrimas celestiais’ ou ‘ orvalho’ e representa as gotas de água caindo ou se irradiando do céu. O mesmo hieroglifo também significa ‘instrução’ ou ‘ensinamento’. Estruturalmente, ele combina o símbolo do Espírito Santo que João Batista conferiu a Jesus, ‘o portador do orvalho’. Muito antes que o Batista este hieroglifo estava ligado a EA e ao conceito egípcio do batismo; quando a sabedoria celestial [raios, tons] é canalizada pela Chave da Vida ela é pingada sobre o peregrino. Para os alquimistas, a fonte desta névoa era Tula, o centro da galáxia da Via Láctea. Depois da iniciação ou batismo nestas Águas Vivas alguém era adepto nos Mistérios. Comungando com a deusa em seu buraco sagrado, ou portal estelar, um humano poderia alcançar a iluminação espiritual chamada horasis ´[ahuras ou cavalo]. Assim iluminado, alguém podia cavalgar o Rio Rainha, a Via Láctea para os céus. A palavra Jordão, o nome do rio no qual João Batista batizou Jesus, provavelmente seja derivada de Eridanus, um nome antigo para a Via Láctea. Eridanus era a Corrente do Oceano, o Rio do Céu, que se move como uma hélice, ou como um 8 [exatamente como o nosso DNA]. A palavra Eridanus tem sido rastreada a Eridu, o lugar cuja ‘pura luz alcança o céu’. Esta era a sede de EA.  Eridu foi a primeira cidade suméria [por volta de 3800 AC]; ela foi construída por EA sobre o solo virgem ao lado do Golfo Pérsico. Não existia qualquer construção antes que seus templos fossem construidos. Sua chegada súbita, sua extensão, e seu estado avançado de civilização perplexam os eruditos. A base maciça de operação me lembra da sede da GM construida em Detroit, em Michigan. Como o Eden original, Eridu marcou, a ‘confluência dos rios’. Era um lugar terreno ligado a um lugar celestial onde a pura luz do céu, o rio da Via Láctea, tocava a Terra. Interessantemente, o hebraico ire, um anagrama para eri, significa ‘lançar gotas de água, espirrar, e ensinar ou instruir’.

Segundo a história suméria, isto era na instalação de templo/médico em Eridu [atualmente o Kuwait, Iraque] que EA abrigou os segredos de todo conhecimento científico, guardou os Tabletes ME do Destino. Aqui, ele instruiu Adapa na sabedoria dos Brilhantes. A posse destes instrumentos de armazenamento de informação conferiu um tremendo poder. Na bíblia há um número de objetos mágicos que combinam com os MEs, inclusive a placa peitoral de Aarão, um objeto compreendido de doze pedras usadas em conjunção com a Arca da Aliança, um instrumento que ligava o homem ao Deus. Estas pedras canalizavam a palavra e a vontade de Deus. Hoje ME é a raiz para medicina, meditação e meme, as unidades básicas da transmissão cultural rotulada por Richard Dawkins. Examplos de memes são músicas, histórias, idéias e crenças religiosas. Meme é um termo apropriado cosiderando que, em função, eles são identicas ao ME. É também a raiz de mitologia, o ramo da ciência que lida com a comunicação dos segredos do amor, a Palavra de Deus. O ME sumério contém os mesmos segredos de Deus como o egípcio Me-ist ou mist [névoa]. Para mim, este é um dos exemplos mais fenomenais da Mente Divina funcionando. A decodificação de Champollion do sinal de mistério banhado ou batizado na moderna consciência nos mistérios de Egito. Uma cascata de iluminação a respeito do mundo do antigo Egito veio pingando das névoas do tempo por esta descoberta. Foi como se a mente coletiva da humanidade repentinamente teve sua luz interna ligada. Isto foi apenas o início da recuperação do antigo conhecimento. Nos anos de 1840, a atenção mundial focalizada na Assíria quando os arqueologistas franceses e ingleses descobriram as ruínas de um antigo palácio do rei assírio Sargão II [governou de 721 a 705 AC] em Khorsabad no norte da Mesopotamia (Iraque). Comandando este precinto estava uma pirâmide em degrau chamada zigurat que servia como ‘escada para o céu’ para os deuses. Lá eles encontraram pedaços de pedra inscritos e um colossal touro alado com cabela humana, como uma esfinge, e estátuas de leão guardando as portas.

Como resultado dos inesperados achados no Iraque, os nomes bíblicos e lugares começaram a vir à luz. Em 1842-43 a Sociedade Oriental americana foi fundada. A Sociedade Oriental Alemã foi fundada em 1844. Estas sociedades geraram uma nova geração de eruditos que empurraram os campos da história especulativa, mitologia, estudos e observação pessoal do Velho Testamento, para criar dramáticas novas histórias do passado da humanidade. Arqueologistas alemães, obcecados com o achado das origens de seus ancestrais, e alimentados por uma crença na volta do Cristo ariano que levaria os alemães aos deuses da antiguidade, começaram a rasgar as terras da Babilonia [hoje o Iraque] e da Assíria na buca de seus ancestrais. O trabalho de espátula destes eruditos revelou dezenas de milhares de tabletes cuneiformes, parte das bibliotecas de antigos palácios. Estes documentos forneceram informação vital sobre a história assíria, religião e sociedade, inclusive muitos com mitos e hinos sobre os deuses e deusas venerados lá. A decifração da escrita cuneiforme foi tornada possível pela descoberta de sua própria Pedra de Roseta que se mostrou ser a inscrição cuneiforme cortada na Rocha de Behistun no oeste do Irã, uma escultura gigantesca escavada de forma que ela projetasse uma imagem quase em três dimensões de uma face da montanha a 300 pés acima do solo. Uma figura alta, Dario, levanta sua mão na direção de nove homens de pé, e dois outros atrás dele. Acima deles flutua Ahura Mazda em um disco voador. Ninguém tem identificado quem são estes nove homens [alguns dizem que Jesus e seus apóstolos]. Depois de dez anos de perigoso trabalho o inglês Henry Rawlinson terminou copiando esta inscrição em 1847 e mais tarde resolveu o texto completo desta inscrição. As incrições cuneiformes em três linguas cercam Dario, o homem alto à esquerda.

Ao mesmo tempo o sânscrito, a antiga linguagem da Índia [lar dos arianos], estava também se tornando popular entre os academicos. Isto levou a um entusiasmo pela antiga Índia e os Vedas, os livros sagrados do conhecimento do Hinduismo. Muitos eruditos estavam interessados na filologia comparativa ou linguística, que essencialmente tenta ligar as linguas a muito extintas. Quais são as relações das mais velhas linguagens do mundo? Como elas tinham evoluído? Foi amplamente concluído que textos desconhecidos ou não descobertos, culturas, espécies e linguagens existiram antes da presente civilização da humanidade. Em 1851 o arqueologista inglês Sir Austen Henry Layard descobriu um grande composto de um palácio do último rei Assirio Assurbanipal [governou de 668 a 630 AC] na vila de Nimrud no que agora é o norte do Iraque. Layard e seus colegas desenterreram mais de 25.000 tabletes, uma biblioteca coletada em Nínive sob a direção pessoal de Assurbanipal. Os escribas rotularam muitos destes textos como cópias de ‘textos antigos’. Cópias de um número de obras primas literárias, incluindo o Épico de Gilgamesh estavam entre estes trabalhos. Um outro destes poemas, a dramática saga babilonia do Enuma Elisha, a  nascente de todas as três religiões patriarcais, o judaismo, o cristianismo e o islã, também foram descobertos. Todos estes tesouros foram embarcados para a Inglaterra, o Museu Britânico. Layard terminou sua escavação em 1851, tornou-se um político, diplomata e colecionador de arte.

Assurbanipal II foi um ‘rei erudito’. Incluida em sua biblioteca estava um texto que continha uma declaração feita por Assubanipal que disse: “Posso ler os intrincados tabletes dos sumérios. Entendo as palavras enigmáticas nas gravações em pedra de dias antes do Dilúvio’. Em detalhe na página seguinte Assurbanipal usava uma roupa mais tarde vestida pelos Templários. O rei, aponta a cruz como símbolo de seus deuses, inclusive o símbolo do Planeta. Ele usa um cordão com um pendente similar ao símbolo X como amuleto. Há também a representação de Asurbanipal pingando uma libação como um caduceu sobre os leões mortos diante de uma mesa de oferenda e um estande de incenso. Assurbanipal e sua rainha estão no altar sob uma árvore de uvas; este é um relevo do palácio em Nínive [668 - 626 AC]. Eles sustentam na mão a planta da vida. Está no Museu Britânico.

Layard tinha sabido que antigos registros gregos falam que um oficial do exército de Alexandre viu “um lugar de pirâmides e restos de uma grande cidade’, uma cidade que já era antiga nos tempos de Alexandre. Layard localizou os restos dela e a cidade de Nimrud reapareceu. Foi lá que Layard desenterrou o obelisco que Shalamaneser II criado para registrar suas expedições e conquistas militares. Este obelisco agora está no Museu Britânico e o obelisco lista, entre ou outros reis que eram forçados a pagar tributo, “Jehu, fiho de Omri, rei de Israel’. Este obelisco data do reinado de Shalimaneser III (858-824 AC).

O trovão ataca os eruditos do Velho Testamento. Mais uma vez, as inscrições sobre os antigos artefatos mesopotamios combinam com a história bíblica. Inspirado pela mais recente descoberta os eruditos/arqueologistas estabeleceram os sítios deles em outros locais do Velho Testamento. Os eruditos ficaram surpresos pelas similaridades das maciças estátuas dos homens leão-touro. Estes trabalhos de arte combinam referências em Ezequiel 1:10 que descreve figuras extraterrestres aladas com as características de um homem, um leão, um touro e uma águia. Em Ezequiel 32:14-15 que detalha as imagens na parece de um palácio assírio. Muitas gerações de teólogos tem considerado as visões de Ezequiel puramente como uma fantasia simbólica mas agora existe a prova que elas eram reais. A bíblia descreve a visão de Ezequiel como uma grande nuvem, com o fogo faiscando por ela, e um brilho radiante ao redor dela. Algo brilhava como metal no meio disto. Ezequiel ouviu ‘o barulho das grandes águas’. Da nuvem desceram o que pareceram ser quatro homens extraterrestres e cada um tinha quatro faces; um leão, um touro, um homem e uma águia [as mesmas quatro bestas que comprendem a Esfinge, chamada o Pai do Terror pelos árabes]. Quando estas esculturas e gravações apresentando a visão de Ezequiel foram levadas de Londres a Paris, elas causaram uma sensação mundial. Estas esculturas exóticas forneceram a prova para alguns eventos bíblicos. John D. Rockefeller, Jr. comprou muitas destas esculturas e mais tarde as doou ao Museu Metropolitano de Arte na cidade de New York [onde hoje elas são encontradas]. As únicas outras coleções para comparação são encontradas no Museu Britânico e no Louvre. A universidade da Pensilvania na Filadélfia, o lugar de nascimento da América, foi um outro importante repositório desta poderosas antiguidades de pedra.

Anjos Assírios

Na decada de 1870 os eruditos notaram que os assirios e os babilonios tinham tomado emprestadas as historias deles, sua linguagem e escritos de uma fonte mais antiga. Por 1880, esta fonte mais antiga foi descoberta: os sumérios, que viveram na terra bíblica de Shinar, que os eruditos geralmente [embora não unanimente] associam com a Suméria, também localizada sob o que hoje é o Iraque. O entendimento que os sumérios eram a origem das antigas linguas e mitologias abriram os portais da inundação ao antigo. O primeiro a publicar uma narrativa do Enuma Elish foi George Smith, um assistente no Museu Britânico que estava estudando os tabletes, que apresentou a história nestes tabletes em 1875 em uma carta ao Daily Telegraph. Ele seguiu isto com a publicação de seu livro ‘A Narrativa Caldéia do Geneses’ em 1876, que continha uma tradução e comentário sobre todos os fragmentos que tinham sido identificados. Embora fragmentario estava claro que a história que estes tabletes contavam mantinham uma semelhança inconfundível com os capítulos inciais do Velho Testamento, embora eles antecedam Moisés por milênios. Inspirado pela descoberta de estatuária possibilidade que prove que as visões de Ezequiel eram verdadeiras, e a decifração do Geneses babilonio, dos anos de 1880 aos de 1920, a maior coleção de eruditos americanos, soldados da fortuna, burocratas institucionai e financiadores invadiram a Babilonia. Estas forças não eram combinadas até a coalisão da Guerra do Golfo atingir esta área em 1991. Em contraste com os alemães, os americanos da virada do século XX estavam mais interessedos em provar que a Bíblia era verdadeira e levar para casa os troféus de esperança que encontravam ensinamentos secretos. Nos anos iniciais de 1900 o centro da inteligência americana estava na Nova Inglaterra: as Universidades de Yale. John Hopkins, Princeton, Colombia e Harward. A Universidade de Chicago [um colégio batista recenentemente fundado por John D. Rockefeller] e a Universidade da Pensilvania eram também centros proeminentes de arqueologia bíblica e sua erudição. Os eruditos americanos recentemente tem rompido seus laços com a eudição européia, especialmente a alemã, e a erudição agora estava em competição com os alemães pela predominância no campo do Oriente Médio ou estudos Orientais. Os europeus, especialmente os doutores alemães que sentiam que o ensino nos EUA estivesse atrás deles, consideravam as universidades americanas e seus eruditos, de segundo nível. Na América, as histórias biblicas eram a raiz da mente popular e academica. Se um americano pudesse ler como eles lêem a biblia. Em uma grande extensão, estas histórias definiam os limites do possível pelo qual o povo na virada do século XX vivia. As universidades americanas mostravam uma inclinação na direção de apoiar os pesquisadores que sustentavam a teologia judaico-cristã e a idéia da criação da Nova Jerusalém e de que o retorno de Cristo era iminente.

O Iraque logo se tornou um campo de batalha para os eruditos alemães e americanos. Muitos eruditos americanos que foram ao Iraque nos anos de 1900 o fizeram com uma atitude de imperialismo. Eles acreditavam que a tocha da civilização tinha sido passada do Egíto à Grecia, a Roma, a Bretanha e agora à America. Posteriormente, eles acreditavam  que eles estavam ligados às culturas antigas. Esta progressão ou evolução permanece em contraste aquela ds alemães, que traçavam sua linhagem da Alemanha, para a Índia e para a Suméria, para Thule ou Atlantida. Em 1870 Sir Edgar Bulwer-Lytton publicou a Raça Vindoura. Esta novela de inspiração rosacruciana descreve a existência de uma sociedade utópica de seres avançados que vivem em túneis sob a superfície da Terra em uma terra chamada Vril-ya. Estes seres, conhecidos como Ana, foram forçados para a Terra interna por causa de mudanças na terra, especificamente um dilúvio que destruiu a civilização deles milhares de anos antes do cataclisma bíblico. Os Ana tinham a habilidade de voar com asas anexadas aos seus corpos. De até mesmo muito maior interesse para muitos leitores vitorianos era a maestria dos Ana do vril ilimitado ou Força de Vida, uma energia que os cientistas Ana aprenderam retirar da atmosfera e que eles bombeavam na raça Ana para que esta subisse uns poucos degraus na escada evolutiva. Esta misteriosa energia cósmica dramaticamente aperfeiçoou poderes psíquicos e foi usada com eficácia pelos habitantes da terra interna. Ela também podia produzir um raio laser mortal. Seu uso se tornou tão penetrante que os Ana mudaram seu nome para Vril-ya. Bulwer-Lytton pretendia que a Raça Vindoura fosse matriarcal, uma utopia democrática a ser satirizada destinada às feministas, democratas, socialistas e todos os outros que estavam iludidos em pensar que uma utopia pudesse ser alcançada. Com o poder vril, todos os desejos eram instantaneamente materializados, todas as feridas curadas, o paraíso encontrado. Que desafios poderiam permanecer para manter a vida interessante? Sátira ou não, como a virada do século Luke Skywalker, Helena P. Blavatsky não tinham dívidas de que o vril era real. ‘O nome vril pode ser uma ficção’, ela mais tarde escreveu em ‘A Doutrina Secreta’,  mas ‘a própria força é pouco duvidada na Índia como a própria existência de seus Rishis, desde que isto é mencionado em todos os trabalhos secretos’. ‘A Raça Vindoura’ influenciou não apenas Helena Blavatsky mas também encontrou ampla aceitação nos que logo viriam a ser os nacionalistas alemães, inclusive Adolf Hitler, que, uma vez no poder, enviou expedições à Índia e outros lugares em busca da terra de Vrila.

Um dos mais perigosos dos grupos políticos alemães chamou-se Sociedade Vril. Ele combinava a ficção de Bulwer-Lytton com as idéias ocultas da Ordem dos Illuminati, misticismo hindu, cristianismo, teosofia e a cabala hebraica. A Sociedade Vril foi formada no início de 1900 e foi uma incubadora do Nazismo, sedo o primeiro grupo a usar a suástica como emblema político ligando o misticismo oriental e ocidental. Como tenho investigado em outros lugares, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra santa entre duas religiões rivais. Suas origens são rastreadas à guerra academica no Iraque entre os alemães e os americanos. Ambos os lados buscavam troféus para mostrar sua dominância e suas tendências religiosas. Altas apostas estavam envolvidas.  Os filologistas [ aqueles que estudam linguas mortas] que desenterram a linguagem morta do sânscrito não estavam apenas procurando pela linguagem de Ur [Ur significa luz] – a linguagem original que os seres humanos falavam no Jardin do Eden – eles também estavam procurando o primeiro grupo de pessoas que falava esta lingua: os Brilhantes. Por alguns anos os mais importantes destes tabletes ficaram em um porão do Museu da Universidade da Filadélfia. Ultimamente, um professor inquisitivo chamado professor Barton apresentou seu trabalho com um cuidadoso aviso: Dificilmente precisa ser acrescentado que a primeira interpretação unilingue de um texto sumério é, necessariamente, no presente estado de nosso conhecimento, grandemente temporário. E, mais de quarenta anos depois, o Professor Samuel Noah Kramer estava para escrever sobre as mais velhas peças literárias de Barton: Embora traduzidas e copiadas pelo falecido George Barton tão cedo quanto 1918, seus conteúdos, que centram sobre o deus ar ENLIL e a deusa Ninhursag, ainda são grandemente ilegíveis. A magnitude da descoberta de decifrar a escrita cuneiforme e as descobertas arqueológicas no Irã e o Iraque é aumentada a cada década. A completa interpretação das histórias sumérias teria que esperar até 1976 com a publicação de ’12o. Planeta’ de Zecharia Sitchin. Quinze anos mais tarde, em 1991, a atenção do mundo voltou-se para os solos originais de andanças dos Brilhantes quando uma coalisão de forças se moveu para a Babilonia. A motivação era a detenção de Saddam Husssein/Nabucodonosor e suas potenciais armas de destruição em massa. Nada se pode fazer além de supor se há algo mais enterrado nas areias do Iraque que levantem o interesse dos poderes que são. Estarão lá os segredos dos Brilhantes? Recentemente arqueologistas iraquianos descobriram duas estátuas colossais de touros alados no sítio da antiga Nimrud. A última vez que Ninrud fez manchetes foi em 1988 quando uma equipe de renovadores iraquianos trabalhando para preparar a cidade para o que o Iraque esperava ser uma inundação de turistas no fim da guerra como Irã econtrou um tesouro de ouro que incluiu parte da joalheria da rainha assiria. Os trinta quilos de ouro foram considerados entre os mais importantes tesouros e foi comparado aquele do Rei Tutankamon do Egito. A Guerra do Golfo retardou esta divulgação. Que tesouros aguardam a descoberta nas areias do Iraque? Saddam realmente desenterrou os segredos de EA e ENLIL? Estas e outras perguntas logo serão respondidas.

7. NO INÍCIO

Os mitos e a escritura de muitos povos iniciais dizem que não apenas a essência cósmica, sabedoria curadora, raios os ‘águas’ mas também as nossas almas se originaram de um puro lugar de convergência no Centro Galático, o lugar negro ou oculto do terror no centro do Ovo Cósmico. O Ovo Cósmico é um símbolo feminino para o útero universal ou matriz no tempo-espaço. É provável que seja o Grande Ovo do qual os babilonios disseram que EA/Oannes nasceu. Um outro símbolo para o Ovo Cósmico é o ponto ou o zero, nenhuma quantidade. Nun é o nome dado a figuras tais como Josué, filho de Nun, que roubou as Maçãs Azuis dos Brilhantes. Também é 360 graus. Um outro meio de olhar para 360 na numeralogia esotérica onde T=300, L=50, and I=10. TLI, portanto é 360, um círculo completo. Significativamente TLI também é Teli, de talah ou Tula [ou TLA]. Teli é o nome do elo de conexão, arca ou arco, entre a Terra e o Céu no texto alquimico judaico, o Bahir. Foneticamente BAHIR  é ‘sustentar’, que é adequado já que seu ensinamento carrega ou ‘sustenta’ a nós através das águas da vida. Como registram os mitos iniciais da deusa da criação, este Ovo Cósmico se divide aberto quando duas serpentes em opsição cooperativa uma com a outra formaram um X e partiram o ovo.

O vaso em forma de ave do velho palácio em Phaistos, Creta, do 18o. século AC. Perceba que as serpentes partem o ovo. Quatro rios [se irradiando da água viva?] da essência cósmica ou linhas esmaecidas nas ondas no Oceano Cósmico. A energia Cósmica ou essência era a semente de toda vida, inclusive a vida da existência humana. Amor é um outro nome para esta energia. Em seu livro ‘The Secret of Light’, Walter Russell mostra que o símbolo do amor que se estende do resto do movimento é uma onda. Este é o símbolo de Asclepius, que tenho identificado como o logo para os Brilhantes. É também uma moderno ideograma para frequência. É uma combinação do sinal para uma onda completa ou oscilação e uma linha reta. Um ensinamento chave dos Brilhantes foi como levantar estas bobinas serpentinas ou frequências de amor dentro, renovar o nosso mundo e sair de nossas conchas humanas. Como os budistas, os gnósticos acreditavam que todo mundo pode se libertar dos laços internos do medo e alcançar a iluminação em um período de vida. A chave para isto é elevar o tom de amor de nosso DNA. Esta é precisamente a mensagem apresentada na moeda gnóstica de século XVI onde Cristo é apresentado como uma serpente ou onda de amor enrolada ao redor da cruz.

Esta descrição da galáxia como um ovo, an ou um, chama a nossa atenção para Mãe Eva ou Ova, que significa ‘ovo’. Eva, diz a Biblia, era a mãe de todos os viventes, como a deusa indo-européia IsTara, Estara ou E.a.ster. O ovo colorido, o símbolo da Páscoa, perfeitamente codifica este conceito nuclear mais profundo. Os egípcios recordam-se desta ‘Ilha do Ovo’ como uma feroz área delimitada do mar primordial – um círculo com um ponto sol ou gema no centro. Os místicos dizem que isto é habitado por milhões de seres de luz, incluindo raças altamente evoluídas de humanóides que são considerados nossos ancestrais espirituais. O círculo com o sinal do ponto é muito antigo e é encontrado em praticamente todas as culturas antigas. Ele é simbolicamente equivalente ao ovo com a gema. Ele representa o Sol e também o Sol Central, o centro ‘negro’ ou oculto da nossa galáxia Via Láctea, a girante roda da vida. Seu eixo, também chamado de Ponto Zero, é um centro imóvel. A história das almas, águas ou essência cósmica que se originou ou espalhou deste centro Edenico estão no centro da história de Tiamat. Segundo o Enuma Elisha, esta história começa no próprio início do tempo, quando as alturas do céu ainda não eram nomeadas nem a terra abaixo era pronunciada pelo nome. E havia apenas dois deuses: APSU ['aquele que existe desde o início'] e Tiamat. Sitchin interpreta APSU como o Sol. Eu o tenho interpretado como o Sol Central. Eles geram quatro gerações de deuses que se tornam extremamente brigões a ponto de seu barulho se tornar insuportável.

Apsu confronta Tiamat, que fica do lado de seus filhos barulhentos. Apsu fica irritado, declarando que ele deve obter algum sono! ‘Devo abolir os meios deles e dispersa-los! A paz deve prevalecer, para que possamos dormir!” Tiamat estava furiosa mas Apsu conspira com o vizir dele, Mummu, para por um fim nos meios brigões. Antes que eles possam colocar em ação o plano deles, contudo, isto é descoberto por EA [aquele que sabe tudo] e EA intercede e põe Apsu e Mummu para dormir e então os mata. EA assume o cinturão, a coroa e o manto de radiância e, sentindo sua missão como cumprida, se retira para seus aposentos privados. EA se apodera de Apsu como sua própria habitação. O cronista babilonio Berossus diz que a casa Apsu de EA eram as águas celestiais de ‘fogo, raiva, esplendor e terror’. Esta é uma descrição acurada do centro galático, ‘o lugar do terror’. A mansidão de Mummu por EA parece significar sua domesticação das forças do núcleo galático. Deste ponto os sacerdotes de EA o consideram Mummu, a ‘Palavra’ criadora. A Palavra, temos determinado, são as ondas da energia força-vida que se emanam do centro galático. Esta descrição de EA como ‘onda de luz’ perfeitamente combina com a descrição de Jesus como o portador do Cristo ou INRI, os fogos ou luz da iluminação. EA foi apresentado com as duas serpentes enroladas ao redor de seu corpo e a chave da Vida ao lado dele.  Como Sitchin ressalta, estas serpentes se assemelham ao enrolar das hélices duplas do DNA. Além de EA a deusa Ishtara ou Is-Terror foi apresentada usando estas ondas. Ishtar com serpentes nas duas mãos.

Como Christopher McIntosh observa em seu livro, ‘Os Rosacrucianos”, muitos elementos da história são muito familiares. A idéia de um monarca ou líder que não está morto, mas adormecido, e um dia acordará é uma idéia familiar. Ele foi aplicada não apenas ao Rei Arthur, mas também a tais figuras históricas como Carlos Magno e Frederico Barbarossa [os papéis modelos de Adolf Hitler]. Na história rosacruciana, é a Fraternidade que desperta, enquanto seu fundador, embora ostensivamente morto, permanece não deteriorado como um símbolo de sua permanente influência sobre seus seguidores. Estes deuses são ‘deuses ferreiros’, ou deuses da alquimia, que voltarão para libertar a perfeição oculta da natureza, o puro que espera ser libertado do impuro. O arquétipo do Grande Retorno, nota o erudito arturiano Geoffrey Ashe, foi até mesmo aplicado a John F. Kennedy. O Presidente Kennedy foi murmurado durante a década de 1970 ainda estar vivo, embora em estado comatoso devido ao dano cerebral. Ele estava em uma máquina de sustentação da vida em um hospital de Dallas, uma moderna caverna de Arthur, ou em uma ilha grega, como o Avalon do mito arthuriano. Interessantemente, o aspecto feminino deste arquétipo é encontrado na história da donzela Cinderela, a ‘doadora de Ella’, que significa luz. Muito frequentemente Cinderela recebe o nome de Maria ou Mara. O conto de fadas da Branca de Neve, a princesa que beija o príncipe adormecido, é uma outra história de poder da secreta deusa de restaurar o monarca adormecido [ou Moon arch, isto é, o arco da Lua]. De fato este Grande Retorno de um ‘deus adormecido’, o Sol Negro ou oculto, ou Rei Perdido, que um dia despertará e retornará é um arquétipo amplamente difundido. Ele tem sido aplicado ao grego Cronos/Saturno, Satã/Lúcifer das histórias bíblicas, bem como a montaria do cavalo branco, aos Reis Pescadores, Jesus, Buda, Vishnu, Orfeu, e o Rei Pescador da história do Gral, para nomear apenas uns poucos. Não surpreendentemente, encontramos que muitas figuras dos antigos salvadores, incluindo Thoth, Osiris, Buda e Jesus eram chamados de Senhor ou Rei do Terror e que a mitologia deles pode ser rastreada a Tiamat, Tula e o Planeta X. Em suas quartilhas da centúria X:72 Nostradamus previu o retorno do Rei do Terror que ressuscitaria o Rei de Angolmois no sétimo mês, julho ou setembro de 1999. E este rei [e sua rainha?] o núcleo adormecido? Ele acordará e nós ainda não o sabemos? A profecia do Rei do Terror foi cumprida em setembro de 2001? Ou, esta é uma quartilha falha que necessita ser posta na cama de uma vez por todas? Incidentalmente Nostradamus chamou Rei de Terror a Chiren, um nome que foneticamente é igual a Quiron, o nome do meio-homem meio-cavalo e curador da mitologia grega. Como um antigo iniciado alquímico e filho do sul da França, Nostradamus seguramente conhecia a história do Santo Gral. No livro dela ‘O Santo Gral’ Norma Lorre Goodrich fala de um autor francês que reconta sua primeira visão dramática do Gral em seu trabalho ‘Grand-Saint Graal’.

Em 717 de nossa era, um belo e jovem homem fez uma visita a este francês em uma manhã. Depois de uma breve entrevista o jovem e belo homem se curvou e soprou na face do francês fazendo com que a visão deste fosse cem vezes mais forte. Sua visão foi aperfeiçoada por esta harmonia, e o francês foi capaz de reconhecer o jovem homem como nenhum outro que Jesus. Jesus então continuou para dar ao francês um pequenino livro, não maior do que a palma de sua mão [o tarot?] Quando o autor olhou o livro ele viu que estava escrito: “Aqui começa a leitura a respeito do Santo Gral’. Então ele leu: “Aqui começa o Terror. Aqui começam os milagres’. Quando o francês ponderou estes títulos, ele viu um flash de luz. Ele foi instantaneamente iluminado. Deste ponto em diante, ao menos no sul da França, terror, iluminação, Jesus e Santo Gral estão ligados. Este encontro é surpreendentemente a visitação angélica relatada por Nicholas Flamel, que recebeu um livro contendo o segredo da alquimia que transformou em luz. O francês fechou o livro em seu altar. No dia seguinte quando ele foi recuperar o livro ele descobriu para sua surpresa que ele havia desaparecido. Uma voz apareceu e disse a ele para não ficar desapontado. Esta voz ordenou a ele que andasse ao longo de um caminho até que chegasse a Junção das Sete Estradas [as Pleiades?]. Logo portanto, ele chegaria a Grande Cuz que se eleva da Fonte [o centro Galático?]. Em um altar perto da Grande Cruz o francês encontrou o livro desaparecido e de valor incalculável. Foi o próprio Cristo que ordenou que o francês fizesse uma cópia. O livro tornou-se conhecido como ‘Grand-Saint-Graal’. Seu autor nunca foi conhecido. Ele é, contudo, surpreendente como Sir Galahad. Como um sacerdote sagrado, Sir Galahad era o puro cavaleiro que foi o último a observar o Santo Gral. Sir Thomas Mallory, um dos mais celebrados de todos os autores do Gral, pensou que Galahad fosse um descendente direto [através de Guinevere] do próprio Jesus. Daí, Galahad também era um descendente de Salomão, David e Abraão cujo nome do pai era Terah [ ou terror]. No tempo de Abraão terah era entendido como significando ‘Terra’. Porque ela temporariamente roubou a alma de sua liberdade cosmica, a Terra foi chamada Kali-Tali ou Kalitara, a Mãe Terrivel, ou Mãe do Terror. Kali-Tara se tornou o latim Terra, ‘Mãe Terra’. Quando Cristo desperta ou retorna ele sentará no trono do Templo de Salomão reconstruído, originalmente construído pelo Rei de Tiro, que é o Rei do Terror e que foi desmantelado pelo rei Nabucodonosor. Saddam Husseis está competindo por esta posição? Ou alguém mais está? A velocidade perplexante com a qual o nosso mundo tem sido transformado em um lugar de terror e os símbolos do nosso mundo tão importantes. Para usar um termo com o qual muitos estão familiarizados, o nosso mundo nascerá novamente depois deste período, mas primeiramente o terror deve ser transcendido. Este predicamento é o que faz o entendimento das histórias sumérias da criação tão importantes.

O CATACLISMA DE TIAMAT

Enquanto vivia em Apsu EA e sua esposa Damkina criaram Marduk [ o Planeta X ] que mais tarde destruiu Tiamat. Segundo o Enuma Elisha, Tiamat foi grandemente perturbada pela criação de Marduk/Planeta X. Os deuses presuadiram Tiamat que ela deveria vingar a morte de Apsu. Ela criou one satélites, e assumiu a posição de batalha. O Tablete II, dos sete tabletes do Enuma Elisha omeça com as novidades de Tiamat reunindo suas forças de batalha para alcançar EA, que ‘estava espantado e sentado em silêncio’. Para seu pai Anu ou Anshar EA descreve os gigantes cobras de Tiamat, que são: “agudas de dentes e fartas de garras. Ela encheu o corpo delascom veneno em lugar de sangue. Ela ocultou dragões ferozes com raios temíveis e fez com que eles usassem mantos de radiância”. Em resposta Anu exige que EA declare guerra! Embora haja uma lacuna na história que se segue, é presumido que EA atacou TIAMAT e falhou. O pai de EA o seguiu e também falhou. Finalmente, com todos sobre o linha emerge um novo herói: Marduk. é tempo de Marduk salvar o dia.  Londe de altruisticamente concordar em salvar sua terra natal, Marduk estabelece uma única condição: se ele tivesse sucesso em derotar Tiamat e salvar a vida deles ele exigia ser elevado a deus supremo. Os deuses concordam. Afinal, quas eram as probabilidades do sucesso dele? Em seu livro ‘O 12i. Planeta” Sitchin interpretea a bataha entre Tiamat e o Planeta X  como um confronto gravitacional entre dois planetas. As enormes forças gravitacionais  da aordagem de X profundamente afetaram Tiamat. Sob estas forças Tiamat começou a arregalar-se e ter convulsões. X produziu correntes que perturbaram Tiamat. Estas ‘correntes’ parecem ser uma arma espiritual na medida em que elas tem como resultado afastar os deuses, nulificando a proteção deles. A seguir, aprendemos que X ‘ diluiu os vitais de Tiamat’ e ‘bico seus olhos’. Estes ‘vitais’ nota Sitchin podem se referir a atmosfera e sistema de sustentação de vida dela. Seus olhos podem descrever a destruição de seus satélites orbitais, telescóplios ouu ‘olhos’. Cega, Tiamat ‘ seguia em desgosto’. O evento seguinte é arrancar o estômago. Na medida em que X se aproximava de Tiamat pedaços da carne dela estavam sendo arrancados, ou pelas forças gravitacionais ou por algum poderoso armamento. Neste conflito fantástico o armamento primário de X contra Tiamat era uma rede de quatro cantos: os quatro ventos [X] estacionados que de forma alguma ela podia escapar; O Vento Sul, o Vento Norte, o Vento Leste e o Vento Oeste. Perto de seu lado ele mantinha a rede, que foi present4e de seu avô Anu que trouxe o Vento Mau, o Rodamoino e o Furacão.

A descrição de X capturando Tiamat em uma ‘rede’ é muito sedutora. Se lermos esta narrativa na medida em que pensamos que fosse uma antiga história do New York Times, oidemos ter a visão do Planeta X, como um planeta de civilização, habitando no espaço. Os quatro ventos soam notavelmente como uma tecnologia avançada capaz de criar um permanente campo de força no espaço do qual ‘nada pode escapar’. Podemos imaginar o Planeta X, que também foi chamado de ‘Senhor’ e simbolizado como uma cruz de três pregos, fazendo um ‘jardim’ ao colocar o aparelho protetor tridimensional sobre um setor do espaço.

X, o ‘Senhor’, caça Tiamat. Perceba a rede em forma de diamante. Estes quatro vventos [bobinas? riachos?] aparecem na mitologia pelo mundo.No Egito são os ‘Quatro Filhos de Horus”, os ‘quatro cavalos’ que mantém o céu com seus braços levantados. Estes quatro cavalos aparecem como os quatro ‘bacabs’ maias, que são os mesmos que os quatro  Marajás ou grandes reis conhecidos pelos ocultistas hindus. Eles aparecem na tradição chinesa, bem como entre os índios norte-americanos. Correspondentemente, na cena egípcia mostrada dos quatro pilares opostoa sw Nu que sustenta o barco ou arca de Osiris quando isto navega através dos céus. Esta barco foi chamado Omphalos, Umbilicus ou o Barco Argo ou Arko, sobre o qual tenho mais a dizer depois. A barca de Osiris corresponde a Arca de Noé. Fascinantemente, no mito chinês encontramos a história de Peiru-un, um Noé chinêa que viveu em uma iha que, devido a iniquidade dos gigantes, afundou no fundo do oceano. Periu-un escapou com sua família depois de receber um aviso dos deuses por meio de dois ídolos.

O barco [arca] de Osiris navegando pelo céu, que é sustentado por quatro pilares na forma de deusas na posição Y. Minha razão para associar os quatro ventos com bobinas não são simplesmente porque as bobinas são enroladas, daí o intercâmbio da geometria, uma corda é uma linha direta unindo qualquer dois pontos em um arco, curva ou circunferência [a linha que creca o círculo]. Um acorde é um acordo, ou paz. A Paz é a unidade do Céu e a Terra. Se o leitor posteriomente questionar a intervambialidade da bobina, riacho, cord ou cavalo eu me refiro ao trabalho de guitarra de Eddie Van Halen na versão viva da canção de Van Halen ‘Dreams’. O virtuoso guitarrista fas as cordas enroladas de sua guitarra elétrica soarem como um cavalo relinchando. Como investiguei em ‘The Crystal Halls of Christ’s Court’, a grade ou matriz no espaço da rede de quatro ventos é um ‘conteiner da criação’, um vaso ou arca de Amor. Ela é marcada pelos quatro símbolos do Leão, Touro, Homem e Águia. Daniel registra que viu os ‘quatro ventos do céu se esforçarem sobre o grande mar. E as quatro grandes bestas vieram do mar’. Os árabes chamam a Esfinge de Gizé de “Pai do Terror’ e ela foi originalmente uma besta composta de leão, toro, homem e águia. Estas quatro bestas também simbolizam o Tetragrammaton, a Palavra de Deus. Estes quatro s´mbolos representam as quatro constlações cardeais do zodíaco – Leão, Touro, Aquaário [ o homem] e Aquila [ a águia]. Quando os ‘quarto ventos’ são vistos como constelações, isto revela que a rede é um setor do espaço. Estou profundamente interessado na conexão entre a narrativa de Enoque de ser levado aos céus pelos dois Brilhantes e que João o Revelador, que também aparece como testemunha destes ‘ventos’ no espaço. Segundo João, que, como Enoque, Elias e o Rei de Tiro, visitou as salas de cristal da côrte de Cristo, havia quatro anjos serafins cercando o trono de esmeralda de Cristo e o Mar de Vidro. Estes quatro anjos representam os quatro ventos ou quatro bobinas. João nota que o Serafim ou mais provavelmente o Mar de Vidro, ou setor de espaço, que os quatro anjos guardam, está ‘cheio de olhos na frente e atrás’. O Mar de Vidro está cheio de olhos. Esta é uma das mais surpreendentes observações em todo mito e escritura pelo fato de que ‘olhos’ eram algumas vezes usados pelos antigos egípcios para representar não apenas os deuses Neter [ observadores] mas também planetas. O símbolo lemra a Via Láctea. Curiosamente, ele é duplicado no símbolo hinês para visita e olho. Se ests ‘olhos’ são planetas, esta revelação  empresta até mesmo mais credibilidade à minha teoria que o rótulo de ‘quatro cantos do mundo’ ae refere a um setor ou Cubo do Espaço. Os Brilhantes parecem estar no comando deste Cubo do Espaço.

Neste contexto o significado da palavra hebraica traduzida como ‘jardim’ é iluminador. A palavra hebraica ‘gan’ [ou G'an] não se refre a um pedaço de terra cultivado com frutos, flores e vegetais. Ao invés, ela se refere a uma área delimitada guardada. A palavra raiz, ganan, significa ‘defender’, ‘por um escudo ao redor’, ou ‘proteger’. Ganan é usada em uma pasagem notável de Isaias em referência a guarda protetora de Deus. Isaias assegurou ao rei que Deus cuidaria de Jerusalém como uma ave mãe [ uma galinha] abrindo suas asas protge seus filhos no ninho. Incrivelmente,  a palavra chinesa para jardim é Shen, a palavra egípia para ‘enrolar’. É suposto que os chineses migraram originalmente de um lugar na Suméria porque eles mostram evidências de similaridade as cultras posteriores assirias e bailonicas em artes, ciências e governo. A data aproximada da origem deles, 2500 AC, corresponde a extrita datação cronológica do episódio da Torre de Babel que resultou na divisão de toda humanidade em novos grupos linguísticos e a dispersão de todas as raças pela face da Terra. Este cubo é o celestial khar ou ghar dos deuses. O pictograma sumério para khar significava ‘um anrl’ ou ‘uma área delimitada’. Disto derivei a noção que a rede é um campo de força, um tom ou uma vibração, isto é, um anel. Um outro meio de se pensar este cubo lacrado ou Mar de Vidro seria imaginar tomar um aquário com peixe dentro e coloca-lo no oceano. As paredes de vidro tornar-se-iam inisiveis na água do oceano mas protegeriam o peixe de intrusos. Este seria um Mar de Vidro ‘oculto’ ou ‘ negro’, e uma Casa da Vida, um refúgio secreto. O supremo conhecimento dos Brilhantes, no que diga respeito a esta investigação, diz respeito a este ganan. Isto partilha a mesma taiz de gnose ou gananose, ‘ o conhecimento do jardim de Shen’. Isto é iluminação.

A idéia do Cubo do Espaço tem ido um longo caminho para explicar porque este cubo negro é a especial forma geométrica escolhida para os asgrados templos terrestres de muitas religiões. Os templos em forma de cubo unem o hinduismo, judaismo, cristianismo e o islamismo. No hinduismo Cristo é Krisna, é a encarnação de Vishnu. Em sanscrito cris significa ‘negro’. No Islã o mais sagrado templo é um templo em forma decubo chamado Kaaba (derivado do  árabe kaab, que significa cubo). Embebida no canto leste está a pedra sagrada acreditada ser feita de substância meteórica, conhecida como ‘a pedra negra’. É Criis ou a Pedra Cristo. Significativamente, ela ewstá abrigada em uma estrutura  chamada Baitallah ou Pedra de Tula.

Maomé com a pedra negra sustentada por quatro homens. No mmito, Abraão construiu a Kaaba, que originalmente abrigada ídolos pagãos e tótens tribais, incluindo algns do Iraque. Depiis de seu retorno do exílio em Medina em 630 Maomé limpou a Kaaba de seus ídolos. Dai em diante as pesoas das Ilhas dos Árabes rezariam para um único deus, Alá, a quem Maomé rededicou a Kaaba e sua Pedra Negra. Este tem sido o principal objeto da veneração muçulmana por mais de 1500 anos. Cinco vezes por dia os muezzins chamam, e a cada vez aproximadamente um quarto da poplação da Terra se prota na direção de Meca.

Dag Hammarskjold, Secretário Geral da ONU, colocou uma espetaular representação moderna da Pedra Negra e so Cubo do Espaço na Sala de Meditação da ONU em 1953. Como discuti em ‘ The Crystal Halls of Christ’s Court’, Hammarskjold tinha tendências messiânicas, escrevendo em seu diário, ‘Markings’, que ele acreditava ser uma figura de Cristo. Esta ‘pedra negra de luz’ que ele ordenou e instalou, foi selecionada de mais de sessenta de tais blocos e é de um bloco de seis e meia toneladas e minério de ferro. Ele é polida no topo de uma forma tal que emite uma folha de luzes diminutas que brilham como bilhões de pequeninas estrelas. Ela é um imã natural emitindo ondas magnéticas. Sua colocação no próprio centro da ONU propõem-se a enfatizar seu papel de ‘pedra cúbica’ ou ‘pedra da fundação’ de um Novo Mundo. Como no mundo antigo, um ho,em que se imaginou como um Cristo fundou uma igreja sobre a Pedra Negra. Uma outra magnífica expressão moderna da Pedra de Cristo ou Pedra de Luz é apresentada no filme de 1968 de    Stanley Kubrickar [ a pedra da luz] que vem a Terra das estrelas e traz uma iluminação tecnologica para a tribo pouco inteligente de homens macaco que vivem ‘ no amanhecer da humanidade’. O principal personagem da história, Dave Bowman, descobre que o monolito serve como um portal espacial que leva a uma parte distante do universo. Bowman viaja pelo portal  em uma viagem espacial e descobre para sua surpresa que ele é oco e cheio de estrelas. No fim desta bizarra jornada ele se encontra em outra galáxia. O monolito tem atuado como ums ‘porta giratória cósmica’ o levando a um distante lugar.

O CUBO DO ESPAÇO É UM BURACO DE MINHOCA

já escrevi sobre a Pedra Negra como um conteiner ou arca da criação em ‘The Crystal Halls of Christ’s Court’, e tenho aprendido para minha grande surpresa que a imagem de uma caixa negra, retangular ou prisma negro flutuando no cosmos paraleliza a apresentação teórica de um buraco de minhoca retangular proposto pelo físico Matt Visser, da Universidade Washington, St. Louis. (Trabalho adicional também tem sido feito em Los Alamos.)  Visser é um físico que se especializa em astrofísica e cosmologia, e esta na margem extrema da mecânica da construção do buraco de minhoca. Como pode uma civilização avançada embarcar em criar um buraco de minhoca navegável? Esta é uma questão que ocupa o imenso talento de homens tais como Visser e Kip Thorne, um teórico renomado e professor da Caltech. Carl Sagan atraiu Thorne nesta busca pelo buraco de minhoca cósmico muito inesperadamente. Durante a escrita de sua novela ‘Contact’, que explora o primeiro contacto com uma civilização extraterrestre, Sagan escreveu a Thorne pedindo ajuda. Em ‘Contact’ a heroína, representada por Jodie Foster no filme, era uma radio astrônoma engajada na busca por radio sinais de uma inteligência extraterrestre. Ela recebe umsinal e o sinal depois de muita decodificação vem a ser uma máquina com algo que se parece com uma cadeira e a máquina é um meio de viajar grandes distâncias. Originalmente, Sagan tinha a heroína mergulhando através de um buraco negro. Mas havia algo que o deixava nervoso quanto a isto. Foi quando ele escreveu a Kip Thorne. Thorne sabia que isto era impossível [ ir através de um buraco negro e chegar a algum outro lugar]. As leis fundamentais da física o proibem. Ele foi desafiado a divisar algum meio cientificamente aceitável para que estes seres pudesem quebrar a proibitiva barreira da luz de Einstein. A teoria especial da relatividade de Einstein proibe uma viagem mais rápida do que a velocidade da luz e desta forma torna impraticável a viagem interestelar.  Thorne rapidamenet reconheceu que o que Sagan deveria fazer era substituir o buraco negro como ummeio de rápida viagem inter estelar por um buraco de minhoca. Neste tempo os buracos de minhoca não eram algo que fosse parte da ficção científica. Eles se tornram parte da ficção científica como resultado desta interação entre Sagan e Thorne. Um principal físico e professor de Princeton, I John Wheeler, que tinha sido profesor de Thorne, veio com a idéia de que os buracos de minhoca extraídos da mente coletiva nos anos de 1950. Ele também foi parte da primeira onda de pesquisa da natureza do espaço e tempo. Na visão de Wheeler o espaço e o tempo são análogos ao oceano, mas estas ondas, com certeza, não se mostram a milhas acima do oceano. Ele parece plano. Então quanto alguém chega mais perto da superfície vê as ondas quebrando na espuma. Wheeler vê um meio de escapar  da conclusão que em algum lugar a estrutura como espuma está se desenolvendo no espaço e tempo. Minha suposição é que seja nas águas de Nun. Wheeler pensa que o espaço entre os átomos podem estar cheios de bolhas e que uma vez enquanto duas bolhas possam se reunir els possam fazer um túnel. Trabalhando com dos de seus estudantes graduados, Michael Morris e Ulvi Yurtsever, Thorne tinha vários parâmetros em mente para a construção do buraco de minhoca. Eles queriam um meio pelo qual uma pessoa estivesse protegida dos efeitos de maré dos intensos campos gravitacionais previstos pelas equações de Einstein. O buraco de minhoca deveria ser estável e não inclinado a se fechar no fim da jornada. A viagem no tempo etre dois pontos A e B deve ser meida em dias, não em milhares de milhões de anos. A viagam deve ser confortável. Nenhuma parada ou início súbitos seria tolarada. A próxima exigência  era que a matéria e a energia necesária a ser criada pelo buraco de minhoca deveria ser fisicamente razoável. Deveria ser economicamente possível construir o buraco de minhoca. Thorne e Morris não se limitaram as capacidades economica e energia da ciência do século XX. Em sua carta aos edtores da prestigiada revista científica ‘Physical Review Letters’, eles estipularam que a proposta deles era um problema de engenharia para alguma futura civilização avançada. A meta deles era provar que a construção de um buraco de minhoca era cientificamente possível. Eles começaram a perguntar se as leis de física permitem o qe eles chamaram de uma civilização arbitrariamente avançada  construir e manter buracos de minhoca para viagens inter estelares. As nove condições de Thorne e Morris para buracos de minhoca atravessáveis, consideradas as exigências mínimas para asegurar uma pasagem segura dos participantes, ditam uma planta [ projeto] fundamental para o projeto de umsistema de transporte cósmico. Essencialmente o que eles projetaram foi um ‘anel não ultrapasse’ para os projetistas do buraco de minhoca. Se um projetista falhasse em atender qualquer um dos nove requerimentos, est projeto seria inválido. Eles batizaram seus sistema de transporte inter estelar de ‘buraco de minhoca atravessável’. Sagan incorporou algumas das idéias deste modelo em ‘Contact’. O resultado foi espetacularmente apresentado na versão de cinema do livro. Os buracos de minhoca são milhares de vezes menores que os átomos, pequenos demais para serem úteis. Se um humano até mesmo quisesse viajar por um buraco de minhoca ele precisaria ser esticado e mantido aberto. O que é necessário é algo muito exótico. algum material que tenha energia negativa. Matt Visser diz que as más noticias são que se você quiser um buraco de minhoca de um metro de diametro, o que realmente é uma exigência mínima para algo passar um humano, você precisa de aproximadament 1 de matéria exótica como Júpiter. A matéria ordinária, como este livro, tem energia positiva. Nada pesa menos do que nada. Certo? De fato, este pode não ser o caso. Em um laboratório em Seattle, Steve Lamoreaux, professor da Universidade de  Washington, temmstrado que a energia negativa pode ser feita. Em um documentário da BBC, Horizon, ele fez isso apenas utilizando materiais de seu laboratório. Segundo Visser, que é um especialista teórico em energia negativa, os experimentos são uma prova a príncípio que ao menos pequenas quantidades de matéria exótica, efetivamente energia negativa, existe no mundo real. No futuro um técnico suficientemente avançado em buraco de minhoca pode ser capaz de fazer bastante disso para esticar o buraco de minhoca o suficiente e mante-lo aberto por tempo suficiente para fazer uma viagem segura através da galáxia. Quando Visser olhou a lista de essenciais de Thorne e Morris para a construção do buraco de minhoca ele encontrou apenas um que pareceu debatível; a exigencia de simetria esférica. No modelo de Thorne e Morris o buraco de minhoca seria construído como algo semelhenta a um vidro de regógio achatado. O modelo de bburaco de minhoca de Visser  parece-se mais com a versão retangular de um cilidro para enrolar fios. Para visualizar o modelo de Visser, imagine um comum cilindro de fios com um buraco circular no meio. Substitua isto por um cilindro retangular, e o buraco retangular no meio. De fato, pareceria uma negra caixa retangular flutuando no espaço. Um cubo ou prisma negro. Este cilindro retangular se aproxima nas três dimensões do buraco de minhoca que Visser imagina existir em quatro dimensões. Neste modelo o alto do cilindro é uma parte do espaço e o fundo é outra. As superfícies do cubo são chatas [ de acordo com a teoria geral da relatividade de Einstein]. A única parte curva do cilindro é o centro retangular, que corresponde no modelo de Visser a gaerganta do buraco de minhoca. A borda deste buraco retangular é forrada de matéria exótica, a substância necessária para a construção deste buraco de minhoca. Nas prática objetos [espaçonaves ou veículos Merkaba]entrariam em uma extemidade do buraco de minhoca em uma parte do universo. Depois de viajar pela garganta do buraco de minhoca para o centro do cubo ela emergeria na outra parte do universo. Se pensarmos em nosso mundo como um jardim de quatro cantos, um terrário ou um áquário, uma Casa da Vida ou um Mar de Vidro, flutuando no oceano cósmico da escuridão, os quatro cantos marcam um escudo protetor no espaço. Disto podemos especular que este Mar de Vidro serve como mais do que um mecanismo protetor. Ele é um buraco de minhoca. Esta idéia é perfeitamente expressada na apresentação beduína da página seguinte. Ela mostra uma escada emergindo da Pedra Negra alcançando os céus. A escada leva a um jardim populado por houris, os iluminados. Os houris são obviamente o mesmo que hore, prostitutas, horus ou cavalos discutidos anteriormente.

Neste artigo, Visser ressalta uma caraterística partilhada por seu buraco de minhoca retangular e a minha interpretação do Mar de Vidro. Ambos atuam como um espelho gigante. Os paralelos entre o modelo de Visser de um buraco negro e os antigos mitos e escrituras são verdadeiramente maravilhosos. Ele chama à mente a epifânia do astronauta David Bowman em 2001 Uma Odisséia no Espaço. Quando Bowman o lha o monolito negro ele ressalta em um tom extasiado: “Meu deus, ele écheio de estrelas”. Embora o significado desta famosa declaração do filme não seja revelado[ ela perpletuamente deixa perplexa a platéia] Bowman parece estar no centro da galáxia partilhando da vista do Mar de Vidro proporcionado pelo trono de Cristo. Ele olha o buraco de minhoca e alcança a gnose ou iluminação. Esta é uma informaçao altamente importante no que diz respeito a nossa pesquisa, particularmente quando vista sob a luz da declaração do Livro da Revelação que o Mar de Vidro é negro, de forma retangular e cheio de olhos. Além dos planetas, os olhos são tipicamente um simbolo de Deus e de consciência. Olhos múltiplos nos serafins e dentro do Mar de Vidro indicariam uma multiplicidade de mundos ou múltiplos centros de consciência, isto é, planetas habitados por vida inteligente. Este mundos podem ser coordenados em uma unidade, ou confederação, pelos seres, os anjos serafins que supervisionam o Mar de Vidro. Posteriormente, a multiplicidade de olhos sugeriria que o buraco de minhoca é de fato alguma forma de  porta giratória cósmica com civilizações indo e vindo.  Como a Rede de Marduk foi um presente de Anu, podemos concluir que o governante do Planeta X está no controle do buraco de minhoca. EA, Jesus e outros deuses seguiram suas pegadas. Anu é apresentado na página oposta. Ele tem olhos enormes. Como podemos ver na página que se segue, Jesus é retratado de modo similar.

A quatro criaturas vivas que guardam o Mar de Vidro são idênticas aos serafins  e Deus Querubim posicionados no portão do Eden para guardar o caminho à Árvore da Vida e sobre a cobertura da Arca da Aliança. Simbolicamente, a Arca da Aliança é uma minuatura do Mar de Vidro. A Esfinge, a guardião do complexo da Grande Pirâmide no Egito, foi originalmente uma besta composta destas mesmas quatro criaturas.

Osiris, retratado como ‘muitos olhos’, fica em uma caixa negra retangular diante dos quatro ventos de Horus. Destes textos hieroglifos aprendemos que a forma mais antiga do nome Osiris era escrito por meios de dois hieroglifos, um trono e um olho. Seu nome Os-iris o liga a um olho. Além disso, o hieróglifo do olho também se refere ao grande olho do Ceu.

São Francisco recebeu a ‘stigmata’ de um serafim que cavalga um rodamoinho. De uma manuscrito da História Dourada, compilado em 1300 por Jacobus de Voragine. Para mim é importante que as asas do serafim se pareçam com as do pavão. Como mostrado, São Francisco foi iniciado por um serafim, que também o protegia. Francisco falava com os pássaros. Os pavões são símbolo da imortalidade. Por extensão, o serafim, os anjos pavão, ensinou o segredo da imortalidade através da linguagem dos deuses. As asas do pavão são associadas ao Arcanjo Miguel, que é dito ter asas de pavão. Miguel frequentemente é intercambbiado com Mercúrio, o mensageiro dos deuses, que levava o caduceu. Este bastão de milagres é composto de serpentes interligadas que grandemente se asemelham com as asas inyerligadas dos serafins.

Nas representações dos serafim percebemos o modo de suas asas que são interligadas ou enroladas. Isto os leva a um simbolismo mais profundo do buraco de minhoca dos Brilhantes. Como nota David Talbott em ‘The Saturn Myth’, residir dentro da luz de Aton é residir no enrolado ou na corda. Os hieróglifos egípcios apresentam Aton como um nó ou laço cósmico, representado por uma área delimitada de corda que termina amarrada junta chamada enrolado shen ou laço. No Egito, o Monarca Universal, que era o representante de Tula, toma a forma de uma garça, o pássro de luz que emerge do Sol Central, no início de cada Nova Era. Interessantemente, os maias chama Tula de ‘o lugar das garças’. O hiéróglfo para a garça é o nó ou laço cósmico, de outro modo conhecido como shen  enrolado. De grande interesse para mim é o mode que o hieróglifo da garça, a ave de akh [luz] e asim, estreitamente combina com o glifo estilizado de Jesus de um peixe, que o antece em um milênio. Nun enm árabe significa peixe acrescentando a posterior sontinuidade ao sistema deste símbolo.Além disso estes símbolos são estruturalmente idênticos ao sinal matemático algumas vezes usado para infinito, que se pronuncia Oc, a raiz de octo ou oito, o símboo do amor. Este laço de amor, nota Talbott, significa uma fronteira distinguindo o domínio unificado do Monarca Universal do resto do espaço e a odem, marcada pela revolução estável e duradoura ao redor do Sol Central ou Ovo Cósmico. É o laço da regularidade [maat em egípcio] protegendo o Deus Sol das  águas quee o cercam do Oceano Cósmico. Marcando um shen ou fronteira cósmica, um jardim formado por um anel – parece ser o propósito dos quatro ventos Planeta X ou da Rede enrolada. Esta é a fronteira na qual estamos residindo ‘na corda’. Um outro meio de dizer isto é residir ‘no tom’. Do que os alquimistas atraem o conhecimento desta corda ou acorde de um sistema coletivo de símbolos é indicado pelo termo mais ‘tun’ [tom], que era simbolizado por um ‘cacho de uvas’. Por milhares de anos as ondas encurvadas das cordas ou bobinas que emergem do núcleo galático tem sido espiral ou enrolada e apresentadas no sentido contrário do ponteiro do relogio do ideograma em espiral. Este último tem sido fortemente associado com a água, poder e energia de saída. Começando do meio da forma de um ‘G’ o símbolo maia para o núcleo galático e para amor é zero. Sua imagem em espelho [gemea] ou inversão, a espiral em sua rotação no sentido contrário do relógio apareceu aproximadamente ao mesmo tempo. é um hieroglifo egípcio para fio. A forma enrlada se asemelha a um feto. Um ideograma chines similar significa retorno ou volta para casa. Os tibetanos pintavam o fio nas paredes de suas casas e davam a ele o significado de lar, o lugar para onde se retorna. A casa é o zero ou o centro oculto. Todos os tipos de jogos de palavra e trocadilho, uma técnica favorita dos antigos mitógrafos e alquimistas, emergem das palavras e símbolos que temos explorado. Por exemplo, em mei escritório tenho uma pintura da Catedral de Chartres apresentando Jesus e João, ambos sendo apresentandos sustentando livros e com o mesmo cabelo enrolado altamente similar. Eu tenho esta pintura pendurada em uma parede diretamente na frente do hall de um busto de Buda, que tem o mesmo cabelo estreitamente enrolado. Depois de por anos ponderar porque estas representações são tão estranhamente similares, o símbolo do enrolar me capacita a raciocinar a razão que eles não são crespos, mas enrolados. A cabeça encaracolada me parece ser um símbolo para estar ‘no enrolamento’ ou ter uma consciencia em ‘sintonis1 [ tom] com o centro da galáxaia, a bobina. Também,a cabeça encaracolada sinaliza a consciência e preparo de alguém para entrar no buraco de minhoca. Alcançar a cabeça encaracolada ou o Cranio de Cristal grandemente ajudará os buscadores espirituais durante a Idade do Terror; Os maias dizem que em 2012 uma corda serpente, ou bobina, virá do céu e dela emergirá um deus chamado  Quetzalacoatl, o Rei de Tula. Em tempos passados quando a Terra amarrada como um animal a Tula e um ds portais se abriram os deuses desceriam a Terra no que os Maias chamavam ‘cordas de seepentes’, trazendo com eles o conhecimento do alto. Esta ‘corda de serpente’ é descrita como um cordão umbilical, uma linha da vida, que é o mesmo que a volta do simbolo do peixe de Jesus.

O bastão pastoral levado pelos bispos e também pelos faraós egípcios é um símbolo de poder divino. É o bastão do Mago do Tarot que conduz a alma em sua viagem espiritual, o Caminho Real do Tarot,, da regeneração. O cordeiro de deus emergindo das mandíbulas de uma sepente enrolada simoliza esta jornada aqui  (Crozier, Italiano, século XII.). Na superficie da última ilustração claramente aimboliza o cordeir, o Cristo, também descrito pelo monograma Xa, vem de Serpente. Pode até mesmo ser declarado que seja  a serpente [EA] tranformada em cordeiro. Se a serpente no bastão pasatoral é o símbolo do buraco de minhoca ela está cuspindo da essencia do buraco de minhoca. Isto é muito instrutivo. A palavra egípcia para espirito, ruach, é muito similar a palavra rehk, que significa cuspir. Jesus é dito ter curado o cego ao rocar seua olhos com o cuspe. Isto nos leva a ponderar se Jesus estava trabalhando a Energia Força de Vida cuspida do núcleo de nossa galáxia. Ao ‘levantar’ ou examinar esta serpente precebe-se que o bastão pastoural tem a forma de um ‘G, o símbolo maia para galáxia e amor. Esta é uma pista para interpretar este símbolo de uma perspectiva de Tula. O cordeiro é o símbolo da sabeodora como no Velo de Ouro. O Cordeiro de Deus emergindo da bobina deve ser a sabedoria ou néoa emergindo de Tula. Em outras palavras o cordeiro é o símbolo para a ciência secreta do buraco de minhoca. Ele é Intercambiável com o cacho de uvas. Gosto de ver o bastão pastoral como um massagista de chuveiro. Quando levantamos esta serpente ou elevamos sua vibração acima de osso atual pensamento e nos banhamos no cuspe de sabedoria deste instrumento estamos nos batizando na sabedoria mística de Cristo. O conhecimento desta ciência os leva ao conheimento do buraco de minhoca retangular, o local de guarda das ovelhas ou barco que dobra o espaço dos Brilhantes e tem o significado de nos salvar.

8. RETALIAÇÃO

Tiamat respondeu a Rede de X ou buraco de minhoca com uma retaliação surpreendente. De detro de Tiamat emergiram onze monstros ‘enomes e rosnando’ que se marcharam ao lado de Tiamat. Estes objetos animados tinham nomes como Víbora, Dragão, Monsdro Femea, Grande Leão, Cachorro Louco, Homem Escorpião, Tempestade Rosnante, Dragão Voador, Bisão e outros. Estes monstros eram enormes, sendo descritos como do tamanho de planetas.  Eles se colocaram em formação de batalha. Tiamat assumiu a forma de um dragão monstruoso e coroou os monstros com halos. Com este ato Tiamat declarou guerra. Ou Tiamat se rendeu? Na versão grega desta história a batalha foi perdida e Tiamat explodiu. Pode ter sido evidente para os habitantes de Tiamat que a destruição total do ´planeta era inevitável. Se assim aconteceu, é possível que os onze monstros libertados por Tiamat fossem, de fato, vasos de guerras, mas também podem ter sido enormes veículos de evacuação? As histórias sumérias deixam pouco espaço para dúvida que a intenção de X em relação a Tiamat era hostil. Cotudo, uma consideração cuidadosa deve ser dada ao fato que muito frequentemente o conflito é injetado nos antigos mitos onde realmente nenhum existiu. Isto torna a história entretenedora, e portanto, memorável e digna de ser recontada. Sob esta luz, ao invés de um sistema de armas, os quatro ventos que compunham o jardim lacrado ou buraco de minhoca retangular, feito pelo Senhor, pode realmente ter sido uma força benevolente que criou um habitat estável ou biosistema para as almas. Ele pode ser também um sistema de rtansportes para almas. A históris suméria de veículos maciços também dá pistas que houve sobreviventes deste encontro. O entendimento que a destruição total de Timat era iminente pode ter provocado não apenas uma evacuação em massa, mas isto explica possivelmente também porque Tiamat fez seu satélite, Kongu, o capitão nesta batalha. Talvez em uma tentativa de salvar o conhecimento e ensinamento iluminado de sua civilização os governantes de Tiamat mudaram os Rabletes ou Pedras do Destino para Kingu, dando poder a ele. Kingu é retratado como uma Arca ou Gral, um conteiner da criação. Significativamente, Kingu é identificado om a nossa próppria desolada Lua e o Deus Lua. Na história suméria, quando EA veio para limpar a confusão que o Planeta X tinha criado ele fez o primeiro humano da Terrado sangue de Kingu ou ‘Águas Vivas’. Kingu foi identificado com a nossa Lua. Os caldeus o chamavam de Sin. O intercambio entre Lua E Sin lança uma nova luz na crença que somos feitos de pecado [sin]. Um termo surpreendente apicado a Jesus é ‘homem curador da lua’. O poeta e mitologista Robert Graves diz que este era o signoficado do nome Cristo, apropriadamente aplicado a Jesus, o filho de Maria, a ‘almah’ ou ‘donzela da lua’ que era conhecida como Arca. O Alto Egito foi originalmente chamado  Khemennu, ‘terra da Lua’. Khemennu é a raiz para alquimia. Nenhuma explicação aberta é dada para a origem deste nome. Ainda que neste termo resida a chave para o mistério da Arca de Cristo. No Templo de Horus em Edfu no Egito, um templo dedicado os portadr deus sol Horius a Terra, encontramos representações de uma escada que se estende de um pilar que transporta o rei para um barco em forma de crescente.

Uma escada alcança um barco ou arca em forma de crescente. Neste representação retirada de um sabio no exército de Napoleão, quatorze degraus em uma escada ascendente levam a um pilar de lotus perto de um crescente que aninha o olho de A-tum. Esta cerimonia é supervisionada ou conduzida pelo deus Lua Thoth que está de pé em uma linha invisível que leva a seu barco ou arca no cèu atrás dele. No Egito Thoth era o mago com cabeça de ibis do Tarot, e condutor do caminho ou guia de almas que era simbolizado pelo babuíno sentado no the, o disco símbolo de Tula. (Thoth, por sua vez, foi identificado com o sumério ‘Senhor da Chave da Vida,  Ningishzidda, filho de EA) Thoth era conhecido como “Senhor do Terror’. Pode ser queos egípciosusassem ‘terror’ para descrever este homem curador da lua como exatamente esta natureza dual é contida nas palavras semíticas ‘ima’ [mãe , lua] e e-mah [terror]. A conexão entre estas palavras é perfeitamente explicada pelo possível cataclisma da mãe., Tiamat, e seu filho Kingu, a Lua. Uma palavra relacionada eme-an é ‘a linguagem de Anu ou Céu’, falada pelos Brilhantes. Por esta definição, a original Arca de Noé, e a Arca de Cristo, se assemelham a um dos veículos de evacuação ejetados de Tiamat antes que ela explodisse – lembrando-nos a enorme “Estrela Morta’ de Star Wars. Se a nossa Lua é esta Arca, e a arca e o Grande Yoni ou ‘ sustentador das sementes da vida’, isto sugere que a Lua seja uma espaçonave como aparentemente retratada na apresentação egípcia. A origem e natureza da Lua é um dos problemas mais complicados da cosmogonia. Tanto quanto sabemos, existem três teorias para explicar como a Lua veio a ser parceira de nosso planeta. A rimeira declara que a Lua uma vez fez parte da Terra e que se partiu dela. Esta teoria é usada para explicar a eorme fossa no Oceano Pacífico. A evidência tem agora refutado isto. A segunda é que a Lua foi formada independentemente da mesma nuvem de poeira e gás que formou a Terra, e imediatamente tornou-se um satélite natural da Terra. Esta teoria era a favorita dos cientistas até a análise de amostras trazidas pelos astronautas da Apolo que mostraram que a rocha lunar não é da mesma composição das rochas da Terra. Isto nos deixa com a terceira teoria. A Lua veio separadamente, e, sobretudo, de muito longe da Terra [ talvez até mesmo de fora de nosso sistema solar]. Isto significaria que a Lua não foi fabricada da mesma ‘argila’ de nosso planeta. Viajando pelo universo, a Lua chegou na proximidade da Terra e por uma complexa inter relação de forças de gravidade foi trazida dentro de uma órbita concentrica, muito perto de circular. Mas uma ‘pegada’ deste tipo é virtualmente impossível. Esta teoria está de acordo com a cosmologia suméria que afirma que o Planeta X fez com que o sistema solar fosse rearranjado, por meio do esmagamento de Tiamat, colocando a Lua em seu relacionamento com a Terra. Parece que os alquimistas e os poetas do Gral possuiam a chave para esta história. Tem sido sugerido que a Pedro do Destino de Tiamat que foi transferida para a Lua é a mesma pedra em que Jacó pôs sua cabeça quando sonhou com a escada ou portal para o céu. Esta era a Pedra da qual a Fênix ou garça se eleva periodicamente.

No mito egípcio a garça pousou em  Heliopolis ou no topo do pilar ou pedra ben ben e enviou um ovo, bola ou maçã contendo a sabedoria erlativa ao Sangue Sagrado. Wolfram em seu Parzival expressamente declara que o Gral é uma pedra da qual se eleva a fênix. Também chamada Olho de Deus, ela é o símbolo de Osiris [EA] e a pedra fundamental perdida repreentada no verso da nota de um dolar. Em 1935, uma ano depos que Franklin Delano Roosevelt buscou Cristo e Gral na Mongólia ele ordenou o Grande Selo dos EUA estampado nas costas [verso] da nota de um dolar. Ele fez isto a pedido de Henry Wallace e Nicholas Roerich, os outros dois homens que formavam este surpreendente trio de homens sábios. O Grande Selo representa a Pedra perdida ou Olho de Deus flutuando no topo de uma pirâmide inacabada. Um escritor maçonico ressaltou que este olhoé o olho do Sol ou Som Espiritual que está oculto atrás da palavra fancesa para sol, soleil. O Sol Espiritual com certeza é o Sol Curador. Em ‘God Making’ tracei a escada de Jacó a retina do olho. Há dez camadas até a retina que funciona como uma ‘rede de luz’. Nove camadas  são rotulada em termos médicos em latim.A décima é chamada camada de Jacó. Na arte e nos hieróglifos egípcios o pilar de lotus representava o cetro ou bastão dos deuses.  Junto com os cones os bastões formam a retina. Algumas vezes o lotus foi mostrado se mantndo flutuando acima do sinal para céu. Ele é encontrado no amuleto do século terceiro na página seginte. Conquanto isto se pareça com a crucificação de Jesus, ele é realmente Osiris-Dionisio. Ele é um pilar que tem no alto um crescente.

O pilar de lotus é a maior flor. fora do que a rosa do sol vem pela primeira vez à criação. Os faraós estavam unidos com o lotus para obter o renascimento depois da morte. Este é um símbolo quase universal da deusa. No Oriente Médio ele é chamado lilu, ou lírio. Era a flor de Lilith, a primeira mulher de Adão. Fascinantemente, o lotus é igualado à Árvore da Vida que cresceu no Jardim do Eden. Isto é importante porque ele alinha as histórias iniciais hebraicas com o Egito, particularmente com Osiris e Isis., o deus e a deusa da árvore da Vida. Segundo a história cristã, a Cruz de Cristo foi feita da madeira que crescia na Árvore da Vida. O cetro ou bastão e o lugar de repouso do bastão se referem ao lugar onde o pilar, o ele de ligação ou arco, estão localizados. Um encantamento do céu, a Arca, a arca dos Texto do Caixão onde se lê: ‘sou o guardião de todo este grande sustentáculo que separa a Terra do céu’. Mais precisamente, um outro encantamento anuncia: “este bsatão que separa o céu e a Terra está na minha mão.”

Em essência, esta mitologia lunar nos informa que quando nossa visão espiritual é melhorada pela Pedra do Destino vemos que a Lua é a Arca ou nave cósmica do homem curador da lua, Thoth ou Jesus. Os hindus, que nos contam que o navio cósmico Argha era o lotus  sobre o qual o grande deus navegava no início, feito esta mesma equação da nave dos deuses com o pilar de lotus. Os sumérios chamavam a isto de Barca de Anu. É a barca dos Brilhantes.

Thoth, o deus de cabeça de ibis da mágica senta-se nesta arca com uma lua crescente e disco em sua cabeça. A arca erpousa no sinal egípcio para céu. As escadas que levam a nave apresentadas na representação de Dendera representam o Monte Primevo, a Montanha de Luz ou o Puro Monte de Deus, Tura Madai. É digno de nota que a palavra egípcia para ‘degraus’, khet também signifique mastro de navio. A palavra navio [ship] soa como carneiro [sheep], a fonte do Velo de Ouro da sabedoria e cheop, o construtor oficial da Grande Pirâmide, a maior escada para o céu de todas. Os egípcios frequentemente representavam o voo das escadas levando ao centro ou encontro com o Céu. Subir ao Monte da Criação é alcançar a salvação e a imortalidade. Ele foi construído pelos deuses da cidade de An, mais tarde conecida como Heliopolis, a ‘cidade do Sol’. Os sacerdotes do deus lua Thoth tinham sua própria linguagem poética, a linuagem das Aves ou Bardos [poetas] ou ‘Cabala Fonética’ que deriva seu nome da palavra laina caballus, que é, cavalo. Isto é pensado ser a linguagem pré dilíuviana falada por Adão e Eva no Jardim do Eden. Em meu livro ‘Language of the Birds’ apresentei evidência ligando Jesus a esta linguagem. Esta linguagem que anteriormente identificamos como a linguagem da alquimia é alegoricamente conectada com Pegaso, o cavalo alado. Isto em francês é ‘Argot’, e seus iniciados são chamados ‘Argotiers’. Eles pilotam a Nave Branca, o ‘filho’ do dragão Tiamat. A palavra hebraica foneticamente similar kabbalah significa ‘tradição’. Kabbalah, por sua vez soa como cabo, um fio [arame] enrolado. A forma mais inicial de literatura cabalistica é para ser encontrada na tradição dos místicos Mer-ka-ba. Estes místicos se preocupavam com a Mer-ka-ba ou Trono Carruagem de Deus, que eles acreditavam podia alcançar em uma ascensão shamanistica através de uma série de salas celestiais. Enquanto a idéia da Rede do Planeta X [ O Mar de Vidro de Jesus] como um Conteiner da Criação e a Lua como uma Arca preservando as sementes da civilização possam parecer estranhas, isto é praticamente universal. Uma breve olhada nas ligações associadas com a palavra Kingu reforça este ponto. Para começar, o C, o símbolo crescente de Isis, simbolizou Kingu, a Lua. Isto explica porque algumas palavras em inglês começam com o símbolo crescente [isto é, criação e cuneiforme]. O C é um símbolo de relacionamento. Considere as palavras clan [clã] child [criança, filho],  cousin [primo], e country [país, campo, interior]. Kin significa família. Derivados de kin são  kin, kindred, kindergarten. Os chineses empregam o mesmo ideograma, kin para metal e ouro. Kan tzuk, Kan Xuk é maia para os quatro lados , ligando isto ao espaço. Kan também significa serpente. Qen biu é o egípcio para os cantos da Terra. Ken-tauroi [centauros] são meio-homens e meio-cavalos na mitologia grega.

Kernos, significando ‘coração’ respondendo ao núcleo era o pote sagrado dos mistérios Eleusianos. As sementes da nova vida brotavam desta área delimitada [jardim ou shen]. O kernos evoluiiu no Jardim de Adonis [Amor], um pote com sementes brotando de trigo e cevada. Can é a palavra cigana para Sol. Em sânscrito, khan significa sol. A palavra assíria qanna, alternativamente kanna, é a imagem em espelho da hebraica annak, que é Rei. Os bíblicos filhos de Annak são os filhos do Planeta X. O Anak primeiro desceu a realeza dos céus. Todos os mitos e simbolismos que são associados com esta dinastia podem, de fato, serem rastreados ao núcleo galático, Tula, e a EA. Tula é conhecida, em algumas culturas, como a Atlântida, embora este possa ser um de seus muitos nomes.; a ilha branca, a ilha perdida, a Ilha de Fogo. Este é lugar de nascimento da humanidade. É também a fonte do primeiro governo na Terra – a monarquia. E os primeiros reis da Terra eram os Brilhantes. Quando a realeza desceu do céu a agricultura, a metalurgia, a navegação, a arquitetura, a linguagem, a escrita, e a religião veio com ela. Os Brilhantes, liderados por EA eram grandes profesores. Os Sábios ou Talentosos destas artes. O maior de todos os talentos era o meio de elevar a alma para fora da vida na Terra. Através do Oceano da América do Sul, a palavra quichua ‘hanak’ se relaciona ao ‘alto crescimento’ e na liguagem dos Aimarás do Peru é kenako ou ‘tesouro’. O nome bíblico, Enoque, é derivado do egípcio pa-henoch, que significa pirâmide e é a raiz para fênix. Ken ou kon se estende a koan, as declarações ilógicas do Zen Budismo e milho [corn] que vem de sementes. Ken também se estende a Ch-en, com um ch duro, como em Cristo. Chenn con um ch suave [ como em shen] envolve os chineses. A soma destes jogos de palavras sugere que o Planeta X foi bem sucedido em aprisionar a Lua e Tiamat/Terra em sua rede de quatro cantos, o Mar de Vidro ou buraco de mihoca que está cheio de olhos ou planetas com consciência. Profetas, tais como Enoque e João o Revelador tem ascendido ao trono de cristal do Senhor e visto este enorme jardim em sua inteireza.

9. A BUSCA PELO OURO

Sitchin mantém que depois de aprisionar a Terra em sua rede, os Brilhantes vieram à Terra em busca de ouro para corrigir uma crise atmosférica no Planeta X. Antes de ir adiante para investigar a interpretação radical de Sitchin destas histórias da criação é importante notar que o leitor moderno pode interpretar os mitos e a arte antiga de vários modos. A ciência mantém que é um engano pensar qe eles retratem uma tecnologa avançada, quando na realidade tudo o que eles refletem são objetos de culto ou ritualisticos ídolos pagãos. Um exemplo clássico é o Shem apresentado oposto. Sitchin interpreta esta ilustração como um foguete, como aquele usado pelo heroi Gilgamesh para alcançar a Morada dos Deuses. Este desenho veio da tumba de um governador egípcio ao tempo do Rei Tutankamon. Sitchen vê a vabeça do foguete acima do solo onde crescem tamaras ou árvores de palmeeira. As aberturas do foguete estão claramente localizadas subterraneamente, em um silo feito pelo homem assistido por o que devem ser cientistas do foguete que estão vestindo peles de leopardo. Uma vez apresentei esta ilustração juntamente com a interpretação de Sitvhin a um grupo MENSA. Um dos gênios na audiênca, que momentos antes argumentou todos os fatos a respeito da construção da Grande Pirâmide, incluindo o método e o propósito da construção, eram conclusivamente conhecidos, insistiu que esta não era uma ilustraão de uma nave foguete; era um cone de neve. A pessoa então rapidamente cruou os braços contra o peito e desafiantente lançou a frente seu queixo no ar. Este comentário e comportamento ilustra a dificuldade que as vezes encontramos quando apresentamos idéias antigas a mentes modernas bem dotadas. Se isto está fora a caixa da academia é comum muito ridícularizar a idéia sem oferecer nada de construtivo em troca, ou eles se calam completamente. Isto é compreensível já que a maioria tem em jogo suas identidades e reputações quanto a atual teoria científica e portanto tem dificuldade re reconhecer a evidência ao contrário. Contudo, o fato de que o conhecimento dobra tão rapidamente aponta para a futilidade de rígidos sistemas de crença.  Vivemos em um mundo onde absolutamente tudo é possível. Grande parte da tese de Sitchin gira ao redor de sua interpretação única da palavra hebraica shem. Tradiconalmente, as autoridades bíblicas geralmente traduzem shem como ‘nome’. Shem também pode significar ‘monumento’, um artefato físico que tem o nome de ago a ser lembrado. Segundo Sitchin, shem originalmente não significava nome ou renome, mas ‘aquele que vai para cima’ como em uma espaçonave ou foguete. Ele argumenta que shem significa monumento mas que os monumentos eram cópias dos foguetes usados pelos deuses antigos [ os Brilhantes].

ceus ou deusa no comando de um módulo? O shem estava em uma cápsula de comando em forma de cone chamada beth-el (casa de deus) pelos hebreus, bethyl pelos canaanitas, ben nen ou Ovo Cósmico pelos egípcios. Esta é a raiz de baitallah, o conteiner da Pedra Negra de Meca. Significativamente, é a fênix ou garça, a ave de Tula e o símbolo da ressurreição mais tarde aplicado a Jesus. Shem também é a raiz para shemen ou shamã, um intermediádio divino. A palavra cé é uma má tradução de sham-aim. Sitchin mantém que shamain é o ‘Bracelete martelado’, o cinturão de asteróides. Na bíblia, o povo semita é dito ser descentente do filho de Noé, Sem ou Shem. Contudo, como nota Barbara Walker, Shem era realmente o título dos sacerdotes egípcios de Ra [ ou la, luz] que tinham permissão para vestirem pele de pantera ou leopardo e se chamarem povo Shem [ ou shamanico?]. Estes sacerdotes eram pensados ter evoluído de uma classe de sacerdotisas egípcias chamado shemat, ou mães cantoras, que conheciam os hinos e as palavras de poder. Outro veiculo que partilha muito   da intrigante mitologia do shem é Mer-ka-ba, a mística ‘Carruagem do Espírito’ hebraica que levou Ezequiel para os céus. Isto também pode ser o mesmo veículo da ressurreição e ascensão de Jesus ao céu. Na minha opinião, este é um veículo protetor – o cavalo branco –  no qual Cristo cavalga o buraco de minhoca. O ensinamento mais antigo da cabala era a meditação Merkaba. O Talmud menciona a meditação Merkaba quando diz que Judá o Príncipe priobiu qualquer menção a isto no Mishnah, presumidamente porque este era um ensinamento místico. Contudo, referências a isto no Tosefta, que é um tipo de apêndice ao Mishnah, bem como alguns manuscritos sobreviventes, apontam para que a meditação Merekaba estava sendo praticada ao menosaté o segundo século AC. Parece que os praticantes da Merkaba combinavam mditação, prece e posturas de yoga de um modo tal que eles ascendiam ou desciam, em seus Merkabas, em seus ‘veículos’, aos reinos onde eles literalmente viam serafins, as salas de cristal da côrte de Cristo, e o trono de cristal da glória [ o Apsu?] ou a própria Tula. .

Um dos deuses mais proeminentes que senta-se sobre o rodamoinho, girando trono Merkaba é o hebraico YAHWEH. Os místicos hebreus descreviam esta Merkaba como ‘a roda do trono de sua glória’. Conquanto mais tarde os artistas tendem a mostrado em seu trono giratório, os artistas originais o retratavam sobre ele, porque a Merkaba, o trono de luz, gira ao redor dele. A Merkaba hebraica pode ter sido copiada dos originais sumério e zoroastriano  também mostrados anteriormente. Como claramente podemos ver nos trabalhos de arte que se seguem os aristas cristãos muitos séculos depois tinham o hábito de incluir veículos voadores., Shem ou Merkabas, também conhecidos como cavalos brancos voadores chamado Pegaso, em suas representações da Crucificação. Estes artistas seguiam uma longa tradição, a tradição de Tiamat.

A CASA DO DESTINO

O nome da câmara de criação onde o projeto de hibridização ocorreu, o Bit Shimti, nos leva mais profundamente dentro dos misterios da palavra shem, bem como a ligação de EA com a alquimia. Bite era a palavra acadiana para ‘casa’ [ que mais tarde transformou-se no hebraico 'beth']. Shimti está aberto a interpretação em vários níveis diferentes. Lamber e Millard, dois eruditos de Oxford, readuzem shimti como ‘destino’ o que torna Bit Shimti ‘a casa do destino’. Christian O’Brien, por outro lado, vê uma ‘semente de surpresa’ nestas palavras. A análise dele da sílaba siim-ti produziu o seguinte: si = ver, olhar ou brilhante IMI = argila [ cultura da vida]. A argila arqui referida é o DNA. Uma terceira interpretação do sumério SH-IM-TI vem de Zecharia Sitchin. Ele interpreta isto para significar ‘ respirar-vento-vida’ [ o vento referido aqui, na nossa opinião é um espiral]. O segundo capítulo do Geneses oferece uma tantalizante pista que YAHWEH, Elohim [o Brilhante] que fabricou Adão da argila do solo também era um forjador de metais. ‘Ele soprou em sua narina a respiração da vida, e Adão tornou-se uma Alma viva’. De fato, Sitchin argumenta, YAHWEH é um composto de EA e ENLIL. Vale um desvio momentaneo para explorar este conceito. Pela Bíblia, o comportamento impulsivo, psicótico e até mesmo bizarro da deidade pode ser explicado como o comportamento de mais de um deus. As vezes, a deidade é o benevolente EA, o gentil e amoroso deus da compaixão. Em outros casos é ENLIL, o mestre escravizador impulsivo, calculista e diligente. Estas contradições tornam fácil istinguir as duas entidades. Elas são diametralmente opostas uma a outra. Esta diotomia é refletida no Levítico quando a deidade, agora chamada YAHWEH mas ainda em aspectos diferentes de EA e de ENLIL, diz ua fala ao israelitas: “porque é de mimque os israelitas são escravos, meus escravos que trouxe do Egito. Sou o Senhor Seu Deus’. Um poco tempo depois este senhor de escravos dá aos seus sujeitos os Dez Mandamentos, as regras para viverem no territorio dele. O homem humildememte reverencia estes mandamentos como mais sagrados do que vossas proclamações. Agora que estamos cientes das tensões políticas entre EA e ENLIL, podemos ver que os Dez Mandamentos nad mais eram do que ENLIL, o senhor de escravos, declarando que comportamento ele toleraria ou não das criaturas que passavam pelo território dele. Podemos dizer isto porque os Dez Mandamentos não são princípios espirituais, eles são um código penal aprovado pelos babilonios [ que os conheciam originalmente como Código de Hammurabi] e que o herdaram dos egípcios que listavam proclamações idênticas em uma Confissão Negativa perceptivelmente mais benevolente encontrada no Livro dos Mortos. Era esperado que um egípcio recitasse a Confissão Negativa na presença e Maat ou Thoth para mostrar que eles tinham seguido as regras de comportamento de Maat.”Não tenho sido um homem de raiva, Não tenho feito mal à humanidade. Não teno inflingido dor. Não tenho feito alguém chorar. Não tenho agido com violência contra homem algum. Não tenho causado dano aos animais, Não tenho roubado os pobres. Não tenho sujado ou obstruído a água. Não tenho pisado campos. Não tenho me comportado com insolência. Não teno julgado apressadamente. Não tenho criado brigas. ão tenho feito qualquer homem cometer assassinato para mim. Não tenho insistido que trabalho excesivo diariamente seja feito para mim. Não tenho dado falsos testemunhos. Não tenho roubado a terra. Não tenho trapaceao quando meço uma unidade de grãos ou frutras. Não teho permitido que um homem passe fome. Não tenho aumentado a minha riqueza exceto com coisas que são de fato minhas. Não tenho me apoderado eradamente da propriedade de outros. Não tenho tirado o leite da boca dos bebês.” Aqueles que viveram pelas leis de Maat eram recompensados com a bebida sacramental, comparável ao sangue do Santo Gral oferecido por Jesus na última Ceia. Pode-se supor se depois de beber esta poção eles se tornam Shemats.

É importante notar que o nome alemão  Schmidt (Smith) uma vez se referiu a uma casta sacerdotal de shamãs trabalhadores de metal, que tamém eram bardos ou poetas. A similaridade de SCHMIDT (foneticamente SH MIT) e SHIMTI nos leva a concluir que eles sejam a mesma palavra.  SCHMIDT e SHIMTI são também comparáveis aos egípcio SHEMAT, a sacerdotisa de Ra (ou La, luz). Uma palavra relacionada SHES MAAT é o laço de regularidade protegendo o Deus Sol das águas adjacentes do Oceano Cósmico. Em 1951, Mircea Eliade, uma das principais autoridades em shamanismo, publicou seu agora clássico ‘Shamanism: Archaic Techniques of Ecstacy’. Nesta grande síntese de shamanismo, ou arte de forjar metais, Eliade documentou que seja onde for que estes técnicos do êxtase operem eles usam um ritual de transe durante o qual ‘sua alma é acreditada sair do corpo  e ascender ao céu ou descer ao Submundo’. Isto é obviamente similar as meditações Merkaba dos hebreus. Estes técnicos todos falam uma ‘ linguagem secreta’, a Linguagem dos Bardos ou das Aves, que eles aprenderam diretamente dos deuses ou espirítos. Eles falam de uma escada ou uma vinha, ou uma corda ou uma escada em espiral, uma escada decordas retorcidas que liga o Céu e a Terra pela qual eles viajam às estrelas, o reino dos espíritos que criaram a vida na Terra. EA foi o primeiro shamã da Terra. Seu sacerdócio o sucedeu. É iluminador notar que EA evoluiu em Hephaistos da história grega e egípcia, o rei aleijado ou manco frequentemente associado a arte da forja de metais. Hephaistos [Vulcano para os Romanos] se tornou manco  causa de uma briga com Zeus, que Sitchin iguala ao meio-irmão de EA, ENLIL. Hephaistos é considerado ser a mesma figura védica do deus fogo Agni, a ‘ centelha vital’ de vida. Isto é uma conexão vital.

Nascido do lótus, como muitos deuses egípcios, Agni é o divino sacerdote que limpa o pecado [ que é a ignorância da Arca de Cristo]. Deste modo ele se corresponde a Jesus que era chamado Agnus Dei ou Cordeiro de Deus. Começando na Idade Média, a teologia ortodoxa insistiu que Adão foi enterrado no Gólgota [ o lugar do cranio] no ponto preciso onde ficou a cruz de Cristo, de forma que o sangue do Cordeiro-Salvador, o Agnus Dei, ou Agni, a centelha de vida, penetrou na terra e trouxe salvação aos restos de Adão. A Cruz de Cristo se elevou do Gólgota aos Céus. Olhando para baixo esta reunião o pilar ou eixo da crucificação é um ponto central. Quando visto de lado este é um eixo com o homem alcançando Deus e Deus descendo ao homem, com a Terra é um símbolo do meio. Por esta tazão, a Cruz é o casamento de opostos. Nas histórias orientais, a cruz, que tamém pode ser simbolizada pelo caduceu, é a ponte ou escada pela qual as almas humanas sobem até Deus. No simbolismo chinês a cruz é o cordão umbilical não partido do universo, ligando-o ao centro do qual ele se espalha. Deste modo a cruz se torna um pilar qeue mantem úm conduto pelo qual corre a centelha de vida.  Harold Bayley nota que a palavra cruz em suas várias formas, core-ross, crux, krois, etc., gira ao redor do conceito de um centro de luz. Ela se resolve em   ak ur os. Ak: grande, poderoso (annak significa rei em hebraico) Ur: fogo ou luz. Os: muitos. A ak ur os ou Cruz é a luz central do Grande Fogo de Muitos porque isto canaliza a centelha de luz do Sol Curador. A mesma raiz é a base para Cristo, Krisna, cristal etc. Como vimos anteriormente ‘o cordeiro’ era o símbolo para a substância canalizada atravéz da corda espiralada serpente, que tenho interpretado como buraco de minhoca. Interessantemente, o nome de Agnus Dei foi aplicado a todas de cera estampadas com a figura de um cordeiro e vendidas pelo papado. Este ‘encantamento’ intensamente popular foi altamente lucrativo para a Igreja, que mantém o monopólio sobre este produto. Ele prometia proteção dos ‘atos de Deus’. De fato, como nota Barbara Walker, o poder do Filho era evocado para proteger a humanidade contra a ira de seu Pai. A Igreja parece ter tomado emprestado esta idéia dos Arianos. Os videntes védicos realizavam uma cerimônia sagrada chamada Agni Chayana para caalizar a centelha divina. Eles construiam enormes altares de fogo, os Agnis, feitos especialmente de tijolos de argila. Estes tijolos eram colocados em camadas para formar uma imagem de um falcão divino chamado Shyena, que é o egípcio Shen, a espiral da vida. Este falcão divino é intercambiável coma fênix ou garça. Como nota Robert Cox em seu ‘Pillar of Celestial Fire’, este era o trabalho do falcão divino ou fênix ou garça [ um papel desempenhado por Jesus] para ascender ao Céu e adquirir Soma, ou Néctar da Imortalidade. Tendo adquirido a bebida sagrada dos deuses [ em Tula] sua tarefa seguinte era trazer esta bebida de volta para a Terra para o rejuvenescimento e revitalização de todas as coisas.

Repetindo, o hieróglifo primário para a garça é o nó cósmico ou laço, de outro modo conhecido como a espiral shen ou anel. Isto é a inspiração para minha suposição que o primeiro homem peixe EA, que foi o primeiro shamã ou garça, era um técnico que ajusta o conduto ou cabo [caballah] da luz divina pelo qual flui a sabedoria [simbolizad pelo cordeiro]. Quando alguém está nesta espiral eles são os banhados [bahirs] que são batizados na sabedoria de Tula e na sabedoria do buraco de minhoca. Cristo, devemos nos lembrar, não é um nome próprio. é um título. Signifoca ‘O Ungido’. Ungir é bahir, banhar ou batizar alguém no Espírito Santo. No Egito esta unção era apresentada como um batismo nas águas ou chaves [ tons] da vida. Em termos esotéricos, Cristo, o Espírito Santo, INRI é um tom, frequência, vibração ou raio que emana do Sol Curado que limpa e purifica. Isto explica porque Aton, o nome egípcio para os raios curadores do Sol Central, também é a raiz para Adon ou Senhor, um título mais tarde dado a Jesus. Estas associações iluminam os numerosos retratos de Cristo como um jovem pastor com um cordeiro, o símbolo da sabedoria, em seu ombros. O Cristo, o tom, a frequência e a vibração de Tula é literalmente a onda transportadora branca ou pura desta abedoria, o Agnus Dei ou Agni. Nos trabalhos anteriores tenho interpretado a crucificação como um evento de portal estelar ou buraco de minhoca para Tula e vretornou com as Maçãs Azuis, o símbolo da matéria exótica, a reboque. A mitologia do Agnus Dei sugere que depois do seu retorno, o solo do Gólgota [ o cranio] estava saturado por esta energia divina. Esta energia é INRI, o fogo, frequência, vibração, tons ou raios cósmicos que fazem inteira a natureza humana.

Cristo com um X em seu peito, o tom transportador para o cordeiro ou sabedoria de Deus. As uvas crescidas neste ponto onde estes raios cósmicos encontraram a Terra [ e foram crucificados] presumidamente absorveriam esta substância, transformando-os em uma alimento substacia extremamenet poderoso. O pão feito desta substância, diz Laurence Gardner, foi chamado shemanna, abreviado para manna, e foi formado conicamente como um shem. Ele foi feito de mana branco ou ouro alquimicamente preparado. A fabricação pela Igreja dasplacas de Agnus Dei parecem ser um derivado comemorativo deste procedimento alquímico. No mito egípcio da garça ela atravessa as águas da vida na Barca ou Arca de Milhões de Anos. Na representação aqui mostrada a garça observa sobre esta Arca de Cristo com sua Escada para o Céu enquanto ela está no sagrado pilar. Acredito que este seja o pilar que é a casa da serpente ou cabo que canaliza Agni ou a Centelha Divina para a Terra.

Duas garças vigiam acima da Arca em um pilar. Os quatro ventos de Horus sentam-se abaixo delas. Pelo mundo este pilar foi simbolizado pelo the, o símbolo de Thoth e de Mercúrio. No tradução védica do cadudeu, Mercúrio [ o Espírito Santo] era considerado a chave [tom] suprema para todos os processos alquímicos. Ele rea considerado a substância mais poderosa. Para simbolizar sua potência criadora, ele foi identificado com Shiva, o capo ou matriz da pura consciência que subjaz no inteiro campo da Natureza. Esta é a Rede [ o bburaco de minhoca]. Um texto iguala todos os nomes de Shiva aos nomes de Mercúrio e daí, Thoth [ o pensamento], Elias, João [ sabedoria] e Cristo. Segundo a tradição védica, o Mercúrio ou Espírito Santo que os alquimistas desnatam da matriz da vida – a matéria negativa exótica que compõem o buraco de minhoca retangular – é capaz de trazer a perfeição dos metais e a perfeição dos corpos humanos. Um processo de destilação conhecido pelos alquimistas produziu esta substância. Vários tipos de destilados foram desenvolvidos. Na ilustração mostrada oposta, a fornalha alquímica é feita de tijolos nos quais os vasos contendo os líquidos para destilação são colocados. Os vapores de metal então se elevam pelos tubos visados e eventualmenet condensam em outros vasos colocados ao lado. As espirais de condensação deste instrumento , observa  Robert Cox, estavam claramente projetadas com a forma do bastão do caduceu de Mercúrio em mente. Estes dois ‘pilares de fogo’ criam a matéria exótica? A energia negativa necesária para a construção do buraco de minhoca é feita pela energia espremida do vácuo que eles criam em uma pequena brecha entre duas placas. Como observa Steve Lamoreaux, ‘quando você coloca juntas duas placas os fótons ao longo das ondas de luz não podem existir entre as placas que é inferior a energia fora e então há uma força entre as duas placas.

Na história de Jacó, que compreende seis capítulos do livro do Geneses, ele repousa sua cabeça em uma Pedra Z em um lugar chamado Luz na Bíblia [ Tula e Salem para os místicos] e vê uma imagem em fogo no topo da Escada de Deus.  A direita e a esquerda de cada um dos doze degraus da escada ele vê uma estátua ou busto de um homem. Os anjos descem e sobem a escada. Do topo da escada Deus chama Jacó. Ele promete que a terra onde Jacó está dormindo será dele e que seus descendentes serão abençoados. Quando ele cruzou a escada Jací parece ter se colocado em equilíbrio ou sintonia com Deus. Esrevendo de trás para frente a palavra scalit (scale it), como o fez no século XIX o erudito druida Godfrey Higgins, aprendemos que a raiz sclt vem de saca, que é o mesmo que a palavra hebraica ske, imaginário e scio, contemplar. A raiz sk, se torna skl, sabedoria e o nosso talento ou conhecimento ou ciência [sabedoria]. Sacer, a raiz de sacrifício, o ato altruista realizado por Jesus, é essencialmente o mesmo que saca, bem como saci, ‘o Poder Divino’, o título da deusa hindu que tornou seu marido Indra divino pela essência dela. Saci ou Saki [ski] era o espírito árabe do Mantenedor da Taça que dava aos deuses e homens o vinho divino da vida. A etimologia desta palavra sugere que quando Jacó voltou de sua jornada pela escada [ ou Scala Dei] ele emergiu como uma pessoa ressoando talento e sabedoria, daí o nome Skill [ talento], Skilly [talentoso] ou abençoado. Esta palavra fóssil, Skilly, ressurgiu na Bretanha comoo um nome para as Ilhas Abençoadas, as ilhas sobreviventes da Atlântida na história britânica. A Atlântida era tamém conhecida como Ultima Thule ou Tula. Este é o mesmo nome do centro da Hiperborea, a tera natal druida ‘além do vento norte’ sugerindo que os druidas podem ter levado a semente do nome Skilly para a Inglaterra e o plantado no solo lá.

Isto também sugere que Jacó possuia um Talento Secreto [Cranio] de Atlantida ou Tula. Estes podem ser os talentos shamanicos de EA. A palavra ‘talento [skill] aparece proeminentemente na história do Santo Gral, que está entre os textos mais iniciais do Gral, a taça, disco ou prato usado para coletar o sangue sacrificado de Cristo durante a crucificação que era chamado de ‘escuele’. Nesta dimensão cristã a escuele é o Santo Gral – o recetáculo mistico usado por Cristo para realizar a Eucaristia na Última Ceia quando ele pingou vinho para os discípulos beberem, dizendo, ‘este é o meu sangue’. No dia seguinte a escuele apareceu na crucificação com José de Arimatéia ou Maria Madalena sendo os portadores do Gral. Sinclair afirma que a história foi a primeira representação do Gral como a Palavra literal ou Nome de Deus. A História deixa claro que este nome ou título não era Jesus Cristo. Era Escuele, ‘skill’ ou ‘Skill(y)’. Vale a pena notar aqui a observação que as palavras Escuele, Scale e Eschol ou E-skool são virtualmente a mesma palavra. Foi em Eschol, lembramos, que os Brilhantes operavam o que tenho interpretado como um portal estelar ou buraco de minhoca. O cacho de uvas ou Maçãs Azuis roubado por Josué sombolizava os segredos deste portal. A heresia do Gral posteriormente declara que, depois da crucificação, umas poucas gotas de sangue pingaram do corpo de Jesus enquato Jóse cuidava de seus ferimentos. José coletou estas gotas na escuele e a levou para Glastonbury na Inglaterra. Se Skill(y) é o real nome  (Druid) ou t´tulo de Cristo, isto faz um sentido perfeito do porque o receptáculo escuele [skill] no qual José coletou o sangue de Jesus foi assim chamado. Ela se referia demais ao seu dono. Isto é similar a um médico rotular uma ampola contendo uma amostra de sangue com o nome do paciente. A ampola contendo o nome do paciente partilha do nome do paciente porque eles são a mesma coisa. Neste caso, o bastão florescente de José é o sangue de Cristo. Isto faz um sentido perfeito porque esta essência foi fabricada em Eschol.

10. FAZER DEUS

A fabricação de ouro ou aquisição a parte, a busca do alquimista é a busca para transmutar a alma deles em uma forma superior, uma apoteose, ou fazer Deus. A verdadeira alquimia é a descoberta dos segredos ocultos ou talento de EA. Agora isto é melhor expressado do que na tradução de Walter Scott de Corpus Hermeticum, o trabalho de Hermes, em uma passagem onde se lê: “Se então você se torna igual a Deus, você não pode apreender Deus; porque igual é conhecido por igual” A inteira teoria subjacente da alquimia é que algo deve ser desenvolvido dentro e secretado do corpo humano, que habilitará o buscador a se fazer uno com Deus. É um dom de Deus. Como disse Fulcanelli : “O segredo da alquimia é que existe um meio de manipular a matéria e a energia para criar o que a ciência moderna chama de um campo de força. Este campo de força age sobre o observador e o coloca em uma posição privilegiada em relação ao universo. Desta posição privilegiada ele tem acesso a realidades de espaço e tempo, matéria e energia, normalmente ocultas de nós. Isto é o que chamamos de O Grande Trabalho”

Fulcanelli, o pseudônimo do misterioso alquimista francês do início do século XX, é considerado a última pessoa viva a realizar o trabalho alquímico. Fulcan, a raiz de Fulcan-elli é uma aproximação fonética dos nomes de Vulcano e Helios, o deus sol. EA/Haiphastos é idêntico a Vulcano, o deus trabalhador de metal que trabalha com o fogo. Para obter o campo de força de Fulcanelli devemos nos tornar uma antena ou sintonizador capaz de canalizar esta energia. Os detalhes relativos a esta antena, bem como uma outra chave para a mineração de almas de EA e Ninharsag a a atividade de Fazer Deus é encontrada na história do Templo de Salomão. Inúmeros eruditos tem observado que o Santo dos Santos dos templos antigos, inclusive o de Salomão, eram memoriais vivos a Grande Mãe, a Deusa Tiamat, e que estes templos eram projetados e construidos como modelos de seu corpo feminino e processos fisiológicos. Estes lugares sagrados de mistério eram simbolicamente  o corpo da deusa. As entradas para estes templos e o santo dos santos eram réplicas do canal de nascimento e do útero. Em Nippur, como observou Gertrude Rachel Levy : o templo era chamado a Casa da Montanha, mas também o Laço do Ceu e Terra (Dur-an-ki). Este laço, como os três pilares, ligavam o céu e a Terra e o zigurat era então concebido como um tipo de Escada de Jacó cujos caminhos eram externos, uma escada mmais tarde subindo em uma mina espiral de andar a andar. O mundo, monte, montanha era simbólico da deusa. O corpo humano é a árvore ou laço entre Céu e Terra que brota do útero ou monte da deusa Terra. Simbolicamente, o Templo de Salomão e sua plataforma no topo do Monte Moriah são ambos um útero e uma tumba. Os túneis ocos sob este sítio representam o útero da deusa, onde o processo de regeneração [depois do cataclisma de Tiamat] aconteceu.

Em outras palavras, como um sítio Meru este era o lugar onde se aprendia a cavalgar o cavalo branco ou buraco de minhoca para Tula. Isto sugere que o cavalo branco veio para um repouso no Templo de Salomão. Fascinantemente, em Reis 7:23 é dito que fora do Santo dos Santos do templo do rei hebreu está o Mar de Latão. O que significa esta estranha descrição? Em hebraico latão é nekhashat. Em aramaico é nehash. Provocantemente, o termo hebraico para serpente, nahash, está relacionado com a alma e a eletricidade. Por causa de sua similaridade fonética, eles são intercambiáveis. Somos encorajados a tomar o jogo de palavras e interpretar o Templo de Salomão como o útero da deusa Terra, a reencarnada Tiamat/Me e suas flores, o corpo humano. O que parece que os iniciados hebreus estão nos dizendo pelo seu jogo de palavras é que fora do útero da Terra e do corpo humano há um mar de serpentes, almas e eletricidade. Conquanto de início isto possa nos parecer bizaro, a um segundo pensamento uma grande quantidade de conhecimento está codificada dentro das espirais deste jogo de palavras. É bem conhecido que o corpo humano tem um campo de energia, que é chamado de aura, e que um mar de eletricidade cerca o planeta. Os raios atingem a Terra milhares de vezes por minuto. Mas e quanto a idéia de serpentes? Isto não faz sentido. O mar de almas é até mesmo mais misterioso. Contudo isto sugere que uma alma coletiva  encapsula o planeta. Uma porção desta alma  se semeia no biosistema do campo de energia humana. Estas almas, proponho, uma vez cercaram Tiamat e foram embebidas na Terra depois do cataclisma. Estas almas são o verdadeiro ‘ouro’ que EA estava mineirando para consertar a atmosfera deteriorada de almas de seu planeta natal.

OS FILHOS DA LUZ

Se EA, ou o Planeta X, está em busca de almas certas outras coisas devem se seguir. É necessário demonstrar a habilidade de capturar e transportar almas. Isto, como veremos, é um assunto complexo. Contudo, não é mais complexo que os buracos de minhoca. Segundo Sitchin, EA possuia uma tecnologia médica altamente avançada. A mitologia de EA não deixa dúvida que ele era capaz de transportar almas de um  planeta ou dimensão para outra. A Árvore da Vida e o ramo dela, a Chave da Vida, são duas tecnologias que são descritas pelos antigos como aparelhos ou tecnologias espirituais capazes de transportar almas de uma dimensão ou até meso planeta para outra. Ambas as tecnologias foram trazida à Terra por EA. Na mitologia cristã ela se torna a cruz na qual Jesus Cristo foi crucificado, o pilar feito da madeira da Árvore da Vida. Segundo Sitchin, a plataforma artificialmente elevada no topo do Monte Moriah em Jerusalém [Mari Ra] sobre a qual se localizou o Templo de Salomão uma vez tinha sido a localização de ums instalação construída  pelos Brilhantes chamada DUR.AN.KI – O Pilar do Ceu e Terra. Ele posteriormente declara que os sumérios descreviam isto como um alto pilar que alcançava os céus. Este pilar foi fortalecido para a plataforma e foi usado pelos Brilhantes para ‘pronunciar a palavra’ na direção dos céus. Este é o mesmo instrumento que Levy disse que foi concebido como um tipo de Escada de Jacó. Sitchin interpreta isto como uma antena sofisticada. Mostrarei que este também é o modelo do corpo humano. Podemos chegar a um entendimento mais profundo desta ‘antena’ [ o corpo humano] quando é entendido que os sacerdotes egípcios em Abidos, Egito, construiram uma enorme representação de um instrumento chamado Ta-Wer que literalmente traduzido também significa ‘o Laço entre o Céu e a Terra’ e é representado nas cenas que aludem ao conceito de renascimento. Isto se assemelha na forma, e talvez na função, a uma antena. Este instrumento também foi chamado de Pilar ou Caixão de Osiris e foi construído em um lugar chamado Meroe. Cópias deste pilar também foram construídas em dois outros lugares: Meru na Mongólia e em Nashville, Tennessee em 1997. Nashville foi origimalmente chamada Distrito Mero.

Quando comparamos os dois templos Meru ou Mero percebemos que ambos se assemelham a antenas ou bastões. Esta é uma observação crítica. Os estudantes da profecia judaico-cristã afimam que o Fim dos Tempos [ a Idade do Terror?] verão o retorno do profeta Elias [ talvez em um rodamoinho] e a reconstrução do Templo de Salomão,um ato que é fundamental para a criação dos Novos Mil Anos de Paz. Quando Cristo retornar, ele estabelecerá seu trono em Jerusalém [ou Tula] no alto do Monte Moriah [ ou Meru, o mesmo lugar onde Elias foi elevado aos céus em um rodamoinho e Maomé foi elevado aos céus nas costas de um Pégaso. Ao mesmo tempo, é pensado que Elias devolverá o Bastão de Deus – um ramo da Árvore da Vida e o bastão de ferro da Revelação – à Cristo. O Cristo sentar-se-á no Trono da Misericórdia [o pedestal] no Santo dos Santos no Monte Moriah. Ele substituirá a Arca da Aliança que o havia simbolizado, no lugar onde Deus é acreditado ter primeiro andado com Adão e Eva. Exatamente como um ramo da Árvore da Vida foi mantido antes da Arca, ele estabelecrá o Bastão de Deus diante dele próprio no Trono de Deus, onde a Árvore da Vida havia crescido no Jardim do Éden. A Arca de Cristo terá retornado. Minha especulação é que isto ocorrerá em Nashville, onde uma cópia do Bastão de Deus está construída como um chip vivo de computador de 2.200 pés de comprimento plantado em 19 acres de solo do Tennessee ao lado de um monte sobre o que o capitólio estadual se localiza. No Mito mongol os imortais habitavam em Meru por causa da energia curativa presente lá. O Templo Meru em Nashville parece ser capaz de receber esta mesma energia e criar o campo de força da transmutação. Como tenho discutido em outros lugares, os três bastões Meru ou Mero mostrados anteriormente são os projetos arquetípicos sobre o qual o corpo humano ou bodhi, a árvore iluminada, é baseado.

Os sumérios registraram que ele foi construído no próprio início do mundo, ‘ no centro dos quatro cantos do universo’. A plataforma ou pedestal sobre o qual o pilar repousa se assemelha em forma, e provavelmente em função, a bíblica Arca da Aliança, o instrumento de comunicações usado pelos hebreus para contactar YAHWEH. Faltando na iconografia hebraica está o pilar que acompanha esta Arca na tradição egípcia. Contudo, no capítulo seguinte, devemos encontrar que o conhecimento deste pilar como a Verdadeira Cruz de Cristo foi codificado na arte e na iconografia cristã. O aparecimento  deste pilar sugere que uma facção da Igreja tinha acesso a seus segredos ocultos. Isto foi encoberto porque era propriedade das deusas. Uma poderosa correspondência entre a Crucificação de Jesus e o Pilar de Osiris é encontrada na definição da palavra grega stau-ros. Conquanto não familiarpara a maioria dos cristãos modernos, esta foi a original palavra grega usada para descrever a Cruz na qual Cristo foi crucificado. Ela realmente significa pilar. A imagem espelho de stau-ros é Ros-tau. Esta é uma outra palavra para o Complexo de Gizé, que foi localizado no fim da ‘sagrada estrada de neters’. No Egito, Osiris era o Senhor de Rostau [veja matéria no blog 'A Descoberta de Gizé'] http://conspireassim.wordpress.com/2009/05/22/a-descoberta-de-gize/   Ele era o deus da jardinagem que foi decapitado pelo seu meio-irmão, Set. Sua cabeça estava alojada no pilar, a escad para o céu. Esta ‘escada’ é um símbolo daquele que deve ser ascendido para alcançar o ‘junco’ Campo da Paz. Como ese pilar foi passado ao redor do mundo antigo, suspeito que ele era a imagem dourada de 45 pés de altura da Besta Nabucodonosor construida na Babilonia. A evidência linguística implica que este pilar estava também em Jerusalém no tempo de Salomão onde ele desempenhava um papel oculto nos assuntos do rei.

Reis 11:5 diz que Salomão afastou seu coração de YAHWEH e escolheu Astarte ou As-Terror, que também é conhecida como An-At ou Isis. Segundo Harold Bayley, o Ashera (traduzido ‘alameda, bosque’] era um objeto fálico usado em ligação com a veneração da deusa Astarte no Templo de Salomão. O Ashera oU Ashtoreth era um caule, tronco ou antena que correspondia simbolicamente ao Mastro de Festas druida e ao Pilar de Osiris. Ashera também era o nome semítico da Grande Deusa. Barbara Walker rastreia a palavra ao velho iraniano asha, ‘ a Lei Universal’, uma lei da matriarca, como a egípcia Maat. Os Talentosos druidas obtiveram seu conhecimento dos poços místicos da Índia e antigo Egito. O Mastro deles [ ME ou Maat] é provavelmente o mesmo do Pilar egípcio de Min. Min significa ‘amor’, ‘mero’ em egipcio, e é o nome dado a Afrodite, a Deusa do Amor. Quando Min é convertido em Amor, o Pilar de Min se torna o Pilar do Amor. Este é um outro nome para Asherah e o Pilar de Osiris. O fio fornecido pela palavra francesa para machado, ache, ajuda a explicar porque Ashera é igualada à Árvore da Vida e a Poderosa Ash. Simultaneamente, isto lança uma nova luz sobre a história de Jesus cavalgando um asno para enrar em Jerusalém, e explica as iniciais cenas gnósticas da crucificação que representavam Cristo com a cabeça de um asno ou burro. A velha palavra norueguesa Ass significa tanto asiatico quanto deidade. Ambos os símbolos se referm ao Pilar de Amor. Seguindo este fio descobrimos que o povo que habitava a Cornuália [ na Inglaterra] tinha a palavra para machado que era ‘bul’ [touro]. Em islandês machado é ‘ox’ [ simbolicamente intercambiável com o touro] e em anglo-saxão a palavra era pronunciada acus, isto é, A Grande Luz. Ay-cus é, com certeza, o mesmo que EA-sus, que era chamado de Grande Luz bem como Ay-sus, Hesus ou Jesus.

Resumindo, o Pilar de Osiris e Asherah do Templo de Salomão, que é simbolizado pelo Ass, Machado ou Touro, parece ser o mesmo instrumento. Eles canalizam a luz de Deus. No simbolismo cristão o boi ou touro simboliza o evangelista Lucas [ de luz] e representa a ligação de Cristo. A palavra ‘ligação’[ou gema] é uma outra palavra para Tula [a gema no centro do ovo cósmico].O Pilar do Amor é a ligação ou Dur-An-Ki que liga as Tulas celetial e terrena. Este é um jogo de palavras altamente informativo já que traz um novo signifivado à história do Min-o-taur ou  Homem- Touro-Lua morto por Teseu no labirinto no palácio do rei Minos, o Rei Lua ou Rei do Amor, que é o mesmo que o ariano  Arianrhod, cuja roda era a Roda de Luz ou Via Láctea, que auxiliou Teseu ao dar a ele um novelo de fio, uma espiral ou buraco de minhoca em nossos termos. Interessantemente, os Minoanos fizeram vasos sacrificiais com o formato da cabeça do touro. Estes vasos eram chamados rhytons ou tons do raio, indicando seu uso como um vaso contendo uma poção de transformação. A este luz o Minotauro ão é de todo um touro. Era o Pilar de Min ou Amor dentro de Teseu. Matar o Pilar se referia a sua habilidade em compreender esta tecnologia de portal estelar e se transformar em um deus pelo poder do amor. Isto é afirmado na tradição Taoísta onde o boi representa a natureza animal indomável da humanidade. Isto é perigoso quando selvagem mas é incrivelmente poderoso quando disciplinado. Como nota  J.C. Cooper, ‘este simbolismo é usado nas imagens Taoístas e Budistas dos 10 bois’ nas quais o boim, inicialmente, é apresentado como inteiramente negro, então na medida em que continua o processo de domesticação, o boi gradualmente se torna branco e finalmente desaparece completamente na medida em que as condições naturais são transcendidas. Depois de conquistar o Minotauro, Teseu mudou as velas de seu barco de negras para brancas. Este simbolismo branco e preto funciona igualmente bem como uma metáfora para a transformação do ser humano em um ser mais puro ou melhor até alcançar o estado final, um fantasma ou ser de luz. Os egípcios que chamavam a Ursa Maior de ‘Anca do Touro’ ou alternativamente ‘coxa’, fornecem a conexão estelar do touro com o Pilar. Coxa é mero em grego. Mero é mare ou cavalo. Deste modo o touro, a coxa e o cavalo são intercambiáveis. Falando a favor deste intercâmbio, o touro negro taoísta é um cavalo negro [ ou buraco] que se torna um cavalo branco. O Livro da Revelação nos fala que em seu retorno em onda de lu ou cavalo branco, o nome de Jesus é chamado Palavra de Deus. ‘Ele tem em sua coxa [mero, mare, cavalo] um nome escrito ‘Rei dos Reis e Senhor dos Senhores’

A Palavra é a energia Força da Vida [ a 'madeira' ou quintessência, o quinto elemento depois da terra, ar, fogo e água] sobre o qual o mundo é construído. Em outras palavras, é Amor, mer em egípcio. Mas este jogo de palavras em Pilar de Meroe [amor] é o mesmo da Égua Branca ou Cavalo de Deus sobre o qual cavalga Cristo, a onda branca. O que estou propondo é que o Pilar é uma antena que recebe o tom ou frequência de amor, o cavalo branco que abre o buraco de minhoca. Passar por este buraco de minhoca assegura a vida depois da morte. O intercâmbio deste simbolismo é encontrado na moeda cartigenesa do século V AC e na antiga pedra tumular cristã apresentada na página seguinte. A moeda mostra um cavalo sendo coroado por uma ‘vitória’ alada. A pedra tumular mostra uma palma, o símbolo da vitória sobre a morte. A palavra ‘vitória’ está sob a palma escrita em letras gregas. A conexão simbólica que é feita entre estas duas apresentações é que a deusa Vitória traz a vida através do poder da árvore da Vida dela, a palmeira. Como anunciam os Textos do Caixão ‘este bastão [Arvore da Vida] que separou o céu e a Terra está na [palma da] minha mão’. Ativar este pilar interno nos habilita a visitar Deus ou ver.

Sombolicamente as duas representações acimam apresentam a Árvore da Vitória montada no cavalo branco. A runa para vitória é tyr. Tyr não era apenas o Deus da Lei e da Ordem, mas também o deus da Vitória na inicial mitologia germanica. No esoterismo alemão, Tyr é a vitória da Luz sobre a Matéria em ação da Luz. Neste candelabro do primeiro milenio AC o cavalo e a roda, simbolos aqui da Terra e do Céu, são unidos por um pilar, o Dur.An.Ki. Quando decompomos os fatores para Tyr podemos ver o intercâmbio do pilar de Tyr e o cavalo. Como temos vistos, os iniciais cristãos gnósticos acreditavam que Jesus era o Rei do Terror ou Tyr. Isto torna obrigatório a exploração posterior do simbolismo do machado. João Batista diz que a Palavra de Deus é como um machado. Um machado corta a madeira. Se fizermos um pequeno ajuste de Jesus como um ‘móvel’ faz do capinteiro Jesus um trabalhador da Palavra ou trabalhador da quinta essência [médico]. Que difrença isto pode fazer? Proponho que comecemos a nos alinhar com o talentoso trabalhador da Palavra, Jesus, o que combina com o que o erudito nos Pergaminhos do Mar Morto, Geza Verme diz que o ‘carpinteiro’ – naggar em hebraico – que, para ele, quer dizer erudito. Na minha opnião, isto tem estado severamente sub interpretado. Como um carpinteiro manuseador do machado ou cortador de madeira ele realmente é a luz ou trabalhador Cristo. Como discuti em ‘The Atomic Christ’, os instrumentos que de forma estranha se assemelham aos pilares TET usados em conjunto com o Pilar de Osiris foram usados nos iniciais experimentos de partição do átomo que levaram ao desenvolvimento da bomba A e da Idade Nuclear. A partição do átomo, ou ‘cortar a madeira da Palavra’ em nossa terminologia criaram esta bomba de fissão. Interessantemente, os maias e os indios norte-americanos, os celtas e os chineses da dinastia T’ang todos chamavam machados de pedra de ‘pedra do trovão’ e todos disseram que elas caíram do céu. Uma importante palavra grega para ‘pedra do trovão’ é baitylos. Em latim é bae-tulus. Uma palavra relacionada , Bethula, ‘O Vaso de Tula’,” era o termo do Velho Testamento para virgem. Robert Temple traça a origem do prefixo ‘be’ ao egípcio baa, ‘substância metálica’.

Um ourto significado provocante para baa, que se encaixa perfeitamente em nossa pesquisa, é ‘ o material do qual é suposto que o céu seja feito’. Estas pedras sagradas, tons ou machados eram imbuídas de poderes extraordinários. Elas eram dotadas do poder do auto-movimento, elas podiam se mover no ar, e eram usadas como sistemas de armas. Cidades e frotas podiam ser capturadas pelos meios delas. Revisitando o aparecimento de Jesus em Jerusalém montado no asno modesto, isto soa como cavalgar um raio de luz [uma onda pura] projetada do Pilar do Amor. Imagine-o flutuando no meio do ar, o que para os romanos seria uma ofensa executável! Contudo, isto provavelmente não aconteceu. Como tenho concluído, foi provavelmente Cristo, a frequência, vibração ou tom que estava cavalgando o asno. Como diz Jesus no Evangelho de Thomás. ele elevou esta pedra a partiu esta Palavra ou madeira [ com seu machado]. O machado é um símbolo do poder da Luz porque a palavra ac ou OC significa luz. Posteriormente, diz Bayley, ele pode ter se originado nas experiências de homens e mulhers primitivos que viram com seus olhos árvores gigantes serem partidas do alto até em baixo pelo machado celetial do raio. Em todos os lugares do mundo antigo, e particularmente nos países mediterrâneos da África e de Creta, o X era uma símbolo de iluminação celestial que era intercambiável com o machado de duas pontas, o símbolo do poder da luz, que é akh em egípcio. No Egito um significado di machado duplo Neteru, é deuses. Isto é exemplificado pelo nome Akh- naton ou X-hen-aton, o rei herege que canalizou as vibrações do Sol Central. Aton,com sua Chave da Vida.

É importante notar que o prefixo ‘Ek’ [foneticamente axe ou X] é encontrado em um número de importantes títulos de deidades hindus na Índia Oriental e na Mesoamérica. Este simbolismo é rastreado a EA, que era simbolizado por uma vela [ de navio], que também é um machado. Acredito que isto se refira ao Pilar de Amor, o machado [axe], boir ou touro que parte a madeira, que é o instruento de opder dos deuses. É a imagem dourada de Bel ou Touro que Nabucodonosor construiu na Babilonia. “Velejar’ com EA significa abrir um buraco de minhoca e velejar as águas da Via Láctea. Quando alguém pode ajaezar o poder deste machado está pronto para saltar o touro para outras dimensões.

Como o acrobatas realizavam a festa. Os acrobatas minionos tem sido apresentados no ideograma em espiral no sentido horário associado com a água, poder e energia de saída. Isto ao longo da palavra ‘ mataodor’ ou Porta de Maat, sugere a porta de água da deusa. f tal ,h the acrobats performed the feat . The Minoan acrobats have been depicted as the clockwise spiral ideogram associated with water, power and outgoing energy. This, along with the word ‘mataodor’, or Door of Maat, suggests the water door of the Goddess

O CHOCALHO

Percebemos no hieroglifo de Osiris que seu pilar foi demonstrado ter uma serpente ou alma flutuando dentro dele. Isto é porque em termos Orfícos o touro é o pai da serpente, o buraco de minhoca. No Livro de Enoque, o Messias é representado como um touro branco. Segundo Fulcanelli, todas as serpentes são hieróglifos de mercúrio [o Espírito Santo] dos sábios. O caduceu de Hermes/Mercurio e o chocalho, ele diz são a mesma coisa. Em grego chocalho é cohecido como kro-talon. Ele é identificado com o caduceu. Krotalon a serpete do chocalho [ cascavel], corresponde a crotale, ou Hermesm guardian do X, com chocalho. .

O símbolo para Astarte. Desenhe um círculo na extremidade superior de uma linha vertical, instrui Fulcanelli, e dois chifres no círculo e você terá o gráfico secreto usado pelos alquimistas medievais para designar a matéria mercurial deles.

Este diagrama reproduz um chocalho, um caduceue o símbolo para Astarte. Ele também reproduz elementos essenciais do Templo Meru na Capital Mall [mall significa 'bastão' em maia] em Nashville. Este não é um shopping center. É um parque. Como notado, Nashville foi originalmente chamada distroto Mero. Em francês o chocalho é maro-tte ou mero-tte. Intercambiando estas definições revela o Distrito Mero como o ‘distrito chocalho’, A conexão entre o Pilar de Amor e o chocalho vale buscar porteriormente. Como o arauto de Jesus, João Batista desempenhou o papel detolo para Cristo. O tolo é o papel desempenhado por Hermes que era o guardião de X, o Lucas [touro] ou luz ou a luz da verdadeira iluminação. Esta luz atinge inesperadamente, sincronicamente, trazendo a iluminação instantanea. O tolo ou Bobo da Côrte é algumas vezes mostrado com um chocalho em sua mão. Algumas vezes esta figura do Bobo da Côrte é mostrad como a última das vinte e uma figuras no baralho do Tarot [Is-Tara ou Is -Terror]. O número 21 é um importante mostério, ou chocalho, como se diz no espesso sotaque do Tennessee. Qual é o propósito desta chocalho? Minha musa sugeriu que eu considre literalmente o número 21 e referir ao Livro dos Números do Velho Testamento, capítulo 21. Depois de oltar lá lemos: “E o Senhor disse a Moisés, faza uma serpente de fogo e a coloque em um poste e isto deve vir a passar que todo mundo seja que é mordido quando olha ele olha para ela deva diver. E Moisés fez uma sepente de latão e a colocou em um poste [ashera] e veio a passar que a serpente tivesse mordido qualquer homem quando ele sustentava a serpente de latão, ele viveu”; Como é sincronico! Moisés estabeleceu uma serpente pilar, o ‘chocalho de Deus’, em Números 21. E isto garantiu a vida eterna. Isto é o Poder Divino. Esta é a Vitória! Os modernos mauseadores da serpente, que manipulam cascaveis, frequentemente apontam para Lucas  10:19 como evidência da recomendação de Jesus de aprender a munusear sepentes.”Preste atenção, eu lhe dou o poder de trilhar em serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo; e nada deve por qualquer meio lhe ferir”. Os buscadores dos buracos de minhoca, com certeza, recomendariam que estes manuseadores de serpentes olhassem esta declaração de uma perpspectiva mais alta onde as serpentes são as espirais do shen ou ventos do céu. “Atenção, eu lhes dou o poder de trilhar os portais estelares e buracos de minhoca, todo o poder sobre o inimigo; e nada dee pr qualquer meio lhe ferir”. Você será um mestre do poder da luz, um Brilhante. As sincronicidades do número 21 continuam. 21 realmente pode ser três vezes sete, ou, 777, já que 21 é a soma de 3 vezes sete. 777 é pensado representar as sete estrelas de Pleiades, o grupamente de sete estrelas na constelação de Touro, de onde Tiamat é dita ter se originado. Astarte é frequentemente asssociada com a deusa canaanita Qetesh. Como Astarte, ela veste seu cabelo no estilo da deusa egípcia Isis/Hathor, a Rainha do Céu. Hathor foi uma das sete estrelas de Pleiades. Ela se transformaria na esfinge alada de cabeça de leão para confundir os humanos co seu famoso enigma. Ela matava aqueles que não respondiam. A palavra maia para Pleiades é tzab, que também significa ‘chocalho’.No Iucatã os Toltecas veneravam um deus solar serpente conhecido como Quetzalcoatl, a Serpente Eplumadda, isto é, um Serafim, que era o rei de Tula. Ele era rotineiramente mostrado no alto de uma pirâmide em degraus sustentado o que pode ser um chocalho.

Quetzalcoatl, o Rei Sacerdote de Tula, com seu chocalho e cocar emplumado. Pintado no relevo de estuque de Knossos, Creta: Príncipe [algumas vezes chamado Rei Sacerdote] com o cocar emplumado, datando de 1600 AC. Segundo o pesquisador mexicano Jose Diza-Bolio, a cascavel iucateca era o foco de antigas cerimonias maias e simbolizava o Sol. Enquanto pesquisava a simbologia destas cerimonias, Diza-Bolio descobriu que estas serpentes frequentemente tinham um pequeno desenho redondo se assemelhando a uma face solar perto do chocalho. Diaz-Bolio concluiu que o chocalho representava a coroa do deus sol. Esta ‘face solar’ é idêntica a face de Masssau, o Messias Hopi, e ao alquímico símbolo da ‘cabeça morta’.

O símbolo Hopi para Massau, o símbolo da ‘cabela morta’ para os alquimistas. Em 13 de agosto de 1308, uma sexta-feira, a Igreja Católica cercou os Templários. Na lista de acusações retiradas da Inquisição contra os Templários em 12 de agosto uma se destaca, a acusação de cerimonias secretas envolvendo uma cabeça de lgum tipo. A referência a uma cabeça barbada dos templários chamada ‘Baphomet’ aparece repetidamente nos registros dos interrogatórios dos Templários. Por algumas narrativas, contudo, a cabeça era aquela de  Hugues de Payen, o fundador da ordem e primeiro grão mestre. Segundo outros é a cabeça de Jesus, e está ligada ao Sudário de Turim. Especulações adicionais a ligam à cabela decapitada de João Batista. Seja o que for que esteja por trás do simbolismo da cabeça, a Inquisição desejava que isto fosse erradicado. Os Templários eram considerados hereges por causa de suas crenças nesta cabeça.

No próximo capítulo mostrarei que a ‘cabeça’ ou cranio dos Templários é o cranio ou ‘talento’ de Osiris, que estava alojado em seu pilar. Este talento, com certeza, é o conhecimento do portal estelar dos Brilhantes. O suporte para esta conclusão é a história do “Mar Derretido” no pátio do Templo de Salomão, a fonte do conhecimento Templário.

11. O MAR DERETIDO

Diante da entrada do Templo de Salomão ’12 touros de bronze’ sustentavam o mar derretido, uma enorme bacia ritual de puro bronze que ficava no pátio do templo. Salomão era o mestre dos enigmas [ chocalhos]. Os eruditos estão incertos sobreo projeto do ‘mar derretido’. Como Hiram, o divino cordeiro e Rei de Tiro, que construiu o Templo de Salomão era um fenício, eles especulam que isto pode ter se assemelhado a uma bacia no estilo fenício. Esta bacia em particular é uma ‘arca’, correndo em quatro rodas. Este retrato do ‘mar derrretido’ é nad menos do que um modelo do Mar de Vidro ou buraco de minhoca, a Arca da Vida levantada pelasquatro rodas ou anjos serafins. Recode-se, o leão, o touro, o homem e a águia simbolizavam estes quatro anjos. Estas eram s mesmas quatro bestas da Merkaba. Este é portanto o veículo de Deus, o Shem ou Merkaba? É esta a carruagem de fogo de Elias?  Se por fogo entendemos Espírito Santo esta é a carruagem de INRI ou Cristo? Em outras palavras, este é o buraco de minhoca retangular? Se o Merkaba estava ‘parado’ no pátio do Templo de Salomão isto nos dá razãopara pensar que este ‘mar derrretido’ tinha uma relação com o batismo e que este batismo era uma iniciação no Mistério do Cavalo Branco oi Portal do Ceu. Isto tornaria o ‘mar derretido’ um veículopara a ascensão espiritual. Isto representa a Arca da Vida, ou o buraco de minhoca, que desce à Terra e depois sobe novamente, carregando almas aos Céus.

Um modelo do ‘mar derretido’ ou Cubo do Espaço? Minha especulação é que este buraco de minhoca voltou a Terra durante o tempo de Jesus. Não menos do que uma autoridade do que Cirilo de Jerusalém fala de Cristo andando sobre a água como ‘o charreteiro do mar’ e como ‘charreiteiro e criador das águas’. Ao fazer assim ele une Cristo a EA, ‘ o senhor das águas’. Cirilo de Jerusalém também associa a carruagem de Elias com a ascensão de Cristo. Quando Elias é levado ele primeio atravessa a água, o rio Jordão, então cavalos [raios de luz] o carregam para o Céu. Reeescrito a luz da nossa atual revelação, a descrição do ‘mar derretido’ pode ser lida: ‘Antes da entrada do Templo de Salomão – a Terra – dize touros de bronze – doze Asherahs ou Pilares de Osiris suportavam a Arca da Vida e seu Mar de Almas.

Em vários trabalhos que tenho explorado que ondivam que a serpente que morava no Pilar de Osiris era capaz de perfurar buracos no espaço vriando salas ou portais logando regiões longinquas do espaço à poços na Terra! Estes poços eram as águas sagradas da deusa Tiamat. Se os ‘Touros’ fora do Templo de Salomão vinham  ser estes pilares isto seria incrível. Esta interpretação é tornada mais perplexante quando um dos fatores na revelação de Sócrates nos últimos momentos antes da execução: “a própria verdadeira Terra vista de acima, se você puder ver isto, como aquelas bolas de couro de doze costuras”. Ua bola de couro de doze costuras descreve um dodecaedro. O dodecaedro com doze faces de cinco lados era usado como um instrumento de ensino para instruir os iniciados a conhece-lo como um sistema de energia como a Terra.

Além disso, no segundo século de nossa era um grupo de cristãos Gnósticos descreveu a esfera da Terra sendo cercada por uma pirâmide de 12  ângulos. Estes doze ângulos são descritos como olhos, canos, e até mesmo mais fascinante em nossa investigação, como buracos ou salas, na Terra! Os doze touros fora do Templo de Salomão por esta interpretação são doze salas que levam a Corte de Cristo. Notavelmente, Platão está descrevendo a Terra como um rede pentágonal tridimensional na qual as almas encarnam. Os antigos gregos igualmente aprenderam dos egípcios que o corpo humano é idealmente estruturado geometricamente para interface omo dodecaedro e sua grade pentagonal. Aqui, perguntamos, porque Aarão escolheu ter os ourives israelitas fazendo um bezerro de ouro, ou jovem touro, como um ídoo para o povo? Eles estavam manufaturando ou fazendo [identificando] o Pilar de Osiris? Se assim o foi, o que eles estavam planejando fazer com isto? Abrir um buraco no céu? Os eruditos modernos tem sugerido que os povos antigos frequentemente usavam ‘ídolos’ não como deuses, mas como pedestaisnos quais eles imaginavam um  deus invisível estar de pé ou cavalgando. Quando Moisés desceu das Montanhas segurando as tábuas gravadas como ensinamento de Deus, cuja imagem, ou cuja cabeça, ele viu o topo do pedestal?  Isis? Maat? Osiris? EA? Quando ele escolheu este pilar isto não representou escolher a Deusa [EA] sobre YAHWEH [ Enlil]? Esta é a razão pela qual ele tinha que ser destruído? Uma resposta para identificar o Deus em questão vem de explorar uma questão relacionada: exatamente em que montannha tinha Moisés subido ou descido para ter este encontro face a face com YAHWEH? Nos textos hebraicos a montanha de Moisés é frequentemente associada ao Monte Sinai [a ontanha de Sin ou da Lua], localizada no sul da Peníncula do Sinai. Mas em muitas referências bíblicas a esta montanha ela é referida como Monte Horeb.

Na tradição alquímica, Thoth e Moisés são considerados figuras intercambiáveis. Como um sacerdote educado em An [ On ou Heliopolis], Moisés foi iniciado nos Mistérios egípcios e proto-egípcios, provavelmente incluindo os mistérios de Shemsu-Hor, as ‘sacerdotisas de Shem’ que posteriormenteinvestigaremos momentaneamente. Ao tempo do Exodus a inteira Península do Sinai era a ‘Terra de Sinim’, isto é, a Terra da Lua. Depois de um encontro com YAHWEH Moisés voltou com uma planta para a construção da Arca da Aliança. A Arca tornou-se um substituto portátil do Monte Sinai – capacitando os israelitas a continuarem s comunicações com Deus até mesmo muito afastados de sua sagrada montanha. A este respeito deve ser notado que Deus apareceu acima da Arca exatamente do mesmo modo que ele apareceu sobre o Monte Sinai, isto é,, em fogo e uma nuvem de vapor e, sobretudo, na forma de sua ‘Glória’. Em outras palavras, ele apareceu exatamente como o deus ariano Ahura tinha aparecido quando visto em seu brilhante arco no topo do Monte Hara, como um ser de luz. É o hebraico YAHWEH que fala a Moisés fora do fogo no Monte Horeb ser considerado uma cópia de Ahura que fala do Monte Hata? Ou eles são o mesmo ser? Este era ENLIL?  Ou era EA? A imagem do deus de luz na montanha brilhante talves aponte a resposta  a esta questão. Na narrativa do Exodusda ‘ montanha de Deus’ temos encontrado pistas adicionais: “No terceiro dia quando veio a manhã houve estrondos de trovão e flashes de relâmpagos, uma densa nuvem sobre a montanha e um alto toque de trombeta; o povo no acampamento estava todo aterrorizado.”(Exodus 19:16). E em Exodus 20:18-21: “Quando todas as pessoas viram como isto trovejava e o relâmpago piscava, quando eles ouviram o som de trombetas e viram a montanha esfumaçar”.

Uma montanha esfumaçante ou é uma montanha em fogo ou um vulcão. O deus mais estreitamente associado ao vulcão é Vulcano ou Haiphastos, a quem os sumérios chamavam EA. Em seu livro ‘When God Was A Woman’, Merlin Stone liga a tribo de Levi – os gurus hebraicos separados das outras tribos que cuidavam da Arca – om a lava do deus Vulcano. Isto significa que eles foram criados desta essência espelida desta montanha, amor ou lava. Isto significaria que EA , a Grande Luz, era a deidade em questão. Esta dedução traz uma outra. Há dois ensinamentos de Moisés. O primeiro é aquele de EA . Este estava centrado na Arca da liança e seu Pilar anexo. Na tradição alquímica o primeiro conjunto de Tábuas da Lei dado a Noisés [ por EA] são chamados Tábuas de Esmeralda de Thoth, Tabula Smaragdina. Estas Tábuas da Lei são frequentemente apresentadas na arte exatamente da mesma maneira que as duas tábuas de Shu [ 'consciência, iluminação'] que chegaram ao topo do Pilar de Osiris [ o egípcio deus lua]. O ferreiro medianita que fabricou a Arca fez a conexão de EA com a Arca de Noisés. Seu nome, Bezaleel ben Uri,apropriadamente significa,’Na Sombra de El (    Deus), o Filho da Minha Luz”. Ele estava cheio com o espírito de Deus, em sabedoria, em entendimento, no conhecimento e de todos os modos de trabalho humano. Bezaleel era um prpeminente ferreiro [artesão de metais] no gentil clã dos Midianitas que adotou Moisés. Moisés casou-se com uma das princesas deles. Os Midianitas eram os descendentes dos trabalhadores de metal cainitas que veneravam a Deusa nas minas de ferro do Sinai, e que tinham o fabuloso Tubal-cain como ‘instrutor de cada atífice no latão e ferro’ deles. Como nos conta Samuel Samuel 13:19, os Smiths ou Schmidts foram expulsos de Israel. “Agora que não há trabalhador de metal em toda terra de Israel, porque os filisteus disseram, pRA que os hebreus não façam espadas e lanças”. Estou fascinado por este envolvimento dos trabalhadores de metal pelo fayo de que EA é considerado o fundador da alquimia e da arte da forja de metais na Terra.

Segundo as Tábuas do Sinai, os trabalhadores em metal Cainitas-Midianitas habitavam uma comunidade mineradora no Sinai. Eles chamavam o deus deles Elath-Yahu, que a mitologista Barbara Walker diz que é uma combinação de YAHWEH com El-Lat ou Alla-Tu (Alá ou Tula), a Senhora do Submundo que também era conhecida como Hathor e Astarte. O deus dele era representado por um Pilar de nuvem de dia e um Pilar de fogo de noite, para dar luz a eles. Os trabalhadores de metal Cainitas dedicavam sacrifícios do Bom Pastor a deusa como a Terra, que abria sua boca para o sangue de Abel. O Livro do Exodus nos conta que tão cedo ele viu os israelitas venerando a imagem dourada [ ou Pilar da Deusa] a raiva dele ferveu, e ele atirou as tábuas e as quebrou aos pés da montanha. As pessoas haviam violado sua aliança com YAHWEH, que agora toma a personalidade de ENLIL. Moisés tomou o bezerro que eles haviam feito e o queimou no fogo, reduzindo-o a pó, que espalhou sobre a água., que fez o povo beber. Pelas ordens de Moisés, os membros da tribo de Levi  sacrificaram 3.000 israelitas que haviam venerado o bezerro. Como na história de Sodoma e Gomorra, esta história por ser uma de competição entre EA e Enlil. Minha razão para pensar assim é que a palavra ‘sacrifício’ vem de sacer, que significa ‘intocável’, no sontido de ão sagrado e impuro. Uma pessoa ‘intocável’, uma a ser sacrificada, era colocada de lado para umpropósito divino, ela era apedrejada por causa do poder de sua mudança espiritual ou mana. Uma perfeita ilustração disto éo exemplo de Uzzah, que valorosamente tentou manter a Arca da Aliança ao tentar impedi-la de cair do carro de boi Embora esta intenção fosse nobre, Deus [ENLIL?] atingiu-o como um raio e o matou por ter ousado tocar no objeto intocável. Ao manter miha inclinação de interpretar as histórias bíblicas e escriturais sob uma perspectiva alquímica, podemos apenas imaginar se as vítimas sacrificiais, especialmente os Levitas, eram shamãs altamente treinados.    Os Levitas, de fato, tinham atribuido a eles os únicos direitos de comer as oferendas de comida sagrada (shemmanna) que eram trazidas  a Tenda da Presença para o Sabbath.

O Livro dos Números lista outros privilégios especiais, de fato extraordinários, dados aos Levitas. Uma outra razão porque estou intrigado com esta história é que o nome sacerdotal Levi significa um filho de Leviatã, que era um outro nome para Tiamat. Moisés, cujo nome é derivado da mesma raiz de “messias’, é descrito como filho de uma mãe e pai Levitas,como seu irmão Aarão. Leviatã era também o título hebreu da Grande Serpente Nehushtan, cuja veneração foi estabelecida por Moisés. Isto, tenho concluído, não era uma serpente comum. Era um buraco de minhoca. A mãe de Moisés foi forçada a abadona-lo em um cesto entre os juncos [ Tula é o lugar dos juncos] ao lado dos bancos do Nilo  [ A Via Láctea]. Estes ensinamentos foram ‘sub rosa’ [ sob o sinal da rosa]. O segundo conjunto de tábuas continham os ensinamentos de ENLIL, o código penal chamado Dez Mandamentos que ainda estão em vigor hoje. Então, se a Arca é um substituto portátil do Monte Sinai, qual era a importância do próprio Monte Sinai? Como comenta Alan Alford em seu livro ‘When The Gods Came Down’, o Monte Sinai era a arquetípica ‘montanha cósmica’ Meru which conneque ligava o Céu e a Terra. A ‘montanha cósmica’ é um arquétipo religioso que tem sido bem documentado por Mircea Eliade, que explicou como isto simbolozou o ‘Elo ou Laço entre o Céu e a Terra’. São apenas os shamãs, dis Eliade, que realmente escalam a montanha cósmica. Nós, com certeza, estamos bem familiarizados que  este ‘Ele ou Laço entre o Céu e a Terra’ é de fato cósmico. Temos uma lista de shamãs que de fato o operavam: EA, Jacó, Moisés para nomerar uns poucos. Completamente revelado, esta montanha cósmica é de fato cósmica. Os antigos, nota Alford, viam o céu e a Terra como montanhas, falando-se metaforicamente. Significativamente, os antigos viam o Céu e a Terra como ‘montanhas gemeas’, isto é, planetas gemeos, concebidos um a imagem do outro. O Monte Sinai, então, era uma ‘ montanha cósmica’ no sentido que ele simbolizava o planeta do Ceus, Mer[u] ou Tiamat, e sua prole, Kingu, a Lua. Meru é também o nome do mundo montanha ou eixo do mundo que deve ser ascendido por espirais até alcançar o centro oculto. Esta montanha tem quatro enormes suportes. Esta descrição sugere que Meru é uma cópia do Mar do Vidro. Assim o é a Arca da Aliança.

As histórias deste pilar e sua conexão com buracos no espaço e almas pode ser rastreada aos Textos egípcios do Caixão que contam que depois do Dilúvio o Shemsu-Hor eregiu os pilares  djed, que eram instrumentos de poder para equilíbrio das forças naturais na Terra e na atmosfera. Em seu excelentemente pesquisado ‘Giza One’, Joseph Jochmans explica como plantar estes objetos sagrados de poder  levantaram o Ovo ou Ilha a Criação. Um era chamado ‘Membro do Progenitor’  e o outro ‘Imagem do Braço’ aparentemente em relação a habilidade deste instrumento de levantar e separar a Terra das águas do Nilo. Uma vez o Ovo da Criação era habitável, dizem os textos de Edfu, os pilares djed, usados para canalizar e equibrar a esfera da alma foram criados no Ovo. Estes pilares djed eram Pilares do Amor. Baseado nos ‘doze touros’ na frente do Templo de Salomão, que é a Terra, podemos especular que houve provavelmente doze destes objetos de poder. Depois do Dilúvio, o Ovo da Criação reaparece nos inscrições de Edfu. Desta vez o Ovo está na escuridão. As águas [alms?] que o cercam não estão mais longe das águas da ciação primeva, mas das águas dos espíritos mortos! O Ovo da Criação é descrito como estando submerso, partido, como se por um cataclisma! Aqui, provavelmente estamos falando da periódica super tempestade galática que afunda o núcleo galático. Os textos de Edfu fazem uma declaração absilutamente extraordinária. Eregir os pilares djed, ou Pilares de Amor, os pilares dourados, revivem o Ovo da Criação. Na misteriosa linguagem dos egípcios aqui está sendo nos dito que a esfera da alma estava fora de equilíbro.

Durante a Inundação, que é uma palavra fraca demais para o cataclisma, o planeta havia saido de sua órbita, lançando sua atmosfera e sua superimposta esfera de alma no caos, e assim destruindo uma grande maioria de formas de vida da Terra. As almas, cujos veículos pereceram no Dilúvio, obviamente não tinham para onde ir. Elas estavam no caos na esfera da almas da Terra. Estes seres surpreendentes, os Shemsu-Hor valem um olhar momentaneo. O Real Papiro de Turim [escrito durante o tempo de Ramses II] registra que o reinado de  Shemsu-hor se estende da antiguidade remota [ mais do que fantásticos 40.000 anos]. A lista destes reis chama os Shemsu-Hor Akhu, significando ‘Espíritos Transfigurados’. Akhu ou Ax-hu é o plural de akh ou ‘luz’, inferindo que os Shemsu-Hor eram seres de luz.   Robert Bauval especula que os Shemsu-Hor eram ‘uma linhagem de indivíduos reais e extremamente poderosos e iluminados’, mestre na ciência da astronomia, cujo propósito era ‘trazer a fruição o grande projeto cósmico’. Na literatura religiosa do antigo Egito, escreve  Andrew Collins, ‘eles são ditos terem se tornado o mesniu de deus, ‘trabalhadores de metal, ou ferreiros’ ‘. Os mesniu eram trabalhadores de metal ou alquimistas e sacerdotes de Isis. Entre outras coisas, estes trabalhadores de metal angélicos faziam armas para Horus para manter a supremacia dele. Em ‘Gods of Eden’ Collins conta das surpreendentes explorações destes deuses iniciais do Egito que viveram durante o seo tepi ou Primeiro Tempo. Os eventos que cercam a “Ilha do Ovo’. Esta Ilha era referida como terra natal. É aqui que o primeiro deus governante chamado Pn, ou ‘Este Um’, identificado pelos sacerdotes de Heliopolis como Atum, o ‘Senhor do Terror’, se estabeleceu. Ele fundou seu trono no sagrado “Campo de Juncos”  sob um radiante lotus. Ele também estabeleceu os Pilares Djed ou Tet na Ilha. Um terrível cataclisma ocorreu no fim do Primeiro Tempo. Uma serpente chamada a Grande Saltadora aparece. Os habitantes divinos da Ilha do Ovo, que eram associadoscom o deus ‘Divino Coração’ ou Thoth, luta com o invasor com uma arma chamada “Olho Som, que emerge de dentro da Ilha. A arma falha e a Ilha é destruida, seus habitantes morrem, e a escuridão cobre o mundo. A Ilha desaparece. Esta ilha afundada, o santum dos deuses criadores, é falado em varias formas por muitas culturas. É como a força do capítulo terreno da história da Atlântida. Atl também é o anagrama para Tla ou Tula, a terra sagrada de Pan ou Phanes, o Revelador, cujo nome obviamente sia de Pn o governante da Ilha do Ovo.  Pan é pensado ter sido o rei sacerdote de Atlântida [que os maiaschamavam Tula]. O Pilar de Osiris chamado Palladium na tradição da deusa, originalmente pertencia a Pan. Significava AMOR, o que o torna o mesmo que Pilar de Meru, Min, Ashera, Ax, Ass ou Touro. As história dizem que não apenas Phanes ou seu Pilar, tem a fenomenal habilidade de trnsportar almas de uma dimensão para outra, ele também pode perfurar buracos no espaço. Agora isto é muito fascinante. Phanes ou Pahanes é o mesmo nome de Pahana, o ‘ verdadeiro irmão branco’ dos índios Hopi. Ele uma vez apareceu aos Hopi depois de um cataclisma e os levou por um ‘buraco’ para o Quarto Mundo. Ele era chamado Massau, uma palavra indígena Hopi que é surpreendentemente similar a Moisés bem como o aramaico meshiha, o hebraico mashiha, e o grego messias. Para os cristãos, o Messias é Jesus, o Cristo.

A história Hopi do Quarto Mundo centra-se no Povo Formiga. Depois que o mundo deles tinha ficado desequilibrado [ novamente em sânscrito Tula é a palavra para equilíbrio] e antes de sua destruição, o povo Hopi foi dito que a visão interna deles lhes daria a habilidade de ver uma nuvem que os guiaria de dia, uma estrela de noite, até que eles chegassem a um certo lugar seguro. Guiados pela visão de uma porta aberta no topo de suas cabeças eles foram levados a uma abertura no topo de um grande monte onde o Povo Formiga vivia  [ Monte Meru]. No mito Hopi Massaw foi designado aos Hopi para ajuda-los a encontrarem seu camiho para a Terra Prometida. Mssaw, dizem os Hopi, levvou aqueles de bom coração ou pacíficos entre eles para um ‘junco’ [ Tula é o lugar dos juncos para os maias]. Deixando para trás os maus da civilização deles, eles começaram a subir [ou perfurar] seu caminho dentro deste junco para o Novo Mundo. Descansando entre os juncos na medida em que eles faziam seu caminho, eles finalmente entraram no Quarto Mundo, em Sipapuni,’ o Lugar da Emergência’.

Os petroglifos mostram as quatro Rotas de migração do Clã da Água dos Hopi. A similaridade mais surpreendente deste vaso meandro neolítico levanta uma questão: Isto sugere que os Hopi se separaram em quatro galáxias separadas ou civilizações terrenas? O Egito era uma destas civilizações?

Compare as rotas de migração Hopi (Gs) com os Gs dos túneis meandros neolíticos. Isto representa um buraco de minhoca? O Povo Formiga Hopi suscitou minha curiosidade. Eles são An? Isto explica porque sua história soa tão incrivelmente similar a raça Ana da obra prima rosacruciana de Bulwer-Lytton ‘The Coming Race’? Interessantemente, o anti-inomianismo era o termo geral para seitas cristãs que seguiram a doutrina da Apoteose ou Fazer Deus, acreditando que eles podem se tornar ‘um com Cristo’. Muitos cristãos iniciais acreditavam que a única rota para a imortalidade era a da deificação. O objeto dos mistérios deles, como os rosacrucianos, era aprender a como se tornar deificado. Um procedimento para alcançar a deificação era comer a carne e o sangue de um deus. [ O sacramento cristão de comer um pequeno fragmento do corpo de Cristo como um pão ou agnu dei tem sido notado]. A meta do antinomianismo, segundo Pitágoras, era alcançar o Ant-Ichthon, um planeta misterioso que nunca era visível. Pitágoras, que tinha uma coxa dourada, dividiu o universo em dez esferas [X], simbolizadas por dez centros concêntricos.  Antichthon provavelmente é o mesmo que An, o misterioso Planeta X.

12. A SINAGOGA DE SATÃ

Minha premissa básica de pesquisa é que o Pilar de Osiris e a Arca ou Cruz de Cristo são o mesmo instrumento, e que esta tecnologia é modelada em nossa anatomia mística projetada por EA e Ninharsag. Posteriormente, este instrumento é o centro da profecia bíblica, e consequentemente, o centro da profecia de retorno do Planeta X. Em apoio a esta premissa tenho dos exemplos da arte judaico-cristã que mostra a Arca da Aliança com seu Pilar anexo, e o combinado Pilar como a Verdadeira Cruz de Cristo. Apresentado na próxima página está uma iluminação da afamada Bíblia do século onze de Winchester agora na biblioteca de Oxford. Isto mostra David triunfantemente dançando diante da Arca da Aliança quando ela está sendo levada para dentro de Jerusalém em grande pompa e cerimônia. Do lado direito da iluminação está um estilizado Pilar de Osiris. A esquerda está um ‘verme’ ou ‘ alma serpente’ que vive na Arca. O verme e o pilar são uma combinação perfeita para o hieróglifo que está no topo por um Caixão ou Pilar de Osiris – o símbolo do tablete Shuti ou iluminação.  Ambos simbolizam i naggar ou ‘serpente alma da sabedoria’. Como podemos ver, alguém no conhecimento dentro da Igreja Católoca no século onze deve ter secretamente conhecido a existência deste aparelho e da alma serpente que vive dentro dele. Eles tem sabido preservar o conhecimento de sua existência.

O medalhão de uma janela na catedral de St. Denis, Paris representa a Arca da Aliança sustentada por quatro rodas e assemelhando-se a uma carruagem triunfal [ e o mar derritido]. Dentro da arca são vistos o bastão de Aarão e as Tábuas da Lei ou Torah. Dominando ambos eleva-se magestosamente das profundezas aquosas da Arca um grande pilar sustentado pelo Deus Pai [EA?]. Perto das rodas estão quatro emblemas dos evangelistas, o leão, o touro, o homem e a águia, que são por assim dizer as bordas do carro simbólico ou Cubo do Espaço. A Arca é claramente vista ser o pedestal ou plataforma da Cruz. A Arca com a Cruz acima é chamada  Quadriga de Aminadab, a carruagem triunfal do Cântico dos Cânticos que os quatro evangelistas devem atrair do fim da Terra. Um comentador francês do século XIII dos Cânticos, Honório de Autun, explica que Aminadab em pé no carro representa a Crucificação. Em minha opinião, este carro simbólico ou Arca é o mesmo que o Pilar de Osiris. É a Arca de Cristo. Segundo a história e a lenda, os Cavaleiros Templários buscaram, e possivelmente recuperaram, a Arca da Aliança do sítio do Templo de Salomão e a levaram para a França. O possível lugar de repouso dos segredos deles é St. Denis em Paris. Localizado a umas poucas milhas ao norte da Ilha da Cidade [Ile de Citie], a Abadia de St. Denis, o santo patrono de Paris, representa o esforço do Abade Suger, que divisou a igerja como centro de um novo iluminado cristianismo. Em seus três livros sobre a construção e consagração da igreja, o brilhante abade escreveu treze inscrições separadas celebrando a Luz Sagrada [X]. Em uma desta ilustres inscrições um verso inscrito nas portas douradas da fachada oeste Duger nos diz: “Brilhante é o nobre trabalho este trabalho brilhando nobremente/ ilumina a mente de forma que isto possa viajar pelas verdadeiras Luzes/ A Verdadeira Luz onde Cristo é a verdadeira porta.”

De tais palavras Suger desenvolveu sua teoria de lux continua, ou luz contínua. Sua meta era trazer a Verdadeira Luz de Deus ao mundo. Nomeado como Denis a velha igreja da abadia  de  St. Denis tinha sido completada em 775. A Abadia foi fundada no século VII pelo rei franco Dagoberto II e a dinastia Merovíngia da qual ele veio, tem sido romanticamente mitologizada nos anais da história local e na moderna psedo-história mística que sustenta que eles supostamente sejam da linhagem sanguínea de Cristo. Os Templários são frequentemente ligados aos Merovíngios. A linhagem sanguínea deles é chamada “Serpente Vermelha’. A escultura Merovíngia mostrada aqui demonstra a cresnça deles em Cristo como a Serpente, e os liga aos Brilhantes.

As duas cruzes flanqueiam a serpente ao redor da Árvore da Vida; o símbolo dos Brilhantes. A escultura Merovíngia na igreja em Pouille em Vendee. A mística que os cerca inclui atribuições de santidade, poderes mágicos [ derivados de seu longo cabelo vermelho] e até mesmo divina origem, derivada de sua suposta descendência da linhagem sanguínea de Jesus. Segundo a história, a linhagem sanguínea Merovíngia foi fundada pelo Rei Merovee, que é dito yer sido gerado por um ‘Quinotauro’, um peixe gigante ou monstro do mar, que violou sua mãe quando ela foi nadar no mar.Ele foi chamado Merovee porque em francês mar é ‘mer’. Como temos visto, é também uma referência em Tiamat. Este meio- humano e meio- peixe é EA ou um de seus sucessores. O nome de Dagoberto revela as origens divinas de sua linhagem sanguínea. Dagoberto vem, com certeza, de Dagon. Dag significa peixe e a palavra Bert tem suas raízes na palavra Bahir. Então o nome de Dogoberto significa literalmente “Rei Sacerdote da Casa do Peixe’ . Depois de um golpe palaciano o jovem Dagoberto foi exilado para a Irlanda. Em algum ponto durante sua idade adulta inicial ele é suposto ter frequentado a côrte do alto rei de Tara. Isto, muito incrivelmente,parece ser Jesus, o Quinotauro ou Rei do Terror. Corroborando a identificação com Jesus com o Rei de Tara ou Terror é o famoso objeto rpunico inglês conhecido com caixão do franco, datando de por volta de 700, o tempo de  St. Denis, e chamado asim em homenagem ao homem que doou a maior parte disto ao Museu Britânico. A frente da caixa tem uma cena de Adoração de Cristo. A principal pode ser lida no sentido dos ponteiros do relógio ao redor da caixa. O texto nos propõe um enigma sobre as origens do material [osso de baleia]: ” O peixe bate os mares nas montanhas em penhasco; o Rei do Terror [Jesus] se torna triste quando ele nada nas lascas de pedra”.

O Caixão dos Francos. Pelo tempo de Suger, 1137, que a muito tem sido o abade real da França. o lugar onde os reis franceses eram educados e enterrados foi dilapidado. São Bermardo condenava isto como uma ‘Veneração a Vulcano” e uma ‘sinagoga de Satã’. Suger decidiu melhorar o que era para naquele ano ele começou a trabalhar na extremidade oeste da igreja, construindo uma nova fachada com duas torres e três portas. Em 1140 ele mudou da extremidade oeste para para a outra extremidade da igreja e começou a construir um novo coro. Isto foi completado em 1144. O resultado foi um maior evento ma história da arquitetura; a arquitetura espiritual que veio a ser chamada gótica. Para Fulcanelli, a arte gótica é uma corrupção da palavra argotique. A catedral é um trabalho de arte gótica, isto é, o barco Argo. Os Argonautas que navegavam este barco. Eles falavam uma linguagem especial, argot, a linguágem poética das Ces ou Linguagem da luz, a arte gótica, diz Fulcanelli, é de fato a arte da luz.

Na história teutônica, o deus Teut (Tehuti ou Thoth) gravou as runas para explicar os segredos de Got ou Deus e o Mundo Ash ou Árvore da Vida. Sobre a primeira runa, asa, um pilar ereto, que siginifica “Is” [ser, estar], ele construiu uma linguagem chamada gótica. Isto é o mesmo que lotus. O espírito Is é a matéria primordial. Para interpretar  seu significado Teut criou a runa e a chamou Aether ou éter [ a quintessência, a Palavra, madeira]. Ela é frequentemente chamada tel pelos poetas [Skopes e Skalds] e é simbolizada pela cruz fechada dentro do círculo. Suger queria criar uma igreja que fosse até mesmo maior do que a famosa Igreja  Hagia Sophia em Constantinopla. A Igerja de St. Denis se tornou um modelo para a maioria das catedrais francesas do final do século XII, inclusive . Notre Dame, Chartres e Senlis. Suger mantece uma detalhada narativa da reconstrução de sua igreja embora ele não mencione artistas ou arquitetos que trabalharam nos projetos.  Ao invés, ele se credita, com a inspiração do céu, por criar o estilo gotico e as janelas em vitrais. A verdade deste assunto é que ele estava implementando o conhecimento ganho pelos Templários na Terra Santa. Os eruditos especulam que seja o que for que os Templários descobriram no Templo de Salomão, seja por acidente ou projeto, direta ou indiretamente envolveu uma grande quantidade de riqueza potencial. Bem como algo mais, algum segredo explosivo que somente os oficiais de alto eslão ficaram sabendo. Seja o que for que os Templários descobriram, todos os registros, todos os arquivos e toda evidência de sua existência foi destruída. A implicação sendo que era algo mais do que um tesouro de ouro, algo tão fantástico que nem mesmo a tortura podia descerrrar os lábios dos Templários. A especulação corre do segredo da alquimia aos iniciais manuscritos cristãos. O Cristianismo, a respeito das origens eu acredito que os Templários recuperaram os segredos do Scala Dei, o Pilar de E.A. Junto com isto eles descobriram a ciência secreta de EA, a ciência de Deus e o Selo do Mundo dos Templários. Investigaremos a serpente ou alma flutuando dentro dele mais deste objeto flutuante no próximo capítulo.

13. ATLÂNTIDA

A criação de EA de uma super raça teria representado uma enorme ameaça para ENLIL [ e toddas as futuras ordens mundiais destinadas a escravizar a humanidade], que como um gerente dos assuntos da Terra, buscva manter a humanidade firmemente sob seu controle. Esta ameaça seria parente do moderno cientista genético ou político hitlerista criando uma super raça de humanos que percebe a raça atual como inferior e portanto busca controlar ou até mesmo destrui-la. Toda agência de segurança nacional no planeta seria para eliminar tal cientista renegado. Para proteger sua nova Criação de ENLIL, EA e Ninharsag criaram um lugar seguro. Aqui, dizem os maias, chegamos no verdadeiro Jardim do Eden da raça humana. Os maias, somos lembrados, chamavam Aztlan/Atlântida por seu nome mais sagrado, Tula, e recordavam-se disso como um ovo ou ilha da criação. Nos monumentos mexicanos os ideogramas para Tula são a garça, a ave de luz que se torna a fênix, o símbolo da alma. Não apenas os maias, mas também os chineses, japoneses, egípcios, hindus, habitantes de Fidji e outros acreditaram na existência de uma ilha original, particularmente uma associada ao deus serpente e deusa ou deus dragão e deusa do oceano. Isto, com certeza, nos lembra EA e Ninharsag. Na Atlântida EA era conhecido como Poseidon, o Netuno romano, o “criador cheio de arte’ que carregaca o ridene de três pontas. Poseidon ou Poseidonis, o Príncipe do Mar, era um outro nome para Atlântida. O rei deus da Atlântida partilhava este nome. Na narrativa da Atlantida registrada por Platão, é dito que Poseidon deita-se com Cleito e gera dez gemeos reais de Atlantes. Os nobres reis da Atlântica veneravam Poseidon como seu sncestral tribal. Os atlantes eram descendentes dele. Posei, ou originalmente Potei, é um título que significa ‘Senhor’, Don ou D’An  significa sabedoria e ‘ luz de An’ [um outro nome para o Planeta X]. Daí Poseidon é o Senhor da Sabedoria, uma outra ligação coom EA, a serpente da sabedoria da história do Eden, que rea chamada ‘Grande Luz’ pelos seguidores de João Batista. O cavalo branco e um tridente simbolizavam Poseidon. Como temos visto, o cavalo ou égua branca é também um símbolo para Tiamat, que uma vez foi uma das Pleiades ou Atlantides. O tridente representa o triplo falo, a Tripla Chave, um símolo que era intercambiável com o trevo celta, ou florete terror. Um dos mais velhos emblemas da divindade trinitaria, o trevo, era conhecido já pela civilização do vale Indo (c. 2500-1700 BC). Os árabes pré islâmicos chamavam o trevo de  shamrakh, o lirio de três lobos ou flor de lotus. É o trevo que, como a ferradura, é considerado um amuleto de boa sorte. O simbolista  Harold Bayley resolve o trevo em ‘ luz do sol, o Grande Fogo’. Isto é a Cruz. Nos contextos cristãos é usado como um símbolo para a Sagrada Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo. O trevo é a mais familiar plante de três lobos e é reclamado pelos irlandeses como símbolo de seus santo patrono, Patrick. O que a maioria não entende é que Patrick, cujo nome é abreviado para Pattty, é Pati, Potei, ou Poseidon.

O símbolo do trevo de Poseidon aparece sobre um fantástico monstro que é rastreado a EA e chamado Makara na Índia. O Makara, cujo nome significa monstro do mar, é apresentado de diferentes maneiras. Suas caraterísticas geralmente incluem aquelas de um crocodilo, um elefante, um pássaro, uma cobra ou um peixe. Esta criatura parece derivar do mítico grande criador similar ao dragão conhecido como ‘UR’ pelas cosmologia Mandeana. Ur, significa ‘luz’, o que combina com EA , construiu a Sagrada Casa que se tornou Ur Salam, que é Jerusalém. O nome Makara é um jogo de palavras para Fazer. O ‘Fazedor’, temos visto, é um modo de definir Tula. Deus, o ‘Fazedor’ é chamado a Palavra. Como notado anteriormente, a palavra ‘Palavra’ contém os elementos de W, serpente, or, a luz; d, a porta. “Serpente, porta da luz de Tula” é uma excelente definição de Makara, e a serpente flutuando no pilar  no hieróglifo de Osiris.

O Templo de Salomão, a Casa Sagrada de Deus, construida no topo do Monte Moriah [Meru] em Jerusálem sob a dieção do rei fenício de Tiro [ Terror] foi construído sem o uso de instrumentos de ferro. Ao invés, um verme verde chamado Shamir foi usado para cortar as pedras. Estou cativado pelo modo como shamrakh e shamir ou shamir-ok de assemelham tam estreitamente. Salomão dispendeu um grande esforço para obter o shamir, até mesmo contactando demônios. Também criou no crepúsculo da vespéra de Sabbath dos Seis dias e Criação, estes seres tinham algum relacionamento com o shamir (brilho ou shem-mer) e outros fenômenos sobrenaturais criados neste crepúsculo excepcional. O Midrash relata que Salomão consultou o  maligno rei caído dos demonios, Asmodeus, que não tinha o shamir mas sabia muito de interesse sobre ele. Isto não deve ser surpresa. Um outro de seus nomes é Phanes. Os conselheiros disseram a Salomão sobre uma montanha onde morava Asmodeus. Neste montanha havia um poço do qual Asmodeus diariamente retirava sua água de beber. Ele o fechava depois de cada uso com uma grande pedra e o lacrava antes de viajar para o céu para onde ele ia a cada dia para participar ns discusssões da academia celestial.  A cada dia ele voltava a Terra para participar, invisivelmente, no discurso das casas terrenas de aprendizado. Salomão enviou seu melhor auxiliar para capturar e levar Asmodeus a Jerusalém. Depois de vários dias de espera, Asmodeus foi levado diante do rei sábio. Ele disse a Salomão que desde os dias de Moisés [ que havia empregado o shamir enquanto escrevia as tábuas na pedra], o verme tinha sido confiado ao cuidado de um anjo [ ou Príncipe] do Mar [Atlântida, Posseidon ou EA] que o tem deixado a cargo da ave poupa [ ou esécie de galinhola]. A espécie de galinhola que prometeu guarda-lo com a própria vida; or eons e ela o tem com ela por todos os tempos, segura na Jardim do Eden.

Algumas vezes quando a poupa voou pela Terra, ela manteve o poderoso verme agarrado em seu bico, partindo com ele somente para abrir rochas nas montanhas desoladas, que ela pode semea-las e fazer com que a vegetação  floresça e forneça alimento a ela. O ajudante de Salomão estabeleceu o encontrar e teve suvcesso em entrega-lo seguramente ao Rei Salomão. Com a ajuda do miraculoso verme verde, o sábio rei construiu o Templo; entretanto nesme mesmo dia o shamir desapareceu e ninguém sabe onde o encontrar. [ Contudo uma criatura combinada a esta descrião foi vista no Tennessee em 1996. para mais veja o meu artigo 'Christ’s Cosmic Wormhole.'] O nome Asmodeus é  sh-m-d, destruir. As letras ‘d’ e ‘t’ são intercambiáveis. Isto significa que o nome Asmodeus, soletrado sh-m-t pode tervindo da mesma raiz de SHMT, o nome do laboratório genético de EA, o BIT.SHMTI, ‘a casa onde o vento ou espiral [serpente ou alma] da vida foi inalado’. Fazendo a combinação mitológica onde Asmodeus é igual a Phanes, que é igual a EA, somos forçados a concluir que Asmodeus e EA são o mesmo. Este ‘verme’ ou alma estava no comando do Rei de Tiro, que construiu o Templo de Salomão. Aqui, os alinhamos com a tradição suméria e Mandeana que diz que UR, a Grande Serpente de Luz EA, juntamente com os Brilhantes, construíram a Casa Sagrada em Jerusalém. Esta sepente soa como o shamir e o Makara. Este alinhamento identifica EA como o Rei de Tiro ou Terror. A montanha que Asmodeus amava parece ser a Montanha Serpente no centro de Tula. Como nota Sitchin, a plataforma sobre a qual foi construído o Templo de Salomão era de pedras maciças. Estas pedras foram descobertas em 1996, quando a limpeza de séculos de entulho revelou a surpreendente descoberta no Monte do Templo. Alguém por meio desconhecido tiha colocado neste ponto três gigantescos blocos de pedra. Um tem 42 pés de comprimento, outro 40 pés e o terceiro 25 pés. O maior dos três pesa incríveis 1.200.000 libras, ou aprximadamente 600 toneladas! As duas pedras menores pesam 570 e 355 toneladas cada. Até mesmo hoje não temos gindastes capazes de mover tais blocos maciços. Ainda que em tempos antigos alguém cortou estes blocos em uma pedreira que os arqueologistas dizem ficar a três milhas de distância. Entãos eles cortaram, levaram e colocaram estas pedras no lugar. Estas pedras foram cortadas pelo shamir? Somente outros dois de tais blocos no mundo combinam com este tipo. Um é a  plataforma megalítica de 12,5 acres sobre a qual fica o complexo da Grande Pirâmide [ Complexo de Rostau] no Egito. A outra é o bloco maciço do Templo de Baal em Baalbek, no Líbano que apresenta blocos de 1.000 toneladas! Uma das pedras de Baalbek tem 60 pés de comprimento e 12 pés de espessura e está colocada em uma parede ao menos a 20 pés do solo. Interessanetmenet, o Salmo 29 lista o Líbano [ Baalbek?] como um dos quatro lugares onde ‘a voz de Deus’ foi ouvida. Já que esta ‘voz’ é ouvida através da Arca da Aliança, para mim isto infere que havia mais de uma cópia da Arca da Aliança, ou que ela ‘flutua’ de lugar em lugar. Baalbek foi originalmente chamada Heliopolis, a Cidade do Sol e rea a cidade irmã de Heliopolis no Egito. Heliopolis era o lar de shem. Aeu simbolo era o the, que é o mesmo símboo para Tiro. As histórias locais contam que Adão e seu filho Caim [ cujo nome significa 'trabalhador de metal'] construiram este templo em cooperação com os Gigantes [ os Brilhantes ou Terrores]. O trabalhador de metal cchamado Caim [ um o ken] era o primogenito de Eva, gerado pela serpente e não por Adão, segundo a tradição rabínica.

Sitchin afirma que foram os Brilhantes que construiram os blocos originais do complexo de Balbek, Heliopolis, da Grande Pirâmide e o bloco original do Templo de Salomão. Em seus trabalhos ele deixa pouco espaço para dúvidas que isto que eles construiram também eram plataformas. Por agora, é esperado que o leitor tenha apreciado a interligação das religiões iniciais. Além de EA, o elo de ligação é a palavra shem que aparece como a palavra suméria para torre ou uma nave foguete, shamir ou shem-mer. o nome do verme verde.  Asmodeus ou Ashem-odeus, o nome do demonio que tiha este verme, e sham-rock, shamir-ock ou shem-rock, o símbolo de Poseideon/Atlântida. Um ourto grupo que manteve o trevo [shamrock] foi o dos Cátaros. Em suas secretas marcas d’água um touro é visto com a serpente de Asclepius ao redor de uma cruz ou Árvore da Vida. Da boca da serpenet emerge três círculos reunidos, o trevo.

No Egito o touro sagrado (Ax, ‘luz’) era conhecido como APIS, i.e. OPIS, o Olho de Luz. Opis significa ‘serpente’. Skope, a palavra alemã para poeta, significa “talentosa serpente de luz’. O latim para carneiro é ovis, e para navio, navis, avis ou ofis, ou serpente. Todas estas conexões nos levam de volta a Arca de Cristo como  o Pilar que contém a serpente que abre o buraco de minhoca.

APIS era o touro sagrado [ revelando o intercâmbio entre “serpente, opis, e touro), e o touro era o símbolo primário de Poseidon. Notavelmente o trevo é encontrado no símbolo do quinto elemento, Madeira [a Palavra], também conhecido como quinta essência. Esta definição da Palavra ilumina dois elemetos chaves da mitologia de Jesus: Jesus o carpinteiro ou trabalhador da madeira, e Jesus o sábio ou talentosa serpente, o on dos gnósticos alemães apresentado flutuando emum pilar thaler. Ele é o marinheiro ou thaler na ‘linguagem gay’, a linguagem associada aos homossexuais ou gays. Fulcanelli chama a Linguagem das Aves de linguagem gay. ‘Foi o conhecimento desta linguagem que Jesus revelou aos apóstolos, ao enviar a eles seu espírito, o Espírito Santo’, escreve Fulcanelli. É a linguagem que revela os mistérios. Os antigos incas a chamavam de linguagem da côrte, porque ela era usada por diplomatas [ e presidentes?] “Para eles ela era a chave da dupla ciência”. Na Idade Média ela era chamada Ciência Gay. O uso do Presidente George W. Bush do termo ‘anjo no rodamoinho’ é um exemplo clássico do duplo significado que carateriza esta linguagem. A Mitologia registra que Tire-sias conhecia a Linguagem das Aves, que Minerva, a deusa da sabedoria,revelou a ele. Ele a partilhou, nota Fulcanelli, com Tales de Mileto, o desenvolvedor da teoria da água como primeiro   arche e Appolonius de Tyana, que é poderosamente ligado a Cristo. Esta é uma  conexão crucial. Makara é a proa, o veículo do crocodilo, o vaso [ arche, arca Portal do Ceu] de  Varuna e Kamadeva, o deus hindu do amor. A iconografia indu o mostra como um homem branco, vestido em uma armadura de ouro, montado em um monstro do mar, o Makara. Em outras palavras, ele é a serpente flutuante. Mais cedo eu notei que a mitologia de Maria, a mãe de Jesus a aliha com as sacerdotisas de Mer ou Tiamat, que deram nascimento à Terra. Para os aztecas o crocodilo deu nascimeto à Terra. Em um dos manuscritos de Chilam Balam, ‘o Crocodilo da Casa das Águas que Correm’ é um dos nomes dados ao dragão celestial. Na Linguagem das Aves Maria ou Mare [ Tiamat] e o dragão crocodilo são intercambiáveis. A palavra crocodilo se resolve em cr ou kr, o Criador do Grande Fogo, oc de luz, di, luz, el ou le dedeuses; isto é, A Grande Luz dos Deuses. Este é EA.

Deste modo o crocodilo toma o papel de intermediário entre a Terra e o Céu. Por esta razão ele é a ponte ou é associado ao arco-iris, o arco de luz ou ‘ponte das almas’ usada pelos deuses e heróis quando eles viajam entre a Terra e o Outro Mundo. Como o arco-iris tem sete cores, assim Makara tem cino ministros, com o quinto tendo dois nomes sagrados, para um total de sete. Poeticamente falando, Makara é a ‘Mãe Arca” que deixa pouca a supor porque, no Velho Testamento Makara o crocodilo aparece sob o disfarce do Leviatã, e é como a Serpente Cósmica, Tiamat. Associado com Makara e o trevo desde o início está o símbolo de um ‘cacho de uvas’, que foi encontrado nos Makaras. Estas uvas são as mesmas que Josué roubou dos Brilhantes. Uma forma relacionada é o triângulo de três pontas, o trevo e o símbolo para o quinto elemento., a Madeira [ a Palavra], também conhecida como quinta essência. Eles são as Três Jóias do Budismo, e podem ser os três sábios judeus do Templo de Salomão  que arrancaram a imagem de Ouro de Nabudoconosor. Também, elas são o  caput mortum, o cranio, a cabeça do morto, o ponto inicial do trabalho alquímico da cabeça tranasformando um humano [ o impuro metal base´ ]no puro ouro ou Fazer Ouro. É também conhecido como Pacto de Paz Roerich assinado segundo o nome de seu criador, Nicholas Roerich, que buscava os segredos de Cristo em beneficio de Franklin Delano Roosevelt. Roerich tinha originalmente visto o sinal gravado nas rochas na Mongólia. Ese verme verde shamir é o mesmo da serpente verde de cura levantada por Moisés? Quando Moisés levantou esta serpente ele estava levantando o Makara, o ‘Fazedor’? A essência cósmica se emanou? Ele se banhou ou bahir em seu conhecimento enevoado? Se a minha interpretação deste simbolismo está acurada, isto explica porque os faraós eram ungidos com a gordura do crocodilo sagrado, que era chamada Messeh. Os egípcios adotaram esta tradição dos sumérios que ungiam seus reis com a gordura do Mus-hus, um  gigantesco quadrúpede  serpentino. É das palavras Messeh e Mus-hus que os hebreus derivaram MSSH – a derivação que, com as vogais acrescentadas, formaram o verbo mashiach (ungir)e o nome Messias (Meschiach), que significa “o Ungido”, isto é Cristo [ do grego Kristos]. Este Cristo é o segredo buscado por Franklin Delano Roosevelt. É o segredo dos buracos de minhocas; o segredo da vida eterna.

A jornada azteca do pós vida, através do buraco de minhoca para as estrelas. É o túnel brilhante da Experiência de Quase Morte? Como tenhno concluído, podemos casualmente entrar em uma destas portas de água ou ‘portas de luz de sabedoria’. Um imenso treinamento mental, físico, emoional e psiquico foi realizado em preparação para este excursão. O resultado foi a tranformação do humano em um ‘sacer’ ou Talentoso [ um pensamento perturbador para ENLIL], ou um Brilhante. Um grupo de sacerdotes que sabia muito sobre esta transformação era o dos Jainistas. O termo Makara aparece na religião hindu do Jainismo. Os Jainistas sao os preservadores da primordial tradição oral. O conteúdo destes textos grandemente tem sido perdido, contudo os fragmentos que sobrevivem lidam com idéias fenomenais incluindo: como se pode viajar para terras distantes usando meios mágicos, como se pode realizar milagres, como se pode transformar plantas e animais [genética?] e como alguém pode voar no ar. Segundo o eninamento do  Jainismo, a era na qual vivemos representa o início de uma nova idade. Os profetas, os tirthamkaras, a apresentarão. Aqui está a nossa conexão com Makara. Tirtha significa ‘lugares secretos’. Mkares é obviamente Makara. A palavra tirthamkara é também tir, terror, tha, makara. Tirthas pode portanto ser os lugares secretos do terror ou, talvez, o terrível lugar de Makara. Esta especulação vem do livro do Geneses. Depois de sua jornada na escada para o Céu, Jacó exclamou: “Terrível é este lugar. Este não é nenhum outro do que o Portal para Deus e este é a Arca ou Portal do Ceu’. O fundador do Jainismo [ VI século AC] foi Jina, também chamado Mahavira (Grande Herói), que era visto por seus seguidores como o último dos muitos tirthamkaras (‘fazedores do vau’ ou ‘encontradores de pontes’) cujo exemplo, se seguido,  podia levar a libertação da roda do renascimento em uma só vida. Na Índia Bir [ o Bahir judeu] significa “Vir’ e ‘vira’, significando vento. Este prefixo aparece em nomes tais como Virachoca, o Deus Branco. Vira também aparece no nome de Varuna ou Viruna, o deus retratado no disco voador. Esta Ponte de Almas como o Makara é conhecido é a Arca de Cristo. Afirmando ao mundo ser em forma de disco e eterno, o sagrado Monte Meru em seu centro; Jina realizou os milagres usuais. Ele andou sobre a água, curou os doentes, transformou a água erm vinho, exorcisou demonios, fez o cego ver etc. Neste gravação Jainista o 24o. tirthamkara é venerado em uma procissão. Acima flutuam naves aéreas. Em frente est´um pilar em uma carruagem.

Do tempo de Alexandre o Grande, os monges jainistas viajavam para o ocidente para impressionar e influenciar os persas, os essênios judeus, e mais tarde os cristãos iniciais. Esta influência é revelada no nome Jain ou Jen. A palavra sânscrita para Gnose ou sabedoria é Jnana, que com a adição de um ‘ai’ se torna Jain, e com um ‘o’ se torna Jon-ana. Isto dá uma poderosa pista para todos os misteriosos ‘Joões’, incluindo os seguidores de João Batista, entre cujas fileiras Jesus recrutou seus primeiros discípulos, incluindo o ‘discípulo amado’ João, o discípulo que era mais próximo ao coração de Cristo, sobre o qual inclinou-se Jesus na última Ceia, e que nunca conheceu a morte. Cristo foi dito ter dado uma iniciação secreta a este João, cujo nome iniciático era Lázaro. Ele trouxe o Santo Gral a sala superior da última ceia. Mais tarde um outro João, chamado Divino, andou nas salas de cristal da côrte de Cristo e se tornou conhecido como João o Revelador.

Para o maia Gen ou G, significa galáxia. Gen significa amor na China. A definição de Gen para Webster é ‘nascer, tornar-se’. Virgem, , Vira-gen ou Vira-Jain tudo significa fogo ou luz do amor. Jen, etmologicamente, é uma combinação para ‘ser humano’ e para ‘dois’. É variadamente traduzido como bondade, benevolência e amor. [ Gen significa amor em maia]. Jen, nota Huston Smith, era a virtude das virtudes no camiho de vida de Confucius. Era sublime, até mesmo transcendental, a perfeição que ele confessou que nunca havia plenamente encarnado.     Jen envolve uma apresentação das capacidades humanas em  seu máximo. Estas capacidades, temos visto, eram chamadas  siddhes. ‘é  uma virtude tão exaltada, escreve Smith, que alguém não pode senão sr cuidadoso ao falar dela. Para o nobre é mais preciosa do que a própria vida. A pessoa de Jen é o caráter máximo: magnanima, altruista, empática, grande de coração.

CONCLUSÃO

Poseidon (o Netuno romano) é o hindu Ida-spati, que significa ‘mestre das águas’ e é idêntico a Narayana e Vishnu, que, como Poseidon morava acima e não sob as águas, e encontrou sua morada na Montanha Sagrada, Meru. Este era o nome para a montanha central da Atlântida. EA é também considerado a personificação do espírito e raça dos Atlantes, bem como da raça de gigantes, a prole dos Filhos de Deus que tomou por esposas as filhas dos homens que eram belas, e cujo equívoco da humanidade foi a causa do Dilúvio. Algumas detas proles – como os Ofitas – são descritos como tomando a forma de gigantes, dragões, e monstros do mar [ makaras], enquanto que outros são ditos terem nascido de aparência normal humana, com a exceção de sua brilhante pele branca e seus períodos de vida extremamente longos. Esta é a linhagem que nos trouxe Noé, Abraão, Isaac, Jacó, Josué, Rei David, Salomão, Jesus e muitos outros, em outras palavras, a linhagem sanguínea do Gral. Ahistória conta que estes seres ensinaram a humanidade os segredos deles, inclusive os supramencionados siddhes, bm como uma doutrina espiritual secreta que apenas certos humanos eleitos [aqueles que ibtiveram o Sangue de Cristo] seria permitido posssuir. Eles criaram escolas e sociedades secretas, identificadas pela cruz do Planeta X, para transmitir sua doutrina através das idades.

Rão bizarra quanto parecem, um surpreendente número de antigas representações apreentam o Deus-criador omo uma serpente/dragão ereto com um pilar como um tronco. Estas representações são vívidas e cativantes, mas vazias de significado para a maioria dos academicos. a minha opinião elas estão representando estes salvadores como buracos de minhoca. Os Titãs, os governantes da Atlântida, eram representados como meio-humanos, meio-serpente.

Chnoubis de Amanhecer’ (i.e. a Estrela da Manhã), que era ‘O Espírito de Todo Conhecimento’. O nome dele é Nous ou Chnoubis. A ‘serpente’ Chnoubis, como a serpente abrasadora levantada por Moisés, era vista como um deus de cura, e renovador da vida. Esta imagem provavelmente foi tomada emprestada dos sumérios, que ligavam esta figura com EA e Asclepius. Em sua obra, ‘ Secret Teachings of All the Ages’, Manly P. Hall nota que: ‘Para os Gnósticoa, o Cristo era a personificação de Nous, a Mente Divina’. Posteriormente, segundo os Gnósticos, Cristo emanou-se de um reino superior ou hiper espiritual. Ele desceu para o corpo de Jesus no batismo e o deixou novamente durante ou antes da Crucificação. No início da era cristã, os seguidores gnósticos de Cristo representavam o Salvador como  Peratae, ou Peraticos, chamavam Chnoubis pelo nome Chorzar. Eles afirmavam que era uma forma de Kore, que estava entre os nomes mais iniciais do espírito feminino no universo. A palavra ‘kore’ é o mesmo que núcleo, como no núcleo de nossa galáxia. Os Peretae [ pere é o velho alemão para urso] funcionavam como uma sociedade secreta em colaboração com um grupo chamado os Carpocratianos, que fizeram uso de muitas práticas herdadas do culto de Isis, que era chamada  Stella Peratis. Juntos, eles preservavam e praticavam os mistérios míticos do mundo antigo. Os Peraticoa acreditavam que a salvação era apenas possível para aqueles que fossem capazes de atravessar da esfera a criação, que chamo de Esfera da Alma e fatalidade e alcançar o ‘outro lado’ [Peratos], daí o nome  Peratae, então transcender a própria morte. Um nome persa para os espóritos radiantes e alados é peri ou pari. A casa dospari rao Paraíso, a Brilhante Luz de Per. Para ‘chegrar ao outro lado os Peraticos e Carpocratianos tiravam inspiração de duas fontes primárias. Primeiro, os Peratae estudavam nossa anatomia mística. Eles recuperavam s antigos ensinamentos orientais e egipcios a respeito do interrelacionamento místico entre as diferentes partes do corpo humano e os corpos celestiais [ osto é, estrelas e planetas]. Eles especulavam sobre a natureza do cérebro humano bem como os centros de energia dentro do corpo. Como explorei em meu livro ‘God Making’, a região do plexus solar do corpo corresponde a Arca da Aliança. O processo de transformação alquimica ocorre no andomen inferior. Em grego, o Vaso Filosófico é chamado ‘krater’. Krater ou taça contem a palavra arca. Para elevar a vibração do corpo ou Chave da Vida dentro eles divisaram métodos especiais tais como o controle do ritmo da respiração [ uma concordâncias com aspráticas Tantricas do Yoga], o canto de sílabas místicas, e por último, e mais importante, a retirada e redirecionamento da energia sexual. A segunda fonte de inspiração era  Carpocrates, um alexandrino do segundo século, que afirmava a posse de um ensinamento secreto de Jesus encontrado intacto em um documento chamado o Evangelho Secreto Segundo Marcos, ou M-Arca em nossos termos. Este evangelho aecreto incluia uma alusão a ressurreição de Lázaro como sendo uma iniciação do apóstolo João pelo próprio Jesus. Uma cópia parcial deste documento notável apareceu na primavera de 1958 quando  Morton Smith, então um estudante graduado de teologia da Universidade de Columbia, estava catalogando manuscritos mantifos na biblioteca do monastério  Mar Saba, localizado a doze milhas ao sul de Jerusalém.

Entre os manuscritos Smith encontrou uma carta de Clemente de Alexandria, um Pai da Igreja do segundo século, pra Teodoro, congratulando-o pelo sucesso em suas disputas com os Carpocratianos. Estes hereges gnósticos aparentemente estavam em conflito com Teodoro. A carta se referia ao Evangelho de Marcos. Clemente responde a Teodoro recontando uma história sobreo livro de Marcos. Depois da morte de Pedro, Marcos trouxe seu evangelho original à Alexandria, Egito e escreveu ‘um evangelho mais espiritual para o uso daqueles que estavam sendo aperfeiçoados’ . Clemente diz que este texto é mantido pela igreja alexandrina para uso apenasna iniciação nos ‘grandes mistérios’. Contudo, Carpocrates, pr algum meio mágico não identificado, obteve uma cópia e a adaptou para seus próprios fins. Clemente exige quew Teodoro não dê atenção a esta versão herética do Evangelho de Marcos. Na opinião de Smith o Jesus histórico era um mágico, ele apresenta evidência suprimida que sustenta esta opinião. Em seu útimo livro, ‘Jesus the Magician’, ele apresenta a evidência suprimida que sustenta esta opinião. Na minha opinião não há evidência mais clara do que a arte inicial cristã retratando Jesus da exata maneira de Thoth, o mágico egício e fundador da alquimia.

Os gnósticos eram amanets dos jogos de palavras. Tome Nazareno, um título aplicado a Jesus, por exemplo. Tem sido pensao referir-se a Nazaré, a cidade onde Jesus é alegado ter vivido. Belém, Nazaré e Galiléia todos afirmam ser o lar de Jesus. Os eruditos agora declaram, contudo, que a cidade de Nazaré não existiu ao tempo de Jesus. Portanto, Nazareno deve se referir a algo mais. As palavras Naaseni e Nazareno são acreditadas por alguns terem se originado de nazar, que significa ‘guardar’, ‘manter’, ‘proteger’ e de naasou nahash, o hebraio para serpente.O historiador Michael Grant interpreta Nazoraios como ‘guardião’ e diz que isto vem da raiz ‘netser’ que significa ramo. Jesus era conhecido como do ramo de David, o Messias tão esperado. Grant identifica Jesus como um membro de uma exclusiva seita religfiosa de reis-sacerdotes que guardavam ou ‘vigiavam’ os segredos da antiga ciência da salvação e iluminação. Este grupo herdou este papel do Egito e do antigo Neter [também querendo dizer nuter ou Nu], significando ‘aquele que observa’. Isto também se refere aquele que navega com EA, o povo. Neter eram os seres-deuses msculinos do Egito. Nu-trit, ‘a que nutre’ era o feminino de Neter. Budge nota que Neter foi um termo usado para denotar uma qualidade de alma. Como ele é mencionado em oposição ao morto, ele diz, parece se referir a uma alma viva e forte. No ‘Livro dos Mortos’ neter é mencionado em conexão com a existência eterna e a auto-produção, que Budge liga ao poder de ‘renovar a vida indefinidamente’. Em outras palavras, ele diz, neter parece se referir a um ser que tem o oder de gerar vida. A palavra neter passou diretamente à linguagem copta como nouti e noute, ambos os termos significando Deus e Senhor. Ambos os termos eram aplicados a Jesus. O conhecimento secreto, proponho que Jesus possuia e protegia eram os segredos nucleares da transformação do DNA humano- o fluidor das almas ou – em um neter [Brilhante] preparatório para navegar a terra do Neter-Neter, o lar dos deuses via a Arca de Cristo. Este conecimento veio de EA. Estes termos se alinham com a tese que o Senhor Melquisedeque [EA] iniciou uma linhagem sanguínea do Gral para preservar os segredos da iluminação. Para acessar estes segredos, que são simbolizados pelo H, tem que nascer na linhagem sanguínea ou transformar o ritmo ou vibraçao do sangue para que este se combine com aquele de Neter. Em outras palavras eles tinham que adquirir seu H. Este era o símbolo para a escada  que leva à Arca de Cristo. Além de EA e Jesus, vários outros deuses salvadores foram apresentados como meio-humaos e meio-serpentes, incluindo o romano Júpiter, o egípcio Amon, Buda e Quetzalcoatl. A razão para estes salvadores serem apresentados como serpentinos parece ser porcausa que eles realmente sejam buracos de minhoca. Estes deuses são passagens interestelares criadas pelos Brilhantes e usadas para a alma voltar para ‘casa’. Esta passagem não é feita na forma humana. Ela é feita no véuculo Merkaba, a Arca de Cristo, o veiculo no qual a alma viaja o arco para a terra do Amor, que Jesus chamava AMOR, lar para Tula. Isto pode ser o porque muitos deuses em rodas voadoras eram apresentados com arcos em suas mãos. Este deus pode ser um arqueiro. OU, ele pode ser uma arca ou construtor de ponte, um bio engenheiro.

Embora esta conclusão seja puramente especulativa, acrdito, ela fornece uma explicação razoável para a representação destes salvadores.

Um ‘ladrilho’ ou Pedra de Luz chamada keramion foi reputadamente descoberta ao longo do Sudário de Edessa tendo a mesma face como na roupa. Durante a mesma expedição que encontrou a Pedra de Roseta, um membro do exército de Napoleão encontrou a pedra mostrada aqui em 1798 no Egito cem anos antes da primeira fotografia do Sudário em 1898. Esta face tem ums desconcertante semelhança com a face do Sudário de Turim. É Jesus? Se é,  o Sudário de Turim não é a única representação dele.

Claramente, a idéia de EA, Cristo ou Buda ou Krisna como um buraco de minhoca cósmico é uma idéia revolucionária. Como o cristão típico reagiria se um buraco de minhoca abrissse com a face de Cristo dentro dele? Eles toamriam uma carona em seu cavalo branco? Se um tal buraco de minhoca se abrisse levaria a uma ridícula transformação de nossa sociedade? Nosso mundo, como dizem os maias, renasceria. Realmenet, ele seria irreconhecível. A primeira Renascença ocorreu em parte por causa da redescoberta dos trabalhos de Hermes, o guardião dos segredos de X. Parece razoável concluir que o cumprimento da profecia mais da abertura de um buraco de minhoca levaria a uma nova Renascença. Neste último livro, Apocalipse,  D.H. Lawrence ressalta uma peça muito antiga de sabedoria que sempre será verdade. O que era bom no início de uma era se torna uma potência do mal no fim. O buraco de minhoca, a boa serpente no início da história humana, se torna má serpente da era cristã. Durate esta mudança de era, diz a profecia cristã, a serpente mais uma vez deve ser levantada. Como observa Lawrence, o dragão vermelho da Revelação é o dragão que deve ser morto. O novo dragão é verde ou dourado, verde como aquela luz do amanhecer esverdeada que é a quintessência de tudo novo e a luz que dá vida. João o Revelador relembra sobre isto quando ele faz a face de Cristo verde como esmeralda. “Este brilho verde’, diz Lawrence, é o próprio dragão, na medida em que ele se move envolvendo e se retorcendo no cosmos. É o poder do burco de minhoca espiralando pelo espaço e espiralando ao longo da espinha de cada umano na Terra. Se vamos permitir, isto nos levará ao reino dos Brilhantes.

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Published in: on junho 12, 2009 at 12:31 pm  Comments (3)  
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3 ComentáriosDeixe um comentário

  1. gostaria de receber sempre os artigos por email.Parabens
    Grata.
    ausonia

  2. Gostaria de saber se vocês possuem algum artigo sobre planate nyon, ou sobre ieowa e a formação dos arcanjos.
    obrigado.

  3. que incrível! Que maravilha! Obrigado


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