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	<title>Conspire Assim</title>
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	<description>Aborda assuntos polêmicos sobre depopulação, guerras e conflitos e novos avanços científicos</description>
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		<title>Conspire Assim</title>
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		<title>Crise de Alimentos e América Latina</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:21:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brancasnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Depopulação]]></category>
		<category><![CDATA[etanol do milho]]></category>
		<category><![CDATA[fome mundial]]></category>
		<category><![CDATA[transgênicos]]></category>

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		<description><![CDATA[A CRISE DE ALIMENTOS E A AMÉRICA LATINA 
Uma crise real ou uma conspiração?
de Eduardo Dimas
15 de maio de 2008
&#8220;Controle o petróleo e você controlará as nações; controle a comida e você controlará as pessoas&#8221; &#8212; Henry Kissinger (1970)
Tenho conhecido esta frase de Kissinger por muitos bons anos. Confesso que até agora não tinha dado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conspireassim.wordpress.com&blog=3388074&post=321&subd=conspireassim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>A CRISE DE ALIMENTOS E A AMÉRICA LATINA </strong><br />
Uma crise real ou uma conspiração?</p>
<p>de <a href="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&amp;aid=8993">Eduardo Dimas</a></p>
<p>15 de maio de 2008</p>
<p>&#8220;Controle o petróleo e você controlará as nações; controle a comida e você controlará as pessoas&#8221; &#8212; Henry Kissinger (1970)</p>
<p>Tenho conhecido esta frase de Kissinger por muitos bons anos. Confesso que até agora não tinha dado a ela muita importância. Mas ela é uma verdade absoluta, quase que um axioma, que pode se tornar uma terrível realidade.</p>
<p><em>A crise alimentar é real</em>. O preço dos alientos sobre cada vez mais. As reservas caem. O mesmo acontece com o petróleo, o que coloca muitas nações e povos que não produzem comida ou petróleo em uma situação desesperadora. Este é o resutado de um conjunto de eventos aleatórios que coincidem em tempo, ou isto é o efeito de uma plano para o domínio mundial?</p>
<p>Se nos guiarmos pelas palavras de Kissinger, nos parece muito mais ser este último. E isto nos leva a nos perguntar outras coisas. Foi a idéia de aumentar a produção de etanol [lançada por George W. Bush em março de 2007] pela utilização de grãos básicos para a alimentação de humanos e de animais também uma coincidência?</p>
<p>É bem conhecido que para se produzir um litro de álcool para os motores ds carros, 1.2 litros de óleo combustível devem ser sacrificados. Em outras palavras, mais combustível do que o combustível produzido. Além do fato de que o etanol tem se tornado um bom negócio para a família Bush e os acólitos de Bush, e as oligarquias de vários países, este não é um meio de provocar uma maior falta de alimentos?</p>
<p>Será por acaso que as grandes corporações que comerciam alimentos e muitos investidores estejam especulando com o preço dos grãos, sabendo que esta especulação pode levar a morte de milhões de seres humanos? <em>Segundo a ONU, a cada cinco segundos uma criança morre de fome ou de doenças relacionadas à fome. </em></p>
<p>Foi uma pura coincidência que o FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial de Comércio promoveram no chamado Terceiro Mundo a produção de comida para exportação, ao invés de garantir a produção de plantações que possam garantir comida às pessoas que as desenvolvem? De qualquer modo, eles deixam as nações mais pobres à mercê dos preços do mercado mundial.</p>
<p>No presente, 78 nações na Ásia, África, América Latina e Caribe tem um déficit em suas cestas básicas de alimentos, como resultado do alto preço dos alimentos e do abandono das plantações tradicionais. Em 37 destas nações a situação é particularmente difícil. Já tem havido manifestações e saques em lojas de alimentos e supermercados. Também repressão e morte. Você não pode nunca esquecer que a fome é o pior conselheiro.</p>
<p>Alguns países tem racionado o arroz, outros o milho e o trigo. Os grandes produtores asiáticos de arroz, tais como a Tailândia e o Vietnã, tem reduzido suas exportações para garantir o consumo doméstico. Aproximadamente 43% da produção de milho é usada para a alimentação de animais. <strong>Os especialistas dizem que aproximadamente 20% da colheita mundial de milho será usada para a produção de etanol</strong>. O que irá sobrar para os seres humanos?</p>
<p>Isto tudo é apenas um caso fortuito ou faz parte de um plano para o domínio mundial por meio da <strong>fome</strong>? O arroz é o alimento básico de três bilhões de pessoas. O trigo o é para centenas de milhões. No Peru, o Exército está fazendo pão de batata para tentar reduzir a demanda pelo trigo entre a população. No Haiti, uma mistura de lodo, sal e óleo vegetal é o alimento básico de centenas de milhares de pessoas. O lodo não é grátis. Ela custa 5 centavos um biscoito e causa dor abdominal e contém parasitas e outras doenças. O Haiti, um dos países mais pobres do mundo, produzia quase todo arroz que ele precisa antes das regras neoliberais do FMI e do Banco Mundial que lhe foram impostas. A cada ano, ele precisa de 400 mil toneladas e produz por volta de apenas 40 mil; o resto tem que ser importado. Aos preços atuais, não é surpresa que as pessoas tenham que comer biscoitos de lodo.</p>
<p>Os grandes produtores de alimentos, tais como os Estados Unidos e a União Européia, juntamente com o Brasil de Lula, dizem que a falta de grãos é causada por um aumento no consumo na China, Índia e outros países asiáticos. Sem dúvida, isto causa um ligeiro aumento dos preços. Se então assim o é, porque utilizar grãos para produzir etanol? Eles são alimentos que estão sendo negados a milhões de pessoas.</p>
<p>É verdade que os preços do petróleo cru também afetam o custo da produção e do transportte dos alimentos. Mas a quem culpar pelo fato que a instabilidade dos mercados &#8211; derivada da situação no Iraque, as ameaças a Venezuela e um possível ataque ao Irã &#8211; levam a especulação? Que país com menos de 5% da população mundial consume diariamente 25% do petróleo cru produzido no mundo?</p>
<p>Se o Irã for atacado o preço do petróleo cru poderia subir a 200 dólares o barril, um preço insustentável até mesmo para as economias mais desenvolvidas; uma verdadeira tragédia para as economias mais pobres. Alguns países, tal como a República Dominicana, Nicarágua, Honruras e El Salvador já estão vivenciando sérias dificuldades com combustível e alimentos, a despeito da ajuda altruísta fornecida pelo governo da Venezuela.</p>
<p>O recente &#8220;Encontro Alimentar&#8221; realizado em Manágua, reuniu governos da &#8220;Alternativa Bolivariana para as Américas &#8221; [ALBA] e teve a presença de representantes de doze países, incluindo alguns presidentes, e foi destinada a unir os esforços para enfrentar a crise alimentar que cerca a humanidade.</p>
<p>Para a maioria dos participantes, a essência da <strong>crise alimentar</strong> reside na distribuição desigual da riqueza mundial e, acima de tudo, no modelo econômico neoliberal imposto por alguns países desenvolvidos ao resto do mundo nos últimos vinte anos. Com certeza, nem todo mundo concordou. O Presidente Oscar Arias da Costa Rica se distanciou do documento porque ele é um devoto do &#8220;livre comércio&#8221;. México e El Salvador também se distanciaram de um conjunto de propostas feitas pela delegação venezuelana que terminou em um adendo à Declaração Final.</p>
<p>Entre as propostas venezuelanas estava a a idéia de criar um banco de produtos agrícolas o que reduziria os custos dos pequenos e médios produtores e destinar 100 milhões de dólares através do Banco de ALBA para financiar projetos agricolas. Também, criar um plano dentro da PetroCaribe para financiar a produção de alimentos.</p>
<p>Até agora, a consciência tem sido despertada sobre a gravidade da situação alimentar e as medidas urgentes que precisam serem tomadas para impedir que os <em>alimentos se tornem uma arma de guerra</em>, ao menos na América Latina. De fato, a comida já é uma arma em muitas partes do mundo.</p>
<p>Em qualquer caso, preste atenção nas grandes corporações que produzem e comerciam alimentos. Preste atenção nas corporações que produzem <strong>sementes transgênicas</strong>, que estão impondo seus produtos pelo mundo, em detrimento das variedades naturais. Eles já estão presentes em muitos países na América Latina e no Caribe.</p>
<p>As<strong> sementes transgênicas</strong> fazem o fazendeiro totalmente dependente da corporação transnacional que as produzem, ele deve comprar as sementes, os fertilizantes e os inseticidas. Na Índia, 150.000 fazendeiros de algodão tem cometido suicído porque não puderam pagar suas dívidas com estas transnacionais.</p>
<p>As transnacionais estão no comando da dominar o suprimento de alimentos e, por extensão,como propôs Henry Kissinger, o domínio das pessoas. Em um documento secreto chamado Estudo de Segurança Nacional Memorando 200 (NSSM 200), Kissinger criou um plano de ação para a população mundial, destinado a controla-la e a reduzi-la em centenas de milhões de pessoas usando uma política de alimentos.</p>
<p>Kissinger queria reorganizar o mercado mundial de alimentos, destruir a agricultura familiar e substitui-la por grandes fazendas e fábricas dirigidas por transnacionais do agronegócio. Algo assim vem acontecendo desde o início da década de 1990 no México e outros países da América Latina. Você não pensa que é tempo de parar com isso? Deixo a resposta para você.</p>
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		<title>Mistério da Atlântida Revelado</title>
		<link>http://conspireassim.wordpress.com/2009/08/28/misterio-da-atlantida-revelado/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 16:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brancasnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nova Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ATLÂNTIDA]]></category>

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		<description><![CDATA[O MISTÉRIO DA ATLÂNTIDA REVELADO 
JLTRGEN SPANUTH
Públicado em New York em 1956 &#8211; traduzido do original em alemão &#8216;Das entratselte Atlantis&#8217; .
PREFÁCIO
Em provavelmente em nenhum outro campo da história e geografia antiga a pesquisa é tão árida, mas na realidade tão recompensadora, como aquela que lida com o problema da Atlântida. Os mais de vinte [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conspireassim.wordpress.com&blog=3388074&post=319&subd=conspireassim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>O MISTÉRIO DA ATLÂNTIDA REVELADO </strong></p>
<p>JLTRGEN SPANUTH</p>
<p>Públicado em New York em 1956 &#8211; traduzido do original em alemão &#8216;Das entratselte Atlantis&#8217; .</p>
<p>PREFÁCIO</p>
<p>Em provavelmente em nenhum outro campo da história e geografia antiga a pesquisa é tão árida, mas na realidade tão recompensadora, como aquela que lida com o problema da Atlântida. Os mais de vinte mil volumes, e incontáveis artigos, que já tem sido escritos sobre o assunto parecem te-lo coberto completa e exaustivamente. Eminentes eruditos tem repetidamente afirmado terem encontrado uma resposta conclusiva para o enigma e tem dito que nada mais de útil pode ser acrescentado à vasta literatura sobre o assunto; os contribuidores para isto tem frequentemente sido tratados como excêntricos e seus trabalhos descartados como meramente um outro fato a ser cronificado na história da tolice humana. É com certeza verdade que a Atlântida tem atraído a atenção de escritores de ficção e outros sem qualquer declaração de abordagem científica, e investigadores sérios tem sido expostos ao perigo de serem identificados com eles. Não é surpreendente, portanto, que eruditos idôneos tenham hesitado em abordar o problema e tenham deixado o campo amplamente aberto para os excêntricos e Atlantemaníacos. Isto é portanto mais lamentável já que a Atlântida oferece um dos campos mais frutíferos de estudo da história antiga; ela levanta o véu da obscuridade de uma das épocas mais intriganes e cheias de eventos na história do mundo ocidental. A história da Atlântida pode ser comparada a aquela de uma câmara oculta de tesouro na tumba de Tutancamon no Vale dos Reis. Por centenas de anos antiquários e arqueologistas escavaram e exploraram o vale até que parecia impossível que algo novo ou desconhecido restasse a ser descoberto. Quando o Conde de Carnarvon começou suas escavações os especialistas o ridicularizaram porque a tentativa parecia fútil; nenhum empreendimento pareceu ser mais sem esperança. Ainda que nas ruínas e destroços que tem sido examinados tão frequentemente, Carnarvon encontrou a entrada para a tumba de Tutancamon, descobriu riquezas fantásticas da câmara do tesouro, e tornou possível ganhar um maravilhoso insight sobre os costumes dos governantes do Egito de mais de três mil anos atrás. E assim é com a Atlântida.</p>
<p>O tesouro dentro da história tem estado enterrado sobre os destroços das más concepções, tolices e fantasias, o peso morto do preconceito e do ceticismo, e as ruínas da datação errada e identificações falhas que tem se acumulado ao redor da história em 2500 anos desde que Solon a primeiro ouviu no Egito. O ridículo dos especialistas cai sobre qualquer um que tenta escavar sob os destroços de séculos. Mas quando é encontrado o caminho certo para o entendimento apropriado da história, isto leva a uma casa de tesouro que nos habilita a um amplo conhecimento e a um profundo entendimento da vida, pensamento, lutas e sofrimentos de nossos ancestrais mais de 3000 anos atrás; fica aberto para nós uma das maiores e mais momentosas épocas na história do mundo. A chave para o entendimento apropriado da história da Atlântida reside no arranjo correto dos eventos que são descritos em uma sequência cronólogica e segundo sua autenticidade histórica. Esta abordagem é seguida na Seção Um. Na Seção Dois é feita uma tentativa de revelar o tesouro oculto da história; a posição geográfica das Ilhas Reais, bem como a extensão e a organização do reino Atlante, é estabelecido, e a autenticidade da informação contida na história relativa a vida e aos costumes, cultura e crenças, e riqueza e poder dos Atlantes é testado contra nosso conhecimento atual daquela idade. Na Seção Três será encontrado uma narrativa do que Homero, o maior poeta de todos os tempos, tem escrito sobre os Atlantes e da história deste confiavelmente preservador da história antiga que tem chegado até nós. Finalmente há um relato da redescoberta da Atlântida no verão de 1952 e uma transplantação da narrativa de Platão da Atlântida nos Diálogos de Timreus e de Critias. Por tudo isto nos tornamos relacionados com pessoas que alcançaram grandeza, sofreram desesperadamente, e ainda planejaram até mesmo coisas maiores. É esperado que esta contribuição encoraje os eruditos em seus ramos relevantes de ciências a se devotarem a renovar o estudo tristemente negligenciado da história da Atlântida. A investigação deles traria muitas riquezas e iria tão longe para resolver os problemas ainda não solucionados da história antiga.</p>
<p>SEÇÃO UM</p>
<p>A BASE HISTÓRICA DE LENDA DA ATLÂNTIDA</p>
<p>Platão, o grande filósofo e pensador grego (429-347 AC), tem registrado para nós a história da Atlântida em dois lugares diferentes de seus escritos: nos Diálogos de Timeus e de Crítias. Da origem e substância da história, Platão nos fala deste Solon, legislador e um dos Sete Sábios da Grecia (640-559 AC), que fez uma viagem ao Egito para buscar conhecimento dos tempos antigos. Ele visitou a cidade de Sais, cujos sacerdotes tinham uma reputação inigualável de íntimo conhecimento da história antiga. Lá ele foi recebido com grande gentileza e honras. Os sacerdotes estavam apenas felizes demais em transmitir a ele a informação que eles extrairam de sua vasta coleção de papiros e textos antigos. Solon ficou particularmente impressionado por uma história de coragem épica  que teria se passado em sua própria cidade de Atenas; uma história, disseram a ele, que &#8220;embora pouco conhecida não era menos verdadeira&#8221; Um velho sacerdote de Sais, baseando sua narrativa em velhos textos egípcios, contou como um grande exército de pessoas da Atlântida desceu sobre a Europa e Ásia Menor e uniu em um vasto poder todos os territórios sob seu domínio. Estes territórios compreendiam &#8220;muitas ilhas e parte do continente pelo Grande Oceano ao Norte&#8221; e &#8220;as terras mediterrâneas da Líbia ao Egito e da Europa a  Tyrrhenia .&#8221; Este poder combinado do Rei dos povos Atlantes visava o domínio do todos os territórios gregos e egípcios, e de fato, de todos os países do mediterrâneo. Ao repelir este assalto os cidadãos atenienses provaram sua bravura e coragem. Atenas se colocou a frente dos estados gregos ameaçados e eventualmente, na medida em que um estado após outro caia diante dos invasores, ela continuou a lutar sozinha e preservou sua liberdade. Esta luta heróica também aliviou os egípcios, que tinham sido duramente pressionados pelos exércitos invasores, mas finalmente foram capazes de repelir os ataques do povo Atlante. As desordens e sofrimentos destes tempos eram acreditados terem sido causados por uma gigantesca catástrotofe natural de impacto universal. Os sacerdotes egípcios lembraram a Solon da história grega de Faeton, filho de Helios, deus do Sol, que entrou na carruagem solar de seu pai e incapaz de manter o curso de seu pai ele queimou e torrou muitos países da Terra no terrível calor de sua passagem. Eventualmente Zeus arremessou Faeton do céu com o ataque de um raio e extinguiu os grandes incêndios com inundações e tempestades. O sacerdote egípcio de Sais admitiu que a história soava como uma fábula, mas ela de fato continha o germe da verdade; algo muito similar aconteceu na realidade. Antes desta idade catastrófica o clima da Terra tinha sido quente e fértil. As montanhas da Grécia eram cobertas por uma marga rica e florestas luxuriantes; em todos os lugares os regatos e riachos forneciam água abundante à terra. Depois das catástrofes o solo, que havia se tornado pó devido ao calor intenso, foi varrido pelas subsequentes inundações, deixando apenas o esqueleto de um país, as rochas e as pedras. Ao mesmo tempo gigantescos terremotos e inundações tornaram a terra natal dos Atlantes inabitável. Atlante, a ilha real do reino atlante, é dito ter sido engolida pela inundação e terremoto em um único dia e noite de terror. Somente um mar de lama permaneceu no lugar da ilha real.</p>
<p>Nos capítulos seguintes da história da Atlântida nos são dadas narrativas detalhadas da exata posição da ilha real, a extensão e poder do reino atlante e muitos outros fatos. Nos é falado que sobre a ilha real, ou Basileia, ficava o castelo dos reis Atlantes e um templo dedicado a Poseidon, o principal deus dos atlantes. Aqui os Atlantes são ditos terem encontrado cobre solido e derretido, bem como um estranho produto natural conhecido como orichalc; que o sacerdote não foi capaz de dizer o que era. Para nós é apenas um nome, mas os atlantes o valorizavam como ouro. Fora do cobre os atlantes trabalhavam com estanho em grande extensão. Eles também conheciam o ferro, mas aparentemente ele era não usado durante festividades cerimoniais. Muitos outros detalhes nos são conhecidos sobre a Atlântida e os atlantes. Segundo Platão, o sacerdote egípcio referiu-se continuamente aos antigos papiros e inscrições egípcias; devemos citar e discutir estes detalhes &#8211; nos capítulos relevantes. Solon teve esta história, que foi originalmente traduzida da linguagem atlante para o egípcio, e daí traduzida para o grego. Ele pretendeu escrever um poema épico baseado nisto, mas a confusão que ele encontrou em Atenas na sua volta evitou que ele completasse seu plano. O poema inacabado da guerra entre Atenas e os Atlantes, a história da própria Atlântida, foi entregue a Critias o Jovem, que a leu para um círculo de amigos na presença de Sócrates e Platão. Platão então escreveu a história sobre a antiga Atenas e os da Atlântida, assim a preservando para a posteridade. A história da Atlântida é, segundo as repetidas avaliações de Platão, o relato exato e fiel das antigas inscrições egípcias e dos papiros coletados pelos sacerdotes em Sais e estudados e contados novamente por Solon. Como Platão ressaltou:&#8221;a história Atlante não é um conto de fadas, mas em cada aspecto é uma história verdadeira&#8221;.</p>
<p>2. ATLÂNTIDA &#8211; FÁBULA OU FATO?</p>
<p>Desde a idade de Platão, a história da Atlântida tem arrebatado um interesse especial de incontáveis pessoas. &#8220;Homens sábios e tolos, excêntricos e poetas, cientistas e filósofos, hereges e sacerdotes&#8221; disse o oceanógrafo sueco Petterson, que tem discutido o problema, se a Atlântida realmente existiu ou foi apenas um ornamento da teoria de Platão da organização social e do Estado  &#8211; um exemplo-modelo inventado como um ponto de comparação entre a Atenas livremente democrática e o Estado todo poderoso. Esta discussão se a história da Atlântida era apenas um conto de fadas ou um valioso registro histórico já havia começado no tempo de Platão. Ele próprio repetidamente avaliou que a história não era uma fábula, mas completamente verdadeira. Em outros lugares ele diz que a história da Atlântida, embora curiosa, é em todos os aspectos uma certeza histórica. Dos deveres heróicos dos atenienses, que vitoriosamente defenderam-se contra os soldados atlantes atacantes, ele ressaltou: &#8220;Este ato bravo, embora pouco conhecido, não obstante aconteceu&#8221;. Nos Diálogos de Critias,   Mnemosyne, a deusa da Lembrança, é evocada para assegurar que todos os detalhes sejam relatados de acordo com os acontecimentos reais. Confiante na veracidade das crenças de Platão, inúmeros eruditos tem tentado resolver o enigma da Atlântida. Segurando Ceram aproximadamente vinte mil livros tem sido escritos desde os dias de Platão sobre o assunto. Braghine e Paul Herrman falam em por volta de vinte e cinco mil. Usando todos os meios possíveis à disposição da humanidade, tem sido feitas tentativas para rasgar o véu do segredo. Sociedades foram fundadas, conferências foram realizadas, e expedições de pesquisa foram equipadas em ordem de realizar a tarefa.</p>
<p>Segundo relatos de jornais, apenas em 1950 três grandes expedições estiveram tentando encontrar a Atlântida. Egerton Sykes acreditou que a ilha afundada estaria nas vizinhanças dos Açores, a mais de 10.000 pés de profundidade, e tentou em vão encontrar traços dela, usando equipamento de radar e cargas profundas. É relatado que um descendente de Tolstoi resolveu procurar perto de Bermudas porque um piloto aéreo americano havia dito ter avistados muros e ruínas de templo no Atlântico Sul durante a última guerra. O francês Henri Lhote equipou uma expedição ao Saara, onde, no deserto pedregoso e sem água de Tanzerouft, ele esperava encontrar a ilha afundada da Atlântida. O erudito e político americano Donelly convocou as marinhas do mundo, para &#8220;ao invés de fazer guerras, realizar um útil trabalho cultural ao procurar pelas relíquias da Atlântida no leito do oceano.&#8221; Quando todas estas pesquisas se provaram infrutíferas, os espiritualistas e teosofistas entraram no campo e ofereceram soluções realmente fantásticas ao problema. Até mesmo bombas foram utilizadas para resolver a questão. Em agosto de 1929, em uma sala da Sorbonne em Paris, duas bombas de gás foram atiradas por um delegado em um congresso da Sociedade para Estudos Atlantes, para refutar rapidamente, efetivamente e sem posterior discussão a opinião de um orador que a Atlântida era para ser identificada na Córsega! Qual tem sido o resultado de tudo isto? Ceram tem escrito que a despeito dos vinte mil volumes que até então tem sido publicados sobre a Atlântida, nenhum tem sido capaz de provar sua existência. É uma pequena maravilha, portanto que tantos eruditos acreditem que a história nada mais seja do que uma ilusão. Até mesmo Aristóteles manteve esta convicção, que tem sido fortemente reforçada em nosso próprio tempo. O sueco Lindskog escreveu que a Atlântida era e é uma ilha lendária, uma criação da imaginação e nada mais. O abade francês Moreux descreve a história atlante como &#8220;pura fantasia&#8221; enquanto que o austríaco Rudolf Noll a chamou de romance utópico a que falta qualquer base histórica. Estes julgamentos fazem com que pareça inútil continuar a pesquisar a história atlante. O veredito da ciência foi dado. Platão tem sido acusado de engano deliberado e toda a pesquisa relativa a Atlântida condenada como uma &#8216;contribuição à tolice humana&#8221;, e todos estes que tem tratado o assunto tem sido denunciados como &#8216;tolos&#8217;, &#8216;atlantomaniacos&#8217; e &#8216;excêntricos&#8217;. Mas os eternos céticos que pronunciaram este julgamento severo tem cumprido sua tarefa de um modo fácil demais. Nenhum dos muitos que descartaram a história atlante como pura fantasia tem até mesmo tentado provar sua avaliação. Platão tem sido denunciado como um charlatão antes que suas declarações sejam até mesmo testadas e seus escritos tem sido julgados como &#8220;livre poesia&#8221;, sem a questão uma vez ter sido proposta se os papiros e inscrições que ele afirmava como a base para seu relato de fato não tenham existido ou possam não existir ainda hoje.</p>
<p>3. SOLON ESTEVE EM SAIS</p>
<p>A declaração de abertura de Platão é a de que Solon esteve em Sais, no Baixo Egito, e ele próprio viu as inscrições e os papiros que continham a história atlante. Os sacerdotes egípcios, que coletaram e estudaram os textos, os traduziram do antigo egípcio e os entregaram a Solon. Esta avaliação é repetida por Platão em muitas formas diferentes.  Brandenstein declara que Platão teve o maior problema para verificar a confiabilidade da história atlante. Para autentica-la, Platão conta como os sacerdotes egípcios adquiriram os papiros, como Solon escreveu a história, pretentendo usa-la como base para um poema, e como o caos que ele encontrou em seu retorno a Atenas evitou que ele completasse o empreendimento. Platão declara, sobretudo: que a história havia sido originalmente traduzida da linguagem atlante para o egípcio e foi somente para Solon novamente traduzida para o grego e ele acrescenta que havia inúmeras provas de sua correição. Ela alcançou Platão por meio de vários intermediários. Não devemos também verificar estas declarações? Não há dúvidas  que de fato Solon foi ao Egito e este fato tem sido confirmado por muitos antigos escritores e cronistas. Ele iniciou sua jornada de dez anos depois que havia dado a Atenas suas leis muito úteis e fez esta viagem com o intuito de coletar informação sobre os tempos pré-históricos. Sua primeira meta era Sais, a residência dos faraós, porque seus sacerdotes haviam reunido e estudado inscrições antigas e textos de seu pais e tinham um profundo conhecimento da história antiga. Não há qualquer dúvida que tudo isto está correto.</p>
<p>Quando Solon viajou ao antigo Egito, Sais, situada na boca do Nilo, logicamente seria a cidade a ser visitada primeiro. Ela também de fato era cidade residência dos farós e Psamtik I (663-609 AC) havia permitido uma colônia de mercadores gregos a quem ele garantiu privilégios especiais para se estabelecrem nas vizinhanças da residência real. No tempo de Solon o faraó Ahmose II (57o-525 AC), mencionado por Platão, reinava em Sais: ele favoreceu os gregos em uma tal extensão que despertou o ciúme dos egípcios. Solon adquiriu de Ahmose várias leis, por exemplo esta: &#8220;a cada ano cada habitante tinha que mostrar ao governante por que meios ele ganhava seu sustento&#8221;. Temos posteriormente que acreditar em Platão quando ele diz que Solon tinha estado em Sais, que ele foi bem recebido e recebeu honras. Os sacerdotes de Sais realmente coletaram e estudaram em detalhes textos históricos, inscrições e papiros, como Platão nos conta nos Diálogos? Novamente devemos confirmar Platão. O estudo intensivo do passado era de fato a principal ocupação dos sacerdotes em Sais nestes dias. Breasted, a grande autoridade na história egípcia, diz que sobre os sacerdotes em Sais em outra ligação: Os escritos e rolos sagrados dos séculos passados eram procurados com grande zelo, e com a poeira das idades que os cobriam eles eram coletados, separados e arrumados. Uma tal educação clássica levou os sacerdotes de volta a um mundo há muito tempo esquecido, cuja sabedoria herdada, como com os chineses e maometanos, formavam as mais altas leis morais. O mundo havia ficado mais velho e com um prazer todo particular eles se ocuparam com esta juventude há muito passada. A era de Sais, com sua contínua referência às condições passadas, tem com justiça sido chamada de uma idade de restauração. Então a declaração de Platão que os sacerdotes em Sais coletavam e estudavam documentos antigos é confirmada por uma das maiores autoridades na história egípcia. Foi lá em Sais, como manteve Platão, que os textos e as inscrições, ou cópias deles, relatavam a grande guerra do povo atlante, as terríveis catástrofes naturais desta época, e a libertação do Egito da matança dos guerreiros atlantes? Proclus, um comentador de Platão, relata que os sacerdotes de Sais mostraram as mesmas inscrições e papiros a Crantor de Soli (330-270 AC), que escreveu o primeiro comentário sobre Timaeus. Elas de fato existiam, e levanta-se a questão se estas inscrições ou ao menos algumas delas, dos incontáveis textos egípcios antigos que tem sido perdidos no curso dos séculos ainda existam hoje alguns.</p>
<p>4. A DATAÇÃO DOS EVENTOS DESCRITOS NA HISTÓRIA DA ATLÂNTIDA</p>
<p>Antes que comecemos a tentar rastrear os antigos textos que descrevem os eventos relatados por Platão devemos primeiro corrigir a datação dos próprios eventos. De nossa solução deste problema &#8211; o mais importante de todos no estudo da Atlântida &#8211; depende o nosso veredito sobre a autenticidade da história; a inteira história se mantém ou cai pela nossa resposta. É muito mais do que estranho que dificilmente algum erudito tenha inquirido a questão da datação ou pensado que isto fosse válido para de determinar a ir mais profundamente. O problema de onde a Atlântida estava situada tem tomado precedência sobre a questão de quando ela foi destruída. Uns poucos eruditos que tem lidado com a datação tem, a despeito dos meios a nossa disposição hoje para a solução de tais problemas, dado respostas realmente ridículas: os eventos descritos a Solon teriam sido ocorridos em quase cada 10 mil anos atrás entre cem mil AC e 500 AC. Se estes são os resultados dos eruditos modernos não é surpreendente então encontrar que a própria datação de Platão &#8211; 8.000 anos antes de Solon &#8211; seja completamente impossível ou, como corretamente diz Knotel, uma completa falta de lógica. Muitas das coisas mencionadas em detalhes na história atlante &#8211; entre outras, os Estados gregos, a cidade de Atenas, um império egípcio, o cobre, o estanho, o primeiro ferro, e carrruagens &#8211; certamente não existiam a 8.000 anos antes de Solon, iato é, em 8.600 AC. Deve haver um erro aqui, talvez um erro na tradução; não podemos aceitar esta datação. Mas felizmente, acrescentando-se a esta má interpretação, a história contém muitas alusões que nos capacitam a datar corretamente os eventos.  Há, por exemplo, a frequente citação que os atlantes tinham uma grande riqueza de cobre e de estanho e foram até mesmo os mais iniciais usuários do ferro. Uma raça que possuia cobre e estanho de fato viveu na Idade de Bronze, por volta de 2000 a 1000 AC. Se, como tem sido dito, os instrumentos de ferro já eram conhecidos na Atlântida, então a ilha deve ter existido no fim da Idade do Bronze, ao tempo quando o ferro apareceu pela primeira vez. A questão do uso dos primeiros instrumentos ou implementos de ferro tem sido estreitamente investigada pela bem conhecida autoridade em metalurgia pré-histórica, Wilhelm Witter. O exaustivo exame de Witter de achados arqueológicos o levou a conclusão definitiva que os primeiros implementos de ferro feitos por mãos humanas vieram com a invasão dos povos do mar ao Norte, que varreram como um furacão os países mediterrâneos pelo fim do século treza AC. Segundo  Witter, ao menos alguns povos do Norte devem ter dominado as técnicas do ferro antes que eles começassem a grande migração.</p>
<p>Se, como mantém Platão,a história da Atlântida é em cada aspecto historicamente um relato confiável e acurado, então os eventos que ele descreve devem ter ocorrido perto do fim do século treze AC, ao tempo da introdução do ferro, quando o cobre e o estanho ainda eram amplamente utilizados. Talvez Olaf Rudbeck (1630-1703) estivesse certo ao presumir que tenha havido um erro de tradução, que devemos pensar não em 8.000 anos mais em 8.000 meses entre a queda da Atlântida e a ida de Solon ao Egito. Se assim tiver ocorrido, a queda da Atlântida deve ter ocorrido por volta de 1200 AC. Esta presunção do historiador sueco nos leva ao tempo exato em que a Atlântida deve ter perecido. O ano egípcio era de doze meses, e oito mil &#8216;meses&#8217; são portanto 666 anos. Se subtrairmos estes 666 anos da data da viagem de Solon ao Egito [560 AC] chegaremos ao ano 1226 AC e este ano foi talvez o do início da datástrofe da Atlântida. Este foi o ano em que os líbios, expulsos de seus lares por terríveis desastres naturais, atacaram o faraó Merneptah; em quase exatamente 1200 AC, o povo do Mediterrâneo Norte alcançou a Grécia, chegando à fronteira egípcia em 1195 AC. Podemos facilmente imaginar que o povo do Norte &#8211; como os Cimbrianos e os Teutons mil anos depois &#8211; esteve em movimento por vinte ou trinta anos, até que foi finalmente detido por Ramses III em 1195 AC. Há, de fato, muito a ser dito sobre a crença de Rudbeck que Solon entendeu mal os sacerdotes egípcios e que o início das catástrofes e guerras descritas na história da Atlântida tinham que ser colocadas em 8.000 meses antes de Solon.  Rudbeck e muitos outros eruditos depois dele tem ressaltado que os longos períodos de vida registrados no Geneses são o resultado da mesma confusão entre o antigo cálculo oriental em meses e os mais modernos cálculos em anos. Todas as idades dadas, portanto, devem ser divididas por doze. Deste modo Adão não teria 930 anos, mas 77. Seth não teria 912 anos, mas 76.  Mahalaleel não teria 895 mas 74 anos, Jared não teria 962 mas 80 anos e Matusalém não teria 969 mas 81 anos e Lamech não teria 777 mas 64 anos .Até mesmo hoje os egípcios calculam o tempo em meses. O Rei Farouk escreve em suas memórias : &#8220;Nosso calendário é contado por meses, e não como o calendário Gregoriano na maioria dos países ocidentais por um ano de 365 dias&#8221;.</p>
<p>5. TEXTOS E INSCRIÇÕES CONTEMPORANEAS RELACIONADAS À HISTORIA</p>
<p>Anteriormente levantamos a questão se alguns textos aos quais se referiam os sacerdotes de Sais e que foram vistos por Solon e por Crantor, podem não mais existir hoje. Temos estabelecido que todos os eventos descritos na história da Atlântida devem ter ocorrido ao tempo do uso mais inicial do ferro, no fim do século treze AC, e permanece a descobrir se existe qualquer inscrição ou papiro deste tempo que confirme as declarações da história. De fato bem um número de tais textos são conhecidos:<br />
- 1 &#8211; Inscrições por volta do tempo do faraó Merneptah (1232-1214 AC), entre elas o Grande Tablete de Karnak e a Estela de Athribis .<br />
- 2 &#8211; As incrições e pinturas na parede no templo de Ramses III (1200-1168 AC) em Medinet Habu, onde milhares de jardas quadradas de inscrições históricas e relevos estão gravados nas paredes e colunas.<br />
- 3 &#8211; O Papiro Harris, o texto mais compreensivo que nos foi preservado do antigo Oriente.Ele é um rolo de papiro que tem cem pés de comprimento e que foi escrito como um tipo de relatório do governo de Ramses III.<br />
- 4 &#8211; O Papiro Ipuwer, no qual uma testemunha ocular das terríveis catástrofes no Egito se queixa veementemente que estes infortúnios foram trazidos pelo faraó. O Papiro Ipuwer tem sido datado por Erman por volta de 2500 AC, mas a data está errada. O papiro menciona o bronze e então só pode ter se originado na Idade do Bronze. Ele também alude a &#8220;Terra de Keftyew,&#8221; que não aparece até depois da 18a. dinastia, 1580 a 1350 AC. Sobretudo, sua descrição das catástrofes naturais e da invasão de raças estranhas no delta do Nilo concorda em grande extensão com aquelas de Medinet Habu e a do Papiro Harris, o que prova que o Papiro  Ipuwer se originou no mesmo tempo destes textos; isto é, por volta de 1200 AC.<br />
- 5 &#8211; As fontes do Velho Testamento, particularmente do Exodus, também terão que ser consultadas. Elas contém o que pode ser mostrado por comparação com os outros textos originais serem as descrições fiéis da época. O Exodus descreve a Migração dos Filhos de Israel do Egito e as terríveis pragas que tornaram esta migração possível. Este evento aconteceu entre 1232 e 1200 AC. Em Exodus I, é relatado que os Filhos de Israel foram forçados durante sua escravidão a construir os centros de Pithom e Ramses como locais de armazenamento. Estas cidades foram construídas por Ramses II (1298-1232 AC). Pithom no Wadi Tumilat, que é o portal natural do Egito para quem vem da Ásia e foi construído como uma cidade fortaleza, enquanto Ramses, ou &#8220;a Casa de Ramses,&#8221; foi construída no delta do Nilo como uma nova residência para o faraó de quem recebeu o nome. Este mesmo Ramses II, construtor de Pithom e Ramses, era também o hebraico &#8220;Faraó da Opressão&#8221;. Segundo o Exodus II, 23, este faraó morreu antes da migração dos israelitas e a erupção das grandes aflições conhecidas como &#8216;as dez pragas do Egito&#8217;. O faraó ao tempo do êxodo deve portanto ter sido um sucessor de Ramses II. Mas quando Ramses III ascendeu ao trono no ano de 1200 AC o Egito já era um Estado em completa devastação. As catástrofes naturais descitas no Exodus devem portanto ter ocorrido entre 1232 e 1200 AC; hoje geralmente elas são assumidas terem começado por volta de 1220 AC, o que parece estar correto. O    Exodus, então, registra os mesmos desastres daqueles descritos em outras inscrições e papiros listados acima e na história da Atlântida.<br />
- 6 &#8211; Temos a acrescentar a estas fontes contemporaneas muita informação adicional obtida por nós de antigos poetas e escritores de uma idade posterior. Como esta informação não pode ser seguramente datada a devemos citar apenas em casos excepcionais.<br />
- 7 &#8211; Além disso há muita evidência arqueológica que, reunida com os inúmeros achados da ciência natural, impressivamente confirma as declarações das inscrições contemporaneas e da história da Atlântida.</p>
<p>6.AS CATÁSTROFES NATURAIS OCORRIDAS POR VOLTA DE  1200 AC</p>
<p>As principais objeções dos críticos à história da Atlântida sempre tem sido destinadas a narrativa de Platão das extensas catástrofes naturais ditas terem afligido o mundo inteiro ao tempo da queda da Atlântida, e terem causado as grandes guerras do povo atlante. Este relato tem sido rotulado como &#8216;pura invenção&#8217; de Platão em uma tentativa de tornar mais plausível sua &#8220;especulação cosmológica&#8221;. Uma tal suspeita é completamente compreensível porque Platão fala de catástrofes tão inigualáveis que sua negativa como pura invenção parece apenas justificável demais. Segundo Platão, os sacerdotes de Sais disseram a Solon que naquele tempo a terra foi ressecada e torrada em uma extensão que supera a imaginação; grandes incendios destruiram muitas terras e florestas, os terremotos alabalaram o mundo e causaram uma destruição enorme, muitos rios e regatos secaram e a ilha real da Atlântida foi engolfada pelo mar. Finalmente grandes inundações e tempestades tropicais se acrescentaram ao caos. Assim, em um fantástico rodamoinho de catástrofes terríveis, uma idade não usualmente favorável e frutífera seguiu uma de clima muito mais severo e estéril. Estas declarações correspondem aos fatos? Por volta do século treze AC aconteceu algum desastre universal ou os críticos estão corretos ao acusarem Platão de romantizar?  (a) a dessecação e o grande fogo. Os documentos contemporâneos declaram com certeza que tais catástrofes de fato ocorreram por volta do século treze AC. Uma fonte diz sobre a dessecação e o grande incendio: &#8220;Uma terrivel tocha arremessou chamas do céu para procurar as almas dos libios e destruir a tribo deles&#8221;. Edgerton explica que um raio do céu tinha afligido os libios e destruido a tribo deles. Detalhes similares podem ser encontrados em outros lugares. &#8220;O calor queimou como uma chama sobre a terra deles. Seus ossos queimaram e derreteram em suas pernas&#8221;.  &#8220;O calor em sua terra queimou como o fogo de um forno&#8221;. E a respeito do povo do Norte: &#8220;Suas florestas e pessoas foram destruidas pelo fogo&#8221;. &#8220;Diante deles alastrou-se um mar de chamas&#8221;.</p>
<p>Repetidamente encontramos registrado que os inimigos do Egito foram queimados ou afligidos por um grande incendio. Mas o Egito também sofreu. Uma testemunha ocular tem relatado que as paredes, portais e colunas foram destruídas pelas chamas, o céu estava em caos, nem fruto ou alimento podia ser encontrado, em um único dia tudo foi destruído e a terra ficou seca como cera cortada. No Exodus lemos: &#8220;O Senhor enviou o trovão e o granizo e o fogo correu sobre o solo, e o Senhor fez chover granizo sobre a terra do Egito. Então houve granizo e fogo misturado com o granizo, muito doloroso, tal como nada como isto na terra do Egito desde que ela se tornou uma nação&#8221;. Ovidio escreveu em &#8216;Metamorfoses&#8217;, em toda probabilidade baseando sua narrativa em confiáveis fontes antigas: &#8220;A terra estava incendiada, as montanhas se elevaram, e grandes brechas apareceram; os rios secaram; grandes cidades desapareceram com todos seus habitantes e enormes erupções de fogos transformaram seres humanos em cinzas&#8221;. Cada frase desta descrição pode ser confirmada por fontes contemporaneas ou outras fontes históricas. Certamente é verdadeiro  que nas últimas décadas do século treze AC a Libia tornou-se um deserto. Durante a Idade de Bronze isto era, como grandes áreas do Saara, uma terra fértil e cheia de água. Incontáveis desenhos nas rochas de rebanhos de gado, carros puxados a cavalos, peixes e barcos tem sido encontrados em lugares onde hoje nem até mesmo um camelo pode sobreviver. Numerosos cemitérios datando das eras iniciais de Pedra e de Bronze e outros achados arqueológicos encontram prova que o país uma vez foi populoso e altamente fértil. Mas por volta de 1200 AC a Líbia se tornou torrada, e seu povo buscou refúgio no delta do Nilo. O velho sacerdote de Sais que falou com Solon sobre estas catástrofes estava provavelmente correto ao dizer: &#8220;Por aquele tempo os rios e lagos da Líbia, alimentados do Saara Central e Sul, secaram, o Nilo continuou a fluir pelo derretimento dos glaciais a 15.000 pés das montanhas onde ele tinha sua fonte.&#8221;</p>
<p>Mas a prova mais impressionante da dessecação catastrófica de por volta de 1200 AC vem dos mal denominados &#8216;habitantes dos lagos&#8217; da Europa. Restos de assentamentos tem sido encontrados em muitos lagos e rios europeus, embora estejam a uma distância considerável do litoral. Eles datam do período entre 2.000 e 1200 AC. Até recentemente era acreditado que eles fossem restos de residências nos lagos, isto é, casas construídas em palafitas sobre a água. Mas na medida em que o nosso conhecimento dos acampamentos pré históricos foi aumentado pelas escavações arqueológicas,o enigma destas residências no lago tornou-se ainda mais intrigante. Pareceu não haver qualquer propósito em construir um tal tipo extraordinário de acampamento em nosso clima europeu. O erudito alemão 0. Paret atacou este problema sob um novo ângulo e encontrou um número de objeções técnicas às explicações que anteriormente tem sido oferecidas. Ele chegou à conlusão que os &#8216;habitantes no lago&#8217; cujos postes eram encontrados nos lagos, rios e pântanos da Europa de fato não eram afinal habitações em lagos, mas acampamentos construídos em solo firme. Sendo assim, o fato de que estes restos tenham sido encontrados tão longe nas águas pode apenas significar que ao tempo da ereção o nível da água estava quinze pés mais baixo do que hoje. Todos estes acampamentos tem sido construídos às margens da água durante o tempo da seca e tinham sido inundados e evacuados quando os lagos e rios se elevaram novamente. Desde que isto se aplica a todas as habitações de lago pela Europa Central e do Norte a causa deve ter sido uma catástrofe geral, não uma local, começando com extensa seca e terminando com inundações enormes. O nome &#8216;habitações do lago&#8217; foi um ero enorme e uma disseminação que os desastres naturais devem ser vistos como fatos históricos provados. Estas &#8216;habitações do lago&#8217; tem sido encontradas datarem de apenas o tempo das duas grandes idades da seca por volta de 2.000 a 1200 AC. Paret foi capaz de avaliar que a seca de 1200 AC foi muito mais severa e disseminada do que aquela de 2.000 AC. Para ilustrar os eventos daquela era ele nos lembra, como o sacerdote de Sais 2.520 anos antes dele, da maravilhosa história grega de Faeton, que dirigiu a carruagem solar de seu pai ao longo dos caminhos errados e queimou muitos países até que Zeus extinguisse as chamas com grandes tempestades tropicais e inundações. Esta história parece também a Paret uma boa ilustração para as catástrofes naturais que ocorreram por volta de 1.200 AC. Esta inversão climática resultou em uma falta tão grande de alimentos entre as raças do mundo que ela forçou muitas delas a se tornarem canibais. Isto foi instrumental para o movimento das raças na Europa Média e do Sul; isto derrubou as bases de um velho mundo e lançou as bases para um mundo novo. Foi a causa da enchente que determinou o destino do mundo. Todas estas observações e inscrições contemporaneas citadas acima não deixam dúvida que a grande seca relatada pela história da Atlântida e o &#8220;grande fogo&#8221;  de fato aconteceram no tempo afirmado, isto é, na direção do fim do século treze AC. A este ponto também a história de Platão não é pura invenção mas em todos os aspectos uma história verdadeira.  (b) Terremotos e inundações. O mesmo se aplica aos &#8220;gigantescos terremotos e inundações&#8221; relatados por Platão, que sempre tem sido descritos como um produto da grande imaginação do Grego. Em apoio a elas também incontáveis relatos contemporaneos e provas científicas podem ser citadas.</p>
<p>As inscrições em Medinet Habu registram que o país das pessoas do Norte foi destruído, e &#8220;as almas deles expostas a um perigo mortal&#8221;. O Egito fica em completa desolação, suas cidades destruídas, seus habitantes vítimas, da pavorosa catástrofe da natureza. Eusébio, Bispo da Cesareia, relata, com base nos antigos escritos do Exodus, &#8220;Houve granizo e terremoto, e aqueles que fugiam do granizo para dentro das casas eram mortos pelo terremoto, que fez com que todas as casas e a maioria dos templos desabasse&#8221;. Tácito (Annals, iv, 55) diz : &#8221; O povo de Halikatnass me asegura que não tem havido um terremoto em seu país por 1.200 anos&#8221;. Diodoro da Sícilia, que viveu pouco antes de Cristo, escreveu em sua história universal que 1200 anos antes dele o Lago Tritonis na África do Norte desapareceu em um terrível terremoto. Justino o Mártir (165) relata que os fenícios, que avançaram do oriente para a costa do meditrerrâneo no fim do século treze AC, foram expulsos de seu lar original da Assíria. Simultaneamente com os terremotos foram ditos terem havido tempestades tão terríveis que, segundo Ramses III, as ilhas do povo do Norte foram &#8220;arrancadas pela raiz pela tempestade e varridas para sempre&#8221;. A inscrição hieróglifa de  El Arish, que descreve os mesmos desastres, diz: &#8220;O país estava em grande perigo, o infortúnio caiu sobre a terra e houve tumulto na capital. Por nove dias ninguém pôde deixar o palácio. Durante estes nove dias houve uma tempestade tal que nem os homens e nem os deuses [porque aqui provavelmente significasse a família real] puderam ver as faces ao redor deles&#8221;. A Tempestade também foi mencionada no Exodus, que relata qe ela se disseminou do oriente e então mudou para o ocidente: &#8220;E o Senhor enviou um poderoso vento ocidental&#8221;. A ocorrência simultanea de ventos ocidentais poderosos e gigantescos terremotos causou inundações e deslizamentos de terra. Ramses III relatou que o Delta inundou suas costas. Em Exodus é dito sobre isto: &#8220;Vós que soprais o vento, o mar os cobriu [os egípcios] eles afundaram como chumbo nas águas poderosas&#8221;.</p>
<p>Em muitas partes da Grécia há lembretes da inundação Deucalionica em que os escritores gregos dataram de ao mesmo tempo do incendio de Faeton. Eusebio escreveu que a inundação do Deucalião, o fogo de Faeton e o exodus israelita do Egito todos aconteceram ao mesmo tempo, e Augustinus pensava que a inundação do Deucalião fosse contemporanea do exodus de Moisés do Egito. É também muito provável que os numerosos mitos gregos lidando com a enchente Deucalionica sejam um lembrete das inundações gigantescas e tempestades tropicais por volta de 1200 AC. Em Delfos, na boca do Antesterion, sacrifícios especiais foram oferecidos a Apolo em gratidão por sua entrega segura dos ancestrais das pessoas da enchente deucalionica. Nós já temos visto, da evidência dos chamados &#8216;habitantes dos lagos&#8217; os efeitos catastróficos da rápida elevação do nível das águas dos lagos e rios que pode facilmente ser provado. &#8220;Quando os habitantes do lago repentinamente pararam no Lago Constance e nos lagos suiços a razão deve ser encontrada em uma causa bem mais longe&#8221;, diz Paret, Esta &#8220;causa bem mais longe&#8221;, segundo ele, era a grande mudança climática no início da Idade de Ferro, que levou a um rápido aumento no nível da água dos lagos e rios e a inundação dos &#8220;habitantes do lago&#8221;. Estes &#8220;habitantes dos lagos&#8221; do período por volta de 1200 AC são a prova visível que gigantescas tempestades tropicais e inundações descritas na história da Atlântida de fato seguiram a época das secas na metade do século treze AC. Paret nos assegura que as catástrofes climáticas  da idade eram vistas &#8220;na perspectiva correta por Platão. Nas charnecas da Alemanha do Norte, Jonas tem encontrado muitos traços de uma &#8220;zona de umidade&#8221; bem definida que ele data com base nos achados arqueológicos em 1200 AC. Segundo ele a grande maioria das charnecas e crescimento de humus tem crescido no solo seco das idades anteriores depois de uma nova onda de inundações ao tempo por volta de 1100 a 1000 AC. Ao mesmo tempo as grandes mudanças na costa ocidental da península Cimbriana deve ter ocorrido. O Mar do Norte, que até então se estendia tão longe quanto Heligoland, dominou largas estensões de terra e alcançou o que é conhecido como &#8220;Middleback .&#8221; A terra seca saindo do mar foi retorcida e os penhascos foram formados.</p>
<p>Ao mesmo tempo gigantescas &#8220;paredes de praia&#8221; eram despedaçadas pelas ondas e desde modo criaram os &#8221; Doons &#8221; no Marne e o &#8221; Lundner Nehrung,&#8221; um lingua de terra longa e estreita que tem 12 milhas de comprimento e cinco milhas de largura. Estes penhascos e paredes de praia não podem ter se formado anteriormente. Ernst Beckman, que estudou em detalhe este extensão da costa, colocou a data de sua formação &#8220;por volta de virada da Idade de Bronze ou Idade de Ferro&#8221;. Devemos ver mais tarde que antes das catástrofes lá existiu uma grande ilha situada a oeste da costa Holstein, nas vizinhanças de Heligoland. Esta ilha agia como um quebramar para a costa ocidental de Holstein e efetivamente a teria protegido das terríveis devastações reveladas pelos penhascos e paredes da praia. Somente depois que a ilha submergiu foi possivel ao mar destruir uma grande parte da costa. Estes penhascos e paredes de praia não existiam no Idade do Bronze e isto é provado pela completa ausência de achados arqueológicos do período nesta área, rembora haja numerosos na vizinhança imediata de &#8221; Middleback .&#8221; Os achados datam da Idade de Ferro, por outro lado, mostram que as paredes de praia exitiam nesta época, então elas devem terem sido formadas nas catástrofes de por volta de 1200 AC. O gregos mantiveram viva na memória esta catástrofe. Faeton, quando Zeus o atirou do céu por um raio caiu na boca do Eridanus, onde seu corpo foi encontrado e enterrado por suas irmãs, as Heliades. As irmãs foram transformadas em choupos e, ficaram no litoral de Eridanus chorando o irmão. É dito que as lágrimas delas cairam no rio e se transformaram em âmbar, que era lavado para o litoral na ilha de Basiléia no Mar do Norte. Portanto não é sem importância se seguimos Richard Henning, o autor de muitos trabalhos sobre problemas históricos e geográficos que identifica Eridanus como Elba, ou o erudito e escritor alemão Heinar Schilling e o historiador sueco Sven Nilsson, ao identifica-lo o o Eider, porque a boca de ambos os rios ficava naqueles tempos na vizinhança de Heligoland . Textos egípcios antigos contemporaneos acrescentam a evidência dos penhascos e paredes de praia para mostrar que a terrível catástrofe natural deve ter acontecido por volta de 1200 AC. Em onclusão podemos dizer que toda informação dada na história da Atlântida sobre a catástrofe natural mundial de 1200 AC tem sido confirmada na mais completa extensão por numerosas inscrições contemporaneas, por observações arqueologicas e investigações científicas, e por incontáveis histórias mais recentes, das quais apenas umas poucas nós citamos. Quando comparamos as narrativas das inscrições contemporaneas com as histórias de Platão temos que admitir que Platão tem contado sobre estas catástrofes de modo factual e não reticente. Elas foram de muito maior consequência do que o relato de Platão nos leva a acreditar. Elas marcaram o fim da Idade de Bronze que era climaticamente favorável e nos levaram a uma nova época difícil, a Idade de Ferro, que causou as inundações e o fim do destino favorável com as inundações em uma escala mundial.</p>
<p>7. AS EXPEDIÇÕES MILITARES DO POVO ATLANTE</p>
<p>As expedições militares do povo Atlante contra o Egito e a Grécia, relatadas por Platão, tem sem exceção sido descartadas como lendas, do mesmo modo que as catástrofes naturais. Até mesmo eruditos como Adolf Schulten e Wilhelm Brandenstein, que acreditam na &#8220;substância histórica&#8221; da história da Atlântida, ou da lenda atlante, tem tentado descartar as expedições do povo Atlante como &#8220;fingimentos da imaginação&#8221;. Nossas idéias da relação de poder na Idade de Bronze fazem parecer incompreensível que naqueles dias existisse uma tribo que atravessaria a Europa e a Ásia Menor e alcançasse a fronteira Egípcia com a meta de dominar a Grécia, Egito e toda a terra dentro desta faixa. A concepção da unificação da Europa e dos países Mediterrâneos sob um só poder é tão moderna que parece perplexante até mesmo como um vôo de fantasia de Platão, mas que isto deva ter sido concebido a aproximadamente mil anos antes de Platão e quase traduzido em realidade é exatamente impensável para a mente humana. Esta parte da história da Atlântida tem similarmente sido sem qualquer hesitação descartada e até mesmo utilizada como prova da falta de confiabilidade da inteira narrativa de Platão. Mas também aqui as inscrições e os papiros desaprovam os julgamentos apressados dos céticos. Devemos comparar a narrativa de Platão desta campanha militar e do plano &#8220;Pan Europeu&#8221; dos Atlantes com os documentos contemporaneos e mostrar que aqui também ele nada acrescentou, e manteve-se estritamente de acordo com os antigos textos egípcios trazidos por Solon. Os pontos principais da narrativa de Platão da grande expedição militar são estes:</p>
<p>- 1 &#8211; Os povos do reino Atlante se uniram em uma força e resolveram por uma única expedição de guerra para dominar a Grécia e o Egito, bem como toda terra dentro desta extensão.<br />
- 2 &#8211; No curso da expedição o povo Atlante vagou pela Europa e submeteu a inteira Grécia com exceção de Atenas. Eles então invadiram a Ásia Menor e penetraram na fronteira do Egito, que eles ameaçaram, mas foram incapazes de conquistar.<br />
- 3 &#8211; Dos países Mediterrâeos, Líbia, Grécia e Europa até onde vai o Mar Tirreno vieram sob o governo dos reis Atlantes. Estes países então se uniram a grande expedição.<br />
- 4 &#8211; Um grande exército, bem equipado e altamente organizado, forte nas carruagens de guerra e uma frota poderosa estavam a disposição do poder Atlante. Dez reis, conhecidos como &#8220;Os Dez&#8221; comandavam as forças sob o comando supremo do Rei da Atlântida.<br />
- 5 &#8211; A expedição dos Atlantes aconteceu ao tempo das grandes catástrofes naturais. Segundo os resultados obtidos, esta grande expedição deve então ter ocorrido por volta de 1200  AC. É certo que nas décadas por volta de 1200 AC ocorreram eventos que confirmam a história da Atlântida em um grau surpreendente. Estes eventos tem aparecido na história sob o nome de &#8220;Grande Migração&#8221;, &#8220;Migração Doriana&#8221;, &#8220;Migração do Egeu&#8221;, &#8220;Migração Iliriana&#8221;. Elas também tem sido nomeadas, com o nome das raças que desempenharam um papel decisivo nos estágios iniciais da Grande Migração&#8221;, as expedições militares dos povos do mar e do Norte. &#8220;Fora as inscrições contemporaneas que já temos discutido &#8211; que foram descritas por Bilabel como &#8220;documentos do maior valor histórico&#8221; &#8211; os resultados das inúmeras escavações arqueológicas ajudam a lançar luz nesta época decisiva da história européia, e nos habilita a reconstruir o curso dos eventos.</p>
<p>Durante o reinado do faraó Merneptah os líbios e seus aliados irromperam no Egito pelo oeste compelidos pela aridez de seu país a deixarem sua terra natal para esta expedição contra o Egito em busca de alimentos. Eles foram acompanhados por mulheres e crianças líbias. Sob a liderança do Rei Meryey os libios tiveram sucesso em avançar até Menfis e Heliopolis, onde eles estabeleceram assentamento. No quinto ano de seu reinado, em 1227 AC, Merneptah resolveu expusar os invasores e em 3 de Epithi [Abril] a batalha de Perire aconteceu. Depois de seis horas os libios foram derrotados e tiveram que fugir. Um rico botim caiu nas mãos dos vitoriosos.do Faraó, inclusive 9.111 espadas de bronze, de três ou quatro pés de comprimento. O número de mortos deixados no campo de batalha era de 6.359 libios, 2.370 pessoas do Norte, 222  Shekelesh (Sicilianos) e 74 etruscos. Mas embora os libios e povos do Norte unidos sofressem uma séria derrota, eles se levantaram novamente. A batalha de Perire foi apenas o início de uma série de eventos muito maiores e sangrentos; somente uma abertura para uma revolução mundial de extensão sem paralelo. Agora podemos ver pelas medidas que os países do mediterrâneo oriental tomaram que eles viram uma terrível tempestade se aproximando. Na direção do fim do século treze AC os Atenienses eregiram uma grande fortaleza ciclópica e se armaram para sua defesa. Em Mycenx as fortificações foram fortalecidas e ao mesmo tempo foi tomado o cuidado que o suprimento de água para a fortaleza fosse bem assegurado. A fortaleza de Tiryns foi construída e todas as fortificações foram fortalecidas. Na Ásia Menor os Reis Hititas tentaram fortemente fortificar sua capital Boghazkoi e concluir um pacto militar com o Egito para impedir o dia do julgamento. Os faraós trouxeram o país dele a um alto nível de prontidão por um grande programa de rearmamento, pela reconstrução de cidades destruídas pelas catástrofes e por levantar grandes exércitos de mercenários. Por volta de 1200 AC a tempestade que se ameaçava irrompeu. Do Norte grandes exércitos invadiram e ocuparam a inteira Grécia; apenas Atenas aguentou e superou o ataque. O invasor povo do Norte veio por terra, mas eles devem ter vivenciado construtores de barcos e talentosos marinheiros. Segundo a história eles construíram uma poderosa frota em Naupactos no Golfo de Corinto, atravessaram o Peloponeso e destruiram as poderosas frotas Achaic e de Creta. Eles então ocuparam Creta, as ilhas do Mar Egeu e Chipre. É possível que uma grande força do povo do Norte já tinha se voltado da Grécia, atravessado o Bósforo, e destruído Tróia, a Tróia de Homero, que já havia sido destruída oitenta anos antes pelos gregos de Micenas. Uma longa trilha de destruição marcou o curso destas tribos que já haviam seguido a rota por terra, operando aparentemente lado a lado com aqueles que atravessaram o mar da Grécia e Chipre. A Ásia Menor estava agora ocupada e atravessada, a poderosa terra dos Hititas foi destruída e desapareceu quase da face da terra. As escavações mostram que Boghazkoi, a capital Hitita foi saqueada e destruída a despeito de suas esplêndidas fortificações. As contemporaneas inscrições egípcias confirmam os resultados das escavações e descrevem o curso subsequente destas grandes expedições militares.</p>
<p>Ramses III relata &#8220;O povo do Norte tem feito uma conspiração na ilha deles. As ilhas tem sido rasgadas e tem sido levadas pelo vento. As terras dos Hititas, Codos, Carcemistas, Arzawa, Alasia [Chipre] foram destruídas. Eles eregiram o acampamento deles em um lugar em Amor [ao norte da Síria]. Eles destruiram o país e seus habitantes como se eles nunca tivessem existido.&#8221; Aparentemente o povo do Norte reuniu-se em Amor em seu acampamento para o ataque decisivo contra o Egito.  Ramses III ordenou uma mobilização geral. Ele fortificou sua fronteira ao norte, assegurou suas baías, e reuniu seus barcos de guerra de todos os tipos, fortemente armados, e tripulados da proa a popa. Ele ordenou exércitos para equiparem tropas auxiliares. O recrutamento e o equipamento foram dirigidos pelo Príncipe da Coroa. Fora as tropas nativas, negros e soldados da Sardinia também foram alistados. É dito deste exército que os soldados eram os melhores do Egito &#8211; eles eram como leões rugindo nas montanhas. No quinto ano do reinado de Ramses [1195 AC], depois de alguns ataques aparentemente fracos, um ataque em escala completa foi feito contra o Egito, provavelmente baseado em um plano unificado. Os líbios, mais uma vez unidos aos povos do Norte, tentaram ganhar um pé perto da boca do Nilo, e a força principal do inimigo saiu de Amor na direção do Egito. Ramses III e suas tropas se moveram na direção do inimigo. A batalha estava destinada a ser de importância histórica mundial. Pela boa sorte e pelo talentoso emprego de suas forças Ramses III foi capaz de resistir à matança. Centenas de milhares de pessoas do Norte foram mortas ou capturadas. Seus barcos de guerra, alguns dos quais já haviam alcançado a costa, se encontraram diante de uma parede de metal. Eles foram cercados pelas tropas egípcias armadas com lanças, empurrados para a terra seca e cercados. Houve uma tal matança nos barcos que os cadáveres o cobriam de proa a popa. Muitos dos barcos do Norte emborcaram e sua tripulação afogou-se. O povo do Norte que atacava por terra foi cercado e as mulheres e crianças que eles traziam com eles em seus carros de boi foram mortas ou levadas para a escravidão.</p>
<p>Wrescinski, o bem conhecido egiptologista, acredita que a consequência da guerra foi decidida na batalha do mar, porque foi esta que foi descrita em maior detalhe. As pinturas de parede em Medinet Habu mostram claramente que o povo do Norte foi derrotado a despeito de sua superioridade naval. Os barcos deles não tinham remos e confiavam em velas para sua propulsão, mas neste dia fatídico aparentemente não havia vento, e por esta razão os barcos ficaram parados,os lemes deixados sem pessoal e os barcos foram levados pela corrente para fora da costa. As tripulações dos barcos estavam armadas apenas com lanças e espadas, isto é, apenas para o combate próximo, e não havia arqueiros entre eles. Os egípcios, por outro lado, emergiram da boca do rio em barcos rápidos, impulsionados por muitos remos. Eles levavam arco e flechas e foram capazes de cercar e dispor dos infelizes barcos de uma distância segura. Seus remadores e arqueiros dispararam de trás de paredes protetoras compostas dos corpos dos Nortistas capturados e fustigaram os barcos. Quando as tripulações dos barcos inimigos estavam reduzidas em número pelas flechas dos egípcios, os barcos de guerra egípcios se aproximaram, lançaram o combate, ferros na velas abertas dos barcos do Norte, o que os fez emborcar. Suas tripulações saltaram na água, onde a maioria foi morta, somente uns poucos alcançando a costa. Os relevos em Medinet Habu tem preservado para nós cenas tocantes da heróica luta do povo do Norte.  Em um barco, apinhado de nortistas caídos, uns poucos homens ainda continuam a batalha sem esperança; em um outro um guerreiro nortista sustenta um camarada seriamente ferido com seu braço direito e levanta um escudo protetor com o esquerdo. Em um terceiro barco os Nortistas, eles próprios ameaçados até a morte, estão tentando salvar um ferido que flutua na água. Cenas similares da mais alta camaradagem e coragem que desafia a morte do povo do Norte são mostradas no grande relevo da batalha por terra.</p>
<p>Otto Eisfeld, que tem estreitamente estudado a era dos Filisteus e Fenícios está indubitavelmente certo ao dizer: &#8220;As descrições egípcias das batalhas de Ramses III contra os Filisteus mostram um grau notável de coragem desafiadora da morte da parte dos Filisteus.&#8221; [Os Filisteus eram o povo principal entre a coalisão dos povos do Norte e do Mar]. As mãos dos Nortistas mortos ou feridos nas batalhas por terra e por mar eram cortadas, atiradas em uma pilha e contadas. Deste modo era determinado o número exato de baixas. Para as batalhas iniciais o número de mãos cortadas do inimigo caído tinha sido precisamente contado. Por exemplo, depois da batalha perto da fronteira libia entre Ramses III e as forças combinadas libias e Nortistas, 25.215 mãos tinham sido contadas. Mas agora nos é dito que o número de mãos resultantes das batalhas decisivas de 1195 AC, somente eram incontáveis em número, e os prisioneiros tomados eram tão numerosos quanto a areia do mar. Podemos assumir que as expressões indefinidas foram escolhidas porque o número dos caídos ou feridos era muito maior do que nas batalhas anteriores.</p>
<p>ATLANTIDA</p>
<p>O Povo do Mar do Norte na batalha por mar. Um soldado ferido está caindo sobre a borda mas é rapidamente sustentado pelo seu camarada.  (Medinet Habu). Um grande relevo particularmente bem preservado mostra o que aconteceu aos prisioneiros tomados em batalha. Eles eram geralmente amarrados em pares e levados ao campo de prisão onde eles eram forçados a sentarem-se no solo, esperando seu interrogatório. Então eles eram levados separadamente diante dos oficiais egípcios, discerníveis por seus longos aventais, e marcados com o nome de Sua Majestade. Depois eles eram levados diante de um oficial de inteligência e questionados cuidadosamente. As declarações deles sob estes interrogatórios nos foram preservadas por muitos escritores. Os reis e príncipes dos povos do Norte e do mar se tornaram prisioneiros pessoais do Faraó.  Ramses III pessoalmente ressaltou que ele tinha feito prisioneiros os &#8220;dez príncipes&#8221; do povo do Norte e os havia carregado em triunfo.</p>
<p>A vitoria de Ramses III parecia completa, mas era apenas uma vitória de Pirro. Ele tinha dado batalha várias vezes mais, em uma prolongada luta contra o povo do Norte e os Filisteus o que é também mencionado na Bíblia. A luta forçou o Egito a fazer pesados sacrifícios. Ao tempo de Ramses III o Egito ainda estava no auge de seu poder, mas agora ele sofria um período de declínio e sombria estagnação. O povo do Norte assentou-se na antiga provícia egípcia em Amor na Síria, colonizou o país e construiu baías seguras ao longo de sua costa. Por quase duzentos anos eles governaram a Palestina e o Mediterrâneo Oriental, que veio a ser conhecido, como a principal tribo do povo do Norte, como o Mar dos Filisteus. Na aliança com os libios eles finalmente tiveram sucesso em invadir o Egito onde eles estabeleceram um rei de ditadura militar. Em 946 AC um libio, Sheshonk I, usurpou o trono real egípcio. Uma comparação destes eventos, confirmada pelas inscrições contemporaneas e extensa evidência arqueológica, e as declarações da história da Atlântida, mostram que todas as declarações da história concordam com os fatos históricos. Temos mostrado que a história está correta ao registrar que, no início da Idade do Ferro, isto é, na direção do fim do século treze AC, durante um tempo de catástrofes mundiais, um povo poderoso que governava sobre muitas ilhas e países &#8220;perto do Grande Oceano no Norte&#8221; se uniu em uma única força e estabeleceu uma enorme expedição militar para conquistar a Grécia, o Egito e todos os países do Mediterrâneo. Esta expedição de fato penetrou pela Europa e Ásia Menor até o Egito, que foi seriamente ameaçado; a esta expedição estavam unidos os libios e os Tirrenos, os Skekelesh e os Weshesh. O poderoso exército era de fato comandado pelos &#8220;Dez&#8221;, sob o comando supremo do Rei dos Filisteus. Fortes unidades de carruagens de guerra e uma poderosa força naval, que fez apenas uma tentativa na história para invadir o Egito pelo mar, reforçada por um exército por terra. Grandes catástrofes ocorreram antes, que se espalharam por um período de muitos anos. O Egito se salvou do extremo perigo que o ameaaçava e preservou sua liberdade, por apenas uns outros cem ou duzentos anos.</p>
<p>Ramses III escreveu que esta grande força planejava conquistar todas as terras da Terra e de fato chegou muito próxima do sucesso; até mesmo os guerreiros Nortistas capturados, depois de sua pesada derrota nas mãos dos guerreiros de Ramses III, ainda pensavam que o plano teria sucesso. Simplesmente não é possivel que Platão, que não poderia se lembrar destes eventos, ou Solon, que admitiu que ele e nem qualquer outro grego tinha idéia dos acontecimentos, possam ter inventado uma descrição tão historicamente exata como esta. A história da Atlântida frequentemente corresponde palavra por palavra aos textos contemporanos originais, o que faz com que seja altamente provável que os sacerdotes em Sais conheciam estas mesmas inscrições e papiros, e os utilizavam como base para a narrativa deles. A história, portanto, deve ser reconhecida como um relato fatual, historicamente valioso, até mesmo embora ela tem sido universalmente considerada &#8220;pura invenção&#8221;. Platão está correto quando ele afirma que isto de modo algum é um conto de fadas, mas em cada aspecto é uma história verdadeira. Antes que o povo Atlante tivesse atravessado a Ásia Menor e a Síria e alcançado a fronteira do Egito, eles tinham, segundo Platão, tido sucesso em submeter todos os Estados gregos. Apenas Atenas preservou sua independência e liberdade depois de uma luta heróica. As fronteiras do Estado de Atenas são descritas em detalhe, e mostram que a Atica, Oropos e Megara estavam incluidas dentro delas. A repulsa ateniense dos Atlantes tem sido descrita como um exemplo brilhante de grande coragem e defesa talentosa.</p>
<p>Esta parte da história da Atlântida em particular tem sido negado como não histórica pelos eruditos. Schulten, que em geral sustenta a acurácia da substância da história, diz que o episódio revela a verdadeira razão para o ornamento de Platão dos fatos simples da história: ele queria se consolar e aos Atenienses depois dos desastres da guerra do Peloponeso. Outros eruditos tem dito que Platão inventou um conto de fadas para glorificar sua própria cidade Atenas. Mas até mesmo esta parte da história de Platão está completamente de acordo com os fatos históricos e os achados arqueológicos. Antes que os povos do mar e do Norte atravessassem a Ásia Menor, eles invadiram a Grécia, destruiram fortalezas, queimaram cidades, e trouxeram a cultura Micenas a um rápido e violento fim. Há ampla evidência da força esmagadora com a qual o povo do Norte varreu a Grécia. Os historiadores concordam com a grande importância deste evento. Schachermeyer o descreve como uma das mais terríveis catástrofes na história do mundo. Segundo Wiesner, uma tempestade sem paralelo varreu através do Mediterrâneo Oriental. Weber acredita que isto foi nada menos do que uma revolução mundial, sem paralelo na história antiga em sua magnitude e extensão. Paret escreve que isto começou uma grande migração de povos de toda parte Central e Sul da Europa, bem como da Ásia Menor;isto revolucionou o velho mundo e criou a base para um novo. Bachofer tem chamado a isto de uma inundação que determinou o destino do mundo. Não podemos, portanto, simplesmente desmentir estes eventos como mitos inventados ou como contos de fadas históricos para o conforto dos Atenienses. Eles podem ser provados terem acontecido e terem criado a base de uma nova idade para o mundo clássico, ocidental.</p>
<p>Uma coisa surpreendente é que enquanto a Grécia, Creta, Ásia Menor e Síria eram arrasadas até o solo, Atenas e Atica eram deixadas intocadas e não afetadas pelo colapso destes povos. Parece, contudo, que a luta irrompeu entre os Atenienses e o povo do Norte e que os aclives dos fortes da cidade foram evacuados por um tempo pelos habitantes, que buscaram refúgio na Acropolis. Também parece provável que a história do Rei Kodrus, um ancestral de Solon, foi morto na defesa de Atenas, contém um germe de verdade histórica. É certo que os Atenienses emergiram vitoriosos e preservaram sua liberdade do modo que a história descreve. Em uma palestra sobre as escavações em Cerameicos, o grande cemitério antes dos portões de Atenas foi apenas completado no século treze AC. Segundo os achados, linguas e tradições, a Atica não foi imediatamente tocada por isto, mas batalhas de fato aconteceram, e temos que assumir que alguns povos gregos pré Dorianos que foram expulsos do Peloponeso começaram uma migração que continuou pelo fim do século doze AC. Nisto está uma explicação para o fato que em Atenas e em Atica a cerâmica Micenica continuou a ser feita e desenvolvida, muito depois do influxo do povo do Norte ter causado seu desaparecimento no resto da Grécia. Quando consideramos que os povos do mar e do Norte em seu avanço irresistível dominaram o resto da Grécia, Creta e as ilhas do Egeu, é de todo mais surpreendente que neste terrível colapso das terras do sul e do leste Atenas fosse capaz de preservar sua independência. Em conclusão podemos dizer deste episódio da história de Platão que ele corresponde sem dúvida a fatos históricos. É surpreendente, de fato, que Platão não tenha feito mais dos surpreendentes fatos heróicos de sua cidade natal, e que nem Solon e nem Platão reconhecessem que estas eram as batalhas, relatadas na história Ateniense, entre o Rei Kodrus e as hordas que invadiram vindas do Norte. Se Platão estivesse motivado a confortar os Atenienses, ou louvar seus ancestrais, então sem dúvida ele teria criado algo diferente do disponível material histórico. Ele, por exemplo, teria ocultado o fato amargo que um número enorme de guerreiros Atenienses foram engolfados pelos grandes terremotos do período. Quão pouco da narrativa de Platão é parcial é demonstrado pelo fato que sua narrativa, que é suposta glorificar Atenas, lida muito extensamente com a Atlântida. Por esta razão temos chamado a história de &#8220;História da Atlântida&#8221; e não &#8220;História da Antiga Atenas&#8221;. O intento de Platão era claramente não contar uma fábula louvando os Atenienses ou glorificando sua terra natal, mas registrar tão fielmente quanto possível o material tradicional.</p>
<p>8. CONCLUSÕES</p>
<p>Nossa pesquisa da parte questionável da história da Atlântida tem nos levado às seguintes conclusões:<br />
- 1 &#8211; O relato da Atlântida é em seus aspectos principais uma confiável fonte histórica. Como Platão repetidamente avaliou, ela é de fato uma adaptação grega de antigas inscrições e papiros egípcios. Os eventos que ela registra de fato aconteceram por volta de 1200 AC. Alguns dos antigos papiros e inscrições egípcios sobre os quais a história é baseada ainda existem, então somos capazes de comparar a narrativa deles com aquela da história. A comparação mostra que Platão e outras fontes tradicionais [os sacerdotes de Sais, Solon, Critias o Velho e Critias o Jovem] tem fielmente relatado as narrativas dadas nestes textos, e não podem ser culpados de inventarem fábulas e mitos. Se, a despeito disto, mau entendimentos e erros tem aparecido, a razão não pode residir nos antigos sacerdotes terem deliberadamente falsificado o relato, mas simplesmente na dificuldade de tradução e no fato de que em algum lugar na longa cadeia da tradição os enganos são capazes de ocorrer. Os sacerdotes fizeram uma tentativa honesta de transmitir os registros manuseados por eles com sua melhor habilidade e conhecimento. Isto tem sido confirmado por Platão. Eles não merecem amargas queixas e acusações injustas, mas agradecimento e um ouvido atencioso porque eles nos tem dado as narrativas mais antigas e valiosas existentes da história ocidental; o relato das dores de nascimento e inícios da cultura ocidental. Nossa atitude geral em relação ao relato de Platão deve ser uma de confiante aceitação. Somente onde claras provas e fatos inegáveis falam contra certos detalhes de Platão podemos considerar um erro ou mau entendimento na tradicional fonte. Um julgamente apressado e sem justificativa está aqui, como em outros lugares, muito não justificado.<br />
- 2 &#8211; A segunda conclusão que podemos obter com base na nossa pesquisa é que os Atlantes da história são idênticos aos povos do mar e do Norte das inscrições e papiros de Ramses III. O nosso conhecimento destes povos dos textos contemporaneos, sustentados pelas extensas escavações arqueológicas, está completamente de acordo com o relatado sobre os Atlantes. Aprendemos de ambos que o lar deles era nas ilhas e terras do Oceano Mundial ao Norte; que a terra deles foi varrida pela tempestade em uma era de terrível seca e grandes incendios e que sua cidade real e seu país pereceram ao mesmo tempo. Aprendemos que os Atlantes e os povos do Norte combinaram uma grande expedição militar e que os libios e os Tirrenos se uniram sob eles; que eles foram liderados pelos &#8220;Dez&#8221; que planejaram governar todas as terras, até o fim das terras; que eles conquistaram a Grécia, com exceção de Atenas, bem como a Ásia Menor; que eles atacaram o Egito mas sua séria ameaça foi com sucesso repelida. O relato da Atlântida, como os relevos contemporaneos, mostram que esta grande força incluia poderosos grupos de carruagens e uma poderosa força marítima. Portanto não há dúvida que o termo &#8216;Povo Atlante&#8221; é simplesmente um outro nome, provavelmente um nome local, para os povos do mar e do Norte.<br />
Estas duas conclusões removem os destroços das más concepções e o peso morto do ceticismo não justificado, a datação apressada e as más identificações do valor da história da Atlântida. Eles abrem o caminho para uma câmara de tesouro de rico conhecimento histórico e um perplexante insight da vida e hábitos de um grande povo, vivendo a mais de três mil anos atrás, que foi forçado a deixar seu lar em uma época de terríveis catástrofes.</p>
<p>SEÇÃO DOIS</p>
<p>O LAR DOS ATLANTES [POVOS DO MAR DO NORTE] E A LOCALIZAÇÃO DA ATLÂNTIDA</p>
<p>O eminente filólogo alemão uma vez disse sobre os entusiastas que não cessam sua tentativa de resolver a questão da terra natal dos Atlantes, que somente tolos tentariam uma tal busca. O historia austríaco de arte R. Noll tem descrito esta questão como uma fixação vazia. Mas há outros que não vêem porque seja tolo ou vazio tentar encontrar a terra original de uma raça passada que tem causado tais mudanças revolucionárias na Europa e na Ásia Menor. Afinal, esta raça deve ter tido ser lar em algum lugar antes de serem expulsa na &#8220;Grande Migração&#8221; pelas grandes catástrofes naturais daquela época. A história da Atlântida diz sobre o lar dos Atlantes:<br />
I . Os Atlantes vieram de muitas ilhas e parte do continente pelo Oceano Mundial.<br />
II . Estas ilhas e faixas costeiras eram situadas ao Norte.</p>
<p>A respeito da primeira declaração, vários relatos confimam que muitas ilhas e partes do continente eram habitadas pelos Atlantes e estavam situadas no Oceano Mundial. Até mesmo a repetida declaração que os Atlantes se situavam fora dos Pilares de Hércules apenas ressalta a posição daquela ilha no Oceano Mundial. Em parte alguma no relato ele diz que a Atlântida estava situada a oeste, na vizinhança de, ou nos Pilares de Hércules, como alguns eruditos da Atlântida tem erroneamente traduzido. A declaração &#8220;fora dos Pilares&#8221; não dá qualquer direção da localidade da Atlântida. Os egípcios acreditavam que a terra habitada era na forma de um ovo, e estava cercada por oceanos, o Grande Círculo de Água. Ptah, o Criador do Universo, é mostrado em um antigo desenho egípcio modelando uma forma de ovo da Terra. A noção que o Grande Círculo de Água cerca a terra habitada é muito antiga e aparece já na quinta dinastia  (2650 AC), onde é dito em uma inscrição de pirâmide que o &#8220;grande mar redondo&#8221;, o Grande Círculo de Água, flui ao redor da Terra. Ao Grande Círculo de Água apenas pertencem os Mares Mundiais, não os mares internos no continente, como o Mediterrâneo. O Mediterrâneo era chamado &#8220;Mar Interior&#8221;. Esta noção também é predominante no relato sobre a Atlântida, onde é dito que a Atlântida é situada além dos Pilares de Hércules. O oceano no qual a Atlântida afundou de fato merece o nome &#8220;oceano&#8221; porque o mar dentro dos Pilares de Hércules é apenas uma baía com uma boca estreita. É também evidente demais que o Mar Mundial exterior não é o mesmo que &#8220;o Mar Interior&#8221;, isto é, o Mediterrâneo. As ilhas dos Atlantes portanto devem ser encontradas no Mar Mundial, e não no Mediterrâneo.</p>
<p>A respeito da segunda declaração, os Diálogos de Critias especificam a direção da Atlântida a partir do Egito e da Grécia. É dito que o inteiro território estava situado &#8220;cataborros,&#8221; na direção do norte. A palavra &#8220;cataborros &#8221; tem frequentemente sido traduzida por &#8220;protegida contra o vento norte&#8217;. Isto está errado: &#8220;cats&#8221; significa &#8216;para, na direção de;&#8217; &#8220;cata polin&#8221; significa &#8220;em direção da cidade&#8221;; &#8220;cat&#8217;ouron &#8221; significa &#8220;no ar&#8221; etc. Mas não significa &#8220;protegido contra a cidade&#8221; ou &#8220;contra o ar&#8221;. Cataborros claramente significa &#8220;na direção do vento norte&#8217; e não &#8220;protegido contra o vento norte&#8221;. Devemos portanto colocar a Atlântida ao norte do Egito e da Grécia no Oceano Mundial, como é dito no relato da Atlântida. Os textos contemporaneos completamente concordam com esta localização. Lemos neles sobre o povo do Norte que eles vieram do Grande Círculo de Água do fim da Terra, e que sua ilha natal estava situada no Norte. Estes povos portanto tem sido corretamente chamados de povos do mar, ou &#8220;povos das ilhas dos mares&#8221;. Outras fontes a respeito do lar destes povos confirmam estas declarações. Nas inscrições em Medinet Habu e no Papiro Harris é dito que o povo do Norte veio do fim da terra, ou &#8220;da grande escuridão&#8221;. A primeira declaração, que o povo do Norte veio do fim da Terra, é também confirmada no Velho Testamento e nas tradicionais fontes gregas. Os Filisteus, a principal tribo do povo do Norte, são descritos como descendentes de Jafé, que indubitavelmente é idêntico ao Japetos da mitologia grega. Homero tem relato que o lar de Japetos era o mais distante no fim da terra dos Oceanos. E no Velho Testamento, o povo de Israel, que estava invadindo a Palestina, foi ameaçado no caso de desobediência a Deus com o &#8220;povo do fim da Terra&#8221;, uma clara alusão as vindouras sérias batalhas com os Filisteus. Segundo a tradição grega, Atlas, o primeiro rei dos Atlantes, era o filho mais velho de Japetos.  Atlas também governa &#8220;os fins da Terra&#8221;. Segundo as inscrições contemporaneas e as fábulas tradicionais o lar dos povos do Norte e do mar é portanto situado &#8220;no fim da terra&#8221;. Por esta expressão queria significar o mais longinquo Norte, e não o Oeste, como foi acreditado mais tarde. Com os egípcios, a descrição &#8220;fins da Terra&#8221; era um modo estabelecido de falar das terras bem distantes no Norte. Por trás da descrição do distante Norte reside a antiga noção da Terra global, que a terra era na forma de uma vaca, com seus chifres na direção do Sul e com sua cauda na direção do Norte. Por esta razão os egípcios iniciais descreviam o mais distante sul como &#8220;os chifres da Terra&#8221; e o mais distante Norte como &#8220;a cauda da Terra&#8221;. Este noção da vaca-Terra que é fertilizada pelo &#8220;touro celestial&#8221; tinha em toda probabilidade sido tomada dos povos indo-germanicos. Estranhamente, até mesmo Kepler tem utilizado a imagem da Terra-vaca.</p>
<p>Quando nos antigos escritos a expressão &#8220;fim da Terra&#8221; é usada temos que pensar primariamente em termos do &#8220;mais distante Norte&#8221;. Apenas em tempos mais tarde, como talvez o século IV AC, pode outras direções serem expressadas desta forma. Outras expressões para o mais distante Norte incluem: Fronteiras da Escuridão, Escuridão Unida, Lares da Noite, Fontes da Noite, A mais distante ou profunda escuridão. A noção que a terra da escuridão está situada no distante Norte pode ser atribuida ao conhecimento das longas noites do inverno nórdico. Declarações em Amduat, o Livro da Escuridão, mostram muito claramente que os egípcios procuravam a escuridão, &#8220;a escuridão unida&#8221; apenas no Norte e não em qualquer outra direção. Podemos, portanto, interpretar a declaração que o povo do Norte &#8220;veio da escuridão&#8221; ou &#8220;escapou da escuridão&#8221; como significando que sua origem era no distante Norte. A frase &#8220;nas colunas do céu&#8221; é também descritiva do mais distante Norte. Como a Estrela Polar parece estar apenas em um ponto fixo do céu, a idéia cresceu muito cedo na história do homem que no mais distante Norte erguem-se as colunas sob as quais o céu repousa. Por exemplo, os egípcios acreditavam que os &#8220;deuses carregando o céu viviam no mais distante Norte&#8221;. Similarmente, os gregos queriam dizer o mais distante Norte quando eles diziam que Atlas, o filho de Japetos, de pé diante das moradas da noite, carregava o céu sobre a cabeça curvada e mãos estendidas nos fins da terra. O relato da Atlântida revela em detalhes que os Atlantes não apenas conheciam esta crença na coluna que sustentava o céu, mas realmente acreditavam que a coluna ficava no centro do templo deles. O Velho Testamento confirma que eles acalentavam esta crença até mesmo depois de sua migração do Norte para as terras Mediterrâneas. O nome dado a eles no Velho Testamento foi &#8220;ai Caphtor&#8221;  &#8211; ilha da coluna. Há desenhos das colunas do céu em cerâmicas, e por razões astronômicas  O. S. Reuter firmemente acreditou que o lar do culto da coluna do céu estava no Norte. Quando portanto o povo de Ramses falou &#8220;das fronteiras da escuridão unida, os fins da terra e colunas do céu&#8221; ele está indubitavelmente enfatizando que estes povos originalmente vieram do distante Norte.</p>
<p>2. AS TEORIAS LEVADAS ADIANTE ATÉ O PRESENTE SOBRE A TERRA NATAL DOS POVOS DO NORTE E DO MAR</p>
<p>O historiador iugoslavo Milojcic, em seu livro sobre restos arqueológicos do povo do Norte que invadiu a Grécia em 1200 AC, diz que indubitavelmente o problema mais difícil é estabelecer o ponto inicial da grande migração. Eissfeld diz que a questão flamejante sobre a origem dos povos do Norte ainda não está estabelecida hoje bem como não estava a dois mil anos atrás. Outros eruditos tem também chamado a isto um problema intrigante e ainda não resolvido. As seguintes idéias tem sido levadas adiante sobre a terra natal do povo do Norte e do Mar, ou Filisteus, a principal tribo da coalisão dos povos do Mar e do Norte: O egiptologista alemão Bilabel busca a terra natal do povo do Mar do Norte nas vizinhanças do Sinai ou ao Sul da Síria. Schachermeyr pensa que apenas as terras não cultivadas da Europa e secundariamente as partes bárbaras da Ásia Menor podem ser consideradas como terras natais dos povos em migração. Petrie pensa que estas pessoas podem ter se originado de Creta porque um dos povos do Norte é chamado Sakar, ou Zakar, nas inscrições egípcias, e lá há um lugar chamado Zakro, na costa leste de Creta de onde este povo pode ter vindo. O arqueologista Fimmen pensou que todos estes povos devem ter se originado de ilhas e costas do Mar Egeu. Mas estas tentativas de identificação com conhecidas tribos nacionais são tão numerosas quanto são diversas, e não podemos estar certos de qualquer uma delas. O historiador alemão Wiesner acredita que o ponto de partida da migração dos Filisteus estava situado no território do Danúbio e dos Balcãs. Milojcic assume que a terra natal destes povos esteja na parte norte-leste do que atualmente é a Iugoslávia. Friedrich Wirth diz que estas tribos devem ter uma vez vivido ao norte do grande território do Danúbio.</p>
<p>Schuchhardt, o grande erudito pré-histórico, acredita que a terra natal deles esteja no Meio e no Norte da Alemanha. Herbig, na Silésia e na Alemanha Oriental. Kayser, o diretor do Museu Egípcio em Hildesheim, na Itália ou na Espanha. Mas todas estas crenças conflitam com as contemporaneas inscrições egípcias, o extenso material arqueológico e o curso da migração. No principal os seguintes territórios tem que ser excluidos quando procuramos pela terra natal do povo do Norte.<br />
I . Estes territórios destruídos ou conquistados por eles. Nenhum povo destrói sua própria terra natal.<br />
2. Os territórios situados dentro do continente, longe do mar. O &#8220;Povo do Mar&#8221; ou &#8220;povo das ilhas do mar&#8221; cujas ilhas tem sido varridas pelas tempestades, não pode vir de terra a dentro.<br />
3 . Territórios situados em qualquer outra direção diferente do Norte. Nas inscrições egípcias a origem dos povos &#8220;do Norte&#8221; não teria sido ressaltada tão frequentemente se eles tivessem se originado de outra direção.<br />
4. Territórios que não podem ser incluídos por razões arqueológicas. Muitos restos destes povos tem sido encontrados em partes que eles destruiram ou ocuparam, e não podemos procurar por sua terra natal em partes onde seus restos são estranhos ou desconhecidos.<br />
Por estas razões está basicamente errado procurar a terra natal do povo do Mar do Norte ao redor do Sinai, na Palestina, na Ásia Menor, ou nas Ilhas Bean, em Creta, Grécia ou Macedonia. Numerosas escavações nestas partes tem dado ampla prova que eles tinham sido destruidos pelo invasor povo do Norte por volta de 1200 AC. Milojcic tem portanto ressaltado o ponto que o povo conquistador deve ter seu lar ao norte da linha Macedonia-Trácia-Helesponto. Nos países ao norte desta linha, que tem sido sugeridos como a terra natal do povo do Mar do Norte: Nordeste da Iugoslávia, Hungria, Alemanha Central e do Sul, Silésia e Alemanha Oriental não há ilhas ou Oceano Mundial, e é improvável que um povo tão talentoso em navegação marítima, como o povo do Norte, possa ter vindo destas partes.</p>
<p>A Itália e a Espanha não podem também serem consideradas como lar do povo do Norte, porque as tribos migrantes que se destinavam ao Egito não teriam escolhido se mover através da Macedonia, Ásia Menor e Síria, mas teriam atravessado diretamente o Norte da África para se unir lá com os libios para um ataque contra o Egito. É, sobretudo, certo que o material arqueológico deixado para trás pelo povo do Norte em sua migração não se originou da Itália ou da Espanha. Também a Itália não está situada no Oceano Mundial; a Espanha não está ao norte, mas a oeste do Egito. Portanto todas as teorias estabelecidas a respeito das terras natais do povo do Mar e do Norte estão em contradição com os supramencionados princípios metódicos e devem ser rejeitadas. Somente os territórios que na pré-história são chamados &#8220;partes nórdicas&#8221;, que compreendem o Norte de Hanover, SchleswigHolstein, Dinamatca e Suécia, com Oland e Gotland, podem ser reconhecidos como tendo sido pontos de partida destes povos.</p>
<p>3. EVIDÊNCIA ARQUEOLÓGICA PARA A ORIGEM DOS POVOS DO MAR E DO NORTE, NA ÁREA DO MAR DO NORTE.</p>
<p>Quando as contemporaneas inscrições egípcias e o relato da Atlântida concordaram que o povo do Mar e do Norte, ou Atlantes, se originaram nas ilhas e costas do &#8220;Oceano Mundial&#8221; ao Norte, temos que avaliar se podemos confirmar ou negar estas declarações com base nos restos arqueológicos deste povo. Nas camadas de ruínas no Leste do Mediterrâneo frequentemente encontramos restos que temos atribuido a estes povos. Em algumas regiões dos povos escandinavos foram introduzidas formas e métodos que eram desconhecidos antes de sua chegada. Os relevos egípcios nos dão a informação necessária sobre as caraterísticas do povo do Norte. Este extenso material agora será investigado para determinar se ele se originou da área do presente Mar do Norte. Tão cedo quanto 1870 o arqueologista A. Konze avaliou em um estudo detalhado de cerâmicas que apareceram depois da destruição da cultura Micenica nas partes Sul-Leste que há um inegável relacionamento entre estas cerâmicas e aquelas dos povos europeus do Norte-Leste. Esta opinião tem sido repetida e nunca tem sido negada. Estas cerâmicas, chamadas &#8220;sub-micenicas&#8221; e &#8220;protogeométricas&#8221; mostram um certo avanço sobre aquela da área nórdica, e algumas vezes traem uma similaridade à desaparecida arte micenica, porque alguns dos ceramistas achaeicos continuaram a trabalhar para seus novos mestres.  Friedrich Wirth coletou o material arqueológico em 1938 e declarou que a origem nórdica do povo do Norte está portanto firmemente estabelecida. Podemos confirmar a avaliação de Wirth por um curta observação. Nas camadas de ruínas, ou cavernas que eram postas em 1200 AC, repetidamente encontramos travas de espadas, pontas de lança como chamas e saliências arredondadas de escudos; estas armas que também são mostradas nos relevos contemporaneos do povo do Mar e do Norte. Wiesner chama estas armas de caraterísticas novas formas da Grande Migração.</p>
<p>Kossina, o erudito alemão em pré-história, fala destas travas de espadas que elas bem podiam ser encontradas na Pomerânia e Holstein (Norte da Alemanha). Behn é de opinião que as travas das espadas de bronze de uma forma nórdica que eram encontradas no Egito foram levadas por mercenários germânicos nas forças egípcias. Como estas armas foram primeiramente encontradas nas camadas de ruínas datadas de por volta de 1200 AC e naquele tempo os mercenários germânicos combateram ao lado dos egípcios, elas apenas podem terem sido trazidas para a área sudeste pelas hordas de soldados nórdicos e não por mercadores ou mercenários. A espada com trava é encontrada em vastas quantidades nas partes Nórdicas no século treze AC, um fato que tem sido confirmado por Sprockhoff, o maior especialista sobre estas espadas. Segundo ele o uso extensivo das espadas com travo germânicas é uma prova da extensão da área de colonização germânica. As pontas de lança em forma de chama que eram frequentemente encontradas nas camadas de ruínas de por volta de 1200 AC na área sudeste também aparece no quarto período na área Nórdica em grandes quantidades. Entre elas tem sido descoberto especimens que, como as espadas com travo, tem suas contrapartes exatas na área Nórdica e quase parecem se originar do mesmo trabalho de armeiro. Aqui também é importante por razões cronológicas saber que as pontas de lança no formato de chamas eram muito frequentes na área Nórdica nos Períodos I e II, mas estavam ausentes no Período III e reapareceram em suas velhas formas no Período IV. O escudo redondo também, como os levados pelos povos do Norte durante sua invasão da área sudeste, aparece na área Nórdica muito cedo. Sabemos, por exemplo, a apresentação de homens com lanças e escudos redondos no Chifre de Wismar, que Norden, o sueco, especialista em pré-história, atribuiu a base de sua ornamentação na parte posterior do Período II. Numerosos desenhos de guerreiros com escudos redondos são encontrados em relevos de rochas escandinavas, enquanto alguns escudos redondos de bronze da área Nórdica também são conhecidos em seu estado original.</p>
<p>Na Grécia, durante o tempo de Micenas, lá existiu o grande escudo duplo talhado que como a placa da armadura protegia o corpo inteiro, enquanto que os relevos egípcios contemporanos mostram que um longo escudo arqueado era carregado. Fora estas armas, os barcos que eram construídos pelo povo do Norte para seu ataque contra o Egito são uma prova posterior da origem destas pessoas na área do Mar do Norte. Estes barcos, conhecidos por nós nos relevos de Medinet Habu, não tinham sido antes vistos no Mediterrâneo. Eles diferem basicamente de todos os outros tipos de barcos usados até então nesta área. Os barcos do povo do Norte tem em suas popas e proas uma haste de forma inclinada que se eleva decorada por um cisne ou cabeça de dragão. O controle do leme era em direção a popa no convés; as velas, em contraste ao método então usado no Mediterrâneo, eram colocadas sem velas inferiores e poderiam ser seguras sem a ajuda de nós especiais. Era portanto possível levantar rapidamente as velas do deck. A coberta protetora do barco era elevada consideravelmente na proa e na popa, uma borda alta evitava que os mares hostis solapassem o barco e protegiam ao mesmo tempo a tripulação que se sentava atrás. O mastro podia ser colocado e levava no topo uma construção em forma de cesta. Todas estas caraterísticas de construção até então não haviam existido no Mediterrâneo e foram levadas ao Egito pelos povos do Norte. Tipos similares de barcos existem durante a Idade de Bronze apenas nos desenhos Nórdicos nas rochas. O Brandskogenship, por exemplo, é um tipo de barco que é notavelmente como aqueles do povo do Norte, salvo suas velas, que não são mostradas. Herbig diz dos barcos do povo do Mar do Norte nos relevos egípcios que eles primeiramente lembram um dos barcos Nórdicos e os muito posteriores barcos dragão vikings. Ele diz que estes barcos eram estranhos no Mediterrâneo Oriental e tinham sido trazidos de outros lugares. Qualquer um com algum conhecimento de assuntos navegacionais pode ver de uma vez, quando olhando os barcos do povo do Norte, que seus construtores eram experientes em navegação e construção de barcos. Eles tinham construído nestes barcos uma esplêndida arte de alto mar que pode ser considerada como perfeita e ter sido o protótipo dos barcos a vela até o presente dia. Estes barcos e o fato histórico do ataque através do Mediterrâneo são a prova que os povos do Norte eram os mais experientes marinheiros daqueles tempos.</p>
<p>Fora as armas e os barcos, os costumes do povo do Mar do Norte tinham sido desconhecidos no Mediterrâneo. O único paralelo a tais costumes é para ser encontrado na área Nórdica. Nas pinturas de parede de Medinet Habu o povo do Norte veste ou a chamada coroa de lâmina de ataque ou o helmo de chifre. A coroa de lâmina de ataque é sustentada por Herbig ser uma caraterística &#8220;Iliriana&#8221; enquanto que os Filisteus, o principal povo da coalisão do Norte, eram considerados por ele serem &#8220;Ilirianos&#8221;. Mas os Filisteus não eram Ilirianos. Deles em particular as inscrições contemporaneas dizem que eles &#8220;vieram das ilhas&#8221;. Na área Iliriana [Silésia e Alemanha Oriental] não há ilhas. Sobretudo, durante o período em questão o material arqueológico nada revela dos Ilirianos, nem da Grécia ou Ásia Menor. Este tipo de decoração da cabeça não tem sido encontrado na área Iliriana mas nas pinturas Nórdicas das rochas da Idade do Bronze que mostram esta decoração em figuras masculinas. É possível que as chamadas &#8220;coroas de raios&#8221; usadas por algumas figuras masculinas possam ser descritas como coroas de lâminas de ataque. Os capacetes com chifres usados por algumas pessoas do Norte também eram desconhecidos no Mediterrâneo, mas eles estão repetidamente presentes nas imagens nas rochas nórdicas na Idade do Bronze. As roupas mostradas no povo do Norte nos relevos correspondem às roupas usadas durante a Idade do Bronze na área Nórdica. A prinipal vestimenta dos homens era, segundo os contemporaneos relevos egípcios, um avental na altura dos joelhos, mantido por um cinto decorado por um ramalhete ao redor dos quadris e usados com uma parte no ombro. Os aventais dos homens similares a estes eram frequentemente encontrados nas tumbas nórdicas da Idade do Bronze. Alguma das figuras dos homens nos relevos também usam um casaco feito de uma só peça que alcança até o quadril. Estes casacos são também conhecidos apenas na área nórdica e tem sido preservados em caixões de carvalho na Jutlândia datando dos séculos quatorze e quinze AC. Schwantes chama estes casacos nórdicos de uma criação singularmente bela, um obra prima técnica, obviamente o resultado de uma longa tradição de tecelagem. Segundo Schuchhardt estes casacos chegaram à Grécia através da Grande Migração e foram mais tarde amplamente usados sob o nome de &#8220;chlamys&#8221;. Além da vestimenta, o estilo do cabelo do povo do Norte é um sinal de sua origem. Nos relevos egípcios alguns dos guerreiros nórdicos capturados usam uma trança lateral no templo. Segundo Alian, os Reis da Atlântida usavam uma trança lateral como sinal de divindade. Embora não conheçamos um cranio da Idade do Bronze com tais tranças laterais, inúmeros pentes de cabelo encontrados nas tumbas nórdicas desta época mostram que os homens usavam seu cabelo longo e possivelmente com uma trança lateral.</p>
<p>Em uma charneca em Schleswig-Holstein um cranio de homem foi encontrado em 1947 com sua origem no terceiro ou quarto século no qual uma tranç lateral pode ser vista. Tácito relata que os Suábios, que viveram naquele tempo na área nórdica, amarravam seu cabelo sobre a orelha com um nó; isto é chamado pelos romanos &#8220;nodus suebicus,&#8221; ou nó suábio. Muitas imagens germânicas da Idade do Ferro mostram esta trança lateral. Behn pensa que sem dúvida este costuma remonta a idades muito mais antigas. Os membros masculinos da casa real Merovíngia usavam uma trança lateral como sinal de realeza ainda na Idade Média. Todos os guerreiros do povo do Mar do Norte são mostrados nos murais egípcios como de barba feita. As máscaras de ouro micenicas mostram que os homens gregos no período micenico usavam barbas. Na área nórdica tem sido encontradas navalhas nas tumbas tão cedo quanto no Período II. Estes achados são mais frequentes nos Períodos III e IV e confirmam as imagens nos relevos egípcios. Novos costumes de enterro e funeral alcançaram o Mediterrâneo Oriental através da Grande Migração. Na Ásia Menor, nas ilhas do Egeu, especialmente em Creta, e menos frequentemente, no continente grego, o enterro dos cadáveres era prevalente. Este procedimento é mais notável já que ao tempo de 1200 AC na inteira área da Egéia, Síria, Mesopotamia e Ásia Menor apenas os ritos funerários eram costumeiros. O grande monte, que então apareceu no Mediterrâneo Oriental, era desconhecido lá antes de 1200 AC. Na área nórdica, contudo, ele apareceu em períodos muito anteriores. O enterro dos cadáveres era disseminado ao tempo da migração da área nórdica, durante o quarto período. Schuchhardt tem ressaltado que uma construção de uma parede de terra que era completamente desconhecida no sul chegou à Grécia com a Grande Migração. As paredes de terra eram eregidas para a proteção dos campos e cidades, e eram equipadas na frente com estacas. Estas paredes de terra existiam apenas na Alemanha pré-histórica. Devemos ouvir que a cidade real da Atlântida era protegida por esta construção &#8220;como um dique nórdico&#8221;. O erudito holandês Van Griffen tem sido capaz de mostrar em sua escavação de montes da Idade do Bronze que esta construção  existiu pela existência dos buracos das estacas, ou dos restos das estacas que ainda são visíveis em nossos dias. Também vale a pena mencionar que um tipo pecular de cavalgada apareceu com a Grande Migração. Um soldado levemente armado e um corredor ambos sentavam-se em um cavalo, o soldado saltando no início da batalha. Os gregos chamaram este novo estilo de cavalgada de &#8220;amigos&#8221;. Segundo o relato da Atlântida, este costume era também prevalente entre os Atlantes e isto foi mais tarde confirmado por Teutons. É certo que o povo do Norte trouxe ferro com eles para o sudeste. Devemos devotar um capítulo para este problema mais tarde, mas devemos ressaltar agora que nem a Grécia, os Balcãs, Hungria, nem a Alemanha Central tinha até então conhecido a técnica da produção do ferro. É impossível para o povo do Norte ter adquirido a metalurgia do ferro ou o talento e experiência necessária para trabalhar o ferro e fazer armas e instrumentos durante a Migração. Ao menos alguns dos povos do Norte devem ter conhecido a técnica do ferro antes de iniciarem a grande jornada. De fato os instrumentos de ferro foram encontrados na área nórdica nos século treze e quatorze AC. O povo do Mar do Norte portanto não adquiriu seu conhecimento do ferro na Ásia Menor, mas o trouxeram com eles de seus lares nórdicos. No relato da Atlântida é afirmado que os Atlantes conheciam o ferro, e isto é confirmado sem dúvida por fatos históricos. O modo pelo qual os povos do Norte são representados nos relevos egípcios ressalta o fato de que eles vieram do Norte. Herbig diz que os artistas egípcios tem desenhado os Filisteus como pessoas de puro tipo nórdico, figuras altas e delgadas, com cranios longos, nariz reto e frontes altas. Schachermeyr diz sobre estes desenhos que eles representavam europeus, até mesmo tipos nórdicos. Tudo portanto, das representações nos relevos egípcios e até os achados arqueológicos deste período, aponta para o fato que estas pessoas de fato se originaram da área do Mar do Norte.</p>
<p>4.A MIGRAÇÃO PODE SER PROVADA?</p>
<p>A questão que agora se eleva é se a migração de consideráveis seções de povos da área nórdica no século doze AC pode ser provada, ou ao menos, feita parecer provável. Antes de levantarmos esta questão devemos ressaltar que o estabelecimento das migrações de argumentos arqueológicos não é de modo algum tão fácil quanto é frequentemente assumido. Wolff confirma isto quando ele diz que é importante que em períodos posteriores, conhecidos por nós através de fontes históricas, tais ocorrências dificilmente possam ser provadas no sentido literal do termo. Apesar de que, portanto, as provas de migrações historicamente conhecidas em períodos posteriores não possam ser sustentadas por meios arqueológicos, podemos ver isto como evidência que esta migração da área Nórdica no fim do século treze AC foi extensa e de grande consequência. Já temos estabelecido nos capítulos anteriores que os povos do Mar do Norte, em seu caminho pela Europa e Ásia Menor até o Egito, deixou para trás armas da Idade do Bronze Nórdica, enquanto que as armas do Período III estavam completamente ausentes. Outros equipamentos do Período III também estavam ausentes, por exemplo, o machado de batalha nórdico, que também desapareceu no norte no Período IV. Segue a isto que a Grande Migração começou no Norte pouco antes de 1200 AC durante o Período IV. Temos portanto que fixar o início do Período IV cinquenta ou cem anos depois. Kossina divide a Idade de Bronze em cinco períodos e datas como se segue:<br />
Período I . .. . . .         2300-1750 AC<br />
Período II, a, b, c . . . . .     1750-1400 AC<br />
Período III, a, b . . . . . .     1400-1150 AC<br />
Período IV . . . &#8230; . . .     1150-1000 AC<br />
Período V . . . . .. . .. . . . 1000- 750 AC<br />
Montelius divide a Idade do Bronze em seis períodos com as seguintes datas AC:<br />
Periodo I . . .     1800-1500<br />
Periodo II . . .     1500-1300<br />
Periodo III &#8230;     1300-1100<br />
Periodo IV .. .     1100-1000<br />
Periodo V .. .         1000- 750<br />
Period VI . . .     750- 600</p>
<p>A descoberta de uma espada com tacha, sobre a qual foi gravado o nome de Sethos II, foi decisiva para a datação. Esta espada é completamente similar aquelas da área Nórdica. Infelizmente, o punho desta espada foi destruído &#8211; a principal característica que capacita uma espada de ser datada em um período particular é encontrada no punho da espada &#8211; e não podemos portanto decidir se ela pertence ao Período III ou IV. Temos, contudo, que chegar de algum modo a datação dos períodos germânicos da Idade de Bronze: portanto é assumido que esta espada com tacho pertenceu ao Período III. Ela chegou ao Egito no meio de seu período de estilo e um período de estilo durou aproximadamente duzentos anos. Um número de fatores incertos forma a base para a datação do Período III, o que está entre 1300 e 1150 AC. Possuimos provas muito mais confiáveis para a datação da transição do Período III ao Período IV. Quando, no ciclo da destruição ao redor de 1200 AC, os artigos típicos do Período IV da Idade de Bronze Nórdica aparecem na Grécia e no Egito, mas artigos do Período III estão ausenters, então o Período IV deve ter começado na área Nórdica pouco antes de 1200 AC. Devemos fixar o Período IV como o início nas últimas décadas do século treze AC. Somos apoiados pelas seguintes observações: as contemporaneas inscrições egípcias, o relato da Atlântida e os achados arqueológicos provam que a invasão do povo do Norte à área sudeste deve ter sido um empreendimento unificado por uma organizada máquina de Estado. Esta opinião é apoiada pelas imagens nos murais de Medinet Habu. Todo povo do Norte levava a mesma espada, a maioria deles duas lanças e um escudo redondo, e todos usavam o mesmo tipo de avental e capacete. É óbvio que um exército com vestimenta uniforme e armas para sua expedição marchou contra o Egito. Podemos concluir disto que o povo do Norte já estava uniformente vestido e armado para a expedição dele em sua terra natal. As armas embelezadas e a ostentação do Período III tem desaparecido, e em seu lugar estão as armas, escudos e capacetes que eram menos decorativos mas muito mais eficazes em batalha. Ate mesmo nestes dias os planos de conquista mundial, como mostrado nos contemporaneos relevos egípcios, requeriam um enorme programa de rearmamento e um exército unificado e organizado. Podemos conclir que a mudança das armas do Período III ao Período IV aconteceu na área Nórdica pelo fim do século treze AC. A migração deve portanto ter ocorrido da área Nórdica iniciada no começo do Período IV. O erudito alemão H. Hoffmann tem provado em seu trabalho sobre o final da Idade de Bronze que desde o Período IV uma enorme quantidade de achados de deposito foi descoberto na área Nórdica. Os Depósitos encontrados são, segundo Hoffmann, uma prova importante de movimentos migratórios, uma visão partilhada por muitos outros eruditos. O. Paret também é de opinião que o enorme número de depósitos que tem sido deixados para trás do Mar do Norte ao Mediterrâneo mostram claramente a rota de fuga do povo do Norte. Ele diz que durante as catástrofes climáticas o moto deve ter sido: &#8220;Salvem-se a todos os custos!&#8221;. Muitos devem ter levados com eles suas posses de metal mas as deixado na rota para tornar sua escapada mais fácil. A extensão dos achados de tesouro pode portanto ser reconhecida como rotas de fuga muito mais do que como rotas de comércio. Segundo Hoffmann podemos tirar as seguintes conclusões dos achados de depósitos na área Nórdica:<br />
1 . A migração, ou fuga, começou de início no Norte.<br />
2.  A inteira área Nórdica foi afetada pelo frande movimento migratório durante o Período IV.<br />
3.  A migração aconteceu do Norte para o Sul. Apesar de que no Norte os achados de tumbas diminuiram fortemente, e os achados de depósitos aumentaram incessantemente ao mesmo tempo.<br />
4.  Na área Nórdica os achados de tumbas [assentamentos] e achados de depósitos [rotas de fuga] não são encontrados juntos. Hoffmann explica este fato com o lembrete de que as rotas de fuga evitavam os assentamentos para evitar conflitos. Como o povo do Norte de forma alguma evitava conflitos durante a migração, mas geralmente atacava com tremenda fúria, e como a evitação cautelosa das partes assentadas somente podem ser encontradas ao norte do Rio Elba, devemos asumir que as tribos do Norte estavam em aliança com estes assentamentos. Este fato é também ressaltado pelas inscrições egípcias contemporaneas e o relato da Atlântida. Em seu caminho para o Sul o povo do Norte foi ao longo dos Rios Elba e Danúbio. Eles compeliram os Ilirianos de seus lares nas margens superiores do Rio Elba. Alguns dos Ilirianos foram provavelmente levados pelos homens do Norte, mas não existe prova arqueológica de que os Iliarianos existiram naquele tempo no Sudeste. A maior parte dos Ilirianos fugiu para os Alpes Orientais e de lá para Apulia e Venetia. Frequentemente tem sido assumido que os Ilirianos foram a causa original da Grande Migração, e tomaram uma parte considerável na ocupação da Grécia e na destruição da cultura Micena. Mas os próprios Ilirianos estavam em desassossego e envolvidos no conflito. Naquele período eles apareceram no Sudeste e entraram na Grécia apenas duzentos ou trezentos anos depois. O povo do Mar do Norte avançou na direção do fim do século treze AC através da Silésia, Boemia e Moravia para a planície Húngara e há a possibilidade de que tenham ficado lá por um tempo, levando atrás grande parte de seu povo. Na área húngara há um grande número de achados de depósitosde armas e artigos similares a aqueles encontrados nos territórios do Norte. Da Hungria ao Mar do Norte as pessoas desceram o Danúbio, alguns foram para a Ásia Menor via o Bósforo, outros pela Grécia e o Peloponeso até Creta. Ao longo de toda rota dos homens do Norte foram encontrados depósitos e instalações funerárias, nas quais as principais armas do quarto período da Idade do Bronze Nórdica eram deixados para trás. Em conclusão podemos estabelecer sem dúvida que uma migração de grandes grupos de pessoas da área Nórdica para o Sul no Período IV pode ser provada pela pesquisa pré-histórica. A enorme quantidade de achados de depósitos e os numerosos achados de origem Nórdica ao longo dos Rios Elba e Danúbio e na Hungria, Grécia, Creta, Ásia Menor, Síria e Egito mostram claramente que a declaração do relato da Atlântida, que os Atlantes ou Povo do Norte cruzou a Europa e a Ásia Menor para o Egito, corresponde ao fato histórico.</p>
<p>5.OS NOMES DAS RAÇAS</p>
<p>O LAR DOS ATLANTES</p>
<p>Nas inscrições egípcias contemporaneas o nome de várias raças da coalizão dos povos do Norte tem sido preservados. Os egípcios distinguiam entre três tribos, ou raças, entre o povo do Mar do Norte: os Phrst, os Sakar e os Denes, nomes que nos ajudam a identificar estar raças mais tarde com as raças habitando o Mediterrâneo Oriental. Em primeiro lugar são nomeados os &#8220;Phrst&#8217;, pronunciado &#8220;Pelest&#8221;, &#8220;Pulasati&#8221; e Filisteus já que a pronúncia das letras egípcias é incerta. Os Filisteus desempenhavam um papel principal durante o ataque ao Egito, e também durante o período subsequente. Todos os eruditos que se ocupam com os acontecimentos desta época estão em completo acordo que os &#8220;phrst&#8221; das inscrições egípcias são idênticos aos Filisteus do Velho Testamento. Devemos portanto também chamar esta importante raça do povo do Norte de Filisteus, sem decidir se a pronúncia semítica do nome do Norte está correta. Os Filisteus vieram &#8216;das ilhas&#8221;, uma declaração confirmada pelo Velho Testamento onde ele diz: &#8220;Os Filisteus que são saídos da ilha de Caphtor&#8221; [Jeremias 47:4]. As fontes egípcias também declaram que as ilhas dos Filisteus no Norte foram &#8220;rasgadas e varridas pelo vento&#8221;. Segundo Schachermeyr os Filisteus eregiram em Creta um grande reino do mar, que incluia seu principal apoio para a costa Palestina. Logo eles governavam o inteiro Mediterrâneo Oriental em uma tal extensão que o Mediterrâneo recebeu o nome de &#8220;Mar dos Filisteus&#8221;. Ao longo da costa arenosa e plana da Palestina, com poucas baías e traiçoeiras para as embarcações, os Filisteus construíriam esplêndidas baías naturais. As cidades de Gaza, Askalon, Asdod, Jamnia, Dor, Achsip e Biblos floresceram e se uniram para formar uma liga de cidades livres que tem sido comparadas pelo arqueologista americano E. Grant com a liga Hansa das cidades norte germânicas durante a Idade Média. Askalon, a &#8220;Noiva da Síria&#8221;, logo supervisionava todas as cidades. Um rei dos Filisteus residiu lá e foi chamado &#8220;Rei de Askalons&#8221;. O nome &#8220;Askalon&#8221; é desconhecido nas linguagens semíticas e é provavelmente um nome filisteu e nórdico.</p>
<p>Os Filisteus ganharam fama pelo fato de que eles foram os primeiros especialistas em ferro a entrarem na área Sudeste. Os mais velhos implementos de ferro são encontrados em suas tumbas, e as mais velhas fornalhas de ferro eram encontradas na terra dos Filisteus. Sabemos do Velho Testamento que os Filisteus exerciam um tipo de monopólio na produção do ferro, e até mesmo sabiam como fazer aço, o que, todavia, eles mantinham em segredo. Suas batalhas com o povo de Israel tem sido descritas em detalhes nos escritos do Velho Testamento. A contínua ameaça dos Filisteus foi a causa real da criação do reino e Estado de Israel. Estritamente ligados aos Filisteus estão os &#8220;Sakar&#8221;, um nome escrito pelo egiptologista Grapow como &#8220;Zeker&#8221;, pelo bem conhecido historiador E. Meier como &#8220;Zakari&#8221; e por   Schachermeyr &#8221; Takara .&#8221;</p>
<p>Os Sakar tomaram parte no ataque contra o Egito com os Filisteus por terra bem como por mar. Como os Filisteus, eles eram talentosos navegadores e em suas vestimentas e armas é difícil distinguir entre eles. Por um golpe de boa fortuna um papiro do tempo por volta de 1095 AC tem sido preservado para nós. Seu título diz: &#8220;A respeito da jornada dos oficiais do templo de Amons, Wen-Amun, para procurar madeira para a grande e maravilhosa barca de Amon-Re, Rei dos Deuses&#8221;. Lemos deste papiro que os Sakar tinham um rei nestes dias em Dor com o nome de Bender que governava sobre os arredores das partes costeiras. O comportamento do príncipe Sakar em relação ao oficial do templo egípcio, que estava em desassossego porque um de seus marinheiros tinha saido com a bolsa de seu navio, trai a forte consciência legal e uma nobre atitude humana. Também aprendemos deste papiro que os Sakar possuiam uma marinha forte, e é relatado que onze barcos Sakar deixaram a baía de Biblos ao mesmo tempo. Como este papiro tem sido preservado apenas por uma boa sorte devemos assumir que os Sakar tinham outros assentamentos no Mediterrâneo Oriental. Os Sakar não são mencionados nos escritos do Velho Testamento, como evidentemente os Israelitas não podiam distinguir entre os Filisteus e os Sakar, e pensassem que estas raças fossem a mesma. Petrie acredita que, na narrativa da similaridade entre o nome de Sakar e o lugar Zakro, na costa leste de Creta, os Sakro se originaram do Zakro. Mas esta assunção é rejeitada por Schachermeyr, que questiona o método no qual ela é baseada. Pela mesma razão temos que rejeitar que os Sakar sejam os mesmos que Teukrers. Segundo fontes gregas os Teukrers viveram em Troad na Ásia Menor. Seu país tinha sido destruído pelos homens do Norte por volta de 1200 AC. Os Teukrers viviam em Troad antes de 1200 AC, enquanto que os Sakar e outras tribos do Norte não alcançaram aquela parte até sua migração por volta de 1200 AC e não se assentaram lá. As contemporaneas inscrições egípcias provam que os Sakar, como os Filisteus, se originaram de países do Norte perto do Mar Mundial ou Mar do Norte.</p>
<p>As inscrições egípcias mencionam uma terceira tribo, os &#8220;Denes&#8221; uma palavra pronunciada por E. Meier como &#8220;Danuna&#8221; e por  Schachermeyr &#8220;Denjen.&#8221;  Esta tribo também está sempre ligada aos Filisteuse seu povo é particularmente chamado &#8220;Denes das ilhas&#8221;. Aqui novamente um método falho tem sido empregado para identificar os Denes com Danai. Segundo a tradição grega os Dariai tinham seus lares em Argolis, que foi completamente posta nua pelo povo do Mar do Norte. Schachermeyr reconhece a dificuldade de identificação e propõe como única solução a assunção que os Danai eram provavelmente forçados ao serviço com os bárbaros, que não eram usados para navegação, e que se tornaram inimigos do Egito contra sua vontade. Mas esta assunção é inválida por todo ponto de vista. Os Filisteus e outros povos do Mar do Norte não eram sem talento em assuntos navegacionais; eles eram os marinheiros mais experientes de sua época. Estes povos não eram obrigados a forçar outras tribos para o serviço marítimo, mas sabiam como construir barcos superiores aqueles dos Achxans em todos os modos, e eles próprios pilotavam os barcos dragão através do mar. As pinturas de parede egípcias não revelam qualquer Acheano pressionado nos barcos dos homens do Norte. Todas as tripulações destes barcos carregavam as mesmas armas, vestiam os mesmos uniformes e decorações de cabeça dos homens do Norte das forças de terra. Sobretudo deve ser notado que os Danai já haviam se assentado em  Argolis por 1400 AC, enquanto os Denes, juntamente com outros homens do Norte, não invadiram aquele país até 1200 AC. Não há dúvida que os Denes pertenciam aos Filisteus e aos Sakar e, como eles, se originaram da área do Mar do Norte, o real reino da Atlântida.</p>
<p>Os Sekelese, Sardana e Vasasa que são mencionados pelas inscrições egípcias como aliados dos homens do Norte, desempenham um papel subordinado e não pertencem propriamente ao povo do Norte. Eles aparecem muito antes como mercenários no Egito e lutam em outras batalhas do povo do Mar do Norte ao lado de Ramses III. Com toda probabilidade os Sardana são idênticos aos habitantes da Sardenha, os Sekelese seriam os habitantes da Sicília e os Vasasa seriam os habitantes de outras ilhas do Mediterrâneo, talvez os Balearicos. O fato de que estas tribos parcialmente lutaram do lado dos homens do Norte, e parcialmente do lado dos egípcios, é uma confirmação das declarações no relato da Atlântida que os Atlantes submeteram os territórios do Mar Tirreno e alistaram os Tirrenos em um vasto exército que era para conquistar o Egito. Se lá tivesse havido &#8220;soldados forçados&#8221; entre os homens do Norte então eles não podiam ter sido os Denes, mas Sardanas e Sekelese.</p>
<p>6.CONCLUSÕES</p>
<p>Os resultados da investigação no último capítulo podem ser resumidos como se segue: as declarações do relato da Atlântida e as inscrições egípcias contemporaneas e papiros, que os Atlantes ou povo do Mar do Norte se originam do Oceano Mundial ao Norte, corresponde sem dúvida aos reais fatos históricos. O  material arqueológico confima a acurácia das declarações egípcias e certifica a origem deste povo da área do Mar do Norte. Uma migração gigantesca destes territórios entre o fim do século treze AC é provada pela pesquisa arqueológica. Portanto somos compelidos a buscar na área do Mar do Norte pela Atlântida, a ilha principal, sobre a qual se erguia a grande fortaleza real do reino Atlante, chamada por esta razão &#8220;Basileia&#8221; ou &#8220;Chefe das Cidades&#8221;</p>
<p>O SÍTIO DA REAL ILHA DA BASILEIA</p>
<p>Os seguintes detalhes estão a nossa disposição se quisermos determinar a exata posição da principal ilha da Atlântida, Basileia:<br />
1 &#8211; Imediatamente na frente da Basileia está uma faixa de terra, tamém chamada &#8220;ilha&#8221;, que tem sido descrita como muito alta, e se elevando do mar como se cortada por uma faca. Esta ilha consistia de pedras vermelhas, brancas e pretas que eram usadas pelos Atlantes para construção de muros e casas.<br />
2 &#8211; A própria Basileia estava situada imediatamenet por trás da rocha na direção do continente, do qual estava separada apenas por uma estreita faixa de mar. A ilha real tinha um raio de apenas cinquenta estádios &#8211; aproximadamente seis milhas &#8211; e era uma planície incrivelmente fértil cercada por montanhas baixas ao longo da frente do mar. No centro da ilha real, a seis milhas do mar, estava uma baixa colina sobre a qual foi eregida a fortaleza real e o templo de Poseidon.<br />
3 &#8211; Depois da queda da ilha real a área na qual ela estava situada foi transformada em um mar de lama, que, segundo Platão, era tornada impassável e impenetrável pela vasta massa de lama que fica sobre a ilha afundada.<br />
4 &#8211; Em muitas partes da ilha o Orichalc era escavado do solo.<br />
5 &#8211; O cobre não fundido e em estado puro era encontrado na ilha. Na inteira extensão do Mar do Norte há apenas uma ilha de rocha que se eleva acima do mar, cortado como se o fosse por uma faca, e que consiste em pedras vermelhas, brancas e pretas: a ilha rochosa de Heligoland.</p>
<p>I. A ILHA DE ROCHA ANTES DA BASILEIA</p>
<p>A rocha vermelha desta ilha ainda existe hoje. A rocha branca consiste em gesso, giz e giz de concha e estava situada onde as &#8220;Dunas&#8221; estão hoje e ainda forma parte de sua base inferior. Em tempos históricos estas rochas eram aproximadamente da mesma altura, como a parte da ilha que permanece hoje. Como mostrado pelo mapa marítimo, ela se estendia em um grande raio ao redor da chamada &#8220;Baía Sul&#8221; que fica na direção sul, e nos gigantescos corredores do Norte. A rocha negra ainda é encontrada em profundidade rasa na extensão norte das dunas. É realmente arenito, bem impregnado de calcio carbonato de cobre, que produz sua cor que varia do azul-marinho ao negro. Fora do mar, que alcançava Heligoland por volta de 5000 AC, o homem contribuiu para a destruição da rocha branca bem como da rocha negra. Gesso de Paris e giz eram, até 230 anos atrás, materiais de construção muito buscados. Mais de 200 barcos eram ditos terem estado ancorados ao mesmo tempo na Baía Sul para transportar o gesso desta rocha. Mas a 230 anos atrás a parte remanecente do maciço de giz afundou no mar em uma grande tempestade.</p>
<p>2. O MONTE CASTTELO DA BASILEIA</p>
<p>A ilha principal do reino da Atlântida, também chamado Basileia, estava, segundo o relato da Atlântida, situado atrás da ilha de rocha, na direção do continente. É dito da Basileia que perto do centro da ilha estava uma planície que alcançava o mar e que era muito fértil e bela. No centro desta planície, a seis milhas do mar, estava uma colina baixa, sobre a qual ficava o castelo real que deu à ilha seu nome, bem como o templo de Poseidon. Esta construção e o muro da colina real era feito de pedras, vermelhas, brancas e negras que eram quebradas pelos Atlantes na vizinha ilha rochosa. De fato, exatamente a seis milhas distante de Heligoland na direção do continente pode ser encontrada uma colina que se eleva 21 pés acima do nível do mar. Esta colina é &#8216;polvilhada&#8217; de grandes pedras e portanto é chamada &#8220;Stoneground &#8221; (Steingrund). Segundo uma antiga história de Heligoland lá uma vez existiu um templo e um castelo. Segundo o relato da Atlântida este deve ser o ponto onde ficava o castelo real e o templo de Poseidon. Devemos fazer a pergunta se de fato lá existiu um castelo real, ou uma ilha chamada Basileia, e se assim o for, se ela pode ter existido por volta de 1200 AC. Por volta de 350 AC um rico mercador, Piteas de Massilia, realizou uma expedição de pesquisa à area do Mar do Norte. Ele alcançou o Mar de Watten, perto da costa oeste de SchleswigHolstein, que é dito que ele viu com seus próprios olhos. Infelizmente o relato de Piteas tem estado perdido, mas somos capazes de reconstruir algumas de suas narrativas com base em citações de antigos escritores. Diodoro da Sicília relata que a oposta Scythia, seu nome para a Alemanha, fica em uma ilha que era chamada Basileia. Lá as ondas batem contra o âmbar, que não aparece em qualquer outra parte do mundo. Diodoro então relata a fábula de Faeton, que já temos ouvido da boca dos sacerdotes egípcios. Ele relatou como as irmãs de Phxton choraram lágrimas ao lado do Eridano por seu irmão que foi arremessado do céu. Estas lágrimas são ditas terem se transformado em âmbar e então foram levadas pelo Rio Eridano para a ilha da Basileia. Assim a ilha da Basileia deve ter estado situada no distrito do âmbar. Como já temos enfatizado, não é de importância se identificamos Eridano com o Rio Elba ou com o Rio Eider. O distrito em questão fica perto da boca de ambos os rios. Mas como até mesmo hoje o Rio Eider, mas não o Elba, contém âmbar, particularmente perto de sua boca, devemos identificar Eridano com o Eider. Por razões geológicas o âmbar não é para ser encontrado na ilha da boca do Rio Eider, o giz de Helioland e o colorido maciço de arenito. A ilha de âmbar da Basileia deve portanto estar situada entre Heligoland e a ilha na boca do Rio Eider.  Sem dúvida a ilha Basileia do relato da Atlântida é idêntica a ilha mencionada por Piteas, Diodoro e Plínio. Ambas as ilhas tem o mesmo nome e estão localizadas no mesmo ponto, e ambas estão na lama na boca do rio Eider. Nos é dito, contudo, que a Basileia do relato da Atlântida foi destruída por volta de 1200 AC durante um período de gigantescos terremotos e inundações. É possível que uma ilha que pereceu por volta de 1200 AC possa ter se tornado visível novamente por volta de 400 AC e durante os séculos seguintes? As mais recentes investigações tem mostrado que as principais causas para as mudanças nas costas depois do glacial foram encontradas nas variações estáticas do nível de água. A teoria de Estasia diz: A altura do nível do mar é dependente das massas de gelo de todos os territórios de formação glacial da massa de água da Terra. Períodos quentes climáticos fazem com que as massas de gelo da Terra se derretam e portanto causam uma elevação do nível do mar [transgressão], enquanto períodos climáticos frios ligam a massa de água nos territórios de formação glacial, portanto abaixando o nível da água do mar [regressão].</p>
<p>Em nosso contexto isto significa que o mar alcançou seu mais alto nível pelo fim da Idade de Bronze, que terminou em um terrível período de calor que fez com que os glaciais fossem empurrados muito para trás de sua atual posição, enquanto isto alcançou- o mais baixo ponto durante a Idade de Ferro, que foi marcada mundialmente por uma baixa de temperatura. Schutte tem determinado que a transição do mais alto ponto para o mais baixo ocorreu por volta de 1100 AC e tem estimado que a queda do nível do mar durante a Idade de Ferro do mais alto nível foi de 12 pés. Todos os territórios, portanto, que ficam doze pés sob o mar no fim da Idade do Bronze devem ter aparecido novamente acima do nível do mar com a regressão da Idade do Ferro. Circunstâncias peculiares estão ligadas à Basileia: no centro da ilha estava uma colina que se elevava sobre a outra terra. Esta colina não submergiu a normal elevação estática do nível do mar, mas por uma coincidência catástrofica de terremoto, tempestade e inundação. Uma tal coincidência de terremoto, tempestade e inundação também tem sido percebida na costa oeste alemã em 1634 de nossa era, quando os diques ficaram submersos, os assentamentos foram destruídos e grandes faixas de terra se tornaram um mar de lama. Depois que as tempestades cederam estas partes submersas reapareceram mais uma vez e novamente foram habitadas. Condições similares devem ter prevalecido durante o afundamento da Basileia. Embora a parte plana da Basileia foi destruída e inundada por estas catástrofes naqueles dias, a colina real apenas se tornou submersa nas mais severas inundações; depois do que esta colina deve ter reaparecido novamente. Quando durante os séculos seguintes o nível do mar abaixou por mais do que doze pés pela regressão da Idade do Ferro, a colina era sem dúvida habitável novamente e se tornou um centro do comércio da âmbar do Mar do Norte. Não há dúvida, portanto, que esta colina da Basileia, que em 1200 AC ficava a várias jardas acima do nível do mar, pode novamente ter sido percorrida no quarto século AC por Pitias. Este fato, que tem sido provado pela geologia e a oceanografia, é confirmado por uma antiga história grega que diz que onde os Atlantes uma vez afundaram, sete ilhas menores e três maiores apareceram mais tarde. Os habitantes destas ilhas são ditos terem mantido as memórias transmitidas a eles por seus ancestrais que uma grande ilha uma vez ficava na vizinhança e que por muitos séculos governava toda as outras ilhas do mar. O historiador grego Marcellus tem transmitido esta história, se referindo aos mais antigos escritores históricos, e é portanto mais velha do que o relato da Atlântida de Platão e independente dele. Não sabemos do tempo real quando a Basileia tornou-se submersa. Pitias de Massilia estabelece os restos da Basiléia em 350 AC, e isto é mais tarde mencionado por Metrodorus Scepsius (150 AC.), por Xenophon de Lampsacus (100 AC), por Diodorus da Sicília (50 AC.) e Plínio (50 AC). Uma grande parte pode ser dita a favor da teoria que esta parte remanescente da Basiléia é idêntica às Terras Fosites, a ilha sagrada dos Frísios. Sobre a Terra Fosites os evangelistas Wulfram, Willibrod e Ludger proclamaram a mensagem cristã. Nas biografias destes três missionarios aprendemos muitos detalhes sobre a ilha. Os seguintes fatos provam a identidade da Terra Fosites com a Basileia: ambas as ilhas estavam indubitavelmente situadas na frente da costa oeste de Schleswig-Holstein, ambas tinham um castelo real e um templo central. Ambas ilhas também possuiam um riacho sagrado perto do qual os animais sagrados pastavam. Basileia era dedicada a Poseidon e a Terra Fosites a Fosites. Em toda probabilidade Poseidon e Fosites são em sua essência e nomes identicos. No antigo Doriano, Poseidon é também chamado &#8220;Posides&#8221;, um nome muito similar ao Frigio &#8220;Fosites&#8221;. Apendemos sobre Poseidon e Fosites que eles viviam em um templo de âmbar e que governavam os mares, faziam as leis e protegiam os corretos.</p>
<p>Adam de Bremen (1075) foi o primeiro a identificar a Terra Fosites com Heligoland. Muitos eruditos desde então tem concordado com ele. Por um número de razões a Terra Fosites não pode ser identificada com a ilha rochosa de Heligoland, mas é possível que seja idêntica à Basileia, a &#8220;Ilha Sagrada&#8221; que uma vez ficava a leste de Heligoland. Geologistas, contudo, enfatizam &#8211; que durante o tempo da conversão cristã -  nos séculos seis e sete nenhuma ilha estava situada a leste de Heligoland. Contra a opinião dos geologistas fala a antiga história Frisia, que mantém que os últimos restos da &#8216;Terra Sagrada&#8221;, como esta ilha era chamada durante a Idade Média, pereceu apenas em 1216. Se os geologistas ou os Frisios do Norte estão corretos apenas pode ser confirmado por um estreito exame do solo de pedra. No mais velho mapa de Heligoland, que data de 1570, o leste de Heligoland é marcado &#8221; Steinwirk&#8221;, sobre o qual são ditas terem estado sete igrejas. Em um outro mapa, datado de 1650, lá está marcado na vizinhança de um solo de pedra um templo e um castelo. O cronista Frisio Heimriech menciona florestas, templos e castelos que uma vez ficavam a leste de Heligoland e ele acrescenta que a residência e a côrte dos primeiros reis do país estavam situados lá. Até mesmo hoje a &#8216;Ilha Sagrada&#8221; vive nas histórias dos habitantes de Heligoland, e no nome carregado pela rocha remanescente que tem sobreivido às catástrofes: Terra Sagrada ou Heligoland .</p>
<p>3. O MAR DE LAMA</p>
<p>No relato da Atlântida Platão conta que depois da queda dos Atlantes o lugar que era ocupado pela ilha transformou-se em um mar de lama. É dito nos Diálogos: &#8220;Esta ilha tem afundado no mar pelos terremotos, e qualquer um que pretendesse alcançar o mar do outro lado seria impedido pelas atrapalhantes massas de lama&#8221;. Como Platão sabia que a faixa de mar ao redor da Basileia estava impenetrável durante este tempo? Pouco antes da morte de Platão e dos escritos dos Diálogos de Critias, Piteas retornou de sua expedição ao território do âmbar. Ele relatou que a área do mar ao redor da Basiléia consistia em uma mistura de água, lama e ar e podia ser comparada com um pulmão do mar. Ele disse que ele próprio viu a área e que ele não era passável ou penetrável. Platão pode ter sabido destes relatos de Piteas, e pode então ter tido todo direito de citar a avaliação de uma testemunha ocular que a área ao redor da Basileia não era passável ou penetravel. Onde uma vez houve férteis planícies, durante a Idade do Ferro, houve uma tremenda faixa rasa de lama. Fora destes mares de lama apenas a colina real aparecia; isto pode ter sido similar ao Mar de Watten hoje, onde na maré baixa traços de culturas, restos de assentamentos e até mesmo tufos de campos são visíveis. Uma prova posterior da identidade da ilha da Basileia do relato da Atlântida com a ilha da Basileia de Piteas é a declaração feita acima  de que pelo afundamento da Basileia o caminho para o mar externo tornou-se bloqueado, de forma que qualquer um que quisesse atravessar o mar era evitado pela massa de lama que o confrrontava. Sem dúvida isto é uma referência ao caminho do Eider, a antiga rota do Norte para o Mar Báltico. Uma ilha, o afundamento da qual bloquearia este canal, pode apenas ter estado situada na boca do Rio Eider. O mesmo é dito por Diodorus no relato de Piteas sobre a posição da ilha Basileia que estava também situada na boca do Rio Eider ou Eridano. De fato este caminho pelo canal do Eider, como mostrado por numerosos achados pré-históricos e solos funerais ao longo de seus bancos, já estava em uso durante o início da Idade de Bronze. Naqueles dias o Rio Eider corria sem impedimento na direção oeste e, formava a fronteira sul da ilha da Basileia no Mar do Norte. O curso do Eider foi bloqueado por catástrofes climáticas. O mar arremessou uma enorme &#8220;parede de praia&#8221;, a chamada Lundenberger Sand. Esta lingua estreita de terra tinha doze milhas de comprimento e mais de 20 pés de altura correndo de sul a norte através do antigo curso do Rio Eider. Este rio foi desviado na direção norte pela gigantesca parede de praia e a abertura da boca do rio estava entulhada de lama; o caminho da Basileia para o mar externo estava bloqueado.</p>
<p>4. ORICHALC</p>
<p>Uma prova posterior da posição da Basileia-Atlântida e da identificação desta ilha com a Basileia de Piteas é fornecida pelos detalhes do relato da Atlântida a respeito do orichalc. Embora sempre tenha sido difícil avaliar que tipo de material era o orichalc, o problema agora tem sido resolvido. O relato da Atlântida conta o seguinte a respeito do misterioso orichalc. Este material que é conhecido hoje apenas por seu nome, orichalc, era encontrado em muitas partes da ilha e era valorizado pelas pessoas daquele tempo tão altamente quanto o ouro. Eles decoravam o cume dos diques externos com o orichalc cobrido-os com óleo. O cume dos muros internos também era decorado com o orichalc, o que possuia um brilho feroz. No que diz respeito ao interior do templo, o teto era decorado com ouro, ébano, prata e orichalc e as outras paredes, colunas e pisos eram cobertos com o orichalc. Muitos eruditos tem tentado resolver o enigma do orichalc. Alguns deles tem assumido, como Platão menciona o orichalc depois de falar em cobre, que era amplamente usado na Basileia, que o orichalc era um tipo de metal. Estes eruditos acreditaram que a Atlântida era rica em metais. Outros eruditos afirmam ver na história do orichalc um típico elemento de conto de fadas, e portanto tem banido a inteira história da Atlântida como uma terra de fábula. O orichalc tem portanto se tornado um problema básico em qualquer pesquisa sobre a Atlântida. Tem se tornado evidente que o inteiro problema da Atlântida é dependente de sua solução.</p>
<p>As seguintes teorias sobre a existência deste material tem sido levadas adiante. A maioria dos investigadores tem traduzido a palavra &#8220;orichalc&#8221; como um metal de bronze cobre, porque eles são de opinião que o orichalc era uma liga de ouro e cobre. Esta opinião está em contradição as declarações expressas do relato da Atlântida que o orichalc era escavado em várias partes da ilha. Portanto, ele era um produto natural e não uma liga artificial. Uma liga de ouro e cobre não pode ser aplicada com óleo, ser usada como uma cobertura da pintura de paredes e colunas. O erudito sobre a Atlântida Netolitzky acredita que o orichalc era uma liga de prata e cobre. Por esta razão a Atlântida deve ter sido situada nas vizinhanças de Tartesses, onde ambos metais são encontrados em abundância. Mas a liga de prata e cobre também é um produto artificial e não é natural. Ele não pode ser escavado do solo, nem pode ser fluidificado com óleo para propósitos de pintura. O professor de Munique Borchardt é de opinião que o orichalc era uma liga de cobre e zinco, um tipo de latão, uma teoria também expressada pelo historiador holandês Hermann Wirt. Finalmente devemos mencionar a estranhna sugestão do russo  Mereshkowsky, que acredita que o orichalc era um metal peculiar da Atlântida que mais tarde desapareceu da natureza. Não é surpresa que os eruditos sérios que conhecem estas tentativas de resolver o problema do orichalc rejeitem o inteiro relato da Atlântida. E ainda que, todos estes eruditos possam ter facilmente encontrado a substância do orichalc ao procurar as tumbas da Idade do Bronze para descobrir que peças de decoração entre as que estes povos tinham, próximas do ouro, o maior valor. Eles teriam visto que, fora os ricos achados de ouro, o âmbar era frequentemente a ser encontrado como uma peça de decoração altamente valorizada. Do Egito, Creta, Ásia Menor e Micena, sobre a Espanha, Norte da França, Irlanda, Inglaterra, Norte da Alemanha até a Dinamarca e o Sul da Suécia, as decorações de âmbar e ornamentos eram frequentemente encontrados nas tumbas da Idade do Bronze.</p>
<p>O orichalc do relato da Atlântida pode apenas significar âmbar, e devemos traduzir portanto a palavra orichalc como âmbar. Todas as declarações do relato da Atlântida a respeito do orichalc se aplicam ao âmbar, e apenas ao âmbar. Há de fato tipos de âmbar que mostram um &#8220;brilho feroz&#8221;. Fora o ouro, o ânbar era altamente valorizado; ele podia ser cozinhado em óleo e ser usado como &#8220;verniz de âmbar&#8221; para pinturas de parede. Um anel de âmbar do tamanho de uma peça de coroa, que juntamente com artigos de bronze a anéis de ouro, foi enontrado em uma tumba da Idade do Bronze na ilha de Sylt no Norte da Alemanha, o que é prova de que os habitantes das ilhas do Mar do Norte já conheciam esta técnica durante a Idade do Bronze. Tácito menciona a liquefação do âmbar pelo aquecimento, e Plínio relata que o povo do Mar do Norte usava o âmbar para aquecimento ao invés de madeira. Eles evidentemente sabiam como colorir o âmbar ao cozinha-lo no mel e no óleo colorido. Como relatado na história da Atlântida, ele certamente foi usado para decorar os templos. Há diferentes relatos sobre a decoração dos templos egípcios com o âmbar Nórdico. Homero tinha um conhecimento notavelmente exato da Basileia, e ele menciona que o templo do maior deus brilhava com ouro, ébano, âmbar e prata.</p>
<p>Segundo Plínio, os Teutônicos chamavam ao âmbar de &#8220;glaseum&#8221; e as ilhas de âmbar no Mar do Norte eram chamadas de &#8220;glaesariT &#8221; por eles. A plavra &#8220;glass&#8221; [vidro] é uma antiga palavra Nórdica para âmbar. Nos dias de Piteas a Basileia era a prinipal ilha de âmbar e Diodorus até mesmo relata que o âmbar não era encontrado em qualquer lugar do mundo exceto na Basileia. Depois de sua destruição final, o templo de âmbar da Atlântida passou para as histórias do povo Nórdico como &#8220;castelo de vidro&#8221;, &#8220;torre de vidro&#8221; e a ilha afundada de âmbar, a Basileia, tornou-se a Ilha dos Mortos, e foi chamada &#8220;Montanha de Vidro&#8221;. Devemos ouvir mais sobre estas histórias posteriormente. Por agora o fato importante é que o mais alto templo afundado da área do Norte foi chamado Montanha de Vidro ou Torre de Vidro, o que prova que para todas estas histórias um templo de âmbar era dado como exemplo. Devemos portanto colocar nossa confiança nas declarações do relato da Atlântida, que o principal templo sobre a Atlântida-Basileia era maravilhosamente decorado com âmbar. O orichalc, que até agora foi a mais importante evidência para a &#8220;fabulosidade&#8221; do relato da Atlântida, é na realidade uma prova importante da confiabilidade histórica do original relato da Atlântida, e ao mesmo tempo uma afirmação convincente para a posição da Atlântida-Basileia perto de Heligoland, e para a identificação da Basileia do relato da Atlântida com a Basileia de Piteas.</p>
<p>5. ÂMBAR</p>
<p>Até hoje apenas dois depósitos de âmbar são conhecidos na Terra; um em Samland e o outro na costa oeste da península Cimbriana. Há depósitos de resina fóssil, que é similar ao âmbar, como, por exemplo, na Espanha, Itália, Sicília e na Transilvania mas estas resinas fósseis são distintas do âmbar por sua falta de ácido âmbar que chega a 3 até 8% no âmbar Nórdico. O âmbar Nórdico pode ser facilmente distinguido da resina fóssil pela análise química. O âmbar Nórdico tem sido encontrado nas tumbas egípcias da sexta dinastia, tão cedo quanto 2500 AC. Ele também tem sido encontrado na Espanha, Norte da França, Irlanda, Inglaterra e em toda a área nórdica nas tumbas megalíticas e nas colinas de tumbas da Idade do Bronze entre 3000 e 2000 AC. Os poços de tumbas de Micena durante o período de 1500 a 1200 AC eram especialmente ricos em âmbar nórdico. Os Egípcios conheciam ao menos desde Tutmés III [1500 AC] que o âmbar vinha do mais distante Norte. Os gregos também sabiam que o âmbar se originava no Mar do Norte. Heródoto escreveu: &#8220;Há um rio, chamado Eridano pelos bárbaros, que flui para o Oceano Norte e o âmbar vem de lá&#8221;. Nós já temos ouvido dos relatos de Piteas, Diodorus, Timaeus, etc a respeito da ilha no Mar do Norte. Plínio também não deixa dúvida que o &#8220;glaesariar &#8221; pode ser encontrado no Oceano do Norte e não no Mar Báltico. Embora estes antigos relatos sobre a origem do âmbar ao tempo antes do nascimento de Cristo sejam completamente claros, foi pensado até sessenta ou setenta anos atrás que a Samland era a terra do âmbar nos tempos antigos. Somente mais tarde e gradualmente foi compreendido que conquanto a Samland era o principal país fornedor do âmbar desde os tempos romanos, nos tempos anteriores, particularmente durante a Idade do Bronze, a costa oeste de Schleswig-Holstein era o único país do âmbar. Por um longo tempo Heligoland foi pensada ter sido a ilha do âmbar dos antigos. Mas as escavações geológicas de E. Wasmunds tem mostrado que pode não ter havido qualquer âmbar em Heligoland, porque as condições geológicas para a sua ocorrência estão ausentes no arenito multi-colorido e no giz. Ele avalia que a Basileia, a própria ilha do âmbar, deve ter afundado no mar, e ele coloca a ilha fora da costa sudoeste de Eiderstedt. Hennig acredita que a ilha tem estado a meio caminho entre Heligoland e Eiderstedt. Estes eruditos estavam procurando pela ilha do âmbar Basileia exatamente onde a ilha do orichalc do relato da Atlântida estava situada. Dificilmente há uma prova melhor para a confiabilidade do relato da Atlântida do que a exata posição da ilha do orichalc-âmbar da Basileia que é dada exatamente onde as investigações geológicas e arqueológicas de nosso tempo tem mostrado que isto estava.</p>
<p>6. O COBRE NA BASILEIA</p>
<p>É de todo notável que o relato da Atlântida fale sobre a grande riqueza em cobre da Basileia. Ele até mesmo sustenta que este metal era produzido lá sob a forma sólida e fundida. Por um longo tempo foi esquecido que havia existido cobre em Heligoland, embora eminentes geologistas tenham repetidamente mencionado este fato. Segundo as investigações do geologista Bolton, o inteiro maciço de pedra da ilha de Heligoland estava impregnado de carbonato de cobre. Até mesmo mais notável do que a presença do cobre nas camadas brancas, verde e vermelhas do arenito multicolorido é aquele encontrado no nordeste da ilha. Lá o arenito pode ser encontrado que é ricamente impregnado de ácido carbonico de cobre. Na superfície da pedra o carbonato de cobre foi mudado em metal de cobre vermelho e multi-colorido que engolfou pequenos pedaços de cobre sólido. Cobre sólido do tamanho de ervilhas tem frequentemente sido encontrado e o químico Hoffman tem até mesmo encontrado duas peças pesando oito e doze onças. As investigações espectro-analíticas das peças de cobre sólido de Heligoland tem mostrado que se trata de um cobre extremamente puro. Segundo o geologista Schreiter a presença deste cobre já era conhecida pelo povo da antiguidade. Na Idade do Bronze os homens do Norte possuiam um considerável talento metalúrgico e uma completa maestria da técnica do metal que era baseada no cobre. A capital deles estava situada na vizinhança imediata destes tesouros de cobre e é improvável que eles não tenham usado este campo de cobre. Quando o relato da Atlântida fala que os habitantes da Basileia encontraram em sua ilha o cobre puro e fundível, então isto significa sem dúvida que o cobre era para ser encontrado em Heligoland durante a Idade de Bronze. Uma estranha sentença no relato da Atlântida pode talvez ser uma indicação de como os habitantes da Basileia, que são os Atlantes, foram minerar os campos de cobre em Heligoland. É dito que eles quebraram a pedra da ilha de rocha ao redor das costas e no centro da ilha, assim criando cavernas e bunkers para barcos que eram cobertos por rocha. É improvável que os homens da Basileia quebravam estas enormes massas de rocha puramente para construir muros e templos. Sobretudo, a difícil estrutura das cavernas para a acomodação de barcos não era de forma alguma necessária. Os Atlantes possuiam um bom número de excelentes baías dentro de anéis de diques, e realmente não precisavam destes bunkers. Mas como o cobre estava depositado em grande extensão nas cavernas e nas costas da ilha, a produção de cobre deve ter sido bem mais sucedida nestes lugares. É mais provável que a pedra foi quebrada para o propósito da extração do cobre. As cavernas naturais foram aumentadas e podiam ser usadas como bunkers para os barcos quando estavam ao nível do mar.</p>
<p>Witter e Otto tem provado sem dúvida que o cobre sólido era usado na metalurgia pré-histórica. De início, foi usado o cobre sólido, ou puro. Somente mais tarde veio o trabalho do metal oxidado por meios de redução, e mais tarde ainda o trabalho de metais sulfito. O cobre puro é difícil de derreter porque seu ponto de fusão é tão alto quanto o do ferro forjado. Por esta razão o cobre puro era primeiramente trabalhado pelo martelo. É possível que só tenha se tornado conhecido no fim da Idade do Bronze que o cobre puro também podia ser derretido. Uma grande quantidade de artigos de bronze daquele tempo consistia em zinco bronze com um conteúdo de 86% de cobre puro, uma prova posterior que esta técnica era conhecida durante a Idade do Bronze. A origem do cobre puro da mais inicial idade do metal e da Idade do Bronze portanto tem sido um enigma. Foi acreditado que os depósitos húngaros de cobre eram as fontes principais. Não é possível que os depósitos de Heligoland, que continham um cobre extremamente puro, também fossem fontes? Os artigos de puro cobre foram encontrados nas grandes tumbas de pedra da área do Mar do Norte, o que é uma indicação que o cobre mais velho se originou nos depósitos Nórdicos bem como nos húngaros. Não podemos acreditar que as grandes massas de cobre puro, que durante a Idade do Bonze eram principalmente utilizadas para fazer zinco cobre, foram todas importadas da Hungria. Se este fosse o caso então grandes quantidades de artigos do comércio Nórdico, por exemplo, o âmbar, devem ter sido encontrados na Hungria, o que não é assim. Para a fabricação de seu zinco cobre os homens do Norte principalmente usavam o cobre puro e os metais oxidados de cobre da Heligoland. Esta é a única explicação para as enormes pedreiras que estavam sendo trabalhadas em Heligoland durante a Idade do Bronze. É provavelmente um exagero quando é dito no relato da Atlântida que os muros da cidade real eram decorados com o cobre. Este exagero pode provavelmente ser atribuído aos próprios homens do Norte, e não a Platão e Solon. Até mesmo hoje a história existe que a cidade fabulosamente rica perto de Heligoland possuia canais feitos de cobre. Em conclusão podemos confirmar que a declaração do relato da Atlântida que os habitantes da Basileia trabalhavam o cobre, que era abundante em sua ilha, em forma pura e fundível era baseado em fatos. Como cobre puro, o metal cobre e o âmbar não apareciam juntos em outros lugares no mundo, a exata localidade da Basileia-Atlântida na vizinhança imediata da Heligoland está indubitavelmente correta. A grande riqueza que, segundo o relato da Atlântida, prevalecia na Basileia, pode ser atribuida grandemente ao comércio a nível mundial da cidade de âmbar e de cobre.</p>
<p>7. O TESOURO DE OURO, COBRE E ZINCO DOS ATLANTES</p>
<p>Segundo o relato da Atlântida, os Atlantes são ditos terem possuido grande quantidade de ouro, prata e zinco. A declaração a respeito da quantidade destes metais é provavelmente um exagero. Paredes douradas no templo e estátuas de ouro dos deuses dificilmente existiam no Norte. Mas temos que investigar posteriormente a questão se os homens do Norte durante a Idade de Bronze realmente dispunham de grande riqueza e, se assim o for, de onde veio esta riqueza? Muito tem sido escrito sobre a surpreendente riqueza em ouro e zinco que era para ser encontrado nas partes Nóricas na mais inicial Idade do Bronze. Schilling fala de massas realmente fantásticas de ouro que, juntamente com o bronze, eram levadas na direção do Norte. Ele diz que durante a inicial Idade da Pedra este metal era um bem não existente. No início do comércio com o âmbar ele se tornou quase comum no Norte. O mais simples anel de dedo em espiral, feito de fio de ouro, foi de início usado como meio de troca no Norte, e era tão frequente que toda moça teutônica deve ter possuído um. Quando consideramos que os achados de ouro sempre tem sido expostos a cobiça dos buscadores e eram raros, se sempre, enviados adiante, então a riqueza de ouro dos homens do Norte deve ter sido imensurável. Estimativas conservadoras, baseadas em peças que agora estão em museus, dizem que estas representam não mais do que meio por cento dos valores originalmente depositados nos ligares funerários e outros lugares. Tem sido calculado que apenas na Dinarmarca o valor do ouro corresponda aquele de 13 milhões de libras. Quão grande riqueza os Teutons devem ter tido quqando estes valores eram presenteados aos mortos e aos deuses apenas! Uma comparação com os achados Nórdicos apenas pode ser encontrada nas antigas tumbas e câmaras de tesouro dos governantes egípcios e mesopotamios, mas tem que ser lembrado que quase todo o metal precioso destes últimos países estava concentrado em um lugar, enquanto que no Norte, em contraste, cada pessoa livre deve ter possuído uma riqueza considerável. Chegamos a resultados similares quando consideramos que os meios das pedreiras, das quais os homens do Norte obtinham ouro e bronze, deve ter sido uma fonte incessante de riqueza. Oa achados do âmbar do Mar do Norte se to5rnaram exauridos no fim da Idade, mas não podemos assumir que durante a Idade do Bronze a prodyução anual total fosse muito menos do que é hoje, com a pesca do âmbar na costa do Mar Báltico alemão que era realizada por métodos antigos e primitivos. L. Meyn tem calculado que na costa oeste da península Cimbriana, durante o tempo dos Romanos, aproximadamente 6 milhões de libras de âmbar foram coletadas. É óbvio que os depósitos de âmbar durante o tempo quando o âmbar podia ser coletado em muitos lugares ao longo daquela costa eles devem ter sido muito maiores. Não há dúvida de que o comércio de âmbar era uma fonte de grande riqueza para o Norte.  Schwantes fala sobre extraordinários tesouros de ouro que eram possuidos pelos camponeses Nórdicos e ressalta que durante a Idade do Bronze os assentamentos costeiros e em ilhas do Mar do Norte floresceram e desfrutaram de grande prosperidade. Tudo aponta para o fato que na principal ilha destes territórios, onde os maiores depósitos de âmbar estavam situados e eram transportados para destinos pelo mundo, a riqueza existia em abundância. A antiga história Frísia fala de uma riqueza inacreditável desta &#8216;cidade dourada&#8221;: os habitantes eram tão ricos que eles ferravam seus cavalos com ferraduras de ouro e cultivavam suas terras com arados de prata. Traços de prata podem ser encontrados principalmente em ligas da Idade do Bronze, tal como prta bronze com um conteudo de 2% de prata. A prata evidentemente não desfruta da mesma  popularidade no Norte que o ouro. É possível que os habitantes da Basileia quando extraiam o cobre encontrassem prata que também estava disponível na ilha. O povo Nórdico também possuia uma grande quantidade de zinco. Ele era acrescentado para derreter o cobre, em uma mistura acima de 14%. Deste modo era produzido o altamente valorizado cobre zinco que era usado quase que exclusivamente no Norte durante a Idade do Bronze. Segundo a crença geral dos eruditos, ouro e zinco eram transportados para o Norte principalmente da Irlanda.</p>
<p>O historiador Stroebel diz que o âmbar da Jutlandia é frequente nos distritos das tumbas em tigelas da Inglaterra e do Norte da Irlanda, onde ele era usado para fazer pérolas e acessórios. Os colares irlandeses de ouro e braceletes tem sido frequentemente encontrados no Norte da Espanha, bem como na Bretanha, Noroeste da Alemanha e Dinamarca. Em alguns casos os braceletes de ouro irlandeses foram introduzidos no Noroeste da Alemanha. Pequenos discos solares de ouro encontraram seu caminho com outros pequenos artigos de ouro no primeiro período da Idade de Bronze da Irlanda para a Bretanha e Alemanha. Durante o segundo período os Teutons fizeram seus próprios maravilhosos discos solares de ouro irlandês. As declarações do relato da Atlântida sobre a grande riqueza de ouro, prata e cobre pode portanto ressistir ao exame crítico. Fora os pequenos exageros que não são culpa de Platão, estas declarações correspondem as reais condições durante a Idade de Bronze nos territórios nórdicos. A menção de marfim, que é dito ter sido usado no templo do mais alto deus, também corresponde a fatos reais. Devemos ver mais tarde sobre esta outra fonte, independente do relato da Atlântida, que menciona o marfim como decoração e ornamentação na Basileia. Dois tipos de marfim podem ser distinguidos: o marfim africano, que vem das presas dos elefantes, e o marfim Nórdico, que vem das presas de morsas, baleias árticas e esqueletos fossilizados de mamutes. Numerosos ossos de mamutes tem sido encontrados na área Nórdica. Mais de dez mil dentes posteriores de mamutes tem sido &#8216;pescados&#8221; dentro de uma dúzia de anos de Dogger Bank. Em uma parte da Alemanha do Norte o esqueleto de um antigo elefante foi recentemente encontrado que ainda tinha uma lança de oito pés de comprimento entre as costelas. O povo Nódico portanto não era dependente da importação de marfim da África, embora também exista marfim africano no Norte. Durante a Idade Média foi relatado pelo norueguês Otter, que viveu no século IX, que presas de morsas eram um artigo muito usado de exportação da área Nórdica. É possível que a falsa declaração dos sacerdotes egípcios, que tinham existido elefantes na Atlântida durante a Idade do Bronze, tenha se originado do conhecimento dos tesouros de marfim que estavam ocultos no templo de Poseidon. Para os egípcios, havia apenas um animal que produzia marfim, o elefante. Este erro também pode ter sido devido ao fato de que os prisioneiros libios e nórdicos eram interrogados juntos, como mostrado no grande relevo de Medinet Habu. Na Libia daqueles dias ainda havia grandes manadas de elefantes, como o revelam muitos desenhos na rocha e numerosos achados. Já que os libios eram pensados serem povos do Norte, esta deve ter sido a causa da erronea crença que existiam elefantes nas áreas Nórdicas.</p>
<p>8. FERRO NA ATLÂNTIDA</p>
<p>É relatado no relato da Atlântida que os Atlantes também conheciam o ferro, mas que os implementos de ferro não eram permitidos serem usados nas lutas cerimoniais de touros. Esta declaração corresponde aos fatos? Segundo as cuidadosas investigações de W. Witters não há dúvida de que o povo do Norte, durante sua invasão dos territórios sudeste, já haviam dominado a técnica da produção de ferramentas de ferro. Nas tumbas de Filisteus daquela época sempre podemos encontrar armas feitas de ferro, além daquelas feitas de bronze. Segundo fontes do Velho Testamento, aprendemos que os Filisteus no século XI AC tinham o monopólio da produção de ferro e até mesmo sabiam como fazer aço. Witter sustenta que ao menos alguns povos do Norte devem ter conhecido a técnica do ferro antes do início da Grande Migração. Durante a própria migração o povo do Norte não teria sido capaz de adquirir o conhecimento da produção do ferro, já que, por um lado, os povos que eles atacaram não conheciam como produzir ferro naquele tempo, e, por outro lado, uma raça em migração, continuamente exposta aos acasos da guerra, não pode ter dominado a maestria da metalurgia do ferro, ou adquirido a necessária experiência na produção do ferro para fazer armas e implementos. Witter está convencido que o povo do Norte tinha uma experiência de séculos no derretimento de metais e na forja do cobre e do bronze, já que a redução do ferro apenas pode ter sido realizada por experientes especialistas em metais. Sabemos agora que estes povos vieram da área do Mar do Norte, e que eles deixaram suas casas na segunda metade do século XIII AC. Há indicações que a manufatura de implementos de ferro já era conhecida naquele tempo na área Nórdica? Segundo Witters, instrumentos de ferro já eram conhecidos na área Nórdica no século XIV AC. Em uma colina de tumba em Zealand, fora as relíquias de vestuário, uma peça de ferro foi encontrada e em uma colina de tumba em Bornholm, além de artigos de bronze, uma lamina de ferro de uma faca foi encontrada. Na segunda parte do século XIII AC, o período coberto pelo relato da Atlântida, a área Nórdica estava sob o IV Período da Idade do Bronze. Deste período vem uma navalha encontrada no Norte da Alemanha, na qual é representado em ouro um barco, enquanto as ondas são representadas em ferro. Este achado prova que na área do Norte o ferro não era apenas conhecido, mas que a técnica difícil de ferro forjado já havia sido dominada. Isto também sugere que o ferro era raramente usado durante aquele período. Durante o Período V o ferro apareceu no Norte muito mais frequentemente. Particularmente notável é uma faca arqueada com o punho de bronze e uma lâmina de ferro parcialmente destruída que foi encontrada com uma faca similar com lâmina de bronze em uma tumba em Holstein, Norte da Alemanha. Os achados de ferro deste Período V mostram que este metal era usado mais amplamente, mas eles também provam que no Norte a arte de fazer instrumentos de ferro tinha sido completamente dominada; uma técnica que, segundo Witter, levou vários séculos para se desenvolver. Como mostra a manufatura do cobre puro em zinco bronze, o povo Nórdico em uma Idade do Bronze mais inicial sabia como produzir temperaturas nas quais o ferro forjado e o cobre puro derreteriam. Como a pedra de Heligoland contém, fora o cobre, um alto grau de ferro, o povo Nórdico deve ter adquirido o conhecimento do ferro quando eles derretiam cobre. A declaração do relato da Atlântida que os Atlantes tinham o conhecimento do ferro corresponde sem dúvida aos fatos. Talvez o dizer de Esquilus, que o país do Norte no fim da Terra é o país mãe do ferro  &#8211; como as palavras de Jeremias: &#8220;Ferro e metal da Terra da Meia Noite&#8221; &#8211; seja um lembrete da origem do primeiro ferro e dos primeiros especialistas em ferro das terras do Norte.</p>
<p>O relato da Atlântida fala sobre o tamanho do reino Atlante que se espalhava sobre muitas ilhas e partes do continente. A extensão de um lado cobria aproximadamente quatrocentas milhas. Do mar ao centro a distância era de aproximadamente duzentas milhas e este lado do reino se espalhava de norte a sul. O termo &#8220;centro&#8221; foi frequentemente usado no relato da Atlântida para descrever a principal ilha da Basileia, porque este era o centro político e religioso do reino Atlante. A declaração acima deve portanto ser lida como se segue: do mar no norte até a capital ao sul a distância era de duzentas milhas, e em outra direção, de oeste a leste, o reino Atlante cobria quatrocentas milhas. Estas declarações são baseadas em fatos históricos ou é tudo fantasia? Se medirmos duzentas milhas ao norte da Basileia, alcançamos quase que exatamente o lado norte do Banco da Jutlandia, o Skagerrak, que é evidentemente o &#8220;Mar no Norte&#8221;. Como naqueles dias um número de ilhas estavam situadas ao redor de Amrun e dos Bancos da Jutlandia, o relato está correto quando ele diz que apenas era possível alcançar o mar aberto na direção norte da Basileia depois de andar duzentas milhas. Quatrocentas milhas na direção leste da Basileia compreende uma área que inclui as ilhas dinamarquesas, o Sul da Suécia, e a ilha de Oeland. Segundo as declarações do relato da Atlântida, as seguintes áreas devem ter pertencido ao reino Atlante durante a Idade do Bronze: a inteira península Cimbriana e as ilhas a oeste dela, as ilhas dinamarquesas, o Sul da Suécia e a ilha Oeland. Esta declaração é possível? Exatamente nas partes descritas uma cultura floresceu durante a Idade do Bronze que, na pesquisa pré-histórica, é conhecida como &#8220;singularmente única&#8221;. A área desta cultura é conhecida como &#8220;Círculo Nórdico&#8221;. Como mostrado por Kersten, três diferentes zonas culturais podem ser indicadas dentro do Círculo Nórdico, mas tomados juntos os achados da área entre as ilhas do Mar do Norte e o Sul da Suécia dão a impressão de uma zona cultural unificada e auto-contida. A unidade cultural desta área tem sido confirmada pela pré-história. Mas o relato da Atlântida também mantém que esta área era uma entidade de um ponto de vista político e religioso. Isto está dentro do reino da possibilidade? Os achados arqueológico certamente não podem nos dar uma resposta, mas talvez o próprio relato fornecerá uma ajuda posterior.</p>
<p>2 . SUA ORGANIZAÇÃO</p>
<p>Nos Diálogos de Critias o seguinte é dito sobre a constituição e a organização do reino Atlante: &#8220;A respeito do número de habitantes, existia em cada distrito a lei que ele tinha que fornecer um líder entre a população masculina capaz; o tamanho do distrito chegava a 100 pessoas sem terra ou &#8220;hinds&#8221;. O número total destas forças chegava a 60.000 homens. Segundo as leis, os líderes tinham que fornecer uma carruagem de guerra para seis homens, assim haviam dez mil carruagens, e além dos cavalos e corredores, uma equipe de dois cavalos sem uma carruagem que era manuseada por um guereiro que levava um pequeno escudo e lutava a pé. Sobretudo, cada líder tinha que fornecer dois guerreiros pesadamente armados, dois arqueiros, um atirador de pedra e um lanceiro sem armadura e finalmente quatro marinheiros para a tripulação dos 1200 barcos.&#8221; Esta descrição da organização do reino Atlante  &#8211; divisão da área entre pessoas sem terra, a inclusão dos 100 hinds em um distrito sob um líder, uma força de soldados zoo de seis distitos coletivos &#8211; corresponde em um grau notável à organização encontrada na área Nórdica das ilhas Frísias até Oeland. Originalmente foi acreditado que a menor unidade departamental era o &#8220;hide&#8221;, um cento compreendendo uma unidade maior. Foi assumido disto que na área Nórdica cada hide tinha que fornecer um homem no caso de guerra, e que cada unidade maior, chamada &#8220;hundari&#8221;, tinha que fornecer cem homens. Investigações posteriores, contudo, tem mostrado que este opinião é insustentável. Foi demonstrado que os &#8220;hundari&#8221; não era unidades militares, mas comerciais. A mesma interpretação é expressada no relato da Atlântida. Segundo ele, a menor unidade do departamento não era uma unidade militar, mas econômica. Cada cem &#8220;hides&#8221; formavam a próxima unidade mais alta, chamada um &#8220;cleros&#8221; no relato da Atlântida.</p>
<p>É possível que este sistema de unidade departamental já existisse na área Nordica na Idade de Bronze? O historiador Rietschel tem provado que a divisão em &#8220;hundari&#8221; nas ilhas Frísias, em Schleswig, Jutland, nas ilhas dinamarquesas e no Sul da Suécia era uma divisão antiga, e remontava ao tempo da colonização. Pela Idade Ion desta divisão Rietschel cita o grande número 01 de nomes &#8220;hundari&#8221;, cada um do qual é formado por um nome familiar patronímico, terminando com a palavra &#8220;kind&#8217; que significa parentesco, relações. Ele corretamente diz que um tal uso de nomes de família para descrever unidades territoriais fechadas somente se originou de um tempo quando o país tornou-se assentado pelas famílias. O fato de que os Dorianos e os relatados Filisteus seguiram os mesmos arranjos é uma prova posterior que o povo Nórdico já conhecia esta divisão durante a Grande Migração. Eles formavam seus exércitos em unidades de cem, que tinham que ser abastecidas por áreas departamentais individuais do país. É bem possível que o relato da Atlântida de fato descreva a organização do Círculo Nórdico durante a Idade do Bronze. Também é impensável que estas declarações, que correspondem tão estreitamente às condições originais das divisões de terra, sejam apenas uma invenção. Todavia fiel às declarações sobre a organização do reino Atlante quanto possa ser, as declarações relativas ao número dos soldados criados neste país parece improvável. Segundo a avaliação de Platão deveria ter existido 60.000 &#8220;hundari&#8221; o que seria para fornecer um total de 6 milhões de guerreiros para as forças. Estas são estatísticas que de longe ultrapassam tudo o que sabemos sobre a força das forças armadas daquele tempo. Deve haver um erro aqui. A causa deste erro pode ser explicada como se segue: Quando Solon traduziu o original relato egípcio para o grego ele infelizmente escolheu a palavra grega &#8220;stadia&#8221; para as palavras &#8220;hind&#8221; e ou &#8220;sem terra&#8221;. A impressão foi portanto criada que um &#8220;sem terra&#8221; ou &#8220;hind&#8221; era do tamanho de apenas um &#8220;stadia&#8221; quadrado, o que é aproximadamente nove acres. Como corretamente segundo a declaração o reino Atlante era de aproximadamente do tamanho de 3.000 stadia por 2.000, isto são 6.000.000 de stadia quadrados, deve ter existido um número igual de &#8220;hinds&#8221;. Sem dúvida um &#8220;hind sem terra&#8221; não era de um, mas de vinte ou trinta stadia quadrado. É possível que a declaração exagerada sobre a força das forças Atlantes possa ser remontada às fontes egípcias do relato da Atlântida. Ramsés III repetidamente avaliou que ele havia visto &#8220;cem mil ou até mesmo um milhão do povo do Norte&#8221;.</p>
<p>Quando agora voltamos a descrição da ilha da Basileia devemos entender que as condições descritas aqui são muito similares a aquelas ainda a serem encontradas nas ilhas remanescentes das Terras Ocidentais &#8220;afundadas&#8221; de Sylt, Fohr e Amrun. Segundo o relato da Atlântida as colinas ao longo da costa da Basileia não eram muito altas, e a abertura para o canal por estas colinas era de apenas noventa pés de profundidade.  Por trás destas colinas estava uma planície de insuperável beleza, atravessada por inúmeras artérias de água natural e artificial. A planície não ficava muito acima do nível do mar, porque é dito que durante o verão o país era inundado pelo canal. Por causa do país deles ser tão baixo, os habitantes da Basileia eram forçados a construirem diques. Vemos do relato que que dois diques em anéis concentricamente arranjados foram construídos na Basileia. A declaração de que estes diques foram construidos por Poseidon indica sua extrema idade. Os diques eram construídos acima do solo e, como nos é dito mais tarde, eram fortalecidos por uma parede externa de postes. Estradas estreitas passavam pelos diques e nestas estradas eram eregidas torres e portões, que apenas podem ser descritos como barragens. Soa de certo modo incrível que os diques e barragens já existissem durante a Idade do Bronze. Mas é impossível descartar as declarações de Platão como completa invenção porque estas instalações não existiam nos países Mediterrâneos durante os tempos antigos; especialmente já que Homero, como devemos ver, descreve estas instalações independentemente do relato da Atlântida.</p>
<p>3. A ILHA REAL BASILEIA</p>
<p>Como a terra que era protegida durante a Idade do Bronze pelos diques agora está sob o nível do mar, tendo sido destruída pelo mar, as instalações do diques datando da Idade do Bronze não existem mais. Schuchardt, contudo, tem ressaltado que construções similares existiam no Norte da Alemanha no fim da Idade da Pedra. Os &#8220;crannogs &#8221; da Bretanha também são paredes circulares de terra fortalecidas por um barreira de postes e eles certamente originaram-se durante a Idade do Bronze. Na frente e por trás dos diques, assim foi registrado, estava uma baía. Na costa do mar, na boca do canal que corria da capital estava uma grande estação de exportação. Segundo o relato, a estação de exportação e a baía maior eram cheias de barcos de mercadores que se reuniam lá de todo o país e sua atividade fervilhante noite e dia resultava em um tremendo burburinho. Não pode haver dúvida que um movimento veloz de barcos deve ter acontecido lá. A soberba posição da Basileia na boca dos Rios Weser, Elba e Eider a habilitavam a realizar as funções mais tarde assumidas pelas cidades de Bremen, Hamburgo e Lubeck. Aqui o &#8220;ouro do Norte&#8221;, o âmbar desejável, era escavado do solo em muitos lugares e enviado a terras distantes. Os ricos depósitos de cobre e o muito desejado cobre puro eram para serem encontrados lá. O comércio de lugares distantes, destinado aos assentamentos ao longo dos Rios Weser e Elba e a costa Báltica era descarregado aqui, especialmente o zinco da Irlanda; barcos descarregagavam grandes quantidades de madeira necessária para as instalações públicas [diques e extração do cobre] e para o trabalho particular. Em resumo, uma das mais importante baías da Idade do Bronze deve ter sido situada neste local. No centro da ilha não teria existido apenas riachos frios mas também quentes. Os riachos frios certamente existiam nas Westlands &#8220;afundadas&#8221; e ainda existem hoje ns remanescentes ilhas da Alemanha Ocidental. Um riacho quente, contudo, parece incrível. Mas a confiabilidade desta antiga declaração é assegurada pelo seguinte fato: os jornais alemães relataram em 1o. de setembro de 1949 que as investigações do geologista alemão Heck na ilha de Sylt provaram que o interior da ilha contia correntes radioativas com uma temperatura de 110 a 130 graus Fahrenheit. Estes riachos, que são de grande importância para propósitos médicos, agora estão a serem explorados. Porque devem os riachos quentes, que tão recentemente foram descobertos em Sylt, terem sido impossíveis na Basileia?</p>
<p>A colina, sobre a qual ficava o castelo real, era dita ter um diâmetro de 3.000 pés. Ao redor da montanha foi construída uma parde protetora, que por sua vez era protegida por uma parede externa de pedra. Dentro desta poderosa circunvalação ficava o castelo e o templo de Poseidon. Em 31 de julho de 1952 esta grande muralha foi descoberta no ponto declarado, a seis milhas de Heligoland na direção do continente. As investigações realizadas por um mergulhador e um ecógrafo tem mostrado um surpreendente acordo entre o relato da Atlântida e as ruínas examinadas. As declarações a respeito da posição da Basileia na área do Mar do Norte também correspondem aos fatos. Como temos visto, a distância na direção norte ao mar aberto, para Skagerrak, chegou a duzentas milhas. No norte posterior ainda estão as montanhas norueguesas, e é dito que o tamanho e a beleza destas montanhnas eram ultrapassadas. Segundo o relato, havia muitos assentamentos, rios distantes, mares e campos neste país montanhoso, e as grandes montanhas eram cobertas com os mais diversos tipos de árvores. O relato afirma que a madeira usada para o trabalho público e particular na Basileia vinha destas montanhas. Estas declarações mostram que o relato original é baseado na narrativa de alguém com íntimo conhecimento destas partes. Suas descrições de fato eram difíceis de serem entendidas  sem mapas e o conhecimento do Norte, e portanto sujeitas a más interpretações e explicações erradas. Sobretudo, como com o nome &#8220;Roma&#8221; que algumas vezes apenas significa a capital, e em outras ocasiões significa o inteiro império romano, o nome &#8220;Atlântida&#8221; significa ambos: a ilha real e o inteiro reino atlante. Isto tem levado a várias más concepções. Por exemplo, o relato original afirmou que a Atlântida, a ilha real, era cercada por um canal de água; as fontes tradicionais tem enganosamente concluído que este canal cercava o inteiro reino atlante, e com base neste mal entendimento Platão calculou que o canal de água deve ter tido mil milhas de comprimento. Similarmente o relato original disse que a Atlântida, a ilha real, submergiu sob o mar. As fontes originais concluiram erroneamente que o inteiro reino atlante submergiu no mar. Esta confusão entre a ilha real e o inteiro reino atlante remanescente já é evidente nas inscrições contemporaneas. Algumas delas dizem que apenas &#8220;a chefe de suas cidades&#8221;, ou ilhas, foi rasgada pelas tempestades, enquanto outras dizem que o inteiro país pereceu. Os escritores egípcios evidentemente não tinham idéia da extensão das inundações catastróficas, na área do mar do Norte. Em outras partes do relato da Atlântida os mal entendimentos aparecem facilmente. Platão avalia que a Atlântida era maior e mais extensa do que a Libia e a Ásia Menor. Como o tamanho da Atlântida é dado entre duzentas e trezentas milhas, enquanto que a Ásia Menor é muito maior, neste contexto a palavra maior não deve ser traduzida senão como mais poderosa, o que corresponde muito melhor aos fatos reais.</p>
<p>A ilha real dos Atlantes, é também chamada &#8220;Nesos hiera,&#8221; porque isto desempenhava uma parte importante na cultura e nas crenças, bem como em assuntos legais do reino Atlante. Como relatado no relato da Atlântida, nesta ilha uma vez ficava o mais alto santum dos Atlantes; aqui os dez reis do reino inteiro se reuniam para veneração. Os mais importantes festivais religiosos aconteciam lá. A mais alta côrte da terra tinha lá o seu assento para pronunciar os julgamentos do inteiro reino. O nome &#8220;Heligoland,&#8221; ou Terra Santa (terra sancta), como a ruina da afundada ilha real já era assim chamada antes de seu reassentamento pelos monges cristãos por volta do ano 1000 de nossa era, tendo sido mantida na memória do importante significado religioso da ilha até os nossos dias. Adam de Bremen relatou que este lugar era sagrado para todos homens do mar, particularmente piratas, e que ninguém ficava impune para voltar para casa se tentasse levar consigo algum botim, mesmo pequeno. Que a Basileia era uma ilha &#8220;sagrada&#8221; é mostrado pelas imensas construções para veneração pública que haviam sido erigidas lá. É relatado que o centro da ilha no sagrado lugar de Poseidon ficava sobre o Pilar de Atlas, e ao redor deste pilar foi desenhado, como se por um compasso, cinco círculos concêntricos, dois de terra e três de água. É dito que o próprio Poseidon eregiu a construção &#8220;no início quando não havia barcos&#8221;. É dito que originalmente isto não podia ser entrado pelas pessoas.</p>
<p>A SAGRADA ILHA DA BASILEIA</p>
<p>I. UM CASTELO DE TRÓIA NA BASILEIA</p>
<p>Estas declarações tornam provável que o erudito W. Pastor estava correto quando disse que Platão descreveu como o mais alto lugar sagrado dos Atlantes um castelo murado cercado por anéis unidos. Castelos murados, também chamados de Castelo de Tróia, são colinas naturais ou artificiais, cercadas por muros concentricos ou círulos de pedras, que, segundo o erudito alemão E. Krause representam lugares muito antigos de veneração do sol. Um grande número de castelos de Tróia é conhecido em todos os territórios do assentamento Indo-germânico. A história tem frequentemente sobrevivido que nestes castelos uma garota ou mulher era mantida prisioneira. O mesmo é dito no relato da Atlântida de Cleito, que era mantida prisioneira por Poseidon em uma colina no centro de cinco círculos. Estas histórias são baseadas em um antigo mito solar. A donzela ou mulher aprisionada representa o sol. Os círculos concêntricos que em termos posteriores eram de forma em espiral, simbolizam o caminho no qual o sol seguia para escapar de sua prisão. O sol é forçado pelos círculos de espirais a retornar continuamente a seu ponto inicial. É provável que este foi inicialmente um método mágico, primitivo de influenciar o sol a permanecer em seu curso. No campo inteiro das memórias dos castelos de Tróia elas tem sido preservadas por especiais danças místicas, que tinham o propósito da influência mágica, ou ao menos a representação, do curso do sol. A dança do Labirinto de Creta ou de Delos, a dança Troiana dos Romanos, as danças britânicas no castelo Troiano de Wisby e Goathland todas tem sido na forma de círculos e tem chegado até nós pela literatura e os costumes. Devemos ouvir que na Basileia uma dança similar era dançada. A forma concêntrica dos círculos, como descrito no relato da Atlântida, está de acordo com as investigações de Krause e Schwantes na mais velha forma, da qual mais tarde desenvolveram-se as estruturas em forma de espiral. Krause pensa que as estruturas concêntricas são principalmente construções da inicial Idade da Pedra. Schwantes menciona decorações simbólicas em pedras místicas, bronze e ídolos datando da posterior Idade do Bronze ou inicial Idade da Pedra; sua forma concentrica ou em espiral, os símbolos do sol mostram uma desconcertante similaridade com estas estruturas, sendo completamente similares em cada detalhe. Um dos mais famosos destes círculos de pedra ainda existe hoje e é a grande estrutura de pedra de Stonehenge em Wiltshire.</p>
<p>Como Krause e Pastor tem mostrado, a representação do curso do sol por círculos de tamanhos diferentes somente pode ter tido origem no Norte, porque apenas lá o curso do sol aparentemente descreve círculos variando grandemente de tamanho. Pstor percebeu que os círculos artificiais dos Atlantes eram de tamanhos bem diferentes. Como ele acredita que estes anéis artificiais sejam imitações dos cursos de inverno e verão do sol, ele chegou a conclusão que o modelo para o castelo troiano da Atlântida se originou no Norte Europeu. Como muitos de seus contemporaneos, Pastor esperava encontrar a Atlântida nos Açores, e ele avaliou que os círculos eram uma clara prova que o Teutônico Norte da Europa deve ter sido o doador, enquanto a Atlântida foi a recebedora. O norte da Europa não era portanto uma província cultural da Atlântida, mas ao contrario a Atlântida era uma província cultural do Norte da Europa. Se ele tivesse sabido que a Atlântida situava-se no Norte da Europa, e não perto dos Açores, ele teria tido uma prova nova e notável para sua teoria de que os castelos troianos se originaram no Norte da Europa. A surpreeendente similaridade, senão a completa exatidão, de numerosos castelos troianos na inteira área de assentamento Indo-germânico tem frequentemente levado a assunção que estas estruturas podem ultimamente ser remontadas a um padrão original. Onde vamos encontrar este protótipo de todos os castelos troianos? Que ele é para ser encontrado nas áreas Nórdicas tem sido convincentemente mostrado por Krause e Pastor. Esta era talvez a estrutura na Atlântida? Os seguintes fatos confirmam esta opinião. Segundo o relato da Atlântida, esta estrututa foi construída &#8220;no início quando o homem primeiro andou sobre esta terra e não havia barcos&#8221;. Ela foi construída pelo próprio Poseidon, chamado por Homero o mais velho e mais nobre de todos os deuses. A estrutura da Basileia era, segunda as medidas declaradas, a maior por causa que seu embelezamento com âmbar a tornava a mais surpreendente. Ela ficava sobre a ilha, chamada &#8220;ILHA SAGRADA&#8221; no relato da Atlântida, o que nos faz avaliar ter sido ela o centro cultural do Norte. Esta estrutura na Basileia estava ligada a um culto de &#8216;pilar mundial&#8217;, o que certamente pode reclamar uma velha idade. Todas estas declarações podem ser remontadas a tudo sobre o protótipo definitivo. Realmente não importa o que pensamos que possa ser a resposta ao problema; o que é certo é que a inteira história sobre o castelo troiano na Basileia não pode ser um conto de fadas inventado por Solon ou Platão.A descrição no relato  deve ser baseada em um castelo troiano que de fato uma vez existiu.</p>
<p>2. O &#8220;CULTO MUNDIAL DO PILAR&#8221; NA BASILEIA</p>
<p>Com base em sua detalhada investigação dos castelos troianos Krause chegou a conclusão que estas estruturas devem originalmente ter sido ligadas ao culto de um &#8216;deus eixo do mundo&#8217; como Atlas, porque o centro dos círculos concentricos representando o curso do sol era acreditado ter sido o eixo do mundo, ou pilar mundial que sustentava o céu. Krause foi incapaz de substanciar esta possível assunção por qualquer fato. Contudo, se ele tivesse conhecido o relato da Atlântida, e sabido que ele descreveu costumes muito antigos do Norte, então ele teria encontrado a prova substancial para sua teoria. O relato da Atlântida enfaticamente declara que na Atlântida um pilar sagrado ficava no centro dos círculos concentricos; ordem e unidade entre eles próprios eram sustentadas pelas regras de Poseidon, como transmitidas pelas leis e inscrições gravadas pelos antigos pais sobre um pilar feito de âmbar. Este pilar ficava no centro da ilha no santuário de Poseidon. Lá os reis se reuniam cada cinco ou seis anos, para não favorecer qualquer um deles, e eles consultavam um aos outros sobre os assuntos comuns; eles investigavam se qualquer um deles era culpado de uma transgressão e davam o julgamento de acordo. Mas quando eles resolviam realizar uma côrte de lei eles faziam as seguintes súplicas um aos outros: na área sagrada de Poseidon pastavam alguns touros. Os Dez organizavam uma caçada sem armas, exceto bastões, e oravam ao deus deles que eles pudessem pegar o touro escolhido pelo seu deus. O touro capturado era sacrificado na mesma altura da inscrição. Sobre o pilar estava escrito além das palavras de lei as palavras de um juramento evocando pragas sobre os desobedientes. Depois do sacrifício legal eles ofereciam todas as pernas do touro ao deus; como uma dedicação eles pingavam o sangue em uma bacia que estava pronta para este propósito e o resto eles atiravam no fogo, depois de haver limpo o pilar. Eles bebiam de douradas canecas daquela bacia e juravam que eles governariam segundo as leis do pilar e aplicariam a punição se um deles fosse culpado de ofensa. No que dizia respeito ao futuro, ninguém voluntariamente seria culpado de uma ofensa contra a lei, nem governaria contra a lei, nem obedeceria a um governante que não seguisse as leis de seu próprio pai. O pilar assim descrito, que ficava no centro do santuário e portanto do castelo troiano da Atlântida, era sem dúvida uma &#8216;coluna mundial&#8217;. O relato que o animal sacrificado era morto alto no pilar mostra que o pilar tinha braços estendidos em seu topo, sobre os quais um touro podia ficar. A forma deste pilar é conhecida por nós de uma representação de um &#8220;pilar mundial&#8221; em uma bacia dos Filisteus datando do tempo por volta de 160 AC.</p>
<p>A área Nórdica do &#8216;universo, ou pilar do céu&#8221; sustentando o céu, era conhecida no Sul bem cedo. Na inscrição de Tutmés III [por volta de 1500 AC] aprendemos dos pilares do céu no Norte. Ramsés II (1292-1232 AC) avaliou que sua fama e poder se estendia das terras negras do sul aos pântanos nas fronteiras da escuridão, onde ficavam os quatro pilares do céu. Em um livro de feitiçaria datando da época de Ramsés III é feito menção aos &#8220;deuses que carregam, que vivem na escuridão do distante Norte&#8221;. No Livro de Hiob também é feita menção às &#8220;colunas do céu&#8221; e aos fins dos mares onde a luz e a escuridão se separam. Os gregos chamavam a estes pilares de &#8220;Pilares de  Atlas&#8221; O mito grego sustenta que este nome foi dado aos &#8216;pilares do mundo&#8221; porque Atlas, o rei que deu à ilha de Atlântida seu nome, foi o primeiro a calcular o movimento das estrelas. Portanto foi criada a história que Atlas estava carregndo as colunas do céu. Homero conhecia Atlas apenas como alguém que sustenta os imensos pilares que sustentam o céu e a terra. Hesiodo tem nos contado onde Atlas carrega os pilares do céu: nos fins da terra, nas moradas da noite, onde o dia e a noite são tão próximos um do outro que convrsam um com o outro. Quando os antigos falavam das &#8220;fronteiras da escuridão&#8221; ou &#8220;habitações da noite&#8217; eles sempre queriam dizer o distante Norte, como mencionado antes. Os pilares do céu são portanto também chamados &#8220;stele boreios &#8220;-&#8221; Pilares do Norte.&#8221; A história mais tarde conta que Atlas deu os pilares do céu para Hercules sustentar, e por esta razão estes pilares do Norte, ou Pilares de Atlas, mais tarde foram chamados Pilares de Hercules. Depois do sexto ou quinto século AC, quando o Norte gradualmente desapareceu do horizonte dos povos Mediterrâneos, o Estreito de Gibraltar tornou-se conhecido como os Pilares de Hercules.</p>
<p>Parece haver pouca dúvida que os originais Pilares de Hercules no Norte estavam situados na terra do âmbar, na Basileia. Tacito também menciona estes Pilares de Hercules no Mar do Norte. Ele disse que eles permaneciam &#8220;até o presente dia&#8221;.  Drusus Germanicus tentou investiga-los, &#8220;mas o mar não permitiu isto&#8217;. Seneca fala destes pilares em uma descrição de uma viagem ao Mar do Norte. Eles são chamados &#8220;pontos de virada das coisas&#8221; e eles estão situados &#8220;no mar de lama&#8221; nas mais distantes fronteiras do mundo, nas águas sagradas perto do assento dos deuses. Sófocles mencionou os pilares do céu nas terras de Hyperboreai, no mais distante canto do mundo, nos riachos da noite, o lugar de repouso do sol, a &#8220;mudança das estrelas&#8221;. Não há dúvidas de que estes &#8220;pilares do céu&#8221;, Pilares de Hercules, devem ter descrito o sagrado pilar do universo no centro do santuário do &#8220;Norte, no templo da Atlântida-Basileia&#8221;. Não é surpresa que Tacito tenha dito deste pilar que ele permanecia existindo até nossos próprios tempos. Nós já temos avaliado que a Basileia deve ter reaparecido novamente depois da regressão do mar na Idade do Ferro e ela também pode ter se assentado novamente entre o quarto e o quinto século AC.</p>
<p>Deste conceito de pilar mundial se desenvolveu mais tarde entre os Teutons os conceitos do centro do mundo e do mundo-árvore e a crença que o mundo colapsaria se estes fossem rasgados. Jung acredita que os pilares de Roland devem ser vistos como restos do culto dos pilares mundiais. Este antigo conceito de pilar mundial na área Nórdica tem permanecido até a era cristã. A única importância do culto do pilar do povo do Norte, ou Filisteus, é chamado &#8220;ai Caphtor,&#8221; o que significa uma ilha de pilares (Jeremias xlvii . 4), e os próprios Filisteus são chamados &#8220;Caphtorites,&#8221; significando &#8220;povo dos pilares.&#8221; É mencionado repetidamente no Velho Testamento que os Filisteus veneravam pilares em seu país. A palavra pilar deve ter sido de enormes dimensões. Rudolf de Fulda [850 de nosa era] relatou que levava três dias para destruir um pilar mundial. Na Crônica do Imperador Alemão é relatado que os Romanos tinham matado Julio Cesar mas que o haviam em um pilar mundial. Em outros lugares na Crônica, Simão o Conjurador ficou sobre um pilar para ser visto por tantas pessoas quanto possível. A declaração do relato da Atlântida a respeito da maravilhosa artísticos e decorações. O costume relatado na história da Atlântida que o sangue sacrificial era pingado sobre o pilar mundial permaneceu em existência até o tempo da conversão cristã. Não é impossível que o pilar mundial na Atlântida fosse o protótipo de todos os outros pilares mundiais. Lembretes quanto a forma e o culto destes pilares tem sido mantidos vivos por milhares de anos.</p>
<p>3. O RITUAL DO SACRIFÍCIO DO TOURO NA BASILEIA</p>
<p>Aprendemos do relato da Atlântida que inseparavelmente ligado ao culto do pilar mundial estava o sacrifício cerimonial do touro. Foi dito que na área do templo sagrado ao redor do pilar mundial eram mantidos touros que pastavam livremente. Como já mencionado, os dez reis tinham que pegar um destes touros para ser sacrificado ao deus deles, &#8220;sem ferro e apenas com bastões e uma corda&#8217;. O touro a ser sacrificado era levado ao sagrado pilar mundial e morto de forma que o seu sangue pingasse sobre o pilar. O touro então era cortado segundo regras precisas e finalmente enviado ao fogo sagrado, com exceção de dez gotas de sangue que eram pingadas sobre uma bacia sagrada. A descrição do sacrificio do touro mostra que aqui estamos lidando com um culto muito antigo. Isto é provado pelo fato de que quando o touro era pego só eram usadas as armas mais primitivas do homem, tais como bastões e cordas, e não armas contemporaneas. A formalidade de que apenas um rei podia pegar o touro é uma indicação que o culto datava de quando os chefes tribais, que originalmente eram sempre os mais altos sacerdotes de sacrifício, pegavam um touro selvagem com bastão e corda para o sacrifúcio sagrado. Geralmente é presumido que este fosse o propósito original da captura do animal. Os animais eram pegos para sacrifícios cerimoniais muito antes que fossem pegos para propósitos de criação. Esta forma de veneração religiosa data de uma fase cultural muito anterior a aquela mencionada no relato da Atlântida. Este relato descreve o estágio cultural do camponês e criador de gado. Segundo todas as indicações o sacrifício do touro remonta ao estágio da caça. O sacrifício do touro parece ter sido um festival muito raro e exclusivo na era da Atlântida. Ele acontecia a cada cinco ou seis anos e era reservado apenas aos Dez. O lembrete de Hofler sobre a surpreendente tenacidade pelas quais estas formas de civilização duravam milhares de anos pode também ser aplicada a este festival. Datando da civilização do caçador, sobrevivendo milhares de anos na Idade da Pedra, ele chegou a civilização camponesa da Idade do Bronze como uma tumba megalítica chega ao nosso tempo. Hauer foi o primeiro a reconhecer neste sacrifício do touro na Atlântida o antigo culto do touro Indo-germânico. Este culto pertence inseparavelmente ao culto do pilar mundial, porque seja onde for que este último culto tenha sobrevivido em idades posteriores, o pilar mundial era coberto com o sangue sacrificial como na Atlântida. Jung diz que era acreditado que esfregar este pilar mundial contribuia para a manutenção do mundo. Este sacrifício do touro ainda era costumeiro em tempos posteriores nos cultos do povo do Norte, como por exemplo os Cimbrianos e os Teutons.</p>
<p>4. O CULTO DO FOGO</p>
<p>Como o culto mundial do pilar, o culto do fogo também desempenhou uma parte importante no festival sagrado na Basileia. Nos é dito que, tão cedo quando chegou a escuridão e o fogo do sacrifício foi extinto, os &#8220;Dez&#8221; colocaram vestimentas azuis de grande beleza. Eles se sentaram pelo brilho do fogo do juramento sacrificial e extinguiram todos os outros fogos ao redor do santuário. Foi dito mais cedo que os restos do touro foram lançados no fogo e que seu sangue, que os &#8220;Dez&#8221; bebiam em taças douradas, foi pingado sobre o fogo do sacrifício. Estas declarações evidentemente descrevem o culto do fogo como ele era costumeiro entre todos os povos indo-germânicos. Através dos grandes sacrifícios que eram lançados no fogo era aparentemente acreditado que, a nova força seria acrescentada ao aquecimento diminuido do sol. A extinção dos velhos fogos, o  acender solene de um novo fogo ou o reacendimento do fogo sagrado com amplas dádivas sacrificiais, eram uma parte importante do antigo culto do fogo indo-germânico. Entre os Teutões, que Caesar menciona o culto do fogo, o fogo sagrado era chamado &#8220;knotfiur,&#8221; que deriva de &#8220;niuwan, hniotan,&#8221; que significa &#8220;fricção.&#8221; Em muitos distritos rurais alemães permaneceu por muito tempo o costume de fazer um novo fogo sagrado pela fricção de pedaços de madeira. Frequentemente apenas gêmeos eram permitidos realizarem este procedimento. No Rig-Veda, um antigo escrito hindu de 1100-1000 AC, é relatado que a função sagrada da fricção do fogo devia ser realizada por gêmeos como divindade Acvins, que eram muito similares aos antigos gemeos teutônicos Alcis. Na imagem de pedra de Kivik, um dos mais velhos documentos da antiga realigião Teutonica, datando de 1500 AC, o sagrado procedimento da fricção do fogo é representdo por dois homens que são possivelmente gêmeos. Na Atlântida também os gêmeos parecem ter desempenhado um papel importante. Posewidon é dito ter gerado cinco pares de gêmeos com Cleito, e ele é dito ter dividido seu reino entre os dez gêmeos. Segundo o relato da Atlântida, os &#8220;Dez&#8221; são os descendente diretos destes gêmeos. Como eles arranjaram por eles mesmos o pilar mundial, o sacrifício do touro, o festival do novo fogo, podemos assumir que estes reis gêmeos também realizaram a importante fricção do novo fogo. Na pedra de Kivik o ritual sagrado da nova frição é acompanhado pela música de um tipo de instrumento musical de cordas. Este também possivelmente era o caso dos Atlantes, embora isto não tenha sido mencionado no relato. O fato de que todos os outros fogos ao redor do santuário tinham que ser extintos durante este festival e somente o novo fogo podia permanecer aceso é também conhecido de um período posterior na área indo-germânica.</p>
<p>5. O MANTO AZUL DO REI</p>
<p>Na descrição do mais alto festival dos Atlantes o manto azul, ou manto, é mencionado. Ele era usado por cada um dos dez reis durante o grande festival e era dito ser excepcionalmente belo. Estes mantos azuis eram apenas vestidos por um curto tempo no auge do festival, e depois disso estas vestimentas especiais eram mantidas no templo ao lado das douradas tábuas de leis.</p>
<p>É uma estranha coincidência que exatamente um tal manto real azul, pertencendo, contudo, a um tempo muito posterior, ao século terceiro de nossa era, foi encontrado durante as escavações em Thorsberger Moor em Schleswig-Holstein. Schlabow, que o examinou estreitamente, e também o reconstituiu, confirmou que  o &#8220;milagre técnico&#8221; deste manto não reside apenas em seu comprimento [ao menos sete pés] mas muito mais em sua manufatura; dois tipos diferentes de tecelagem foram usados e somente podem ter sido realizados por um aparato de tecelagem altamente desenvolvido. Schlabow foi capaz de provar que este modo de tecer altamente desenvolvido deve ter sido já usado durante a Idade do Bronze, 3.500 anos antes. A cor do manto não era, como originalmente acreditado, verde, mas de um azul brilhante. Fotografias de infra vermelho tem mostrado que o material do fio para enrolar o redor do corpo não consiste em um único tom de azul mas sombras graduadas de escuro, médio e claro. Como o tecer que foi usado para a manufatura destas vestimentas impressionantes podem ser rastreadas de volta a Idade do Bronze, podemos seguramente assumir que os mantos azuis dos reis da Atlântida eram como este encontrado em Thorsberg, no que diz respeito ao corte e à cor. Nas imagems de pedra de Kivik os homens usam longos mantos, exatamente como aqueles que tem sido relatados para os reis Atlantes durante o grande sacrifício. Um vaso sagrado desempenhava uma parte importante durante o grande festival. Ele ficava no centro dos &#8220;Dez&#8221; durante as festividades, e o sangue do touro que fluia pilar abaixo era coletado nele. Ele era retirado deste vaso sagrado em taças douradas, o que provavelmente tinha o significado de ligar e conectar os &#8220;Dez&#8221; com seu deus e uns com os outros. Não há dúvida que uma tal bacia sacrificial desempenhou um papel especial na área Nórdica. Várias delas tem sido encontradas nos territórios teutônicos, e algumas são belamente decoradas e podem ser levadas sobre rodas. É relato que os Cimbrianos ofereceram ao imperador romano Augustus sua sagrada bacia sacrificial quando eles enviaram um representante a Roma.</p>
<p>6. O VASO SAGRADO</p>
<p>Os Filisteus também possuiam tais bacias sagradas ao tempo da destruição da Atlântida. Em Chipre, por exemplo, foi encontrado um vaso nas tumbas filistéias datando de 1200 AC e que é notavelmente similar às bacias Nórdicas da Idade do Bronze. Nas figuras em pedra de Kivik uma grande bacia está no cento dos sacrificadores. Figuras usando longas vestimentas como robes estão se aproximando de ambos os lados para beber dela a sagrada bebida. Taças douradas de sacrifício, como aquelas usadas pelos &#8220;Dez&#8221; para beber o sangue do touro, tem sido encontradas na área Nórdica em grandes números. Especialmente digno de menção nesta conexão são as duas canecas douradas com cabeças de Touro da ilha de Zealand, que foram encontradas em uma montanha que originalmente tinha sido três terraços e evidentemente era um castelo Troiano. .</p>
<p>7. A ESTÁTUA DE POSEIDON</p>
<p>O relato conta sobre a estátua de Poseidon no santuário na Basileia: Eles eregiram no templo imagens de um deus em ouro, o deus em pé em um carro levado por seis cavalos alados de um tamanho tal que a cabeça do deus tocava o teto do templo. As declarações  a respeito do tamanho, número e feitura das imagens douradas são sem dúvida exageradas. É possível que os sacerdotes egípios tenham decorado as narrativas originais das imagens nos templos Nórdicos com seus próprios símbolos. No Egito havia imagens de deuses que eram enormes, muito maiores do que o tamanho de um ser vivo normal, cobertas com placas de ouro e embelezadas com pedras preciosas. Não podemos, contudo, desmentir a inteira descrição da narrativa por estes exageros, já que temos, nas imagens da tumba Kivik, representações do deus nas imagens. Sobre uma pedra da tumba Kivik um deus é representado de pé em uma carruagem guiada por um grupo de cavalos. A esquerda do grupo está um grando golfinho por trás do qual estão dois cavalos ociosos. Abaixo deles estão oito estátuas vestidas em longas vestimentas. Esta imagem de pedra em Kivik provavelmente apresente de uma forma concisa as imagens nas rochas da Idade da Pedra, o mesmo grupo de estátuas que é descrito no relato da Atlântida. A pedra tumular de Kivik confirma que a imagem do deus mencionada no relato já existia trezentos anos antes do afundamento da Atlântida. Como pode ser explicada esta representação de Poseidon? É geralmente concordado que a divindade representada na pedra de Kivik é uma deidade do sol. Um deus guia a carruagem do sol, a qual estão anexados os cavalos do sol, sobre o céu. Em tempos antigos era acreditado que o sol, que se põe no mar à noite, quando os cavalos do sol ficam livres, é guiada por golfinhos pelo submundo ao seu ponto inicial no Leste. Oa cavalos do sol, portanto, representam o curso do dia e os golfinhos o curso da noite do sol. Esta antiga crença é mostrada na pedra de Kivik com o golfinho ao lado dos cavalos que ficam livres durante a noite. As figuras femininas representadas no grupo inferior da pedra são evidentemente as ninfas que são mencionadas no relato da Atlântida como acompanhantes do deus sol. Muitos deuses Nórdicos tem auxiliares femininas. Atlas, por exemplo, é dito ser acompanhado pelas Hesperides, e Helios é acompanhado pelas Heliades. Em tempos posteriores as Valquirias pertenciam a Wotan, as Idis a Donat e as Ninfas a Balder. As histórias do norte de Friesland falam de mulheres que vem do mar e desaparecem lá, de donzelas do mar que vivem em um palácio de vidro no fundo do mar, que se transformam em cisnes e encantam jovens pescadores, ou cantam músicas de até logo aos afogados. As Nereides, ou ninfas do mar, eram evidententemente tais donzelas do mar, e apareciam portanto como acompanhantes de Poseidon. A tumba de Kivik prova que todas as coisas relatadas no relato da Atlântida realmente existiam na religião do Norte; o acender de um novo fogo, um vaso sagrado, um deus supremo que estava de pé guiando os cavalos do sol em uma carruagem cercada por Ninfas ou Nereides. Nada há que desaprove a crença de que as imagens na tumba de Kivik representem um festival da Atlântida-Basileia. Talvez a grande pessoa enterrada na enorme tumba de Kivik pertencensse a estes reis que se reuniam a cada cinco ou seis anos na grande assembléia que dava as leis na Basileia.</p>
<p>O Velho Testamento também conta sobre as grandes estátuas moldadas do deus dos Filisteus. É relatado lá que em seus templos em Gaza e Asdod havia uma estátua de seu mais alto deus em forma humana. Este deus é descrito pela palavra semítica &#8220;Dagon&#8221; que significa &#8220;deus pescador&#8221;. Não deve haver dúvidas que o &#8220;deus pescador&#8221; dos filisteus era o mesmo deus com o peixe uma vez venerado pelos seus ancestrais na Atlântida-Basileia e que tem sido preservado para nós na tumba de Kivik. A identidade entre Dagon e Poseidon tem sido avaliada por Hitzig, o investigador da história dos Filisteus, depois de detalhada pesquisa.</p>
<p>8. O TEMPLO DE POSEIDON NA BASILEIA</p>
<p>Segundo as declarações do relato da Atlântida, o templo de Poseidon na Basileia tinha uma aparência bárbara. Esta descrição pode ter sido uma indicação que ele era diferente de um templo egípcio ou grego. O templo é dito ter tido quinhentos pés de comprimento e duzentos e cinquenta pés de largura. Ouro, prata, âmbar cobriam em um grau excessivo o exterior e o interior do santuário. Estas declarações soam tão incríveis que somos inclinados a desmenti-las como contos de fadas. Há, contudo, relatos de templos e santuários de antigas fontes teutônicas que não parecem menos fantásticos. É dito, por exemplo, do templo de Fosites que ele era de um soberbo tamanho e simplesmente coberto com ouro e pedras preciosas. Segundo a tradição de Edda, Glitnir, o templo de âmbar dos Fosites, é dito ter tido paredes, postes e pilares feitos de ouro vermelho e um teto de prata. &#8220;Gimle&#8221;, o precioso hall de pedra, era coberto de ouro, segundo Edda. O famoso templo de Thor em Uppsala é dito ter tido um teto de ouro, paredes cobertas de ouro e pedras preciosas, e uma cortina dourada. A torre de vidro, ou montanha de vidro, da história Teutônica, que data ao menos de 2.000 AC, é dito ter sido tão grande quanto uma montanha e ter tido uma camada de cobre, prata e uma de ouro. Não podemos descartar o relato da Atlântida como uma ilusão ou conto de fadas, porque ao menos isto é baseado em um antigo mito teutônico que é conhecido atualmente. É importante entender que segundo o relato da Atlântida o inteiro templo de Poseidon na Basileia era coberto com orichalc, ou âmbar. Pisos, paredes, pilares e tetos brilhavam com este &#8220;ouro Nórdico&#8221; que, como sabemos, era encontrado em muitas partes da Basileia. Que esta descrição é muito próxima da verdade podemos ver das seguintes observações; devemos ver que Homero tem descrito em detalhe a ilha real da Atlântida. Ele usou uma fonte independente do relato da Atlântida e ele diz que &#8220;como os raios do sol e o brilho de luas fazem a casa de Alkinoos brilhar&#8221;. É óbvio que ele está descrevendo uma parede de âmbar. Já temos ouvido que as muitas histórias na área nórdica contam sobre uma &#8220;torre de vidro&#8221; ou um &#8220;castelo de vidro&#8221;, são provavelmente lembretes do templo de âmbar da Basileia. Não é surpreendente que as histórias antigas descrevessem este templo como a casa dos mortos ou como &#8220;a casa dos mortos que partiram&#8221;. Segundo as investigações do Professor Huth, o sol, os cultos da fertilidade e da morte formavam uma entidade na idade megalítica da qual se origina este templo. Ele sempre havia sido um santuário para estes cultos e assim se tornou &#8220;a casa dos mortos&#8221; na história Nórdica. A antiga história Frísia diz que no fundo do mar perto de Heligoland há uma casa dos mortos com paredes de vidro e um teto de cristal onde as ninfas do mar cantam seus hinos funerários.</p>
<p>A história britânica de Nennius, datando do século nono de nossa era, relata que além do mar há uma ilha sobre a qual fica uma alta torre de vidro e que também é a Ilha do Abençoado. Repedidamente encontramos nas histórias antigas a declaração que a &#8220;árvore mundial&#8221; está no topo da montanha de vidro. Este parece ter sido o caso da Basileia. Outras histórias estranhamente relatam que a montanha de vidro era cercada por três anéis de água, como era o caso do mais alto santuário na Basileia. Todas estas declarações e as fontes tradicionais fazem possível que o templo de âmbar da Basileia e a montanha de vidro, ou torre de vidro, da história estão interligados. Ou as histórias da torre de vidro contém um lembrete do principal santuário do Norte, ou este último obedecia as antigas concepções míticas que são a base da história da torre de vidro. É irrelevante neste contexto que teoria nós favorecemos, mas podemos seguramente imaginar que o templo da Atlântida parecia-se com uma torre de vidro, ou montanha, da antiga história Teutônica.  Huth tem mostrado que a torre de vidro provavelmente consistia de três andares, no topo da qual podia ser encontrada a árvore mundial. Estas estruturas eram imitações da montanha mundial de três andares, um símbolo que é característico do círculo megalítico da civilização. Parece haver pouca dúvida que as estruturas religiosas na Basileia já estavam eregidas na idade megalítica. A sala na qual Cleito deu à luz aos primeiros dois reis gêmeos era ainda mostrada no santuário ao tempo do afundamento da Atlântida. Então o santuário era visto como uma estrutura muito antiga. É possível que no santuário da Basileia era venerada e mantida uma maçã dourada. Algumas antigas histórias teutônicas contam que no topo da torre de vidro sentava-se uma filha real que levava em sua mão uma maçã dourada. Homero menciona o maravilhoso pomar de maçãs nesta ilha real. No antigo mito grego é relatado que as Hesperides davam maçãs da imortalidade. Uma antiga imagem em um vaso grego mostra Atlas dando a Hercules uma maçã dourada. Segundo antigas fontes teutônicas, as maçãs de Idun eram mantidas em Asgard, em fronte da qual estava situada o Glasir, ou floresta de âmbar. Segundo a história céltica, a ilha de vidro é chamada Avalun, que significa &#8216;ilha da maçã&#8221;. Plínio avalia que Pytheas chamou a ilha da Basileia no Mar do Norte de Abalus, que também significa &#8220;ilha da maçã&#8221;. O cronista inglês William de Malmesbury chama a ilha de vidro Insula Avallonia, que ele próprio traduziu como &#8220;ilha da maçã&#8221;. Ele também relata que o primeiro fundador da torre de vidro, Glastening, é dito ter plantado um maravilhoso pomar de maçãs que davam a imortalidade. Segundo as antigas histórias célticas o Rei Arthur foi levado para a ilha de vidro de Avalun para governar sobre estes campos dos abençoados até o seu retorno. Não podemos encontrar, contudo, qualquer menção no relato da Atlântida à maçãs douradas. Aprendemos, embora, de antigas fontes gregas que Atlas mantinha a maçã dourada em uma ilha do Oceano Nórdico, na vizinhança de Hiperborea. Somente Atlântida-Basileia pode ter significado esta ilha de Atlas no Oceano Nórdico. Neste caso uma maçã dourada deve ter desempenhado um papel no culto, que, embora o relato da Atlântida seja silente quanto a isto, é bem documentado pelas supracitadas fontes tradicionais.</p>
<p>9. ESPORTE E JOGOS NA BASILEIA</p>
<p>O relato da Atlântida também menciona lugares de esporte, competições e corridas de carruagens. Aprendemos que piscinas e casas de banho foram construídas por Poseidon perto dos riachos sobre a colina real. Havia também lugares de treinamento para propósitos de ginástica para homens e pistas de corridas de carruagens. Estas declarações soam mais do que fantasiosas, mas lugares imensos de competições tem sido encontrados na área Nórdica remontando à Idade do Bronze. Temos, sobretudo, uma testemunha para estas declarações &#8211; Homero, que as confirma em todos os detalhes, e até mesmo nos leva a uma competição atlética em solos de esporte na Basileia. Entre as pistas de corrida da Idade do Bronze que ainda existem hoje, deve ser contado o círculo de pedra de Stonehenge que deve ter sido eregido por homens da cultura Atlante muitos séculos antes que fosse escrito o relato da Atlântida. A pista de corrida de Stonehenge, em suas dimensões originais imensas, não pode ser uma imitação de um estádio grego. Devemos ouvir mais tarde sobre os lugares de competições e disputas na Basileia, como descritos por Homero. Estas corridas de carruagem eram originalmente cerimonias ligadas ao culto dos mortos. O Professor Huth acredita que assim o era na Alemanha e na Irlanda, ao menos, e ambos países devem ter pertencido à esfera de influência Atlante durante a Idade do Bronze. Todas estas declarações sugerem que o povo Nórdico deve ter alcançado um alto estado de atividade física durante a Idade do Bronze. Quando eles foram expulsos de seus lares pelas catástofes do século XIII AC e se assentaram na Grécia, eles encontraram na subsequentemente famosa região de Olimpia [destruída em batalhas por volta de 1200 AC] somente assentamentos seculares. Em seu lugar os novos senhores construiram um grande centro religioso com um templo a Apolo similar aquele de Poseidon na Atlântida, e um templo a Cronos, que, segundo a história, era um irmão de Atlas e um rei de Olimpia que foi construído próximo ao templo. Estas estruturas foram construídas, segundo os mitos gregos, por &#8220;homens de uma raça doureada&#8221;, o que significa os Atlantes. Foi dito sobre a árvore sagrada em Olimpia, da qual era cortada a guirlanda de glória com um faca dourada para o vitorioso de várias competições, que ela foi trazida por Hercules das terras do Norte para Olimpia. Nos posteriores vasos geométricos feitos pelos descendentes do povo do Norte que invadiu a Grécia por volta de 1200 AC, as corridas de carruagens e competições eram frequentemente pintados, o que claramente mostra o espírito de luta trazido para o Sul pelo povo do Norte de suas arenas atléticas. Há uma forte conexão entre entre os muitos esportes e lugars de competição da Atlântida-Basileia e aqueles de Olimpia. O galante espírito de combate quie foi cultivado nas Olimpíadas e que tem sido preservado até o nosso tempo tem seu lugar de nascimento não em     Olimpia, mas na Basileia, onde ele era estimulado e encorajado muitos séculos antes da construção das pistas Olimpícas. Homero nada sabia de Olimpia e dos jogos olímpícos, mas ele savia sobre a Atlântida-Basileia e suas pistas de corrida, e ele celebrou em seus versos imortais o galante espírito de luta que prevalecia. .</p>
<p>CONCLUSÕES</p>
<p>A história do relato da Atlântida, que ao tempo quando o cobre e o zinco eram usados quase que exclusivamente embora o primeiro ferro fosse  conhecido, isto é, o século XIII AC, uma terrível catástrofe climática afligiu o mundo, e no rodamoinho do grande calor e seca, terremotos e inundações, um período climático muito favorável chegou ao fim, está de acordo com os resultados mais recentes da pesquisa climática. Também correspondendo aos fatos históricos é a declaração que durante este tempo aconteceu uma migração do grandes proporções através da Europa e da Ásia Menor até tão longe quanto o Egito. Isto se impôs a muitos países, destruiu muitos países no Sudeste da Europa e veio a um ponto de impasse somente na fronteira Egípcia. As escavações arqueológicas tem mostrado que a cidade de Atenas, como mantido no relato da Atlântida, se defendeu com sucesso e salvou sua liberdade. As declarações do relato da Atlântida, que a principal força desta onda veio das ilhas e áreas costeiras do Mar do Norte, e que os Tirrenos e Libios estavam aliados com eles, é confirmado por muitas inscrições contemporaneas e documentos. Estes documentos também confirmam que numerosas ilhas, inclusive a ilha com a cidade real, foi dizimada e destruída. As declarações que imediatamente antes a ilha da Basileia era uma ilha de rocha de pedra vermelhas, brancas e pretas; que a montanha sobre a qual ficava o castelo real estava a seis milhas de distância da ilha rochosa; e que o âmbar-orichalc era encontrado em muitos lugares no solo enquanto que o cobre era encontrado em forma pura, também corresponde a fatos conhecidos. Sobretudo, a declaração que esta área da Basileia foi mudada depois da catástrofe em um intransponível mar de lama, assim bloqueando a passagem para o mar externo, também sem a menor dúvida está correta.</p>
<p>As declarações do relato da Atlântida a respeito do tamanho do reino Atlante, sua organização e formação de exército pode muito similarmente ser confirmada pela pesquisa que tão longe tem sido realizada neste campo. Similarmente, as declarações sobre as crenças religiosas na ilha lar dos Atlantes parecem contér uma grande parte de verdade. As imagens nas rochas na tumba de Kivik mostram que durante a Idade do Bronze no Norte um deus de fato era venerado, que era apresentado de pé sobre uma carruagem acompanhado de golfinhos e ninfas do mar exatamente como é dito no relato da Atlântida. A declaração sobre a veneração do pilar mundial, o sacrifício do touro e o embelezamento do templo com âmbar também parecem ser autênticos. Eles são confirmados em tempos posteriores pelas crenças do povo Nórdico, pelas histórias e pela tradição. Entre estas declarações há algumas que apenas podem ser atribuídas a testemunhos oculares. A autoridade que contou sobre sobre as cores vermelha, branca e preta da ilha rochosa, que deu a distância correta da montanha do castelo até o continente, que sabia sobre os depósitos de cobre e do âmbar na Basileia e muitos outros detalhes, deve ter sido um nativo do país. O conhecimento preciso da cerimônia rara e exclusiva do sacrifício do touro dá apoio à presunção que esta autoridade deve ser encontrada entre a &#8216;reunião dos Dez&#8221;. Ramsés III ressalta em suas inscrições que entre os capturados do povo do Norte, de quem Ramsés II disse que eram mais de cem mil, devem ter estado os &#8220;Dez&#8221; que eram líderes, ou reis, do povo do Norte. O grande relevo que descreve a captura do povo do Norte mostra como o próprio Ramsés III tirou os príncipes de nove povos do Norte das correntes e os interrogou e como as declarações deles foram tomadas por muitos escritores. Evidentemente o conhecimento detalhado sobre a Terra do Norte e seu destino, dado não apenas pelas inscrições contemporaneas do relato da Atlântida, tinham sido obtidas destes guerreiros capturados no Egito.</p>
<p>O relato da Atlântida confirma esta assunção quando ele diz que o relato original, citado pelos sacerdotes de Sais, foi traduzido da linguagem atlante para o egício, e pode ser rastreado às declarações diretas dos Atlantes. Este relato é sustentado pelas inscrições contemporâneas, porque ele contém várias palavras que apenas podem ser explicadas, não de fontes egícias e sim de fontes indo-germânicas. A palavra &#8220;nwts&#8221; por exemplo, traduzida por  Breasted, o grande egiptologista americano, como &#8220;inquieto&#8221; e por Grapow como &#8220;trêmulo&#8221; não pode ser explicada em egípcio e se origina do vocabulário indo-germânico. Vários erros de tradução, tais como orichalc para âmbar, &#8220;ano&#8217; no lugar de &#8220;mês&#8221;, mostram que o relato original não foi escrito em egípcio mas deve ter sido traduzido. Podemos seguramente assumir que o relato original pode ser rastreado às declarações dos capturados guereiros do Norte. Estas declarações foram então mantidas nos arquivos dos reis egípcios, que haviam existido desde Tutmés III [ por volta de 1500 AC] ou foram gravadas nas paredes e pilares do templo em Sais e Medinet Habu que foi erigido por Ramsés III em agradecimento pela vitória sobre o povo do Norte. Quando depois os os sacerdotes em Sais foram encarregados por Psamtik I e seu sucessor com a coleção e arranjos de documentos antigos e inscrições, eles foram tomados novamente e examinados. É possível que as histórias antigas do tempo de Ramsés III já estivessem embelezadas e aumentadas pelas ações egípcias em Sais. Depois Solon ouviu em Sais a velha história da resistência ateniense contra os Atlantes, e teve o relato dos sacerdotes egípcios traduzido para o grego e o mudou em um poema. Os mal entendimentos e traduções erradas, a principal autoridade para o relato original pode ter sido um dos &#8216;Dez&#8221; capturados por Ramsés III. Com base em seu exato conhecimento, especialmente ao redor da Basileia, pode ser assumido que ele era um rei ou príncipe que ele próprio tinha um castelo na Basiléia, e portanto foi capaz de descrever muitos detalhes tão específica e corretamente.</p>
<p>.</p>
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		<title>Os Maias e a Profecias de 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brancasnow</dc:creator>
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1293 dias, 15 horas, 12 minutos e 52 segundos faltam para começar a Idade da Transição!
&#8220;Os velhos Hopi e Maias não profetizam que tudo chegará a um fim. Muito mais, que este é um tempo de transição de uma Era Mundial para Outra. A mensagem que eles dão [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conspireassim.wordpress.com&blog=3388074&post=317&subd=conspireassim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Os Maias e a Profecia para 2012</strong></p>
<p><a href="http://www.adishakti.org/mayan_end_times_prophecy_12-21-2012.htmhttp://www.adishakti.org/mayan_end_times_prophecy_12-21-2012.htm">adishaki. org</a></p>
<p>1293 dias, 15 horas, 12 minutos e 52 segundos faltam para começar a Idade da Transição!</p>
<p>&#8220;Os velhos Hopi e Maias não profetizam que tudo chegará a um fim. Muito mais, que este é um tempo de transição de uma Era Mundial para Outra. A mensagem que eles dão diz respeito a fazermos uma escolha de como entrarmos no futuro a nossa frente. O nosso movimento é através da aceitação ou resistência e isto determinará se a transição ocorrerá com mudanças cataclísmicas ou gradual paz e tranquilidade. O mesmo tema pode ser encontrado refletido nas profecias de muitos outros visionários nativo-americanos do Gamo Negro ao Urso Sol&#8221; &#8211; Joseph Robert Jochmans</p>
<p>Hoje estamos vivendo na cúspide do fim dos tempos maia, o final do dia galático ou período de tempo que abrange milhares de anos. Um dia galático de 25.625 anos é dividido em cinco ciclos de 5.125 anos.</p>
<p>O Calendário do Grande Ciclo da Longa Contagem Maia termina no solstício de inverno de 2012 [dia 21 de dezembro]. Seguindo os conceitos maias do tempo cíclico e outras transições de Eras Mundiais, isto é tanto um início quanto um fim. De fato, ele foi considerado pelos antigos maias como significando a criação de uma nova Idade Mundial. Estamos quase no final do quinto e final ciclo de 5.125 anos!</p>
<p>A Profecia Maia de 2012: Entrando em Nosso Dia Galático</p>
<p>Muitos de nós estão cientes do calendário maia mas nem muitas pessoas entendem verdadeiramente o que isto significa e como isto funciona. Sim, o calendário termina em 21 de dezembro de 2012, mas o que isto significa? Em que o calendário é baseado?</p>
<p>Os maias tinham um conhecimento muito preciso dos ciclos de nosso sistema solar e acreditavam que estes ciclos coincidiam com a nossa consciência espiritual e coletiva. O mais importante deste conhecimento tem muito a ver com as profecias de 2012. No seguinte escrito, andaremos pelos principais detalhes das profecias deles envolvendo 2012 e a respectiva transição. Como esta transição ocorre [de uma perspectiva astronômica], o que ela significa para nós, e quando os ciclos ocorrem. Começaremos com as profecias básicas e mais tarde caminharemos para as mais profundas para a explicação dos ciclos.</p>
<p>Os Maias profetizaram que a partir de 1999 temos treze anos para entender as mudanças em nossa atitude consciente para afastarmo-nos do caminho da auto-destruição e nos movermos para um caminho que abre a nossa consciência para nos integrar com tudo que existe.</p>
<p>Os maias sabiam que o nosso Sol, ou Kinich-Ahau, é sempre tão frequentemente sincronizado com a enorme galáxia central. E desta galáxia central recebeu &#8216;uma centelha de luz&#8217; que faz com que o Sol brilhe mais intensamente produzindo o que os nossos cientistas chamam de &#8220;chamas solares&#8217;, bem como as mudanças no campo magnético do Sol. Os Maias dizem que isto acontece a cada 5.125 anos. Mas que isto também causa um deslocamento na rotação da Terra e por causa deste movimento grandes catástofes seriam produzidas.</p>
<p>Os Maias acreditavam nos processos universais, como a &#8216;respiração&#8217; da galáxia, que são ciclos que nunca mudam. Que mudanças a conciência humana passa! Sempre no processo na direção de mais perfeição. Baseado nas observações deles, os maias previram desde a data inicial de início de nossa civilização,  4 Ahau, 8 Cumku que é 3.113 AC, depois de um ciclo sendo completado 5.125 anos no futuro deles, 21 de dezembro de 2012. O Sol, tendo recebido um poderoso raio de sincronização do centro da galáxia, mudaria sua polaridade, o que produziria um grande evento cósmico que propeliria a espécie humana a estar pronta para atravessar para uma nova era, a Idade Dourada. É depois disso que os Maias vêem que estaremos prontos para ir através da porta que foi deixada por eles, transformando a nossa civilização baseada no medo em uma vibração muito superior em harmonia.</p>
<p>Apenas de nossos esforços individuais podemos evitar o caminho que leva a um grande cataclisma que o nosso planeta sofrerá para iniciar a nova era, o sexto ciclo do Sol. A civilização Maia estava no quinto ciclo do Sol, e houve quatro outras grandes civilizações antes deles que foram destruídas por desastres naturais. Eles acreditavam que cada ciclo era apenas um estágio na consciência coletiva da humanidade.</p>
<p>No último cataclisma dos Maias, a civilização foi destruida por uma grande inundação que deixou poucos sobreviventes dos quais eles eram seus descendentes. Ele acreditavam que tendo conhecido o fim do ciclo deles, a humanidade poderia se preparar para o que virá no futuro e isto é o porque eles teriam preservado as espécies dominantes; a raça humana. Eles dizem que as futuras mudanças nos permitirão fazer um salto quantum na direção da evolução de nossa consciência para criar uma nova civilização que manifestaria uma grande harmonia e compaixão por toda a humanidade.</p>
<p>A primeira profecia deles fala do &#8220;Tempo Sem Tempo&#8221;. Um período de vinte anos, que eles chamam um Katún. Os últimos vinte anos do ciclo solar de 5.125 anos. Este ciclo é de 1992 a 2012. Explicarei tudo isto em maiores detalhes mais tarde. Eles previram que durante estes tempos, os ventos solares se tornarão mais intensos e podem ser vistos sobre o Sol. Este seria um tempo de grande realização e grande mudança para a humanidade. E seria a nossa própria falta de preservação e contaminação do planeta que contribuiria para estas mudanças. Segundo os Maias, estas mudanças aconteceriam de forma que a humanidade compreenda como funciona o universo, de forma que ela possa avançar para níveis superiores, deixando para trás o materialismo e se libertando do sofrimento.</p>
<p>Os Maias dizem, que sete anos depois do iníco de um Katún, que para nós é 1999, entraremos em um tempo de escuridão que nos forçará a nos confrontarmos com nossa própria conduta. Eles dizem que este é o tempo em que a humanidade entrará &#8220;na Sagrada Sala dos Espelhos&#8221;. Onde olharemos para nós mesmos e analisaremos o nosso comportamento conosco, com os outros, com a natureza e com o planeta no qual vivemos. Um tempo no qual toda humanidade, por decisões individuais concientes, decide mudar e eliminar do mundo a falta de respeito de todos os nossos relacionamentos. Os Maias profetizaram que o início deste período seria marcado por um eclipse solar em 11 de agosto de 1999, conhecido por eles como 13 Ahau, 8 Cauac. E coincidiria com um alinhamento planetário sem precedentes, o alinhamento da Grande Cruz. Este seriam os últimos 13 anos do período Katún. A última oportunidade para a nossa civilização entender que está chegando o momento de nossa regeneração espiritual.</p>
<p>Para os maias, tudo é números e o tempo de 13 números sagrados começou em agosto de 1999. Eles previram que juntamente com o eclipse, as forças da natureza agiriam como um catalizador de mudanças tão aceleradas e de tal magnitude que a humanidade seria impotente contra elas. Também, que nossas tecnologias, nas quais confiamos tanto, começariam a nos falhar. Não mais seriamos capazes de aprender de nossa civilização do modo que estamos organizados como sociedade. Eles disseram que o nosso desenvolvimento interno, espiritual, precisaria de uma melhor meio para interagir com mais respeito e compaixão.</p>
<p>As primeiras profecias estavam ligadas ao estudo de nosso Sol. Os Maias descobriram que todo o sistema solar se movia. Que até mesmo o nosso universo tem seus próprios ciclos. Períodos repetitivos que começam e terminam como o nosso dia e noite. Estas descobertas levaram ao entendimento que o nosso sistema solar gira em uma elipse que traz o nosso sistema solar mais perto e mais distante do centro da galáxia. Em outras palvras, segundo os Maias, o nosso Sol e todos os seus planetas giram em ciclos em relação ao centro da galáxia ou Hunab-Kú, a luz central da galáxia. Leva 25.625 anos para que o nosso sistema solar faça um ciclo sobre esta elipse. Um ciclo completo é chamado um dia galático. O ciclo é dividido em duas metades similares ao nosso dia e noite. Cada dia e cada noite dura 12.800 anos. Isto é dizer, a galáxia central é o Sol de nosso inteiro sistema solar.</p>
<p>Os maias descobriram que todo grande ciclo tem seus ciclos menores, que tem as mesmas características. Um dia galático de 26.625 anos é dividido em cinco ciclos de 5.125 anos. O primeiro ciclo é o amanhecer galático. Quando o nosso sistema solar está apenas começando a sair da escuridão para entrar na luz. O segundo ciclo é o meio dia. Quando o nosso sistema solar esta mais próximo da luz central. O terceiro ciclo é a tarde, quando o nosso sistema solar começa a sair da luz. O quarto ciclo é a noite, quando o nosso sistema solar tem entrado na parte mais distante do sol central. E o quinto e último ciclo é o da noite antes do amanhecer, quando o nosso sistema solar está em seu último ciclo de escuridão antes de começar novamente. Este ciclo é exatamente o que estamos saindo.</p>
<p>A profecia Maia fala-nos que em 1999, o nosso sistema solar começa a deixar o fim do quinto ciclo que se iniciou em 3.113 AC e que nos encontraremos na manhã de nosso dia galático em 2012. Eles dizem que no início e no fim destes ciclos, isto é, a cada 5.125 anos, o sol central ou luz da galáxia emite um raio de luz tão intenso e tão brilhante que ilumina o inteiro universo. É desta &#8216;explosão&#8217; de luz que todos os Sol e planetas sincronizam. Os Maias comparam  esta &#8216;explosão&#8217; ao pulso do universo, batendo uma vez a cada 5.125 anos. É este pulso que marca o fim de um ciclo e o início do próximo. Cada pulso dura vinte anos, um Katún.</p>
<p>Então voltamos ao que eles chamam de &#8220;Tempo Sem Tempo&#8221;. É um período evolutivo, curto mas intenso, dentro dos grandes ciclos onde grandes mudanças ocorrem para nos impulsionar a uma nova era de evolução como indivíduos e como humanidade.</p>
<p>Como indivíduos teremos que tomar decisões que nos afetarão a todos. Se continuarmos no caminho negativo do ódio, do olho por olho, da destruição da natureza, de medo e de egoísmo, entraremos direto no tempo da destruição e do caos, e desapareceremos como raça dominante deste planeta. Se nos tornarmos concientes e entendemos que todos somos parte de um grande organismo, e que devemos respeitar um ao outro e sermos gratos ao nosso nosso planeta, então nos moveremos diretamente no crescimento positivo, nossa Idade Dourada. O nosso planeta, o Sol e a galáxia estão esperando a nossa decisão. É nossa decisão o que acontecerá neste tempo de mudança. Se vamos para um tempo de sofrimento e destruição ou se nos encontramos unidos em uma conciência positiva movendo-nos mais perto ao nosso próximo estágio.</p>
<p>Por favor repare nos eventos de nosso planeta como evidência que as profecias Maias são dignas de serem ouvidas e aprendidas. Partilhe esta informação e nos ajude a nos mover para um futuro melhor, onde possamos florescer em uma nova era de positividade. Isto nunca tem sido tão importante.</p>
<p>O que há de tão especial sobre o Calendário Maia?</p>
<p>&#8220;A pessoa sem qualquer exposição prévia ao Calendário Maia geralmente de início ficará surpresa pelo fato de que algumas pessoas hoje tenham um tal interesse neste antigo calendário. Afinal, a história humana tem visto um alto número de diferentes calendários. Então não é o calendário Maia apenas um outro assunto especializado de interesse apenas para especialistas em história? Porque o mundo hoje precisaria de um outro calendário além do Gregoriano ou muçulmano que estão atualmente em uso, e porque deva este ser o calendário Maia?&#8221;, alguns podem perguntar.</p>
<p>de Carl Johan Calleman</p>
<p>Bem, para começar com a maioria das pessoas que provavelmente tem uma visão limitada demais da importância da civilização Maia e geralmente das tradições nativo-americanas. De fato, em seu maior auge nos séculos V e IX, as cidades Maias estariam entre as maiores do mundo e desenvolveram a mais avançada matemática e astronomia de seu tempo. E assim, até mesmo se as civilizações nativo-americanas dificilmente sobreviveram ao contacto com os europeus elas foram e são os transportadores de uma parte importante e insubstituível da global consciência humana.</p>
<p>Quando falamos sobre o Calendário Maia algo profundamente diferente é também significativo do que apenas um sistema para marcar a passagem do tempo. O Calendário Maia é acima de tudo um calendário profético que pode nos ajudar a entender o passado e prever o futuro. É um calendário de Idades que descreve como a progressão dos Céus e a condição dos Submundos a consciência humana e então as estruturas para os nossos pensamentos e ações dentro de uma dada Idade. O Calendário Maia fornece uma exata programação para o Plano Cósmico e desdobra todas as coisas que vem à existência. Há agora uma ampla evidência empírica para isto, algo que lança uma nova luz sobre as velhas questões da humanidade. As coisas existem por uma razão. A razão é que elas se enquadram no divino plano cósmico. Para aqueles que seriamente se engajam no estudo do Calendário Maia isto logo se torna se evidente e a anterior visão materialista do mundo perde toda relevância. O Calendário Maia é o portal para mundos da consciência que a maioria da humanidade tem estado cega pelo uso de falsos ou ilusórios caendários.</p>
<p>Já que tudo que existe é um aspecto da consciência, e o Calendário Maia descreve a evolução da consciência em todos os seus aspectos, nenhuma pedra é deixada sem ser virada pelo estudante sério deste calendário. Toda a ciência é afetada, toda religião é afetada, toda vida é afetada. Estamos aqui por uma razão. O tempo não mais é igualado ao dinheiro, mas ao espírito. O Tempo é inspiração!</p>
<p>2012 em resumo</p>
<p>A civilização Maia da América Central era e é a mais avançada em relação ao conhecimento de tempo-ciência. O principal calendário deles é o mais acurado do planeta. Ele nunca tem errado. O quinto mundo Maia terminou em 1987. O sexto mundo inicia em 2012. Estamos atualmente &#8220;entre mundos&#8221;.</p>
<p>1. A Humanidade e o Planeta Terra estão atualmente indo através de uma enorme mudança na consciência e percepção da realidade.</p>
<p>2. A civilização Maia da América Central era e é a mais avançada em relação ao conhecimento tempo-ciência. O principal calendário deles é o mais acurado do planeta. Ele nunca tem errado. Eles atualmente tem 22 calendários no total, cobrindo muitos ciclos de tempo no Universo e no Sistema Solar. Alguns destes calendários ainda estão para serem relevados.</p>
<p>3. O quinto mundo Maia terminou em 1987. O sexto mundo começa em 2012. Então atualmente estamos &#8220;entre dois mundos&#8221;. Este tempo é chamado &#8220;Apocalipse&#8221; ou Revelação. Isto significa que a verdade real será revelada. É também o tempo para nós trabalharmos pela &#8220;nossa matéría&#8221; individual e coletivamente.</p>
<p>4. O sexto mundo Maia atualmente está em branco. Isto significa que compete a nós, como co-criadores, começarmos a criar o novo mundo e a civilização que queremos agora.</p>
<p>5. Os Maias também dizem que por 2012</p>
<p>teremos indo além da tecnologia como a conhecemos.<br />
teremos ido além do tempo e dinheiro.<br />
teremos entrado na quinta dimensão depois de passar pela quarta dimensão.<br />
O Planeta Terra e o Sistema Solar chegarão a uma sincronização galática com o resto do universo.<br />
O nosso DNA será &#8216;atualizado&#8217; [ou reprogramado] do centro da galáxia. (Hunab Ku)<br />
Todo mundo neste planeta está mudando. Alguns são mais conscientes do que outros. Mas todo mundo está fazendo isto.</p>
<p>6. Em 2012 o plano de nosso Sistema Solar se alinhará exatamente com o plano de nossa Galáxia, a Via Láctea. Este ciclo tem levado 26.000 anos para se completar. Virgil Armstrong também diz que duas outras galáxias se alinharão com a nossa ao mesmo tempo. Um evento cósmico!</p>
<p>7. O Tempo está se acelerando [ou colapsando]. Por milhares de anos a Ressonância de Schumann ou pulso [batida do coração] da Terra tem sido 7.83 ciclos por segundo. Agora está acima de 12 ciclos dos segundo! Os militares tem usado isto como uma referência confiável. Contudo, desde 1980 esta ressonância tem estado vagarosamente se elevando. Ela agora está a mais de 12 ciclos por segundo! Isto significa que é o equivalente de menos de 16 horas por dia ao invés das velhas 24 horas.</p>
<p>8. Durante o Apocalipse ou &#8220;tempo entre mundos&#8221; muitas pessoas estarão indo por muitas mudanças pessoais. As mudanças serão muitas e variadas. Tudo isto é parte do que estamos aqui para aprender ou vivenciar. Exemplos de mudança podem ser &#8211; relacionamentos chegando a um fim, mudança de residência ou localização, mudança de emprego ou trabalho, mudança de atitude ou de pensamento etc.</p>
<p>O que há de tão especial sobre o Calendário Maia?</p>
<p>O chamado profético de Pacal Votan está alertando a humanidade atual que nosso processo biológico está se transformando, se aproximando da culminação do programa evolutivo de 26.000 anos. Trazendo o retorno da telepatia universal, aumentada capacidade sensorial, e consciência auto-reflexiva, isto é um retorno ao sagrado domínio de nossa tecnologia interna.</p>
<p>Este grande ciclo de evolução culminará no solstício de inverno, em 21 de dezembro de 2012.</p>
<p>Este tempo em que estamos agora tem sido chamado &#8220;O Tempo de Julgamento da Terra&#8221;, &#8220;Dia do Julgamento&#8221;, &#8220;O Tempo da Grande Purificação&#8221;, &#8220;O Fim desta Criação&#8221;, &#8220;A Aceleração&#8221;, &#8220;O Fim do Tempo como o Conhecemos&#8221;, &#8220;A Mudança de Idades&#8221;. É previsto que a completação desta Precessão traga a regeneração da Terra, oferecendo o despertar a todos corações voluntários e abertos. Muitas pessoas falaram destes últimos dias do Grande Ciclo, incluindo: os Maias, Hopis, Egípcios, Cabalistas, Essênios, os velhos Qero do Peru,  Navajo, Cherokee, Apache, confederação Iroquois, tribo Dogon e os Aborigines.</p>
<p>Profecias Maia e o Calendário</p>
<p>&#8220;O calendário  Gregoriano não está em harmonia com as forças da natureza. O original calendário egípcio estava. Mas o calendário egípcio foi mais tarde modificado pelos gregos/espartanos e então pelos romanos etc. 30 anos depois do nascimento de Cristo, o calendário perdeu 12 dias. Eles tiveram um concílio para traze-los de volta [calendário Juliano]. Em 1582 ele novamente estava fora de linha e o Papa Gregório trouxe os melhores astrônomos para alinha-lo mais uma vez. Ele ainda sofre mudanças. Os russos ortodoxos não aceitaram este calendario até muito mais tarde.</p>
<p>O calendário Maia precisará ser ajustado em um dia a cada 380.000 anos.</p>
<p>Os Aztecas usavam diferentes glifos e é basicamente o mesmo que o Maia, apenas ligeiramente menos evoluido. Seus glifos são melhores em suas representações de energias.</p>
<p>As mudanças na Terra continuarão até 2012. Os mais velhos dizem que o processo pode ser fácil e alinhado ou pode ser catastrófico. A energia humana decidirá isto.</p>
<p>O Tempo e o calendário começam no equinócio de 21 de março.</p>
<p>Tem sido um ciclo de escuridão que durou 468 anos (9 X 52) e terminou em 30 de março de 1993.</p>
<p>Estamos agora em um período de transição chamado &#8220;Ciclo que une a escuridão e a luz&#8221;. Durante este tempo a humanidade está passando por uma grande transição.</p>
<p>O ciclo de luz virá em plena força em 21 de dezembro de 2012.</p>
<p>Este é considerado o ciclo das 13 luzes e 13 céus.</p>
<p>Muitos ciclos começam nesta mesma data.</p>
<p>A Mãe Terra como uma entidade viva transcenderá a um outro nível ou frequência ou consciência e uma nova era especial começará.</p>
<p>A preparação para isto está agora no útero da Terra e o processo de mudança está trazendo manifestações transcendentais.</p>
<p>Esta nova era será muito positiva. &#8220;Vamos todos seres se elevarem. Não vamos deixar ninguém ficar para trás&#8221;.</p>
<p>Os tempos estão aqui para uma fraternidade total.</p>
<p>Os seres espíritos, as diferentes filosofias, as diferentes raças devem começar a acenar juntas todo conhecimento para criar a tapeçaria da harmonia e equilíbrio. Estamos todos vendo a evidência desta mudança na consciência humana agora.</p>
<p>Quetzalcoatl, a serpente emplumada</p>
<p>Quetzalcoatl, a serpente emplumada, representa o kundalini que é o movimento da energia da Terra para a base da espinha dorsal e então espinha acima em direção ao cranio. Esta serpente/fogo representa a transcendência.</p>
<p>Quetzalcoatl, &#8220;O inteiro continente americano é representado por uma águia ou condor. A América é chamada para assumir a tocha para estes tempos. Uma asa representa o físico e o material. A asa espiritual deve continuar a se elevar. Quando o equilíbrio for alcançado para ambas as asas, então a América virá para trazer seus próprios recursos espirituais e materiais juntos&#8221;.</p>
<p>O QUE TEM OS HOPIS, MAIAS E OUTROS POVOS NATIVO-AMERICANOS PREVISTO SOBRE A DESTRUIÇÃO DO MUNDO NO ANO 2000?</p>
<p>Os Hopis e os Maias reconhecem que estamos nos aproximando do fim de uma Idade do Mundo. Mas os Hopis, contudo, não oferecem limites de tempo,enquanto os Maias tem um sistema de calendário cujo 13o. Grande Ciclo Naktun terminará em 24 de dezembro de 2011 ou 6 de junho de 2012 [dependendo de nossi método de cálculo]. Em ambos os casos, contudo, os anciãos Hopi e Maias não profetizam que tudo chegará ao fim. Muito mais, este é um tempo de transição de uma Idade do Mundo para outra. A mensagem que eles dão diz respeito a nós fazermos uma escolha de como entraremos no futuro à frente. Nosso movimento pela aceitação ou resistência determinará se a transição acontecerá com mudanças cataclísmicas ou gradual paz e tranquilidade. O mesmo tema pode ser encontrado refletido nas profecias de muitos outros visionários nativo-americanos de Black Elk a Sun Bear.</p>
<p>Este conceito que podemos fazer escolhas a respeito de nossos futuros destinos é encontrado não apenas nas profecias nativo-americanas mas realmente é um ingrediente esencial em todos os pronunciamentos verdadeiramente proféticos. A verdadeira profecia é para significar um reflexo das naturezas e motivações ocultas do comportamento humano, tanto individualmente quanto coletivamente, bem como as opções futuras baseadas na habilidade humana de fazer uma escolha. A verdadeira profecia é então mais do que meramente uma previsão. Seu propósito é fornecer a lição que é para ser aprendida de um potencial prognóstico futuro de forma que, se possível, a lição seja aceita e processada de antemão. Assim o curso do futuro realmente pode ser mudado, e um diferente caminho de eventos profetizados pode ser manifestado na realidade.</p>
<p>Neste contexto, o período de tempo entre agora e o ano 2012, com o ano de 2000 como sinal de medida, parece estar se formando em um decisivo período de tempo quando escolhas importantes serão feitas e quando qualquer número de linhas do tempo para o nosso futuro são possíveis. A verdadeira profecia é nosso guia para determinar quais são estas diferentes linhas de tempo e como podemos fazer as escolhas certas.</p>
<p>AS 10 PRINCIPAIS PROFECIAS PARA O ANO 2000<br />
de Joseph Robert Jochmans</p>
<p>Alinhamento com o Espírito da data final de 2012 do Calendário Maia<br />
de Dwayne Edward Rourke<br />
1o. de janeiro de 2000</p>
<p>Uma grande virada da roda do calendário Gregoriano tem nos trazido ao limiar de um novo milênio. Pelo planeta, as pessoas estão cheias de todos os tipos de expectativas, excitação e ansiedade que um limiar evoca. Contudo, se qualquer um de nós estiver olhando o próprio calendário buscando orientação sobre como se alinhar com o espírito deste novo tempo, provavelmente ficaremos desapontados. Muito pouco é fornecido aqui, mais do uma segmentação utilitária do tempo em anos, meses e dias. Em contraste, os trabalhos de um calendário sagrado tais como aqueles encontrados na Mesoamerica e especialmente nestas áreas habitadas pelo tradicional povo Maia, fornecem uma riqueza de simbolismo capaz de dar poder a seus aderentes de insight e energia.</p>
<p>Claramente, todos os calendários pelo mundo são construções arbitrárias do homem. Geralmente, eles são baseados no alinhamento com um particular fenômeno celestial tal como o ano solar ou lunar. Os calendários Maias não são exceção e atualmente a tradição do calendário Maia chama atenção para o dia 21 de dezembro de 2012. Os Maias tem estado cientes por centenas de anos que naquele solstício de inverno, um evento astronômico único ocorrerá: uma conjunção muita rara do Sol com a elíptica da galáxia da Via Láctea&#8230;</p>
<p>Na direção ESTE [Oriente], universalmente conhecida como o lugar dos novos inícios, Os Maias colocam o hieróglifo CHICCHAN. CHICCHAN é a mente serpente, a mente que é constantemente renovada e regenerada, por um processo de &#8216;descamar&#8217; que há muito tempo não nos serve mais. O próprio corpo físico pode ser visto como uma pele evolutiva periodicamente solta, quando uma vida termina e outra começa. É um corpo energizado ultimamente por uma forma de energia solar que os Maias chamam kultunlilni. Kultunlilni é a vital força de vida que energiza todo crescimento e desenvolvimento humano. Esta crucial força de vida é a mesma que é conhecida na cosmologia Hindu como o poder da serpente: kundalini. Kundalini é a grande força evolutiva fazendo de cada corpo e seu ocupante, uma fonte especialmente poderosa de sabedoria solar. Importante para nós é lembrar, contudo, que esta é uma fonte primária, muito íntima e poderosa de sabedoria que é apenas acessível na extensão em que somos capazes de ouvir o que os nossos corpos, como transportadores da sagrada dádiva, estão realmente nos dizendo. Inevitavelmente neste processo, nos voltamos para escolher aqueles com os quais sentimos uma forte atração ou afinidade.</p>
<p>Sobre o Que é este Milênio?</p>
<p>O consenso indica que estamos saindo do que a tradição Hindu chama de Kali Yuga (esta é uma idade da escuridão/ da ignorância) e estamos na margem de entrar na Satya Yuga (a idade da verdade) quando toda falsidade expor-se-á e cairá. A Yuga que liga estes dois Yugas é chamada Krita Yuga (Idade da Transição)</p>
<p>Da perspectiva astrológica ocidental isto parece corresponder ao entendimento que estamos transitando da Idade de Peixes para a Idade de Aquarius. O aparecimento da Idade de Aquarius nos fala de despertares espirituais, da perfeição de cada ser humano, por uma consciência de nosso próprio ego espiritual. O tempo do renascimento e grande desenvolvimento espiritual na Terra. Tudo isto anunciando um tempo de muito mais alegria e positividade.</p>
<p>Ainda que na tradição cristã a idéia geralmente aceita é a de que o Milênio comece por volta do ano 2000. O Dicionário Websters americano de 1983 dá a definição que se segue: &#8220;Os mil anos mencionados no Livro da Revelação, no capítulo 20 durante o qual a Santidade é para prevalecer. Um período de grande felicidade ou perfeição humana&#8221;.</p>
<p>Na tradição islâmica há muitos casos onde o Sagrado Alcorão e o Hadith mencionam um futuro tempo de julgamento e ressurreição, conhecido como o tempo Qiyamah. Nas tradições do Profeta este tempo é indicado como vindo em algum tempo depois de 1.400 anos [do calendário Hijri], o que novamente parece coincidir com a vinda do Milênio e do século XXI.</p>
<p>Para os Budistas há alguma expectativa que a Roda do Dharma, a metafórica roda do tempo, é feita voltar pela primeira vez em 2500 anos desde o advento do Senhor Buda. que aparentemente ensinou que cada revolução da roda sinalizava um novo início ou renascimento para a humanidade.</p>
<p>Do Livro das Profecias do Cavaleiro João de Jerusalém [século XI] vem o seguinte: &#8220;O milênio que vem depois deste milênio mudará em um tempo de luz. As pessoas amarão e partilharão e sonharão,e os sonhos se tornarão verdade&#8221;. Depois ele acrescenta: &#8220;As pessoas serão um grande corpo do qual cada pessoa é uma pequenina parte. Juntas elas serão o coração e falarão uma lingua&#8221; &#8220;Os homens terão alcançado o céu&#8221; &#8220;Os homens conhecerão o Espírito de todas as coisas&#8221; &#8220;As pessoas receberão um segundo nascimento e o Espírito virá a elas&#8221;.</p>
<p>Os antigos Oráculos Sibilinos da era romana talvez também acrescentem a visão coletiva do que o futuro pode manter&#8230; por exemplo &#8220;O Vício deve deixar a Terra e ser afundado no oceano divino&#8217;.</p>
<p>William Blake (1757-1827) fala da tradição Judaica em seu trabalho: &#8216;O Casamento do Céu e o Inferno&#8217;, como se segue: &#8220;A antiga tradição que o mundo será consumido [destruído] em fogo no fim de seis mil anos é verdadeira&#8230; Porque o querubim com sua espada flamejante é comandado para deixar a guarda da Árvore da Vida e quando ele o faz, a inteira criação é consumida e aparece infinita e sagrada, onde ela parece finita e corrupta. Se as portas da percepção forem limpas todas as coisas aparecerão ao homem como elas são, finitas. Porque o homem ele próprio tem se fechado elevado e ainda vê todas as coisas pelas estreitas fendas de sua caverna. &#8220;</p>
<p>Então o que passado diz do presente? Bem em resumo muitas coisas. O que é intrigante é o fraco eco do passado que nos informa de um fenômeno até aqui insuspeito, isto é a vinda de uma personalidade espiritual feminina, a Mãe, que facilitará o renascimento coletivo. Aqui estão algumas referências que aludem a este acontecimento!</p>
<p>Previsões sobre a Mãe Espiritual</p>
<p>Em um livro publicado em 1887 intitulado &#8220;O Mistério das Idades&#8217; de Marie, Condesa Caithness (Páginas 316-317) a seguinte previsão aparece: &#8220;- É geralmente considerado, na virada do próximo século, que a próxima encarnação Divina que virá a Terra seria feminina, o advento da Divina Sabedoria, ou Theo-Sophia, e que a presente idade seria a idade de fazer conhecido tudo que tem sido mantido secreto desde o início&#8217;.</p>
<p>Este é um extrato do Nadigranth compilado por Shantaram Athvale. O Nadigranth foi originalmente escrito em sânscrito há 2000 anos pelo antigo astrólogo Bhrigumuni e mais tarde atualizado e traduzido para o Marathi e intitulado Kak Nadi por Kakayyar Bhujander que era um grande astrólogo e buscador que viveu a aproximadamente 300 anos atrás na India. Neste extrato em particular Shantaram Athvale se refere aos escritos de Kak Nadi escritos por Kakayyar Bhujander:</p>
<p>&#8220;Quando Júpiter estiver em Peixes um grande Yogi encarnará na Terra. Por 1970 terá se tornado bem evidente para muitas pessoas que uma nova era terá começado. A vida humana passará por uma revolução completa. Este Yogi será a reencarnação de Parabrahma e terá todos os poderes divinos. Pelos novos métodos de yoga divisados pelo grande Yogi, os seres humanos serão capazes de alcançar a alegria  do Moksha dentro do período de uma vida. Enquanto as pessoas de vida comum alcançarão o Yoga&#8221;. A União com Deus. No fim todas as nações do mundo reunir-se-ão em um sentimento de unidade. Haverá uma grande conferência internacional em uma grande cidade do mundo. A inteira humanidade entenderá a importância do orador e todas as nações se unirão.</p>
<p>Devido a novas descobertas científicas a ciência e as religiões se tornarão um. Com a ajuda da ciência, a existência de Deus e da Alma serão provadas. O véu da ignorância e o Maya [ilusão] serão retirados e Brahmananda, Moksha que previamente apenas pode ser alcançado pelos yogis como um resultado de um trabalho muito árduo e severa penitência, tornar-se-á facilmente disponível aos seres humanos.</p>
<p>William Blake (28 de novembro de 1757 &#8211; 12 de agosto de 1827) nos dá este poema profético intitulado &#8220;Para a Manhã&#8217; Aparentemente isto é uma evocação ao que ele percebia como o aspecto feminino do Divino, que facilitaria o amanhecr de uma nova idade e abriria o Céu sobre a Terra.</p>
<p>&#8220;Oh Sagrada Virgem, Vestida em puro branco, abra os portões dourados do Céu e desperte o Amanhecer que os adormecidos no céu levantem-se das câmaras no Oriente&#8221;.</p>
<p>C.S Lewis (1898-1963) em seu livro &#8220;O Grande Divórcio&#8221; descreve algum tipo de procissão se aproximando da grande alegria. &#8220;Se posso lembrar o canto deles e escrever as notas, nenhum homem que ler esta notação ficará doente ou velho. Entre eles iam os músicos: e depois deles uma dama em cuja honra isto estava sendo feito e cada homem jovem ou menino que a encontrava tornava-se filho dela e depois cada menina que a encontrava tornava-se filha dela e há aqueles que roubam os filhos de outras pessoas. Mas a maternidade dela era de um tipo diferente. Aqueles que caiam voltavam para seus pais naturais amando-os ainda mais. Nela eles se tornavam deles próprios. E agora a Abundância de vida que ela tem em Cristo do Pai fluir para todos eles e também a humanidade redimida é ainda jovem, tem dificilmente vindo a sua plena força. Mas já há alegria suficiente no pequeno dedo de uma grande santo tal como aquela dama que ali se encontra para despertar todas as coisas mortas no universo de volta à vida&#8221;.</p>
<p>A Bíblia Cristã, Revelação, capítulo 12, verso 1, nos conta profeticamente de um maravilhoso evento a vir, de um sinal, de uma mulher. &#8220;E um grande portento apareceu no céu; uma mulher vestida de Sol com a lua sob seus pés e em sua cabeça uma coroa de doze estrelas&#8221;.</p>
<p>Nas profecias de João de Jerusalém do século XI o cavaleiro que lemos a seguir a respeito da &#8220;Mãe&#8221; e a vinda do tempo do Milênio. &#8220;Ela será um Grande Mestre dos tempos futuros&#8230;&#8221; &#8220;Ela será a Mãe do Milênio que vem depois do Milênio&#8221;. &#8220;Depois de dias de mal Ela fará a suavidade de uma Mãe fluir.&#8221; No Evangelho Gnóstico de Tomás este misterioso poder feminino divino é aludido no verso 101 como &#8220;- Minha mãe me deu nascimento. A verdadeira mãe deu-me a Vida&#8217;</p>
<p>O Evangelho Essênio da Paz, Livro 1 [página 7] fala deste aspecto feminino do divino como sendo uma força interna de vida, como algo a ser entendido. &#8220;Sua mãe está em você e você está nela. Ela lhe deu a vida&#8221;.</p>
<p>Nos antigos escritos da Bíblia e também nos registros Gnósticos&#8230; a energia hoje conhecida por muitos como a energia Kundalini é chamada por nomes tais como : Sophia, Vida, Mãe dos viventes ou Sabedoria. Esta força chamada Sabedoria é igualada a uma energia feminina, e até mesmo uma personalidade feminina&#8230;. chamada de Ela e Dela. Nestes escritos as palavras, Ela, Dela, Sabedoria e Espírito Santo são usadas intercambiavelmente para se referir a este aspecto feminino do Divino. Também conhecido mais tarde nos textos cristãos como Espírito Santo, Consolador, Conselheiro e Redentor.</p>
<p>Da antiga sabedoria de Salomão escrita há uns 2500 anos atrás, lemos: capítulo 6, verso 12-17:6-12 &#8220;A Sabedoria é radiante e inefável e ela pode ser facilmente reconhecida por aqueles que a amam, e é encontrada por aqueles que a buscam.&#8221;</p>
<p>6-13 &#8220;Ela se apressa a se fazer conhecida por aqueles que a desejam&#8230;</p>
<p>6-16 &#8211; Ela vai buscar aqueles dignos dela e ela graciosamente aparece a eles em seus caminhos, e se encontra com eles em cada pensamento. .</p>
<p>7. 22-24 &#8211; Porque nela há um espírito que é inteligente, sagrado, único, impoluto, distinto, invulnerável, amante do bem, dinâmico, irresistível, beneficente, humano, leal, seguro, livre de ansiedade, todo poderoso, onisciente, e penetrante em todos os espíritos&#8230; que são inteligentes e puros e mais sutis.</p>
<p>7.24 &#8211; Porque a sabedoria é mais móvel do que qualquer movimento; por causa da pureza dela&#8230; ela invade e penetra todas as coisas.</p>
<p>7.25 &#8211; Porque ela é a respiração [vento] do poder de Deus, e uma pura emanação da glória do poderoso; portanto nada poluído ganha entrada nela.</p>
<p>7.26 &#8211; Porque ela é um reflexo da luz eterna, e um espelho sem mancha do trabalho de Deus, e uma imagem de sua bondade.</p>
<p>7.27 &#8211; Embora ela seja uma, ela pode fazer todas as coisas, e enquanto permanece nela mesma, ela renova todas as coisas; em cada geração ela passa nas almas sagradas e as faz amigas de Deus e o profetas.</p>
<p>7.28 &#8211; Porque Deus nada ama tanto quanto ao homem que vive com sabedoria</p>
<p>7.29 &#8211; Porque ela é mais bela do que sol, e excede todas as constelações de estrelas. Comparada com a luz que ela é encontrada ser superior&#8230;</p>
<p>8.1 &#8211; Ela alcança poderosamente de uma extremidade da Terra a outra, e ela ordena todas as coisas bem.</p>
<p>8. 4 &#8211; Porque é ela uma iniciada no conhecimento de Deus.</p>
<p>8.5 &#8211; Se as riquezas são uma posse desejável na vida, o que é mais rico do que a sabedoria, que afeta todas as coisas?</p>
<p>8.6 &#8211; E se o entendimento é efetivo, quem mais do que ela é a fabricante do que existe?</p>
<p>8.8 &#8211; E se qualquer um anseia por ampla experiência, ela conhece as coisas da antiguidade e infere as coisas que virão; ela entende as voltas de fala e soluções para os enigmas da vida que ela tenha o conhecimento anterior dos sinais e maravilhas e dos porvires das estações e tempos.</p>
<p>8.16 &#8211; Quando entrar em minha casa [corpo/templo] devo encontrar repouso com ela, porque a companhia dela não tem amargura, e a vida com ela não tem dor, apenas alegria e felicidade.</p>
<p>8. 17-18 &#8211; Porque na realeza com sabedoria há a imortalidade e na amizade com ela&#8230; pura delícia e no trabalho das mãos dela, uma riqueza incessante, e na experiência da companhia dela, entendimento e renome em partilhar suas palavras.</p>
<p>9.11 &#8211; Porque ela conhece e entende todas as coisas. &#8230;.</p>
<p>E quanto a Sophia, Sabedoria, Espírito Santo, Confortador, Conselheiro, Redentor? Bem, as pessoas dizem que ela está aqui, residindo dentro de cad um e de todos nós como um potencial adormecido, uma força interna de vida, conhecida amplamente como energia Kundalini. Esta única energia reside no osso sacro [sagrado]. É dito que Ela pode ser despertada se alguém verdadeiramente assim o deseje fazer. Isto soa como um sonho mas isto é o que esta música busca celebrar e proclamar. Posteriormente é dito que aquele que ressuscita esta Divina Força de Vida interna, em massa, é a Divina Mãe, a Deusa, o Espírito Santo, que é verdadeiramente um Confortador, Conselheiro, Redentor.</p>
<p>Esta ressurreição viva interna pode ser desfrutada a cada dia e a cada segundo por aqueles que a vivenciam. O que é mais, é celebrada globalmente no aniversário da abertura do Sahasrara. O Sahasrara é o centro de energia universal localizado na coroa da cabeça, na fontanela, o sétimo chacra ou mais alto centro da consciência, conhecido também como o lótus das mil pétalas. É através deste último centro que alguém é capaz de se conectar com todo o universal divino penetrante que é. Um dia ele foi aberto a um nível cósmico e é dito que a inteira atmosfera foi cheia com a tremenda chaitanya (energia força de vida/ vibrações) e que houve uma luz tremenda no céu, e que a coisa inteira veio à Terra. Desde aquele dia, milhares de milhares de buscadores de cada nação tem atravessado caminhos com aquele que entrega os bens. Porque como promete a Antiga Sabedoria de Salomão: verso 6-12 &#8220;A Sabedoria é radiante e inefável e ela é facilmente distinguida  por aqueles que a amam, e é encontrada por aqueles que a buscam&#8221;. e &#8216;&#8230; ela vai buscar aqueles que são dignos dela, e ela graciosamente aparece a eles em seus caminhos, e encontra-se com eles a cada pensamento&#8221;. Dai também a letra da canção &#8220;Ela estava também em nossa cidade. Você não ouviu?&#8221;</p>
<p>A cada ano desde 1970, o momento quando o último centro em nosso assento evolutivo foi aberto, grandes celebrações tem ocorrido com pessoas reunidas de todas as nações e tradições religiosas em algum lugar do mundo no estágio mundial. E o dia da comemoração, 5 de maio. Daí, foi uma grande surpresa encontrar algumas previsões a respeito deste dia em particular, 5 de maio, para o ano 2000, o chamado ano do milênio.</p>
<p>O Centro de Ciências Planetárias Fernbank da Universidade Emory em Atlanta, Georgia, EUA tem realizado várias avaliações e concluiu que haverá um alinhamento de planetas [corpos celestiais] no próximo Milênio. Tais alinhamentos tem apenas os mais sutis efeitos sobre nossas vidas, então nenhum cenário do tipo do Armagedon, por favor. Em resumo vários planetas, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno e o Sol e a Lua Nova chegarão a um alinhameto com a Terra, na mais única conjunção de união. Momentaneamente estando conectados ao longo de invisíveis linhas gravitacionais de energia. Como uma corrente cósmica de pérolas. Talvez este será um dia particularmente auspicioso. E quando? Na precisa data de 5 de maio de 2000. Isto é mencionado apenas para despertar a curiosidade e chamar a atenção para ativar a faculdade de buscar e questionar. Todo mundo pode fazer isso&#8230; se quiser!</p>
<p>Toda a excitação sobre o chamado Milênio pode nos levar nas direções erradas. O Milênio não é um evento de um momento, se algo mais,  claramente ele representa um amanhecer. Como uma semente brota e promete um novo crescimento assim podemos olhar a idéia do Milênio. Afinal este tempo de negócios é em essência apenas um conceito feito pelo homem, e talvez não demais deva ser feito disso. Em qualquer evento é geralmente debatido que o calendário Juliano [cristão] é apenas acurado para mais ou menos sete anos. [assim o milênio realmente pode estar em qualquer lugar entre 1993 e 2007].</p>
<p>Daí, alguns dizem, é melhor estar no presente e sintonizar com o estado interno além do tempo, a quinta dimensão, acessível por alcançar um estado de &#8220;consciência instintiva&#8221; no chacra Sahasrara&#8230;..também conhecido como Estado Turiya ou Eternidade.</p>
<p>Rabindranath Tagore (1861-1941), que recebeu o Premio Nobel de literatura em 1913 fez a seguinte súplica:- &#8220;Oh! Mãe, deixe que minha mente desperte vagarosamente no Sagrado Litoral do mar, onde as grandes almas do mundo tem se reunido para oferecer seus pranams. Aqui com as mãos esticadas nos curvamos ao Divino em forma humana. Em generosa poesia e grande alegria vos adoramos. Atenção aqui oh buscador! A montanha da meditação com os rios ressoando e dançando a solene música do céu. Adore aqui sua Sagrada Mãe Terra onde as grandes almas tem vindo se reunir nas margens do mar para oferecer suas pranams. Venham oh! Arianos, venham não arianos, venham hindus e muçulmanos. Venham os ingleses, os cristãos, venham oh Brahmins purificar seus corações.,.  segurar  as mãos dos pisoteados e dos sem casta. Remova todos os males e desrespeito. Venham rapidamente para a coroação [unção] da Mãe&#8221;  O Tempo de Florescer está de fato aqui! Esta é a estação!</p>
<p>Geoffrey Godfrey</p>
<p>Revista &#8216;Knowledge of Reality&#8217; 1996-2006<br />
Citações de SHRI MATAJI<br />
O Grande Adi Shakti Shri Mataji Nirmala Devi<br />
Shri Mataji Nirmala Devi</p>
<p>&#8220;Mas hoje é o dia em que declaro que Sou o Um que tem que salvar a humanidade. Declaro que Sou o Um que é Adi Shakti, que é a Mãe de Todas as Mães, que é a Mãe Primordial, Shakti [Divino Poder Primordial] do Desejo de Deus, que tem encarnado nesta Terra para dar um significado a ela, a esta Criação,aos seres humanos, que estou certo que pelo Meu Amor e Paciência e Meus Poderes Eu estou indo alcançar isto. Eu era o Um que vezes e vezes. Mas agora tenho vindo a Minha Forma Completa e com completos Poderes. Tenho vindo a este Terra não apenas como salvação de seres humanos. Não somente para a emancipação deles, mas para garantir a eles o Reino dos Céus, a Alegria, a Benção que seu Pai quer dar a vocês&#8221;.</p>
<p>Shri Puratana Devi<br />
(Purantana: Primordial ou Antigo)</p>
<p>Em 26 de julho de 1995, a Grande Deusa Primordial revelou que a Foto Milagre era genuína. Implicando que na duração de 21 luas cheias todos os Mensageiros de Deus Poderoso tinham dado bastante evidência necessária para os Crentes da Terra renderem-se à Divina Mensagem para a humanidade; a Grande Mãe Primordial terminou Suas revelações com estas palavras de despedida: &#8220;Temos feito nosso trabalho aqui&#8221;. Assim 1995 se encaixa perfeitamente com a antiga profecia Maia que &#8220;um calendário ciclo de duas vezes Kal-tun de 260 anos tinha que ir para que a cultura Solar floresça novamente para benefício de toda humanidade&#8221;. Lê-se na real profecia,</p>
<p>&#8220;No Ano 1475, antes da chegada dos espanhóis, o Supremo Conselho Maia revelou uma visão a muito tempo mantida de uma antiga Avó Solar chamada X&#8217;Nuuk&#8217;K'in, que um calendário ciclo de duas vezes Kal-tun de 260 anos tinha que ir para que a cultura Solar florescesse novamente em benefício de toda humanidade. Na primavera de 1995, este período de 520 anos será completado. Assim, 1995 é um ano decisivo e a raça humana terá que entrar no caminho da luz cósmica se é para permanecer uma espécie pensante. Os humanos buscarão o caminho da iniciação na Terra e no Céu. Pela Iniciação Solar eles serão capazes de verem a lumiosidade do Grande Espírito&#8230; pela pela Iniciação Solar, o corpo adormecido da humanidade pode ser despertado&#8221;. Hunab K&#8217;u (Criador) brilhará como o relâmpago que penetrará pelas sombras que envolvem a raça humana. Vamos nos preparar para receber a luz do conhecimento&#8221; [profecia Maia parafraseada].</p>
<p>&#8220;Quetzalcoatl ensinou os antigos todos os talentos necessários para avançar a civilização deles, da matemática e ciência à agricultura e astronomia, em como a famosa fórmula do calendário Maia que prevê que o fim do mundo será e 21 de dezembro de 2012. Ele ensinou as pessoas a viverem em paz e então se moveu desaparecendo no mar, mas ele prometeu que algum dia voltaria. Infelizmente para os habitantes antigos do México, eles tomaram mal a chegada dos conquistadores espanhóis e Cortez em 1519 como o retorno de Quetzalcaotl, o que os levou a uma trágica condenação. Recebendo-os com os braços abertos e tratando-os com a máxima reverência o povo antigo esperava que seu recém chegado deus doasse grande benevolência a ele. Ao invés, os invasores espanhóis nada mais trouxeram do que cobiça e brutalidade para seus anfitriões confiantes.</p>
<p>O nome Quetzalcoatl (ket-tsul&#8217;kwot-ul) significa &#8220;serpente emplumada&#8221;. Devemos certamente então mencionar a grande cidade antiga de  Chichen Itza na peninsula Yucatan no México. Lá, duas vezes por ano, um espetáculo surpreendente relacionado ao deus acontece:</p>
<p>&#8220;O Templo de Kukulkan (o deus serpente emplumada, também conhecido como Quetzalcoatl) é a maior e a mais importante estrutura cerimonial em Chichen Itza. Esta pirâmide de noventa pés de altura foi construída durante os séculos de XI a XIII diretamente sobre múltiplas fundações de templos anteriores. A pirâmide é uma casa-armazém de informação sobre o calendário maia&#8230; A escada norte era o principal caminho sagrado que leva ao pico. No pôr do sol dos equinócios vernal e outonal uma interrelação entre a luz do sol, e as margens dos terraços em degraus da pirâmide cria uma fascinante &#8211; e muito breve &#8211; sombra sobre os lados da escada norte. Uma linha serrilhada de sete triângulos interligados [chacras] dá a impressão de uma longa cauda se dirigindo para baixo para a cabeça de pedra da serpente Kukulkan (Kundalini), na base da escada.&#8221; (Linda Casselman)</p>
<p>Assim então, nestas duas datas mito importantes, os equinócios vernal e outonal, parece que Quetzalcoatl de fato está presente entre seu povo na medida em que a sombra da serpente se move ao longo dos degraus da Pirâmide de Kulkulkan.</p>
<p>&#8220;Este Poder é colocado no osso triangular que é chamado de sacro, o que significa que os gregos sabiam sobre este centro. Eles sabiam muito bem sobre isto e este é o motivo porque deram a este osso o nome de sacro, sagrado. Em muitos países tem havido uma manifestação que eles sabiam sobre este particular Poder.</p>
<p>Aconteceu de eu ir a Colômbia onde coletei uma autêntica cópia antiga de um antigo cordão. O cordão tem um sua parte inferior um Kundalini e até mesmo os brincos tem o Kundalini, mas surpreendentemente, ele era de índios da América, embora seu original agora esteja guardado no Museu da Colômbia. Foi na América que as pessoas sabiam sobre o Kundalini, definitivamente em uma espiral de três e meia que eles tem feito este padrão muito bem. É muito surpreendente que ele tenha sido feito antes que Colombo chegasse aqui&#8221;.</p>
<p>Um sítio arqueológico mais fascinante dos antigos nativo-americanos encontrado em Ohio, EUA, chamado &#8216;Monte da Grande Serpente&#8221; apresenta um corpo ondulante de serpente, sua cauda espiralada remanescente do Kundalini que jaz adormecido no sacro. Em sua boca aparece um ovo, símbolo da potencial atualização do segundo nascimento.</p>
<p>É possível, então, que os antigos povos nativo-americanos estivessem venerando o Divino Feminino e estivessem profundamente conscientes do significado simbólico, espiritual do Poder da Serpente e do Ovo Primordial?</p>
<p>Embora os eruditos não estejam certos do significado preciso deste Grande Monte da Serpente, é, contudo, altamente provável que este sítio fosse reverenciado pelos índios americanos como a sagrada representação do despertar do Kundalini [segundo nascimento].</p>
<p>Outras fontes oferecem informação adicional sobre o Grande Monte da Serpente.</p>
<p>&#8220;O Grande Monte da Serpente, no condado de Adams, Ohio, EUA, é considerado ser a maior efígie de serpente no mundo. O monte é um quarto de milha de comprimento e tem cinco pés de altura, e originalmente foi muito mais alto&#8221;</p>
<p>&#8220;O Grande Monte da Serpente continua a enroscar-se em seu quarto de milha ao longo de um topo de colina em Ohio. Pelo fim do século XIX arqueologistas  foram capazes de mostrar que os montes tinham de fato sido construídos por civilizações nativo-americanas muitos séculos antes de uma civilização a muito tempo perdida como a Grécia, Pérsia, Terra Santa ou a mítica ilha da Atlântida&#8221;.</p>
<p>&#8220;&#8230;as duas estruturas [Stonehenge e o Grande Monte da Serpente nos EUA] partilham da mesma linha de tempo. Da  datação de carbono em e ao redor de Stonehenge, o Conselho para Arqueologia Britânica (CBA) dá uma data inicial para o núcleo de Stonehenge em 3.000 AC ou 5.000 anos atrás. O projeto do Monte da Serpente foi concebido aproximadamente a 5.000 anos atrás também &#8211; e está portanto entre os mais antigos dos trabalhos de pedra e terra na América do Norte &#8211; ou de fato no mundo. Nisto, o Monte da Serpente e Stonehenge são da mesma geração. Este período de tempo é referido para a arqueologia norte-americana como sendo o &#8220;Periodo Arcaico&#8221; [aproximadamente 6000 AC a 1000 AC].</p>
<p>Energia Kundalini</p>
<p>&#8220;É importante entender sobre o nosso próprio Kundalini, como auto-realização e auto-conhecimento e aquele que dá o auto-conhecimento. É o nosso próprio Kundalini porque quando ela se eleva ela aponta quais são os problemas de nossos chacras. Agora dizemos que isto é puro desejo. É o nosso desejo casto. Não há luxúria ou cobiça nela. Este poder é a sua Mãe e Ela está sentada no osso triangular. Ela sabe tudo sobre você exatamente como um gravador. Ela é o conhecimento absoluto. Porque Ela é tão pura seja qual for o chacra que ela toque, Ela sabe o que está errado com este chacra de antemão; então Ela está bem preparada e Ela se ajusta completamente para que você não tenha um problema ao despertar. Se qualquer chacra estiver contraído, Ela espera e vai vagarosamente abrindo este chacra.</p>
<p>O Kundalini é o poder primordial e está refletido em você. No ser humano é como muitas cordas de energia, enoveladas em uma corda. Esta energia é toda torcida junta para formar este Kundalini. No ser humano as cordas são 3 x 7 = 21 Nadis elevados ao poder de 108. Quando o seu Kundalini se eleva, uma ou duas cordas fora disto vem e penetram o osso da fontanela. Ela tem que passar pelo mais interno nadi conhecido como Brahma Nadi. É um completo movimento em espiral. O Kundalini é uma espiral e os nadis são como uma espiral. O mais externo nadi está no nadi do lado direito, o &#8216;Pingala Nadi&#8217;. O segundo mais interno é o Ida Nadi. Ela começa enviando estes fios pelo Brahma Nadi, porque eles relaxam o centro. Ao relaxar o Centro, o sistema nervoso simpático também inicia a relaxar, suas pupilas começam a se dilatar e quando ela penetra o Anya, então os olhos estarão completamente dilatados e brilhantes. Então ela entra no  Sahasrara.</p>
<p>Isto é absolutamente a pura luz do conhecimento do amor, compaixão e atenção. Todas estas coisas estão nesta energia. Conhecemos muitas energias como a elétrica, a energia da luz etc. Estas energias não podem pensar. Elas não podem se ajustar e trabalhar por conta própria. Elas tem que ser manipuladas por nós. Mas esta energia, ela própria, é uma energia viva e conhece como se conduzir. Ela pensa. Se você vê uma semente brotando, você encontrará na ponta da semente, há uma pequenina célula que sabe como ir ao redor dos lugares macios, como envolver as pedras e como achar seu caminho na direção da fonte. Esta célula tem recebido um pequenino Kundalini nela. Mas dentro de nós uma tremenda força de Kundalini existe. Quando entendemos o que a alma diz que ela deve ter mais compaixão, como a minha compaixão, não está tudo bem; minha preocupação com os outros, minha generosidade não está tudo bem, tenho explorado o amor de outros. Então esta energia começa a se mover, dando a você esta maior dimensão de amor e compaixão. Se você não quiser crescer em sua consciência então ela não fornece a energia que está armazenada em você.</p>
<p>O Kundalini está lá para lhe nutrir, olhe para você e faça-se crescer mais alto, mais amplo e mais profundo em personalidade. Todo o poder dela nada mais é do que amor. Ela dá o poder de perdoar. Até mesmo quando você pensa, a energia para pensar vem do Kundalini porque você está pedindo a ajuda dela.</p>
<p>O poder do Kundalini é absoluta pureza, auspiciosidade, santidade, castidade, auto-respeito, amor puro, desapego, interesse, atenção iluminada para lhe dar alegria. Como a mãe que tenta seja o que for possível para dar a Alegria ao seu filho, do mesmo modo, este Kundalini tem apenas um poder e este é o dar Alegria a seus filhos. Quando falamos na luz do Kundalini, temos que entender que esta luz se espalha em sua vida, fora de sua vida e se expressa de uma maneira muito bela.</p>
<p>Quando você venera Adi Kundalini, o reflexo em você, que é o seu Kundalini, é muito feliz. Todas as deidades sentem-se felizes.</p>
<p>O poder do Kundalini que é a sua própria Mãe tem que se elevar e se manifestar, por causa de seu puro desejo. Em sua introspecção, puras e em sua Meditação, você deve ver por você mesmo, porque é você na Meditação. É para o Puro Desejo de compaixão e amor ser despertado dentro de nós. O crescimento tem começado e você descobrirá que esta concha que é o condicionamento humano e ego quebrar-se-á aberta. Isto está no osso triangular, que sobe, manifesta e pode salvar o mundo inteiro. Apenas veja a magnificência, a expansão, a grandeza deste Kundalini que está dentro de você e que sobe em sua força completa e tem mostrado coisas tremendas.</p>
<p>A alegria que sentimos durante recitais de música é porque Kundalini está dançando. Ela fica feliz porque você nada pede além da alegria da coletividade.</p>
<p>Você está plenamente conectado quando está absolutamente  desapegado e seu Kundalini está dançando. Você está só e nunca está só. Esta unidade com o todo lhe dá toda a segurança e alegria que você quer. Isto é o que o despertar do Kundalini significa coletivamente. A menos e até que você queira a pura coletividade em seu ser o Kundalini não se eleva.</p>
<p>Quando você venera Adi Kundalini, você está tentando limpar o seu Kundalini. bem como agradar as deidades. Isto é um objeto. Isto não pode ser mudado. Mas o refletor pode ser mudado. O movimento do Kundalini depende do temperamento da pessoa. Kundalini lhe dá honestidade, e fé na honestidade por atualizar a experiência. Suponha que você queira ir a um jardim e subitamente esteja lá. Então você saberá que seu desejo é puro e tem trabalhado. Todos tais milagres acontecem. O puro desejo funciona porque ele é poderoso.</p>
<p>Quando ele trabalha, a coisa toda funciona e você desenvolve a fé. Esta fé está dentro de você. Ninguém pode lhe desafiar; se você tem fé, isto será feito. Seu Puro Desejo está agora sendo cumprido, você está agora conectado e você agora é divino. Você é uma alma realizada. Você é diferente dos outros. Para você, todo este conhecimento sutil está sendo absorvido porque o seu Kundalini o está absorvendo. Seja o que for que seja absorvido é absorvido de volta por mim. Mas isto se torna como um barômetro. Você imediatamente sabe sem pensar, perguntar, você sabe sobre qualquer um porque o Kundalini é o refletor. Quanto melhor refletor você se torna, mas o Kundalini mostra. Embora o Kundalini seja a Mãe Individual, em suas funções e métodos. Ela é exatamente a mesma. Você não pode trapacear com o Kundalini. Ele o conhece completamente. Devemos meditar para obter a consciência completa pela qual permitiremos que o Kundalini cresça.&#8221;</p>
<p>Shri Mataji Nirmala Devi</p>
<p>&#8220;Estou aqui para falar da última novidade de nossa evolução. Esta novidade de nossa evolução em nossa consciência tem que acontecer nestes tempo modernos e tem sido, sobretudo, registrada nos escritos de muitos videntes. Há tempos que são chamados de &#8220;Tempos Decadentes&#8221; como o foi chamado pelo grande santo Cyasa que tem escrito o Gita e isto é a decadênia da humanidade que vemos ao redor em cada modo possível.</p>
<p>Agora gostaria de dizer que o conhecimento secreto de nosso ser interno que foi conhecido na índia a milhares de anos atrás. Porque a nossa evolução e ascensão espiritual há um poder residual dentro de nós que está localizado no osso triangular na base de nossa espinha. Este poder residual estava disponível a milhares de anos atrás na Índia, o despertar do Kundalini foi feito, tradicionalmente, apenas em base individual. Um guru daria o despertar ao discipulo. Como resultado deste despertar, o que acontece é que você alcança a auto-realização, sua individualidade. Secundariamente, quando este poder é despertado, ele se eleva e passa por seus sutis centros de energia em seu corpo, nutrindo-os e integrando-os. Ultimamente este poder irrompe pela área do osso da fontanela chamada Talu ou Divino Amor, que é descrita na Bíblia também como &#8220;a brisa fria do Espírito Santo&#8221;, também no Alcorão como &#8220;Ruh&#8221;  e também nas escrituras da Índia como  &#8220;Paramchaitanya&#8221;. Patanjali a tem chamado &#8220;Ritambhara Pragya&#8221;. Seja qual for o seu nome, este é um poder que é todo penetrante, que faz todos os trabalhos sutis do processo vivo. A existência desta energia toda penetrante não é sentida antes da realização mas depois da auto-realização que você pode sentir em suas pontas dos dedos ou no centro de sua palma ou acima da área do osso da fontanela.</p>
<p>Realmente, este conhecimento existiu um longo tempo atrás e a minha contribuição, se há alguma, é que agora podemos alcançar a mesma realização. Milhares podem alcançar em massa esta realização. É uma dádiva deste tempo onde foi previsto que uma tal transformação global ocorrerá. Tanto quanto em 65 países, milhares de pessoas tem alcançado sua auto-realização por meio da  Sahaja Yoga&#8230;.</p>
<p>Possa o Divino abençoar a todos</p>
<p>Shri Mataji Nirmala Devi</p>
<p>NOTAS ADICIONAIS</p>
<p>Em 1475, dezessete anos antes de Cristóvão Colombo fazer sua primeira viagem ao &#8220;Novo Mundo&#8221; o Supremo Conselho Sacerdotal Maia se reuniu para revelar que a escuridão logo estaria caindo sobre o povo Maia e que dois ciclos calendários teriam que passar antes que o povo maia mais uma vez pudesse emergir à luz. Considerando a devastação sofrida pelos Maias nas mãos dos conquistadores espanhóis, a previsão da escuridão foi surpreendente acurada.</p>
<p>&#8220;Segundo o guardião do calendário Maia, Hunbatz Men, o equinócio da primavera, 21 de março de 1995 marcou o fim deste período de escuridão já que 520 anos agora tem se passado [cada ciclo do calendário com 260 anos]. Para marcar o evento, Hunbatz Men liderou uma iniciação solar nesta data em Chichen ltza, uma das maiores e mais frequentemente visitadas ruínas na Pensínula do Yucatan.</p>
<p>Esta iniciação ofereceu uma genuína experiência espiritual para dezenas de milhares que compareceram, a maioria dos quais era Maia. O dia foi cheio com a maravilha: Lamas do Tibet e líderes do Supremo Conselho Maia deram bençãos aos presentes; a música maia e a dança foi realizada em uma plataforma e a incrível arquitetura de Chichen Itza estava disponível para todos verem.</p>
<p>A cerimônia veio ao clímax mais tarde no cair da noite quando uma imagem sombra da serpente apareceu na Pirâmide de Kukulcan. Esta imagem aparece duas vezes por anos em Chichen Itza e é um testamento dos talentos astronômicos e arquitetônicos da civilização Maia. No Equinócio o sol atinge de um tal modo que uma sombra se forma em uma das bordas da pirâmide na forma do corpo da serpente. Esta sombra cobra conecta-se com uma estátua da cabeça da serpente na base da pirâmide para completar a imagem de um sagrado símbolo Maia, representando a fertilidade e o renascimento. As pessoas presentes responderam com meditação, cantos, orações e apresentaram reverência ao &#8216;milagre&#8217;.</p>
<p>Quando refletimos sobre o evento, é difícil não pensar sobre o recente nascimento de uma pequena búfala branca em Janesville, Wisconsin. Esta aparência branca cumpre uma antiga profecia indígena e significa um novo período de esperança e renovação para a cultura nativo-americana. Segundo os Lakota Sioux, o nascimento de uma búfala fêmea branca promete a unidade entre o povo e um novo respeito pela Terra. Vamos esperar que ambas as profecias sejam cumpridas.</p>
<p>Aluna Joy Yaxk&#8217;in</p>
<p>PROFECIAS MAIAS PARA O NOVO MILÊNIO<br />
do ancião Hunbatz Men</p>
<p>&#8220;As profecias Maias estão sendo cumpridas. Algumas estão sendo cumpridas até mesmo agora. Algumas serão cumpridas amanhã. As profecias Maias existem porque os Maias conheciam o tempo cósmico. Eles sabiam que em certos tempos  seria necessário manter secreta esta sabedoria cósmica. Este era o propósito da profecia de forma que ela fosse capaz de comunicar seus segredos aos iniciados do futuro.</p>
<p>É profetizado que os iniciados devem retornar à terra sagrada dos Maias para continuar o trabalho do Grande Espírito. Aqui nas terras de Mayab, nos ciclos de luz, surge uma grande sabedoria, que iluminará a humanidade por muitos milênios. Esta sabedoria foi dada aos  Mayan-Itzaes.</p>
<p>Agora os mestres reencarnados voltam às terras dos Maias para se comunicarem com os grandes espíritos dos Itzaes de forma que juntos eles possam entender o que deve ser a nova iniciação que será posta em prática; assim a humanidade, os mestres reencarnados e os grandes espíritos dos Itzaes podem se fundir em um. Então eles serão capazes de viajar como o vento, descer como a chuva, dar calor como o fogo e ensinar como a Mãe Terra.</p>
<p>Estes mestres virão de muitos lugares. Eles serão de muitas cores. Alguns falarão de coisas difíceis de entender. Outros serão idosos. Alguns menos. Alguns dançarão enquanto outros permanecerão silenciosos como rochas. Os olhos deles comunicarão a mensagem iniciática, que é para continuar pelos ciclos do próximo milênio.</p>
<p>É também profetizado que esta iniciação da sabedoria cósmica é para os futuros iniciados. Eles serão jovens e velhos, homens e mulheres que terão o entendimento que esta moderna civilização não está encontrando suas responsabilidades educacionais. É bem sabido que esta chamada civilização moderna tem causado um efeito regressivo no desenvolvimento espiritual.</p>
<p>Os centros Maias de cerimonial começam a emanar a luz do novo Milênio, o que é muito necessário hoje. Muitos centros cósmicos de cerimonial Maia começam a chamar, com seu reflexo solar, os muitos iniciados que virão para continuar o trabalho do Grande Espírito. Em muitos centros Maias de cerimonial os Sacerdotes Solares começarão a andar entre uma multidão de turistas. Eles serão tocados pelos Sacerdotres Solares para a iniciação na sabedoria cósmica. Será então que os iniciados de segundo nível devem começar a trabalhar entre os novos iniciados.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ah!&#8230; os calendários Maias terminam em 2012 o que significa o fim do tempo. Esto certo que você tem ouvido que a iluminação significa realização da alma [além do espaço e tempo] em correlação com o espirito [Deus ou a Criação].</p>
<p>Então não tema. 2012 não significa cataclisma, de fato, é o oposto, a vinda de uma nova Idade Dourada, na qual possuiremos os poderes dos antigos. Seremos capazes de levitar, manifestar, curar e evocar o mágico. Você perceberá mais e mais pessoas que estão se tornando interessadas em cristais, iluminação, e planos etérico e astral. Ao mesmo tempo, muito caos está acontecendo agora para equilibrar os mundos carma para que todos possamos ascender juntos. Esta é a lei, e ao segui-la, ascenderemos e seremos livres do carma. Isto é o porque muitos de vocês estão experimentando tempos de turbilhão. Está aqui por uma razão e nunca acontecerá novamente.</p>
<p>Há uma real evidência científica que o nosso DNA está evoluindo, e o completo proceso evolutivo de nosso DNA estará completo em 2012. Com isto seremos capazes de obter a sabedoria mística que é desconhecida pelos filhos do homem, ainda que conhecida pelos filhos da luz.</p>
<p>Para você ver, de muitas fontes antigas, elas descrevem o tempo como circular. A sabedoria e os poderes da criação possuídos nos tempos antigos, voltarão para nós novamente. O antigo descendente de Deus, uma terra natal, Mu, Atlântida, então se espalhando e migrando no povo da Índia, Egito, Grécia, Pérsia&#8230; Todos estes antigos mensageiros carregam o segredo dos antigos, e todos se relacionarão com a mesma coisa [ainda que eles estejam todos em diferentes partes do mundo] significando que eles descendem do UM. Estamos voltando a este UM, e mais descobertas da Atlântida e nosso antigo passado estão emergindo. Especialmente aquelas dos cristais, que os Atlantes usavam como um instrumento mágico dos Deuses.</p>
<p>Olhe muitas fontes, não apenas a minha. Tenha a mente aberta. Não me siga, muito mais tome a sabedoria que vos falo e a utilize em seu próprio caminho.&#8221;</p>
<p>&#8220;Um incenssante fluxo rápido de mudanças na Terra tem se tornado tão aparente em 1995 que até mesmo a media tradicional está prestando atenção. A transformação da Terra foi a causa da celebração da Convergência Harmônica iniciada por José e Lloydine Arguelles em agosto de 1987, e a Mudança do Tempo em 26 de julho de 1992. A Mudança do Tempo marcou o tempo na história quando o planeta entrou em uma nova sequência de energia que depois da mudança do polo magnético em 2000 estará completa em dezembro de 2012. A Nave Tempo Terra lançará a viagem dela para o quarto tempo dimensional em 2013.</p>
<p>O mapa da transformação planetária em uma nova corrente de tempo planetário foi marcado no calendário Maia e interpretado por José e Lloydine em &#8216;Dreamspell&#8217;. Na década de 1950, os astrônomos euro-americanos correram ao longo para perplexante realidade que os nativo-americanos eram mestres de uma sofisticada astronomia anteriormente não reconhecida. Desde que o Novo Mundo foi conquistado, os europeus tinham acreditado que os nativo-americanos eram ignorantes em astronomia. De fato, o conceito nativo-americano era completamente diferente do europeu e portanto não foi reconhecido. Quando os astrônomos europeus rastrearam grandes objetos, tais como o Sol a Lua, em cursos diferentes, os nativo-americanos rastrearam pequenos objetos relativos a grande objetos, muito mais complexos e um sistema muito mais acurado. Os dois sistemas perceberam os céus de pontos de vista radicalmente diferentes, que os europeus não reconheceram o sistema nativo-americano como astronomia.&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando os espanhóis conquistaram os Incas 500 anos atrás, o último pachacuti, ou grande mudança, ocorreu. Os Q&#8217;ero tem estado esperando desde então pelo próximo pachacuti, quando a ordem emergirá do caos. Pelos últimos cinco séculos eles preservaram seu conhecimento sagrado, e finalmente, nos anos recentes, os sinais foram cumpridos que o grande tempo da mudança estava chegando.</p>
<p>- os lagos das altas montanhas tem secado.<br />
- o condor está quase extinto<br />
- e a descoberta do Templo Dourado tem ocorrido, seguindo o terremoto de 1949 que representou a ira do Sol.</p>
<p>As profecias são otimistas. Elas se referem ao fim do tempo como o conhecemos &#8211; a morte de um modo de pensar e o fim de um modo de ser, o fim de um modo de se relacionar com a natureza e com a terra.</p>
<p>Nos andos vindouros, os Incas esperam que nós emerjamos em uma idade dourada, um milênio dourado de paz. As profecias também falam de mudanças tumultuosas acontecendo na terra, e em nossa psique, redefinindo nosso relacionamento e espiritualidade. O próximo pachacuti, ou grande mudança, já tem começado, e promete a emergência de um novo humano depois deste período de turbilhão. O caos e revolta caraterísticos deste período durarão outros quatro anos, segundo  os Q&#8217;ero.</p>
<p>O paradigma da civilização européia continuará a colapsar, e o modo do povo da Terra retornará. Até mesmo mais importantemente, os anciãos shamânicos falam sobre um rasgar do tecido do próprio tempo. Isto apresenta uma oportunidade para nós para nos descrevermos não como temos sido em nosso passado mas como estamos nos tornando.</p>
<p>Pachacuti também se refere ao grande líder Inca que viveu durante os anos de 1300. Ele é dito ter construído Machu Picchu e foi o arquiteto de um império do tamanho dos EUA. Para os Incas, Pachacuti é um protótipo espiritual &#8211; um Mestre, um luminoso que subiu fora do tempo. Ele foi um messias, mas não no sentido cristão de único filho de Deus, além do alcance da humanidade. Muito mais ele é visto como um símbolo e promessa de quem todos devemos nos tornar. Ele incoprpora a essência das profecias de pachacuti, como Pacha significa &#8216;terra&#8217; e &#8216;tempo&#8217; e cuti significa &#8216;colocar as coisas certas&#8217;. Seu nome também significa o &#8216;transformador da terra&#8217;.</p>
<p>As profecias de pachacuti são conhecidas pelos Andes. Há aqueles que acreditam nas profecias que se referem ao retorno do líder Pachacuti para derrotar aqueles que tomaram a terra dos Incas. Mas segundo o Dr. Villoldo, o retorno de Pachacuti está acontecendo a nível coletivo. &#8220;Não é o retorno de um único indivíduo que incorpora o que estamos nos tornando, mas um proceso de emergência disponível a todas as pessoas&#8221;.</p>
<p>Os Q&#8217;ero tem servido como os guardiões dos ritos e profecias de seus ancestrais Incas. As profecias não tem utilidade a menos que alguém tenha as chaves, os ritos de passagem. Os Ritos Estelares, ou &#8220;Mosoq Karpay&#8221; (O Rito do Tempo a Vir) são cruciais no desenvolvimento prático descrito nas profecias. Seguindo os &#8220;despachos&#8221; (oferendas ritualísticas de mesa, ou pacotes de remédios] na cerimônia na cidade de New York os shamãs administraram o Mosoq Karpay aos indivíduos presentes, transmitindo as energias originadas com os ancestrais da linhagem deles. A transmissão do Mosoq Karpay é uma cerimônia representando o fim do relacionamento de alguém com o tempo; é um processo de coração.</p>
<p>Este processo de Se Tornar é considerado mais importante do que as próprias profecias. Os Karpay [ritos] plantam a semente do cohecimento, a semente de Pachacuti, no corpo luminoso daquele que recebe. Ele também é para cada pessoa &#8220;aguar&#8217; e cuidar da semente para que ela possa crescer e e florescer. Os ritos são uma transmissão do potencial; deve-se então se tornar disponível ao destino. Ele apenas pode ser chamado por uma tribo.</p>
<p>Ultimamente, este pode pode fornecer o ímpeto para alguém saltar no corpo de um Inca, um Luminoso. Esta pesoa está ligada diretamente às estrelas, O Sol Inca da cosmologia. Os Q&#8217;ero acreditam que os portais entre os mundos estão se abrindo novamente. Buracos no tempo que possamos pisar por eles e além, onde podemos explorar nossas capacidades humanas. Reganhar a nossa natureza luminosa é uma possibilidade hoje para todos que ousem saltar.</p>
<p>Os shamãs andinos dizem,</p>
<p>&#8220;Siga suas próprias pegadas, aprenda dos rios, árvores e rochas. Honre a Cristo, Buda, seus irmãos e irmãs. Honre a Mãe Terra e o Grande Espírito. Honre-se e a toda criação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Os Maias desenvolveram seu calendário muito antes dos calendários Juliano e Gregoriano viram a existir. O calendário Maia é baseado nos ciclos de energia que ocorrem naturalmente e em uma estreita conexão a Mãe Terra, o Sol, e as Pleiades. Porque os Maias honravam a Mãe Terra e os ciclos de energia estão presentes aqui, eles estavam em sintonia com os ciclos. Eles tornam  o acesso à informação que não está disponível ao &#8216;povo moderno&#8217; porque o &#8216;povo moderno&#8217; é extremamente limitado por seu sistema de crenças.</p>
<p>Os Maias ganharam conhecimento sobre muitos ciclos que ocorrem na Terra. Eles reconheceram um ciclo de energia de 13 dias que vem de fontes galáticas. Eles também vieram a conhcer um ciclo de energia de 20 dias vindo do Sol. Ao estudar os ciclos e suas interações um com o outro, os Maias ganharam o conhecimento da vida na Terra que excede em muito nossas crenças &#8216;modernas&#8217;. Felizmente, este conhecimento está se tornando disponível para nós a este tempo para o assistirmos em nosso &#8216;retorno à harmonia natural&#8221;&#8230;</p>
<p>Quando o Grande Ciclo chega a completação, algo muito interessante está também acontecendo na constelação de Pleiades. A estrela Maya é a terceira estrela da constelação de Pleiades. A estrela Maia passa pela Banda de Fóton por quase 2000 anos entrando e saindo da banda por quase 1200 anos. Seu caminho orbital ao redor de Alcione é mais curto já que ela está mais perto de Alcione. O nosso Sol entrará na Banda de Fóton em 1998 e estará completamente dentro da Banda por 2002. Na medida em que o nosso Sol deixa a Noite Galática e entra na Banda, a estrela Maya também entra na Banda de Fóton. Estas duas estrelas estão sincronizadas neste tempo. Quando a estrela Maya retorna à Banda de Foton, os Seres de Luz Maias estão voltando a Terra para nos auxilar no Grande Ciclo que está vindo à completação. Os Grandes Eventos estão para ocorrer e a Antiga Sabedoria está retornando à Terra. Saiba que você tem toda escolha de estar aqui na Terra a este tempo para vivenciar o que será esta experiência&#8230;</p>
<p>O tempo não é linear. Temos sido ensinados a pensar no tempo como somente indo em frente, de um ponto a outro. Penso que seja mais acurado pensar no tempo como uma espiral, como ciclos. No tempo antigo, a nossa Mãe Terra era pristina e todas suas formas de vida viviam em harmonia e honra. É possível curar a Terra e restaura-la ao seu estado pristino ao unir os tempos antigos com o presente. Para realizar isto, devemos primeiro nos livrar da limitação de acreditar que o tempo seja linear. Os Calendários Maias e Dreamspell podem nos ajudar grandemente em vir a um entendimento muito maior do tempo. É algo que deve ser vivenciado. É dificil expressar em palavras porque faltam termos à nossa linguagem para expressar a natureza do Tempo.</p>
<p>Criamos a nossa Realidade. Por qualquer razão ou propósito, a consciência de massa da humanidade esta abraçando o tempo linear e criando uma realidade muito limitada. Cada um de nós muda da consciência de massa, ajudando a mudar o todo. Ame e Honre sua Mãe Terra. Receba o Raio da Sincronização Galáctica do Sol. Cante a canção de sua Alma. Ouça seu coração.</p>
<p>Estamos vivendo os tempos das profecias e agora em outro calendário de Ox Lahu Baktun. Ele também fala sobre o cíclo das grandes mudanças. Neste ciclo de 5.085 anos no calendário Maia ainda há mais 15 anos para que este calendário esteja completo. Quando este ciclo estiver completo  uma outra restauração do planeta começará.</p>
<p>O mundo mais uma vez novamente tem caido em uma natureza negligente. O mundo tem sido levado pelos caminhos materialistas, e a humanidade precisa transcender este ciclo e viver em uma dimensão mais sutil. Exatamente agora apenas as pessoas espirituais neste planeta estão vivendo este processo. Os grupos indígenas do planeta também estão vivendo este processo. Mas a grande maioria das pessoas no planeta não tem idéia destas mudanças. Estas mudanças podem ser muito catastróficas. É meu objetivo que os diferentes grupos indígenas e espirituais possam se reunir como os novos guerreiros da luz. Com seus instrumentos de amor eles trazem a mensagem para a humanidade que a atitude dela precisa mudar. Precisamos de atitudes positivas como os diferentes grupos indígenas e espirituais e o relacionamento deles com a natureza, com nossos irmãos e irmãs as árvores, com nossos irmãos e irmãs os animais e com a nossa Mãe Terra.</p>
<p>Até mesmo embora tenhamos negligeciado e abusado da Mãe Terra, tenhamos retirado sua pele, contaminado suas águas, contaminado seu vento, ela ainda está nos servindo em grande estilo. Os filhos desobedientes que temos sido, ainda que ela nos ame e nos nutra. Devemos entender que o Avô Sol brilha sua luz sobre nós, não importa de que cor, forma ou tamanho sejamos. Devemos ver um ao outro com esta atitude em mente. Se uma grande parte da humanidade começar a entender este processo, não apenas a um nível intelectual, mas também em um nível vive-lo, estas mudanças drásticas a que estas profecias se referem não serão tão drásticas.</p>
<p>Os antigos observadores do céu e os guardiãos da sabedoria das tradições originais da Mãe Terra nos lembram de nossas origens cósmicas e como o realinhamento com o cosmos pode nos dar toda energia esssencial necessária para vivermos juntos harmoniosamente e com honra para nossa Mãe Terra. Eles ensinam que tudo que acontece no céu afeta as nossas percepções e a nossa evolução. Não estamos separados de nada ou de ninguém. Está claro que estes tempos atuais sobre a Mãe Terra são como nenhum outro. Estes são tempos em que todas as raças, de todas as direções, devem vir juntas em harmonia e unidade.</p>
<p>&#8220;A Terra não será destruída em 21 de dezembro de 2012. Os Maias viram esta data como um renascimento &#8211; o início do mundo do quinto Sol.</p>
<p>Ir para a quinta dimensão, será o início de uma nova era. No levantar do Sol de 21 de dezembro de 2012 a Terra estará cruzando o equador galático, se alinhando com o centro da galáxia pela primeira vez em 26.000 anos. Isto fará uma cruz cósmica. Esta cruz cósmica é considerada a Árvore da Vida. Isto abrirá um canal para a energia universal fluir pela Terra, limpando-a e a aqueles que a habitam. Elevando todos a um nível mais alto de vibração. Este processo já tem começado.</p>
<p>Profecias Maias por ThunderBeat</p>
<p>Hunbatz Men fala de uma antiga confederação de anciãos nativo-americanos composta de representantes da Nicarágua e do Círculo Ártico. Eles tem se reunido por milhares de anos e continuam hoje a assim o fazer. Antes dos espanhóis virem à confederação, eles decidiram esconder os ensinamentos Maias, confiando o seu cuidado a certas famílias. Hunbatz Men é um herdeiro desta linhagem. Em seu livro &#8216;Secrets of Mayan Science/ Religion&#8217;, ele revela ensinamentos que espelham aqueles hindus e budistas de astrologia, meditação, e a raíz septenária da criação.</p>
<p>Ele fala de Kukulcan e Quetzalcoatl, não tanto à luz do esperado retorno, mas muito mais em termos da possibilidade de cada um de nós poder alcançar o mesmo estágio exaltado ao trilhar o caminho do conhecimento atingido.&#8221;Ser Quetzalcoatl ou Kukulcan é conhecer as sete forças que governam nosso corpo &#8211; não apenas conhece-las e entender seu íntimo relacionamento com as leis naturais e cósmicas. Devemos compreender os ciclos curtos e longos e as leis solares que mantém nossas vidas. Devemos saber como morrer e como nascer&#8221;.</p>
<p>Don Alejandro Oxlaj é um sacerdote de sétima geração da Guatemala e chefe do Conselho dos Anciãos Maias Quichua. Ele tem viajado pela América do Norte comparando as profecias nativas de diferentes tribos. Nos anos futuros ele espera registrar e publicar, pela primeira vez em 550 anos, as profecias Maias de seu povo.</p>
<p>O que é iluminador em todas estas declarações é o seu tom de consistência de reconciliação. Os grupos nativos estão abrindo as portas às pessoas de todas as cores, falando deles mesmos como Guerreiros do Arco-Iris. Seus anciãos os tem lembrado &#8216;a lembrar das instruções originais&#8221; quando cada tribo recebeu do Criador um mandato a seguir. Este mandato tem dito a eles que agora é o tempo de curar o passado, a despeito de séculos de dor e perseguição. Agora é tempo de se reunir e trabalhar em harmonia para reabilitar o planeta e estabelecer uma era de alinhamento e paz.</p>
<p>Profecias Antigas para Tempos Modernos<br />
Bette Stockbauer</p>
<p>&#8220;A despeito de tudo que os cientistas tem aprendido sobre os Maias até então, constantemente encontramos questões não respondidas. Ninguém tem explicado satisfatoriamente onde e quando a civilização Maia se originou, ou como ela evoluiu em um ambiente tão hostil para a habitação humana. Quase que não temos informação confiável sobre a origem do calendario deles, a escrita hieroglífica, e o sistema matemático; nem entendemos detalhes incontáveis relativos a organização socio-política, religião, estrutura econômica e vida diária. Até mesmo a catástrofe abaladora que levou ao abandono súbito de suas maiores cidades durante o século IX &#8211; um dos mais perplexantes mistérios arqueologicos até hoje descobertos &#8211; está ainda profundamente envolvido em conjecturas.&#8221;  -  Charles Gallenkamp</p>
<p>&#8220;No mito Maia, o sol do solstício de inverno corresponde à deidade One Hunahpu, também conhecida como Primeiro Pai. O Livro Sagrado Maia, o Popol Vuh, estabelece o estágio em que o pai dos dois Heróis Gemeos (One Hunahpu) pode ser renascido, assim começando uma nova Idade Mundial. A brecha escura tem muitas identidades míticas; é a Estrada Negra; é o xibalba be (a Estrada para o Submundo] é uma fenda nos ramos da árvore cósmica [a Via Láctea], é a boca do Monstro Cosmico [frequentemente retratado como um sapo, jaguar ou cobra com caraterísticas como árvore]; é o canal de nascimento da Mãe Cósmica. Sobretudo, a brecha escura é melhor entendida como o canal de nascimento da Mãe Cósmica, que chamamos Primeira Mãe para complementar o Primeiro Pai. Deste modo podemos traçar como estas várias metáforas são encontradas na Mitologia Maia da Criação. A data deste alinhamento é, novamente, a data final do Grande Ciclo 13 baktun &#8211; um ciclo de aproximadamente 5.125 anos. Isto sugere que os antigos Maias estavam cientes do iminente alinhamento e o consideravam ser de tal importância para ser um maior ponto de transição, a Criação de uma Nova Idade Mundial. Em termos mitológicos, este evento é sobre a união do Primeiro Pai com a Primeira Mãe ou, mais acuradamente, o nascimento do Primeiro Pai [o sol do solstício de inverno - o governante da Nova Idade Mundial] da Primeira Mãe [a brecha escura da Via Láctea]. A manchete apropriada para este evento vindouro é: &#8220;Mãe Cósmica Dá a Luz o Primeiro Deus&#8221;  (citação de John Major Jenkins &#8211; 1994)&#8221;</p>
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		<title>Novo Post: Jesus Histórico</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 13:17:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje postei no site conspire assim um artigo muito polêmico sobre o Jesus Histórico e o Jesus Mítico. Tenho este artigo já a bsatante tempo e não consegi localizar seu site e seu autor é desconhecido. O artigo, embora polêmico, até mesmo chocante sob o ponto de vista cristão, é soberbamente documentado e defendido . [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conspireassim.wordpress.com&blog=3388074&post=315&subd=conspireassim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Hoje postei no site <a href="http://conspireassim.com">conspire assim </a>um artigo muito polêmico sobre o <strong>Jesus Histórico</strong> e o <strong>Jesus Mítico</strong>. Tenho este artigo já a bsatante tempo e não consegi localizar seu site e seu autor é desconhecido. O artigo, embora polêmico, até mesmo chocante sob o ponto de vista cristão, é soberbamente documentado e defendido . Boa leitura!</p>
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		<title>A Arca de Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:31:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brancasnow</dc:creator>
				<category><![CDATA[livros traduzidos]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo e as religiões antigas]]></category>
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		<description><![CDATA[A ARCA DE CRISTO
A MITOLOGIA, SIMBOLISMO E PROFECIA DO PLANETA X E A IDADE DO TERROR
WILLIAM HENRY
Dedicado a
Sarabeth.
2002
&#8220;Com Este Sinal Crie a Paz&#8221;
SCALA DEI
Nashville
1. DO FIM DO CÈU
Segundo o mito Sumério e Babilonio, nossa realidade se eleva do porvir de um incrível pesadelo cósmico. A detalhada narrativa deles fala da conquista e da matança da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=conspireassim.wordpress.com&blog=3388074&post=310&subd=conspireassim&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>A ARCA DE CRISTO</p>
<p>A MITOLOGIA, SIMBOLISMO E PROFECIA DO PLANETA X E A IDADE DO TERROR</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/13062983/Ark-of-the-Christos">WILLIAM HENRY</a></p>
<p>Dedicado a<br />
Sarabeth.</p>
<p>2002</p>
<p>&#8220;Com Este Sinal Crie a Paz&#8221;</p>
<p>SCALA DEI<br />
Nashville</p>
<p>1. DO FIM DO CÈU</p>
<p>Segundo o mito Sumério e Babilonio, nossa realidade se eleva do porvir de um incrível pesadelo cósmico. A detalhada narrativa deles fala da conquista e da matança da Grande Deusa Mãe [planeta] pelo <strong>Planeta X</strong>, um misterioso planeta esbravejante que balança longe, ao lado de nosso sistema solar e que é esperado logo retornar ao nosso sistema solar. Uma enorme incerteza acompanha este evento. Os Sumérios são um povo principalmente desconhecido pela maioria. Suas origens são incertas até mesmo para os eruditos. Se o planeta X está mesmo em seu caminho, contudo, as histórias sobre os deuses deles e as lembranças do começo da humanidade contêm uma orientação essencial para nossos tempos. Hà cinco mil anos atrás os astrônomos sumérios fizeram tabletes de argila cozida e que os pesquisadores dos selos de cilindro de cristal dizem representar o nosso sistema solar. Eles mostram onze globos circulando uma grande estrela raiada, presumidamente representando o Sol. A moderna astronomia apenas reconhece nove planetas no sistema solar &#8211; Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão este último, recentemente, desconsidrado como planeta, o que gerou uma polêmica ainda em aberto nos círculos academicos].  Não foi senão em 1781 que a astronomia moderna descobriu Urano, em 1846 descobriu Netuno e apenas em 1930 aconteceu a descoberta de Plutão. Se fomos incluir a Lua como um planeta, o que parece que os sumérios tenham feito, então temos um total de dez planetas orbitando atualmente o Sol. Isto nos deixa com um planeta; um planeta muito maior do que a Terra mas menor do que Júpiter e Saturno que os sumérios representavam entre Marte e Júpiter.</p>
<p>Seja quem for que inspirou os sumérios a fazerem estes selos parece também ter inspirado os poetas sacerdotais, que o erudito sumério Zecharia Sitchin mantém, numerou os planetas de nosso sistema solar de fora para dentro, na medida em que eles se aproximavam da Terra vindos de fora de nosso sistema solar. Nenhum nome é dado nos selos de cilindro para os corpos representados neles. Deixou esta tarefa para os poetas, ou as musas deles, preencherem os vazios. Sitchin, que começou publicando suas interpretações poéticas destas histórias em 1976 em sua série &#8216;Cronicas da Terra&#8217; composta de cinco livros, revolucionou o estudo do Enuma Elisha, o &#8216;Geneses Babilonio&#8217;, e do Geneses Hebreu ao apresentar a história da Criação cujas implicações literalmente podem transformar a raça humana. Seu trabalho controvertido constitui uma potencial maior inovação em nosso entendimento de questões fundamentais que sempre tem perplexado a humanidade: Quem somos nós? Como chegamos aqui? Como voltamos para casa? Nestes velhos textos aprendemos que o planetas extra localizado entre Marte e Júpiter é chamado <strong>TIAMAT</strong>, uma deusa que tem duas faces. Na tradição patriarcal ela é chamada &#8216;o monstro&#8217;, e &#8216;a serpente dragão do caos&#8217;, enquanto na tradição matriarcal ela é chamada a &#8216;donzela da vida&#8217; e é descrita em termos brilhantes  como um cintilante prêmio a prestar atenção: a primordial deusa do mar que enfrentaria um destino similar ao da Atlântida. O Enuma Elisha fala como o Armagedon atingiu a deusa. Ela foi violentamente partida em pedaços. Uma metade de TIAMAT foi demolida e se tornou o cinturão de asteróides, &#8220;o bracelete martelado&#8217; ou o campo de restos planetários que circula entre Marte e Júpiter. A outra metade tornou-se a Terra. Em outras palavras, Sitchin diz que a Terra é TIAMAT reencarnada. O Torah também se refere a esta destruição aludindo ao Planeta X como os sumérios o fazem, como &#8216;O Senhor&#8217;:</p>
<p>&#8216;Os Céus evidenciam a glória do Senhor, o Bracelete Martelado proclama seu trabalho manual&#8217;. Muito atraentemente o Torah acrescenta: &#8216;Do fim dos céus Ele se emana. O martelamento desta deusa é atribuido ao primeiro ferreiro ou alquimista que &#8216;martelou&#8217; ou muito mais &#8216;lançou&#8217; o mundo. Seu nome é EA, o senhor da sabedoria e da mineração e metalurgia. Na recontagem babilonica desta história o filho de EA, Marduk, um outro nome para o Planeta X, usurpou a autoridade de seu pai e levou o crédito pela matança deste dragão; a original guerra no céu é mais tarde descrita no Livro da Revelação. Depois do confronto, diz Sitchin, o Planeta X permaneceu em nosso sistema solar em uma vasta órbita elíptica de 3.600 anos &#8211; o que o torna muito obscuro para ser visto. Ele é um décimo segundo planeta em nosso sistema solar, o décimo a partir do Sol. Dai ele ser chamado de Planeta X, o numeral romano para dez. EA é a figura central em nossa investigação. Interessantementemente, EA era realmente o nome da deusa antes que fosse usado para um deus masculino. A associação original de EA com a deusa é refletida em sua presença no Oriente, Pascoa, Terra [east, easter, earth] e todas estas palavras sendo associadas ao Divino Feminino. Os tabletes de argila cozida deixados pelos sumérios, e interpretados por Sitchin, nos contam que depois do cataclisma que formou a Terra, EA liderou um grupo de seres interplanetários do Planeta X que desceram no dragão ferido para semear uma nova civilização. Sitchin estima que isto ocorreu a alguns 450.000 anos atrás. Os sumérios chamavam EA e os primeiros representantes do Planeta X que desceram à Terra de An-nun-aki, ou os Filhos de Anu ou Ana, significando &#8220;O Povo do Deus da Luz&#8217;. A raça Ana foi conhecida por vários nomes. Na Grécia, os Annodoti. Na história céltica, os Tuatha de Danaan. Nas escrituras semíticas (Torah, Talmud, Velho Testamento e os textos apócrifos como o Livro de Enoque), eles eram chamados Nephilim, Gigantes, os Filhos de Deus, Os Observadores. Eles são descritos como vindo e indo das estrelas em ferozes veículos voadores. Eles tem armas de destruição em massa, que eles usam um contra o outro. Eles usam roupas de alta tecnologia com anexos simbolizando asas, chifres, e até mesmo escamas de peixe. Cada um destes símbolos indica o poder divino e o sangue real. A Bíblia também os chama de Els, uma antiga palavra que é encontrada em muitas outras linguas incluindo o sumério EL, &#8216;luminosidade&#8217; &#8216;brilho&#8217;; o babilonio ELLU, &#8216;o brilhante&#8217;, &#8216; um ser brilhante&#8217;; o velho gaulês ELLU, &#8216;um ser brilhante &#8216; e o inglês ELF, &#8217;ser brilhante&#8217;. Eu me referirei a eles como Os Brilhantes. Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra para procurar ouro para consertar uma crise atmosférica no Planeta X. De início ele diz: &#8220;EA tentou minerar o ouro das águas da Terra. Quando o resultado não foi satisfatório, seu meio-irmão ENLIL veio à Terra, para assumir o comando, e mudou as operações para a África, onde o ouro era abundante [e ainda é]. Quando o trabalho tornou-se intenso demais para os antigos astronautas, EA geneticamente alterou os proto-humanos que então habitavam o planeta, criando a humanidade como uma raça escrava.</p>
<p>O intercâmbio do termo bíblico El e o sumério Os Brilhantes ilumina muito do mito previamente enodoado e a escritura, particularmente as quatro citações quintessenciais do livro do Geneses 1:1 &#8216; No início os Brilhantes criaram o céu e a Terra&#8217;. 1:26 &#8216;Os Brilhants disseram: Vamos faze-los a nossa imagem, na semelhança de nós&#8217;. 2:8 &#8216;YAHWEH (o líder dos Brilhantes] plantou um Jardim no Oriente&#8217;. 5:24 &#8216;Enoque andou com Os Brilhantes. Então ele desapareceu porque Os Brilhantes o levaram embora&#8217;. Dos registros sumérios Sitchin conjectura que algum tempo depois da chegada deles, EA e sua parceira, a deusa Ninharsag, começaram a experimentar com o selvagem Homo eretus que eles encontraram habitando as regiões do Delta da África. Estes experimentos levaram a criação de um &#8216;lulu&#8217; ou &#8216;um misto&#8217;, um híbrido que se tornou um trabalhador primitivo e culminou em algum tempo por volta de 300.000 AC com o protótipo que os sumérios chamam de Adapa, o &#8216;homem modelo&#8217;, e que os hebreus chamam de Adão. Há pouca dúvida de que EA e Ninharsag pretendiam que sua criação inicial, chamada &#8216;lulu&#8217; realizasse o trabalho duro em benefício do planeta lar deles. Contudo, em algum ponto eles parecem ter mudado de idéia sobre usar a escravidão espiritual como meio de resolver o problema atmosférico do planeta X. Em uma drástica mudança de coração, eles abruptamente foram a um outro extremo. Sitchin reconta que EA e Ninharsag não estavam contentes em permitir que a criação deles continuasse escrava. Eles estabeleceram um curso para retirar sua criação do laço espiritual ao criar um ser avançado por meio da pesquisa genética, formando com eles uma ligação mais estreita e uma maior semelhança com os Brilhantes. Usando seu próprio material genético, EA e  Ninharsag chegaram a um novo &#8216;modelo perfeito&#8217; de terrenos chamados Adapa. A este tempo, Adapa foi ordenado como alto sacerdote em Eridu. Ele era conhecido ter adquirido uma sabedoria igual a de seu pai, porque EA o tinha &#8216;aperfeiçado com um amplo entendimento, revelando todos os projetos da Terra; a Sabedoria foi dada a ele&#8217;. Nos é dito que Adapa diariamente frequentava o santuário em Eridu. Ele posteriormente recebeu a missão de espalhar seu conhecimento para a humanidade. Segundo a história suméria, foi neste templo em Eridu que EA, o mestre dos segredos de todo conhecimento cientifico, guardava o &#8216;me&#8217;  &#8211; o cristal &#8211; como objetos, algumas vezes usados como ornamentos ao corpo dos deuses, no qual o conhecimento como a medicina, astronomia, astrologia, e construção do templo estavam contidos. Adapa foi apelidado NUN.ME ou &#8216;Aquele que decifrou o Me&#8217;. ENLIL chamado &#8216;príncipe da Terra&#8217; cujo comando faz o céu tremer, é militarista, gerencial, e totalmente oposto a EA, o sonhador. Ele estava furioso com EA por criar esta raça escrava [que ele transformou em objeto sexual]. Ele foi ameaçado pelo aparecimento de Adapa.</p>
<p>Há uma declaração interessante no Popol Vuh maia que reflete os pensamentos de ENLIL sobre o assunto de seus &#8216;escravos&#8217; que se tornaram perfeitos: <em>&#8216;Não é bom que as nossas criaturas devam saber disso. Devam eles por acaso serem iguais a nós, seus criadores, que podemos ver distante, que conhecemos tudo e tudo vemos?&#8217; &#8216;</em>Devem eles serem deuses?&#8221; Um antigo nome para este seres é o povo irlandês &#8217;sidhe&#8217;. Eles são considerados serem descendentes diretos ou reencarnações dos Brilhantes. Evans-Wentz nota que este povo sidhe é descrito como uma raça de aparência majestosa e maravilhosa beleza, em forma humana, ainda que de natureza divina. Eles são divididos em duas classes: aqueles que são brilhantes, e aqueles que são opalescentes e parecem acesos por uma luz dentro deles próprios. A palavra sidh nos informa da natureza dos ensinamentos proibidos que EA desejou ensinar. Sidh parece estar relacionado ao latim sedes e ao sânscrito siddha, ambas as palavras significando poder. O termo sânscrito siddhi carrega o sigignificado de &#8220;realização&#8217; ou &#8216;perfeição&#8217;. Na literatura hindu este termo é usado para denotar as habilidades que os indivíduos auto-realizados ou espiritualmente perfeitos possuem e usam sem egoismo. Os eruditos que tem acompanhado os &#8216;anos perdidos&#8217; de Jesus tem mostrado que ele recebeu treinamento na Índia de mestres hindus e budistas. Eles ensinaram a ele as habilidades yogi chamadas ashta-siddhi. Estes oitos poderes eram: Animan, a habilidade de fazer alguém infinitamente pequeno em um instante; Mahiman, o poder de crescer infinitamente grande a sua vontade; Laghiman, desafiar a lei da gravidade, a levitação; Prapti, o poder de tocar qualquer objeto a qualquer distância, tal como cavar um punhado da poeira de Marte; Prakamya, a habilidade de mergulhar no solo sólido e se mover nele como se fosse no ar ou na água; Vashitva, o controle total sobre os elementos; Ishitritva, a habilidade para criar ou destruir a matéria; Kamavasayitva, a materialiação instantanea dos desejos.</p>
<p>EA flutua por um pilar. Por causa do envolvimento genético de EA e sua doação dos segredos das estrelas, a humanidade da Terra pode ser elevada ao nível do desenvolvimento intelectual dos deuses. A possibilidade de sua criação poder até mesmo excedido seus supervisores extraterrestres é evidenciada pela declaração de Jesus, &#8216;aquele que acredita em mim também fará os trabalhos que faço; e os maiores trabalhos do que estes ele fará, porque eu vou ao Pai&#8221;.</p>
<p>Por causa de seu desejo de ensinar estas poderosas habilidades à humanidade EA foi rotulado como &#8216;A Serpente&#8217;. Este conhecimento e as habilidades que ele representa, é a verdadeira razão porque ENLIL, que se tornou YAHWEH na tradição hebraica, estava tão enraivecido e ameaçado. Por esta interpretação, EA estava criando ou ativando uma super raça, lembrada pelos Essênios como &#8216;Os Filhos da Luz&#8217; e por outras tradições em termos similares. O bastão mágico como a elegância desta hipótese tem sido usado para explicar a falta de evidência esquelética entre o Homo eretus e o Homo sapiens, uma criatura que no piscar dos olhos, ou ao acenar um bastão, desenvolveu um cérebro enorme e verdadeiramente aperfeiçou suas faculdades. Não existe um elo perdido. A evolução foi acelerada por nossos amigáveis bioengenheiros vizinhos. Houve um salto quantum orquestrado pelos colonizadores do Planeta X que se tornaram os deuses e deusas do antigo mito e da escritura. [É desconhecido se eles realizaram esta alteração com as bençãos do Grande Criador]. Pelos meus mais de dez anos de estudos do que pode ser visto como a Hipótese de Sitchin tenho ponderado várias questões a respeito da busca por ouro dos Brilhantes e a criação deles da humanidade como uma raça escrava para obter este elemento. Primeiro, porque viajar até a Terra por um elemento que é reputado ser de grande quantidade nos asteróides do Espaço?  Segundo, porque viajar tudo isto pelo ouro?  Porque não por muitos outros recursos abundantes na Terra? Água por exemplo. Terceiro, ao invés de fazer alguma arriscada bioengenharia e combinar o próprio DNA deles com aquele dos proto-humanos que já habitavam a Terra, porque os Brilhantes simplesmente não construiram máquinas ou robôs para fazerem o trabalho? Se eles eram capazes de construir espaçonaves, porque não construiriam robôs também?</p>
<p>Falando economicamente um clone que se auto-gerava, tal como os primeiros humanos, era uma solução mais barata e eficiente do que robôs mecânicos. Contudo, o custo é superado pelo risco envolvido em criar uma criatura com poderes iguais ou até mesmo ultrapassando os seus próprios; o que Sitchin avalia, foi uma das objeções de ENLIL ao processo genético de seu meio-irmão EA. A chave para esta história, no que diga respeito a esta investigação, é a habilidade de EA como um alquimista. Aceitando a teoria de que EA e outros Brilhantes do Planeta X eram reais inteligências ou seres de uma civilização tecnologicamente, embora não moralmente, avançada, tenho questionado porque um metalúrgico ou artesão de genes da reputada maestria de EA precisaria afinal minerar ouro. Como o pai da alquimia ele certamente tinha a habilidade de fabricar ouro dos metais base. De fato, tão ligado à arte da alquimia ele era, que esta arte pode ser pensada de uma religião de Mistério de EA. Minha abordagem desta história  reside no entendimento que, como os egípcios, os sumérios eram completos expoentes do &#8216;trocadilho&#8217; [jogo de palavras], uma técnica literária que dá vários significados ao uso de uma frase economica ou simbolo. Eles provavelmente aprenderam isto de EA; o Ouro, por exemplo, simbolizado por este símbolo, é um &#8216;trocadilho&#8217; alquímico ou símbolo para alma, e para Sol. Sol é um termo alquimico para a essência da vida escondida no ouro. Esta essência é chamada  tinc-tura rubea (a tintura vermelha), vermelho para o sol alquímico [e o Planeta X]. Esta substância sol pinga do Sol e produz limões, laranjas, vinho, e, no reino mineral, ouro. Nos humanos é o &#8216;brilho&#8217; ou o &#8216;corpo lucente&#8217; e é similar ao Espírito Santo. Similarmente, é a matéria prima, o ouro, do qual somos feitos, e o ouro que EA estava buscando.</p>
<p>Isto pode explicar porque algumas pessoas acreditaram que a carne dos deuses era feita de ouro, como o fizeram os antigos egípcios que acreditavam que os corpos de seus faraós eram feitos de ouro. Uma outra chave para decifrar o significado alquímico da atividade mineradora de EA é fornecida quando lembramos que a água, o elemento em que EA primeiro tentou minerar o ouro, é frequentemente usada como uma metáfora para &#8216;mãe&#8217; e para &#8216;almas&#8217;. Os antigos, particularmente os magos herméticos, afirmavam que as águas maternas em combinação com a Terra maternal criava as almas. Os oceanos de <strong>TIAMAT</strong> foram descritos como um útero cheio do fluido da criação. Se, simbolicamente, a água representa as almas como é o Sol, a essência da vida. Sob esta luz, quando o Planeta X dividiu a pedra de TIAMAT em dois ela liberou um oceano de almas, sangue ou essência cósmica no cosmos. Isto é verificado na versão grega do nome de TIAMAT &#8211; Demeter &#8211; o cortar ou dividir um círculo em dois, ou Dia [partir] mater [mãe, matéria]. Além de An, os sumérios chamavam o<strong> Planeta X</strong> de Nibiru [O Planeta que Atravessa]. O nome moderno para este planeta, X, é portanto bem sincronico. A cruz diagonal com braços de igual comprimento é um símbolo muito antigo. Compare sua associação com a divisão, com seu uso como um sinal de multiplicação desde o início do século XVII [A Iluminação] e a lei da polaridade dos significados dos glifos elementares se torna evidente. Como um hieróglifo egípcio ele significa dividir e quebrar em partes, e foi visto no baú de Osiris, o deus salvador que foi cortado em quatorze pedaços. Este sinal tem um amplo espectro de significados de confrontação, anulação e poderes opostos para os desconhecedores e não familiarizados.</p>
<p>Aqui tem um número de meios pelos quais o X é usado: um cruzamento entre espécies diferentes ou raças [em botânica e biologia], jogadas [no xadrez], não pode continuar [sinal para o código de emergência aérea], desconhecido [matemática], e pessoa desconhecida [Mr ou Mrs X]. Como veremos a cruz diagonal é também usada como um símbolo para Cristo, cujo corpo é simbolizado pelo pão na cerimônia da Eucaristia e é partido ao meio. Cada um destes significados, particularmente o último, é relevante para a história do Planeta X e TIAMAT, que é associada com a vinda ou advento do &#8216;Senhor&#8217;. Minha premissa é que os seres do Planeta X estavam interessados em salvarem almas. Um dos títulos originais de EA era &#8216;Casa das águas&#8217;. Permitindo o intercâmbio  de águas e almas se torna que EA era o Senhor das Almas. Substituindo alma por ouro, como o fazem os alquimistas, é concebível que a alegada crise planetária que o Planeta X estava enfrentado fosse espiritual e não material. Fazer ouro ou a aquisição ao lado, a busca do alquimista é a busca para transmutar a alma dele em uma forma mais alta, uma apoteose, ou se fazer de Deus. Simplesmente, pergunto, que tal se a atmosfera decadente do Planeta X que EA estava tentando reparar com ouro fosse realmente uma atmosfera de alma em deterioração? Suponha que o Planeta X estava vivenciado uma crise de alma e que EA veio à Terra em busca de almas para tornar a encher seu planeta natal. O propósito posterior que as almas que ele pretendia recuperar foram uma vez residentes em TIAMAT e agora estavam embebidas na Terra. A parceira de EA, Ninharsag que tem o título de Nin-ti-nugga, ‘a senhora da vida&#8217; ou &#8220;Ela que Dá Vida aos Mortos&#8217; pode fazer um estranho sentido, simultaneamente reforça minha tese e aponta para o papel especial dela como representante do Planeta X. A mitologia de TIAMAT leva a conclusão que este era um planeta que uma vez foi uma das Pleiades, um grupamento de estrelas que também eram chamado de Filhas de Atlas, Atlantis ou Atlantida.</p>
<p>Na história de TIAMAT aprendemos de um planeta e um grupo de almas que afundam na noite, das quais houve sobreviventes, que se engajaram em uma longa marcha para se reagruparem, e reclamar uma coleção de instrumentos de poder para ajudar a reconstruir a civilização deles de forma que as almas pudessem voltar para casa. A história de TIAMAT, o antigo mundo lar Pleiadiano, é a história da Atlandida nas estrelas. As Pleiades estão localizadas na constelação de Touro. Elas eram acreditadas serem os povos mais iniciais a serem compostos em seis estrelas visíveis, mais uma sétima, invisível. Agora sabemos que havia realmente centenas de estrelas neste belo agrupamento, o que pode explicar porque os antigos também a chamavam de Colméia de Abelhas. O ocultista do século XIII, Michael Scot, uma vez proclamou que o mel cai do ar para as flores, e então é coletado pelas abelhas. Para nós, isto soa poético. Contudo, Scot estava escrevendo na linguagem dos Pássaros ou Bardos [a linguagem dos poetas]. Esta é a linguagem dos alquimistas, segundo Fulcanelli. Nesta linguagem a abelha é um símbolo antigo para a alma humana, as flores são o corpo humano e o mel é o alimento que alimenta as almas. Muitos grupos ocultos, inclusive os Merovíngios e os Rosacrucianos, incorporaram o símbolo da abelha, especialmente a abelha planando sobre uma rosa, como símbolo da alma humana. Ela é um emblema de Demeter ou TIAMAT. A colméia de abelhas é um símbolo relacionado. A colméia representa não apenas a natureza industriosa da abelha, mas também a &#8216;alma coletiva&#8217;. A maioria das palavras antigas para alma são femininas: psique, pneuma, anima, alma. Isto é porque os antigos acreditavam que cada homem tinha uma alma feminina derivada da Deusa Mãe [TIAMAT] para a Mãe Terra. Isto faz um sentido perfeito se a Terra é TIAMAT reencarnada. [Isto também dá substância posterior às religiões iniciais veneradoras da deusa]. Mais tarde, as religiões patriarcais [Enlilitas] entraram em cena para escrever a versão deles de Deus como um homem idoso de barbas brancas controlador e julgador sentado em um trono, eles imaginaram a alma como a &#8216;respiração&#8217;, ´o alento&#8217;, o pneuma que é um deus masculino  que pode dar nascimento, por assim dizer. Os sumérios entendiam a alma como sendo a verdadeira fonte da consciência, personalidade e inteligência. Os tabletes sumérios de fato mencionam uma alma em conexão com a criação do Homo sapiens: &#8216;você tem assassinado um deus juntamente com sua personalidade [ser espiritual] que eu tenho removido seu trabalho pesado, tenho imposto seu sofrimento ao homem&#8217;. Uma perplexante faceta moral deste problema , argumenta o advogado William Bramley em seu livro &#8220;Os Deuses do Eden &#8216; [veja o<a href="http://conspireassim.wordpress.com/2009/05/07/os-deuses-do-eden/"> livro completo traduzido aqui neste blog</a>]   &#8216;era como garantir a estes escravos bastante inteligência para permitir que eles funcionassem sem dar a eles a consciência de seu verdadeiro potencial espiritual. Afinal, Bramley pergunta, que entidade espiritual auto consciente concordaria com uma vida de escravidão? Baseado em como as coisas eram feitas na sociedade humana, Bramley propôs que as almas usadas para dar vida a estes escravos eram criminosas, desviadas, prisioneiros de guerra, grupos raciais e sociais detestados, não conformistas, ou outros indesejáveis. A proposição de Bramley, conquanto inteiramente concebível, simplesmente não desperta muita verdade em mim; particularmente quando o mito de TIAMAT é criado. Intuitivamente, ele também não cai como algo que EA ou Ninharsag fariam. Ao invés de desviados, sugiro que as almas que EA e Ninharsag cuidaram e implantaram nos primeiros corpos humanos estavam ligadas à Terra pela destruição de TIAMAT.</p>
<p>A acompanhante ilustração suméria mostra EA e  Ninharsag de pé juntos na frente de um pilar. Pendurado do pulso de Ninharsag está o símbolo omega dela, o &#8216;cortador&#8217;, um instrumento usado pelas parteiras na antiguidade para cortar o cordão umbilical. Como Sitchin ressalta no seu livro &#8216;O Décimo Segundo Planeta&#8217; ela aparece de pé na frente de algums tubos de laboratório ou jarros. È útil saber o que representa a idéia do &#8216;amor&#8217; para os sumérios que desenhavam um simples jarro ou container com uma tocha acesa dentro para indicar o calor fermentante da gestação no útero.</p>
<p>E.A. e Ninharsag no laboratório genético deles? Nesta cena estamos vendo o processo de gestação de um ovo fértil ocorrendo neste jarro? Ou, isto possivelmente seja algum tipo de avançado equipamento médico? Isto de fato é um jarro? Isto talvez seja um Santo Gral, ou vaso da Vida, alguma forma de armazenamento de almas? Isto possivelmente nos permite entreter a idéia que o bastão que EA está acenando também seja alguma forma de tecnologia avançada. De fato, nesta cena nos é dito pelos sumérios, EA está acenando seu cetro exaltado, o bastão com Grupo de Trabalho. Este é o caduceu alquimico com as serpentes enroladas. Entre outras coisas, esta lenda nos conta que os caduceus podem ser usados para infundir a força da vida à matéria inerte e conduzir as almas entre dimensões!</p>
<p>Deus [EA?], com a Taça da Vida na mão, tosta o nascimento de um homem com os braços esticados de um pilar. Isto é alguma forma de tecnologia? Isto está no selo de por volta de 2334-2154 AC. na Biblioteca Pierpont Morgan, New York.</p>
<p>Como suas contrapartes egípcias Hathor e Isis, Ninharsag foi retratada como a Grande Vaca, o símbolo para a deusa criadora Pleiadiana. Ela tem sido reverenciada como criadora. As ações e os títulos dela sugerem que ela é o verdadeiro poder por trás de EA. Ela é chamada: a construtora daquilo que tem Respiração [uma palavra código para alma], a Carpinteira da Humanidade, a Carpinteira do Coração, A Trabalhadora do Cobre dos Deuses, a Trabalhadora do Cobre da Terra, e a Senhora da Cerâmica. Ninharsag foi mais tarde renomeada o arcanjo Gabri-EL [o Herói de Deus] na tradição judaico-cristã. Agora, isto é fascinante. Gabri-El apareceu à Virgem Maria alertando-a que ela logo conceberia o Cristo criança, Jesus. No ano 600 de nossa era ela visitou o profeta Maomé e ditou o Alcorão para ele. Quando Gabri-El escoltou Maomé até o céu do topo do Monte Moriah [Meru] em Jerusalém, uma magnífica escada/pilar apareceu. Ele então voou ao céu em um Pégaso de face feminina. O resumo cósmico de Gabri-El afirma que ela é um dos quatro anjos especiais chamados Serafim [porque 'ser' significa 'serpente' ou 'alto ser' e 'rafa' significa 'curador'], popularmente conhecido como &#8216;as divinas ferozes serpentes da iluminação&#8217;. Esta deusa sábia foi identificada com a própria serpente. Originalmente, diz Barbara Walker em sua Enciclopédia de Mitos e Segredos das Mulheres, a palavra &#8217;seraph&#8217; era acreditada significar a serpente relampago fertilizando o ovo Terra, e mais tarde foi interpretada como anjo. Na Anunciação por Bartel Bruyn, Gabri-El acena o bastão caduceu do Serafim e transporta a alma de Cristo ao longo do Espírito Santo, simbolizado por uma pomba, para dentro do corpo de Maria. Este episódio pode ser interpretado como um exemplo da antiga inseminação artificial ou manipulação genética.</p>
<p>Neste cenário, EA e Ninharsag não projetam o corpo humano meramente como um instrumento para minerar ouro. Ao invés, ele modificou o corpo humano como uma arca ou vaso para a alma. Alquimicamente, isto é uma máquina de ressurreição ou &#8220;fluidor de almas&#8221; destinado a elevar as almas de TIAMAT da Terra e leva-las de volta para casa. Esta é uma idéia mitológica muito antiga, nota o famoso psiquiatra suiço Dr. Carl Jung, que o herói, quando a luz da vida é extinta, vai viver como uma serpente ou é venerado como uma serpente. Uma outra idéia primitiva disseminada é a forma de serpente dos espíritos dos mortos. Esta idéia deu elevação ao trocadilho nas palavras heraicas nahash (serpente) e nashamah (alma). Isto também ilumina a &#8216;elevação da serpente&#8217; encontrada em tantos contextos. Os ensinamentos antigos revelam que uma serpente [ou alma] não pode ficar ereta por sua própria conta. Por analogia, uma serpente precisa de uma árvore para levantar seu caminho na direção do mundo do espírito, acima. Então, a coluna dorsal humana representa uma árvore ou fluidor no qual a força espiritual da vida ou alma pode ascender. E então vem a associação com a serpente e a Árvore da Vida e a alma e a rosa. A menos que ela tenha um veículo no qual ela possa ascender, uma serpente [ou alma] é condenada ao isolamento nos mundos inferiores. Igualmente, um corpo sem uma animação espiritual é um salto sem sigificado de compostos químicos. Deste modo, o corpo humano, como o conteiner da força da vida prolongada pelo DNA, é um receptáculo e um fluidor do amor. O florescimento da flor humana representa a manifestação e disseminação do amor no universo. Isto possivelmente explique porque EA e Ninharsag foram descritos como &#8216;jardineiros&#8217;. Neste cenário quando nos é dito que EA veio à Terra para minerar ouro isto aponta para seu verdadeiro propósito: para minerar ou salvar almas. Estou propondo que EA e os Brilhantes do Planeta X que o acompanharam vieram à Terra para resgatarem as almas de TIAMAT.</p>
<p>A serpente [ou alma] da Terra torna-se celestial; com asas ela pode voar, e permite que as múmias retornem às estrelas. Repare no símbolo do ouro em sua cabeça. Isto cria uma clara imagem de EA como criador de uma raça de seres no verdadeiro início da história humana cujo propósito é avançar a raça humana. Ele foi o primeiro Salvador da Terra, ou Cristo em grego. O propósito dele era geneticamente &#8216;fabricar&#8217; o corpo humano em sua forma presente e não criar uma raça escrava; era para criar um veículo de resgate ou arca para a alma voltar para casa. Durante suas periódicas visitas de retorno a esta parte do sistema solar o Planeta X se encontra com almas adicionais. É o corpo humano a Arca de Cristo? Ou esta arca é algo mais que o corpo humano foi projetado para interagir? Sitchin discute que o Planeta X era o lar de uma civilização enormemente avançada; iremos adiante para postular que TIAMAT também o era. Para chegar ao núcleo desta investigação devemos considerar a calamidade de TIAMAT como sendo muito mais do que um cataclisma físico planetário. Devemos considerar que havia almas que pertenciam ou eram residentes em TIAMAT. Michael Cremo e Richard Thompson, autores de &#8216;Forbidden Archaeology: The Hidden History of the Human Race&#8217; apresentam a evidência para uma presença humana na Terra remontando a 600 milhões de anos atrás. É possível que esta evidência, tais como a impressão de sapatos e vasos metálicos embebidos em minas de carvão ou de ouro milhas profundas na Terra, representem restos do cataclisma de TIAMAT? Somente sob esta perspectiva há um significado interno e inter-relações entre a história de TIAMAT/Terra e o Planeta X e isto ganhe relevância em nosso mundo. Somos os sobreviventes do cataclisma de TIAMAT. Somos as almas que o Planeta X está preparando para encontrar. Como estamos nos preparando para este encontro? Interessantemente, os mesmos elementos raiz para &#8217;serpente&#8217; e &#8216;alma&#8217; aparecem na palavra árabe &#8216;nashr&#8217;, que se refere á tradição Sufi de depositar bolsos de conhecimento em uma técnica espalhada [nashr]. A raiz árabe NASHR, da qual a palavra deriva, também significa &#8216;expandir, disseminar, apresentar, propagar, revivicar, dispersar, e tornar-se verde depois da chuva [ou iniciação]. Verde é a cor do cobre. Na escritura hebraica a serpente que é elevada pode ser uma referência ao DNA. Isto sugere que verde era a cor da serpente abrasada da cura elevada por Moisés. Esta conexão terá uma importância enorme momentaneamente. Além de projetar o corpo humano como um fluidor de alma, ou uma Arca de Cristo, proponho que EA e Ninharsag implantaram o conhecimento científico dentro de nosso DNA para ativar esta flor ou arca, e transformar o homem médio em um Brilhante. O significado de preparar o ego de alguém para o encontro com os Brilhantes também está aqui contido. Ele é ativado nos sonhos. Minha base para esta proposta tem a ver com o repetido aparecimento nas história alquimicas de um livro de cobre.</p>
<p>Um dos dos mais impressivos exemplos de uma transmutação aparentemente genuina de metais base em ouro está entre as mais completamente documentadas &#8211; aquela de Nicholas Flamel de Paris. Flamel nasceu por volta de 1330. Em suas próprias palavras, ele descreve muito candidamente como não apenas ele desenhou a alquimia, mas como, depois de &#8216;apenas&#8217; vinte e quatro anos de pesquisa, encorajado por sua esposa, Perronelle, ele finalmente descobriu o segredo de fazer ouro. Flamel era um copiador de manuscritos e um comerciante de livros. Uma noite, ele teve um sonho no qual um anjo apareceu a ele e lhe mostrou um grande livro de capa de cobre com páginas de pequenas cascas de árvore, e gravado com estranhos caracteres hieróglificos. O anjo disse a ele que um dia ele entenderia as páginas do livro. Quando ele foi foi para tocar o livro, este desapareceu em uma aura de luz juntamente com a figura angélica. Por anos Flamel foi assombrado pelo sonho até que um dia o livro apareceu na livraria dele. Isto foi o começo do trabalho da vida de Flamel e o início de sua obtenção da Pedra Filosofal. Uma outra figura chave na história alquímica que encontrou o &#8216;livro de cobre&#8217; é o Dr. Carl G. Jung, que propôs a idéia do &#8216;inconsciente coletivo&#8217;, o cérebro global, ou o que eu me refiro como Esfera do Pensamento. Em meu livro &#8216;The Atomic Christ: F.D.R.’s Search for the Secret Temple of the Christ Light&#8217;, explorei o interesse de Jung nos sonhos alquímicos de Wolfgang Pauli, um paciente de Jung, e um físico que estabeleceu um considerável trabalho de base na teoria atômica. Neste livro notei que muitas das chaves símbolos do Projeto Manhattan são idênticas ao simbolismo que é encontrado nas antigas religiões de mistério, mitologia, folclore, contos de fadas e especialmente o simbolismo do Santo Gral e a alquimia. O Dr. Jung pessoalmente vivenciou este simbolismo e o &#8216;livro de cobre&#8217; em seus sonhos. Em seu livro autobiográfico &#8220;Memórias, Sonhos, Reflexões&#8217;, ele escreveu: &#8220;Antes que eu descobrisse a alquimia, tive uma série de sonhos que repetidamente lidavam com o mesmo tema. Ao lado da minha casa existia outra, o que é dizer, uma outra ala ou anexo que era estranho para mim. A cada vez eu imaginaria porque eu não conhecia esta casa, embora aparentemente ela sempre houvesse estado lá. Finalmente veio um sonho no qual eu alcancei a outra ala. Lá eu descobri uma maravilhosa biblioteca, datando principalmente dos séculos XVI e XVII. Volumes grandes e gordos, em pele de porco, ficavam nas paredes. Entre eles estava um número de livros embelezados com gravuras de cobre de um caráter estranho, e ilustrações contendo curiosos símbolos que eu nunca antes havia visto. Naquele tempo eu não sabia a que eles se referiam. Somente muito mais tarde eu os reconheci como símbolos alquimicos. No sonho eu estava consciente apenas da fascinação exercida por eles e por toda a biblioteca&#8217;.</p>
<p>As experiências de Flamel e Jung são virtualmente idênticas &#8211; o livro, as gravuras de cobre, os símbolos estranhos, as ilustrações e as letras. Em ambos os casos os homens foram motivados a começar um intenso estudo da alquimia. Jung realmente recriou a bibliotca que ele viu em seu sonho. Seus trabalhos sobre alquimia são considerados serem clássicos no campo. Uma importante chave mitológica para as histórias de Jung e Flamel gira ao redor de Ninharsag. Na tradição hindu, esta Deusa Serpente era conhecida ter tido ajudantes chamados Nagas que eram representados como sereias. Estes Nagas [o inverso de 'sagan' ou pessoa sábia] preservavam coleções de pedras preciosas e livros sagrados em palácios sob a água que continham os meios para retornar ao útero dela. Uma destas serpentes guardava o Livro de Thoth, o deus egipcio da alquimia, consistindo nas chaves para o céu escritas nas figuras hieróglifas e símbolos que davam ao iniciado o controle sobre o destino deles ao expandir a consciência deles. Na tradição grega Thoth torna-se Hermes, o guardião das Encruzilhadas, simbolizado por um X. Os sumérios o chamavam  Ningishzidda, &#8220;O Senhor da Chave ou Arfetato da Vida&#8217;. Ele era o filho de EA. Os Maçons Livres dizem que Thoth/Hermes possuia todo o conhecimento secreto sob a abóbada celestial [o céu]. Ele projetava o seu conhecimento no que eu chamo de Esfera do Pensamento e no Jung chamava de &#8216;inconsciente coletivo&#8217;. Esta é uma forma de Internet cósmica. Interessantemente, os egípcios chamam Thoth &#8216;O Senhor da Rede&#8221; [Net]. O livro dele é atribuído a Ninharsag, a Trabalhadora do Cobre dos Deuses. A reunião destas pistas me sugere que Ninhursag implantou o Livro de Cobre dentro de nosso DNA, ou que o nosso DNA seja um sintonizador do conhecimento contido na Esfera de Pensamento. Depois da iniciação nós nos tornamos &#8216;verdes&#8217;. Seguramente este livro contém a informação sobre o Planeta X e TIAMAT. A concorrente abertura da Esfera de Pensamento por meio da Internet e a decifração do Livro da Vida DNA, viu o Projeto Genoma Humano, corresponde a esta profecia dada pelo profeta Daniel do Velho Testamento que teve numerosas visões para &#8216;os tempos do fim&#8217;. Daniel foi instruido a calar as palavras, e selar o livro, até o tempo do fim&#8230; e o conhecimento deva aumentar. Esta é uma das linhas mais importantes e populares de toda profecia. <strong>Presumidamente, este conhecimento diz respeito a uma forma de avançada ciência sagrada da alma. Hoje, o nosso conhecimento está aumentando. Ele está se duplicando mais rápido do que podemos imaginar. A maioria dos historiadores concorda que o total do conhecimento humano dobrou uma vez entre 4.000 AC e o tempo de Jesus. Então, a partir do nascimento de Jesus até 1750 ele dobrou novamente. De 1750 a 1900 ele novamente dobrou. De 1900 a 1950 ele dobrou novamente. Podemos ver o período de tempo que ele leva para o conhecimento humano dobrar a seguir . Agora, de fato é um fato aceito que o conhecimento dobre a aproximadmente cada dois anos.</strong></p>
<p>Jesus parece se referir muito frequentemente a Daniel. Um assunto favorito de ambos é o julgamento. &#8220;Agora é o julgamento deste mundo; agora o governante deste mundo será expulso. E eu, quando sou elevado da Terra, dirigirei todas as pessoas para mim.&#8221; No livro de Daniel lemos: &#8220;A côrte sentou-se no julgamento, e os livros foram abertos&#8221;. Jesus ecoa isto ao dizer que quando os livros são abertos, &#8216;Agora é o julgamento deste mundo&#8217;. O julgamento claramente se refere a elevação [ou entendimento] da serpente [DNA? Nossa alma?] e possivelmente a elevação ou abertura dos livros da Esfera do Pensamento. A abertura do Livro da Vida verde ou cobre, nosso DNA, tem mudado o nosso relacionamento com o universo. Temos os códigos da criação nas palmas de nossas mãos. Isto é o que quer dizer Dia do Julgamento? Além disso, um outro efeito mais notável de iluminação da Esfera de Pensamento torna-se possível. Jesus declara: &#8220;Estou na porta e bato: se alguém ouvir minha voz e abrir a porta eu virei até ele e ele estará comigo&#8217;. Em Revelação 4:1 le-se &#8220;depois disso eu olhei, e prestei atenção, uma porta foi aberta no céu&#8217;. E Jesus estava lá esperando. Há uma relação entre aquele que se levantou e aquele que está na porta? Mais fantasticamente, os dois são a mesma coisa? Ele é EA? Está o conhecimento de como abrir a porta do céu implantado dentro do nosso DNA? Isto é que o João queria dizer quando disse: &#8220;Ninguém tem subido ao céu exceto aquele que desceu do céu, o Filho do Homem&#8221;. Imediatamente depois disto lemos: &#8220;E exatamente como Moisés elevou a serpente [a alma?] no deserto assim deve o Filho do Homem ser elevado que quem quer que seja que acredite nele tenha a vida eterna&#8221;. &#8220;Quando você eleva o Filho do Homem [o Cristo] então você entenderá que Eu sou ele&#8221;. &#8220;E quando Eu sou elevado sobre a Terra, levarei todas as pessoas para mim&#8217;.</p>
<p>Na medida em que abordamos os mistério da Arca de Cristo devemos descobrir que o <strong>Planeta X</strong> é o assunto similar desta e de outras profecias, embora muitos que subscrevem estes profecias provavelmente não estejam cientes que o Planeta X e os Brilhantes, particularmente EA, são os verdadeiros sujeitos. Um exemplo de como a mitologia do Planeta X é escondida dos cristãos Gnósticos, incluindo os seguidores de João Batista, os Mandeanos que chamavam EA de &#8216;Olho da Luz &#8216; ou &#8216;Rei da Luz&#8217; e realizavam ritos religiosos dedicados a ele. A trilha das origens dos Mandeanos nos leva a Suméria, nos dias presente é o Iraque. A truilha do destino deles nos leva à América. Eles são índios de pele branca, olhos azuis conhecidos como Mandeanos que trouxeram os antigos segredos com eles para a nova Terra Prometida ou Nova Atlantida O nome deles é em aramaico e significa &#8216;conhecimento&#8217; , isto é, uma tradução do grego &#8216;gnose&#8217;. É altamente importante reconhecer que um nome alternativo para os Mandeanos era Saba. &#8220;Sabian&#8217; é uma palavra derivada do verbo aramaico-mandeu &#8217;saba&#8217; que significa &#8216;batizado&#8217; ou &#8216;tingido&#8217; ou &#8216;imerso na água&#8217;. Então, os Sabianos Mandeanos significam aqueles que eram batizados no conhecimento de Deus e que conheciam a religião de Deus. João Batista, com certeza, foi o precursor e quem batizou Jesus. Logicamente, isto nos leva a uma pergunta altamente importante: Quando João batizou Jesus ele também o iniciou na religião de EA? Se assim o foi, quais são os fundamentos desta religião extraterrestre  e que veio a ser este ensinamento de misterio quando o &#8216;cristianismo&#8217; foi organizado e seus princípios foram formulados?</p>
<p>O Olho da Luz Gnóstico, EA, é o mesmo olho de luz que aparece no logo do emprendimento americano nas costas da nota de um dólar. Devemos responder esta pergunta na medida em que continuemos. Como uma matéria de fato, descobriremos que a mitologia, o simbolismo e a profecia de todas as três religiões patriarcais [judaismo, cristianismo e o islã] podem ser rastreadas ao Enuma Elisha, que reduziu o épico cósmico de <strong>TIAMAT e do Planeta X</strong> a uma história terrena de política sacerdotal. Embora sua popularidade não fosse tão grande quanto outros épicos como Gilgamesh, a história do deus-rei que busca os segredos da imortalidade, que foi levado a distantes partes do mundo, os observadores notam que seu aparecimento estabeleceu o tom para a Idade do Ferro como uma de conflito entre a mitologia mais antiga da Mãe Deusa e a nova idade dos deuses pais semitas e arianos. A grandiosidade dos deuses pai e de seu sacerdócio, batalharam pela supremacia na Suméria, Irã, Índia, Anatolia, Canaã e Grécia. O épico ofereceu a primeira evidência completa da mudança de deuses. Isto representa o fim de uma longa fase cultural na qual a Deusa Mãe, cuja imagem era a do mar e a do dragão-serpente, foi transformada através de muitos séculos na Mãe Demônio a ser evitada a todos os custos. O primeiro assalto foi o do Planeta X. Os útimos assaltos foram o dos hebreus e dos cristãos Paulinos dos séculos IV e V que a história de TIAMAT [ juntamente com a religião de mistério de EA] foi finalmente suprimida e quase que esquecida. Infelizmente, ao longo desta supressão veio a detenção  do tremendo conhecimento esotérico da pré história humana e do potencial humano. Matar o grande dragão vermelho como TIAMAT é descrito no Livro da Revelação, entretanto, também representa o conflito entre a luz e a escuridão dentro do DNA de cada um de nós. Somos desafiados a superar a natureza escura e atingir a auto-maestria por meio da libertação do conhecimento interno ou esotérico dentro de nossos individuais  &#8216;livros de cobre&#8217;.  Na mitologia um objeto [geralmente uma pedra ou grupamento de uvas, simbolizava o sinal da Palavra] representada pela serpente ou dragão dos segredos de TIAMAT, algumas vezes perto de uma árvore. Este objeto e árvore frequentemente simbolizam o portal para o céu, o ponto onde a conexão [um arca ou arco] é estabelido entre o Céu e a arca da Terra e a imortalidade é alcançada. [para fazer a conexão com o arco, pense em Buda que foi iluminado aob a árvore bo, a árvore da iluminação. A busca por este arco o arco [arca] de nossas buscas primárias nas páginas que se seguem, que começa com o conhecimento de nós mesmos com TIAMAT.</p>
<p>2. O PESADELO DE TIAMAT</p>
<p>Muitos estão provavelmente familiarizados com TIAMAT sob o disfarce de vários nomes, incluindo MAMA, &#8216;A Senhora dos Deuses&#8217; [caldeu ] e MAYA, a &#8216;Mãe das águas&#8217; [maia]. Na tradição hebraica TIAMAT é chamada MARAH [o mar, a mãe, a matéria] que é a raiz de Miriam ou Maria. O significado da palavra acadiana TIAMAT e da palavra hebraica &#8216;tahom&#8217; é o mesmo: &#8216;a profundidade&#8217;. No Geneses, é sobre as águas da profundidade que, no início, se move a alma de Deus, aparentemente feminina. Um outro título hebraico desta Grande Sepente é Leviatã, cuja regeneração foi estabelecida por Moisés e desmantelada por Hezekiah. A despeito de séculos de desmantelamento e ofuscação do mito e história pelas autoridades políticas e religiosas a lembrança do pesadelo de Marah ou Tiamat permanece profunda dentro da psique humana. O alquimista Paracelso afirma que rodas das constelações do céu estão dentro de cada um de nós. &#8220;O Sol é o coração&#8217;, ele escreve, e os outros planetas do sistema solar estão dentro do cérebro. Tiamat e o Planeta X igualmente estão dentro de nós também. A história permanece embebida na linguagem. Exceto fora de lugar os artefatos, registrados da &#8216;maligna&#8217; destruição de Tiamat podem ser descobertos nos chips e fosséis de palavras usadas na linguagem moderna. Considere por exemplo o francês &#8216;cauchemar&#8217; ou o inglês pesadelo [nightmare]. O alemão mahrt (‘mare’) é um espírito mau do Submundo. Então há o velho eslavonico mora, &#8216;feiticeira&#8217;; o russo mora &#8216;fantasma&#8217;; o polonês mora, o checo mura, &#8216;pesadelo&#8217;; o latim mors, mortis, morte; o velho irlandes maran, morte, praga; o lituano matas, morte, pestilência; e o sinistro Mo[r]igain. Cada uma destas palavras codifica o &#8216;pesadelo do Marah ou Tiamat&#8221;, e a visão patriarcal da deusa do caos. O significado destes nomes soam como lembranças de um mau casamento ou avisos de condenação. Em contraste, quando a palavra mare é interpretada do ponto de vista matriarcal isto toma um tom inteiramente diferente. Marte é uma palavra egípcia tanto para &#8220;águas&#8221; e &#8216;amor mãe&#8217;. Um dos mais velho nomes do Egito era Ta-mera, Terra das águas, que pode ser interpretada como Terra do Amor ou Grandes Mães. Maria era o Grande Peixe e dava ao nascimento aos deuses, mais tarde sereias, que eram representados como meio-humanos e meio-peixes, inclusive EA, chamado Oannes [pomba] pelos babilonios, mostram o oposto como um deus macho na roupa de peixe, e Jesus. Um homem sereia nadador. Um detalhe de um relevo de pedra do palácio do rei Assírio Sargão II, por volta de 700 AC.</p>
<p>E.A. (o babilonio Oannes) foi retratado como um homem sereia, meio humano, meio peixe. Desenhado pelo arqueologista Sir Austen Henry Layard de um monumental relevo de pedra, um de um par flanqueando uma porta do templo do deus Ninurta na cidade assíria de Kalhu [o moderno Nimrud], aonde eles tinham sido eregidos durante o reinado de Rei Assurbanipal II [reinou 883-859 AC].</p>
<p>Os sacerdotes de EA vestidos em roupas de peixe administram um pilar, o Eixo da Vida, enquanto uma nave voadora plana acima. Selo de por volta de 2000 AC. Está na biblioteca Pierpont Morgan, New York.</p>
<p>Jesus, que é simbolizado pelo peixe da bexiga, emerge ou o símbolo do peixe na Catedral de Chartres.</p>
<p>Mil histórias avisam que aqueles que possuem as sereias, e o conhecimento delas, são atraidos para sua condenação. Mari era o nome básico da deusa para os caldeus. Nos tempos saxônicos mare era escrito mere, que significa puro, verdadeiro e também lago. Na tradição do Santo Gral a Dama do Lago doou Excalibur, a sagrada espada do Rei Arthur, sobre ele [que ele arrancou de uma pedra]. Camelot, a cidade maravilhosa do Rei Arthur, era uma cidade de amor [mer]. Havia, diz Tennyson, nenhum portão como este sob o céu. Toda a Àsia chamava a água [mer] um elemento feminino, a original matéria primordial, que os gregos chamavam arche. Tales de Mileto, considerado um dos sete homens sábios do mundo antigo, disse que a água era a primeira causa ou arche. Ele desenvolveu uma forma inicial de teoria atômica baseada nesta idéia. A mãe de Jesus, Maria, também recebeu o título de &#8220;ARCA OU ARCO&#8221; ou &#8216;Portão do Céu&#8217; em [arche, arca], Revelação 11:19 &#8211; &#8220;E o templo de Deus foi aberto no céu, e havia visto no templo a Arca de seu Testamento.&#8221; Quando os trocadilhos e significados alternados da Arca são esclarecidos, isto traz até mesmo mais excitação à profecia: &#8220;E o Templo de Deus foi aberto do céu, e ou o Portão de lá foi visto no templo da Arca do Céu&#8221;. Os Cátaros [Os Puros] do sul da França que disseram que Jesus veio da pura terra do AMOR, veneravam a deusa e afirmavam possuir os segredos de Jesus que ele entregou e que eles interpretavam em sua linguagem especial. As forças opostas de ROMA, a Igreja, os exterminaram e tentaram destruir estes ensinamentos. Em &#8220;As Paredes de Cristal da Côrte de Cristo&#8221; eu apresentei a evidência que os Cátaros eram os descendentes espirituais de EA.</p>
<p>Os misteriosos Cavaleiros Templários protegeram os Cátaros e partilhavam de muitos dos ensinamentos Cátaros. Estes Cavaleiros de Cristo recuperaram e preservaram os segredos uma vez abrigados sob o Templo de Salomão no alto do Monte Moriah [Marah] em Jerusalém. O símbolo deles, dois cavaleiros em um único cavalo, é amplamente pensado ser um símbolo de seu estado empobrecido ou pobre. Isto é contradito pela riqueza enorme de ambos os fundadores da Ordem e da própria Ordem. Os Templários eram cavaleiros ´puros&#8217; que guardavam os segredos da arca ou portão de Deus, a Arca Cristo.</p>
<p>O Selo dos Cavaleiros Templários: dois cavaleiros em um cavalo. A mitologia de Tiamat pode revelar uma outra camada de significado por trás do logo templário. A palavra mare também significa cavalo. Em sânscrito a palavra harit significa a luz da manhã, o brilho, o resplendor e também significa cavalo. Cavalo por ser resolvido em Horus [Horse], o egípcio deus da luz, e filho de Isis/Stella Mari que era uma de um grupo de deusas egípcias chamadas Ha-Hor e Eros, o deus do Amor. Em islandês cavalo é hrosss, em holandês ros e em alemão ross e ros significa sabedoria. Quando ele tinha 40 anos o profeta Maomé recebeu suas primeiras revelações divinas em uma caverna no monte Hira. As sacerdotisas de Mare, inclusive a principal apóstola de Jesus, Maria Madalena, eram chamadas Horae [as sacerdotisas prostitutas], as guardiãs do Axis Mundi, o Pilar da Escada para o Céu, pelos gregos, em babilonio harines; entre os semitas elas eram as &#8216;prostitutas&#8217; chamadas hor, que, muito maravilhosamente, significa buraco. A lebre [hare em inglês] é um símbolo de guia das almas que abre buracos no espaço como acontece em Alice no País das Maravilhas. Mergulhar no sagrado buraco da deusa, cheio de água, era mergulhar no mistério do máximo segredo da vida. Isto pode explicar a palavra hebraica para cavalo também signifique &#8216;explicar&#8217;. Ao comungar com a Deusa em seu buraco sagrado um humano pode alcançar a iluminação espiritual chamada horasis. Esta última definição é especialmente provocante já que, como veremos, a inteira mitologia e simbolismo dos Brilhantes gira ao redor de portões ou &#8216;buracos&#8217; no tecido do tempo-espaço &#8211; a própria Deusa. Este Brilhantes eram possuidores de extraordinário conhecimento científico e alquimico, ensinamentos de iluminação. Mostrarei que os Templários recuperaram este conhecimento. Das descrições deles das &#8216;águas sagradas&#8217; são surpreendentemente familiares aos portões estelares e <strong>buracos de minhoca</strong>, a celebrada Ponte Einstein-Rosen apresentada em tais filmes favoritos como Stargate e Contact. Estes &#8220;buracos no espaço&#8217; ou buracos no corpo da deusa &#8211; são sistemas de túneis que ligam duas regiões de espaço-tempo e ligam universos. O cavalo, particularmente o cavalo branco no qual Cristo monta em seu retorno em Revelação 19:11 simboliza os segredos da completa revelação ou revolução da morte ao renascimento e ascensão. Carregando homens e mulheres em suas costas, o cavalo branco se torna a ressurreição, o vaso, veículo, arca, arche ou Arca de Cristo que o corpo humano é projetado para escalar. Isto pode explicar porque o cavalo branco é visto na tradição shamânica como um condutor de almas e apoteose, Fazedor de Deus, o ritual de elevar o salvador morto sacrificial ao céu. <strong>Todas as grandes figuras messiânicas montam um cavalo branco</strong>. O hindu Kalki, o futuro avatar de Vishnu, será um cavalo branco; enquanto é esperado em sua segunda vinda, o Profeta Maomé, que foi elevado aos céus nas costas da égua branca voadora Al Borak do Monte Mariah em Jerusalém, também estará cavalgando um cavalo branco. Por último, o cavalo branco que Buda montou na Grande Partida, sem cavaleiro, corresponde ao próprio Buda. Todos eles, obviamente, cavalgam o mesmo cavalo branco. <strong>Interessantemente, em hebreu Jesus é chamado de naggar, um termo interpretado como carpinteiro, mas que também significa &#8216;criador&#8217; . Este termo atraiu minha atenção pela razão de que um cavalo é chamado &#8216;nag&#8217;. O sufixo &#8216;ar&#8217;, é o mesmo significando &#8216;luz&#8217;, Reunidos em naggar, é o &#8216;criador da luz&#8217; ou &#8216;cavalo da luz&#8217;. Desta Luz Jesus emerge como um criador da Arca de Cristo.</strong> Como um &#8217;segundo Adão&#8217; ou &#8217;segundo Adapa&#8217; esta era uma antiga arte alquimica que ele aprendeu dos Brilhantes. Dado a conexão de Maria com Mare ou Tiamat, este simbolismo provavelmente não foi escolhido por acaso. Particularmente quando o cavalo branco é intercambiado com o buraco branco.</p>
<p>Um buraco branco é um poço abundante de energia cósmica. É um buraco negro correndo para trás no tempo [um buraco negro negativo]. Exatamente como os buracos negros engolem todas as coisas inexoravelmente, assim também os buracos brancos as cospem para fora. Matematicamente foi pensado que teoricamente se poderia viajar através de um buraco negro, passar através de um túnel de conexão, e emergir de um buraco branco em uma outra parte do universo. A idéia da viagem pelo buraco negro foi substituída nos anos de 1980 pelo <strong>buraco de minhoca</strong>. <em>Misticamente, o acesso a tal portal estelar nos empurraria acima da escada evolucionária, habilitando-nos a nos unir aos imortais e viajar por bilhões e bilhões de galáxias, as células que compõem o corpo da deusa.</em> Uma matéria importante aos físicos envolvidos nos projetos dos buracos de minhoca envolve a escudagem dos passageiros das interações dos materiais exóticos que compõem a garganta destes túneis. Esta substância pode ter um efeito nocivo sobre os seres humanos. Os cientistas propõem três modos possíveis de lidar com este problema. Um seria escudar os passageiros através de um túnel protetor, por exemplo. O segundo modo seria concentrar a matéria exótica em uma área ou usar tipos especiais de matéria exótica que fossem menos nocivos. A terceira solução é lidar com esta matéria que seria mantida  o mais distante possível e evitar o contacto humano com ela. Como tenho investigado em outros lugares, e explorarei em mais detalhes nas páginas a seguir, os mitos e a escritura que se referem aos Brilhantes aludem a construção deles e o uso de buracos de minhoca. A solução deles para proteger os passageiros da matéria exótica não tem sido pensada pelos modernos projetistas. Eles transformavam o passageiro, o ser humano, em um Brilhante. Os mitos dos Brilhantes sugerem alguma forma de engenharia genética que desencadeava uma mudança do humano ao Homo Cristos que protegia o cavalgante da matéria exótica e os capacitava a escalar a antiga escada, ou correr o cavalo branco, até o céu. Simplesmente, não podemos andar casualmente por uma destas portas de água, portais estelares, buracos brancos ou portas espaciais de luz ou sabedoria como geralmente retratado nos cinemas. Ao invés, um extraordinário treinamento mental, físico e emocional foi realizado como preparatório para esta excursão. O resultado foi a transformação de um humano em um ser puro. EA e Ninharsag eram &#8216;artesãos dos genes&#8217; que projetaram esta transformação. Os mitos e a escritura indicam que esta transformação pode acontecer em um instante elevando o humano ao nível dos deuses. Como notado, EA grandemente se opunha ao seu meio-irmão ENLIL que desejava manter a humanidade em um nível de escravos e objetos sexuais. Uma história bíblica que ilustra este conflito é a história de Sodoma e Gomorra. A Bíblia passa por grandes dores para tornar explícito o ponto que o Senhor MELQUISEDEK, o Rei de Salém, que pode ser igualado a EA, iniciou Abraão e sua esposa Sara nos mistérios do Santo Gral. Depois disto Abraão se tornou o novo e melhorado Abra-H-am. Sara se tornou SaraH. O &#8220;H&#8221; simboliza a escada do céu. Ao mesmo tempo, em que EA está criando este milagre para Abraão e Sarah, o Senhor [ENLIL?] repentinamente assume uma personalidade sinistra. Ele despacha dois anjos que o acompanhavam para visitar o sobrinho de Abraão, Lot, na vizinha Sodoma e Gomorra. Dentro de dias, os cidadãos destas cidades gemeas sofreriam um holocausto, a existência deles seria apagada da memória humana por um premeditado e evitável desastre do céu em proporções atomicas. Em uma cena reminescente da obliteração de Hiroshima e Nagazaki, no amanhecer de uma manhã, na medida em que Abraão olhava para o vale abaixo, o fogo desceu do Senhor lá do céu. A fumaça da terra subiu como a fumaça de uma fornalha. Sodoma e Gomorra não existiam mais.</p>
<p>Como um resultado da explosão de luz do Senhor que causou a destruição de Sodoma e Gomorra, a esposa de Lot transformou-se em um pilar de sal. Gerações após gerações tem ouvido que os cidadãos de Sodoma e Gomorra eram perversos fornicadores que desobedeceram ao Senhor [ENLIL ?] e receberam o aviso do que aconteceria se eles desobedecessem Deus. Será que aqui ouvimos a história inteira? Quando procuramos no dicionário pela palavra &#8217;saltation&#8217; [movimento súbito] isto significa uma súbita modificação genética. A mutação descrita na história da esposa de Lot pode ser algo da ordem da transformação da crisálida em borboleta ou Homo sapiens em Homo Cristo. Desta perspectiva esta história reflete um outro episódio nos antagonismos continuados entre ENLIL e EA. Se EA estava ensinando os principios de Fazer Deus em Sodoma e Gomorra, ENLIL muito certamente teria estado fazendo algo para impedi-lo. O nome de Lot significa &#8216;oculto&#8217;. Frequentemente, as sociedades secretas tinham uma boa razão para ocultar o conhecimento desta mutação em um labirinto de simbolismo esotérico. Isto faz de alguém um deus, e um oponente formidável à existente ordem mundial. O mau uso deste conhecimento pode facilmente transformar a existência de alguém em uma câmara de tortura. A iluminação repentina pode atingir como uma raio sem aviso prévio destruindo toda limitação.  Nos tempos antigos a energia que produziu esta transformação, simbolizada pelo &#8216;H&#8217;, era bem conhecida e era ligada a Tiamat. Coo uma evidência deste &#8216;conjunto de instrumentos&#8217; de &#8216;pão e vinho&#8217; Melquisedek, como Jesus, pode ter sido um sacerdote de Mari ou Maria, que originalmente possuia estes instrumentos e foi o dispenasdor da caridade ou compaixão, uma pura e branca energia que podia transformar o ser humano em um &#8216;cavalo branco&#8217;. Interessantemente, sem o &#8216;c&#8217; de charis [caridade] temos haris, compaixão, e pode ser reduzida a HRS, ou cavalo. Charis é encontrada no título de Jesus, Cristo, Crhisto ou Charist. Esta era a raiz de eu-charis-t [eucaristia], a cermônia realizada por Melquisedek e por Jesus na última Ceia quando ele pingou o vinho para os discípulos beberem, dizendo, &#8220;este é o meu sangue [DNA] E Jesus disse, &#8216;aquele que comer minha carne e beber o meu sangue eu o levantarei no ultimo dia&#8221;. Esta foi a cerimionia que representou o Santo Gral, o vaso ou arca da imortalidade. Esta cerimonia pode ser rastreada ao Egito e a tradição da deusa Maat, a personificação da Verdade ou Justiça no antigo Egito. Como doadora da lei, Maat era comparável a Tiamat que deu os sagrados tablets [ME] para o primeiro Rei dos deuses. Aqueles que viviam por Maat tomavam uma bebida sacramental que conferia a pureza ritual exatamente como beber o vinho na celebração cristã da eucaristia traz a renovação. A poção de Maat trouxe a vida depois da morte às pessoas pacíficas, mas trazia a morte às pessoas violentas. Retrabalhando ou repalavreando a profecia de Revelação 19:11 revela que o Cristo que cavalga o cavalo branco, a redentora compaixão e sabedoria, emerge de um buraco branco montado em pura onda de luz que nos ilumina ao desencadear o conhecimento armazenado em nosso DNA, o &#8216;livro de cobre&#8217;. Esta onda ou cavalo brancos proclama a chegada do Planeta X, ou como o Senhor da Arca das Águas ou Portal do Céu. Mostrarei que EA é o técnico que guia este buraco, cabo ou conduto de luz. Como a história das sereias avisa, a condenação segue aqueles que estão despreparados para estas energias. Um crença firmemente estabelecida na memória popular pelo mundo associa o cavalo branco com o início do tempo, e daí a criação da humanidade. As histórias falam sobre isto se elevando das entranhas da Terra [os restos do corpo da deusa Tiamat que formaram a Terra, segundo os sumérios] ou das profundezas do mar.</p>
<p>Na nova placa neo-babilonica mostrada aqui vemos os emblemas dos deuses no mais superior registro. Na parte inferior vemos um cavalo montando um dragão na medida enm que ele corre no rio do Submundo. Uma figura com serpentes em cada mão monta o cavalo. Os sacerdotes em roupas de peixe cuidam de um corpo no próximo registro. Vale notar que na China há uma longa tradição de intercambiar o dragão e o cavalo. Há o Longo Ma, o chinês cavalo-dragão que trouxe o Ho- t&#8217;u &#8211; um plano do rio, também chamado Ma- t&#8217;u ou plano de um cavalo para Yu o Grande. A palavra Matu tem uma clara conexão com Tiamat. Em muitas outras histórias chinesas de Li-sao de Chu-yuan a Si-yu Chi, os cavalos tomam o lugar dos dragões. Em ambos os casos eles tomam parte na busca pelo conhecimento da imortalidade. Não é coincidência que os precursores das sociedades secretas, os buscadores iniciais da alquimia Taoista, [Tao signifa 'o caminho'] usavam o disfarce de &#8216;comerciantes de cavalos&#8217;, não aquele de Mat-so, que apresentaram o ensinamento Zen à China, foi chamado no trocadilho sobre seu nome &#8216; o jovem potro&#8217;. Os sumérios tinham bem um número de nomes diferentes para este outro mundo que é acessado por meio do cavalo-dragão: arali, irkalla, kukku, ekur e ganzir. Caso contrário isto era simplesmente conhecido como a Terra ou &#8216;terra sem retorno&#8217; ou &#8216;mundo inferior&#8217;. De várias fontes aprendemos que havia uma escada que descia do portão do e-kur [do qual a palavra ganzir é usada]. Segundo os sumérios, era possível abrir um buraco no solo que daria a alguém o acesso ao Submundo, também conhecido como APSU, que como veremos, é um outro nome para o centro galático, dando elevação a noção que estes buracos ligavam a Terra ao Céu. O poema sumério &#8220;A Descida de Inanna ao Submundo&#8217; [também preservado na versão acadiana "A Descida de Ishtar"] descreveu em detalhes as espetaculares circunstâncias dos deuses que superavam as leis da natureza ao descerem ao Submundo e retornarem. No Egito, o ka era considerado o gemeo da alma. Cada ser humano tem um &#8216;ego inferior&#8217; [o ba] e um imortal Ego Superior. O ego inferior reside no corpo físico. O Ego Superior reside no céu. Ele está mais perto de Deus. Platão ensinou que este gemeo era o nosso Espírito Guardião. O mais surpreendente, e menos conhecido dos exemplos de cavalo-homem vem da tribo Dogon da África que veneravam EA como Oannes. Uma gravação Dogon retrata Orosongo [literalmente canção da luz], o cavaleiro dos céus, caindo dos céus com a arca, que desce do céu com todos os originais das coisas vivas [talvez a origem da palavra arquétipo]. O iniciado percebe que ele contém um grupo de sinais, uma linha denteada com a superfície significando a vibração da matéria, luz e água. A vibração representa a espiral descendente do &#8216;ferreiro&#8217; que trouxe a Arca. Este é EA. O cavalo branco com asas da história grega, Pégaso, é um outro exemplo familiar desta tradição. Pégaso nasceu do &#8217;sábio sangue&#8217; da Deusa Lua da cabeça da Medusa quando Poseidon, o fundador da Atlantida e um outro nome para EA, misturou seu sangue com a areia do mar. A Medusa era a deusa serpente representando a &#8217;sabedoria feminina&#8217; [em sâncrito medha, em grego meyis, em egípcio met ou Maat] Tiamat inscrita nos todos poderosos tabletes ou Pedras do Destino. Daí, Pégaso, nasceu de Tiamat. Pégaso foi chamado Pegae, a sacerdotisa e a água que cuidou do riacho sagrado chamado Pega no templo de Osiris em Abidos, Egito. Osiris era o deus egípcio cujo corpo foi cortado em pedaços, como Tiamat e ressuscitou ou foi reunido por Isis. A tradição associa a ferradura do cavalo em forma de um crescente lunar com a boa sorte e isto tem sua origem na história de Tiamat.</p>
<p>Hindus, árabes e celtas viam a forma ionica da ferradura como um símbolo do Grante Portal da Deusa. Os gregos adotaram este símbolo como a última letra de seu alfabeto, o Omega, que literalmente é o Grande OM, a palavra da criação começando o ciclo seguinte da vida. O significado do símbolo da ferradura foi que, tendo entrado na Porta no fim da vida [o Omega] a alma renasceria como uma nova criança [Alfa] através da mesma porta. Quando Jesus é identificado como o Alfa e o Omega isto representa um &#8216;cortar e colar&#8217; da tradição anterior do planeta explodido. O duplo significado das palavras Mare revela as duas versões da destruição de Tiamat. Uma da perspectiva do vitorioso que a teme como a besta a ser conquistada e subjugada como um selvagem buraco negro; a outra da vítima, ou talvez do sobrevivente, o ponto de vista dela como a Mãe perdida, o cavalo branco ou o buraco branco da luz curadora, a ser redescoberta e nutrida. O conflito entre estes dois pontos de vida continua na psique humana até hoje com a Terra no equilíbrio. No último capítulo investigaremos várias profecias, inclusive aquelas dos maias, que indicam que um buraco de minhoca se abrirá novamente em 2012. Os Brilhantes do Planeta X, tenho proposto, são os técnicos a cargo deste sistema de transporte. A primária questão de nossa era, na medida em que o tempo passa, será quem estará a cargo deste portal? Estarão os descendentes de EA que buscaram elevar e educar a humanidade, até mesmo ao nível de deuses, no comando? Ou serão as legiões de ENLIL, o comandante militarista que busca sexualmente subjugar e fisica e espiritualmente escravizar a humanidade cuidando dos assuntos da Terra? O mito e a história, exemplos do quais explorarei, estão cheios de pistas e histórias de seres humanos que tem encontrado os Brilhantes ou o ensinamento deles e se transformado em preparação a experiência do buraco de minhoca.</p>
<p>Que tal se esta súbita mutação genética se tornou disponível em nosso mundo? Que tal se um chip de computador, pílula ou poção fosse oferecido no mercado que pudesse desencadear tal mutação? Imagine o que aconteceria se o campo de energia da Terra repentinhamente fosse banhado por uma intensa energia nova que desencadeasse uma mudança dramática na consciência humana. Em &#8216;The Healing Sun Code&#8217; discuti os profetas Hopi que disseram que estávamos entrando em um tempo quando a dualidade terrena de amor e medo dá caminho a uma nova realidade; a que me referi como uma nova dualidade de amor e amor além do amor, o super amor ou hiper amor. Esta transformação é desencadeada pelo nosso alinhamento com o centro da galáxia da Via Láctea, que exploraremos momentaneamente. O centro galático é a fonte das vibrações que estou descrevendo. Um símbolo e sistema de conhecimento está codificado dentro destes raios cósmicos que estimulam os centros receptores na retina de nossos olhos e no nosso DNA. Na medida em que estes raios cósmicos entram em linha, o amor, a mais alta vibração no velho mundo, se tornará a vibração inferior no próximo mundo superior, exatamente como o medo é atualmente a mais baixa vibração de nosso mundo. A força exótica do hiper amor existe dentro do coração de cada um de nós. Quando escolhemos o amor sobre o medo convidamos o hiper amor a entrar em nossas vidas. Durante este tempo os nossos poderes de manifestação aumentarão porque os nossos corações e mentes, nossos pensamentos e ações, serão mais e mais os mesmos [eles estarão em sincronicidade]. Isto significa que pensar o pensamento e a ação se tornarão um. A rede de segurança do tempo preso entre o pensamento e a ação será eliminada. Para sobreviver a estes tempos e criar esta nova realidade cada um de nós terá acesso ao cavalo branco ou Arca de Cristo dentro e interna da onda branca do Amor Força do universo. Sermos solicitados a adquirirmos o nosso &#8216;H&#8217;.</p>
<p>3. O LUGAR DO TERROR</p>
<p>Quando os humanos modernos pela primeira vez colocaram os pés em uma orbe alienígena, a Lua, plantamos uma bandeira dos EUA em sua superfície. Quando os Brilhantes chegaram à Terra eles plantaram o que pode ser a bandeira ou logo da civilização deles, uma sepente ao redor de um bastão, o simbolo de Asclepius, o curador da mitologia grega. Asclepius foi um estudante de Quiron o Centauro, o homem sábio e profeta que era meio-homem e meio-cavalo e que ganhou a sua sabedoria da deusa Atena. Os gregos diziam que Atena nasceu da cabeça do deus Zeus depois que ele engoliu a mãe dela Metis, isto é, Medusa, Maat ou Tiamat. Os mitos sempre são explicatórios da realidade. Eles são a base do entendimento do relacionamento entre os povos e o universo. O mito de Asclepius é altamente explicativo dos Brilhantes. Astronomicamente, Asclepius é a constelação mais próxima do centro de nossa Via Láctea localizada a apenas uns poucos graus do centro matematicamente determinado de nossa galáxia. Ele é chamado o Mantenedor da Serpente. A estrela que representa os pés de Asclepius [ chamado Ofiocus pelos romanos] é a próxima estrela mais perto do centro galático.</p>
<p>O logo dos Brilhantes, a serpente Asclepius. O símbolo a esquerda do poste é o símbolo para o Planeta X. Emobra invisível ao olho nu os desenhistas do zodíaco aparentemente conheciam a localização do Núcleo Galático. Dos glifos dos doze signos astrológicos [treze incluindo Asclepius] os signos de Sagitário e Escorpião são os dois únicos que apresentam flechas, e ambos estão um ao lado do outro. A ponta de Sagitário, a flecha do Arqueiro é a estrela alaranjada Gamma Sagitarii. Quando arranjados como elas aparecem no céu, os dois ponteiros ficam diante um do outro. Entre Sagitário e Escorpião está uma constelação perdida &#8211; a décima terceira: Asclepius. Em plena apreciação dete pedaço do código, o  Dr. Paul LaViolette, seu descobridor, conclui que as flechas de Sagitário e Escorpião parecem pretender apontar para Asclepius como a constelação mais próxima do centro galático. O centro galático é um caldeirão crepitante de fenômenos ocultos. Aneis de gases giratórios podem ser vistos lá bem como milhões de estrelas viajando em tremendas velocidades ao redor de um maciço buraco negro. Que outros fenomenos aguardam é desconhecido, mas é certo ser a resposta para os ensinamentos secretos de todas as eras. Na década de 1980 os astrônomos da Universidade do Arizona, usando um novo telescópio de alta velocidade e uma camera infra-vermelha montada em Kitt Peak, olharam esta área. Entre os objetos não usuais acreditados estarem no centro exato de nossa galáxia está uma fonte extremamente brilhante como um ponto e compacta conhecida como Sagitrarius A [frequentemente abreviada para Sgr A]. Alguns astrônomos argumentam que Sgr A revela um buraco negro quase do tamanho de uma grande estrela, mas contém a massa de um milhão de sóis. A quantidade surpreendente de material sendo dirigida ao buraco negro irradia uma quantidade enorme de energia em muitas frequências. Nos livros de LaViolette ele não deixa dúvidas que os antigos conheciam o centro galático como um lugar de enorme terror, capaz de emitir ferozmente alguns ventos galáticos contendo partículas cósmicas nocivas que eram responsáveis por passados cataclismas sobre a Terra. Ele avisa que a Terra ainda virá sob o fogo novamente por uma outra super tempestade galática. A previsão do clima cósmico não é boa. Espere uma viagem difícil a frente. Além de meteoritos, cometas, e outros visitantes potencialmente ameaçadores da vida se dirigirem em nosso caminho, uma luz tão brilhante até mesmo os deuses serão eles proprios sombrados e o medo é esperado.  LaViolette afirma que isto resultará de uma explosão maciça do centro de nossa galáxia. Seu aparecimento desencadeará o terror.</p>
<p>A margem a vista da galáxia da Via Láctea. Estamos aqui na margem. Os hindus chamavam este sol central Sun Tula, uma palavra sânscrita para &#8220;equilíbrio&#8217; [representando julgamento ou justiça]. O signo zodiacal de Libra, as balanças, representa o equlíbrio. Para mim, o glifo de Libra parece com a concentração da massa de milhões de estrelas que formam o Monte Nuclear Central da Via Láctea. Ele representa o Espírito Santo. Os alquimistas alternavam entre e quando significar a essência de uma substância, ou ou espírito. Como explorei em &#8216;The Healing Sun Code&#8217;, o modo com que este glifo combina com a forma da galáxia ou é uma enorme coincidência ou sugere um símbolo e palavra código centrada no conhecimento do nucleo galático. Os Brilhantes são os instrutores deste sistema de símbolos. Embora este seja o centro e a fonte de todas as grandes religiões, muitos mitos enfatizam que, como sua luz, os segredos de Tula [equilibrio, paz, 'salem'] tem permanecido ocultos das massas da humanidade por milênios. O oculto Sol Curador tem sido velado ao mesmo tempo em que a Deusa é vilipendiada. Isto também é uma coincidência? Exatamente como a poeira e o gás do espaço tem bloqueado a visão física do núcleo, um véu de segredo tem sido colocado sobre sua sabedoria. Isto tem sido &#8216;ocultado&#8217;, mantido oculto da plena vista de todos menos dos iniciados, que secretamente veneram o Sol Negro ou Sol Oculto. As antigas tradições da sabedoria mantém que os humanos, e todas as outras almas em nossa galáxia, se emanam e partilham de Tula como nosso comum lar oculto. Este é o Eden galático. Este Sol Central está localizado a 23.000 anos luz da Terra no núcleo de nossa galáxia Via Láctea. Ela tem estado esscondida de nós por causa de seu tremendo poder de conhecimento associado a ela. Este trono espiralante foi também chamado de portão do &#8216;batimento&#8217;, um Castelo em Espiral e o Moinho dos Deuses. Estes são os termos descritivos para os buracos de minhoca. O conhecimento de um buraco de minhoca navegável e de matéria exótica da qual ele é compreendido é o conhecimeto que faz de alguém um mestre das leis conhecidas do espaço-tempo. Atingir este conhecimento é o supremo batismo como ele dá a luz verde para atualizar uma civilização a seu próximo nível de evolução. Entre os seguidores Mandeanos de João Batista, a palavra para a sagrada montanhna branca [ou ilha] da origem de João era Tura Madai, que é similar ao conceito zoroastriano da sagrada montanha conhecida como Taera. Tura Madai significa a montanha brilhante. Taera toma seu nome de um lugar celestial. Isto é a altura Haraiti (do sânscrito hari, significando ouro amarelo), ao redor das estrelas, a Lua e o Sol giram. Aqui, notamos o reaparecimento da palavra haris [cavalo] , anteriormente encontrada  em charis ou compaixão. Esta descrição se refere ao núcleo galático, Tula, ao redor do que gira nosso sistema solar.</p>
<p>Este poço que jorra abundantemente de energia cósmica é a provável fonte verdadeira de doação de vida &#8211; as Águas Vivas &#8211; pelas quais João batizou Jesus. Depois do batismo dele neste conhecimento Jesus montou seu cavalo branco e foi em seu caminho de homem médio a Cristo. Estabelecido libertar os segredos das eras, e possivelmente criar um planeta cheio de seres realmente cheios da espirualidade como a cristã, Jesus foi executado como um revolucionário pela ordem mundial romana. O crime de Jesus estava explicitamente declarado em uma placa acima de sua cabeça na cruz mandada colocar por Poncio Pilatos. Escrita em grego, latim e hebraico a placa dizia : INRI. Exotericamente, isto é traduzido como Jesus o Nazareno, Rei dos Judeus. Esta é declarada a acusação capital contra Jesus &#8211; ele próprio se declarou o um e único salvador e desafiou a autoridade soberana de Tiberius Caesar &#8211; e ao mesmo tempo zombava dele. &#8216;Este é o Rei dos Judeus?&#8217; Na tradição da sabedoria INRI significa &#8216;pela natureza do fogo o todo é renovado&#8217;, apontando para o papel de Jesus como o portador do conhecimento de alta frequência ou fogo. Os rosacrucianos alteraram o significado de INRI para IGNE NITRUM RORIS INVENITUR ou &#8216; o batismo ou poder de limpeza do orvalho apenas é descoberto pelo fogo&#8217;. Jesus foi considerado um portador do orvalho. Em minha opinião, esta inscrição é uma profecia. Isto é dizer, quando Cristo, INRI, retorna cavalgando o cavalo branco ele estará criando na forma de uma energia vibratória mais alta. A fonte deste fogo, as águas batismas vivas, é Tula. Na tradição de EA, Jesus era um técnico ou &#8216;naggar&#8217; criando um conduto pelo qual estas águas vivas &#8211; chaves, frequências e vibrações &#8211; de compaixão podem fluir. Um outro termo grego aplicado a ele, tekton, literalmente significa a &#8216;técnica do tom&#8217; ou &#8216;técnico do tom&#8217;. Este termo é notavelmente similar ao Toltec, significando artesão, As palavras Tura e Taera rimam com terror e Torre, como a Casa de Deus no Tarot, as cartas do destino.</p>
<p>Tyr é a terceira ordem de brilhantes. A forma primitiva deste nome era Tiwaz, que era o cognato do sânscrito devas; o latim Devus [divino]e o norueguês tivar. Cada um destes termos tem o significado de &#8216;deus&#8217; e conotações de &#8216;luminosidade&#8217; e &#8216;brilho&#8217;. Os hebreus chamavam os Brilhantes de Os Terrores Brilhantes. Na Índia Tara, um dos aspectos de Maya a Mãe de Buda, é o nome do Embrião Dourado do qual é dito que o mundo tenha evoluído, e é frequentemente chamado de estrela. Ela é a deusa nua da compaixão que pinga a Água Viva de uma jarra. Ela é dita levar os devotos a um outro litoral. Este nome foi herdado da Suméria e da Babilonia onde esta deusa é conhecida como Ishtar ou Is-tARA, isto é, Is-Terror. Os textos herméticos evocavam, a Rainhna das Estrelas ou a Estrela dela como Astro-Arche Arche. Em outras palavras, a Rainha do Terror é um portal estelar, a suprema cavalgada excitante. Ishtar era a patrona das prostitutas do templo ou harines e era conhecida como a Grande Deusa Har. Da raiz &#8216;har&#8217; veio Hara, em hebraico tanto para uma montanha sagrada [Hira] e uma barriga grávida, ambos descrições apropiadas de Tula. [Na Índia, o centro de Tula é chamado Meru ou Sumeru]. Um outro dos nomes dela é Isis, que é simbolizado por um olho e o trono. O marido dela, Osiris, era chamado a Grande Lebre [Hare]. Os sons das letras &#8220;l&#8217; e &#8216;r&#8217; são considerados intercambiáveis. Por exemplo, a pronúncia japonesa da palavra reiki, que significa a energia força da vida, leiki. Ao se trocar o &#8216;l&#8217; pelo &#8216;r&#8217; Tula torna-se Tura. A raiz maia &#8216;tul&#8217; significa &#8216; o que cega&#8217;. Periodicamente, dizem os maias, o &#8216;Senhor dos Tempos&#8217; emerge da celestial Tula. Os budistas o chamam de tulkus [literalmente 'os Brilhantes de Tula']. Tulkus são vistos como seres super compassivos que tem escapado do ciclo da encarnação terrena e tem retornado à Terra para liderar outros ao Paraíso. Os escritores e pesquisadores alemães Holger Kersten e Elmar Gruber traçaram a jornada de Jesus pela Ásia para Taxila (obviamente uma palavra Tula), um centro uiversitário do norte da Índia onde os budistas afirmam que Jesus foi reconhecido como um tulku. Estes navegadores, ou fazedores de mapas, vem à Terra para construirem Tulas terrenas, templos que são centros espirituais, harines, para as novsa civilizações que &#8217;se curvam&#8217; à celestial Tula e à terrena Tula. Estas Tulas terrenas são &#8216;casas dos Messias&#8217; e centros de aprendizado onde civilizações inteiras tornam-se iluminadas e então literalmente desaparecem para os reinos superiores de existência. O Astroarche ou portal estelar fornece a saída. Analizando os nomes de Tula e Tura sustenta-se esta descrição. Tu significa &#8216;curvar&#8217;, e &#8217;sustentar&#8217; ou &#8216;entrar&#8217;. La é a raiz para Luz. Ala significa &#8216;caminho&#8217;. O cavalo branco de Maomé, Al Borak, é literalmente traduzido como &#8216;a luz que sustenta ou curva&#8217;. Ra significa &#8216; luz&#8217; ou &#8217;sol&#8217; e originalmente se referia a uma deusa feminina , como RHEA [ Raya], o nome creta da Grande Deusa cujos olhos lançam raios verdes e Rhiannon [ Ray Annon]. Significativamente, An e On são os nomes adicionais do Planeta X. As  palavras derivadas incluem radiante, irradiado, governo, governante, real e regalia. Ra tornou-se o nome do deus masculino do Egito. [Estranhamente, os elementos do masculino significam 'mãe', ma, O Brilhante, le. Feminino significa o apoiador do masculino, a Mãe Brilhante]. O prefixo Ra  é encontrado na palavra sânscrita para rei, rajá, e para rainha, rani. Ele sobrevive na palavra alemã ragen, alcançar acima, e em francês como roi, significando rei. A transposição de Ra, ar, é a raiz para arco e arca. O barco de Ra foi dito emergir diariamente das águas primevas, muito como EA, cujo hobby favorito era &#8216;navegar&#8217;, que era dito correr sua arca nas profundas águas do Absu terreno em Eridu. Como o deus sol, Ra foi conhecido como &#8216;O Brilhante&#8217;, o Ancestral da Luz, o Senhor da Luz. Foneticamente ar se torna ir, a raiz para Iris, o olho, e ou, luz.  No Egito, o olho significa &#8216;fazer&#8217; ou &#8216;criar&#8217; e tem o mesmo significado da nossa palavra &#8216;fabricar&#8217;. O olho. Baseado nestas definições, Tula pode ser representada como &#8216;o rei ou rainha do terror [ou tara], o portal estelar que irradia luz; o fabricante ou fazedor&#8221;. Portanto não é qualquer surpresa que encontremos o símbolo de Tula presente na cerimônia de fazer reis. Na cena da próxima página Istar, com as estrelas e planetas ao redor dela, recebe a realeza em seu templo. Perceba o símbolo entre os dois postes. Uma cena similar é encontrada na unção do Rei David por Samuel, que é considerado uma forma recontada de EA na página seguinte à segunda representação de Istar. Is-tar está de pé sob o sinal flutuante. Is-tar ou Is-Terror com o sinal em u&#8217;a mãe e o bastão e o anel do divino poder em outra.<br />
Esta placa de prata de Bizancio mostra o Rei David sendo ungido rei pelo profeta Samuel [EA], um dos treze juízes cuja história é contada no Livro dos Juízes. Frequentemente estes juízes estão ligados ao conceito de determinar o certo e o errado. Eu prefiro a interpretação mística que alinha &#8216;o julgar&#8217; com &#8216;equilíbrio ou reconciliar o Céu e a Terra&#8217;. Em apoio a esta interpretação percebemos o equilíbrio do símbolo de Tula acima de sua cabeça e o pilar de fogo o seu pé. O nome Samuel deriva de Sama-El, por causa do reino de Sama na Suméria.</p>
<p>Segundo as regras fonéticas os sinais de &#8216;t&#8217; e de &#8216;k&#8217; são intercambiáveis. Então Tula ou Tua também podem ser lidos Kua. Isto faz sentido. Pense na palavra a-kua ou água. Rula, sabemos, é a fonte das Águas Vivas da compaixão. Kuan Yin, a deusa budista da compaixão, corresponde a esta palavra. Tua e Kua também podem ser tur e kur [que significa pedra]. Foneticamente, kur é cura ou núcleo [core em ingles]. Já temos encontrado este termo em e-kur, o nome sumério para &#8220;a terra sem retorno&#8217;. Uma vez ela seja alcançada a alma aparentemente não precisa retornar à Terra. O sânscrito kr, ou núcleo [core] tem o significado de &#8216;fazer&#8217; e é provavelmente a raiz de Criador. Este explica posteriormente porque os sumérios chamavam o lar da alma acessado pelo buraco [de minhoca] no solo de e-kur. Este é o centro galático. Palavras adicionais kr ou cr de interesse são car, significando coração, e crib [berço], sinônimo de mangedoura. A associação do núcleo [core] com uma mangedoura lança uma nova luz no mito do nascimento de Jesus em uma mangedoura. Ao invés de um nascimento em um celeiro esta localização pode bem apontar para um lugar cósmico de nascimento. Ao invés, o núcleo [core] é considerado um berçário ou mangedoura cósmica, e as águas do Sol Central, o Coração da Galáxia, são acreditadas terem qualidades de cura ou curativas; daí a minha referência ao núcleo como o Sol Curador ou Filho Curador. Um outro exemplo fascinante da intercambialidade do &#8216;t&#8217; e o &#8216;k&#8217; vem da tradição rúnica. A runa Donar ou Rhor simbolizou o Ana, ou &#8216;enviado do céu&#8217;. Ana [Luz, O Senhor] é um outro nome para o Planeta X. A palavra Thor é, com certeza, tur ou tor, [significando porta em alemão] e é compreendida dos elementos T [tau que signica o caminho] e hor ou cavalo [em inglês, horse]. Jesus ele próprio chamou-se a porta. Thor, o &#8216;Renascido&#8217; que supera o poder invernal da Terra e da escuridão, é representado como uma figura com os braços abertos, exatamente como o homem que emerge do pilar apresentado na página 15. Sua runa é o sinal dos braços elevados ou um Y, a runa k, que se tora cen ou &#8216;Luz&#8217; em anglo-saxão. Na medida em que eu investigava no livro &#8216;The Healing Sun Code&#8217;, Moisés estava entre os inúmeros profetas que utilizava a postura em Y para canalizar a Luz.</p>
<p>O PLANETA DOS DEUSES</p>
<p>Sempre que os arqueologistas descobriram restos das iniciais civilizações sumérias o símbolo do maciço Planeta X, o Planeta dos Deuses, estava proeminentemente representado. Embora os cientistas afirmem que os planetas externos não tem água líquida, oxigênio, carbono ou nitrogênio e a enorme distância do Sol torne isto impossível de sustentar vida, os sumérios, diz Sitchin, descreveram este planeta oculto na margem externa de nosso sistema solar em termos de jardinagem. O Planeta X era um planeta verdejante de vida que eles chamavam NAM.TIL.LA.KU, &#8216;o deus que mantém a vida&#8217;.  Nam.Tilla.Ku literalmente signica &#8216;Nome ou Destino [Nam] de Deus ou do Brilhante [Ku] é Tula&#8217; [TILLA]. Ele foi o criador dos grãos e ervas que fazem com que a vegetação floresça, que abriu os poços, proporcionando água em abundância &#8211; o irrigador do céu e da Terra. Nomes adicionais para este mundo celestial eram A.SAR.U.LU.DU que significa, o mais alto, &#8216;o rei da água brilhante cuja profundidade é cheia&#8217;. Ele sempre foi referido como um planeta radiante, e as representações dele o mostram como um corpo emitindo raios, diz Sitchin do Espírito Santo, Tula. Esta história será explorada posteriormente.</p>
<p>Esta última descrição pode explicar porque os sumérios representavam este planeta como um estrela de oito pontas. Este sinal estelar denota tais termos como an, o Senhor Anu, dingir, O Brilhante, an, o Alto e ana ou an O Céu. Ele é frequentemente encontrado como um determinante na frente de nomes dos Brilhantes. Então o &#8216;dinger&#8217; E.A. indica O Brilhante Senhor das Águas. Sitchin atribui a versão babilonia do simbolo da Cruz de Luz ao Planeta X. Este símbolo, essencialmente a cruz solar envolta, foi adotado como símbolo da Terra. Mais tarde, ele tornou-se o símbolo das sociedades secretas tais como os rosacrucianos, a Irmandade da Rosa Cruz. A Fraternidade de Filósofos e curadores afirmada ser uma ligação na Acadia contínua de seres imortais de uma raça superior que possui os segredos da alquimia e da Pedra ou Ovo Filosofal [ou Kur], o Santo Gral, que pode conversar com os anjos e tornarem-se invisíveis [fantasmas ou seres de luz]. A estrela de oito pontas do Planeta X é o protótipo da rosa-cruz de oito lados ou octagonal com a flor significando o sangue de Cristo no centro-coração. Este é o símbolo para o Santo Gral encontrado na pedra tumular de Sir William Sinclair na Capela Rosslyn, em Edinburgo, Escócia. Este coração é considerado ser o templo onde a vida do mundo habita, como uma rosa em uma taça. O símbolo da rosa-cruz é pensado ser de origem gnóstica, e uma parte da geometria sagrada e os Evangelhos recuperados pelos Templários no sítio do templo de Salomão no topo do Monte Moriah em Jerusalém. A Capela Rosslyn é considerada ser uma reconstrução do Templo de Salomão, e um repositório para os segredos dos Templários.</p>
<p>Reconstruído, o símbolo para o Planeta X é um com as linhas da água irradiante, um disco, formando um X, e o símbolo para o átomo e a energia nuclear, que também forma um X e o símbolo para ouro. O X é composto de duas formas alongadas de olho conhecidas como vesica piscis, a bexiga do peixe. A bexiga do peixe é o mesmo que a forma de boca do hieróglifo egípcio de Atum-Re, o Deus Sol e Senhor do Terror que vem do Abismo. é também o mesmo símbolo de peixe para Jesus. Em seu livro &#8216;Sacred Geometry&#8217;, Robert Lawlor nota o relacionamento do símbolo da boca e o caminho de uma corda vibrante. Ambos tem uma forma achatada e vesicular. O símbolo egípcio para Atum-Re. Uma corda vibrante. A forma de ovo nos dirige a Maya que é dito esta forma gráfica da galáxia da Via Láctea. O hieróglifo egípcio Ru, significando &#8216;passagem de nascimento&#8217;, portal e &#8216;vagina&#8217;. Elas também o relacionam ao ovo cósmico ou semente cósmica da qual se derivou toda vida humana. Voltando a figura de Jesus na página 33 o encontramos emergindo por este portal desta forma. Esta simbologia nos leva ao coração do antigo mito sumério da criação, que começa antes da Terra ser criada, bem como ao coração de todos os eventos atuais. Segindo o calendário maia de Longa Contagem, em  13.0.0.0.0. &#8212; que nós chamamos de 21 de dezembro de 2012 &#8212; o Sol estará em alinhamento direto com Tula. Este alinhamento será mais completamente explorado no capítulo seguinte.</p>
<p>4. A GUERRA AO TERROR</p>
<p>O período de 13 anos entre 1999 e 2012 é considerado uma estação de profecia no qual os profetas maias levam a um momento de uma nova criação resultando na transformação de nosso mundo. Quando o intercâmbio Tula-Tura-Terror é aplicado, encontramos um outro modo de dizer que o nosso Sol estará em alinhamento direto com Tara, Tura ou Terror. Portanto é muito intrigante, para dizer o mínimo, que a consciência global da humanidade iniciou esta súbita &#8216;Guerra ao Terror&#8217; ao mesmo tempo que, falando-se mitologicamente, temos entrado na Era do Terror. Aquele que parece ter se sincronizado com a mente global, e estar mais estreitamente associado à Guerra ao Terror, é o presidente George W. Bush. O alinhamento da consciência dele com o terror pode ser rastreado ao início de seu mandato em 20 de janeiro de 2001. Quando Bush ficou de pé diante do Monumento de Washington, ou diante do obelisco, como dizem os maçons, naquele dia escuro e tempestuoso, sua fala foi curta e direta. Faltava à fala de posse do 43o. presidente a poeira mágica de um poeta como Robert Frost ou Maya Angelou que tem emprestado aos predecessores de Bush as bençãos da musa. Nada havia aqui da altivez de JFK ['não pergunte o que o seu país pode fazer por você'] ou até mesmo o alto tom de seu pai &#8216;mil pontos de luz&#8217;. Ao invés, no fim de sua fala inaugural Bush tomou emprestado uma imagem surpreendente do passado: &#8220;Depois que a Declaração da Independência foi assinada, o estadista da Virgínia John Page escreveu a Thomas Jefferson: &#8220;Sabemos que a corrida não é para o rápido e nem a batalha é para o forte. Não pensa que um anjo cavalgue no rodamoinho e dirija esta tempestade?  Muito tempo tem se passado desde que Jefferson chegou para o início de seu mandato. Os anos e mudanças se acumularam. Mas os temas deste dia ele conheceria: a grande história da coragem de nossa nação, e seu sonho simples de dignidade.  Não somos o autor desta história, que enche o tempo e a eternidade com o seu propósito. Ainda que este propósito é obtido em nosso dever e o nosso dever seja cheio do serviço prestado ao outro&#8230; E um anjo ainda cavalga no rodamoinho e dirige esta tempestade&#8217;.</p>
<p>&#8216;E um anjo ainda cavalga este rodamoinha o dirige esta teMpestade?&#8217; Ouvi bem? Como alguém que tem investigado a mitologia antiga, o &#8216;rodamoinho&#8217; é um termo clássico para o que hoje é descrito como um UFO. Estas palavras fazem a interpretação de Sitchin das atividades terrenas dos Brilhantes algo obrigatório para se ler. Como ele documenta, os Brilhantes são os protótipos dos anjos do Velho Testamento que voam ao redor de rodamoinhos. O hebreus os chamavam Terrores. Certamente, Bush não podia estar se referindo a alienígenas espaciais ou falando em código para os iluminados. Ou poderia? Como se mostrou, esta declaração provocou alguma discussão. O antigo escritor de discursos presidencial Peggy Noonan, em uma coluna do jornal Wall Street Journal, escreveu que a frase era &#8216;opaca&#8217;. Ela tinha que ler &#8216;O Anjo no Rodamoinho&#8217; duas vezes antes que ela tomasse seu significado obscuro, mas a maioria daqueles que ouviam em casa e no Capitólio não tinham um texto. Presumidamente, isto navegou diretamente para eles, deixando a nação com um sentimento coletivo de &#8216;O Que?&#8221;</p>
<p>Mas que opacidade do presidente foi referida? A questão do rodamoinho nunca foi proposta a Bush pela media nacional. Isto ficou em aberto para interpretação. Alguns cristãos em grupos de discussão da Internet estavam nervosos com esta declaração. Isto soava bíblico, eles opinaram. A &#8216;corrida do rápido&#8217; é citado do Livro do Eclesiastes do Velho Testamento. E a origem e significado do &#8216;anjo no rodamoinho&#8217;, contudo, é menos claro. Enquanto há muitas referências a anjos e rodamoinhos na Bíblia, nenhuma tem a frase exata. Em quase todas as citações bíblicas de &#8216;Rodamoinho&#8217; a imagem é usada para descrever ação, geralmente julgamento, direto de Deus. Naum 1:4 claramente declara isto: &#8220;O Senhor é um Deus ciumento e vingador; o Senhor toma vingança e está cheio de ira. O Senhor toma vingança sobre seus inimigos e mantém sua ira contra seus inimigos. O Senhor é lento na ira e grande em poder; o Senhor não deixará o culpado sem punição. Seu caminho é o rodamoinhno e a tempestade, e as nuvens são poeira em seus pés.&#8221; Isaías 40:23-25 afirma esta perspectiva. Ele tranisforma os príncipes em nada; Ele torna os juizes da Terra inúteis. Escassamente devam eles ser plantados, escassamente devam eles ser colhidos, escassamente sua raça deva tomar raiz na Terra. Quando Ele também os explodirá, e eles secarão, e o rodamoinho os levará como restolho. De quem então você gostará como a Mim? Ou de quem Eu devo ser igual?&#8217; disse o Sagrado.</p>
<p>O uso de Bush desta referência soou presunçoso aos ouvidos de alguns crentes. Como pode um político comparar suas decisões com aquelas de Deus? Claramente Deus está no controle. E o Velho Testamento é cheio de ira. Olhando mais profundamente este termo, encontramos que os autores do Velho Testamento frequemtemente empregavam o termo &#8216;opaco&#8217; do &#8216;rodamoinho&#8217; e o aplicavam com o significado de veículo voador. Isaias 66:14-16 diz, &#8216;Veja, o Senhor está vindo com fogo, e suas carruagens são como um rodamoinho, ele trará sua raiva e fúria e sua repreensão com chamas de fogo&#8217;. Em Jo 38:1-2 o Senhor respondeu a Jó do rodamoinho. Em Reis 2:1-2 nota-se que quando o Senhor tomou Elias para o Céu ele o fez em um rodamoinho. Elias é uma figura central no mundo da profecia milenar. Elias não morreu, mas foi transportado para o Céu em um rodamoinho do alto do Monte Moriah em 800 AC depois que uma carruagem de fogo veio do céu. De fato, ele foi um dos três mortais do Velho Testamento a cavalgar o rodamoinho para o céu. O primeiro foi Enoque. O segundo foi Elias. O terceiro foi o Rei de Tiro que construiu o Templo de Salomão. O capítulo 28 do Lvro de Ezequiel nos conta que este rei foi moldado [geneticamente engenheirado?] para ser perfeito e sábio [como Adapa] e portanto foi permitido cavalgar para o céu.</p>
<p>Depois de obter o Gral, o coração do Rei de Tiro &#8216;cresceu arrogante&#8217; um termo que significa &#8216;poluir o templo&#8217;. Encontramos este rei momentaneamente novamente.     Os judeus acreditavam que Jesus fosse Elias. Jesus declarou que João Batista veio em espírito e poder de Elias. Este homem de Tura Maddai ou Tula com a Sagrada Sabedoria encarnada nele voltará, dizem os profetas, juntamente com Moisés, como uma das duas testemunhas de Cristo no fim dos tempos. Este tempo é profetizado ser um de horríveis e cataclísmicas mudanças na Terra. Em resumo, as testemunhas retornarão durante uma era de terror, que incidentalmente Nostradamus disse veria o retorno do Rei do Terror [ou Tiro]. Ao invés dos profetas do Velho Testamento, a media voltou-se para um livro intilutado &#8216;Angel in the Whirlwind: The Triumph of the American Revolution&#8217; escrito por  Benson Bobrick para o insight sobre a enigmática frase de Bush. Bobrick, entrevistado pelo telefone de sua casa em Vermont, disse que ele não entendia a conexão entre o &#8216;anjo no rodamoinho&#8217; e a fala inaugural de Bush, já que não havia uma crise nacional acontecendo para comparar com a criação de uma nova nação em 1776. De fato, era janeiro de 2001. No dia da Revelação 11 de setembro uma rede de terror seria atirada sobre a terra, e a grande deusa América seria lançada em sua mais grave crise nacional desde Pearl Harbour. A Esfera de Pensamento estava próxima. Durante os vários dias seguintes, enquanto os céus estavam silenciosos, a consciência do planeta mudou para um canal de terror completo. Todos os olhos se concentraram na América. Os dias de terror tornaram-se semanas. Em 7 de outubro a Guerra ao Terror oficialmente começou. Antes de 11 de setembro havia algo diretamente profético e potencialmente perturbador na escolha de Bush do preço poético. Depois de 11 de setembro podemos ler e examinar as linhas acompanhantes do poema de quem deriva a frase quando se faz uma pausa na surpresa poética em seu conteúdo. A frase &#8216;o anjo no rodamoinho&#8217; é rastreada a &#8220;Campanha&#8221; do poeta inglês Joseph Addison. Em 1704 Addison escreveu: &#8220;Assim quando um anjo, pelo comando divino, arremessa morte e terror sobre uma terra culpada; Ele, agradado pela Ordem do Todo Poderoso a realizar, cavalga o rodamoinho e dirige a tempestade&#8217;. Em cada posse, as palavras do presidente são pesadamente verificadas. As falas presidenciais são completa e cuidadosamente editadas e reescritas inúmeras vezes. Mais de trinta departamentos governamentais dissecam e entrecruzam as falas presidenciais para o impacto e a política. Para mim está além da crença que um presidente, os ecritores das falas presidenciais ou os conselheiros presidenciais incluiriam uma declação com uma nota chave sobre &#8216;um anjo no rodamoinho&#8217; sem primeiro examinar seu contexto completo e sua referência ao &#8216;anjo arremesar o terror sobre o culpado sob comando divino&#8217;. Foi examinada a fonte desta frase? Se o foi, como pôde esta imagem do anjo terrorista que dirige a América de um rodamoinho ter conseguido fugir à detecção? Esta declaração foi uma gafe? Se foi, foi uma bem grande. Nos círculos de Washington uma gafe é quando a verdade incidentalmente escorrega. Esta não é uma plataforma de Bush. Nem é uma sugestão que Bush conscientemente sabia que este terror estava para engolfar a consciência humana. Minha investigação do anjo no rodamoinho pretende ser uma ilustração da mente global toda conhecedora, pré-ciente e sincronica em funcionamento. É uma busca pelo entendimento do simbolismo e palavras de nossos tempos, particularmente as palavras de nosso presidente que, de tempos em tempos, soam mais como profetas que sabem muito mais do que eles deixam perceber.</p>
<p>Por exemplo, em retaliação aos ataques de 11 de setembro George W. Bush jurou atacar a sombria rede de terroristas internacionais chamada Al-Qaida. Este nome é perigosamente próximo de Al Qidr ou A Khidr, o nome islâmico para João Batista. Maktab Al-Khidamar (MAK), a coberta operação da CIA que forneceu armas aos terroristas acusados cuja mente mestra é Osama bin Laden está até mesmo mais perto de se combinar com Al Khidr. Bush chamou a Guerra ao Terror de &#8216;Cruzada&#8217; e levou seus amigos a acreditarem que ele via seu novo dever como uma missão de Deus. Penso, na estrutura de Bush, isto é o que Deus tinha pedido que ele fizesse, um estreito reconhecimento dito ao New York Times. &#8216;Isto oferce a ele uma enorme clareza&#8217;. Segundo este conhecimento, Bush em sua posse dedicou sua administração a Jesus Cristo [para surpresa de milhões de muçulmanos, judeus, shiitas, budistas, hindus, e outras religiões excluídas], acredita &#8220;ele tem encontrado sua razão de ser, uma convicção informada e formada pela propria cadeia de cristianismo do presidente&#8217;, relatou o The Times. O uso de Bush da palavra &#8216;cruzada&#8217; que tem uma conotação européia de cavaleiros em brilhantes armaduras expulsando os infiéis da Terra Santa, conjurou muitas memórias muito diferentes no mundo islâmico, onde uma &#8216;cruzada&#8217; se refere a uma sangrenta guerra santa cristã contra os árabes. Em 1099 os cruzados cristãos massacraram dezenas de milhares de muçulmanos abrigados na mesquita de Al Aqsa em Jerusalém. Osama bin Laden tomou a proclamação do tipo de cristianismo de Bush para reunir os fundamentalistas islâmicos. Uma declaração datilografada atribuida a bin Laden chamou à nova guerra &#8216;a nova cruzada judaico-cristã liderada pelo grande cruzado Bush sob a bandeira da cruz&#8217;. Bush posteriormente irritou as velhas feridas do Oriente Médio ao prometer a retaliação através da &#8220;Justiça Infinita&#8217;, um ato sagrado reservado apenas para Alá.</p>
<p>A referência dele ao Irã, Iraque e Coreía do Norte como um &#8220;Eixo do Mal&#8221; em sua fala de Estado dirigida a União em janeiro de 2002 foi tão mal recebida que causou um maciço exodus mundial de apoio à Guerra ao Terror. Ele fez com que os europeus sentissem que a América era o agressor a ser temido. O anúncio de Bush do &#8220;Governo Sombrio&#8221; em fevereiro de 2002 fez com que tocassem os sinos de alarme para muitos. Isto relembrou a visão de Bush durante a campanha presidencial de 2002. Ele foi repetidamente mostrado falando diante de uma bandeira estilizada com apenas um punhado de estrelas e faixas ao invés da oficial bandeira de cinquenta estrelas e treze faixas. Esta claramente não era a bandeira dos EUA. Isto me intrigou que a campanha de Bush não usasse a bandeira americana. Tive a oportunidade de perguntar a funcionários da campanha de Al Gore sobre esta estranha bandeira. Sua resposta variava etre &#8216;que bandeira?&#8221; a &#8216;Oh, esta é simplesmente uma bandeira estilizada  ou um retrato da bandeira tremulando ao vento&#8221;. Em retrospecto era esta a bandeira do &#8220;Governo Sombrio?&#8221; Os símbolos e as palavras, especialmente as palavras que falamos para dizer Hopi, contam escepcionalmente pesadas durante esta era da história. A palavra mais poderosa de todas é terror. É indiscutível que 11 de setembro marca um ponto chave de virada na história. Depois deste dia de revelação a palavra &#8216;terror&#8217; foi indelevelmente gravada na mente global. A maciça impresão desta palavra na media, sem precedentes, que se seguiu a 11 de setembro, ativou uma linha em nossa consciência. O Terror se tornou o motivador grito de batalha de nosso governo exatamente como a &#8220;Guerra ao Pecado&#8221; que uma vez foi motivada pela Igreja inicial. Antes de 11 de setembro estávamos na busca do Gral, e depois nos encontramos pegos na armadilha e na escuridão da terra de ninguém. Repentinamente, vivendos em um mundo de terror. O Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi repetidamente citado como tendo dito que a Guerra ao Terror pode durar gerações.</p>
<p>A inferência aqui não era apenas que a Guerra ao Terror havia começado, mas que uma Era de Terror havia começado. Se esta Era será curta ou extremamente longa permanece a ser visto. Em sua fase inicial esta é caramente uma guerra de consciência muito mais do que uma marcial. A arma primária desta guerra é a propaganda. Em buscar uma compreensão mais profunda, permanece a ser entendida e quanto a percepção da Era do Terror e da propaganda da Guerra ao Terror os leitores serão melhores servidos para fazer mais do que um conhecimento passivo com o significado da palavra Terror na mente coletiva e, juntamente com isto, as palavras &#8216;anjo&#8217; e &#8216;rodamoiho&#8217;. Por trás destas palavras está a asociação delas com os Terrores ou os Brilhantes do Planeta X. A apreciação deste fato levanta a aposta na declaração da posse de Bush. Alguns declaram que o Planeta X está a caminho para uma recombinação com TIAMAT/Terra e isto acontecerá logo. A despeito se isto é um evento real ou um evento de conciência estamos na rede neutra disso. Como a luz vermelha da prostituta, o aviso da chegada do Planeta X aparecerá sob a forma de uma cruz vermelha ou luz vermelha no céu ou na consciência humana. Há muitas evidências objetivas científicas que apontam na direção do retorno do Planeta X, embora &#8216;oficialmente&#8217; ele esteja não detectado. Como foi amplamente relatado, em outubro de 2001 duas equipes de cientistas &#8211; uma da Inglaterra e uma da Universidade da Louisiana em  Lafayette &#8211; independentemente relataram pistas de um objeto ainda invisível, maciço, distante na margem do sistema solar. Esta conclusão é baseada nas órbitas altamente elípticas dos chamados cometas &#8216;de longo período&#8217; que se originam de uma nuvem gelada de destroços muito além de Plutão. O modo como o Planeta X perturba estas órbitas é reminiscente do modo que as pegadas de aproximação do Tiranosaurus Rex fizeram ondear a água em um vidro do Parque Jurássico. Os físicos colocam o planeta em um órbita de aproximadamente 3 milhões de milhas ou meio ano luz do Sol. A estrela mais próxima é encontrada a quatro anos luz de distância. Este é apenas o mais recente &#8216;boato&#8217; da busca &#8216;oficial&#8217; do Planeta X.  As ondas começaram em 1982 quando a própria NASA reconheceu oficialmente a possibilidade do Planeta X, com um anúncio que &#8216;algum tipo de objeto misterioso realmente está lá&#8217; &#8211; muito além dos planetas mais externos. Um ano mais tarde, o recentemente lançado IRAS [satélite astronômico infra-vermelho] marcou um objeto misterioso nas profundezas do espaço. O  Washington Post resumiu uma entrevista com o cientista chefe do IRAS do JPL, Califórnia, como segue: &#8216;Um corpo celestial possivelmente tão grande quanto o gigante planeta Júpiter e possivelmente tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar tem sido encontrado na direção da constelação de Orion por um telescópio orbital&#8230;&#8217; Tudo que posso dizer a você é que não sabemos o que isso é, disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Esta descoberta é citada como uma motivação por trás da inexplicável declaração do Presidente Reagan aos repórteres depois das conversas da Reunião com Gorbachev em 1985. Ele disse que lembrou ao Secretário Geral que &#8216;todos somos filhos de Deus&#8217;. Reagan disse: Não podia mais do que dizer a ele: pense apenas como a sua e a minha tarefa seriam fáceis nestes encontros que realizamos se subitamente houvesse uma ameaça de alguma outra espécie de um outro planeta fora no Universo. Nos esqueceriamos de todas as pequenas diferenças locais que temos entre os nossos países e encontrariamos de uma vez por todas que realmente aqui somos seres humanos nesta Terra juntos&#8217;. Ele ressaltou a Gorbachev como o comprometimento da América na Iniciativa de Defesa Estratégica [SDI], a nossa pesquisa e desenvolvimento de um escudo não nuclear de alta tecnologia, nos protegeria contra mísseis balisticos&#8217;. Reagan repetiria esta mensagem New Age:</p>
<p>Em sua fala a ONU em 1987, em um encontro em Washington DC em 1987, no Fórum Estratégico Nacional de 1988, e novamente na Reunião de Moscou de 1988. Os historiadores de Reagan admitem esta declaração, citando-a como um grande exemplo do senso de humor do &#8216;Grande Comunicador&#8217;. Isto supostamennte deixou Gorbachev surpreso e divertido. Esta explicação, proferida por um biógrafo de Reagan no show de rádio de G. Gordon Liddy, nem é academica nem é científica. De fato ela é ridícula, já que não explica porque Reagan bateria no mesmo cavalo morto em tanto encontros tão importantes. Nem explica porque Gorbachev repetiu a &#8216;piada&#8217; de Reagan em sua maior fala no Grande Palácio do Kremlin em Moscou em fevereiro de 1987. Depois de ruminar sobre o destino do mundo e o futuro da humanidade ele recordou-se de seu encontro com Reagan em Genebra. &#8220;Em nosso encontro em Genebra, o Presidente dos EUA disse que se a Terra enfrentasse uma invasão por extraterrestres os EUA e a URSS uniriam forças para repelir uma tal invasão. Não devo contestar esta hipótese, embora eu pense que ainda seja cedo para nos preocuparmos com uma tal intrusão.&#8217; A combinação de Reagan e de Gorbachev &#8211; &#8216;vamos cooperar no espaço&#8217; &#8211; é assustadoramente similar ao visão do fim abrupto da Guerra Fria proposto pelo Presidente John F. Kennedy. Falando antes do começo dos exercícios na Universidade Americana em junho de 1963, Kennedy disse: &#8220;Em resumo, os EUA e seus aliados, e a União Sovietica e seus aliados, tem mutuamente um profundo interesse em uma paz justa e genuína e em parar a corrida às armas. Acordos para este fim são do intersse da União Soviética bem como do nosso interesse &#8211; e até mesmo as nações mais hostis podem ser reunidas para aceitarem e manterem obrigações destes tratados, e apenas estas obrigações de tratados, que são de nosso interesse. Então, vamos não ser cegos quanto as nossas diferenças &#8211; mas vamos também dirigir a atenção aos nossos interesses comuns e aos meios pelos quais estas diferenças podem ser resolvidas. E se não pudermos acabar com as nossas diferenças, ao menos podemos tornar o mundo mais seguro pela diversidade. Porque, na análise final, nosso elo mais básico comum é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos desejavamos o futuro de nossos filhos. E todos somos mortais&#8221;.</p>
<p>Foi Kennedy (irlandês para &#8216;horrível cabeça&#8217;], o chamado Rei de Camelot, que nos enviou à Lua como um símbolo de nossa salvação. Como ressalta o pequisador do assassinato de Kennedy, Jim Marrs, exatamente dez dia antes de seu assasinato no estilo de uma execução militar em Dellas, Texas em 22 de novembro de 1963, Kennedy emitiu o Memorando número 271 de Ação de Segurança Nacional, intitulado &#8220;Cooperação com a URSS em Assuntos do Espaço Externo&#8221;, dirigido ao administrador da NASA, naquele tempo James Webb. Em este momorando notável Kennedy instrui Webb a &#8216;assumir pessoalmente a iniciativa e a responsabilidade central dentro do Governo pelo desenvolvimento de um programa de substancial cooperação com a União Soviética no campo do espaço externo, incluindo o desenvolvimento de específicas propostas técnicas.&#8217; Kennedy acrescentou que este plano era um resultado direto de &#8216;minha proposta de 20 de setembro para uma cooperação mais ampla entre os EUA e a URSS em operações espaciais conjuntas e a Guerra Fria deve terminar imediatamente&#8217;. A Corrida á Lua teria se tornado uma Dança Lunar. Vinte e cinco anos frios de construção de armas e desconfiança entre as duas nações mais poderosas da Terra teriam sido evitados. Milhares de bilhões de dólares poderiam ter sido desviados do desenvolvimento de armas de destruição em massa para o desenvolvimento da civilização. Este cenário de esperança foi afastado pelas balas do assassino. Ainda na administração de Reagan somos avisados contra o &#8216;Império do Mal&#8217; e a custosa Guerra Fria continuou. Porque Reagan subitamente buscou um fim desta guerra? Porque não a continuou, e permitiu o complexo da propaganda militar-industrial desfrutar de seu lucro obceno? Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, Guerra da Coréia, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo. A guerra foi o grande negócio do século XX. O século XXI está começando de modo não diferente. Os previsores dizem que o orçamento de Defesa dos EUA ultrapassará um trilhão de dólares entre 2002 e 2012. Para aqueles do campo UFO a &#8216;mensagem extraterrestre&#8217; de Reagan responde a pergunta sobre o fim da Guerra Fria. Esta declaração não foi uma piada. Ao invés, ela pode ser a mais importante mensagem que já foi divulgada. Ela aponta para o espaço externo como o próximo grande campo de batalha. A oferta de Reagan de partilhar a secreta tecnologia de Star Wars e cooperar com os soviéticos no espaço foi uma medida defensiva. A guerra depois da Guerra ao Terror, parece, será lutada no espaço contra um inimigo extraterrestre. Na minha opinião, uma mensagem comparável em importância à mensagem extraterestre de Reagan foi divulgada por George W. Bush em Washington DC em 20 de janeiro de 2001. Foi a declaração de George [' o matador do dragão'] W ['a serpente'] Bush motivada pelo conhecimento do Planeta X e os Brilhantes, o anjo no rodamoinho que dirige esta tempestade? É a Guerra ao Terror um preâmbulo para uma iminente confrontação no espaço? Ou, foi a escolha dele desta frase simplesmente uma surprendente sincronicidade e uma escolha de palavra mal apropriadas para o tempo?</p>
<p>5. A GRANDE LUZ</p>
<p>Na medida em que o sistema solar se alinha com Tula, é fascinante ter em mente que Isaias 30:26 se refere a uma luz exótica sete vezes mais brilhante do que a luz do Sol que iluminará o mundo quando Cristo retornar. Esta pode ser a verdadeira luz [vibração] que, vinda ao mundo, ilumina a cada homem. Para retirar o véu de Tula, na medida em que a mente coletiva começa a fazer na década de 1930 com a invenção da primeira antena de rádio e a divisão do átomo, é revelar os segredos da criação. Estes segredos são a espada de dois gumes de Cristo, simultaneamente representando as forças do poder do amor [Tara] e o amor do poder [Terror]. Em 2002, cientistas do Observatório de Raios-X Chandra da NASA, que monitoram o espaço por meio de Raio-X que filtra a poeira cósmica que pode obscurecer as imagens feitas com os aparelhos óticos, apresentaram a mais recente lista de descobertas do Núcleo. Uma nova imagem panoramica em raio-X da galáxia da Via Láctea revela um centro turbulento, um caldeirão ou Gral de caos, equiparado a mil fontes da alta energia que pode ser de estrelas morrendo, buracos brancos ou buracos negros. Ela mostra explosões de pequenos pontos brilhantes verdes e vermelhos do azul no centro galático, que um pesquisador comparaou às luzes das grandes cidades na Terra.</p>
<p>Na medida em que nos aproximamos dos mistérios internos da Arca de Cristo e dos Brilhantes do Planeta X, encontramos uma grande assistência em saber que os alquimistas e os cristãos iniciais estavam cientes do Sol Negro e destas luzes azuis, e as chamavam de &#8216;maçãs azuis&#8217; e as simbolizavam por um cacho de uvas. Segundo o Livro de Enoque, este era o fruto que crescia na Árvore da Vida no Jardim do Eden. Esta é a Árvore do Conhecimento, da qual os antigos pais de Enoque comeram antes dele, e que, obtendo o conhecimento, tiveram seus olhos abertos, e souberam que estavam nus, sendo expulsos do Jardim [por ENLIL]. Enoque viu estas uvas que lhes foram mostradas pelos Brilhantes no núcleo galático.</p>
<p>Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra em busca de ouro para corrigir a crise atmosférica do Planeta X. Uma outra possibilidade, ele diz, é &#8220;as pedras azuis que causam doença&#8217; mencionadas nos textos antigos. Estas serão investigadas primeiro, o ouro no capítulo depois. As pedras azuis parecem ser orbes enormemente poderosas. A palavara &#8216;ill&#8217; [ doente] é o  mesmo  que &#8216;el&#8217; ou Brilhantes. Daí, as pedras azuis são capazes de transformar alguém em El ou Brilhante. Esta dedução se baseia no aprecimento deste grupamento de uvas na Bíblia em conexão aos Brilhantes no que considero uma das históris mais estranhas e mais iluminantes até mesmo contadas. Tenho discutido este episódio em detalhe em &#8220;Blue Apples&#8217;. Contudo, os insights são apropriados para explorar neste contexto na medida em que eles fornecem uma excelente introdução ao simbolismo do buraco de minhoca dos Brilhantes. No episódio em questão, Moisés e os israelitas estavam a beira da Terra Prometida quando YAHWEH os parou, ordenando a Moisés que examinasse a terra adjacente. Moisés despachou Josué, filho de Nun, e um companheiro, Caleb, para o vale de Eschol ['vale do grupamento' como nas uvas] para espionar os filhos de Anak, os Brilhantes, que estavam vivendo lá. Em uma história reminescente de João e o Pé de Feijão aprendemos que quando os dois espiões chegaram na terra dos gigantes eles roubaram um ramo pesado de uvas dos Brilhantes. Eles voltaram com as grandes uvas a Moisés. Esta maçãs azuis [ou pedras azuis] são tão grandes que precisam de dois homens para carrega-las. O grupamento de uvas mais tarde se tornou criptogramas que eram extremamente importantes para os Essênios, o sacerdócio de quem Jesus era um membro, os alquimistas, e os hereges gnósticos do Gral, incluindo os Cátaros, que eles mantinham sagrado e secreto. Dois fatos fazem este episódio tão surpreendentes para mim. Primeiro, os dois ladrões que mais tarde se ligaram aos dois ladrões crucificados com Jesus. Para apreciar esta conexão, o segundo fato, um pouco abertura mental de inteligência a respeito das vinhas dos Brilhantes descobertas pelos espiões de Moisés, deve ser explorado. Depois de seu retorno os espiões relataram a Moisés, e provavelmente aos Levitas, a familia elite espiritual ou força tarefa de gurus que tinham autoridade sobre os outros povos hebreus. Primeiro, os Brilhantes eram fortes em estatura. Parece ser uma narrativa factual que os Brilhantes não foram descritos apenas como altos [sete pés de altura] mas também bem armados. Isto por si só pode ter sido uma boa razão para seguir o conselho de Deus e não vagar pelo território deles. Mas os espiões israelitas relataram uma outra razão até mesmo mais aterrorizante [ e, portanto para nós, uma mais notável] para ficarem fora das vinhas dos Brilhantes. Esta é: &#8216;a terra come o povo&#8217;. Que observação estranha e estimulante. Alguns pensam que esta declaração se referia a uma grande praga no país naquele tempo em que Josué a observou. Se assim, porque deveria este simples fato ser envolto em uma linguagem obscura? As pessoas nos tempos antigos certamente conheciam o significado da palavra praga. No Livro do Exodus, que reconta o duelo de Moisés com os mágicos do faraó imediamente antes de seu encontro em Eschol. Deus desencadeou pragas e elas certamente foram relatadas. Uma outra interpretação é que a terra não forneça comida suficiente para seu povo, uma interpretação que contradiz a crença que esta era uma terra de leite e mel. A frase críptica, &#8216;a terra come as pessoas&#8217; deve portanto ter uma explicação mais fantástica. De fato, por causa da linguagem imprecisa, deve se referir a algo que os espiões não entendiam bem. Isto tinha que ser algo extraordinário. Josué foi considerado um guerreiro bravo e poderoso, que também estava no caminho da iniciação. O Deuteronômio diz que Josué era &#8216;cheio do espírito da sabedoria porque Moisés pôs sua mão sobre ele&#8217;. Então, quando ele disse &#8216;a terra come as pessoas&#8217;, ele viu um indivíduo ou um grupo de pessoas desaparecendo no ar o que levou a acreditar que a terra as consumia. Josué  deve ter visto algo que somente os iniciados por Moisés podiam entender e identificar. O que come as pessoas e as faz desaparecerem da face da terra? Deveria ser fácil dizer que os espiões ou viram uma espaçonave [que neste caso eles não podiam imaginar, portanto não podiam ver]. Se assim o foi, eles podem ter dito que viram um &#8216;rodamoinho&#8217; ou uma &#8216; nuvem&#8217;, termos usados dúzias de vezes na Bíblia durante os episódios que são surpreendentemente similares aos modernos avistamentos UFO. Se eles viram uma abertura interna da terra consumindo as pessoas, eles podiam facilmente ter dito que viram uma caverna. O que possivelmente  poderia ter aterorizado o poderoso e iluminado guerreiro Josué? Agora temos uma palavra para o que Josué viu: portal estelar ou buraco de minhoca. Ele viu a Rainha da Arca do Rio. Minha interpretação do mistério das Maças Azuis dos Brilhantes pede que imaginemos a abertura de um tal portal estelar não ser alguma fantasia. É um evento real que aconteceu nas vinhas de Eschol. Seja quem for o artista esotérico que foi representado na apresentação dos dois ladrões na Cricificação da página seguinte, o acordo dele com a minha hipótese é claro como cristal. As Maçãs Azuis são a Crucificação.</p>
<p>A cruz tendo uvas é também apresentada em uma gravação datada de 1512. Presente nesta gravação está o veado, que desempenhava a parte do condutor de almas em algumas tradições européias. Na Escritura Sagrada, o veado é frequentemente associado com a gazela. Isto pode mudar de lugar, simbolicamente, com o antílope, gamo ou bode. Origenes compara Cristo à gazela. Na apresentação do primeiro sermão de Buda, a iconografia budista frequentemente mostra gazelas ajoelhadas ao lado do trono dele, ou do outro lado da Roda da Lei [o símbolo para o Planeta X] no Parque do Gamo, em Sarnath. Porque o veado ou a gazela? Na Suméria a gazela era o símbolo de EA ou Aya. Isto é fascinante já que a antiga palavra hebraica para veado era ayyal, derivada de ayil, &#8216;o cordeiro&#8217;. Como temos visto, o ancestral de Jesus, Abraão [aquele que possui o ram, o cordeiro] &#8216; o filho de Terah&#8217;, pode ter sido um iniciado de EA [sob o disfarce de Melquisedec]. No Tibet o nome ram expressa a essência universal. Isto explica porque o veado é apresentado ao longo do grupamento de uvas. Pegando este veado pelos chifres encontramos que esta palavra é composta de dos elementos ra e m [ ram é cordeiro em inglês] e significa &#8216;a luz de m&#8217;. A letra M simboliza o portal de Deus ou portal de MA, que nos é dito, intercedeu em beneficio da humanidade depois do cataclisma de Tiamat. Ele apareceu na Terra emergindo por um portal similar ao deus do sol Osamas ou Shamash mostrado em oposto. Este portal provavelmente é o protótipo do portal do Eden. Sua forma, a letra M composta de dois picos ou, é um sinal alquimico para fogo forte ou calor intenso. Os nórdicos, que chamavam ao Eden de Tula ou Thule, usavam em seu alfabeto rúnico como o nome (bj)ark-an (vidoeiro ou cortiça). Ele é associado a uma nova vida e ao crescimento. O deus Sol Osamas ou Shamash entra na Terra através de um portal em forma de M com um ramo ou bastão em sua mão.</p>
<p>Uma das mais notáveis histórias bíblicas que ilustram a conexão entre o portal de Deus e o fogo é a história de Nabucodonosor, o Rei da Babilonia, que teve um surpreendente encontro com o portal estelar. Esta história é de longe da maior importância na Idade do Terror do que a maioria possa entender. É bem sabido que o presidente do Iraque Saddam Hussein tem se correlacionado a Nabuodonosor, gastando mais de quinhentos milhões de dólares durante a década de 1980 com a reconstrução e reestabelecimento da antiga Babilonia. Mais de sessenta milhões de tijolos tem sido feitos para colocar muros na Babilonia, cada um gravado com a inscrição &#8220;Para o rei Nabucodonosor no reinado de Saddam Hussein&#8217;. Em essência, Saddam está dizendo que ele é Nabucodonosor reencarnado. Enterrado profundamente nas areias do Iraque estão os segredos dos Brilhantes. Saddam controla um bem muito mais importante e poderoso do que o petróleo. O encontro do portal estelar de Nabucodonosor começou em 576 AC quando ele conquistou Jerusalém, achatou suas paredes, despiu o templo de Salomão de todos os seus tesouros, deixou a cidade em chamas e voltou para casa com o tesouro do templo e um grupo de prisioneiros reais de guerra. Os sacerdotes do templo supostamente foram avisados antes do ataque. Para salvar a Arca da Aliança os sacerdotes recorreram a caverna  sob o templo de Salomão, e se lacraram dentro, cometendo um suicidio ritual para que ninguém pudesse saber onde eles esconderam a Arca. Nabucodonosor tomou cativos milhares de milhares de cidadãos de Jerusalém, incluindo homens santos do Templo, e pela força os levou para a Babilonia, as ruínas dos quais foram enterradas pelas areias iraquianas aproximadmente a vinte milhas da moderna Bagdá. Durante este Cativeiro na Babilonia muitas coisas estranhas aconteceram. Incluidos entre os cativos estava três homens sabios do Templo, um jovem homem e mestre mágico chamado Daniel, e um outro proeminente profeta, Ezequiel, [que tinha visões do 'reino do céu na Terra'´enquanto aprisionado na Babilonia e mais tarde deixou o planeta no que muitos consideram ser uma nave estelar]. Surprendentemente, os judeus descobriram que os babilonios possuiam respostas a muito tempo buscadas a respeito do passado deles. Este é o motivo pelo qual as histórias judaica e babilonia emergiram da mesma fonte original na Suméria. Das historias sumérias os hebreus encontraram partes perdidas de sua própria história do Dilúvio e da história da Criação. Com umas poucas mudanças de nome aqui e ali ambas as tradições combinam. A maioria dos eruditos agora acredita que foi aqui na Babilonia durante o cativeiro de Nabucodonosor que os primeiros cinco livros do Velho Testamento, incluindo Daniel e Esequiel, foram construidos [muito com a ajuda das histórias sumérias originais]. A maioria dos cristãos estão chocados ao aprenderem que as histórias da fundação da religião deles são cópias da história original que pertence a um outro tempo, povo e lugar.  Somente os nomes foram trocados.</p>
<p>É importante entender o contexto no qual estes livros foram reunidos &#8211; o cativeiro de seus autores &#8211; e ainda é mais importante entender que eles são uma compilação da história real, mitologia, aparelhos literaríos e caras memórias de um passado que nunca foi hebreu, mas sumério. Separar o hebreu do sumério é crucial. As histórias originais fornecem um conhecimento valioso e acurado. O casamento entre as mitologias suméria e hebraica foi uma combinação feita no céu. Era como se cada uma tivesse a metade perdida da mensagem da outra. O que ambos os lados aparentemente queriam era o acesso ao portal estelar dos Brilhantes. Esta foi a dádiva dos deuses do Planeta X. A história de Nbucodonosor revela isto. A o entrar na Babilonia o visitante passava pelo E-mah, o templo da deusa mãe Ninmah ou Ninharsag, que recentemente tem sido restaurado. E-mah é uma palavra altamente significativa. É a palavra hebraica para &#8216;terror&#8217;. Além de E-mah estava o templo mais importante da Babilonia, o Esagila, o lugar de habitação do deus sol Marduk, o nome babilonio para o Planeta X. Nabucodonosor diz que ele cobriu sua parede com ouro cintilante para brilhar como o sol. Neste templo foi encontrada uma capela ou santuário para o pai de Marduk, EA.</p>
<p>Sendo secundário apenas ao famoso Jardim Supenso da Babilonia, o mais famoso monumento foi a torre em degraus ou zigurat, Etemenaki, &#8216;a causa que é a fundação do céu e da Terra&#8217;, situada ao norte do templo de Marduk. No templo de Marduk estava a imagem de Bel [o Senhor] e uma estranha mesa dourada, que combinava quase que 50 mil libras de ouro puro! Os Jardins Supensos da Babilonia de Nabucodonosor eram uma das sete maravilhas do mundo antigo. Crescendo em uma motanha artificial de 75 pés com sete andares de jardins artificiais conhecido como o fantástico zigurat de Marduk, a bem conhecida Torre de Babel, que Nabucodonosor restaurou, os Jardins Suspensos podiam ser vistos por cinquenta milhas através do deserto plano. Os sete terraços continham árvores, vinhas e flores e eram aguados por um sistema de poços e fontes. O Rei Nabucodonosor teve esta maravilha construida para sua rainha que tinha saudades de voltar a sua terra natal. A Babilonia deve ter sido uma visão espetacular e até mesmo inacreditável para Daniel e o restante dos cativos judeus, um tipo de lugar como o é a Dineilândia para as crianças de hoje. Em sua glória a cidade da Babilonia era a maior cidade na Mesopotamia &#8211; o centro da nova ordem mundial. Era um verdadeiro parque de diversões para os deuses. Babel se origina da palavra Bab-li, que na linguagem babilonia significa portal de Deus. Esta é a nossa primeira pista que Nabucodonosor tentou construir um meio &#8211; tavez até mesmo um portal estelar -  para transcender a vida na Terra e viajar para o cosmos.</p>
<p>Nosso interesse primário está na imagem de ouro que Nabucodonosor construiu na Babilonia. Isto não é algum tipo de símbolo de status que o rei mantivesse em sua escrivaninha.  A imagem tinha maciços 60 cubitos de altura e 6 cubitos de largura, Um cubito tem 18 polegadas o que faz da imagem 540 polegadas de altura [ trinta vezes 18 polegadas de altura] 540 polegadas são 45 pés de altura, aproximadmente o tamanho de um prédio de quatro andares e meio! Indubitavelmente, esta estrutura maciça podia ser vista de milhas ao redor. Nabucodonosor não pode fazer esta imagem funcionar. Este foi um maior fracasso. Como o líder tribal David, que governou Jerusalém quinhentos anos antes dele, o rei havia planejado unificar seu reino, e a imagem dourada era a força unificadora. Ele tentou usar a música para faze-la funcionar. Ele exigiu que as pessoas quando ouvissem a musica ser tocada deveriam se jogar ao chão e venerar a imagem dourada [como se este ato pudesse impressionar um salto de vida]. Se eles não assim o fizessem, seriam atirados a uma fornalha em brasas. Nabucodonosor reconhecia que Daniel tinha imensos dons proféticos, incusive a habilidade de interpretar sonhos. No capítulo quatro de Daniel, ele é pedido para interpretar um sonho no qual Nabucodonosor viu: &#8220;uma árvore no meio da Terra e sua altura era grande. A árvore cresceu, e era forte, e altura alcançou o céu, e era vista até o fim da Terra&#8217;. Havia um grande fruto nesta árvore e as aves do céu viviam em seus ramos. Desta árvore o rei viu um &#8216;observador&#8217; e um &#8217;santo&#8217; do Ceú emergir. Eles diseram a ele para destruir a árvore e deixar seu pedaço de tronco na Terra. Este foi um sonho confuso para o rei, mas não para nós.  &#8216;Os Observadores&#8217; é um outro nome para os Brilhantes. E também o nome egípcio para ser divino ou deus, NTR, neter, &#8216;aquele que observa&#8217;. A terra Neterneter é o nome do lugar nas estrelas onde estes seres habitam.</p>
<p>Sumeria, uma outra terra terrena dos Brilhantes, foi conhecida como &#8216;a terra daquele que observa&#8217;. Porque os Observadores não queriam que Nabucodoosor se unissse a eles na terra Neter-neter ´a Terra do Nunca de Peter Pan]? Pode ser porque Nabucodonosor não era um deles [ que Daniel era, o que explica porque ele podia interpretar os símbolos deles]? O que eles queriam dizer com deixar o peraço do tronco da árvore no solo? Nabucodonosor queria saber. Este sohou previu um desastre de um projeto representado pela árvore? Se assim o era, qual projeto específico estava em perigo? A resosta a este pergunta é encontrada no fato de que os eruditos do Velho Testamento concordam universalmente que Daniel foi compilado opr um longo período de tempo  e não representa as visões de uma pessoa em particular. Daniel ['Deus é o meu juiz'] não era um nome pessoal.  A questão de quem o que então é Daniel assume uma suprema importância. Em sua &#8216;Enciclopédia Feminina de Mitos e Segredos&#8217; Barbara Walker responde a esta pergunta ao dizer que Daniel era um título usado para distingur um grupo de pessoas, &#8216;uma pessoa da Deusa Dana ou Diana&#8217;. Dana era a filha de Jacó, sua décima terceira filha. O nome dela era &#8216;luz de An&#8217;. Aqui está o seu problema. Este é exatamente o mesmo significado do céltico  Tuatha De’ Danann (‘Os Filhos da Deusa Diana’). Na história irlandesa, os místicos  Tuatha De’ Danann, são descritos como &#8216;os deuses e não deuses&#8217; enviados do céu. Eles são comparados com o sânscrito deva [ o brilhante, deus] e adeva [ o diabo] que se torna daeva em persa.  A velha palavra inglesa DIVELL [ diabo] pode ser rastreada ao derivado romano divus, divi: deuses. Como temos visto, divas também se ligam ao Terror. Estas conexões são importantes não apenas pelo seu valor em descodificar a história de Daniel, mas também por uma outra razão importante. Segundo Sir Laurence Gardner, Maria Madalena, como Miriam, era a Irmã Chefe da Ordem de Dan; A ordem dela parece ser uma continuação do misterioso  Tuatha De’ Danann. O título de Maria, Madalena, significa &#8220;ela da torre do templo&#8221;, uma referência ao templo de Jerusalém e suas três torres. As letras &#8216;d&#8217; e &#8216;t&#8217; são intercambiáveis. Portanto Mag dala, significando alto palácio, ou templo, se torna Mad Tala ou Tula. Ultimamente, na medida em que continua a história de Nabucodonosor, vêem juntos os três homens sábios de Jerusalém. Infelimente para Nabucodonosor, eles se recusam a venerar a enorme imagem do deus do reo babilonio. E ainda mais, os três insultam Nabucodonosor por apostar que seus deus os salvaria da feroz fornalha. Claramente os três homens sábios do Templo de Jerusalém possuem um conhecimento crucial do qual Nabucodonosor precisa para fazer funcionar sua imagem. Ele teve sucesso em acender o feroz componente da máquina fornalha da imagem. Mas além disso ele não conseguiu continuar. Ele precisava do &#8216;abre-te sézamo. O que é esta máquina, esta imagem dourada da qual falamos? Este objeto sagrado é provavelmente o Axis Mundi, o Pilar de Deus. Se está correto associar este pilar com a árvore dos quarenta e cinco pés que sustenta o grande fruto do sonho de Nabucodonosor, agora faz um sentido perfeito poque Nabucodonosor desejaria envolver Daniel nesye projeto. Era os filhos dos Brilhantes de D&#8217;Anu, o povo de Daniel, que haviam originalmente trazido o objeto à Terra. O anjo que apareceu ao rei estava relacionado a Daniel. Lá não havia meio no infern que eles quisessem que Nabucodonosor entrasse em seu reino sem ser convidado. Na história de Daniel os três homens sábios se recusam a revelar as coisas a Nobucodonosor que é indubitavelmente o &#8216;abre-te sézamo&#8217; para o portal estelar aberto. Furioso, o rei ordena que os três fossem lançados na feroz fornalha.</p>
<p>O JULGAMENTO DOS TRÊS HOMENS SÁBIOS DO TEMPLO DE SALOMÃO</p>
<p>Os três homens sábios são representados rejeitando a imagem de Baal &#8211; uma cabeça  no alto de um pilar. Esta é a representação encontrada nas catacumbas de São Marcos e Santa Marcelina em Roma, no IV século. &#8216;Os três homens puseram seus mantos, seus chapéus, e seus outros ornamento e foram lançados no meio da feroz fornalha queimando, diz Daniel 3:21. Seus mantos, seus chapéus e seus outros ornamentos, você diz? Esta é uma declaração altamente importante. Porque colocar qualquer roupa em todo seu corpo se você está para ser transformado em um corpo carbonizado pela fornalha feroz? Este ornamentos viriam a ser mais do que apenas as túnicas longas do Templo de Salomão ou as vestes dos referén da Babilonia.  Isto é, se elas eram algo mais que um manto, o chapéu e os outros ornamentos que a deusa Mari está usando na Deusa Com o Vaso descoberta no templo de Mari em 1934. Mari é mostrada vestindo seu &#8216;capacete&#8217; Shugurra [ um chapéu]. Literalmente traduzido Shugurra sigifica &#8216;aquele que vai longe no universo&#8217;. Isto pode ser mais do que uma coincidência ou suprema poesia, que o Shu-gurr-a se resolva em Sgr A, o nome da fonte de rádio acreditada ficar no exato núcleo de nossa galáxia. é possível que este também seja o &#8216;capacete da salvação&#8217; descrito em Efesios 6:17. Mari também usa um pesado manto de altura completa e outros ornamentos. Este manto é chamado ornamento PALA. Toda esta vestimenta é fantasticamente similar aquela descrita no capítulo 6 de Efesius. Lá, além do &#8216;capacete da salvação&#8217;, os buscadores espirituais são encorajados a colocarem a inteira armadura de Deus, que pode ser capaz de conter os ataques do Diabo. Porque nós não lutamos apenas contra a carne e o sangue, mas contra principalidades, contra poderes, contra os governants da escuridão deste mundo, contra a pervisidão espiritual em altos lugares.</p>
<p>As principalidades e poderes são as forças angélicas espirituaisque funcionam como governantes e mensageiros celestiais nos reinos celestiais [isto é, sers galáticos]. Este é exatamente o nível angélico dos Brilhantes. Aparentemente, alguns deles são criaturas nocivas que buscam se anexar às almas humanas. No Armagedon Jesus promete enviar seus anjos para eliminar os perversos do meio dos justos. E então deve lança-los [ambos?] no fogo. O uniforme da &#8216;armadura de Deus&#8217; aqui descrito &#8211; incluindo o capacete Shugurra da Salvação e o manto PALA &#8211; simultaneamente ajudarem a nos proteger dos esiritos nocivos, e fazer uma conexão cósmica com um portal estelar? Assim parece, porque a seguir Efesius descreve uma pessoa de pé diante da Arca da Aliança , o aparelho que trasnsporta as almas, que abre sua feroz fornalha! Sabemos disto porque a pessoa está usando a placa peitoral da Justiça. Seus pés estão calçados com a preparação do Evangelho para a Paz. Acima todos eles tomam o escudo da fé, o Capacete da Salvação e a Espada do Espírito, que é a palavra de Deus.</p>
<p>DENTRO DA FORNALHA FEROZ</p>
<p>O que acontece a aqueles que usam a &#8216;armadura de Deus&#8217; e se levantam e andam pela feroz fornalha? Para onde eles vão? Este detalhe é omitido. Contudo, depois que os três homens sábios do Templo de Salomão entraram na feroz fornalha Nabucodonosor e todos os homens do rei cautelosamente se aproximaram da fornalha letal. Ele pediu que os três homens aparecerem para ele. Quando eles o fizeram, o rei [ e estou certo que todos os ali reunidos] ficaram supremamente perplexos. Eles estavam esperando coprpos terrivelmente carbonizados. Ao invés, ele vê os três homens sábios emperfeitas condições! Ele não haiam lançado estes homens no meio do fogo?, perguntou o rei surpreso. Ele certamente fez isto. Par acrescentar a alta estranheza deste evento, uma quarta pessoa agora os acompanhava! Contudo, este não era um homem qualquer. Nabucodonosor acreditava que este quarto homem fosse um anjo. Mas também não era um anjo. O quarto homem é como o Filho de Deus! Este é Jesus, o Filho de Deus? Nabucodonosor está nos dizendo que os três homens sábios retornaram de suas viajam pelo portal estelar com Jesus a reboque? Ou eles voltaram com Cristo, as Maçãs Azuis? Isto é bem concebível porque, compreensivelmente, a este ponto Nabucodonosor estava convencido: o deus dos três homens sábios judeus era Deus. Ele proclama que todo mundo que falar contra este Deus, ele os cortará em pedaços, e suas casas serão feitas um monte de estrume. A seguir, ele promoveu os três homens sábios. Se a associação entre o grupamento [cacho] de uvas ou Maçãs Azuis roubadas por Josué dos Brilhantes e o &#8216;grande fruto&#8217; da &#8216;árvore&#8217; do sonho de Nabucodonosor é válida, e eu acredito que seja, um tremendo conhecimeto deve ter sido conquistado com o aparecimento do Filho de Deus. Este conhecimento é capaz de alterar o equilíbrio de poder no mundo. Se Saddam Hussein realmente se conecta com Nabucodonosor, ele mais do que certamente estaria interessado em adquirir esta substância, que está entre os mais altos segredos dos Brilhantes. No próximo capítulo olharemos mais de perto esta exótica substância, que, com um pouco deconhecimento de como pode ser transformada em uma arma de destruição em massa.</p>
<p>6. AS ÁGUAS VIVAS</p>
<p>Em 1987 uma super gigante azul quente supernova irrompeu fazendo história e manchetes mundiais. Isto é importante porque esta supernova apareceu na constelação Asclepius. Uma intensa explosão de neutrinos ocorreu a frente de uma onda de choque. Estas partículas sub-atômicas, sem massa, sem peso e sem carga correram para a Terra, de sul a norte, ao longo das linhas magnéticas da Terra. &#8220;Longe de ser um evento isolado, muito distante da Terra e incapaz de ter um efeito sobre nós&#8217;, escreve o escritor de ciência Donald Goldsmith, &#8216;a SN1987A (a supernova de 1987) pode ser vista como a mais recente na cadeia de eventos que formaram o nosso sistema solar, a nossa Terra e nós&#8217;. &#8220;Em um sentido muito real&#8217;, diz o astrofísico da Universidade de Harward, Larry Smarr, &#8217;somos os netos das supernovas&#8217;. O intenso calor delas traz a nova vida, o crescimento. Como diz o professor de astronomia de Harvard, Robert Kirshner, &#8216;gerações de supernovas criaram os elementos que tomamos por garantido &#8211; o oxigênio que respiramos, o cálcio em nossos ossos e o ferro em nosso sangue são produtos das estrelas&#8217;. Somos compostos da mesma matéria estelar, as mesmas energias força de vida, como o resto do universo. Todos somos parte da mesma música. Apenas somos arranjados diferentemente. &#8220;Supernovas são mais do que espetáculos distantes, elas podem expelir as sementes da vida.&#8217; Esta declaração prefaciou a cobertura do Scientif American de 1987 da supernova. Os antigos alquimistas não poderiam expressar melhor. Eles descreveram estas sementes de luz quando eles escreveram sobre as &#8220;cintilas&#8217;, as faíscas infinitesimais de luz contidas na &#8217;substância arcana&#8217;, a matéria primordial. Os períodos durante as &#8216;faíscas de luz&#8217; estão disponíveis e são ressaltados pelas supernovas. Por exemplo, o previo Batkun maia [o período calendário de 144.000 anos de 394 dias] que se estende de 1224 a 1618 de nossa era, tem sido chamado &#8220;O Batkun da Semente Oculta&#8217;, &#8216;a semente oculta&#8217; sendo interpretada como um expansivo ciclo de civilização. No simbolismo da Cabala judaica, quando o ponto oculto aparece ele se torna a letra iod, e representa uma semente. Literalmewnete traduzido, &#8216;cintilas&#8217; são as sementes de Tula. O começo e o fim do Batkun são literalmente ressaltados por supernovas; uma em 1230 e a supernova de Kepler em 1604 &#8211; a última visível ao olho nu. Ambas as supernovas apareceram na constelação Asclépius [o mantenedor da serpente] que significa que as energias delas vem através de &#8216;lentes&#8217; de Asclepius. O Colegio da Fraternidade Rosacruciana reconheceu o aparecimento da supernova de 1604 em uma ilustração de 1618 [oposto]. No lado esquerdo vemos um homem sustentando uma serpente representando Asclepius correndo em uma raio de energia estelar. A data da supernova de 1604 está atrás dele. Obviamente, os alquimistas e os rosacrucianos sabiam da importância das energias invisíveis, as Maçãs Azuis, das supernovas e as associavam a esta região especial do espaço, o aparente domínio do Planeta X. Como notado anteriormente, no início do século XVII o X se tornou um sinal de multiplicação. A chegada destas novas energias explica porque o X dividir se torna o X multiplicar? E porque os rosacrucianos adotaram a rosacruz e o X vermelho como símbolo deles? A alquimia é a ciência da transmutação e a da Pedra Filosofal. Literalmente, ela envolve a transformação de metais base em ouro, enquanto que espiritualmente ela envolve a transformação do lixo da Alma não refinada no &#8216;Lapsit Exillis&#8217; &#8212; a Pedra dos Céus.</p>
<p>Como mencionado, fazer ouro ou aquisição  dele, a busca dos alquimistas é a busca para transmutar a alma em sua mais alta forma. Ao invés de fazer ouro o alquimista praticava fazer Deus. Em 1818 o artista Matthieu Merian criou sua pintura chamada Tabula Smaragdina (Latim para Tábua de Emeralda] que era a página título para o livro de Daniel Millius &#8216;The Medical-Chemical Work&#8217;. Este trabalho era um favorito dos alquimistas que afirmavam que ele apresentava a Pedra de Deus deixando o Céu [Tula] e entrando na Terra. Os alquimistas usavam esta imagem para meditação olhando-a durante horas, tentando absorver seu poder. O ponto focal era o homem-mulher que mantinha a matéria prima, simbolizada pelo cacho de uvas.</p>
<p>Além disso, os alquimistas escreveram sobre um corpo estelar andarilho que era chamado An, O Senhor, pelos sumérios. Ele veio de Asclepius, a constelação mais próxima ao núcleo galático, fazendo dele um mensageiro ou emissário de sua energia.  Seu símbolo era a cruz vermelha ou rosa. Na tradição alquímica ele é chamado Pavão com uma cauda de muitas cores diferentes. Um outro de seus nomes é O-SAMON, o Esbravejante. Hoje; este corpo andarilho é chamado Planeta X. Isto é uma maravilhosa sincronicidade já que os símbolos dos rosacruzes são rastreados a Hermes, o guardião de, ou a encruzilhada. O nome OSAMON, com certeza, lembra o de Osama, o alegado senhor do anel terrorista. Coicidentemente, George W. Bush constantemente se refere a bin Laden como ‘em retirada’. Em outras palavras, ele é um esbravejante senhor do anel. Como  A.E. Waited tem ressaltado, os alquimistas do século XVII olhavam para frente em grande antecipação da vinda de um Mestre que eles chamavam ‘Elias Artista’(E.A.?) &#8220;ou Elias [que apareceu a João Batista}. Alguns acreditam que foi o alquimista rosacruciano Paracelsus, quem, no início dos anos de 1500 foi 'iniciado nos supremos segredos da alquimia por um colégio de sábios islâmicos, que doaram a ele o Mistério Universal sob o simbolismo da pedra Azoth, o 'fogo filosófico' dos adeptos ocidentais". Paracelsus era conhecido como um grande curador que curava uma variedade de doenças pela Pedra Filosofal. Sua fabricação de ouro era um negócio paralelo ao seu ministério de cura do mesmo modo que os milagres de Jesus eram paralelos a sua verdadeira missão. De muitos modos Paracelsus tinha revelado os segredos do Santo Gral, a transmutação dos elementos, simbolizado pelo pão e vinho da eucaristia. Como nota Idries Shah: ‘Possuindo a Reforma, Paracelsus tinha que ser cuidadoso em como se expressar, já que ele estava projetando um sistema psicológico diferente dos modos católico e protestantes.' Fascinantemente, Paracelsus era conhecido como um amante do vinho, um traço de personalidade que os biógrafos tiveram um difícil trabalho para reconcilar com sua competência como médico e erudito. Este é um exemplo de mente exóterica [lógica, masculina] tentando compreender o conhecimento esotérico [intuitivo, feminino]. A referência de Paracelsus ao vinho provavelmente se origina da analogia Sufi do &#8216;vinho&#8217; como um sinônimo para a sabedoria interna. Os biógrafos não iniciados provavelmente pensaram que ele estivesse falando literalmente de vinho. Na realidade ele estava usando a interpretação esotérica do vinho como ela é usada no aforisma Sufi; &#8220;antes do jardim, a vinha ou uva estava no mundo, a nossa alma estava bêbada com o vinho imortal&#8221;. O vinho a que se refere Paracelsus de fato significava &#8216;a essência&#8217; ou &#8216;realidade interna&#8217; &#8211; um outro nome para &#8216;azoth&#8217; &#8211; que é o estado natural da alma. Esta essência, que é tão poderosa que pode transformar seja o for quando entra em contacto é simbolizada por um cacho de uvas. Esta é a matéria exótica ou Águas Vivas de que os portais estelares são feitos. Isto se emana do centro da galáxia. O alquimista, contudo, era um que podia fabricar a Pedra Filosofal. A mesma essência pode transformar e também pode destruir aqueles que não são preparados ou iniciados; daí a associação com o terror. Esta essência espiritual concentrada está no centro do conceito Essênio do Messias, um termo que significa o &#8216;ungido&#8217; [ cristo]. A substância que era esfregada ou &#8216;ungida&#8217; era tão iluminadora e benéfica, diz o erudito nos Pergaminhos do Mar Morto, John Allegro, que os Essênios a chamavam Cristo, bom honesto, doador de saúde.</p>
<p>O monograma Chi-Ro ou Cruz Cósmica de Cristo, uma abreviação de Chreston ou CHRESTOS, é um X com uma bandeira ou vela anexada. Um exame da palavra chresto, da qual é derivado Cristo, revela a natureza potencial desta substância. Chres significa Senhor, então Chrestos é derivado das letras X  e P [Ch -R]. O monograma Chi ro é composto do nome de Cristo, X e a letra grega P [tro, em inglês R] ou, como no caso mais inicial, das letras iniciais de Jesus Cristo [J e X]. Duas serpentes entrecruzadas formam um X, a letra grega chi. Na tradição védica,  chitta é o nome dado às particulas da matéria sutil que saem de Tula. Estas partículas são extraídas do campo não manifesto da matéria-energia primordial (Prakriti) que subjaz em toda criação. Quando Constantino colocou o sinal em seu lábaro em 312, ele incluiu as palavras &#8216;in this sign, conquer.&#8217; Em &#8216;The Crystal Halls of Christ’s Court&#8217;, examinei esta declaração como uma afirmação de sua apreciação do poder militar da ciência sagrada representada por este símbolo.  A mesma ciência pode ser usada para criar a paz. Nas Homilias Clementinas Simão Pedro, o principal discípulo de João Batista, ensina a doutrina da Cruz Cósmica:</p>
<p>&#8220;Lá procede de Deus, o coração do mundo, a extensão indefinida, de cima para baixo, da direita para a esquerda, de trás para frente. Olhando nestas seis direções, como em um número constante, ele completa a criação do mundo, do qual ele é o início e o fim. Para ele as seis fases do tempo tem seu fim, e é dele que elas recebem sua extensão indefinida. E este é o segredo no número sete&#8221;</p>
<p>Pedro também ensina que: &#8220;Deus posssui uma forma que pode ser apenas pelo puro de coração. &#8220;Deus subjaz a estrutura do espaço tridimensional.&#8217; Deus existe no centro e coração de universo e sua forma é esta do cubo ou sistema coordenado tridimensional. De deus se irradia as seis direções do espaço enquanto ele reside dentro do sétimo ponto do resto. Este ponto central é chamado de Rocha das Águas Vivas, a Pedra Filosofal, a Pedra da Fundação Segura, e a Pérola de Grande Preço ou jóia. É o cristal da Côrte de Cristo localizado no núcleo da galáxia. A ciência está dirigindo um olho perspicaz em direção à luz ou vibração que se emana deste núcleo. Isto me leva a concluir que é esta a luz vista pelo mundo todo que tem o poder de instantaneamente mudar tudo. Como notado, a palavra hebraica OR é geralmente traduzida como &#8220;luz&#8221;. O significado literal desta palavra é &#8216;iluminação&#8217;ou &#8216;luminária&#8217;. Sua raiz significa &#8216;tornar luminoso&#8217; e &#8216;iluminar&#8217;. Para os judeus a &#8216;luz do mundo&#8217; está relacionada com a luz da Torah [uma outra  palavra para terror], o primeiro dos cinco livros da Bíblia. Em João 1:1 Jesus é referido como a Palavra, o significado da qual é idêntica ao da Torah [bem como Tula ou Tura]. Apropriadamente a palavra &#8216;palavra&#8217; contém os elementos W, serpente [ o símbolo destas ondas de luz] ou a luz, d, a porta. Torah é o mesmo que Tarot, significando &#8216;roda&#8217; [ou dar giros], reflexivo da roda da vida girando ou dando voltas, a Via Láctea. Torah é traduzida como &#8216;a lei&#8217; no Novo Testamento. A Lei era sagrada para o sacerdócio Essênio, residente na Judéia e no Egito durante o tempo de Jesus. Um dos nomes alternativos dos Essênios, Naz-ori, significa &#8216;manter, proteger&#8217;. Eles se viam como os preservadores da &#8216;luz da Verdade&#8217; [Maat em egípcio]. Este também é o papel dos Brilhantes. Na Torah os peixes representam a fidelidade de Israel em seu verdadeiro elemento, as Águas Vivas da Torah, isto é, as Águas de Tara, Terror ou Tula. Estamos presentemente nos banhando nestas mesmas águas. A humanidade parece ter alcançado o ponto de virada em algum ponto ao redor de 1600 [novamente o início da Iluminação quanddo o X divisor se torna o X multiplicar]. E como se quando a supernova de 1604 apareceu o Inconsciênte Coletivo enviasse uma chama que assinalou, de fato: &#8220;Acorde! É tempo dos mistérios serem revelados!&#8221;</p>
<p>Os alquimistas e os rasacrucianos do inicial século XVII acreditavam que Elijah Artista (E.A.) tinha voltado para inaugurar esta nova idade. Ele restauraria a medicina perdida da antiga Suméria e Egito e a mostraria ao mundo. De fato viajando os alquimistas colocam em demonstração pública a fabricação do ouro na Europa. Estas apresentações públicas chamaram a atenção de uma das maiores mentes científicas de todas as eras, Sir Isaac Newton, ‘o último sumério&#8217;, que se tornou um alquimista praticante. Em 1618, enquanto os alquimistas estavam absorvidos no poder das Tábuas de Esmeralda, e se ligando com a energia do centro da galáxia, o embaixador espanhnol para a Pérsia, Garcia Silva Figueroa, fez uma descoberta fabulosa em Persepolis, a capital de Dario e dos Reis persas que se chamavam  Achaemenid [as mentes sábias]. Figueiroa identificou as ruínas espetaculares perto de Shiraz como a antiga Persepolis das descrições do sítio dadas pelos antigos escritores gregos e romanos. Das misteriosas inscrições nas ruínas, ele concluiu que elas pertenciam ao povo alien &#8216;que pode ser descoberto agora ou que sempre tenha existido&#8217;. As letras estranhas não eram aramaico, hebreu, grego ou árabe mas &#8216;triangulares em forma de uma pirâmide ou de um obelisco em miniatura&#8221;. Os primeiros fragmentos da história do Planeta X &#8211; fora do mundo alquimico &#8211; começaram a vir a luz com a descoberta do espanhol. A primeira inscrição cuneiforme foi publicada em 1657. Diferente dos hieroglifos egípcios, isto despertou pouco interesse. &#8220;Como os traços de aves na areia úmida&#8217;. Isto é como a escrita cuneiforme atingiu os primeiros europeus que a viram. Em 1686 o pioneiro cuneiforme E. Kampfer viu as inscrições descobertas em Persepolis e descreveu os sinais como &#8216;cuneiformes&#8217; ou impressões em forma de cunha. A escrita desde então tem sido chamada cuneiforme.</p>
<p>A pedra da fronteira com inscrições cuneiformes.  Persepolis era a capital de uma dinastia de reis que se chamavam Achaemenidas [ach significa luz]. A julgar pelo nome deles, Ciro, Dario, Xerxes, e o nome das deidades deles &#8211; os eruditos assumem que estes seres iluminados eram arianos [nobres] que apareceram na Suméria perto do início do terceiro miilênio AC.</p>
<p>Hoje a separação entre os deuses dos arianos e os povos semiticos é distinta. No mundo antigo, contudo, este não era o caso. Ciro, por exemplo, era considerado ser um &#8216;Ungigo de YAHWEH&#8217;, o deus hebreu: muito uma honra para uma pessoa de descendência ariana muito mais do que hebraica. O bíblico Livro de Ezra dis que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro com a extraordinária alta honra de uma pessoa de descendência ariana, muito mais do que semita. O Livro bíblico de Ezra diz que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro da extraórdinária alta honra de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém, a casa de Deus, depois que Nabucodonosor o havia demolido. Em troca, Ciro chamou YAHWEH de Deus do Céu. As apresentações iniciais de YAHWEH em seu veículo voador &#8211; ou &#8216;rodamoinho&#8217; &#8211; são virtualmente idênticas àquelas de Ahura Mazda, o ariano Senhor Sabio, da religião zoroastriana, como mostrado no selo real de Dario. Zaratustra ou Zoroastro ['estrela de ouro' ou 'esplendor do sol'] é o salvador dos arianos na Ásia Central. Ele é igualado ao sumério EA. YAHWEH em sua roda voadora ou rodamoinho. Ele é o anjo no rodamoinho a que se referiu  George W. Bush?</p>
<p>Ahura Mazda, representado por um disco alado, a suprema deidade do zoroastrismo. O baixo relevo de Zaratustra [EA]. Os arianos do antigo Irã eram seguidores dos ensinamentos de Zoroastro ou Zaratustra. Eles veneravam as mais velhas deidades arianas, os ahuras [ou um cavalo], os deuses brilhantes que habitavam nos reinos celestiais e os devas, os terrores, os deuses brilhantes que cairam e foram transformados em diabos ligados à Terra, ou Anjos Caídos. Os três homens sábios que vieram a Jerusalém para honrar o cumprimento da profecia da chegada de Cristo eram discípulos de Zoroastro, e daí, arianos.</p>
<p>O selo de Dario com o deus Ashur [onisciente] representado por um disco voador, Em 1700 Thomas Hyde, um professor de árabe da Universidade de Oxford, entendeu que muito mais do que inscrições ornamentais estes sinais cuneiformes eram uma antiga escrita. Hyde voltou aos ecscritos de Zoroastro buscando insight. Avesta, a linguagem dos livros sagrados de Zoroastro, escritas por volta do século IV de nossa era, forneceria pistas para a decifração da escrita cuneiforme.</p>
<p>Um desenho do caderno de notas de Hyde apresentando uma cena de Ahua Mazda flutuando em uma nuvem em Persepolis. Em 1772 um viajante holandês, Carsten Niebuhr fez um estudo cuidadoso das inscrições cuneiformes em Persepolis. Ao comparar os sinais em diferentes inscrições, ele distinguiu três escritas distintas. Ele também começou o processo de isolar as escritas mais simples. Com sua contribuição a excitação verdadeiramente começou a ser construída. O estágio foi estabelecido para a decifração da escrita cuneiforme começando em 1800, e com isto foi-se revelando um vasto panorama da história humana. Contudo, o destino ainda tinha uma outra carta para ser jogada. Em meados de julho de 1799 o mundo foi atingido por um espetáculo fenomenal quando um esquadrão de demolição de soldados do exército de Napoleão descobriu a Pedra de Roseta no Egito. Um grupo de artistas e sábios franceses, incluindo Domenique Vivant Denon, acompanhou Napoleão, considerado ser o segundo dos três anti-cristos por Nostradamus, ao Egito. Reconhecendo a importância da Pedra o oficial no comando imediatamente levou a pedra para o Cairo. Cópias foram feitas e distribuídas aos eruditos por toda Europa. Depois de uma breve viagem a Alexandria para evitar a captura pelos britânicos, a Pedra foi eventualmente capturada e levada para a Bretanha, onde permanece em exibição no Museu Britânico. A decifração da Pedra de Roseta por Jean Francois Champollion em 1823 permanece uma das realizações intelectuais chave do último milênio. A inovação de Champollion veio em setembro de 1822 quando ele recebeu cópias de vários relevos e inscrições de antigos templos egípcios. Uma delas, do templo de Abu Simbel na Nubia, era uma intrigante moldura decorativa arredondada com o nome de um deus ou rei. Esta era a moldura de Ramsés. Usando seu conhecimento de egípcio copta, Champollion especulou que o primeiro sinal tinha o valor de re [raio] que era a palavra copta para Sol, o objeto simbolizado pelo sinal. Os últimos dois sinais, ele sabia, tinham o valor de &#8217;s&#8217;. Ele imaginou se um antigo faraó egípcio tinha um nome que se assemelhava a Re ss. O primeiro faraó chamado assim que veio a mente dele foi Ramsés, um rei da 19a. dinastia e bem conhecido pelos historiadores gregos. Se esta era a moldura arredondada de Ramsés, então o sinal pode ter o valor sonoro de &#8216;m&#8217;. De fato, quando olhamos o sinal estreitamente ele se assemelha a um &#8216;m&#8217; [o símbolo do portal estelar]. A confirmação veio através da moldura arredondada a direita. Dois destes sinais foram compreendidos; o primeiro, um ibis, era um símbolo do deus Thoth, o inventor da alquimia. O nome nesta moldura tinha que ser Tutmés. Na mente de Champollion, a Pedra de Roseta havia confirmado o valor disto. Realmente, ele estava apenas parcialmente correto. Ele tinha o significado de ms ou névoa. O hireglifo egípcio mst [névoa] parece com uma queda de água de très lances irradiando água. Isto é as águas Vivas de Tula ou Terror. Isto significa &#8216;lágrimas celestiais&#8217; ou &#8216; orvalho&#8217; e representa as gotas de água caindo ou se irradiando do céu. O mesmo hieroglifo também significa &#8216;instrução&#8217; ou &#8216;ensinamento&#8217;. Estruturalmente, ele combina o símbolo do Espírito Santo que João Batista conferiu a Jesus, &#8216;o portador do orvalho&#8217;. Muito antes que o Batista este hieroglifo estava ligado a EA e ao conceito egípcio do batismo; quando a sabedoria celestial [raios, tons] é canalizada pela Chave da Vida ela é pingada sobre o peregrino. Para os alquimistas, a fonte desta névoa era Tula, o centro da galáxia da Via Láctea. Depois da iniciação ou batismo nestas Águas Vivas alguém era adepto nos Mistérios. Comungando com a deusa em seu buraco sagrado, ou portal estelar, um humano poderia alcançar a iluminação espiritual chamada horasis ´[ahuras ou cavalo]. Assim iluminado, alguém podia cavalgar o Rio Rainha, a Via Láctea para os céus. A palavra Jordão, o nome do rio no qual João Batista batizou Jesus, provavelmente seja derivada de Eridanus, um nome antigo para a Via Láctea. Eridanus era a Corrente do Oceano, o Rio do Céu, que se move como uma hélice, ou como um 8 [exatamente como o nosso DNA]. A palavra Eridanus tem sido rastreada a Eridu, o lugar cuja &#8216;pura luz alcança o céu&#8217;. Esta era a sede de EA.  Eridu foi a primeira cidade suméria [por volta de 3800 AC]; ela foi construída por EA sobre o solo virgem ao lado do Golfo Pérsico. Não existia qualquer construção antes que seus templos fossem construidos. Sua chegada súbita, sua extensão, e seu estado avançado de civilização perplexam os eruditos. A base maciça de operação me lembra da sede da GM construida em Detroit, em Michigan. Como o Eden original, Eridu marcou, a &#8216;confluência dos rios&#8217;. Era um lugar terreno ligado a um lugar celestial onde a pura luz do céu, o rio da Via Láctea, tocava a Terra. Interessantemente, o hebraico ire, um anagrama para eri, significa &#8216;lançar gotas de água, espirrar, e ensinar ou instruir&#8217;.</p>
<p>Segundo a história suméria, isto era na instalação de templo/médico em Eridu [atualmente o Kuwait, Iraque] que EA abrigou os segredos de todo conhecimento científico, guardou os Tabletes ME do Destino. Aqui, ele instruiu Adapa na sabedoria dos Brilhantes. A posse destes instrumentos de armazenamento de informação conferiu um tremendo poder. Na bíblia há um número de objetos mágicos que combinam com os MEs, inclusive a placa peitoral de Aarão, um objeto compreendido de doze pedras usadas em conjunção com a Arca da Aliança, um instrumento que ligava o homem ao Deus. Estas pedras canalizavam a palavra e a vontade de Deus. Hoje ME é a raiz para medicina, meditação e meme, as unidades básicas da transmissão cultural rotulada por Richard Dawkins. Examplos de memes são músicas, histórias, idéias e crenças religiosas. Meme é um termo apropriado cosiderando que, em função, eles são identicas ao ME. É também a raiz de mitologia, o ramo da ciência que lida com a comunicação dos segredos do amor, a Palavra de Deus. O ME sumério contém os mesmos segredos de Deus como o egípcio Me-ist ou mist [névoa]. Para mim, este é um dos exemplos mais fenomenais da Mente Divina funcionando. A decodificação de Champollion do sinal de mistério banhado ou batizado na moderna consciência nos mistérios de Egito. Uma cascata de iluminação a respeito do mundo do antigo Egito veio pingando das névoas do tempo por esta descoberta. Foi como se a mente coletiva da humanidade repentinamente teve sua luz interna ligada. Isto foi apenas o início da recuperação do antigo conhecimento. Nos anos de 1840, a atenção mundial focalizada na Assíria quando os arqueologistas franceses e ingleses descobriram as ruínas de um antigo palácio do rei assírio Sargão II [governou de 721 a 705 AC] em Khorsabad no norte da Mesopotamia (Iraque). Comandando este precinto estava uma pirâmide em degrau chamada zigurat que servia como &#8216;escada para o céu&#8217; para os deuses. Lá eles encontraram pedaços de pedra inscritos e um colossal touro alado com cabela humana, como uma esfinge, e estátuas de leão guardando as portas.</p>
<p>Como resultado dos inesperados achados no Iraque, os nomes bíblicos e lugares começaram a vir à luz. Em 1842-43 a Sociedade Oriental americana foi fundada. A Sociedade Oriental Alemã foi fundada em 1844. Estas sociedades geraram uma nova geração de eruditos que empurraram os campos da história especulativa, mitologia, estudos e observação pessoal do Velho Testamento, para criar dramáticas novas histórias do passado da humanidade. Arqueologistas alemães, obcecados com o achado das origens de seus ancestrais, e alimentados por uma crença na volta do Cristo ariano que levaria os alemães aos deuses da antiguidade, começaram a rasgar as terras da Babilonia [hoje o Iraque] e da Assíria na buca de seus ancestrais. O trabalho de espátula destes eruditos revelou dezenas de milhares de tabletes cuneiformes, parte das bibliotecas de antigos palácios. Estes documentos forneceram informação vital sobre a história assíria, religião e sociedade, inclusive muitos com mitos e hinos sobre os deuses e deusas venerados lá. A decifração da escrita cuneiforme foi tornada possível pela descoberta de sua própria Pedra de Roseta que se mostrou ser a inscrição cuneiforme cortada na Rocha de Behistun no oeste do Irã, uma escultura gigantesca escavada de forma que ela projetasse uma imagem quase em três dimensões de uma face da montanha a 300 pés acima do solo. Uma figura alta, Dario, levanta sua mão na direção de nove homens de pé, e dois outros atrás dele. Acima deles flutua Ahura Mazda em um disco voador. Ninguém tem identificado quem são estes nove homens [alguns dizem que Jesus e seus apóstolos]. Depois de dez anos de perigoso trabalho o inglês Henry Rawlinson terminou copiando esta inscrição em 1847 e mais tarde resolveu o texto completo desta inscrição. As incrições cuneiformes em três linguas cercam Dario, o homem alto à esquerda.</p>
<p>Ao mesmo tempo o sânscrito, a antiga linguagem da Índia [lar dos arianos], estava também se tornando popular entre os academicos. Isto levou a um entusiasmo pela antiga Índia e os Vedas, os livros sagrados do conhecimento do Hinduismo. Muitos eruditos estavam interessados na filologia comparativa ou linguística, que essencialmente tenta ligar as linguas a muito extintas. Quais são as relações das mais velhas linguagens do mundo? Como elas tinham evoluído? Foi amplamente concluído que textos desconhecidos ou não descobertos, culturas, espécies e linguagens existiram antes da presente civilização da humanidade. Em 1851 o arqueologista inglês Sir Austen Henry Layard descobriu um grande composto de um palácio do último rei Assirio Assurbanipal [governou de 668 a 630 AC] na vila de Nimrud no que agora é o norte do Iraque. Layard e seus colegas desenterreram mais de 25.000 tabletes, uma biblioteca coletada em Nínive sob a direção pessoal de Assurbanipal. Os escribas rotularam muitos destes textos como cópias de &#8216;textos antigos&#8217;. Cópias de um número de obras primas literárias, incluindo o Épico de Gilgamesh estavam entre estes trabalhos. Um outro destes poemas, a dramática saga babilonia do Enuma Elisha, a  nascente de todas as três religiões patriarcais, o judaismo, o cristianismo e o islã, também foram descobertos. Todos estes tesouros foram embarcados para a Inglaterra, o Museu Britânico. Layard terminou sua escavação em 1851, tornou-se um político, diplomata e colecionador de arte.</p>
<p>Assurbanipal II foi um &#8216;rei erudito&#8217;. Incluida em sua biblioteca estava um texto que continha uma declaração feita por Assubanipal que disse: &#8220;Posso ler os intrincados tabletes dos sumérios. Entendo as palavras enigmáticas nas gravações em pedra de dias antes do Dilúvio&#8217;. Em detalhe na página seguinte Assurbanipal usava uma roupa mais tarde vestida pelos Templários. O rei, aponta a cruz como símbolo de seus deuses, inclusive o símbolo do Planeta. Ele usa um cordão com um pendente similar ao símbolo X como amuleto. Há também a representação de Asurbanipal pingando uma libação como um caduceu sobre os leões mortos diante de uma mesa de oferenda e um estande de incenso. Assurbanipal e sua rainha estão no altar sob uma árvore de uvas; este é um relevo do palácio em Nínive [668 - 626 AC]. Eles sustentam na mão a planta da vida. Está no Museu Britânico.</p>
<p>Layard tinha sabido que antigos registros gregos falam que um oficial do exército de Alexandre viu &#8220;um lugar de pirâmides e restos de uma grande cidade&#8217;, uma cidade que já era antiga nos tempos de Alexandre. Layard localizou os restos dela e a cidade de Nimrud reapareceu. Foi lá que Layard desenterrou o obelisco que Shalamaneser II criado para registrar suas expedições e conquistas militares. Este obelisco agora está no Museu Britânico e o obelisco lista, entre ou outros reis que eram forçados a pagar tributo, &#8220;Jehu, fiho de Omri, rei de Israel&#8217;. Este obelisco data do reinado de Shalimaneser III (858-824 AC).</p>
<p>O trovão ataca os eruditos do Velho Testamento. Mais uma vez, as inscrições sobre os antigos artefatos mesopotamios combinam com a história bíblica. Inspirado pela mais recente descoberta os eruditos/arqueologistas estabeleceram os sítios deles em outros locais do Velho Testamento. Os eruditos ficaram surpresos pelas similaridades das maciças estátuas dos homens leão-touro. Estes trabalhos de arte combinam referências em Ezequiel 1:10 que descreve figuras extraterrestres aladas com as características de um homem, um leão, um touro e uma águia. Em Ezequiel 32:14-15 que detalha as imagens na parece de um palácio assírio. Muitas gerações de teólogos tem considerado as visões de Ezequiel puramente como uma fantasia simbólica mas agora existe a prova que elas eram reais. A bíblia descreve a visão de Ezequiel como uma grande nuvem, com o fogo faiscando por ela, e um brilho radiante ao redor dela. Algo brilhava como metal no meio disto. Ezequiel ouviu &#8216;o barulho das grandes águas&#8217;. Da nuvem desceram o que pareceram ser quatro homens extraterrestres e cada um tinha quatro faces; um leão, um touro, um homem e uma águia [as mesmas quatro bestas que comprendem a Esfinge, chamada o Pai do Terror pelos árabes]. Quando estas esculturas e gravações apresentando a visão de Ezequiel foram levadas de Londres a Paris, elas causaram uma sensação mundial. Estas esculturas exóticas forneceram a prova para alguns eventos bíblicos. John D. Rockefeller, Jr. comprou muitas destas esculturas e mais tarde as doou ao Museu Metropolitano de Arte na cidade de New York [onde hoje elas são encontradas]. As únicas outras coleções para comparação são encontradas no Museu Britânico e no Louvre. A universidade da Pensilvania na Filadélfia, o lugar de nascimento da América, foi um outro importante repositório desta poderosas antiguidades de pedra.</p>
<p>Anjos Assírios</p>
<p>Na decada de 1870 os eruditos notaram que os assirios e os babilonios tinham tomado emprestadas as historias deles, sua linguagem e escritos de uma fonte mais antiga. Por 1880, esta fonte mais antiga foi descoberta: os sumérios, que viveram na terra bíblica de Shinar, que os eruditos geralmente [embora não unanimente] associam com a Suméria, também localizada sob o que hoje é o Iraque. O entendimento que os sumérios eram a origem das antigas linguas e mitologias abriram os portais da inundação ao antigo. O primeiro a publicar uma narrativa do Enuma Elish foi George Smith, um assistente no Museu Britânico que estava estudando os tabletes, que apresentou a história nestes tabletes em 1875 em uma carta ao Daily Telegraph. Ele seguiu isto com a publicação de seu livro &#8216;A Narrativa Caldéia do Geneses&#8217; em 1876, que continha uma tradução e comentário sobre todos os fragmentos que tinham sido identificados. Embora fragmentario estava claro que a história que estes tabletes contavam mantinham uma semelhança inconfundível com os capítulos inciais do Velho Testamento, embora eles antecedam Moisés por milênios. Inspirado pela descoberta de estatuária possibilidade que prove que as visões de Ezequiel eram verdadeiras, e a decifração do Geneses babilonio, dos anos de 1880 aos de 1920, a maior coleção de eruditos americanos, soldados da fortuna, burocratas institucionai e financiadores invadiram a Babilonia. Estas forças não eram combinadas até a coalisão da Guerra do Golfo atingir esta área em 1991. Em contraste com os alemães, os americanos da virada do século XX estavam mais interessedos em provar que a Bíblia era verdadeira e levar para casa os troféus de esperança que encontravam ensinamentos secretos. Nos anos iniciais de 1900 o centro da inteligência americana estava na Nova Inglaterra: as Universidades de Yale. John Hopkins, Princeton, Colombia e Harward. A Universidade de Chicago [um colégio batista recenentemente fundado por John D. Rockefeller] e a Universidade da Pensilvania eram também centros proeminentes de arqueologia bíblica e sua erudição. Os eruditos americanos recentemente tem rompido seus laços com a eudição européia, especialmente a alemã, e a erudição agora estava em competição com os alemães pela predominância no campo do Oriente Médio ou estudos Orientais. Os europeus, especialmente os doutores alemães que sentiam que o ensino nos EUA estivesse atrás deles, consideravam as universidades americanas e seus eruditos, de segundo nível. Na América, as histórias biblicas eram a raiz da mente popular e academica. Se um americano pudesse ler como eles lêem a biblia. Em uma grande extensão, estas histórias definiam os limites do possível pelo qual o povo na virada do século XX vivia. As universidades americanas mostravam uma inclinação na direção de apoiar os pesquisadores que sustentavam a teologia judaico-cristã e a idéia da criação da Nova Jerusalém e de que o retorno de Cristo era iminente.</p>
<p>O Iraque logo se tornou um campo de batalha para os eruditos alemães e americanos. Muitos eruditos americanos que foram ao Iraque nos anos de 1900 o fizeram com uma atitude de imperialismo. Eles acreditavam que a tocha da civilização tinha sido passada do Egíto à Grecia, a Roma, a Bretanha e agora à America. Posteriormente, eles acreditavam  que eles estavam ligados às culturas antigas. Esta progressão ou evolução permanece em contraste aquela ds alemães, que traçavam sua linhagem da Alemanha, para a Índia e para a Suméria, para Thule ou Atlantida. Em 1870 Sir Edgar Bulwer-Lytton publicou a Raça Vindoura. Esta novela de inspiração rosacruciana descreve a existência de uma sociedade utópica de seres avançados que vivem em túneis sob a superfície da Terra em uma terra chamada Vril-ya. Estes seres, conhecidos como Ana, foram forçados para a Terra interna por causa de mudanças na terra, especificamente um dilúvio que destruiu a civilização deles milhares de anos antes do cataclisma bíblico. Os Ana tinham a habilidade de voar com asas anexadas aos seus corpos. De até mesmo muito maior interesse para muitos leitores vitorianos era a maestria dos Ana do vril ilimitado ou Força de Vida, uma energia que os cientistas Ana aprenderam retirar da atmosfera e que eles bombeavam na raça Ana para que esta subisse uns poucos degraus na escada evolutiva. Esta misteriosa energia cósmica dramaticamente aperfeiçoou poderes psíquicos e foi usada com eficácia pelos habitantes da terra interna. Ela também podia produzir um raio laser mortal. Seu uso se tornou tão penetrante que os Ana mudaram seu nome para Vril-ya. Bulwer-Lytton pretendia que a Raça Vindoura fosse matriarcal, uma utopia democrática a ser satirizada destinada às feministas, democratas, socialistas e todos os outros que estavam iludidos em pensar que uma utopia pudesse ser alcançada. Com o poder vril, todos os desejos eram instantaneamente materializados, todas as feridas curadas, o paraíso encontrado. Que desafios poderiam permanecer para manter a vida interessante? Sátira ou não, como a virada do século Luke Skywalker, Helena P. Blavatsky não tinham dívidas de que o vril era real. &#8216;O nome vril pode ser uma ficção&#8217;, ela mais tarde escreveu em &#8216;A Doutrina Secreta&#8217;,  mas &#8216;a própria força é pouco duvidada na Índia como a própria existência de seus Rishis, desde que isto é mencionado em todos os trabalhos secretos&#8217;. &#8216;A Raça Vindoura&#8217; influenciou não apenas Helena Blavatsky mas também encontrou ampla aceitação nos que logo viriam a ser os nacionalistas alemães, inclusive Adolf Hitler, que, uma vez no poder, enviou expedições à Índia e outros lugares em busca da terra de Vrila.</p>
<p>Um dos mais perigosos dos grupos políticos alemães chamou-se Sociedade Vril. Ele combinava a ficção de Bulwer-Lytton com as idéias ocultas da Ordem dos Illuminati, misticismo hindu, cristianismo, teosofia e a cabala hebraica. A Sociedade Vril foi formada no início de 1900 e foi uma incubadora do Nazismo, sedo o primeiro grupo a usar a suástica como emblema político ligando o misticismo oriental e ocidental. Como tenho investigado em outros lugares, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra santa entre duas religiões rivais. Suas origens são rastreadas à guerra academica no Iraque entre os alemães e os americanos. Ambos os lados buscavam troféus para mostrar sua dominância e suas tendências religiosas. Altas apostas estavam envolvidas.  Os filologistas [ aqueles que estudam linguas mortas] que desenterram a linguagem morta do sânscrito não estavam apenas procurando pela linguagem de Ur [Ur significa luz] &#8211; a linguagem original que os seres humanos falavam no Jardin do Eden &#8211; eles também estavam procurando o primeiro grupo de pessoas que falava esta lingua: os Brilhantes. Por alguns anos os mais importantes destes tabletes ficaram em um porão do Museu da Universidade da Filadélfia. Ultimamente, um professor inquisitivo chamado professor Barton apresentou seu trabalho com um cuidadoso aviso: Dificilmente precisa ser acrescentado que a primeira interpretação unilingue de um texto sumério é, necessariamente, no presente estado de nosso conhecimento, grandemente temporário. E, mais de quarenta anos depois, o Professor Samuel Noah Kramer estava para escrever sobre as mais velhas peças literárias de Barton: Embora traduzidas e copiadas pelo falecido George Barton tão cedo quanto 1918, seus conteúdos, que centram sobre o deus ar ENLIL e a deusa Ninhursag, ainda são grandemente ilegíveis. A magnitude da descoberta de decifrar a escrita cuneiforme e as descobertas arqueológicas no Irã e o Iraque é aumentada a cada década. A completa interpretação das histórias sumérias teria que esperar até 1976 com a publicação de &#8216;12o. Planeta&#8217; de Zecharia Sitchin. Quinze anos mais tarde, em 1991, a atenção do mundo voltou-se para os solos originais de andanças dos Brilhantes quando uma coalisão de forças se moveu para a Babilonia. A motivação era a detenção de Saddam Husssein/Nabucodonosor e suas potenciais armas de destruição em massa. Nada se pode fazer além de supor se há algo mais enterrado nas areias do Iraque que levantem o interesse dos poderes que são. Estarão lá os segredos dos Brilhantes? Recentemente arqueologistas iraquianos descobriram duas estátuas colossais de touros alados no sítio da antiga Nimrud. A última vez que Ninrud fez manchetes foi em 1988 quando uma equipe de renovadores iraquianos trabalhando para preparar a cidade para o que o Iraque esperava ser uma inundação de turistas no fim da guerra como Irã econtrou um tesouro de ouro que incluiu parte da joalheria da rainha assiria. Os trinta quilos de ouro foram considerados entre os mais importantes tesouros e foi comparado aquele do Rei Tutankamon do Egito. A Guerra do Golfo retardou esta divulgação. Que tesouros aguardam a descoberta nas areias do Iraque? Saddam realmente desenterrou os segredos de EA e ENLIL? Estas e outras perguntas logo serão respondidas.</p>
<p>7. NO INÍCIO</p>
<p>Os mitos e a escritura de muitos povos iniciais dizem que não apenas a essência cósmica, sabedoria curadora, raios os &#8216;águas&#8217; mas também as nossas almas se originaram de um puro lugar de convergência no Centro Galático, o lugar negro ou oculto do terror no centro do Ovo Cósmico. O Ovo Cósmico é um símbolo feminino para o útero universal ou matriz no tempo-espaço. É provável que seja o Grande Ovo do qual os babilonios disseram que EA/Oannes nasceu. Um outro símbolo para o Ovo Cósmico é o ponto ou o zero, nenhuma quantidade. Nun é o nome dado a figuras tais como Josué, filho de Nun, que roubou as Maçãs Azuis dos Brilhantes. Também é 360 graus. Um outro meio de olhar para 360 na numeralogia esotérica onde T=300, L=50, and I=10. TLI, portanto é 360, um círculo completo. Significativamente TLI também é Teli, de talah ou Tula [ou TLA]. Teli é o nome do elo de conexão, arca ou arco, entre a Terra e o Céu no texto alquimico judaico, o Bahir. Foneticamente BAHIR  é &#8217;sustentar&#8217;, que é adequado já que seu ensinamento carrega ou &#8217;sustenta&#8217; a nós através das águas da vida. Como registram os mitos iniciais da deusa da criação, este Ovo Cósmico se divide aberto quando duas serpentes em opsição cooperativa uma com a outra formaram um X e partiram o ovo.</p>
<p>O vaso em forma de ave do velho palácio em Phaistos, Creta, do 18o. século AC. Perceba que as serpentes partem o ovo. Quatro rios [se irradiando da água viva?] da essência cósmica ou linhas esmaecidas nas ondas no Oceano Cósmico. A energia Cósmica ou essência era a semente de toda vida, inclusive a vida da existência humana. Amor é um outro nome para esta energia. Em seu livro &#8216;The Secret of Light&#8217;, Walter Russell mostra que o símbolo do amor que se estende do resto do movimento é uma onda. Este é o símbolo de Asclepius, que tenho identificado como o logo para os Brilhantes. É também uma moderno ideograma para frequência. É uma combinação do sinal para uma onda completa ou oscilação e uma linha reta. Um ensinamento chave dos Brilhantes foi como levantar estas bobinas serpentinas ou frequências de amor dentro, renovar o nosso mundo e sair de nossas conchas humanas. Como os budistas, os gnósticos acreditavam que todo mundo pode se libertar dos laços internos do medo e alcançar a iluminação em um período de vida. A chave para isto é elevar o tom de amor de nosso DNA. Esta é precisamente a mensagem apresentada na moeda gnóstica de século XVI onde Cristo é apresentado como uma serpente ou onda de amor enrolada ao redor da cruz.</p>
<p>Esta descrição da galáxia como um ovo, an ou um, chama a nossa atenção para Mãe Eva ou Ova, que significa &#8216;ovo&#8217;. Eva, diz a Biblia, era a mãe de todos os viventes, como a deusa indo-européia IsTara, Estara ou E.a.ster. O ovo colorido, o símbolo da Páscoa, perfeitamente codifica este conceito nuclear mais profundo. Os egípcios recordam-se desta &#8216;Ilha do Ovo&#8217; como uma feroz área delimitada do mar primordial &#8211; um círculo com um ponto sol ou gema no centro. Os místicos dizem que isto é habitado por milhões de seres de luz, incluindo raças altamente evoluídas de humanóides que são considerados nossos ancestrais espirituais. O círculo com o sinal do ponto é muito antigo e é encontrado em praticamente todas as culturas antigas. Ele é simbolicamente equivalente ao ovo com a gema. Ele representa o Sol e também o Sol Central, o centro &#8216;negro&#8217; ou oculto da nossa galáxia Via Láctea, a girante roda da vida. Seu eixo, também chamado de Ponto Zero, é um centro imóvel. A história das almas, águas ou essência cósmica que se originou ou espalhou deste centro Edenico estão no centro da história de Tiamat. Segundo o Enuma Elisha, esta história começa no próprio início do tempo, quando as alturas do céu ainda não eram nomeadas nem a terra abaixo era pronunciada pelo nome. E havia apenas dois deuses: APSU ['aquele que existe desde o início'] e Tiamat. Sitchin interpreta APSU como o Sol. Eu o tenho interpretado como o Sol Central. Eles geram quatro gerações de deuses que se tornam extremamente brigões a ponto de seu barulho se tornar insuportável.</p>
<p>Apsu confronta Tiamat, que fica do lado de seus filhos barulhentos. Apsu fica irritado, declarando que ele deve obter algum sono! &#8216;Devo abolir os meios deles e dispersa-los! A paz deve prevalecer, para que possamos dormir!&#8221; Tiamat estava furiosa mas Apsu conspira com o vizir dele, Mummu, para por um fim nos meios brigões. Antes que eles possam colocar em ação o plano deles, contudo, isto é descoberto por EA [aquele que sabe tudo] e EA intercede e põe Apsu e Mummu para dormir e então os mata. EA assume o cinturão, a coroa e o manto de radiância e, sentindo sua missão como cumprida, se retira para seus aposentos privados. EA se apodera de Apsu como sua própria habitação. O cronista babilonio Berossus diz que a casa Apsu de EA eram as águas celestiais de &#8216;fogo, raiva, esplendor e terror&#8217;. Esta é uma descrição acurada do centro galático, &#8216;o lugar do terror&#8217;. A mansidão de Mummu por EA parece significar sua domesticação das forças do núcleo galático. Deste ponto os sacerdotes de EA o consideram Mummu, a &#8216;Palavra&#8217; criadora. A Palavra, temos determinado, são as ondas da energia força-vida que se emanam do centro galático. Esta descrição de EA como &#8216;onda de luz&#8217; perfeitamente combina com a descrição de Jesus como o portador do Cristo ou INRI, os fogos ou luz da iluminação. EA foi apresentado com as duas serpentes enroladas ao redor de seu corpo e a chave da Vida ao lado dele.  Como Sitchin ressalta, estas serpentes se assemelham ao enrolar das hélices duplas do DNA. Além de EA a deusa Ishtara ou Is-Terror foi apresentada usando estas ondas. Ishtar com serpentes nas duas mãos.</p>
<p>Como Christopher McIntosh observa em seu livro, &#8216;Os Rosacrucianos&#8221;, muitos elementos da história são muito familiares. A idéia de um monarca ou líder que não está morto, mas adormecido, e um dia acordará é uma idéia familiar. Ele foi aplicada não apenas ao Rei Arthur, mas também a tais figuras históricas como Carlos Magno e Frederico Barbarossa [os papéis modelos de Adolf Hitler]. Na história rosacruciana, é a Fraternidade que desperta, enquanto seu fundador, embora ostensivamente morto, permanece não deteriorado como um símbolo de sua permanente influência sobre seus seguidores. Estes deuses são &#8216;deuses ferreiros&#8217;, ou deuses da alquimia, que voltarão para libertar a perfeição oculta da natureza, o puro que espera ser libertado do impuro. O arquétipo do Grande Retorno, nota o erudito arturiano Geoffrey Ashe, foi até mesmo aplicado a John F. Kennedy. O Presidente Kennedy foi murmurado durante a década de 1970 ainda estar vivo, embora em estado comatoso devido ao dano cerebral. Ele estava em uma máquina de sustentação da vida em um hospital de Dallas, uma moderna caverna de Arthur, ou em uma ilha grega, como o Avalon do mito arthuriano. Interessantemente, o aspecto feminino deste arquétipo é encontrado na história da donzela Cinderela, a &#8216;doadora de Ella&#8217;, que significa luz. Muito frequentemente Cinderela recebe o nome de Maria ou Mara. O conto de fadas da Branca de Neve, a princesa que beija o príncipe adormecido, é uma outra história de poder da secreta deusa de restaurar o monarca adormecido [ou Moon arch, isto é, o arco da Lua]. De fato este Grande Retorno de um &#8216;deus adormecido&#8217;, o Sol Negro ou oculto, ou Rei Perdido, que um dia despertará e retornará é um arquétipo amplamente difundido. Ele tem sido aplicado ao grego Cronos/Saturno, Satã/Lúcifer das histórias bíblicas, bem como a montaria do cavalo branco, aos Reis Pescadores, Jesus, Buda, Vishnu, Orfeu, e o Rei Pescador da história do Gral, para nomear apenas uns poucos. Não surpreendentemente, encontramos que muitas figuras dos antigos salvadores, incluindo Thoth, Osiris, Buda e Jesus eram chamados de Senhor ou Rei do Terror e que a mitologia deles pode ser rastreada a Tiamat, Tula e o Planeta X. Em suas quartilhas da centúria X:72 Nostradamus previu o retorno do Rei do Terror que ressuscitaria o Rei de Angolmois no sétimo mês, julho ou setembro de 1999. E este rei [e sua rainha?] o núcleo adormecido? Ele acordará e nós ainda não o sabemos? A profecia do Rei do Terror foi cumprida em setembro de 2001? Ou, esta é uma quartilha falha que necessita ser posta na cama de uma vez por todas? Incidentalmente Nostradamus chamou Rei de Terror a Chiren, um nome que foneticamente é igual a Quiron, o nome do meio-homem meio-cavalo e curador da mitologia grega. Como um antigo iniciado alquímico e filho do sul da França, Nostradamus seguramente conhecia a história do Santo Gral. No livro dela &#8216;O Santo Gral&#8217; Norma Lorre Goodrich fala de um autor francês que reconta sua primeira visão dramática do Gral em seu trabalho &#8216;Grand-Saint Graal&#8217;.</p>
<p>Em 717 de nossa era, um belo e jovem homem fez uma visita a este francês em uma manhã. Depois de uma breve entrevista o jovem e belo homem se curvou e soprou na face do francês fazendo com que a visão deste fosse cem vezes mais forte. Sua visão foi aperfeiçoada por esta harmonia, e o francês foi capaz de reconhecer o jovem homem como nenhum outro que Jesus. Jesus então continuou para dar ao francês um pequenino livro, não maior do que a palma de sua mão [o tarot?] Quando o autor olhou o livro ele viu que estava escrito: &#8220;Aqui começa a leitura a respeito do Santo Gral&#8217;. Então ele leu: &#8220;Aqui começa o Terror. Aqui começam os milagres&#8217;. Quando o francês ponderou estes títulos, ele viu um flash de luz. Ele foi instantaneamente iluminado. Deste ponto em diante, ao menos no sul da França, terror, iluminação, J