AIDS

A Ciência Criou Uma Máquina Genocida?

História Suprimida e Pesquisa Censurada devido a Maciça Cobertura do Governo dos EUA

Porque a AIDS foi originalmente conhecida como “Praga Gay” na América?
A AIDS é meramente um estranho acidente da natureza causada por um vírus do macaco verde africano?
Ou a AIDS é um programa genocida patrocinado pelo governo que semeou um vírus de laboratório em populações selecionadas para propósitos políticos e sociais?
É possível criar virus patogênicos por meio da engenharia genética?

Argumentos científicos tem sido apresentados para sustentar várias teorias sobre a origem artificial da AIDS, embora estes argumentos tenham sido suprimidos na imprensa principal e na literatura científica. A pandemia da AIDS começou como um resultado direto da experimentação genética e loucura militar. A mais nefasta evidência que a AIDS tenha sido criada pelo homem vem das Audiências de Apropriação do Departamento de Defesa (DOD) para 1969, quando oficiais do Pentágono, nominalmente um, o Dr. MacArthur, requisitou um vírus do tipo da AIDS, e os laboratórios de guerra biológica obedientemente forneceram um virus que podia destruir a resposta imunológica humana. Este germe criado pela engenharia genética seria muito diferente de qualquer micróbio anteriormente conhecido pela humanidade. Interessantemente, as Audiências acima mencionadas sobre “Agentes Biológicos Sintéticos” ocorreram no mesmo ano da famosa revolta de Stonewall que conquistou liberdade e influência política para a comunidade gay! Nem o governo, nem a imprensa, nem a comunidade científica tem feito qualquer esforço para trazer os fatos descritos acima à atenção do público.

Que entrem então os heróicos patriotas! Há médicos incansáveis que tem passado anos pesquisando e documentando exaustiva evidência que prova conclusivamente que HIV/AIDS é de fato uma experimentação de guerra biológica. Conquanto nossos políticos e media principal continuem a nos faltar a respeito desta mais tremenda história de nosso tempo! Os médicos heróicos apresentados nesta página são os verdadeiros “salvadores”, se você desejar, que sozinhos tem exposto as mentiras do governo e as malignas telas de fumaça concebidas para esconder um evento que facilmente é o maior assassinato em massa na história mundial”. Aqueles que controlam, manipulam e censuram a media principal, estão cientes das implicações sociais e políticas da história da guerra biológica da AIDS. A razão para a desinformação quanto a AIDS é óbvia: encobrir a origem criada pela homem desta doença. Os americanos tem sido enganados!

Em seu muito bem conhecido relatório WHO MURDERED AFRICA, Dr. William Campbell Douglass, M.D., escreveu que o HIV foi finalmente produzido (por engenharia genética) em 1974, depois de ter sido PREVISTO e Requisitado! Ele nos conta que o vírus da AIDS pela OMS não foi apenas um diabólico exercício científico que saiu fora de controle. Ele foi uma tentativa a sangue frio e bem sucedida de criar um virus assassino que então foi usado em um experimento bem sucedido na África. A AIDS africana foi o resultado do programa de erradicação da varíola por meio de vacinação, realizado pela OMS durante a década de 1970. Não foi um acidente. Foi deliberado! É mais do que uma hipérbole hipotética concluir que o nosso governo tem realizado uma guerra biológica na África Negra. Isto é um fato.

Por décadas a depopulação tem sido a mais alta prioridade de longo alcance da política externa americana em relação ao Terceiro Mundo. Isto foi classificado – foi secreto. “A redução da taxa de população nestes Estados é uma matéria de vital importância para a segurança nacional dos EUA.” [Memorandum de Segurança Nacional, Henry Kissinger ].

Os vírus não podem pular espécies a menos que sejam especificamente engenheirados para fazer assim. É também um fato científico que o vírus da AIDS não tem qualquer semelhança seja com qual for vírus encontrado em um macaco verde ou chimpanzé, mas tem uma semelhança total com o vírus da vaca ou do carneiro, que tem sido ligados para criar um vírus híbrido. O único meio possível pelo qual estas duas espécies diferentes possam se unir seria por uma manipulação deliberada em laboratório, e então posteriormente engenheirados para faze-los pular para o sistema humano. HIV é o agente biológico sintético reguisitado pelo governo dos EUA para realizar um oculto programa federal.

O Especial Programa de Vírus do Câncer do Instituto Nacional de Saíde (SVCP) é dito esconder o programa Federal. Tentar dar uma listagem compreeensiva de velhos e novos experimentos documentados em câncer animal por trás da origem laboratorial do HIV, encheria este website. Os descrentes e os negadores devem urgentemente abrir suas mentes. Aqui estamos lidando com um encoberto holocausto genocida de proporções sem precedentes.

Dr. Robert Strecker está no registro dizendo que o novo super germe da ciência, HIV (esta perversão da ciência), tem sido trabalhado e criado por 30 a 40 anos, e porque ele foi engenheirado em Ft. Detrick, Maryland, obviamente a afirmação dele sustenta que isto foi especificamente destinado como uma arma de destruição em massa. Tão bizarro quanto possa parecer, há relações entre o laboratório de guerra biológica do Exército americano em Fort Detrick e o Instituto Nacional do Câncer, onde Robert Gallo e outros principais pesquisadores da AIDS trabalhavam. (veja Emerging Viruses, AIDS e Ebola, de Leonard Horowitz.)

O Departamento de Guerra Biológica do Exército dos EUA já tem uma tradição muito bem documentada de experimentação em humanos. E não há lugar onde a homofobia tenha se tornado mais clara e arraigada do que entre os militares. A questão se levanta, porque qualquer homossexual desajaria servir aos militares? Desde o início da história registrada nunca tem havido um grupo de pessoas tão universalmente odiadas e desprezadas quanto os homossexuais. E especialmente pelo Pentágono! O que aconteceu em 1978 e adiante para causar a AIDS entrar em cena e devastar o segmento homossexual da população americana?

A última chance para os homens gay se unirem ao programa de vacina contra a Hepatite B – uma doença sexualmente transmitida – o alistamento fechou em junho, depois do que a vacina não estaria disponível por vários anos. Faça gratuitamente um teste sanguíneo para determinar seu status quanto a Hepatite B e elegibilidade para o programa. Para horas e informação telefone para: Centro Sanguíneo de New York 570-3047

AIDS na América claramente remonta ao infame engano dos experimentos de vacinação contra Hepatite B do governo federal onde compareceram os milhares de homens gays voluntários entre os anos de 1978-1981. A cidade de New York (1083 homens gay), San Francisco (7.000 homens gay). O experimento começou em novembro de 1978 em Manhattan, quando mais de 1.000 homossexuais e bissexuais receberam a vacina experimental. A vacina experimental do Dr. Wolf Szmuness contra a hepatite B foi fabricada pelo Instituto Nacional de Saúde (NIH). Também participaram do estudo os Centros de Controle de Doenças (CDC) em Atlanta, o Intituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, e grandes companhias farmacêuticas como Merck, Sharp & Dohme e Abbott Laboratories. Para ser elegível para o experimento, o homem tinha que ser saudável, jovem, promíscuo e com menos de 40 anos. Para propósitos estatísticos – os gays foram estabelecidos – o governo testou e entrevistou a maioria dos gays promíscuos – aqueles que já haviam frequentado clínicas de Doenças Venéreas, por exemplo, e então fez com que as estatistics se encaixassem na inteira comunidade gay. Szmuness não teve problemas em encontrar gays que voluntariamente fossem cobaias no programa de vacina que oferecia benefícios à saúde para eles próprios e sua comunidade. A maioria dos homens no experimento era branca.

Três meses depois que o experimento começou no Centro Sanguíneo da cidade de New York , o primeiro caso de AIDS foi descoberto em um jovem gay branco de Manhattan. No começo de março de 1980, similares experimentos da vacina ocorreram em Los Angeles, San Francisco, St. Louis, Denver e Chicago. No outono de 1980, o primeiro caso de AIDS da costa oeste foi relatado em um jovem homem branco gay de San Francisco. Até este dia, o Centro Sanguíneo da cidade de New York se recusou a divulgar seus dados sobre as mortes por AIDS a seguir daquele experimento! Os detalhes do experimento e seus efeitos sobre a saúde destes homens, estão contidos nos registros dos julgamentos. Contudo, desde 1984, quando 64% dos homens que haviam recebido a vacina já apresentavam casos clássicos de AIDS, nenhum relatório adicional tem sido liberado (Waves Forest, “Designer Diseases”, Open Road, Fall 1988, p.3).

O Departamento de Justiça dos EUA está mantendo esta informação incriminadora “classificada’ e “indisponível” para pesquisa pública e investigação. O relatório definitivo deste estudo pode ser encontrado em dois livros do Dr. Alan Cantwell, “AIDS and the DOCTORS of DEATH” e “QUEER BLOOD”. Estes gays americanos jamais entenderam que foram vítimas de um complô secreto biomédico contra eles. Quanto mais alguém estude o experimento da hepatite B, mais conexões com guerra biológica e genocídio se tornam aparentes.

Com a publicação de “And The Band Played On” em 1987, a media se tornou obsecada com a história do autor Randy Shilts sobre o “Paciente Zero”. Um comissário de bordo de uma linha aérea canadense chamado Gaeton Dugas é retratado como um promíscuo homem gay “que trouxe o vírus da AIDS de Paris e iniciou a epidemia na América do Norte”.

O que Shilts provavelmente não sabia é que quando Dugas foi diagnosticado com AIDS em 1980, mais de 20% dos gays de Manhattan do experimento da hepatite B já estavam HIV positivo. Esta taxa de infecção de 20% foi descoberta depois que o teste sanguíneo para HIV se tornou disponível em 1985, e depois que o sangue armazenado dos homens no Centro Sanguíneo da cidade de New York Blood foi retestado para anticorpos HIV (JAMA, Vol. 255, pp. 2167-2172, 1986). Notavelmente, estes homens gays tinham as mais altas taxas de incidência no mundo naquele tempo! Até mesmo nas populações africanas, onde tem sido teorizado que a AIDS exista por um milênio, nunca houve relatórios de tão alta incidência de HIV em 1980. A media continua a promover a propaganda ridícula sobre a origem da AIDS, sempre evitando a discussão da idéia que o HIV saiu de um laboratório, e sempre apontando o dedo para a África.

Dr. Robert Strecker, M.D.,Ph.D., foi o primeiro revelador da AIDS, e Lorimar Pictures tem comprado os direitos de filmagem da história da vida deste médico mais brilhante e corajoso.

Nada menos que uma audiência e investigação do Congresso que possa levar a uma conferência completa no mundo todo na ONU é necessária para esclarecer e desarmar o plano alegadamente pertubado mentalmente da depopulação do mundo por meio de armas biológicas criadas por engenharia genética e evitar o pânico mundial! Agora, se o silêncio é cumplicidade, então a principal media é culpada por seu continuado silêncio diante deste diabólico genocídio mundial que abrange a dizimação de países do Terceiro Mundo para propósitos de controle da população.

O desejo da CIA e a necessidade de um agente biológico ofensivo para controlar a taxa de natalidade da África é uma questão de registro documentado por mais de 50 anos. O povo americano tem o direito de saber e merrce um diálgo sobre este genocídio global com a gravidade de Nuremburg! A maciça cobertura do governo e a campanha de desinformação é esperado escalar [testemunhe a proliferação de certos livros conspíquos).

O Dr. Leonard Horowitz está construindo uma campanha de movimento ativista nacionalista para finalmente expor o grande crime contra a humanidade e para, com esperança, evitar futuros bio ataques contra gays e outros grupos alvo com virus “étnico específicos”. O Projeto Genoma torna esta tecnologia uma realidade muito plausível para justificar a preocupação.

Durante as últimas décadas de 1950, 1960 e 1970 e o ínicio da década de 1980, cientistas e fazedores de política nos EUA acreditavam que fosse a explosão populacional daqueles que eles consideram inferiores e/ou indesejáveis a causa de todos os males. Esta historicamente é a verdadeira essência do estado mental intolerante e genocida. As consequências políticas para a humanidade podem ser desastrosas se a nova tecnologia genética for usada para propósitos malignos. Os virologistas do câncer e os engenheiros genéticos são os novos senhores da vida e morte no planeta.

“Em face de uma doença letal, jornalistas e editores da media tem estado amedrontados para contradizer a sabedoria convencional que está sendo colocada pelos cientistas. Não tem havido uma tentativa séria de jornalismo investigativo na riqueza dos escândalos científicos que rodeiam a AIDS.” – Dr. John Seale.

“Temos mais evidência da natureza do vírus da AIDS ter sido criado pelo homem do que o Estado da Califórnia tem sobre a lista de prisioneiros mortos”, diz Jack Carpenter, o associado de marketing do Dr.Robert Strecker e do Dr.Alan Cantwell.

Os experimentos de vírus animais que saltam espécies são os responsáveis pelo Holocausto do HIV?
2001 de: Dr. Alan Cantwell, Jr., M.D.

Desde o início da epidemia da AIDS tem havido rumores persistentes que a doença foi feita pelo homem, e que o HIV foi deliberadamente introduzido nos gays americanos e nas populações negras africanas como um experimento de guerra biológica. Esta assim chamada teoria da conspiração foi rapidamente oprimida por virologistas e biologistas moleculares, que culparam primatas na selva africana e a sexualidade humana pela introdução e disseminação do HIV.

No outono de 1986, os soviéticos chocaram o mundo ao afirmar que o HIV foi secretamente desenvolvido em Fort Detrick, a unidade de biológica do Exército americano. Embora a afirmação tenha sido desmentida como uma “propaganda infecciosa”, os cientistas russos tinham trabalhado lado a lado com os cientistas de guerra biológica na transferência de vírus e tecido infectado por vírus em vários primatas não humanos [macacos, micos, chimpanzés] durante a década de 1970 antes que a AIDS aparecessse. Com a melhora das relações internacionais, a acusação russa desapareceu.

Embora a evidência sustentando a teoria da origem criada pelo homem nunca tenha sido mencionada na maior media, a teoria continua a ser ridicularizada. Por exemplo, em San Francisco Chronicle,( “Busca pela Origem da AIDS”, 14 de janeiro de 2001), William Carlsen escreve: “Nos primeiros anos da epidemia da AIDS, teorias tentando explicar a origem da doença variam do cômico ao bizarro: um germe mortal escapou de um laboratório secreto da CIA; Deus enviou a praga para punir os homossexuais e viciados em drogas; ela veio do espaço externo, correndo na cauda de um cometa.”

AIDS certamente não veio das mãos de Deus ou do espaço externo. Contudo, há ampla evidência para suspeitar da mão do homem no irromper da AIDS que primeiro começou no final da década de 1970 na cidade de New York.

Perdida na história da AIDS está a evidência apontando para o HIV como um vírus cuja origem remonta à experimentação animal de um câncer retrovirus nos anos “pré AIDS” de 1960 e 1970. A evidência ligando a introdução do HIV entre gays e negros via experimentos e programas de vacinas no final da década de 1970 tem sido totalmente ignorada a favor da teoria politicamente correta que afirma que a AIDS se originou em chimpanzés na floresta tropical africana e que o HIV “pulou espécie” na população africana por volta de 1930 ou mais cedo.

Convenientemente omitidos estão as séries de surtos tipo AIDS que irromperam nos centros de primatas dos EUA, começando em 1969. Uma década antes da AIDS, a primeira das cinco registradas epidemias de AIDS “simianas” irrompeu em uma colônia de macacos chineses hospedados em um laboratório particular em Davis, California. A maioria dos macacos morreu. Dois tipos de virus de imunodeficiência nos macacos foram eventualmente descobertos como causa. Uns poucos macacos silenciosamente infectados foram transferidos para a colonia de primatas em Yerkes em Atlanta e subsequentemente morreram de AIDS simiana no final da década de 1980. Os veterinários afirmam que a origem do surto de AIDS simiana é desconhecida. Contudo, uma possibilidade óbvia é a transferência experimental de vírus entre várias espécies de primatas, que é uma prática comum em laboratórios animais.

Em 1974 os veterinários criaram uma doença do tipo da AIDS onde chimpanzés recém nascidos eram retirados de suas mães e alimentados exclusivamente com leite infectado de vacas infectadas com “vírus bovino tipo C”. Dentro de um ano os chimpanzés morreram de leucemia e pneumonia por pneumocystis (a “pneumonia gay” da AIDS). Ambas doenças nunca tinham sido observadas em chimpanzés antes do experimento de transferência do vírus.

Também subestimada é a criação em laboratório da leucemia felina e “AIDS do gato” pela transferência de retrovirus de gato tipo HIV em meados da década de 1970. Estes experimentos foram realizados em Harvard por Myron (Max) Essex, que mais tarde veio a ser um famoso pesquisador da AIDS. Tudo isto é uma criação humana de AIDS em laboratório de animais que precederam diretamente a “misteriosa” introdução na década de 1970 do HIV nos homens gays, a mais odiada minoria na América.

Hoje em dia, cientistas caçam virus “ancestral” de HIV em chimpanzés na África selvagem e ignoram todas as viroses imunossupressoras que foram criadas em laboratórios de vírus pouco antes da AIDS. Nenhuma consideração é dada para qualquer um destes virus de laboratório como possíveis ancestrais feitos pelo homem de muitas “descendências” de HIV (e HIV-2) que pularam espécies para produzir AIDS em humanos.

Os cientistas também descartam qualquer conexão entre o surto oficial de AIDS em 1981 e o programa experimental de vacina contra hepatite B (1978-1981) no Centro Sanguíneo da cidade de New York em Manhattan que usou gays como cobaias pouco antes da epidemia. Curiosamente, a exata origem da AIDS nos EUA permanece não estudada. As autoridades de saúde simplesmente culpam os homens gays promíscuos, mas nunca explicam adequadamente como uma doença heterosessual da África negra pode ter se transformado exclusivamente em uma doença de jovens homens brancos gays em Manhattan.

Pesquisadores afirmam que o HIV se incubou na África por mais de meio século até que a AIDS irrompeu lá em 1982. Contudo, nos EUA não há período de incubação para os homens gays. Tão logo os homossexuais aderiram como cobaias para o programa experimental de vacina contra hepatite B, patrocinado pelo governo, eles começaram a morrer com um estranho vírus de origem desconhecida. Os experimentos da vacina da hepatite B começaram em Manhattan no outono de 1978; os primeiros poucos casos de AIDS (todos jovens gays de Manhattan) foram relatados ao CDC em 1979.

Cientistas também tem falhado em explicar como um novo tipo de herpes vírus foi também introduzido exclusivamente em gays, junto com o HIV, no final da década de 1970. Agora é acreditado que este novo herpes vírus cause sarcoma de Kaposi, o chamado “câncer gay” da AIDS. Antes da AIDS, o sarcoma de Kaposi nunca tinha sido visto em jovens homens sadios. Identificado uma década depois do HIV, em 1994, este KS virus é estreitamente relacionado a um herpes vírus que causa câncer em primatas, extensamente estudado e transferido em laboratórios animais uma década antes da AIDS.

Também subestimado para o público está um novo micróbio (Mycoplasma penetrans), também de origem desconhecida, que foi introduzido em homossexuais, junto com o HIV e o novo herpes virus. Então, não um, mas três novos agentes infecciosos foram inexplicavelmente transferidos para a população gay no início da epidemia. (HIV, herpes KS virus e M.penetrans).

Em seu livro, Virus [2000], Luc Montagnier (o virologista francês que co descobriu o vírus HIV) acusa promíscuos turistas gays americanos de trazer este novo micoplasma para a África, e por trazer de volta o HIV. Ele não fornece qualquer evidência para esta homofóbica teoria. Nem menciona os vários micoplasmas que estavam correndo os laboratórios científicos por volta da década de 1970, e o fato que estes micróbios eram frequentes contaminantes nas culturas de vírus e vacinas.

Porque todas estas introduções simultâneas nos homens gays são ignoradas pelos cientistas? Certamente uma explicação crível seria importante para determnar a origem do HIV e da AIDS. .

Porque os cientistas se opõem tanto a teoria de criação humana? E porque eles acreditam tão apaixonadamente na teoria do chimpanzé? Uma explicação pode ser que os cientistas não querem que o público saiba o que aconteceu a dezenas de milhares de primatas importados que foram mantidos cativos em laboratórios pelo mundo na década antes da AIDS.

Raramente mencionado pelos cientistas da AIDS e repórteres da media está o fato de que cirurgiões tem estado transplantando partes de chimpanzés [e vírus de chimpanzés] em pessoas por décadas. Quando Keith Reemtsma morreu em junho de 2000 com 74 anos, ele foi saudado como um pioneiro em transplantes de órgão de espécies cruzadas [agora conhecido como xeno transplante]. Por volta de 1964 ele já tinha colocado seis rins de chimpanzés em seis pacientes humanos. Todos os pacientes dele morreram, mas eventualmente Reemtsma teve sucesso em transplantes de órgãos de humanos para humanos.

Muito mais provável de disseminar vírus de primatas para seres humanos é o amplamente esquecido Programa Especial de Virus de Câncer (SVCP). Este programa de pesquisa foi responsável pelo desenvolvimento, produção, semeadura e emprego de vários vírus de câncer animal e virus imunossupressivos como AIDS e retrovirus. Estes laboratórios criaram vírus que eram capazes de induzir doença quando transferidos entre espécies animais e também quando transplantados em células humanas e tecido.

O SVCP começou em 1964 como um programa custeado pelo governo através do Instituto Nacional do Câncer (NCI) em Bethesda, Maryland. Originalmente destinado a estudar a leucemia, logo foi aumentado para estudar todas as formas de câncer. O escopo do programa era internacional e incluiu cientistas do Japão, Suécia, Itália, Holanda, Israel e África. A missão do SVCP era coletar vários cânceres animais e humanos pelo mundo e desenvolver grandes quantidades de vírus causadores de câncer. Como um resultado, milhões de litros de perigosos virus feitos pelo homem foram adaptados à celulas humanas e embarcados para o mundo para vários laboratórios. Os relatórios anuais do SVCP contêm provas de que espécies de vírus pulando de animal eram uma ocorrência comum nos laboratórios, uma década antes da AIDS.

O SVCP reuniu os maiores virologistas das nações, bioquímicos, imunologistas e epidemiologistas para determinar o papel dos virus e retrovirus na produção do câncer humano. Muitas dos mais prestigiadas instituições médicas estavam envolvidas neste programa. Ligadas ao SVCP estavam as mais famosas figuras dos cientistas americanos da AIDS, tal como Robert Gallo (o co-descobridor do HIV), Max Essex da “AIDS do gato” e Peter Duesberg, que afirma que o HIV não causa AIDS. Gallo e Essex foram também os primeiros a promover a amplamente aceita teoria do macaco verde africano para a AIDS. Esta teoria foi provada erronea já em 1988, mas foi pesadamente circulada entre os educadores da AIDS e a media até que a teoria foi ultrapassada pela teoria do chimpanzé no final da década de 1990.

Também uniram forças com o SVCP no NCI os pesquisadores militares de guera biológica. Em 18 de outubro de 1971, o Presidente Richard Nixon anunciou que os laboratórios de guerra biológica em Fort Detrick, Maryland, seriam convertidos em pesquisa do câncer. Como parte da chamada “guerra ao câncer” de Nixon, a unidade de guerra biológica dos militares foi rebatizada de Centro de Pesquisa do Câncer Frederick e a Litton Bionetics foi indicada como o primeiro contratado dos militares para este projeto.

Segundo o relatório anual de 1971 do SVPC, a tarefa primária da nova junção do Instituto Nacional do Câncer/Centro de Pesquisa do Câncer Frederick foi “a produção em grande escala de virus oncogênicos e vírus suspeitos de serem oncogênicos para preencher as necessidades da pesquisa em base contínua”. Atenção especial foi dada aos virus dos primatas [a alegada fonte africana do HIV] e “a propagação bem sucedida de quantidades significativas de vírus humanos candidatos.” Os virus candidatos eram animais ou humanos que pudessem causar cânceres humanos.

Para estes experimentos um imediato suprimento de animais de pesquisa (macacos, chimpanzés, camundongos e gatos) era necessário; e múltiplas colônias de cruzamentos foram estabelecidas para o SVCP. Primatas eram embarcardos da África Ocidental e Ásia para experimentação; e animais infectados por vírus eram embarcados para vários laboratórios no mundo.

Em 1971, um total de 2.274 primatas tinha sido inoculado em Bionetics Research Laboratories, sob contrato com Fort Detrick. Mais de 1.000 destes macacos já tinham morrido ou tinham sido transferidos para outros centros de primatas. (alguns animais foram eventualmente libertados de volta na selva). Pelo início da década de 1970, os experimentadores tinham transferido os virus causadores de câncer em várias espécies de macacos, e tinham também isolado um vírus de macaco (Herpesvirus saimiri) que teria um estreito relacionamento genético ao novo herpes vírus do sarcoma de Kaposi que produziu o “câncer gay” da AIDS em 1979.

Para induzir a aquisição de câncer em primatas e outros animais de pesquisa, o sistema imunológico deles era deliberadamente suprimido por drogas, radiação ou químicos causadores de câncer ou substâncias. A glândula timo ou o baço eram removidos e os virus eram injetdos em animais recém nascidos ou no útero de animais grávidas. Alguns animais receberam injeções de malária para mante-los cronicamente doentes e imunodeprimidos.

Os EUA são o maior consumidor mundial de primatas, e 55.000 são usados anualmente em pesquisa médica. Os primatas [especialmente chimpanzés recém nascidos e bebês) são os animais mais favorecidos porque eles são similares bioquimica e imunologicamente aos seres humanos. Os humanos partilham 98.4% de seu DNA com os chimpanzés. Os chimpanzés eram extensamente usados pelo SVCP porque lá não haveria uma testagem oficial de virus de laboratório candidato em humanos.

Na década antes da AIDS, Gallo era um agente de projeto de um estudo em primata contratado por Bionetics que bombeou tecido canceroso humano, bem como uma variedade de vírus de galinha e macaco, em macacos recém nascidos. Registrado em um relatório anual do SVCP (NIH-71-2025), as notas do projeto de Gallo afirmam: “Considerando que os testes para a atividade biológica dos vírus humanos candidatos não será testado na espécie humana, é imperativo que um outro sistema seja desenvolvido para estas determinações, e subsequentemente para a avaliação de vacinas ou outras medidas de controle. O estreito relacionamento filogenético dos primatas inferiors com o homem justifica a utilização destes animais para estes propósitos.”

Pesquisadores da Bionetics injetaram material de câncer humano e animal em várias espécies de macacos para determinar o efeito do câncer. Macacos recém nascidos e irradiados foram injetados com sangue [“usando múltiplos locais e volumes tão grandes quanto possível”] retirados de várias formas de leucemia humana. Em outros estudos, culturas de tecidos infectadas com vários virus animais eram inoculadas em primatas. Quantos “novos” e “emergentes” vírus foram criados e adaptados ao tecido humano e para vários primatas não é conhecido. Alguns primatas foram libertados de novo depois de infectados. A possível disseminação destes vírus de laboratório para outros animais no ambiente selvagem tem sido ignorada pelos cientistas que buscam a origem do HIV e seus parentes próximos nos seus parentes próximos africanos.

Por volta de 1977 o SVCP chegou a um fim inglório. Segundo Gallo, “Cientificamente, o problema era que ninguém podia fornecer evidência clara de qualquer tipo de vírus de tumor humano, nem mesmo um vírus de DNA, e a maioria dos pesquisadores se recusou a conceder que os vírus desempenhassem qualquer papel nos cânceres humanos. Politicamente, o Programa de Vírus do Câncer foi vulnerável porque ele atraiu uma grande quantidade de dinheiro e atenção e falhou em produzir resultados dramáticos e visíveis.”

A despeito disso tudo, o SVCP foi o local de nascimento da engenharia genética, biologia molecular e do projeto do genoma humano. Mais do que qualquer outro programa, ele construiu o campo da retrovitologia animal, que levou ao entendimento vital do câncer e do vírus imunossupressor em humanos. Enquanto estava se acabando o SVCP, milhares de homens gays estavam se apresentando como voluntários para o programa de vacina experimental contra a Hepatite B, patrocinado pelo governo em New York, Los Angeles e San Francisco. As mesmas cidades que logo se tornariam os três epicentros primários para a nova “sindrome da imunodeficiência relacionada aos gays”, mais tarde conhecida como AIDS.

Dois anos depois de acabar o SCVP, a introdução do HIV nos homens gays (juntamente com um herpes virus e um micoplasma) miraculosamente reviveu a pesquisa retroviral e fez de Gallo um cientista famoso no mundo inteiro. Podiam as vacinas da hepatite contaminadas com o vírus serem a raiz da AIDS?

Na década de 1970 a vacina contra a hepatite B foi desenvolvida em chimpanzés. Até este dia, algumas pessoas estão temerosas sobre tomar a vacina contra a hepatite B por causa de sua original conexão com os homens gays e a AIDS. Foi o HIV (e o KS herpes virus e um novo micoplasma) introduzido nos gays durante os testes da vacina quando milhares de homosexuais foram injetados em Manhattan começando em 1978, e nas cidades da costa oeste em 1980-1981?

Como mencionado, os primeiros casos de AIDS em gays irromperam em Manhattan uns poucos meses depois de haver começado o experimento das vacinas.

Nunca foi mencionado pelos proponentes da teoria do chimpanzé é o fato de que o Centro Sanguineo de New York estabeleceu um laboratório de vírus de chimpanzé na África Ocidental em 1974. Um dos propósitos do VILAB II, no Instituto Liberiano de Pesquisa Biomédica em Robertsfield, Liberia, era desenvolver a vacina da hepatite B em chimpanzés. Um poucos anos mais tarde esta vacina foi inoculada nos gays no Centro Sanguineo de New York.

Chimpanzés eram capturados de várias partes da África Ocidental e levados ao VILAB. Alfred Prince, Chefe da virologia do Centro Sanguíneo de New York, tem sido o diretor do Vilab pelos últimos 25 anos. O laboratóro se orgulha de libertar chimpanzés “reha bilitated” de volta às selvas.

Nos arredores de New York está a pouco conhecida colônia de primatas chamada LEMSIP (Laboratório para Medicina e Cirurgia Experimental em Primatas). Até ser desmantelada em 1997, LEMSIP forneceu para a área de New York cientistas com primatas e partes de primatas para transplante e pesquisa de virus.

Fundada em 1965, LEMSIP era afiliada do Centro Médico da Universidade de New York, onde o primeiro caso de sarcoma de Kaposi associado a AIDS foi diagnosticado em 1979. Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de New York também estavam pesadamente envolvidos no desenvolvimento da vacina experimental contra a hepatite B usada nos gays; e o Centro Médico recebeu fundos do governo e contratos conectados a pesquisa de guerra biológica começando em 1969, segundo Leonard Horowitz, autor de Vírus Emergentes: AIDS e Ebola [1996].

Em 1998 a media alertou ao público a posterior evidência que AIDS começou na África. A prova consistia de um espécimen de sangue armazenado em 1959 descoberto ser HIV-positivo. Pesquisadores afimaram que a pequena quantidade de soro continha fragmentos de HIV “estreitamente relacionados” a um virus encontrado em 3 chimpanzés da África selvagem e os restos congelados de uma chimpanzé chamada Marilyn, descoberta em um freezer em Fort Detrick.

O especimen de 1959 foi obtido de um homem Bantu vivendo em Kinshasa, no Congo. O nome dele e seu estado de saúde não foram registrados. Os detalhes da história e a testagem deste espécimen [mais tarde proclamado como “a mais velha amostra de sangue HIV positivo do mundo”] sõ registrados em “The River: A Journey to the Source of HIV and AIDS” [1999], pelo jornalista Edward Hooper que teoriza que o HIV foi introduzido nos africanos por meio da vacinação pólio no final da década de 1950. Hooper afirma que a vacina pólio foi preparada usando células de rins de chimpanzé contaminadas com um ancestral do virus do HIV.

Quando testado para HIV em meados de 1980, a amostra de sangue de 1959 foi o único espécimen fora das 700 amostras de sangue armazenadas no Congo que testou positivo para HIV. Originalmente coletada por Arno Motulsky sob um subsídio de Rockefeller, a amostra africana foi uma das muitas enviadas para a Universidade de Washington em Seattle e usada para testagem genética e incluida em um relatório, “Estudos Genéticos da População”, publicados em 1966. Por volta de 1970, as remanescentes 672 amostras de sangue congeladas foram enviadas na Universidade de Emory em Atlanta para posteriores estudos genéticos.

Em 1985 os espécimens novamente trocaram de mãos, desta vez para testagem para HIV por Andre Nahmias, um virologista e pesquisador animal associado com o Cento de Primatas Yerkes em Emory. Os espécimens do Congo foram testados juntanente com outros 500 espécimens de sangue tirados de negros vivendo na África sub sahariana entre os anos de 1959 e 1982. Inicialmente mais de 90% dos especimens tomados em 1959 testaram positivo para HIV pelo teste ELISA. Contudo, estes testes HIV positivos foram mais tarde determinados serem falso positivos. Depois de exames em Emory, os especimens foram embarcados para a Universidade Harvard em Cambridge, Massachusetts, para testagem de HIV no laboratório de Max Essex.

Três especimens inicialmente testaram HIV-positivo, mas finalmente somente o espécimen do homem Bantu não identificado foi confirmado HIV positivo. Por volta do tempo destes exames, o laboratório de Essex foi desconhecidamente contaminado com virus primatas.

Em 1986, Essex descobriu um novo vírus “humano” da AIDS que mais tarde provou ser um virus contaminante de macaco. A fonte do virus de primata foi traçada de volta a um macaco cativo em um centro primatas na vizinhanças de Southborough, Massachusetts. Esta contaminação primata no laboratório dele resultou na teoria erronea do macaco verde, pesadamente popularizada por Gallo e a media.

Também não publicado é o fato pouco conhecido que o laboratório de Gallo no Instituto Nacional do Câncer foi pragueado pela contaminação por virus de primatas. Em 1975 ele relatou um novo vírus humano, o “HL-23” que eventualmente provou ser três contaminantes vírus primatas [vírus do gibão, vírus do sarcoma simiano e vírus endógeno do babuíno]. Gallo afirma que ele não tem idéia de como estes vírus contaminaram a pesquisa dele.

Em 1996 Hooper convenceu Nahmias para enviar o remanescente do espécimen de 1959 a David Ho da Universidade Rockefeller em Manhattan para testagem pelo PCR. Em 1996 Ho foi indicado pela revista Time “Homem do Ano”, em um tempo em que poucas pessoas tinham ouvido falar dele. Ho é também o diretor do Centro de Pesquisa de AIDS Aaron Diamond, afiliado da Universidade Rockefeller desde 1996. O Diamond Center é também agora conectado ao Centro Sanguíneo de New York, casa dos experimentos da vacina gay que deu nascimento a AIDS.

Ho determinou que a pequena quantidade do espécimen remanescente não contém vírus vivo, nem o completo virion do virus presente. Ao invés, alguns fragmentos do vírus [aproximadamente 15% do genoma] foram testados e apresentados ao mundo científico como o espécimen mais velho de HIV no mundo. Os resultados da PCR de Ho não podem ser confirmados por investigadores independentes porque o espécimen de 1959 agora já foi totalmente usado.

Quando publicado na revista científica Nature em 5 de fevereiro de 1998 (“Uma sequência africana do HIV-1 de 1959 e as implicações para a origem da epidemia.”), o nome de Hooper apareceu no relatótio juntamente com Ho, Bette Korber, Nahmias e outros. O relatório foi pesadamente publicado como prova que o HIV existiu na população africana em 1959.

Embora não haja espécimens de tecido HIV-positivo da África das décadas de 1960 e 1970, e não haja casos provados de AIDS também, Hooper confia pesadamente no teste de 1959 para sustentar sua teoria que a AIDS entrou na população africana por meio da vacinação contra pólio no final da década de 1950.

No The River, Hooper rapidamente desmente as afirmações do médico Robert Strecker, o primeiro alertador da origem criada pelo homem da AIDS, bem como a pesquisa de Horowitz sobre Vírus Emergentes e em meus próprios livros, “AIDS & Os Doutores da Morte” e “Sangue Misterioso”.

Ao condenar a pesquisa de guerra biológica da AIDS, Hooper declara, “Tristemente, os apoiadores de Streckers tem continuado a caluniar suas versões mal informadas e desatualizadas do mito, culpando variadamente os soviéticos, a CIA, os alemães, a OMS bem dentro dos anos 90.” Ele desmente a conexão com a vacina da hepatite B com a AIDS por notar que apenas dois de 826 vacinas em homens gays tinham desenvolvido a AIDS em 1983. Hooper ignora o fato de que por volta de 1981 mais de 20% dos homens destes testes eram HIV positivos e que em 1982, mais de 30% dos homens eram HIV-positivo. Ele desmente a conexão com a vacina contra a varíola da OMS na África dizendo, “não há razão para o HIV ou SIV [vírus da imnodeficiência simiana] estivesse acidentalmente presente na vacina.” Hooper falha em considerar a possibilidade que as vacinas possam ter sido deliberadamente contaminadas com o HIV. Hooper tem sido um oficial da ONU, mas nenhum detalhe disto é incluído no livro dele.

A despeito de sua pesquisa maciça, Hooper parece ingênuo sobre a contínua transferência de vírus entre várias espécimens primatas em centros de primatas. Por exemplo, em 1995 ele entrevistou Preston Marx em LEMSIP. Naquele tempo Marx era um representante da organização de David Ho, o Centro de Pesquisa Aaron Diamond. Hooper escreve: “Fiquei chocado pelo modo a cavaleiro no qual tecidos e soro de uma espécie tem sido introduzidos em outras espécies, muito depois que os riscos da transferência cruzada de espécies tenha sido ressaltada pela queda da vacina pólio SV40, E fiquei atônito que sobreviventes das tropas que tem sido atacadas pela misteriosa doença podem ter sido casualmente vendidos a outros centros, para uso em experimentos lá. Sobretudo, esta aparente falta de monitoramento e controle central pareceu ser ecoada em outros campos, como xenotransplante (o transplante de órgãos ou células de uma espécie para outra) e aqui, com certeza, as implicações eram até mais assustadoras.”

Ao predar a teoria dele de sua vacina pólio de volta a década de 1950, Hooper grandemente simplificou a teoria dele da origem da AIDS. Ele ignorou todas estes vírus humanos que foram colocados no tecido humano nas décadas de 1960 e 1970, e todas estas perigosas criações virais que foram geneticamente alteradas para a pesquisa do câncer, pesquisa de vacina e secreta guerra biológica.

Em 1o.de fevereiro de 1999 Lawrence K Altman, a muito tempo médico escritor para o The New York Times, obedientemente relatou “o enigma da origem do virus da AIDS tem aparentemente sido resolvido.” Uma equipe de pesquisadores, chefiada por Beatrice Hahn da Universidade do Alabama, realizou estudos virais em três chimpanzés na selva africana e também estudou os restos congelados de um chimpanzé descoberto por acidente em um freezer em Fort Detrick. O chimpanzé tinha testado positivo para o HIV em 1985. Com base em toda esta pesquisa, Hahn declarou que uma sub espécie comum de chimpanzé (Pan troglodytes troglodytes) era a fonte animal do vírus “mais estreitamente” relacionado ao HIV.

Em um ataque surpresa da media, os cientistas do governo americano apresentaram um ancestral filogenético, “uma árore de família”, de virus de primatas (que poucas pessoas podiam entender) para provar que o HIV era descendente genético de um vírus de chimpanzé da selva africana. O Laboratório de Análise Molecular dos dados genéticos do vírus, realizado por Bette Korber e o supercomputador Nirvana no Laboratório Nacional de Los Alamos no Novo México, indicou que o HIV tinha saltado espécies de um chimpanzé para um humano na áfrica por volta do ano de 1930. (Los Alamos é o lar oficial da construção da bomba nuclear, alegados espiões chinenes e o laboratório que dirigiu experimentos secretos de radiação humana em civis involuntários desde a década de 1940 até o início da epidemia da AIDS.)

Beatrice Hahn teorizou que a epidemia começou quando um caçador se cortou enquanto cortava a carne do chimpanzé e subsequentemente se tornou infectado. Os cientistas aceitaram prontamente a noção de Hahn que o vírus da AIDS e seus parentes mais próximos pularam espécies para humanos em múltiplas ocasiões, assim explicando a origem dos três subtipos separados HIV-1 (M, N, e O), bem como do HIV-2.

Chimpanzés na África Ocidental são caçados como alimento, bem como para experimentação médica. Jovens chimpanzés são especialmente desejados para a pesquisa cientifica e são usualmente pegos ao se matar a tiros suas mães. Muitos morrem de stress e condições desumanas durante a captura e o transporte para laboratórios e zoológicos nas nações ocidentais.

Devido a toda esta matança, agora os chmpanzés são uma espécie ameaçada. Durante o século passado a população africana de chimpanzés tem caído de dois milhões a menos de 150.000. A despeito do assassinato em massa dos chipanzés, eles ainda são acusados de terem causado a epidemia de AIDS.

Beatrice Hahn não é estranha às teorias primatas, tendo trabalhado no laboratório de Gallo quando ele estava pesadamente promovendo a teoria do macaco verde em meados de 1980 e o “estreito relacionamento” do vírus de macaco com o HIV. Agora o vírus de Hahn foi afirmado ser um parente mais próximo do que o contaminante vírus de macaco do laboratório de Essex que formou a base para a teoria do macaco verde.

Os jornalistas da media não prestam atenção a estas discrepâncias. Os novos achados do chimpanzé de Hahn, juntamente com o velho espécimen de sangue de 1959, convenceram plenamente o estabelecimento da AIDS, e uma media veneradora, que de fato a África foi a fonte do HIV e da epidemia da AIDS.

Quando o livro de Hooper apareceu no outono de 1998, os cientistas moleculares rapidamente usaram os novos dados do vírus de chimpanzé para desacreditar completamente a teoria da vacina pólio de Hooper. A AIDS na África não podia ser causada por um vírus pulando espécie na década de 1950 se ele já havia pulado espécie na década de 1930. Os pesquisadores se recusaram a acreditar que os cientistas podem ter desempenhado um papel na origem do HIV e da AIDS.

Hooper contornou a teoria da guerra biológica ao colocar o HIV em 1950. Agora os cientistas contornaram Hooper ao datar o HIV em várias décadas mais cedo. O fato de que não tenha havido uma epidemia africana até o inicío da década de 1980 não parece pertinente. Para tornar oficial seu ponto de vista, um pequeno grupo de cientistas propôs um encontro “apenas com a apresentação de convite” para estabelecer a questão da origem de uma vez por todas. Em outubro de 2000, a Real Sociedade de Londres manteve uma conferência de dois dias sobre a origem do HIV. Obviamente, a teoria da guerra biológica da AIDS não foi discutida. Ao contrário, um professor declarou enfaticamente “todas as doenças humanas infecciosas tem uma origem animal”. Embora nunca tenha havido uma doença como a AIDS (até que os cientistas começassem a flagrantemente passar vírus ao redor das repetidas quebras de barreiras biológicas), o mesmo professor declarou que “a transferência natural destas infecções é um evento comum nas populações animais”. Usando fragmentos animais do espécimen de 1959 e comparando-os com os vírus selecionados contidos no banco de dados de Los Alamos, Betty Korber refinou os cáculos do computador dela para estabelecer uma data provável de 1940, “com níveis de confiança se extendendo de 1871 a 1955.” O Instituto Rega em Antuérpia estimou que a transferência pode ter ocorrido entre 1590 e 1760, com 1675 como a data mais provável.

Hooper falou mas suas opiniões foram grandemente ignoradas pels biologistas moleculares. Preston Marx advertiu contra mais doenças humanas causadas por vírus emergentes de primatas. Nenhum dos oradores mencionou o que aconteceu aos milhares de litros de vírus animais que correram mundo pelo Programa Especial do Virus do Câncer na década antes da AIDS.

Ao invés, os conferencistas de Londres alertaram o público para uma nova visão da ciência médica, liderada pelos virologistas. A “última palavra” na conferência foi que “todas as infecções virais humanas foram inicialmente zoonóticas [animais] em origem. Animais sempre fornecerão um reservatório para os vírus que podem ameaçar populações humanas no futuro”. E os cientistas previram: ” Há ainda uma miríade de virus atualmente desconhecidos nas populações animais em terra, mar e ar com o potencial de causar doença humana”. Aparentemente, nenhum destes vírus estavam em animais de laboratório.

Embora rejeitada completamente pela maioria dos cientistas, a teoria da criação pelo homem da AIDS é uma explicação racional para a origem do HIV. Esta teoria é parcialmente baseada na consciência de atividades poluidoras de genes e experimentos com virus que saltam espécies de cientistas irresponsáveis durante as duas décadas antes da epidemia.

Além diso, o registro mostra claramente que cientistas e cientistas de guerra biológica experimentaram secretamente em pessoas involuntárias. Os aspectos horríveis dos Experimentos em Humanos com Radiação durante a Guerra Fria atestam o fato da encoberta pesquisa de experimentação médica que não é uma fantasia de “X-Files” ou uma crença totalmente paranóide.

É fácil entender porque os pesquisadores possam querer obscurecer a origem criada pelo homem da AIDS e culpar os primatas. Agora é aparente que a maioria dos maiores pesquisadores promovendo a origem em primata africano estavam ligados com o grandemente secreto Programa Especial do Virus do Câncer, ou são cientistas envolvidos na transferência de vírus na pesquisa animal,particularmente na pesquisa com primatas. Desde o início da epidemia, os pesquisadores negaram qualquer conexão entre a AIDS e o câncer, bem como qualquer conexão entre HIV e pesquisa de retrovirus de câncer animal. Em 1984, Gallo originalmente chamou o HIV de um vírus causador de câncer “leucemia/linfoma”. Para obscurecer a conexão com o câncer, o nome foi imediatamente mudado para virus “linfotrófico”.

Minha própria pesquisa do sarcoma de Kaposi, primeiramente publicada em revistas médicas em 1981, mostrou “bactéria associada ao câncer” como o possível agente infeccioso nos “clássicos” tumores do sarcoma de Kaposi. Antes do HIV ser descoberto em 1984, trabalhos adicionais de 1982 e 1983 mostravam similares bactérias do câncer nos aumentados linfonodos e nos tumores do sarcoma de Kaposi de homens gays com o “câncer gay” e a AIDS. Desde a década de 1950, as bactérias associadas ao câncer tem sido suprimidas por décadas pelo estabelcimento do câncer, bem como os micoplasmas. Este aspecto da pesquisa do câncer tem sido suprimido por décadas pelo estabelecimento do câncer. Uma história desta pesquisa e de sua relevância para a AIDS é assunto dos meus livros ” AIDS: O Mistério e a Solução” [1984] e “O Micróbio do Câncer: o Assassino Oculto no Câncer”, “AIDS e Outras Doenças Imunes” [1990].

Gallo, em seu livro de 1991, afima falsamente que nenhum agente infecioso tem sido encontrado no sarcoma de Kaposi. A recusa dos cientistas da AIDS em reconhecer a pesquisa do micróbio do câncer, publicada em revisão de seus pares em revistas científicas, é uma indicação posterior que o estabelecimento da AIDS busca controlar todos os aspectos da pesquisa do HIV de tal maneira que nunca seja ligada a origem da AIDS à prévia pesquisa do câncer e encoberta pesquisa de guerra biológica. O acobertamento esconde a possibilidade de que a AIDS, na realidade, seja uma nova forma criada pelo homem de um câncer contagioso e infeccioso.

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Published in: on abril 5, 2008 at 6:10 pm  Comments (2)  
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2 ComentáriosDeixe um comentário

  1. […] AIDS A Ciência Criou Uma Máquina Genocida? História Suprimida e Pesquisa Censurada devido a Maciça Cobertura do Governo dos EUA Porque a AIDS foi originalmente conhecida como “Praga Gay” na América? A AIDS é meramente um estranho acidente da natureza causada por um vírus do macaco verde africano? and myspace hair stylehttps://conspireassim.wordpress.com/2008/04/05/aids/ […]

  2. gostei muito do artigo foi no mínimo muito esclarecedor, espero ler mais sobre a origem do virus HIV, pois venho pesquisando muito na internet e as informações são muito vagas alem de que pelo que eu pude notar muitas das pesquisas são confusas.
    obrigado pelos esclarecimentos


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