Aquecimento Global

A Falta de Lógica do Aquecimento Global

de: William Hunt
22 de janeiro de 2007
http://www.newswithviews.com/NWVexclusive/exclusive113.htm

Aquecimento Global; A Ciência Vencida Pela Política e Pelo Ativismo

O termo “ciência lixo” tem se tornado popular desde a volta do milênio. Muito do que é publicado na media e até mesmo na corrente principal dos cientistas pode ser visto como “ciência lixo”. Mas, o que é “ciência lixo”? Como um cientista e engenheiro, minha definição de ciência lixo é esta: publicar ou expor teorias científicas ou fatos de ciência que direta ou indiretamente contradizem outros fatos científicos estabelecidos ou princípios. O aquecimento global, as técnicas de datação geológica, e o uniformitarismo todo pode ser considerado “ciência lixo” na medida em que a evidência física argumenta contra eles.

É sempre interessante observar os cientistas saindo pela tangente. Um dos grandes problemas da ciência moderna é que pesquisadores de disciplinas diferentes raramente falam uns com os outros. Quando um trabalho é publicado em um campo no qual o cientista não é um expert, não pode saber quando os resultados estão parcializados ou falsos e geralmente assume que o autor do trabalho estava correto em suas assunções e métodos. A ciência é ampla demais para um só corpo de conhecimento e para alguém ser um expert em mais do que uns poucos campos. Os dias onde um professor de universidade como Newton podia ser expert em todas as ciências do tempo dele já se passaram a muito tempo.

O aquecimento global é um excelente exemplo disto. Cientistas e ativistas tem igualmente pulado neste vagão. Isto está se tornano uma moda, uma tendência, uma onda de entusiasmo e os cientistas estão acompanhando a moda para obter custeios de pesquisa e a luz da media. Os vários grupos ativistas estão continuando com isto porque isto sustenta a agenda socialista deles de dizimar a indústria e a liberdade pessoal. O aquecimento global tem até mesmo atingido a grande tela com um documentário – “A Verdade Inconveniente” – da campanha de Al Gore para fazer do assunto do aquecimento global um problema mundialmente reconhecido.

Então, o que é aquecimento global? É a crença de que o homem tem feito com que as temperaturas médias atmosféricas aumentem pela adição de dióxido de carbono na atmosfera derivadas da queima de combustíveis fósseis baseados em carbono como o petróleo, carvão, madeira. Soa horrivel, não é? Os fatos, tais como podemos observar e calcula-los, não apoiam a idéia de aquecimento global provocado pelo homem. Os processos naturais eclipsam qualquer coisa que o homem possa realizar – uma tempestade menor gasta mais energia do que uma grande liberação de energia explosiva nuclear e a menor categoria de furacão dispende mais energia do que todas as armas nucleares, mesmo produzidas em um curto espaço de tempo. A erupção de 1991 do Monte Pinatubo sozinha pôs mais poluição na atmosfera do que a inteira história do homem. A maioria dos geologistas e de fato, a maioria dos cientistas nos EUA não aceitam a idéia que o aquecimento gobal seja resultante das atividades humans e que esta seja uma teoria viável – porque a maioria tem uma apreciação do tipo de poder inerente nos sistemas naturais.

Opostamente, a maioria dos biologistas aceitam a idéia do aquecimento global causado pelo homem e citam cientistas de outros campos, sem entender estes outros campos suficientemente para fazer um julgamento lógico como se os outros estudos fossem razoáveis em seus métodos e afirmações. Eles simplesmente tomam isto com a fé em que os cientistas que propõem o aquecimento global estão corretos em seus métodos e assunções. Os geologistas apontam um período de clima muito mais quente antes da Pequena Idade do Gelo de 1350 a 1850 de nossa era, no qual era possível plantar na maior parte da Escandinávia, Canadá e até mesmo na Groenlândia. É frio demais para plantar na Groenlândia, no norte do Canadá e em tudo, menos a ponta sul da Escandinávia, agora. Historiadores falam de tempos do passado distante quando a Terra era muito mais quente do que agora, tal como antes do século V de nossa era ou do século XI A.C, quando o norte da Europa era similar ao Mediterrâneo no clima geral. Imagine um clima de mangas curtas de camisa no Báltico no inverno.

Os ativistas e cientistas que propõem o aquecimento global apontam para o aumentado nível de dióxido de carbono na atmosfera com o passar do tempo. Infelizmente, não há registros a longo prazo que monitorem isto disponíveis, exceto em uma estação nas ilhas havaianas. Embora estes que tentam provar o aquecimento global apontem para a estação como prova do aumento do dióxido de carbono, um erro crucial foi cometido na locação. Na década de 1950, o Instituto Scripps pensou ser uma boa idéia ter um monitor de dióxido de carbono em um lugar longe da terra e da possível interferência da indústria, tal como a “Grande Ilha” do Havaí. Uma idéia razoável, mas a escolha da locação fo muito pobre. O que o Instituto Scripps não levou em conta foram os vulcões que produzem quantidades enormes de vapor, dióxido de carbono, dióxido de enxofre e outros gases. Some-se a isto que as erupções vulcânicas na Grande Ilha tem aumentado nos recentes anos ao ponto de estarem causando poluição aérea em Oahu, mais ou menos a 200 milhas de distância

A colocação da estação próxima às maiores fontes de dióxido de carbono como esta e então afirmar que o mundo inteiro tem aumentado os níveis de dióxido de carbono é similar, em princípio, a colocar um sensor próximo a chaminé de um moinho de aço e então dizer que os EUA inteiros estão cheios de fuligem. Isto é desonesto e enganoso. Divago, mas o DEQ do Oregon fez a mesma coisa na década de 1980 para provar que o Rogue Valley (sul do Oregon) tinha altos níveis de monóxido de carbono. Eles colocaram um sensor de monóxido de carbono no meio de um quarteirão da cidade onde estava uma velha fábrica cujos boilers ineficientes estavam produzindo grandes quantidades de monóxido de carbono. Quando a fábrica fechou, os níveis de monóxido de carbono cairam pela metade e o DEQ afirmou que os níveis tinham caído no inteiro Rogue Valley, quando a maior parte do que o sensor havia medido era o gás dos boilers da fábrica. Uma medida verdadeira dos níveis de monóxido de carbono teria sido ter sensores por todo Rogue Valley. Com o dióxido de carbono é a mesma coisa. Para obter uma medida verdadeira dos níveis mundiais de dióxido de carbono, alguémm precisa de sensores em muitos lugares e durante um longo período de tempo. Nós simplesmente não temos dados que indiquem qwue o dióxido de carbono tenha diminuido ou aumentado durante o tempo.

Quando a Ciência Contradiz a Ciência

Quando os fatos estabelecidos e princípios científicos argumentam contra a teoria, então esta teoria não deve ser verdadeira ou ao menos parcialmente não verdadeira. Uma rocha não pode cair e voar ao mesmo tempo. Parte do método científico é testar as hipóteses várias vezes e então revisar a teoria completa com base no que os testes indicam. Não tem sido assim com o aquecimento global. Por exemplo, a afirmação que tem sido feita de que os núcleos de gelo da Groenlândia e outras áreas de “permanentes” capas de gelo indicam aumento do dióxido de carbono. Alguém deve considerar a natureza dos glaciares e do dióxido de carbono antes de fazer esta afirmação. Os glaciares fluem por causa que o gelo amolece e flui a aproximadamente 150 pés da superfície. O dióxido de carbono é inerte e já que ele é menos denso do que o gelo, o dióxido de carbono no gelo perto da parte inferior está indo ser comprimido para cima, isto é, as camadas superiores de gelo terão mais dióxido de carbono do que as camads inferiores de gelo, porque ele se move para cima com o correr do tempo. Alguém pode ver o mesmo efeito no fluxo do basalto no Oregon, tal como aquele das Cascades ou Table Rocks. Quando a lava flui através da superfície, as bolhas de gás se movem para cima na medida em que o basalto flui e esfria. A luz do movimento do dióxido de carbono no gelo dos glaciares, não é razoável afirmar que os níveis de dióxido de carbono estão maiores no material mais novo perto do topo do gelo como resultado de aumento dos níveis de carbono na atmosfera.Além disso, desde que as capas de gelo da Groenlândia onde eles estão perfurando núcleos não existiam antes da Pequena Idade do Gelo, como eles podem acreditar que estão tomando medidas de milhares de anos? O gelo mais velho pode ter não mais que aproximadamente 600 anos de idade!

Infelizmente, a maioria dos ativistas e muitos cientistas simplesmente descartarão informação como esta que diretamente contradiga a idéia deles. De fato, eles estão dizendo, “Isto pode ser verdade, mas ao contradizer os fatos, eles é que devem estar errados”. Então, temos um aquecimento global, datação geológica, evolução e teoria das corda e vários outros dogmas cientificos que de certa forma devem ser verdadeiros, mas não se encaixam na evidência ou leis físicas como observado. Não tenho este tipo de fé. Não posso acreditar na “ciência” que é contradita por outra ciência. Alguma coisa ou se encaixa consistentemente na evidência ou não o faz. Simplesmente querer que algo seja verdade não faz disso uma verdade, não obstante a cultura pós moderna de hoje. Se eu firo minha mão com um martelo enquando bato um prego, isto vai ferir e é um fato que minha mão foi ferida. Me convencer que não me feri pode me fazer sentir melhor, mas não muda a realidade objetiva que minha mão foi ferida e que o machucado está se formando.

Então, o que os dados de temperatura indicam? Os dados de temperatura indicam resfriamento, tais como os invernos de 2003-2004 e 2004-2005, nos quais o leste das Rochosas americanas tiveram um clima frio não sazonal por vários meses, que são completamente ignorados para compor o caso de que a Terra está se aquecendo. Alguém ouve a grito da media de anos mais quentes na história, mas isto é acurado? A temperaturas nas áreas rurais dos EUA tem caído ligeiramente nas últimas poucas décadas. Mais de cem anos de registros de temperatura nos EUA confirmam isto. As temperaturas urbanas tem aumentado, mas isto é um fenômeno local somente para áreas urbanas – trazido pelo concreto e o asfalto que absorvem mais calor do que a anterior cobertura do solo. Por exemplo, Bend, Oregon agora em média é mais quente do que Redmond, Oregon e dez anos atrás, mas este não é o caso. A população dobrou em Bend durante este período e com o aumento da populaçao hove um dramático aumento na quantidade de asfalto e concreto substituindo a nativa cobertura do solo. A maior área que circunda Bend, contudo, ainda é mais fria que Redmond. Do mesmo modo, as temperaturas urbanas não são indicadores das temperaturas mundiais em geral.

Um estudo de 2002 do NOAA afirmou que “a certeza” do aquecimento global ao comparar as temperaturas da água do mar de 50 anos atrás com a presente, mostraram um “aumento” de 0.5 grau. Isto não é uma crucial análise de informação que eles tenham que trabalhar com ela. Os movimentos das águas dos oceanos são muito complexos. As atuais locações e temperaturas variam de ano para ano. A medidas de temperatura são muito mais consistentes no método, mais acuradas e muito mais disseminadas do que 50 anos atrás. O atual sistema de fixar e mover bóias em múltiplas locações ao redor do mundo fornecem constantes dados da temperatura que não existiam 50 anos atrás e os instrumentos agora são muito mais precisos. Uma metade de grau cai dentro do erro dos instrumentos disponíveis a 50 anos atrás e portanto não pode ser usado para provar a tendência de aquecimento.

Astrofísicos afirmam que Marte e outros planetas tem se aquecido consideravelmente na década passada. Todos os planetas partilham a mesma fonte de calor e o sol não é constante em seu output, variando de ano para ano. Por exemplo, os estudos de carbono 14 dos anéis da árvore Pinus aristata na Califórnia e em Nevada indicam que há uma considerável variedade na irradiação solar. Venus costumava ser usada como exemplo do “efeito greenhouse” até que outros cientistas ressaltaram que Venus recebe duas vezes mais energia do sol do que a Terra, tem pouca água, nenhuma vida, não tem placas tectônicas e sua atmosfera é muito diferente.

Cada modelo climático da década de 1980 que indicou aquecimento foi provado estar errado em suas previsões. A maioria dos modelos indicava um aumento de temperatura de 3 a 6 graus nas latitudes superiores.Isto não tem acontecido. O problema com os modelos de computador é que somente uma pequenina percentagem de literalmente milhões de variáveis pode ser escrita no programa. Atualmente é impossível para nós modelar acuradamente o clima da Terra e ainda não temos ciência de todas as variáveis. Por exemplo, somente recentemente tem sido descoberto que o vento solar, manchas solares e ejeções de massa coronal do sol afetam os padrões climáticos.

Se o aquecimeno global fosse ocorrer, haveria vários indicadores. O primeiro seria o aumento da temperatura da água do mar. Isto não aconteceu que nós saibamos. O segundo seria o aumento dramático de precipitação em essencialmente todas as partes do mundo, não apenas em algumas poucas. Com as temperaturas mais quents da água do mar, haveria uma grande evaporação e portanto mais chuva e neve, em todas as partes.Os desertos se tornariam estepes. As estepes se tornariam florestas. As florestas boreais se tornariam florestas tropicais. Isto não aconteceu em séculos desde que começou a revolução industrial.

De fato, “tem havido um ligeiro resfriamento,” segundo uma Rádio Publica Nacional dos EUA (NPR) que entrevistou Josh Willis do Laboratorio de Propulsão a Jato da NASA, um cientista que mantém uma estrita observação sobre os achados de Argo.

Dr. Willis insistiu que a queda da temperatura “não foi algo realmente significativo”. E acredito que ele está certo. Mas alguém pode imaginar a NASA ou a NOAA ou o Pinel Intergovernamental sobre Mudança Climática — os experts em clima da ONU — descatando até mesmo um aquecimento “muito ligeiro”?

Uma ligeira queda na temperatura dos oceanos durante um período de 5 ou 6 décadas provavelmente seja insignificante, justamente como um ligeiro aumento o seria. Ainda que tenha sido um aumento de qualquer tipo, o resto disto certamente seria transmitido tão longe e amplo como nenhum outro log sobre o fogo do aquecimento global.

Apenas observe o quanto tenazmente alguns cientistas estão preparados para aderirem ao dogma da mudança climática. “Isto pode ser que estejamos em um período de aquecimento menos rápido” Dr. Willis disse a NPR.

Sim, você sabe, como quando você põe seu carro em marcha ré, você o está colocando em um período de movimento menos rápido. Ou quando ganho alguns quilos, estou em um período de menos rápida perda de peso.

O grande problema com os achados da Argo é que todos os maiores modelos climáticos de computador postulam que tanto quanto 80 a 90% do aquecimento global resultarão do aquecimento dos oceanos, que rapidamente então liberarão seu calor na atmosfera.

Mas se os oceanos não estão se aquecendo, então (por favor, susssure) talvez os modelos estejam errados.

Os modelos do supercomputador também não podem explicar a interação das nuvens e do clima. Eles não tem idéia se as nuvens aquecem o mundo mais por garrotear o calor ou que esfrie isto ao refletir o calor de volta para o espaço.

Os modeladores também estão perplexos pelos achados dos 8 satélites climáticos da NASA que tomam mais de 300.000 leituras de temperatura diariamente por toda a superfície da Terra, versus aproximadamente 7.000 leituras aleatórias de estações na Terra.

Em quase 30 anos de operação, os satélites tem descoberto uma tendência de aquecimento de apenas 0.14 C por década, menos do que os modelos e bem dentro da variação natural da temperatura.

Não estou dizendo com certeza que os modelos estejam errados e que Argos e os satélites estejam certos, somente que um debate é crucial sobre o clima, e seria bom ouvir algumas alternativas para a teoria alarmista.

A Medíocre Ciência do Aquecimento Global

Postado em 20 de março de 2008
por Roy W. Spencer
http://www.energytribune.com/articles.cfm?aid=828

Conquanto um político possa ser faltoso em promover uma agenda particular que sirva a seus próprios propósitos, quem pode acusar o cientista imparcial que nos adverte de um iminente Armagedon por aquecimento global? Afinal, a prática da ciência é uma busca sem parcialidade pela verdade, certo? Os cientistas tem falado sobre aquecimento global. Não há mais debate. Mas deixe-me fazer a parte do advogado do diabo. Apenas quão bem a ciência baseia a teoria de aquecimento global feito pelo homem? Minha resposta pode surpreender você: tem 10 milhas de largura mas apenas 2 polegadas de profundidade.

Ao contrário do que você tem sido levado a acreditar, não existe evidência sólida publicada que tenha rejeitado uma causa natural para a maioria de nosso recente aquecimento, nem um só trabalho revisto por seus pares. A razão: nossas mensurações de clima global em escalas de tempo de décadas são insuficientes para rejeitar tal possibilidade. Por exemplo, os últimos trinta anos de maior aquecimento pode ter sido causado por uma mudança muito ligeira na nebulosidade. O que pode ter causado tal mudança? Bem, uma possibilidade é a mudança repentina dos eventos mais frequentes do El Niño (e ainda menos dos eventos de La Niña ) desde a década de 1970. A mudança também coincidiu com a mudança em um outro index climático, o Pacific Decadal Oscillation.

O associado aquecimento do Alasca foi súbito, e ao mesmo tempo aconteceu começar com o monitoramento por satélite do gelo do mar Artico. Coincidências acontecem, você sabe, e é porque temos até uma palavra para elas.

Fizemos um grande negócio da abertura “sem precendentes” da Passagem Noroeste no gelo do mar do Ocano Ártico em 2007 que gradualmente retrocedeu, ainda que o mesmo calor de 1930 no Ártico também tenha levado ao mesmo efeito de abertura da passagem em 1940. De fato, não tinhamos satélites para medir o gelo ártico então.

Assim, já que não podemos explorar a posibilidade de uma fonte natural para algum de nosso aquecimento, por falta de dados, os cientistas, ao invés, exploram o que temos medido: as emissões de gás greenhouse feitas pelo homem. E depois de fazer algumas importantes assunções sobre como as nuvens e o vapor de água [os principais componentes do greeenhouse da atmosfera] respondem pelo dióxido de carbono extra, os cientistas podem explicar tudo do recente aquecimento.

Não importa que haja alguma evidência indicando que era apenas tão quente durante o Período do Aquecimento Medieval. Conquanto as mudanças climáticas costumassem ser naturais, aparentemente agora é apenas feita pelo homem. Mas uns poucos de nós lá na comunidade de pesquisa climática estamos agitando nossas gaiolas. Em agosto de 2007, as Cartas de Pesquisa Geofísica de 2007, meus colegas e eu publicamos algumas evidências de satélite para um mecanismo de natural resfriamento nos trópicos que era pensado não existir. Chamado de efeito “Iris Infravermelho”, ele foi originalmente hipotetizado pelo Prof. Richard Lindzen do Instituto de Tecnologia de Massachusetts [MIT].

Ao analisar seis anos de dados de uma variedade de satélites e sensores de satélites, descobrimos que quando a atmosfera tropical se aquece devido a uma atividade de chuva aumentada, os sistemas de chuva lá produzem menos nuvens em cirrus, permitindo que mais energia infravermelha escape para o espaço. A combinação da aumentada reflexão solar e o resfriamento infravermelho pelos sistemas de chuva era tão forte que, se tal mecanismo estivesse atuando sobre uma têndencia ao aquecimento pelo aumento do dióxido de carbono, este reduziria o aquecimento global causado pelo homem pelo fim deste século de uma pequena fração a um grau. Nossos resultados sugerem uma “baixa sensibiidade” para o sistema climático.

O que, você pode imaginar, tem sido a resposta da media e da comunidade da ciência ao nosso trabalho? Um silêncio absoluto. Sem dúvida uns poucos cientistas estão cientes disto e consideram interessante, mas não relevante para o aquecimento global. Você vê, somente a evidência que sustente a teoria do aquecimento global criado pelo homem é relevante nestes dias.

O comportamento que observamos no real sistema climático é exatamente oposto a como os modelos climáticos computatorizados que prevêem um substancial aquecimento global tem sido programados para se comportarem. Nós ainda estamos esperando para ver se qualquer um desses modelos são ajustados para se comportarem como o real sistema climático a este respeito.

E a nossa evidência contra um sistema climático “sensível” não termina aqui. Em um outro estudo, condicionalmente concebido para publicação no Journal of Climate, mostramos que a evidência anteriormente publicada para um sistema climático sensível é parcialmente devida a uma má interpretação de nossas observações da variabilidade climática. Por exemplo, quando uma cobertura de nuvem baixa é observada diminuir com o aquecimento, isto tem sido interpretado como as nuvens respondendo ao aquecimento de uma maneira tal que então amplifica o aquecimento. Isto é chamado de “feedback positivo” o que se traduz em alta sensibilidade climática.

Mas que tal se a diminuição nas nuvens baixas fosse a causa, muito mais do que o efeito, do aquecimento? Conquanto isto possa soar simples demais, um engano é feito, e é surpreendentemente difícil separar causa e efeito no sistema climático. E isto desarranja qualquer processo de não feedback que faz com que a temperatura mude e sempre parecerá como um feedback positivo. Algo tão simples como as variações diárias de nuvens aleatórias podem causar a variabilidade a longo prazo das temperaturas que parece um feedback positivo, até mesmo se na realidade exista um feedback negativo em operação.

O fato é que dinheiro demais e esforço tem ido na teoria que a humanidade é 100% culpada pela alteração climática e que agora parece tarde demais para voltar atrás. Carreiras inteiras [inclusive a minha própria] dependem da ameaça do aquecimento global. Os políticos tem pulado a bordo do Expresso do Aquecimento Global e este trem não tem freios.

Conquanto isto exija apenas um trabalho científico para desaprovar a teoria, temo que nenhuma quantidade de evidência seja capaz de conter o que alguém considera seja a verdade. Se amanhã a teoria do aquecimento global causado pelo homem for provado ser um falso alarme, alguém poderia razoavelmente esperar um coletivo suspiro de alívio de todo mundo. Mas ao invés disso, haveriam gritos de angústia dos vestidos interesses.

Sobre a única coisa que poderia causar o fim da histeria do aquecimento global seria um prolongado período de esfriamento, ou ao menos, muito pouco aquecimento. Temos agora ao menos seis anos sem aquecimento, e ninguém realmente sabe o que o futuro trará. E se o aquecimento de fato terminar, predigo que não haverá anúncio da comunidade científica que eles estavam errados. Eles simplesmente se silenciarão. A matéria morrerá vagarosamente na medida em que o Congresso reduza os fundos para a pesquisa de alterações climáticas.

Oh, haverá alguns teimosos que continuarão a afirmar que o aquecimento voltará a qualquer tempo. Algumas pessoas sempre verão nosso mundo como frágil, um sistema precariamente equilibrado, muito mais que um sistema dinâmico e elástico. Em uma tal visão de mundo, qualquer distúrbio causado pelo homem é por definição ruim. As florestas podem mudar nosso clima, mas as pessoas não tem permissão para faze-lo.

É infeliz que a próxima geração de pesquisadores e professores esteja sendo ensinada a confiar nas emoções acima da evidência empírica. Os ursos polares são muito mais excitantes do que a cuidadosa análise dos dados. Fins políticos e sociais crescentemente vencem tods as outras considerações. A Ciência que não é politicamente correta está se tornando crescentemente difícil de publicar. Até mesmo os relatórios de ciência tem se tornado mais sensacionalistas nos anos recentes.

Não estou afirmando que todo nosso recente aquecimento seja natural. Mas a extrema relutância para a maioria dos cientistas até mesmo contemplarem a possibilidade de que parte disso possa ser natural me sugere que a pesquisa climática se tornou corrupta. Temo que a prática medíocre da ciência das alterações climáticas danificará a nossa disciplina por um longo tempo a vir.

Roy W. Spencer é um principal pesquisador cientista da Universidade do Alabama em Huntsville. Seu livro, “Confusão Climática: Como o Aquecimento Global Leva a uma Má Ciência, Estimulando Políticos e Desencaminhando Políticas que Ferem o Pobre”, será publicado este mês.

A Bolha do Aquecimento Global

de Steven Milloy
20 de março de 2008
http://junkscience.com/ByTheJunkman/20080320.html

Você não tem que ser um cientista de foguete na década de 1990 para entender que que o investimento especulativo nas “.com” sem rendimentos pode ser desastroso. O mesmo se aplica aos emprestadores que dão hipotecas para pessoas sem emprego, sem renda e sem bens. Então depois de ter sobrevivido a bolha da tecnologia e enquanto tentava extrincar a economia da bolha das habitações, porque estamos inclinados a mergulharmos de cabeça na bolha do aquecimento global?

Exatamente esta semana, a Agência de Proteção Ambiental [EPA] divulgou sua análise econômica da lei do aquecimento global de ELieberman-Warner que agora está sendo considerada pelo Senado. Os projetos da EPA que, se a lei for aprovada, o tamanho da nossa economia como medido por seu produto doméstico bruto (GDP) encolheria tanto quanto US$2.9 trilhões pelo ano de 2050. Isto é 6.9 % a menor economia que teremos, ou no caso de que nenhuma ação seja tomada para reduzir as emissões dos gases greenhouse.

Para uma idéia do que isto possa significar, considere nossa atual crise econômica. Durante os últimos quatro meses de 2007, o GDP realmente aumentou 0.6%, ainda que a trepidação ainda se dissemine entre negócios, consumidores e os mercados financeiros. Embora a EPA diga que a lei Lieberman-Warner enviaria a nossa economia na direção oposta por mais do que um fator de 10, poucos no Congresso parecem preocupados. Para mais persectiva, considere que durante 1929 e 1930, os dois primeiros anos da Grande Depressão, o GDP declinou 8.6% e 6.4% respectivamente.

E o que obteriamos de tal maciça ferida auto inflingida? Isto deve ser algo climaticamente espetacular, certo? Você será o juiz.

A EPA diz que pelo ano de 2095 — 45 anos depois do GDP ter sido retalhado em 6.9% — os níveis de dióxido de carbono atmosférico seriam 25 partes por milhão (ppm) mais baixo que se nenhum regulamento do gás greenhouse fosse implementado.

Mantendo em mente que o atual nível atmosférico de CO2 é de 380 ppm e que o projetado nível para 2095 de CO2 é por volta de 500 ppm, segundo a EPA, quais são as potenciais implicações globais na temperatura de tal ligeira mudança na concentração atmosférica de CO2? Não muitas, já que a temperatura média global somente seria reduzida em um máximo de 0.10 a 0.20 graus Celsius, segundo a pesquisa existente.

Sacrificar muitos trilhões de dólares do GDP para uma trivial, 45 anos retardada e meramente hipótetica redução na temperatura média global como exponencial mais asininas que as bombas de ponto na passada década de 1990 e um subprimário empréstimo NINJA que nós agora vemos com desdém.

Então quem em sua mente correta lutaria por isto?

Encontrei muitos deles acima do pessoal na semana passada em uma maior conferência do Wall Street Journal para a qual fui um orador convidado.

Meus colegas palestrantes incluiam muitos CEOs (da General Electric, Wal-Mart, Duke Energy e Dow Chemical, para nomear apenas uns poucos), o Governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger e os líderes de vários grupos ativistas ambientalistas.

A audiência — uma multidão de centenas que esgotaram as vagas para serem admitidos e pagaram uma taxa de US$3.500 — consistia em representantes de uma miríade de negócios que buscam fazer uma matança financeira por alarmismo climático. Haviam representantes de indústrias solares, eólicas e de biocombustível que lucram dos mandatos e subsidios dos contribuintes, representantes de companhias de serviços financeiros que querem comerciar permissões para emissão de CO2, e relações públicas e consultores estratégicos de todos os acima.

Nós, libertários, chamariamos um tal evento de um baile de buscadores de aluguéis – a vasta maioria da audiência estava lá para o complô de como eles fechariam os lucros dos mandatos do governo sobre os contribuintes e consumidores.

Era uma surpreendente coleção de pseudo empreendedores que estavam absolutamente impenetráveis para os fatos científicos e econômicos que deviam deflagrar a bolha do aquecimento global.

No interlúdio entre as apresentações pelos CEOs da Dow Chemical e da Duke Energy, por exemplo, foi mostrado a audiência um slide do divergente relacionamento entre os níveis atmosféricos de CO2 e a temperatura média global desde 1998. O slide teria feito os queixos cairem e os membros da audiência ponderarem porque alguém está considerando regular as emissões de CO2 na esperança de domar o clima global.

Ao invés, foi como se a audiência tivesse uma cegueira coletiva e perdesse inteiramente o slide. Quando tentei chamar atenção para o slide durante a minha apresentação, foi como se eu estivesse falando um dialeto estrangeiro.

A única conclusão que pude chegar foi que a audiência está tão impregnada em antecipação do lucro climático que não há fato que faça com que eles reconsiderem se o aquecimento global provocado pelo homem é ou não uma realidade.

A frieza de sua cobiça cega estava também na apresentação da conferência.

Em um voto instantâneo, o Wall Street Journal pediu a audiência que selecionasse o mais premente problema societário de uma lista de cinco que incluia doença infecciosa (malaria, AIDs, etc.), terrorismo e aquecimento global.

O aquecimento global foi a resposta mais popular, recebendo 31% dos votos, enquanto as doenças infecciosas ficaram em último lugar com apenas 3%. Este é um resultado surpreeendente, dado que bilhões estão doentes, e milhões morrem a cada ano de doenças infecciosas. As consequências do aquecimento global, por outro lado, são meramente especulativas.

Finalmente, fiquei atonito pela fala dupla praticada pelos aquecedores globais.

Virtualmente cada orador da conferência professou que eles eram ou a favor dos mercados livres ou que eles apoiavam a solução dos mercados livres para o aquecimento global. Mas invariavelmente em suas respirações seguintes, eles pediriam a regulação pelo governo da emissão dos gases greenhouse e subsídios para energia alternativa.

É difícil conceber qualquer bem advindo de uma política pública na qual os fatos não tenham um papel substancial em seu desenvolvimento e as palavras não tenham significado em seu debate público.

O Mistério do Calor Perdido no Aquecimento Global

de Richard Harris
http://www.npr.org/templates/story/story.p…toryId=88520025

Edição da manhã, 19 de março de 2008· Alguns 3.000 robots científicos que estão trilhando o oceano tem enviado para casa uma enigmática mensagem. Estes instrumentos de mergulho sugerem que os oceanos não tem se aquecido por todos os quatro ou cinco anos passados. O que pode significar que o aquecimento global fez uma pausa. Ou pode também significar que os cientistas não estão entendendo bem o que os seus robots estão dizendo a eles.

Isto é enigmático em parte porque aqui na superfície da Terra, os anos desde 2003 tem sido alguns dos mais quentes nos registros. Mas Josh Willis do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA diz que os oceanos são o que realmente importam quando se trata de aquecimento global.

De fato, de 80 a 90% o aquecimento global envolvem o aquecimento das águas dos oceanos. Elas mantém muito mais calor do que a atmosfera pode manter. Assim Willis tem estado estudando o oceano com uma frota de instrumentos robóticos chamada de sistema Argo. As bóias podem mergulhar 3.000 pés abaixo e medir a temperatura do oceano. Desde que o sistema foi desenvolvido em 2003, ele não tem registrado nenhum aquecimento dos oceanos globais.

“Tem havido um ligeiro resfriamento, mas nada realmente significativo”, diz Willis. Então a construção de calor na Terra pode estar em um breve hiato.”Aquecimento global não significa qe cada ano será mais quente do que o anteror. E pode ser que estamos em um período de aquecimento menos rápido”.

Nos anos recentes, o calor tem realmente fluido fora do oceano e no ar. Isto é uma característica do fenômeno climático conhecido como El Nino. Assim de fato é possível que o ar tenha aquecido mas o oceano não tem. Mas também é possível que algo muito mais misterioso esteja acontecendo.

Isto se torna claro quando você considera o que está acontecendo com o nível global do mar. O nível do mar sobe quando os oceanos se tornam mais quentes porque a água mais quente se expande. Isto respnde por aproximadamente metade da elevação do nível do mar. Então, com os oceanos não estando se esquentando, você esperaria ver menos nível de mar subir. As invés, o nível do mar tem subido aproximadamente meia polegada nos últimos quatro anos. Isto é muito.

Willis diz que alguma desta água aparentemente está vindo de um recente aumento na taxa de derretimento dos glaciares na Groenlândia e na Antártica.

“Mas neste fato há um pouco de mistério. Não podemos atribuir todo aumento do nível do mar que temos visto nos últimos três ou quatro anos”, ele diz.

Uma possibilidade é que o mar tem, de fato, se aquecido e expandido, e os cientistas estejam de certa forma interpretando mal os dados das bóias mergulhadoras.

Mas se os robots aquáticos estão contando a história correta, isto levanta uma nova questão: Para onde está indo este calor extra?

Kevin Trenberth do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica diz que isto provavelmente está indo de volta para o espaço. A Terra tem um número de termostatos naturais, inclusive as nuvens, que podem acumular calor e subir a temperatura ou refletir a luz do sol e ajudar a esfriar o planeta.

Isto não pode ser medido diretamente neste momento, contudo.

“Infelizmente, não temos um adequado rastreamento das nuvens para determinar exatamente que papel elas estão desempehando neste período” Trenberth diz.

Também é possível que parte do calor tenha ido até mesmo mais profundamente no oceano, ele diz. Ou é possível que os cientistas precisem corrigir para alguma outra característica do planeta que eles não conhecem. Este é um tempo excitante, embora, com todos estes novos dados sobre a temperatura global do mar, nível do mar e outras caraterísticas do clima.

“Suspeito que seremos capazes de reunir tudo isto com um pouco mais de perspectiva e análise posterior”, Trenberth diz. “Mas o que faz isto é sobressair algumas matérias e enviar as pessoas de volta para as pranchetas”.

Trenberth e Willis concordam que uns poucos anos médios não tenham efeito na tendência a longo prazo do aquecimento global. Mas eles dizem que ainda existem coisas para aprender sobre como o nosso planeta lida com o calor.

A Farsa do Aquecimento Global
de: Alan Caruba
Centro Nacional de Ansiedade | quinta feira 23 de junho de 2005

Em 13 de junho, USA Today declaru, “O Debate acabou: o Globo Está se Aquecendo.” Esta é uma outra manchete que você pode ignorar.

O mundo tem estado se aquecendo mesmo desde a última Idade do Gelo, mas não está se aquecendo rapidamente nos dias que ameaçam nossa existência, nem se aquecendo de um modo que exija que as nações industrializadas cortem seu uso de energia para evitar os muitos cenários catastróficos que os Verdes tem estado espalhando desde a década de 1980.

O Aquecimento Global é uma clássica campanha de apavoramento iniciada pelos Verdes depois do esforço anterior da década de 1970 para influenciar a política pública ao declarar uma Idade do Gelo em andamento fracassou em gerar qualquer resposta. O que estamos vendo agora é apenas uma outra campanha mudialmente coordenada pelos Verdes para resgatar a teoria do aquecimento global do amontoado de lixo para o qual ele deve ser destinado.

No início de junho, o Conselho Nacional de Defesas de Recursos, uma das grandes organizações Verdes, declarou que, “o aquecimento global está rapidamente se tornando o problema ambiental número um de nosso tempo”.

Isto tem organizado uma campanha na Internet liderada por Robert F. Kennedy, Jr., Sen. John McCain e outos chamados líderes ambientais para bater os tambores do medo das pessoas que conhecem pouco da real ciência da Terra para forçar os EUA a implementarem o Protocolo de Kioto da ONU sobre “controle climático”. Qualquer um que pense que humanos tenham qualquer controle sobre o clima da Terra está deliberadamente ignorando a evidência de que não temos nenhuma.

O NRDC declarou, “Os principais cientistas do mundo agora concordam que o aquecimento global é real e está acontecendo justamente agora. Segundo as previsões deles, mudanças extremas no clima podem produzir um futuro com um clima errático e caótico, derretimento das capas de gelo e elevação nos níveis do mar liderando uma era de seca, fracasso das plantações, fome, inundações e extinções em massa.”

Apavorante, não é? Uma enorme erupção vulcânica pode fazer isto. Como para o clima, isto é a própria definição do caos e tem sido por bilhões de anos.

As boas notícias são que os principais climatologistas e meteorologistas estão ativamente desmentido este absurdo. Um deles, Dr. F. Fred Singer, presidente da Ciência e Política Ambiental, está a frente.

Ele desmente uma declaração de 7 de junho divulgada por várias academias nacionais de ciências exatamente antes da chegada de Tony Blair para conversas com o Presidente Bush, dizendo, “A declaração simplesmente regurgita as conclusões contenciosas do relatório de 2001 do “Painel Internacional sobre Mudança Climática da ONU”, que tem sido contestado por cientistas críveis. O chamado consenso científico é pura ficção.”

Entre os dados, ele cita o fato de que, “Desde 1940, tem havido uma tendência de 35 anos de esfriamento e não muito aquecimento no último quarto de século, segundo os dados globais dos satélites climáticos.”

Sobretudo, “uma extrapolação dos dados de satélites apresentam principalmente um fração de grau de aumento para o século XXI,” acrescentando que, “O IPCC posteriormente afirma que o século XX foi o mais quente nos últimos 100 anos, mas este mito é baseado em publicações seriamente vazias. O IPCC também afirma que os níveis dos mares subirão de aproximadamente um metro por 2100; mas toda indicação é que eles continuarão a subir inexoravelmente e muito menos, como tem feito por 20.000 anos desde o pico da última Idade do Gelo.”

Tenha em mente que o IPCC é uma criação da ONU e todos temos visto como tem se tornado corrupta esta instituição, falhando em preencher seu mandato para um mundo mais pacífico enquanto busca se tornar um governo mndial que destruiria a soberania dos EUA e de todas as outras nações.”

Outros cientistas tem se unido ao Dr. Singer para discutir as afirmações de aquecimento global. Paul Knappenberger da Universidade da Virginia, disse que as afirmações feitas por academias de ciências que, ” o que está perdido é a avaliação científica da ameaça potencial. Sem uma avaliação de ameaça potencial, um simples achado científico por si só não é garantia de qualquer mudança de ação, não importa quão cientificamente inovador isto possa ser.”

O que se passa por avaliação da ameaça é simplesmente a afirmação sendo feita. Knappenberger ressaltou, “O fato da matéria é que existe um corpo crescente de evidência científica de que as mudanças climáticas nas décadas a seguir serão modestas e continuarão em uma taxa que ficará em algum lugar próximo do parte baixa do alcance das projetadas temperaturas pelo IPCC.”

Aqui está o que você deve ter em mente: as afirmações do IPCC são baseadas no que virtualmente todo cientista sabe ser modelos de compurador sériamente vazios para suas projeções. Em resumo, nos estão pedindo para que acreditemos no que os engenheiros de computador nos estão dizendo, não no que climatologistas confiáveis e meteorologistas estão nos dizendo.

Não existe um modelo de computador para o clima mundial que possa confiavelmente prever o futuro mais do que uma semana, na melhor das hipóteses. Isto é porque rastrear rotas de furacões se torna tão difícil. Isto é porque nevascas se mostram melhores ou piores do que as iniciais projeções.

Iain Murray, um outro cientista, coloca-se dentro da declaração das academias nacionais por ter cometido o pecado da advocacia. “Os alarmistas climáticos na comunidade científica agora enfrentam um longo retiro, enquanto a vitória da posição do Presidente Bush sobre a matéria parece estar assegurada.”

Até mesmo as esperanças de intervenção européia estão entre aspas. “O Senado dos EUA unânimemente rejeitaram assinar o Protocolo de Kioto muitos anos atrás. ” As nações racionais não tomarão ação se os custos da ação forem maiores que os benefícios”, disse Murray da demanda por diminuição das emissões de energia do protocolo enquanto excetuam nações como a China e India, cada uma com mais de um bilhão de habitantes.

Enquanto isso, no Congresso temos pessoas como o Sen. Jeff Bingaman, D-NM, membro do Comitê de Recursos Naturais e Energia, buscando introduzir uma legislação que colocaria limites nas emissões dos gases greenhouse e implentaria o que é essencialmente o Protocolo de Kioto que o Senado rejeitou anos atrás.

O Departamento de Energia tem estimado que um programa de limite e comércio tal como proposto por Bingaman custaria US$331 bilhões e perderia produto interno bruto entre 2010 e 2025. Outros senadores como McCain e Lieberman tem estratégias similares. Na minha opinião, as reduções são idiotices.

Não há um consenso científico. Há apenas a manipulação da opinião pública e o esforço de influenciar a política pública. Não existe um rápido aquecimento global e nem existe um meio que qualquer limite ao uso de energia possa ter qualquer efeito sobre isto, se isto existir. O aquecimento global é uma clássica campanha amedrontadora e podemos bem testemunhar suas garras desesperadas na medida em que mais e mais cientistas dêem um passo a frente e desmintam isto.

http://www.frontpagemag.com/Articles/Read.aspx?GUID=5280BFC4-2D30-4593-93F4-6FA3EED15521

Anúncios
Published in: on abril 5, 2008 at 4:34 pm  Deixe um comentário  
Tags:

The URI to TrackBack this entry is: https://conspireassim.wordpress.com/2008/04/05/aquecimento-global/trackback/

RSS feed for comments on this post.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: