Depopulação

Depopulação

A história da questão da superpopulação mundial teve seu primeiro implemento com Thomas Malthus, um economista britânico do século XIX cuja fama decorre dos estudos sobre a população e que têm como princípio fundamental a hipótese de que as populações humanas crescem em progressão geométrica. Este fato fez com que ele começasse a estudar as possibilidades de restringir este crescimento, porque os meios de subsistência só podem crescer em progressão aritmética. Segundo ele, ainda no século XIX, esse crescimento populacional é limitado pelo aumento da mortalidade e por todas as restrições ao nascimento, decorrentes da miséria e do vício.

Com a evolução da tecnologia mundial que prolonga a vida ao oferecer melhores condições de saúde e consequentemente uma menor taxa de mortalidade humana, seja ela infantil ou de terceira idade, o tema da superpopulação tornou-se bandeira de várias organizações, estadistas e cientistas. Todos estes grupos, adotando a visão maltusiana, passaram a ver o crescimento da humanidade como algo ameaçador e certamente maléfico à sobrevivência do planeta.

Na medida em que a sociedade humana aperfeiçoava tanto sua era industrial a ponto de já se falar em um sociedade pós industrial, começaram também a surgir as considerações do peso que representa para os Estados aquelas populações sem nível de escolaridade para preencherem as exigências desta nova sociedade e toda a coorte de misérias planetárias que esta superpopulação inapta acarreta, em se falando de ônus para o Estado, violência, consumo e poluição.

Com as considerações acima expostas, passou-se a falar abertamente em depopulação.

A depopulação, também conhecida como Eugenia, é bem uma outra coisa e foi proposta já pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. É a matança deliberada de grandes segmentos de populações vivas e foi proposta aos países de Terceiro Mundo sob a administração do Presidente Carter pelo Grupo Ad Hoc do Conselho de Segurança Nacional sobre a Política Populacional.

O Memorandum de Segurança Nacional 200, datado de 24 de abril de 1974, e intitulado “Implicações do amplo crescimento da população mundial, que deve ser a maior prioridade da Segurança dos Estados Unidos e seus interesses além mar”, diz:

“Dr. Henry Kissinger propôs em seu memorandum ao NSC que “a depopulação deve ser a mais alta prioridade da política externa dos Estados Unidos em relação ao Terceiro mundo”. Ele citou razões de segurança nacional, e porque a economia americana exigirá grandes e crescentes quantidades de minerais que vem de fora dos EUA, especialmente dos países menos desenvolvidos… uma diminuição da população pode aumentar as perspectivas de uma tal estabilidade, as políticas de população se tornam relevantes aos recursos, suprimentos e ao interesse econõmico dos EUA.

A política da depopulação se tornou a top prioridade sob a agenda do NSC e outros como o Gen. Alexander Haig, Cyrus Vance, Ed Muskie e Kissinger. Segundo um portavoz do NSC daquele tempo, os EUA partilham o ponto de vista do antigo presidente do Banco Mundial, Robert McNamara que a “crise da população” é a maior ameaça aos interesses da segurança nacional dos EUA, maior ainda que uma aniquilação nuclear. Em 1975, Henry Kissinger estabeleceu um grupo de planejamento da política no Departamento de Estado, no Escritório de Assuntos Populacionais. O documento de depopulação chamado de “GLOBAL 2000” do President Jimmy Carter foi preparado.

Não é surpresa que esta política tenha sido estabelecida sob o Presidente Carter com a ajuda de Kissinger e Brzezinski – todos eles com laços com David Rockefeller, a famíla Bush , a família Harriman – os parceiros financeiros da Wall Street de Bush que financiaram Hitler – e a família Rockefeller que são a elite do movimento eugênico americano. Até mesmo o Príncipe Philip da Inglaterra, é a favor da depopulação:

“Se eu reencarnasse gostaria de voltar á Terra como um vírus assassino para diminuir os níveis da população humana”. (Príncipe Philip, Duque de Edinburgh, líder do Fundo Mundial para a Vida Selvagem, citado em “Are You Ready for Our New Age Future?” Relatório Interno, Centro de Política Americana, Dezembro de 1995).

– Zbigniew Brzezinski, menbro do CFR e fundador da Comissão Trilateral e também Conselheiro de Segurança Nacional de Cinco Presidentes disse: “A era tecnotrônica envolve o aparecimento gradual de uma sociedade mais controlada. Tal sociedade seria dominada por uma elite sem estar restrita aos valores tradicionais.”

– David Rockefeller falando no encontro Bilderberger em junho de 1991 em Baden Baden, Alemanha, declarou: ” Estamos gratos ao Washington Post, NY Times, Time Magazine e outras grandes publicações cujos diretores tem comparecido aos nossos encontros e respeitado suas promessas por quase 40 anos… Nos teria sido impossível desenvolver um plano para o mundo se estivéssemos submetidos às luzes da publicidade durante estes anos. Mas, o mundo é mais sofisticado e preparado para marchar na direção de um governo mundial. A soberania supernacional de uma elite intelectual e banqueiros mundiais é certamente preferível a autodeterminação nacional praticada nos séculos passados.”.

O Secretário de Defesa Donald Rumsfeld estava propondo, custear e construir laboratórios de armas biológicas de nível 3 e 4 em muitos lugares dos EUA até mesmo nos campus das universidades e em áreas urbanas densamente povoadas. Em uma instalação de armas biológicas de nível 4, uma única bactéria ou vírus é letal. O nível 4 de armas biológicas é o mais alto nível legalmente permitido nos EUA continental.

Para que propósitos estes laboratórios estão sendo desenvolvidos, e quem tomará as decisões de onde as armas biológicas criadas nestas instalações serão usadas e por quem? Mais de 20 microbiologistas de renome mundial tem sido assassinados desde 2002, a maioria nos EUA e Reino Unido. Quase todos eles estavam trabalhando no desenvolvimento de armas biológicas étnico específicas.

Uma pesquisa sobre controle da população, para evitar nascimentos futuros, está agora sendo realizada secretamente por companhias de biotecnologia. O Dr. Ignacio Chapela, um microbiologista da Universidade da California, descobriu que o milho selvagem em remotas partes do México está contaminado com um DNA alterado em laboratório. Esta descoberta fez dele uma ameaça para a indústria da biotecnologia. Chapela teve negada sua posse na Universidade de Berkeley quando ele relatou este fato à comunidade científica, a despeito da embaraçosa descoberta que o reitor Berdahl, que estava lhe negando a posse, estava recebendo grandes pagamentos em dinheiro – US$40.000 por ano – da LAM Research Corp. em Plano, Texas.

Berdahl serviu como presidente da Texas A&M University antes de vir para Berkeley. Durante a apresentação deste caso, Chapela revelou que um milho espermicida desenvolvido por uma companhia americana estava agora sendo testado no México. Os homes que inocentemente comessem este milho produziriam esperma inviável e seriam incapazes de se reproduzirem.

A população é um problema político. O extremo sigilo que cerca a retomada ds armas nucleares, a NASA e os programas espaciais e o desenvolvimento de inúmeros laboratórios de armas biológicas é uma ameaça à sociedade civil.

A aplicação fascista de todos estes três programas pode ser utilizada para alcançar as estabelecidas metas americanas de depopulação, as quais podem eliminar 2 bilhões das pessoas no mundo por meio da fome, guerra, doenças e outros métodos necessários.

Dois excelentes exemplos da existente política americana de depopulação são, primeiramente o impacto a longo prazo sobre a população civil do Agente Laranja no Vietnã, onde os Rockefellers construíram refinarias de petróleo e fábricas de alumínio durante a Guerra do Vietnã. O segundo exemplo, mais recente, é a permanente contaminação do Oriente Médio e da Ásia Central com urânio reduzido, o qual, infelizmente irá destruir o futuro genético de populações vivendo nestas regiões e também terão um efeito global já refletido no aumento de casos de mortalidade infantil relatados nos EUA, Europa e Reino Unido.

Os países mais ricos do mundo possuem a grosso modo 20% da população mundial e respondem por 85% do consumo total de recursos. Os 20% dos países mais pobres só consumem 1.3%. Mais da metade dos 4.4 bilhões de pessoas nas nações em desenvolvimento do Sul Global não tem saneamento básico e quase que um terço não tem acesso a serviços de saúde. Metade das florestas do mundo tem desaparecido desde a revolução industrial. Nos últimos 40 anos, a área de floresta per capita tem caido abaixo de 50% de uma média global de 1.2 hectares para 0.6 hectares por pessoa.

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Published in: on abril 5, 2008 at 5:00 pm  Deixe um comentário  
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