Experimentação Biológica

Experimentação Biológica
Uma Curta História do Secreto Genocídio Humano dos EUA
do website “The Talking Drum”
(Postado aqui por Wes Penre, 9 de junho de 2005)

Os EUA tem uma longa história de experimentação sobre seres humanos não voluntários, que remonta ao início deste século. Tanto as firmas privadas quanto os militares tem usado populações humanas não voluntárias para testar várias teorias. Contudo, a extensão na qual a experimentação humana tem sido parte dos programas de guerras biológicas dos EUA provavelmente nunca serão conhecidas. Os seguintes exemplos são tomados de informação desclassificada em 1977, e de outras contabilidades de fontes privadas. Várias envolvem incidentes que ainda tem origens desconhecidas e que não podem ser completamente explicadas:

1763 Os “Britânicos” durante a guerra índios-França. Os nativos americanos grandemente superavam em números os britânicos e eram suspeitos de estarem do lado dos franceses. Como um “ato de boa vontade” os “britânicos” deram cobertores aos nativo americanos, mas os corbertores sujos tinham vindo de um hospital que estava tratando as vítimas de varíola e consequentemente a varíola se espalhou pela comunidade nativo americana e devastou seus números.

1814 Andrew Jackson, cujo retrato aparece na nota de 20 dólares hoje, supervisionou a mutilação de 800 ou mais corpos de índios Creek – homens, mulheres e crianças -, que suas tropas haviam massacrado, cortando seus narizes para contar e preservar um registro das mortes, fatiando longas tiras de carne dos corpos deles para curtir e transformar em freios de rédeas.

1900 Um médico americano fazendo pesquisas nas Filipinas infectou um número de prisioneiros com a Praga. Ele continuou a sua pesquisa introduzindo Beriberi em outros 29 prisioneiros. Os experimentos resultaram em duas mortes conhecidas.

1915 Um médico no Mississippi produziu a Pelagra em doze prisioneiros brancos do Mississippi em uma tentativa de descobrir a cura da doença.

1918 A história moderna da guerra biológica começa em 1918 com a formação japonesa de uma seção especial do Exército (Unidade 731) dedicada a armas biológicas. O pensamento naquele tempo era que “Ciência e Tecnologia eram as chaves para ganhar a guerra e que a guerra biológica é a mais eficaz em termos de custo”.

1931 O Experimento sobre Câncer em Porto Rico foi realizado pelo Dr. Cornelius Rhoads, sob os auspícios do Instituto para Investigações Médicas Rockefeller, infecção de sujeitos humanos com células cancerosas. Ele mais tarde continua para estabelecer as instalações de Guerra Biológica do Exército dos EUA em Maryland, Utah e Panamá, e é indicado para a Comissão de Energia Atômica dos EUA. Quando estava lá, ele começa uma série de experimentos de exposição de soldados americanos e pacientes civis de hospitais.

1932 Começa o Estudo de Tuskegee da sífilis. 200 homens negros diagnosticados com a sífilis nunca souberam que estavam com a doença, é negado o tratamento e eles são usados como cobaias humanas para acompanhar a progressão e sintomas da doença. Como uma volta irônica, as mulheres e senhoras destes homens infectados também não foram notificadas e nem tratadas, e podem ter infectado outros. Quase tosos os homens subsequentemente morreram de sífilis, e nunca foi dito às familias deles que eles podiam ter sido tratados.

1935 O Incidente da Pelagra. Depois de milhares de indivíduos morrerem de pelagra durante um período de duas décadas, o Serviço de Saúde Publica dos EUA finalmente age para deter a doença. O diretor da agência admite que ao menos por 20 anos eles sabiam que a Pelagra é causada por uma deficiência de niacina mas deixaram de agir porque a maioria das mortes ocorreu dentro das populações negras atacadas pela pobreza.
1940 400 prisioneiros em Chicago são infectados com Malária para estudar os efeitos de drogas novas e experimentais para combater a doença. Os doutores nazistas mais tarde no Julgamento de Nuremberg citam este estudo americano para defender suas próprias ações durante o Holocausto.

1942 Serviços de Guerra Química começam os experimentos com o gás mostarda em aproximadamente 4.000 soldados. Os experimentos continuam até 1945 e fazem uso de Adventistas do Sétimo Dia que escolheram se tornar cobaias para não servir no serviço ativo.

1943 Em resposta ao programa de guerra biológica em grande escala do Japão, os EUA começam a pesquisa de guerra biológica em Fort Detrick, MD.

1944 A marinha dos EUA usa sujeitos humanos para testar máscaras de gás e roupas. Os indivíduos foram colocados em uma câmara de gás e expostos ao gás mostarda e levitaram.

1945 O Projet Paperclip é iniciado. O Departamento de Estado dos EUA, Inteligência do Exército e a CIA recrutam cientistas nazistas e oferecem a eles imunidade e identidades secretas em troca de seu trabalho em projetos do governo top secretos nos EUA.

1945 “Programa F” é implementado pela Comissão de Energia Atômica dos EUA (AEC). Este é o estudo americano mais extenso conhecido dos efeitos na saúde dos fluoretos, que era o componente químico chave na produção da bomba atômica. Um dos químicos mais tóxicos conhecidos pelo homem, o fluoreto, é descoberto causar marcantes efeitos adversos no sistema nervoso central mas grande parte da informação é negada em nome da segurança nacional porque eles tem medo dos processos legais que condenariam em grande escala o uso de bombas atômicas.

1946 Pacientes em hospitais de VA são usados como cobaias para experimentos médicos. Em ordem de afastar as suspeitas, é dada uma ordem de mudar a palavra “experimentos” para “investigações” ou “observações”; seja como for, foram realizados como relatórios de estudos em um dos hospitais de veteranos do país.

1947 Colonel E.E. Kirkpatrick da Comissão de Energia Atômica dos EUA divulga um documento secreto (Documento 07075001, 8 de janeiro de 1947) programando que a agência começará a administrar doses intravenosas de substâncias radiativas a indivíduos humanos.

1947 A CIA começa seus estudos do LSD como uma arma potencial para uso pela Inteligência americana. Sujeitos humanos [tanto civis quanto militares] são usados com e sem seus consentimentos.

1950 Departamento de Defesa começa a planejar detonar armas nucleares em áreas desérticas e monitorar os residentes que recebem os ventos vindos destes lugares para problemas médicos e taxas de mortalidade.

1950 Em um experimento para determinar a suscetibilidade de uma cidade americana a um ataque biológico, a marinha americana usa o spray em uma nuvem de bactérias de navios para cima da cidade de San Francisco. Aparelhos de monitoramento estão espalhados pela cidade para testar a extensão da infecção. Muitos residentes adoeceram com sintomas de tipo de pneumonia.

1950 – 1953: Um conjunto de armas de guerra biológica foi alegadamente utilizado contra a Coréia do Norte. Narrativas dizem que elas foram liberadas de penas infectadas com antrax, moscas e mosquitos contaminados com praga e febre amarela, e roedores infectados com uma variedade de doenças. Eram precisamente as mesmas técnicas usadas na imunidade de processo legal em troca dos resultados daquela pesquisa. A administração Eisenhower mais tarde pressionou sob Acusações de Sedição contra três americanos que publicaram as acusações desta atividade. Contudo ninguém foi condenado.

1951 O Departamento de Defesa começa os testes a pleno ar usando bactérias e vírus produtores de doenças. Os testes duraram até 1969 e há uma preocupação que as pessoas nas áreas circunvizinhas tenham sido expostas.

1952 – 1953: Em uma outra série de experimentos, os militares americanos liberaram nuvens de gases “inócuos’ sobre 6 cidades americanas e canadenses para observar o potencial de liberações similares sob cenários de guerra química ou biológica. Um relatório de acompanhamento realizado pelos militares notou a ocorrência de problemas respiratórios nas populações civis não voluntárias.

1953 Os militares americanos liberam nuvens de gás de sulfeto de cádmio e zinco sobre Winnipeg, St. Louis, Minneapolis, Fort Wayne, o Vale do Rio Monocacy em Maryland, e em Leesburg, Virginia. O intento deles é determinar o quão eficientemente eles podem dispersar agentes químicos.

1953 Experimentos conjuntos do Exército, Marinha e CIA são realizados nos quais dezenas de milhares de pessoas em New York e San Francisco são expostas a germes expostos no ar. São usados Serratia marcescens e Bacillus glogigii.

1953 CIA inicia o Projeto MKULTRA. Este é o 11.o ano do programa de pesquisa destinado a produzir e testar drogas que seriam usadas para controle mental e modificação de compostamento. Seis dos sub projetos envolveram a testagem de agentes em seres humanos involuntários.

1955 A CIA, em um experimento para testar a infecção de populações humanas com agentes biológicos, libera uma bactéria retirada do arsenal de armas biológicas do Exército sobre Tampa Bay, Fl.

1955 Os Corpos Químicos do Exército continuam a pesquisa do LSD, estudando seu uso potencial como um agente químico incapacitante. Mais de 1.000 americanos participam do teste que continua até 1958.

1956 Militares americanos libertam mosquistos infectados com a febre amarela sobre Savannah, Georgia e Avon Park, Flórida. Seguindo cada teste, agentes do exército fazendo-se passar como agentes de saúde pública testam as vítimas a procura de efeitos.

1956 A União Soviética acusou os EUA de usarem armas biológicas na Coréia, que os levou a ameaçar o uso futuro de armas químicas e biológicas. Isto mudou o foco do programa americano para um mais defensivo. Antes disto, o grosso da pesquisa era baseada em Ft. Detrick e usava agentes biológicos substitutos” como modelo de organismos mais letais. A maioria dos testes ofensivos era baseada no “spay” secreto de organismos sobre áreas populadas. Este programa [supostamente] foi encerrado em 1969.

1958 LSD é testado em 95 voluntários dos Laboratórios de Guerra Química do Exército para seus efeitos sobre a inteligência.

1960 O Chefe Assistente da Inteligência do Exército (ACSI) autoriza a testagem em campo do LSD na Europa e Oriente. A testagem da população européia recebe o nome de Projeto THIRD CHANCE, e a testagem da população asiática é nomeada Projeto DERBY HAT.

1965 Projetos da CIA e o Departamento de Defesa começam o Projeto MKSEARCH, um programa para desenvolver a capacidade de manipular o comportamento humano por meio de drogas que alterem a mente.

1965 Prisoneiros da Prisão Estadual de Holmesburg na Filadelfia são submetidos a dioxina, um componente químico altamente tóxico do Agente Laranja usado no Vietnã. Os homens foram estudados mais tarde para desenvolvimento de câncer, o que indica que o Agente Laranja sempre tem sido suspeito de ser um carcinogênico.

1966 CIA inicia o Projeto MKOFTEN, um programa para testar os efeitos toxicológicos de certas drogas sobre humanos e animais.

1966 O Exército americano distribui Bacillus subtilis variante niger pelo sistema de metrô da cidade de New York. Mais de um milhão de civis são expostos quando os cientistas deixaram cair lâmpadas de luz cheias de bactérias dentro das grades de ventilação.

1967 CIA e o Departamento de Defesa implementam o Projeto MKNAOMI, sucessor do MKULTRA e destinado a manter, armazenar e testar armas químicas e biológicas.

1968 CIA testa a possibilidade de envenenar a água potável ao injetar químicos no suprimento de água do FDA em Washington, D.C.

1969 Dr. Robert MacMahan do Departamento de Defesa requisita do Congresso 10 milhões de dólares para desenvolver, dentro de um período de cinco a dez anos, “um agente biológico sintético para o qual não existe imunidade biológica.”

1970 O custeio para o agente biológico sintético é obtido sobe o ato legal H.R. 15090. O projeto, sob a supervisão da CIA, é realizado pela Divisão de Operações Especiais em Fort Detrick, a instalação principal de armas biológicas top secretas do Exército. Especulação tem se levantado que técnicas de biologia molecular são usadas para produzir a AIDS e outras retroviroses similares.

1970 EUA intensifica seu desenvolvimento de “armas étnicas” (Military Review, Nov., 1970), destinadas a alvejar seletivamente e eliminar específicos grupos étnicos que são suscetíveis devido a diferenças genéticas e variações no DNA.

1972: O Presidente Nixon anuncionou o banimento da produção e uso de agentes de guerra biológica [não dos agentes químicos]. Contudo, como os próprios experts do Exército revelam, este banimento é despido de significado porque os estudos necessários para proteger contra armas de agentes biológicos são geralmente indistinguíveis daqueles das armas químicas.

1975 A seção de vírus do Centro de Pesquisa para Guerra Biológica de Fort Detrick é nomeada Instalações de Pesquisa do Câncer Fredrick e colocado sob a supervisão do Instituto Nacional do Câncer (NCI) . É aqui que um programa especial de vírus do câncer é iniciado pela Marinha americana, supostamente para desenvolver vírus causadores do câncer. É também aqui que é isolado um retrovírus para o qual não existe imunidade. Ele mais tarde recebe o nome de HTLV (vírus da leucemia humana de células T).

1977 Audiências no Senado sobre Pesquisa Científica e Saúde confirmam que 239 áreas populadas tem sido contaminadas com agentes biológicos entre 1949 e 1969. Algumas das áreas incluem San Francisco, Washington, D.C., Key West, cidade do Panamá, Minneapolis e St. Louis.

1978 Testes experimentais da vacina para Hepatite B, realizados pelo CDC, começam em New York, Los Angeles e San Francisco. Anúncios são feitos para a pesquisa em sujeitos que sejam homens homossexuais promíscuos.

1980-1981: Dentro de meses depois de seu encarceramento em centros de detenção em Miami e Porto Rico, muitos homens haitianos refugiados desenvolveram uma condição não usual chamada “ginecomastia”. Esta é uma condição na qual homens desenvolvem seios femininos. Um número de internos em Ft. Allen em Porto Rico afirmaram que eles foram forçados a receber uma série de injeções que eles acreditam serem hormônios.

1981 Os primeiros casos de AIDS são confirmados em homens homossexuais em New York, Los Angeles e San Francisco, despertando a especulação que a AIDS tenha sido introduzida via a vacina da Hepatite B.

1981: Mais do que 300.000 cubanos foram atacados de dengue hemorrágica. Uma investigação da revista ‘Covert Action Information Bulletin’, que rastreia os trabalhos de várias agências de Inteligência mundiais, sugeriram que este surto foi o resultado da libertação de mosquitos pelos contra revolucionários cubanos. A revista rastreou as atividades de um agente operacional da CIA de uma instalação no Panamá até as alegadas conexões cubanas. Durante os últimos 30 anos, Cuba tem sido submetida a uma quantidade enorme de surtos de doenças humanas e de suas plantações que são difíceis de serem atribuídas puramente a causas naturais.

1982: os unionistas do comécio de El Salvador afirmaram que as epidemias de muitas doenças anteriormente desconhecidas tem sido ligadas a áreas imediatamente depois dos bombadeios aéreos diretos americanoa. Há uma dura evidência que sustenta estas acusações. Contudo, o padrão e tipos de surtos são consistentes com as afirmações.

1985 Segundo a Revista Science (227:173-177), HTLV e VISNA, um vírus fatal do carneiro, são muito similares, indicando um relacionamento próximo taxonômico e evolutivo.

1985: Um surto de febre Dengue ataca Managua, Nicarágua logo depois de um aumento de missões aéreas de reconhecimento americanas. Quase metade da população da cidade foi atacada pela doença, e várias mortes tem sido atribuídas ao surto. Esta é a primeira vez que tal epidemia ocorre no país e o surto foi quase que idêntico ao que atingiu Cuba alguns anos antes (1981). Variações da febre Dengue foram foco de muita experimentação na instalação de teste de guerra biológica do Exército em Ft. Dietrick, Maryland antes do ‘banimento’ de tal pesquisa em 1972.

1985: Há um caso de um ex sargento do Exercito dos EUA tentando fazer um processo contra o Exército por usar drogas experimentais nele, sem o seu conhecimento; a Suprema Corte determinou que permitir uma tal ação contra os militares poderia romper a cadeia de comando. Portanto, quase todas as ações potenciais contra os militares para más ações passadas, ou futuras, tem sido barradas bem como tem sido as ações destinadas a liberação de documentos classificados sobre o assunto.

1986 Segundo Procedimentos da Academia Nacional de Ciências (83:4007-4011), HIV e VISNA são altamente similares e partilham todos elementos estruturais, exceto por um pequeno fragmento que é quase que idêntico ao HTLV. Isto leva a especulação que o HTLV e o VISNA podem ter sido lincados para produzir um novo retrovírus para o qual não existe imunidade.

1986 Um relatório do Congresso revela que a atual geração de agentes biológicos do governo americano inclui: vírus modificados, toxinas que ocorrem naturalmente, e agentes que são alterados por meio da engenharia genética para mudar o caráter imunológico e evitar o tratamento por todas as vacinas existentes.

1987 O Departamento de Defesa admite que, a despeito de um tratado banindo a pesquisa e o desenvolvimento de agentes biológicos, continua a operar instalações de pesquisa em 127 instalações e universidades ao redor do país.

1990 Mais de 1.550 bebês negros de 6 meses de idade e bebês hispânicos receberam em Los Angeles a vacina “experimental” contra sarampo que nunca havia sido licenciada para uso nos EUA. O CDC mais tarde admite que os pais não foram informados que a vacina aplicada nas crianças era experimental.

1994 Com uma técnica chamada “rastreamento de gene,” Dr. Garth Nicolson no Centro Médico para o Câncer Anderson em Houston, Texas descobre que muitos veteranos que retornaram da Operação Tempestade no Deserto estão infectados por uma cadeia alterada de Micoplasma incognitus, um micróbio comumente usado na produção de armas biológicas. Incorporado em sua estrutura molecular está 405 da capa de proteína do HIV, indicando que isto tenha sido feito pelo homem.

1994 Senador John D. Rockefeller divulga um relatório revelando que ao menos por 50 anos o Departamento de Defesa tem usado centenas de milhares de pessoal militar em experimentos humanos e com o propósito intencional de substâncias perigosas. Os materiais incluiram gás mostarda e nervoso, radiação ionizante, psico químicos, alucinógenos e drogas usadas durante a Guerra do Golfo.

1995 O Governo americano admite que tenha oferecido aos japoneses criminosos de guerra e cientistas que realizaram experimentos médicos em humanos salário e imunidade de serem processados em troca dos dados da pesquisa em guerra biológica.

1995 Dr. Garth Nicolson, descobre evidências que agentes biológicos usados durante a Guerra do Golfo foram manufaturados em Houston, Texas e Boca Raton, Flórida e testados em prisioneiros no Departamento de Correção do Texas.

1996: Sob pressões do Congresso e do público depois do segmento de “60 minutos” [um programa de TV], o Departamento de Defesa finalmente admitiu que ao menos 20.000 soldados americanos “podem” ter sido expostos a armas químicas durante a operação ‘Tempestade no Deserto’. Esta exposição foi o resultado da destruição de bunker de armas. Causas de doenças similares de outras tropas, que não estiveram nesta área, ainda não foram explicadas, mais do que considerá-las síndromes de stress pós traumático. Grupos de veteranos tem divulgado informação que muitos dos problemas podem ser o resultado de vacinas experimentais e inoculações que eram fornecidas às tropas durante a construção militar.
[Relatadamente, a família Bush tem ou tinha partes da companhia de vacina).

1997 88 membros do Congresso assinaram uma carta demandando uma investigação no uso de armas biológicas e a Síndrome da Guerra do Golfo.

2001 Muitas pessoas infectadas com o vírus antrax, ao longo da costa leste dos EUA supostamente por meio do sistema postal, primeiramente culparam Osama Bin Laden, e mais tarde a subtraída corrente foi provada ter se originado em um laboratório americano e ninguém foi pego.

2003 Os militares americanos injetam milhares de pessoal militar com vários soros em preparação para a invasão do Iraque.

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Published in: on abril 5, 2008 at 5:26 pm  Comments (1)  
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  1. […] Bom, esse link explica sobre muitas formas de “experimentos biológicos” realizados com os seres humanos: https://conspireassim.wordpress.com/2008/04/05/experimentacao-biologica/ […]


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