Gripe Aviária

O pavor da Gripe Aviária é Politicamente Programado.
Um Ensaio Político e um Aviso de Saúde Pública.

do Dr. Leonard Horowitz

Global Research, 12 se outubro de 2005
Tetrahedron

Sumário

O pavor da Gripe Aviária: Politicamente Programado para um “Iatrogenicídio” Global

Se a Gripe Aviária se tornar mais do que uma pandemia ameaçadora, ela o terá feito assim por projeto político e econômico. Esta tese é apoiada pela atual maciça distorção da media atual, lucrando com as vacinas arriscadas e sem valor, grosseiramente esquecida dos dados evidenciando anteriores pragas feitas pelo homem incluindo SARS, Vírus do Nilo Ocidental, AIDS e mais; a continuidade de estudos genéticos cruzando mais vírus mutantes da gripe prováveis de irromper em um surto, dentro dos escândalos internos do comércio envolvendo a pandemicamente experiente Casa Branca funcionários da indústria farmacêutica, curiosamente com a imunidade destas entidades farmacêuticas no século passado para o cumprimento da lei e exame profundo da media principal, juntamente com os publicados oficialmente objetivos depopulacionais. Com as revelações de asserções avançadas neste ponto, o público está de antemão avisado contra este assassinato em massa auxiliado pels médicos que é melhor chamado de “iatrogenicídio”. Esta imposição genocida é esperada servir principalmente aos objetivos depopulacionais econômicos e políticos.

Background

Em abril de 2003, um experimento social chamado SARS, dito ter chegado da Ásia, pesadamente atingiu  Toronto. Eu estava lá durante a maior parte desta ameaçadoramente prevista gripe asiática. Esta doença bizarra de tipo pneumonia recebeu o nome de Síndrome Respiratória Aguda Severa [SARS]. Foi dito tratar-se da mais recente ameaça na série de ataques contínuos sobre a humanidade de “supergermes” misteriosamente mutantes.

Um estudo cuidadoso das correlações médicas e cientificas deste “surto” revelou algo incorreto, muito mais insidioso do que a SARS. Criticamente considerei a reação da media de Toronto como qualquer expert de Harward treinado na ciência comportamental de persuação da media deva considerar. A aflição tinha todos os sinais de um experimento de novela social realizado pelos bioterroristas de colarinho branco.

Pareceu claro para mim que esta manipulação sem precedentes da população efetivamente doutrinou as massas em apoio a grandemente ineficaz, embora constante da legislação, resposta de saúde pública em resposta ao avanço da chegado do “the Big One.” Por meio da “fraude da SARS”, repetidas referências foram feitas a agentes biológicos que poderiam facilitar a dizimação de aproximadamente 1/3 da população mundial. Tendo intensivamente revisto a literatura política sobre controle de população e os objetivos contemporâneos das lideranças industrialistas globais, notei que estas previsões estão próximas de acompanharem os atuais objetivos oficiais de redução de população.

A resposta do Canadá a SARS em 2003 foi, pela primeira vez na história, dirigida pela ONU e pela OMS. Tendo revisto os íntimos laços financeiros e adminstrativos entre estas organizaçãoes, a família Rockefeller, a Fundação Carnegie, e as principais indústrias farmacêuticas mundiais, “a raposa”, em essência reinou sobre as galinhas do Canadá.

A verdade sobre as pragas incluem o fato que “nenhuma grande pandemia evoluiu divorciada de levante socio-político”. A SARS avançou a agenda política mais do que uma emergência de saúde pública. Se agentes de saúde pública ardentemente pretendessem evitar estas novas doenças emergentes, ou tratá-las com  sucesso em suas raízes, repito, eles estudariam suas óbvias origens da arena da biotecnologia unida médica e militarmente. Um curso básico na sociologia médica simplesmente justifica este conselho utilitariano.

“Experts” vêm prevendo a chegada de uma super praga por décadas. O que foi altamente suspeito sobre a misteriosa e terrível chegada da SARS, contudo, foi tudo programado. Ela chegou sincronicamente com a guerra global ao terrorismo, e a guerra anglo-americana no Iraque. Pareceu uma distração conveniente do fato que mais cedo a administração Bush [a 1a.] tivesse embarcado para Saddam Hussein a maioria de seu mortal arsenal de armas biológicas inclusive antrax e Vírus do Nilo Ocidental. A SARS foi patognomônica (i.e., sintomática e característica) do que eu havia previsto e escrito no livro “Morte no Ar: Globalismo, Terrorismo e Guerra Tóxica” (Tetrahedron Publishing Group, 2001), um título profético que antecedeu por vários meses os ataques de 11 de setembro a América e forneceu uma análise contextual de certas ligações “globalistas” aos “surtos” recentes.

Em essência, forneci insight na ampla aplicação de uma nova forma de “bioterrorismo” institucionalizado consistente com uma guerra biológica patrocinada pelo estado. Saddam Hussein nos disse que tem exposto populações nas terras adjacentes com armas de destruição em massa de origem química ou biológica. A SARS e a ameaça atual da Gripe Aviária é aprovada pelos industrialistas petroquímicos, farmacêuticos, médicos e militares igualmente operando acima da lei em muitos casos documentados. Tendo testemunhado diante do Congresso dos EUA, pessoalmente experimentei como os principais industriais farmacêuticos dirigem os nossos representantes políticos e econômicos no governo. As doenças emergentes complementam a política da “Guerra ao Terrorismo” e a nossa cultura influenciada pelo bioterror. Esta agenda serve a dois objetivos primários: lucro e redução populacional.

A realidade Política versus a Orientação da Media

A loucura até mesmo crescente ao nosso redor é assustadoramente consistente com as recomendações dos “think tank” [grupo de expecialistas pensadores que formam opinião] globalistas para os atuais “conflitos de baixa intensidade”. A começar na década de 1960, “os substitutos econômicos para a militarização padrão” foram desejados e encontrados pelos principais industriais globais. Novas ameaças biológicas, a “guerra contra o terrorismo” e o número crescente de “desastres naturais” incluindo as ameaças baseadas no espaço e supertempestades foram consideradas como meio político e econômico comparado as duas grandes guerras mundiais. Estes “conflitos de baixa intensidade” foram decididamente mais gerenciáveis e economicamente viáveis. Por esta razão, especialmente sua lucratividade, eles são as opções principais entre os fazedores de política anglo americanos.

O protegido de Nelson Rockefeller, Henry Kissinger, por exemplo, quando Conselheiro de Segurança Nacional (NSA) de Richard Nixon, supervisionou a política externa ao mesmo tempo em que considerava as “necessidades” de redução da população do Terceiro Mundo para os EUA, Reino Unido, Alemanha e outros aliados. Ele foi indicado por Bush para dirigir a investigação da conspiração de 11 de setembro, uma reputada guerra criminosa, então selecionou a opção de ter a CIA para desenvolver armas biológicas onde os germes fossem mais mortais do que o da Gripe Aviária.

Por exemplo, em 1968, quando Kissinger requisitou e recebeu inteligência atualizada e útil sobre “agentes biológicos sintéticos” para guerra biológica e controle populacional, virus de gripe mutantes e recombinantes tinham acabado de ser engenheirados pelos pesquisadores do Programa Especial do Vírus do Câncer: O’Conner, Stewart, Kinard, Rauscher e outros. Durante este programa, virus de influenza e parainfluenza foram recombinados para rapidamente interagirem como vírus de leucemia [leucemia aguda linfocítica] para liberar armas que potencialmente disseminem o câncer , como a gripe, pelo espirro. Estes pesquisadores também misturaram vírus de câncer aviário [sarcoma] e os inocularam em humanos e macacos para determinar sua carcinogenicidade. Nos esforços relacionados, Raucher et al. usaram a radiação para aperfeiçoar o potencial causador de câncer do virus aviário. Estas incríveis realidades científicas tem sido oficialmente censuradas e geralmente negligenciadas pela media principal.

Similarmente, o Instituto da Ciência na Sociedade (IoSS) em Londres levantou a questão da origem de engenharia genética da SARS. “Pode a engenharia genética ter contribuido inadvertidamente para criar o vírus da SARS?”, eles perguntaram. “Este ponto não tem sido considerado até mesmo pelos experts coronavirologistas chamados para auxiliar a gerenciar a crise, agora sendo festejada e agravada pelas companhias farmacêuticas ávidas para desenvolverem vacinas. “Aqueles que moram em casas de vidro não atirem pedras; a ênfase acima é acrescentada para mostrar ao IoSS que eles “não tem considerado” o emprego intencional da SARS em seu porvir científico e alegadamente imparcial.

Conflitos de baixa intensidade, como a “Guerra contra a AIDS,” “Guerra contra Drogas,” “Guerra contra o Terrorismo,” “Guerra contra o Câncer,” e agora “Guerra contra a Gripe Aviária” exigem sofisticados sistemas de propaganda, empregando campanhas de medo para a aceitação social e apoio popular às políticas legisladas. Estas operações psicológicas [oficialmente chamado de PSYOPS] para “comando e controle da guerra” (tecnicamente chamado C2W), os experts aconselham, o melhor suporte para a emergente “Revolução em Assuntos Militares” (RMA). As capacidades RMA incluem “uma forma de escravidão humana’ na qual as populações mundiais cativas não saberiam que estão escravizadas.

A RMA indubitavelmente incorpora o uso de agentes químicos e biológicos debilitantes mais generosamente em benefício das indústrias de remédios e de vacinas. Um exemplo clássico são os pesticidas organofosforados tóxicos e carcinogênicos empregados contra populações humanas, destinados a alvejar “mosquitos”, na “Guerra contra o Vírus do Nilo Ocidental”. Tais agentes “não letais” de guerra biológica, como estes são lucros a serem feitos peelos industriais aliados médicos e farmacêuticos. As vítimas das exposições “não letais” morrem vagarosamente de doenças vagarosamente debilitantes. Hospitais caros e instalações de cuidados de saúde de longo prazo que virtualmente são campos de concentração. Os males gerados pelos “iatrogenicidas” incluem uma plétora de doenças auto imunes e os mais novos cânceres virtualmente inexistentes a 50 anos atrás. Este fato, somente, fortemente sugere uma agenda política e socio-econômica genocida.

Gripe Aviária para Lucro

Em resposta a SARS, o colega senior do Instituto Hudson em Washington, Michael Fumento, publicou uma tese econômica em Toronto relacionada ao que aqui tenho avançado: o “Super-bug ou Super Medo,” que ele escreveu foi pubicado no Nacional Post do Canadá. Os canadenses estavam avisados a “se manterem em quarentena”, usarem máscaras e em alguns casos, ficarem em casa. O Ministro de Saúde em Ontário declarou “uma emergência de saúde”, como a media apelidou o ‘assassino misterioso”, uma super pneumonia. “Recuando da histeria publicitária, Fumento perguntou e respondeu umas poucas questões reais… Quão letal, quão transmissível, e quão tratável é esta doença?” As respostas, ele concluiu, “não deixam base para excitação, muito menos pânico”. O mesmo pode ser dito para este novo curso da Gripe Aviária.

Letal?

Ao tempo em que escrevo este artigo, é dito que a Gripe Aviária tem matado aproximadamente 65 pessoas no sudeste asiático durante dois anos! Existe pouco ou nenhum dado sobre estes indivíduos que mais geralmente tinham condições médicas com comprometimento imunológico. Posteriormente, todas as mortes foram em países asiáticos com questionáveis serviços de saúde.

Ao contrário, outros tipos de gripe matam mais de 40.000 norte americanos anualmente, geralmente os mais velhos com o sistema imunológico comprometido.

Transmissível?

Segundo o USA Today (9 de outubro de 2005), agentes europeus de saúde estão trabalhando para conter o vírus da Gripe Aviária, que há bastante tempo não tem infectado alguém na região. “Embora, alegadamente mais de 140 milhões de aves têm morrido ou sido destruidas,….. e as perdas financeiras do setor de granjas tenha alcançado os US$10 bilhões”. Esta propaganda realmente admite, “o vírus atual, conhecido como H5N1, ainda não tem sofrido mutação ao ponto em que isto possa ser facilmente disseminado de pessoa a pessoa.” De fato, não é provável que tenha se disseminado de pessoa a pessoa além de durante a manipulação em laboratório!

Tratabilidade?

O Senado dos EUA já aprovou um pacote de US$ 3 bilhões para comprar vacinas e medicações antivirais e a administração [Executivo] também está preparando uma solicitação de adicionais 6 a 10 bilhões, segundo um atual relatório do BusinessWeek.

Até mesmo o USA Today reconhece, “ainda não existe vacina humana”. Então como o Senado americano está se apressando em gastar todos estes bilhões em uma vacina contra a Gripe Aviária?

Suponho que devemos supervisionar o fato de que o atual tipo assustador do H5N1 do vírus da gripe Aviária nunca tenha prontamente saltado de humano para humano, e nem também de aves comuns para humanos. Portanto, uma vacina eficaz somente pode ser preparada pela mutação deste vírus, assim criando o que o mundo mais teme. Deixe-me explicar…

Para fazer uma vacina que seja específica para os humanos contra o vírus mutante H5N1, você tem que começar com o vírus humano que não existe ainda, exceto, talvez, nos laboratórios farmacêuticos biomédico-militares. De fato, isto é precisamente o que está sendo preparado baseado nos novos relatos. Para produzir o patógeno humano, o vírus aviário deve ser cultivado por longos períodos de tempo em culturas de células humanas, então injetadas em macacos e por último em humanos para verificar se os sujeitos experimentais “pegam” a mesma gripe temida. Portanto, o vírus da gripe que atualmente o mundo teme mais que nenhum outro: 1) agora sendo preparado em laboratórios pagos por industriais com maciços incentivos para a construção da riqueza para “acidentalmente” libertar o vírus; ou 2) já tem sido preparado em tais laboratórios para tirar vantagem do atual medo e das vendas futuras que seguem a libertação do vírus.

Lembre-se, para ser eficaz contra um vírus, uma vacina tem que ser específica. Se as autoridades estavam agora para ter a cadeia principal do H5N1 da Gripe Aviária, que é temida se disseminar em alguma data futura e não há garantia de que quando eles desenvolvam a vacina e  o vírus não tenha sofrido uma mutação e permaneça suficientemente o mesmo para que a vacina seja eficaz. As mutações virais com o correr do tempo são uma função da novidade do agente. Os novos vírus feitos pelo homem, criações de laboratório, como estes preparados atualmente para os testes de vacina, são menos estáveis por não terem evoluido acima de um milênio. Portanto, o inteiro esforço da vacina é grandemente – se não inteiramente – uma farsa com motivos posteriores.

Lembre-se também, que a usabilidade de uma vacina exige anos, ou ao menos meses, de testagem na alvejada população. Os dados de danos por vacinas devem, ou podem, ser meticulosamente coletados durante este período para assegurar que a vacina não esteja matando ou prejudicando mais pessoas do que ajudando-as a se salvarem. Você pode seriamente acreditar que esta segurança será fornecida pelo governo ou agentes das indústrias farmacêuticas neste despertar pandêmico? A fracassada resposta da FEMA quanto ao furacão Katrina fica empalidecida em comparação com esta dúvida de saúde pública e a certeja de danos provocados pela vacina.

Disse “danos provocados pela vacina” por causa  da extensa lista de vacinações recentemente desenvolvidas, altamente apregoadas quando compradas pelo mercado, que apresentaram resultados terríveis. Esta lista inclui a primeira vacina contra a gripe suina, as vacinas polio, a vacina contra a varíola, a vacina contra a hepatite B e mais recentemente a vacina contra a Doença de Lyme que feriu aproximadamente 750.000 pessoas dentro de meses de sua liberação, antes de sua revisão pelo FDA.

A maioria  das pessoas deixa de entender que todas as vacinas contém uma lista de ingredientes que tipicamente aumentam a doença e morte humanas (i.e., morbidade e mortalidade). Estes ingredientes incluem elementos tóxicos e químicos como mercúrio, alumínio, formaldeído e formalina [usados para preservarem cadáveres], MSG, material genético estranho, proteinas arriscadas de vários tipos de bactérias, vírus e animais que tem sido cientificamente associados com o desencadeamento de doenças auto imunes e certos cânceres. Um corpo crescente de evidência científica fortemente sugere que as vacinas são grandemente responsáveis por aumentar os casos de autismo e outras desordens do aprendizado, fadiga crônica, fibromialgia, Lupus, MS, ALS, artrite reumatíode, asma, febre do feno, alergias, infecções crônicas do ouvido, diabetes tipo I e muitas, muitas mais pandemias. Estes males crônicos são ditos necessitarem de cuidados de saúde por um longo prazo e seus tratamentos causam tóxicos efeitos colaterais resultando nas doenças iatrogênicas que são líder na América. Isto é, as vacinas e outras invenções da indústria farmacêutica estão literalmente matando ou inabilitando milhões com pouco esforço da parte dos agentes do governo e as coortes deles nas indústrias farmacêuicas para impor uma disciplina.

Por tudo que sabemos, os governos estão ordenando uma vacina para gripe aviária que precisamente enviará esta pandemia para o mundo para afetar o controle da população. Tese absurda? Então leia.

BusinessWeek espera que a vacina contra a gripe Aviária armazenada por agentes do governo ajudarão a companhia Sanofi-Pasteur em benefício da Sanofi-Aventis e Chiron. “Tamiflu,” é relatado ser um antiviral fabricado por Roche, . . . considerado eficaz contra a Gripe Aviária. . . . Os EUA possuem o bastante para 4.3 milhões de pessoas, com mais a odenar. Mas BusinessWeek fracassou em relatar: 1) A segurança e eficácia da Tamiflu não tem sido determinada em pessoas com outras condições médicas crônicas – uma percentagem significativa da população americana – e os efeitos colaterais comuns desta droga incluem náusea, vômitos, diarrréia, bronquite, dores de estômago, tonteiras, dores de cabeça, e muito, muito mais;  2) Roche (Hoffman-LaRoche) foi declarada culpada ao fixar o preço dos suprimento mundial de vitaminas em 1999 como parte do cartel global petroquímico-farmacêutico que evoluiu da organização nazista I.G. Farben; e 3) Os colegas corporativos de Sanofi-Aventis incluem Merck, uma companhia que recebeu a parte do leão do tesouro de guerra dos nazistas ao fim da Segunda Guerra Mundial, cujos ganhos cairam depois da retirada no ano passado de sua mortal droga contra artrite conhecida como Vioxx. Segundo recentes relatos dos noticiários, Merck agora está associada a Sanofi-Aventis para produzir a primeira vacina contra um câncer sexualmente transmitido a ser dada a jovens pré púberes, meninos e meninas.  Merck é difamada por ter desenvolvido as primeiras vacinas contra a Hepatite B que desencadearam a pandemia internacional da AIDS segundo publicada pesquisa científica e surpreendentes documentos reimpressos no livro desse autor que é best seller nacional.

Nas semanas e meses que se seguiram os ataques de 11 de setembro, rastreei o “mistério” do amplamente publicado envio de antrax pelo correio pelo contratados de armas biológicas da CIA com laços com o britânico M16 , Porton Down, e com este mesmo cartel farmacêutico anglo-americano. As remessas por correio do anthrax desencadearam o terror do bioterrorismo pela América e economicamente serviu primariamente aos fabricantes de remédios e vacinas com links financeiros e administrativos aos lucradores da Gripe Aviária.

As pessoas voluntariamente abriram mão de seus direitos civis e liberdade pessoal no despertar de tais sustos engenheirados. A aprovação do “Ato de Segurança Doméstica” na América, e sua contraparte no Canadá, são exemplos clássicos desta direção societária, legislação forçada e egrégia manipulação.

Porque a Ásia?

Como é conveniente que a Ásia seja dita a origem, como com a  SARS, desta mais recente praga quando as relações chinesa-anglo-americanas estão tensas, para dizer o mínimo.

Nos dias que precederam a emergência dos primeiros casos de SARS, a América correu para a borda do Pacífico para impactar as agressões em escalada na península coreana. A China comunista – o parceiro comercial mais “favorecido” da America – é aliada politicamente com vários inimigos americanos, inclusive com aqueles que se diz possuírem armas de destruição em massa, incluindo o Iraque. Coincidência? Não provável quando vemos uma maior imagem política envolvendo o RMA da oligarquia anglo-americana, seus empreendimentos globais, e a instigação de “conflitos de baixa densidade” em termos planetários.

Considerem também o fato de que a media principal tem sido pesadamente influenciada, se não inteiramente controlada, por patrocinadores corporativos multinacinais que protegem e avançam os interesses de um número relativamente pequeno de entidades globais. Também lembre-se que o foco dos fornecedores de notícias, em qualquer dia ou hora, resulta das diretivas das agências de inteligência, segundo idôneas autoridades, incluindo a miríade de agentes aposentados e oficiais de inteligência. Assim, pergunte e responda as seguintes perguntas:

* Porque os militares americanos, a começar pelo Secretário de Defesa William Cohen durante os anos de Clinton, publicaram que a grande vulnerabilidade da América reside no reino das armas biológicas mantidas pels terroristas? Não é uma forma de traição contra os EUA confiar tais inteligências sensíveis a inimigos em potencial através da imprensa principal?

* Porque a media principal continua a antever a chegada do “Big One” – um vírus de influenza que produzirá uma super gripe que matará bilhões de pessoas, como o fez a Gripe Espanhola em 1918-19, enquanto ignora completamente indivíduos, organizações e laboratórios que tem trabalhado muito  para produzir estas armas de destruição em massa? Até mesmo o devastador vírus da Gripe Espanhola tem sido, literalmente, desenterrado para estudo posterior e, você supõe, emprego?

* Porque este vírus recebeu o nome de vírus da Gripe Espanhola se ele se originou, pelas narrativas históricas, no  Tibet em 1917? É dito que os jornais espanhóis estavam somente relatando a maior praga, devido a sua neutralidade política na primeira guerra mundial. Contudo, a Espanha era então a “querida” da América como hoje o é a China. A “Gripe Espanhola” foi assim chamada depois de duas décadas de disputa entre a América e a Espanha sobre a colonização das ilhas do Caribe, Havaí e Filipinas começando com a guerra hispano americana que acabou nas Filipinas em 1902. De fato, a grande Gripe Espanhola começou nos campos militares. Não parece que a história está se repetindo?

*Não faz sentido que a América esteja sendo manipulada, senão alvejada, para os propósitos das agendas globalistas, sendo que parte central destas agendas seja a redução populacional?

O “Big One”

Como mencionado acima, durante a década de 1960 e início da de 1970, os contratados de armas biológicas militares com íntimos laços as principais indústrias farmacêuticas, prepararam virus mutantes de influenza e parainfluenza recombinados com vírus da leucemia linfocítica aguda. Em outras palavras, eles armazenaram uma forma de vírus de câncer de rápida disseminação que também pode ser empregada.

Alternativamente, muitos especialistas em doenças infecciosas e agentes de saúde do governo, abstraídos desta realidade científica, dizem que esta Gripe Aviária pode ser a “Big One.” Vários dias atrás, a ONU divulgou um relatório que afirma que 150 milhões de pessoas mundialmente podem morrer desta Gripe Aviária.

Emma Ross da Associated Press relatou sobre a SARS quando a OMS lançou seu “plano de ataque para a crise” da Síndrome Respiratória Aguda Severa. A OMS, você pode recordar, é uma organização patrocinada pela ONU que tem sofrido os rumores de ter ajudado a disseminar a AIDS na África por meio de vacinas contaminadas contra hepatite B e/ou polio. Há uma quantidade razoável de evidencia para sustentar estes rumores.

Mais desconcertante, a ONU é conhecida por ser pesadamente influenciada pelos membros da família Rockefeller e os interesses deles petroquímicos e farmacêuticos. A história mostra que a fortuna dos Rockefeller foi construída no edifício da ONU em New York. Durante a Segunda Grande Guerra, a família Rockefeller e sua companhia Standard Oil ajudaram a Hitler muito mais que ajudaram os aliados, segundo registros da Corte. Um juiz federal julgou que Rockefeller cometeu traição contra os EUA. Depois da Segunda Grande Guerra, segundo o advogado John Loftus – um oficial investigador dos crimes nazistas de guerra – Nelson Rockefeller persuadiu o bloco da América do Sul nas Nações Unidas a votarem a favor da criação de Israel apenas para garantir o segredo de seu apoio aos nazistas. Mais cedo neste século, John D. Rockefeller se uniu a Prescott Bush e à família real britânica no patrocínio de iniciativas eugênicas  que deram crescimento aos programas de higiene racial de Hitler. Durante o mesmo período, a família de Rockefeller virtualmente monopolizou a medicina americana, a indústria farmacêutica americana e as indústras de câncer e genética.

Hoje, a família    Rockefeller, sua fundação, a ONU e a OMS permanecem na linha de frente da administração de “programas de população” destinados a reduzir populações mundiais a níveis mais gerenciáveis. Como para em uma campanha publicitária em “Foreign Affairs” – um renomado periódico político publicado pelo Conselho das Relações Exteriores e dirigido por David Rockefeller – a população dos EUA está sendo alvo de uma redução de 50%.

“Nós nunca tinhamos enfrentado nada desta escala com um tal alcance global”, disse o Dr. David Heymann, da OMS, não sobre a Gripe Aviária, mas sobre a SARS.

“Esta é a pimeira vez que uma rede global de laboratórios [postos externos de “vigilância” de doenças infecciosas dirigidos por Rockefeller] estão partilhando informação, amostras, sangue e imagens”, acrescentou o Dr. Klaus Stohr, um virologista da OMS coordenando internacionalmente os laboratórios. “Basicamente dia e noite, sem segredos, sem ciúmes, não há competição diante de uma emergência global de saúde. Esta é uma rede fenomenal”.

* O termo “iatrogenicídio” é derivado da combinação das palavras iatrogênese [que significa doença induzida pela medicina] e “genocídio’, definido como assassinato em massa e/ou escravização das pessoas por fatores econômicos, políticos e/ou  ideológicos.

Leonard G. Horowitz, D.M.D., M.A., M.P.H., é uma autoridade internacionalmente conhecida nos campos de saúde pública, ciência comportamental, virus emergentes e bioterrorismo. O  Dr. Horowitz é melhor conhecido pelo seu livro best seller nacional “Emerging Viruses: AIDS & Ebola – Nature, Accident or Intentional?” (Tetrahedron Press, 1998; que recentemente resultou em que o Escritório de Contabilidade Geral dos EUA investigasse sua teoria de que a AIDS foi feita pelo homem.) (veja: http://www.healingcelebrations.com/gao.htm ).

O trabalho do Dr. Horowitz no campo da conscientização dos riscos das vacinações tem feito com que ao menos três nações de Terceiro Mundo mudem suas políticas de vacinação. Seu perplexante testemunho diante do Congresso dos EUA, no Comitê de Reforma, literalmente fez com a audiência fizesse uma parada.  (veja: healingcelebrations.com). O Dr. Horowitz questionou os agentes governamentais de saúde a respeito dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) cujo relatório secreto mostra um link definitivo entre o ingrediente mercúrio (i.e., Thimerosal), comum à maioria das vacinas, e as taxas elevadíssimas de autimo e desordens comportamentais que afetam nossas crianças e o futuro de nossa nação.

Este artigo é uma cortesia fornecida pelo Dr. Leonard G. Horowitz e Tetrahedron Publishing Group. Seu copyright é liberado para distribuição disseminada.

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=1071

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Published in: on abril 8, 2008 at 2:11 pm  Comments (1)  
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  1. De muita valia e expressivo exclarecimento é o que aqui é disposto para esclarecimento da massa populacional que mitiga saúde, cultura e qualidade de vida em detrimento aos “bastidores ou porões” do poder; cuja força obscurantista permanece como a mais longeva e cruel política de domínio e opressão da massa frágil de humanos dominada como zumbis a subirem no cadafalso em holocausto ao poder econômico, imperialista e cruel a atuarem em nome da “democracia” ditatorial, econômica e financeira. Que denúncias e depoimentos como aqui expostos, sejam instrumentos de uso positivo para levantarmos a voz e exigirmos respeito, liberdade, fraternidade e igualdade e manutenção dos direitos humanos tão propalados pelas nações ditas “democráticas” e ou neoliberais….Parabéns e grato sou ao senhor Dr. Leonard Horowitz
    Ieber BH MG Brasil 28.4.9


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