Novidades contra Aquecimento Global

ONU  e as celebridades da cruzada estão simplesmente errados

O extremismo ambiental deve ser posto em seu lugar no debate climático

do Dr. Tim Ball & Tom Harris
Quarta feira, 9 de janeiro de 2008

Todos cidadãos responsáveis são ‘ambientalistas‘, mas não há razão para manter os delírios de massa.

Parte 1: Extremismo Ambiental
Parte 2: O contexto histórico e filosófico do debate das alterações climáticas

Muitas pessoas estão começando a entender que grande parte do que está sendo lhes dito sobre mudança climática pelos governos, ONU e celebridades em cruzadas está simplesmente errado. Não surpreendentemente, a asserção que “a ciência está estabelecida” em um campo onde o público está vindo a entender, é imatura e rapidamente evolutiva, está despertando crescente ceticismo público. Os alarmistas respondem elevando a aposta, fazendo até mesmo mais extremas e ilógicas previsões, que por sua vez, abastecem a sadia descrença pública.

Este padrão de avaliações exageradas e finalmente absurdas influenciando o debate na sociedade é uma velha história. Os extremistas e o extremismo tem sempre definido os limites para a maioria. O extremismo climático aumentará em um futuro próximo como fornecedores do politicamente correto, mas as opiniões furadas de alterações climáticas tentam defender o indefensável.

O entendimento deste mau direcionamento, e em muitos casos, mentiras, leva ao próximo estágio no ciclo de vida de tais delírios de massa. As pessoas começam a perguntar “Qual é a motivação para o medo? Como foi a sociedade tão facilmente enganada? Porque tantas pessoas inteligentes aceitaram ou até mesmo promoveram o medo?

Neste e nos artigos subsequentes, eu (Dr. Ball) sugirirei respostas a estas perguntas crucialmente importantes.

Como todas as filosofias que vem a dominar a sociedade, a histeria climática é parte de uma evolução de idéias e precisa de um contexto histórico. A atual visão ocidental do Mundo essencialmente evoluiu da visão Darviniana. Até mesmo embora isto ainda seja apenas uma teoria e não uma lei, 148 anos depois que foi inicialmente proposta, a visão Darviniana é a única adotada nas escolas. Porque? Tal censura sugere o medo de outras idéias, uma medida de indefensabilidade.

Uma apreciação apropriada do tempo é essencial a esta discussão e ao tema maior da mudança climática. Antes de Darwin, a igreja inglesa aceitava o cálculo baseado biblicamente do Bispo Ussher de que o mundo foi formado em 23 de outubro de 4004 BC. Mas Darwin precisava de um mundo muito mais velho para permitir o tipo de evolução que ele imaginava para que as mudanças naturais ocorressem. A religião dizia que Deus criou o mundo em sete dias; Darwin precisava de milhões.

Sir Charles Lyell forneceu a resposta em um livro intitulado “Princípios de Geologia”, que Darvin levou em sua famosa viagem às Ilhas Galapagos. A combinação de longas estruturas de tempo e o desenvolvimento vagaroso rsultaram em uma visão filosófica conhecida como Uniformitarismo.

Se um tal termo soe mais apropriado para a religião que a ciência, isto é porque é em essência, uma outra forma de sistema de crença. O uniformitarismo agora é a idéia que serve de base para a visão da sociedade ocidental do mundo. Um dogma básico assume que a mudança é gradual durante longos períodos de tempo e que qualquer mudança repentina ou dramática não seja natural. Empregar uma versão do uniformitarismo adaptada às necessidades deles, os extremistas ambientais podem apontar praticamente qualquer mudança e dizer que não é natural, o que implica ter sido feita pelo homem. Mas sabemos da ciência moderna que mudanças naturais de fato podem ser repentinas e extremas. O Professor Tim Patterson da Universidade Carleton, em Ottawa, ressaltou no ano passado no Financial Post que “10.000 anos atrás, quando o mundo estava saindo de um episódio frio que durou mil anos, as temperaturas subiram tanto quanto 6 graus C em uma década – cem vezes mais rápido do que os 0.6 graus C de aquecemento da década passada – que tem desapontado os ambientalistas.” O acontecimento no nascer da civilização foi, de fato, inteiramente natural.

Perceba também uma outra falta de lógica inerente aos extremistas. Se a humanidade não é ‘natural, então quem são eles e porque estão aqui? Uma resposta óbvia é que aqui fomos postos pelo maior ser, Deus. Mas a inteira essência da teoria de Darwin é que não há Deus, já que Darwin era um ateu confesso. Este debate é realmente parte da inteira questão do ambientalismo e da má direção discutida aqui. É também parte do debate manifesto de nossos dias nos livros best sellers de Richard Dawkins’, “o Delírio de Deus” ou o de Christopher Hitchens’ “Deus não é Grande.”  Dawkins fala quase como se visse em Darwin um Deus.

Historicamente, novas opiniões no mundo levam tempo para serem filtradas e se tornarem parte do tecido geral da sociedade. Até mesmo quando as pessoas nunca as comprem. Aproximadamente 400 anos atrás, Copérnico propôs que a Terra evolui ao redor do Sol, ainda que pesquisas de hoje na Europa mostrem que uma percentagem significativa de pessoas ainda acreditam que o Sol gire em torno da Terra, já que isto parece combinar com a evidência visual. Mas para a maioria das pessoas, isto realmente não importa – já que o Sol nasce e se põe e eles não se preocupam com isto. Mas a teoria de Darwn tem implicações muito maiores para a pessoa média. Drawin realmente disse que não existia Deus e que sua bisavó era uma gorila.

A ciência se tornou mais pessoal até o advento do ambientalismo, que começou como um evento simbólico, fosse um usual agente de mudança. A famosa fotografia da Terra inteira tirada pelo astronauta da Apollo 17, Ronald Evans, se tornou simbólica e mudou como vemos nosso planeta e nossa relação com ele. A imagem rapidamente se tornou o que os antropólogos chamam de símbolo catalítico e foi o maior estímulo que apressou o o movimento ambientalista atual.

Conquanto previamente a idéia de que a Terra era pequena e finita e poderíamos esgotar os recursos tenha sido um conceito filosófico apreciado somente por uns poucos, agora todo mundo pode ver a imagem de nosso planeta flutuando em um universo vasto e hostil. A foto de Ronald Evans mostrada nas salas de aula, textos didáticos e nas conferências ambientais em todos os lugares, teve um impacto maciço na perspectiva do cidadão médio do lugar da humanidade no universo.

Uma visão de mundo inteiramente nova (ao menos para grande parte da sociedade) se desenvolveu, chamada ambientalismo. Mas como com todas as novas opiniões, as pessoas imaginaram quão longe poderiam, e deveriam, implementar tais mudanças e o que devessemos preservar dos velhos costumes. Como usual, os extremistas estão definindo limites. Ele inevitavelmente levam as idéias longe e rápido demais. Os extremistas também alienam as pessoas ao presumirem que eles são os únicos que entendem, frequentemente se queixando que a sociedade está agora perdendo mais do que ganhando.

Ao mesmo tempo, os extremistas tomaram o título de ambientalistas como se eles fossem algo especial e o resto de nós não estivéssemos preocupados sobre o ambiente, e envolvidos na proteção ambiental. Como eles ousam – todos nós somos ambientalistas. Ainda que os extremistas continuem a implicar que eles se importam e nós não nos importamos e que devemos fazer as coisas do modo deles.

Por exemplo, PR Newswire Association LLC (UK) cita o Centro Para Ciência e Política Pública em  Washington DC (veja  link na página de notícias de Breitbart), “Algumas vozes na esquerda política tem  pedido a prisão e processo legal dos cientistas céticos [isto é, aqueles que questionam se o CO2 produzido pelos humanos está causando a crise climática]. O Secretário do Exterior britânico tem dito que os céticos devem ser tratados como advogados do terror islâmico e devem ter seu acesso a media negado.”

Os extremistas ambientais tem com sucesso aplicado uma intensa pressão emocional – tanto moral quanto política -, “você não se importa com o planeta, as crianças, ou o futuro, se você nos questiona”, vamos deixar a discordância, eles avaliam…

Muitos políticos são pegos em uma posição embaraçosa, conquanto eles entendam como o extremismo ambiental oferece uma séria ameaça as nossas economias, inclusive aos meios que nos trazem paz e prosperidade, mas eles não querem ser acusados de não se importarem com o ambiente. Então, a maioria dos políticos vestem a “Casaca dos Verdes”, usando muito da retórica do extremisnmo enquanto tentam evitar implementar as soluções dos extremistas. Esta é uma inconsistência lógica começando a assombrar nossos líderes na medida em que estão sendo aprovadas leis extremamente perigosas por políticos oportunistas ou mau informados, baseado no tipo da vazia retórica climática que quase todos eles agora usam. No Canadá, um exemplo é a Lei  C-288, que é a implementação de Kioto.  Nos EUA, o Ato de Segurança Climática na América, tão fortemente promovido pela Senadora Barbara Boxer, Presidente do Comitê de Trabalhos Públicos e Ambientais do Senado, é uma ameaça muito séria ao modo de vida americano.

A maioria dos nossos líderes conhece muito bem que o Mundo está em pequeno perigo de alteração climática, ao menos de qualquer um causado pela atividade humana. Mas eles também entendem, como o faz qualquer pessoa que pensa, que de fato existem sérios problemas de poluição aos quais devemos continuar a nos dirigir. Em um esforço para parecer “verde”, os políticos tem sido empurrados por estrategistas grupais que intencionalmente confundem a matéria ao se referir ao benigno CO2 como “poluição do aquecimento global” [o truque favorito de Al Gore e Boxer) e falando de “ar limpo” e “controle climático” como se eles fossem intercambiáveis.    Isto é amplificado por muitos na media que, por ignorância, preguiça ou oportunismo simplesmente repetem o engano até que isto se torne parte do panorama. Como resultado, a presão emocional para fazer algo sobre o aquecimento global chega a bilhões de dólares, que são desperdiçados tentando “parar a alteração clmática” – um objetivo competamente impossível – enquanto assuntos reais são negligenciados.

Em 2008, é crucialmente importante que o público permaneça alerta aos extremistas ambientais que se apresentam, a media e os políticos cegamente repetindo eventos naturais como não naturais. A temperatura está sempre se elevando e caindo, os glaciares avançam e se retraem, secas e enchentes ocorrem vezes seguidas – o clima está mudando todo o tempo e muito mais rapidamente do que o permite a ciência ocidental de orientação darviniana.

Não há perguntas se temos uma grande necessidade de aprender sobre os diretores das alterações climáticas globais. Mas este não é um problema primário exatamente agora. Como disse Mark Twain, “Não é o que você não sabe que lhe traz problemas, é exatamente o que você tem por certo e que não é assim”. E, a media de hoje e os políticos tem tanto medo de serem avaliados sobre alteração climática que tem pouco, se tem algum, fundamento na realidade.  Contudo, baseado no que sabemos, há pouco que sugira que as atuais condições  seja alguma outra coisa que naturais, dentro dos padrões anteriores de mudança climática. É tempo que o público geral e a media de massa se unam aos “céticos’ e exijam mais dados reais e menos fé cega no debate climático.

Descobrindo as metas reais dos cruzados anti-CO2
‘Ambientalistas medievais’ atacam o CO2 em seus esforços de sabotar a civilização
do Dr. Tim Ball & Tom Harris
Segunda feira, 21 de janeiro de 2008

Porque as emissões de CO2, particularmente a pequena quantidade emitida pela atividade humana, são o único foco da maioria dos debates de mudança climática? Nos círculos científicos, o CO2 é referido como um “traço de gás” que, por centenas de milhares de anos, tem permanecido em ou abaixo de 50 milésimos da atmosfera por volume. Até mesmo entre os chamados “gases greenhouses”(GHG), CO2 responde por menos de 4% com o vapor de água sendo de longe o mais significante GHG. CO2 é claramente um componente minúsculo dos mecanismos maciços que criam o clima e causam mudança climática.

Atribuir a mudança climática global à produção humana de CO2 é similar a tentar diagnosticar um problema automotivo ignorando o motor [análogo ao Sol no sistema climático] e a transmissão [o vapor de água] e então se concentrar inteiramente, senão em uma porca na roda traseira, o que seria análogo ao total do CO2, mas em um movimento daquela porca, que representa a contribuição humana.

Em 385 partes por milhão (ppm) por volume, os níveis de CO2 estão agora, em seu mais baixo nível em 600 milhões de anos. Por exemplo, durante a glaciação excepcionalmente fria Ordoviciana, aproximadamente 440 milhões de anos atrás, os níveis de CO2 eram mais de dez vezes mais altos do que agora. Em outras vezes, temperaturas quentes ocorreram quando os níveis de CO2 eram altos. Durante este período, não há uma correlação consistente entre a temperatura e os níveis de CO2. Fora as previsões dos ainda primitivos modelos de computador, a pesquisa climatológica moderna consistentemente mostra que não há justificativa científica para a histeria climática/CO2 que tem tão fortemente agarrado a media de massa e os políticos.

Tentativas de manter o foco contra o CO2, um gás benigno incolor e inodoro que é essencial para a fotossíntese das plantas, tem se tornado verdadeiramente ridículo. Incrivelmente, o CO2 é rotulado por muitos como poluente, “as contínuas referências de  Al Gore e da Senadora Barbara Boxer a poluição do aquecimento global” são exemplos fundamentais e alguns governos até mesmo tem rotulado o CO2 como substância tóxica.

Em outubro de 2007, Rod Bremby, secretário do Departamento de Saúde e Ambiente de Kansas, desaprovou permitir as fábricas geradoras de eletricidade que usam a queima de carvão, citando uma opinião do advogado geral que ele poderia fazer assim se uma emissão em particular “constitua poluição do ar e apresente um perigo essencial para a saúde de pessoas ou do ambiente”. Segundo o  Garden City Telegraph do Kansas (ref.), Bremby disse em uma divulgação a imprensa, “Acredito que seria irresponsável ignorar a informação emergente sobre a contribuição do CO2 e outros gases greenhouses para a mudança climática e o dano potencial ao nosso ambiente e saúde.”

Nigel Calder, ex Editor da revista científica New Scientist, se refere muito ao aquecimento global, ao movimento anti-CO2 como “Ambientalismo Medieval”. Tais alarmistas, Calder explica no filme “The Great Global Warming Swindle”, abraçam o dogma da mudança climática, dizendo para eles mesmos “Vamos voltar a como as coisas eram nos tempos medievais e nos livrar destes carros pavorosos e máquinas”. Calder diz que para os extremistas, o CO2 é “um emblema da industrialização”, algo a que eles se opõe com paixão.

Você pode parar um motor ao apertar a linha do combustível ou ligar a descarga. Os ambientalistas medievais obviamente reconhecem que apertar a linha do combustível da sociedade pode causar uma reação pública maciçamente negativa. Ao invés, eles tem tido sucesso em fazer com que a media e nossos políticos identifiquem o CO2 como o produto primário de descarga da civilização moderna, como responsável por matar o planeta inteiro, assim alcançando indiretamente os objetivos deles.

Assim, quão alto os cruzados anti CO2 considerariam empurrar os níveis de CO2, se fossem capazes? Em 250 ppm, as plantas sofreriam e em 150 ppm a maioria morreria, sem que se resulte oxigênio e vida no planeta. Talvez a resposta seja objetiva, ou é apenas que devem ir?

Os extremistas ambientais parecem sentir que a evolução, a sobrevivência dos mais fortes e adaptados, não se aplique aos humanos. Alguns ousam expressar suas verdadeiras crenças em público. David Graber, um biólogo de pesquisa do Serviço de Parques Nacionais dos EUA, disse:

“A felicidade humana, e certamente a fecundidade humana, não são importantes como um planeta selvagem e sadio. Conheço cientistas sociais que me lembram que as pessoas são parte da natureza, mas isto não é verdade. Em algum lugar ao longo da linha “por volta de um bilhão de anos atrás”, encerramos o contrato e nos tornamos um câncer. Temos nos tornado uma praga para nós mesmos e para a Terra. É cosmicamente improvável que o mundo desenvolvido escolherá o fim desta orgia de consumo de energia fóssil, e o Terceiro Mundo seu suicida consumo do panorama. Até tal tempo em que o Homo Sapiens decida desfrutar da natureza, algum de nós pode apenas esperar que o virus certo chegue.”

Que contrato os humanos supostamente abandonaram e com quem? E “aproximadamente um bilhão de anos atrás”, nós nem existíamos e dificilmente as criaturas com conchas do mar ainda tivessem se evoluído. Fora das menores falta de acurácia, os comentários de Graber são uma mistura assustadora de Darvinismo, Darvinismo social, ambientalismo, economia, socialismo e de fato anti humanismo. Ainda que, incrivelmente, elas forneçam a estrutura para o entendimento da força diretora por trás do perigoso foco sobre a redução das emissões de CO2.

Políticos se apoderam da ciência climática para exploração do medo público e falta de conhecido

Como o mundo tem sido enganado sobre o aquecimento global e a mudança climática de agora

do Dr. Tim Ball

Segunda feira, 21 de abril de 2008

Uma vez que você entenda que os humanos não estão causando o aquecimento global e/ou a mundança climática, então você precisa de uma explicação para como e porque tantas pessoas pareçam pensar que elas estão. Em dois artigos anteriores [“Extremismo Ambiental e o Contexto Histórico e filosófico do Debate da Alteração Climática”] examinamos o contexto histórico e filosófico da alteração climática e especificamente o foco nos humanos como a causa.

Explicamos o conceito filosófico do uniformitarismo que domina a ciência ocidental; a idéia incorreta que a mudança é gradual durante longos períodos de tempo. Olhamos como o método científico de testagem da teoria que o CO2 dos humanos estava causando o aquecimento/mudança climática por meio da exploração do medo público e falta de conhecimento.

O Estado de Medo de Michael Crichton é uma exploração de primeira classe de como os interesses especiais dos grupos ambientais operam e usam o medo. A evidência da falta de conhecimento é fornecida pela habilidade de dizer que a mudança climática seja algo novo e mais extremo do que nunca anteriormente, quando não é.

Serem chamados de céticos supostamente desacreditaram aqueles que tinham conhecimento e entendiam a ciência e a teoria. Isto fracassou depois que foi ressaltado que todos cientistas são céticos e que o aquecimento devido a teoria do CO2 humano era desacreditada porque a Terra esfriou ligeiramente  em 2000, enquanto que o CO2 aumentou. Muito mais que reconhecer o fracasso da teoria, eles moveram os postes verticais da trave para afirmar que os humanos estavam causando mudanças climáticas e então aqueles que discordam se tornaram negadores das mudanças climáticas. A tolice desta declaração, fora a obscenidade da conotação de holocausto, é que a maioria dos negadores é, como eu próprio, qualquer outra coisa que não é negadora. Tenho passado uma carreira educando pessoas sobre como as mudanças climáticas são naturais.

Previamente abordamos o clima político engendrado pelo ambientalismo e suas explorações por aqueles que querem uma nova ordem mundial e acreditam que isto seja alcançado pelo fechamento das nações industrializadas. O chefe entre eles é Maurice Strong que disse em 1990 “Que tal se um pequeno grupo destes líderes mundiais concluísse que o risco principal para a Terra vem das ações dos países ricos?… Para salvar o planeta, o grupo decida: Não há esperança para o planeta a menos que as civilizações industrializadas colapsem? Não é nossa responsabilidade trazer isto a tona?” Em 1876 ele disse a revista Maclean que era “um socialista na ideologia, um capitalsta na metodologia”. Presumidamente isto explique a duplicidade de fazer muito dinheiro como industrial. Ele também avisou que, “… se não prestarmos atenção nos avisos destes ambientalistas, a Terra colapsará no caos.” Infelizmente, o mundo ouviu e o caos está sendo causado por políticas que evoluíram de suas ações.

Mas deixando isto de lado por agora, a questão é como você causaria o colapso das ações industrializadas? Uma analogia é útil para entender como Strong e umas poucas pessoas de mente igual. Compare a nação como um carro e pense em como você pode parar o motor. Você pode espremer a linha de combustível e matar de “fome” o motor, contudo, se você fizer isto em qualquer país, as pessoas reagirão rápida e negativamente. Testemunhe a reação pública aos aumentos dramáticos nos custos da gasolina.  Contudo, você pode parar um motor ao ligar um exaustor. O método de Strong não é uma parada física como você faz com um motor, mas uma parada metafórica. Mostre como uma parte da descarga industrial esteja causando um aquecimento global catastrófico colocando a sobrevivência do planeta em perigo se você tem seu instrumento.

Agora, você precisa de um veículo político para carregar este instrumento. É quase impossível convencer todos os governos separadamente, como o provam Kioto e as atuais negociações climáticas. A experiência dele lhe disse que a ONU era o seu veículo. Elaine Dewar, escreveu sobre Strong no livro dela “Casaca do Verde” e concluiu que ele gostou da ONU porque, “Ele pode aumentar seu próprio dinheiro de quem ele gostou, indicar qualquer um que quiser e controlar a agenda.”.

O desafio foi duplicado. Avance a agenda política e forneça evidência científica para provar legitimidade. A organização de e a indicação como primeiro Secretário Geral do Programa Ambiental da ONU criado em 1972, forneceu a plataforma política. Fora da agência e em conjunto com a Organização Meteorologica Mundial (WMO), o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) foi formado para fornecer e avançar a evidência científica. Isto é o grupo agenciado como consenso sobre a pesquisa da alteração climática. Não é algo,  mas tem sido uma agência política desde a sua origem, e tem convencido ao público que humanos, especialmente o CO2 deles, estão causando alterações climáticas por continuar a publicar relatórios periódicos. Examinaremos o trabalho deles no próximo artigo.

Outros eventos estão fornecendo a base fértil social e política necessária para adiantar as metas. Qualquer coisa que sugerisse que atividades humanas e particularmente a indústria estivessem causando problemas ambientais se tornam o foco. O Clube de Roma foi formado em abril de 1968 e levou a publicação de um livro “Limites do Crescimento”. “A Bomba Populacional” de Paul Ehrlich, publicada em 1968  acrescentou legitimidade acadêmica ao medo maior. Um relatório comissionado por Strong para a primeira conferência da UNEP e preparado por Barbara Ward e Rene Dubos intitulado, “Somente uma Terra: o cuidado e manutenção de um pequeno planeta” essencialmente se tornou o primeiro estado de relato ambientalista. Isto reforçou a perspectiva do planeta se contraindo por fotografias tiradas pelos astronautas da Apollo 8.

Maravilhosas frases de pega política apareceram, tais como a de Dubo: “Pense globalmente, aja localmente” ou da Comissão Brundlandt: “Desenvolvimento Sustentável“, que foram amplamente disseminadas e adotadas pelo público. A última frase foi uma declaração política tipicamente vaga. Significa tudo para todo mundo, nada para ninguém. O desenvolvimento tem vindo a significar um crescimento constante e neste contexto era claramente insustentável. Foi um paradoxo que prefaciou a serie de tais contradições sobre emergir como políticos e a emoção dominou a ciência e a lógica. Também deu uma alta base moral aos ambientalistas extremos, uma posição da qual eles podem intimidar a sociedade e suprimir cientistas que ousem questionar.

A estes grupos foi fornecida uma plataforma mundial e ascendência ao receber um status de consultor na conferência de 1992, que Strong realizou e presidiu no Rio de Janeiro. A idéia do status de consultor foi ressurgida juntamente com o conceito das Organizações Não Governamentais [ONGs] das idéias originais incorporadas na Carta da ONU. A conferência foi apelidada “Cúpula da Terra”, mas do debate foram excluídos grandes segmentos da sociedade como a indústria e os negócios. Ele subsequentemente receberam status simbólicos pelo estabelecimento do Conselho de Negócios Mundial para o Dsenvolvimento Sustentável (WBSCD), mas quem tem ouvido algo deles? Uma peça crítica foi estabelecida na Conferência para adiantar a agenda de Strong de controlar a ciência climática por meio dos políticos; a Convenção de Mudança Climática da qual emergiu o Acordo de Kioto.

Agora tudo estava no lugar para controlar a ciência e adiantar a agenda política. Agora as políticas podiam evoluir, mas porque eram baseadas em uma ciência incorreta as consequências teriam sido devastadoras. Agora, o desafio era perpetuar a desinformação e desviar os cientistas, que sofrem ataques pessoais, negações de custeios de pesquisa, e exclusão das conferências de nível nacional e mundial por continuarem a seguir o método científico. Examinaremos como isto foi alcançado no próximo artigo.

Dr. Timothy Ball, Presidente do Comissariado de Projeto de Recursos Naturais (NRSP.com), é um consultor ambiental residente em Victoria e ex professor de climatologia da Universidade de Winnipeg. Tom Harris é um engenheiro mecânico de Ottawa e Diretor Executivo do NRSP

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Published in: on abril 24, 2008 at 8:15 pm  Deixe um comentário  
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