AIDS: uma segunda opinião

AIDS: Uma segunda Opinião

Townsend Letter para Médicos e Pacientes, Junho de 2000

“Pelo fim do século, saberemos tudo que existe para saber sobre o HIV e nada sobre a AIDS” Root-Bernstein

Nota: A informação neste website não é substituto para o diagnóstico e tratamento realizado por um profissional qualificado.

Em 1984, dois novos acrônimos foram indelevelmente impressos nas mentes de todas as pessoas, depois que foi dito ao mundo que o Virus da Imunodeficiência Humana (HIV) era o responsável pela Síndrome da Deficiência Auto Imune (AIDS). A crença tem permanecido prevalente até hoje, com mais de 100.000 pesquisadores científicos investigando o HIV por ao menos 15 anos e publicando mais de 200.000 artigos nas revistas médicas e científicas sobre seu relacionamento com a AIDS. A media tem nos mantido atualizados sobre as descobertas deles, enquanto doutores e educadores tem continuamente nos avisado que nossas próprias vidas dependem de “sexo seguro”, já que a transmissão por via sexual deste vírus infeccioso certamente causa a AIDS.

O que a maioria de nós deixa de entender é que nem todo mundo aceita a opinião principal. Um número crescente de críticos, inclusive virologistas de liderança e cientistas ganhadores de Prêmios Nobel, médicos, jornalistas e outros acadêmicos, questionam o relacionamento do HIV com as doenças chamadas de AIDS. Alguns argumentam que o HIV nunca foi de fato isolado; e portanto não existe prova de sua existência. Outros acreditam que de fato exista o HIV, mas possivelmente ele não possa estar fazendo tudo que é proposto que ele faça, já que é meramente um de 3.000 retrovirus, e nenhum foi provado ser nocivo. O que os dissidentes tem em comum é a crença na necessidade de reavaliar a hipótese de que HIV seja igual a AIDS.

Argumentos Contrários a Existência do HIV

Alguns virologistas agora declaram que o micróbio acusado de causar a AIDS nunca foi isolado ou cultivado. Em outras palavras, nunca foi demonstrado que ele exista. Relatos recentes da equipe australiana, de E. Papadopulos-Eleopulos et al, tem trazido esta idéia à luz. Em uma revista científica recente, Papadopulos relata, “…toda a evidência vem de micrografias eletrônicas de culturas de células inteiras, não de gradientes de densidade. A partir desta evidência, pode ser dito que as culturas celulares contém uma grande variedade de partículas, algumas das quais são ditas serem partículas virais. Isto é tudo. Nenhum dos dados destas partículas tem sido tomados posteriormente – nenhuma purificação, nenhuma análise, e nenhuma prova de replicação. Nestas culturas, vários grupos de pesquisa, incluindo Hans Gelderblom e seus associados do Instituto Koch em Berlim, que se especializam nesta área, tem relatado não apenas um tipo de partícula, mas uma surpreendente exibição de partículas.

“Isto levanta várias perguntas:

  • Se uma destas partículas realmente é um retrovirus chamado de HIV, o que são todas as outras?
  • Se as partículas do HIV se originam de tecidos de pacientes de AIDS, de onde vem todas as outras?
  • Quais destas partículas faz banda em 1.16 gm/ml?
  • Se as partículas do HIV causam a AIDS, porque uma ou várias outras também não causam AIDS?
  • Ou porque a AIDS ou as culturas não causam o aparecimento destas partículas?

E quando isto vem do HIV, os experts do HIV não podem até mesmo concordar que seja uma partícula HIV. Há três subfamílias de retrovirus e o HIV tem sido classificado por diferentes grupos de pesquisa sob duas destas famílias, bem como em três espécies diferentes”.

Em seu próprio trabalho, o virologista alemão Stefan Lanka tem chegado a mesma conclusão: “Um vírus é uma entidade facilmente definida. É um produto muito estável de células… fácil de isolar. Para caraterizar um vírus, você tem que fotografar a proteína. E faz a mesma coisa com o material genético do vírus… Isto nunca tem sido feito com o HIV.”

O jornalista científico Neville Hodgkinson, autor de “AIDS: O Fracasso da Ciência Contemporânea: Como um Virus Nunca tinha Enganado o Mundo” (Londres, Fourth Estate, 1996), está convencido da evidência que apoia esta opinião, bem como: ” Os cientistas não tem provado que eles realmente detectaram um único retrovirus exógeno. Os dados críticos que apoiam esta idéia nunca tem sido apresentados. Você tem que estar absolutamente certo que o que você detectou é único e exógeno, e uma única espécie molecular. Eles não tem dado conclusivamente este primeiro passo. Apenas ver partículas no tecido, e fracassar em procurar a evidência de que isto seja um virus ineficaz, está errado. São estas partículas que causam a doença? Os controles apropriados nunca tem sido feitos. Não existe evidência, em 10 anos, que as partículas sejam de um novo vírus infeccioso”.

Se o HIV não é um virus, então o que é isto que os cientistas vem estudando por anos? Aparentemente, o que estamos chamando de HIV não é mais que uma coleção de partículas celulares, dizem estes patologistas. Hodgkinson relata que “a maioria das análises do chamado material genético do HIV são baseadas em pequenos segmentos do proposto genoma do virus… tipicamente cobrindo entre 2 e 30% disto, já que sequências maiores são raramente encontradas. Não existe até mesmo qualquer padrão estabelecido para a composição destes segmentos – eles variam em 40% ou mais. Não tem sido encontrado dois HIV idênticos, até mesmo da mesma pessoa. Em outras palavras, não há evidência de qualquer entidade molecular única como um virus”.

Dr. Lanka acrescenta: “O que estão nos mostrando são partículas das células, não partículas dos virus. Vemos uma variedade enorme de partículas em todas as células e tecidos. Elas são destinadas a exportação/importação. E elas não são estáveis como um vírus. Portanto, elas não podem ser isoladas. Um virus tem que ser muito estável para deixar as células dos tecidos e entrar na corrente sanguínea e vice versa. Porque um virus é estável, ele é facilmente isolado. Isto nunca foi conseguido com o HIV.”

“Se você examinar cuidadosamente, você verá que as partículas sempre parecem diferentes. Elas tem tamanhos e formas diferentes. E se você lê o que está escrito além das imagens – não na imprensa leiga, como o New York Times, quando eles dizem que é um vírus HIV -, mas na literatura cientifica, onde eles nunca afirmam que isto seja um virus isolado. Eles dizem que representam partículas produzidas pelas células”.

Papadopulos-Eleopulos diz que já que o HIV difere na aparência de todos os outros retrovírus, não pode funcionar como um: “Gallo e todos outros retrovirologistas, bem como Hans Gelderblom que realizou a maioria dos estudos em microscopia eletrônica do HIV, concordam que as partículas de retrovirus são quase esféricas em forma, tem um diâmetro de 100 a 120 nanometros e são cobertas por protuberâncias. As partículas que os dois grupos afirmam serem do HIV não são esféricas, tem diâmetros excedendo em duas vezes aquele permitido a um retrovirus. E nenhuma delas parece ter protuberâncias… “

“Todos os experts da AIDS concordam que as protuberâncias são absolutamente essenciais para que a partícula do HIV se feche em uma célula, como primeiro passo para infectar esta célula. Assim, se não fechar, não há infecção. Os experts todos afirmam que as protuberâncias contém uma glico proteína chamada gp 120 que é a isca nas protuberâncias que agarram a superfície da célula para a infectar. Se as partículas não tem protuberâncias, como o HIV é capaz de se replicar? … E se ele não pode se replicar, o HIV não é uma partícula infecciosa.

“O problema das protuberâncias é algo de certa forma novo. O grupo alemão chamou atenção para isto na década de 1980 e novamente em 1992. Mas logo que uma particula de HIV é libertada de uma célula, todas as protuberâncias desaparecem. Este é um fato único que tem muitas ramificações. Por exemplo: 3/4 de todos hemofílicos testados são positivos para o anticorpo HIV. A afirmação é que os hemofílicos adquiriram isto como resultado de se tornarem infectados pelo HIV por infusões de fator VIII contaminado, que eles necessitam para tratar sua deficiência na coagulação. O problema é que o Fator VIII é feito do plasma. É sangue com todas as células removidas, o que significa que se há muitas partículas HIV presentes no Fator VIII onde elas devem estar flutuando livres na solução. Mas se as células livres de HIV não tem as protuberâncias do HIV, este não tem meios de ir para as células frescas e infecta-las.”

Dr. Lanka acredita que a descoberta da enzima transcriptase reversa não é prova de uma nova classe de virus chamado de retrovirus. Realmente, este fenômeno, que reverte o fluxo de material genético, é geralmente visto no câncer e nas células embrionárias. É também um processo de reparo normal do DNA. “Eles estão marcadores, muito diferentes das moléculas bioquímicas”, afirma Lanka, “dizendo que se eles podem detecta-las, quantifica-las, isto é prova de que o virus deve estar lá. Mas tudo que eles estão medindo, quantificando, caracterizando e apresentando como parte do HIV é de origem celular humana”.

Lanka explica que nas décadas de 1960 e 1970, os pesquisadores detectaram esta atividade bioquímica não familiar enquanto estudavam células de câncer em tubos de ensaio e pularam para conclusões não verdadeiras: “Alguns cientistas… foram levados a acreditar que desde que exista uma certa função bioquímica, a transcrição reversa, com seu modo de ação não comum, que não se encaixa no mundo dominante das imagens genéticas, isto seria explicado somente pela afirmação da existência de uma nova classe de virus, os retrovirus. O choque da transcrição reversa foi que é possivel fazer substância genética fora da substância mensageira, o que até então era acreditado ser impossível… Então, tragicamente em 1970, a detecção de um processo de cura deu nascimento a idéia de um novo tipo de virus, e eventualmente ao HIV, porque os pesquisadores perplexos não estavam dispostos a repensarem seus modelos ou ouvirem o que a natureza tinha a dizer a eles”.

Lanka ressalta que os cientistas manipularam culturas para produzir os resultados que eles estavam procurando. Eles misturaram células de pacientes com câncer e células embrionárias para obter uma alta atividade de transcriptase reversa. No topo disso, os pesquisadores pesadamente estressaram as células de forma que as células criassem proteínas artificiais que elas não poderiam produzir normalmente. Isto induziu um efeito como doença, muito similar com o que acontece em pacientes que se auto estressam com substâncias altamente oxidantes, tais como nitritos e antibióticos. Ele afirma, “Um virus não é necessário para explicar as condições que vemos em pacientes com AIDS. Isto é efeito de um stress muito oxidante“.

Kurt Vanquill, um graduado de Harvard fazendo pesquisa na Califórnia, apresenta contra argumentos similares a original evidência de Gallo e Montagnier do HIV causar AIDS: “Quando Montagnier e Gallo detectaram a atividade de transcrição reversa nas culturas deles, eles concluiram que estas células T dos pacientes de AIDS estavam de fato infectadas por um retrovirus. Infelizmente, a atividade de transcrição reversa de células normais também tende a ser promovida por condições verdadeiramente celulares, as mesmas a que Gallo e Montagnier submeteram as células T de seus pacientes. Entretanto, a detecção da atividade da transcriptase reversa nas culturas de células T de pacientes de AIDS não foi prova de que havia um retrovirus nestas culturas.”

“A segunda peça de evidência que Gallo e Montagnier ofereceram em apoio da noção que havia um retrovirus nas culturas de células T em seus pacientes com AIDS, foi que eles detectaram partículas de tipo retroviral nestas culturas celulares. A coisa importante a lembrar é que eles não identificaram partículas de tipo retroviral em isolados, isto é, HIV puro, vindo dessas culturas. Eles simplesmente apontaram as partículas nas impuras culturas celulares e avaliaram que não somente elas eram retrovirus, mas elas eram um retrovirus específico, o HIV.”

“Agora o que desafia todo o bom senso científico é que até mesmo Gallo admite, partículas de tipo retroviral que são realmente de origem celular, de fato, estão onipresentes nas culturas, especialmente quando as culturas são submetidas às condições usadas por Gallo e Montagnier para cultivar o HIV. Portanto, a identificação destas partículas em impuras culturas celulares não foi por qualquer meio uma prova positiva de que estas partículas fossem um retrovirus, muito menos um retrovirus específico, o HIV.”

“A terceira peça de evidência que Gallo e Montagnier ofereceram em apoio à noção que estas culturas de células T de pacientes de AIDS realmente abrigavam um retrovirus foi que eles identificaram certas proteínas nas culturas como sendo proteínas do HIV. Estas proteínas do HIV foram então incorporadas no teste de anticorpo e West Blot e usadas para testar anticorpos HIV. Infelizmente, Gallo e Montagnier identificaram as proteínas ns culturas deles como proteinas HIV simplesmente porque estas proteínas reagem com anticorpos de pacientes de AIDS, e não de pacientes que não tem AIDS. Infelizmente, porque os pacientes de AIDS tem um alto nivel de anticorpos circulantes, muito mais altos que o normal encontrado em individuos sadios, isto significou que os pacientes de AIDS eram prováveis de terem reações cruzadas com qualquer proteína particular mais frequentemente que os pacientes que não tem AIDS. Portanto, a identificação de certas proteínas como proteínas do HIV, simplesmente porque elas reagem com anticorpos de pacientes de AIDS e não com pacientes que não tem AIDS, foi uma prova insuficiente de que estas proteínas sejam realmente proteínas do HIV.”

Estas três peças de evidência – atividade de transcição reversa, identificação de particulas de tipo retroviral em culturas celulares impuras e a identificação de proteínas do HIV simplesmente com base em reações de anticorpos – foram as únicas peças de evidência que Gallo e Montagnier tiveram para apoiar suas afirmações de terem isolado um retrovirus das culturas dos pacientes.

Vanquill acrescenta que “após estes experimentos de isolamento, Montagnier e Gallo afirmaram que haviam identificado o DNA do HIV nas culturas celulares. Mas os objetores perguntam como eles podem identificar DNA como pertencente a uma partícula retroviral a menos que eles primeiro isolem a partícula retroviral e extraiam o DNA dela? Vanquill afirma, “Duas observações devem ser feitas. Primeiro, se isto realmente é DNA de uma partícula retroviral exógena, deve haver evidência disto ser uma entidade molecular única. Infelizmente, eles descobriram que este DNA é selvagemente variável. Há uma miríade de DNAs não mensuráveis na sequência genética do HIV que varia tanto quanto 50 a 60%, indicando que este DNA que eles cultivaram das células T dos pacientes não é necessariamente o DNA de uma partícula viral exógena”.

O cineasta francês Djamel Tahi diz que Montagnier admitiu não ter isolado o virus em uma entrevista para um documentário sobre a AIDS. Tahi declara, “perguntei a Montagnier, “Você por favor pode me dizer como isolou o HIV?”. Durante a entrevista, ficou muito claro que ele não isolou o HIV. Ele encontrou algo que parecia um retrovirus.

Lanka diz que os testes usados para detectar os antígenos P-24 como prova do HIV são sem significado. Ele ressalta que P-24 somente representa uma classe de peso de proteína. Há várias centenas de proteínas diferentes no corpo com um peso molecular de P-24; estes testes não são específicos e podem estar detectando qualquer uma destas proteínas. Os virologistas não mais procuram por P-24. Eles tem abandonado estes testes em favor dos testes genéticos, os quais não mais se referem a antígenos P-24.

Vanquill ressalta que outros problemas com os testes de AIDS são relatados em um artigo de Eleopulos et al em 1993, na revista Biotechnology, chamado “Um teste positivo para Western Blot é prova da Infecção pelo HIV?”. [neste blog, sob o título: A Validade dos testes da AIDS]. Eles afirmam, “Pesquisadores tem identificado várias proteínas que eles consideram elementos únicos estruturais componentes do HIV, e eles tem posto estas proteínas em bandas de uma tira chamada de Western Blot. Eles expõe esta tira de que é suposto serem proteinas do HIV ao soro sanguíneo do paciente. Se o paciente tem anticorpos em seu soro que reagem com qualquer destas proteínas, estas bandas escurecerão e o paciente será considerado alguém que previamente foi exposto ao HIV.

“Os pesquisadores australianos ressaltam que o teste não é padronizado, o que significa que laboratórios diferentes tem diferentes padrões para a interpretação de quantas bandas tem que se escurecer para que um teste de HIV seja considerado prova de infecção por HIV. Na África, por exemplo, você só tem que ter duas bandas escurecidas para o teste de HIV ser considerado positivo. Na América, você tem que ter três bandas escurecidas antes de ser considerado infectado. E na Austrália você precisa de quatro bandas. Os dissidentes fazem piada do fato de que se você testar positivo na África, deve se mudar para a Austrália. Há uma boa chance de ser negativo lá. O que se conclui é que a testagem para HIV é extremamente subjetiva.

“O segundo ponto que eles estabelecem é que os resultados dos testes não são reproduzíveis. Eles produzem uma fotografia em seu trabalho de uma e a mesma amostra de soro enviada a 19 laboratórios diferentes. A cada vez, estas amostras voltaram com um resultado diferente”

Nem o teste de anticorpo é prova da existência do HIV. Segundo Lanka, uma leitura positiva é meramente uma indicação de anticorpos feitos para a própria proteína de alguém, não do HIV: “Se você tem um monte de células morrendo em seu corpo, mais anticorpos serão produzidos contra elas.Você automaticamente elevará seus níveis de anticorpos e você será dito positivo e então infectado.”.

Neville Hodgkinson fala de outros problemas com os testes de anticorpos: “Em 1993, encontrei um artigo na revista científica Biotechnology. Havia uma longa revisão de cientistas australianos [Grupo de Perth] que estavam questionando a validade dos testes do HIV. Eles estavam fazendo mais do que questionar. Eles realmente entraram em detalhes sobre os vários componentes das proteínas dos testes.

“Como você sabe, o teste do HIV se propõe a mostrar a presença de anticorpos para proteínas que são ditas serem específicas do HIV, esta alegada infecção causadda por um virus. A inteira validade de algo assim depende de ter certeza que os anticorpos que estão sendo escolhidos realmente significam a presença deste virus, e nada mais. O que os cientistas australianos tem feito é pesquisar as várias proteínas envolvidas nestes testes [as proteínas dos virus são chamadas de antígenos, e os anticorpos são a resposta a estas proteínas pelo corpo da pessoa infectada]. Uma a uma, eles mostraram que nenhuma destas proteínas realmente era única do HIV. Em cada caso, havia evidência documentada e anticorpos equivalentes que podem ser explicados por outras condições. Eles levantaram uma ampla variedade de condições da literatura publicada, desmantelando a idéia toda de que este teste provou o que diz ter provado: a presença de um novo virus mortal”.

Antes de tirar conclusões, Hodgkinson partilhou esta informação com quatro virologistas, esperando receber alguma crítica, mas não recebeu nenhuma. Ele foi adiante e imprimiu o artigo dele, e ainda não houve qualquer desafio resultante da comunidade científica e médica.

Hodgkinson dá um exemplo de reação cruzada que pode ocorrer com o teste do anticorpo: uma equipe trabalhando na Universidade no Zaire enviada para testar a teoria que a hanseníase [lepra] podia ser uma das doenças que contaria como uma doença definidora de AIDS em pacientes HIV positivos. Bastante acertadamente, eles foram mais profundamente e descobriram que havia uma proteína do próprio germe causador da hanseníase que estava reagindo com o teste do HIV.

Uma parte importante da definição da AIDS é a grande redução nas céulas T4 e das células supressoras 8. Conquanto seja dito que o HIV é o responsável por matar estas células imunológicas, isto nunca tem sido realmente provado. Hodgkinson diz que segundo, os cientistas australianos, as células T não estão sendo destruídas, mas deslocadas para outras partes do corpo: “A este tempo, eles eram os únicos que diziam isto, e parecia uma idéia estranha, mas recentemente tem havido mais e mais trabalhos publicados pela corrente principal reconhecendo este fato de que a idéia toda do virus matar as células T não tem sido reconhecida pelo trabalho experimental” Lanka acrescenta, “Na década de 1970, um novo teste para medir a força do sistema imunológico chegou ao mercado. Ele contaria as células T4 [ou células auxiliares T]. Isto foi muito enganoso para os médicos que acreditaram que era possível medir o sistema imunológico ao medir algumas células no sangue. Se você tem um pouco de stress, estes 2% serão imediatamente removidos para dentro dos tecidos. Isto é uma importante operação biológica. Quando o corpo pensa que está em um estado de alarme, a função imunológica não é necessária. Pode ser um desperdício de energia. O corpo precisa de toda a sua energia nos tecidos para reagir rapidamente – é lutar ou correr”.

Lanka conclui que as contagens das células T4 não tem sentido e a ciência da corrente principal a muito tempo está ciente disso: “As células T4 da população normal nunca são examinadas porque os cientstas já sabiam. Em 1981, um principal imunologista nos EUA disse que não fazia sentido medi-las já em 1970, e eles encontraram que as células T e B podem ser altas ou baixas em sadios e doentes, jovens ou velhos. Não havia correlação.

“A literatura original diz que a variação normal de células T está entre 200 e 3.000, mas pense sobre o que eles irão lhe dizer se você tem menos de 500. Eles lhe dirão que está em um estado perigoso. É muito asustador que isto já fosse conhecido em detalhes desde a década de 1970”.

Argumentos para um HIV inócuo

Enquanto Papadopulos-Eleopulos, Lanka, e outros argumentam que o HIV não existe, outros acreditam diferentemente. Michael Verney Elliot, um jornalista inglês premiado e produtor do documentário “As Vozes Não Ouvidas da AIDS”, afirma, “Se Montagnier nada encontrou, então o que foi que Gallo se apropriou? Porque Gallo foi acusado de ter se apropriado do virus? Porque foi dito que houve uma contaminação que ocorreu no laboratório de Gallo, talvez com o isolado de Montagnier? Se ele nada isolou, como pode ter transferido isto para as culturas de alguém mais? Este mesmo algo tem sido encontrado em vários laboratórios pelo mundo. Vários cientistas tem afirmado terem isolado isto independentemente. Assim, você não pode dizer que não existe.”

Muitos cientistas aceitam a existência do HIV mas refutam a noção que o HIV cause a AIDS. Sobretudo, é difícil detectar nas pessoas diagnosticadas como HIV positivo e em pacientes de AIDS. Estes pontos foram inicialmente trazidos à atenção mundial pelo brilhante e obstinado retrovirologista da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o Dr. Peter Duesberg. De início uma voz solitária, Duesberg foi considerado fora da realidade da doença pelos cientistas da pesquisa da AIDS. Agora, um número crescente de experts no campo tem começado a reconsiderar a crença de Duesberg que o HIV não cause a AIDS, já que a hipótese do HIV permanece não comprovada e a doença não tem se disseminado de seus originais grupos de risco, para grandemente infectar a população.

Um dos problemas mais enigmáticos é a contradição do HIV com a teoria da carga viral. Geralmente uma certa percentagem de micróbios deve estar presente antes da doença poder se manifestar, mas o HIV parece estar excluído desta regra, explica Duesberg: “A correlação entre a atividade e a abundância de micróbios na doença é muito clara. Eles tem que exceder um certo número limite mínimo antes que possam causar a doença. E eles tem que matar uma percentagem significativa das chamadas células alvo. Um virus da gripe, por exemplo, tem que matar um certo número de células pulmonares antes que você tenha pneumonia. E um virus da hepatite tem que infectar uma percentagem significativa de células do fígado antes que você tenha sintomas de doença hepática. O HIV é uma exceção. Aqui está um virus que “mata” – mas a matança nunca foi estabelecida – menos de uma em mil células T, e ainda é afirmado ser responsável pela perda de todas elas.”

Duesberg vai adiante para explicar que uma quantidade imperceptível do virus não pode causar uma doença infecciosa: ‘A linha básica é que se você tem um virus e uma célula suscetivel no mesmo corpo humano, elas não pode ficar separadas por muito tempo. Logo o virus encontrará a célula suscetível, como os meninos encontram as meninas, e o vírus se replicará para sobreviver. Assim, se uma tal quantidade abundante de virus está nos pacientes de AIDS, como estas pessoas continuam afirmando, você não pode ter 99,9% de suas células T não infectadas.”

O jornalista Neville Hodgkinson diz que um vírus deve ser fácil de ser encontrado sem a adição de processos tecnológicos: ” Você nunca obtém HIV a menos que tome amostras do paciente e as coloque em grandes procedimentos de estimulação, acrescente vários ingredientes à sua cultura até que eventualmente encontre alguns sinais indicando a presença do vírus. Mas isto é difícil”.O pesquisador Lynn Gannett acrescenta, “Este é o único virus onde eles usam a tecnolgia do reator da cadeia de polimerase (PCR). A PCR multiplica qualquer coisa que esteja sendo medida. Um querido amigo, Dr. Robert Geraldo tem uma grande analogia para isto. Ele pergunta, se você tem uma nota de um dólar e faz centenas de fotocópias dela, quantos dólares você tem? Você continua a ter um dólar. Você não pode dizer que se você tem um virus do HIV em seu corpo e faz este teste que o multiplica de forma que você tenha uma carga viral de 10.000, que a verdadeira carga viral seja de 10.000. Isto não é verdadeiro.”

Duesberg fornece vários argumentos contra a hipótese do HIV ser uma doença transmitida sexualmente: ” O HIV é uma exceção para tudo. Aqui temos um virus que causa doença somente depois de ser neutralizado por anticorpos. Todos os outros virus fazem seu trabalho pavoroso antes de termos uma vacina ou de produzirmos anticorpos. Aqui temos um virus que causa doença dez anos depois da infecção, quando todos os outros virus causam a doença exatamente depois da infecção, quanto eles estão mais ativos bioquimicamente… Até esta data, temos mais de 750.000 pacientes de AIDS na América. Cada um deles tem sido tratado por médicos, trabalhadores de saúde, enfermeiros, membros da família. Na enorme literatura da AIDS, mostre-me um exemplo de um trabalhador da saúde ou médico que tenha contraído AIDS de seu próprio paciente. E isto acontece sem que haja uma vacina para protege-los.”

Duesberg conclui que a idéia do HIV ser uma doença infecciosa deriva de uma presunção não discutida e não desafiada que foi tornada implícita com a hipótese do HIV… “O que não enfatizamos suficientemente”, ele afirma, ” é que segundo a OMS e a Conferência de Genebra, HIV tem sido encontrado em 30 milhões de pessoas sem apresentarem qualquer traço de AIDS.”

Sobretudo, conquanto o HIV tenha sido correlacionado com a AIDS, tem havido muitos casos de pessoas com doenças da AIDS e sem nenhum traço de HIV, ressalta o Dr. Charles Thomas, Jr., da Fundação Helicon, uma organização não lucrativa para a AIDS. Portanto, o vírus possivelmente não esteja causando a AIDS nestes casos.

Uma pessoa média pode claramente ver que a AIDS não se dissemina como uma doença infeciosa. Um exemplo é o de Magic Johnson que foi diagnosticado HIV-positivo conquanto sua esposa tenha testado HIV-negativo. Outros casos são relatados por John Turner, um sobrevivente de longo termo da AIDS e membro da HEAL de Atlanta: “Um amigo meu muito próximo, perdeu dois amantes com AIDS. Seu terceiro amante abandonou as drogas, por causa de todos os efeitos tóxicos colaterais, e sobreviveu. Este amigo, que teve três amantes com AIDS em sua vida e ainda permanece negativo. Tenho um outro amigo próximo na mesma situação. Ele tinha tido muitos amantes HIV positivos e ainda tem um agora. E ele permanece negativo.” Dr. Lanka acrescenta, “Desde o início, os Centros de Controle de Doenças (CDC) não puderam encontrar umm único caso onde uma pessoa foi infectada por uma outra e esta pessoa tenha infectado uma terceira. Não há qualquer estudo onde este tipo de transmissão tenha sido provado. Se você examina a taxa de positividade entre as esposas de hemofílicos, há somente 1 mulher infectada a cada 500”.

Conquanto as doenças infecciosas se espalhem grandemente entre a população, a AIDS permanece confinada aos seus grupos de risco originais. O Dr. David Rasnick explica, “Doenças infecciosas não sabem se você é branco, preto, homem, mulher, gay ou hetero. O HIV merece um diploma de graduação pelas melhores universidades por fazer estas distinções. Na realidade, a AIDS ainda está em quase 9 entre 10 casos afectando homens nos EUA e Europa. Aproximadamente 86% da mais recente percentagem é masculina. E 60% dos pacientes de AIDS dos EUA e Europa são homens gay. Um outro terço vem dos usuários de drogas endovenosas [um código para usuários heterossexuais de drogas]. Então, há aproximadamente 1% de AIDS pediátrica, 80% destes sendo, segundo o CDC, nascidos de mães que usaram drogas durante a gravidez”.

Rasnick acrescenta também que a AIDS não é comum, já que atinge pessoas entre 25 e 50 anos, quando aqueles que são mais inclinados a terem doenças infecciosas são os muito jovens, cujos sistemas imunológicos não estão completamente formados, e os muito velhos, que já tem seus sistemas imnológicos em declínio: “As pessoas entre 25 e 50 anos são as menos inclinadas às doenças infecciosas. Eles tem sistemas imunológicos completamente operacionais. Ainda que a vasta maioria dos casos de AIDS nos EUA e Europa sejam encontrados em pessoas dentro destes grupos de idade. Virtualmente não há AIDS entre adolescentes e estes certamente são sexualmente ativos. Se você tivesse uma doença sexualmente transmissível, acharia uma fração razoável de seus pacientes de AIDS sendo adolescentes, e isto não acontece”.

Uma outra observação feita por Rasnick é que conquanto a maioria dos agentes infecciosos causem os mesmos sintomas, o HIV não faz isto: “Um virus da gripe causa gripe, não causa pólio, por exemplo. Se você transmite uma espiroqueta da sífilis, você pega sífilis e não sintomas de resfriado. Ainda que um homem gay com sarcoma de Kaposi(KS), uma das doenças definidora de AIDS que aconteceu cumprir seu dever cívico e doou sangue durante o chamado período de incubaçao de dez dias, passe seu sangue para alguém mais, você esperaria que esta pessoa também tivesse sarcoma de Kaposi quando de fato, isto não acontece. De 15.000 hemofílicos positivos nos EUA que receberam produtos de sangue de doadores com sarcoma de Kaposi, nenhum veio a ter sarcoma de Kaposi.

AIDS não tem se tornado a pandemia que se temia, ressalta o Prêmio Nobel de Química e inventor da PCR [que foi destinada a testes genéticos], Kary Mullis, :”Se os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), Gallo, e Faucci estivessem corretos, então as previsões deles também estariam corretas. Teriamos uma pandemia mundial de uma doença infecciosa e sexualmente transmitida a qual heterossexuais e homossexuais seriam igualmente suscetíveis. Este é o medo que tem aterrorizado todo mundo. Isto significa fazer sexo, pegar AIDS e morrer. Nenhuma destas previsões tem sido verdadeira.”

Ao invés, o número de casos de AIDS tem declinado, como ressalta Hodgkinson: “Não temos tido qualquer disseminação durante os últimos 10 anos. Quando os testes se tornaram disponíveis no Reino Unido, era estimado que haveriam de 50.000 a 100.000 indivíduos HIV positivos no Reino Unido. Já no início da década de 1990, a estimativa caiu drasticamente para 23.000. Esta avaliação permanece sem mudança. Não há evidência da disseminação, e isto é um poderoso suporte para a teoria que a soropositividade do HIV não é indicativa de uma nova doença se espalhando entre nós.” Mullis acrescenta que os números são inchados porque 25% dos casos são baseados em sintomas e não em desenvolvimentos sanguíneos: “Contactei o CDC e perguntei a eles se eles fizeram acompanhamentos sanguíneos de todas as pessoas incluídas nas estatísticas de AIDS do dia um. A resposta foi negativa. Aproximadamente 25% destas estatísticas são baseadas em sintomas. Eu disse que há ao menos sete outras doenças que tem sintomas idênticos aos da AIDS, tais como tuberculose, malária e citomegalovirus. Eles não se importaram com isto e não abordaram a matéria.”

Mullis também ressalta que não é a primeira vez que uma doença tenha sido enganosamente considerada infecciosa: ” No início do século XX e fim do século XIX no sul, a Pelagra era pensada ser uma doença infeciosa. Na verdade e agora, esta doença é devida a uma carência de niacina porque os sulistas estavam comendo milho ao invés de trigo. Os fazendeiros estavam tirando seus filhos de casa e colocando-os em orfanatos. A criança podia agora obter algum trigo e não tinha pelagra.”

Hodgkinson acrescenta que conquanto o HIV seja relatado como desenfreado na África, o continente onde supostamente a AIDS começou, seus cidadãos não tem apresentado altas taxas de mortalidade por AIDS: “Talvez a maneira mais simples de refutar estas declarações é relatar as matérias do Time e outros noticiários de três ou quatro anos atrás. Eles estavam apresentando matérias principais sobre a maciça ameaça ao futuro das pessoas na África causado pelo HIV e a AIDS. Estas histórias eram baseadas em estimativas da positividade ao HIV que estava sendo declarada. Era pensado que os africanos fossem o conduto da morte e que haveria áreas inteiras despopuladas no continente como resultado da terrível epidemia.

“Apenas umas poucas semanas atrás, Time apresentou uma grande história sobre a África. Não havia sequer uma menção ao HIV e a AIDS em todas as 11 ou 12 páginas dste artigo. Ele falava do grande futuro e o novo humor de otimismno que está presente no continente”.

Este ponto é enfatisado por Mullis que afirma: “A OMS estudou prostitutas em um pequeno país costeiro africano acima da Libéria. Eles descobriram que 75% delas eram HIV positivo e previram que em cinco anos mais da metade delas estaria morta. Em cinco anos eles voltaram e não havia cadáveres para contar. Ainda que elas fossem HIV positivo, segundo os testes deles. Realmente, elas eram positivas devido a reações cruzadas. A conclusão de um trabalho sobre isto publicado em Nature foi que estas pessoas tinha uma descendência especial de HIV que primeiramente, não causa a doença e, secundariamente, protege você das descendências que são desenfreadas na África. É até mesmo dito que devemos estudar estas pessoas para posteriormente desenvolvermos uma vacina. Até mesmo um jovem do sexto ano procurando a lógica disto diria: ” Espere um minuto. O imperador aqui está nu!” Há alguma coisa seriamente errada com as mentes das pessoas que não examinam a evidência direta de suas conclusões estarem erradas.”

Charles Geshekter, Ph.D. um professor especializado em estudos africanos tem realizado 12 viagens à África e tem organizado uma Conferência sobre “Rethinking AIDS” quando era o presidente da História da Ciência, Divisão do Pacífico, uma seção da Associação Americana para o Avanço das Ciências. O Professor Geshekter diz que a AIDS na África é um conjunto diferente de doenças daquele que é utilizado nos EUA e na Europa: ” Você tem que voltar à definição original do chamado caso da AIDS na África. Você descobrirá que uma conferência da OMS realizada na República Centro Africana, um país com fronteira por terra ao norte com o Zaire em sua cidade capital, Bangwee, em 1985. E nesta conferência uma definição para o caso da AIDS na África foi acertada. A própria definição é decididamente diferente da definição de um caso de AIDS na América do Norte ou Europa Ocidental. E esta definição é simplesmente baseada em quatro sintomas clínicos que são muito disseminados e muito comuns na África porque de fato, este é um continente empobrecido. Eu próprio já tive todos os quatro sintomas. Eles são tosse persistente, febre alta, fezes moles ou diarréia por 30 dias, e 10% de perda de peso corporal em um período maior de dois meses. Tenho sofrido de tudo isto trabalhando nos campos do Quênia, Etiópia e Somália. Se eu fosse africano, seria considerado um caso de AIDS. E não sou. Assim, sou julgado ter um caso de diarréia de viajante ou alguma coisa similar. Então, se você olhar cuidadosamente sobre o que exatamente eles estão contando, você encontrará velhos sintomas que claramente não são de origem HIV e que tem sido redefinidos para montar uma epidemia da chamada AIDS.”

Dr. Mark Chanley do Departamento de Ciências Biológicas, da Universidade do Norte do Texas, acrescenta: ” Parece-me que quando você está procurando a causa de uma doença, você está procurando por coisas comuns, não por diferenças. AIDS nos EUA é caracterizada pr coisas tais como imunossupressão severa e infecções oportunistas características como sarcoma de Kaposi e candidíase, enquanto que na África é associado com outros sintomas como doenças debilitantes. Na África, sempre tem havido doenças debilitantes e malária. Outras doenças parasitárias me vem à mente. Ter uma doença do virus do HIV não predispõe a adquirir estas doenças. As pessoas neste ambiente as contraem porque estão em um ambiente que expõe a todos os tipos de doenças infecciosas… O virus deve causar a mesma doença, e isto claramente não acontece na África. As pessoas apenas tem todas as velhas doenças, combinadas com o HIV, e chamaram isto de AIDS. Mas muitas pessoas na África que apenas tem as mesmas doenças que eles sempre tiveram.

Dr. Phillip Johnson, um professor de lei da Universidade da Califórnia, Berkeley, que tem adquiido interesse nas matérias sobre a AIDS e diz que com toda a probabiidade, estamos nos concentrando no micróbio errado: ” Se voltássemos atrás e auditássemos a evidência sem um preconceito a favor da teoria reinante, a conclusão seria que o HIV não é nocivo. Uma correlação não prova causa e as pessoas que estão muito doentes tem montes de infecções e proteínas estranhas em seu sangue. Elas podem testar positivo para um monte de coisas, mas isto não significa que estas coisas estejam causando a condição delas.”

Dr. Rasnick, que passou 20 anos desenvolvendo inibidores da protease, inclusive estes que estão sendo usados para deter a atividade do HIV, acredita que estas drogas são a melhor prova que o HIV não seja a causa da AIDS. Ao inibir as enzimas do HIV, os inibidores da protease desativam a chamada causa, mas a condição permanece. A pesquisa mostra que as pessoas tomando estas medicações ainda estão morrendo de condições imunossupressoras. Rasnick afirma, “Os inibidores de protease são os inibidores mais potentes que já vi. Eles em absoluto acabam com o HIV no laboratório. Se o HIV estivesse se replicando em um ser humano, estes inibidores da protease acabariam com isto… Quando você não obtém benefício da droga, você tem uma séria dúvida da hipótese e pensa que talvez o HIV não cause a AIDS”. Uma conferência de 1994 devotada as proteases anunciou estas descobertas, dizendo que 400 pacientes de AIDS tomando duas gramas de Sequenivir, por dia e durante um período de 18 meses, não mostraram beneficio clínico. Eles não viveram mais ou melhoraram de alguma forma.

Muito mais que uma pergunta é a assunção de que o HIV causa a AIDS, Rasnick ressalta, os cientistas vem com uma outra explicação, dizendo que o HIV inteligente está mudando para produzir as formas resistentes. Embora a especulação tenha se tornado o dogma, Rasnick critica a idéia, dizendo que as mutações nunca tem sido demonstradas na literatura científica; os mutantes apenas são produzidos nos laboratórios.

Anticorpos tipicamente significam que um microbio se tornou inócuo. As vacinas são criadas sob esta premissa; elas introduzem anticorpos no sistema para manter o microorganismo latente. Com a AIDS, esta regra foi quebrada e os anticorpos tem sido usados para prever a inevitabilidade da doença. Estranhamente, a lógica novamente mudará com a introdução de uma vacina contra a AIDS, que injetará nas pessoas anticorpos contra o HIV. Repentinamente, ao invés de causar a doença e morte, os anticorpos oferecerão proteção.

Hipóteses Alternativas

Se o HIV não causa a AIDS, então o que causa? Esta parte explora várias teorias:

Medo. Imagine ir ao médico e ouvir que tem apenas 18 meses de vida. O efeito pode ser devastador. Comparando com aqueles que sobrevivem ao diagnóstico do HIV/AIDS com aqueles que não o fazem, Mark Conlan ressalta a importância do estado mental e emocional da pessoa: “Muito do que é chamado de HIV/AIDS é conceitual. Penso que um elemento chave em qualquer programa é não deixar que sua mente lhe torne doente. Se você acredita verdadeiramente que um resultado positivo em um teste de HIV significa que você tem um virus mortal dentro de seu corpo e que irá adoecer com doenças que lhe matarão, então todos os regimes nutricionais do mundo, todos os tratamentos com ervas não lhe ajudarão… Você tem que abandonar o estado mental de HIV=AIDS e acreditar que se você for HIV positivo sem sintomas, nada há de errado com você. Eu me perguntaria, “Porque preciso afinal de algum tratamento?” É somente quando você acredita que já está doente de uma infecção causada pelo HIV que você está condenado. Eu obtive este insight de Michael Elner, o presidente de HEAL em New York e um experiente hipnoterapeuta que sabe muito sobre a ligação mente/corpo.”

Conlan suplica que as pessoas que vêem seus diagnósticos como uma sentença de morte trabalhem de forma programada para modificar suas crenças: “Esta é a única doença que eles lhe contam quando você é até mesmo uma criança. Até mesmo com cinco anos de idade você pode absorver a mensagem que HIV=AIDS=morte. Eles não sabem sobre o câncer de seio ou pulmão e outras condições sérias que eles podem ter mais tarde na vida, mas a instituição da AIDS tem sido tão eficaz e universal em sua propaganda que até mesmo as crianças sabem que se você testar positivo para o HIV, terá AIDS e morrerá. Esta é uma mensagem social incrivelmente difundida, e você tem que se armar com os fatos para ir além disto e sair deste estado mental de que HIV seja igual a AIDS. Se você acreditar que o HIV lhe matará, você morrerá. Se não acreditar, é o primeiro requisito para sobrevivência. A revista mensal de notícias de Conlan, Zenger’s, oferece informações sobre opiniões alternativas sobre a AIDS.

O sobrevivente da AIDS, John Turner é um exemplo de alguém que mudou sua vida de um estado paralisante de medo para um estado positivo de bem estar na busca pela verdade. Turner declara, “Até um ponto, tomei AZT por um período de duas semanas pelo medo e pressão de meu médico e amigos. Isto foi no verão de 1985 quando meu médico me disse que tinha seis meses de vida.

“Senti que era meu trabalho começar a obter o máximo de informação que eu pudesse. Tudo que eu encontrava me dizia que ninguém sabia do que estava falando. O verão de 1988 ou 1989 foi quando descobri o trabalho escrito por Peter Duesberg. Este trabalho me enviou a uma busca para começar a ser pró ativo contra a idéia de que um virus seja capaz de causar doença sem outra causas”. 15 anos depois que fui diagnosticado de AIDS, Turner relata ser um perfeito espécimen de saúde.

Estilo de vida. Lembra-se do ator fanfarrão Errol Flynn? Como um homem jovem, ele encantava as audiência representando Robin Hood e Captain Blood. Mas quando o ator morreu em seu 50o.aniversário, ele estava tão desgastado por uma rápida vida de drogas e muita bebida que seus médicos, através da autópsia ficaram surpresos dele ter permanecido vivo pelos últimos cinco anos de sua vida. Triplique a velocidade do estilo de vida de Flynn e você acelera o processo de auto destruição.

Tal é o caso com a AIDS, que muitos atribuem a exaustão, um sistema imunológico estressado causado pelo abuso de drogas e um estilo de vida super rápido. Inicialmente, a AIDS foi detectada em homens homossexuais que estavam frequentemente em bares e casas de banho, tendo múltiplos parceiros em uma só noite. Eles estavam tomando quantidades maciças de antibióticos como um profilático contra a sífilis, e repetidamente tendo hepatite e doenças parasitárias. Eles bebiam, fumavam, comiam mal, dormiam mal. Drogas recreativas como a cocaína, heroína, extasy e inalantes de nitritos eram lugar comum. Muitos críticos da teoria do HIV dizem que qualquer um destes fatores, sozinho, pode contribuir para a doença e que tantos deles e por tão longos períodos de tempo são prováveis de resultarem em doenças encontradas na AIDS.

Dr. Frank Buianouckas, um professor de matemática da Universidade Municipal de New York, e uma das forças principais no programa HEAL de New York, relembra o cenário: “As pessoas que tiveram AIDS eram espíritos livres da década de 1970. Eles seguiram desfrutando sua nova liberdade sexual e contraíndo micróbios para os quais tinham que usar antibióticos e outras drogas médicas. Alguns amigos meus contraíram sífilis e gonorréia 25 vezes e então receberam todos os tratamentos. Eles também estavam usando antibióticos como profiláticos para as doenças venéreas e drogas recreativas, tudo isto danificando seus sistemas. Assim, muitas pessoas que conheci que tiveram diagnósticos HIV positivo, se enquadram nesta categoria.

O jornalista investigativo Michael Verney Elliot enfatiza que os fatores de risco relacionados ao estilo de vida são de importância central, um fato continuamente negado pela comunidade gay: “Todo mundo percebe que o verdadeiro risco é ser infectado pelo HIV. Mas não é. Em cada grupo de risco conhecido, o risco é estar imunossuprimido por outras razões específicas. Se você faz a pergunta: estamos dizendo que todas as pessoas em um conhecido grupo de risco estariam perfeitamente sadias se não tivesse sido o HIV, então a resposta é não. Mas são os riscos que os fazem doentes. Por exemplo, viciados em drogas, sabemos, são pessoas doentes. Mas somos levados a acreditar que por causa de que eles tenham o HIV, os viciados em drogas estão agora morrendo, e não estariam se não fosse isto. E isto de fato, é completamente sem lógica, porque a idade média em que morrem os viciados em drogas na América é ao redor dos 31 anos, com ou sem HIV. Isto é a mesma coisa para os homens gay, que tem HIV mas também fazem uso de um monte de drogas. Assim, o verdadeiro risco é estar imunossuprimido por outras razões, não o de ser infectado pelo HIV…

Elliot reflete sobre o estilo de vida comum a um pequeno subconjunto de homens gay como resultado da revolução sexual da década de 1970, que levou à doença: “Porque aceitamos a hipótese do virus HIV tão prontamente? Porque é mais conveniente, suponho, aceitar um virus do inferno muito mais que reconhecer que foi o nosso comportamento tolo que nos levou a esta situação. Penso, por exemplo, que ninguém queira falar sobre fazer uso de drogas. Os homens gay usam um absurdo de drogas. Eles tomam todos os tipos de drogas nas discotecas. Eles tomam um monte de drogas de tipo afrodisíaco etc. E se eu mencionar isto aos meus amigos gays, eles irão me olhar como um estúpido fóssil velho que está tentando impedir que eles tenham bons momentos. Mas então eles que se preparem para quando tudo isto der errado, mais tarde. Mas você não pode dizer aos homens gays que eles não tomem drogas porque eles nunca foram advertidos que as próprias drogas causam imunossupressão. Eles acreditam que a menos que eles contraiam este virus infernal, eles irão continuar vivos e bem em 1985. Você não pode falar nada que faça sentido para eles. Eles não estão preparados para admitir que é o estilo de vida gay da década de 1970 que levou aos primeiros casos de AIDS.

“Em 1982, houve uma campanha no The New York Native pelo falecido Michael Calan que junto com um colega escreveu um artigo chamado, “Sabemos quem somos.” Ele estava descrevendo o cenário gay como ele era e dizendo sobre como ficarmos surpresos da AIDS nos atacar. Alguma coisa tinha que acontecer mais cedo ou mais tarde. Ele foi vilificado pela comunidade gay na América por ter dito isto, porque parecia que ele estava traindo os homens gay ao dizer o que eles estavam fazendo. Mas custa bastante a um homem gay dizer a outro: “Pelo amor de Deus, quanto tempo você pensa que pode continuar com este tipo de abuso?”

“Uma outra coisa, durante as alturas do período de rapidez nas décadas de 1970 e 1980, as doenças sexualmente transmitidas eram apenas vistas como um azar recreativo. Você apenas tomava uma outra injeção e voltava para o que estava fazendo anteriormente. Uma vez conversei com um camarada em San Francisco que realmente se gabou comigo de ter tido 18 vezes gonorréia em um único ano. E eu pensei, como estas pessoas esperam continuar sadias?”

Elliot diz que este cenário continua e fala de um fenômeno que atualmente está acontecendo nos EUA, chamado de “Festa do Circuito”: “Aproximadamente 7.000 homens gay fazem um circuito de cidades e passam três dias de animação onde todo mundo fica absolutamente bombardeado mentalmente com drogas e rola muito sexo. Como resultado, suspeito que muitos destes homens ficarão muito doentes. Mas você não pode dizer isto a eles. Isto é um julgamento. Eles pensarão que você quer impedi-los de terem bons momentos. Mas posso ver os perigos que eles não podem.”

Neville Hodgkinson acrescenta que “Homens gay estão particularmente em risco. Eles tem sido expostos a muitos agentes infeciosos. Eles tem frequentemente tomado antibióticos continuamente como proteção aos renovados casos de reinfecções das doenças sexualmente transmissíveis. E os homens gays passivos, antes dos dias “sexo seguro”, tem sido expostos ao esperma de seus parceiros sexuais, algumas vezes, milhares de parceiros, por meios tais que, segundo estes cientistas, pode ser muito perturbador do sistema imunológico. Também tem ocorrido um pesado consumo de drogas dentro deste setor particular da comunidade gay que tem estado mais em risco. E de fato, a comunidade que abusa das drogas é outro geralmente grande grupo de risco onde o HIV positivo tem sido detectado, sendo um outro grupo muito pouco sadio na maioria dos casos, onde eles tem sido expostos ao sangue do compartilhamento de agulhas, repetidas infecções devido ao seu estilo de vida, frequentemente má nutrição, e os efeitos danificadores das próprias drogas. E de fato, um terceiro grupo é o de pessoas que sofreram múltiplas transfusões, particularmente os hemofílicos, que novamente são pessoas que tem tido muita exposição a proteína estranha em seus corpos. E segundo os cientistas, foram estes assaltos repetidos sobre a integridade do sistema imunológico de indivíduos em risco que forneceram a explicação adequada do porque as suas células imunológicas deviam estar enviando estes sinais de stress. E você não precisa postular a existência de um novo virus mortal…

“Uma forte teoria do que está acontecendo com a AIDS é que talvez uma confusão sobre o que seja o meu próprio corpo e o que sejam os invasores externos. Quando uma pessoa tem sido exposta por um longo período aos tipos de risco que descrevi, as células imunológicas falham em reconhecer o que é amigo ou inimigo e pode começar a destruir células que realmente sejam parte de seu próprio corpo ao invés de serem invasores hostis externos. Isto pode ser uma resposta defensiva. O corpo pode se ver começando a perder importantes células imunológicas… Isto realmente pode ser uma tentativa de proteger as células imunológicas de serem mortas pelos processos autoimunes. Mas exatamente o que está acontecendo, não está claro. Este é um campo que necessita de muita pesquisa”.

Dr. Rasnick afirma que toda doença definidora de AIDS tem sido documentada estar relacionada às drogas: “Há 20 milhões de usuários crônicos de drogas nos EUA. Os números tem subido exponencialmente de uns poucos milhares na década de 1970 até os 20 milhões de agora. E então existem outros 50 milhões de usuários de “tempo parcial”. A AIDS é a ponta do iceberg da epidemia das drogas. É análoga ao fumar cigarros. Todo mundo que tem câncer de pulmão ou enfizema nos EUA fumou cigarros por décadas. AIDS é muito similar. Peter e eu não podemos encontrar qualquer exemplo documentado de casos de AIDS livres de drogas, embora a completa maioria destes 20 milhões destes usuários crônicos de drogas não tenham AIDS.

“O sarcoma de Kaposi (KS) parece ser uma consequência de inalar cronicamente nitritos, os poppers, porque 90% de todos os sarcomas de Kaposi estão em homens gays, e 100% deles tem uma história de uso de nitritos inalantes. Como um químico, posso lhe dizer que os nitritos são altamente carcinogênicos… Quando estes camaradas estalam um destes pequenos frascos, eles podem inalar um milímitro de amilnitrito ou de butilnitrito. E um milímetro desta coisa tem aproximadamente 10 bilhões de moléculas de nitrito para cada célula em seu corpo. Elas certamente são suficientes para causar sérios danos em seu DNA ou proteína. O sarcoma de Kaposi que vemos nos homens gay localiza-se nas extremidades superiores ao redor da boca, face, garganta e pulmões. Morris Kaposi nunca viu este tipo de sarcoma de Kaposi. Ainda que seja exatamente o que você deveria esperar de alguém que esteve respirando inalantes de nitrito.

Drogas da AIDS. “A hipótese do HIV é a base para a intoxicação diária de 200.000 americanos com terminadores de cadeia de DNA e inibidores da protease”, ressalta Duesberg. Você não pode esperar que as pessoas vivam quando você está alvejando as moléculas centrais da vida”.

Conquanto a AIDS na década de 1980 foi primariamente trazida por um estilo de vida, a AIDS na década de 1990 tem se tornado uma doença iatrogênica trazida ou piorada pelas drogas imunossupressoras, diz o Dr. Rasnick, “O teste do HIV é um razoavelmente bom previsor de pessoas que estão indo ter AIDS e morrer, mas não pelas razões que as pessoas pensam. Se você testou positivo para o HIV, seu médico lhe dirá algo como uma sentença de morte… Você pode imaginar o que isto faz psicologicamente com você. De certo modo, é como o vudu.

“Secundariamente, o médico fortemente lhe encorajará, até mesmo ao ponto da intimidação e ameaça, que você tome medicações antiretrovirais – AZT, DDI, 3TC – estes terminadores de cadeia de DNA e agora os recentes inibidores de protease. Se você continua a tomar estas drogas letais, você certamente se tornará uma estatística da AIDS. Enrtão, se você seguir o caminho da soropositividade para o HIV até as drogas, o teste é um bom previsor de morte por AIDS.”

Hodgkinson acrescenta: “Há um bom número de cientistas que argumentam que estes tratamentos sejam a causa da AIDS porque não existe um mecanismo conhecido pelo qual este suposto virus possa estar causando o dano que a ele é atribuído. Uma pronta dieta de quimioterapia é uma descrição perfeitamente racional de porque alguns pacientes de AIDS sofrem de uma terrível fraqueza muscular e doenças debilitantes. Em muitos casos, isto é pior do que uma simples falência do sistema imunológico e vulnerabilidade à infecção. Os efeitos colaterais de algumas drogas antiretrovirais que foram prescritas na esperança de vencer a doença, tem sido uma parte central da sindrome da AIDS durante a segunda metade da década de 1980 em diante. Tenho medo que elas tenham se tornado responsáveis pela ampliação do escopo desta falha do sistema imunológico, talvez para pessoas que nunca estiveram doentes mas que, por causa de testarem positivo por alguma razão, foram colocadas sob tratamento com estas drogas.”

AZT nunca foi provado ser seguro ou eficaz, segundo o interno da pesquisa, Lynn Gannett, gerente dos dados da fase três dos testes clínicos do AZT em Syracuse, New York de 1987 a 1990. O propósito deste estudo era ver se as pessoas diagnosticadas como tendo AIDS melhorariam com o protocolo da droga, mas isto nunca foi examinado devido a uma falta de ética e preocupação. O real objetivo da pesquisa era maximizar o número de pacientes envolvidos nos estudos para aumentar o custeio, afirma Gannett: “Os clínicos estavam tão afobados que eles realmente arrolavam uma pessoa que era HIV negativo, e eles nem mesmo entendiam isto, até três semanas depois… Frequentemente, as diretivas vinham diretamente de baixo para cima, concentradas em alistar mais pessoas. É como se eles estivessem esquecidos da razão para a realização dos estudos, que era determinar se o AZT era seguro.

Gannett dá um exemplo perturbador da incompetência que aconteceu durante estes testes do AZT em combinação com a pentamidina: “Havia uma mulher alistada que tinha uma doença cardíaca, obesidade e algumas outras condições médicas sérias pré existentes além de um diagnóstico HIV positivo. Ela provavelmente não deveria ser alistada para este estudo devido a todo seu histórico médico, já tão complicado. Muito cedo, a mulher desenvolveu um quadro de toxidade para o AZT. Os dados laboratoriais dela mostraram uma severa anemia. Havia passos específicos a serem seguidos com pessoas que mostravam sinais de toxidade. Mas nenhum dos médicos ou enfermeiras prestou atenção a estes passos explicitamente ressaltados de conduta com os casos de toxidade.

“Porque ela estava apresentando toxidade, ela deveria ter sido levada para um exame laboratorial para ver se a anemia por toxidade progredia, o que foi feito de fato, mas não foi monitorado… Ninguém parecia preocupado com isto. Ao tempo de sua 24a.visita de acompanhamento, ela mostrava sinais de anemia grau 4, que é a mais severa. Ele deu entrada na emergência com falta de ar e desidratação. Como se já não fosse suficientemente ruim, ela deveria ser inteiramente retirada do uso da droga, mas isto foi apenas reduzido de 1.000 mg de AZT por dia para 500 mg por dia. A anemia dela continuou a piorar e ela finalmente teve a droga suspensa três dias depois. Para mim era inconcebível como eles estavam prestando tão pouca atenção e tomando decisões arbitrárias em violação ao protocolo”.

Gannett enfatiza que este não foi um caso excepcional, mas apenas um exemplo do que acontecia rotineiramente: “Há outros exemplos tais como enfermeiras incompetentes que não acompanhavam a programação dos pacientes e não realizavam as visitas programadas. Os pacientes deveriam supostamente serem trazidos para monitoramento em laboratório e entrevistas a cada duas a quatro semanas e isto não estava acontecendo. Testes errados de laboratórios seriam ordenados e assim eles teriam informações de valores laboratoriais dos quais não necessitavam e perderiam informação de dados laboratorias de fato importantes. Formulários padrão para capturar a informação comum, tais como reações adversas aos medicamentos, raramente eram preenchidos. Era impossível analisar os resultados dos dados de pesquisa obtidos da clínica Syracuse porque estavam cheios de furos. Em toda similaridade, isto aconteceu em outras clínicas de pesquisa também. Você não pode analizar dados se as regras são quebradas todo o tempo. Isto não é uma pesquisa; é lixo.” Como resultado, os efeitos colaterais que as pessoas podiam estar apresentando como resultado do AZT e outros medicamentos não foram registrados e portanto, não podiam auxiliar os finais tomadores de decisão.

Gannett desde então tem aprendido que o AZT é altamente venenoso para qualquer um que tome a droga a longo prazo. Criado na década de 1960 como agente quimioterápico para tratar o câncer, o AZT terminou na prateleira por ser tóxico demais, um fato aparentemente esquecido pela indústria farmacêutica quando um remédio foi necessário para a AIDS. o AZT termina com a síntese do DNA; em outras palavras, ele evita a replicação das células. Como a renovaçao celular é crucial para todos os organismos biológicos, o AZT é portanto incompatível com a vida e a saúde. Gannett considera especialmente chocante que mulheres grávidas e bebês recebam AZT, já que a replicação celular nestas populações é tão vitalmente importante. Os estudos que mostram os pobres registros de rastreamento do AZT podem ser vistos no website chamado virusmyth.com.

Em seu documentário, Michael Verney Elliot chama os primeiros testes do AZT de “medíocres e talvez fraudulentos’. Ele afirma, “Eles todos terminaram prematuramente antes sequer dos efeitos doentios do AZT pudesem ser percebidos. Subsequentemente, foi mostrado que a dosagem empregada do AZT era mil vezes mais tóxica do que aquela que havia sido afirmada ser tóxica”.

Recentemente, os inibidores da protease, que contém AZT, tem sido divulgados como uma cura milagrosa para a AIDS. Na medida em que as mortes por AIDS estavam drasticamente caindo nos EUA anualmente, antes que fossem introduzidos os inibidores da protease, Gannett suspeita que esta afirmativa seja meramente propaganda levada adiante pela media principal. Estes anúncios entusiásticos foram feitos dentro dos primeiros poucos meses de marketing, mas agora, um pouco mais de um ano depois, os perturbadores efeitos colaterais de desfiguração estão sendo observados. Gannett afirma, “O nome fantasia que as companhias farmacêuticas tem dado a isto é “síndrome da redistribuição das gorduras”. Blocos de gordura acumulada na parte de trás do pescoço e nos ombros das pessoas que tomam estas drogas. As pessoas nem mesmo podem levantar diretamente suas cabeças sem apresentar um bolo de gordura. Imagine como é terrível isto. Na medida em que a gordura migra para diferentes partes do corpo, as pernas se tornam palitos enquanto a barriga fica distendida”.

Quando as drogas contra a AIDS fracassam, outros marcadores são vistos como medidas de sucesso. Os marcadores sub rogados podem mostrar se os níveis das células CD4 melhoram ou não. Mullis comenta que ninguém sabe se as células CD4 devem estar altas ou baixas. Em algumas doenças elas sobem, e em outras, caem. Indivíduos sadios sem fatores de risco para a AIDS, inclusive corredores de maratonas, frequentemente tem contagens de CD4 extremamente baixas. Os níveis de CD4 portanto são insuficientes como marcadores sub rogados. “O sistema imunológico é incrivelmente complicado”, afirma Mullis. “Nenhum imunologista competente pode lhe dizer que os níveis de CD4 sejam um marcador sub rogado para qualquer coisa. O FDA está dizendo que você não tem que mostrar que estas drogas ajudam. Você não tem que mostrar que elas salvem uma única vida. Tudo o que você tem que fazer é mostrar que um marcador clínico tem mudado e esperar que isto signifique que fará alguém melhorar.”

A política completa de trair a confiança do público nada mais é do que criminosa, dizem os dissidentes da AIDS. Será que no futuro estaremos entrando com montes de processos legais? Provavelmente não. Mais provavelmente, o cenário será remanescente dos processos movidos contra os fabricantes de cigarros, onde uns poucos são ouvidos e resolvidos em acordos a portas fechadas. Duesberg cita a aprovação do FDA como uma razão: “Uma vez que o FDA aprove um remédio, você pode prescreve-lo para qualquer coisa. Você pode prescrever AZT para caspa e estar protegido como médico.”

De onde veio o HIV? A Teoria da Contaminação Viral

Alguns dissidentes teorizam que o HIV infecta humanos como resultado da contaminação de vacinas pólio. Michael Verney Elliot tem pesquisado esta história e fala de suas implicações:”Primeiramente me interessei pelo HIV e pela AIDS quando estava tentando trabalhar com isto e de onde eles teriam vindo. Nos foi dito que o HIV era um retrovirus e pensei, como isto começou? Havia todo tipo de histórias sobre um macaco mordendo um homem no Zaire. Isto parecia um pouco estranho. Então, comecei a olhar a possibilidade de que o HIV tenha sido um contaminante nas vacinas pólio.

Na década de 1950 e até 1962, as vacinas pólio eram contaminadas com um virus chamado Virus Simiano 40 (SV 40). SV 40 era sabido ser altamente carcinogênco quando colocado em uma cultura de células humanas. Quando injetado em pequenos animais de laboratório, podia causar tumores. Vi como os fabricantes da vacina pólio tinham feito um gigantesco erro e dado a muitas crianças o SV 40.

“Imaginei que a mesma coisa pudesse ter acontecido com um retrovirus de macaco. Assim, fiz um pouco de pesquisa… E descobri um trabalho científico de Walter Kyle, que era um advogado americano especializado em queixas para compensação. Ele escreveu um trabalho publicado no The Lancet – acredito que foi em 7 de março de 1992 – onde ele declarava que era sabido pelo governo americano desde 1976 que um retrovirus tinha contaminado as vacinas pólio. Naquele ano, dois homens trabalhando com biológicos, nos EUA, estavam examinando lotes da vacina pólio sob microscopia eletrônica. Eles descobriram partículas retrovirais, ou o que parecia serem partículas retrovirais, que posteriormente foram confirmadas serem partículas retrovirais do tipo RNA C – que a virologia chama de retrovirus. Fiquei imaginando como isto pode ter acontecido e comecei a procurar mais um pouco, cuidadosamente.

“A coisa toda voltou ao pânico do Vírus Simiano 40. Em 1960, quando foi descoberto o SV 40, foi entendido que milhares de crianças tinham recebido a vacina do virus vivo e morto e que elas podiam estar infectadas. Foi decidido que eles deviam parar de usar os macacos rhesus, que eram os hospedeiros naturais do SV 40. Eles então mudaram para uma espécie diferente. Sob conselho de Mike Hillerman, eles decidiram importar macacos verdes afircanos e fazer uso de seus tecidos celulares na produção de vacinas.

“Não foi senão em 1985, depois de quase um quarto de século usando as células destes macacos verdes africanos que entendemos que eles estavam infectados com três retrovírus. Dois deles acontece serem parentes próximos de dois retrovirus humanos que são considerados causarem doenças. São eles o HTLV 1, que é pensando causar a leucemia adulta de células T descoberto por Robert Gallo em 1980 e o HIV que foi descoberto por Luc Montagnier em 1983. Assim, parece ser um tanto de coincidência que dois parentes mais próximos de retrovirus humano que encontramos em uma única espécie de macaco, a qual acontece ser a espécie principal usada para a fabricação das vacinas pólio.”

Promovendo o Mito

Embora uma mente aberta seja a marca registrada da ciência, não foi este o caso com a AIDS. Em 1984, a então Secretária de Estado, Margaret Heckler anunciou em uma conferência de imprensa que Robert Gallo tinha descoberto o HIV como a causa provável da AIDS. (agora é dado crédito por esta descoberta ao virologista francês Luc Montagnier.) Do dia para noite, a palavra “provável” abandonou as narrativas deste pronunciamento e a guerra contra o HIV, como único causador da AIDS, começou. A causa foi determinada até mesmo antes que qualquer trabalho científico sobre a matéria fosse publicado.

15 anos e 50 bilhões de dólares mais tarde, com 100.000 médicos e PHDs trabalhando, a ortodoxia da AIDS tem fracassado em curar ao menos um único paciente, ressalta Peter Duesberg: “Temos feito um mal indizível aos contribuintes americanos e aqueles em risco de AIDS ou aqueles infectados pelo HIV”, ele avalia. “Penso que agora todo mundo deva reconsiderar que as hipóteses fundamentais deste esforço contra a AIDS que podem ser vazios”.

Seria simples e eficaz em custo testar as teorias alternativas se não fosse o conflito de interesses, afirma Duesberg : “O NIH está dizendo que somente os especialistas entendem a AIDS. E quem são eles? Eles são as pessoas que tem trabalhado com o HIV e cujas carreiras estão completamente baseadas no HIV, e ainda pior, quase todos eles tem enormes interesses associados a isto. Eles tem companhias; eles tem patentes; eles fazem milhões de dólares. Isto é muito mais lucrativo do que suas pesquisas universitárias. Assim, estes são os juízes.

“Estas pessoas podem sustentar lhe enviar para Júpiter. Mas não podem dar 50.000 dólares a Peter Duesberg ou alguém mais com uma teoria alternativa, como uma de testar as drogas como causa da AIDS. Provar que eles estão errados significa arriscar perder a reputação deles e sua permanência na comunidade científica bem como suas companhias .”

O ganhador do Prêmio Nobel em Química, Kary Mullis originalmente aceitou a hipótese de que o HIV fosse a causa provável da AIDS, mas começou a entender que algo estava perdido quando inciou sua própria pesquisa. Dois anos mais tade, Mullis concluiu que a hipótese de que o HIV tenha se originado de uma tática para gerar um enorme custeio em dólares do governo. Ele afirma, “Se você tem uma epidemia, você obtém dinheiro do governo federal. Se você não tem uma epidemia,e você estuda doenças infecciosas, quem se importa? … Nós não estavamos pesadamente sobrecarregados por doenças infecciosas nos EUA até que eles criassem este negócio sobre a AIDS. Se as pessoas estavam a dizer que esta doença estava indo se disseminar e é provavelmente devido ao comportamento, o Congresso não teria custeado a pesquisa da AIDS com dois bilhões de dólares por ano.”

Mullis também ressalta que a hipótesse do HIV se equilibra em uma fundação instável. Comentando sobre como os cientistas viram Gallo, ele diz, “Porque pensamos que era apenas porque Gallo dissesse:
“Cavalheiros, descobrimos a causa da AIDS, não é?”. Isto não é suficiente para publicar um miserável, pequeno trabalho científico em algum lugar. Isto não é o suficiente para gastar bilhões de dólares e arruinar tantas vidas. Toda esta coisa é baseada em uma frágil declaração de um camarada que sabia que tinha mentido muito sobre outras coisas. Assim, porque confiaríamos nele sobre isto? Se ele fosse uma testemunha em um julgamento, não confiaríamos nele. Não confiamos nele nunca mais.”

Os argumentos de Duesberg e Mullis passam desapercebidos da comunidade científica principal, como explica um artigo científico em Yale Scientific: “Duesberg e Mullis tem enfatizado que os trabalhos científicos de Montagnier, Gallo, ou outros não fornecem qualquer justificativa científica para que o HIV cause uma doença. Eles pediram por tais trabalhos mas estes não foram apresentados. Em sua entrevista para California Monthly, Mullis diz como ele começou a pensar que havia algo “podre” sobre as respostas evasivas que ele estava obtendo às suas perguntas. Ele conta como confrontou Montagnier em San Diego, depois de Montagnier ter dado uma palestra sobre a AIDS. Mullis ‘percebeu que Montagnier não tinha dito uma só palavra sobre porque devemos pensar que o HIV seja a causa da AIDS.’ Depois da palestra, Mullis pediu diretamente a Montagnier uma referência científica, e Montagnier admitiu que não existia nenhuma.

“Duesberg escreveu uma carta datada de 11 de fevereiro de 1993 a Harold Jaffe, Diretor da Divisão para HIV/AIDS do CDC. Nesta carta, Duesberg perguntou: ‘Exatamente que trabalhos científicos agora são considerados prova ou, se não há prova, os melhores apoios à Hipótese de que o HIV cause a AIDS? Nenhum trabalho específico foi mencionado na resposta de Jaffe. Jaffe somente deu o que ele via como “evidência epidemiológica.” Honrados e abraçados pela comunidade científica, estes homens estão agora visto como estando em contacto com a realidade”.

Por 28 anos, Duesberg nunca teve negado um custeio para pesquisa. Mas desde que ele tem se tornado um advogado contra a hipótese do HIV, seu mundo mudou:”Ja que você não tem mais custeio, você essencialmente acabou como cientista experimental. Você ainda luta por uns dois anos, e então está acabado. Meu laboratório estava cheio de estudantes e meus trabalhos eram populares nos encontros. Recebi prêmios e fui eleito para a Academia. Mas tudo acabou. Estou sozinho no laboratório sem mais custeios e apenas ensino em cursos de laboratórios para não graduados.Isto é o que acontece se você não fica de acordo neste país”.

O problema de Duesberg serve como exemplo para outros que ousaram falar e expressar ceticismo. O Dr. Phillip Johnson ressalta, “Para alguém que seja mais jovem e falante, seria uma sentença de morte. Assim, eles simplesmente não podem fazer isto”.

Qualquer debate entre cientistas não é tolerado pelas organizações no comando de como devemos ver a AIDS, observa Rasnick, que diz que o NIH tem uma disciplina militar: “Tinha presumido que o NIH, até mesmo embora sendo do governo – operada e custeada, era uma organização científica onde existia um discurso livre e aberto. Sabia que as administrações superiores do CDC, por exemplo, o cirugião geral, tinha escalões militares. Uma revelação perturbadora foi saber que o mesmo cenário é verdadeiro para o NIH. Por exemplo, Anthony Faucci tem um posto militar e um uniforme bem como outros grandes de lá os tem.

“Não há tolerância à crítica dentro das organizações militares. Não há discurso livre e debate. Mas o posicionamento científico e militar são inteiramente incompatíveis, e a orquestração militar sempre domina… Quando você tem uma estrutura militar, você pode completamente reprimir qualquer discurso, crítica, debate que vá contra a política nacional. E a política nacional de 23 de abril de 1984 era que a AIDS era uma doença infecciosa causada por um retrovirus descoberto por Robert Gallo.

“A NIH é também uma fonte a princípio custeadora da pesquisa médica acadêmica nos EUA. Eles são isto. Peter Duesberg e muitos outros acadêmicos enviam suas propostas de pesquisa ao NIH. Esta organização militar filtra o que eles desejam aceitar e o que não querem. Isto explica como uma comunidade de pesquisa dinâmica, aberta ao discurso, debate e crítica desaparecu na era da AIDS.”

Professor Charles Geshekter acrescenta que isto não serve a qualquer vantagem as autoridades para pariciparem de um debate aberto: “Do que eu consideraria serem furos inerentes e fraquezas na teoria infecciosa da AIDS causada pelo HIV. Penso o que aconteceria se público visse que o imperador está nu. E penso que você veria que a noção da teoria viral, onde o HIV é o agente infeccioso, como ciência, seria exposta pela ideologia que ela própria tem criado. Não penso que ela poderia permanecer depois de um estreito e cuidadoso questionamento. A evidência posterior disto é o modo que aqueles de nós que somos dissidentes temos tido nossas opiniões censuradas or não recebamos um fórum público para expressar estas opiniões. E então, se estivéssemos no campo de Gallo e Ho, a última coisa que desejariamos seria uma troca de idéis científicas, abertas, robustas e sem restrições.

Mark Conlan, editor e publicante da revista de saúde Zenger’s e co-fundador de HEAL em San Diego,uma organização ativista da AIDS, ressalta que o diálogo aberto é desencorajado porque a hipótese do HIV serve a muitos grupos de interesses poderosos: “Para um punhado de cientistas do governo, que começaram com o modelo da AIDS e do HIV, isto serve ao propósito de mante-los recebendo uma corrente de custeios. Na década de 1980, um grupo de virologistas estava sendo ameaçado de ter o programa deles de pesquisa do cancer terminado e se lançaram na AIDS como um meio de se manterem no negócio e no trem da gravidade governamental. Eles fizeram um lobby na administração Reagan para ter a sua opinião de que a AIDS era causada por um virus ser declarada como verdade científica.

“Para as companhias framacêuticas particulares que financiam um monte de organizações da AIDS, isto é um incrível gerador de lucros. Uma companhia que fabrica inibidores da protease construiu duas novas fábricas competas apenas para cuidar da produção. Há montes de pessoas fazendo muito dinheiro.

“Para a comunidade gay, isto tem sido uma validação. Na década de 1980, quando a opinião era apresentada que a AIDS era devida a hábitos tóxicos, como o uso de drogas e dos tratamentos profiláticos contra doenças venéreas realizado com antibióticos, as pessoas na comunidade gay ficaram muito aborrecidas de serem culpadas. As pessoas sentiam estarem sendo vitimizadas por serem gays. Assim, quando o modelo do HIV foi politicamente proclamado, a liderança da comunidade gay, com um punhado de exceções corajosas, se agarrou a isto e disse que não teriam que reavaliar o estilo de vida deles; é um virus.

“Então, houve muita simpatia. Você podia ver Elizabeth Taylor usando laços vermelhos. Celebridades gays, como Elton John, saíram do armário porque queriam ser identificados com a luta contra a AIDS.

“E tem havido uma enorme fonte de renda para a comunidade gay. De fato, muitas pessoas gay estão ganhando uma profissão do HIV – trabalhando nas organizações contra a AIDS, oferecendo o tratamento anti HIV e programas de prevenção, cuidando de pessoas com AIDS. A maioria das publicações gay costumava ser apoiada por anúncios por bares gays. E depois, estes anúncios são de clínicas para HIV ou novas drogas. Seja como for que uma nova droga seja aprovada, seus fabricantes construirão de três a cinco páginas para serem disseminadas em uma publicação gay, usando fotografias de pessoas maravilhosamente atléticas tomando a droga. Mas se ler até o fim a informação desta boa impressão, você lerá que não há informação de que esta droga realmente melhore a qualidade ou o prolongamento da vida…

“Finalmente, diria que o HIV é como uma religião. Para um dado povo, as pessoas gays em particular, um meio de fazer sentido do mundo, um meio de fazer sentido do fato que até recentemente muitas pessoas estavam caindo com um doença bizarra e morrendo, bem antes da idade apropriada. Como qualquer outra religião, é adotada como crença, e as pessoas verdadeiramente não querem ter que olhar novamente para isto vezes seguidas e se perguntarem sobre o que realmente está acontecendo. Ou haveria algo mais? Eles acreditam, isto os satisfaz e eles integram isto em suas vidas.”

No século XX, a ciência de fato tomou o poder que a religião tinha anteriormente. A media e o público tendem a aceitar a opinião oficial vinda dos Institutos Nacionais de Saúde, Instituto Nacional do Câncer e dos CDC como se isto viesse de uma grande deidade. Dr. Schoch comenta, “Assumimos que estas pessoas sabem das coisas e falam a verdade. É muito difícil desafia-las em seus próprios termos. Elas recebem o benefício da dúvida dos jornalistas porque sabem algumas coisas que não sabemos. Mas eles não estão e nem deve estar acima do ceticismo e da crítica.”

Jornalistas Dissidentes

Como cientistas, jornalistas investigativos que querem explorar as matérias que cercam a AIDS, descobrem que tem uma tarefa difícil, senão impossível. Frequentemente eles tem as portas fechadas pelas autoridades antes que as idéias deles ganhem impulso. Neville Hodgkinson, ex editor científico do The London Times (um jornal igual ao nosso próprio New York Times), fala de sua experiência: “Tenho estado em uma longa jornada sobre isto porque fui o primeiro a relatar sobre a AIDS na década de 1980. Durante aquela década, eu estava contando a história sob a perspectiva convencional,dizendo que esta síndrome terrível era o resultado de uma infecção por um novo virus mortal. E estava escrevendo com esperança de nova vacina e tratamento medicamentoso. Então, ouvi que um desafio tinha sido criado contra a idéia de que o HIV seja a causa da AIDS, por um cientista americano, Peter Duesberg…e examinei muito cuidadosamente os argumentos dele”.

Acreditando que o debate científico era um processo de mente aberta, Hodgkinson foi desagradavelmente surpreendido ao saber que seu artigo de duas páginas, questionando a assunção de que o HIV cause a AIDS, tinha recebido uma resposta histérica muito mais que um argumento racional. A comunidade principal o chamou grosseiramente de irresponsável por expressar opiniões contrárias. Foi-lhe dito que a dissensão não era aceitável durante uma tal terrível emergência de saúde quando as pessoas deviam tomar precauções quanto ao sexo seguro que, se não seguido, poderia causar muitas mortes mais. Além disso, ele deveria estar totalmente errado já que um punhado muito pequenino já tinha feito um acordo sobre este assunto.

O artigo também teve como efeito fazer de Hodgkinson um ponto focal para cientistas que haviam começado a questionar a Teoria do HIV e que estavam descobrindo ser impossível publicar o trabalho deles, seja na imprensa profissional ou na leiga: “Eles estavam me escrevendo, me enviando trabalhos não publicados, falando-me do quanto estavam preocupados sobre a hipótese. Rapidamente entendi que esta não era uma opinião confinada a um grupo muito pequeno de cientistas. Alguns deles em várias partes do mundo estavam questionando a teoria, mas eram incapazes de serem ouvidos.”

Dr. Peter Phillips, diretor de “Project Censored”, autor de Censored 1998 (Seven Stories Press), e professor de sociologia da Universidade Soma na Califórnia expressa um profunda preocupação com a falta de abertura e de objetividade da imprensa: “Há inúmeros cientistas no país que tem assinado uma petição nacional para reavaliação da direção da pesquisa da AIDS. Eles não tem certeza se de fato o HIV cause a AIDS… Esta é uma história interessante. E é uma história que a media principal tem ignorado. Muito mais, eles tem aceito o modelo que este virus é transmissível atavés do intercurso sexual e que então cause a AIDS.

“A media neste país tem totalmente ignorado a opinião do Dr. Duesberg que o HIV pode não ser a causa da AIDS. Aqui está um virologista renomado dizendo algo novo por dez anos e com inúmeros outros cientistas apoiando a posição dele, e ele não está recebendo atenção da media. Ele literalmente tem sido vetado de qualquer discussão pública no mercado de idéias da media aberta a respeito deste assunto. Esta falta de abertura da parte da media é uma preocupação que tenho como sociológo.”

Dr. Phillips atribui o problema ao fato de que a media americana seja de propriedade de menos de uma dúzia de maiores corporações cujo objetivo é entreter a classe média superior e atrair anunciantes. Já que existe uma quantidade significativa de dinheiro sendo gasto na pesquisa do HIV e nos programas de prevenção, questionar a legitimidade disto pode ser percebido como ameaçador e ter o resultado da perda de muitos dólares em anúncios. Phillips conclui, “A idéia d que o HIV cause AIDS se torna um símbolo sagrado que você não deve questionar e nem discutir.”

Um punhado de jornalistas e de editores neste país tem tomado a posição de quererem informação ao público. O geneticista Dr. John MacDonald, editor da revista Genetica concorda ser imperativo para a corrente principal debater abertamente matérias que cercam a AIDS, e tem se tornado pró ativo nesta direção: “Li os artigos do Dr. Duesberg e sua afirmação que ele não tem tido acesso a revistas científicas. Isto me fez prontamente escrever para ele, porque penso que se a ciência está indo trabalhar com todas as opiniões, deve se tornar pública e debater em bases científicas… Até mesmo se há opiniões que não acreditam ser verdade no presente, isto não nos dá o direito de exclui-las do domínio público. A ciência só pode funcionar se há uma abertura para todas as idéias que são expostas pela comunidade científica e a comunidade cintífica tenha permissão de testa-las. Penso ser muito perigoso para os editores das revistas científicas e outros fazerem exclusões baseados em suas opiniões pessoais, esteja a opinião correta ou não. Este não é o nosso papel. Nosso papel é obter idéias diferentes para o público. Uma publicação futura de Genetica apresentará um artigo de Duesberg e uma réplica por um pesquisador da instituição, um evento único e um passo na direção correta.

Steve Allen, um jornalista que tem sido afiliado a ABC e CBS e que tem filmado dois documentários sobre “AIDS-HIV: O Marcador Sub Rogado” e o “HIV Igual a AIDS: Fato ou Ficção” – fala das dificuldades que os jornalistas tem quando querem fazer mais do que um ato de representantes de relações públicas: “Comecei a entender em 1992 que ninguém estava questionando os poderes que são. Essencialmente, toda informação que estava vindo do governo era diretamente transmitida. Praticamente ninguém era consultado para fazer perguntas objetivas e estes jornalistas estavam sendo criticados e frequentemente vetados e censurados.

A presão é colocada sobre os jornalistas quer eles desafiem ou não a teoria do HIV causar AIDS; isto não nos permite publicar ou produzir informação externa. Muito frequentemente, você pesquisará uma história,entrevistará muitas pessoas, apresentará fatos, e encontrará algum portão editorial em algum lugar, e en tão, a informação é apenas retirada. Isto aconteceu conosco em 1992. Pegamos uma peça dos Artistas Criativos de Hollywood que consideramos muito exploratória, muito objetiva e equilibrada. Apresentamos argumentos de ambos os lados sobre o assunto do HIV. Eles disseram:” A informação é muito compelente, mas não podemos usar isto.” Isto é o tipo de coisa que paralisa as pessoas. Eles não podem obter a informação por esta razão e eles então apenas não cobrem isto.”

O ativista da AIDS e jornalista Mark Anderson comenta a falta da representação justa pela media: ” Não é trabalho de jornalistas estarem advogando um ou outro ponto de vista científico, mas penso ser trabalho deles se assegurar que aqueles que estão advogando opiniões científicas diferentes do paradigma dominante recebam tempo nas transmissões ou espaço em uma página.”

“A evidência que os dissidentes estão apresentando é persuasiva. Não penso que seja algo que você possa ver e dez minutos depois, encerrar o caso. Penso que seja uma perspectiva muito crível. Você tem que se lembrar que é este tipo de debate que leva a ciência adiante. Sem isto, você não pode ter novas idéias e prespectivas. Que tal se você não está procurando idéias novas e novos insights?”

Dr. Russell Schoch, um professor da Universidade da Califórnia em Berkeley e um jornalista que tem escrito sobre a AIDS para o Newsweek diz que, no cenário atual, qualquer um que ofereça uma alternativa para a perspectiva dominante em qualquer área da medicina ocidental é automaticamente relegado a uma posição marginal: “Há pucos jornalistas independentes que questionam algo sobre a AIDS, e não é só sobre a AIDS. Um ponto importante é a medicina ocidental como um todo. Desde Alzheimer até úlceras, você pode encontrar várias contestações sobre a natureza da doença. Mas realmente elas não são discutidas na imprensa principal. A AIDS é apenas um claro exemplo da falta de conversa que está acontecendo.”

O Que o Futuro Reserva?

Os dissidentes da comunidade da AIDS continuam a perguntar: “O HIV é um virus que mata pessoas ou é algo mais?” Ainda que suas vozes permaneçam não ouvidas. Alguns dos principais críticos se perguntam se algum dia será diferente. Hodgkinson afirma, “Os cientistas de Perth não estão sós. Há outros virologistas pelo mundo que estão dizendo que tem a mesma opinião. Temos que encarar isto. Mas é pavoroso demais para a corrente principal da AIDS contemplar que podem ter conduzido tudo isto de maneira errada desde seu fundamento e depois de todos estes anos de trabalho e de abordagens de drogas antivirais. Afinal, milhares de pessoas ouviram que estão infectadas por um virus mortal com base nos testes do HIV. Suponha que está errado: é um peso enorme de responsabilidade.

“É quase como se todo mundo da ciência, e da própria medicina, que é muito orgulhosa e muito importante no mundo, quer fazer o bem. Quer fazer dinheiro, mas também quer fazer o bem. As pessoas que trabalham nesta comunidade tem padrões profissionais e é quase que como se contemplar a possibilidade que tal erro prejudicial fosse demais para enfrentar. Por esta razão, os bons cientistas que estão levantado estas questões estão sendo marginalizados. Pode haver algo como uma inovação vindo, mas, até este ponto, ninguém do mundo científico principal tem sido voluntário para fazer um desafio radical à abordagem do HIV na AIDS.”

O jornalista Steve Allen fala da importância de manter o público verdadeiramente informado: ” Penso que o maior problema que temos tido é que a maior parte do público não está consciente. Se o público americano soubesse como é frágil e falido cientificamente o inteiro argumento que sustenta a hipótese de que o HIV seja igual a AIDS, eles não apoiariam isto. Mas ainda acho que dez anos depois de Peter Duesberg ter divulgado seus primeiros artigos em Science, a maioria das pessoas não tem idéia do que está acontecendo. Se há um ponto que precisamos levar a todas as pessoas é que precisamos desafiar toda esta matéria.”

Professor Geshekter acredita que haja “um alarmismo de medo iresponsável da parte da media.” que se intensificará nos próximos poucos anos para fazer como se a pandemia da AIDS estja acontecendo na África, porque a próxima Conferência está programada para ocorrer no ano 2000. Para corrigir a campanha de desinformação, Geshekter olha para a media e os websites para verdadeiramente informar o domínio público.

Dr. Rasnick contempla o significado sociológico da AIDS: “Os pais fundadores deste país foram estudantes exceentes da natureza humana. Eles sabiam que um dos melhores meios de compensar a natureza humana era ter um discurso livre, aberto e com diálogo. Isto é o motivo pelo qual a liberdade de expressão esteja na Primeira Emenda da Constituição. O meio de checar várias lealdades de forma a ter uma realidade saudável é um diálogo robusto e um debate acontecendo. Então ninguém domina.

“Isto é para ser usado desta forma na ciência. Agora estamos reprimidos e efetivamente afastados do discurso aberto na comunidade científica, bem como na media. E estes são os lugares aos quais devemos nos dirigir. Temos que promover a diversidade da qual estamos todo afastados com a criação da grande indústria e a homegeinização da media.

“AIDS é o melhor exemplo do colapso institucional em nossa sociedade. Temos que abordar a estrutura do fluxo de informação em nossa sociedade. Quem tem acesso à verdade? Quem determina o que é verdade? Isto é muito maior do que a AIDS. Mas a AIDS nos fornece o melhor exemplo do que está errado.Espero que se estudarmos isto apropriadamente e em bastante profundidade, entenderemos que este é um problema institucional. Não é um problema de alguns cientistas renegados que estejam errados e com uma teoria má. É muito maior que isto. E espero que seja onde a análise vá diretamente. Devemos usar a AIDS e seus inúmeros documentos defeituosos para nos perguntar, como isto pode acontecer?”

de Gary Null

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Published in: on abril 25, 2008 at 1:18 pm  Comments (2)  
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2 ComentáriosDeixe um comentário

  1. http://www.aidstruth.org/new/node/108

  2. Meu nome é Victoria de Oslo vivendo no Reino Unido, quero testemunhar sobre Dr. Micheal Osas, Deus continuará a abençoá-lo muito mais para as boas obras que você está fazendo na vida das pessoas, vou continuar a escrever bem e postando depoimentos sobre você na Internet, eu tinha testado HIV positivos em 2011 e senti deprimido durante todo este tempo, até que eu vi um blog sobre pessoas curadas de Dr. micheal SAOS com ervas e poderes espirituais, não acreditava, mas eu decidi experimentá-lo, eu o contactou e seguido as instruções dadas para minha surpresa, eu também tenho a minha cura, estou tão feliz de ser curada, então, eu prometi para transmitir esta mensagem ao mundo. Se você tiver algum problema ou você também está infectado com alguma doença como HIV/AIDs, Staphylococcus, Herpes, cancro, por favor, envie e-mail para o dr.Micheal Osas-lo agora herbalcure4u@gmail.com ou herbalcure4u@hotmail.com. Eu respondo por ele 100%, você pode adicionar-me no facebook: coolbabytp ou coolbabytp4u@facebook.com


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