Afeganistão, Talibã e o Time do Petróleo de Bush

Afeganistão, Talibã e o Time do Petróleo de Bush

de Wayne Madsen
Democrats.com, Janeiro de 2002

Segundo fontes governamentais afegãs, iranianas e turcas, Hamid Karzai, o Primeiro Ministro interino do Afeganistão, fui um conselheiro top de El Segundo, a Corporaçao baseada na Califórnia, a UNOCAL que estava negociando com o Talibã a construção de um oleoduto na Ásia Central (CentGas) do Turquemanistão atravessando o Afeganistão ocidental até o Paquistão.

Karzai, o líder da tribo afegã do sul “Pashtun Durrani”, era um membro dos mujaheddin que lutaram contra os soviéticos na década de 1980. Ele era um contacto top da CIA e tinha estreitas relações com o diretor da CIA William Casey, Vice Presidente George Bush, e seus interlocutores do Serviço de Inteligência Paquistanês (ISI). Mais tarde, Karzai e alguns irmãos seus se mudaram para os EUA sob os auspícios da CIA. Karzai continuou a servir aos interesses da agência, bem como aqueles da família Bush e seus amigos do petróleo, na negociação do acordo do CentGas, segundo fontes do Oriente Médio e do Sul da Ásia.

Quando alguém espreita além de toda retórica da Casa Branca e do Pentágono a respeito do Talibã, emerge um claro padrão mostrando a construção do oleoduto trans- afegão como a principal prioridade do governo Bush desde o início. Embora a UNOCAL afirme que ela abandonou o projeto do oleoduto em dezembro de 1998, a série de encontros realizados entre agentes americanos, paquistaneses e o Talibã depois de 1998, indica que o projeto nunca saiu da mesa.

Muito ao contrário, os recentes encontros entre o embaixador americano para o Paquistão, Wendy Chamberlain e o ministro do petróleo do país, Usman Aminuddin, indicam que o projeto do oleoduto é o projeto internacional número 1 da adminstração Bush. Chamberlain, que mantém estreitos laços com o embaixador saudita para o Paquistão [por sua vez o principal conduto de dinheiro para o Talibã), tem empurrado o Paquistão para começar a trabalhar em seus termos de petróleo do mar da Arábia para o oleoduto.

Enquanto isto, o Presidente Bush diz às tropas americanas que elas farão uma longa parada no Afeganistão. Longe de estarem empenhados no processo de paz afegão – os europeus estão fazendo muito disto – nosssas tropas efetivamente guardarão o pessoal da construção do oleoduto, que logo que possível, inundará o país.

Os laços de Karzai com a UNOCAL e o governo Bush são a principal razão porque a CIA o empurrou para o líder rival afegão Abdul Haq, o ex líder assassinado mujaheddin de Jalalabad, e uma liderança da Aliança do Norte, visto por Langley [CIA] como sendo próximo demais dos russos e iranianos. Haq não tinha ligações aparentes com a indústria de petróleo americana e, como um Pushtun e um afegão do norte, incluindo a Aliança do Norte. Estas credenciais selaram seu destino.

Quando Haq entrou no Afeganistão via Paquistão em outubro passado, sua posição foi imediatamente conhecida pelas forças talibãs, que subsequentemente o localizaram em seu pequeno grupo, capturaram e executaram todos. O ex conselheiro de Segurança Nacional de Reagan, Robert McFarlane, que trabalhou com Haq, em vão tentou que a CIA ajudasse a resgatar Haq. A agência afirmou que enviou um “drone” remotamente pilotado e armado para atacar o Talibã mas suas ações foram muito pequenas e muito tardias. Alguns observadores no Paquistão afirmam que a CIA informou a ISI sobre a jornada de Haq e os paquistaneses informaram o Talibã. McFarlane, que tem uma firma de consultoria de petróleo em K Street, não comentou as questões posteriores relacionadas a morte de Haq.

Conquanto Haq não fisesse parte do Grande Plano de Petróleo de Bush para o sul da Ásia, Karzai era um participante chave no time do petróleo de Bush. Durante a década de 1990, Karzai trabalhou com um afegão americano, Zalmay Khalilzad, no projeto do CentGas. Khalilzad é assistente especial de segurança nacional do Presidente Bush e recentemente foi indicado enviado especial para o Afeganistão. Interessantemente, em uma divulgação à imprensa da Casa Branca indicando Khalilzad como enviado especial, não foi feito menção ao seu trabalho passado para a UNOCAL. Khalilzad tem trabalhado em assuntos afegãos sob a Conselheira de Segurança Nacional Condoleezza Rice, um ex membro da diretoria da Chevron, ela própria não sendo uma espectadora inocente no futuro acordo do CentGas. Rice deixou uma impressão em seus velhos colegas da Chevron. A companhia nomeou um de seus superpetroleiros como SS Condoleezza Rice.

Khalilzad, um Pashtun e filho de um ex agente do governo do Rei Mohammed Zahir Shah, era, além de ser um consultor para a Corporação RAND, uma ligação especial entre a UNOCAL e o governo Talibã. Khalilzad também trabalhou em várias análises de risco para o projeto.

Os esforços de Khalilzad complementarem aqueles da Corporação Enron, um maior contribuidor político da campanha de Bush. Enron, que recentemente pediu falência em um único maior colapso corporativo na história da nação, realizou o estudo da possibilidade para o acordos do CentGas. O Vice Presidente Cheney manteve vários encontros secretos com principais agentes da Enron, inclusive seu presidente Kenneth Lay, mais cedo em 2001. Estes encontros era presumidamente parte das sessões não públicas da força tarefa de energia de Cheney. Vários acionistas da Enron, incluindo o Secretário de Defesa Donald Rumsfeld e o Representante de Comércio Robert Zoellick, se tornaram agentes no governo Bush. Além disso, Thomas White, um ex Vice Presidente da Enron e um multimilionário de ações da Enron, atualmente serve como Secretário do Exército.

Um principal benfeitor do acordo do CentGas teria sido Halliburton, a firma construtora do enorme oleoduto, que também tinha olho nas reservas de petróleo da Ásia Central. Naquele tempo, a Halliburton era encabeçada por Dick Cheney. Depois da seleção de Cheney como candidato vice presidencial de Bush, a Halliburton também colocou uma quantidade enorme de dinheiro nos cofres da campanha. E como a vaca do dinheiro do  petróleo Enron, houve rumores em dezembro passado na Wall Street que a Halliburton, que sofreu uma queda de 40% no valor das ações, podia seguir a Enron na côrte de falências.

Auxiliando nas negociações do CentGas com o Talibã estava Laili Helms, a esposa de um sobrinho do ex diretor da CIA Richard Helms. Laili Helms, também parente do Rei Zahir Shah, era uma enviada não oficial ao Talibã e arranjou várias visitas do Talibã aos EUA. A base de operações de Laili Helms era a csa dela em Jersey City no Rio Hudson. Ironicamente, a maior parte de seu trabalho em benefício do Talibã era praticamente realizado nas sombras do World Trade Center, apenas atravessando o rio.

O trabalho de ligação de Laili Helms para o Talibã foi pago pelo Grande Petróleo. Em dezembro de 1997, o Talibã visitou as operações de refinaria da UNOCAL em Houston. Interesantemente, o líder chefe do Talibã em Kandahar, Mullah Mohammed Omar, que agora figura na lista dos mais procurados da América, estava firmemente no campo da UNOCAL. Seu líder rival Talibã em Kabul, Mullah Mohammed Rabbani (não confundir com o líder da Aliança do Norte Burhanuddin Rabbani), favoreceu Bridas, uma companhia de petróleo argentina, para o projeto do oleoduto. Mas Mullah Omar sabia que a UNOCAL tinha colocado enormes somas de dinheiro na hierarquia do Talibã em Kandahar e seus expatriados apoiadores afegãos nos EUA. Alguns destes apoiadores eram também íntimos da campanha e do governo de Bush. E Kandahar era a cidade perto de onde deveria passar o oleoduto, um acordo lucrativo  para aquele posto avançado, de outra forma deserto.

Enquanto o Departamento de Estado de Clinton omitiu o Afeganistão de sua lista de principais prioridades externas, o governo Bush, em dívida com os interesses do petróleo que haviam empregado milhões de dólares em sua campanha de 2000, restaurou o Afeganistão para o topo da lista, mas por todas as razões erradas. Depois que Bush ascendeu à presidência, vários enviados talibãs foram recebidos pelo Departamento de Estado, CIA e Conselho de Segurança Nacional. A CIA, que aparece mais do que sempre, seria uma família virtual estendida dos interesses do petróleo de Bush, facilitados pela renovada aproximação com o Talibã. O agente da CIA que ajudou a estabelecer o mujaheddin afegão, Milt Bearden, continuou a defender os interesses do Talibã. Ele lamentou o fato de que os EUA nunca ralmente se preocuparam em entender o Talibã quando em outubro passado ele disse ao Washington Post , “Nunca ouvimos o que eles estavam tentando dizer… Não tinhamos uma linguagem comum. A nossa era, “desistam de bin Laden.’ Eles estavam dizendo, `Faça alguma coisa para nos ajudar a desistir dele”.

Houve até mesmo relatos de que a CIA se encontrou com seu velho agente operacional mujaheddin bin Laden meses antes dos ataques de 11 de setembro. O jornal francês Le Figaro citou um especialista árabe chamado Antoine Sfeir que postulou que a CIA se encontrou com bin Laden em julho, em uma tentativa fracassada de traze-lo de volta ás suas fileiras. Sfeir disse que a CIA manteve ligações com bin Laden antes que os EUA atacassem seus campos de treinamento terrorista no Afeganistão em 1998 e, mais surpreendentemente, continuou depois dos ataques. Sfeir disse ao jornal, “Até o último minuto, os agentes da CIA esperavam que bin Laden retornasse ao comando americano, como foi o caso antes de 1998.” Bin Laden realmente rompeu oficialmente com os EUA em 1991, quando as tropas americanas começaram a chegar na Arábia Saudita durante a Operação Tempestade no Deserto. Bin Laden sentiu que isto era uma violação da responsabilidade do regime saudita de proteger os sagrados templos islâmicos de Meca e Medina dos infiéis. A retórica anti americana e anti Casa saudita de Bin Laden logo alcançou uma altura
de febre.

O governo Clinton fez várias tentativas para matar Bin Laden. Em agosto de 1998, agentes operacionais da Al Qaeda explodiram várias embaixadas americanas na África. Em resposta, Bill Clinton ordenou que misseis cruise fossem lançados de navios aericanos no Golfo Pérsico ao Afeganistão, que perderam Bin Laden por umas poucas horas. O governo Clinton também traçou um plano com o ISI paquistanês para enviar uma equipe de assassinos ao Afeganistão para matar Bin Laden. Mas o governo paquistanês foi derrubado pelo General Musharraf, que era visto como próximo ao Talibã. A CIA cancelou seus planos, temendo que a ISI de Musharraf avisasse o Talibã e a Bin Laden. As ligações da CIA com a ISI nos meses antes de 11 de setembro também são dignas de uma investigação completa. A CIA continua a manter uma aliança doentia com a ISI, a organização que tem cuidado de bin Laden e do Talibã. Em setembro passado, o chefe do ISI, o General Mahmud Ahmed, foi exonerado pelo Presidente paquistanês Pervez Musharraf por suas inclinações pró Talibã e relatadamente antes que o governo americano presentasse a Musharraf perturbadores dados de inteligência ligando o general aos terroristas sequestradores.

General Ahmed estava em Washington, DC na manhã de 11 de setembro em um encontro com a CIA e o Departamento de Estado quando os aviões sequestrados bateram no WTC e no Pentágono. Mais tarde, o porta voz da Aliança do Norte em Washington, Haron Amin, e a Inteligência Hindu, em um aparente vazamento ao  The Times of India, confirmaram que o General Ahmed ordenou a um cidadão britânico nascido paquistanês e conhecido terrorista chamado Ahmed Umar Sheik enviasse por cabo 100 mil dólares do Paquistão a uma conta bancária nos EUA de Mohammed Atta, o líder dos sequestradores.

Quando o FBI rastreou as chamadas feitas entre o General Ahmed e o telefone celular de Sheik – o número tendo sido fornecido pela inteligência hindu ao FBI – um padrão ligando o general a Shiek claramente emergiu. Segundo o The Times of India, a revelação que o General Ahmed estava envolvido na transferência de dinheiro Sheik-Atta foi mais do que bastante para o governo nervoso e embaraçado de Bush. Ele pressionou Musharraf para se livrar dele. Musharraf fez o frágil anúncio da dispesa do General ao declarar que Ahmed “requisitou” aposentadoria precoce.

Sheik era bem conhecido da polícia hindu. Ele foi preso em Nova Deli em 1994 por tramar o sequestro de quatro estrangeiros, entre eles um americano. Sheik foi libertado pelos hindus em 1999 em uma troca pelos passageiros a bordo do vôo 814 da Indian Airlines em Nova Deli; os passageiros foram sequestrados por militantes islâmicos de Kathmandu, Nepal para Kandahar, Afeganistão. A Índia continua a acreditar que o ISI participou de parte do sequestro desde que os sequestradores eram afiliados com o grupo terrorista da Cachemira pró bin Laden, Harkat-ul-Mujaheddin, um grupo apenas recentemente e muito atrasadamente colocado na lista de terroristas do Departamento de Estado. O ISI e a AL QAEDA de bin Laden relatadamente auxiliam o grupo em suas operações contra alvos do governo hindu na Cachemira.

O FBI, que ajudou a sua contraparte hindu na investigação do seguestro da Indian Airlines, diz que quer informação que leve a prisão daqueles envolvidos nos ataques terroristas. Ainda que não tenha sido feito nenhum movimento para questionar o General Ahmed ou estes agentes do governo americano, que se encontraram com ele em setembro. Claramente, o General Ahmed foi um participante maior nas atividades terroristas pelo Sul da Ásia, ainda que tivesse laços muito íntimos com o governo americano. As atividades de apoio aos terroristas do General Ahmed – e os agentes do governo americano que toleravam estas atividades – precisam ser investigadas.

As visitas do Talibã a Washington continuaram até poucos meses antes dos ataques de 11 de setembro. A Divisão de Pesquisa do Sul da Ásia do Escritório de Inteligência do Departamento de Estado mantiveram constante contacto telefonico por satélite com o Talibã em Kandahar e Kabul. Washington permitiu que o Talibã mantivesse um escritório diplmático no Queens, New York chefiado pelo diplomata Talibã  Abdul Hakim Mojahed. Além disso, agentes americanos, incluindo a Secretária de Estado Auxiliar para Assuntos sul asiáticos, Christina Rocca, que era também uma ex agente da CIA, visitou os oficiais diplomáticos do Talibã em Islamabad. Enquanto isto, o governo Bush tomou uma atitude hostil contra o Estado Islâmico do Afeganistão, de outra forma conhecido como Aliança do Norte. Até mesmo embora a ONU reconhecesse a Aliança como o governo legítimo do Afeganistão, o governo Bush, com o petróleo a frente de suas metas, decidiu seguir a liderança da Arábia Saudita e do Paquistão e ser favorável aos mullahs do Talibã no Afeganistão. As visitas de radicais islâmicos não terminam com o Talibã. Em julho de 2001, o chefe do partido paquistanês islâmico Jamiaat-i pró bin Laden, Hussein Ahmed, também relatadamente foi recebido pele Centro de Inteligência George Bush Center (o quartel general da CIA) em Langley, Virginia.

Segundo o Washington Post, o Enviado Especial do Mullah Omar, Rahmatullah Hashami, até mesmo veio a Washington usando um tapete de presente do Presidente Bush de um líder do Talibã. O Village Voice relatou que Hashami, em benefíco do Talibã, ofereceu ao governo Bush manter bn laden longe o bastante dos EUA ou captura-lo ou matá-lo, mas, inexplicavelmente, o governo recusou. Enquanto isto, Spozhmai Maiwandi, a diretora do serviço Pastun da Voz da América, apelidada “Kandahar Rose” pelos colegas dela, transmitiu relatos favoráveis ao Talibã, inclusive uma controvertida entrevista com Mullah Omar.

A aliança do governo Bush com o Talibã pode até mesmo ter continuado depois do início da campanha de bombardeio contra o país deles. Segundo fontes européias de inteligência, vários governos europeus estavam preocupados que a CIA e o Grande Petróleo estivessem pressionando o governo Bush a se engajar em uma guerra de solo séria contra a Aliança do Norte para aplacar o Paquistão e seus compatriotas Talibãs. A decisão prematura de lançar um incessante bombardeio aéreo , eles raciocinaram, estava causando morte civis demais e aumentando o abalo da coalisão internacional.

As interfaces óbvias e apavorantemente não relatadas, entre o governo Bush, a UNOCAL, a CIA, o Talibã, Eron, Arábia Saudita e Paquistão, a base de trabalho que foi posta pela equipe do petróleo de Bush e que estava a margem durante o governo de Clinton, está tornando os republicanos preocupados. O derrotado candidato vice presidencial Joseph Lieberman está em uma posição irônica de ser o senador que presidirá as audiências no Comitê de Assuntos Governamentais no Senado do colapso da Eron. As estradas da Enron também levam ao Afeganistão e à tenebrosa política do petróleo de Bush.

UNOCAL estava claramente preocupada om seus laços passados com o Talibã. Em 14 de setembro, apenas três dias depois que os terroristas da base afegã da al Qaeda movimentaram a queda de seus aviões no WTC e no Pentágono, a UNOCAL divulgou a seguinte declaração: “A companhia de forma alguma está apoiando o Talibã no Afeganistão. Nem temos qualquer projeto ou envolvimento no Afeganistão. Começando em 1997, a UNOCAL foi um membro de um consórcio multinacional que estava avaliando a construção de um oleoduto na Ásia Central entre o Turquemanistão e o Paquistão [via Afeganistão ocidental].Nossa companhia não tem tido papel posterior no desenvolvimento ou custeio deste projeto ou de qualquer outro projeto que possa envolver o Talibã”.

A equipe de petróleo de Bush, que agora confia no apoio do Primeiro Ministro Interino do Afeganistão, pode pensar que guerra e lucros de petróleo se misturem. Mas simplesmente há evidência demais de que a guerra no Afeganistão foi primariamente sobre a contrução do oleoduto da UNOCAL, não para combater o terrorismo. Os democratas, que controlam o Senado e sua agenda de investigação, devem investigar os acordos sigilosos entre o Grande Petróleo, Bush e o Talibã.

Centro de Pesquisa sobre Globalização

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Published in: on abril 27, 2008 at 2:36 pm  Comments (1)  
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