O Sentimento Muçulmano

O Cálculo da Mal Calculada Miséria Humana

Data: 18 de novembro de 2006
Autor: BrigGen(da reserva)Muhammad Aslam Khan Niazi

Os objetivos do tipo bélico e as atividades corruptas da mentalidade do homem. O pensamento humano e inteligentemente objetivo humano é suspeito e perseguido como não patriótico – a miopia de Albert Einstein agarra o mundo.

A harmonia entre as crenças, já uma virtude rara entre as religiões divinas, está rapidamente se erodindo. Muçulmanos apontando armas contra cristãos e judeus sob a bandeira da ‘jihad’, cristãos e judeus colocando algumas de suas munições de precisão e máquinas de guera mortais para agitar os torsos dos muçulmanos, atingindo menos os ‘jihadis’ mas muito mais pessoas inocentes, sendo abrigadas em tumbas, “terroristas” suspeitos.

Várias regiões estão em um turbilhão de ameaças ominosas surgindo no horizonte de cada país, de uma forma ou outra. O planeta presumiu estar seguro, mas em um século que é caracterizado, aparentemente, pelo conhecimento e rápida comunicação, não está mais seguro. A miséria humana prevalece em várias aparições.

Com se já não fosse o bastante, o Papa Benedito XVI, por razões misteriosas, optou por ler observações depreciativas contra o Islã, de um texto medieval que enviou a mais forte explosão possível para um sábio, como o é o próprio Papa. O retrocesso muçulmano é obviamente compreensível, mas neste momento de harmonia frágil, existem margem para garantir ao Papa um segundo alento para retratar esta declaração, se ele escolher assim fazer.

A lógica é simples. Se eu, muçulmano praticante somente sei o que minha religião ordena: a nunca castigar Jesus ou Mosés, a profanação da alta plataforma do pontífice deveria ter sido admitida com cautela para lhe permitir uma oportunidade de desmentir uma confusão que teria emprestado uma adicional beleza e graça a um ato digno do Islã e do Santo Profeta, paz sobre ele.

Resultantemente, com a falha em assim fazer, a diatribe de um contra o outro está captando volume e combatividade, levando a violência que apenas compõe a miséria das pessoas. A maioria dos intelectuais apresentam opiniões maculadas com parciaidade e rancor e aqueles, livres de tais malícias como Noam Chomsky, são expontaneamente reduzidos como traidores. Um cristão não ousa murmurar uma palavra contra os interesses cristãos e os muçulmanos sentem-se obrigados a acolher os esforços de fé dos companheiros.

O confronto de civilizações tem sido desdobrado, mas o mundo ocidental repudia a afirmação. Alguns eminentes eruditos tem dado coroas de identidade às civilizações; os católicos liderados pelos EUA, os cristãos ortodoxos pela Rússia; Sino pela China, Hindu por India e a civilização islâmica não tendo alguma, embora o Irã, a Turquia, o Paquistão ou a Indonésia possam ser difíceis contestadores. O status partido da civilização islâmica, a qual o ocidente trabalhou arduamente no século XIX e no início do século XX, para demolir o Império Otomano e liquidar o califado, tem de fato emergido como uma dor no pescoço de todas as civilizações posicionando os contadores emplumados de cabeça de hidra para as ameaças oferecidas pelos muçulmanos.

A reparação histórica é profundamente arraigada na psique ocidental: que os muçulmanos unidos devem atropelar o mundo. Se as civilizações ocidentais, geralmente adotando um padrão unificado nos assuntos globais, particularmente no contexto das regiões muçulmanas, estão achando difícil subjugar a resistência no Afeganistão e no Iraque a despeito do nível notável de superioridade científica e tecnológica. como pode o atrazado mundo islâmico, até mesmo unido, oferecer uma ameaça de uma dimensão tão grande que outros temeriam de sua evolução do califado. Bastante tristemente, algumas organizações bem intencionadas trabalhando para a unidade muçulmana começar têm sido chamadas de “terroristas” embora o caráter da centralidade da civilização islâmica teria ajudado todos, mais ainda se os cristãos iniciassem o diálogo proposto.

O século XXI tem visto uma mudança de paradigma. O caráter de ‘invencibilidade’ de alguns poderes de maior alcance – regional ou global -, tem rapidamente caido em tiras. Os recentes conflitos sustentam a evidência. Neste meio tempo, um virus de simpatia chamado ‘Osama’ está infectando 1.5 bilhões de muçulmanos e também um número considerável de não muçulmanos com uma severidade variada, inclusive aqueles que George W Bush no momento não pode colocar em sua lista de fascistas islâmicos; um termo que ele impulsivamente planejou para agravar o cisma persistentemente profundo entre as civilizações – de fato a cristandade e o Islã.

Alguém entende que o mundo em geral e os americanos em particular negam as incisivas dele da mesma maneira que rejeitam suas zombarias como ‘Armageddon’ e ‘cruzadas’. As perdas de 11 de setembro, ainda um mistério, tem sido colocadas na balança que não pode ser inclinada por até mesmo um número maior de contagem de perdas humanas que as armas de precisão estão acumulando pelo mundo. Certamente permanecerá sempre um tremendo espaço para eventos até mesmo mais horripilantes do outro lado de 11 de setembro no equilíbio que ainda não alcançou a marca da saciedade para curar a rachadura profunda dos ferimentos inflingidos.

O ocidente está inclinado a dizimar todos os “terroristas” mas não está preparado para até mesmo discutir as causas raizes. A opinião pública permanece amordaçada, como os muçulmanos percebem, pela esbravejante media eletrônica de ramo judaico que está com felicidade retratando as matanças, demolição e devastação como se fossem meios de restaurar a paz e resolver os conflitos. Um homem comum é encantado pela curta memória dos poderes imperialistas. A aventura do Vietnã, lançada sob premissas ilusórias do expansionismo comunista e a ameaça ao mundo livre, mais tarde provou que tais avaliações eram simples invenção.

Na mesma conotação, Iraque e Afeganistão, seja qual for a responsabilidade americana baseada na Doutrina de Truman, seria registrada na história como uma grande desventura militar junto com a mistura de muitas outras e também aquelas encobertas, em um passado não muito distante. Como uma matéria de imensa consolação, as pessoas tem chegado a ver claramente a dicotomia trágica nos propostos pretextos envelopados em valores da “guerra ao terror” e a agenda oculta de linchar o “inimigo”, desenhada com grande sofisticação.

Até mesmo o não tão frequentemente falante Mr. Powell tem levantado as sobrancelhas recentemente sobre a fibra moral das guerras em andamento. Condoleezza Rice ao menos não mede palavras que já foram necessárias para seu vasto corpo diplomático no exterior, para vender as políticas americanas, muito mais do que avisa-la da matéria de fato sob a apreciação da situação local para muito desgosto de Mr. Bush e Cia.

Geralmente os muçulmanos presumem ter a margem para expressar a raiva deles por meio da ‘jihad’ porque eles se auto percebem como as únicas vítimas diretas cujos bens estratégicos e territórios estão sob ocupação. A liderança iraniana está até mesmo mais amarga e coloca como centro de todos males a Israel, pedindo sua remoção da face da Terra. Isto é um outro meio de expressar intolerância para com Israel, conquanto nossos vizinhos abriguem uma raiva histórica, embora alguns estejam fingindo “paz” com ele?

Concomitantemente os mundos estão se curvando sob os “mandamus” do Irã, e não se redirigem a suas longas décadas de misérias que o tem inundado. O congelamento de seus bens pelos EUA, deixando enforcado seu acesso ao Mar Cáspio desde 1996, no despertar do Ato de Sanções contra o Irã e a Líbia, com persistentes ameaças de mudança de regime e sanções econômicas que não tem ajudado a estimular ou avançar a “paz” – até mesmo de modo insignificante -, para o Oriente Médio. Quando a transparência e simetria nas relações internacionais é feita uma comodidade flexivel para ser aplicada com exceções, então o vulcão dos conflitos está prestes a irromper.

Como uma consequência, um outro conflito está se tramando no Oriente Médio em um cenário imediato. Mr. Bush parece sofrer de intoxicação crônica do poder para acreditar que ele pode lavar os “pecados” do Irã com uma completa derrota do Irã. Tais movimentos podem ter sido chamados de qualquer outra coisa, mas nunca de diplomacia vibrante. Os Falcões na equipe dele já estão olhando sobre os ombros para desertar dele, senão povo os derubará de qualquer forma. Palestina, Cachemira, Chechênia, Nagorno-Karabakh, Xingjian, Abkhazia, Daguestão, Ossetia do Sul, Transdaneister e os territórios curdos permanecem no solo rochoso da instabilidade pela últimas várias décadas nas dadas prioridades percebidas que tem potenciais de se tornarem malignas.

O presidente eleito do governo Hamas não tem qualquer apelo para Israel e obviamente nem mesmo para negociar com o ocidente. A diplomacia tem sido deixada a se lamuriar a vista das feridas supuradas.Os judeus justificam alcançar até mesmo por liquidar a menor ameaça de martelo porque isto é uma questão da sobrevivência deles. A idiotice do Líbano de Israel permanecerá talvez a maior explosão que tem o efeito de um bomerang sobre sua nacionalidade bem como internacionalmente. Da fadada “Doutrina da Preempção”, que tem sido infelizmente estampada como um direito moral dos “gigantes” na arena internacional, até mesmo se isto signifique passar sobre outros Estados soberanos.

Ironicamente, a despeito dos corajosos esforços do Secretário Geral da ONU, que parece estar seguro de resguardar o prestígio da ONU, não sem perigos, os “grandes” querem tomar isto para a corrida. O endereçamento dele como uma despedida em 20 de setembro de 2006 na Assembléia Geral foi nada menos do que um epitáfio para o modo atual de geo-estratégia global que possa forçar eleger um lugar [a ONU] na vizinhança do ponto zero, não pelo Usama-bin Laden desta vez, mas pelos poderes que possuem a “responsabilidade sobre a humanidade”.

Onde a ocupação física não tem acontecido em países de Terceiro Mundo, grandemente compreendendo a população muçulmana, estes tem sido coagidos por agendas de coalisão, até mesmo se eles são interiormente autoritários, tiranizando pessoas inocentes dentro de seus próprios territórios.

Os campeões da guerra ao terrorismo tem praticado éticas flexíveis para permitir que os autoritários perpetuem a tirania. Qualquer um deles que saia da linha é imediatamente tachado de “Estado totalitário” e recebe um alto risco de represálias pelo mundo livre com vários tipos de maquinações.

Incidentalmente, os chefes autoritários de Estados são mais dignos de confiança dos tenentes dos poderes que exigem o respeito aos direitos humanos, livre expressão, liberdade religiosa e sistemas de governo justos, que o ocidente chama de “democracia”.

As consequências de tal política de “gostos” e “desgostos” estão remotamente alcançando o Oriente Médio; o sudeste asiático e os Balcãs europeus, um turbilhão interno dando lugar a uma situação como um pequeno barril de pólvora, com alguns Estados colaborando, apesar de tudo. Vozes sagazes e francas sempre emergem mas elas são abafadas sob o ruído da farsa da “responsabilidade”.

O reacionamento transatlântico está mostrando tensões visíveis. Os atores europeus como a Grã Bretanha, a França, Alemanha, Itália e Rúsia [não OTAN] estão inclinadas a aumentar a tendência de perseguir uma abordagem independente das matérias cataclísmicas mundiais. A febre pública no Reino Unido e nos EUA e em alguns outros países da coalisão está atingindo a popularidade de seus líderes. Suas relações internacionais corruptas e falaciosas tem gerado um stress moral muito grande dentro de seus próprios grupos tanto que um grande número de legisladores agora estão inclinados a se revoltar.

As chances de uma coexistência pacífica para a humanidade estão ficando remotas a despeito da produção em abundância medonha de “conceitos” e “doutrinas”, aparentemente percebidas pelos mais hábeis dos “think tanks” [grupo de pensadores para um determinado assunto]. As perspectivas e esperança de liberação e de reconstrução das regiões devastadas é ainda um grande grito. Gitmo, Abugharib, as células secretas da CIA e a redução das liberdades civis em contravenção à côrte regente são algumas das provas determinantes que mostram o vazio de sinceridade: os governos devem possuir seu público. As organizações de direitos humanos que protestam alto caem em ouvidos surdos.

Se alguma coisa está se mantendo, é a incerteza, o desespero, a devastação e a destruição de pessoas inocentes de ambos lados da divisa. Quando acabará a miséria das pessoas? Talvez nunca, exceto para os mortos que já viram o fim de tudo isto. Governa “A Miséria”; sua honra tem o mais prolífico destino . Graças a arrogância dos vitoriosos por declaração, mas que evitam as pavorosas conflagrações, pode ainda haver uma chance. Uma tomada de decisão realista é necessidade da hora, as decisões que sustentariam o moinho da verdade, justiça e transparência.

Muhammad Aslam Khan Niazi

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Published in: on abril 29, 2008 at 1:32 am  Deixe um comentário  
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