Ordem de Skull and Bones

A Ordem de Skull and Bones

“Skull and Bones” é a mais bem conhecida das sociedades secretas da Universidade de Yale. Foi fundada em 1832 por William Huntington Russell e Alphonso Taft, dois estudantes que não foram admitidos na “Phi Beta Kappa” da Universidade de Yale, em New Haven, Connecticut.

A primeira turma da “Skull and Bones”, ou “coorte”, foi em 1833. “Skull and Bones” é conhecida por muitos outros nomes, incluindo “A Ordem da Morte”, “A Ordem”, “Clube Eulogiano” e “Lodge 322”. Seus iniciados são conhecidos mais usualmente como Bonesmen, Cavaleiros da Eulogia e Boodle Boys.

As mulheres que recentemente tem sido admitidas se tornarem membros, seriam conhecidas como Boneswomen, Ladies da Eulogia e Boodle Girls. Em público, seu nome corporativo é Associação Russell Trust. Em 1999 tinha bens no valor de US$4.133.246.

“Skull and Bones” é a única sociedade secreta conhecida por ter uma casa de verão e sua própria ilha particular, – uma das Thousand Islands que ficam na área territorial entre os EUA e o Canadá, que foi dada à ordem por suas iniciais famílias benfeitoras, que eram associadas à sociedade secreta.

Diferenças entre “Skull and Bones” e outras fraternidades

“Skull and Bones” é diferente das outras fraternidades semi secretas em vários pontos. Primeiro, sua atual lista de nomes de membros é sigilo para o público, bem como suas atividades. Segundo, ela é o que é chamado do sociedade senior”, na qual os próximos seniores são induzidos na sociedade secreta apenas um ano antes da graduação. Terceiros, seus membros tem uma história de comenterem crimes para levar adiante a Ordem. Sejam estes crimes parte da iniciação ou simplesmente um encorojamento mútuo da pressão dos pares, é desconhecido. Por exemplo, roubo de túmulos tem sido cometidos em várias ocasiões.

A Tumba da “Skull and Bones” teve rumores de manter o crânio de Geronimo, o qual inspirou o ativista nativo americano e chefe apache Ned Anderson a tentar forçar uma busca e um teste de DNA. Ele enfrentaria muitos obstáculos. Como um estudante em 1918, Prescott Bush, ex Senador por Connecticut, pai do Presidente George H. W. Bush e avô do Presidente George W. Bush, ele próprio havia escavado o crânio com outros dois estudantes de seu solo de enterro federal em Fort Sill, Oklahoma e apresentado o cranio como um presente para a fraternidade.

O FBI se recusou a entrar na briga, a menos que Anderson se afastasse da investigação e devolvesse toda a evidência que tivesse, uma oferta que Anderson recusou. Anderson então afirmou, com várias peças de evidência, que ele havia se encontrado com Jonathan Bush, o irmão do então Vice-Presidente George H. W. Bush, que apresentou o famoso crânio.

O crânio era impossivelmente pequeno, e é presumido ser de uma criança. Anderson então publicou o encontro, acrescentando que o crânio não era o mesmo da fama de “Skull and Bones”. Um Bonesman foi citado dizendo sobre o incidente: “Ainda podemos chamar a este de Geronimo”.

A Tumba de New Haven tem rumores na própria revista de Yale de ter os crânios de Pancho Villa e Che Guevara também. Quarto, a Ordem inspira ocasionalmente uma lealdade fanática. Os membros tem sido conhecidos por gravarem as insígnias de Ossos em sua própria carne para as terem com eles enquanto tomam banho ou nadam.

John Kerry e George W. Bush são membros da “Skull and Bones”. Bush recusou-se a falar de sua afiliação comum a Ordem da Morte durante seu aparecimento no “Meet The Press” de 9 de fevereiro de 2004 da NBC.

Em uma outra entrevista, quando Kerry teve a vez de ser perguntado sobre o que podia revelar sobre a “Skull and Bones”, Kerry dise: “Bem, não muito… porque isto é segredo… Perdoe-me, gostaria que houvesse ago a manisfestar…” e então, rápidamente, mudou de assunto. Bush indicou 11 membros para a “Skull and Bones” no primeiro mandato seu.

O ramo americano de uma polícia secreta alemã, a Ordem tem um retrato particular do grupo tirada a cada novo grupo de quinze. É sempre posado da mesma maneira, mostrando ossos humanos e um relógio do vovô
marcando 8 p.m. A “Skull and Bones” é a uma sociedade secreta distintamente de visão para o exterior. Ela tem uma visão fora da Universidade de Yale porque é uma sociedade senior.

Ela também tem uma perspectiva internacional. Algumas pessoas dizem que a “Skull and Bones” é um capítulo americano de uma anterior sociedade secreta alemã dos anos de 1800.Aqueles que tem entrado na “Tumba” de Bones (ou aqueles membros que estão ressentidos com a experiência de Bones e querem relatar sobre elas), descrevem muitas imagens e temas em lingua alemã nas paredes para uso diário – de imagens de crânios, a suásticas, para uso dos talheres de prata e faqueiros de Hitler, obviamente furtados da Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial.

O co-fundador da Ordem, William Huntingdon Russell passou algum tempo estudando na Alemanha. Tem sido sugerido que enquanto esteve lá ele foi iniciado em uma sociedade secreta que tem por emblema ossos e crânio. Alguns até mesmo dizem que ele foi iniciado em continuação ao Illuminati. Material oficial da “Skull and Bones” apoia esta teoria.

Primeiro, um convite para o 30o aniversário descreve uma Comemoração de Jubileu da História de nossa Instituição em New Haven.

Segundo, um endereço histórico foi encontrado no caminho a partir das propriedades de tumbas do Clube Euológiano: um discurso histórico pronunciado diante de nossa venerável ordem em seu 13o. ano de fundação do capítulo americano em New Haven, 30 de julho de 1863, na tarde de quinta feira. Por Timothy Dwight de 1849.

Terceiro, mencionado no livro de Kris Millegan sobre a “Skull and Bones”, segundo informação adquirida de uma entrada na ‘tumba” (o hall de encontros da “Skull and Bones”) em 1876, “Bones é um capítulo de uma unidade militar especializada em uma universidade alemã…. General Russell, seu fundador, estava na Alemanha antes de seu ano senior e formou uma quente amizade com o príncipal membro de uma sociedade alemã. Ele trouxe de volta com ele para a faculdade a autoridade para fundar um capítulo aqui.”

Quarto, um documento de 1933 de Bones se refere ao “nascimento de nosso capítulo em Yale.” É também reconhecido que quando os Bonesmen se referem a ordem como Lodge 322 eles estão reconhecendo que eles são um capítulo de uma sociedade secreta. Uma outra parte de informação que implica que ” Skull and Bones” é um ramo de uma outra sociedade secreta é que as técnicas utilizadas em Yale por Bones estão longe de serem únicas.

O padrão idêntico das técnicas são vistas na “Society of the Pacifica House” da Universidade de Brown. Exatamente comom a “Skull and Bones” de Yale, a ‘versão’ da Universidade Brown é uma sociedade senior cheia de juniores acamaradados, uma coorte de estritamente 15 por ano e também emprega um alto sigilo.
De fato, este padrão de recrutamento secreto e ritualístico é também testemunhado em outras instituições, tais como a sociedade senior da Sphinx em Dartmouth.

A socialização dos “Bonesman”: as famílias núcleos dos “Cavaleiros” versus “Bárbaros” começando em 1833; a cada ano uma das responsabilidade da coorte de 15 seniores é a de selecionar 15 membros juniores para substitui-los. Isto é chamado de ser selecionado para a sociedade. Ser selecionado para “Skull and Bones” é visto por muitos estudantes de Yale como a mais alta honra que possa ser alcançada, embora alguns ocasionalmente se recusem.

Por um ano, os membros de Bones se encontram ao menos semanalmente e realizam uma longa auto análise de cada outro e crítica. Isto é destinado a criar um laço de longo prazo entre eles na medida em que eles deixam a universidade, ao invés de tudo ocorrer para ser realizado durante sua estada na universidade. Dentro da “tumba” de Bones há salas que alguns acreditam serem utilizadas para adoração satânica ou outras práticas ocultas. Kris Millegan escreve que a sala é arranjada de forma assustadora para uma entrada em um nivel mais alto do Illuminati bavaro.

Há inumeráveis ossos e crânios humanos na tumba, o que de fato é ilegal sob as leis de Connecticut. Os membros de Bones são relatados serem forçados a revelarem seus mais internos segredos e sua “biografia sexual” uns aos outros. Tem sido sugerido que isto pode ser usado para chantagem.

Na tumba, reunidos uns com os outros por um ano, os membros jantam nas baixelas de porcelana e faqueiros de Hitler, consumindo refeições gastronômicas caras preparadas para eles por seu próprio “chefe” particular. Os membros recebem nomes códigos. Além disso, os membros se autodenominam “Cavaleiros,” e simultaneamente chamam a todo mundo mais de “bárbaros.”

A Ordem encoraja os membros a verem o mundo fora da “Skull and Bones” de uma maneira dissimulada e dessensibilizada. Uma outra dissociação é que o relógio na “tumba” em Bones intencionalmente fica cinco minutos adiantado do resto do mundo, o que dá aos membros um sentimento em andamento que o espaço dos “Bonesmen” é um mundo totalmente em separado – e um mundo apenas um pouco a frente do resto do exterior bárbaro.

Parcialmente, o aliaciamento é uma resposta a visualizar e antecipar excelência, que assim pode ser considerada meritória. Contudo, já que uma grande proporção destes membros nesta sociedade secreta é escolhido vez após vez das mesmas famílias do “nucleo” do grupo, é uma sociedade secreta tipicamente aninhada com o ‘portal da fraternidade” no lado externo, fazendo uma poderosa rede para aqueles dos níveis internos administrativos da sociedade secreta.

As principais famílias repetitivas na “Skull and Bones” são conhecidas porque em 1985, um membro desgostoso da “Skull and Bones” vazou a lista de nomes para um pesquisdor particular, Antony C. Sutton. Muitas pessoas acreditam que a afiliação a “Skull and Bones” tenha sido completamente secreta.

Contudo, a afiliação para cada ano é mantida nos arquivos da Universidade de Yale. As listas de afiliação cobrem os anos de 1833-1985, com alguns anos adicionais.

Este original que vazou dados de 1985 foi mantido particularmente por mais de 15 anos, já que Sutton temia que as páginas xerocadas pudessem de alguma forma identificar quem as vazou. A informação foi finalmente reformatada como um apêndice do livro. “Fleshing out Skull and Bones” pelo editor, pesquisador e escritor Kris Millegan, que o publicou em 2003.

Os dados mostram que certas famílias tem sido bem representadas e que acontecem de estarem relacionadas umas com as outras – tal como as famílias Cheney, Taft, Whitney, Walker e Adams. Outros membros subordinados são frequentemente relacionados a estas famílias.

Outros nomes núcleos de família são comuns. Contudo, nem todos os iniciados nestas famílias estão interrelacionados como o grupo acima. Esta segunda categoria de famílias núcleo cobre nomes tais como Smith, Allen, Brown, Clark, White, Day, Johnson, Jones, Miller, Stewart, Thompson, Cheney, Taft, Williams.

Para um exemplo da predileção de certas familias núcleo estarem interligadas em “Skull and Bones” (ou vice versa), aqui estão as 15 famílias principais na “Skull and Bones” com mais de dez membros – durante o período de 1833-1985, com ocasionais anos posteriores disponíveis:

* Smith (15)
* Walker (15)
* Allen (13)
* Brown (13)
* Clark (12)
* White (12)
* Day (11)
* Johnson (11)
* Jones (11)
* Miller (11)
* Stewart (11)
* Thompson (11)
* Cheney (10)
* Taft (10)
* Williams (10)

Esta é apenas uma lista baseada na ocorrência de nomes que aparecem no índice. Pesquisa posterior teria que ser feita para fornecer os elos entre elas. Contudo, primeiramente, pode ser dito que até mesmo com seu apressado olhar, para muitos sobrenomes é claro das biografias que eles sejam da linha em andamento dos frequentadores de Yale/Bones. Segundo, muitos destes sobrenomes atualmente são o sobrenome intermediário – um marcador?- de muitas outras linhagens subordinadas, o que pode seja uma rota para futuras pesquisas.

No primeiro dia do iniciado, ele recebe um nome, pelo qual será conhecido pelo resto da vida. Os nomes que são regularmente usados são Magog, que é destinado ao membro com a maior experiência com o sexo oposto; Gog, que é destinado o de menor experiência sexual; Long Devil, o mais alto; Boaz, para os capitães de times de futebol; e Little Devil para o mais baixo. Bonesmen tem frequentemente escolhido nomes mitológicos e personagens legendários.

Uma vista aérea da Deer Island, no Rio St. Lawrence entre o Canadá e os EUA, o retiro de hoje, mostra que está aparentemente abandonada. A Ilha Deer é uma ilha particular de propriedade da Associação Russell Trust de “Skull and Bones”. Fica no rio Saint Lawrence a duas milhas (3 km) ao norte de Alexandria Bay. Entre as construções da ilha estão duas quadras de tênis, duas casas, um bangalô, uma casa de barco e um anfiteatro. Ela serve como um escape para os presentes membros da “Skull and Bones”, e é frequentemente usado para hospedar reuniões nas quais os membros da família são bem vindos. Também pode ser alugado para uso pessoal, mas a afiliação a “Skull and Bones” é necessária. A ilha é governada e mantida pelo Deer Island Club, cuja afiliação só está disponível para iniciados da “Skull and Bones”. Eles dizem nos seus artigos de associação: o propósito do clube é:

…promover o encontro social de seus membros e fornecer a eles instalações para recreação e distração social; para este fim, comprar, manter e conduzir qualquer propriedade, real ou pessoal, que pode ser necessária e conveniente; manter a Club House para uso e benefício de seus membros; a e adoção das leis e geralmente exercer todos os poderes usuais das corporações não proibidas pelos ditos estatutos.

Referências Culturais

Em 2000, Universal Pictures divulgou “The Skulls”, estrelado por Joshua Jackson e Paul Walker como os elevados seniores de Yale que foram induzidos para a sociedade secreta. Depois de testemunharem um acobertamento de assassinato, um personagem tenta desertar do grupo. A sociedade é retratada como tendo tensões intergrupais, acobertamentos, estilos de vida de altos gastos, e tratos corruptos de negócios. O filme recebeu pobres críticas. O personagem fictício de Charles Montgomery Burns do The Simpsons supostamente era um membro da “Skull and Bones” antes de sua graduação em Yale em 1914. Em “The Canine Mutiny”, em um episódio da estação de oito dos Simpsons, Burns identifica Laddie a collie como uma potencial Boneshound.

A Skull and Bones publicou listas de afiliação até 1971, que eram mantidas na Biblioteca de Yale.

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Published in: on maio 14, 2008 at 1:29 pm  Comments (1)  
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  1. skull and burnes nao tem nunhum objetivo? como a ku klux klan?


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