Esfriamento do Aquecimento Global…

Os alarmistas do aquecimento global

de Marc Sheppard
05 de maio de 2008

A dominante evidência das tendências a temperaturas inferiores a despeito do aumento atmosférico dos níveis de CO2 está se tornando um problema real para a turma dos gases greenhouse. E os relatos do resfriamento parecem seguir um período de latente atividade solar que não é provável de facilitar as ansiedades deles.

De fato, sem uma correção imediata do curso alarmista, a campanha dos anos de “a ciência está estabelecida” podem se provar um fracasso completo, na medida em que os declínios prolongados da temperatura dizimam o argumento antropogênico primário. Afinal, Lord Gore tem gritado a proclamação de 0.3o.C do IPCC durante a próxima década de virtualmente cada telhado. Como os novos dados que projetam o contrário, ele e sua horda verde necessitarão encontrar um meio não somente para explicar o erro, mas para manter vivo o sonho do Aquecimento Global.

E talvez eles encontrem.

Em 21 de abril, o Laboratório de Propulsão a Jato da NASA confirmou que uma mudança de fase iminente em um evento natural de clima provavelmente traria temperaturas mais frias pelos próximos 20 a 30 anos, notando que :

“A mudança na Oscilação Decadal Pacífica, com sua disseminada mudança de temperatura no Oceano Pacífico, terá implicações significativas para o clima global. Ela pode afetar a atividade de furacões no Pacífico e no Atlântico, secas e inundações ao redor da bacia do Pacífico, ecosistemas marinhos e padrões globais na temperatura da terra”.

Bem ciente do impacto que as notícias devem ter sobre a deidade-verde das previsões de aquecimento do IPCC, o JPL foi rápido em acrescentar que “O aumento do nível do mar e o aquecimento global devido aos aumentos dos gases greenhouse podem ser fortemente afetados pelo grande fenômeno natural de alteração climática tal como a Oscilação Decadal Pacífica e a Oscilação Sul de El Nino.” O oceanógrafo e cientista climático do JPL Josh Willis explicou:

“As idas e vindas do El Niño, La Niña e da Oscilação Decadal Pacífica são parte de uma maior mudança climática global em andamento. De fato, este fenômeno natural climático pode algumas vezes ocultar o aquecimento global causado pelas atividades humanas. Ou podem ter o efeito oposto de acentua-las’.

Exatamente 10 dias depois, os resultados de um estudo modelo sobre um outro fenômeno, desta vez afetando o Atlântico Norte, foram publicados na revista científica Nature. O Dr Noel Keenlyside et al, do Instituto de Ciências Marinhas de Leibniz, na Alemanha,relatou que “o cinto de segurança” da água quente do sul, conhecido como Circulação Meridional de Transformação [MOC], está entrando em um ciclo fraco. Como os ciclos fracos do MOC – que podem durar até 80 anos -, estão associados a temperaturas mais frias do Atlântico Norte, particularmente ao redor da Europa e América do Norte, a equipe espera que as temperaturas da superficie global diminuam na próxima década. Estranhamente, um padrão similar entre 1940 e 1970 pode explicar o resfriamento das temperaturas médias globais durante aquele período, presumindo que somente a “próxima década” pareça uma chamada arbitrária.

Não obstante, os cientistas alemães se sentiram compelidos a explicar sua evidente heresia contra a igreja do IPCC:

“Nossos resultados sugerem que a temperatura da superfície global pode não aumentar na próxima década, devido a variações naturais climáticas no Atlântico Norte e a compensação temporária do Pacífico tropical do projetado aquecimento antropogênico.”

No caso, a “compensação temporariamente” provar ser vaga demais para a brigada verde, Keenlyside esclareceu, quando explicou para Bloomberg News:

“Se você não vivenciar o aquecimento nos próximos 10 anos, isto não significa que o aquecimento dos gases greehouse não esteja conosco. Pode haver flutuações naturais que podem mascarar a alteração climática a curto prazo.”

E para o benefício daqueles ainda preocupados, seu associado Mojib Latif, um professor do Instituto Leibniz, falou abertamente sem termos incertos :

“Apenas para deixar claras as coisas, não estamos afirmando que a alteração climática antropogênica não terá sido tão má quanto previamente pensada”.

Isto certamente pareceu ser meramente uma típica cobertura para o movimento dos “rabos verdes”

O Próprio Modelo de Um Moderno Mínimo Solar

Segundo o “Telegraph” do Reino Unido, o relato oriundo de ‘achados iniciais de um novo modelo de computador de como os oceanos se comportam com o passar de décadas” e os leitores foram lembrados que:

“O IPCC atualmente não inclue em seus modelos os registros reais de tais eventos como a força da Corrente do Golfo e o evento do aquecimento cíclico do El Nino no Pacífico, que são sabidos terem estado por trás do ano mais quente até hoje registrado em 1998.”

De fato, a atividade solar é essencialmente também ignorada pelos modelos do IPCC, e ela também viu um ápice em 1998. Não é interesante como, não diferente dos insetos fugindo da luz exposta por uma pedra revirada, os verdes lutam desesperadamente para evitar o confronto direto da energia do sol?

No ano passado, o Centro Hadley da Grã Bretanha, cujos modelos decadais realmente incorporam as temperaturas da superfície do mar bem com as projetadas mudanças no output do sol e os efeitos das aanteriores erupções vulcânicas, previram que o aquecimento global iria ficar mais vagaroso até 2009 e subir depois disto, com metade dos anos depos de 2009 sendo mais quentes do que o ano recorde, 1998. “Ainda que, eles permanecessem solidamente por trás do IPCC ao prever que “durante um período de 10 anos como um todo, o clima continue a aquecer e 2014 provavelmente será 0.3o.C mais quente do que 2004.”

Então, neste janeiro passado, o Centro previu que 2008 seria o mais frio desde 2000, desta vez baseado “na forte La Niña no Oceano Pacífico tropical” exclusivamente. Misteriosamente, eles completamente ignoraram as notícias recentes que a atividade solar tinha toda ela vindo a uma parada – um fator supostamente incluido na modelagem deles.

Mas na semana passada, muito mais que discutir o comportamento dos oceanos do Instituto Leibniz, o único modelo que sugere que não apenas Hadley, mas o próprio IPCC erraram, Richard Wood do Centro afirmou:

“Sempre temos sabido que o clima varia naturalmente de ano para ano e de década para década. Esperamos que o aquecimento global causado pelo homem seja superimposto por estas variações; e este tipo de pesquisa é importante para ter certeza de não nos distrairmos das mudanças a longo prazo que acontecerão no clima [como efeito das emissões dos gases greehouse]”.

Similarmente disparando uma bala na equipe verde, Wood ‘confessou a má previsão dos anos passados quando disse aos repórteres que “as variações naturais climáticas podem ser mais fortes do que a tendência ao aquecimento global durante o período dos próximos 10 anos.”

Muito astutamente — embarcando no trem do novo modelo, Wood novamente gerenciou para ignorar o fator solar [o ciclo 24 está retardado] enquanto estendia a farsa de ‘isto é parte da natureza”, mas principalmente a ‘rede de segurança’ dos modelos de seu grupo tinham sido amarrados por quase 10 anos.

Por outro lado, ao lançar uma grande dúvida sobre os próprios modelos de seu grupo, a admissão de Wood estimulou a dúvida que aqueles de Leibniz já tinham lançado sobre os modelos do IPCC. e Wood não obstante, como ressaltou o Dr. Roger Pelke Jr. em seu post de 30 de abril em Prometheus, depois de revisar uma peça de Nature:

“Se o resfriamento global durante as próximas poucas décadas é consistente com as previsões do modelo, então também assim é com todas as coisas sob o Sol. Isto significa que de um ponto de vista prático, os modelos climáticos não são de uso prático além de fornecerem alguma autoridade intelectual na batalha promocional sobre a política do clima global.”

Obviamente, a capitulação não significa aceitar o risco de por em perigo seja qual for a credibilidade que todos os modelos climáticos – passados ou futuros -, possam ter. Um movimento ruim ou um movimento de xadrez?

Alguém realmente sabe o que seja o clima?

Antes de sua divulgaçao oficial, Keenlyside expressou preocupações que seu relatório pudesse ser considerado da “maneira errada’. O bom doutor até mesmo tentou trivializar os dissensores ao evocar o nome de um favorito homem ecológico quando ele desajeitadaamente se lamentou “Espero que isto não se torne uma mensagem da Exxon Mobil e outros céticos.” E apenas no caso das suas tépidas reafirmações e a de seus colegas, que suas garantias de aquecimento global caissem rapidamente na marca verde, reforços foram imediatamente despachados.

Não surpreendentemente, os sócios apostadores alarmistas da BBC escreveram que as projeções para cima e para baixo “não foram uma surpresa para os cientistas climáticos’. Não, segundo estes não sofridos, somente o público mal informado até mesmo acreditou que “os aumentos rápidos da temperatura vistos nos anos de 1990 fossem um fenômeno permanente.”

O New York Times retirou Kevin Trenberth, um cientista climático do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica, em Boulder, Colorado. Tremberth disse a eles que “o clima global continuará a ser influenciado em qualquer década em particular por uma mistura de variabilidade natural e a construção do efeito greeenhouse” e que “uma fase fria não significa que a teoria completa do perigoso aquecimento causado pelo homem seja furada.”

E então acrescentou o que paree ser o mais recente ponto da conversa verde:

“Gente demais acredita que o aquecimento global seja um aquecimento monotônico incansável em todos os lugares e ano após ano. Isto não acontece desta maneira.”

Alguém mais está percebendo aqui uma tendência se desenvolvendo, além de ‘nunca dissemos que os padrões do aquecimento seriam firmemente confusos”? A cada explicação, seja por Willis, Keenlyside e Latif, Wood, ou Trenberth implica que algumas forças climáticas naturais são mais formidáveis do que aquelas antropogênicas. Ainda que isto seja uma outra admissão precária, de fato – uma improvavelmente a ser feita, onde a alternativa de certa forma é mais danificadora do que sua causa.

Agora, considere isto – permanece um imperativo alarmista dissociar a queda das temperaturas globais e a especulação de uma possivelmente iminente “pequena Idade do Gelo” com a estrela anã amarela que orbitamos em geral e o atrasado início do Ciclo Solar 24, especificamente. Porque de fato, estamos nos movendo em um outro ciclo solar mínimo e as temperaturas globais continuam a despencar enquanto os níveis atmosféricos de CO2 continuam a subir, de acordo com “Os Shows de Slides de História Assustadora” de Al Gore, que rapidamente se restringiriam apenas a família e aos amigos. E com a carga do bote da má distribuição da riqueza, a legislação da “mudança climática” a ser aprovada nos próximos anos, uma imprensa simpaticamente alarmada, a massa permanece essecial durante estes tempo.

Assim que maneira melhor de ganhar tempo do que ocultar a óbvia relação solar ao sacrificar o argumento deles contra uma menos ameaçadora força ocorrendo naturalmente? E então atribuir esta força a períodos ocasionais de resfriamento ao admitir que isto possa mitigar os impactos das forças do aquecimento global? Especialmente quando este pequeno estratagema permite que eles continuem a colher os benefícios – os anos a virem – da mentira que um não comprovado efeito antropogênico dos gases greenhouse ameace literalmente nos destruir a todos.

Não tão rapidamente como eles pensaram originalmente.

E então, os verdes estão simplesmente jogando na defesa, como muitos de nós temos sido levados a acreditar – ou nós é que estamos sendo jogados?

Marc Sheppard é um contribuinte frequente do American Thinker e agradecemos seu feedback.

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Published in: on maio 18, 2008 at 12:40 pm  Comments (1)  
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  1. são oss mesmosno Brasil


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