Eugenia e Ambientalismo

Eugenia e Ambientalismo: para controle da qualidade e controle da quantidade

Old-Thinker News

30 de abril de 2008

A eugenia tem esmaecido com o tempo ou a pseudo ciência tem se transformado e ocultado sob novos auspícios? Alguns dos originais fundadores do controle da população eram eles próprios eugenistas? Como e quanto os eugenistas mudaram da era dos ideais de Galton para o controle Malthusiano da população? A história da eugenia é incrivelmente detalhada e extensa, mas certas matérias que não recebem tanta atenção quanto outras. Este artigo tenta responder estas perguntas e fornecer uma perspectiva mais ampla sobre estes assuntos importantes.

Do Controle da Qualidade para o Controle da Quantidade

Conquanto haja exemplos de eugenia ainda em prática em sua forma anterior a Segunda Guerra Mundial, os eugenistas foram forçados a escalar de volta a retórica e reestruturar as idéias deles depois da Segunda Guerra Mundial. As ações de Hitler embaraçaram os eugenistas na América o suficiente para que eles, ao menos publicamente, mudassem suas idéias.

A China atualmente tem as leis de eugenia da era de Galton em leis, onde somente pares pré aprovados podem casar e ter filhos. A Lei da República Popular da China sobre Cuidado de Saúde Maternal e Infantil declara que se os aprovados casais têm crianças condenadas a serem inferiores, eles tem que ser terminados.

Os EUA foram os primeiros a aprovarem leis de esterilização eugenica no Estado de Indiana em 1907. Em meados da década de 1930, 34 Estados haviam aprovado leis de esterilização obrigatória. Muitas das leis permaneceram ativas até 1974. A eugenia que oficialmente havia terminado, ainda permaneceu.

O Dr. David C. Reardon tem documentado a mudança no controle da população entre os eugenistas no capítulo cinco de seu trabalho em progresso, “A Conexão Eugênica: Formadores da Humanidade”. Ele escreve a respeito de suas práticas eugenicas anteriores nos EUA,

“Durante á década de 1930, a eugenia alcançou a altura de sua popularidade na America antes da Segunda Grande Guerra. Foi durante este período, quando o poder político era maior, que os eugenistas e os neo-Mathusianos se tornaram crescentemente radicais em suas demandas de eliminar os inapropriados, que eles chamavam de “uma raça de miseráveis crônicos, uma raça parasita para a comunidade”. As armas eugenicas a serem usadas nesta “guerra entre raças” eram crescentemente coercivas e destrutivas. Em 1932, no Terceiro Congresso Internacional de Eugenia na cidade de Nova Iorque, foram feitas propostas para evitar ‘a posterior diluição do conjunto genético americano” por aqueles que possuiam “genes inferiores” por meio da segregação, esterilização, controle da natalidade, aborto e até mesmo infanticídio”.

Reardon então documenta o descrédito da eugenia e a diminuição do tom da retórica vindo de seus apoiadores. Um dos fatores citados por Reardon que desestimulou o entusiasmo foi o alvejar as classes superiores para esterilização devido ao seu destronamento financeiro por causa da Grande Depressão. Reardon escreve,

“Repentinamente, muitos daqueles nas classes média e superior, que anteriormente julgaram a inapropriedade hereditária em base da pobreza econômica agora se viam empobrecidos. Estes “novos pobres” temiam que a seleção dos “impróprios” pudesssem ser confundida. Encontrando-se como a “aristocracia dos impróprios” pelos eugenistas, eles temiam que pudesem ser aqueles que sofressem a esterilização compulsória, não apenas os “verdadeiramente impróprios”.

James Lovelock, um proeminente ativista ambiental, recentemente fez manchetes com seus comentários nos quais ele chama uma iminente calamidade ambiental. Interessantemente, Lovelock afirmou que o mundo enfrenta uma crise ambiental grandemente trazida pela superpopulação na qual ele gostaria de ver que apenas “os melhores de nossa espécie’ sobrevivessem.

Isto nos trouxe uma era pós Segunda Guerra da eugenia. Os eugenistas que ainda sustentam os princípios desacreditados da eugenia, agora anexam estas idéias ao ambientalismo e ao controle da população em uma tentativa de levar adiante a eugenia de uma forma mais velada. O controle malthusiano da população agora foi enfatizado.

Os Rockefellers e os Osborns

Um ponto importante a ser estabelecido quando cobrindo estes asuntos é que as mesmas famílias que tinham anteriormente custeado e popularizado a eugenia na América antes da Segunda Guerra Mundial, mudaram seus recursos para custear e promover a redução da população e o controle depois da Segunda Guerra Mundial.

Várias famílias importantes são responsáveis por custear e promover a eugenia na América, principalmente as famílias Rockefeller, Carnegie, Harriman e Osborn. Duas famílias, os Rockefellers e os Osborns, são particularmente significativas. John D. Rockefeller Sr. contribuiu com uma grande quantidade de dinheiro para a construção do Laboratório da Baia de Cold Spring no início dos anos de 1900, que abrigou o Escritório de Registros Eugenicos de 1910-1944.

A influência de Rockefeller também se espalhou além mar para a Alemanha, onde o Instituto de Psiquiatria Kaiser Wilhelm para Eugenia, Antropologia e Hereditariedade Humana residiu. Grande parte do dinheiro para manter estas instalações vieram de Rockefeller.

Estes institutos se tornaram centros dos programas nazistas de eugenia durante o “reinado” de Adolf Hitler.

A influência da família Rockefeller continuou em 1945 quando John D. Rockefeller Jr. doou terra para a construção da ONU na cidade de Nova Iorque. A ONU desempenha um papel importante no controle mundial da população, um asunto que brevemente abordaremos.

Em 1952, John D. Rockefeller III, o filho mais velho de Rockefeller Jr., criou o Conselho da População. A organização declarou que o objetivo era buscar “…uma melhor compreensão dos problemas relacionados a população”. O primeiro presidente do Conselho foi Frederick Henry Osborn, que foi indicado pelo próprio John D. Rockefeller.

Osborn era um eugenista proeminente que ajudou a fundar a Sociedade Americana de Eugenia, agora chamada Sociedade para o Estudo da Biologia Social. Osborn chefiou o AES de 1946-1952, quando começou a colocar maior ênfase no controle da população, asinalando a mudança dos eugenistas pós segunda guerra.

Osborn escreveu em seu livro de 1968 ‘O Futuro da Hereditariedade Humana’ que “as metas da eugenia são mais provevelmente alcançadas sob um outro nome, diferente de eugenia”. O sobrinho de Frederick Henry Osborn, Henry Fairfield Osborn, carregou o bandeira do controle da população. Seu livro de 1948, “Nosso Planeta Saqueado” cobre muitas matérias que são atribuidas hoje aos ambientalistas. Osborn afirmava no livro que a super população destruirá o planeta e que medidas drástica devem ser tomadas para reprimir o crescimento da população. Ele toma um momento para refletir sobre a natureza bárbara de sua proposta sublinhada, mas afirma que isto terá que ser feito. Ele escreve,

“De fato, como todos sabemos, há dias momentosos e muitas coisas podem acontecer para controlar o crescimento da população, até mesmo incluindo o uso devastador de bombas atômicas em uma nova guerra. É difícl ajustar na mente de alguém a possibilidade que as atuais negociações ente as nações podem falhar em prevenir uma tal bárbara negativa da existência de direitos humanos, e que o problema de se pressionar as populações crescentes – talvez o mair problema encaracado pela humanidade hoje – não podem ser resolvidos hoje de modo que seja consistente com a humanidade.”

Steven C. Rockefeller, um membro da quarta geração da família, tem permanecido dedicado a história familiar de filantropia e promoção de controle da população. Ele desempenhou um papel principal na escita da Carta da Terra da ONU, e presidiu o Comitê Internacional de Delineamento da Carta da Terra de 1997 e 2000. Ele atualmente é membro da Comissão da Carta da Terra. Ecoando escritos passados de Osborn e outros, ele declarou em uma entrevista na Universidade Tilburg na Holanda que,

“Terceiro, a Carta da Terra reconhece que o aumento dramático da população humana está colocando grande pressão sobre a elasticidade dos sistema ecológicos e tem sobrecarregado sistemas sociais e econômicos”

A própria Carta da Terra diz, “um aumento sem precedentes na população humana está sobrecarregando os sistemas sociais e ecológicos. As fundações da segurança global estão ameaçadas. Estas tendências são perigosas mas não inevitáveis.”

Outros envolvidos na mudança pós Segunda Guerra Mundial

Antes de olharmos os exemplos recentes da redução da população sendo fundados e realizados, há outros indivíduos proeminentes que desempenharam um papel importante nesta mudança da eugenia para controle da população. Frank Notestein era um dos mais proeminentes indivíduos que fizeram o estudo da população ser uma prática institucional. A biografia dele resume sua numerosa afiliação, que inclue a Sociedade Americana de Eugenia.

“Ele foi um membro da Sociedade Americana de Eugenia, da Sociedade Americana de Filsofia, do Conselho das Relações Exteriores [CFR], do Instituto Interacional Estatístico, da União Internacional para Estudo Científico da População, da Associação de População da América e da Associação Century.”

Notestein também serviu como presidente do Conselho de População de John D. Rockefeller depois que Frederick Osborn saiu. Ele também foi o primeiro diretor da Divisão de População da ONU de 1946-1948. Em um trabalho escrito em 1969 por Notestein intitulado “O Problema do Controle da População”, ele ressaltou uma estratégia para depopular as populações alvo. Notestein admite que a modernização econômica “…traria para baixo automaticamente a taxa de natalidade”. Contudo, ele continua para afirmar que medidas mais dramáticas devem ser tomadas por causa que na sua opinião este método não seria suficientemente rápido. Ele escreve,

“Dado as existentes preferências no tamanho da família, os governos devem ir além do planejamento familiar voluntário. Para obter uma taxa de crescimento zero do crescimento da população, os governos terão que fazer mais do que persuadir; eles terão que coagir.” … ‘para impor mudanças mais drásticas em grande escala, implica em muitos riscos, não menos para o regime que as executa. O preço para este tipo de controle da população pode muito bem ser a instituição de um regime totalitário.”

Um outro indivíduo, Guy Irving Burch, que escreveu para a publicação da Revisão do Controle da População de Margaret Sanger, também desempenhou um papel chave. O livro de Burch de 1947, “Procriação Humana e Sobrevivência” combina as idéias de ambos, o controle da populaçao e a eugenia. Ele escreve,

“Parece que a ONU precisa fazer é recomendar a todas as nações que a adoção de leis que levarão a esterilização de todas as pessoas que são inadequadas, biologicamente ou socialmente, e encorajar a esterilização voluntária de pessoas normais que tem tido sua pare de filhos.”

Burch descreveu planos para atingir “as metas de paz” e os objetivos de segurança nacional por meio do controle da população. Argumentos similares e propostas são feitas em 1974, no Estudo de Segurança Nacional do Memorando 200 de Henry Kissinger, que foi influenciado pela Real Comissão sobre População de 1944. Burch afirma que, “… se voluntariamente formos manter o foco na paternidade indesejável… então a esterilização pode desempenhar uma parte maior no atingimento das metas de paz…”

Richard C. Reardon escreve novamente em seu trabalho em progresso Conexão Eugenica”, a respeito de Burch, apontando a mudança da era eugenica de Galton para o controle malthusiano da população,

“As idéias de Galton estavam se tornando impopulares, e assim as idéias de Malthus precisavam ser ressaltadas. Se o público não pode ser levado a acreditar na necissade do controle da quantidade, eles novamente aceitariam sua extensão lógica – o controle da qualidade. Assim em 1940, enquanto servia como diretor deseu Escritório de Referência de População e o editor de seu Boletim da População, Burch ajudou a fundar um outro “front de população” para os eugenisas – a Associação de Populaçao da América.

Operações de Redução da População Hoje

Em 1989 a pesquisa era conduzida pelo Instituto Nacional de Imunologia em New Delhi, Índia sobre o uso de transportadores tais como o toxóide tetânico e a difteria para contornar o sistema imunológico e entregar o hormônio feminino chamado gondotrofina coriônica (hCG).O trabalho de pesquisa foi realizado na Imprensa da Universidade Oxford em 1990 e foi intitulado “Contornar por um transportador alternativo da não resposta adquirida para a hCG com repetida imunização com vacina conjugada a do tétano”. Conquanto a hCG seja necessária para manter a gravidez, a injeção da hCG ligada ao toxóide tetânico desencadeia uma resposta imunológica e assim causa a esterilização.

A pesquisa NII citada acima usadas em quatro mulheres como sujeitos testes – que haviam sido esterilizadas cirurgicamente antes do experimento – e descobriram que doses múltiplas da vacina contra o tétano como transporte do hCG era necessário para obter os resultados desejados. A pesquisa também descobriu que se um transportador alternativo tal como o da difteria fosse usado como um estimulador em combinação com o tétano, a vacina da esterilização seria mais eficaz. A Fundação Rockefeller e o Conselho da População são listados no documento como dando custeio para a pesquisa.

O documento do Memorando de Segurança Nacional 200 de Henry Kissinger de 1974 cita “Contraceptivos injetáveis para as mulheres” como um método possível de redução e controle populacional. A depopulação, como decarado no documento, deve ser buscada porque isto seria nos “… interesses econômicos dos EUA”.
“Seja como for, a diminuição da pressão populacional… pode aumentar as perspectivas para tal estabilidade, a política da população pode se tornar relevante para suprimentos de recursos e interesses econômicos nos EUA.”

Em 04 de novembro de 1996 a publicação “Vaccine Weekly” trouxe um arigo intitulado “Estudo Sugere que as Mulheres que Foram Injetadas com Vacina Anti-tetânica Contaminada”. O artigo detalha uma investigação que foi realizada pela Associação Médica Filipina na descoberta do hCG nas vacinas antitetânicas. Conquanto o artigo diga que as vacinas foram “contaminadas”, a Fundação Rockefeller custeou a pesquisa citada acima, o que indica que isto não é caso de contaminação. Como relatado,

“Tem as mulheres das Filipinas, e possivelmente de outros lugares, sido usadas como cobaias subrepticiamente em uma campanha internacional anti-fertilidade? Um estudo médico das Filipinas sugeriu que este pode bem ser o caso. Um estudo realizado pela Associação Médica Filipina em benefício do Departamento de Saúde revelou que quase 20% da amostragem da vacina anti-tetânica testou positivo para o hormônio humano gonadotrafica croniônica (hCG), segundo Vida Humana Internacional. As vacinas contendo o hormônio imunizam as mulhers não somente contra o tétano, mas também contra a gravidez ao induzir o sistema imunológico a atacar o hormônio necesário para levar a termo a gravidez”.

A Tailândia está cheia de histórias de abortos e esterilização. Segundo a população local de Akha, as mulheres grávidas são forçadas a receberem a vacina anti-tetânica para obterem careeiras de identidade para seus filhos. A vacinacação frequentemente resulta em violentos abortos. Em um video, Matthew McDaniel, um ativista de direitos humanos que tem estado trabalhando com a população feminina de Akha, na Tailândia, fala com duas mulheres de people de Akha sobre a vacina anti-tetânica e os abortos resultantes.

O atual foco mundial no aquecimento global nos leva a um outro ângulo das atuais operações de controle da população. A China tem impulsionado suas políticas de planejamento familiar para cortar suas emissões de CO2 para 1.3 bilhões de toneladas, assim cortando seu impacto no suposto aquecimento global causado pelo homem. As políticas de controle de população da China, frequentemente brutais, tem sido apoiadas pelo empreendimento dos Rockefellers. O Washington Post relatou em 12 de outubro de 2000 que a Fundação Rockefeller tem doado dois milhões de dólares para atualizar uma fábrica farmacêutica chinesa que produz a droga abortiva RU-486. O Washington Post relata,

“RU-486 tem sido um ingrediente chave na estratégia de controle populacional da China por anos. Dos estimados dez milhões de abortos realizados anualmente na China, aproximadamente metade é realizada com o RU-486, disse Gao Ersheng, diretor do Instituto de Paternidade Planejada de Xangai”

Ted Turner recentemente fez manchetes quando afirmou que as políticas “voluntárias de um só filho” devem ser adotadas mundialmente para lentificar o crescimento da população. “vamos estabilizar a população. Em base voluntária, todo mundo mundialmente tem que prometer a si mesmo que um ou dos filhos é tudo”.

Na Austrália tem sido feitas propostas de cobrar impostos de pais que tem mais de um filho, como foi relatado pelo noticiário do CNS,

“Ter bebês é mau para o planeta, e os pais de mais de dois filhos devem ser tributados com uma taxa por nascimento e um imposto anual para a equilibrar “os gases greenhouse” que seus filhos serão responsáveis por todo seu período de vida.

Ao mesmo tempo, aqueles que usam e prescrevem procedimentos contraceptivos e e de esterilização devem receber uma redução de impostos por tais serviços favoráveis a redução dos gases greenhouse que ajudam a manter o tamanho da população diminuindo”.

Em uma apresentação de 1994 perante o Conselho de Negócios da ONU, David Rockefeller, filho de John D. Rockefeller Jr., tomou a palavra sobre a superpopulação como uma ameaça ao ambiente. Rockefeller também disse que “… o crescimento econômico irrefreável oferece uma ameaça posterior ao nosso ambiente”.

O que você tem lido aqui é uma coleção de poucos dos maiores pontos em uma história que se expande. Hoje, o controle da população – e os correspondentes movimentos ambientais – cresceram da mudaça pós Segunda Guerra Mundial da eugenia para os programas Malthusianos. A linha que liga os eugenistas ao ambientalismo é inconfundível. A redução da população está sendo usada pela elite como uma arma de guerra contra a competição, uma garantia da dominação continuada.

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