Projeto Petição e Aquecimento Global

O CALOR DO MOMENTO
31.000 cientistas rejeitam a agenda do Aquecimento Global

O filme de Mr. Gore tem afirmações que os especialistas informados não endossam

de Bob Unruh
2008 WorldNetDaily [WND]

Mais de 31.000 cientistas nos EUA, incluindo mais de 9.000 Ph.D.s em campos tais como ciência atmosférica, climatologia, ciências da Terra, meio ambiente e dúzias de outras especialidades, tem assinado uma petição rejeitando o “aquecimento global” e a assunção que a produção humana de gases greenhouse esteja danificando o clima da Terra.

“Não há evidência científica convincente de que a liberação humana de CO2, metano ou outros gases greenhouse estejam causando, ou causarão em um futuro previsível, o aquecimento catastrófico da atmosfera da Terra e a interrupção do clima da Terra”, afirma a petição. “Sobretudo, há substancial evidência científica que o aumento atmosférico do C02 produz mais efeitos benéficos sobre as plantas naturais e ambientes animais da Terra”

O Projeto Petição realmente foi lançado a aproximadamente dez anos atrás, quando as primeiras poucas mil asinaturas foram reunidas. Então, entre 1999 e 2007, a lista de asinaturas cresceu gradualmente sem qualquer esforço ou campanha especiais.

Mas agora, um novo esforço tem sido realizado por causa de uma “escalada das afirmações de consenso” divulgadas no filme “Uma Verdade Inconveniente” de Mr. Al Gore, e eventos relacionados,” segundo participantes do projeto.

“O filme de Mr. Gore, avaliando um “consenso” e uma “ciência estabelecida” de acordo com o aquecimento global causado pelos homens, conduz as afirmações sobre aquecimento global antropogênico para os comuns frequentadores de cinema e para o público de crianças na escola, para os quais o filme foi amplamente distribuido. Infelizmente, o filme de Mr. Gore contém muitas afirmações seriamente incorretas que cientistas informados e honestos não podem endossar”, disse o portavoz e fundador do projeto, Art Robinson.

WND submeteu uma solicitação ao escritório de Gore para comentar, mas não recebeu resposta.

Robinson disse que os horrendos avisos sobre “aquecimento global” tem ido muito além da semântica ou da discussão científica agora, ao ponto em que eles atualmente põem em risco as pessoas.

“A campanha para acionar severamente a tecnologia do hidrocarbono tem agora se expandido marcantemente, ele disse. “No curso desta campanha, muitas declarações cientificamente inválidas sobre iminentes emergências climáticas estão sendo feitas. Simultaneamente, as propostas ações políticas para reduzir severamente o uso do hidrocarbono agora ameaçam a prosperidade dos americanos e a própria existência de centenas de milhões de pessoas nos países mais pobres”, ele disse.

Em apenas poucas semanas passadas, tem havido várias alegações que ataques de tubarão e tufões tem sido desencadeados pelo “aquecimento gobal”.

O falecido Professor Frederick Seitz, o ex presidente da Academia Nacional de Ciências dos EUA e recebedor da Medalha Nacional de Ciência, escreveu em uma carta promovendo a petição, “Os EUA estão muito perto de adotar um acordo internacional que racionaria o uso de energia e de tecnologias que dependem do carvão, petróleo, gás natural e alguns outros compostos orgânicos”

“Em nossa opinião, este tratado é baseado em idéias defeituosas. Dados de pesquisa sobre mudança climática não mostram que o uso humano dos hidrocarbonos seja prejudcial. Ao contrário, há uma boa evidência que o C02 atmosférico aumentado é ambientalmente útil,” ele escreveu.

Acompanhando a carta enviada aos cientistas estava um sumário de 12 páginas e uma revisão da pesquisa sobre “aquecimento global’, disseram os representantes.

“O acordo proposto teria efeitos muito negativos sobre a tecnologia das nações pelo mundo, especialmente para aquelas que estão tentando se erguer da pobreza e fornecer oportunidades aos quatro bilhões de pessoas nos países tecnologicamente subdesenvolvidos.” Seitz escreveu.

Robinson disse que o protejo tem como alvo os cientistas porque “é especialmente importante para a América ouvir o que tem a dizer os cientistas que tem o necassário treinamento para avaliar dados relevantes e oferecer aviso apropriado.”

Ele disse que o “acordo do aquecimento global” escrito em Kioto, Japão, em 1997, e outros planos “prejudicariam o ambiente, atrapalhariam o avanço da ciência e da tecnologia e danificariam a saúde e o bem estar da humanidade”.

“Ainda que,” ele disse, “os EUA e outros interesses políticos vocais digam que os EUA devam decretar novas leis que reduzam agudamente a produção da energia doméstica e elevar até mesmo muito mais o preço da energia.

“O inalienável direito a vida, liberdade e busca da felicidade incluem o direito de acesso a tecnologia de gerar vida e a tecnologia de melhoramento de vida. Isto é especialmente verdadeiro para o acesso as mais básicas de todas as tecnologias: a energia. Este direitos humanos tem sido intensamente resumidos erroneamente”, ele continuou. “Durantes as últimas duas gerações passadas nos EUA, um sistema de altos impostos, extensas leis e litígios onipresentes tem se elevado e isto evita a acumulação de capital suficiente e o exercício de suficiente liberdade para construir e preservar a necessária tecnologia moderna”.

“Estas tendências políticas desfavoráveis tem secretamente prejudicado a nossa produção de energia, onde a falta de progresso industrial tem deixado o nosso país dependente de fontes estrangeiras de 30% da energia necesária para manter o nosso nível atual de prosperidade”, ele disse. “Sobretudo, a transferência de outras indústrias americanas para o exterior, como resultado destas mesmas tendências, tem deixado os cidadão americanos com tão poucos bens e serviços para comerciar pela energia que eles não produzem. Um défict comercial enorme e insustentável e o rápido aumento dos preços de energia tem sido o resultado”.

“As necessárias energias dos hidrocarbono e nucleares tem sido disponíveis aos engenheiros americanos por muitas décadas. Podemos desenvolver estes recursos sem perigo para as pessoas ou o ambiente. Não há absoutamente qualquer razão técnica, de recurso ou ambiental para que os EUA sejam um importador líquido de energia. Os EUA devem, de fato, serem exportadores líquidos de energia”, ele disse.

Ele disse ao WND que acredita que a matéria nada tenha a ver com a própria energia, mas tudo a ver com poder, controle e dinheiro, que a ONU está buscando. Ele acusou a ONU de estar violando os direitos humanos em suas campanhas para banir grande parte da pesquisa de energia, exploração e desenvolvimento.

“Para aleviar a atual emergência de energia e evitar as futuras emergências, precisamos remover as restrições governamentais que causam este problema. Os direitos humanos fundamentais exigem que os cidadão americanos e suas indústrias sejam livres para produzirem e usarem a baixo custo a abundante energia que precisam. Como enfatizam os 31.000 signatários desta petição; a ciência ambiental apoia esta petição’, ele disse.

O website do Projeto Petição hoje disse que há 31.072 cientistas que
tem assinado, e Robinson diz que mais nomes continuam a chegar.

Apenas em termos de cientistas com Ph.D., a petição já tem 15 vezes mais cientistas do que aqueles que estão seriamente envolvidos na campanha da ONU para “vilificar os hidrocarbonos”, disseram os representantes a WND.

“O número muito grande de signatários da petição demonstra que, há um consenso entre cientistas americanos, causado pela oposição a hipótese do aquecimento global causado pelo homem muito mais que a favor disso”, a organização ressaltou.

O projeto foi criado por uma equipe de físicos e químicos físicos que fazem pesquisas em várias instituições americanas e coletam assinaturas quando as doações fornecem recursos para enviar mais cartas pelo correio.

“Em um grupo de mais de 30.000 pesssoas há muitos indivíduos com nomes similares ou idênticos a de outros signatários, “reais ou fictícios”. Os oponentes do projeto Petição algumas vezes usam este fato estatístico no esforço de desacreditar o projeto. Por exemplo, Perry Mason e Michael Fox são cientistas que tem assinado a petição “que acontece de terem nomes idênticos a não cientistas reais ou fictícios”, disse o website.

A petição é necessária, disseram os apoiadores, simplesmente porque Gore e outros tem afirmado que “a ciência está estabelecida” e que “um consenso completo” entre os cientistas concorda com a hipótese do aquecimento global com somente um punhado de cientistas céticos em desacordo”

A lista de cientistas inclui 9.021 Ph.D.s, 6,961 com grau master, 2.240 médicos e 12.850 tendo o grau de bacharel ou equivalente grau academico.

O website do Projeto Petição inclui uma lista dos cientistas por nome bem como uma lista de cientistas por Estado.

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Published in: on maio 22, 2008 at 11:30 am  Comments (1)  
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