Novidades sobre uma Guerra ao Irã

Haverá uma Guerra contra o Irã?

de Michel Chossudovsky
14 de maio de 2008

A media tem deixado de cobrir as história das preparações de guerra americanas dirigidas contra o Irã. A cobertura de notícias das preparações de guerra patrocinadas pelos EUA em relação ao Irã começaram a emergir já em 2007 em esparsos relatos da imprensa.

Embora confirmados por documentos e relatos militares oficiais, a opinião pública tem grandemente sido mantida no escuro e desinformada quanto a estas preparações de guerra.

Uma guerra contra o Irã tem sido contemplada desde meados da década de 1990 como parte de um “sequenciamento” estratégico do teatro de operações. Durante o governo Clinton, o Comando Central dos EUA (USCENTCOM) tinha formulado “nos planos do teatro de guerra” invadir primeiro o Iraque e depois o Irã:

“Os amplos interesses de segurança nacional e objetivos expressados na Estratégia de Segurança Nacional [NSS] do Presidente e a Estratégia Militar Nacional (NMS) do Presidente formam a fundação da estratégia do teatro do Comando Central dos EUA. O NSS dirige a implementação de uma estratégia de contenção dupla de Estados Hostis do Iraque e do Irã já que estes Estados oferecem uma ameaça aos interesses dos EUA, para outros Estados da região, e para seus próprios cidadãos. A contenção dupla é destinada a manter o equilíbrio de poder na região sem depender do Iraque ou do Irã. A estratégia do teatro da USCENTCOM é baseada no interesse e focalizada na ameaça. O propósito do engajamento americano, como exposto no NSS, é proteger o interesse vital dos EUA na região – ininterruptamente, assegurando o acesso dos EUA e Aliados ao petróleo do Golfo.”

(USCENTCOM )

Consistente com o “sequenciamento” dos planos da CENTCOM de 1995, para alvejar o Irã, foram ativados sob o TIRANNT (Termo Próximo ao Teatro do Irã) no despertar imediato da invasão do Iraque em 2003. TIRANNT consistia em um tipo de análise de cenário modelo de um teatro de guerra dirigido contra o Irã. A análise, que envolveu militares seniores e especialistas de inteligência, consistiu em examinar diferentes cenários de teatro.

“A marinha, força aérea, o exército e os marines dos EUA tem todos preparado planos de batalha e passaram quatro anos construindo bases e treinando para a “Operação Liberdade Iraniana”. O Almirante Fallon, o novo chefe do Comando Central dos EUA [exonerou-se em março de 2008], tem herdado planos computadorizados sob o nome de TIRANNT.” (New Statesman, 19 de fevereiro de 2007)

O texto seguinte [em anexo] intitulado Ataque Planejado ao Irã pelos EUA e Israel, foi publicado a três anos atrás por Global Research em maio de 2005. Ele ressalta a fase mais inicial das preparações de guerra dos EUA/Israel em relação ao Irã. (veja )

Conquanto grande parte desta análise permaneça válida, o planejamento militar em relação ao Irãs está agora em um estágio muito mais avançado. Sobretudo, a estrutura das alianças militares subjacentes os planos do Pentágono também tem evoluido. A OTAN agora é parte da aliança militar.

Sob os auspícios da OTAN, em ligação com o Pentágono, forças britânicas, alemãs, turcas e francesas estão destinadas a terem um papel importante no caso de um ataque ao Irã e a Síria.

A este respeito, vale ressaltar que já em 2005, a OTAN e Israel tinham estabelecido as bases de um acordo de cooperação militar de longo alcance. Em troca, a Turquia que de um ponto de vista militar constitui uma força significativa dentro da OTAN, tem um compreensivo acordo de cooperação militar bilateral com Israel.

Segundo documentos militares e declarações, as forças americanas, israelenses e Aliadas estão “em avançado estado de prontidão”. De fato grande parte do planejamento de guerra já havia alcançado “um estágio avançado” em 2005.

Várias variáveis importantes entram em jogo na avaliação da possibilidade de uma guerra total contra o Irã.

“Um avançado estágio de prontidão” para atacar o Irã não significa que uma guerra realmente irá ocorrer. Alguns fatores importantes e compensatórios devem ser abordados.

o Bater dos Sabres

Fora uma guerra direta, as preparações de guerra patricinadas pelos EUA servem a vários outros objetivos da política externa.

A ameaça de guerra acoplada a preparação militar avançada é frequentementemente usada para intimidar países ao cumprimento, obriga-los a abrirem mão de sua soberania, abrir suas economias a investidores estrangeiros, privatizar e vender seus bens a companhias americanas etc. Estas ameaças somente serão eficazes se o país não tem a capacidade de se defender militarmente. A força de sua economia nacional é também uma maior consideração.

O bater dos sabres está em andamento em relação ao Irã. O objetivo máximo é subjugar o Irã como um poder regional e tomar posse de sua riqueza em petróleo, que constitui, aproximadamente, 10% das reservas totais mundiais.

Quais são as capacidades militares do Irã, principalmente sua habilidade de se defender e inflingir dano aos EUA e Forças Aliadas?

A resposta a esta questão envolve essencialmente dois aspectos.

Primeiro, o Irã tem um avançado sistema de defesa área, usando tecnologia iraniana e russa. Sobretudo, ele tem, segundo especialistas ocidentais, aperfeiçoado suas capacidades de mísseis balísticos na extensão em que é capaz de inflingir um dano significativo nas instalações militares americanas e Aliadas no Iraque, no Golfo Pérsico e em Israel.

Durante os últimos poucos anos, o Irã tem estado ativamente se preparando para um ataque patrocinado pelos EUA. Sobretudo, como resultado do aumento de seus rendimentos do petróleo, Terrã tem aperfeiçoado suas capacidades de financiar a prontidão de seus militares. A este respeito, o Irã está em uma situação muito diferente daquela do Iraque antes da invasão de 2003, alvejada pelos ataques aéreos anglo-americanos sob uma zona “de vôo proibido” acoplada a mais de dez anos de mortais sanções econômicas.

Os militares americanos estão plenamente cientes da possibilidade de escalada. Se extensos ataques aéreos fossem lançados, as convencionais forças iranianas imediatamente atravessariam as fronteiras para o Iraque e atacariam as instalações militares americanas. Isto é um dos fatores que tem contribuido para “colocar esta guerra na espera.”

Ao invés de extensos bombardeios que resultariam em retaliação, Washington pode decidir como primeiro passo uma campanha militar mais ampla para lançar limitados ataques aéreos, na presunção que o Irã não retaliaria. Segundo Philip Giraldi, o ataque seria o “mais preciso e imitado” quanto possível, pretendendo alvejar somente al-Qods e evitando baixas civis.” Antes de lançar um “ataque limitado”, os EUA tentariam assegurar, pela ameaça e negociações secretas, que a retaliação não ocorreria.

A Habilidade dos Militares Americanos em Lutar Guerras

O Almirante William Fallon, que recentemente foi despedido como Comandante do Comando Central dos EUA (USCENTCOM) estava agudamente ciente da habilidade iraniana em retaliar militarmente e inflingir perdas significativas aos EUA e as Forças de Coalisão. Este entendimento foi de fato comunicado no início dos cenários de guerra de 2003 sob TIRANNT.

Antes de sua demissão, Almirante Fallon minimizou a possibilidade de uma guerra com o Irã: ‘não vamos fazer ao Irã sob minha observação”.

O presidente da Junta de Chefes de Staff, o Almirante Michael Mullen, conquanto amplamente apoiador da Casa Branca de Bush-Cheney, tem oficialmente reconhecido a fraqueza dos militares americanos. As guerras no Iraque e no Afeganistão “podem ter condenado a habilidade militar de combater guerras contra maiores adversários – incluindo o Irã “ ( citado em Haaretz, 22 de outubro de 2007).

Em uma entrevista ao New York Times, Mullen declarou:

“…os riscos podem ser muito, muito altos…. Estamos em um conflito em dois países exatamente agora… Temos que ser incrivelmente judiosos sobre o potencial de de fato entrar em conflito com um terceiro país nesta parte do mundo.”

Estas declarações foram feitas bem no início de seu mandato como presidente da Junta de Chefes de Staff em outubro de 2007.

As hesitações de Mullen para fazer guerra ao Irã não são baseadas em uma instância política divergente, mas sobre uma avaliação realista das capacidades militares dos EUA. O Almirante Mullen reconhece que os militares americanos estão esticados em excesso e que em relação ao Iraque, os militares americanos estão enfrentando sérios problemas quanto ao recrutamento militar.

Sobretudo, taticamente reconhecido pelo Péntagono, as forças de coalisão e dos EUA estão enfrentando uma feroz resistência tanto no Afeganistão quanto no Iraque.

A indicação do General David Petraeus como Chefe do USCENTCOM

A indicação do General David Petraeus para chefe do Comando Central dos EUA (USCENTCOM) tem servido para neutralizar a potencial oposição dentro das Forças Armadas dos EUA. Isto reforça a habilidade do vice-presidente Cheney para um ataque e assegurar que os militares apoiarão completamente a administração Bush.

O objetivo é “preparar o Irã para o ataque” usando a alegada intervenção iraniana no Iraque como um pretexto e justificativa, “no solo que o Irã… é responsável por montar o número de mortes entres as tropas americanas no Iraque” (veja o Irã deve ser “preparado para ataque’ de Muriel Mirak-Weissbach, Global Research, Maio 2008). Irã é também acusado de intervir no Afeganistão e no Líbano. A este respeito, os ataques israelenses de 2006 ao Líbano são parte do mapa de estrada de ua guerra mais ampla dirigida contra om Irã e a Síria. (veja Mahdi D. Nazemroaya, Global Research, Maio de 2007)

Choques Armados no Líbano

Os recentes choques armados no Líbano se opondo ao Hizbollah para o movimento de 14 de maio apoiado americano-israelense, tem precipitado o país no caos. O combate irrompeu depois que o governo de Siniora pró americano anunciou uma medida de força sobre o Hizbollah.

Hizbollah tem tomado o controle de partes de Beirute Ocidental estabelecendo um estágio para que as “forças de paz” da OTAN intervenham dentro do Líbano. Um maior envolvimento da OTAN acoplado a militarização da inteira linha costeira do leste do mediterrâneo é uma parte integral do cenário de guerra Irã/Síria: o papel da “força de paz” das forças da OTAN, em benefício de Israel, alvejando a Síria bem como Hizbollah e Hamas.

Estes eventos recentes no Líbano tem sido desencadeados muito deliberadamente com o objetivo de desestabilizar o pais. Eles são parte do mapa rodoviário militar patrocinado pelos EUA; eles tem a intenção de estabelecer um estágio para uma confrontação coma Síria.

A Estrutura das Alianças Militares

A estrutura das alianças militares é crucial. Os aliados da América são Israel e OTAN.

Os aliados do Irã são China e Rússia e os Estados Membros da Cooperação de Xangai (SCO).

Tanto a China quanto a Rússia tem acordos militares bilaterais de cooperação de longo alcance com o Irã. Desde 2005, o Irã tem sido um membro com status de observador no SCO. Por sua vez, o SCO tem laços de Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO), um acordo entrelaçado de cooperação militar entre a Rússia, Armênia, Belarus, Usbequistão, Casaquistão, República da Quirguisia e Tajisquistão.

Em outubro de 2007, o CSTOe o SCO assinaram um Memorando de Entendimento lançando as fundações da cooperação militar entre as duas organizações. Este acordo SCO-CSTO, pouco mencionado pela imprensa ocidental, envolve a criação de uma completa aliança militar entre a China, a Rússia e os Estados membros de SCO/CSTO. Vale a pena mencionar que o SCTO e o SCO realizaram exercícios militares conjuntos em 2006, que coincidiram com aqueles realizados pelo Irã. (para detalhes posteriores veja Michel Chossudovsky, Russia and Central Asian Allies Conduct War Games in Response to US Threats, Global Research, Agosto de 2006)

No contexto dos planos de guerra dos EUA dirigidos contra o Irã, os EUA também pretendem enfraquecer os aliados do Irã, ou seja, a Rússia e a China. No caso da China, Washington está buscando interromper os laços bilaterais com o Irã bem como a aproximação do Irã da SCO, que tem sua sede em Beijing.

A este respeito, uma operação militar contra o Irã só pode ocorrer se a estrutura das alianças militares que ligam o Irã a China e a Rússia sejam significativamente enfraquecidas.

Há indicações que esta aliança militar eurasiana sob o SCO tem de fato sido fortalecida. Conquanto atualmente o Irã tenha na SCO um status de observador, o governo de Teerã tem indicado seu desejo de se tornar um membro pleno do SCO. Sobretudo, durante o ano passado, o Irã tem fortalecido seus laços bilaterais no campo da energia e do petróleo e oleodutos com a Índia, bem como com o Paquistão. O posicionamento da Índia ao lado do Irã no campo da energia e do petróleo é um outro fator que enfraquece a influência de Washington na região.

“O que Teerã está buscando é nada menos do que um plano para uma nova correlação na Eurásia, cuja colaboração no desenvolvimento da infraestrutura continental – energia nuclear, condutos de gás e petróleo, transporte – deve estabelecer a base econômica e portanto política, pra a verdadeira independência” (veja Muriel Mirak Weissbach, maio de 2008)

A História aponta para a importância das alianças militares. No presente contexto, os EUA e seus parceiros da OTAN estão buscando impedir a formação de uma coesiva aliança militar eurasiana SCO-CSTO, que efetivamente pode desafiar e conter o expansionismo militar dos EUA/OTAN na Eurásia, combinando capacidades militares não somente da Rússia e da China mas tamém daquelas várias antigas repúblicas soviéticas incluindo as citadas acima.

A decisão de ir a guerra: Não é uma escolha racional

A decisão de ir a guerra não é tomada pelo alto comando militar. A decisão de ir a guerra é tomada por civis.

Os militares americanos são caracterizados por uma hierarquia e estrutura de comando. As ordens vem de cima, emanadas do governo civil, no caso da administração Bush. Elas são transmitidas para baixo através da estrutura militar de comando. Uma vez seja dada a ordem de ir a guerra, ele não é discutida ou debatida; ela é cumprida pelos militares. Sobretudo, em toda probabilidade, implementar um “ataque preventivo” contra o Irã, a administração Bush contornaria o Congresso, em flagrante violação ao artigo I, Seção 8 da Constituição dos EUA.

Na prática, o Presidente e Comandante em Chefe, no caso George W. Bush, não decide. Ele também recebe ordens de cima. Ele segue os ditames de poderosos interesses financeiros e corporativos.

Esta guerra é dirigida pelo lucro. ‘A Guerra é boa para os negócios”. É uma operação que faz dinheiro. Resulta em lucros de bilhões de dólares para Wall Street, os gigantes do petróleo e o complexo industrial militar, sem mencionar os especuladores institucionais de petróleo, moeda e mercado de commodities.

O objetivo da guerra proposta é estender as fronteiras da economia capitalista global, eventualmente tomando o controle da riqueza do petróleo iraniano. As implicações mais amplas de uma guerra que use armas táticas nucleares em um teatro de guerra convencional não são uma preocupação para aqueles que decidem ir a guerra.

O Papel Central do Vice Presidente Dick Cheney

Em contraste com as administrações anteriores, o Vice Presidente tem desempenhado um papel central na administração Bush, colocando na sombra o ofício do presidente. Na prática, o Vice Presidente Cheney, apoiado por um exército de funcionários seniores e conselheiros leais, controla a Casa Branca. Ao mesmo tempo, Cheney é parte de um poderoso aparato corporativo, por meio de suas ligações com Halliburton e o papel que a Halliburton tem desempenhado na definição da direção do lucro derivado da agenda militar

Cheney tem pessoalmente desempenhado um papel chave na ativação dos planos de guerra dirigidos contra o Irã.

“No início do segundo mandato de Bush, o Vice Presidente Dick Cheney lançou uma bomba. Ele atingiu, não em termos incertos, que o “Irã estava no topo da lista” dos inimigos hostis da América, e que Israel, por assim dizer, “iria fazer os bombardeios para nós”, sem envolvimento nosso colocando pressão sobre eles “para fazer isto”.” (Michel Chossudovsky, Maio de 2005)

Cheney é de fato o Chefe de Estado, ele coloca na sombra George W. Bush, que é meramente figurativo. Mais recentemente, ele tem desempenhado um papel chave em pressionar os Estados árabes na linha de fronteira para apoiarem um “ataque preventivo” ao Irã.

Vice Presidente Cheney tem pouca preocupação com as prováveis consequências e a resultante perda de vidas que resultariam do uso de armas convencionais e nucleares. Ele está plenamente ciente que até mesmo um limitado ataque aéreo ao Irã contribuiria para desencadear uma guerra mais ampla no Oriente Médio e na Ásia Central, que se estenderia do leste do mediterrâneo a fronteira ocidental da China. Os vários cenários desta guerra mais ampla já tem sido visualizados.

A mais Séria Crise na História Moderna

Estamos na encruzilhada da mais séria crise da história moderna. Estes planos de guerra coincidem com um processo parelelo de reestruturação econômica e uma profunda depressão econômica mundial. A guerra e a globalização são processos intimamente relacionados. A militarização do Oriente Médio e da Ásia Central apoia o sistema global de “mercado livre” em novas fronteiras.

Por sua vez, a guerra tem elevado a crise econômica. A economia civil está entrando em colapso, colocada a sombra e condenada pelo crescimento dinâmico do complexo militar industrial, que em um sentido muito real produz “armas de destruição em massa.”Por sua vez, os concorrentes aumentos no preço do petróleo cru, o preço de alimentos básicos, por meio das atividades especulativas em uma maior troca de comodidades tem contribuido para o empobrecimento de milhões de pessoas.

“O movimento anti-guerra deve agir, consistentemente, para evitar que a próxima fase desta guerra aconteça. Isto não é uma matéria fácil. A sustentação de grandes demonstrações anti-guerra, por elas próprias, não reverterão a maré de guerra.
Oficiais de alto escalão da administração Bush, membros militares e do Congresso dos EUA tem tido garantida a autoridade para sustentar uma agenda ilegal de guerra. O que é necesário é que uma rede nacionalista,um movimento de massa a níveis nacional e internacional, que desafie a legitimidade dos atores militares e políticos, e que seja em última instância instrumental para desalojar aqueles que governam em nosso nome.
Criminosos de guerra ocupam posições de autoridade. A cidadania está galvanizada para apoiar os regentes, que estão “empenhados na própria segurança e bem estar”. Por meio da desinformação da media, é dado a guerra um mandato humanitário.
Para reverter esta maré de guerra, as bases militares devem ser fechadas, a máquina de guerra [a produção de sistemas avançados de armas] deve ser paralisada e o estado de polícia em florescência deve ser desmanetlado.
Os apoiadores corporativos e patrocinadores da guerra e dos crimes de guerra também devem ser alvejados, incluindo as companhias de petróleo, os contratados de defesa, as instituições financeiras e a media corporativa, que tem se tornado parte integral da máquina de propaganda da guerra.
O sentimento anti-guerra não desmantela a agenda da guerra. Os criminosos de guerra nos EUA, Israel e Bretanha devem ser removidos dos altos cargos.
O que é necessário é revelar a verdadeira face do Império Americano e a subjacente criminalização da política externa dos EUA, que usa a “guerra ao terrorismo” e a ameaça da Al Qaeda para galvanizar a opinião pública am apoio a uma agenda de guerra global” (Michel Chossudovsky, 1o. de maio de 2005)

Anúncios

The URI to TrackBack this entry is: https://conspireassim.wordpress.com/2008/05/30/novidades-sobre-uma-guerra-ao-ira/trackback/

RSS feed for comments on this post.

4 ComentáriosDeixe um comentário

  1. ISRAEL, ESTADO TERRORISTA QUE COMETER GENOCÍDIO.

    Como parte da cobertura do aniversario da criação de Israel e da palestina
    NAKBA historiador israelense PROF. ILLAN PAPPE reflete sobre os
    acontecimentos de 1948 e como elas levaram a 60 anos de divisão entre
    os israelitas e os palestinos.
    Entre fevereiro de 1948 o exercito israelita sistematicamente ocupando
    a palestina e aldeias e cidades, expulsaram pela força a
    população e, na maioria dos casos, também destruíram as casas, seus
    pertences saqueados e assumiu as suas posses matérias e culturais.
    Esta foi à limpeza étnica da palestina.
    Durante a limpeza étnica sempre houve resistência por parte da
    população o resultado foi massacre. Temos mais de 30 anos de tais
    massacres onde alguns milhares de palestinos foram massacrados pelas
    forças israelitas ao longo de todo o funcionamento da limpeza étnica.
    A comunidade internacional tinha conhecimento da limpeza étnica , mas
    a comunidade internacional, especialmente no ocidente, decidiu não se
    confrontar com o chefe da comunidade judaica na palestina após o
    HOLOCAUSTO.
    E, por isso, havia uma espécie de conspiração do silêncio e, de novo
    a comunidade internacional não reagiu e foi complacente e isso foi
    muito importante para os israelitas, porque lhes mostrou que eles
    possam adaptar como um estado ideologia étnica e de pureza étnica.
    A arte de qualquer operação de limpeza étnica não é apenas a limpeza
    da população e expulsando –oda terra . Uma parte muito
    característica de limpeza étnica está apagando as pessoas da historia.
    Para a limpeza étnica de ser um instrumento eficaz e bem sucedido
    operação que você também tem que limpe as pessoas da memória e os
    israelenses são muito boas a ela. Eles fizeram isso de duas maneiras.
    Eles construíram ao longo dos colonatos judeus expulsos e aldeias
    palestinas que muitas vezes lhes deu os nomes que refletiu o nome
    palestinianos uma espécie de testemunho para os palestinianos de que
    este é agora totalmente nas mãos de Israel e não há nenhuma chance mo
    mundo da interposição do relógio para trás.

    MOVIMENTOS DOS DIREITOS HUMANOS INTERNACIONALREPASSE ESSE E-mail PARA QUE UM MAIOR NÚMEROS DE PESSOAS FIQUE
    SABENDO DESSES ABSURDOS.

    Prof. ILLAN PAPPE- Israelense historiador

  2. Ótimo e inteligente esta materia

  3. O que me intriga é se as alianças seriam ativadas para defender o Irã.Creio que sim,pois um govêrno apoiado pela ditadura capitalista do EUA no Irã,traria consequências desastrosas para a Ásia.

  4. Ahmadinejad foi brilhante em sua entrevista ao cão cerbero da Globo William Wack.Inquirido sobre o Holocausto ele respondeu:”O Holocausto se aconteceu foi na Europa,então são os europeus que tem que ser responsabilizados e não os palestinos”.Concluo que os judeus deveria ter recebido seus 20.000km da Alemanha e não terem espoliado os palestinos,usurpando-lhe as terras e a dignidade


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: