Transgênicos

Existem drogas em meus cereais de milho?

Sementes de alimentos biotécnológicos estão se introduzindo nos estoques tradicionais, elevando o medo que sementes não alimentares experimentais também estejam lá.

de Gregory M. Lamb – escritor do The Christian Science Monitor

A indústria alimentícia já tem encontrado os perigos – e custos -, de permitir que plantações biotecnológicas não autorizadas entrem no suprimento dos alimentos. Agora uma outra ameaça tem emergido: as sementes.

O milho tradicional, o feijão soja e as sementes de canola disponíveis para venda para os fazendeiros americanos tem uma pequenina percentagem de sementes geneticamente modificadas (GM) misturados neles, mostra um novo estudo. As descobertas oferecem um desafio imediato para os fazendeiros e nações que tentam manter suas plantações livres de sementes modificadas geneticamente.

Ista também levanta questões chave na medida em que a acreagem das sementes geneticamente modificadas continua a aumentar mundialmente. Se o gênio está fora da garrafa para as sementes geneticamente modificadas aprovadas para consumo humano, o que evita que outras plantações experimentais geneticamente modificadas se movam para o suprimento alimentar? Os consumidores querem que os genes que significam a produção de drogas, plásticos e vacinas estejam escondidos em seus cereais de milho?

“Não há razão para crer que os transgênicos detectados neste estudo sejam somente aqueles que estão se movendo para o tradicional suprimento de sementes”, conclui o estudo, divulgado em 23 de fevereiro pela União dos Cientistas Preocupados (UCS), um grupo de vigilâcia localizado em Cambridge, Mass.

Este estudo também diz que as plantações geneticamente modificadas não aprovadas para consumo humano tem sido e continuam a ser testadas no campo, tornando possível a contaminação das variedades tradicionais.

Não tão rápido, os grupos da indústria retaliam. O estudo do UCS descobriu níveis de sementes geneticamente modificadas variando de apenas 0.05 a 1% misturado às sementes tradicionais, eles ressaltam. Os embarques regularmente contém quantidades similares de variedades de sementes de tipo não indicado que nada tem a ver com modificação genética. Nem há qualquer indicação que as plantações geneticamente modificadas ofereçam risco a saúde, estes grupos apontam.

Eles acrescentam que na medida em que as plantações biotecnológicas se tornam comercializadas, suas sementes naturalmente encontrarão seu próprio caminho dentro dos tradicionais lotes de sementes – mas em níveis muito pequenos.

“É esperado que elas serão mantidas em níveis razoavelmente baixos pelos procedimentos que asseguram a qualidade”, a Associação Americana de Comércio de Sementes (ASTA) disse em uma declaração.

Em outras palavras, “há baixos níveis que estão lá, mas eles são permitidos sob certas leis”, diz Christopher Novak, um portavoz da Syngenta, um agro-negócio multinacional que desenvolve sementes modificadas geneticamente, em uma entrevista telefônica. ‘Não existe uma questão de segurança porque todos estes produtos tem sido aprovados para uso alimentar” [ainda que isto seja uma outra mentira]

E quanto as plantações geneticamente modificadas que estão sendo testadas em campo para propósitos farmacêuticos e industriais?

“A conclusão de que estas plantações se misturarão com as plantações tradicionais não é apoiada pela ciência, lei ou prática”, diz Mr. Novak. Companhias como a Syngenta tem um auto-interesse em não permitir que plantações biotecnólogicas farmacêuticas e industriais entrem na cadeia alimentar, ele diz, se não fosse por qualquer outras razões além de ‘por causa da responsabilidade para nós, como companhia.”

Syngenta usa vários métodos para manter separadas as plantações geneticamente modificadas separadas, incluindo o fato de localiza-las longe das plantações tradicionais. As plantações geneticamente modificadas também podem ser plantadas em um tempo diferente, o que significa que não irão florescer quando o fazem as tradicionais plantações, tornando a polinização-cruzada impossível. As alterações físicas, tais como o milho “detassling” [?], também podem ser usadas para evitar a disseminação do pólen.

Mas Jane Rissler, uma cientista da UCS e co-autora do estudo, diz que estes passos não são suficientes. Conquanto ela conceda que as plantações geneticamente modificadas experimentais são desenvolvidas sob padrões mais rígidos que as outras plantações, os padrões apenas foram estreitados recentemente.

“Por muitos anos elas não eram desevolvidas sob as exigências estritas como são agora, e asim de fato, a contaminação pode ter ocorrido então”, ela disse em uma entrevista telefônica. ‘Temo que isto ainda ocorra agora”.

Com o milho, por exemplo, a possibilidade do gene fluir de uma variedade para outra é alta. “o pólen do milho pode viajar muito longe”, disse a Dra. Rissler. A insistência das companhias de sementes de que suas fazendas farmacêuticas e industriais são seguras ‘não é convincente para nós e francamente não é também convincente para a indústria alimentar’, que, ela diz, tem “sugerido muito fortemente que somente plantações não alimentares possam ser usadas para produzir farmacêuticos”.

A História de StarLink

A indústria já tem vivenciado os custos de permitir que plantações geneticamente modificadas não aprovadas entrem no suprimento alimentar. Em 2000, StarLink, uma variedade de milho geneticamente modificado destinado a alimentação animal e não aprovado para consumo humano foi encontrado em conchas de taco e outros itens de mercearia causando uma fúria pública. StarLink foi removido do mercado e seu fabricante, a farmacêutica francesa Aventis, foi forçada a pagar milhões de dólares em acordos legais aos plantadores de milho e gerenciadores de grãos cujos negócios foram prejudicados pela controvérsia.

Não surpreendentemente, tanto os produtores de sementes quanto os críticos concordam que nenhuma plantação geneticamente modificada para uso não alimentar deva entrar na cadeia alimentar. Mas uma questão traiçoeira, sugerem os especialistas, é qual o nível de sementes geneticamente modificadas reputadas seguras pelos EUA deve ser permitida em embarques rotulados como sementes não modificadas geneticamente?

“Não há um padrão uniforme mundial sobre o que constitui um nível apropriado de pureza das sementes”, diz Michael Fernandez da Iniciativa e Biotecnologia Alimentar Pew ,um grupo independente formador de opinião. Neste outono, Pew planeja realizar uma conferência que olhará os meios para criar padrões de testes das plantações geneticamente modificadas e pureza de sementes.

Nos EUA, os produtores são exigidos revelarem apenas quanto de semente “fora do tipo” está misturada com a semente rotulada, junto com qualquer substância estranha, tais como ervas daninhas.

Há “padrões de mercado local”, diz Mr. Fernandez. “Eles não são projetados como padrões de segurança”. As semente modificadas geneticamente aprovadas para consumo seriam simplesmente listadas somo uma das outras variedades presentes, ele diz. “A presunção é que nenhuma semente no mercado seja 100% pura.”

Contudo, a “contaminação” geneticamente modificada das sementes tradicionais pode se tornar um problema para o comércio com outras nações que são muito mais ariscas sobre os alimentos modificados geneticamente, sugere o relatório do UCS.

O governo britânico anunciou na terça-feira que permitiria o primeiro tipo de plantação geneticamente modificada, um tipo de milho, a ser plantado lá, a despeito dos alaridos de protesto. A Associação Médica Britânica relatou que os alimentos geneticamente modificados são altamente improváveis de serem um risco a saúde. Mas uma pesquisa recente citada no London Times mostrou que apenas 4% dos bretões favorecem fortemente os alimentos geneticamente modificados e os comeriam, enquanto 85% disse que as plantações geneticamente modificadas teriam um impacto negativo ao ambiente.

O ceticismo também permanece alto no resto da União Européia e na África. Até mesmo nos EUA, o condado de Mendocino no norte da Califórnia votou na semana passada para o banimento das plantações e animais geneticamente modificados. Outros governos locais estão considerando leis similares.

No mês passado, um encontro na Malaisia de mais de 80 países que tem assinado um protocolo da ONU sobre bio-segurança, concordaram em exigir o rótulo detalhado nos embarques internacionais das plantações geneticamente modificadas. [eles não lidaram com a questão das sementes padrão que contém traços de sementes geneticamente modificadas]. Os EUA discordaram do plano da rotulagem, mas como não assinou o protocolo da ONU, só pode comparecer como um observador.

Contudo, um relatório do Serviço Internacional para Aquisição de Aplicações Agro-Biotécnicas (ISAAA) mostra “esperança para o futuro que a biotecnologia está continuando a ganhar aceitação na medida em que mais pessoas entendam a segurança destes produtos”, dise o representante da Syngenta, Novak.

A acreagem global devotada a plantações geneticamente modificadas cresceram em 15% para 167.3 milhões de acres entre 2002 e 2003, segundo o ISAAA. Aproximadamente 61% desta acreagem está nos EUA e 99% tem se desenvolvido em apenas seis países (EUA, Canadá, China, África do Sul, Argentina, e Brasil). Em um impulso às plantações modificadas geneticamente, a China apenas deu luz verde para sete variedades de plantações geneticamente modificadas desenvolvidas no exterior para entrarem em seu mercado.

O que vem a seguir?

O relatório do UCS conclui que a mistura de traços de geneticamente modificados nos tradicionais suprimentos de sementes não “é inteiramente reversível”, mas argumenta que possa ser “substancialmente reduzido”. Estudos mais profundos e mais estudos sobre a “contaminação” pelos geneticamente modificados precisam ser feitos, diz a UCS.

A UCS também pede que o Departamento de Agricultura (USDA) realize uma investigação e que a Admistração de Drogas e Alimentos e a Agência de Proteção Ambiental emendem regulamentos para as plantações geneticamente modificadas farmacêuticas e industriais “para assegurar que o fornecimento de sementes para uso alimentar e plantações de alimentos não sejam contaminados em qualquer nível por drogas, vacinas, plásticos ou substâncias relacionadas”. Estas agências do governo aida não responderam ao estudo do UCS, Rissler diz.

Quão puras são as sementes americanas?

Quando as amostras tradicionais de milho, feijão soja e sementes de canola foram testadas pela União dos Cientistas Preocupados, as sementes foram descobertas estarem contaminadas por DNA transgênico a níveis de 0.05 a 1%. Se estas proporções estivessem nos suprimentos americanos, tanto quanto um total de 6.250 toneladas de sementes geneticamente modificadas estariam entrando no suprimento alimentar dos EUA sem o rótulo apropriado. O nível de 1% seria mais alto que os padrões de pureza para as sementes certificadas de feijão soja e canola estabelecidos pela Associação das Agências De Certificado Oficial das Sementes (AOSCA), abaixo:

Matéria inerte
2.00%
2.00%
1.00%

Sementes de Ervas Daninhas
0
0.05
25/lb.

Outras sementes de plantação
Sem padrões
0.60
0.25%

Outros contaminantes
0.50
0.50
0.25

Published in: on junho 29, 2008 at 1:46 pm  Comments (1)  
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Vacina Contra a AIDS

Principais Pesquisadores do HIV para Colaborar no Desenvolvimento da Vacina

DURHAM, NC, e NEW YORK, NY “Duas organizações globais de pesquisa dedicadas a projetarem uma vacina contra o HIV – a Iniciativa Internacional da Vacina da AIDS (IAVI), e o Centro de Imunologia para a Vacina HIV/AIDS (CHAVI) -, tem assinado um acordo para abordagem das maiores questões biológicas que tem lentificado o desenvolvimento de uma vacina segura, eficaz e realizável para a AIDS.

“Resolver o enigma da vacina do HIV é um desafio científico que apenas pode ser solucionado por meio de pesquisa fundamental e aplicada, colaboração e transparência. O trabalho será feito por IAVI, CHAVI e suas redes de parceiros que rapidamente aperfeiçoarão o nosso entendimento do HIV e ajudarão a estabelecer a base para novas abordagens da vacina”, diz o Dr. Barton Haynes, diretor do CHAVI e professor de medicina do Centro Médico da Universidade de Duke.

Há aproximadamente 33 milhões de pessoas no mundo vivendo com o HIV, o vírus que causa a AIDS. Os cientistas tem testado múltiplos candidatos a vacina nas fases iniciais de testes, mas apenas dois foram completamente testados em testes de eficácia e nenhum dos dois foi descoberto eficaz em evitar a infecção pelo HIV ou baixar a carga viral em pacientes que subsequentemente adquiriram o HIV, tornando-se infectados.

“Estamos comprometidos com a descoberta de uma vacina eficaz, particularmente para as regiões mais duramente atingidas pela epidemia”, disse o Dr. Wayne Koff, senior vice presidente de pesquisa e desenvolvimento do IAVI. “Esperamos que a sinergia da investigação partilhada trará insight de novas soluções que avançarão a descoberta da vacina para a AIDS”.

A missão partilhada CHAVI/IAVI se concentrará em quatro áreas chave que ajudarão a informar o projeto de novos e aperfeiçoados candidatos a vacina:

  • Identificação e sequenciamento genético de completa extensão dos virus recentemente transmitidos;
  • Esclarecimento do impacto da genética humana no controle da infecção pelo HIV;
  • Estudos imunológicos em colaboração que podem esclarecer porque algumas pessoas expostas ao HIV não desenvolvem AIDS;
  • Desenvolvimento de métodos padronizados para amostras de tecidos das superfícies mucosas do corpo, onde inicialmente o HIV estabelece a infecção.

Os investigadores apoiados por ambas as organizações estão especialmente interessados no entendimento posterior do que acontece no estágio mais inicial depois da infecção, especialmente dentro das células T do corpo, uma clase de células brancas do sangue que geralmente combatem os invasores externos como bactérias e vírus. Uma das metas deste trabalho será identificar qualquer variação genética ligada a força da resposta imunológica no local da infecção inicial. CHAVI e IAVI esperam que ao partilharem amostras, reagentes, base de dados e laboratórios e ao lançar estudos paralelos, eles serão capazes de acelerar as descobertas sobre esta fase crítica da doença.

Cada parceiro no acordo contribuirá com recursos únicos. Por exemplo, CHAVI apoia a tecnologia de sequenciamento de alto rendimento que pode revelar pequeninas mutações no vírus sempre mutante, mas que exige grandes números de amostras de HIV para identificar as variações que sejam significativas. Por sua rede mundial de centros de pesquisa clínica e laboratórios imunológicos, IAVI e seus parceiros tem desenvolvido um número de testes para avaliar as respostas imunológicas humanas e os potenciais candidatos a vacina, informação que pode ajudar os pesquisadores a refinarem e aperfeiçoarem qualquer candidato que se mostre promissor. Pelas tecnologias de associação, protocolos e acesso as amostras, a colaboração IAVI/CHAVI visa extrair a máxima informação para ajudar a acelerar o desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz para a AIDS.

“Como um investigador clínico africano e chefe do comitê científico de direção que supervisiona o estudo apoiado pelo IAVI da infecção aguda pelo HIV, estou feliz em estar colaborando com o IAVI e CHAVI. É crítico investigar a influência da diversidade genética do HIV bem como a variedade das respostas imunológicas ao HIV entre populações que são mais duramente atingidas pela epidemia”, disse o Dr. Pontiano Kaleebu, diretor assistente e um investigador principal no Instituto de Pesquisa do Vírus em Uganda.

“Agora, mais do que nunca, precisamos entender as complexidades do HIV e dos genes que controlam a resposta imunológica humana a ele”, diz o Dr. Alan Bernstein, recententemente indicado como o primeiro diretor executivo do Empreendimento Global para a Vacina HIV/AIDS. O Empreendimento foi criado para acelerar o desenvolvimento de uma vacina segura e eficaz contra o HIV por meio de encorajar a colaboração dentro do campo de pesquisa da vacina contra o HIV. “Esta nova colaboração detém uma grande promessa de acelerar nosso entendimento básico do HIV e formará os fundamentos necessários para desenvolver uma vacina”, Bernstein acrescentou.

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Criado em 2005 pelo Instituto de Alergia e Doenças Infecciosas, o CHAVI, que tem sua sede na Universidade Duke, é um consórcio internacional de 70 investigadores e 37 instituições trabalhando para superar os maiores obstáculos no desenvolvimentoda vacina contra o HIV.

A Iniciativa Internacional para uma Vacina contra a AIDS é uma organização global não lucrativa cuja missão é assegurar o desenvolvimento de vacinas preventivas, seguras, eficazes e acessíveis contra o HIV para uso pelo mundo. Fundada em 1996 e operacional em 24 países, IAVI e sua rede de colaboradores pesquisam e desenvolvem candidatos a vacina. Os apoiadores financeiros e de outros modos do IAVI incluem Alfred P. Sloan Foundation, Bill & Melinda Gates Foundation, Foundation for the National Institutes of Health, John D. Evans Foundation, New York Community Trust, James B. Pendleton Charitable Trust, Rockefeller Foundation, William and Flora Hewlett Foundation; os governos do Canadá, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Noruega, Espanha, Suécia, Reino Unido e os EUA. O Governo Autônomo Basco bem como a União Européia. Também organizações multilaterais como o Banco Mundial, doadores corporativos incluindo BD (Becton, Dickinson & Co.), Bristol-Myers Squibb, Continental Airlines, Google Inc., Henry Schein, Inc., Merck & Co., Inc. and Pfizer Inc; principais instituições caritativas para a AIDS tais como Broadway Cares/Equity Fights AIDS e Until There’s A Cure Foundation; outros doadores particulares tais como o The Haas Trusts; e muitos indivíduos generosos pelo mundo. Para mais innformação veja

Published in: on junho 28, 2008 at 12:56 pm  Comments (1)  
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Descobertas Russas sobre o DNA

Descobertas Russas sobre o DNA

Toda a informação é do livro “Vernetzte Intelligenz” von Grazyna Fosar und Franz Bludorf, ISBN 3930243237.

Este artigo foi traduzido e editado do alemão. Resumido e comentado por Baerbel. O livro infelizmente só está disponível em alemão.

Você pode alcançar os autores aqui: Kontext – Forum for Border Science . Professores esotéricos e espirituais tem sabido por eras que nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamentos. Isto tem sido cientificamente provado e explicado. Este artigo foi publicado pela primeira vez neste website em 10 de fevereiro de 2004.

O DNA humano é uma Internet biológica e superior em muitos aspectos a Internet artificial. A mais recente pesquisa científica russa explica direta ou indiretamente o fenômeno tal com clarividência, intuição, atos espontaneos e remotos de cura, auto cura, técnicas de afirmação, luzes/auras não usuais ao redor das pessoas [chamados de mestres espirituais], influência mental sobre padrões climáticos e muito mais.

Além disso, há evidência de um inteiro novo tipo de medicina na qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências sem cortar e substituir únicos genes. Somente 10% de nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. Isto é um subconjunto de DNA que é de interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo’.

Os pesquisadores russos, contudo, convencidos de que a natureza não foi burra, juntou linguistas e geneticistas em um grupo para explorar estes 90% de “DNA lixo”. Seus resultados, achados e conclusões são simplesmente revolucionários!

Segundo estes achados, o nosso DNA não somente é responsável pela construção de nosso corpo mas também serve como armazenamento de dados e comunicação. Os linguistas russos descobriram que o código genético – especialmente os aparentemente inúteis 90% -, segue as mesmas regras de todas as linguas humanas.

Para este fim eles compararam regras de sintaxe [o modo nas quais as palavras reunidas formam frases e sentenças], semântica [o estudo do significado das formas de linguagem] e as regras básicas de gramática. Eles descobriram que estes alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e tem regras estabelecidas exatamente como nossas linguagens. Portanto, as linguagens humanas não aparecem por coincidência, mas são um reflexo de nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biologista molecular Pjotr Garjajev e seus colegas também examinaram o comportamento vibracional do DNA. Em breve a linha inferior foi: “Os cromossomas vivos funcionam exatamente como um computador holográfico que usa uma radiação laser endógena”. Isto significa que eles gerenciam, por exemplo, modular certos padrões de frequência [sons] em um raio tipo laser que influencia a frequência do DNA e portanto a própria informação genética.

Já que a estrutura básica dos pares alcalinos de DNA e da linguagem [como já explicado anteriormente] é da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária. Alguém pode simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana. Isto, também, foi experimentalmente provado!

A substância viva do DNA (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá a raios laser modulados em linguagem, se as frequências apropriadas (sons) estão sendo usadas. Isto final e cientificamente explica porque afirmações, hipnose e similares tem tais fortes efeitos em seres humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir a linguagem.

Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos de cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente criaram aparelhos que influenciam o metabolismo celular por meio do radio modulado e frequências de luz, assim reparando defeitos genéticos.

Eles até mesmo capturaram padrões de informação de um DNA particular e o transmitiram a outro, assim reprogramando as células para um outro genoma. Assim, eles com sucesso transformaram, por exemplo, embriões de sapo em embriões de salamandra simplesmente ao transmitir padrões de informação do DNA! Deste modo a inteira informação foi transmitida sem qualquer efeito colateral ou desarmonia encontrada quando cortam e reentroduzem únicos genes do DNA.

Isto representa uma inacreditável, uma revolução transformadora do mundo e sensação: ao simplesmente aplicar vibração [frequências sonoras] e linguagem ao invés dos procedimentos arcaicos de corte!

Este experimento ressalta o imenso poder de onda genética, que obviamente tem uma influência maior na formação de organismos do que os procesos bioquímicos das sequências alcalinas.

Os professores esotéricos e espirituais tem sabido por eras que o nosso corpo é programável pela linguagem, palavras e pensamento. Isto agora tem sido cientificamente provado e explicado.

De fato, a frequência tem que estar correta. E isto é o porque nem todo mundo é igualmente bem sucedido ou pode fazer isto com sempre a mesma força. A pessoa individual deve trabalhar nos procesos internos e no desenvolvimento para estabelecer uma comunicação consciente com o DNA.

Os pesquisadores russos trabalham em um método que não é dependente destes fatores mas sempre funcionará, fornecido aqueles que usem a frequência correta. Mas a consciência altamente desenvolvida de um indivíduo é ao menos necesária para qualquer tipo de aparelho: alguém pode obter os resultados por si próprio. A ciência finalmente parará de rir de tais idéias e confirmará e explicará os resultados. E isto não termina aqui.

Os cientistas russos também descobriram que o nosso DNA pode causar padrões perturbadores no vácuo, assim produzindo buracos de minhoca magnetizados! Os buracos de minhoca são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes de Einstein-Rosen nas vizinhanças dos buracos negros (deixados pelas estrelas que se queimaram).

Há conexões de túnel entre áreas inteiramente diferentes no universo por meio das quais a informação pode ser transmitida para o exterior do espaço e tempo. O DNA atrai estes pedaços de informação e os passa para a nossa consciência. Este processo de hiper-comunicação [telepatia, canalização] é mais eficaz em um estado de relaxamento.

O stress, aborrecimento ou intelecto hiperativo evita a hiper-comunicação bem sucedida ou faz com que a informação seja destorcida e totalmente inútil. Na natureza, a hiper-comunicação tem sido aplicada com suceso a milhões de anos. O fluxo organizado da vida nos insetos prova isto dramaticamente. O homem moderno sabe disto apenas em um nível mais sutil que chama de “intuição”. Mas nós, tambem, podemos reconquistar o pleno uso disso.

Como um exemplo da natureza, quando uma rainha é separada de sua colônia, as permanecentes formigas trabalhadoras continuarão a construir fervorosamente segundo o plano. Contudo, se a rainha é morta, todo trabalho da colonia para. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha transmite os planos de construção até mesmo quando está longe – via consciência de grupo -, aos seus súditos. Ela pode estar tão longe quando quiser, só importa que esteja viva.

Em humanos, a hiper-comunicação é mais frequentemente encontrada quando alguém subitamente ganha acesso a informação que está fora da base de conhecimento dela. Tal hiper-comunicação é então vivenciada como inspiração ou intuição [tambem na canalização em transe]. O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, durante uma noite um diabo sentou ao lado de sua cama tocando violino. Na manhã seguinte, Tartini foi capaz de tocar nota a nota a peça de memória. Ele deu a ela o nome de Sonata do Trinado do Diabo.

Por anos, um enfermeiro de 42 anos sonhou uma situação na qual ele era atraido por um tipo de conhecimento de um CD-ROM. O conhecimento verificável de todos os campos imagináveis foi então transmitido a ele e ele foi capaz de recordar de tudo na manhã seguinte. Era um fluxo tal de informação que parecia uma enciclopédia que foi transmitida em uma noite. A maioria dos fatos eram externos ao seu conhecimento pessoal e alcançava detalhes técnicos dos quais ele não sabia absolutamente. Quando a hiper-comunicação ocorre, alguém pode observar no DNA, bem como no humano, fenômeno sobrenatural.

Os cientistas russos irradaram amostras de DNA com laser de luz. Na tela, um típico padrão de onda foi formado. Quando eles removeram a amostra de DNA, o padrão de onda não desapareceu, ele permaneceu. Muitos experimentos controlados mostraram que o padrão continuou a vir da amostra removida, cujo campo de energia aparentemente permaneceu por si só. Este efeito agora é chamado de efeito fantasma do DNA. É suposto que a energia do exterior do espaço e tempo ainda flua através dos ativados buracos de minhoca depois que o DNA foi removido. Os efeitos colaterais encontrados mais frequentemente na hiper-comunicação em humanos são inexplicáveis campos eletromagnéticos na vizinhança das pessoas relacionadas.

Aparelhos eletrônicos como CD players e similares podem ser irritados e parar de funcionar por horas. Quando o campo eletromagnético vagarosamente se dissipa, os aparelhos funcionam normalmente novamente. Muitos curadores e psíquicos conhecem este efeito no trabalho deles: quanto melhor a atmosfera e a energia, mais frustrante pode ser para os aparelhos de registro na medida em que eles param de funcioinar naquele exato momento. Frequentemente na manhã seguinte tudo volta ao normal.

Talvez isto seja reconfortante de ler para muitos, já que nada tem a ver com eles serem tecnicamente ineptos; isto significa que eles são bons na hiper-comunicação.

Em seu livro “Vernetzte Intelligenz”, Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam estas conexões precisa e claramente. Os autores também citam fontes presumindo que nos tempos anteriores a humanidade tinha sido como os animais: fortemente ligada a consciência de grupo e portanto atuando como um grupo. Em ordem de desenvolver e vivenciar a individualidade, contudo, os humanos tinham que esquecer a hiper-comunicação quase que completamente.

Agora que estamos bem estáveis em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, aquela na qual obtemos acesso a toda informação via o nosso DNA sem sermos forçados ou remotamente controlados sobre o que fazer com esta informação. Agora sabemos que exatamente como usamos a Internet, o nosso DNA pode alimentar os dados apropriados em uma rede, que podemos recuperar dados desta rede, e podemos estabelecer contacto com outros participantes na rede. A cura remota, a telepatia, ou “senso remoto” sobre o estado de um outro pode então ser explicado. Alguns animais sabem muito antecipadamente quando seus donos planejam voltar para casa. Isto pode ser recentemente explicado e interpretado via conceitos de consciência de grupo e hiper-comunicação.

Qualquer consciência coletiva não pode ser usada sensivelmente durante um período de tempo sem uma individualidade distintiva; caso contrário, reverteríamos ao rebanho primitivo do instinto, que é facilmente manipulado. A hiper-comunicação no novo milênio significa algo bem diferente.

Os pesquisadores pensam que se os humanos com plena individualidade reconquistassem a consciência de grupo, eles teriam um poder similar ao divino para criar, alterar e formar as coisas na Terra! E a humanidade está coletivamente se movendo na direção de uma tal consciência de grupo de um novo tipo.

50% das crianças se tornarão um problema tão logo vão a escola, já que o sistema aglomera todos juntos e exije ajustamento. Mas a individualidade das crianças de hoje é tão forte que elas se recusam a este ajustamento e resistem de abrir mão de suas idiossincrasias dos modos mais diversos.

Ao mesmo tempo, mais e mais crianças clarividentes estão nascendo. Algo nestas crianças está se esforçando mais na direção da consciência de grupo de um novo tipo, e isto não pode mais ser suprimido.

Como uma regra, a atmosfera, por exemplo, é mais difícil de ser influenciada por um único indivíduo. Mas pode ser influenciada pela consciência de grupo [nada novo sobre isto para algumas tribos indígenas]. A atmosfera é fortemente influenciada pelas frequências de ressonância da Terra (frequências de Schumann). Mas estas mesmas frequências são também produzidas em nosso cérebro . e quando muitas pessoas sincronizam seu pensamento ou quando indivíduos [mestres espirituais, por exemplo] focam seus pensamentos de uma forma como um laser, então não é de todo surpreendente que eles possam influenciar a atmosfera.

Uma civilização dos dias modernos que desenvolva a consciência de grupo não terá problemas ambientais e nem escassez de energia; para tal é para usar nossos poderes mentais como uma civilização unificada, e isto teria controle das energias deste planeta lar como uma consequência natural.

Quando um grande número de pessoas se torna unificada com intenção elevada em meditações de paz, os potenciais de violência também se dissolvem.

Aparentemente, o DNA é também um supercondutor orgânico que pode funcionar na temperatura corporal normal, em oposição aos supercondutores artificiais que exigem temperaturas extremamente baixas, entre -200 e -140°C para funcionar. Além disso, os supercondutores são capazes de armazenar luz e informação. Isto posteriormente explica como o DNA pode armazenar informação.

Há um outro fenômeno ligado ao DNA e aos buracos de minhoca. Normalmente, estes buracos de minhoca super pequenos são altamente instáveis e são mantidos apenas pelas mais pequeninas frações de um segundo. Sob certas condições os buracos de minhoca estáveis podem se organizar, o que então forma distintos domínios de vácuo nos quais, por exemplo, a gravidade pode se transformar em eletricidade. Os domínios de vácuo são bolas auto radiantes de gás ionizado que contêm consideráveis quantidades de energia. Há regiões na Rússia onde estas bolas radiantes aparecem muito frequentemente.

A seguir a resultante confusão que os russos começaram com os maciços programas de pesquisa que levaram finalmente a algumas das descobertas mencionadas acima. Muitas pessoas sabem que o vácuo domina como bolas brilhantes no céu. Um olhar atento a estas maravilhas e pergunte a elas o que elas podem ser.

Pensei uma vez: “Alô aí em cima. Se você for um UFO, voe em um triângulo.” E repentinamente as bolas de luz se moveram em um triângulo. Ou elas atravessaram o céu em disparada como discos de hockey no gelo: elas aceleraram de zero a velocidades enlouquecedoras enquando escorregavam silenciosamente através do céu. Uma é deixada a ser observada com espanto e eu tenho, como muitos outros, também, pensado que elas sejam UFOs. Algumas amigáveis, aparentemente, quando voam em triângulos apenas para me agradarem.

Agora, os russos descobriram – nas regiões onde o vácuo domina elas frequentemente aparecem – isto que voa como bolas de luz do solo para cima no céu, e estas bolas podem ser guiadas pelo pensamento. Desde então, tem sido descoberto que os domínios do vácuo emitem ondas de baixa frequência que também são produzidas em nosso cérebro e por causa desta similaridade das ondas elas são capazes a reagirem ao nosso pensamento. Correr excitadamennte para uma que esteja a nível do solo pode não ser uma boa idéia poque estas bolas de luz contêm imensas energias e são capazes de mutar nossos genes.

Muitos mestres espirituais também produzem tais bolas visíveis ou colunas e luz em profunda meditação ou durante o trabalho de energia, que decididamente desencadeia agradáveis sentimentos e não causam danos. Aparentemente, isto é também dependente de algum tipo de ordem interna, qualidade e origem do domínio do vácuo. Há alguns mestres espirituais, como o jovem inglês Ananda, por exemplo, do qual nada é visto no início, mas que quando alguém tenta tirar uma fotografia enquanto sentam e falam ou meditam em hiper-comunicação, pode-se obter uma fotografia de uma nuvem branca em uma cadeira.

Em certos projetos de cura da Terra, tais efeitos de luz também aparecem em fotografias. Falando simplesmente,este fenômeno tem a ver com as forças de gravidade e de anti-gravidade que sempre são as formas mais estáveis dos buracos de minhoca e apresentam a hiper-comunicação com energias externas a estrutura de nosso espaço e tempo. As gerações mais anteriores que vivenciaram tal hiper-comunicação e domínios de vácuo visíveis foram convencidas que um anjo apareceu para eles; e não podemos estar bem certos de que formas de consciência podemos acessar quando usamos a hiper-comunicação.

Não tendo prova científica de sua existência real, as pessoas tem tido tais experiências e nem todas sofrem de alucinações. Temos simplesmente dado um outro passo gigante na direção do entendimento de nossa realidade. A ciência oficial também reconhece as anomalias da gravidade na Terra que contribuem para a formação do domínio de vácuo. Recentemente as anomalias de gravidade tem sido encontradas em Rocca di Papa, ao sul de Roma.

Published in: on junho 26, 2008 at 2:02 pm  Comments (2)  
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Implantes de Microchip

Implantes de Microchip, Controle Mental e Cibernética

– de Rauni-Leena Luukanen-Kilde, MD
Ex Chefe Médico da Finlândia
6 de dezembro de 2000

Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro, Cibernética, definido como uma comunicação neurológica e teoria de controle já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, “Pai da Sociedade da Informação”, expressou sua preocupação em 1980 que nossa liberdade esteja ameaçada no estilo orweliano pela tecnologia cibernética desconhecida pela maioria das pessoas. Esta tecnologia liga os cérebros das pessoas por meio de microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.

Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974, no Estado de Ohio, EUA e também em Estocolmo, na Suécia. Os eletrodos cerebrais foram inseridos nos crânios de bebês em 1946 sem o conhecimento de seus pais. Nas décadas de 1950 e 1960, os implantes elétricos foram inseridos em cérebros de animais e de humanos, especificamente nos EUA, durante a pesquisa de modificação de comportamento, e funcionamento cerebral e corporal. Os métodos de controle mental foram usados em tentativas de mudar comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma importante meta dos serviços militares e de inteligência.

30 anos atrás, os implantes cerebrais que apareciam aos Raios X tinham o tamanho de um centímetro. Os implantes subsequentes ficaram do tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde de arsenídeo de galio. Hoje eles são pequenos o bastante para serem inseridos pelo pescoço ou costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante intervenções cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. É quase impossível detecta-los ou remove-los.

É tecnicamente possível para cada recém nascido ser injetado com um microchip, que pode então funcionar para identificar as pessoas pelo resto de sua vida. Tais planos estão sendo secretamente discutidos nos EUA sem o conhecimento do público das questões da privacidade que estão envolvidas. Na Suécia, o Primeiro Ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implantar prisioneiros, e o Diretor Geral de Inspeção de Dados, Jan Freese revelou uma casa de enfermagem onde os pacientes eram implantados em meados da década de 1980. A tecnologia é revelada no 47 Relatório Estatal Sueco de 1972, Statens Officiella Utradninger (SOU).

Seres humanos implantados podem ser seguidos a todos os lugares. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores, até mesmo alteradas através da mudança de frequências. As cobaias nos experimentos secretos tem incluido prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas cegas e surdas, homossexuais, mulheres sozinhas, idosos, e qualquer grupo considerado “marginal” pelos experimentadores da elite. As experiências publicadas com prisioneiros na Prisão Estadual de Utah estão chocando a consciência.

Os microchips de hoje operam por meio de ondas de radio de baixa frequência que os alvejam. Com a ajuda de satélites, a pesoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar no globo. Tal técnica foi testada em um certo número de pessoas durante a Guerra do Iraque, segundo o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica de inteligência pilotada (IMI), que é injetada nas pessoas. [mais cedo, durante a Guerra do Vietnã, soldados foram injetados com um chip Rambo, destinado a aumentar o fuxo de adrenalina na corrente sanguínea). Os supercomputadores de 20 bilhões bit/por segundo na Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) agora pode “ver e ouvir” o que os soldados vivenciam nos campos de batalha com um sistema de monitoramento remoto (RMS).

Qunado um micro chip de 5 micromilímetros [o diâmetro de um fio de cabelo é 50 micromilímetros] é colocado dentro do nervo ótico do olho, isto leva os impulsos do cérebro para incorporar as experiências, cheiros, visões e vozes das pessoas implantadas. Uma vez transferidos e armazenados no computador, ests neuroimpulsos podem ser projetados de volta para o cérebro da pessoa via o microchip a ser reexperienciado. Usando o sistema de monitoramento remoto , um operador de computador no solo pode enviar mensagens eletromagnéticas [codificadas como sinais] ao sistema nervoso, afetando a performance do alvo. Com o sistema de monitoramento remoto, as pessoas sadias podem ser induzidas a verem alucinações e ouvirem vozes em suas cabeças.

Cada pensamento, reação,audição e observação visual causa um certo potencial neurológico, pontas e padrões no cérebro e seus campos eletromagnéticos que agora podem ser decodificados em pensamentos, imagens e vozes.A esimulação eletromagnética pode portanto mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, causando dolorosas cãimbras musculares vivenciadas como tortura.

O sistema de vigilância eletrônica do NSA pode simutaneamente seguir e manipular milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma única frequência biolétrica de ressonância no cérebro, como temos únicas impressões digitais. Com a estimulação cerebral da frequência eletromagnética completamente codificada, os sinais eletromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro causando a desejada voz e efeitos visuais a serem vivenciados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra eletrônica. Os astronautas americanos foram implantados antes de serem enviados ao espaço para que seus pensamentos pudessem ser acompanhados e todas as emoções pudessem ser registradas 24 horas por dia.

O Washington Post relatou em maio de 1995 que o Príncipe William da Grã Bretanha foi implantado aos 12 anos. Assim, se ele fosse raptado, uma onda de radio com uma frequência específica pode ser alvejada para este microchip. O sinal do chip seria roteado por meio de um satélite até a tela do computador dos quartéis generais de polícia, onde os movimentos do Princípe seriam acompanhados. Ele realmente pode ser localizado em qualquer lugar no globo.

A media de massa não relatou que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece pelo resto de sua vida. A pessoa poe ser manipulada de muitos modos. Usando diferentes frequências, o controlador secreto deste equipamento pode até mesmo mudar a vida emocional de uma pessoa. Ela pode se tornar agressiva ou letárgica. A sexualidade pode ser artificialmente influenciada. Sinais de pensamento e pensamento subconsciente podem ser lidos, os sonhos afetados e até mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou o consentimento da pessoa implantada.

Um perfeito ciber-soldado pode então ser criado. Esta tecnologia secreta tem sido usada em certos países da OTAN desde a década de 1980 sem que as populações acadêmicas e civis tenham ouvido qualquer coisa sobre isto. Então, pouca informação sobre tais sistemas invasivos de controle mental está disponível nas revistas profissionais e acadêmicas.

O grupo de Sinais de Inteligência do NSA pode remotamente monitorar informação de cérebros humanos ao decodificar os potenciais evocados (3.50 HZ, 5 milliwatt) emitidos pelo cérebro. As experiências em prisioneiros em Gothenburg, Suécia e Vienna, Áustria tem sido descobertos terem evidentes lesões cerebrais. A diminuida circulação sanguínea e a falta de oxigênio nos lobos frontais direito resultam de onde os implantes cerebrais são geralmente operacionais. Um experimentador finlandês vivenciou atrofia cerebral e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigênio.

Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. A meta dos controladores mentais hoje é induzir as pessoas ou grupos alvo a agirem contra sua convicção e melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até mesmo serem programados para matar e depois de nada se lembrar do crime. Exemplos alarmantes deste fenômeno podem ser encontrados nos EUA.

Esta “guerra silenciosa” está sendo realizada contra civis e soldados não cientes por agências militares e de inteligência. Desde 1980, a estimulação eletrônica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas alvo sem seu conhecimento ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proibem a manipulação não consensual de seres humanos, até mesmo em prisões, sem falar nas populações civis.

Sob uma iniciativa do Senador americano John Glenn, as discussões começaram em janeiro de 1997 sobre os perigos de radiar populações civis. Alvejar as funções cerebrais das pessoas com campos eletromagnéticos e raios [de aviões, helicópteros, satélites, vans estacionadas, casas vizinhas, postes elefônicos, aparelhos elétricos, telefones celulares, TV, radio etc] é parte do problema de radiação que deve ser abordado nos corpos de governo democraticamente eleitos.

Além do controle mental eletrônico, métodos químicos também tem sido desenvolvidos. Drogas que alteram a mente e diferentes gases de cheiro que afetam a função cerebral negativamente podem ser ejetados em dutos de ar ou canos de água. Os vírus e as bactérias também tem sido testados deste modo em vários países.

A super tecnologia de hoje, ligando as nossas funções cerebrais via microchips (ou até mesmo sem eles, segundo tecnologia mais recente) a computadores via satélites nos EUA e em Israel, oferece a maior ameaça a humanidade. Os supercomputadores mais recentes são poderosos o bastante para monitorar a inteira população mundial. O que acontecerá quando pessoas são tentadas por falsas premissas para permitir microchips em seus corpos? Uma isca será a carteira de identidade por meio de microchip. A legislação compulsória tem até mesmo sido proposta nos EUA para criminalizar a remoção de um implante de identidade.

Estamos prontos para a robotização da humanidade e a total remoção da privacidade, inclusive da liberdade de pensamento? Quantos de nós desejariam ceder nossas vidas inteiras, inclusive os nossos pensamentos mais secretos ao Big Brother? Ainda que já exista a tecnologia para criar uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas encobertos de comunicação neurológica estão em lugar para conter o pensamento independente e controlar a atividade política e social em benefício de interesses militares e auto-serviços privados.

Quando nossas funções cerebrais já estão conectadas a supercomputadores por meio de raio implantes e microchips, será tarde demais para protestar. Esta ameaça pode ser derrotada somente por educar o público, usando a literatura disponível em biotelemetria trocada em congressos internacionais.

Uma das razões pelas quais esta tecnologia tem permanecido um segredo de Estado secreto é o prestígio disseminado do Manual VI de Estatítica Diagnóstica psiquiátrico produzido pela Associação Americana de Psquiatria (APA) e impresso em 18 linguas. Os psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência dos EUA sem dúvida participaram em escrever e revisar este manual. Esta “bíblia” psiquiatra encoberta o desenvolvimnto secreto das tecnologias de controle mental ao rotular alguns de seus efeitos como sintomas da esquizofrenia paranóide.

As vítimas da experimentação de controle são portanto rotineiramente diagnosticadas como mentalmente doentes por médicos que aprenderam os sintomas da lista de DSM na escola médica. Os médicos não tem sido academicamente preparados para que o paciente pode estar dizendo a verdade quando relata estar sendo alvo contra a vontade dele ou sendo usado como cobaia para formas eletrônicas, químicas e bacteriológicas de guera psicológica.

O tempo está se esgotando para mudar a direção da medicina militar, asegurando o futuro da liberdade humana.

Este artigo foi originalmente publicado na edição de 36 anos da revista científica filandesa SPEKULA (1999). SPEKULA (circulação 6500) é uma publicação dos estudantes de medicina do Norte da Finlândia e dos médicos da Universidade Oulu OLK (Oulun Laaketieteellinen Kilta). E enviado a todos estudantes de medicina da Finlândia e todos o médicos do Norte da Finlândia.

Published in: on junho 25, 2008 at 9:11 pm  Comments (20)  
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Acidez dos Oceanos?

Oceanos ficando ácidos; eles pensam… talvez…
“Novamente os Céus estão Caindo”

de Ron Ewart
quarta feira, 28 de maio de 2008

Isto é certo, os ambientalistas radicais com nada melhor a fazer, augustos representantes da academia e seus políticos de acolhededoras bolas de pelo, tem atraído uma nova crise. Desta vez é o oceano. Parece que o CO2 feito pelo homem tem sido produzido em série pelos últimos 200 anos, e está tornando o oceano ácido e isto está indo derreter todas as conchas daqueles pequenos crustáceos que são parte da cadeia alimentar do oceano………. eles pensam ….. talvez ….. por acaso ….. isto é bem possível,não é? Você pode dizer com absoluta certeza que uma outra calamidade está em nosso caminho e os políticos não podem esperar para voltar a suas sedes de parlamento e submeterem uma nova lei custeando a pesquisa do desastre iminente.

Segundo os cientistas, durante as pesquisas no Oceano Pacífico no ano passado, eles descobriram que o fluxo natural do mar que ocorre ao longo da Costa Oeste a cada primavera e início de verão que está empurrando água acidificada na plataforma continental. Até agora, os pesquisadores acreditaram que a maior parte da água acidificada estivesse confiada aos profundos oceanos. A água fria, que mantém mais dióxido de carbono, afunda. Realmente! As águas profundas também são naturalmente altas em dióxido de carbono, que é um sub-produto da deterioração do plancton. Hmmm! Então já havia uma alta concentração de CO2 na água profunda do mar devido a deterioração do plancton. Qual é então a proporção de contribuição de CO2 para a água do mar entre o CO2 do ar e o CO2 das águas profundas devido a deterioração do placton. Eles sabem? Provavelmente não. Quem eles irão culpar pelo oceano se tornando ácido? As pessoas ou o plancton?

Quando trouxemos a informação deste artigo a um cientistas que conhecemos, estes foram seus comentários:

‘A palavra operacional no artigo é “processo onde ocorre uma subida natural das águas profundas” [upwelling]. Não apenas o oceano ao longo de nossa costa tem ficado mais frio devido ao resfriamento global que está ocorrendo desde 2000 (alguns argumentam que desde 1998) mas o “processo onde ocorre uma subida natural das águas profundas” tem se tornado mais forte desde então. Já que as águas profundas dos oceanos são naturalmente mais ácidas, o Ph cairá com fortes correntes do “processo onde ocorre uma subida natural das águas profundas”. Em lugares onde as correntes horizontais oceânicas causam estagnação, tais como no Canal de Santa Barbara e na bacia rasa da Coste Leste do Oregon de Stonewall e Hecate Banks, a acidez pode causar mortes. Tudo isto são boas notícias para o salmão porque o forte “processo onde ocorre uma subida natural das águas profundas” promove uma aumentada produtividade de plancton. Não há um lance livre na natureza”.

“Este artigo assume um ambiente estático com a finalidade de criar histeria [gerar novas garantias em dinheiro] exatamente como o Ato das Espécies Ameaçadas que assume que qualquer coisa que mude seja por nossa culpa, mas sempre negativo”

“Exatamente como com a histeria do ‘buraco de ozônio’, não há dados históricos de linha básica no artigo de antes de 1976, que foi o inicio do recente ciclo de aquecimento que terminou em 2000 ou 1998. Eu seria voluntário em apostar que o Ph estava mais baixo em 19068-70 nas mesmas áreas, se os dados estivessem disponíveis.”

“Este é um outro caso de evento cíclico natural que está sendo usado para propósitos de propaganda para influenciar um público cientificamente iletrado e educado pelo governo para obter mais dólares dos contribuintes”.

Mas os nossos políticos são mais espertos do que nós. Um deles disse no artigo, “…… de um ponto de vista de acidificação, o oceano está em fogo”. Agora há uma declaração altamente qualificada de um idiota que está certo de aterrorizar a todos. Mas este é o ponto, não é? Apavorar-nos para que concordemos em pagar mais dinheiro para estudar o fenômeno, especialmente desde que nós o causamos. Fazer-nos sentirmo-nos culpados por nosso decadente estilo de vida que está matando todas as pequenas criaturas do mar. Um grande sonho de escritor torna-se verdadeiro.

Um dos pesquisadores disse, “……. Não sabemos a este ponto que impacto terá, mas na minha opinião, estes impactos são muito imprevisíveis a este ponto”. De fato inprevisíveis! Além de se repetir, você pode ler nas palavras dele quão convencido ele está que isto é uma crise que exige atenção e estudo imediato, e com certeza precisa de nossos dólares para estuda-la. Um outro destes pesquisadores, mastigando ruidosamente um pedaço do dinheiro de custeio para o estudo desta doença de fim da Terra, diz, “….. as potenciais cosequências biológicas destes novos achados precisam ser imediatamente avaliadas”. Tradução: … ele quer seu dinhero agora e provavelmente o obterá.

Então há uma nota quase divertida do proprietário de um negócio de crustáceos. “…Tenho ouvido sobre isto na semana passada; desde então não me esqueci.Estou assustado”. Ele está assustado porque alguns cientistas disseram a ele sem qualificação, que o ácido carbônico na água da mar irá dissolver os crustáceos dele e ele perderá o negócio. O proprietário pode ter uma linha amarela correndo em suas costas se isto é o que o assusta.

Então vamos diretamente a isto! Segundo todos os espertos sempre sábios, o CO2 causado pelo homem está subindo para a atmosfera superior e causando o aquecimento global. Isto é de certa forma interessante porque o CO2 é mais pesado do que o ar e assim, não deveria subir, mas afundar. Física primária. Mas espere! O mesmo CO2 causado pelo homem que não sobe para a atmosfera superior para causar o aquecimento global, afunda na parte inferior da atmosfera exatamente aqui onde vivemos. Segundo estes acadêmicos altamente educados, o CO2 está sendo absorvido pelo oceano e reage com a água do mar, criando o ácido carbônico. Mas espere! Os cientistas já tem declarado que o oceano profundo já é alto em concentrações de CO2 devido a deterioração de planctons. Assim, quando ocorre o sazonal “processo onde ocorre uma subida natural das águas profundas” da água do mar ao longo da plataforma continental, isto trás o CO2 e o ácido carbonico com ele. Hmmm! Isto soa como um evento natural para nós, mas não para os cientistas que estão cobiçando nossos dólares de impostos.

Há algumas conclusões significativas a serem retiradas de todas estas custosas táticas de apavoramento, exagero e propaganda. Primeiro, estão a caminho cientistas demais caçando ambulâncias para descobrir possíveis crises ambientais de forma que possam propor fundos de custeio ao governo para seu departamento na universidade. Segundo, há políticos demais que não podem esperar para gastar nosso dinheiro em pesquisas nefastas de forma a poderem dizer ao rebanho deles de volta a casa sobre seus bons trabalhos na defesa ambiental.A razão para tudo isto e que você causou isto, e portanto, você deve se sentir culpado e não deve se importar em gastar seu dinheiro em pesquisa para que os pesquisadores e o governo possa aterroriza-lo com a pesquisa deles que sempre precisará de mais dinheiro para mais pesquisa e nunca ficará completa. E depois que eles o levarem ao pânico, aprovarão mais leis, atos e regulamentos para restringirão as nossas vidas, até mesmo mais do que agora.

Somos apenas nós [e não somos cientistas, apenas pensadores que usam o senso comum] que continuamos a levantar o véu de todos estes tipos de fraude? Somos os únicos a aplicar a lógica e a razão a esta criação do medo, que está camuflada na culpa da sociedade, na maternidade, na torta de maçãs e no Chevrolet? Para combater este jogo do aquecimento do CO2 causado pelo homem, temos um novo slogan:

Estamos aumentando nossa imprenssão de carbono!

Corrado Balducci do Vaticano

Os Curiosos Discursos de Monsignor Corrado Balducci do Vaticano

Gordon Creighton, Flying Saucer Review, Volume 45/4, inverno de 2000

Resumo: Este importante prelado católico já foi bem conhecido por suas declarações anteriores, algum tempo atrás, que ele acreditava na presença de inteligências alienígenas interagindo com o planeta Terra.

O que provavelmente seja muito menos conhecido contudo é o fato que ele é o principal Exorcista e Demonologista do Vaticano – e isto torna algumas de suas observações mais recentes surpreendentes – para dizer o mínimo!

No Segundo Congresso Ufológico de Ancona, em 17 de abril de 2000, o tema para discussão foi “Civilização Alienígena: Entre a Dúvida e a Razão” e ele deu uma extensa entrevista lá, expressando suas opiniões muito claramente.

Ele declarou enfaticamente que *com certeza* os alienígenas e seus vasos definitivamente existem. E várias ocasiões ele já tinha expressado a opinião altamente inteligente que, entre a hierarquia dos homens e dos anjos, absolutamente “deve” existir uma escala considerável – uma grande hierarquia de vários outros graus ou níveis de seres – e estes bem podem ser os alienígenas agora em discusssão. Do ponto de vista ideológico, ele enfatizou, não pode haver dúvida sobre isto.

[Não vamos esquecer que no Velho Testamento e outros textos religiosos judaicos a fala não é meramente sobre “anjos” (*Malakheem*, mas também sobre *outras* categorias de seres celestiais – tais como os Querubins e os Serafins. Com meu limitado conhecimento de hebraico, tenho manuseado para dwscobrir muito pouco de fato sobre estas ou outras categorias de seres celestiais do velho panteão hebraico, e se alguém puder me ajudar a aprender mais, de fato ficarei muito grato. Suspeito que os velhos eruditos e sábios possam ter reconhecido até mesmo mais do que três graus de “seres celestiais”. G.C.]

A respeito da aceitação da idéia geral de vida em outros lugares do Cosmos, o Monsignor ressaltou que o sacerdote italiano santo Padre Pio, que foi famoso por sua *stigmata* e por sua cura milagrosa de doentes, que morreu a uns poucos anos atrás, tinha sempre tomado como garantida a existência de extraterrestres.

E muito tempo antes de dele, tinha havido – para citar apenas uns poucos exemplos – tais clérigos como o Cardeal Niccolo Cusano (1401-1464) que aceitavam os conceitos de “alienígenas” e “E.T.” e que escreveu sobre eles. E também tinha havido o astrônomo inicial jesuita Padre Angelo Secchi (1818-1899) que escreveu: “*É absurdo pensar que os outros mundos a nossa volta sejam desertos desabitados*”.

E de fato houve Giordano Bruno que morreu na fogueira por manter tais crenças.

Quando perguntado se a investigação sobre os fenômenos UFOs dele era puramente pessoal ou tinha sido baseada em sugestões oficiais do Vaticano, Monsignor Balducci – (não surpreendentemente) – apressou-se a enfatizar que tudo isto era puramente pessoal e que não existia nada oficial sobre isto [que dificilmente pode ser verdade, na medida em que nós do FSR temos ouvido, dos anos passados, que o Vaticano possui um departamento ativo devotado ao fenômeno UFO. De fato – como isto poderia ser diferente! G.C.]

Como já mencionado, este alto dignatário do Vaticano, Monsignor Balducci, e ele próprio se reconhece como o Demonologista número 1 do Vaticano, e ainda que pareça não haver uma única palavra em algo que ele tenha dito ou escrito que indique qualquer conhecimento de asuntos tais como rapto alienígena, cruzamento, hibridização, remoção de espermas e óvulos, implantes ou a perseguição disseminada de humanos por entidades UFO, mutilação de animais terrestres e horríveis mutilações humanas também.

O bom Monsignor possivelmente não pode estar sem o conhecimento destes aspectos do assunto. Assim conclui que somos obrigados a atribuir pouco valor as declarações dele, que parecem uma peça de manipulação das contas para dar uma melhor impressão dos negócios. Ou pior, ele brandamente nos tem dito que outras inteligências são mais ou menos certas de serem mais altas e mais puras e mais evoluídas do que somos – opiniões certamente muito bizarras para um exorcista!

Uma asserção interessante do Monsignor se relaciona às Aparições de Fatima em 1917 e outros “Fenômenos Marianos”. Ele rejeita agudamente a opinião [mantida por muitos ufologistas católicos na Espanha e em Portugal] que as ‘Aparições Marianas” pdem ser parte do fenômeno UFO. “*Mais certamente não*!” ele diz. “*Nossa Senhora pode fazer seja o que for que quiser e não precisa de UFOs!*”

Respondendo a outras perguntas sobre os principais perigos que hoje ameaçam a humanidade. Monsignor Balducci deixou claro que ele vê como perigo principal uma guerra contra o Ocidente, em algum tempo anes de 2003, um ataque aos EUA, pelos chineses ou árabes. [Sobre o que concordo 100%. com ele -G.C.]

O segundo maior perigo, ele concordou, era o impacto na Terra de um grande asteróide ou meteorito, que a maioria dos astrônomos lhe dirão muito francamente que é provável muito mais que devido a escala de tempo da Terra.

Como efeito de seus discursos, me senti obrigado a dizer que a discrepância entre os discursos do Monsignor e as realidades percebidas de nossa siituação já que sabemos isto depois de meio século de estudo, não podem somente ser mais infelizes, porque ele está ajudando a acalmar o público em uma aceitação passiva e do tipo de um transe de que os Demônios sejam atualmente nossos Senhores e Mestres, exatamente como toda a nossa media está zelosamente fazendo.

Assim me parece que uma imagem muito desonesta nos está sendo dada, e parece evidente que o Vaticano não tem mais intenção do que qualquer governo tem em escarecer, contar a verdade sobre os problemas enormes que ameaçam nossa espécie.

Então, de que lado está Balducci? Tudo isto não indica que, dentro do edifício cristão do Vaticano possam se esgueirar agentes de uma outra força possuida por uma motivação muito diferente e objetivos muito diferentes? Há inúmeras e perturbadoras indicações que este bem pode ser o caso. Em um deses dias posso decidir dar uma narrativa das surpreendentes experiências de um de meus amigos, o qual, aponta naquela direção. Os detalhes que tenho dado acima são retirados das declarações do Monsignor Balducci, divulgadas mais cedo neste verão [2000], sobre o Congresso de Ancona.

Estou em débito com Mr. Neil Cunningham de Edinburgh e com Paola Harris pela seguinte informação posterior que ele tem sido autorizado a nos transmitir pelo Dr. Steven Greer MD, Diretor do CSETI.

Juntamente coma pesquisadora e jornalista Paola Harris e o próprio cameraman dele, Peter Sorenson, Dr. Steven Greer foi convidado a se encontrar com Monsignor Balducci em sua casa em Roma em 23 de setembro, o propósito era que Monsignor desse uma entrevista e discutisse com o Dr. Greer os últimos planos para um projeto de maior revelação mundial a respeito da situação UFO.

Este projeto ambicioso incluirá a filmagem de grandes números de testemunhas militares, agentes de inteligência, pilotos comerciais, cientistas e até mesmo astronautas [americanos e soviéticos].

Estes planos, que já estão sendo colocados em operação, incluirão tais testemunhas da Itália bem como de outros principais países envolvidos. Dr. Greer tinha acabado de chegar a Itália vindo da Bretanha, onde ele tinha filmado várias pessoas, inclusive eu.

Aumentando posteriormente suas opiniões, Monsignor Balducci fez algumas observações sensíveis ao grupo, tais como:

“*Com certeza* deve haver *algo mais* ente nós e os anjos. E se há tais outros seres, eles são mais evoluídos do que nós.” “Estamos” diz Balducci, “no fundo da escada para nossa habilidade *de ver o bem mas fazer o mal*. É ilógico e um pouco arrogante acreditar que somos os únicos seres criados por Deus. *Já que toda a Cristandade é baseada em testemunha-testemunho, devemos entender como é importante o testemunho*. Seria uma tragédia se nos tornássemos suspeitosos de todas as pessoas que relatam que tem vivenciado algo não usual, como ver naves nos céus, porque existem algumas testemunhas idôneas que tem visto e tem declarado isto”.

A única crítica que tenho expressado (G.C.) sobre o Dr. Steven Greer tem sido porque frequentemente senti que ele me parece grandemente inconsciente do “lado negro” do fenômeno UFO, e assim fiquei deliciado ao ver que desta vez ele não falhou em fazer ao Monsignor Balducci a pergunta toda importante de “se o trabalho do Mal estava incluído no fenômeno UFO?” Mas fiquei perplexo mais uma vez ao ver a resposta de Monsignor Balducci a ele:

“O Mal não precisa de UFOs para se manifestar. Nem estão a maioria das testemunhas sofrendo de ilusões, e não tem razão para inventar tais coisas”. Ele concluiu dizendo que era lógico e desejável que “eles’ – “os outros” – devam existir, já que tudo que Deus cria dá glória a Deus, o Criador “.

Bem – Tenho que dizer que ainda acho tudo altamente insatisfatório. *Monsignor Balducci tem falhado totalmente em enfrentar o problema cardeal e central – o fato de termos tanta evidência e tão abundante que muito da atividade UFO é má e maligna pelos padrões que concebemos. Ele parece pensar que, apenas porque – como podemos ver – há alienígenas que possuem tecnologias maravilhosas, eles devem *ipso facto* também ser mais avançados que nós, moral e espiritualmente!

*Que bobagem de Balducci! Ele não se lembra que os nazistas da Alemanha e os comunistas da Rússia tiveram montes de cientistas de primeira linha e tecnologia imbatível! [G.C.]

Published in: on junho 23, 2008 at 12:46 pm  Deixe um comentário  
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Kosovo e Crime

Kosovo: O Apoio dos EUA e da Comunidade Européia ao Processo Político ligado ao Crime Organizado

O Primeiro Ministro do Kosovo Hashim Thaci faz parte de um sindicato criminoso

de Michel Chossudovsky
Global Research, 12 de fevereiro de 2008

“Nossas orientações são claras. A construção do Estado do Kosovo, desenvolvimento econômico, bem estar econômico e social e as rigorosas medidas contra a corrupção, o crime organizado e o comportamento negativo, de forma a podermos melhorar a segurança e integrar o Kosovo nas estruturas da Comunidade Européia.” – (Hashim Thaci, presidente do Partido Democrático do Kosovo (PDK), Primeiro Ministro do governo provisório do Kosovo, antigo líder do KLA e conhecido criminoso)

“O PDK, liderado por Hashim Thaci, ex comandante do Exército de Libertação do Kosovo [KLA], tomou o controle de muitas municipalidades depois da guerra. O partido tem links estreitos com o crime organizado na província.” (The Observer, 29 de outubro de 2000)

“Mr. Thaci, apelidado “a Cobra” durante seus dias do KLA, é um sagaz comandante rebelde de 32 anos com pobres talentos oratórios, ligações com o crime organizado e uma determinação de preservar as relações entre o partido dele e os EUA.” (The Scotsman, 20 de ouubro de 2000)

“Conheço um terrorista quando vejo um e estes homens são terroristas.” (enviado especial dos EUA e embaixador Robert Gelbard)

“O KLA [antigamente chefiado por Hashim Thaci] é ligado a cada cartel de droga conhecido no Oriente Médio e no Oriente. Interpol, Europol, e aproximadamente cada uma agência de inteligência européia e agência anti narcóticos tem arquivos abertos sobre os sindicatos de drogas que levam diretamente ao KLA,…” (Michael Levine antigo agente da Administração para Cumprimento Legal contra Drogas dos EUA (DEA)

“Hashim Thaci fundou o “grupo Drenica” uma organização subterrânea que é estimada controlar entre 10 a 15% de todas as atividades no Kosovo (contrabando de armas, roubo de carros, petróleo, cigarros e prostituição).” Wikipedia The Free Encyclopedia

Os EUA, a Comunidade Européia e a ONU estão apoiando um governo do Kosovo chefiado por um criminoso conhecido, o Primeiro Ministro Hashim Thaci.

A posição de Primeiro Ministro foi criada sob o “Auto Governo Provisório das Instituições” (PISG) criado pela missão de Administração Interina da ONU no Kosovo (UNMIK).

Sob o mandato da ONU, o propósito do governo provisório era “fornecer um auto governo democrático provisório” em avanço de uma decisão sobre o estatus político do Kosovo.

O que isto significa é que a ONU não somente tem criado o estágio para um governo independente do Kosovo em violação a lei internacional mas também tem instalado um governo no Kosovo integrado por membros de um sindicato criminoso. Todos os três Primeiro Ministros do Kosovo, Ramush Haradinaj, Agim Ceku e Hashim Thaci são criminosos de guerra.

O Partido Democrático do Kosovo chefiado pelo antigo comandante do KLA Hashim Thaci é essencialmente um resultado do antigo KLA.

O apoio encoberto dos EUA e OTAN ao KLA remonta a meados da década de 1990. No ano anterior ao bombardeio da Iuguslávia em 1999, o KLA era abertamente apoiado pelo governo Clinton.

O líder do KLA Hashim Thaci era um protegido de Madeleine Albright. Ele foi escolhido por Albright para desempenhar um papel chave em benefício de Washington nas negociações de Rambouillet de 1998.

As ligações do KLA com o crime organizado tem sido documentadas pela Interpol e o Congresso dos EUA. O Washington Times em um artigo publicado em maio de 1999 descreve o KLA e seus links com a administração Clinton como se segue:

“Alguns membros do KLA [chefiado pelo atual Primeiro Ministro Hashim Thaci], que tem financiado seu esforço de guerra por meio da venda de heroína, foram treinados em campos terroristas dirigidos pelo terrorista internacional fugitivo Osama bin Laden — que é procurado pelo bombardeio em 1998 de duas embaixadas americanas na África que mataram 224 pessoas, inclusive 12 americanos.”

Os membros do KLA, abraçados pela administração Clinton na campanha de bombardeio da OTAN que durou 41 dias para trazer o presidente iuguslavo Slobodan Milosevic para a mesa da barganha, foram treinados em campos secretos no Afeganistão, Bosnia-Herzegovina e e outros lugares, segundo relatos de inteligência recentemente obtidos.

Os relatórios também mostram que o KLA tinha alistado terroristas islâmicos – membros dos Mujahideen — como soldados em seu conflito em andamento contra a Sérvia e muitos já tem sido contrabandeados para o Kosovo para se unir a luta.

“Os relatórios de inteligência documentam, o que é descrito como uma ligação entre bin Laden, o fugitivo milionário saudita, e o KLA –inclusive uma área comum de preparação em Tropoje, Albania, um centro para terroristas islâmicos. Os relatórios disseram que a organização de bin Laden, conhecida como al-Qaeda, tinha treinado ambos e financeiramente apoiado o KLA.” (Washington Times, 04 de maio de, 1999)

O Christian Science Monitor em um relato de 14 de agosto de 2000 descreve a rede criminosa controlada por Thaci:

“A polícia da ONU suspeita que grande parte da violência e intimidação tem vindo de antigos membros do KLA, especialmente daqueles aliados a Hashim Thaci, o antigo líder do KLA e chefe do Partido Democrático do Kosovo, um dos desdobramentos políticos do KLA. Em um incidente recente, a loja de um ativista do LPK, na vila natal de Mr. Thaci, foi atacada por tiros de armas automáticas – o segundo destes ataques desde novembro.O partido de Thaci potencialmente tem muito a perder nas eleições que são apenas para funções municipais. Depois que as forças sérvias se retiraram no ano passado, o KLA ocupou as prefeituras e instituições públicas pelo Kosovo e estabeleceram seu próprio governo provincial.”

Embora a ONU tenha gradualmente expressado sua própria autoridade e colocado representantes de outros grupos políticos nos governos locais, em lugares como Srbica ex membros do KLA afiliados ao partido de Thaci ainda exercem um virtual controle completo.

“Estes camaradas não abrirão mão do poder facilmente”, disse Dardan Gashi, um analista político com o Grupo Internacional de Crise, uma organização de pesquisa domiciliada nos EUA com um escritório em Pristina.

A polícia da ONU também suspeita que o crime organizado está envolvido em parte da violência. Eles dizem que grupos criminosos engajados em chantagem, contrabando e prostituição confiam nas estreitas ligações com algumas pessoas no poder. A perspectiva de perder estas conexões – e a renda que elas geram – podem faze-los indispostos para com o LDK.

Os oficiais dizem que o problema é pior na região de Drenica no Kosovo, a terra natal do KLA e a fortaleza do partido de Thaci. Srbica, onde Koci é o presidente local do LDK, é um dos principais centros em Drenica.

A Fundação Heritage: Apoio ao KLA-KDP, a despeito de Suas Ligações Criminosas

A Fundação Heritage em um relato de maio de 1999 reconhece que o KLA é uma organização criminosa. Não obstante pediu apoio ao KLA pela administração Clinton:

“Deviam o EUA canalizar o potencial militar do KLA contra o regime brutal de Milosevic, a despeito das raízes ideológicas não usuais do KLA e laços aparents com o crime organizado?… O KLA não representa todos os grupos que buscam o fim da campanha brutal de Milosevic e é sabido ter cometido atracidades ele próprio, e é a força de resistência mais significativa contra a agressão iuguslava dentro do Kosovo. Sobretudo, a escala e o escopo de seus crimes tem sido minimizados pela campanha sistemática de terror desencadeada pelos militares iuguslavos, paramilitares e forças policiais dentro do Kosovo. as quais Washington tem consistentemente feito desde a guerra de 1999.” (Relatório da Fundação Heritage, 13 de maio de 1999)

Afastar-se agora do KLA privará os EUA dos benefícios da cooperação com um força de resistência que é capaz de chantagear a pressão sobre Milosevic para negociar um assentamento (Idem)

A Fundação Heritage apoia o Partido Democrático do Kosovo (KDP) que é integrado pelos antigos membros do KLA.

O KDP tem mantido suas ligações com o crime organizado. Esta posição para a Fundação Heritage resume amplamente a atitude da “comunidade internacional” em relação ao Kosovo. Mais recentemente, a Fundação Heritage, que por trás das cenas desempenha um papel na formulação da política externa dos EUA, tem estado empurrando a “Independência” do Kosovo;

A evidência confirma amplamente que o primeiro ministro do Kosovo nunca cortou seus laços com o crime organizado. Um conhecido criminoso está sendo protegido pela ONU. Ele foi preso em Budapest em julho de 2003 sob uma garantia da Interpol e foi imediatamente libertado, depois da solicitação da Missão da ONU no Kosovo (UNMIK). Este não é um evento isolado. Há evidência que a Missão da ONU e sua força internacional de polícia tem protegido o antigo KLA, que no fim do bombardeio da OTAN de 1999 foi rotulado como Corpos de Proteção do Kosovo (KPC) sob um mandato da ONU.

“Segundo o Ministro da Justiça sérvio Vladan Batic, “o processo no tribunal de crimes de guerra em Haia tem mais de 40.000 páginas de evidência contra o antigo líder do KLA, Hashim Thaci.” (citado pela Radio B92, Belgrado, 3 de julho de 2003).

Em abril de 2000, a Secretária de Estado dos EUA Madeleine Albright “ordenou a promotora chefe de Haia Carla del Ponte que omitisse a lista dos crimes de guerra atribuídos a Hashim Thaci” (Tanjug, 6 de maio de 2000). Carla del Ponte subsequentemente declarou que não havia evidência suficiente para indiciar Thaci nos crimes de guerra.

Mais geralmente, a Missão da ONU tem atuado como um acessório na proteção do sindicato criminoso. Em novembro de 2003, os procedimentos criminais contra vários antigos comandantes do KLA foram iniciados em Belgrado. Entre estes estavam incluindos Hashim Thaci, Agim Ceku e Ramush Haradinaj. Os nomes de Haradinaj e Ceku estão nas listas da Interpol.

Agim Ceku

Agim Ceku é conhecido por ter cometido extensos crimes de guerra na região da Croácia em meados de 1990 envolvendo o massacre e limpeza étnica da população sérvia. Ele era um antigo brigadeiro general no Exército croata e um planejador chave da Operação Storm, que levou a expulsão de centenas de milhares de sérvios de Krajina, região da Croácia. Em 1999, ele foi indicado comandante do KLA, com a aprovação dos EUA e da OTAN. Ele subsequentemente foi indicado Comandante do Corpos de Proteção do Kosovo (KPC)por indicação da ONU (e na folha de pagamento da ONU) e se tornou Primeiro Ministro do Kosovo em 2006, sucedido por Hashim Thaci, atual Primeiro Ministro. No Kosovo, ele continua a ter ligações com os sindicatos do crime organizado. Segundo o London Observer, o KPC que era chefiado por Ceku, esteve envolvido em atos de tortura bem como na proteção da prostituição no Kosovo. (14 de março de 2000 , Atlanta Journal-Constitution)

A media ocidental: a desinformação a respeito da natureza do governo do Kosovo.

O governo do Kosovo é ligado aos sindicatos do crime organizado envolvidos no tráfico de narcóticos e de humanos. O fato de que todos os três Primeiros Ministros, Ramush Haradinaj, Agim Ceku e Hashim Thaci sejam criminosos de guerra não tem sido reconhecido nos recentes relatos da imprensa a respeito da Indepedência do Kosovo. Os EUA e a Comunidade Européia estão apoiando a criminalização da política do Kosovo.

Michel Chossudovsky é autor do best seller internacional America’s “War on Terrorism” Segunda Edição, Global Research, 2005. Ele é Professor de Economia da Universidade de Ottawa e Diretor do Centro de Pesquisa para Globalização.

Published in: on junho 22, 2008 at 12:26 pm  Deixe um comentário  
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O GOVERNO INVISÍVEL

O GOVERNO INVISÍVEL

de John Pilger
20 de julho de 2007

Em uma palestra realizada na Conferência do Socialismo de 2007, em 16 de junho de 2007, em Chicago, John Pilger descreve como a propaganda tem se tornado uma tal força potente em nossa vidas e, nas palavras de um de seus fundadores, representa “um governo invisível”. O titulo desta palestra é Liberdade na Próxima Vez, que é o título de meu livro, e o livro significa um antídoto para a propaganda que frequentemente é disfarçada em jornalismo.

Assim embora hoje eu fale sobre a guerra pelo jornalismo, propaganda e silêncio e como o silêncio pode ser quebrado. Edward Bernays, o chamado pai das relações públicas, escreveu sobre um “governo invisível”, que é o verdadeiro poder regente de nosso país. Ele estava se referindo ao jornalismo, a media.

Foi quase a oitenta anos atrás, não muito depois que foi inventada a media corporativa. Ito é uma historia da qual poucos jornalistas falam, e começou com a chegada da propaganda corporativa. Na medida em que as grandes corporações começaram a tomar a imprensa, algo chamado “jornalismo profissional” foi inventado. Para atrair os grandes anunciantes, a nova imprensa corporativa tinha que parecer respeitável, os pilares da instituição sendo objetivos, imparciais e equilibrados.

Foram criadas as primeiras escolas de jornalismo e uma mitologia de neutralidade liberal foi lançada sobre o jornalismo profissional. A liberdade da expressão foi associada com a media de notícias e com as grandes corporações, e a coisa toda era, como muito bem colocou Robert McChesney, “inteiramente falsa”.

Para que o público não soubesse o que era para ser profissional, os jornalistas tinham que assegurar que as notícias e a opinião fossem dominadas por fontes oficiais e isto não tem mudado. Vá qualquer dia ao New York Times, e cheque as fontes das principais histórias políticas – domésticas ou estrangeiras – e você descobrirá que elas são dominadas pelo governo e outros interesses estabelecidos. Isto é a essência do jornalismo profissional. Não estou sugerindo que o jornalismo indepente foi ou é excluído, mas ele é mais provável de ser uma honrosa exceção.

Pense no papel que Judith Miller desempenhou no New York Times na corrida para a invasão do Iraque. Sim, o trabalho dela se tornou um escândalo, mas somente depois que desempenhou um poderoso papel em promover uma invasão baseada em mentiras. Ainda que Miller estivesse papagueando as fontes oficiais e os vestidos interesses que não foram de todo dfiferentes do trabalhho de muitos famosos repórteres do Times, como o celebrado W.H.Lawrence, que ajudou a encobrir os verdadeiros fatos dos verdadeiros efeitos da bomba atômica lançada em Hiroshima em agosto de 1945. “Nenhuma radiatividade na ruína de
Hiroshima,”
foi a manchete de seu relato e isto era falso.

Considere como o poder deste governo invisível tem crescido. Em 1983, a principal media global era de propriedade de 50 corporações, a maioria delas americanas. Em 2002, isto tinha caído para apenas nove corporações. Hoje, aproximadmente elas são apenas cinco. Rupert Murdoch tem previsto que haverá apenas três gigantes da media e a companhia dele será um deles. Esta concentração de poder não é exclusiva dos EUA. A BBC tem anunciado isto e está expandindo suas transmissões para os EUA porque acredita que os americanos querem um jornalismo neutro, objetivo e de princípios, pelo qual a BBC é famosa. Eles tem lançado a BBC para a América. Você pode ter visto o anúncio.

A BBC começou em 1922, apenas antes da imprensa corporativa começar na América. Seu fundador foi Lord John Reith, que acreditava que a imparcialidade e a objetividade eram a essência do profissionalismo. No mesmo ano a istituição britânica estava sob cerco. As uniões tinham convocado uma greve geral e os Tories estavam aterrorizados que uma revolução estivese a caminho. A nova BBC veio ao resgate deles. Em alto sigilo, Lord Reith escreveu falas anti unionistas para o Primeiro Ministro Tory Stanley Baldwin e as transmitiu a nação, enquanto recusava aos líderes trabalhistas expor seu lado até que a greve tivesse terminado. Asim foi estabelicido um padrão. A imparcialidade certamente era um princípio: um princípio a ser suspenso toda vez que a instituição estivesse sob ameaça. E este princípio tem se mantido desde então.

Tome a invasão do Iraque. Há dois estudos das reportagens da BBC. Um deles mostra que a BBC deu exatamente 2% de sua cobertura para os dissedentes da guerra ao Iraque. 2%. Isto é menos do que a cobertura anti guerra da ABC, NBC e da CBS. Um segundo estudo pela Universidade de Gales mostra que na construção da invasão, 90% das referências da BBC eram a armas de destruição em massa, e sugeriam que Saddam Hussein realmente as possuia, e a impllicação clara era a de que Bush e Blair estavam certos. Agora nós sabemos que outras medias britânicas foram usadas pelo serviço secreto de inteligência MI-6. No que elas chamaram de Operação Apelo em Massa, os agentes do MI-6 plantaram histórias sobre as armas de destruição em massa de Saddam, tais como armas escondidas nos palácios dele e nos secretos bunkers subterrâneos. Todas estas histórias eram falsas. Mas este não é o ponto. O ponto é que o trabalho do MI-6 era desnecessário, porque o jornalismo profissional por si só teria produzido o mesmo resultado.

Ouça o homem da BBC em Washington, Matt Frei, logo depois da invasão. “Não há dúvida’, ele disse aos espectadores no Reino Unido e a todo o mundo, “que o desejo de trazer o bem, trazer os valores americanos ao resto do mundo, e especialmente agora no Oriente Médio, é especialmente ligado ao poder militar americano.” Em 2005 o mesmo repórter aplaudiu o arquiteto da invasão, Paul Wolfowitz, como alguém “que acredita apaixonadamente no poder da democracia e no desenvolvimento do nacionalismo”. Isto foi antes do pequeno incidente no Banco Mundial.

Nada disso é não usual, os noticiários da BBC rotineiramente descrevem a invasão como um mau cálculo. Não ilegal, não não provocada, não baseada em mentiras, mas como um mau cálculo.

As palavras “engano” e “erro crasso” são comuns na moeda das notícias da BBC, juntamente com ‘fracasso” que ao menos sugere que se o ataque deliberado, calculado, não provocado e ilegal sobre o Iraque indefeso tivesse tido sucesso, tudo estaria bem. Seja onde for que eu ouça estas palavras lembro-me do maravilhoso ensaio de Edward Herman sobre a normalização do impensável. Para o qual a linguagem clichê da media faz e é destinada a fazer: a normalização do impensável, da degradação da guerra, dos membros lesionados, das crianças aleijadas, tudo que tenho visto.

Uma das minhas histórias favoritas sobre a Guerra Fria diz respeito a um grupo de jornalistas russos que estavam fazendo um tour pelos EUA. No dia final da visita deles, eles foram perguntados pelo anfitrião quais eram as impressões deles: “Tenho a lhe dizer”, disse o portavoz,”que estamos atônitos do que encontramos depois de lermos todos os jornais e assistir a TV dia após dia, que todas as opiniões sobre todos os assuntos vitais sejam as mesmas. Para ober este resultado em nosso país enviamos os jornalistas para o gulag. Nós até mesmos arrancamos as unhas deles. Aqui vocês não tem que fazer isto. Qual é o segredo?”

Qual é o segredo? Esta é uma pergunta raramente feita nas salas dos notíciários, nas faculdades de media. em revistas de jornalismo, ainda que a resposta a esta pergunta seja crítica para a vida de milhões de pessoas. Em 24 de agosto do ano passado o New York Times declarou em seu editorial: “Se tivéssemos sabido o que sabemos agora sobre a invasão, o Iraque teria sido detido por um berreiro popular”. Esta surpreendente admissão estava dizendo, de fato, que os jornalistas haviam traído o público não fazendo o trabalho deles e ao aceitar e amplificar e ecoar as mentiras de Bush e sua gangue, ao invés de desafia-los e expo-los. O que o Times não disse foi que se o jornal e o resto da media tivessem exposto as mentiras, mas de um milhão de pessoas hoje estariam vivas. Isto é uma crença agora para um certo número de jornalistas seniores da Instituição. Poucos deles – eles tem falado comigo sobre isto -, poucos deles dirão isto em público.

Ironicamente, comecei a entender como a censura funcionava nas chamadas sociedades livres quando relatei a partir das sociedades totalitárias. Durante a década de 1970, filmei secretamente na Tchecoslováquia, então uma ditadura estalinista. Entrevistei membros do grupo dissidente Charter 77,
incluindo o novelista Zdener Urbanek, e isto é o que ele me disse. ‘Nas ditaduras somos mais afortunados do que vocês no ocidente a um respeito. Não acreditamos em nada do que lemos nos jornais e nada do que assistimos na televisão, porque sabemos que são propagandas e mentiras. Gosto de vocês no ocidente. Temos aprendido a ver por trás da propaganda e ler entre linhas, e como vocês, sabemos que a verdade é sempre subversiva”. ”

Vandana Shiva tem chamado a isto de conhecimento subjugado. O grande vituperador irlandês Claud Cockburn vai direto quando escreve, “Nunca acredite em alguma coisa até que seja oficialmente negada”.

Um dos mais velhos clichês da guerra é que a verdade é a primeira baixa. Não é. O jornalismo é a primeira baixa. Quando acabou a Guerra do Vietnã, a revista Encounter publicou um artigo de
Robert Elegant, um importante correspondente que havia coberto a guerra. “Pela primeira vez na história moderna”, ele escreveu, a consequência de uma guerra não é determinada no campo de batalha, mas em uma página impressa e sobretudo na tela da televisão”. Ele sustentou que os jornalistas foram responsáveis por perderem a guerra ao se opor a ela em seus relatos. A opinião de Robert Elegant se tornou uma sabedoria recebida em Washington e ainda é. No Iraque, o Pentágono inventou o jornalista anexado a uma unidade militar porque acreditou que o relato crítico tinha perdido o Vietnã.

O oposto foi verdadeiro. No meu primeiro dia como um jovem repórter em Saigon, chamei todos os escritórios dos principais jornais e companhias de TV. Prercebi que alguns deles tinha um painel de pinos na parede no qual estavam fotografias pavorosas, a maioria de corpos de vietnamitas e de soldados americanos segurando várias orelhas e testículos. Em um escritório estava uma fotografia de um homem sendo torturado; acima da cabeça dos torturadores estava um balão cômico com as palavras ” o que eu vou lhe ensinar a falar à imprensa”. Nenhuma destas imagens chegou a ser publicada ou até mesmo colocadas no ar. Perguntei porque. Disseram-me que o público nunca as aceitaria. De qualquer modo, publica-las não era ser objetivo ou imparcial. De início, aceitei a aparente lógica disto. Eu também havia crescido com as histórias da boa guerra contra a Alemanha e o Japão, o banho ético que limpou o mudo anglo americano de todo mal. Mas quanto mais eu ficava no Vietnã, mais entendia que as nossas atrocidades não eram isoladas, nem eram aberrações, mas que a própria guerra era uma atrocidade. Esta era a grande história e raramente era notícia. Sim, as táticas e eficácia dos militares eram questionadas por alguns bons repórteres. Mas a palavra “invasão” nunca foi usada. A palavra inócua que foi utilizada é que a América “foi envolvida” no Vietnã. A ficção de um gigante bem intencionado, que cometeu um erro estúpido, preso em um pântano asiático, foi repetida incessantemente. Foi deixado para os informantes que voltavam a casa contar a verdade subversiva, aqueles como Daniel Ellsberg e Seymour Hersh, com todo seu alcance do massacre de My-Lai. Havia 649 reporteres no Vietnã em 16 de março de 1968 – o dia em que aconteceu o massacre de My-Lai -, e nenhum deles o relatou.

No Vietnã e no Iraque, as políticas e estretégias deliberadas tem estado fronteiriças ao genocídio. No Vietnã, a forçada desposessão de milhões de pessoas e a criação de zonas livres de tiro; no Iraque, um embrago forçado pelos EUA que durou a década de 1990 como um cerco medieval, e que matou, segundo a ONU, 500.000 crianças abaixo de cinco anos. Tanto no Vietnã quanto no Iraque, armas proibidas foram usadas contra civis como experimentos deliberados. O Agente Laranja mudou a ordem genética e ambiental no Vietnã. Os militares chamaram a isto Operação Hades. Quando o Congresso descobriu, foi renomeado para um nome mais amigável de Operação Ranch Hand, e nada mudou. Isto é muito similar a como o Congresso tem reagido a guerra no Iraque. Os democratas tem condenado isto, mudado seu nome, e o estendido. Os filmes de Hollywood que se seguiram a Guerra do Vietnã eram uma extensão do jornalismo, da normalização do impensável. Sim, alguns filmes foram críticos das táticas militares mas todos eles foram cuidadosos em se concentrar sobre a ansiedade dos invasores.

O primeiro destes filmes é agora considerado um clássico. É Deerhunter, cuja mensagem foi que a América tinha sofrido, a América foi golpeada, os jovens americanos tinham feito o melhor possível contra os bárbaros orientais. A mensagem até foi mais perniciosa porque Deerhunter foi brihantemente feito e interpretado. O aclamado filme de Oliver Stone, Platoon foi dito ser contra a guerra e ele mostra momentos dos vietnamitas como seres humanos, mas também promove sobretudo que o invasor americano é uma vítima. Sem mencionar o filme Boinas Verdes quando escrevo isto, até que outro dia li que este filme de John Wayne era o filme mais influente que já existiu. Vi Boinas Verdes estrelado por John Wayne em uma noite de sábado de 1968 em Montgomery Alabama. (estava lá para entrevistas com o então infame governador George Wallace).

Eu tinha acabado de voltar do Vietnã e não pude acreditar de como absurdo era o filme. Assim eu ri tão alto e sem parar. E isto não durou muito antes que a atmosfera que me cercava ficasse bem fria. Meu companheiro, que havia sido um Freedom Rider no sul, disse, “Vamos sair daqui correndo como o diabo”. Fomows caçados or todo o caminho de volta para o hotel, mas eu duvido que qualquer um de nossos perseguidores estivessem cientes que John Wayne, o herói deles, tinha mentido para não ter que combater na Segunda Guerra Mundial. E ainda que o falso modelo do papel de Wayne enviasse milhares de americanos para morrer no Vietnã, com as notáveis exceções de George W. Bush e Dick Cheney.

No ano pasado, em sua aceitação do Prêmio Nobel de Literatura, o teatrólogo Harold Pinter deu uma fala de época. Ele perguntou porque e eu o citei, “A brutalidade sistemática, as atrocidades diseminadas, a supressão desenfreada do pensamento independente na Rússia estalinista eram bem conhecidos no ocidente enquanto os crimes de Estado americano eram meramente superficialmente registrados, abandonados, documentados”. E ainda que pelo mundo a extinção e sofrimento de incontáveis seres humanos podiam ser atribuídos ao desenfreado poder americano. Mas”, disse Pinter, “Vocês não sabem disso. Isto nunca aconteceu. Nada nunca aconteceu. Até mesmo enquanto estava acontecendo, não estava acontecendo. Isto não importa. Isto não tem qualquer interesse”. As palavras de Pinter eram mais que surreais. A BBC ignorou a fala do mais famoso draumaturgo britânico.

Tenho feito vários documentários sobre o Cambodia. O primeiro foi Ano Zero: A Morte Silenciosa do
Cambodia. Ele descreve o bombardeio americano que forneceu o catalítico para a subida de Pol Pot. O que Nixon e Kissinger tinham começado, Pol Pot completou. Os arquivos da CIA sozinhos não deixam dúvidas disto. Ofereci Ano Zero para o PBS e levei isto a Washington. Os executivos do PBS que o assistiram ficaram chocados. Eles sussuravam entre eles. Eles me pediram para esperar lá fora. Um deles finalmente apareceu e me disse, “John, adimiramos seu filme. Mas estamos perturbados porque ele diz que os EUA preparam o caminho para Pol Pot.” Eu disse, “vocês discutem a evidência?” Tinha citado inúmeros documentos da CIA. E ele responder: “Oh, não”. “Mas temos decidido chamar um árbitro jornalístico”.

Agora, o termo “árbitro jornalistico” pode ter sido inventado por George Orwell. De fato ele manusearam para encontrar algum dos somente três jornalistas convidados ao Cambodia por Pol Pot. E de fato ele condenou o filme e eu nunca ouvi nada novamente da PBS. Ano Zero foi transmitido em aproximadamente 60 países e se tornou um dos documentários mais assistidos no mundo. Ele nunca foi apresentado nos EUA. Um dos filmes que fiz no Cambodia, foi apresentado pela WNET, a estação PBS em New York. Acredito que tenha sido apresentado aproximadamente a uma hora da madrugada. Com base nesta única apresentação, quando a maioria das pessoas estava dormindo, ele recebeu um prêmio Emmy. Era uma maravilhosa ironia. Ele é digno de um prêmio mas não de audiência.

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A verdade subversiva de Harold Pinter, acredito, foi que ele fez a ligação entre o imperialismo e o fascismo e descreveu uma batalha pela história que nunca é relatada. Este é o grande silêncio da Idade Média. E isto é o coração secreto da propaganda hoje. Uma propaganda tão vasta que sempre fico perplexo como tantos americanos sabem e entendem tanto quanto fazem. Estamos com certeza falando sobre um sistema, não de personalidades. E ainda que hoje muitas pessoas pensem que o problema é George W. Bush e sua gangue. E sim, a gangue de Bush é extrema. Mas a minha experiência é que eles não são mais do que uma versão extrema do que tem acontecido antes. Em meu tempo de vida, mais guerras tem sido começadas pelos liberais democratas do que pelos republicanos. Ignorar esta verdade é uma garantia de que o sistema de propaganda e o sistema de fazer guerra continuará. Temos um ramo do Partido Democrático governando a Bretanha pelos ultimos dez anos. Blair, aparentemente um liberal, tem levado a Bretanha a guerra mais vezes do que qualquer outro Primeiro Ministro da era moderna. Sim, atualmente ele é parceiro de George Bush, mas seu primeiro amor foi Bill Clinton, o presidente mais violento do século XX. O sucessor de Blair, Gordon Brown também é devoto de Clinton e Bush. No outro dia, Brown disse, “Os dias da Bretanha ter que se desculpar pelo Império Britânico estão acabados. Devemos Celebrar.”

Como Blair, como Clinton, como Bush, Brown acredita na verdade liberal que a batalha pela história tem sido ganha; que os milhões que morreram nas fomes impostas na Índia imperial britânica serão esquecidos. Como os milhões que morreram no Império americano serão esquecidos. E com o Blair, seu sucessor está confiante que o jornalismo profissional está do lado dele. Para a maioria dos jornalistas, se eles acreditam ou não nisto, eles são adulados para serem os tribunos de uma ideologia que se vê como não ideológica, que se apresenta como o centro natural, o verdadeiro fulcro da vida moderna. Esta pode muito bem ser a mais perigosa ideologia que viemos a conhecer porque ela não é limitada. Isto é liberalismo. Não estou negando as virtudes do liberalismo, longe disso. Todos somos beneficiários dele. Mas se negamos seus perigos, seu projeto sem limites, e o poder todo consumidor de sua propaganda, então estamos negando o nosso direito a uma verdadeira democracia porque liberalismo e democracia não são a mesma coisa.

O Liberalismo começou como uma preservação da elite no século XIX, e a verdadeira democracia nunca foi manipulada pelas elites. Sempre houve uma luta e um combate entre eles. Um membro senior da coalisão anti guerra, United For Peace and Justice, disse recentemente, e eu a cito, ” Os democratas estão usando as políticas da realidade”. Seu ponto de referência histórica liberal era o Vietnã. Ela disse que o Presidente Johnson começou a retirada das tropas do Vietnã depois que um Congresso democrático começou a votar contra a guerra. Isto não foi o que aconteceu. As tropas foram retiradas do Vietnã depois de quatro longos anos. E durante este tempo os EUA mataram mais pessoas no Vietnã, Cambodia e Laos com bombas do que todas aquelas que foram mortas nas guerras precedentes. E isto é o que está acontecendo no Iraque. O bombardeio tem sido dobrado desde o ano passado, e isto não está sendo relatado. E quem começou este bombardeio? Bill Clinton o começou. Durante a década de 1990 Clinton atirou bombas no Iraque no que era eufemisticamente chamado de “zonas sem vôo”. Ao mesmo tempo ele impôs um cerco medieval chamado de sanções econômicas, matando como já mencionei, talvez um milhão de pessoas, inclusive as documentadas 500.000 crianças. Quase nenhuma desta carnificina foi relatada pela chamada media principal.

No ano passado, um estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade Johns Hopkins descobriu que desde a invasão do Iraque, 65.000 iraquianos tem morrido como resultado direto da invasão. Documuntos oficiais mostram que o governo de Blair sabia que esta estatística era crível. Em fevereiro, Les Roberts, o autor do relatório , disse que as estatísticas eram iguais as estimativas de morte do estudo Universidade Fordham sobre o Genocídio de Ruanda. A resposta da media a revelação de Les Robert foi um chocante silêncio. O que pode muito bem ser o maior episódio de matança organizada de uma geração, nas palavras de Harold Pinter, “Não aconteceu.Não importa.”

Muitas pessoas que se vêem na esquerda, apoiaram os ataques de Bush ao Afeganistão. Que a CIA tem apoiado Osama Bin Laden foi ignorado, que a admistração Clinton secretamente custeou o Talibã, até mesmo dando a ele instruções de alto nível na CIA, é virtualmente desconhecido nos EUA. O Talibã era o parceiro secreto da gigante do petróleo Unocal na construção de oleoduto através do Afeganistão. E quando um oficial lembrou a Clinton que o Talibã perseguia as mulheres, ele disse, “Podemos viver com isto.” Existe compelente evidência que Bush decidiu atacar o Talibã não com o resultado de 11 de setembro, mas dois meses antes, em julho de 2001. Isto é virtualmente desconhecido nos EUA, publicamente. Como a escala de baixas civis no Afeganistão. Até onde sei, apenas um repórter, Jonathan Steele do Guardian em Londres, tem investigado as baixas civis no Afeganistão e ele estima a morte de 20.000 civis a três anos atrás.

Suportar a tragédia da Palestina é devido em grande parte ao silêncio e cumplicidade da chamada esquerda liberal. O Hamas repetidamente é descrito como tendo jurado a destruição de Israel. O New
York Times, a Associated Press, o Boston Globe – dê uma olhada. Todos eles usam esta linha de anúncio padrão e isto é falso. O Hamas a dez anos pede um cessar fogo e isto nunca é relatado. Até mesmo mais importante, o Hamas tem passado por uma mudança ideológica histórica nos últimos poucos anos, que soma a um reconhecimento da realidade de Israel, é virtualmente desconhecido; e que Israel está jurando a destruição da Palestina é impronunciável.

Há um estudo pioneiro da Universidade de Glasgow sobre a Palestina.Eles entrevistaram jovens que assistem os noticiários da televisão na Bretanha. Mais de 90% pensavam que os assentamentos ilegais eram palestinos. ‘Quanto mais asistem, menos sabem’; a famosa frase de Danny Schecter.

Atualmente o silêncio mais perigoso é sobre as armas nucleares e o retorno da Guerra Fria. Os russos entendem claramente que o chamado escudo de defesa americano na Europa Oriental está destinado a humilha-los e subjuga-los. Ainda que as páginas principais daqui digam que Putin esteja começando uma nova Guerra Fria, e haja um silêncio sobre um sistema americano inteiramente novo nuclear chamado Reliable Weapons Replacement (RRW), que está destinado a tornar indistinta a diferenciação entre a guerra convenional e a guerra nuclear. Uma ambição a muito tempo perseguida.

Enquanto isto, o Irã está sendo amaciado, com a media liberal fazendo quase que o mesmo papel que desempenhou antes da invasão do Iraque. E quanto aos democratas, olhe como Barak Obama tem se tornado a voz do Conselho das Relações Exteriores, um dos órgãos de propaganda da velha Instituição liberal de Washington. Obama escreve que embora ele queira que as tropas voltem para casa, “Não devemos descartar nossa força militar contra os adversários de muito tempo, tais como o Irã e a Síria”. Ouça isto do liberal Obama: “No momento do grande perigo no século passado, nossos líderes aseguraram que a América, por açção e por exemplo, liderasse e elevasse o mundo, que mantemos e lutamos pela liberdade devida a milhões de pessoas além de nossas fronteiras.”

Isto é parte essencial da propaganda, lavagem cerebral se você quiser, que penetra a vida de cada americano , e muitos de nós que não somos americanos. Da direta a esquerda, o secular temor a Deus, que tão poucas pessoas sabem o que é na metade do século, as administrações dos EUA tem derrubado 50 governos – muitos deles democracias. Neste processo, trinta países tem sido atacados e bombardeados, com a perda incontável de vidas. A pancada de Bush está muito bem, e é justificada; mas é o momento de começarmos a aceitar a chamada da sirene das besteiras dos democratas sobre ficar de pé e lutar pela liberdade de bilhões; a batalha pela história está perdida e nós estamos silenciados.

Então, o que devemos fazer? Este pergunta é frequentemente apresentada em encontros a que tenho comparecido, até mesmo em encontros tão informados quanto esta conferência, e é por si só interessante. É minha experiência que as pessoas do chamado Terceiro Mundo raramente fazem esta pergunta, porque eles sabem o que fazer. E alguns tem pago com sua liberdade e suas vidas, mas eles sabem o que fazer. Está é uma pergunta que muitos na esquerda democrática tem ainda que responder.

A informação real, a informação subversiva, permanece o poder mais potente de todos e acredito que não devamos cair na armadilha de acreditar no que a media fala ao público. Isto não era verdade na Checoslováquia estalinista e não é verdade nos EUA.

Em todos estes anos que tenho sido um jornalista, nunca soube da consciência pública ter se elevado tão rapidamente quanto agora. Sim, sua direção e forma aida não estão claras, parcialmente porque as pessoas agora estão profundamente suspeitosas das alternativas políticas e porque o Partdo Democrático tem tido sucesso em seduzir e dividir a esquerda eleitoral. E ainda que esta crescente consciência pública seja mais notável quando você considera a escala total da doutrinação, a mitologia de um modo superior de vida e o atual estado fabricado do medo.

Porque o New York Times veio limpo em seu editorial do ano passado? Não porque ele se oponha as guerras de Bush – olhe a cobertura sobre o Irã. Este editorial foi um raro reconhecimento de que o público estava começando a ver o papel oculto da media, e que as pessoas estavam começando a ler entre linhas.

Se o Irã é atacado, a reação e a rebelião não pode ser prevista. A segurança nacional e doméstica da diretiva presidencial dá a Bush o poder sobre todas as facetas do governo em uma emergência. Não é improvável que a Constituição seja suspensa. As leis para cercar dezenas de milhares dos chamados terroristas e combatentes inimigos já estão nos livros. Acredito que estes perigos sejam compreendidos pelo público. que tem seguido o caminho desde 11 de setembro. E um longo caminho desde a propaganda que ligou Saddam Hussein a al-Qaeda. Isto é o porque eles votaram para os democratas em nomembro passado e foram traídos. Mas eles precisam da verdade e os jornalistas devem ser os agentes da verdade, não os mensageiros do poder.

Acredito que um quinto estado seja possível, o produto de um movimento de pessoas, que monitore, desconstrua, e contenha a media corporativa. Em cada universidade, em cada faculdade de media, em cada sala de noticiário, os próprios jornalistas precisam se perguntar sobre a parte que eles agora desempenham no banho de sangue em nome de uma falsa objetividade. Um tal movimento dentro da media poderia ser o arauto de uma perestroika de um tipo que nunca conhecemos. Tudo isto é possível. Os silêncios devem ser quebrados

Na Bretanha a União Nacional dos Jornalistas tem passado por uma mudança readical, e tem pedido um boicote a Israel. O website Medialens.org tem sem qualquer ajuda chamado a BBC à responsabilidade. Nos EUA os espíritos maravilhosamente livres e rebeldes populam a web. Nao posso mencionar a todos aqui. da
International Clearing House de Tom Feeley, a ZNet de Mike Albert, ao CounterPunch online, e ao esplêndido trabalhado de FAIR.

A melhor reportagem sobre o Iraque aparece na web : o jornalismo corajoso de Dahr Jamaile e os relatos de cidadãos como Joe Wilding, que relatou o cerco de Fallujah de dentro da cidade.

Na Venezuela, as investigações de Greg Wilpert desfizeram grande parte da propaganda virulenta agora destinada a Hugo Chávez. Sem cometer engano, é uma ameaça a liberdade da expressão da maioria na
Venezuela que está por trás da campanha no ocidente em benefício do corrupto RCTV. O desafio para o resto de nós é levantar este conhecimento subjugado do subterrâneo e leva-lo às pesoas comuns.

Precisamos ter pressa. A Democracia Liberal está se movendo adiante em uma forma de ditadura corporativa.Isto é uma mudança histórica e a media não deve se permitir a ser sua fachada, mas ela própria se tornar uma divulgação popular indo na direção correta. O grande informante Tom Paine avisou que se fosse negada a verdade à maioria das pessoas e as idéias da verdade, era tempo de desencadear a Bastilha das palavras. Este tempo é agora.

John Pilger é um jornalista investigativo de renome internacional e faz documentários. Seu último filme foi A Guerra a Democracia. Seu livro imais recente é Liberdade na Próxima Vez (Bantam/Random House, 2006). Lei outros de John, ou visite o website de John .

Agulha contaminadas e Aids

Uma Agulha na AIDS

Gun Cairns

David Gisselquist

A epidemia africana do HIV – causado por sexo – ou agulhas sujas? Gus Cairns explora uma controvérsia recentemente reaberta.

Como o HIV veio a afligir a África muito mais que outras partes do mundo? Esta feroz disseminação do vírus é ao menos parcialmente devida a práticas médicas não seguras, tais como uso de agulhas não esterilizadas para injeções, muito mais que pelo sexo?

A controvérsia tem sido agora reaberta pela publicação de três trabalhos no Jornal Internacional de Doenças Venéreas e AIDS. Os três autores principais, dois deles médicos especialistas em Doenças Sexualmente Transmissíveis, David Gisselquist e John Potterat, e o psicólogo médico Stuart Brody tem no passado questionado a importância do intercurso vaginal na disseminação do HIV nos EUA. O que é novo nos trabalhos mais recentes, são as extraordinárias estatísticas que eles estimam para a proporção da disseminação do HIV por práticas médicas não seguras na África – algo como 45 a 60% dos casos.

Eles não estão dizendo que o HIV nunca se dissemine por meio do sexo vaginal; claramente ele se dissemina. “Mas, diz David Gisselquist quando eu o entevistei em Londres, “não rápido o bastante para manter uma epidemia.”

Se a razão adicional para este crescimento explosivo do HIV forem as agulhas não esterilizadas, então a África ainda está parcialmente nas garras de uma epidemia causada pelas agulhas, com a Rússia, mas muito maior – e um dos mais trágicos acidentes da história médica.

Como o HIV tem se disseminado tão rapidamente?

David Gisselquist diz: “Quando você está olhando para o HIV dobrando a cada ano, como ele tem feito em alguns países africanos, você tem uma coisa difícil para explicar se você pensar que isto seja devido ao sexo vaginal. Isto é adicionalmente um problema em países como o Zimbabue onde as taxas das doenças sxexualmente transmissíveis estavam realmente caindo enquanto as taxas de HIV subiam. E isto não pode simplesmente ser devido a um efeito de “intervalo de tempo” – as pessoas são encontradas com doenças venéreas na semana passada, mas elas pegaram o HIV nos dois anos passados antes da testagem – por causa desta taxa de atrito na África devido a AIDS ser tão alta que você precise da transmissão em andamento para manter a alta prevalência.

“Os poucos estudos africanos que tem sido feitos mostram que as taxas de infecção heterossexual entre pares não são maiores do que no Ocidente. E quando olhamos mais estreitamente estes estudos e medimos os fatores de risco para pessoas que se tornam positivas dentro de um ano específico, foi somente 15% mais arriscado do que ter múltiplos parceiros sexuais ao invés de um. Quando você faz a mesma pergunta sobre ter injeções, a media de risco adicional vai a 28%. Assim, tomar uma injeção é duas vezes mais arriscado que ter vários parceiros”

Uma “cultura de injeção” certamente prevalece na África – as pessoas as recebem em vez de pílulas. Mas o trabalho de Gisselquist tem uma falha óbvia. Ele é baseado inteiramente na análise dos estudos de prevalência do HIV ou novos diagnósticos na África pré 1988. Ele explica que isto é porque o que ele estava tentando fazer era olhar as assunções feitas quando a OMS primeiro divulgou suas estimativas da causa do HIV na África ao redor deste tempo.

Em particular ele cita um trabalho do fundador da UNAIDS Jonathan Mann entre outros, o qual em 1988 estimou que 80% do HIV africano era devido ao sexo heterossexual, 11% devido a transmissão materna e 6% a transfusões sanguíneas e não mais de 2% a sexo entre homens e agulhas não esterilizadas.

Os relatórios dos estudos de Gisselquist certamente mostram que tomar injeções foi um dos maiores previsores de ter HIV por 1988, de centros variando da Tanzania ao Zaire. Mas assim eram as visitas a prostitutas ou ter tido doença venérea.

Ele também fez uma assunção questionável. Se o HIV é maior nas áreas urbanas – e é – isto pode ser porque as pessoas estão tendo mais cuidado médico e portanto recebendo mais injeções, ele diz. Mas igualmente, as áreas urbanas também estão recebendo melhores padrões de segurança médica – um fator que ele descarta.

De qualquer modo, pode ser positivo que as pessoas tenham tido mais injeções porque estivesem doentes com sintomas relacionados ao HIV?

“Mas as pessoas podem estar indo para uma clínica, recebendo antibióticos para tratamento de doenças venéreas e contraindo o HIV da agulha”, diz Gisselquist.

Também como uma negativa a homofobia, pode também ser que o sexo anal esteja acontecendo. Isto não é de todo desconhecido em algumas sociedades para preservar a virgindade.

Gisselquist replica que Brody e Potterat estavam se dirigindo a esta mesma questão em seu próximo trabalho, a ser publicado em junho.

Gisselquist tem umas poucas outras respostas para as pessoas que pensam que seus dados de 1988 podem não ser um guia para o que está acontecendo hoje. Ele cita a pesquisa do ano passado do Conselho de Pesquisa de Ciências Humanas (HSRC) da África do Sul. Este, patrocinado pela fundação Nelson Mandela, foi a primeira tentativa de um pesquisa a nível nacional da prevalência do HIV, em todas as idades. Este trabalho encontrou perturbadoras taxas altas de HIV não somente onde elas eram esperadas mas também onde não eram. Na população branca, por exemplo [6%] e nas crianças de idade entre 2 a 14 anos [5.6%]. Nas crianças brancas, onde a prevalência do HIV obteve surpreendentes 11.3%. Estatisticamente insignificante embora: 16 crianças brancas positivas em um total de 8.500 pessoas pesquisadas.

Mas Gisselquist ainda diz que os 5.6% de crianças HIV+ não podem possivelmente todas resultarem de transmissão de 12.8% das mulheres HIV+. “Se você faz as somas, 75% do HIV das crianças sul africanas não é explicado.” E sim, ele tem pensado em abuso sexual infantil: “Conquanto o estupro infantil seja um terrível problema criminal na África do Sul, somente 1% das crianças onde isto tinha acontecido em Cape Town se tornaram HIV+.”

Ele também cita os estudos dos adolescentes. “Em Carltonville, África do Sul, meninas entre 17 e 19 anos que só tiveram em média 1.2 parceiros sexuais, eram 20% HIV+.

Ele termina com uma comparação com os EUA. “Há 400.000 pessoas HIV+ nos EUA. A maioria o contraiu por meio do sexo anal ou injeção de drogas. Somente 10.000 o contrairam por meio do sexo vaginal”

“Admito que estamos propondo uma especulação. Mas as primeiras estimativas também eram especulações – que nunca tem sido provadas.”

Catherine Hankins

‘Eles não tem pensado sobre o impacto’

Nada disto discorda da agenda de Catherine Hankins, a Médica Chefe da UNAIDS. “Todos concordamos que a segurança médica deve estar na agenda,” ela diz.

“Mas penso que estes indivíduos estejam completamente inconscientes de qual pode ser o impacto deles na África. Uma mulher está fazendo o melhor possivel para conseguir que seu homem use preservativos e tome vacinas e receba cuidados médicos para suas crianças. Como ela irá reagir se lhe é dito que os preservativos não são necessários e ficar apavorada de levar seus filhos aos médicos?

Em qualquer caso, ela diz, os argumentos de Gisselquist não se mantém.

“Estimamos que 25% das injeções na África não são seguras. Mas na Ásia 50% não são seguras. Há um cultura muito maior de tomar injeções de vitaminas no mercado local lá. Porque a Ásia não teve a epidemia primeiro?”

As diferenças entre os dois continentes, diz Hankins, podem residir no fato de que a Ásia tem taxas menores de doenças venéreas do que a Àfrica . E ela cita estudos recentes que mostram que de fato não são as clásicas doenças venéreas que tornam as pessoas muito mais infeciosas e infectáveis pelo HIV. São aquelas doenças venéreas assintomáticas e ocultas: HPV e em particular o herpes assintomático.

A outra coisa que você esperaria se a maioria do HIV na África fosse causado por agulhas seria montes de casos de Hepatite C. Hankins insiste: “Em todos os lugares onde os usuários de drogas tem altas taxas de HIV, eles também tem altas taxas de hepatite C. Mas na África do Sul as taxas são respectivamente 20% e 0.1%.

“Há também evidência de acidente médico com agulhas. Nos casos onde o pessoal médico acidentalmente é picado com agulhas contaminadas pelo HIV, a taxa de infecção foi de 0.33% – um em 300.”

O estudo HSRC sul-africano ela vê como furado. “Eles usaram teste oral de saliva para o HIV. E não houve checagem para contaminação cruzada, para ver se membros da casa não estavam trocando as tiras das amostras.”

Mas até mesmo com as doenças venéreas, como você responde pela diferença extraordinária na prevalência heterossexual?

Como Hankins supõe, em algumas culturas o que você faz com seus parceiros sexuais como correr do tempo é diferente. No ocidente nós tendemos a ser monógamos. Na África, se você tem sexo com alguém a algum ponto, a porta não é considerada fechada para tomar novamente o relacionamento.

“Tome por exemplo o homem da classe média de negócios africano. Ele tem tido cinco mulheres – nada excessivo. Mas o padrão que encontramos é que ele tem uma esposa. Ele também tem um caso com uma colega de escritório. Eles também tem o que os franceses chamam de ‘deuxième bureau’ – uma amante com a qual pode ter filhos. E uma vez por ano ele retorna a sua vila natal e tem sexo com sua namorada. Então ele contrai o HIV de uma garota de um bar em uma viagem de negócios.

“Dentro de um ano ele tem infectado outras quatro mulheres. Agora, se você tivesse tido cinco parceiros sexuais e contraisse HIV do quinto, como uma mulher ocidental é improvavel de voltar aos outros quatro e infecta-los!”

Hankins também se refere aos estudos de prostitutas em Nairobi que tem mostrado tempo novamente que se os clientes contraem uma doença venérea de uma prostituta com HIV+ eles tem duas vezes mais chance de contrair o HIV do que se nao tivessem contraido a doença venérea.

“E por último, há o fatos da má nutrição, o baixo status imunológico causado por doenças pré existentes como a tuberculose e a malária”. ela acrescenta. E a resposta dele final é:

“Sim, não é ético que 30% das injeções no mundo não sejam esterilizadas. Mas isto toma maturidade para entender como apresentar os argumentos de prevenção às pessoas que precisam ouvi-los.”

Ataque Aéreo ao Irã?

Os Planos de Bush de um Ataque Aéreo ao Irã em Agosto

28 de maio de 2008

de Muhammad Cohen

NEW YORK – O governo de George W Bush planeja lançar um ataque aéreo contra o Irã dentro dos próximos dois meses, uma fonte informada falou a “Asia Times Online”, ecoando outros relatos que tem aparecido na media recentemente nos EUA.

Dois senadores americanos chave instruiram sobre o ataque planejando ir a público com sua oposição ao movimento, segundo a fonte, mas a peça projetada para aparecer no New York Times ainda não apareceu.

A fonte, um diplomata americano de carreira aposentado e antigo secretário assistente de Estado ainda ativo na comunidade dos assuntos externos, falando sob condições de anonimato, disse na semana passada que os EUA planejam um ataque aéreo contra os Corpos de Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC). O ataque aéreo alvejaria os quartéis generais das forças de elite Quds do IRGC. Com uma força estimada de 90.000 combatentes, a missão declarada dos Quds é disseminar a revolução iraniana de 1979 pela região.

Os alvos podem incluir as guarnições IRGC no sul e sudoeste do Irã, perto da fronteira com o Iraque. Oficiais americanos tem repetidamente afirmado que o Irã está ajudando os insurgentes iraquianos. Em janeiro de 2007, forças americanas assaltaram o consulado geral iraniano em Erbil, Iraque, prendendo cinco membros da equipe, inclusive dois diplomatas iranianos e os detiveram até novembro. Em setembro passado, o senado americano aprovou uma resolução pela votação de 76 a 22 exigindo que o Presidente George W Bush declare a IRGC uma organização terrorista. Seguindo esta resolução, que não pode seguir para lei, a Casa Branca declarou sanções contra as Forças Quds como um grupo terrorista em outubro. O governo Bush também tem acusado o Irã de buscar um programa de armas nucleares, embora a maioria dos
analistas de inteligência dizem que o programa tem sido abandonado.

Os senadores e o governo Bush negaram que a resolução e a declaração terrorista eram prelúdios para um ataque ao Irã. Contudo, atacar o Irã raramente parece muito distante da mente dos líderes americanos. O senador do Arizona e presumido candidato presidencial republicano John McCain remodela o clássico tom dos Beach Boys, Barbara Ann como “Bombardeie o Irã”.

Os EUA e o Irã tem uma longa história problemática, até mesmo sem o prometido ataque aéreo. As inteligências americana e britânica estavam por trás daderrubada do Primeiro Ministro Mohammed Mossadeq, que nacionalizou a companhia de petróleo anglo-iraniana, e devolução ao poder ao Xá Mohammad Reza Pahlavi em 1953. Presidente Jimmy Carter pressionou o Xá para melhorar seu pálido registro de direitos humanos e afrouxar o controle político que ajudou a revolução islâmica em 1979 a derrubar o Xá.

Mas o novo governo do Ayatollah Ruhollah Khomeini condenou os EUA como ‘O Grande Satã” por suas décadas de apoio ao Xá e sua relutante admissão nos EUA do monarca derrubado para tratamento do câncer. Os estudantes ocuparam a embaixada americana em Teerã, fazendo 52 diplomatas reféns por 444 dias. Oito comandos americanos morreram em uma fracassada missão de resgate em 1980. Os EUA romperam relações diplomáticas com o Irã durante a manutenção dos reféns e ainda não as restauraram. A retórica do Presidente Mahmud Ahmadinejad frequentemente soa como elevada da era de Khomeini.

A fonte disse que os EUA vêem o proposto ataque aéreo como uma ação limitada para punir o Irã por seu envolvimento no Iraque. A fonte, um embaixador durante a administração do presidente H W Bush, não forneceu detalhes sobre o tipo de armas a serem usadas no ataque, nem o estágio preciso do planejamento por agora. Não é sabido se a Casa Branca já tem consultado os aliados sobre o ataque aéreo, ou se planeja fazer isto.

Os detalhes fornecidos pela administração levantaram sinos de alarme em Capitol Hill, disse a fonte. Depois de receber as instruções secretas sobre o planejado ataque aéreo, a Senadora Diane Feinstein, Democrata da Califórnia, e o Senador Richard Lugar, Republicano de Indiana, disseram que escreveriam uma carta aberta ao New York Times “dentro de dias”, disse a fonte na semana passada, para expressar a oposição deles. Feinstein é um membro do Comitê de Inteligência do Senado e Lugar tem o escalão republicano no Comitê de Relações Exteriores.

Os escritórios do Senado estiveram fechados no feriado do Memorial Day, assim Feinstein e Lugar não estavam disponíveis para comentar.

Dado a obrigação deles de manter o sigilo da informação classificada, é improvável que os senadores revelassem o plano do governo Bush ou seu conhecimento dele. Contudo, ir a público sobre a matéria, até mesmo sem especificações, provavelmente criaria um criticismo público que poderia induzir a administração Bush a reconsiderar o plano.

O proposto ataque aéreo ao Irã teria enormes implicações para a geopolítica e para a campanha presidencial em andamento. A maior pergunta, com certeza, é como o Irã responderia?

O Irã pode flexionar seus músculos de várias maneiras. Ele pode ir adiante para apoiar os insurgentes iraquianos e seus aliados pelo Oriente Médio. O Irã ajuda o Hezbollah no Líbano e o Hamas nos Territórios Ocupados de Israel. Ele também é altamente suspeito de ajudar os rebeldes Talibã no Afeganistão.

Irã pode escolher um confronto direto com os EUA no Iraque e/ou Afeganistão, com quem o Irã tem uma longa e porosa fronteira. O Irã tem uma força combatente de mais de 500.000. O Irã é também acreditado ter misseis capazes de alcançar aliados dos EUA na região do Golfo.

Irã pode também declarar um embargo completo ou seletivo de petróleo aos aliados americanos. O Irã é o segundo maior exportador na Organização dos Países Exportadores de Petróleo e o quarto maior completo. Aproximadamente 70% de sua produção vai para a Ásia. Os EUA barraram as importações de petróleo do Irã e restringe que companhias americanas invistam lá.

A China é o maior consumidor do petróleo iraniano e o Irã compra armas da China. O comércio entre os dois países no ano pasado atingiu 20 bilhões de dólares e continua a se expandir. A reação da China a um ataque ao Irã é também problematicamente desconhecida para os EUA.

O mundo islâmico pode reagir fortemente contra um ataque americano contra uma terceira nação islâmica. O Paquistão, que também partilha fronteira com o Irã, pode enfrentar uma pressão adicional das partes islâmicas para terminar sua cooperação com os EUA e o combate a al-Qaeda we a caçada a Osama bin Laden. A Turquia, um outro aliado chave, pode ser empurrada posteriormente de sua base secular. As companhias americanas, instalações diplomáticas e outros interesses dos EUA podem sofrer retaliação de governos ou revoltas na maioria dos Estados islâmicos da Indonésia ao Marrocos.

Um ataque aéreo americano ao Irã teria um impacto sismico sobre a corrida presidencial doméstica, mas é difícil determinar onde as peças cairiam.

Em um primeiro olhar, um ataque militar contra o Irã parece favorecer McCain. O senador do Arizona diz que os EUA estão fechados na batalha pelo mundo com os radicais extremistas islâmicos, e ele acredita que o Irã seja um dos maiores instigadores e apoiadores da maré extremista. Um ataque ao Irã pode levar os eleitores americanos de volta ao esforço de guerra e a votarem em McCain.

Por outro lado, um ataque aéreo ao Irã pode elevar o desencantamento público com a política da administração Bush no Oriente Médio, levando a apoiar o candidato democrático.

Mas um ataque aéreo provocará reações muito além da contagem de votos americanos. O que explicaria porque os dois senadores veteranos, um republicano e o outro democrata, relatadamente ficaram tão aterrorizados com esta perspectiva.