Protestos quanto a 11 de setembro

Oficiais Militares Americanos Desafiam a Narrativa Oficial de 11 de setembro

quinta feira, 22 de maio de 2008 10:15 Pakistan Daily

Vinte e cinco antigos oficiais militares americanos tem severamente criticado a narrativa oficial de 11 de setembro e pedem uma nova investigação. Eles incluem o antigo Comandante da Inteligência do Exército dos EUA , Major General Albert Stubblebine, o ex Sub Secretário assistente de Defesa, Cel. Ronald D. Ray, dois antigos membros do Staff do Diretor da Agência de Segurança Nacional [NSA] Ten. Cel. Karen Kwiatkowski, PhD e Major John M. Newman, PhD, e muitos outros. Eles estão entre os números rapidamente crescentes de veteranos de serviço militar e de inteligência, cientistas, engenheiros e arquitetos que desafiam a história do governo. As declarações dos oficiais aparecem abaixo, listadas alfabeticamente.

Ten. Cel. Robert Bowman, PhD “Muitas entre estas peças de informação, reunidas, provam que toda a história oficial, a teoria oficial da conspiração de 11 de setembro, é um monte de asneiras. É impossível”, disse o Ten. Cel. Robert Bowman, PhD, da Força Aérea dos EUA [retirado]. Com graus de doutorado em Aeronáutica e Engenharia Nuclear, o Cel. Bowman serviu como Diretor de Desenvolvimento de Avançados Programas Espaciais sob os Presidentes Gerald Ford e Jimmy Carter.

“Há um segundo grupo de fatos que tem a ver com o acobertamento, continuou o Cel Bowman. “Reunir estas coisas prova que altos níveis de nosso governo não queriam que soubéssemos o que aconteceu e quem era responsável. Quem lucrou com o 11 de setembro? Quem encobriu informação crucial sobre o 11 de setembro? E quem colocou histórias patentemente falsas sobre 11 de setembro em primeiro lugar? Quando você reune estas três coisas, penso que o caso esta muito claro e que haja indivíduos altamente colocados na administração cujas estradas passam por Dick Cheney.”

A respeito do fracasso do NORAD em interceptar os quatro aviões sequestrados em 11 de setembro, o Cel. Bowman disse, “Sou um velho piloto interceptador. Conheço a prática. Tenho feito isto. Sei o quando demora. Conheço as regras”. Os críticos da história do governo em 11 de setembro tem dito: “Bem, eles sabiam sobre isto tudo, e eles nada fizeram”. Isto não é verdade. Se nosso governo nada tivesse feito naquele dia e deixasse serem seguidos os procedimentos normais, aqueles aviões, seja onde for que estivessem, teriam sido interceptados, e as Torres Gêmeas estariam de pé e milhares de vidas americanas ainda estariam vivas.”

Durante sua carreira de 22 anos na Força Aérea, o Cel. Bowman também serviu como Chefe do Departamento de Engenharia Aeronáutica e Deão Assistente do Instituto de Tecnologia da Força Aérea dos EUA. Ele também voou mais de cem missões de combate no Vietnã como piloto de caças.

o Ten. Jeff Dahlstrom Ex piloto da Força Aérea dos EUA, Ten. Jeff Dahlstrom escreveu em uma declaração de 2007 para este autor, “Quando aconteceu em 11 de setembro, aceitei toda a história do governo e da media americana. Fui um conservador Republicano de longo tempo que votou duas vezes em Bush/Cheney. A curiosidade sobre a morte de JFK, depois da reapresentação do filme de Oliver Stone, na madrugada na televisão, levou-me a começar a pesquisar e ir a fundo em busca da verdade sobre os assassinos deles.”

“Minha pesquisa me levou a uma questão muito mais importante e atualmente adequada: o mistério do que realmente aconteceu em 11 de setembro. Cada coisa que parecia real, mostrou ser falsa. O governo dos EUA e a media de notícias, mais uma vez, estavam mentido ao mundo sobre os reais terroristas e o assassinato público de 2.972 inocentes em 11 de setembro. O “Ato Patriota” realmente foi escrito antes de 11 de setembro com a intenção de destruir a Constituição e a Carta de Direitos. Foi aprovado pelo Congresso, baseado no mito do governo de 11 de setembro, do que foi na realidade uma farsa programada. 11 de setembro foi escrito e executado por “elementos hostis” entre militares, FAA, inteligência e contratados particulares trabalhando para o governo dos EUA”.

“Além de diminuir severamente os direitos fundamentais dos americanos, o crime de 11 de setembro foi então usado por esta administração, a única em que originalmente votei e apoiei, para mover duas guerras preventivas [e mais provavelmente uma terceira guerra], matando mais de 4.500 soldados americanos, e matando mais de um milhão de pessoas inocentes afegãs e iraquianas.”

“Tudo isto foi premeditado. A traição, a falsa bandeira de operação militar, a traição da verdade ao povo americano, foram cometidos em seus mais altos níveis do governo americano e nem uma só pessoa responsável pelos crimes, pelo acobertamento, tem sido mantida responsabilizada pelos últimos seis anos”.

“Depois de ler quinze livros bem pesquisados, estudar oito ou nove documentários em DVD, tenho chegado a uma última conclusão: o governo americano e a Constituição Americana tem sido sequestrados e subvertidos por um grupo de criminosos que hoje são os terroristas reais. Eles estão no controle do governo dos EUA e eles todos tem violado seus juramentos de ofício e cometeram traição contra seus próprios cidadãos”

O Capitão Daniel Davis Capitão Daniel Davis é um ex Oficial de Defesa Aérea do Exército dos EUA e Diretor de Tatica do NORAD. Depois de seu serviço militar, o capitão Davis serviu durante quinze anos como Gerente Senior na Divisão de Motor em Turbina da General Electric e então devotou adicionais 15 anos como fundador e CEO de Turbine Technology Services Corp., uma companhia de serviços e manutenção de motores a jato.

Em uma decaração a este autor, o Capitão Davis escreveu, “Como um antigo especialista engenheiro em turbinas da General Electric e gerente e então CEO de uma companhia de engenharia de turbinas, posso garantir que nenhum motor de alta tecnologia, de liga de metal de alta temperatura ou qualquer um dos quatro aviões que atingiram 11 de setembro seriam completamente destruidos, queimados, fragmentados ou derretidos em qualquer queda ou incêndio. Arruinado sim, mas não destruidos. Onde estão todos estes motores, particularmente no Pentágono? Se aeronaves a jato colidiram em 11 de setembro, estes motores, mais as asas e a cauda estariam la”.

Condecorado com a Estrela de Bronze e a Medalha do Soldado por bravura sob o fogo e o Coração Púrpura por ferimentos no Vietnã, o capitão Davis também serviu no Comando de Defesa Aérea do Exército como Oficial de Controle da Bateria de Misseis Nike da Área de Defesa de Chicago-Milwaukee.

O capitão Davis continuou, “Adicionalmente, na minha experiência como um oficial do NORAD como um Diretor Tático da Defesa Aérea de Chicago-Milwaukee e atualmente como um piloto particular, não há meio onde uma aeronave com planos de instrumento de vôo [todos os vôos comerciais são IFR] não seriam interceptados quando se desviassem de seus planos de vôo, desligassem seus transmissores, ou parassem as comunicações com o Controle de Tráfico Aéreo. Não há meio! Com muito má sorte, talvez um pudesse escorregar, mas não há meios de que todos os quatro pudessem faze-lo!”

“Finalmente, ir acima da montanha e da rodovia e chocar-se com o Pentágono exatamente na interface solo-parede é difícil até mesmo para um vagaroso pequeno avião e não há meio de isto acontecer com um 757. Talvez o melhor piloto do mundo pudesse realizar, mas não estes terroristas despreparados. As tentativas de obscurecer os fatos ao chama-los de “teoria da conspiração” não mudam a verdade. Parece que “algo está podre no Estado”. ”

Major Jon I. Fox é um antigo piloto de caças do Marine Corps dps EUA e um aposentado piloto comercial da Continental Airlines com 35 anos de carreira na avião comercial. Em 2007, em apoio da petição dos Engenheiros e Arquitetos para reinvestigar os fatos de 11 de setembro, ele escreve, ” Ao ouvir as escusas militares (NORAD/NEAD) para a não interceptação em 11 de setembro de 2001, sabia por experiência pessoal que eles estavam mentindo. Então comecei a reexaminar outras evidências e descobri que a maioria eram mentiras de “portavozes oficiais”. Os incêndios dos combustíveis a jato a pressão atmosférica não obtém aquecimento suficiente para enfraquecer o aço. As estruturas não se desabam em tempo de queda livre com somente a força da gravidade em movimento”.

O Comandante Ralph Kolstad “Piloto ‘top gun’ da marinha dos EUA já aposentado, o Comandante Ralph Kolstad começou questionando a narrativa oficial de 11 de setembro dentro dos dias iniciais do evento. Em uma declaração a este autor ele escreveu, ” Isto não faz sentido para mim”, ele disse. E agora seis anos depois de 11 de setembro, ele diz, “Quando alguém começa a usar sua própria mente, e não o que lhe é dito, há muito pouco para acreditar na história oficial”.

O Comandante Kolstad foi um piloto de caças altamente especializado durante seus 20 anos de carreira na Marinha. No ínicio de sua carreira, ele recebeu a honra de ser selecionado para participar da escola de combate aéreo ‘Top Gun’ da Marinha, oficialmente conhecida como Escola de Armas de Combate da Marinha dos EUA. O filme de Tom Cruise, “Top Gun”, reflete a experiência dos jovens pilotos da Marinha nesta escola. Onze anos depois, o Comandante Kolstad foi posteriormente honrado de ser selecionado para se tornar um instrutor adversário de ‘Top Gun’. O Comandante Kolstad teve uma segunda carreira depois de seus vinte anos de serviço ativo e na reserva na Marinha; ele serviu como piloto comercial de linha aérea por 27 anos, voando para a American Airlines e outros vôos domésticos e internacionais. Ele voou aeronaves Boeing 727, 757 e 767, McDonnell Douglas MD-80, e Fokker F-100. Ele tem voado um total de 23.000 horas em sua carreira.

O Comandante Kolstad é especialmente crítico da narrativa do vôo 77 da American Airlines que alegadamente se chocou ao Pentágono. Ele diz, “No Pentágono, o piloto de um Boeing 757 bem faria uma façanha de vôo. Tenho 6.000 horas de tempo de vôo em Boeings 757 e 767 e não poderia ter voado isto do modo como foi descrito”.

O Comandante Kolstad acrescenta, “Fui também um piloto de caça da Marinha e Instrutor de Combate Aéreo e tenho experiência de voar a baixa altitude em aeronaves de alta velocidade. E eu não poderia ter feito aquilo que aqueles iniciantes fizeram. Alguma coisa fede até aos altos céus!”

Ele ressalta a evidência física no sítio do impacto no Pentagono e pergunta em exasperação, “Onde está o dano a parede do Pentágono causado pelas asas? Onde estão os grandes pedaços que sempre se partem em um acidente? Onde está toda a bagagem? Onde estão as milhas e milhas de fios, cabos e linhas que fazem parte e parcela de uma grande aeronave? Onda está a seção da cauda que se teria quebrado em grandes pedaços?” Onde está o aço da parte de aterissagem? Onde estão as partes de aço do motor?”

Mas nenhum maior elemento da história oficial de 11 de setembro é poupado da crítica do Comandante Kolstad. A respeito do alegado local do impacto do vôo 93 da United Airlines perto de Shanksville, PA, ele pergunta, “Onde está qualquer resto da aeronave? De todas as fotografias que tenho visto há apenas um buraco! Onde está qualquer pedaço da aeronave atingida? Porque a área foi isolada e não foi permitida qualquer inspeção do pessoal normalmente responsável pelos acidentes? Onde afinal está qualquer evidência?”

O Comandante Kolstad também questiona muitos aspectos do ataque ao World Trade Center. “Como pode uma construção de concreto e aço desabar depois de ser atingida por um Boeing 767? Os engenheiros que projetaram isto não o fizeram para que resistisse a um ataque direto por um Boeing 707, aproximadamente do mesmo tamanho e peso de um 767? A evidência apenas não acrescenta isto.”

“Porque o segundo edifício desabou antes do primeiro, que tinha estado queimando por 20 minutos depois do acerto direto, especialmente quando o segundo ataque foi apenas uma rápida explosão? Se o incêndio fosse tão quente, então porque existiam pessoas olhando pelas janelas e nas áreas destruídas? Porque teriam tantos membros do departamento de incêndio de New York relatado verem ou ouvirem muitas explosões antes que os edifícios desabassem? ”

O Comandante Kolstad resumiu sua frustração com a investigação e a descrença na narrativa oficial de 11 de setembro. “Se alguém fosse agir como um investigador do acidente, procuraria evidência, e então construiria um cenário plausível do que levou ao acidente. Neste caso, nos é contada uma história e então é construida evidência que apoie esta história. O que aconteeu com qualquer investigação inteligente? Cada pergura leva a uma nova pergunta que não tem sido respondida por qualquer autoridade. Isto está acontecendo e é por isto que não acredito na história oficial e porque quero que a verdade seja dita.”

A Ten. Cel. Karen Kwiatkowski Uma testemunha ocular do Pentágono e um ex membro da equipe do Diretor da Agência de Segurança Nacional [NSA], a Ten. Cel. Karen Kwiatkowski, PhD, da Força Aérea dos EUA (aposentada), é uma crítica severa da narrativa oficial de 11 de setembro. Uma autora contribuinte do livro lançado em 2006, “9/11 and American Empire: Intellectuals Speak Out”, ela escreveu, “Acredito que a Comissão para 11 de Setembro falhou em examinar profundamente o tópico a mão, falhou em aplicar rigor científico para sua avaliação dos eventos que levaram e incluiram 11 de setembro, falhou em produzir um sumário crível e imparcial do que aconteceu, falhou em seu dever de incluir um conjunto de perguntas não respondidas para pesquisa futura”.

Ela continuou, “É como uma cientista que tenho a maior parte dos problemas com a teoria da conspiração oficial do governo, principalmente porque isto não satisfaz as regras da probabilidade ou da física. Os desabamentos dos edifícios do World Trade Center claramente violam as leis da probabilidade e da física”.

A Cel. Kwiatkowski estava trabalhando no Pentágono em 11 de setembro como oficial de Assuntos Político-Militares no Escritório do Secretário de Defesa quando o vôo 77 alegadamente atingiu o Pentágono. Ela escreveu, “Houve uma carência de destroços visíveis na grama relativamente sem marcas, onde fiquei apenas minutos depois do impacto. Além da estranha ausência de destroços da aeonave, não havia sinal de qualquer tipo de dano na estrutura do Pentágono que seria de se esperar do impacto de uma grande aeronave. Esta falta de evidência visível pode ter sido aparente ao Secretário de Defesa [Donald Rumsfeld], que em uma desafortunada escoregadela de língua se referiu a aeronave que atingiu o Pentágono como um “missel” [O Secretário de Rumsfeld também publicamente se referiu ao vôo 93 como o avião que foi abatido sobre a Pennsylvania.]

“Nada vi de significativo no ponto de impacto – nenhum metal do avião ou destroços de carga estava explodido na grama em frente da construção danificada enquanto a fumaça saia de dentro do Pentágono … Todos nós olhando o Pentágono naquela manhã estavamos de fato procurando pelos destroços, mas o que esperávamos ver não estava evidente”.

“O mesmo é verdade a respeito do tipo de dano que esperávamos… Mas não vimos este tipo de dano. Muito mais, a fachada tinha um pequeno buraco, não maior que seis metros de diâmetro. Embora esta fachada mais tarde tenha desabado, ela permaneceu de pé por 30 ou 40 minutos, com a linha do teto permanecendo relativamente reta. A cena, em resumo, não era a que eu teria esperado de um ataque de uma grande aeronave. Foi, contudo, exatamente a que seria esperada se um míssel tivesse atingido o Pentágono… Mais informação certamente é necessária a respeito dos eventos de 11 de setembro e os eventos que levaram aquele dia terrível”

A improbabilidade do desabamento do Edifício 7 do World Trade Center é uma maior preocupação destes oficiais e um número crescente de engenheiros e arquitetos. O prédio tinha 47 andares e teria sido o mais alto em 33 Estados. Embora ele não tenha sido atingido por um avião, ele desabou completamente em uma pilha de destroços em menos de sete segundos às 5:20 p.m. de 11 de setembro. Nos seis anos desde 11 de setembro, o governo federal tem falhado em explicar, absolutamente sem mencionar o desabamento do Edifício 7 na comissão de 11 de setembro “uma narrativa plena e completa das circunstâncias que rodeiam os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.” ”

O Ten. Cel. Shelton Lankford Ten. Cel Shelton Lankford, do Marine Corps dos EUA (ret), um piloto de ataque de mais de 300 missões de combate, escreveu em 2007 para o Michigan Daily, “Nosso governo tem sido “sequestrado” por meios de um “novo Pearl Harbor” e um monte de outras boas pessoas decentes que são crédulas o bastante para pensar que os primeiros três edifícios de estrutura de aço tenham desabado por causa de alguns incêndios que os bombeiros na cena disseram que podiam ser extintos com um par de mangueiras, como também as pessoas que andaram antes de onde eles fotografaram olhando os buracos que os aviões criaram. Um deles, o Edifício 7, nunca foi atingido por um avião e até mesmo NIST está envergonhado de apresentar uma razão para o seu desabamento. E, milagre dos milagres, estre três edifícios apenas aconteceram de estarem arrendados e asegurados pelo mesmo indivíduo que está na gravação, dizendo que eles decidiram fazer o edificio 7 cair.”

Durante os 20 anos de sua carreira militar, as condecorações do Cel. Lankford incluem a Cruz de Vôo de Distinção e 32 Medalhas Aéreas.

Em uma declaração a este autor, Cel. Lankford escreveu, “11 de setembro de 2001 parece destinado a ser o evento divisor de águas de nossas vidas e o maior teste para a democracia em nosso período de vida. A evidência da cumplicidade do governo na liderança destes eventos, o fracasso em responder durante o evento, e a surpreendente falta de qualquer investigação significativa depois, bem como ignorar a evidência apresentada por outros que torna a explicaçao oficial impossível, podem sinalizar o fim de um experimento americano. Isto tem sido usado para justificar todas as maneiras de legalizar a repressão doméstica e como um pretexto para se comportar como um império agressivo no exterior. Até que exijamos uma investigação cuidadosa, independente e honesta e a responsabilidade daqueles cuja ação e inação levaram a estes eventos e ao acobertamento, a nossa República e a nossa Constituição permanecem em grave perigo.”

O Ten. Cel Jeff Latas Um outro duro crítico da narrativa oficial de 11 de setembro é o Cel Jeff Latas, da Força Aérea dos EUA (ret). Um piloto de caça ex combatente, o Cel. Latas está atualmente como piloto de aeronave comercial.

O Cel. Latas é um membro de “Pilotos para a Verdade sobre 11 de setembro”. Em 207 ele foi entrevistado por um fundador do grupo, o piloto de aeronave comercial, Rob Balsamo, a respeito do video documentário do grupo, “A Caixa Preta de Pandora”, capítulo 2, o vôo de American 77, que focaliza o relato da Comissão sobre 11 de setembro sobre o impacto do vôo 77 no Pentágono e as discrepâncias dos dados do Registro de Dados do Vôo alegado pelo NTSB como sendo do vôo 77.

Em uma entrevista, o Cel. Latas disse, “Depois que fiz minha própria análise sobre isto, é óbvio que há discrepâncias entre as duas histórias; entre a Comissão de 11 de Setembro e a informação dos dados do registro de vôo. E penso que onde realmente precisamos concentrar muito da nossa atenção para obter a ajuda que precisamos para colocar pressão nas agências do governo para realmente fazerem uma investigação real de 11 de setembro. E não apenas de um ponto de vista de segurança, mas até mesmo do ponto de vista da aviação, como qualquer investigação de acidente realmente ajudaria os aviadores a encontrar as razões para as coisas que acontecem”.

Um piloto de caça altamente condecorado, o Cel. Latas recebeu a Cruz de Vôo Distinguido, quatro Medalhas Aéreas, quatro Medalhas de Serviço Meritórios e nove Medalhas de Obtenções Aéreas. Sua experiência de combate inclui “Tempestade no Deserto” e quatro viagens a serviço em “Northern and Southern Watch”. Durante sua carreira de 20 anos na Força Aérea dos EUA, ele também serviu como Oficial de Requisição de Armas do Pentágono, como membro da Revisão Quadrianual de Defesa do Pentágono, Mesa de Investigação de Acidentes da Força Aérea da Força Aérea.

O Cel. Latas concluiu, “E penso que nós americanos precisamos exigir uma investigação posterior apenas para esclarecer as discrepâncias que vocês “Pitotos pela Verdade de 11 de setembro”, encontraram. Penso que precisamos estar obtendo o telefone de nossos congressistas e fazermos com que eles sibam que não aceitamos as desculpas que estamos ouvindo agora, que queremos verdadeiros investigadores fazendo uma verdadeira investigação’.

Capitão Eric H. May

Comandante Ted Muga

O Capitão Eric H. May, do Exército dos EUA (ret), é um antigo oficial da inteligência do exército que também serviu como um inspetor e intérprete para a equipe do Tratado Intermediário das Forças Nucleares. Ele é um dos muitos signatários de uma petição requesitando uma reinvestigação de 11 de setembro. Em 2005, ele escreveu: ” Como um antigo oficial do exército, minha tendência imediatamente depois de 11 de setembro foi apoiar as cores e defender o país contra o que pensei fosse uma entidade insidiosa, maliciosa e toda árabe chamada Al-Qaida. De fato, em abril de 2002, tentei reativar minha então retirada comissão para voltar a servir meu país em seu tempo de perigo… Agora vejo o evento de 11 de setembro como o Professor David Griffin, autor de “The New Pearl Harbor”, vê isto: como uma matéria que implica ou

A) uma participação passiva da Casa Branca de Bush por meio de uma parada nos apropriados procedimentos de defesa que se seguiram e que levaram a que bens aéreos dos EUA, na falta de um rápido confronto e identificação de aeronave de passageiros, impactassem o WTC 1 e WTC 2, ou pior …

B) uma execução ativa de um complô por elementos hostis do governo, começando com a própria Casa Branca, em criar um espetáculo de destruição que levaria a uma invasão americana do Oriente Médio…”

O Comandante Ted Muga, da Marinha dos EUA (ret), é um aviador da Marinha que, depois de sua aposentadoria, teve uma segunda carreira como piloto de linha aérea da Pan-Am. Em uma entrevista em 2007 em Alex Jones Show, o Comandante Muga afirmou, “a manobra no Pentágono foi exatamente uma estreita espiral descendo de 7.000 pés. E uma aeronave comercial, conquanto possa de fato estruturalmente de alguma forma manusear esta manobra, ela é muito, muito, muito difícil. E levaria um treinamento considerável. Em outras palavras, as aeronaves comerciais são projetadas para um propósito particular e este é o conforto e para os passageiros e não é para manobras militares. E conquanto elas estruturalmente sejam capazes de realizar isto, isto exige pilotos muito talentosos… justamente não posso imaginar um amador até mesmo sendo capaz de chegar perto de realizar uma manobra desta natureza. E tanto quanto estejam sequestrando aviões, uma vez recuperando a natureza dos pilotos e dos aviões, não há meio que um piloto entregasse um avião aos sequestradores… quero dizer, que diabos, um camarada não entrega um controle remoto de televisão, muito menos um complicado 757. E então pensar que pilotos permitiriam que um avião fosse tomado por um par de indivíduos de aproximadamente 1.74 metros e 68 quilos com um canivete de uma lâmina de 0.025 metro, é ridículo. “E todo isto em quatro aviões. Se você se lembrar, nenhum dos aviões até mesmo mudou seu transmissor para o código de sequestro. Hé um código muito simples que você usa se você suspeita que seu avião está sendo sequestrado. Leva apenas uma fração de segundo colocar sua mão no centro do console e acionar. E nenhum dos aviões até mesmo transmitiu um código de sequestro, o que é mais do que incomum… Aviões comerciais são máquinas muito, muito complicadas. E elas não são destinadas para dois pilotos lá em cima, nem falo em dois pilotos amadores, mas em dois pilotos qualificados. E pensar que você terá um amador na cabine do piloto e voar, muito menos navegar, se dirigir a um alvo determinado, a probabilidade é tão baixa que beira o impossível”

Cel. George Nelson

“Em todos os meus anos de participação direta e indireta, nunca testemunhei nem mesmo ouvi falar de perda de uma aeronave, onde os destroços fossem acessíveis, que evitassem que investigadores achassem bastante evidência sólida para identificar positivamente o fabricante, modelo, e número específico de registro da aeronave – e na maioria dos casos, a causa precisa do acidente, ” escreveu o Cel. George Nelson, MBA, da Força Aérea Americana (ret), um antigo investigador de acidentes com aeronaves da Força Aérea dos EUA e autoridade em partes de aeronaves.

O governo alega que quatro amplas aeronaves comerciais se acidentaram na manhã de 11 de setembro de 2001, resultando na morte de 3.000 seres humanos, ainda que nenhuma peça sólida de evidência tenha sido produzida em uma tentativa de identificar positivamente qualquer uma das quatro aeronaves. Ao contrário, parece somente que toda evidência potencial foi deliberadamente mantida oculta da visão pública, continuou o Cel, Nelson, um graduado do Colégio de Guerra da Força Aérea dos EUA e veterano de 34 anos na Força Aérea.”Com toda a evidência prontamente disponível do sítio do acidente do Pentágono, qualquer investigador imparcial poderia apenas concluir que um Boeing 757 não voou contra o Pentágono, como alegado. Similarmente, toda evidência disponível no local do acidente da Pennsylvania, foi na maior parte duvidosa de que uma aeronave de passageiros tenha causado o buraco óbvio no chão e certamente não um Boeing 757, como alegado. Tão doloroso e desconsolador quanto foi a perda de vidas inocentes e os vagarosos problemas de saúde de milhares mais, uma probabilidade mais problemática e de pesadelo permanece já que parece que tantos americanos estivessem envolvidos em tão odiosa conspiração na história do nosso país.”

Major John M. Newman, PhD

Capitão Omar Pradhan

Cel. Ronald D. Ray Maj. John M. Newman, PhD, Exército dos EUA (ret), é o antigo Assistente Executivo do Diretor da Agência de Segurança Nacional [NSA]. Em testemunho antes da instrução congressional de 2005, ele disse: ” Cabe a mim esta manhã trazer a atenção dos senhores a história de Saeed Sheikh, cujo nome completo é Ahmed Omar Saeed Sheikh, e sua surpreendente subida ao poder na Al Qaeda, seu papel crucial em 11 de setembro, que está completamente, absolutamente, faltando no relatório da Comissão de 11 de setembro. ”

A Comissão de 11 de setembro que estudou a performance das comunidades de inteligência dos EUA e do cumprimento da lei dos EUA em grande detalhe, [talvez não em tão grandes detalhes como deveria ter feito], negligenciou em cobrir a performance da comunidade durante as semanas que se seguiram aos ataques para determinar quem era responsável por eles, nem uma palavra sobre isto no relato.

O relato discute as respostas imediatas dos EUA mas a investigação imediata nunca é abordada e ninguém que tenha estudado profundamente a investigação pós 11 de setembro sabe que o primeiro progresso veio duas semanas de investigação quando as transferências de dinheiro dos Emirados Árabes Unidos para os sequestradores foi descoberta.

“Sobretudo, se temos estudado esta investigação, você sabe que não há disputa enquanto os investigadores podem ter lutado para identificar os pagadores, eles estavam claros sobre uma coisa, ele era o chefe financeiro da Al Qaeda. Apenas por esta razão você tem que perguntar porque o Relato da Comissão de 11 de setembro nunca menciona o papel do chefe finnceiro como o pagador de 11 de setembro.”

Capt. Omar Pradhan, Força Aérea dos EUA, é um ex piloto comandante AWACS e Instrutor de Vôo na Academia da Força Aérea dos EUA. Em uma declaração de 2007 a este autor, o Capitão Pradhan escreveu” Como americano orgulhoso, como distinguido comandante de aeronaves da USAF E-3 AWACS (com mais de 350 horas de tempo de combate no Afeganistão e no Iraque], e como antigo instrutor de vôo da Academia da Força Aérea dos EUA, calorosamente endosso um inquérito profissional e a busca da verdade compreensiva objeto da organização “Pilotos para a Verdade de 11 de setembro” e o website “PatriotsQuestion911″.”

Um outro oficial senior questionando a narrativa oficial de 11 de setembro é o Coronel Ronald D. Ray, U.S. Marine Corps (ret), Assistente substituto do Secretário de Defesa sob o presidente Ronald Reagan. Um veternano do Vietnã altamente condecorado (duas Estrelas de Prata, uma Estrela de Bronze e um Coração Púpura], ele foi indicado pelo Presidente George H. W. Bush para servir na Comissão dos Monumentos de Batalha (1990 a 1994), e em 1991 na Comissão Presidencial sobre a Designação de Mulheres nas Forças Armadas. Ele foi Historiador Militar e Vice Diretor das Operações de Campo do Centro Histórico dos Marine Corps dos EUA, Washington, D.C. (1990 a 1994).

Em uma entrevista no show de rádio de Alex Jones em 30 de junho de 2006, Cel. Ray descreveu a narrativa oficial de 11 de setembro “como um cão que não caça”, significando que não resiste ao exame. Em resposta a pergunta de Alex Jones, “É seguro dizer ou é uma declaração acurada “há algo de podre no reino da Dinamarca”, quando você se refere a 11 de setembro?” O Cel. Ray respondeu, “Estou perplexo que a teoria da conspiração promovida pela administração seja de fato verdade e a evidência não parece sugerir que seja acurada. Isto é a verdade.”

“Depois de quatro anos e meio de pesquisa desde minha aposentadoria em 2002, estou 100% convencido que os ataques de 11 de setembro de 2001 foram planejados, organizados e cometidos por perpetradores traiçoeiros que tem infiltrado os mais altos níveis de nosso governo. Agora é tempo de recuperar o nosso país,” escreveu o Ten. Cel. Guy S. Razer, MS, Força Aérea dos EUA (ret), em uma declaração a este autor.

Um piloto de caça aposentado, Cel. Razer serviu como instrutor na Escola de Armas Caça da Força Aérea dos EUA e no Programa de Liderança Tática da OTAN, voando combates sobre o Iraque. Ele continuou, “o desabamento do Edifício 7 mostra além de qualquer dúvida que as demolições foram pré planejadas. Não há simplesmente qualquer meio de demolir um prédio de 47 andares durante uma pausa para café. É também impossível relatar o desabamento do edifício antes que isto aconteça, como o fez a BBC News , a menos que fosse pré planejado. Evidência posterior de dano é o video tape de Larry Silverstein no qual ele confessa “eles tomaram a decisão de derrubar o Edifício 7 [WTC 7] e assistimos o desabamento.”

“Não podemos deixar que a justiça falhe. Aqueles de nós militares, juramos defender a Constituição dos EUA contra todos os inimigos, estrangeiros ou domésticos. Apenas porque nos aposentamos este juramento não se torna inválido, e não é apenas nossa responsabilidade, mas nosso dever expor os reais perpetradores de 11 de setembro e traze-los a justiça, não importa quão difícil isto seja, quando tempo demore, ou quanto tenhamos que sofrer para fazer isto,” ele concluiu.

Maj. Scott Ritter

Maj. Douglas Rokke, PhD

Ten. Cel. Anthony Shaffer

Maj. Scott Ritter, do Marine Corps dos EUA, é um antigo oficial de inteligência do Marine Corps que também serviu como Inspetor Chefe de Armas da Comissão Especial da ONU no Iraque de 1991 a 1998. Em 2005, ele disse: “Eu, como outros estamos frustrados com o Relato da Comissão de 11 de setembro, pela falta de transparência da parte do governo dos EUA, tanto em termos do ramo Executivo quanto do ramo Legislativo quando vem retirando da mesa todos os fatos conhecidos sobre o caso de 11 de setembro.”

Maj. Douglas Rokke, PhD, Exército dos EUA (ret), antigo Diretor dp Projeto de Armas de Urânio Reduzido do Exército dos EUA e veterano de 30 anos, tinha isto a dizer sobre a explosão no Pentágono em 11 de setembro, ‘quando você olha a coisa toda, especialmente o local da queda vazio de partes de aeronave, o tamanho do buraco deixado na construção e o fato de que o impacto do projétil penetrou inúmeras paredes de concreto, parece o trabalho de um missel. E quando você olha os danos, é obviamente um missel.”

O Relatório da Comissão sobre 11 de setembro avalia que somente três dos alegados sequestradores eram conhecidos pela inteligência dos EUA antes de 11 de setembro: Nawaf al-Hazmi, Salem al-Hazmi e Khalid al-Mihdar. Não há menção no relatório aos nomes e fotografias do alegado sequestrador Marwan al-Shehhi e o alegado líder do anel Mohamed Atta que tinham sido identificados pelo Departamento de Defesa no programa anti terrorista conhecido como “Able Danger” mais de um ano antes dos ataques de 11 de setembro e que eram sabidos serem afiliados a al-Qaida. Able Danger também identificou Nawaf al-Hazmi e Khalid al-Mihdar.

Em testemunho diante do Comitê de Serviços Armados da Casa em 2006, Ten. Cel. Anthony Shaffer, da Reserva do Exército dos EUA, antigo chefe do Programa de Inteligência Humana HUMINT Controlada do Exército e Comando de Segurança global dos esforços controlados da HUMINT, afirmou: “As técnicas básicas investigativas para o cumprimento legal, com as ferramentas analíticas e mineração de dados do século XXI … resultou no estabelecimento de uma nova forma de coleta de inteligência e a identificação de Mohammed Atta e vários outos terroristas do 11 de setembro endo links a liderança da Al Qaeda um ano completo antes dos ataques…”

“Depois do contacto de dois membros separados da equipe de ABLE DANGER, a equipe da Comissão de 11 de setembro rcusou-se a realizar qualquer revisão em profundidade ou investigação de matérias que foram identificadas por eles. Era trabalho deles fazer uma investigação cuidadosa destas queixas, não simplesmente descarta-las baseado no que muitos acreditam ser uma conclusão ‘pré concebida” da história de 11 de setembro que eles queriam contar. Considero isto uma falha da equipe de equipe de 11 de setembro, uma falha que os próprios comissionados foram vitimizados e continuam a ter perpretrado sobre eles pela equipe já que é evidenciado por sua conclusão recente e sem base que os achados de ABLE DANGER fossem uma lenda urbana”.

Um veterano de 23 anos da inteligência militar, o Cel. Shaffer recebeu recentemente a Estrela de Bronze por bravura no Afeganistão. Em uma entrevista recente de 2005 a Fox News, Cel. Shaffer perguntou, “Porque esta operação, que foi criada em 1999 para alvejar globalmente a Al Qaeda, ofensivamente, porque foi desligada na primavera de 2001, quatro meses antes de sermos atacados? Eu também não posso responder. Posso dizer a vocês que fui ordenado fora da operação por um general de duas estrelas”

Apoiando a declaração do Cel. Shaffer, o Capitão Scott J. Phillpott, Marinha dos EUA, atualmente Oficial no Comando de missel cruiser guiado USS Leyte Gulf e ex chefe do programa de mineração de dados de Able Danger, afirmou em 2005: “Não discutirei isto fora da minha cadeia de comando. Eu tenho sido instruído pelo Departamento do Exército, o Comando de Operações Especiais e o Escritório do [sub secretário de Defesa para Inteligência] Dr. Cambone bem como pela Comissão de 11 de setembro. Minha história tem permanecido consistente. Atta foi idetificado por Able Danger em janeiro/fevereiro de 2000.” O capitão Phillpott é um graduado da Academia Naval dos EUA, que durante 25 anos de serviço naval tem sido premiado com a Legião de Mérito, Medalha de Serviço Notório de Defesa, três Medalhas de Serviço Meritório, a Medalha de Comendação por Serviço Conjunto, duas Medalhas de Comendação Naval e a Medalha de Obtenção Naval.

Joel Skousen

Gen. Albert Stubblebine o ex piloto de caça do Marine Corps dos EUA Joel M. Skousen também questiona a narrativa oficial de 11 de setembro. Depois de seu serviço militar, Mr. Skousen serviu como Presidente do Comitê Conservador Nacional em Washington DC e Editor Executivo do Conservative Digest.

“na publicação de março de 2005, a revista PM [Popular Mechanics] apresentou 16 matérias sobre queixas de céticos de 11 de setembro que ressaltam o conluio do governo e aistematicamente derruba cada uma delas. De 16, a maioria perdeu a marca e quase metade era argumentos de homens sem valor – ou argumentos ridículos que poucos conspiracionistas acreditavam ou reafirmações de argumentos que eram altamente destorcidos e assim pareciam mais fracos do que realmente eram… Eu sou um dos que se queixam que há argumentos fatuais apontando para a conspiração e que a verdade é não servida por tiros baratos daqueles que vêem furos na história do governo… Há evidência significativa que os impactos de aeronave não desabaram as Torres Gêmeas … As matérias do buraco de penetração no Pentágono e a falta de grandes pedaços de destroços simplesmente não se encaixam com a história oficial, mas elas são explicáveis se você inclue a evidência do video do estacionamento que mostra uma enorme explosão branca no impacto. Isto não pode acontecer com uma aeronave abastecida apenas de combustível. Pode somente acontecer na presença de altos explosivos”.

Major General Albert Stubblebine, Exército dos EUA (ret), antigo Comandante Geral do Comando de Segurança e inteligência (INSCOM) do Exército dos EUA, é um forte crítico da história oficial de 11 de setembro. Em um video documentário de 2006 ele disse, “Uma das minhas experiências no Exército era estar a cargo da Interpretação de Imagens para Inteligência Técnico-Científica do Exército durante a Guerra Fria. Eu media peças de equipamento soviético de fotografias. Este era o meu trabalho. Olhei o buraco no Pentágono e olhei o tamanho de uma aeronave que supostamente atingiu o Pentágono. E disse, “O avião não se encaixa naquele buraco”. Assim, o que atingiu o Pentágono? O que foi? Onde está? O que está acontecendo?”

Durante os 32 anos de sua carreira no Exército, o Gen. Stubblebine também comandou o Comando de Desenvolvimento e Pesquisa Eletrônica do Exército dos EUA e a Escola e o Centro de Inteligência do Exército dos EUA. O Gen. Stubblebine é um dos induzidos aos Hall da Fama da Inteligência Militar.

“Há um acobertamento bem organizado dos eventos de 11 de setembro de 2001. A Comissão de 11 de setembro foi uma farsa. Há evidência que oficiais do governo dos EUA tinham conhecimento anterior de, e provavelmente estão envolvidos nos eventos de 11 de setembro”, escreveu o físico militar aposentado Cel. James R. Uhl, MD, Exército dos EUA (ret), em uma declaração a este autor.

“Um enorme corpo de evidência física tem sido ignorado, suprimido, e ridicularizado pela media e por nosso governo. Porque o WTC 7 desabou? Ele nunca foi atingido por uma aeronave e aparentemente foi derrubado por explosivos. Como podem os terroristas da Al-Qaida ter tido acesso e tempo de plantar bombas em uma instalação top secreta? Porque a Comissão de 11 de setembro fracassou em buscar a razão para o desabamento do WTC 7?”, cotinuou o Cel. Uhl, um veterano a 38 anos do Exército, que serviu em vários teatros de operações, do Vietnã até o Iraque.

Capt. Russ Wittenberg Capt. Russ Wittenberg, U.S. Air Force, é um antigo piloto de caça da Força Aérea dos EUA com mais de 100 missões de combate e um pilto comercial aposentado, que voou para a Pan Am e United Airlines por 35 anos.

Segundo o Capitão Wittenberg, “A história do governo que eles nos passaram sobre 11 de setembro é uma asneira total, pura e simples”.

No video documentário de 2007, “9/11 Ripple Effect”, ele disse “Voei as duas aeronaves reais que estiveram envolvidas em 11 de setembro: o vôo número 175 e o vôo número 93, o 757 que alegamente caiu em Shanksville e o vôo 175, que é a aeonave que alegadamente atingiu a Torre Sul. Não creio que seja possível para um terrorista, um chamado terrorista, treinado em uma Cesna 172, então pular na cabine de uma classe 756 ou 767 e fazer a navegação vertical da aeronave, navegar lateralmente a aeronave e voar o avião em velocidades que excedem seu projetado limite de velocidade acima de 100 nós, fazer voltas de alta velocidade e alta inclinação, excedendo – empurrando provavelmente 5, 6, 7 G’s. E a aeronave literalmente teria caido do céu. Não posso fazer isto e sou absolutamente positivo que eles também não possam.” A respeito do vôo 77 que alegadamente atingiu o Pentágono, o capital Wittenberg disse, “A aeronave não pode ter voado a estas velocidades que eles dizem que ela fez sem ter uma perda de altura de alta velocidade, A aeronave não iria tão rápido se você começasse a empurrar estas manobras de alto G naqueles ângulos de inclinação. Esperar que esta alegada aeronave realizasse estas manobras com um amador total no controle é simplesmente ridículo… Trata-se de uma aeronave de 100 toneladas. E uma aeronave de 100 toneladas ainda que desconjuntada tem lixo e partes de 100 toneladas depois de atingir a construção. Não havia destroços do 757 no Petágono. O veículo que atingiu o Pentágono não foi o vôo 77. Pensamos, como você já deve ter ouvido, que tenha sido um missel cruise.”

Cel. Ann Wright

Capitão Gregory Zeigler Um outro oficial senior questionando a narrativa oficial de 11 de setembro é a Cel. Ann Wright, do Exército dos EUA (ret), que disse em 2007 durante uma entrevista a Richard Greene na Air America Radio Network, “É incrível algumas destas coisas que ainda estão sem respostas. O Relatório de 11 de setembro – foi totalmente inadequado. Quero me referir a perguntas que todo mundo tem depois de o ter lido”

Cel. Wright é um dos três oficiais do Departamento de Estado dos EUA a publicamente pedir exoneração em protesto direto da invasão do Iraque em março de 2003. Ele serviu 13 anos de dever ativo e outros 16 anos adicionais na reserva do Exército dos EUA. Ele se uniu ao Serviço no Exterior em 1987 e serviu 16 anos como diplomata dos EUA. Ela serviu como Chefe Substituta de Missão de embaixada americana em Serra Leoa, Micronésia e Afeganistão e ajudou a reabrir a embaixada dos EUA em Kabul, em dezembro de 2001.

Ela continuou em sua entrevista: “Como puderam nossa inteligência nacional e operações de defesa serem tão ineptas que não puderam se comunicar; que não pudessem interceptar os jatos, que não pudessem tomar ações defensivas? E eu concordo totalmente. Sempre pensei que o Pentágono tinha todos os tipos de defesa aérea e equipamento ao redor dele; que eles pudessem pegar qualquer coisa que estivesse vindo contra ele. E para que uma aeronave seja capaz apenas de voar diretamente baixo sobre Washington e atingir aquela coisa – você só pode balançar a cabeça. Como no mundo isto pode acontecer? ”

Capitão Gregory M. Zeigler, PhD, é um antigo oficial de inteligência do Exército dos EUA. Em uma declaração em 2006 a este autor, ele escreveu, “Sei de 18 de setembro de 2001, que a história oficial de 11 de setembro de 2001 era falsa. Foi quando entendi que os perpetradores tinham feito um erro grosseiro e colossal em desabar a Torre Sul primeiro, muito mais que a Torre Norte, que tinha sido atingida mais diretamente e mais cedo. Outras anomalias pingaram rapidamente: os nomes dos sequestradores não apareciam em nenhuma das listas publicadas de passageiros, a BBC relata identidades roubadas de alegados sequestradores encontrados vivos, as demolições óbvias de WTC 1 e 2 e WTC 7, a falta de identificável destroço do Boeing 757 no Pentágono, a impossibilidade das chamadas comuns de telefones celulares (em oposição ao Airfone), as chamadas sendo feitas consistentemente por pasageiros da aeronave em altitude de cruzeiro etc., etc., etc.”

Pouco depois da divulgação do Relatório da Comissão de 11 de setembro, um grupo de mais de 100 americanos proeminentes assinaram uma petição exigindo que o Congresso imediatamente reinvestigasse 11 de setembro. Além de dois antigos oficiais seniores da CIA e vários veteranos do Departamento de Estado, os signatários incluiam o Ten. Cel. Robert Bowman e o Capitão Eric H. May, mencionados acima.

A petição afirmou, em parte, “Queremos respostas verdadeiras a questões tais como:

1. Porque os procedimentos padrão de operação para lidar com aeronaves sequestradas não foram seguidos naquele dia?

2. Porque as extensas baterias de mísseis e defesas aéreas empregadas ao redor do Pentágono não foram ativadas durante este ataque?

3. Porque o Serviço Secreto permitiu que Bush completasse a sua visita a uma escola elementar, aparentemente despreocupado sobre sua segurança ou a dos escolares?

4. Porque ninguém foi demitido, penalizado ou repreendido pela grossa incompetência que testemunhamos naquele dia?

5. Porque as autoridades dos EUA e do exterior não tem publicado os resultados das múltiplas investigações sobre a troca de informações que fortemente sugerem prévio conhecimento de detalhes específicos dos ataques de 11 de setembro, resultando em dezenas de milhões de dólares rastreáveis em ganhos? ”

Estas perguntas e muitas outras permanecem não respondidas depois de três anos que a petição foi submetida e seis anos depois dos terríveis eventos de 11 de setembro. Como o demonstram as declarações destes 25 oficiais militares dos EUA, a necessidade de uma nova investigação cuidadosa e independente de 11 de setembro não é uma questão de política partidária, nem uma exigência de americanos desleais, desarranjados e irresponsáveis. é uma questão de máxima importância para a Segurança da Américana e o futuro do mundo inteiro.

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Published in: on junho 4, 2008 at 5:24 pm  Deixe um comentário  
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