Quem destruiu o WTC?

Quem destruiu o WTC?

de D. Cassidy
27 de maio de 2008

Um Memorial a milhares de inocentes que morreram e morrerão como resultado de 11 de setembro de 2001.

“Hoje, a América seria ultrajada se as tropas da ONU entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem. Amanhã ela seria grata. Isto é especialmente verdadeiro se é dito ao povo que existe uma ameaça externa de além, seja ela real ou promulgada, que ameaçasse a nossa própria existência”. – Henry Kissinger, 1991.

“Não posso pensar em um meio mais rápido de unir o povo americano em apoio a George W. Bush do que um ataque terrorista a alvo americano no exterior” Henry Kissinger, 2000.

“11 de setembro foi bom para Israel” (Benjamin Netanyahu)

Faço as seguintes citações de relatos de notícias encontradas na internet, descrever uma trama tão malígna, tão pavorosa que – “o indivíduo é deficiente em estar face a face com uma conspiração tão monstruosa que ele é até incapaz de conceber a existência” – J. Edgar Hoover. E isto absolutamente governa Washington!

Os principais

Lewis Eisenberg, vice presidente da AIPAC e ex sócio de Goldman Sachs, era presidente da Autoridade Portuária (“PA”), o arrendador. Larry Silverstein, o desenvolvedor de New York e amigo de Netanyahu (todo domingo Netanyahu telefonaria para Silverstein), liderava o Grupo Silverstein, o arrendador.

Em abril de 2001 Silverstein foi informado que havia perdido o lance para a privatização do World
Trade Center
(“WTC”). Então os eventos deram uma volta surpreendente. O vencedor caiu e deixou
Silverstein e seus sócios, que haviam terminado em segundo, como o novo vencedor.

O Arrendamento

O arrendamento foi obtido pelo Grupo Silverstein por US$3.2 bilhões em 24 de julho de 2001. Silverstein
aplicou US$ 125 milhões, dos quais apenas US$ 14 milhões eram de seu próprio dinheiro. O arrendamento líquido cobre os quatro prédios do World Trade Center, inclusive as Torres Gêmeas e o Mall de varejo. Isto pode ter sido um dos acordos mais elaborados na história do leasing da cidade de New York.

A velocidade com que este doloroso e complexo acordo foi fechado é notável. “Havia um milhão de itens que precisavam ser abordados”,disse Marc Schauer, da NAI Lawrence, uma firma de arrendamento. O inteiro período de negociação – do começo ao fim – durou apenas três meses, uma duração colossalmente rápida de transações de arrendamento, especialmente com uma entidade governamental. [esta pressa frenética para fechar o acordo em algum ponto final foi a causa principal do litígio a seguir. Porque a pressa?]

A Propriedade

O presidente Eisenberg disse, “A Autoridade Portuária e a região, ambas se beneficiariam desta transação”. O Diretor executivo da Autoridade Portuária, Neil Levin disse, “Este foi um excelente record de gerenciamento do complexo que permite que a Autoridade Portuária entenda o aumento do valor do complexo”. Silverstein disse. “Estaremos no controle de um bem valorizado e buscaremos desenvolver seu potencial, elevando-o a novas alturas”

Mas de um ponto de vista econômico, o centro comercial – subsidiado desde sua inauguração -, nunca havia funcionado, nem pretendia funcionar, não projetado para a propriedade real do mercado local. Custaria oitocentos milhoes de dólares apenas para atualizar seus sistemas elétricos, eletrônicos e de resfriamento.

E era bem conhecido que o WTC era uma bomba de asbestos. Os planos foram feitos em 1989 para desmantelar completamente o WTC, não apenas por causa dos problemas causados pelos asbestos, mas também por problemas de corrosão eletrolítica. Aparentemente, os planos cairam porque eles eram considerados proibitivamente caros. A única razão da construção ainda permanecer em pé em 11 de setembro era que era custoso demais separar andar por andar. Há um persistente relato na internet que ou o Estado de Nova Iorque ou a EPA haviam ordenado o desmantelamento do WTC. E o desmantelamento do WTC não resultaria nos procedimentos de recuperação de seguros, já que não seria uma casualidade.

Porque devia Silverstein, um reconhecido desenvolvedor de propriedades imobiliárias, pagar milhões de dolares para obter o controle de uma construção que não era econômica, era um caso ambiental para a lixeira e tinha sérios problemas de corrosão? Muitos desenvolvedores de New York tinham ido a falência cumprindo ordens de renovações.

Mas todos os problemas do Sortudo Larry desapareceram em 11 de setembro de 2001. Silverstein preencheu duas queixas de seguros na quantidade máxima da política, baseado em dois, na opinião de Silverstein, ataques separados. O pagamento potencial total alcançava 7.1 bilhões de dólares, mas do que o bastante para construir um novo complexo fabuloso e deixar metade do lucro para o Grupo Silverstein, incluindo o próprio Larry Silverstein. Sortudo Larry também não perderia seu usual café da manhã no restaurante “Windows on the World” no 17o. andar da Torre Norte e sobreviveria ao dia fatídico juntamente com outros 3.999 dos 4.000 israelenses que normalmente estavam no WTC, uma anomalia estatística de enormes proporções).

O Seguro

A história do programa de seguros de Silverstein, reunida no verão de 2001, é tão absurda que qualquer professor de direito que sonhasse isto receberia risadas na sala de aula. Silverstein contratou Willis Group Holdings Ltd. para encontrar bastante cobertura para satisfazer seus arrendadores. Willis é um gigante corretor de seguros, especializado na cobertura de grandes propriedades comerciais. Os arrendadores de Silverstein insistiram nos primeiros US$ 2.3 bilhões, e então, exatamente antes de que o acordo fosse fechado, US$ 3.55 bilhões. Willis misturou para colocar o seguro, no final das contas, para 25 transportadores. As negociações foram frenéticas.

Willis atropelou-se em junho e em julho, contatando transportadoras nos EUA, Europa e Bermuda para fazer a cobertura. Willis distribuiu a amostra da política que Willis tinha desenvolvido, a forma Wilprop. Esta forma incluia uma definição específica de “ocorrência” sob a qual a destruição do
WTC era plenamente, uma única ocorrência. Mas Willis mais tarde testemunhou que isto é uma forma de ponto inicial para negociações depois do fechamento.

Em 24 de julho de 2001, Silverstein fechou com somente contratos provisórios, falhas de cobertura e certificados de seguro totalizando US$ 3.5 bilhões de seus segurados. Segundo o juiz federal Martin, “A Côrte de Apelos de New York tem deixado claro que quando um contrato provisório é assinado, o contrato de seguro é fechado e o contrato provisório está em efeito do mesmo modo que uma regular política de seguro”. Swiss Re [um maior segurador] avalia que a linguagem usada nos contratos provisórios que ela e outras seguradoras assinaram era a forma “WilProp”, sob a qual o ataque ao WTC era sem dúvida alguma uma única ocorrência.

Mas Travelers Insurance [CEO Sanford Weill] tinha um papel maior na imagem total do seguro para o WTC. Ela insistiu que ao usar sua própria forma, a qual não define especificamente a “ocorrência”. Contudo sua forma não estava presente no fechamento. Willis precisava que Travelers estivesse no acordo e prometeu substituir a política de Travelers depois do fechamento. Somente uma política formal estava em vigor em 11 de setembro de 2001.

O desenvolvedor tem frequentemente repetido que ele necessitaria de ao menos 7 bilhões de dolares para reconstruir o local do WTC. Mas Silverstein escolheu segurar a propriedade inteira por 3.5 bilhões de dólares, metade de seu verdadeiro substutivo de valor, para economizar premios e declarar o completo custo da substituição para propósitos de seguro como US$ 3.945 bilhões, para evitar o co-seguro.

A Disputa

Contrário ao entendimento expresso dos profissionais de seguro, Silverstein gritou a cada oportunidade que o “ataque ao WTC eram duas ocorrências separadas.” Barry Ostrager, um advogado de seguros, contrapôs, “O argumento elaborado de Silverstein de duas ocorrências é uma fraude. Acreditamos que temos estabelecido que o caso de Silverstein é uma ficção concebida por advogados e conselheiros de relações públicas depois de 11 de setembro de 2001.”

Silverstein e Willis agora dizem que todas as companhias de seguro concordam e devem ser mantidos os termos da política da Travelers que não define “ocorrência”. Swiss Re e várias outras transportadoras notificaram Willis que eles não se ligariam a cobertura com base na forma da WilProp, e nunca haviam concordado em substituir esta forma pela da Travelers. A maioria das transportadoras nega que qualquer pessoa da Willis tenha dito a eles que a Travelers estava substituindo a WilProp; muitos disseram que a primeira vez que ouviram isto foi depois de 11 de setembro .

Quando Boyd da Willis telefonou para seu escritório em Londres depois de 11 de setembro, ele disse, segunda as notas de alguém , “Em nossa opinião isto é uma ocorrência”. Um outro corretor disse algo similar a Billier de Swiss Re. O próprio gerente de risco de Silverstein apressadamente mandou um fax de uma cópia de partes da forma WilProp para um advogado da Autoridade Portuária com uma nota de capa: “FYI a definição de ‘ocorrência” e o acordo de seguro e as exclusões nas políticas da Willis com que estamos trabalhando”. Várias horas mais tarde ele enviou os mesmos materiais a um dos arrendadores da Silverstein.

O Prédo No. 7

WTC 7 ocupava um quarteirão da cidade ao norte do complexo do WTC. O investimento estimado de Silverstein no WTC 7 foi de US$ 386 milhões. FEMA concluiu que a queda do WTC 7 foi um resultado direto dos incêndios desencadeados pelos destroços da queda da Torre 1 do WTC o qual resultou em um pagamento de aproximadamente US$ 861 milhões ou um lucro de aproximadamente 500 milhões para Silverstein. Construções muito mais perto das Torres Gêmeas estranhamente continuaram de pé.

Silverstein afirmou em um documentário da PBS que ele e o FDNY haviam decidido demolir o WTC 7, na tarde 11 de setembro de 2001. E o edifício rapidamente caiu em seu próprio porão . [Como o FDNY sabia que o WTC 7 estava preparado para demolição? Silverstein sabia? Isto exige semanas de cuidadosa preparação para especialistas em demolição]. O Senador John Kerry afirma que, WTC 7 foi colocado abaixo como resultado de demolição controlada, contradizendo diretamente a FEMA. Então, o WTC 7 foi posto abaixo por uma demolição controlada, significando que a versão da FEMA do que aconteceu é falsa, lançando sérias dúvidas sobre a história oficial que terroristas de origem estrangeira destruiram o WTC, bem como sobre o resto da narrativa oficial de 11 de setembro [e hoje desacreditada pela maioria dos americanos e o resto do mundo].

O centro de crise OEM no WTC 7 tem sido identificado na internet como o centro de controle para a pré planejada demolição do WTC. O centro e toda a evidência foram destruídos quando a torre de 47 andares foi completamente demolida. Então, quem decidiu constrir o centro de crise OEM no WTC 7? “Jerry Hauer recomendou-o como o primeiro sítio”. Mr. Giuliani disse. “Foi grandemente sob a recomendação dele que este local foi selecionado.”

Os advogados

Em 13 de setembro, dois dias depois que as torres cairam, Silverstein contratou Herbert Wachtell para defende-lo no litígio que certamente se seguiria. Foi Wachtell, segundo Ostrager, que originou a teoria da dupla indenização das duas ocorrências. Willis concordou que os advogados John Gross, Eric Roth e Marc Wolinsky viriam a New Jersey na segunda-feira, 17 de setembro, para conversar com os seguradores. Foi nestes encontros que Ostrager afirmou que Wachtell exerceu “pressão fantástica” sobre Willis já que os advogados e corretores entendiam o que dizer ao mercado de seguros.

Ostrager afirmou repetidamente no litígio que somente depois que os advogados de Wachtell Lipton se envolvessem as testemunhas de Willis converteriam a história que favorece Silverstein. Ele mais tarde disse que nunca quis sugerir que os advogados de Wachtell Lipton tinham subornado o perjúrio, mas que meramente nas horas de preparação das testemunhas de Willis para o depoimento, Wachtell Lipton tinha sutilmente desenhado suas lembrancas e perspectivas. O advogado Silverstein, Howard Rubenstein chamou as declarações “um ataque cínico e manipulador a Silverstein e um ataque a reconstrução da parte inferior de Manhattan.”

Willis foi representado nestes encontros por Andrew Amer. Amer, que presumidamente ouviu as testemunhas de Willis dizerem aos advogados de Silverstein que a política da Travelers governava a cobetura do WTC,
declinou comentar. Gerson da Epstein Becker, o advogado que substituiu Amer logo depois destes encontros iniciais, rejeita qualquer sugestão que as testemunhas de Willis tenham sido coagidas nos encontros de 17 de setembro com os advogados da Wachtell Lipton.

O Litígio

Em 2002, o Juiz Distrital dos EUA Martin, rejeitou a queixa de Silverstein “que ao tempo que os seguradores assinaram os contratos provisórios eles estivessem bem cientes que estavam se comprometendo a se ligarem a algum acordo futuro” e garantiu o julgamento sumário a favor dos três seguradores que especificamente se referiam a forma da WilProp em seus acordos provisórios. As duas companhias seguradoras de Bermudas também mencionaram a forma WilProp em seus acordos provisórios e pagaram apenas os limites da política deles. O Juiz Martin parecia ávido para ter o caso resolvido, e indicou o juiz federal Lewis Kaplan para supervisionar as conversas. Juiz Martin se aposentou e o Juiz Mukasey assumiu.

Em maio de 2004, diante do Juiz Mukasey, um juri decidiu, a respeito de 10 das remanescentes seguradoras que elas estavam ligadas a forma da Wilprop e que somente uma ocorrência havia ocorrido e portanto elas só estavam obrigadas ao pagamento de 2 bilhões, não os 4 bilhões pretendidos. O juri disse que as três outras seguradoras estavam ligadas a outras formas e tinham que pagar o dobro das queixas. Então no outono de 2004, aproximadamente US$ 2.4 ou US$ 2.5 bilhões em seguros tinham sido atribuidos a Silverstein. As queixas remanescentes eram ou 1.1 bilhões ou 2.2 bilhões.

Em dezembro de 2004, diante do Juiz Mukasey, um segundo juri manteve que as remanescentes nove seguradoras não estavam ligadas a forma Wilprop, e desta forma haviam ocorido duas ocorrências, sustentando que as nove seguradoras coletivamente respondiam por 2.2 bilhões. Então pelo fim de 2005, então, $4.6 bilhões de dólares foram dados em acordos de seguros. Isto foi uma gritaria para Silverstein que queria ($7 bilhões.), mas era muito mais que muitos cultos pensaram que ele iria recuperar ($3.55 bilhões.). O Congressista de Brooklyn-Queens, Anthony Weiner jurou punir os seguradores com multas ou restrições de operação se eles não pagassem [O WTC está em Manhattan.] Ambos os lados apelaram.

[Um juiz pode grandemente influenciar um juri ao regular a evidência que o juri recebe e as instruções finais que guiam a decisão do juri. O segudo juri foi obvia e totalmente confundido e sobrecarregado pela massa de evidência conflitante e a carga de ter que reconstruir o intento de várias partes anos depois do fato e muito dependente do “pastoreio” de Mukasey.]

Em outubro de 2006, a Corte de Apelação (Juiz Walker) em uma opinião de setenta páginas confirmou o Juiz Mukasey e escreveu, “Juiz Mukasey fez um trabalho de mestre pastoreando este caso complexo, altamente contestado por ambas as fases de um longo julgamento de juri”

Juiz Walker abriu a opinião dele com, “se os terroristas coordenaram os ataques de 11 de setembro de 2001, segundo o qual duas aeronaves comerciais se chocaram ao WTC, destruindo ambos os edifícios, constribuiram para uma ou duas ocorrências sob… múltiplos contratos de seguro ou não”. E concluiu com “o juri tinha diante dele a evidência que nenhuma das nove seguradoras remanescentes estavam ligadas a forma WilProp … suas cláusulas de limitação de horas não se referiam especificamente a perdas causadas por fogo, aeronave, ou atos de terrorismo… e a destruição do WTC foi causada por incêndios separados, resultantes de colisões separadas por aeronaves separadas em edifícios separados.”

[A evidência persuasiva foi permitida de um especialista de Silverstein como costume de comércio na indústria de seguros bem como o testemunho de um executivo da Travelers, já que outras queixas contra a Travelers foram tratadas como ocorrências em separado. Lendo esta longa opinião, alguém fica desconcertado pela ausência da Travelers de Weill como substituição da seguradora quando os novos relatos são preenchidos.]

Silverstein tinha gasto aproximadamente 100 milhões pagando advogados, que os críticos disseram era um desmedido sifonamento de dinheiro que deveria ter sido usado para a reconstrução, mas que estes 100 milhões produziram os adicionais 1.1 bilhão de dólares. E Silverstein fez um lucro enorme. A Autoridade Portuária, depois que Silverstein ganhou o segundo caso, discretamente preencheu seu próprio processo legal buscando dupla indenização de sua própria política de seguro.

Mais Litígio

Em 2005, “Lloyd’s of London” preencheu um processo contra a Autoridade Portuária, afirmando as demandas da agência por 2,2 bilhões de dólares em dinheiro de seguro para reconstruir o WTC não era razoável. A Autoridade Portuária já havia recebido 950 milhões de dólares pelos danos ocasionados em 11 de setembro. A Autoridade Portuária e Silverstein ainda estão pressionados para dinheiro para completar a reconstrução do WTC e a Autoridade Portuária quer buscar danos para dois eventos em vez de um só, tornando isto elegível para aproximadamente 1.5 bilhão mais em dinheiro de seguro.

Em agosto de 2006, sete seguradoras discutiram que a nova propriedade do WTC não afetava suas obrigações de seguro, arguindo que as obrigações dos seguradores eram interligadas com o litígio que já estava em andamento desde 2002. (A Autoridade Portuária retomou a propriedade de 2 bilhões da Torre Liberdade e Silverstein tinha assinado procedimentos de seguros para a Autoridade Portuária visando reduzir pagamentos de rendas). Mas o Juiz Mukasey determinou que faltava a ele jurisdição para manusear o mais recente processo e o devolveu a corte estadual, onde ele será manuseado pela Justiça Herman Cahn.

Em 2007 Silverstein e sete companhias de seguro concordaram com um acordo de 2 bilhões para por fim a uma disputa de quase seis anos sobre políticas de seguro que cobriam o WTC. O Governador Eliot Spitzer
anunciou o acordo em uma conferência de notícias na parte inferior de Manhattan, ‘O acordo terminará com todo o litígio sobre a materia”. Spitzer comparou a disputa de seguros como uma partida de hóquei onde os dois lados ‘jogam duro’ e ‘ao fim sempre apertam as mãos e se movimentam’. [Esquecendo-se dos milhares que morreram tão horrivelmente e foram disposto em um aterro]. Oficiais de New York e da Autoridade Portuária disseram que o acordo removeu qualquer incerteza sobre quanto dinheiro estaria disponível para a reconstrução e os habilitaria a obter um financiamento particular para o projeto de mais de nove bilhões de dólares. “Há um alto nível de cooperação”, disse o conselheiro do Travelers Harvey Kurzweil, que, junto com seu sócio Saul Morgenstern, tinha se tornado um portavoz de outras seguradoras. [Os cínicos comentam que o litígio das seguradoras foi somente intentado para resguarda-las de bilhões em queixas de seus próprios acionistas, participantes, resseguradoras e seguradoras em excesso].

Em 2003, Spitzer, então Advogado Geral NY, se tornou envolvido por trás das cenas e nas côrtes, preenchendo uma instrução ‘amicus curiae’ (“amigo da côrte”) em benefício de Silverstein [depois da decisão de Martin em 2002]. As côrtes terminaram concordando com Spitzer e Silverstein. Spitzer ajudou um gordo compromisso de “parteira” e um pagamento eventual de 4.5 bilhões para Silverstein. Requisições para que o Governador comentasse sobre Spitzer foram ignoradas.

Mas o dinheiro que foi estabelecido a ser recebido por Silverstein de seus seguradores – os 4.6 bilhões – não são suficientes para reconstruir. Grande parte dos procedimentos de seguro de Silverstein já tem sido gastos, e não há dinheiro suficiente para reconstruir. O desenvolvedor tem repetido frequentemente que ele precisa no mínimo de sete bilhões de dólares para a reconstrução do WTC. Silverstein e a Autoridade Portuária já tem gasto mais de 1.5 bilhão do dinheiro do seguro, inclusive mais de 500 milhoes de pagamento de arrendamento de Silverstein para a Autoridade Portuária; aproximadamente 190 milhões para a Autoridade Portuária comprar os direitos de varejo da Westfield America; e mais de 700 milhões para repagar o emprestador de Silverstein, GMAC, e para repagar Silverstein e seus sócios de mais de sua equidade.

Em um outro caso, Juiz Harold Baer da Côrte Distrital dos EUA rejeitou os argumentos de Silverstein
que ele devia recuperar adicionais 700 milhões para fazer uma reconstrução segura do complexo, moderna e politicamente aceitável. O que é mais importante é que o Juiz Baer interpretou a linguagem política como o pensamento das seguradoras no que estava escrito.

Fevereiro de 2008: A Autoridade Portuária perdeu seu direito de coletar dinheiro do seguro sobre as destruidas Torres Gêmeas e grande parte do WTC quando arrendou a propriedade dois meses antes dos ataques de terror de 11 de setembro. A Juíza Federal Barbara Jones limitou as queixas da Autoridade Portuária aos prédios que não foram arrendados ao desenvolvedor Larry Silverstein. A juíza notou que Silverstein tinha seu próprio seguro.

Março de 2008: Larry Silverstein se uniu a um processo das Famílias das Vítimas de 11 de setembro e está buscando 12.3 bilhões em danos das companhias aéreas e da segurança do aeroporto. Ele preencheu a queixa em 2004, dizendo que as companhias aéreas e a segurança do aeroporto falharam em evitar que os terroristas destruissem o WTC. Os 12.3 bilhões representavam os 8.4 bilhões para valor de substituição dos edifícios destruídos [ que ele declarou para propósito dos seguros como $3.9 bilhões.] e $3.9 bilhões em outros custos, incluindo os 100 milhões anuais de arrendamento à Autoridade Portuária e 300 milhões por ano de renda perdida de arendamento, bem como o custo do marketing e arrendamento dos novos edifícios. O Juiz Hellerstein expressou ceticismo sobre a queixa de Silverstein e perguntou porque ele não tinha avaliado suas perdas, apenas se afastando. Qualquer julgamento no caso parece estar a mais de um ano de distância.

[Juiz Hellerstein também desempenhou um importante papel nos processos das vítimas de 11 de setembro, judicialmente ‘sequestrando-as” em agrupamentos muito mais do que em processos.] Ele descartou o testemunho de altos oficiais de governo levantando sérias questões do porque o juiz encobriria e obstruiria potencialmente o testemunho do governo e a evidência sob juramento por participantes chaves quando seria no interesse de ambas as partes processar.

Uma atmosfera de intimidação foi aparente quando um advogado de famílias de vítimas explicou que os clentes dele queriam um julgamento, não um acordo, ao que Hellerstein retaliou, “Sente-se.” A coação judicial continuou, o advogado Schiavo disse a Hellerstein que ele estava também vivenciando problemas com “clientes difíceis” que eram inarredáveis a irem a julgamento com pela descoberta e testemunho de testemunhas do governo, ao que o juiz disse, “Este é modo como as coisas serão. Volte e diga a eles que vamos para um acordo. Ponto Final”. Hellerstein finalmente decidiu pessoalmente ‘selecionar e ouvir rapidamente” três casos “sem qualquer descoberta ou interrupções”. Embora as famílias remanescentes quisessem um julgamento, Hellerstein tinha estado coagindo a todos para negociar um acordo com “seu mediador especial”, Sheila L. Birnbaum.

Nem um único processo das vítimas de 11 de setembro tem sido permitido continuar para um julgamento público com juri e com testemunho de maiores oficiais do governo, a descobrta de documentos completos e revelados e o interrogatório de promotores a despeito da meritória evidência de conhecimento anterior dos ataques pela administração Bush.

Quando Silverstein aplicou 3.35 bilhões isentos de impostos em Liberty Bonds para ajudar a financiar a Torre Liberdade e seus outros edificios no local, Mr. Bloomberg [prefeito de New York] descobriu uma alavanca. A cidade e o Estado, cada um controla metade destes contratos, e o prefeito disse que não concordaria a menos que Mr. Silverstein fizesse certas concessões. Silverstein precisava dos Liberty
Bonds por causa dos procedimentos de seguro, que somavam quase 4.6 bilhões, nem perto de cobrir os custos esperados das cinco torres [agora em 9 bilhões]

Advogados das famílias das vítimas tem estranhamente falhado em buscar o testemunho de Ashcroft e Chertoff a respeito da seleção de Kenneth R. Feinberg como o Mestre do Fundo de Compensação das Vítimas de 11 de setembro, o fundo multibilionário que forçou as famílias a abrirem mão de seu direito de processar o governo dos EUA por negligência criminosa. A firma de advocacia de Feinberg representou as maiores companhias de seguros que teriam perdido bilhões em pagamentos se o Congresso não tivesse usado o fundo dos contribuintes americanos para cobrir as perdas esperadas das companhias de seguros.

O que é quase certamente o entendimento mais sofisticado e completo de exatamente como e porque o World Trade Center desabou tendo sido compilado como parte de um procedimento secreto na côrte federal na parte inferior de Manhattan. Mas todo mundo teme que a informação estreitamente mantida possa permanecer enterrada em arquivos lacrados ou até mesmo destruídos.

Epilogo

Em 2008 Mukasey, um cidadão israelense, foi nomeado Advogado Geral dos EUA pelo pedido dos Senadores Schumer e Feinstein onde ele “pastorearia” o processo da AIPAC por traição e/ou espionagem exatamente como Kissinger foi escolhido para liderar a Comissão de 11 de setembro e substituido por Zelikow. O antigo Advogado Geral Gonzalez sofreu uma pressão intensa dos senadores [Schumer, Feinstein e Spector] para pedir exoneração. O advogado geral substituto e o advogado geral associado também pediram exoneração abrindo o caminho para mais pastoreio de Mukasey. [Ainda não tem a imagem completa?]

Quatro dos israelenses, presos em 11 de setembro por celebrarem o assassinato em massa de milhares de americanos, preeencheram umm processo de muitos milhões de dólares contra o Departamento de Justica dos EUA, afirmando que eles foram presos ilegalmente, então mantidos sem acusação e interrogados e torturados por meses. Eles foram libertados por Chertoff, um outro cidadão israelense que agora chefia a Segurança Doméstica. O FBI concluiu que ao menos dois dos cinco eram agentes do MOSSAD e todos estavam sob missão de observação do MOSSAD. Os advogados deles afirmam que o caso desmentirá as teorias que Israel estava por trás dos ataques de 11 de setembro. Já que em 2008 não havia relatos posteriores sobre este processo. [Quais são as chances que eles fossem pagos?]

Depois de 11 de setembro mais de cem jovens israelenses estudantes de artes, ilegalmente no país e espiando tudo na América, foram discretamente “deportados” para Israel por um alto oficial americano [Chertoff novamente?]. [Eles também processariam os EUA?]

Conclusão

Como antecipado por Kissinger, a destruição do WTC e a perda de milhares de vidas resultaram na demolição da Constituição Americana; o povo americano se uniu a Bush e endossou guerras de agressão e genocídio a nações no Oriente Médio e o roubo de seus recursos em benefício de Israel. Agora vem a tona que o presidente realmente praticou anteriormente o 11 de setembro e naquele dia terrível não sabia se era real ou uma outra sessão prática. E ainda que ninguém no governo ou no litígio de 11 de setembro ouse sugerir que o WTC “foi um negócio interno”, embora a evidência seja quase esmagadora. Relatadamente, até mesmo o Instituto Nacional de Padrões e Medidas tem repudiado a teoria “do início do desabamento” em seu relatório de 10.000 páginas, “somos incapazes de fornecer uma explicação completa para o desabamento total”. Bem, aproximadamente todo mundo mais no planeta pode.

Não há um Estatuto de Limitações para assassinato. Deveria haver um inquérito por um corpo internacional, tal como a Côrte Internacional Criminal, para avaliar a responsabilidade deste crime monstruoso contra a humanidade; ironicamente como os Julgamentos de Nuremberg trazidos pelo cabal sionista contra os oficiais alemães.

Na história do mundo, nenhum edifício alto de aço tem desabado por incêndio, exceto os três edifícios de Silverstein em 11 de setembro de 2001. O aço estrutural não é afetado pelo fogo. Por exemplo, em 1991, oito andares no meio do alto Meridian Building em Philadelphia queimaram por 20 horas, sob severas explosões de incêndio. ” Raios e vigas mestras decairam e se retorceram, as colunas continuaram a apoiar suas cargas sem dano óbvio”. E assim ficaram por anos depois.

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Published in: on junho 5, 2008 at 1:55 pm  Deixe um comentário  
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