Eletromagnetismo e Vida

A Busca pelo Dragão

© 1990, de David Yarrow

[Relutantemente, a Ciência e a Sociedade cegamente são levadas a uma trilha de evidência distorcida e fatigante que leva ao desconhecido, ao mistério não visto do magnetismo humano.]

“…as luzes do norte piscando em energia e beleza incomparáveis sobre o céu em todas as cores do arco-iris! Raramente tinha visto cores tão brilhantes. Prevalecendo primeiro o amarelo, mas gradualmente refletindo-se em verde, então faiscando em vermelho rubi, começaram no arco da parte de baixo.

“Agora vindo do distante horizonte ocidental uma serpente feroz retorcendo-se no céu, cada vez mais brilhante do que veio. Partiu-se em três, todas brilhantemente faiscantes. Então as cores mudaram – a serpente ao sul ficou vermelho-rubi com manchas amarelas; uma no meio amarela e ao norte uma branco esverdeada.

“Os raios corriam ao longo dos lados da serpente, dirigidos através do éter como ondas antes de uma tempestade de ventos. Elas iam e vinham, agora fortes, agora mais pálidas quando alcançavam e passavam o zênite.

“Embora pouco vestido e tremendo de frio, não pude me afastar até que o espetáculo era apenas um brilho esmaecido da feroz serpente no horizonte leste.

“É sobrenatural para você. Se alguém quer ler os significados místicos da natureza, aqui, certamente, está a oportunidade”. — Fridtjof Nansen, explorador polar norueguês em seu diário de 1904 retratando a Aurora.

Em 1911 o explorador britânico Robert Scott escreveu sobre luzes similares brilhando no escuro céu de inverno da Antártica. Os exploradores polares estavam encantados por estas apresentações luminosas celestiais, raramente vistas fora das capas de gelo dos cristais de Gaia. Eles reuniram o que nada havia sido visto na Terra, apenas em sonhos. No Ártico Norte eles chamaram a isto de Aurora Boreal, do Amanhecer Grego do Norte; no Polo Sul, eles as chamaram Aurora Austral – o Amanhecer do Sul. A Ciência foi cativada por esta nova descoberta que no escuro sem sol dos invernos polares luzes fantasmagóricas dançavam em uma tapeçaria fluida fantástica. Foram feitas teorias para explicar este profundo mistério, mas cada uma foi refutada.

Desde 1904 uma revolução na ciência tem revelado muito sobre esta grinalda polar de brilhos dançantes de arco-iris. Artistas e fotógrafos capturaram estas luzes etéreas; os satélites agora fotografam o inteiro hemisfério norte em sua apresentação auroral. Pesquisas mapearam o campo magnético da Terra, a química da atmosfera da Terra foi analisada e telescópios monitoraram as pulsações da energia solar. Ainda que a ciência do século XX permaneça mistificada por estas visões celestiais.

Auroras são uma manifestação do magnetismo de Gaia. A Terra é envolvida por um campo magnético – um envelopamento em forma de donut que se estende a centenas de milhas no espaço; a Própria Terra está no buraco do donut. O geomagnetismo envolve a Terra com linhas circulares de fluxo que descem no Polo Norte, então giram pelo espaço em vastos circulos e retornam ao Norte.

O geomagnetismo forma um escudo protetor para defletir radiações perigosas para longe das frágeis formas de vida na biosfera de Gaia. A casaca magnética de Gaia também forma a ionosfera, uma camada superior fina ionizada pela radiação ultravioleta para formar a bem conhecida camada de ozônio.

Enquanto isto, o Sol irrompe em chamas – linguas gigantescas de plasma flamejante que se lançam a milhares de milhas no espaço. Estas “penas” solares emitem explosões de partículas caregadas para criar ondas de choque no vento solar que bombardeia o nosso planeta. A turbulência geomagnética que isto gera interfere significativamente com as comunicações de rádio e de satélites, bem como linhas transmissoras de energia e sistemas de defesa.

Durante as tempestades solares, rajadas de ventos de partículas carregadas são capturadas na espiral do geomagnetismo junto com as linhas de fluxo para as capas de gelo dos polos. Somente a 20 anos atrás a ciência descobriu na medida em que os elétrons cativos correm pelo ar polar, eles colidem com moléculas de gás para ionizar átomos, fazendo com que eles brilhem em uma momentânea liberação de energia. O invisível se torna visível – a capa magnética de Gaia revelada em glória luminosa na medida em que a energia das tempestades solares pulsam através dos vortices polares da Terra.

Assim as guirlandas aurorais gêmeas de Gaia são filhas do Céu e da Terra. Tanto o manto magnético de Gaia quanto as explosões do Sol de partículas elétricas, são necessárias para acender as apresentações aurorais. Contudo, isto explica a Aurora tão eficazmente quando um interruptor explica o funcionamento de uma televisão.

Transformando a Civilização

Somente 75 anos antes da visão de Nansen de serpentes retorcendo-se nos céus árticos, Joseph Henry estava ensinando filosofia natural em Albany, NY, a uma quadra do NY Capitol. Em 1829 Henry construiu seu primeiro motor elétrico – uma máquina giratória dirigida por indução magnética da corrente elétrica. Cada dínamo e motor usa o projeto exato de Henry. Em 1831 Henry publicou seu “Teoria da Indução Magnética”. E a Era Elétrica nasceu.

Ao tempo que Nansen registrou em seu diário sua visão auroral, atravessando o Oceano Atlântico a Westinghouse estava construindo dois geradores de 5.000 kilowatt para aproveitar Niagara Falls. A civilização estava sendo eletrificada; com petróleo e ferro, o eletromagnetismo (EM) transformou o mundo.

Hoje a América é cortada por teias de aranha fornecendo eletricidade para milhões de fábricas e lares com dúzias de luzes, motores, eletrodomésticos e máquinas. A noite bilhões de luzes de ruas, luzes de sinais de trânsito, anúncios em neon brilham no escuro. As microondas cozinham mais rápido a comida e canais de dados de banda larga irradiam-se para locais distantes via os satélites orbitais. Radares rastreiam movimentos na terra e no ar, incluindo carros elétricos com telefones celulares e rádios CB.

Em 1982 Robert Becker e Andrew Marino, principais pesquisadores médicos em biomagnetismo, publicaram “Eletromagnetismo e Vida”, cujo prefácio afirmou: “Mas a moeda tem um outro lado. O ambiente agora está perfeitamente poluido pelo eletromagnetismo feito pelo homem com frequências e magnitudes nunca anteriormente presentes. As atividades do homem provavelmente mudaram o background eletromagnético da Terra em um grau maior do que qualquer outro atributo natural – seja na terra, ar ou água. A evidência indica que ambientes de eletromagnetismo anormal constituem um risco à saúde. O interesse de hoje em todas as facetas disso é uma inclinação sem precedentes.”

A inclinação chegou a uma oitava completa em junho de 1989 com a publicação de “Correntes da Morte” de Paul Brodeur na revista The New Yorker.

Transformando a Saúde Pública

Na primavera de 1974 a Dra. Nancy Wertheimer começou a observar lares em Denver, Colorado. Em 1954 ela havia recebido um PhD de Harvard e Radcliffe em psicologia experimental. Em 1968 HEW a premiou com uma garantia para um estudo epidemiológico da leucemia infantil, mas o divórcio e a família a forçaram a abandonar a garantia. Seis anos depois, ela reassumiu o estudo dela com a idéia de que a leucemia pode estar ligada a fatores ambientais e infecciosos. Portanto, ele procurou por qualquer agrupamento de similaridades entre as vítimas.

O Departamento de Estatísticas Vitais do Colorado forneceu os endereços das crianças que morreram de leucemia de 1950 a 1969. Ela visitou cada casa e notou umas poucas condições ambientais: apartamento ou casa; número de andares; material de construção; proximidade de rodovias e fábricas; etc. Seu campo de pesquisa não detectou nenhum agrupamento não usual, mas um dia ela percebeu um outro cilindro negro pendurado em um poste ao lado da casa da vítima. Nancy não viu qualquer importância nisto até que ela viu uma foto de noticiário de um menino de fazenda pegando um tubo fluorescente sob uma linha de energia de 345 kilovolt (kv) — a lâmpada acendia pelo eletromagnetismo da linha.

Marcando as vítimas de leucemia em um mapa das sub estações de energia de Denver mostrou apenas uma pálida correlação, então ela voltou a campo para notar a proximidade de linhas de energia, transformadores e substações. Isto revelou um padrão definido; com frequência notável, as vítimas viveram na primeira ou segunda casa mais próxima de um transformador em um poste.

No outono de 1974 Nancy levou seu dados ao médico Ed Leeper, que pensou que isto não era devido aos campos elétricos, que são uniformes a despeito da distância de um transformador, mas talvez aos campos magnéticos, que diminuem rapidamente com a distância. Também, um campo elétrico é rapidamente insulado e escudado, mas o magnetismo penetra qualquer coisa, inclusive metal, chumbo, aço, concreto e a pele humana.

Em dezembro de 1974, usando um simples detector magnético fabricado por Leeper, Nancy determinou que os campos magnéticos caem agudamente depois do segundo poste do transformador, não no próprio transformador. Ed Leeper raciocinou que a alta corrente em seu primeiro período de linhas gera este forte campo magnético.

Em 1975 Nancy comparou medidas de campos de magnetismo com os endereços da leucemia infantil. Os resultados mostraram um aumento desproporcional de leucemias em lares perto das linhas de energia chamadas de secundárias. Mais tarde Ed fez um magnetometro para medir acuradamente o magnetismo de 60 hertz (hz), e Nancy encontrou em alguns primários tão fortes quanto os secundários.

Em 1976 Nancy codificou as configurações de fios perto de casas para estudar todos os cânceres infantis em Denver de 1950 a 1973. Esta análise sustentou a previsão dela: as crianças perto de linhas de energia de alta corrente tinham duas vezes a taxa de mortalidade do que aquelas em casas de baixa corrente. Até mesmo mais persuasivo: crianças que passaram a vida inteira em casas de altas correntes mostram uma associação mais forte, e seis que viveram perto das estações de energia todas morreram de câncer.

Não satisfeita que os achados dela não fossem acidentais, ela passou 1977-8 reanalizando os dados dela para co-fatores tais como poluição ou tráfico. Somente então ela e Leeper publicaram “Electrical Wiring Configurations and Childhood Cancer” em março de 1979 no “Amer. Journal of Epidemiology”. Isto começava: “As linhas de energia doméstica são confiadas e presumidamente inócuas. Contudo, esta assunção nunca tem sido testada adequadamente. Efeitos nocivos de baixo nível podem ser perdidos, ainda que podem ser importantes para a população como um todo, já que as linhas de energia elétrica são tão presentes. Nosso estudo sugere, de fato, que as crianças que desenvolvem câncer estão indevidamente e frequentemente perto das linhas de eletricidade de alta corrente.”

Contudo, a medicina e a ciência descartaram o relato deles, já que nenhuma evidência experimental ou meio conhecido mostra que o magnetismo das linhas de eletricidade alterem o metabolismo das células e cause câncer. Nas próprias palavras de Nancy, “Uma das quatro ou cinco famílias vivem no que o nosso estudo caracteriza como alta corrente. A própria ideia da fiação elétrica em cada cidade ou centro americano poder ser nocivo à saúde parece – bem, inacreditável.”

Ainda que, Nancy Wertheimer tenha tropeçado na cauda do Dragão.

Em nossa Defesa ELF

Em 1958, a marinha dos EUA se tornou interessada na Frequência Extremamente Baixa (ELF) para se comunicar com os submarinos submersos, já que ELF penetrará a água do mar. Em 1968 eles enterraram 28 milhas de cabos insulados sobre o leito de granito perto de Clam Lake, Wisconsin para testar uma antena ELF de rádio. Logo depois, a marinha propôs o Projeto Sanguine — uma grade de 22.500 milhas quadradas de 6.000 milhas de cabos enterrados ao norte de Wisconsin e na Península Superior de Michigan. Isto criaria um campo global ELF de 76 hz se estendendo para a ionosfera para refletir os sinais ELF dentro do mar.

As pessoas vivendo perto do local de teste de Clam Lake relataram terem recebido choques elétricos de torneiras de água, telefones e comuns cercas de arame. Queixando-se que a antena ELF da Marinha gerou estas casuais voltagens, os residentes na região se opuseram ao Projeto Sanguine.

A Marinha insistiu que ELF não cause efeitos nocivos, e isto não é diferente das linhas de eletricidade de 60 hz, mesmo embora a pesquisa ELF lance dúvida sobre as afirmações do alto poder de ELF do Projeto Sanguine seja segura. Então em 1973 o Escritório de Medicina e Cirurgia da Marinha formou um Comitê de Aconselhamento Científico de sete homens para revisar a pesquisa sobre os efeitos biológicos de ELF. O Dr. Robert Becker foi indicado para o painel e em 6 de dezembro de 1973 ele aprendeu:

O Laboratóriode Pesquisa Médica Aeroespacial da Marinha encontrou aumentos significativos nos triglicerídeos do soro (stg), um aviso de stress, nas amostras de sangue de nove de dez voluntários expostos a magnetismo de baixa intensidade;

uma taxa anormalmente alta de stg foi encontrada em seis dos oito trabalhadores no sítio de testes do Sanguine;

O Instituto de Pesquisa Cerebral do UCLA descobriu que macacos expostos a ELF tinha uma resposta motora diminuida, um aviso de efeitos comportamentais adversos;

O Centro de Desenvolvimento Aéreo Naval descobriu que ratos expostos a ELF ganham peso menos prontamente;

Um estudo demonstrou que a exposição a longo prazo a ELF retardou o crescimento de embriões de galinha;

Um outro com campos magnéticos AC produziram desorientação em filhotes de gaivotas.

Em 07 de dezembro o painel recomendou fortemente “urgente e absolutamente necessário” estudos de efeitos ELF, e, “já que o sistema imunológico é um mecanismo crítico de defesa, isto obriga o Projeto Sanguine a investigar os mecanismos imunológicos durante e depois da exposição a ELF.” Eles votaram unanimimente que o Conselho de Gerenciamento EMR (ERMAC) “seja informado dos achados e sua possível importância para a grande população em risco exposta a campos de 60 hz das linhas de energia elétrica”. A ERMAC foi criada em 1968 pelo Escritório de Telecomunicações do Presidente para aconselhar sobre os riscos biológicos da radiação de radio-frequência.

A Marinha compilou estas recomendações em um relatório de 31 páginas marcado ‘Apenas para Uso Oficial”, assim suprimindo-o. O aviso da ERMAC sobre os riscos da energia de 60 hz não foi enviado.

A Marinha tropeçou seu pé no Dragão – e escolheu encobrir isto – o equivalente moral de atirar no baço de um paciente para evitar dizer a ele que tem câncer.

Becker deixou o DC em 07 de dezembro para seu retiro Adirondack perto de Lowville, NY. Lá o jornal disse que a Autoridade Elétrica do Estado de NY (PASNY) planejava uma linha elétrica de 765 kv apenas a poucas milhas de seu domicílio.

A Política das Linhas de Eletricidade

No mesmo ano em que Wertheimer começou o estudo dela, fazendeiros em New York e Minnesota estavam combatendo a construção de uma nova geração de linhas de energia elétrica. Os servios públicos precisavam de maiores linhas de transmissão para suas maiores – frequentemente nucleares – usinas elétricas, e asim propuseram linhas para transportarem 765.000 volts. Previamente a maior linha de voltagem era 345 kv. PASNY queria construir várias linhas de 765 kv ao longo da fronteira NY-Canadá até NY central para transportar a eletricidade do projeto hidroelétrico James Bay ao norte de Quebec. E Niagara Mohawk (NiMo) e Rochester Gas & Electric (RG&E) propuseram uma linha de 765 kv das usinas nucleares perto de Oswego para Rochester a 66 milhas a oeste.

As linhas passariam através de terras de fazenda. Os proprietários das terras lutaram contra isto, preocupados com os efeitos negativos para a saúde que as linhas gigantes podiam ter, tais como choques elétricos e casuais correntes no solo. Para dramatizar isto, eles ficaram de pé sob as linhas de 345 kv segurando lâmpadas incandescentes — as lâmpadas se acenderam por causa do EM gerado pela linha. Uma de tais fotos é que obteve a atenção de Wertheimer e despertou seu interesse nas linhas de eletricidade e a leucemia.

Também havia agido o destino. A linha PASNY passaria pelo retiro em Adirondack de Becker. Depois de ler sobre a linha em sua volta do painel ELF da marinha, Becker fez o extraordinário: ele escreveu ao Comissário de Conservação Ambiental de NY e ao Presidente da Comissão de Serviço Público (PSC) que o painel ELF concluiu que o público pode estar em “risco pela exposição a eletromagnetismo inferior a estes ao longo da proposta linha de 765 kv.”

Becker, um importante pesquisador médico dos efeitos do eletromagnetismo em células vivas, formou-se em medicina em NYU, e em 1956 foi indicado chefe de ortopedia no Syracuse V.A. Hospital. Seu trabalho na década de 1960 com salamandras revelou que a regeneração das pernas envolve correntes elétricas associadas aos nervos. Ele podia acelerar ou retardar a regeneração com campos elétricos externos. Em um estudo dramático ele usou a eletricidade para induzir um rato a regenerar uma perna lesionada. Becker tornou-se preocupado se o eletromagnetismo aumenta o crescimento benigno de células, ele possa afetar a malignidade também.

Becker induziu anestesia profunda em salamandras usando fortes campos magnéticos, então acrescentou as descobertas que as fraturas ósseas curam com estimulação elétrica. Ele explorou os efeitos dos campos magnéticos externos, inclusive da Terra, em ondas cerebrais, e em 1963 mostrou uma relação entre as admissões psiquiátricas e as tempestades magnéticas solares. Em 1965 ele expôs voluntários a campos magnéticos pulsados similares a tempestades magnéticas, e descobriu mudanças signficativas no tempo de reação. Becker se tornou preocupado que estes campos estejam no mesmo alcance ELF da Terra, ao qual nosso corpo humano está harmonizado por sua longa evolução. Eles são também do mesmo alcance usado na distribuição da energia elétrica.

Por 1972 Becker tinha bastante evidência para avisar ao Instituto de Elétrica e Engenheiros Eletrônicos do “perigo da exposição contínua ao eletromagnetismo capaz de induzir correntes ou voltagens comparáveis aquelas agora conhecidas nos sistemas de controle biológico.” Ele pediu urgentemente um estudo da exposição humana ao eletromagnetismo ELF. Em 1973, ele foi indicado para o painel de aconselhamento ELF da marinha.

Em julho de 1974 um advogado do PSC pediu a Becker e seu associado Andrew Marino para testemunharem em audiências. Isto significava preparar relatórios escritos e submete-los ao exame cruzado sem remuneração. As audiências se arrastaram, e em fevereiro de 1976 o PSC se curvou ao Gov. Carey de NY e autorizou a construção da linha PASNY. Isto deixou quão largo tomar o caminho certo (ROW), e se aprovar a linha Oswego. Finalmente, em junho de 1976 as audiências começaram. Becker foi o único médico a se apresentar como testemunha. Especialistas para PASNY, NiMo e RG&E testemunharam que o eletromagnetismo não oferece riscos biológicos.

Marino preencheu uma instrução urgindo que o PSC protegesse não apenas contra o eletromagnetismo da proposta linha elétrica de 765 kv, mas também das já existentes linhas de 345 kv. A pesquisa mostrava que 1500 volts por metro (vpm) afetam os animais expostos, enquanto os campos elétricos na borda e 150 pés ROW das linhas de 345 kv é 1600 vpm. Marino sentia que um limite humano para a exposição crônica deveria ser de 100 vpm — muito inferior — e avisou que fortes campos magnéticos pulsáteis das linhas elétricas são ” totalmente novos e únicos a respeito da evolução na Terra”.

Em janeiro de 1978 os juízes decidiram “a exposição repetida, contínua e a longo prazo a campos elétricos excedendo 2500 vpm podem resultar em efeitos biológicos que podem ser nocivos.” Eles estabeleceram o limite de exposição elétrica em 1000 vpm em um metro acima do solo. Então uma 765 kv ROW seria 350 pés mais larga do que os 250 pés propostos pelos serviços públicos. Eles não estabeleceram padrões para os campos magnéticos.

A equipe do PSC foi crítica, apontando os 32 estudos citados por Marino — nove são “um solido corpo de evidência de de campos elétricos das linhas de energia elétrica causam efeitos biológicos em humanos.” A equipe do PSC suplicou um limite de 400 vpm, requereu aviso do risco aos residentes adjacentes a uma ROW, e compra ou relocação de qualquer casa a 275 pés de uma linha central ROW.

Em junho de 1978 uma decisão de 74 páginas do PSC afirmou que as linhas elétricas EM criam “interferências irrefutáveis de risco possível que não podemos ignorar. Os efeitos não podem ser presumidos inócuos”. O PSC criticou os serviços públicos por falharem em replicar os experimentos de Marino, e em oposição mover “esforços vigorosos para desacreditá-lo mais apropriadamente pela calúnia do que pela ciência.”

O dilema do PSC era um nível de exposição para linhas de 765 kv chama a questão o ROW para as linhas existentes de 345 kv. Muito mais que desafiar isto, PSC estabeleceu um limite de campo elétrico para as linhas de 765 kv, o mesmo que para as linhas de 345 kv — 1.600 vpm — raciocinando que isto “assegura riscos, se algum, de exposição as linhas de 765 kv não serão maiores do que aqueles aceitos amplamente para as linhas 345 kv.” Um raciocínio duvidoso e um mau compromisso. Não obstante, pela primeira vez uma agência reguladora questionou os efeitos das linhas elétricas sobre humanos. Mas uma vez mais, nenhum padrão foi estabelecido para a exposição magnética.

Contudo, o PSC notou o pobre entendimento dos efeitos biológicos de ELF, e pediu aos serviços públicos o custeio de pesquisa por cientistas independentes. A PASNY processou, queixando-se que o PSC não tinha autoridade para exigir pesquisa como parte da aprovação de uma linha elétrica. Em 1979, a Suprema Côrte de NY deu apoio a PASNY, mas em 1980 os serviços públicos concordaram em fornecer 5 milhõs de dólares por um periodo de cinco anos para o Projeto das Linhas Elétricas NYS. Em 1981 uma equipe científica de aconselhamento de dez membros foi selecionada para supervisionar o projeto.

Os serviços públicos se tornaram capturados nas espirais invisíveis do Dragão. Relutantes em encararem as profundas implicações destes avisos, eles afastaram os mensageiros que tinham as más notícias.

Sensores Militares

A marinha não era o único departamento militar que estava suprimindo os dados sobre o eletromagnetismo. Em maio de 1978, a Força Aérea tinha comissionado a Academia Nacional de Ciências para avaliar o radar PAVE PAWS para prever quantas pessoas vivendo perto do radar seriam irradiadas. Dois comitês foram formados: um painel de engenharia para avaliar as previsões de radiação e um outro para avaliar os efeitos biológicos.

Estudos sobre o eletromagnetismo de baixo nível mostraram alterações na bio-eletricidade e química do cérebro, e sistemas imunes a níveis muito abaixo daqueles capazes de aquecer o tecido. Um estudo de 1962 descobriu que camundongos irradiados com radar de microondas desenvolveram leucemia 3.5 vezes mais frequentemente do que os controles. O Escritório de Saude Radiológica do FDA chamou a isto ” o mais embaraçante achado na literatura disponível”. As pessoas vivendo perto do radar eram cobaias em um experimento ao vivo.

Em janeiro de 1980 Dr. Ross Adey do Instituto de Pesquisa Cerebral do UCLA falou sobre os efeitos biológicos das microondas na Associação Americana para o Avanço da Ciência em seu encontro anual. Os estudos mostravam que o magnetismo pulsado em 15 ou 72 hz alteram a ação do hormônio paratireóide para desencadear a adenilato ciclase, uma enzima da membrana celular crucial para formar o novo. O eletromagnetismo externo é também fraco para alterar a química da célula, assim as membranas celulares devem sentir o fraco eletromagnetismo para desencadear as mudanças no comportamento da célula. Adey indicou que este eletromagnetismo é similar ao radar, e acusou a Força Aérea por fracassar em honestamente avaliar seus riscos de emissão eletromagnética.

Por 1982 Adey mostrou como o radar de 450 MHz modulado a 60 hz grandemente reduziu a atividade dos linfócitos T para matar as células cultivadas de câncer. O associado de Adey, Daniel Lyle replicou o estudo usando linhas elétricas de 60 hz, e descobriu maiores declínios na atividade dos linfócitos T. Um relatório de 1983, notou que efeitos menores ocorrem em 40, 16 e 3 hz. Isto tem sérias implicações para milhões de pessoas vivendo perto das linhas de energia elétrica.

Sob pressão, a Força Aérea deu 4 milhões de dólares para um estudo a longo prazo dos efeitos das microondas de baixo nível. Os Profs. Guy e Chou, engenheiros da Univ. de Washington, Laboratório de Bioeletromagnética, expuseram 100 ratos a contínuo baixo nível de microondas por dois anos para examinar os efeitos na química do sangue, peso corporal e comportamento. Os resultados divulgados em agosto de 1984 foram chocantes: 16 tumores malignos nos ratos expostos versus somente quatro nos controle; sete nos ratos expostos eram endócrinos, e somente um nos controles.

Em 1983 Craig Byrus, professor de biomedicina da Uiversidade da Califórnia em Riverside, expôs linfóctos de amigdala humana a baixo nivel 450 MHz modulado na forma ELF de 3 a 100 hz por mais de sessenta minutos. Ele descobriu que as enzimas proteino-quinases se tornavam inativas em frequências específicas entre 16 e 60 hz; a proteino-quinase C é um receptor para substâncias promotoras de câncer. Impresso em 1984 em Bioelectromagnetics, isto levantou questões perturbadoras sobre os efeitos de ELF e microondas sobre o sistema imunológico humamo, nossa primeira linha de defesa contra o câncer. Nossa tecnologia nacional de defesa de sensores eletromagnéticos agora estava implicada no dano a nossas defesas biológicas pessoais.

A Década da Negativa

O novo insight sobre os efeitos do magnetismo de alta corrente provocou pesadas sub correntes. Serviços públicos, militares e o governo reagiram com dura vingança contra a evidência dos efeitos ELF, e também os cientistas cujo testemunho iluminaram este enigma inacreditável. Como os três macacos, eles não podiam ver, ouvir ou falar qualquer Mal. Becker e Marino aprenderam que o magnetismo não é a única força invisível em nossa sociedade política. Em 1982 eles escreveram em “Electromagnetics and Life”, “Isto nos conquistou a oposição de um impressionante conjunto de indivíduos e organizações que tentavam, como o antigo Rei Canuto, comandar a maré dos estudos experimentais para que esta virasse”. Foi uma alta maré; o gotejamento da pesquisa na década de 1970 se tornou uma inundação na década de 1980.

Em 1980 Wertheimer candidatou-se a um custeio do Intituto Nacional de Saúde para estudar o câncer adulto e o magnetismo de alta corrente. Isto foi rejeitado, mas em seus próprios casos coletados com Nancy totalizando 1.179 de 1967-75 in Boulder, Longmont, Denver, e subúbios. Por dois verões ela visitou cada casa para clasificar por um refinado código de configuração de fios. Quando ele foi localizando, montes de outros emergiram.

Em junho de 1982 o médico sueco Dr. Lennart Tomenius relatou que 716 canceres infantis em Estocolmo, onde a maior parte da energia é enviada a 50 hz em cabos enterrados de 200 kv. Ele mediu o magnetismo AC de cada porta da casa para achar uma média de 2.2 milligauss (mgs). O dobro das crianças com cancer viviam perto das linhas de 200 kv e onde o magnetismo estava acima de 3 mgs, cancer é duas vezes mais frequente. Isto foi publicado em 1986 em ” Bioelectromagnetics”.

Em 1982 “New England Journal of Medicine” imprimiu uma carta do Dr. Milham, médico e epidemiologista do Departamento de Saúde e Social de Washington. Ele revisou 430.000 mortes no período de 1950-79 para encontrar a leucemia mais prevalente em ocupações com exposição eletromagnética. De 11 ocupações com leucemia mais alta do que o normal, dez estavam ligadas a exposição ao eletromagnetismo.

Em novembro de 1982 a respeitada revista médica britânica “The Lancet” relatou um estudo da Escola de Medicina da Califórnia que descobriu que leucemia aguda e leucemia mielóide aguda é significativamente mais alta entre os homens das linhas telefônicas e de energia elétrica em Los Angeles.

Em janeiro de 1983 “The Lancet” publicou um estudo de trabalhadores elétricos ingleses e gauleses de Michael MacDowell, epidemiologista do Escritório de Pesquisas e Censo de População de Londres, que encontrou consistentemente uma taxa maior de mortalidade por leucemia mielóide aguda entre as ocupações elétricas. O editorial do Lancet, notando que isto é apoiado pelos achados do USC, Milham e Wertheimer, disseram, “Todos nós somos expostos a eletromagnetismo de baixo nível. É importante conhecer que riscos, se algum, estão envolvidos.”

Em 1984 um estudo de tumor cerebral em Maryland de 1969-82 descobriu maior ocorrência nas ocupações elétricas. Outros estudos encontraram um excesso de leucemia em trabalhadores elétricos na Nova Zelândia, Canadá e sudeste da Inglaterra e entre os trabalhadores das minas de carvão dos EUA. Um estudo sobre cancer cerebral no Leste do Texas em homens, de 1969-78 descobriu um risco muito maior nas comunicações e serviços públicos; os riscos para os trabalhadores dos serviços públicos era 13 vezes maior.

Por 1986, quando Wertheimer e Leeper publicaram “Cancer Adulto relacionado a Fios Elétricos perto das Casas” no “International Journal of Epidemiology”, 15 de 17 estudos mostravam associações entre o cancer e a exposição eletromagnética. Cancer do sistema nervoso, útero, seios, linfoma, e leucemia ocorrem mais frequentemente entre pessoas vivendo perto de linhas de altas correntes. Nancy escreveu, “Lares de pacientes de cancer superam os controles mais claramente na categoria de corrente muito alta. A associação é clara e altamente significativa para cancer em adultos antes da idade de 55 anos. Os dados sugerem um relacionamento de dose que pode existir entre exposições a magnetismo alternado e o cancer.”

Claramente algo estava acontecendo. Aqui estava repetido, a evidência crível de riscos à saúde pública associados a exposição eletromagnética, mas os efeitos tinham uma causa desconhecida. Os dedos da evidência neste mistério apontavam para o magnetismo,mas ninguém podia explicar como o magnetismo de baixo nível cause a desordem celular ou doença.

Esta é a primeira parte de uma série de quatro partes intitulada: O Retorno do Dragão – Riscos do Magnetismo Causado pelo Homem.

Parte 2: O Giro na Cauda do Dragão, nas revisões da década de 1980, quando as revelações dos riscos das tecnologias eletromagnéticas se aceleraram. Também foram reveladas surpreendentes descobertas do papel desconhecido na biologia do eletromagnetismo, na ecologia e na psicologia. Mas a parte dois é uma dilatado reflexo pelas lentes da ciência do mundo em forma de onda que nos trás com a face diante da fase da verdadeira natureza do nosso dilema.

GIRANDO A CAUDA DO DRAGÃO

“Hermes vagueando em um terreno rochoso, um lugar desolado para meditar e rezar. Seguindo as instruções secretas do Templo, ele libertou sua consciência superior dos laços de seus sentidos físicos. Assim libertado, sua natureza divina revelou a ele os Mistérios. Ele contemplou uma figura terrível, inspirando assombro: o Grande Dragão, com asas se esticando através dos céus e s luz brilhando em todas as direções de seu corpo. O Grande Dragão chamou Hermes pelo seu nome e perguntou porque ele meditava sobre o Mistério do Mundo. Aterrorizado, Hermes se prostrou diante do Dragão, suplicando que ele revelasse sua identidade. A grande criatura respondeu que era Poimandres, a Mente do Universo, a Inteligência Criadora e o Imperador Absoluto de Tudo. Hermes suplicou que Poimandres revelasse a natureza do universo e a constituição dos deuses. O Dragão concordou, pedindo a Hermes que mantivesse a imagem dele na mente. Imediatamente a forma de Poimandres mudou. Onde ele havia estado era glorioso, uma luz radiante de natureza espiritual do próprio dragão. Hermes foi elevado ao meio desta Efulgência Divina e o universo material empalideceu de sua consciência…” – de A Visão de Hermes Trismegistus – um fragmento da antiga ciência hermética

Milênios depois desta busca mística, e as luzes brilhantes e cidades pulsantes da vida do século XX, o Mistério revelado a Hermes Trimegistus permanece muito mais envolto nas espirais da não respondidas – e frequentemente não perguntadas – questões.

Somente 170 anos atrás Hans Oersted descobriu que as correntes elétricas defletem uma agulha magnética. Nove anos mais tarde, em um edifício de pedra de areia vermelha ao lado do “Capitol of the Empire State”, Joseph Henry construiu um motor elétrico e a Era Elétrica nasceu. Desde então, temos aprendido trilhões de meios de fazer os elétrons dançarem para nosas sintonias tecnológicas. Ainda que não saibamos a natureza desta força nem seus efeitos sobre a natureza.

A despeito desta ignorância, o eletromagnetismo transformou o nosso mundo e as nossas mentes. Imagine o nosso mundo sem luzes, geladeiras, telefones, estéreos, rádios, televisões… Hoje cada casa tem um suprimento de energia, todo político tem uma política de energia. A noção do magnetismo criado pelo homem é um poluidor que recebe pouca atenção próxima aos quimicos, vírus, genes e radiação. Até mesmo a comida recebe um exame muito maior.

Esta força aparemente “domesticada” tem um impacto sobre a humanidade que é surpreendente. Vagarosamente ainda que sem parar, o eletromagnetismo feito pelo homem entrou em nossas vidas desde que Henry inventou o motor elétrico em 1829. Disfarçada como uma dávida toda boa benigna da Tecnologia, ela invadiu as nossas comunidades, casas e tecidos. Nós a acrescentamos em nossas vidas como o ferro ao imã – inconscientemente, automaticamente e rapidamente.

Ainda que, por 1980, os estudos de Wertheimer, Milham, Marino, Becker, Adey e outros mostraram uma evidência clara do dano do eletromagnetismo, especialmente do eletromagnetismo de frequência extra baixa [ELF] das linhas de eletricidade. Como uma criança vendada brincado de colocar a cauda no macaco, o homem moderno não pode ver sua situação difícil. Como seus pesquisadores, a própria ciência está em um duplo cego, e somos as cobaias.

Primeiramente, o eletromagnetismo, como a radiação nuclear, é invisível – você não pode ver, sentir, provar ou ouvir isto, ainda que enfraqueça nosso sistema imunológico, zere o nosso relógio biológico e nos torne doentes. Segundo, a ciência ainda não tem descoberto as origens e os efeitos – a real natureza – do eletromagnetismo. Tentativas para revelar este risco invisível enfrentam três vendas:

* superssão da informação pelos serviços públicos e os militares

* pobre entendimento do eletromagnetismo e ELF em geral, e

* nenhuma teoria de como o eletromagnetismo fraco altera o metabolismo celular.

Principalmente, a ciência mecanicista insiste em ‘ver para acreditar’. Isto é, a confirmação pela detecção sensorial é que define a realidade. Ainda que uns poucos fenômenos – como o Dragão – deva ser acreditado para ser visto.

Acreditar é Ver

Fora a teimosia de políticos, a causa real para a confusão é que realmente conhecemos pouco sobre eletromagnetismo. O Dr. Becker admite livremente que a ciência sabe algo sobre a eletricidade, pouco sobre magnetismo e ainda menos sobre eletromagnetismo. Ainda que, como Becker e Marino escreveram em 1982: “O eletromagnetismo é um atributo fundamental da vida que deve estar presente nas primeiras coisas vivas. O conceito que as coisas vivas tem um intrínseco eletromagnetismo levam a previsão que eles respondam pelo eletromagnetismo externo – tanto natural quanto artificial.”

A despeito de nossa ignorância, como o explorador ártico Nansen enfeitiçado pelos dragões dançantes nos céus árticos, estamos mistificados por esta força invisível, mas invasiva. De fato, a mitologia fornece nosso melhor insight para a indução, porque os povos antigos acreditavam que o magnetismo guardava o segredo da vida.

O povo antigo encontrou primeiramente o magnetismo nas minas de ferro naturais magnéticas, primariamente na magnetita. Os gregos anteriores a Homero acreditavam que os imãs estavam vivos, e eles mineravam a magnetita em Magnesia na Ásia Menor, de onde veio a palavra magneto. Os gregos antigos usavam o magnetismo para adivinhação, enquando os chineses e os olmecas da América Central usavam isto para geomancia, para revelar “caminhos do dragão”. Os chineses chamavam a geomancia deles de Feng Shui, significando vento e água, já que o Dragão, como o vento, não pode ser visto, e como a água, não pode ser agarrado.

O insight magnético emergiu vagarosamente. Primeiro veio a descoberta de que o ferro pode ser magnetizado por um imã. Não foi senão no século XX que aprendemos que o cobalto e o níquel são magnéticos; hoje os super imãs são feitos de cobre, níquel, ferro, alumínio e ligas de cobalto.

A flutuação das agulhas magnéticas – as primeiras bússolas – permitiu que os marinheiros e comerciantes mapeassem o curso deles. A navegação pelo magneto começou depois de 1000 DC para desencadear a grande Era da Exploração. Este magnetismo nos deu orientação para determinar nossa direção.

Não foi senão em 1600 que o médico real britânico William Gilbert, em seu texto monumental ‘De Magnete’, proclamou pela primeira vez que a própria Terra é um magneto. Gilbert comparou o magnetismo a força de vida, primeiro distinguindo a eletricidade e o magnetismo. Primeiro ele concebeu um campo magnético, usou a palavra eletricidade e inventou o eletroscópio para medir campos elétricos. No século seguinte, os insigts científicos em física, química e biologia apareceram nos laboratórios da Europa.

Na década de 1770 o médico austríaco Franz Mesmer chegou em Paris com uma teoria radical do magnetismo animal, baseado na filosofia hermética, que o microcosmo humano corresponde ao macrocosmo mundial. Mesmer disse que o corpo tinha polos magnéticos, e um fluido sutil flui dos polos magnéticos cósmicos pelo corpo. O fluxo suave e ininterrupto é saudável; os bloqueios causam as doenças. Mesmer afirmou que para remover bloqueios e restaurar o fluxo usaria acessar o corpo com imãs. Inexplicavelmente, o tratamento dele funcionou. Mesmer se tornou famoso — e rico — até que uma comissão médica francesa o declarou uma fraude. O mesmerismo foi varrido da ciência, mas a associação ao transe é metafórica.

Em contraste, a eletricidade animal prosperou neste tempo nos experimentos dos cientistas italianos Galvani e Volta dos efeitos elétricos no tecido vivo. Mas seria no século seguinte que o mundo daria um salto gigante para o vórtex.

O Dualismo da Ciência da Vida

A relação do eletromagnetismo com a vida tem sido fascinante e controvertida por séculos. A biologia médica ocidental, com suas raízes de aproximadamente 400 anos, dificilmente é mais velha do que a ciência eletromagnética. Até os anos de 1600 a ciência ocidental da vida era um campo de batalha de idéias antagônicas.

Por um lado, os mecanicistas insistem que a vida é puramente física – matéria química organizada em progressivamente maior complexidade – átomos formam as moléculas que formam macromoléculas dentro de organelas nas células em tecidos ordenados organizadamente até órgão dentro de organismos. Mas em essência a vida é inanimada, moléculas inertes, e explicada pelas leis de química e de física.

O outro extremo – os vitalistas – insistem que a vida crece da energia invisível – uma centelha divina, força vital ou corrente telúrica. Muitas teorias vitalistas foram oferecidas, cada uma em seus próprios termos: a força ódica de von Reichenbac, o magnetismo animal de Mesmer, outros acreditavam em um ‘elan vitale’. O conceito, com antigas raízes na pré história, é universal, aparecendo em todas as sociedades e todas as religiões.

Nos anos de 1600 os químicos começaram a sintetizar químicos orgânicos de elementos inorgânicos. Isto foi considerado uma prova de que a biologia podia ser reduzida a química, e o vitalismo foi rejeitado pela ciência ocidental como superstição – consignada a cesta de lixo junto com a alquimia, hermetismo e misticismo. Quase duzentos anos se passariam antes que o motor de Henry canalizasse o eletromagnetismo. Durante 300 anos, a biologia médica não reexaminaria o papel do eletromagnetismo.

Ainda que se pudesemos levar o motor elétrico lá para trás, em 400 anos, os mecanicistas medievais não pudessem explicar seu funcionamento. A maioria o dissolveria em ácido e detalharia sua composição química. Se nós disséssemos que pequeninos eletrons invisíveis fluem através do metal sólido para criar um magnetismo invisível e todo penetrante para fazer o motor girar, os mecanicistas murmurariam: “Falta de lógica vitalista!” Não foi senão na década de 1970 que a ciência começou a reconhecer o papel do eletromagnetismo na biologia.

O mecanismo está vivo na ciência moderna – uma venda para tornar o Dragão invisível. Os cientistas murmuram “superstição espiritualista” nos conceitos esotéricos e orientais da anatomia biomagnética. Até mesmo a teoria racional bioeletromagnética é resistida como vitalista. Até mesmo pioneiros em bioeletromagnética como o Dr. Becker, que mapeou os campos elétricos do corpo humano para descobrir que ele conduz melhor nos pontos de acupuntura, declarou que os antigos conceitos orientais de “chi’ são “vitalistas e inaceitáveis para a ciência moderna’.

Estudantes do Princípio Unificado reconhecerão esta dança de yin e yang – magnética e elétrica – energia e matéria – vitalismo e mecanismo. O Princípio Unificado torna a ciência nua dualista ou o dilema para revelar uma perspectiva macrobiótica: como o próprio eletromagnetismo, as células não são somente partículas, mas também formas de onda. As células se comunicam não apenas por impulsos disparados, mas por massagens e sussurros.

O Magnetismo Animal Revisitado

Já que nosso planeta é um imã gigantesco, não deve ser surpresa que nós e outras formas de vida sejamos sensíveis ao magnetismo, inclusive o da Terra. Ainda que esta idéia tenha pouca aceitação da ciência ocidental até recentemente. É curioso notar que a madeira não é magnética. O não magnetismo da madeira sugere que as próprias células são sensíveis ao magnetismo, se não elas próprias reais magnetos. De fato, estudos científicos mostram que ambos são verdadeiros.

Sessenta anos depois da entrada de diário de Nansen, um casal na Rússia comelou a tirar fotos em alta voltagem, eletromagnetismo de alta frequência. Em 2 Mhz 20 kv EM, um dedo humano brilha com uma visível luz braco-azulada chamada corona. A importante técnica dos Kirlians replicaram as auroras árticas de Gaia para iluminar imagens surpreendentes de campos de energia ao redor do tecido vivo. Como Nansen, os Kirlians tinham poucos conceitos científicos do que eles viam.

Para alguém, os indivíduos no ato de curar tem coerentes raios de luz vermelha disparados das pontas de seus dedos. Os pesquisadores partiram pedaços de folhas de plantas e então as fotografaram. Imprevisivelmente, apareceu uma corona completa, como se a folha inteira estivesse presente. Este efeito de folha fantasma sugeriu que o eletromagnetismo associado com o tecido vivo persiste depois que a estrutura física vai embora.

Para entender esta vida secreta das células, devemos conhecer como as células são construidas. Elementos críticos estão na parte mais externa da membrana de superfície e no mais interno núcleo de material genético. A estrutura espiralada do DNA expressa uma clara impressão magnética; a replicação ocorre em radio frequências, mas pouco é conhecido sobre as atividades eletromagnéticas do DNA. Contudo, estudo recentes trouxeram luz sobre a ação eletromagnética nas membranas celulares.

Uma membrana celular é uma camada gêmea de lipídio – um termo bioquímico para gordura e óleo. Os lipídios tem cabeças ácidas fortemente atraídas para a água (hidrofílicas) e caudas oleosas de hidrocarbono que repelem a água (hidrofóbicas). Milhões de estas pequeninas serpentes se alinham cabeça com cabeça e cauda com cauda. As cabeças hidrofílicas enfrentam a água no mundo externo e no interior das celulas; as caudas hidrofóbicas se apinham para formar um pequenino sanduiche de somente um milionésimo de polegada de espessura. Por comparação, os filmes plásticos são ao menos três milésimos de espessura de uma polegada — 300 vezes mais grossas!

A gordura é um insulador, assim a camada gemea de lipídio isola eletricamente uma célula do exterior. Há um decimo de volt de campo elétrico entre o interior e o exterior de uma célula nervosa. Para nós, 0.1 volt não é nada — mas na escala de uma célula é equivalente a mais de 100.000 volts. A resistência da membrana celular é surpreendente – e dentro estão cristais líquidos de “água viva”.

O cientista israelense Rafael Elul descobriu que fibras de proteínas sobressaem das membranas para a água entre células cerebrais. Na década de 1960, Ahron Katchalsky, biofísico do Programa de Pesquisa em NeuroCiência do MIT, descobriu que o cálcio se curva no fim destas fibras de proteínas. Os ions cálcio são muito prevalentes no tecido cerebral e transmitem os impulsos nervosos.

Estas fibras de proteínas e cálcio oscilam em resposta a correntes elétricas, como visíveis ondas cerebrais. Dr. Ross Adey diz que elas são “sensíveis a brisas eletroquímicas soprando através das membranas celulares – como o trigo balançando ao vento. As ondas rítmicas não são apenas barulhentas, mas sussurros intracelulares”

Os Sussurros do Dragão

Estranhamente, a maioria dos dados científicos sobre os efeitos ELF foram custeados pela CIA. Em 1962, o Departamento de Estado dos EUA descobriu que microondas russas eram irradiadas para a embaixada dos EUA em Moscou. Para aprender porque, o formado Projeto Pandora da CIA — um programa secreto da Agência de Projetos Avançados de Pesquisa (ARPA) — para explorar os conceitos dos armamentos eletromagnéticos. ARPA entrevistou os principais pesquisadores sobre os efeitos das microondas no cérebro e no comportamento, e custeou vários laboratórios para estudar os efeitos do eletromagnetismo de baixo nivel. Um foi para o Dr. W. Ross Adey estudar como o eletromagnetismo fraco afeta macacos.

Adey recebeu um doutorado médico em 1949 na Austrália, então era um Pesquisador Principal da Universidade Oxford, na Inglaterra. Ele veio para os EUA em 1954 como professor de anatomia da UCLA. Em 1961, ele se uniu ao novo Instituto de Pesquisa Cerebral para ser pioneiro no implante de sensores de EEG em cérebros de macacos vivos para estudar os efeitos do eletromagnetismo fraco nas membranas externas e nos trabalhos internos das células cerebrais. Hoje ele é um principal teórico em bioeletromagnética e um filósofo.

Na década de 1960, usando macacos com implantes de EEG, Adey descobriu que os campos de 7 e 10 hz aumentam a ação do EEG no sistema límbico, uma parte antiga do tronco cerebral. Enquanto 10 hz não tinha efeito no comportamento dos primatas, 7hz causavam uma demora no tempo de reação. Na década de 1970 ele descobriu os efeitos do eletromagnetismo de baixo nível em 7, 45, 60 e 75hz em primatas. Consistentemente, os campos ELF tão baixos quanto 1 vpm mudaram no EEG e no comportamento.

Gatos — uma espécie diferente — com eletrodos implantados foram expostos a eletromagnetismo de frequência muito alta (VHF) de 147 milhões de hz (Mhz). Por si só, VHF EM não tinha efeito, mas modulado em ELF, alterou as ondas cerebrais felinas. Os efeitos eram específicos para sítios no cérebro e particulares ELFs.

Em 1974, quando começou a batalha do estudo sobre a leucemia de Wertheimer e das linhas de eletricidade de Becker, Adey fez uma inovação. Ele expôs cérebros de pintos vivos a eletromagnetismo de baixo nível de 147 novamente sem nenhum efeito. Mas a modulação ELF causou um aumento de 20% na liberação de ions de cálcio pelas membranas celulares do cérebro.

Isto ocorreu em várias frequências específicas entre 6 e 20 hz, com um máximo em 16 hz e as mínimas respostas em frequências adjacentes. Esta liberação de cálcio seguiu uma curva clássica de ressonância que depende, não da intensidade eletromagnética, mas da frequência. Estudos subsequentes revelaram este estreito efeito em janela que também ocorre em fortalecimento dos campos específicos e nos tempos de exposição.

Por 1976, Adey tinha provado que o eletromagnetismo fraco afeta diretamente o sistema nervoso central, e teorizou que as oscilações ELF das fibras de proteína e cálcio são uma comunicação de célula para célula. O eletromagnetismo fraco ELF altera o movimento do cálcio nas membranas das células para mudar a ação química neural.

Por 1977, ele tinha mostrado que microondas de baixo nível de 450 Mhz, moduladas a 6 hz, muda a química do tecido cerebral no cortex cerebral. Isto foi observado – mas apenas como o eletromagnetismo fraco fez isto, permanece desconhecido. Ainda que a descoberta de Adey revolucionasse a ciência e a medicina tanto quanto o salto do telégrafo por fio para o radio sem fio mudou a face das comunicações.

Ross Adey primeiro ouviu sobre os sussuros do Dragão na medida em que isto deslizou e mudou sob a entrada da consciência, detectado apenas por instrumentos da ciência e nossas imagens culturais coletivas. Poucos cientistas tentaram repetir os experimentos de Adey.

Entra o Dragão

Em 1979 Carl Blackman, um biólogo do Laboratório de Pesquisa de Efeitos na Saúde do EPA, confirmou o efeito de janela de 16 hz sobre os ions cálcio de Adey. Blackman descobriu 50 Mhz (ham radio frequency) moduladadas a 15 hz também aumentavam a liberação de ions cálcio no tecido cerebral de pintos.

Experimentos posteriores mostraram que o nível de energia do campo magnético interno no tecido foi crítico. Em 1980, Blackman descobriu que 16 hz aumentava a liberação de cálcio em dois níveis de energia, mas um e 30 hz mostravam nenhum efeito. Então ele explorou de um a 100 hz para revelar as janelas em 15, 45, 75, e 105 hz, com fracas reações a 30, 60 e 90 hz.

A real descoberta de Blackman veio em 1983. Ao estudar os efeitos das janelas de frequência, Blackman tropeçou no principio físico do estado físico da ressonância ciclotron – que campos magnéticos estáticos causam que partículas elétricas se movimentem em círculos em uma frequência relacionada a força do campo magnético estático.

Usando espirais de Helmholtz para criar magnetismo estático, ele cortou o geomagnetismo local pela metade – e 15 hz dos efeitos do ions cálcio desapareceram. Em outros testes, uma nova janela apareceu em 30 hz com um efeito proporcional ao geomagnetismo. Em julho de 1984, Blackman disse a Sociedade de Bioeletromagnética que o geomagnetismo local é uma variável crítica nos experimentos, e explicou porque os pesquisadores tinham problemas em reproduzir os experimentos biomagnéticos – os resultados dependem do geomagnetismo local de cada laboratório.

Muitos cientistas repetiram os experimentos de Blackman. O físico da Universidade de Oakland, Abraham Liboff sugeriu que os ions dos tecidos neurais estão na ressonância ciclotron com magnetismo externo. Ele alterou o geomagnetismo a um nível no qual os ions de lítio ressoam, e descobriu que ratos expostos a 60 hz tinham um defeituoso tempo de resposta – um efeito comportamental.

Carl Blackman tinha descoberto o Dragão. Mas como uma criança brincando de pegar a cauda do Leviatã, a visão microscópica de Blackman viu apenas uma pequena escama de uma besta imensa – O maior organismo único da Terra.

Evolução Geomagnética

Os organismos da Terra evoluiram no ar e na água. Eles também vivem em ambientes eletromagnéticos formados pelo geomagnetismo, que é normalmente aproximadmente de 0.5 gauss. Até recentemente, rara atenção era dada ao magnetismo na evolução – como estudar o peixe e ignorar o oceano. Foi somente em 1600 que em “De Magnete,” Gilbert pela primeira vez propôs que a própria Terra era uma imã gigante.

A ciência geomagnética mau cresceu por 300 anos, mas tem crescido rapidamente nos últimos trinta anos, graças ao mapeamento por satélite da pesquisa militar e espacial. Ainda que não haja um entendimento da origem do geomagnetismo, comportamento ou efeitos sobre o ambiente físico, sobre a biosfera – ou sobre nós. Uma teoria popular, ainda que não provada, sustenta que o magnetismo da Terra é formado por correntes elétricas no núcleo derretido de ferro e níquel e carregado de ions na ar superior.

O magnetismo da Terra não é constante — ele sobe, cai e reverte em ritmos complexos. Um é o ciclo lunar. Por volta de 1900, os geofísicos descobriram que o magnetismo da Terra varia na medida em que a Lua roda próximo a ele. Isto é curioso, já que a maioria das culturas antigas usavam calendáros de meses lunares. O naturalista sueco Svante Arrhenius (descobridor do Efeito Greenhouse) sugeriu que o magnetismo em maré é um guardião do tempo para regular os bioritmos. Estamos ligados ao ciclo lunar por nossos hormônios – a taxa em que nossas células se dividem e que nosso cerebro opera.

O geomagnetismo contém outras frequências específicas – algumas tão pequenas que eles chamaram de micro pulsações – na faixa de um a 30 hz. O geomagnetismo ressoa em ELF na cavidade oca formada pela superfície da Terra e a ionosfera; a maioria das pulsações ocorre em 7 a 10 hz. Anos atrás ocorreu ao jovem pesquisador médico Robert Becker que isto está no mesmo alcance ELF das ondas cerebrais humanas: alfa, delta e teta.

Tempestades de Controvérsia

Enquanto a ciência tateia sobre buscar os efeitos neurológicos do geomagnetismo, serviços públicos e sistemas de comunicações confrontam uma diferente fase da indução de Gaia. A queima de particulas carregadas de chamas solares geram tempestades geomagnéticas para causar aumentos nas linhas elétricas leste-oeste e excitam a ionosfera para interromper as ondas de rádio. Considere nossa maior tempestade em 13 de março de 1989:

“A maior tempestade magnética em 40 anos foi tão intensa que a aurora foi vista tão ao sul quanto a Jamaica. Mudanças rápidas no fluxo geomagnético induziram aumentos nas linhas elétricas, trans oceânicas, redes de telefone e TV a cabo. Os transformadores da grade elétrica de Quebec falharam; um blecaute deixou um milhão no escuro. Distúrbios ionosféricos interroperam as radio comunicações e a recepção de TV.

“As comunicações por satélite foram interrompidas. A densidade ionosférica aumentada produziu um arrasto extra sobre os satélites de posicionamento global para retardarem a órbita deles tanto quanto a acurácia posicional na superfície da Terra foi perdida. A nível do mar, as bussolas do Mar do Norte usadas para controlar cabeças de perfuração tiveram balanços violentos de mais de 12 graus!

“A radiação aumentada foi um tal risco potencial para um jato transatlântico voar para o sul para evitar a exposição. O ônibus espacial Discovery foi retornado um dia mais cedo por causa das más funções no computador podiam ter sido causadas. De qualquer modo, os astronautas eram incapazes de trabalhar do lado de fora da nave.”

Em 1957, Robert Becker foi voluntário para o Ano Internacional Geofísico de Observação da Aurora para determinar se a Aurora ocorre em resposta a mudanças no geomagnetismo. Isto provou ser verdadeiro, mas Becker supôs de as tempestades geomagnéticas afetavam os pacientes psiquiátricos. Howard Friedman, chefe de psiquiatria, achou a noção digna de riso, mas um estudo de 28.000 pacientes em oito hospitais por mais de quatro anos e 67 tempestades magnéticas mostraram uma relação significativa.

Surpresos, eles estudaram esquizofrênicos contra radiação cósmica medida das tempestades magnéticas. As enfermeiras relataram mudanças no comportamento em quase todos os pacientes um ou dois dias depois das alterações dos raios cósmicos. As chamas solares são conhecidas por emitirem raios cósmicos de baixa energia que interrompem o geomagnetismo um ou dois dias mais tarde.

Um estudo de 1967 mostrou um tempo de reação lentificado em humanos e stress geral em coelhos expostos a campos dez a 20 vezes o da Terra. Becker começou a suspeitar que o geomagnetismo tinha um efeito maior em manter as funções das células em níveis normais, mas não havia teoria de como o eletromagnetismo fraco possa alterar a biologia celular para causar um alterado tempo de reação, stress ou câncer.

Canto ao Corpo Magnético

Para entender o papel do magnetismo na vida, um primeiro passo é mostrar que os organismos tem campos intrínsecos de eletrognetismo. Na década de 1940, Harold Burr da Universidade de Yale criou o primeiro voltimetro eletrônico capaz de medir tão pequeno quanto 0.001 volt. Burr usou sua nova ferramenta ultra sensível para mapear campos elétricos em organismos vivos. O trabalho de Burr com potenciais elétricos DC foi ignorado pela maioria dos biólogos, mas alguns foram desenvolver EEG, EKG e EMG que medem a eletricidade AC pulsante do corpo.

Um segundo passo é mostrar que os organismos podem sentir o eletromagnetismo. Na década de 1950, Frank Brown, endocrinologista em Northwestern, descobriu que os caracóis tem duas antenas para detectar a direção magnética que eles usam para navegar. A maioria dos cientistas descartou isto como impossível ainda que Brown continuasse para mostrar que o geomagnetismo afeta todos os organismos que ele testou, incluindo camundongos, abelhas, moscas de frutas, batatas e humanos.

Em 1960, Andus descobriu o magnetotrofismo – os efeitos magnéticos no crescimento; ramos de aveia e raízes de agrião crescem orientadas para campos magnéticos. Mais tarde cientistas descobriram que os tubos de polen do milho crescem orientados para campos magnéticos, talvez devido as mudanças no fluxo dos ions de cálcio intracelulares. O magnetismo é conhecido por alterar reações bioquímicas por influenciar os estados de giro e eletrons nas moléculas em reação, tais como os eletrons na bactéria fotossintética.

EM 1971, O naturalista Richard Blakemore do Laboratório de Biologia Marinha Woods Hole percebeu que bactéria coletada dos pântanos de Cape Cod se apinhavam do lado norte dos discos de cultura. Ele girou as placas e as bacterias novamente se moveram para o norte. Usando uma nova ferramenta — um microscópio eletrônico — ele descobriu que pequeninas cadeias de micro cristais de magnetita na bactéria servem como uma bússola. Havia cristais que unem células – o menor cristal de magnetita que pode haver.

Ele então levou as bactérias que procuram o norte para o hemisfério sul. Elas continuaram a nadar para o norte umas poucas semanas, e então elas “viraram a cauda” e começaram a nadar para o sul. A microscopia eletrônica revelou que elas se reuniram e reconstruiram os cristais de magnetita para se adaptarem a uma mudança do polo magnético. As bactérias não “pensam” norte; elas se tornam uma bússola.

Também na década de 1970, Bill Keeton da Universidade de Cornell relatou que o envio de pombos para casa com magnetos nas costas de suas cabeças perdiam a habilidade nagavegacional em dias nublados. Estudos posteriores com pombos com bobinas eletromagnéticas de Helmholtz em suas cabeças mostraram que eles usam o norte magnético como seu ponto de referência. Colméias de abelhas também, foram envolvidas por espirais de Helmholtz — e as abelhas se tornaram desorientadas em suas danças navegacionais.

Sem dúvida pássaros e abelhas derivam os dados direcionais do senso magnético do geomagnetismo. A questão agora era: como.

Siga seu nariz

Uma outra inovação veio em 1971, quando Brian Josephson inventou um novo cristal semicondutor para tornar possível superconduzir a os detetores de interferência quantum (SQUID) — que são extremamente sensíveis ao magnetismo. Esta nova ferramenta levou a uma revolução científica: Bioeletromagnetica. Uma das primeiras coisas encontradas por SQUID foram delicados campos magnéticos ao redor de nossa cabeça. Coméias inteiras foram descobertas serem magnéticas.

SQUIDs podem localizar onde o material magnético está em um organismo. A magnetita foi encontrada em todas as espécies estudadas. O magnetismo das abelhas parece estar em seu abdomen. Os pombos tem um grupamento de cristal de magnetita enrolado nos nervos na superfície do cérebro entre o lobo esquerdo e o crânio. Senso magnético foi encontrado em baleias, atum, golfinhos, borboletas, sapos, vermes e pássaros migratórios. Animais foram treinados em laboratórios para detectar diminutos campos magnéticos. Organismos desde as algas até o homem usam este senso interno pra orientar e navegar.

Dr. Robin Baker da Universidade de Manchester na Inglaterra tem mostrado que humanos tem sua própria bússola magnética. Com treinamento mínimo, as pessoas apresentam uma habilidade inata de localizar o norte magnético. Posteriormente, em vários experimentos, Baker tem mostrado a habilidade de voltar para casa de humanos – que pessoas podem facilmente aprender a escolher a direção correta para casa de qualquer localização. Mais intrigante, este senso de direção é perdido se um imã é mantido na fronte por apenas 15 minutos.

Em primatas e humanos este órgão magnético recém encontrado está situado atrás do sinus etmóide em frente da glândula pituitária. Ele pode detectar menos de 0.001 gauss dentro de um segundo de arco – muito mais sensível que nossa melhor bússola. Isto dá um novo significado ao tradicional conselho do senso comum “siga seu nariz’.

Na brincadeira de coloque a cauda do macaco, a criança vendada está girando ao redor, então tenta colocar uma cauda em um macaco de papel. Este jogo muito antigo não é uma diversão infantil, mas um exércicio de treinamento em senso magnético. Vendada, a criança deve aprender a se orientar e com sucesso colocar a cauda no traseiro do macaco.

Tem sido mostrado que organismos respondem ao magnetismo em níveis muito abaixo do que teoricamente se pensava ser possível. A energia humana e os sistemas de comunicação usam porções extensas do espectro eletromagnético. Os efeitos disto em humanos é virtualmente desconhecido. O homem moderno está perdido em seu próprio espesso fog eletromagnético? Vagarosamente mergulhado em ondas ELF dos transformadores?

O Olho Magnético da Mente

Em seu estudo de biociclos, Rutger Wever do Instituto Max Planck na Alemanha construiu salas subterrâneas para isolar as pessoas de todas as pistas de tempo, inclusive luz, calor, pressão do ar e eletromagnetismo. As pessoas desconectadas do geomagnetismo foram completamente dessincronizadas, mas um pequenino campo elétrico pulsado a 10 hz restaurou os padrões normais. Wever foi capaz de mostrar que a sincronização dos bioritmos é acoplada as pulsações geomagnéticas ELF.

Mas Wever nunca soube como este senso ocorreu. Somente na última década os cientistas descobriram uma glândula insignificante no centro geométrico do cérebro em nosso marcador biológico de tempo. A glândula pineal, não maior que a unha de seu dedo mínimo, é assim chamada por sua forma em cone de pinheiro. Este pequenino botão escuro de tecido acima do tronco cerebral agora é acreditado ser a glândula endócrina mestra.

A pineal produz uma farmacopéia de químicos psicoativos para regular todas as nossas glândulas. Ela também secreta neuro-hormônios — melatonina, serotonina, dopamina — para regular as operações cerebrais. A secreção da melatonina pode ser alterada pela exposição magnética a nível do geomagnetismo. A pineal é a nossa glândula magnética para ler as pulsações geomagnéticas e traduzi-las em hormônios para dirigir os nossos biociclos. Isto sugere como o magnetismo ELF das linhas elétricas podem interomper o nosso bioritmo.

Na publicação de fevereiro de Solstice, relatos do aparente declínio no conteúdo de vitamina B12 em nossa comida. Brevemente dissemos cobalto — o elemento traço da B12 — é um imã natural e apontava para uma desconhecida função magnética para formar as nossas células sanguineas vermelhas. Os cientistas recentemente descobriram que a concentração mais alta de B12 ocorre – não no fígado, como se pensava – mas no tecido da pineal. A vitamina B12 realmente é um hormônio magnético?

A pineal é o remanescente do “terceiro olho” que uma vez se localizou no topo da cabeça dos vertebrados primitivos. Na maioria das formas de vida ele tem afundado profundamente dentro do cérebro. Descartes acreditava que isto fosse “o assento da alma.”

A antiga anatomia metafísica associa cada glândula endócrina a um chakra, que significa “roda” — um vortex magnético na aura. Pineal é ligada ao chakra entre as sobrancelhas – ou terceiro olho. No diagnóstico oriental esta área entre as sobrancelhas revela o estado do fígado, que também governa a visão e os hormônios.

Mitologia Magnética

O mais velho texto de medicina oriental,”Clássico de Medicina Interna do Imperador Amarelo”, poeticamente descreve a anatomia humana eletromagnética e a sinergia. Na China, a três mil anos atrás, os médicos giravam agulhas de prata e de ouro para estimular o “chi”, enquanto os geomancistas do Feng Shui com compassos circulares buscavam os caminhos do dragão. Ambos usavam insights profundos da presença eletromagnética na natureza.

O médico chefe do Imperador Amarelo alude que isto era conhecido pelos antigos sábios das idades mais antigas, mas havia declinado em seu próprio tempo. Isto ressalta a pobreza dos recentes pequenos insights da ciência ocidental. A ciência agora está apenas redescobrindo a natureza desta força invisível e misteriosa.

Na verdade, a cultura antiga tinha uma profunda compreensão dos princípios do eletromagnetismo, cujos remanescentes são convertidos em arte, poesia e mito, não em equações e fórmulas, e portanto são considerados “místicos” para a ciência superticiosa e sensitiva. O artefato principal do insight antigo é o Dragão – alado, a serpente respirando fogo.

Este motivo arquetípico aparece nas lendas antigas em todos os continentes. Os dragões imperiais adornavam os robes do Imperador chinês, mesas de chá e templos. Na antiga Grécia, os dragões viviam além dos Portais de Hercules, enquanto que no canal inglês, santos matavam dragões com espadas mágicas. Em uma lenda índigena do Novo Mundo Seneca, um garoto e uma garota usavam flexas de saca-rolhas para matar uma serpente gigante de duas cabeças. Os aborígenes australianos contam histórias de uma Serpente do Arco Iris.

Mais revelador é a antiga lenda escandinava de Ouroboros. Segundo esta história, uma grande serpente alada voando pelo universo se cansou e se curvou em uma bola. A Terra se formou na superfície da serpente adormecida. A lenda avisa que um dia Ouroboros acordará para continuar sua jornada. Assim a Terra como um todo é um Dragão e o Dragão é um símbolo da força de vida planetária – uma das faces de Gaia.

O Dragão não é uma mera fantasia, mas um verdadeiro mito – uma imagem do magnetismo da natureza. A serpente enrolada é uma imagem vívida das espirais circulares do fluxo magnético. Nas lendas os dragões vivem em cavernas, sob montanhas ou em lagos. Eles guardavam jóias e metais preciosos, também virgens e ovos, Quando zangados, eles voavam pelo ar, causando tempestades, secas e incêndios.

Estas imaginações coloridas não são meras fantasias, mas analogias geofísicas. As jóias são os cristais ressonantes na crosta tectônica da Terra, e os metais conduzem as fibras eletromagnéticas dentro do manto da Terra. Até mesmo as virgens e os ovos representam a fertilidade e a reprodução nas plantas e animais, asim hoje, o DNA, superenrolado no núcleo, é a assinatura do Dragão em cada coração da célula.

A Águia e a Serpente

Dragões são também associados com a consciência, mas eles são confundidos frequentemente com a serpente, a criatura que rasteja na terra. Por exemplo, no Jardim do Éden, a serpente enfeitiçou o homem e a mulher para comer o fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal. Da Índia vem o kundalini — a serpente de poder enrolada na base da espinha. Por meio da meditação o kundalini sobe ao longo de canais gêmeos em espiral e energiza os altos centros cerebrais. Esta união traz a Iluminação. .

No Novo Mundo, os índios Onondaga recordam-se da lenda do Pacificador, na qual Tadodaho era um feiticeiro do mal com uma mente tão destorcida que serpentes viviam em seus cabelos e asim sua mente foi transformada. A serpente então simboliza a consciência celular inferior, instintiva, a inteligência animal.

A Águia, contudo, é o alto pássaro voando no céu, para simbolizar nossa consciência superior. Os nativo americanos dizem que a águia é um mensageiro para levar nossas preces ao céu. Então,quando o primeira nave espacial tripulada pousou na Lua, os astronautas irradiaram de volta: “a águia pousou’.

Na história hermética, Hermes Trismegistus matou o dragão Typhon — simbolizando a ignorância – usando um bastão especial. Isto é o caduceu – um bastão ereto com asas de águia no topo e duas serpentes enroladas em sua base. Mais tarde Hermes fundou a ciência médica egípcia, e hoje este símbolo é usado pelos médicos.

O Dragão, então, é uma serpente alada — a união da águia com a serpente. Como tal, o dragão simboliza a consciência coletiva, universal – a mente de nossas células casada com o intelecto racional.

Isto é um paradigma desafiador para os cientistas em busca de Gaia. Ou neurologistas que enfrentam a qestão crucial de como os neurônios se integram para produzir a coerente função cerebral. Ou para os ecologistas, que imaginam como organismos independentes cooperam para manter uma bioesfera estável que nutra a vida.

A maioria dos cientistas evita exatamente tais questões, já que a ciência, por sua própria natureza, isola e analisa fragmentos, não todos. Até mesmo os poucos que persistem em estudar o bioeletromagnetismo ignoram tais questões. Esta cegueira da ciência é ela própria expressada nas lendas dos matadores de dragões – uma idade antiga de luta entre os homens e os dragões.

O Símbolo Unificante

O Dragão é apenas uma face do princípio unificador. É a criatura que une o Fogo e a Água em um todo vivo harmonioso. A expresão geométrica disso é “quadrar o círculo” – dado um círculo, construir um quadrado de forma que seu perímetro seja o mesmo da circunferência do círculo. O círculo é o espírito: o quadrado é o mundo material. O casamento da linha e do círculo é a espiral. Como o bastão de Hermes, esta união de opostos é a imagem da cura e do todo. Assim o dragão é um símbolo transcendente de transformação.

Sendo assim, o eletromagnetismo transformou o mundo humano. O fornecimento de energia, o som estéreo, a comunicação global, a viagem interplanetária e muitas mais maravilhas são produtos da canalização do eletromagnetismo invisível. A teconologia do eletromagnetismo nos trouxe a comunicação global — para o valor mínimo de uma quantidade de uma consciência humana unida – para uma mente global.

Em 1803, o físico Carl Ritter escreveu para Hans Oersted que quando o plano da ecliptica da Terra estava maximamente inclinado, as maiores descobertas foram feitas na eletricidade. Ele previu que a próxima maior descoberta seria em 1819-20. E foi — o próprio Oersted descobriu a indução eletromagnética por acidente enquanto ensinava uma classe sobre a corrente elétrica, para ajudar a dar nascimento a Era Eletromagnética. 1974 deve ter sido um outro ano de máxima inclinação eclíptica,

Um século depois das observações de Ritter, um outro escandinavo a deriva no gelo do ártico escreveu sobre dragões dançantes nos céus polares. Através do Atlântico, o rugido de Niagara Falls tinha sido canalizado no lamento giratório dos dínamos feitos pelo homem. A visão de Nansen foi o renascimento do Dragão.

Os sábios antigos nos deixaram mensagens atemporais em lugares que não podiamos tocar para nos lembrar desta ordem mística do universo. Nos mapas estelares astronômicos de hoje, Draco o Dragão ainda se enrola ao redor do polo norte da Terra onde as espirais do fluxo magnético descem a este planeta girante. Esta estrela adornou o dragão celerstial e guarda o janela magnética de Gaia em suas capas de gelo em cristais.

Enquanto isso, na medida em que me sento ao teclado do meu computador, olho a tela de video – uma janela no universo eletrônico. Pequenos dragões em enrolamentos de deflexão giram um donut magnético ao redor da minha tela na medida que aceno esta história a sua consciência elétrica para transformar sua própria mente magnética. Para atualizar o poeta visionário William Blake, canto o corpo e a mente magneticos!

No fechamento do século XX, na medida em que as imagens de Gaia e do holismo ventam pelos anos 90 uma nova prosa do discurso público e da agenda política, as pistas sussurram para nós de cada canto – de nossa iluminação, nossa grade de energia, até mesmo embora nossos novos modos de comunicações. Temos chegado face a fase com o Dragão.

As Pérdidas Correntes da Terra

“Muito ruim você não poder ficar na cidade de Nova Iorque comigo. Finalmente encontrei um ancião azteca que estava procurando. Ele havia feito uma pintura do Hemisfério Norte como se fosse vista por satélite de muito longe no espaço externo. Ele retratou os continentes da América do Sul e do Norte como se fossem um único Dragão. Você teria adorado isto! A ponta de sua cauda era a Terra do Fogo na América do Sul e sua cauda eram os Andes. Ser corpo era a América Central e as Montanha Rochosas, que se curvavam ao redor do Alasca e abaixo para o meio da América do Norte. Então ele se virava para o norte e seu pescoço era os Apalaches. Sua cabeça era todos os lugares que os homens chamam “novo”:
— New York, New Jersey, New England, New Brunswick, Nova Scotia. E um olho dessta grande criatura era a cidade de Nova Iorque” — Leon Shenandoah, Tadodaho (ou Chefe dos Chefes) do Grande Conselho de
Haudenosaunee (ou Confederação das Seis Nações; a Liga Iroquois)

A Era elétrica nasceu somente a 164 anos atrás em Albany, New York, em um edifício de pedre de areia vermelha atrás do Capitol do Empire State. Lá, em 1829, Joseph Henry canalizou o Princípio da Indução Magnética para construir o primeiro motor elétrico.

Na virada do século, no outro fim do Empire State, a energia de Niagara Falls foi canalizada. Turbinas magnéticas giratórias transformaram a energia da água em fogo elétrico. Uma grande pressa foi criar redes complexas de fios pela América do Norte. Logo as linhas elétricas chegavam a cada fábrica, escritório, lar e fazenda. A Era Elétrica transformou dramaticamente a América e transformou totalmente o estilo de vida da América e a consciência – e o mundo.

Poucos questionaram as dádivas maravilhosas do genio elétrico. Poucos ainda entenderam que o Dragão estava sendo despertado.

3/4 de século depois, em 1974, a Dra. Nancy Wertheimer começou um estudo em Denver que ligava o magnetismo das linhas elétricas a leucemia infantil. Agora, duas décadas depois, um vasto corpo de pesquisa tem revelado que o eletromagnetismo feito pelio homem afeta adversamente muitos procesos biológicos delicados: o crescimento ósseo, a comunicação celular, os biociclos, as células sanguíneas, a neuro química, a replicação genética, o sistema imunológico e mais. Hoje o peso da evidência agora revela que nosso genio eletromagnético está nos assaltando em todas as frentes.

Ainda que a nossa sociedade tecnológica seja completamente dirigida pelo eletromagnetismo, não há escape de sua influência toda penetrante. A poluição eletromagnética é uma das matérias mais alarmantes da década de 1990. Nosso vício nas maravilhas encantadoras dos magos do eletromagnetismo é tão total, até mesmo quem mais possa ter insight, os artigos penetrantes sobre os riscos do eletroagnetismo falham em mencionar uma verdadeira cura: usar menos eletricidade.

Contudo, muito mais que o vagaroso aumento de cancer humano resulta de nosso repentino uso aumentado do eletromagnetismo nos últimos 100 anos. Investigações de campo no Wisconsin, Minnesota e outros Estados tem mostrado como o projeto impróprio, a construção e o aterramento dos sistemas de destribuição elétrica ameaçam a saúde dos rebanhos de laticínio e os humanos – até mesmo o inteiro eco-sistema.

Enquanto a Dra. Wertheimer realizava sua pesquisa na urbana Denver, o engenheiro elétrico Spark Burmaster instalou turbinas de vento, paineis de energia solar e outros sistemas de energia alternativa em fazendas na área rural de Wisconsin. Logo, como Nancy, Spark se encontrou seguindo uma trilha de evidência que a tecnologia eletromagnética é nociva a saúde. Mas enquanto Nancy revelou os perigos do magnetismo invisível e misterioso, Spark estudou os indesejáveis efeitos elétricos. Ambos nos levaram — arrastando-se, vendados e relutantes — face a fase com o Dragão.

A Morte do Gado Leiteiro

Em seu trabalho sobre fazendas frequentemente isoladas, Spark aprendeu que muitas sofriam de sérios problemas na saúde dos rebanhos que reduziam a produtividade e condenavam a lucratividade das fazendas. Durante os anos de Spark e de outros as listas destes problemas de saúde cresceram a mais de 60 itens. Nenhum fazendeiro relatou todas as condições, mas todos os fazendeiros sofreram muitas. Quase sempre os problemas eram persistentes e resistiam ao tratamento médico ou outro. De fato a análise médica falhava em identificar a causa. Os fazendeiros se queixavam das altas contas de tratamentos veterinários e do fato dos veterinários comentarem “não sei o que está errado”.

Itens comuns mas significativos incluiam:

* SAÚDE: Altas e/ou erraticas contagens de células somáticas; mastite errática; pelo pobre e embotado; infestações de piolhos; erupções na pele ou sintomas de sarna; sintomas de febre do leite em tempos improváveis; a válvula do esfincter inflamada, até mesmo em bezerras sem dar leite; problemas do sistema digestivo, tais como bolo alimentar perdido, comer pedra e pó; descarga sem lustre dos olhos, narinas , orelhas; pele amarela; pedaços de sangue no pelo; pernas tortas, vacilantes; inchaço nos joelhos, juntas e cascos; problemas nos pés, especialmente as vacas se batendo nas cercas; a idade média do rebanho caindo, muito poucas vacas velhas; mortes súbitas não usuais e inexplicáveis; desidratação das vacas que desciam as montanhas e morriam; grupos de feridas de uma polegada de ambos os lados do corpo; vagaroso crescimento das novilhas e bezerros; alta taxa de mortalidade dos recém natos; bezerros com joelhos queimados, pus, abcessos, inabilidade para mamar, lingua enrolada, feridas, diarréia e perda de pelo.

* PRODUÇÃO: Ordenha vagarosa, errática, irregular; drasticas mudanças diárias na pesagem do leite e na contagem celular; a produção do leite e consumo de alimento baixo, nenhum crescimento apreciável apesar da alimentação; o tempo errático de secagem; picos de produção iniciais e não se mantendo.

* CRUZAMENTO: taxas de concepção baixas e erráticas; aumentada reabsorção fetal e taxas de aborto, até mesmo aos oito meses; calores silenciosos, erráticos e não usuais, frequentemente vários de uma vez; taxas anormalmente altas de defeitos de nascimento.

Doenças Misteriosas

Este tumulto de sintomas extensos e diversas doenças confundiram e mistificaram fazendeiros e veterinários. Muitos veterinários se referiam a “Misteriosa Doença das Vacas”. Tais eufemismos não lançavam uma luz sobre as causas e as curas da verdadeira ameaça econômica aos fazendeiros. As tentativas médicas convencionais com remédios falharam, e a sobrevivência econômica destes fazendeiros estava em dúvida.

As vacas não eram os únicos animais com sistomas anormais. Os porcos, também, estavam pragueados com problemas reprodutivos e a morte em massa de filhotes. Os fazendeiros relataram gritos repentinos e simultâneos dos porcos confinados. Os veterinários murmuraram sobre “A Misteriosa Doença dos Porcos”

Os gatos também estavam doentes, com pelo trançado, descargas sanguíneas ou outras de olhos, ouvidos, nariz ou boca. Estes gatos subsequentemente morreram. Manter os gatos no celeiro frequentemente ajudou. Uns poucos gatos pareciam estar OK nestas fazendas. As crias nascidas em molhos de feno estavam bem até que iam para o solo, e então desenvolviam sintomas. Os fazendeiros também notaram que a pequena vida selvagem — esquilos, camundongos, marmotas, vermes, etc. — desapareceram de suas fazendas.

Contudo,pesquisadores não médicos como o engenheiro elétrico Spark viam o comportamento das vacas como pistas reais para as causas destes distresses bovinos, como se o gado, por suas ações, tentasse passar uma mensagem que não podia expressar em palavras. Obviamente algo estava fazendo as vacas – não meramente desconfortáveis – mas ansiosas e deprimidas.

* Comportamento: Relutância [algumas vezes frenética] de entrar no local da ordenha, celeiro ou estábulo e então sair rapidamente. As vacas, em tempos erráticos, mostravam nervosismo e stress: narinas inchadas, olhos esbugalhados, orelhas apontadas e costas arqueadas, músculos tensos, puxando as tiras do pescoço, empurrando contra o poste, batendo de lado, mugindo; as vacas lambiam a água de suas vasilhas, se recusavam a beber da vasilhas de água; o consumo de água era pobre e errático; as vacas se recusavam a beber dos bebedouros do celeiro; elas chutavam as vasilhas de leite; tinham frequentes problemas urinários e algumas evitavam urinar em gotas; em algumas fazendas, o tempo úmido é pior e em outras o pior é o tempo seco. Repentinamente, simultaneamente, durante a ordenha, as vacas começaram a dançar freneticamente, abanando as causas vigorosamente [até mesmo sem a presença de moscas], mugindo, o que durava uns poucos minutos, seguido da interrupção da descida do leite e nervosismo geral.

Pistas Elétricas

A causa destes problemas definitivamente não era as vacas, porque mudando a gado para uma outra fazenda havia um alívio dramático e imediato; Spark notou com interesse que os sintomas dos bezerros eram aliviados colocando-os em “galinheiros” longe de um celeiro, ou em superfícies de madeira que se elevavam do solo.

Até mais revelador eram os estranhos problemas elétricos. Eles deram a Spark a evidência sólida para substanciar a pista para o comportamento das vacas.

* Montes de falhas nas lâmpadas incandescentes, frequentemente em grupos; ocasionalmente uma explode.

* Os computadores devem ter reguladores de voltagem para proteger contra falhas periódicas.

* Interferência no rádio e na TV frequentemente afeta os lares a milhas ao redor.

* Falhas do rádio e da TV; os homens do conserto disseram que tinha sido um relâmpago, embora não fosse.

* Muitos motores elétricos queimavam, frequentemente em grupos; sobre estudo, os aparelhos protetores estão OK mas as espirais estão queimadas.

* Choques recebidos de linhas de água e de torneiras

* Telefones barulhentos; muitas chamadas de serviço; toques falsos crônicos.

* Corrosão acelerada da armação dos poços.

* Frequente queima das bombas de poço submersas, especialmente nas fazendas do fim da linha.

* Os geradores Standby falham se são deixados ligados com os fios desconectados, conectados neutros ou ligados.

* Frequentes falhas nos alternadores dos veículos; os sistemas vão loucos; sem causa definida.

* Bataria mortas não se recarregam; prematuras falhas das baterias; falha simultanea de veículos estacionados em um lugar.

* Os freios de circuito se super aquecem ainda que as medidas não mostrem uma sobre corrente

* metros de watts por hora continuam a rodar até mesmo se todas as cargas são desconectadas.

* Frequentes fogos nos polos e falhas nos transformadores.

* Alterações no aterramento, em e fora da fazenda, tem efeitos inesperados.

Estava claro para Spark que estas fazendas tinham problemas com a fiação elétrica. Mas o que gerava estas desordens elétricas? Como elas causam tais problemas diversos de origem médica, mecânica e de comportamento? Mais importante: qual é a cura?

As fazendas modernas incorporam uma complexidade de harware elétrico: luzes, bombas, refrigeração, purificadores, cercas elétricas, motores, geradores, intercomunicações, radios CB, e mais. Geralmente eles são vagarosamente acrescentados, atualizados, substituídos, consertados e em serviço por alguém por anos – até mesmo décadas – frequentemente por vários proprietários.

Onde um detetive do elwtromagnetismo como Spark começa?

A Descoberta Chocante

A maioria das coisas na vida, como entrar – ou construir – um edificio, começa no solo. Assim também a fiação elétrica é geralmente fixada a canos de água que – enterrados na terra – são ‘aterrados”.

Spark enterrou uma estaca de metal fora em uma área livre de equipamento elétrico, então correu um fio escudado dentro dos canos de água. Ele então fisgou o cano ao fio com um voltímetro – e não foi surpresa que sua leitura métrica desse significativos volts indesejados.

As voltagens nos canos de água [frequentemente também nas linhas de leite] eram geralmente AC; geralmente 60 Hz e seus harmonicos, mas algumas vezes outras frequências. As fazendas problema tinham mais voltagem que as outras fazendas sem problemas. A melhor fazenda sem problema tinha um voltagem mínima ou nenhuma. Também, as voltagens eram geralmente continuas, mas frequentemente intermitentes.

Claramente a eletricidade dos fios do celeiro estava vazando para os canos de água. O consumo de água e a produção de leite subiam e desciam inversamente a voltagem nos canos de água. Isto explicava uns poucos – mas não todos – os sintomas.

Para alguém, se uma vaca bebia de um copo de água, sua lingua e lábios recebiam um choque. Se as linhas de água contactavam um poste, a vaca recebia um choque quanto tocava o poste. Se as linhas de água atravessavam as linhas de leite, as tetas recebiam o choque quado o leite é anexado, asim as vacas tentavam chuta-lo. Tais choques nos tornam ao menos nervosos e saltitantes, ansiosos e deprimidos ao extremo. As baias da ordenha se tornaram câmaras de horror bovino.

Voltagem Casual

Este cenário simples é enganoso: ele não oferece cura, e a realidade é muito mais complexa. As curas simples envolvem dois passos: 1) isolar o aterro elétrico dos canos; 2) achar e reparar as fontes de voltagem casual.

O isolamento é feito de duas maneiras: 1) separar o aterro elétrico dos canos de água e reconecta-lo a uma estaca externa; ou 2) substituir uma curta seção de cano de água de metal na entrada do serviço por plástico não condutor de PVC; então reanexar o solo ao cano de metal externo. Isto isola os canos internos das voltagens dos fios no solo.

Isto pode falhar por duas razões simples: 1) mais de um aterro se anexa as linhas de água, 2) o problema é mais complexo do que a voltagem nos canos de água. Ambos geralmente são o caso. Para alguém, a maioria dos celeiros tem vários aterros atados a canos em vários lugares. Múltiplos aterros precisam ser coletados em um único cabo atado aos canos de água em sua entrada na construção.

Encontrar as fontes casuais de voltagem – tarefa tediosa e consumidora de tempo – começa na caixa de fusíveis. Primeiro, todos os circuitos são desconectados da caixa de fusível. Neste ponto um voltimetro deve ler zero e um metro de serviço público deve estar imóvel. Se o metro continua a girar, há um curto no aterro e você paga pela eletricidade que nunca usa.

Então, uma a uma, a energia é restaurada a cada circuito e o voltimetro observado. Se um circuito reconectado faz com que o metro suba, um circuito defeituoso é encontrado. Raramente é um problema em um circuito.

Frequentemente as voltagens casuais não são contínuas. Por exemplo, os compressores dos refrigeradores operam intermitentemente, e seus primeiros momentos de operação dirigem a corrente pesada. Os investigadores devem prestar atenção a tais cargas não lineares, que não mostram voltagem quando não operando, um breve pico na operação inicial e uma baixa voltagem no resto de sua operação. Uma pista para isto são os erráticos ataques do comportamento frenético das vacas.

Em circuitos defeituosos, os aparelhos são desconectados até que um ofensor seja encontrado; frequentemente mais de um gera a voltagem casual. Cada um deve ser estudado para aprender como ele gera as voltagens casuais. Algumas vezes um aparelho é impropriamente com a fiação ou instalado, ou tem curtos no solo.

Algumas vezes um problema é simples. Uma caixa de fusível pode estar pobremente com fiação. O serviço de utilidade é de três fios; dois fios “quentes’ e um “neutro”. Os volts através dos fios quentes é 240; um fio quente e o neutro é 120. Isto é como um balanceio: fios quentes são sentados nos fins e o neutro é o pivô entre eles. Se “cargas” em ambos assentos quentes são iguais, a nossa mesa balança.

Algumas caixas de fusíveis tem mais de 120 circuitos de fio para um fio quente; outra tem poucos, criando uma “carga desequilibrada” entre os dois lados do suprimento de 240. O neutro compensa isto com volts que se apresentam nos fios de aterro.

Solos Elétricos

Rstrear volts casuais é difícil.

Em uma fazenda, as vacas eram relutantes em entrar em um celeiro. Os testes eventualmente descobriram voltagem na barra de reforço e fios do piso de concreto. Resultado: um piso eletrificado. A voltagem pode estar limitada a uma seção do piso, mas frequentemente o piso inteiro é eletrificado. Um outro sinal é a relutância de urinar no celeiro; a urina – um eletrólito – transmite o choque do piso carregado à uretra bovina.

Dr. Bob Scott, Shoreview, MN veterinário, explica porque as vacas são vulneráveis a voltagem casual. “As vacas vivem em ambientes de grupo. Celeiros, currais e abrigos são perfeitamente invadidos pelos fios, canos, circuitos elétricos e máquinas. As vacas caminhham descalças no concreto úmido, um bom condutor elétrico, enquanto os fazendeiros usam botas de borracha. As vacas pesam mais de mil libras carregadas em estreitos cascos, assim o contacto elétrico entre a vaca e o concreto é bom”.

As barras de reforço e os fios, junto com o encanamento, podem formar uma grade elétrica unificada. Alguns fazendeiros tinham que perfurar o concreto para isolar esta grade em seções. Uns poucos tiveram que colocar pisos inteiramente novos.

Os pisos elétricos são compostos em construções com uma insulação sustentada por folha metálica – um excelente condutor que dissemina as voltagens casuais ao redor. Com tetos de folhas de metal, as construções são gigantescos capacitores elétricos capazes de acumular altas cargas de elétrons. A liberação súbita desta energia elétrica pode formar correntes agitadas; a voltagem raramente é alta, mas a corrente pode ser grande.

Os efeitos biológicos dos volts casuais em animais é desconhecido e aberto a especulação. Um sintoma óbvio é o repentino ataque cardíaco. É necessária uma pesquisa cuidadosa para examinar estes efeitos.

O veterinário de Minnesota Dr. Bob Scott oferece insights, “Todos procesos importantes do corpo são magnificentemente inconscientes, os sistemas automáticos governados por impulsos elétricos muito pequenos. O coração, é monitorado e dirigido pela corrente elétrica; todos os processos do corpo dependem destas pequeninas correntes; a transmissão do impulso nervoso é impossível sem a eletricidade. O nervo vago está envolvido em todos estes maravilhosos sistemas automáticos. Grande corrente induzida pelo pé descalço pode ter efeitos adversos.”

Despertando a Controvérsia

Em 1991 Spark levou-me a área rural de Wisconsin apontando as casas vazias das fazendas e os celeiros. Os fazendeiros, enfrentando a falha na produção e aprofundamento do débito financeiro, tinham desistido. A contagem de edifícios abandonados foi perturbadora. Spark apontou os intrigantes raios no celeiro, silo e tetos das casas. Frequenemente as fazendas fracassadas estavam em grupamentos, sugerindo fatores geográficos.

Os serviços públicos, quando confrontados com os dados de campo, negaram o problema. A idéia de que volts vazam via os fios no solo não parecia alarmante. Uma assunção imediata é seu local, afetando construções individuais. Os serviços públicos também negaram os problemas serem uma obrigação financeira para eles.

Os fazendeiros foram forçados a processar para obter atenção e alívio. Os procesos são caros, especialmente paara um fazendeiro pressionado financeiramente. Um julgamento positivo era incerto, já que não havia prova científica.

Não obstante, uns poucos buscaram aconselhamento legal e entendimento científico. Os serviços públicos ridicularizaram os advogados como “lunáticos da voltagem casual”.

Na côrte, a estratégia das companhias de energia foi negar os problemas no limite de sua responsabilidade financeira. Uma tática era chamar “testemunhas especialistas” — geralmente um PhD em engenharia elétrica. Estes cérebros contratados testemunharam que se os usuários elétricos seguissem o “código” não teriam estes problemas — na teoria.

Mas vagarosamente o peso da evidência creceu. As apresentações persistentes de histórias de casos e dados de campo de fazendeiros e pesquisadores qualificados, os serviços públicos relutantemente confessaram que os volts casuais existem e são uma preocupação pública.

Governos de Estados concordaram, e “Comitês de Aconselhamento de Voltagem Casual” apareceram em vários Estados do meio oeste. Spark foi indicado para a versão do Estado do Wisconsin. Equipes de Resposta a Voltagens Casuais foram reunidas pela universidade. Extensão e serviços públicos para estudar os casos dos volts casuais; em 1993 eles realizaram a primeira Conferência de Voltagem Casual.

Mas os serviços públicos insistiram que os problemas eram o uso impróprio de serviço final, ou devido aos códigos de construção e fiação – não ao fornecimento da energia – e são problemas locais em fazendas individuais. Eles continuam a minimizar a situação e negar as perturbadoras realidades nos dados de campo que se acumulam.

Em 1993, veio um ponto de virada. Em um processo de um fazendeiro por danos contra os serviços públicos por causa dos volts casuais, o especialista primário dos serviços públicos testemunhou, ‘há um problema definido de voltagem casual nas fazendas, em parte devido ao projeto da grade de energia”. O especialista deles disse que os serviços públicos mostraram -se evasivos quanto a verdade óbvia dos dados de campo, e devem encarar os fatos e se dirigirem aos problemas.

Agora era tempo de um outro sapato cair.

Fios aterrados dos Serviços Públicos

Anos de investigação de campo ensinaram a Spark as muitas faces da voltagem casual e seus remédios. Mas ainda, casos teimosos melhorariam, mas nunca se limpariam completamente. Frequentemente uma fazenda mostrava queda nos volts casuais mas ainda tinha sintomas.

Em uma visita a uma dessas fazendas, Spark ficou de pé no celeiro ponderando sua praga persistente. Seus olhos vagavam pelos pastos e campos de milho até os postes dos serviços públicos na rodovia onde se esticavam dois cabos.

Isto agitou a noção da própria engenharia elétrica de Spark, então ele foi inspecionar de perto. Para surpresa dele, o serviço público tinha um fio em cada polo do neutro até o solo – provavelmente feito para proteçãio de raios. Mas o neutro não estava no solo. Qualquer desequilíbrio entre as cargas nos dois pontos quentes de nosso balanceio elétrico aparecerá como voltagem no neutro. Isto gerará um fluxo de elétrons abaixo do fio no solo para dentro da terra.

Spark fez seu teste rápido para examinar a corente elétrica. Muito certamente, sua “caixa de zumbido” emitiu resmungos altos quando mantida próxima a cada fio no solo. Uma corrente significativa estava drenando da grade de energia neutra para a terra – em cada fio no solo em cada poste na borda da fazenda.

As questões inundaram a mente de Spark. Uma vez na terra, para onde vagueiam os eletrons casuais? Mas a questão crucial: Os elétrons que escapam dos fios do serviço público afetam as fazendas?

Spark fez um teste simples e rápido: retalhou os fios do solo em cada poste da fazenda, assim cortando as correntes de solo. De volta ao celeiro, os testes não mostraram voltagem casual remanescente. E as vacas, colocadas em um campo que elas normalmente evitavam, pastaram contentemente sem qualquer sinal de desconforto.

Spark deu uma olhada cuidadosa e vagarosa neste novo vazamento da grade elétrica. Depois de dias de cuidadosas conversas profissionais e testes em outras fazendas, as implicações começaram a se estabelecer claramente na mente dele.

Spark viu furos fundamentais no modo que a grade dos serviços públicos tinham sua fiação. A definição destes problemas elétricos como “voltagens casuais” subestimam a situação — um rótulo enganoso .

Corrente, Não Voltagem

“Volt” mede a pressão elétrica , muito similar a pressão da água – a quantidade de força que empurra os elétrons. Volt é energia potencial; os elétrons necessariamente não vão para algum lugar; isto quantifica a força pronta a propeli-los em movimento.

Quando pontos de diferentes pressões elétricas – isto é, volts – estão conectados, os elétrons fluem da alta voltagem para a baixa. A energia potencial se torna cinética quando a pressão elétrica estática cascateia elétrons em movimento como corrente [como uma corrente de água]

Os problemas das fazendas não eram voltagens casuais, mas corrente casual, na medida em que os elétrons vagueiam fora dos fios elétricos. “A voltagem casual” é uma visão estreita e estática com implicações restringidas. “A Corrente casual” amplia nosso visão para uma dinâmica com sérias implicações legais, biológicas e técnicas.

O Veterinário Bob Scott é mais enfático: “Os estrategistas militares por séculos sabiam que se você confunde seu inimigo ao colocar telas de fumaça, sua campanha será mais bem sucedida. Os serviços publicos tem uma terrível tela de fumaça na própria frase “voltagem casual”. Eles querem que nós aceitemos a “voltagem casual’ como separada da “corrente casual” – ambas alternantes e diretas. Lembre-se ninguém poderoso o bastante para comprar um trem de carvão por dia tem poder suficiente para controlar as regras do que eles fazem. Se nós ignoramos as correntes de solo e aceitamos a visão míope de “voltagem casual” mataremos financeiramente estes fazendeiros. Cada cidadão acabará por pagar um preço terrível.”

Mas, mais profundamente, Spark viu sérios furos no projeto e na construção das grades de energia elétrica. Não apenas um simples detalhe dos neutros aterrados.

Muito mais, a grade é como uma fazenda de fiação – uma união de remendos de equipamentos e idéias com fiação unida parte por parte durante décadas em resposta a necessidade imediata de teoria geral faltarem um plano coerente sujeito a um projeto cuidadoso e testes em campo de suas condições. Lembre-se: as grades de energia são uma tecnologia nova – lançada no último século.

A lente da aceita ciência elétrica diz que os elétrons viajam em voltas cruzadas – ou circuitos – isto é, círculos. As correntes elétricas geradas de uma usina elétrica viajam pelos fios quentes para locais distantes para serem usados como “carga”. Da carga, é dito que os elétrons retornam ao círculo completo para o gerador pelo caminho de menor resistência – isto é, os fios neutros dos serviços públicos.

Correntes Casuais de Solo

Isto é a teoria; não é a realidade. Spark diz, “Os elétrons não tomam apenas o caminho de menor resistência, mas todos os caminhos disponíveis. Assim os elétrons da grade de energia fluem para os fios do solo como correntes casuais em canos, solo, construções e mais.”

As cargas não equilibradas entre os pontos quentes partidos exigem o neutro para compensar as diferenças. A voltagem aparece nos neutros e os elétrons fluem para os fios no solo para formar correntes na terra. Uma estrutura ou pastagem no caminho destas correntes pode ser afetada pelos eletrons vagueantes.

Dr. Scott concorda, “Os elétrons fluem em qualquer circuito e tomam vantagem de todos os caminhos no solo. Isto força nosso sistema a ser todo conectado ao solo. Isto parece bom, mas realmente nos expôem a desnecessárias energias elétricas.”

Assim, o vazamento de elétrons dos fios de um serviço público via solo fluem como correntes casuais da terra. Ao invés de um único circuito via fios dos serviços públicos, os eletrons vagueantes formam múltiplas voltas. Isto coloca cargas extras nas grades de energia – e cargas de buracos na teoria do suprimento de energia. O que estas correntes fazem a nós e a ecossistemas não é perguntado e nem respondido.

As sub estações de energia são conjuntos de grandes transformadores. Cada transformador tem um enrolamento primário [enrolamento de fios], e um ou mais enrolamentos secundários. Os neutros destes primários e secundários são aterrados, assim as correntes casuais na terra podem se focar nas sub estações. Os residentes das redondezas são afetados não apenas pelo magnetismo, como descobriu a Dra. Wertheimer, mas também pelas correntes casuais da terra.

Quando até mesmo os elétrons casuais vagueiam, eles afetam negativamente a saúde humana e animal com pequeninas correntes elétricas que irritam, aceleram a corrosão de metal ou queimam nosso equipamento elétrico. Eles também formam correntes elétricas em campos, mudam o comportamento animal, tal como o ato de pastar.

Pesquisadores de campo notam que os efeitos das correntes casuais ocorrem mais frequentemente nas fazendas e casas em fim de linha. Parece que as correntes casuais são geradas mais intensamente nos pontos finais das redes de distribuição. Spark especula que os elétrons viajem entre linhas adjacentes de distribuição para compensar as cargas desequilibradas.

Apoio Médico

O fazendeiro de laticínios de Minnesota Dave Lusty tinha problemas de saúde com o rebanho atribuidos a voltagem casual. Quando as tentativas das medicações usuais falharam, Lusty recorreu a cortar os fios de solo dos postes de serviço público para sua fazenda. O resultado foi uma queda dramática nos problemas do gado.

Contudo, os serviços públicos contestaram as ações dele e insistiram que os fios fossem reconectados. Antes que as linhas fossem reaterradas, Lusty tinha o Dr. Dan Hartsell, um dos maiores veterinários clínicos de Minnesota, que fez um exame extra nas vacas. Dr. Hartsell traçou o perfil do gado ao padronizar o grau usado para clasificar as vacas antes da compra. Posteriormente, Lusty tinha em um hospital local as amostras de sangue das vacas.

Pouco tempo depois que os serviços públicos reconectaram seus fios aterrados, o gado apresentou sintomas de desconforto de novo. Depois de um mês, o Dr. Hartsell refêz sua avaliação, e o hospital avaliou mais amostra de sangue com comparações de antes e depois.

Os resultados foram dramáticos, revelando que os animais sofriam de stress severo e declínio na produção do leite. As amostras de sangue mostraram claramente que as vacas tinham menor resistência a infecções e indicações de sistemas imunológicos perturbados.

O padrão tipico se seguiu: as vacas iam a ruína ou para o açougueiro e as fazendas entravam em falência novamente invadidas pelas correntes casuais.

Lusty, frustrado a cada tentativa de raciocinar pessoalmente e legalmente com o serviço público, iniciou a Fundação de Pesquisa Elétrica (TERF) para patrocinar a pesquisa científica e legal da poluição elétrica – e educar os fazendeiros e ao público dos perigos das grades elétricas pobremente projetadas.

Então, no verão de 1992, o NY Times citou Wisconsin Power & Light que talvez 20% destes escapes de elétrons pelos fios de solo.

Falei a Spark sobre estes 20%. Ele foi enfático: “Asneira! As medidas em campo por pesquisadores competentes mostraram que 50 a 70% da grade de elétrons vaza para a terra! Eles ainda não querem encarar os fatos e admitir que eles tem um problema sério devido a como constróem a grade!”

Estas estatísticas são imensas, com essencialmente desconhecidas implicações! Os serviços públicos avaliam que 50 a 70% é exagerado, e que as correntes casuais de solo são “problemas apenas em áreas locais e isoladas”. Eles discutem os impactos sobre animais e humanos.

A Sindrome da Casa Doente

A descoberta de voltagem casual e correntes aconteceu em áreas rurais onde as casas e fazendas são espalhadas – frequentemente isoladas. Os níveis de invasão eletromagnética e poluição são relativamente baixos.

As cidades, contudo, são uma realidade diferente. As áreas urbanas são penetradas pela energia, linhas telefônicas e de TV, água, canos de gás e esgoto, concreto, vigas mestras, mais a poluição eletromagnética dos telefones celulares e antenas de TV e outros emissores de microondas…

Na década de 1990 Spark deu mais atenção a casas urbanas. Suas primeiras investigações foram surpreendentes.

Vários dos primeiros clientes de casas de Spark tinham um novo diagnóstico médico: Doença Ambiental – sensibilidade múltipla a fungos, pesticidas, comidas, odores e outros químicos. Esta doença não é bem compreendida, mas a incidência de casos é proliferante. A maioria das vítimas tem seus sistemas de desintoxicação hiper reativos e sobrecarregados.

Spark observou um relacionamento entre casas com elétrons casuais e infestações de fungos. Muitos pacientes de Doença Ambiental são alérgicos a fungos.

Para avaliar voltagem/corrente casual em casas foi iniciado pimeiro nas fazendas. Primeiro estabelecer um solo efetivo como referência elétrica zero ao dirigir estacas de cobre profundamente no solo fora da casa.

A seguir medir as voltagens dentro da casa. O primeiro teste frequentemente é medido pelos canos de água da casa, mas também em camas, especialmente na cabeceira.

Spark construiu um modelo 2D de casas urbanas para ilustrar como a corrente casual de uma casa causa aumento elétrico nos fios e canos de outras casas. As cidades, como os pisos dos celeiros, são cheais de fios em uma vasta grade elétrica equipotential.

Spark construiu paineis especiais para anexar as caixas de fusíveis. A noite, os donos das casas ligavam um interruptor para a cama deles para liberar os relays que abrem todos os circuitos na caixa. Toda a voltagem e correntes — casuais e outras — na casa são mortas. A maioria dos proprietários das casas relataram um bom sono na primeira noite que o aparelho foi instalado.

Raias nos Telhados

Um sinal curioso e consistente de invasão dos eletrons casuais são as raias cinzas, as vezes energrecidas nos telhados — geralmente telhas de asfalto, mas também de metal, telha ou outras. As raias correm verticalmente das calhas para as pontas do alto. Raias similares aparecem em silos, especialmente naqueles de metal; silos de madeira com os topos escurecidos, como manchas climáticas. Nos telhados que ficam de frente para o norte as raias são mais fortes, sugerindo o fenômeno elétrico orientado para o geomagnetismo.

As raias do telhado frequentemente acompanham empolamentos excessivos e prematuros e descascamento da pintura. Apodrecimento da madeira sob os telhados raiados nas calhas também são comuns. A idade do telhado não tem relação as raias; frequentemente telhados novos se tornam raiados.

As raias são frequentes nos edifícios da cidade. Uma casa pode ser pesadamente raiada e a casa seguinte não ter nenhuma. Mais frequentemente as casas raiadas estão em grupos – várias em uma rua.

A pesquisa urbana de Spark incluiu uma visinhança onde cada casa tinha telhados raiados. Os dados revelaram que cada casa tinha residentes com sérias aflições : artrite, diabete, derrames, câncer… Posteriormente, cada uma tinha uma história de residente anterior com doenças similares.

Atualmente nenhuma teoria explica as raias. Elas devem ser uma reação química causada pelos elétrons correndo pelo telhado. O desenho de bastões de raios dizem que os elétrons se reunem em pontos e beiras; talvez massas de eletrons de correntes casuais nas pontas do telhado.

Spark comenta, “Os elétrons livres da fiação falha ou correntes casuais se acumulam no edifício como um gigante capacitor elétrico. Uma vez a estrutura seja carregada, humanos, animais – talvez plantas – nela são afetadas por micro choques. Sabemos que as raias são devidas a eletricidade, porque uma vez o problema elétrico é consertado, as raias esmaecem e desaparecem – em tão pouco tempo quanto trinta dias.”

Solo Comum

Fazendeiros com problema d voltagem casual comumente observam pequena vida selvagem — roedores e vermes da terra – declinarem ou desaparecerem. Os vermes inferiores da terra são os grandes aradores a natureza, a fundação da saúde do solo. Na medicina herbal chinesa, uma minhoca é um dragão da terra.

A partida dos vermes avisam de comunidades vivas severamente perturbadsa que sustntam a fertilidade do solo. Que estes vermes se afastam do solo eletrificado é inegável, mas que outros efeitos as correntes casuais tem no ecosistema do solo é desconhecido e não examinado. Os solos já estão estressados pelos químicos; acrescentar a poluição elétrica pode ser demais para o solo suas comunidades vivas.

Contudo, animais crescentemente confusos vagueiam fora de seus lugares normais, ou falham em seguir seus caminhos tradicionais de migração. E as pragas se disseminando entre os animais, tais como raiva ente veados e racoons. Mais perturbador ecologicamente e o inexplicável desaparecimento de populações inteiras de sapos, rãs, tritões e salamandras.

Novamente, a lente da aceita teoria da distribuição elétrica diz que os elétrons vazam dos fios dos serviços públicos para o solo e retornar ao seu lugar de origem: gerador, sub estação ou transformador.

Através da Lente

Contudo, a consciência do Dragão nos suplica para espiar através das lentes da ciência. Pisar através da lente da ciência além das fórmulas da Mente Analítica, devemos nos focar – não em apenas elementos únicos de eco sistemas – mas ver a Terra como um organismo – como uma unidade holistica, holográfica e dinâmica.

O desenho dos bastões do raio sabem que os elétrons se acumulam em pontos. Na superfície da Terra, montanhas são equivalentes as pontas dos telhados. Assim os elétrons que vagueiam dos fios dos serviços públicos podem se acumular em picos e escarpas. Talvez estes elétrons casuais – com a chuva ácida, ozônio e depleção do solo – faça as árvores morrerem nos altos picos.

Uma expressão natural de eletromagnetismo no eco-sistema é o clima, visto nas colossais liberações de raios das tempestades de trovão. Bombear correntes casuais na Terra afeta o clima? Isto pode intensificar as tempestades, especialmente as frentes frias que liberam cargas de energia elétrica? São perguntas sem resposta e poucos dados relevantes.

A Terra é viva. Um profundo leito de rocha, como osso animal, é cristal piezoelétrico, muito disto é quartzo. Os cristais piezoelétricos apertados mecanicamente, aliviam o stress e a vibração física e emitem radio-frequências. Como seu coração, constantemente bombardeado pelos impulsos solares, os anéis do campo magnético da Terra tem complexas ondas de energia eletromagnética.

Isto funciona ao reverso: os cristais – estimulados pelas correntes elétricas – vibrarão. Os pulsos eletromagnéticos são muito ativos ns zonas de fratura nas bordas das placas tectônicas – estas grandes folhas escorregadias onde os continentes deslizam na Terra. Injetar maciços megawatts das correntes elétricas feitas pelo homem no leito de rocha, especialmente em zonas inclinadas a terremotos, podem afetar este sistema geotectônico.

A Bolha Magnética de Gaia

A lenda escandinava fala de Orouboros: em uma era antes do tempo, um grande dragão voou pelos céus. Sentindo-se cansado, ele se enrolou em uma bola, dobrou suas asas e adormeceu. Neste tempo a Terra cresceu ao redor deste dragão adormecido. A lenda adverte que algum dia o dragão acordará e continuará sua jornada.

A lenda não é fantasia, mas uma imagem arquetípica das forças que formam a Realidade. A lenda de Orouboros descreve um passo inicial necessário para fazer um planeta: formar uma bolha magnética para capturar a luz estelar e a matéria. A serpente enrolada representa como o eterno fluxo do espaço-tempo universal se dobra nele mesmo para criar uma onda permanente livre – um espaço oco – uma bolha magnética. Neste espaço vazio, matéria e energia são organizadas. Como uma frágil bolha de sabão é soprada pelas brisas, uma bolha magnética gira. Mas devido aos estranhos girar subitamente multidimensional, a bolha magnética de Gaia não é uma simples esfera, mas toma a forma de um torus, ou donut, com um orifício de cada ponta. Este anel de fumaça é um vortex giratório que se sempre se curva de volta nele próprio. Este donut giratório é uma matrix-mobius em 3D – os elétrons pegos nisto revolverão infindavelmente ao redor de seu torus. As energias capturadas por esta membrana capturada do donut faz com que ele cintile nas cores do arco-iris como uma bolha de sabão a luz do sol. A aurora polar da Terra é somente uma evidência desta geometria geomagnética.

A Grade Natural da Terra

Este espaço cintilante, giratório e oco é muito frágil. Para estabilizar este frágil anel de fumaça, Gaia forma uma grade rígida para ancorar os pontos chave em uma estrutura fixada de geometria. As frequências específicas girando no donut são fechadas em fase.

Esta onda imóvel cria uma forma definida com faces específicas e lugares nodais fixados pela grade geométrica de Gaia. Este movimento, massa formadora de mundo tem uma geometria complexa, já que o magnetismo, como outras forças primárias astronômicas e nucleares, é mais que tridimensional.

Assim o vortex giratório alinha sua frágil estrutura em uma relação rígida, ainda que fluida, para o espaço 3D. A geometria básica da grade natural da Terra é específica; ela consiste em três elementos de cinco lados: triângulos e pentágonos cujas bordas se encontram em fixos pontos nodais, ou vértices. Nesta sólida geometria tridimensional, estas formas são docecaedro e icoságono.

Esra geometria icoságono-dodecaedro forma uma grade fixa por toda a superfície da Terra. Estas geometrias são o cadeado e a chave para corrigir a bolha magnética giratória de Gaia em orientação estável. Assim a Terra tem polaridade com o Sol, a Lua, sistemas solares maiores, fluxos galácticos de energia. Isto também permite que a Terra capture e mantenha a atmosfera.

Como o magnetismo, esta grade é extremamente sutil, aida que penetre todas as substâncias físicas. Como o magnetismo, a grade natural da Terra é invisível, ainda que oriente e dirija os turbilhões e fluxos das energias sutis e matéria física. Até mesmo influencia o comportamento humano e animal. Esta geometria icoságono-dodecaedro é a catedral de cristal de Gaia.

Os Caminhos do Dragão

Assim Orouboros — o fluxo universal sempre fluindo – se tornou a bolha magnética enrolada. Como uma mulher tricotando um suéter, uma meada de linhas gira um rígido donut em teia de aranha de fluxo magnético. Esta cavidade magnética oca captura moléculas para condensar um planeta, manter uma atmosfera e sustentar a vida. Um passo fundamental para tramar esta tapeçaria é a membrana fundamental do planeta: uma ionosfera.

Gaia gira um ninho de cristal para capturar ar e oceanos. A vida se gesta gentilmente na “sopa química” dos mares primitivos em complexas formas de vida, até os seres humanos a auto consciência. Com a geometria estável da grade, a condição permanece tão caótica para engendrar a delicada evolução da vida.

Abundam evidências que as culturas antigas estavam cientes desta grade global. Até mesmo há evidência de que eles manipulassem esta grade. Muitos associam as forças da grade da Terra ao Dragão. Na China, até mesmo hoje, há linhas através da terra que eles chamam de caminhos do dragão – marcadas a séculos por estradas, templos, capelas, cemitérios e construções distintas.

Na Bretanha, graças a Alfred Watkins, as linhas da grade são chamadas de linhas da justiça, embora o caminho do dragão seja ouvido frequentemente. Lembre-se: o pai do Rei Arthur era Uther Pendragon (o grande dragão).

Ancientes lendas gaulesas se referem a matadores de dragões. Dois eram nobres cristãos: São Jorge e São Miguel. Um dos mais fortes justiceiros da Bretanha – São Miguel – vai do sudoeste da Cornuália até o fim da Terra.

Do lado oposto da Terra, a Serpente do Arco-iris — um monstro enraivecido e sem regras – foi chocada nos penhascos pelos aborígenes australianos Njamal no rio Yule Superior muito antes que os brancos chegassem lá. A lenda diz que a serpente dorme na Terra, guardando forças elementais fora de controle humano. Perturbada, a Serpente se levantará em um dilúvio de destruição e morte. Ao ouvir a litania dos aborígenes do testemunho de cortar o coração do contacto europeu, parece que a Serpente está começando a se movimentar.

Despertando o Dragão

A tradicional acupuntura chinesa tem uma técnica de agulhas chamada “Sete Dragões”. Ela diz que as sete aberturas do corpo são guardadas cada uma por um dragão. Se um é distraido ou adormece em sua tarefa protetora, o corpo pode ser invadido por forças desequilibradas ou espíritos. A estimulação com agulhas pode despertar um dragão adormecido para expulsar o mau espírito.

Quando este século começou, o explorador norueguês Fridhof Nansen escreveu sobre os dragões dançantes nos céus polares – luzes luminosas, retorcidas e faiscantes nos fígidos céus do norte. Estas auroras libertam múltiplos megawatts de energia como correntes de partículas carregadas do Sol para a Terra pelas cavidades na bolha magnética de Gaia. As correntes solares são visíveis como oxigênio ionizado e nitrogênio na atmosfera superior.

A grade eletromagnética do homem é uma pálida lanterna se cmoparada a a fogueira da emissão geomagnética. Parece improvável que o eletromagnetismo feito pelo homem tenha muito efeito no poder e na estrutura do eletromagnetismo de Gaia.

Ainda que, hoje, a Terra é invadida e excedida com grades magnéticas. A terra é enovelada junto por teias de fios pulsando com suprimento de energia para a civilização industrial. Cidades — interligadas por redes de água, esgoto, energia, comunicações e outras grades — são campos unificados eletromagnéticos zumbindo harmonicas de 60 hz. (dado um novo significado a fase DC de “fechamento de grade”)

Estas grades pulsantes induzem maciças correntes de eletrons na Terra – correntes subterrâneas cuja existência, destino e efeitos são desconhecidos. Não obstante, devemos agora considerar como nossas grades de energia de 60 hz afetam o campo eletromagnético da Terra. Os geomancistas entendem que a grade pulsante eletromagnética do homem de fato perturbe a estabilidade e a forma da grade da Terra.

Os ecologistas reconhecem que os projetos de energia tem imensos impactos ecológicos – da construção física, mineração de combustível e transporte, disposição dos resíduos da combustão [cinzas voadoras, calor e gases ácidos]. Até mesmo antes de confrontarmos a poluição eletromágnetica e correntes casuais vazando das grades, o suprimento de energia elétrica afeta maciça devastação da Terra .

A ciência pode somente conjeturar sobre os efeitos das correntes casuais sobre Gaia. Indubitavelmente as correntes feitas pelo homem são formadas e dirigidas pelo geomagnetismo. E perturbar a grade enfraquece os constrangimentos sobre o campo magnético de Gaia, com efeitos dramáticos sobre a água e a atmosfera.

Muito razoavelmente, os eletrons desviando-se das grades dos serviços públicos deixam a superfície da Terra, atraidos pelos centros eletromagnéticos nos grupamentos profundos de cristais de Gaia, já que grande parte da Terra é quartzo e outros cristais piezolétricos.

Seja qual for o efeito que tenham as correntes pulsantes de 60 hz da Terra, é mais via ressonancia harmonica do que por contacto direto. Tudo é música.

Os Olhos do Dragão

Leon Shenandoah e eu sentamo-os quietamente por um tempo. Em meu olho mental refleti sobre o dragão dos anciãos aztecas. A imagem dele se enquadra nos dados de minha própria pesquisa na geomancia do Novo Mundo. Depois de uma longa pausa, perguntei a Leon, “Diga-me, onde está o coraçao da escuridão no olho do dragão azteca?”

Leon ficou calado por uns momentos, considerando o que eu havia perguntado – que resposta podia ser. A lenda do Pacificador é uma tradição Haudenosaunee que descreve a fundação da Confederação das Cinco Nações. Nela, Tadodaho — um mago poderoso e mau vivia no Lago Onondaga, cuja mente era tão destorcida e malévola que serpents viviam em seus cabelos – ele era o último homem a se opor a paz na Terra.

Hoje, Leon — a expresão humilde da gentileza do avô, força e sabedoria – é Tadodaho, O Mantenedor do Fogo do Grande Conselho da Confederação. Depois de algumas baforadas em seu cachimbo, Leon sacudiu a cabeça esperando minha resposta.

“Times Square,” eu disse. “O Quadrado é o mundo material – neste caso, uma grade retilinear em uma ilha chamada Manhattan.’

“Tempo — um círculo indo em ciclos – simboliza o movimento infindável do espírito. A cena de neon do Empire State, onde eles celebram o Ano Novo, é o olho do coração da escuridão do dragão, onde o quadrado e o círculo – matéria e espírito se unem.

“Um antigo enigma místico: como unir o espírito com a matéria. Esta problemática filosofia e teologia da Europa desde os gregos.”

Dentro de sua nuvem de fumaça cinza, a cabeça de Leon assentiu com a cabeça. “Quero lembrar onde o azteca punha o outro olho do dragão”, ele disse, balançando a cabeça.

Meu olho mental buscou minha própria imagem da anatomia da besta, procurando o outro olho. Minha visão interna viu o dragão azteca com os olhos fechados no sono – dormindo. Fiquei a imaginar o que aconteceria se ele acordasse.

Nosso Dilema da Alta Corrente

“Aqui você entra nos enrolamentos do dragão. Aqui o meu poder nasceu. Aqui todas as coisas são possíveis e todas as coisas encontram o seu oposto.

“Tenho despertado o Dragão. Você não pode ver tudo ao seu redor na respiração do Dragão? Uma besta com tal poder que se você fosse ver o todo e o todo completo em um único olhar, você se queimaria em cinzas. O Dragão está em todos os lugares. O Dragão é tudo. Suas escamas brilham nas cascas das árvores, Seu rugido é ouvido no vento. E sua lingua bifurcada ataca como o relâmpago. Não faça nada. Fique imóvel. Durma. Repouse nos braços do Dragão. Sonhe.” — Merlin, o mago, em Excalibur, a lenda do Rei Arthur

Em 1974 Dra. Nancy Wertheimer começou um estudo que ligaria o magnetismo das linhas elétricas a leucemia infantil. Depois de uma década de negativa, em 1984, um vasto corpo de pesquisa mostrou que o magnetismo criado pelo homem afeta adversamente os delicados processos biológicos: o crescimento ósseo, a comunicação celular, os biociclos, as céulas sanguíneas brancas, a neuroquímica, a replicação genética, e o sistema imunológico. A evidência implicou que nosso eletromagnetismo artificial está nos assaltando em todas as frentes.

O vagaroso crescimento anual do cancer pode resultar de nosso súbito aumento a exposição eletromagnética nos últimos cinquenta anos. Nossa sociedade tecnológica usa o eletromagnetismo, assim não há saída para escapar de sua influência. O Dr. Robert Becker insiste, “Nosso uso não sábio do eletromagnetismo produziu mudanças ambientais sem precedentes. Hoje nadamos em um mar de quase totalmente energia criada pelo mundo. A evidência é clara que o uso irrestrito do eletromagnetismo cria riscos ambientais à vida e resulta em uma fisiologia anormal e função”

A poluição eletromagnética é uma das questões mais alarmantes da década de 1990. Diz Becker, “Claramente enfrentamos uma crise maior – toda mais crítica porque não é reconhecida pelas agências responsáveis a lidar com ela.” Isto é porque cientistas, reguladores, médicos estão presos em um velho paradigma químico-mecanicista que está desmoronando, para ser substituido com um de energia da vida; algo novamente velho e novo.

Felizmente uns poucos cientistas corajosos tem dado olhares duros nos volumosos dados dos efeitos nocivos do eletromagnetismo. A pesquisa por este punhado de “cães de guarda” dedicados foi ignorada, sub financiada e cortada. Frequentemennte as convicções deles custam seus empregos. Vendados, eles nos revelaram o Dragão.

Na década de 1970 estes pioneiros descobriram o papel crucial do eletrognetismo na biologia; especialmente nos bioritmos, cura, neurologia, replicação genética e endocrinologia. O campo do bioletromagnetismo está crescendo com estudos inovadores. O próprio Becker descobriu sistemas de controle elétricos que iniciam e regulam a cura. O radiologista sueco Bjorn Nordstrom demonstrou o tratamento do cancer com correntes elétricas. Os acupunturistas substituem as agulhas com pequeninos imãs colocados na pele.

Então o eletromagnetismo mantém perigo e promessa. Esta é a natureza paradoxal de nosso dilema. Muitas perguntas permanecem não respondidas. O ferro nas células vermelhas sanguíneas tem uma função magnética? Porque a vitamina B12 contém o cobalto magnético? Como os pulsos geomagneticos se tornam hormônios pineais? Porque as árvores crescem?

Dormindo com o Dragão

Pela década de 1970 os serviços públicos e os militares continuaram a negar as realidades da pesquisa eletromagnética. Os pesquisadores invencíveis enfrentaram um conjunto surpreendente de medicina moderna, ciência, militares, serviços públicos, indústria eletrônica – e a apatia e o apetite dos consumidores.A indústria nuclear é apenas o grande polegar deste maciço complexo industrial de energia. Broduer escreveu em “Currents of Death”, Wertheimer estava “selvagemente desacreditada”; Becker, Marino e outros foram alvos de uma “aparente vingança”.

Em 1984 Dr. Wertheimer começou um novo estudo — novamente sem custeio — de leitos aquecidos eletricamente. O calor elétrico usa alta corrente a qual gera uma forte exposição magnética por mais de oito horas por noite. Ed Leeper mediu 5 a 10 milligauss (mg) seis polegadas de cobertores elétricos; os leitos de água mediram 5 mg. O estudo da leucemia de 1974 de Nancy envolveu exposições de somente 1 ou 2 mg, assim isto pareceu significante. Mas ao invés de cancer, Nancy estudou a gravidez.

Usando anúncios de nascimento em jornais e hospitais em Denver, Nancy perguntou a 1318 pais de recém natos em 1982 se eles usavam calor elétrico. Os resultados foram assustadores: os usuários tinham significativamente mais abortos no inverno que no verão, enquanto os relatos dos não usuários eram constantes. Os abortos dos usuários eram mais frequentes de setembro até janeiro. Nancy teorizou que os fetos em termo inicial são mais sucetíveis ao eletromagnetismo, e muitos abortos espontaneos ocorrem antes que a mulher saiba que está grávida. Entretanto, os abortos em fetos mais velhos serão relatados no início do inverno, enquanto os abortos mais tarde no inverno de novos fetos mais provavelmente não são observados. Isto pode responder pelas elevadas taxas do início do inverno.

O relatório de 1986 de Nancy, Bioelectromagnetica, especulou que o calor elétrico da cama pode também explicar os aumentos das deficiências infantis relatados desde 1960. Contudo, ela ressaltou que os cobertores elétricos criam um calor que, em excesso, tem efeitos negativos sobre o esperma e assim o magnetismo pode não causar o efeito. Para desaprovar os efeitos termais, Nancy, novamente sem custeio, estudou lares em Eugene, no Oregon, com calor elétrico nos tetos dos quartos de dormir.- com efeito um gigantesco calor elétrico. Tal calor não é provável de criar um excesso de temperatura corporal. Novamente ela encontrou mais perda fetal no inverno em lares com aquecimento no teto, com as perdas mais frequentes no início do inverno.

Rude Despertar

Em 1985 o internacionalmente conhecido Dr. Stanislaw Szmigielski do Centro de Radiobiologia da Polônia, deu um choque com o maior estudo epidemiológico conhecido do eletromagnetismo: um estudo de dois anos de cancer em militares poloneses. Os homens expostos a radiação eletromagnética não ionizante tem aproximadamente sete vezes cancer nos órgãos formadores de sangue e nos linfomas. Os tumores de tireóide são quatro vezes maiores. Jovens homens (20 to 29) tinham 550% maior risco. Os homem expostos, sobretudo, são três vezes mais prováveis de desenvolverem cancer.

Em fevereiro de 1986 O Instituto de Pesquisa da Energia Elétrica (EPRI), fundado pelos serviços públicos, chocou novamente a indústria eletromagnética com um estudo de Richard Phillips de Battelle Pacific Northwest Labs. De 1978 a 1981 porcos miniaturas foram expostos a 30 kv 60 hz de eletromagnetismo. As primeiras e segundas gerações nascidas e crescidas na exposição foram cruzadas com animais não expostos. A terceira geração tinha peso inferior de nascimento e duas vezes mais defeitos de nascimento.

Phillips primeiro apresentou seus achados em 1982. A Sociedade Elétrica e de Engenheiros Eletrônicos. Os serviços públicos tomaram isto como uma bomba e retardaram por quatro anos com “excessiva revisão por seus pares” e revisões. Em setembro de 1986 Phillips falou aos serviços públicos canadenses sobre os efeitos sobre a saúde do eletromagnetismo. Perguntado se ele compraria uma casa perto de uma linha de alta voltagem Phillips respondeu que nem mesmo se fosse 25.000 dólares mais barata, devido aos prováveis problemas de saúde. Sua audiência estava chocada.

Em novembro de 1986 Dr. David Savitz tocou o alarme com sua replicação do Projeto das Linhas Elétricas NYS do estudo de Wertheimer. Savitz estudou a mesma área de Denver que Wertheimer, mas em um diferente período de tempo envolvendo outros casos de cancer e tomou o cuidado de fazer críticas a metodologia de trabalho de Wertheimer. Ele descobriu uma associação significativa ente todos os canceres infantis e o magnetismo feito pelo homem; as crianças com alta exposição tem cinco veves mais risco que o normal. Ele concluiu “a prolongada exposição a campos magnéticos de baixo nível podem aumentar o risco de cancer em crianças”.

A controvérsia atiniu um novo platô em 1o. de julho de 1987 com a divulgação do Projeto das Linhas Elétricas. Em abril de 1987 Dr. David Carpenter do Departamento de Saúde Pública de NY previu esta fuga no encontro anual do EEPA, que inclui vários maiores serviços públicos. Em “Correntes da Morte” Paul Broduer escreveu, Carpenter não mediu palavras. Savitz encontrou leucemia, linfoma e tumores cerebrais “os mais comuns canceres infantis” são duas vezes mais prováveis em casas perto de linhas de altas correntes. “A hipótese de que campos magnéticos causem cancer agora está estabelecida” disse Carpenter e sugeriu que não era ético para a EEPA esperar outros dez anos , já que 20% das casas tinham elevados campos magnéticos. O dinheiro para estudo quase que secou totalmente, e a maior parte foi custeada pelo EPRI, que tem um conflito de interesse. Ele urgiu que a pesquisa fosse custeada por agências federais “independentes de influência partidária”.

A despeito das palavras fortes, o relatório do Projeto — Efeitos Biológicos dos Campos das Linhas Elétricas – subestimou os resultados para o público. Dando um pesado giro na verdade, o relatório declarou que os estudos “não demonstraram efeitos para preocupação”. De fato, 12 de 17 revelaram efeitos significativos. O relatório admite que o estudo de Savitz “pode significar que 10 a 15% de todos os canceres infantis são atribuíveis a campos eletromagnéticos, mas mais pesquisa é necessária antes que a questão possa ser resolvida. A este momento nenhuma avaliação de risco pode ser feita”.

Em 24 de setembro de 1988 o PSC decidiu continuar o padrão de campo elétrico já com dez anos (1600 vpm) e pediu por um interim de padrão de campo magnético. A equipe do PSC tem recomendado 100 mg, mas os comissionados sentem que mais dados sobre o existente magnetismo das linhas elétricas era necessário. “Enfatizamos que os campos magnéticos não tem sido mostrados serem nocivos”, eles avisaram.

Uma agência reguladora tinha despertado do Dragão, mas a venda permanecia.

Não tão amigável ao usuário

Antes de 1940 matemáticos, fisiologistas e outros de Harvard e do MIT interessados na função do sistema nervoso e do cérebro se tornaram o núcleo do projeto do computador americano. Como resultado, conceitos de neurofisiologia foram construidos nos computadores – sistemas vivos eram modelos para os aparelhos. Desde o início perguntas foram levantadas sobre a segurança destes aparelhos.

Em 1977 o Instituto Nacional de Segurança Ocupacional (NIOSH) disse que a radiação de um terminal de video (VDT) é fraca a demais para detectar. Em 1980, NIOSH testou VDTs para achar 1.400 volt e 9 mg perto dos transformadores de retorno. Assim NIOSH mudou seu tom para dizer “os transformadores de retorno emitem radio frequência em alcance de 15 a 125 Mhz, mas não há um padrão de exposição ocupacional a este alcance e não tem sido mostrado causar dano biológico” Na década seguinte o uso VDT cresceu de 7 a 30 milhões, ainda que poucos estudos olharam os efeitos das emanações eletromagnéticas dos VDT.

Em 1980 Dr. Jose Delgado da Espanha expôs ovos férteis a 1.2, 12 e 120 mg de magnetismo pulsado em 10, 100 e 1000 hz. Ele usou intensidades muito baixas assim “os efeitos termais eram minimos e desprezados”. Em maio de 1982, o Jornal de Anatomia disse que 100 hz em 12 mg tinha “um efeito poderoso, retardando ou prendendo a embriogenese no estágio muito inicial” Aproximadamente 80% dos ovos se desenvolveram anormalmente; sistemas nervosos mal formados foram muito comuns. Como Adey e Blackman, Delgado descobriu janelas de energia e de frequência. Como Adey, Delgado foi custeado pela CIA.

Em 1984 Kjell Mild da Mesa de Segurança e Saúde ocupacional sueca confirmou os achados de Delgado, mas com 30% ao invés de 80%. Delgado respondeu que orientar os ovos para o campo magnético da Terra é um fator crucial.

Em 1985 Robert DeMatteo, coordenador de Saúde e Segurança Ocupacional da União de Empregados Públicos de Ontario, em seu livro “Choque Terminal”, relatou 11 grupamentos de abortos entre operadores de VDT nos EUA e no Canadá, e questionou se a causa fosse o eletromagnetismo. Um número chocante de operadores de VDT também tiveram defeitos de nascimento, nascimentos prematuros e outras gravidezes adversas.

Em janeiro de 1986 o Instituto Karolinska sueco de renome internacional relatou que magnetismo fraco pulsado similar ao dos VDTs “pulsos em dentes de serra de 10 a 150 mg — causam defeitos congênitos em fetos de camundongo; quase cinco vezes mais em 150 mg. O relatório disse que “isto foi totalmente inesperado. Não podemos mais descartar que a radiação [VDT] afeta fetos”, e isto pode forçar a Suécia a mudar or regulamentos de trabaho VDT para proteger mulheres grávidas.

Em 1987 Dr. Mikolajczyk do Instituto de Medicina Ocupacional da Polônia apresentou um estudo de TVs colocadas a 12 polegadas acima de ratos, os conjuntos ficavam ligados por quatro horas. As fêmeas expostas 60 dias antes de cruzar e 16 dias durante a gravidez tinham reduzido peso fetal. Os machos expostos a 30 a 50 dias tinham pesos testiculares grandemente reduzidos. Todos os animais expostos tinham sódio baixo no cortex cerebral, hipotálamo e meio cérebro e crescimento retardado.

Em junho de 1988 o relâmpago atacou novamente. O Programa Médico Permanente Kaiser do Norte da Califórnia, em um estudo de 1.583 mulheres, descobriu que mulheres que trabalhavam mais de 20 horas por semana em VDTs tinham 80% mais alto risco de abortos. A prole das mulheres que usavam os VDTs tinham mais alto risco de defeitos de nascimento, mas isto não era estatisticamente significativo. O relatório no Jornal Americano de Medicina Industrial afirmou, “a nossa é a primeira evidência epidemiológica com números significativos de mulheres operadoras de VDT a sugerir que o VDT pode aumentar o risco de aborto. As implicações disso ainda são desconhecidas. Nenhum mecanismo biológico tem sido postulado. Nossos dados sugerem a necessidade de estudos posteriores.”

Não obstante, em 1988 a Associação Internacional Para Proteção Contra a Radiação insistiu “nenhum risco a saúde é associado a radiação [de computadoress ou VDTs.]” Mas a Suécia instituiu estritos limites de radiação VDT, e os fabricantes de VDT dos EUA agora fazem modelos especiais escudados para os mercados suecos. Em 50 anos a ciência e a indústria tinham desovado uma revolução de video para abrir as janelas eletromagnéticas aos universos eletrônicos. Os computadores invadem os mercados de trabalho como as TVs entraram em nossas casas e as crianças usam videogames. Até mesmo quando os primeiros computadores foram modelados na neurofisiologia, as redes eletrônicas tem se tornado nosso sistema nervoso externalizado. Este é o nosso dilema dualista: nossa fixação mecanicista tem cegado nosso insight para indução e intuição.

A tela de video tem substituido nosso terceiro olho.

Leis do Dinheiro

A ciência não influenciou os serviços públicos. A mão deles foi forçada na côrte, não no laboratório. Em 1981, Houston Lighting & Power Co. (HLPC) propôs uma linha elétrica de 345 kv de 350 pés de uma escola elementar, 130 pés de uma escola média e 250 pés para uma escola secundária do Distrito Escolar Independente Klein. Preocupados com os possíveis efeitos para a saúde, a mesa escolar negou o direito de passagem ao HLPC, e então o HLPC processou e construiu a linha.

Em novembro de 1985 o julgamento no Condado de Harris, o professor de engenharia Martin Chatkoff da Universidade do Texas testemunhou para o distrito da escola que o magnetismo na escola elementar mediu 5 mg, 10 mg na escola média e mais de 15 mg na escola secundária. Em plena capacidade, a linha da HLPC induziria 25 mg na escola média.

Nancy Wertheimer testemunhou que as crianças enfrentavam um risco aumentado de cancer de tais intensidades magnéticas, e que era “indefensável expor crianças a um tal exprimento”. Contudo, ela admitiu que não há uma prova absoluta se e como e eletromagnetismo cause cancer.

O juri deliberou por quatro horas, achando que a HLPC “abusou de sua discrição,” e isto era “uma ação voluntariosa e não racional”. A escola do distrito foi recompensada com 104.275 dólares por danos. O juri também manteve que a HLPC agiu com “grosseiros desrespeito e indifernça consciente aos direitos e bem estar das pessoas afetadas” e determinou 25 milhões de dólares em danos punitivos “com o exemplo que tal conduta não seria tolerada”. Por último, o juri estabeleceu 42.113.120 milhões para mover a escola para um outro local.

O juiz ordenou que a HLPC fechasse e removesse sua linha. HLPC pediu a Corte de Apelos para manter a linha enquanto o caso era apelado. A Côrte assim decidiu em 1986, mas a Suprema Corte do Texas unanimemente descartou o fechamento da linha. A Cortê de Apelos suspendeu a multa punitiva de 25 milhões desde que a HLPC cumprisse o código de propriedades do Texas e não fosse culpada de ultrapassar. Ainda que os juízes determinassem que o juri foi correto em achar “evidência clara e convincente” de danos potenciais. Em 1987, HLPC gastou oito milhões para reativar a linha.

Como a industria e seus aliados na ciência e na política, a Justiça é vendada.

Mas a Justiça é uma senhora com intuição ao senso do Dragão enrolado ao redor das linhas elétricas, as colunas espinhais e espirais do DNA.

Controle do Giro

Este cenário se repetiu com frequência aumentada ao redor da nação. Em 1987 Seattle City Light propôs uma linha elétrica de 230 kv em uma vizinhança residencial. Em 1988 um esforço nacionalista (Citizens Against Overhead Powerlines) derrotou a linha. o Departamento de Transporte do Estado de Washington se recusou a aprovar a linha, citando efeitos a longo prazo sobre a saúde e o litígio futuro das partes lesadas.

Um público informado foi mobilizado; os serviços públicos perceberam.

Mais recentemente, um juiz da Flórida decretou que as crianças na escola elementar em Sandpiper Shore não podiam usar um playground porque eram expostas a uma linha elétrica sobre suas cabeças. Um julgamento de 25 milhões de dólares foi alcançado contra o serviço público, que reorientou os fios para fora do pátio escolar.

Nesta atmosfera em 10 de junho de 1989 o Escritório de Avaliação de Tecnologia do Congresso (OTA) pediu custeio federal de “mais pesquisa sobre os potenciais riscos a saúde do eletromagnetismo vindo das linhas elétricas, particularmente os efeitos sobre o sistema nervoso e o cancer”. O OTA ressaltou preocupação por efeitos a saúde “significamente impediram” a expansão das grades elétricas. Sem respostas, “esta disputa iria por muios anos e custaria muito mais qe a necessária pesquisa”. OTA disse que a preocupação se focalizava nas linhas de alta voltagem, mas os fios de casas e eletrodomésticos “poderiam ter um papel bem maior”.

Preparado pelo Departamento de Política Pública da Universidade de Engenharia Carnegie Mellon , o trabalho do OTA cuidadosamente guardou suas admissões. Ele disse, “a casa comum 60 hz e outras ELF interagem com células e órgãos para produzir mudanças biológicas. A natureza destas alterações para a saúde pública permanecem não esclarecidas, mas há razões legítimas para preocupação”. Sobre ELF e cancer, OTA disse ELF não é conhecida por danificar os cromossomas e asim não é provável de iniciar o cancer. Menosprezado os dados OFA disse que estudos epidemiológicos mostraram apenas “uma fraca associação”.

Carnegie Mellon também escreveu uma brochura para informação pública para girar uma reaseguradora tela de fumaça sobre a evidência:

Há controvérsia se os estudos epidemiológicos mostram qualquer relação verdadeira entre exposição ao campo e o cancer. Os cientistas ainda não concordam se campos de 60 hz oferecem riscos a saude pública e, se eles oferecem, quão sério seria o risco. Alguns argumentam que os achados relatados podem resultar de problemas estatísticos ou outras causas. Por exemplo, a maioria dos estudos ocupacionais não “controlam” para outros carcinogenos conhecidos tais como fumo e químicos dos locais de trabalho.

Isto aumenta as chances de que os resultados sejam coincidência muito mais que uma associação real.

Com a evidência científica agora disponível, não é possível estabelecer padrões “de campo seguro”; estas matérias exigirão dados maiores e melhores.

A década da negativa estava acabada. Ao menos, 16 anos depois, o aviso de ELF primeiramente dado pelo painel de aconselhamento científico da marinha em 1973 foi enviado. Contudo, a confusão continuou como a natureza real de nosso dilema. Ao se referir ao relatório do OTA, the NY Times fez manchete em seu artigo: “Mais Estudo é Necessário dobre os Efeitos Elétricos”. Ele devia ter dito magnetico. A venda permanece.

Leis da Natureza

A brochura da Carnegie Mellon concluiu: “Campos de 60 hz não oferecem um risco signficativo a agricultura ou ecosistemas”. Se lembrarmos que os primeiros avisos sobre ELF vieram de Fazendeiros, crianças e mães esta conclusão é altamente suspeita. Considerar apenas os efeitos eletromagnéticos em humanos é ser míope, egocentrico e tolo. Uma visão macrobiotica tem muitas faces, abraçando a produção do eletromagnetismo bem como a sua distribuição.

Como o nosso apetite pela vaca sagrada, a energia elétrica tem uma demanda enorme em nosso planeta. O carvão é minerado; petróleo e gasolina perfurado e bombeado; combustível mineral minerado da rocha profunda. Cada um é refinado e transportado; cada um produz sua própria poluição, sub produtos e resíduos tóxicos. Cada hidro elétrica requer barragens e rios e baias de maré. Antes que o primeiro eletron começasse a girar as espirais magnéticas ao redor das linhas de energia, nosso apetite pelo eletromagnetismo causa uma vasta devastação ecológica.

Hoje 600.000 milhas de linhas elétricas cortam os EUA, com milhares mais planejadas ou em construção. Esta inteira grade de energia é uma antena ELF gigante cujo campo magnético pulsante se espalha pelo continente. Como este eletromagnetismo feito pelo homem afeta outros organismos e ecosistemas maiores – ou a Terra como um todo – é insignificantemente sub estudado e pobremente entendido.

A colméia na Universidade de Cornell se relocalizou em uma nova construção e se tornou desorientada. Depois de extensa pesquisa e descartada as outras causas, alguém reparou que a colméia estava próxima ao transformador elétrico da construção. As abelhas ficavam confusas por 60 HZ de magnetismo forte o bastante para interferir com a construção e comunicação para reunir néctar e polen.

Recentemente ecologistas notaram declínios maiores nos pássaros que cantam que viajam anualmente entre os trópicos e as zonas temperadas. Ninguém pode explicar esta queda na migração, ou o aumento de baleias e golfinhos atolados na praia. Será que nosso globo cercado pela grade de energia eletromagnetica perturbou a navegação magnetica de pássaros e animais do oceano? Faltam dados para responder; a questão é nova demais para ter uma resposta honesta.

A natureza eletromagnética do clima é revelada nas frentes de tempestade com relâmpagos, trovões e ventos. Cada raio do relâmpago envia pulsos de alta frequência que ecoam pelo campo geomagnetico. Ions de poeira e sal no ar fornecem as sementes elétricas sobre as quais o vapor de água pode se condensar em nuvens, chuvas e frentes climáticas.

Ainda que o papel do eletromagnetismo no relâmpago, vento, clima e tempo seja ainda desconhecidos e grandemente não especulados.

Contudo, sabemos qe a fissão nuclear e a combustão dos combustíveis fósseis ionizam moléculas do ar para deixar elétrons livres. A chuva ácida é um gás eletricamente deficiente. Mas o papel do geomagnetismo na chuva ácida, no aquecimento global, nas correntes oceanicas, nas correntes de jato e buracos de ozônio permanecem inexplicados.

Em Whither the Trees (SOLSTICE #34) relatamos a morte misteriosa de árvores por todo o globo. O Dr. Wayne London, MD, de Vermont tem catalogado os efeitos adversos das linhas elétricas em árvores e vegetais. Estes efeitos são mais percebidos durante a mudança de cor do outono; as folhas perto das linhas elétricas mudam primeiro – uma indicação de stress. O rápido declínio de inteiras florestas climax é uma séria ameaça da instabilidade ecológica.

Mas a madeira não é não-magnética?

Porque as Árvores Crescem

É contada a história que Sir Issac Newton estava cochilando sob uma macieira quando uma maçã caiu em sua cabeça sobressaltando-o do repouso. Isto gerou sua Teoria da Gravidade. O próprio rude despertar de Newton o tornou o pai fundador de nosso moderno paradigma mecanicista.

Contudo, Newton nunca perguntou uma questão mais básica: “Como a maçã fica na árvore? Que força mobiliza água e minerais a subirem da terra e se reunirem em uma geometria ordenada como as árvores e seu frutos? Porque as árvores crescem?

Sem pensar, a maioria das pessoas insiste que a luz faz as árvores crescerem. Mas até mesmo na escuridão as árvores crescem, asim o fototropismo não afeta o botão que floresce.

Uma pista para responder esta estranha questão é a própria maçã de Issac. Ela não é realmente uma esfera, mas um donut sem buraco – a forma do campo magnético.

Assim o que faz as árvores crescerem é o magnetismo. Uma árvore é uma antena dipolo para focar e canalizar o geomagnetismo no solo e rocha. As plantas materializam este vortex giratório do magnetismo. Como fruta, uma maçã é uma condensação desta forma de onda energia. O buraco do donut se torna cinco ovários nos quais as sementes se formam. A floresta e o campo de grama são a membrana verde magnética para cobrir a terra nua, trazendo água para criar umidade, esfriamento e sombra – e açúcar, a moeda comum da energia biológica.

O moderno suprimento de energia eletromagnetica usa circuitos de três fios. O terceiro fio é o solo e todos os eletrodomésticos são agora “aterrados”. ‘Aterrar” significa uma referência comum ao ponto de potencial elétrico zero – um ponto de equilíbrio eletrônico. Em uma casa o fio de “aterro” é geralmente anexado a um cano de água. Como uma árvore, sua grade de energia doméstica é enraizada na terra.

A antiga medicina oriental entendia a anatomia eletromagnética do corpo humano. Na Lei dos Cinco Elementos, a energia biológica circula em um ciclo de cinco passos. O fogo é o mais alto estado de energia, mas o metal e a água partilham baixas honras no ciclo. Asim também um cano de metal ancora a nossa grade eletromagnética na terra.

Em acupuntura os rins controlam a nossa energia água. O primeiro ponto no meridiano do rim é Riacho Borbulhante na parte inferior do pé perto de sua bola. Andar descalço na terra é nosso meio natural de aterrar nosso próprio chi. A pele úmida em contacto com o solo vivo ajuda a evitar a construção da carga elétrica estática. Como podem as almas insuladas até mesmo sentirem o pulso do Dragão?

A água viva

A água e o magnetismo tem um relacionamento curioso e íntimo. Os antigos viam o magnetismo como “o invisível fluido cósmico’. Mesmer disse que o magnetismo animal é uma corrente líquida entre polos cósmicos. Até mesmo hoje a ciência descreve o eletromagnetismo muito frequenteente em analogia com a água. Um problema significativo para os biológos é a presença universal da água nas células e nos tecidos.

Descartada como mero oxigênio e hidrogênio, a agua está longe de banal. Ela é 75% de nossos corpos, o líquido mais crucial na Terra – o solvente universal. A água adere a si mesmo devido a fraca atração elétrica entre hidrogênio e oxigênio nas moléculas da água adjacentes. Este laços de hidrogênio mantem a água unida para criar uma tensão de superfície e permitir que ela forme uma esfera, a forma com a menor área de superfície.

Magnetismo afeta a água de modos estranhos. Normalmente o PH da água é neutro devido ao seu equilíbrio de ions ácidos (H+) e alcalinos (OH-). Mas o magnetismo do polo sul faz com que a água se torne ligeiramente alcalina, enquanto um polo norte torna um pouco mais ácido. Esta mudança sutil é crítica nos sistemas biológicos tais como as membranas celulares.

Décadas atrás Rudolph Steiner recomendou preparações especiais de solo. Um diminuta quantidade de substância é agitada a um grande volume de água para formar um rodamoinho com centro oco. A agitação é então revertida para colapsar seu vortex e criar um novo na direção oposta. Esta agitação reversa continua por uma hora e então a água é filtrada e usada em spray sobre plantas e solo. Ninguém sabia porque esta agitação era feita, mas fazendeiros biodinâmicos atestam sua eficácia.

A água nunca flui em caminhos retos; muito mais, em canos, riachos e veios, as espirais de água em trilhões de pequeninos vórtices. Em 1976 Pat Flanagan descobriu que a água podia ser magneticamente carregada, como recomendou Steiner, gera um campo eletromagnético. Um vortex de 4 polegadas girado a 1000 rpm cria 10.000 volts. Quando revertido, o vortex implode, e seu eletromagnetismo colapsante é absorvido pelas moléculas de água. Isto pode mudar a tensão da superfície da água ao alterar seus laços de hidrogênio, e dramaticamente afetar a troca de ions nas membranas celulares.

A água contém cristais líquidos que retêm uma estrutura molecular fixa – pequeninos icebergs de cristais de água. Na medida em que a água esfria, mais cristais se tormam até que a massa inteira seja gelo. Flanagan acredita que as células formam o protoplasma da água grandemente em seu estado de cristal líquido. Como cristal, a célula água tem uma estrutura em treliça atômica similar aos semicondutores, e oferece a idéia de que a célula funcione por princípios eletrônicos do físico estado sólido.

Biologia do Estado Sólido

Em 1941 o prêmio Nobel de medicina Albert Szent-Gyorgyi disse que as proteínas biológicas são suficientemente organizadas para funcionar como uma treliça de cristal, e previu a semicondução no tecido vido. Quando ele disse isto, a eletrônica de estado sólido era uma curiosidade de laboratório, assim ele foi ignorado por uns poucos biologistas que estudavam a bioeletricidade. Foi quatro décadas antes do conhecimento avançado da física do estado sólido ser introduzida na biologia.

Como uma árvore, uma célula é uma forma de onda também – uma antena dipolo – a condensação do vortex giratório magnético. Para existir, as celulas devem ressoar um alcance completo harmonico de frequências geomágneticas. Mitose e meiose — a dança da divisão celular — é o pulso e a polarização dos ciclos eletromagnéticos das células. A membrana celular é um envelope em onda longa de baixas frequências nesta sinfonia celular. Trançado pelo eixo do vortex, o DNA é uma antena super enrolada sintonizada a oscilações de alta frequência da sabedoria da onda curta.

Com isto em mente podemos divisar a arquitetura eletromagnética de nosso próprio corpo – já um sujeito de intensa educação macrobiótica. Como o DNA, cabelos e músculos são fibras em espiral, trançadas e super enroladas. O ferro vermelho na hemoglobina e o cobalto azul na vitamina B12 são o cálice em forma de onda magnética para transportar os elétrons no sangue e nervos. Como o quartzo no manto de granito de Gaia, o osso humano é um cristal piezoelétrico oscilando em precisas frequências ressonantes.

Em “Correntes Cruzadas” Becker descreve novos insights ELF na cura paranormal. Médicos da Universidade de Huzhong usavam a ressonância magnética nuclear (NMR) para estudar Chi Gong, a antiga cura magnética chinesa na qual o curador move em padrões específicos, clássicos e formais, enquanto trasmite chi a um paciente. Os mestres do Chi Gong masters “tratavam” um bulso de vidro selado de um químico fósforo bioativo e complexo (o-n-propyl-o-allythiophosphoramide). O espectro NMR registrado antes e depois de sucessivos tratamentos mostrava mudanças que indicavam uma alteração estrutural desta molécula orgânica. O professor de física da Universidade de Hong Kong, Dr. Jame Ma sugeriu que os movimentos do Chi Gong se combinam com as frequências e comprimentos de onda dos ions hidrogênio (H+ protons) em ressonância com o geomagnetismo.

A cura magnética tem uma realidade de estado sólido.

O especialista alemão em cancer e coração mundialmente famoso Hans Neiper, MD, diz, “Temos sabido por um longo tempo que as células do cancer, bem como tumores inteiros, perdem seu caráter magnético e se tornam eletricamente estaticos. Organismos inteiros – tecidos sadios e sangue – também passam por uma perda de magnetismo como um efeito da malignidade, ajudado pela mucilagem produzida pelo cancer. Se o magnetismo dos órgãos e sangue é perdido, as defesas para o cancer diminuem, já que as células do cancer podem ser vazias de qualquer comportamento magnético.’

O que faz as células perderem seu magnetismo? Esta pergunta não tem uma resposta simples e única. Uma é que a terra emite energia geopatológica que faz com que as pessoas fiquem doentes ao drenar sua força de vida. Na década de 1930 o físico alemão Paul Dobler descobriu que a água nos veios subterrâneos irradia eletromagnetismo em uma banda estreita que pode expor o filme colocado em envelopes opacos à luz sobre os veios. Outros físicos repetiram o trabalho de Dobler, mas ignoraram os resultados “já que a física não reconhece tal radiação”.

Nem o Dragão.

Anatomia Geomagnética

O biologista do EPA Carl Blackman descobriu o Dragão em 1983 — o geomagnetismo local altera os resultados dos experimentos biológicos. Em ‘Correntes Cruzadas” Becker escreveu, “O geomagnetismo normal é uma variável ambiental de grande consequência quando lidamos com funções básicas de vida.Esta provavelmente seja a descoberta mais importante do século”. A investigação do geomagnetismo data de 1600 quando William Gilbert publicou De Magnete. Um século depois Edmund Halley atravessou o Atlântico para mapear a declinação magnética. Em 25 anos de exploração espacial e geofísica aprendemos bastante sobre o geomagnetismo. Os esforços para mapear o campo culminaram no lançamento de 1980 do satélite MAGSAT, cujos dados avançaram apreciavelmente nosso conhecimento.

Os mapas do planeta desde 1983 revelam caracteristicas geomagnéticas desconhecidas e importantes. O geomagnetismo está longe de um simples dipolo estático de barra de imã com uma grade de fluxo regular e uniforme – muito mais complexo do que originalmente se suspeitava. Por exemplo, o hemisfério norte tem áreas de fluxo reverso onde o magnetismo do polo sul irrompe da terra; abaixo do Atlântico Sul está um intenso fluxo reverso para dentro. Um anel de fluxo nulo circunda a Terra perto do equador; um mapa de 1980 mostra sete outras curvas de fluxo nulo. O mapa também mostra áreas onde o fluxo é mais ou menos do que o esperado.

A geometria geomagnétca não é uma simples grade cartesiana ferida ao redor do torus. É mais como uma rede complexa cuja topologia tridimensional confunde os melhores modelos matemáticos. É também como vento – não meramente existe, mas é um fluxo constantemente mudando com direção e velocidade – e também o clima, o tempo e as estações. é uma tapeçaria intrincada de fios enovelados em uma forma de onda toroidal giratória.

A despeito de seu sucesso, não há futuras missões MAGSAT planejadas. A falta de fundos também ameaça fechar os observatórios magnéticos. Ironicamente, menos observações são feitas hoje do que a 25 anos atrás. A ciência ainda está no escuro sobre o magnetismo.

E o Dragão.

Geologia do Estado Sólido

A Terra é uma massa de metal girando em um dipolo donut magnético. A crosta externa e o manto conduzem pobremente a eletricidade, e não criam nem exibem o magnetismo. O ferro derretido no núcleo externo bate ao redor de um um núcleo sólido interno. O ferro líquido flui como a água e conduz a eletricidade melhor que o cobre. Este geodínamo gera o campo magnético da Terra.

A Terra é constantemente golpeada pelos ventos solares – jorrando plasma de ions se irradiando da corona solar. O vento solar confina o geomagnetismo dentro de uma forma de cometa chamada magnetosfera – um tênuo plasma de várias temperaturas e densidades. Isto dá forma a ionosfera da Terra.

Do lado do Sol os ventos solares comprimem a magnetosfera em aproximadamente 10 raddi da Terra e aumenta sua magnitude. Descendo, os ventos solares expandem a magnetosfera e assim isto forma uma onda dentro de uma estrutura como indicador de vento [biruta] chamada cauda magnética, que se expande acima de mil radii da Terra. A magnetosfera se parece com um dragão, com uma cabeça compacta olhando o sol e uma longa cauda jorrando na escuridão estelar.

Em cada polo geomagnético está um grande oval luminoso – uma caraterística permanente da anatomia planetária: a aurora. A mais de 20 anos atrás aprendemos que a aurora ocorre quando eletrons iradiados dos ventos solares interagem com o envelope magnético da Terra para bombardear gases na ionosfera. Os ions e os eletrons se defletem em direções opostas para gerar correntes elétricas; a voltagem através do oval da aurora é aroximadamente 100 kv.

Assim a aurora da Terra é um gerador gigante para converter os ventos solares em um milhão de megawatts de energia elétrica. Passageiros eventos solares como as chamas criam ondas de choque com a magnetosfera, o aumento da energia vai a 10 milhões de megawatts. O eletromagnetismo feito pelo homem é um fósforo de cozinha em um “incêndio de celeiro” perto da energia do eletromagnetismo de Gaia.

Cavalgar o Dragão

As tempestades aurorais interferem com as linhas elétricas, rádio, satélites e sistemas de defesa. Elas também afetam a estrutura eletromagnética de humanos, frequentemente perturbando funções neurológicas. Prever estes assaltos solares sobre a estabilidade geomagnética é importante na medida em que os humanos se expandem para as regiões polares e o espaço.

As tempestades geomagnéticas aumentam em frequência com manchas solares, que foram pela primeira vez observadas em 1610. Em 1843 um observador solar amador Heinrich Schwabe descobriu que as manchas solares variam em um ciclo regular. J. Rudolf Wolf, o primeiro diretor do Observatório de Zurich, estudou 150 anos de registros de manchas solares para encontrar um ciclo médio de 11.1 anos, com ampla variação em período e número (45 em 1804; 190 em 1957).

O magnetismo da mancha solar é 2-3000 gauss — milhares de vezes mais forte do que o da Terra. Em 1912, o astrônomo Edmund Hale disse que as manchas solares trocam de polaridade a cada mínimo, assim 11 anos é realmente metade de um ciclo. As manchas solares são apenas um aspecto visível de uma complexa oscilação magnética solar de 22 anos.

Recentemente a variação ciclica foi observada no output total da luz solar, conhecido – ironicamente – como constante solar. Instrumentos de satélite revelam a parte visivel do sol, e a luz ultra violeta, raios X e partículas carregadas caídas em 1980, achatadas em 1986, e começando a crescer em 1987. A atividade solar flutua acima de 0.2% em semanas; alterações a longo prazo são de aproximadamente 0.1%

O atual ciclo de mancha solar é o 22o. a ser registrado pela ciência, e é pensado estar agora perto do pico. Baseado no comportamento corrente, este ciclo pode ser o mais alto em número de manchas solares e atividade até hoje registrados. Isto pode aquecer e expandir a atmosfera superior da Terra, alterar a camada de ozônio e talvez influenciar o clima. A década de 1990 seria uma década record.

Mas o fogo solar é somente metade de nosso dilema.

Girando e Enovelando

Tempo e magnetismo tem uma relação íntima; um mistério do magnetismo é o segredo do tempo. O magnetismo se eleva do movimento giratório, e o tempo é um círculo marcando ciclos. O geomagnetismo não é apenas uma taspeçaria complexa; ele também apresenta comportamento complexo. A ciência geomagnética não deve apenas mapear esta topologia tidimensional, mas também ler sua história antiga. A tapeçaria geomagnética constantemente muda e está sempre em movimento. A rede giratória de Gaia vagueia e balança, pulsa e oscila, gira e ondula.

Por mais de um século os geofísicos tem observado um incessante enfraquecimento geomagnético. O dipolo foi muito mais forte a 2.000 anos atrás; ele declinou um por cento por década. Nesta taxa, ele desaparecerá em 1.500 anos. A maioria pensa que esta “decomposição’ seja inerentemente inquietação. Ainda que não possamos descartar que isto anuncie um recorrente evento geológico: a reversão dos polos geomagnéticos.

Em 1906 pelo médico francês Bernard Brunhes que primeiro propôs o campo magnetico revertido da Terra. A idéia não foi aceita até a década de 1960 quando J. S. B. Van Zijl estudou o antigo magnetismo congelado na lava sul africana em sua formação. Hoje os dados sobre reversões vão a 170 milhões de anos atrás. Houve nove reversões nos últimos 3.6 milhões de anos; a mais recente a 730.000 anos atrás.

A força do dipolo oscila. Em 8% do tempo é estável mas para 2% é instável e sua forma não é óbvia. Em raras ocasiões as oscilações são tão grandes que campo reverte. A evidência é crescente que a queda dramática do dipolo presente seja devida ao crescente fluxo reverso sob a África. Se esta nova caraterística se forma, o dipolo posteriormente declina e a reversão pode ocorrer.

Os cientistas uma vez pensaram que o geomagnetismo caia a zero quando revertia. Isto destruiria a ioosfera, permitindio que o ultra violeta os raios X e outras radiações queimassem a superfície da Terra. Mas o geomagnetismo nunca cai a zero; ele declina a talvez 50% quando uma reversão ocorre. Os efeitos que isto teria são grandemente desconhecidos.

O Magnetismo da Mãe

Ao descrever o declínio geomagnetico, Scientific American chama a isto de “deterioração.” Contudo, a sociedade pode deteriorar, as árvores mortas podem deteriorar, mas o geomagnetismo meramente se contrai – condensando, intensificando, expondo. As reversões de campo magnético passadas foram associadas a extinções de espécies.

Hoje nos confrontamos com os buracos de ozônio, desaparecimento de B12 e mortes de árvores e AIDS. Uma mãe de clã nativo americana quando falada sobre este declínio magnético, disse: ” A nossa tradição conta que se não respeitarmos as dádivas da Mãe ela as tomará uma a uma”.

Sir Issac Newton com sua maçã é um ícone europeu desta consciência. Issac nunca fez a pergunta: “Quem atirou esta maçã em minha cabeça?” Ainda que Newton acreditasse no senso comum de seu tempo: A Terra é uma criatura viva. Em seus dias os fazendeiros faziam cerimônias a Mãe no plantio e na colheita. Os mineradores rezavam antes de entrar no sub mundo. Tristemente, Newton estava entre os últimos cientistas a acreditarem em Gaia. O que Issac poderia dar por uns poucos megabites em meu Apple McIntosh?

A maçã é uma fruta — a culminação da reprodução da planta. Seus cinco ovários definem sua identidade feminina. Suas semente contém memórias no DNA enrolado das instruções originais. Sua doçura é uma dádiva da Mãe Vegetal. Por toda a nossa tecnologia e a nossa indústria, os humanos ainda dependem totalmente da clorofila verde das plantas para sintetizar os carboidratos. Não podemos fabricar açúcar; apenas refiná-lo.

No colorido deserto pintado do sudoeste da América, a tradição indígena Hopi conta que a Criação teve sua gênese quando a Mulher Aranha teceu a Teia da Vida ao redor da Terra. As imagens do magnetismo como mulher, útero e ninho – associação da indução com intuição, mãe água e vegetal – tudo expressa a natureza feminina desta força fazedora de forma.

Assim enquanto Gaia retira seu escudo geomagnético, um máximo solar máximo se desencadeará em nosso planeta com linguas de fogo plasma. As promessas climáticas de 1990 de ser uma segunda estação record das tempestades geomagnéticas. Estas não apenas interrompem as infraestruturas eletromagnéicas das indústrias, mas também interferem com a neurologia humana para causar irracionalidade nos indivíduos e desassossego social nas comunidades. O último alto pico de manchas solares foi no final da década de 1960 e início da de 1970, um tempo de revolução política e social.

A Cortina de Ferro

Na China eles dizem que um dragão nasce seja qual for a observação feita qe não se encaixe no modelo existente do universo. Enquanto a ciência, a indústria, a media, o governo tateiam vendados pela lenda deste dragão, uma maior mudança planetária está a caminho. O mais crucial é a mudança do paradigma no pensamento humano – um tipo de mudança de polo psiquico. Mas ainda há uma pesada resistência a este fluxo de mudança

Disse Becker em 1986, “A Instituição da ciência se opõe ao crescimento deste novo paradigma. Para tornar pior, eles controlam o dinheiro da pesquisa. Se você propõe uma nova idéia aos Institutos Nacionais de Saúde ou a Fundação Nacional de Ciência, seus pares revisam isto. É não usual apoiar um trabalho que diz que suas idéias estão erradas.”

Mas esta mudança afetará cada aspecto da humanidade e de Gaia. Nossas agressões coletivas político paranóides chamadas de Guerras Mundiais e Guerra Fria desovaram tecnologias ELF e de microondas que agora ameaçam nossas defesas biológicas e comunicações celulares. Chamar o eletromagnetismo em questão nos coloca face a face com o suprimento de energia da estrutura do poder.

Em “Correntes Cruzadas” Becker escreve, “Implicitamente atacamos a estrutura econômica do mundo civilizado: o uso da energia elétrica. Mais significativamente atacamos a base de misseis estratégicos de nações civilizadas que dependem de comando, controle, comunicações e inteligência. Cada aspecto opera com eletromagnetismo usando frequências que impingem sobre todos nós.”

O ícone da Guerra Fria foi a Cortina de Ferro — símbolo da pesada polaridade do metal na política global. Agora, na medida em que declina o dipolo norte-sul, ozônio, florestas e espécies desaparecem para deixar buracos na teia da Mulher Aranha. Diante do aquecimento global, o leste-oeste Cortina de Ferro está se derretendo em um degelo da Guerra Fria.

Nesta desmagnetização da política global, é a comunicação eletromagnética que está emprestado o véu. Devido ao telefone, rádio, TV, computadores, e fax, o mundo é agora uma aldeia global cujas paredes estão caindo. Todos assistimos o triunfo da democracia na Europa Oriental e os massacres na Praça Celestial. Na mitologia grega, Hermes com seu bastão da serpente alada era o comunicador dos deuses.

No Dia da Terra de 1990, como cavaleiros da távola redonda buscando o Santo Gral, a América se desligou da busca de Gaia. A última década do milênio pode nos ver cavalgar o dragão na medida em que as mudanças varrem os humanos e a Terra. O Dragão é transformação.

Anúncios
Published in: on junho 14, 2008 at 5:23 pm  Comments (2)  
Tags: , , ,

The URI to TrackBack this entry is: https://conspireassim.wordpress.com/2008/06/14/eletromagnetismo-e-vida/trackback/

RSS feed for comments on this post.

2 ComentáriosDeixe um comentário

  1. impressionante. só faltaram as fontes.

  2. Piece of writing writing is also a fun, if you be acquainted with after that you can write otherwise
    it is complex to write.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: