Consequências Mortais do Eco-imperialismo

AS Consequências Mortais do Eco-imperialismo

de Steven Milloy
Ciencia espúria de Fox New
Dezembro de 2003

A burocracia do aquecimento global da ONU está se encontrando [de férias?] em Milão, nesta semana, para ponderar como reviver o problemático tratado internacional do aquecimento global, conhecido como Protocolo de Quioto. Esta semana os noticiários trouxeram que a Rússia pode dizer “não” ao tratado todo e selar sua condenação.

“Um certo número de perguntas tem sido apresentadas sobre a ligação entre o dióxido de carbono e a mudança climática que não parece ser convincente e claramente estabelece sérias quebras no crescimento econômico que não parecem ser justificadas”, disse um auxiliar do Presidente russo Vladimir Putin.

As desvantagens científicas e econômicas são excelentes razões para rejeitar isto. Uma outra razão que não é mencionada muito frequentemente, contudo, está exposta de modo compelente por Paul Driessen em seu novo livro, “Eco-imperialismo: O Poder Verde e a Morte Negra.”

Driessen, um companheiro fellow da Fundação de Pesquisa Econômica Atlas e um antigo membro do Sierra Club e Crescimento Zero da População, revela como é ideológico o movimento ambiental – essencialmente composto por americanos e europeus ricos e de tendência esquerdista – quer impor suas opiniões a bilhões de latino americanos, asiáticos e africanos pobres.

O Eco-imperialismo viola os mais básicos direitos humanos destas pessoas, sustenta Driessen, e nega a elas oportunidades econômicas, a chance de vidas melhores e o direito de livrar seus países de doenças que já foram derrotadas a muito tempo atrás nos EUA e na Europa.

O ator de Hollywood e eco-imperialista Ed Begley, Jr., por exemplo, prega que “as duas formas mais abundantes de energia na Terra são a energia solar e eólica. Isto é muito mais barato para todo mundo na Africa ter a eletricidade da qual precisam, em suas cabanas”.

Drissen ressalta, todavia, que enquanto os painéis solares seriam um melhor melhoramento das condições atuais em muitas áreas do Terceiro Mundo, eles são muito similares a um band-aid para desenvolver a deficiência crítica elétrica mundial.

“Elas não podem possivelmente fornecer energia suficiente para qualquer coisa mais que as necessidades básicas, e a eletricidade fotovoltaica de grande escala é muito mais cara do que aquela produzida por carvão, gás natural, fábricas nucleares e usinas hidrelétricas. A energia eólica tem as mesmas deficiências. Para os paises empobrecidos onde uns poucos tem acesso a eletricidade, estas não são considerações vazias”, escreve Driessen.

O movimento ambiental “tem repetidamente usado a alegada ameaça de uma eco-catástrofe global – isto é, o aquecimento global -, para superar os desejos das pessoas que mais desesperadamente precisam de energia e progresso”, ele acrescenta.

Na província hindu de Gujarat, um projeto de represa foi parado por eco-ativistas que pressionaram as agências internacionais de empréstimo para retirar o apoio financeiro. A represa tinha que ser parada porque “ao mudar o caminho do rio, mataria pequenas criaturas ao longo de seus bancos e desarragairia um povo tribal na área”, disse uma eco-ativista orgulhosamente enfatizada.

“O povo local tribal, contudo, não pareceu apreciar a intervenção dela,” oferece Driessan. “Um residente zangadamente chamou o trabalho dos ativistas de crime contra a humanidade, porque o projeto teria fornecido eletricidade para 5.000 vilas; energia renovável de baixo custo para indústrias e usinas de tratamento de esgoto; irrigação para as plantações, a água potável para 35 milhões de pessoas.”

O livro de Driessen não está limitado ao aquecimento global e os problemas de energia do Terceiro Mundo. O capítulo “Mosquitos Sustentáveis – Pessoais Descartáveis”, descreve a tragédia em andamento da cruzada eco-ativista contra o DDT.

“Nosa família e comunidade está sofrendo e morrendo de malária, e europeus e ambientalistas demais só falam em proteger o ambiente”, diz uma mulher de negócios de 34 anos em Uganda, com malária. “Mas e quanto as pessoas? Os mosquitos estão por todos os lugares. Você pensa que está seguro e não está. Europeus e Americanos podem se proteger da malária e pesticidas. Mas nós não podemos”, ela acrescentou.

A mulher ugandense é apenas uma de mais de 300 milhões de vítimas anuais de malária no Terceiro Mundo. Entre 2 a 3 milhões morrem a cada ano. “Mais da metade das vítimas são crianças, que morrem a taxa de duas por minuto ou 3.000 por dia – o equivalente a 80 onibus escolares completamente lotados caindo de um penhasco a cada dia do ano”, explica Driessen.

A despeito da história de terror para a saúde em andamento, o Programa Ambiental da ONU, Banco Mundial, Greenpeace, Rede de Ação Pesticida, Fundo Mundial da Vida Selvagem, Médicos pela Responsabilidade Social e outros grupos eco-imperalistas se opõem ao uso do DDT – a única solução prática para a crise da malária. A atitude perturbadora dos eco-imperialistas em relação ao Terceiro Mundo talvez seja ainda mais assustadora como descrito por Robert S. Desowitz em um livro imperdível, “The Malaria Capers,” (W.W. Norton, 1991).

Desowitz relata que um funcionário da Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional chamado Edwin Cohn como tendo dito, “O Terceiro Mundo não necessitou de uma força de trabalho saudável porque há um excesso de tralhadores; é melhor que algumas pessoas fiquem doentes com a malária e dissemine as oportunidades de trabalho ao redor.”. Até mesmo mais bruscamente, Cohn relatadamente disse que as pessoas no Terceiro Mundo eram melhor mortas do que vivas e se reproduzindo tumultuadamente.”

Não deve haver dúvida, então, sobre o sub-título o eco-imperialismo: Poder Verde de fato significa Morte Negra.

Steven Milloy é o publicante de JunkScience.com, um erudito adjunto do Instituto Cato e autor de “Junk Science Judo: Self-defense Against Health Scares and Scams” (Cato Institute, 2001).

“O movimento ambiental que ajudei a fundar tem perdido sua objetividade, moralidade e humanidade. A dor e o sofrimento que isto está inflingindo a famílias nos países em desenvolvimento não devem mais ser tolerados por muito tempo. Este é o primeiro livro que tenho visto que conta a verdade e permanece na linha. é muito importante que ele seja lido por qualquer um que se importa com as pessoas e o progresso em nosso planeta.” – Patrick Moore, Greenpeace co-fundador

“Paul Driessen tem nos dado uma surpreendente força. Ele explora um dos problemas mais complexos de hoje: a demanda rica sensitiva ambientalmente exigindo que os pobres do Terceiro Mundo se auto alimentem, resolvendo seus problemas de saúde, e tomando seu lugar de direito entre os povos prósperos da Terra. O Eco-imperialismo fornece uma munição intelectual aterrorizante e é claramente escrita. É muito absorvente de se ler”. – Rabbi Daniel Lapin, Toward Tradition

“Os países em desenvolvimento precisam se libertar para tomar suas próprias decisões de como melhorar as vidas de seu povo. Os ativistas que nunca tiveram que se preocupar sobre inanição, malária e simples sobrevivência não tem direito de impor seus medos, preconceitos e ideologias aos pobres do mundo. Esta é a mensagem central deste livro. É uma mensagem que precisa ser amplamente disseminada”. – CS Prakash, Professor of plant genetics, Tuskegee University

“Tem chegado o tempo de manter estes radicais nos padrões civilizados de comportamento, acabar com a tolerância de suas políticas letais, e exigir que eles sejam responsabilizados pelos excessos deles, e a pobreza, doença e morte que eles tem inflingido aos pobres e indefesos. O eco-imperialismo é um começo excelente. Driessen faz um trabalho de mestre ao desnudar o manto de virtude dos radicais, dissecando suas falsas afirmações e exigindo deles os padrões morais e éticos que eles há muito tem exigido de todo mundo, exceto eles próprios. E ele faz isto com humor, ultraje e paixão. E sempre sem despedaçar quaisquer murros. Cada cidadão preocupado e fazedor de política deve ler este livro. Os ambientalistas o odiarão. As massas destituídas do mundo o amarão. E todo mundo será desafiado por ele a reeexaminar suas crenças e as afirmações da instiuição ambiental.” – Niger Innis, National Spokesman, Congress of Racial Equality (de sua introdução ao Eco-Imperialismo)

“Paul Driessen forçadamente faz o caso que o movimento ambientalista tem sido desnecessariamente anti-humano. O real desafio moral e técnico é salvar tanto o planea quanto as pessoas, e nos tem sido dados talentos intelectuais e societários para fazer isto. Esperançosamente, com o aumento da população mundial agora terminando, nós seremos livres para novamente sermos humanos” – Dennis Avery, Hudson Institute, autor de Saving the Planet With Pesticides and Plastic

“O mundo em desenvolvimento está se desenvolvendo! Como um sul-africano vivendo e trabalhando na África do Sul, vejo a cada dia a interação entre entre os negócios corporativos internacionais, modernos e avançados e o mundo do povo transicional rural se movendo para o desenvolvimento de uma existência em uma cabana de grama. Este processo é complexo e algumas pessoas do Primeiro Mundo estão propagando suas próprias agendas extremamente pessoais para ‘salvar o mundo’ frequentemente causando mais dano as economias em desenvolvimento do que uma sociedade que genuinamente se importa entende. Paul Driessen tem feito um trabalho soberbo de ver a imagem do nosso lado do oceano. Um país em desenvolvimento não precisa da opressão ideológica do Primeiro Mundo. Ele precisa se desenvolver na direção de suas próprias metas por meios de seu auto-respeito. Driessen deixa isto claro, com fatos e imagens temperadas de paixão e humor.” – Kelvin Kemm PhD, CEO: Stratek Business Strategy Consultants, Pretoria, South Africa.

“O Eco-Imperialismo: Poder Verde – Morte Negra é uma crítica sem barreiras ao que o autor chama de ‘ambientalismo ideologico”. Mas diferente dos outros livros, este livro desafia os eco-ativistas no que agora tem sido a fonte primária da força deles: a clara avaliação que eles representam tudo que é nobre, ético, socialmente responsável e sustentável, como até mesmo ordenado por Deus. Raramente poupando palavras Driessen demonstra que “longe de ser moral” as radicais políticas verdes, os princípios de táticas de pressão que perpetuam a pobreza, a miséria, a doença e a morte prematura de centenas de milhões de pessoas.” – Alan Caruba, National Anxiety Center, autor de Warning Signs

“Exatamente como os grupos ambientais tem bloqueado a apropriada diminuição das florestas e contribuído para os incêndios devastadores na Califórnia, os grupos também tem desempenhado um papel dominante em negar acesso aos instrumentos básicos de proteger e melhorar as vidas das pessoas mais pobres do mundo nos países em desenvolvimento. A cumplicidade e as consequências devastadoras das ações ambientais das ONGs são clara e precisamente documentadas no livro de Paul Driessen. Driessen está absolutamente correto em sua avaliação que as ações dos grupos ambientais não são submetidas a qualquer padrão de acurácia científica, comportamento ético, lei e governo. Os grupos ambientais tomam seu modelo de ação social/politico do modo do ativismo ambiental das décadas de 1960 e 1970, quando as afirmações mais selvagens de dano ambiental eram aceitas sem análise crítica. Esta abordagem do ativismo ambiental aborda grandes mudanças. Algumas são boas, mas outras estão devastadoramente erradas. A história do DDT é um exemplo de ativismo ambiental levado a consequências extremas e horríveis. O modelo do ativismo ambiental consiste em fabricações, uso seletivo ou claro mau uso da ciência, das ações legais, a intimidação dos cientistas e das corporações, a desobediência civil e uma convicção absoluta que todos os métodos encobertos e não éticos, política eram justificados para obter o bem maior. O mesmo modelo é usado hoje até mesmo na medida em que as consequências terríveis das ações ambientais se tornam crescentemente aparentes. Driessen está correto. Já é tempo que as organizações ambientais tenham que manter padrões já exigidos das corporações não lucrativas; que são conduta ética, respeito pela acurácia científica, responsabilidade e transparência.” – Donald R. Roberts, PhD, professor de saúde pública tropical.

“Driessen clara e talentosamente mostra como muitas afirmações falsas dos verdes se tornam política de governo no Primeiro Mundo. Em essência, a mensagem do eco-imperialismo é: é tempo que os negócios parem de estar tão atemorizados do extremismo verde que eles sentem como ser-mais-verde-que- você, e pedir desculpas por fazer negócios. Os negócios devem ser socialmente responsáveis e sob nenhuma circunstância deve ter uma atitude de quem não importa com o ambiente. Mas isto não pode ser a paranóia extrema entre o público, e Driessen claramente diz que os governos do Primeiro Mundo e diretorias de companhias não podem sacrificar vidas negras no interesse de promover uma correta imagem verde.” – Green & Gold Forum, Pretoria, South Africa

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Published in: on julho 5, 2008 at 2:35 pm  Deixe um comentário  
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