Inseminação Alienígena?

Gravidez em Virgens e Problenas de DNA Alienígeno

Ted Twietmeyer

Se você nunca teve um bebê e ainda é uma virgem, avisarei a você agora sobre alguns fatos revelados nestes relatório que podem ser inquietantes. Contudo, os dados fornecidos aqui também podem ser úteis se você está sofrendo de alguns tipos de problemas médicos não explicados.

Se você é uma mulher adulta, dexe por um minuto a imaginação livre. Imagine-se sendo uma mulher virgem e sua menstruação começa a não vir como deveria. Já que você nunca teve um intercurso sexual, você imagina que algo está muito errado. Você marca uma consulta com um ginecologista para um exame; durante o exame, o doutor desenvolve um olhar atônito. Então, ele, passa por cima do que vê e lhe dá a notícia impossível, até mesmo embora ele lhe possa dizer que você permanece virgem, mas está grávida.

Depois de você ter este choque repentino de ser mãe, você começa a imaginar como isto pode ter sido possível. Vagarosamente você entende as inúmeras preocupações que serão parte de sua vida, como o aumento do tamanho de seu estômago, as perguntas, olhares e reprovações de amigos, familiares e colegas que sabem que você está grávida embora sozinha, as consultas com o gineco-obstetra, menos exercício físico em um futuro próximo, preocupações sobre defeitos de nascimento e o que fazer se eles ocorrerem – toda esta precupação às custas de um bebê que, em primeiro lugar, você não devia estar esperando. E se você é uma modelo, você tem até mesmo uma maior preocupação com a qual lidar.

Nesta era de promiscuidade, ninguém acreditará que você ficou grávida sem um intercurso sexual. Ainda pior, seu bebê não terá pai. E se você agora tem um namorado, você não o verá muito mais quando ele descobrir. Ele nunca acreditará que você engravidou sem intercurso. Repentinamente, você estará em um vôo solo em sua vida e descobrirá como é cruel o mundo onde vivemos.

Como uma virgem, acreditar estar grávida parecerá impossível. Você teve na vida real uma imaculada conceição, algo supostamente impossível e só encontrada na Bíblia.

Tudo isto é uma ficção? Na realidade, esta coisa horrível tem acontecido a um incontável número de mulheres. E após uma mãe virgem levar seu bebê por alguns meses, passando por todas as dificuldades da gravidez, uma manhã ela acorda e vivencia um outro choque – não há mais bebê. Ela rapidamente volta ao seu médico, que agora está totalmente perplexo depois de confirmar o fato. Nada na escola de medicina o preparou para isto. Não há parto, não há aborto: apenas sumiu. Agora ele também está por conta própria como você esteve. Se ele disser a alguém em sua profissão o que ele viu, será o motivo de riso na cidade.

Tal é o sofrimento e a experiência de incontáveis mulheres mundialmente, e provavelmente vem ocorrendo a séculos, senão milênios. Imagine a agonia da mulher no passado – tal como nos tempos vitorianos ou Quaker. Seria uma passagem segura para ser posta fora de casa e da cidade, ou apedrejada, porque ninguém acreditaria nela.

Mas a ciência sabe que assuntos biológicos como a gravidez não terminam depois do parto ou do aborto. A mãe pode carregar células fetais dentro de seu corpo por um longo tempo após o parto. Em um artigo recente de Scientific American a pesquisa relativa a descoberta da retenção das células fetais foi apresentada. Primeiro, é importante notar que o texto não cobriu a migração de células fetais da inseminação de um bebê alienígena. Este artigo apenas assume a responsabilidade da pesquisa atual, que uso aqui, na minha teoria.

Para as mulheres que tem um fator Rh diferente daquele do feto [mãe Rh- e feto Rh+], elas devem receber uma injeção depois do parto ou do aborto. Isto evita sérias complicações para os fetos futuros, causadas pela mistura de dois diferentes tipos sanguíneos na circulação materna [sensibilização].

O que acontece durante a gravidez é algo conhecido como microquimerismo fetal ou maternal. Isto não se refere às células sanguíneas vermelhas, mas às células tissulares. A plascenta não é uma barreira para a transferência de células como já se pensou. O microquimerismo materno ocorre quando as células da mãe entram no feto e permanecem lá. Com o microquimerismo fetal, as células do feto se movem através da plascenta para a mãe. O sangue circula livremente na mãe e no feto através da plascenta. Hoje isto está recebendo considerável pesquisa, já que sugere que isto possa contribuir para doenças e problemas de saúde para a mãe.

A pesquisa que descobriu que isto ocorre já tem uns 60 anos. Outras pesquisas remontam de 1893, quando um pesquisador alemão encontrou sinais de tal transferência nos pulmões de mulheres que morreram de desordem hipertensiva da gravidez. Em 1979, L. Herzenberg da Universidade Stanford descobriu células masculinas no sangue das mulheres que estavam grávidas de meninos. Na década de 1990 foi descoberto que “pequenos números de células estranhas sobrevivem indefinidamente em indivíduo sadios”. Note que a palavra “estranha” aqui pode significar quase que qualquer tipo de células.

As células adquiridas pela mãe podem durar por décadas e podem se tornar parte dos órgãos da mãe. Atualmente é acreditado que em alguns casos isto possa resultar em um ataque auto-imune, mas que também possam causar a cura em outros casos. Embora isto não seja especificamente afirmado no artigo, isto pode ser uma das causas de MS e outras desordens auto-imunes.

O Microquimerismo pode também funcionar de outro modo, quando as células da mãe estão presentes no feto. Isto não é o mesmo que o fato do bebê se desenvolver no útero da mãe, já que estas células adquiridas pelo feto são diferentes.

J. Lee Nelson que escreveu o artigo afirma que seus colegas encontraram células maternas em adultos que tinham um sistema imunológico normal, inclusive uma pessoa de 46 anos: “embora a maioria das células que se transferem vivam por um tempo limitado e morram, as células tronco são uma exceção. As células tronco podem se dividir e criar um número de tipo de células especializadas, tais como aquelas que constituem o sistema imunológico ou o tecido de um órgão. Células de longo prazo foram encontradas serem células tronco ou descendentes relacionados das células tronco nos sujeitos teste.”

A pesquisa atual mostra que a mãe carrega estas células em todos os órgãos, exceto no cérebro que ainda não foi confirmado. (Acredito na presença destas no cérebro e em outros órgãos na cabeça, incluindo os olhos, o que poderá ser confirmado no futuro. O sangue circula livremente do feto aqui também). Além dos órgãos, as células fetais também tem sido encontradas na pele, medula óssea, cérvice, tireóide e até mesmo glândulas salivares das mães.

Você provavelmente já fez uma ligação entre o possível microquimerismo fetal e a inseminação da gravidez alienígena. Para muitas mulheres que tem sido inseminadas [nem todas de modo diferente daquela que os fazendeiros inseminam o gado] não pára com uma gravidez. Este pesadelo pode acontecer muitas vezes a mesma mulher.

Isto é tão horrível de acontecer a uma mulher sozinha que, até onde eu saiba, ninguém até mesmo fez um filme sobre como isto pode acontecer na vida real. Contudo, alguns anos atrás algumas das vítimas da inseminação alienígena apareceram em um raro documentário para a televisão. Algumas mulheres no documentário disseram que elas consideraram cometer suicídio, e o documentário afirmou que ao menos uma realmente cometeu o suicídio depois de vários episódios de gravidez. Muitas mulheres tem se mudado para milhares de milhas de distância em uma tentativa de parar com as abduções, mas isto não tem resolvido o problema. Muitas mulheres são inseminadas novamente depois que um bebê é retirado delas durante uma noite.

Claramente, há seres na Terra e visitando a Terra que absolutamente não tem qualquer respeito pela vida humana, como o fazemos. De fato, somos como gado para eles.

O conhecimento disto pode ser usado como uma vantagem. Por exemplo, se as células alienígenas podem ser coletadas, um teste de DNA pode ser realizado com elas. Tal teste pode realmente mostrar como se parece um bebê alienígena, dizendo-nos quanto ele se parece ou não conosco.

Um outro uso para este conhecimento do DNA alienígena é que isto pode ser útil no combate de doenças de origem desconhecida. Frequentemente os pesquisadores simplesmente precisam saber onde procurar para começar o isolamento de um patógeno ou outro problema. As amostras de doenças erradicadas são mantidas em laboratório para este propósito: fornecer aos pesquisadores quantidades suficientes de patógenos para pesquisa.

Do artigo do Scientific American temos aprendido que células estranhas presentes nas mães são facilmente coletadas para pesquisa. Nesta base, um teste de DNA pode também ser realizado que possa determinar se as células são humanas ou alienígenas.

O trabalho detalhado descrito pelo Dr. Nelson nos mostra que este é um assunto muito complexo ainda sob pesquisa em andamento. Esta pesquisa também está recebendo intenso exame dos pesquisadores médicos. Conheço um cientista de renome mundial e tenho perguntado a ele se algumas doenças oculares podiam estar relacionadas ao microquimerismo em fêmeas. Até esta data não recebi ainda uma resposta.

Em um ensaio escrito por Dalya Rosner (um estudante de PhD da Universidade Cambridge em 2004,) ela estabeleceu um caso de problemas de doenças auto-imunes associado a presença de células estranhas no corpo: “Um número de estudos tem encontrado uma correlação entre a presença destas células que trespassam e um grupo de condições conhecidas como doenças auto-imunes nas quais o sistema imunológico se volta contra os próprios tecidos do corpo. Geralmente um órgão específico ou tecido é alvejado levando a doenças tais como o diabetes, que é causado pela destruição das células produtoras de insulina no pâncreas, ou a artrite reumatóide, na qual o sistema imunológico ataca nossas juntas.”

Ela também descreve as implicações de células estranhas no corpo: “sob circunstâncias normais o sistema imunológico é programado para conviver pacificamente com as células do próprio corpo e destruir apenas os invasores estranhos, tais como germes ou células com o DNA errado. As células que contém um DNA diferente podem crescer por mutação [o mecanismo que produz o câncer], transplante de ógão, inclusive transplante de medula óssea, ou através do microquimerismo.

Tais células expressam um padrão ligeiramente alterado dos marcadores químicos em suas superfícies, ajudando o sistema imunológico a identifica-las como estranhas e levando a um montante ataque imunológico que as destrói.

Dalya Rosner continua: “Uma vez os cientistas acreditaram que duas pessoas com o mesmo DNA [gêmeos idênticos] possuiam o mesmo potencial genético, até mesmo se eles estivessem vivendo em ambientes diferentes. O microquimerismo, contudo, lança dúvida sobre esta visão tradicional.”

Em conclusão, existe evidência suficiente para a pesquisa biológica hoje que mostra o efeito negativo de células estranhas no corpo. As células estranhas nas mães que se tem originado de fetos podem logicamente ter origem terrestre ou alienígena.

Naturalmente nem todas as mães apresentarão efeitos negativos pela presença de células estranhas, mas claramente algumas o fazem. Os efeitos negativos podem demorar anos para aparecerem e não é claramente entendido por enquanto. Provavemente seja a saúde do sistema imunológico da mãe e sua genética que determine se ela terá ou não problemas auto-imunes mais cedo ou mais tarde, na vida.

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