FOGO VINDO DO CÉU

FOGO VINDO DO CÉU

parte 1
a Batalha da Colheita da Lua e a Verdadeira História dos ônibus Espaciais

por “One Who Knows”

Quando comecei a escrever este relato, os noticiários estão falando do estranho acidente do avião da USAIR na Pennsylvania. No dia seguinte, um avião caiu em Moscou. CNN falou sobre uma bola de fogo que foi relatada de Bakersfield, Califórnia, até Medford, Oregon. Eles disseram que isto ocorreu aproximadamente 6 ou 6:15 na manhã de sábado, 10 de setembro (1994) e foi tão brilhante que a luz cintilava pelas janelas acordando algumas pessoas. Eles mostraram uma casa em San Rafael com um buraco no telhado de um pedaço de algo que caiu do céu.

Um foguete Arian foi lançado da Guiana Francesa e foi perdido, um dia antes. Vários terremotos tem ocorrido na Califórnia, inclusive um que a CNN mostrou em um mapa, a sudoeste do Lago Tahoe. Aproximadamente 15 minutos mais tarde, a CNN começou a falar sobre o Ônibus Espacial disparando lasers para a Terra e mostrou uma visão da Terra, com o Lago Tahoe no canto superior direito da tela. Se você reunir as duas coisas, então você vê que o ônibus espacial Columbia estava disparando lasers para a Terra com “propósitos ambientais”, precisamente onde os terremotos estavam ocorrendo. O Presidente foi a Camp David, e então quando o Presidente voltou (?), um avião caiu na Casa Branca. Mais tarde ele deu uma fala em uma sala da Casa Branca e então apenas ele saiu, um incêndio irrompeu na sala. Rosh Hashanah acabou de passar (setembro 6-7, 1994), e Yom Kippur está vindo (setembro 15, 1994). O Presidente tinha ordenado a 8.300 homens da Marinha, 1.800 Marines e 4.000 do Exército juntamente com 15 a 20 navios de guerra que se preparassem para invadir o Haiti.

AS GUERRAS SECRETAS ENTRE OS PODERES QUE SÃO

Se você que está lendo isto, não se assusta até tremer as pernas das calças, você não está usando nenhuma. Preste atenção e esta informação pode salvar sua vida. O propósito deste artigo é informar-lhe brevemente sobre algumas das guerras secretas que estão acontecendo entre os “poderes que são’ que estão lutando pelo controle do mundo.

Em 1978, eu fui o chefe de um grupo de interesse especial de Mensa chamado Notícias do Clube do Dia Final e Relato de Inteligência. Escrevi uma newsletter para o Clube. Na divulgação de maio de 1978 eu disse:

“A guerra é um perigo sempre presente, muito mais perto do que a maioria das pessoas concebe. Agora a Rússia está testando satélites assassinos e armas de laser e de raios de partícula, enquanto os EUA estão realizando um maior programa de desenvolver armas contra raios – uma real batalha de Guerra nas Estrelas está tomando forma. A guerra no espaço agora é possível e provável na medida em que isto cresce. Um programa agora está a caminho para determinar a possibilidade de usar o ônibus espacial para propósitos de defesa.” O que eu não sabia naquele tempo era o fato de que a guerra espacial já havia começado. Este manuscrito fornecerá mais detalhes.

Na mesma newsletter, mencionei que Richard Helms da CIA havia sido despedido pelo Presidente Carter, e recomendei que o leitor contatasse o Fundo de Segurança e Inteligência (no endereço incluso) para mais informação. Listei os membros da equipe como James Angleton, Elbridge Durbrow, Brig Gen. Robert Richardson, o antigo Secretário da Marinha e do Tesouro Robert Anderson, o antigo chefe de Operações Navais Almirante G. W. Anderson, e outros nomes que se tornam importantes mais tarde nesta história.

MUDANDO AS ESTRATÉGIAS DE DEFESA

Na página 10, disse: “OS EUA estão mudando suas defesas para mísseis balísticos sub-lançados e mísseis cruises lançados do ar, na medida em que os ICBMs baseados em silos se tormam vulneráveis a um profilático primeiro ataque da União Soviética. Os B-52, F-14, F-15, e F-16 serão equipados com mísseis cruise durante os próximos cinco anos, na região do Pacífico. Esta postura indica a admissão de que nada permanecerá até que os EUA possam estar protegidos – somente as aeronaves e os submarinos tem uma chance de sobreviver a um primeiro ataque.

“Estudos independentes do congresso já tem sido completados que mostram que por 1980 os russos podem realizar um primeiro ataque contra uma força Minuteman com uma forte probabilidade de destruir a maioria dos IBCMs dos EUA e que por 1981, os EUA não terão mais um impedimento suficiente para evitar um primeiro ataque soviético.” Continuei com esta citação de Aviation Week & Space Technology, (p. 14, 3 de abril de 1978), sobre os números de mísseis que nós e a Rússia tínhamos. Mais tarde na página, mencionei o Secretário de Defesa Harold Brown propondo um agudo aumento em gastos de defesa civil, inclusive o custeio de um estudo para planejar uma evacuação mais rápida das cidades durante a ameaça de um ataque nuclear. O que estava acontecendo? Porque os EUA estavam mudando sua estratégia de defesa e subitamente enfatizando a importância da defesa civil?

Em minha publicação de julho da DCN&IR newsletter, citei o General George S. Brown, Presidente da Junta de Chefes de Staff, que disse: “O que os soviéticos estão fazendo é preocupante, porque nenhum de nós sabe porque”. Eu disse: “General Alexander Haig, Comandante Supremo dos Aliados na Europa, avisou Washington em março da mudança fundamental no Exército Aéreo do Pacto de Varsóvia para “um caráter ofensivo”. Continuei para dizer que a Rússia estava se preparando para se defender de uma ameaça de uma Alemanha rearmada. Mencionei que a maior parte da força nuclear dos EUA estava em solo alemão. Na página sete disse que “O Japão, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, tinha ordenado a suas forças armadas para preparar planos de defesa para se protegerem de um ataque estrangeiro.”

Na página 10, citei Alexander Solzhenitsyn como dizendo, “Não armas, não importa quão poderosas, podem ajudar o Ocidente até que ele supere sua perda de força de vontade. Para defender a si próprio, alguém deve estar pronto para morrer.”

A TECNOLOGIA DO RAIO DE PARTICULA RIDICULARIZADA

A manchete da capa de minha divulgação de outubro de 1978 foi ARMAS NUCLEARES – LOGO OBSOLETAS! A seguir é o que diz o artigo:

“General George Keegan – graduado de Harvard, voou 56 missões de combate na Segunda Guerra Mundial, recebeu a Cruz de Serviço Distinguido no Vietnã, é o vice presidente executivo do Instituto Estratégico dos EUA, Chefe da Inteligência da Força Aérea dos EUA. Aproximadamente dois anos atrás ele se aposentou da Força Aérea, porque viu alguns perigos críticos para os EUA que ele não tinha permissão de revelar ao público. Ele tentou advertir os poderes da Casa Branca, mas riram dele. Assim, aproximadamente a dezoito meses atrás, ele fez as primeiras referências públicas à secreta pesquisa russa sobre “armas de partículas carregadas”. A revista Aviation Week & Space Technology acompanhou a informação dele e determinou que ele estava essencialmente correto. Contudo, o Presidente Carter e o Secretário de Defesa Harold Brown, ambos muito mal instruídos pela CIA, ridicularizaram Keegan.

Os cientistas americanos do Laboratório Lawrence Livermore (a uma corrida de bicicleta de distância de mim) se encarregaram do Projeto See-Saw para determinar se os EUA podiam construir armas de raios de partículas. A decisão foi que atualmente era impossível de construir tal arma e já que estamos muito à frente tecnologicamente dos soviéticos, era ridículo pensar que eles tivessem construído uma. Keegan revelou seus achados sobre os desenvolvimentos sovéticos das armas de raios de partículas para a CIA, chefiada por William Colby em 1975. Colby reuniu o Painel de Inteligência Nuclear que determinou que, já que os EUA não podiam construir uma tal arma, era impossível que os soviéticos tivessem feito isto. Colby nunca passou a informação para a inteligência da força aérea ou para o presidente e o secretário de defesa.

Keegan se aposentou e começou a tornar pública a informação, através do Conselho Americano de Segurança (do qual sou membro da mesa de aconselhamento nacional) e outros grupos. Sua história foi recebida com um olhar de desprezo dos oficiais de alto nível, os mais acrimoniosos vindos dos engenheiros nucleares auto intitulados Presidente Jimmy Carter e Secretário de Defesa Harold Brown (anteriormente do Lawrence Livermore Lab).” “Mas a despeito das negativas oficiais, os soviéticos continuaram seu trabalho, realizando ao menos oito experimentos de raio de eletron no espaço a bordo das espaçonaves Cosmos, Soyuz e Salyut…” (AW & ST) e realizando testes em Semipalatinsk e Sarova. “Ao mesmo tempo, os físicos americanos mais jovens, desinibidos dos problemas de ego dos mais velhos, também estavam fazendo progresso nas técnicas chave necessárias para o desenvolvimento das armas de raio. Agora a maré havia mudado. Um esforço dos EUA em plena escala para dominar esta tecnologia exigiu determinar a possibilidade do desenvolvimento de armas de raio sendo organizados no mais alto nível do Pentágono. Até mesmo os céticos mais teimosos agora reconhecem que abandonar este campo incontestado para os soviéticos é um risco que os EUA não podem assumir. Por causa do extremo embaraço público que esta série de artigos trará para… o Presidente Jimmy Carter, e o Secretário de Defesa Harold Brown, que viram seus contemporâneos tentarem e falharem no Projeto See-Saw, há ainda uma tentativa de velar o programa em segredo oficial ” (Aviation Week & Space Technology, Oct. 2, 1978).

O artigo afirma, “Especialistas em Capitol Hill, que tem sugerido toda a evidência incluindo os dados secretos não disponíveis para nós, tem concluido que a avaliação da análise do Gen. Keegan estava certa no núcleo da matéria.”

Os soviéticos já tem com sucesso testado armas de raios de partículas [como tem a França!]. “Os especialistas em raios de partícula dos EUA que tem acesso a informação da inteligência americana e contactos pessoais com físicos russos envolvidos em programas de física magnética e de plasma acreditam que os soviéticos já terão em solo uma arma de raios proton entre 1980-1983.”

O PROJETO SIPAPU

O Pentágono iniciou um programa chamado “Chair Heritage” para aterrar nossso próprio sistema por volta de 1982. Isto foi anteriormente principalmente um programa da marinha na instalação de pós graduação naval de Monterey, CA, mas agora está sendo combinado com o projeto SIPAPU do Exército (raios espaciais, como opostos a raios realizados em vasos da marinha] e outros – parece que agora todo mundo que é alguém está se envolvendo (Lawrence Livermore Lab, Sandia Corp., Agência de Defesa Nuclear, CIA, Hughes Aircraft, Lockheed, Universidade do Texas, Austin Research Associates, etc.).

Se você recordar, a Rússia nos bateu no espaço com o Sputnik, então fomos para um programa drástico para ficarmos a frente deles. Vannevar Bush uma vez disse que era impossível construir um míssel balístico capaz de ir 3.000 milhas, mas dentro de dez anos a Rússia já os tinha e estávamos apenas começando um programa drástico para alcançar.

Agora mais uma vez estamos em uma corrida para superioridade estratégica, mas desta vez a Rússia pode ter em campo seu sistema em dois anos enquanto parece que necessitamos de ao menos cinco anos – mas então as coisas podem mudar rapidamente.

Um problema que temos agora é o da liderança principal – o Presidente e o Secretário de Defesa – podem retardar o progresso porque eles não gostam de admitir seus enganos. No passado, havia vários serviços de inteligência, todos em competição uns com os outros, tentando ser o mais acurado e quando um serviço fracassava, o outro apontava isto. Agora, Carter tem unificado os serviços de inteligência sob Stansfield Turner e todos os relatos de inteligência devem passar por Turner antes de chegarem ao Secretário de Defesa ou ao Presidente de homens como o Gen. Keegan, Gen. Singlaub, etc. Isto também cria a chance de que o presidente possa ser consideravelmente mal informado ou mal conduzido. Isto, na longa corrida, pode até mesmo ser um perigo maior para os EUA do que a arma de raio de partícula!

AS CAPACIDADES DOS RAIOS DE PARTÍCULA

Então o que é uma arma de raio de partícula? É similar a um laser, mas não é um laser. Lasers atiram um raio de radiação eletromagnética [luz], enquanto as armas de raio de partícula atiram um raio de partículas sub atômicas (eletrons, protons, ions, etc.). O que significa é que as armas nucleares podem logo se tornar obsoletas.

Qualquer um que ponha satélites com armas de raios de partícula em órbita primeiro (propriedade controlada por complexos sensores ou computadores) pode controlar o mundo. Qualquer míssel guiado ou aeronave pode então ser varrida da existência em uma fração de segundo depois do lançamento.

Sob estas condições, ainda teremos as bombas nucleares, mas seria impossível envia-las contra um inimigo que está protegido por raios de partículas.

Um editorial em AW & ST disse, “As armas de raio oferecem a promessa de reduzir as armas estratégicas nucleares a um fator insignificante no futuro. Se bem sucedidamente empregadas, as armas de raio podem terminar o longo reinado do terror nuclear introduzido pelos mísseis balísticos e sua ogiva termonuclear. Se os soviéticos alcançam esta capacidade primeiro, isto dará a eles uma alavancagem enorme e crucial para impor sua política ao resto do mundo. Se os EUA alcançarem isto primeiro, não mais serão necessários os frágeis acordos SALT, e em um calor morto, os cidadãos deste planeta podem olhar para frente para uma mudança nas tensões internacionais da estratégica área nuclear para armas mais convencionais e menos devastadoras.”

Se você quer saber com o que se parece as armas de raios de partículas, assista “Star Wars” ou Battlestar Galactica.”

Este é o fim da minha citação da newsletter de 1978. E agora, como Paul Harvey diria, para o resto da história!

Russia lançou o veículo espacial octágono Intercosmos 17 em 26 de setembo de 1977. A “Enciclopédia Britanica” diz que o seu propósito foi “a pesquisa científica internacional em partículas carregadas e micrometeoritos”. O que, um satélite de partículas carregadas? Já no espaço? Foi isto mesmo que lemos acima? “Se os soviéticos alcançam esta capacidade primeiro, isto dará a eles uma alavancagem enorme e crucial para impor sua política ao resto do mundo.”

A GUERRA NO ESPAÇO

A Batalha pela Colheita da Lua começou em 17 de setembro de 1977. Rússia começou destruindo nossos satélites espiões usando “satélites assassinos”. Em 27 de setembro, a Rússia destruiu nossa base lunar secreta. Em 29 de setembro de 1977, Rússia lançou a estação espacial tripulada Salyut 6 em órbita.

Primeiro, vamos explorar um pequeno background. O livro “War In Space” de James Canan, 1982, Harper & Row, p. 153 diz: “Armas de alta energia, seus perigos e promessas, começaram a penetrar a consciência do congresso no final da década de 1970, e foi o Major General George J. Keegan USAF – ‘louco George’ para seus críticos, ‘brilhante George’ para seus admiradores – que começou tudo isto. Keegan indubitavelmente teve um dos mais altos QIs de sempre dentro da instituição militar, que é, estereótipos ao contrário, dizer muito.

Keegan esteve na inteligência aérea por muitos anos, e a cargo dela, começando em 1972, por cinco… em meados da década de 1970, o império da inteligência da força aérea de Keegan, como seus críticos a apelidaram, tinha uma população de aproximadamenteb 50.000 e gastava quase que três bilhões por ano. Keegan tinha acesso a fontes HUMINT dentro da Rússia e em todos os lugares, a todos os álbuns de photorecce satelites e todas as fitas dos satélites ELINT.”

P. 155: “Em 1972, um jovem cientista civil trabalhando na inteligência da Força Aérea dos EUA foi até Keegan com a evidência de um esforço soviético para desenvolver uma das maiores armas estratégicas de todos os tempos – uma arma de raio de alta energia que seria usada para destruir os mísseis balísticos em vôo para a máxima defesa da União Soviética.”

Tendo passado três anos estudando física nuclear a nível de graduação, Keegan chamou para si com aquele jovem cientista no exame da evidência antevista de trabalhos científicos soviéticos desclassificados. Ele concluiu que o jovem cientista tinha descoberto algo, e ele pôs sua turma para trabalhar. Com Keegan no controle direto, uma equipe de inteligência da força aérea filtrou e combinou relatos de dentro da Rússia e de fotografias de satélites e de interceptações de comunicação a respeito de um estendido complexo de construções, canos e pilares no Semipalatinsk no sul central da Ásia Soviética.
O que os soviéticos haviam construído lá – começando com seu posicionamento subterrâneo de duas enormes esferas no início da década de 1970 – era uma instalação para testes de raios de partículas carregadas… um segmento de tamanho considerável da comunidade científica dos EUA pulou em Keegan, acusando-o de tráfico de paranóia.”

P. 157: “Em 1974, dois anos depois que o General Keegan começou a falar nos círculos top secretos sobre o trabalho russo no Semipalatinsk, os raios de partículas voltaram a moda no Pentágono. Um documento do Departamento de Defesa descreveu o que aconteceu: a Marinha iniciou seu programa “Chair Heritage’ envolvendo o desenvolvimento do raio de elétron para “aplicação para defesa de navios contra todas as formas de ataque de aeronaves e mísseis… O Exército também começou um programa separado para demonstrar a produção de raios de ions de alta corrente.”

O primeiro programa do Exército, chamado ‘SIPAPU’ (uma palavra nativo americana para fogo sagrado) é controlado pelo Comando de Defesa de Mísseis Balísticos no Arsenal de Redstone, Alabama, e centralizado no Laboratório Científico Los Alamos. Chair Heritage, transferido para o controle do DARPA em 1980, está sendo realizado pelo Laboratório de Radiação Lawrence em Livermore…” Confio que alguns dos meus leitores tomem nota da palavra “Sipapu.”

PROJETOS SECRETOS

Até meados de 1979, trabalhei para Corporação de Controle de Dados em Sunnyvale, Califórnia, na divisão “skunk works” [fabricas nos EUA que trabalham com a tecnologia de ponta em aeronaves]. Um dos projetos no qual trabalhei foi Chair Heritage.

Para confirmação para pesquisadores, fornecerei a seguinte informação: meu chefe era Phil Myers. Os gerentes do programa eram JM Moore (projetos TIGS, IOS), Jack Crawford, JL Smith, CR Shuler, LH Woodward, WA Osborne, e outros.

Alguns dos projetos tinhm nomes código STC, RFREDA, BRONCO, MARE ISLAND, A4, LATFAC, DALFAC, RKYDSO, etc. Penso de que nada serviria a você saber o que estas siglas significam – TIGS é Gráficos Integrados Terminais, IOS era Sistemas Operacionais Integrados , DALFAC era Instalação de Dallas, etc.

Apenas é suficiente dizer que tinhamos os mais poderosos computadores do mundo (Star 100 que foi um computador Cray, etc.) e estávamos envolvidos nos projetos mais secretos dos EUA. Nossos clientes incluiam a instalação atmosférica de Monterey, CA, (os satélites atmosféricos fazem mais do que observar a atmosfera), Cheyenne Mountain em Colorado, DARPA , NASA, e, oh sim, o IRS. Um dos meus amigos passou todo seu tempo livre estudando a anti-gravidade, assim não será difícil demais supor a que dizia respeito o trabalho dele.

General Keegan e o Scretário de Defesa de Carter, Harold Brown não olhavam olho no olho – poderia o fato de que o pai de Brown fosse um judeu russo (esqueci seu nome real) e isto tivesse algo a ver? Como um oficial militar, Keegan era proibido de dizer qualquer coisa em público, então em janeiro de 1977 Keegan pediu exoneração e criou o Conselho Americano de Segurança civil e começou a viajar pelo país, dando palestras para tentar despertar todo mundo. Ele fracassou.

Keegan morreu em março de 1993. O” obituário dele no *New York Times* disse, “Ele avaliou que a União Soviética estava construindo um sistema de defesa civil que aseguraria uma razoável taxa de sobrevivência no caso de uma troca nuclear. Ele também acreditava que os russos estavam perto de empregar futiristicas armas de raios de particula carregadas”. O livro *Deep Black: Space Espionage and National Security* de William E. Burrows, Random House, uma história dos satélites espiões, tem mais informação sobre Keegan.

MISSÕES SKYLAB

Você realmente tem imaginado porque os EUA nunca mais voltaram a Lua novamente? Você se lembra de *Skylab?* A história oficial é que *Skylab* foi lançada em 14 de maio de 1973. Era para ser a primeira estação espacial tripulada da América. Em 25 de maio de 1973, um foguete Saturn levou a primeira tripulação (Conrad, Kerwin & Weitz) para *Skylab,* uma missão que duraria aproximadamente um mês.

A segunda tripulação (Alan Bean, Owen Garriott, e Jack Lousma) foi lançada em 28 de julho de 1973 e a missão durou aproximadamente dois meses. Ambas as missões foram pragueadas por falhas, vazamentos e outros problemas.

A terceira missão tripulada de *Skylab* começou em 14 de novembro com Gerald Carr, William Pogue e Edward Gibson. Foi dito que a missão retardou seis dias por causa das rachaduras nas “nadadeiras de cauda” do foguete Saturn.

Russia tinha lançado uma estação espacial em 3 de abril mas em 14 de abril ela explodiu, o que foi descrito como “uma má função catastrófica”

“MÁ SORTE” NA NASA

Depois dos surpreendentes sucessos das missões Apollo, por alguma razão a NASA começou a ter todos os tipos de má sorte. “Nos EUA o sucesso do primeiro vôo do ônibus espacial orbital foi nublado por duas falhas catastróficas dos previamente confiáveis foguetes veículo de lançamento.”

Depois do teste preliminar de taxeamento na pista e os vôos combinados com o avião a jato transportador Boeing 747, o ônibus espacial Enterprise foi declarado pronto para libertação de seu avião mãe. Em 12 de agosto, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, os astronautas Fred W. Haise, Jr., e C. Gordon Fullerton guiaram o Enterprise para um pouso super liso no solo do Lago Seco Rogers, 5 minutos e 23 segundos depois de se soltar do 747.

Um segundo vôo, com os astronautas Joe H. Engle e Richard H. Truly, em 13 de setembro foi igualmente bem sucedido. Haise e Fullerton colocaram o Enterprise em um outro pouso dez dias mais tarde. Um mau presságio apareceu no Centro Espacial Kennedy na Flórida em meados de maio, quando um pequeno acessório do foguete auxiliar sólido propelente caiu de sua braçadeira no primeiro estágio de um veículo delta e o danificou. O impulsionador estava sendo preparado para lançar o Satélite de Teste Orbital para a ESA.

O satélite foi destruído em 13 de setembro quando seu veículo de lançamento Delta explodiu um minuto depois da decolagem, aparentemente por causa que um dos acessórios sólido propelentes do foguete detonou. Somente 16 dias depois, um impulsionador Centaur com um satélite de comunicações Intellsat 4A a bordo, também foi em chamas somente um minuto depois do lançamento ” (*Encyclopedia Brittanica Book of the Year,* 1978, p. 638.

Amigos, é tempo de saberem da história real. Em outubro de 1977, um novo interceptador operacional russo Cosmos abateu *Skylab* juntamente com sua tripulação de cinco astronautas americanos secretamente a bordo; eles morreram em uma gigantesca bola de fogo sobre os EUA. A NASA imediatamente iniciou um prolangado acobertamento do que tinha acontecido. Como eu sei? É suficiente dizer que tenho uma fonte de informação muito alta.

NASA queria que todo mundo esquecesse sobre esta misteriosa bola de fogo e assim fingiu que *Skylab* ainda estava em órbita, mas afundando inesperadamente. A NASA usou histórias sobre o ônibus espacial como parte de seu acobertamento de *Skylab*. Eles fingiram que talvez o ônibus chegase a tempo para salvar *Skylab.* Isto era um a dupla mentira para a NASA. Primeiro, porque *Skylab* não podia ser salva já que havia sido destruida. Segundo, porque naquele tempo os EUA não estavam em posição de lançar o ônibus ou qualquer coisa mais de natureza militar no espaço. A Rússia estava empregando sua secreta Tríade Espacial de avançadas armas espaciais tripuladas.

Os Interceptadores russos Cosmos tinham varrido os ceus dos satélites espiões dos EUA e os russos planando plataformas de armas eletro-gravídicas, as Cosmosferas, estavam fazendo manchetes ao criar enormes booms ao longo das costas da América, e ainda fazem isto. Todas estas coisas ocorreram exatamente quando o Programa do Ônibus Espacial estava saindo do solo.

OS BOLCHEVISTAS AMERICANOS – MESTRES DO ENGANO

O resultado foi uma completa reorganização do Programa do Ônibus. Os antigos planos de banha-lo em publicidade foram cortados. Os bolchevistas no nosso governo, que haviam substiuído o cartel de Rockefeller em muitas áreas de poder, lançaram uma rede de segredo em todos os novos planos militares. Nunca nada nos foi dito sobre as capacidades do ônibus de treinamento *Enterprise,* e nunca nos foram ditas muitas coisas que estavam acontecendo em White Sands no programa militar do transportador. Ao manter estas coisas secretas, os bolchevistas se colocaram em uma posição poderosa para nos enganar e a mentira tem continuado incessante.

Nunca nada nos foi dito sobre o 747 modificado pela NASA que carregou uma réplica completa das partes de tripulação e baia de carga de um ônibus. E ainda é assim. Nos estávamos inconscientes de que o avião, originalmente pretendido para treinamento, tinha se tornado um instrumento bolvhevista para a mentira contra nós. Quando assistimos os videotapes dos astronautas na cabine simulada do transportador, naturalmente pensamos que era a coisa real. Ao procurar um caderno de anotações flutuando no meio do ar por uns poucos segundos perto dos astronautas, éramos levados a pensar que estavam sem peso porque estavam em órbita.

Não nos foi dado qualquer pista que aqueles momentos sem peso tinha acontecido meses antes em um protótipo. Posteriormente, o que você faria se fosse um astronauta e estivesse diante do fato de que a Rússia já tinha virado a esquina e podia destruir sua nação com uma explosão? Você não pensaria que um bom patriota iria adiante com o jogo? Contudo, isto nos traz a um sério problema – talvez as imagens que enganaram muitos no mundo e na América – não tivesssem enganado os novos governantes da Rússia. Eles tinham aprendido da queda anterior do que realmente se tratava o vôo do *Columbia* e, quando o *Columbia* foi lançado em 12 de abril, os russos já estavam prontos a espera!

O LANÇAMENTO DO COLUMBIA EM UMA ÓRBITA ESTRANHA

O plano real da missão era para uma missão curta. Os astronautas supostamente entrariam em órbita e empregariam o satélite militar da baia de carga do *Columbia* muito rapidamente; então eles retornariam a Terra – não a bordo do transportador mas em uma cápsula especial de reeentrada. Dois dias mais tarde, eles supostamente aterrissariam a disfarçada *Enterprise* em Edwards como o ato final do drama falsificado preparado para nosso benefício.

Pela primeira vez em três anos o Pentágono estava esperando obter um satélite espião em órbita que não pudesse ser imediatamente abatido pela Rússia. Esta tentativa era destinada a continuar pelos nossos nerds de desastre em desastre.

Você deve saber o que aconteceu na frente final para ter uma idéia do que continua. Se você pensar de volta nos lançamentos espaciais americanos do passado, alguns podem ter percebido alguma coisa muito não usual no lançamento do *Columbia.* No passado, os lançamentos espaciais tripulados de Cape Canaveral eram sempre feitos na direção do sudeste, na direção do equador, mas não foi assim como *Columbia.* Ele foi lançado a nordeste, para longe do equador. A razão para isto era a missão secreta de reconhecimento espacial do *Columbia.*

Em sua divulgação pública de notícias, a NASA disse a todo mundo que *Columbia* estava sendo lançado em uma órbita de 44 graus – isto é, ele nunca iria mais longe ao norte ou ao sul que 44 graus acima e abaixo do equador. Mas a órbita real escolhida para o *Columbia* era uma órbita de 69 graus. Esta órbita de 69 graus foi escolhida porque isto levaria o *Columbia, e o satélite espião dentro dele, todo o caminho para o norte para o Círculo Ártico e além. Este tipo de órbita é necessario se um satélite espião é para ir em seu vôo de reconhecimento sobre a Rússia.

O lançamento a nordeste do *Columbia* foi feito para possibilitar que o satélite espião começasse a reunir dados sobre a Rússia apenas minutos depois que o *Columbia* alcançasse a órbita. O tempo era a essência de qualquer tentativa de espionar a Rússia. Cada satélite americano lançado para a Rússia durante os anteriores três anos tinham sido cegados ou abatidos antes de reunir muitos dados.

O plano secreto de vôo para o *Columbia* foi completamente diferente daquele que a NASA afirmou para o público. O plano exigia que o *Columbia* fosse lançado em um curso inicial nordeste na direção geral de Bermuda, e então aproximadamente 2 minutos e meio depois do lançamento, começasse uma não ortodoxa mudança de curso – uma ampla volta para o norte. Este lançamento em curva sem precedentes foi tentado como uma manobra evasiva de qualquer cosmofera russa que pudesse estar esperando acima. Ainda acelerando em seu curso curvo, o *Columbia* era suposto passar a 100 milhas a leste de Cape Hatteras, North Carolina. Aproximadamente a 200 milhas leste de Washington, D.C., os principais motores do transportador foram cortados. Depois de costear em silêncio por uns poucos segundos, o tanque de combustível estava programado para se cortar solto na medida em que o *Columbia passava a 100 milhas a leste de New Jersey.

Pelos próximos dois minutos o transportador e seu tanque de combustível estavam a ser costeiros a passada ponta leste de Long Island, sobre Boston, e na direção do Maine. Durante este tempo o transportador era suposto manobrar para longe de seu tanque de combustível usando pequenos jatos de manobra.

Finalmente, exatamente enquanto *Columbia* passava sobre New Brunswick, Canadá, o plano de vôo pedia que os motores de manobra orbital fossem disparados. Em algum lugar sobre o Mar do Labrador, voando de cabeça para baixo, *Columbia* estava programado para alcançar a órbita da Terra. Tão logo assim o fizesse, o plano de vôo pedia que os astronautas Young e Crippen começassem a trabalhar rápido.

A MISSÃO DE ESPIONAGEM DO COLUMBIA

Em menos de dez minutos esperavam qe eles abrissem as portas da baia de carga e ligassem os sensores do satélite espião repousando lá dentro. Na medida em que eles fizessem estas coisas, o *Columbia* estava para correr sobre a ponta sul da Groenlândia, acima do meio do Estreito da Dinamarca entre a Groenlândia e a Islândia, sobre o Círculo Ártico e então se dirigindo de volta ao sul na direção do norte da Noruega, Finlândia e Rússia. Segundo o plano de vôo, o *Columbia* estava programado para atravessar a fronteira russa exatamente ao sul da estratégica Península Kola. Isto seria aproximadamente a uns 23 minutos depois da decolagem. Neste instante o reconhecimento inicial sobre a Rússia estava a caminho. O satélite espião dentro da baia de carga, até mesmo embora ainda não empregado, teria tido uma visão perfeita para baixo pelas portas abertas do transportador de cabeça para baixo.

O *Columbia* era intencionado voar um um curso através da Rússia que começava exatamente a oeste do estratégico Mar Branco no extremo noroeste da Rússia. De lá, o curso planejado do *Columbia* era se dirigir a sudeste sobre algumas 2.500 milhas de estratégico território russo. Durante apenas o primeiro minuto, era esperado que o satélite visse partes da altamente sensível Península Kola, o Mar Branco, incluindo os armazenamentos super secretos dos submarinos perto de Kazan, uma das bases do sistema de vôo ABM da Rússia. Este sistema usa raios de partículas carregadas transportados por transportes supersônicos TU-144.

Na direção do fim da primeira passagem sobre a Rússia era esperado que o satélite espião reunisse dados sobre dois ou mais dos quatro cosmódromos da Rússia – aqueles de Baiokonur e Tyuratam. No intervalo, inúmeros outros alvos de guerra também eram para ser examinados. Era esperado que o satélite espião na baia de carga do *Columbia* visse tudo isto durante sua primeira passagem sobre o território russo. Isto só levaria uns oito minutos e meio. Então o *Columbia* teria atravesado a fronteira com o Afeganistão e se dirigiria a Índia. Aproximadamente 10 minutos depois, o satélite espião estaria irradiando seus dados de volta para os receptores americanos em Diego Garcia no Oceano Índico.

Agora, isto era o plano. Os planejadores militares estavam confiantes que o satélite espião deles obteria ao menos a primeira visão da Rússia. Eles estavam certos de que a curva de lançamento do *Columbia* e o curto tempo envolvido evitariam que a Rússia frustrasse a missão. *Columbia* decolou de Cape Canaveral as 7:00 A.M. naquela manhã de domingo. Pelas 7:23 *Columbia* era esperado já estar sobre a Rússia. Pelas 7:31 *Columbia* era esperado deixar os céus da Rússia e as 7:45 daquela mesma manhã de domingo os planejadores militares esperavam ter seus primeiros dados de reconhecimento da Rússia.

OS RUSSOS FRUSTRAM O PLANO

O plano parecia plausível mas os planejadores estavam caindo vítimas da própria brecha de inteligência que eles próprios criaram anos antes na América. Os agentes russos de inteligência eram capazes de aprender as linhas gerais do plano da missão de *Columbia* aproximadamente seis meses antes do lançamento. Isto hoje é pior, porque há mais agentes da KGB na CIA do que americanos leais.

Um mês completo antes do giro público do *Columbia* em Cape em novembro de 1980, o Comando Espacial Russo estava estudando o problema. Não havia questão sobre uma coisa: A missão do *Columbia* não podia ser bem sucedida. Dar até mesmo uma fração de dados atualizados de reconhecimento, os bolchevistas na América estavam determinados a criar uma guerra nuclear. Até mesmo assim, havia uma questão sobre o melhor modo de estragar a missão. Várias possibilidades foram consideradas, incluindo sabotagem ou simplesmente explodir o *Columbia* no céu. Todos foram rejeitados porque apresentavam uma fraqueza. Cada alternativa parava uma missão do transportador, mas não pararia o programa de transportadores como um todo, e a meta da Rússia era fechar completamente o Programa do Ônibus Espacial.

Ao menos eles encontraram uma solução. O que era necessário era uma versão da Era Espacial do famoso incidente do U-2 duas décadas antes. Foi nos dias minguantes da administração Eisenhower. A Rússia tinha acusado publicamente os EUA de invadirem o espaço aéreo dela com vôos espiões. Isto foi antes da era dos satélites, e invadir o espaço aéreo de um outro país era uma acusação séria aos olhos do mundo.

Os porta-vozes americanos tentaram difundir um furor crescente enquanto cuidadosamente evitavam uma negativa definitiva das acusações; mas os russos mantiveram isto. Finalmente o Presidente Eisenhower ficou tão exasperado que claramente negou, em público, que a América estivesse enviando aviões espiões sobre a Rússia.

Isto era exatamente o que os russos estavam esperando. Os russos prontamente fizeram o que os especialistas da inteligência americana pensaram que eles não fariam – eles abateram um U-2 em alto vôo sobre a Rússia. O nome do piloto da CIA, o falecido Francis Gary Powers, preencheu as manchetes mundiais da noite para o dia. Os russos tinham tornado mentiroso o presidente dos EUA.

Uma reunião tinha sido programada entre o Presidente Eisenhower e Nikita Kruschev, mas os russos friamente cancelaram. Ao estudar a situação do *Columbia*, os russos decidiram fazer um foco de natureza similar. Afinal, tudo o que eles precisavam era aterrissar o transportador intacto.

A Rússia protestou continuamente sobre a natureza militar do Programa do Transportador e percebeu que seria capaz de chocar o mundo com a verdade disto simplesmente provando. Eles colocariam o transportador abatido em exposição pública junto com seu satélite espião com sua energia nuclear e disparos de laser. O Kremlin gostou o plano e concordou com ele. Para posteriormente enfatizar o paralelo com o incidente do U-2 de 1960, a Rússia tinha proposto recentemente uma reunião com os EUA. O plano era retirar a proposta de reunião depois do abatimento do *Columbia.*

O Comando Espacial Russo trabalhou vários meses antes para ficar pronto. Eles estavam enfrentando uma grande ordem: abater o *Columbia* em território russo sem totalmente destrui-lo. Como recentemente, até um ano antes, isto teria sido totalmente impossível até mesmo de ser levado em consideração. Contudo, agora os russos tinham uma nova ferramenta espacial para fazer o trabalho. Era a terceira versão da plataforma de armas levitantes russas, a cosmosfera. Elas eram chamadas de “super pesadas” pelo Comando Espacial Russo.

“SUPER PESADAS” ESTÃO PRONTAS

As cosmoferas super pesadas russas já eram consideradas experimentais em natureza mas tinham vastos melhoramentos integrados desde a década de 1980. Até mesmo assim, por 1980-81 os russos já haviam construído sete delas. Em termos de volume, elas eram maiores do que o dirigível da Goodyear, elas eram até mesmo maiores que os maiores dirigíveis (“zeppelins”) da década de 1930. Elas podiam transportar uma carga de mais de 50 toneladas, muito mais do que o transportador espacial; e elas eram equipadas com uma poderosa propulsão eletromagnética que podia levar a cosmosfera todo o caminho em velocidade orbital. Em resumo, a cosmosfera jumbo era realmente o trasportador espacial russo. E estava plenamente funcional.

Para realizar seu ataque ao *Columbia,* a frote inteira russa de sete cosmosferas jumbo estava pronta. Cinco eram equipadas com equipamento especial de agarramento para capacita-las de pegar um objeto muito grande no espaço. As outras duas eram equipadas com armas de raios de partícula neutron. Estas armas eram do mesmo tipo usado na “Batalha da Colheita da Lua” em setembro de 1977.

*COLUMBIA* DECOLA

As 7:00 A.M. da manhã de domingo de 12 de abril de 1981, os motores do foguete de *Columbia* rugiram vivos. Momentos depois os gigantescos impulsionadores sólidos foram disparados, e o *Columbia* decolou. Na medida em que subia, ele girava ao redor e começou a se inclinar no caminho de vôo em direção ao espaço. Como assistimos na televisão, ele rapidamente mingou para o nordeste. Os impulsionadores sólidos separaram e se descascaram a cada lado. Momentos depois, o *Columbia* desapareceu da tela da TV.

A cena da televisão então mudou para o alegado controle da missão em Houston – tudo isto tinha sido preparado anteriormente. Sim, sei que você pensará que é difícil acreditar!

O mapa controlado por computador da NASA começou a rastrear o alegado curso do *Columbia.* Segundo o mapa, *Columbia* estava se dirigindo sobre o Atlântico na direção de Bermuda; mas naquele momento, livre dos impulsionadores sólidos, *Columbia* já estava começando sua longa curva para o norte. 150 milhas a leste de Charleston, Carolina do Sul, a frota russa das sete cosmosferas jumbo estava planando sobre o oceano na medida em que o transportador se aproximava de seu elaborado caminho curvo, de cabeça para baixo, com o enorme tanque de combustível no topo.

AS COSMOFERAS INTERCEPTAM O TRANSPORTADOR

As duas cosmosferas armadas com os raios neutron se aproximaram do *Columbia* de baixo e um pouco atrás, onde não podiam ser vistas por Young ou Crippen. As outras cinco cosmosferas jumbo com seu equipamento de agarramento, voavam em formação acima e bem atrás do tanque de combustível para ficar fora da linha de fogo. As cosmosferas acompanhavam o transportador até que ele alcançou uma altitude e velocidade pré determinada.

Então as cosmosferas armadas abriram seus raios neutron. Disparando no alcance do ponto branco, cada cosmosfera disparou apenas duas cargas de sua arma de raio. “WHOOMP! WHOOMP!” A primeira salva inundou a cabine perto dos motores na parte de trás. Young e Crippen morreram instantaneamente, a radiação neutron tento interrompido totalmente toda a atividade do sistema nervoso deles, cérebros, olhos e corações.

Ao mesmo tempo os motores do transportador pararam. Uma fração de segundo mais tarde, uma segunda salva de radiação neutron inundou e nariz e uma área sob a baia de carga. Estes tiros foram calculados para desarranjar e fechar os computadores de vôo do *Columbia* – isto é, todos os computadores, exceto um. Os russos queriam o backup do computador para tomar e fazer seu trabalho – isto é, fazer uma reentrada automática de emergência e pouso de acidente na Rússia. Eles anteciparam que fariam assim porque o computador de backup estava pesadamente escudado contra a radiação. O escudo é um material mais eficiente do que o chumbo; é de ouro!

Os russos plenamente esparavam que este computador de ouro assumisse depois que os motores parassem.

Dentro de uns dez segundos, depois que os motores pararam, o tanque de combustível, ainda um terço cheio, automaticamente foi lançado solto. O computador de ouro agora estava voando o transportador. As cinco cosmosferas jumbo com o equipamento de agarramento, se fixaram no tanque de combustível. Então usando sua poderosa propulsão magnética, elas lançaram para longe o tanque. De seu curso a nordeste, o tanque estava desviado sobre o Atlântico Norte em um grande arco até que estivesse se dirigindo ao sul. As cosmosferas então aceleraram para a velocidade orbital e lançaram o tanque de combustível solto.

Três anos antes disso, as primeiras cosmosferas tinham enviado uma mensagem por meio de enormes booms aéreos ao longo da Costa Leste da América. Você se lembra de ter ouvido a discussão nos noticiários sobre os misteriosos booms sônicos que estava sendo ouvidos ao longo da costa? Agora as mais recentes cosmosferas russas estavam usando o tanque de combustível para enviar uma mensagem arrepiante pata os planejadores bolchevistas da guerra na América.

Enquanto isto as cosmosferas armadas seguiam o *Columbia*. Tendo tido seus motores parados prematuramente, o *Columbia* foi bem abaixo da velocidade orbital. Estava seguindo um caminho balístico, exatamente como um ICBM, no coração da Rússia. Parecia que o plano da Rússia estava se seguindo com perfeição – mas então aconteceu o inesperado.

UMA SITUAÇÃO SEM VENCEDOR

Um dos computadores defeituosos do *Columbia* aparentemente começou a funcionar. A breve parada o tinha atirado fora de sincronização com o computador de ouro e assim aparentemente os dois computadores não se comunicavam entre eles. Na medida em que o *Columbia* passava sobre a fronteira da Rússia, ele estava voando do lado direito para cima ao invés de de cabeça para baixo, fora do controle do computador de ouro.

Mas o outro computador abriu as portas da baia de carga exatamente como programado. Na medida em que o transportador começou a reentrar sobre a Rússia, o ar quente inundou a baia de carga. Os sensores de calor do satelite espião detectaram a construção do calor que estava programado no computador do satélite como um sinal de ‘dano de ataque”. Finalmente, a temperatura chegou a um ponto crítico ativando um circuito auto-destrutivo no satelite. Então o satélite espião explodiu, explodindo o *Columbia* em pedaços.

Os russos haviam esperado um pouso acidentado de forma reconhecível. Ao invés, o *Columbia* terminou em destroços espalhados ao longo de uma linha de aproximadamente 85 milhas na Rússia central a sudeste da cidade de Kazan e tiveram que dizer aos cidadãos que um satélite de pesquisa tinha caido de órbita. Desta forma, nem os russos nem os bolchevistas conseguiram o que queriam. Mas estavam destinados a mais tentativas, cada uma tão tola quanto a anterior.

Em 24 de novembro de 1980, o Programa Espacial Tripulado da América repentinamente começou a mostrar sinais de vida depois de próximo da morte. Foi o dia em que o transportador *Columbia* foi apresentado a visão pública no Centro Espacial Kennedy na Flórida. Era o primeiro aparecimento público do transportador em quase dois anos. O transportador chegou em Cape Canaveral dois anos antes, em março de 1979. Daí até novembro de 1980, o transportador *Columbia* permaneceu oculto em um casulo de metal muito grande chamado “Instalação de Processamento de Orbitador”, mas em 24 de novembro repetinamente o casulo se abriu e pulou o transportador espacial.

Não foi uma viagem muito longa preparada para aquele dia – aproximadamente 300 jardas até a próxima Construção de Reunião de Veículo, onde ele desapareceu mais uma vez como se por mágica. Pela primeira vez em aproximadamente seis anos os EUA estavam se comprometendo em público com missões tripuladas ao espaço. O aparecimento do *Columbia* pegou quase todo mundo de surpresa.

O Programa do Transportador Espacial da América estava completo três anos antes da programação. Desde 1977 eles nada mais ouviam que problemas, atrasos e mais problemas com o transportador espacial. De fato, apenas cinco dias antes, o Dr. George Low, antigo diretor do Programa Lunar *Apollo*, resumiu tudo isto em desgosto total quando disse, “Hoje suponho se podemos começar um outro *Apollo,* e muito menos ainda realiza-lo”.

O programa do pouso lunar de *Apollo* foi um outro programa cheio de mentiras, fumaças e espelhos, mas eu terei esta história em um outro tempo. Por agora, a coluna central do jornal *Spotlight* de 5 de setembro de 1994, dará a você alguma pista das mentiras envolvidas.

A FARSA DA QUARENTENA PÓS LUNAR

Uma outra fonte de informação deste assunto foi um artigo chamado ‘A Grande Quarentena Lunar” a revista *Air & Space* de fevereiro/março de 1994. Se você se lembrar, quando os astronautas pousaram na lua e voltaram, eles tiveram que ficar sob quarentena por três semanas. As mentes pensantes questionarm a razão disto.

Na página 39, o artigo declara: “O problema era que a quarentena era tudo um show”, diz Gerald Wasserburg, John D. MacArthur professor de geologia e geofísica do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que ainda está espumando 25 anos depois. ‘Isto realmente não evita contaminação. As pessoas de Fort Detrick [a instalação de guerra biológica do Exército], que realmente sabiam como conter patógenos, pensaram que isto era ridículo. Tudo foi parte de uma fraude mas isto não seria parado porque estava vindo do alto nível político. Você supõe que possa haver outra razão para interrogatório, ou, quarentena?

A CONTAGEM REGRESSIVA DO TANSPORTADOR ESPACIAL PARA A GUERRA NUCLEAR

Depois de três anos a espera, a contagem regressiva estava a caminho. Havia um ar total de urgência sobre isto. As pontas estavam sendo aparadas, precauções de segurança estavam sendo postas em ação, riscos inaudíveis estavam sendo assumidos; e quando os repórteres perguntaram porque estas coisas estavam sendo feitas, eles apenas receberam uma resposta ambígua ao invés de respostas reais.

O transportador espacial foi a espaçonave mais complexa americana a este ponto. Havia mais coisas a irem errado do que nunca anteriormente, e o futuro inteiro do Programa Espacial Tripulado da América dependia do transportador. De fato, nos foi dito que dentro de poucos anos o transportador estaria lançando praticamente todos os satélites americanos.

Até onde nos foi dito, a América estava colocando todos os seus ovos em um só cesto. A velha NASA teria continuado passo a passo com o maior cuidado. Cada espaçonave tripulada tinha feito sua primeira viagem ao espaço sem astronautas para assegurar não haver perdas de vidas no caso de problemas.

FACÇÕES INVISÍVEIS EM GUERRA

Em 1981 as coisas eram feitas de fato de uma maneira muito estranha. Os fatos eram, os nossos bolchevistas americanos estavam ficando prontos para uma guerra nuclear, e uma mentalidade de pressa de tempo de guerra predominava. Eles queriam tomar os russos antes que eles ficassem mais fortes. Era o caso de certas forças americanas e russas guerrearem com outras forças russas e americanas! O verdadeiro primeiro transportador era para ser tripulado e ir todo caminho em alta órbita. Não havia consideração para a segurança dos astronautas; contudo, não sabiamos que eles haviam sido treinados no *Enterprise.* Lembra-se do *Enterprise?* Seja o que for que aconteceu com ele, você sabe? Eu estava naquele tempo dizendo as pessoas que algo podre estava acontecendo.

Para todos os intentos e propósitos, os novos motores de foguete do transportador espacial foram radicalmente não testados, até quanto alguém estava ciente. Havia três motores principais chamados SSMEs pela NASA. Estes motores nunca voaram no espaço antes daquele tempo; de fato, eles nunca tinham sido disparados todos juntos até oito dias antes do vôo.

Naquele dia, os três motores foram disparados por somente 20 segundos no bloco de lançamento de Cape. NASA não correu o risco de testa-los por um tempo maior, até mesmo embora estes motores supostamente fossem reutilizáveis, lançamento após lançamento. Ao invés, baseados em um mero teste de vinte segundos, a NASA teria dois astronautas arriscando as próprias vidas nestes motores e, no real lançamento ao espaço, os motores teriam que operar em plena capacidade por um mínimo de nove minutos.

NASA reconhecidamente jogava que os três novos motores do *Columbia* durariam o suficiente para chegar em órbita. Os motores eram somente um exemplo da inexplicável pressa da NASA porque se o *Columbia* não alcançasse a órbita, a seguinte pergunta era se ele poderia voltar. A NASA não tinha a menor noção.

O recente lançamento do telescópio Hubble usa o mesmo subterfúgio de escopo ‘duplicado’ que foi lançado como uma outra tentativa de enganar os russos e novamente a tentativa foi um desastre total como somente o império do mal pode criar.

LADRILHOS HUMPTY-DUMPTY

Em 1980 os novos sistemas de proteção térmica eram radicalmente novos. Todas as espaçonaves anteriores tinham “escudos de calor” que afastavam o calor ao queima-lo para longe durante a reentrada, portanto, eles só podiam ser usados uma vez. Mas o transportador era suposto ser reutilizável vezes seguidas, e assim necessitavam de um tipo diferente de escudo. Eles desenvolveram uma cerâmica de baixo peso, quebrada em mais de 30.000 pequenos pedaços chamados “ladrilhos”. Uma coisa estranha, eles disseram que uns poucos caiam de cada vez, mas que isto não era preocupante. Estava certo. Como podia estar certo? O calor teria aberto um buraco onde o ladrilho estivesse faltando. Lembro-me que eles disseram que não podiam voar o *Enterprise* porque eles “esqueceram” de colocar escudos de calor nele, então o *Enterprise* era apenas um tipo de esmaecimento da imagem. Então o *Columbia* voou com escudos de calor caindo dele? Lembra? Você percebeu? Isto cheira mal.

Por ao menos dois anos antes do lançamento original estavamos ouvindo histórias de problemas com os ladrilhos. Começou quando o transportador *Columbia* chegou em Cape Canaveral em março de 1979 nas costas do jato jumbo. Muitos ladrilhos foram perdidos ou danificados durante o vôo e o *Columbia* parecia que tivesse tido varíola – e isto foi apenas voando nas costa do jumbo jato na atmosfera.

ENCALHADO PELO URSO

A controvérsia do ladrilho fez uma perfeita história de acobertamento para explicar os três anos no solo do transportador espacial. A razão real era que a América tinha sido fechada para missões espaciais militares desde 1977. Em agosto de 1977, os primeiros testes pré vôo do transportador espacial aconteceram. Um transportador foi carregado em cima de um jato jumbo e saiu livre e guiado para pouso por astronautas. Parecia que a era do transportador espacial estava perto do velório.

OS COSMONAUTAS RUSSOS NO ESPAÇO

O programa espacial da Rússia parecia completamente silencioso. Não sabíamos que a Rússia tinha estado empregando suas secretas armas de raios de partículas no espaço, e em 17 de setembro de 1977, a Russia começou a esmagar nossos satélites espiões no que foi chamado a Batalha pela Colheita a Lua. Eles lançaram em órbita a estação espacial *Salyut-6* em 29 de setembro de 1977, e então começou uma corrente incessante de cosmonautas russos indo e vindo do espaço. Eles até mesmo levaram cosmonautas de sete outros países, incluindo Cuba e Vietnã ao espaço com eles, na medida em que torciamos nossas mãos.

OS BOLCHEVISTAS RUSSOS SE APINHAM NA AMÉRICA

Os bolchevistas haviam sido chutados do poder na Rússia e os bolchevistas americanos tinha a muito tempo esperado e observado o momento de fraqueza entre seus inimigos – os secretos novos regentes da Rússia. Os bolchevistas queriam desesperadamente reconquistar suas antigas posições de poder na Rússia; mas por anos, os novos governantes russos tinham estado expulsando os bolchevistas que então inundaram principalmente os EUA.

Os bolchevistas originalmente haviam tomado o poder na Rússia pela intervenção do Cartel de Rockefeller em novembro de 1917. Eles eram chamados comunistas mas eram meramente ditadores sádicos e mais tarde foram chutados fora do Kremlin. Mas na última metade de 1980, eles começaram a reconquistar o poder na Rússia e assim foi tomada a decisão de ir adiante com a missão do transportador espacial.

Um satélite espião top secreto americano tinha sido desenvolvido pelo Escritório Nacional de Reconhecimento, um projeto secreto no qual Control Date trabalhou (eu fiz o trabalho de escritório para as pessoas que programaram o computador do satélite).

O PRIMEIRO ATAQUE ABERTO DOS EUA – QUASE

A Rússia destruiu um satélite espião americano em 20 de setembro de 1977, e uma semana mais tarde tirou nossa base lunar de ação. Sete meses depois, a Rússia terminou de destruir todos os nossos satélites espiões e iniciais satélites de aviso. Desde então, temos tentado várias vezes empregar satélites espiões para obter informação de alvos para lançar uma guerra nuclear, uma guerra que chegamos bem perto várias vezes. Tudo o que descobrimos é que a Rússia havia mudado os alvos de lugar e não ousamos lançar um ataque [embora alguns quisessem faze-lo de qualquer modo).

OS BOLCHEVISTAS PLANEJAM O PRIMEIRO ATAQUE NUCLEAR A RÚSSIA

Sim, houve um plano completo para que os EUA lançassem um primeiro ataque nuclear em uma guerra contra a Rússia. Este primeiro ataque confiava pesadamente nos mísseis, incluindo os secretos mísseis móveis Minuteman TX americanos (não os MX dos quais a media falou), mas isto não podia ter sucesso sem informação atualizada sobre os alvos na Rússia. Os bolchevistas americanos estavam fazendo tudo que podiam para nos levar a uma guerra nuclear, conquanto eles tivessem abrigos para a sobrevivência deles próprios [mas não para o resto de nós!]. A Rússia tinha extensos abrigos para sobrevivência, planos funcionais de defesa civil e grandes instalações de armazenamento cheias de trigo, milho, aveia e outros suprimentos que demos a eles ( “vendemos” os suprimentos a eles, sabendo que eles não os pagariam).

A CIDADANIA AMERICANA É TOTALMENTE DISPENSÁVEL

No livro *Deep Black: Space Espionage and National Security*, o General George Keegan fala dos abrigos civis russos de defesa. Ele descobriu que cada fábrica na Rússia tinha um abrigo. A cidade de Moscou tinha 75 abrigos/postos de comando subterrâneos, cada um do tamanho do Pentágono. Sim, isto é o que ele disse. Cada um deles era coberto por 100 pés de concreto reforçado e 400 pés de terra. Ele disse que eles eram de duas a três vezes mais fortes do que a Represa Hoover.

Toda cidade militar na Rússia e a maioria das outras cidades tinham destes abrigos. Keegan disse que custaria 500 bilhões de dólares para construir apenas um deles. Sim falei em bilhões. Ele disse que eles eram *felpudos,* e eles até mesmo tinham trens ferroviários indo para eles. Eles tem abrigos ao longo da estrada do aeroporto até o centro de Moscou.

A Rússia está completamente comprometida a sobreviver se for necessário se envolver em uma guerra nuclear. Os EUA, todavia, não tem sistemas de defesa civil – exceto um sistema muio exclusivo para a elite. Nosso programa oficialmente tem sido chamado MAD, “Destruição Mutuamente Assegurada”. Contudo, teriamos sido os únicos a serem destruídos. Se você tem vinte minutos de aviso de que bombas nucleares estão para cair por toda a América, o que você faria?

Sei que muitos de vocês dirão . “Não me preocupo com isto, será a vontade de Deus.” Este é o tipo de lavagem cerebral que temos recebido nesta confusão. Que vontade de Deus, se nos foi dado o livre arbítrio! Se você quer ficar de pé na frente de um trem em uma ferrovia, DEUS permitirá que você o faça. Ele não parará o trem para você! E se você não fizer nada sobre esta confusão na qual você está dentro, Deus permitirá que morra! Se os russos quisessem atacar este país, ou se quiséssemos ataca-los, Deus o permitirá – ele deu o livre arbítrio a todos!

Os bolchevistas americanos estão fazendo tudo o que podem para criar uma guerra nuclear, assim eles estão desesperados por novos e atualizados dados de reconhecimento da Rússia. A Rússia sabia disto, e isto é o porque eles terminaram de aperfeiçoar seu plano de sobrevivência. Nós, contudo, fomos totalmente descartáveis então e agora. Enchemos os silos deles com suprimentos para sobrevivência e esvaziamos os nossos.

A elite bolchevista tinha, por este tempo, desenvolvido um satélite que eles acreditaram que poderia sobreviver em órbita por algum tempo se eles o lançassem em segredo e tomassem rotas de desvio do vôo.

Lembra-se do *Sputnik?* A primeira vez em que vi um eu estava no campo. O *Sputnik I* era uma bola de 184 libras lançada por um ICBM SS-6 pela Rússia as 9:36 P.M. de 4 de outubro de 1957. Ele foi altamente polido para ser visto mais facilmente e levava um radio transmitindo em uma frequência que tornava fácil para os operadores de radio ham [amador] rastrear. Nosso governo fez piada do foguete, com desprezo o chamando de Sapwood. O humor da revista do MIT *Voodoo* tinha um cartoon de um recorte do *Sputnik* com um russo barbado dentro dizendo, “Beep…beep…beep.”

Um mês depois a Rússia lançou o Sputnik 2, que pesava 1.119 libras que estavam no alcance de uma ogiva de guerra. Embora ainda fizéssemos piada da Rússia [o líder da maioria no senado disse que iríamos lançar um satélite melhor, com acabamento de cromo e limpadores], o Presidente Eisenhower tomou nota especial do míssel. A Rússia havia saltado o nosso caro sistema de bombardeio e estava se tornando capaz de enviar ogivas de guerra de seus ICBMs. Entre 1956 e 1960 Ike enviou mais de 20 vôos U-2 sobre a Rússia para tentar conhecer as capacidades dos misseis da Rússia. Cada vôo U-2 foi monitorado pelo radar da Rússia. Nossa Força Aérea relatou que a Rússia teria mil ICBMs por 1961.

Dois anos depois do *Sputnik* lançamos nosso satélite *Discoverer* , que tinha uma câmera e fazia muito mais que beep. Tinhamos um programa chamado Pied Piper que se tornou SAMOS (Sistema de Observação de Satélites e Mísseis). O primeiro lançamento SAMOS foi em 11 de outubro de 1960, que falhou, e SAMOS 2 foi lançado em órbita em janeiro de 1961. O final SAMOS 30 foi em 27 de novembro de 1963, embora oficialmente o final *Discoverer* foi o 38 lançado em 27 de fevereiro de 1962. A este ponto, o programa foi mudado e alguns dos satélites tiveram seus nomes trocados. O nomo programa era o KeyHole, e os satélites eram chamados KH-1s (*Discoverers* foram renomeados KH-4s).

Um dos ramos mais secretos do governo foi e é o Escritório Nacional de Reconhecimento [NRO], criado oficialmente em 25 de agosto de 1960. Acredito que uma das razões para sua criação tinha a ver com discos voadores, mas isto é uma outra história. O NRO desenvolveu o KH-11 (por um homem chamado Kennan) um satélite espião (reconhecimento por fotos e outros) em 1972. Um dos projetos nos quais trabalhei no Control Data envolveu o KH-11. O KH-11 foi usado para coisas tais como descobrir onde estavam os reféns na embaixada iraniana e supostamente observar o calor dos ladrilhos do escudo no transportador. É óbvio que eles também foram usados para observar discos voadores, mas todos nós sabemos que discos voadores “não existem” e assim eu devo estar errado, certo?

A América sabia que a frota orbital da Rússia de interceptadores tripulados Cosmos destruiria o transportador, mas os planejadores esperavam que antes que isto acontecesse o satélite seria capaz de transmitir de volta por radio bastante informação sobre alvos para um primeiro ataque nuclear por míssel. A primeira missão era um trabalho de pressa frenética e tinha que ser tripulada por causa da carga secreta.

Se o transportador alcançasse a órbita, os astronautas eram necessários para empregar o satélite militar dentro da baia de carga. O satélite era basicamente um satélite espião mas também era muito mais. Para fazer o trabalho dele, era destinado a defender-se das armas espaciais russas pelo maior tempo possível. Como um resultado, ele seria nada menos do que uma estação de batalha robô no espaço. Era um “satélite endurecido” capaz de aguentar um ataque sem ser facilmente destruído, ou assim eles esperavam. Ele era equipado com defesas ativas e podia atirar de volta.”

Todos os componentes do satélite foram comprimidos na baia de carga do transportador *Columbia.* Eles já estavam lá quando o *Columbia* foi apresentado antes de novembro. Uma vez em órbita, o trabalho dos astronautas, John Young e Robert Crippen, seria reunir isto e o ter operacional rapidamente.

SATÉLITES DE TUNGSTÊNIO OFERECEM UMA AMEAÇA ÀS COSMOSFERAS

Uma vez tudo fosse reunido e estivesse flutuando no espaço, o satélite pareceria uma gigantesca lata de estanho girando, de talvez 30 pé de comprimento e 20 pés de diâmetro, mas em uma inspeção mais próxima pareceria mais com um barril de madeira exceto que as aduelas do barril eram feitas de tungstênio.

Dentro do barril de tungstênio mais externo estava um outro barril menor e dentro dele ainda havia um outro barril menor ainda. No centro de tudo isto estava o satélite. Os barris de tungstênio eram separados um do outro por um espaço de aproximadamente um pé. Havia também um espaço considerável entre o barril mais interno e o satélite. Os barris de tungstênio constituem uma defesa passiva do satélite. Se um raio de partícula carregada é disparado, atingiria o barril mais externo e isto vaporizaria um ponto no barril, mas no processo absorveria energia e o raio ficaria difuso. Na teoria, isto grandemente reduziria o dano feito ao segundo barril e não haveria qualquer dano ao terceiro, o mais interno. O tungstênio tem o mais alto ponto de derretimento de qualquer metal trabalhável a serviço naquele tempo, e assim era esperado que este sistema de escudos contra os raios de partículas resistisse a várias batalhas.

O sistema do escudo em três camadas de tungstênio era também instrumentado. Quando uma explosão o atingisse. o padrão da explosão seria sentido como uma indicação inicial de qual direção veio o ataque. Um computador dentro do núcleo do satélite então ativaria um novo sistema secreto chamado LADAR (Direção e Alcance a Laser). As seções removíveis das aduelas do barril dos escudos de tungstênio girando seriam abertas. O LADAR espiaria pelas aberturas enquanto elas giravam em um escaneaneamento ultra rápido.

No vazio escuro do espaço, esperava-se que LADAR fosse muito mais eficiente do que um radar, pegando muito rapidamente o atacante russo, e no momento de fazer isto, a estação de batalha robô abriria fogo. Quando assim o fizesse, ofereceria até mesmo uma maior ameaça ao Interceptador Cosmos russo porque o satélite americano estaria armado com um gigantesco disparador de gás de dióxido de carbono (CDDB).

O CDDB era uma versão mais compacta do laser, que havia sido testado com sucesso a bordo de um petroleiro a jato modificado KC-135. Isto produzia uma intensa radiação infra vermelha com uma energia de mais de um megawatt – que é um milhão de watts. Um laser industrial 10.000 de satélite era 100 vezes mais poderoso. Ele não era tão poderoso quanto o raio de partícula carregada russo, mas era poderoso o bastante para danificar ou destruir o atacante russo. Tudo isto dependendo, com certeza de reamente conseguir empregar o transportado e a carga.

Segundo o plano, pretendia-se que o *Columbia* decolasse em uma manhã ensolarada de meados de abril de 1981. Milhões estariam assistindo a televisão quando Young e Crippen bramissem para cima no céu e para a órbita. Então a cena mudaria para a cobertura padrão de Young e Crippen na cabine deles, e por uns dois dias a cobertura continuaria aparecendo de tempo em tempo. Eram esperadas cenas da cabine, cenas no Controle da Missão e assim por diante e aparentemente haveriam problemas inesperados, nada sério, mas apenas para adicionar um toque de sabor à história e à coisa real. Os telespectadores não teriam suspeitas que apenas estavam asistindo trechos de inúmeras simulações de vôo. Em sua cobertura do fiasco de SKYLAB, a NASA aprendeu bem as técnicas do engano.

Enquanto isto, não haveria uma cobertura do vôo real, exceto da decolagem inicial. Ao invés, quando Young e Crippen alcançassem a órbita, eles imediatamente iriam trabalhar. Eles despressurizariam a cabine, abririam a baia de carga e movimentariam o componente robô do satélite espião para fora do *Columbia.* Eles também removeriam uma cápsula espacial tipo *Gemini* para dois homens da baia de carga do *Columbia,* e os dois astronautas se aproximariam da baia de carga por controle remoto.

Eles manobrariam para baixo sob o *Columbia* para uma rápida inspeção visual da condição dos ladrilhos térmicos, mas a urgência de estabelecer o satélite robô não deixaria tempo para qualquer tentativa de reparo dos ladrilhos. Se os astronautas fossem fazer isto, eles perderiam um tempo precioso para estabelecer o satélite e fazer sua boa escapada na cápsula *Gemini*. Isto é o porque a NASA se recusou a incluir um kit de reparo dos ladrilhos na primeira missão do transportador. Como o administrador da NASA, Robert Forsch, disse em uma conferência de notícias, “Sinto que no fim provavelmente aumentaremos o risco, talvez não o risco a respeito do sistema de ladrilhos mas o risco a respeito da segurança do vôo inteiro”.

Depois de uma inspeção muito breve, os astronautas devolveriam o controle do *Columbia* para a NASA em Houston com as palavras: “Ok para retrofogo.” Então se afastariam do *Columbia* e imediatamente começariam o trabalho da reunião do satélite espião robô. Era esperado que eles completassem o trabalho dentro de aproximadamente quatro órbitas. Logo que o satélite robô estivesse reunido e operando, Young e Crippen iriam a bordo de sua cápsula espacial de tipo *Gemini*.

Se tudo correse segundo o plano, eles sairiam de órbita e cairiam no Oceano Pacífico. Isto seria no anoitecer do mesmo dia do lançamento, mas a televisão falsificou a cobertura da NASA até que mostrasse fitas de Young e Crippen na cabine simulada do *Columbia.* Young e Crippen seriam resgatados secretamente de sua queda no mar. De onde eles seriam levados a Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia para aguardar os eventos e ordens posteriores.

Algumas 12 horas depois do lançamento de Cape Canaveral, Houston enviaria um sinal de retrofogo para a agora não tripulada *Columbia.* Os motores do transportador disparariam. Em algum lugar sobre o Oceano Índico o transportador espacial entraria na atmosfera. Seria o primeiro teste completo dos ladrihos térmicos do transportador. Se eles funcionassem, o *Columbia* sobreviveria a reentrada. Então em altitude mais baixa, a pilotagem do *Columbia* seria realizada por controle remoto. Se tudo fosse bem, o *Columbia* pousaria no grande deserto de areia da Austrália ocidental.

Por anos usei uma calculadora de mão HP-41CX até desgastar as chaves. Quando eu a comprei, os anúncios diziam que que os astronautas do transportador levavam uma delas em órbita de forma que poderiam tomar e pousar o transportador no caso do computador a bordo falhar. Provavelmente ainda tenho a literatura em algum lugar. Mas o ponto é, o transportador pode ser facilmente pousado [lançado e voado, por esta matéria] pelo computador.

Foi planejado que todas estas coisas aconteceriam no primeiro dia da suposta missão de 54 horas de Young e Crippen. Então o ato final da charada, nos seria dito pela televisão que o Columbia estava reentrando sobre o Oceano Pacífico; e finalmente, o transportador espacial brilharia a vista. Todo mundo assistiria em assombro e fascinação na medida em que o transportador espacial se aproximasse da Base da Força Aérea Edwards na Califórnia, ao ressoante boom duplo das ondas de choque dando a prova física da jornada. O fato de que tudo passava através da barreira do som no vôo seria totalmente minimizado na intriga e alívio do momento.

Finalmente a nave tocaria o leito seco do lago e gradualmente freiaria para parar, e apareceriam Young e Crippen. Todo mundo assumiria que eles estavam saindo do *Columbia,* Contudo, na verdade eles estariam desembarcando do *ENTERPRISE.* Foi o *Enterprise* que vimos naquele pouso nos testes de pouso de agosto de 1977 e seria o familiar *Enterprise* que veríamos fazer um outro pouso perfeito. A nave teria sido um pouco retocada para parecer que veio do espaço, mas era uma fraude intencional.

Isto de fato era um jogo desesperado. Contudo, se a missão funcionasse, realizaria um padrão maior de mentira ao programa, mas também traria o mundo inteiro muito mais perto de uma guerra termonuclear. Embora o fracasso foi antecipado e cuidadosamente encoberto, como se mostrou necessário, estariamos na estrada de um incrível farsa seguindo uma outra de sempre crescente magnitude. Isto de fato tem sido o curso subsequente dos eventos.

12 de abril de 1981 era o 20o. aniversário do primeiro vôo tripulado ao espaço. Era o aniversário do primeiro vôo orbital do cosmonauta russo Yuri Gagarin. Ele também se tornou o dia da confusão total e e desordem entre os mestres bolchevistas do Programa do Transportador Espacial da América.

Menos de oito minutos depois do lançamento naquela manhã de domingo, eles sabiam que algo tinha acontecido ao *Columbia.* Nós ainda estávamos ouvindo os efeitos de som do vôo aparentemente bem sucedido, cortesia das fitas gravadas da NASA em Houston. Mas os controladores militares em White Sands que estavam acompanhando o vôo real nada estavam ouvindo. O *Columbia* tinha falhado em chegar sobre o Oceano Índico, como programado.

Vieram mais más notícias: NORAD estava rastreando o tanque de combustível do transportador. Ele não era suposto de estar em órbita, mas estava. Isto parecia impossível, para dizer o mínimo.

Naquele anoitecer de domingo 12 de abril, o tanque de combustível reentrou sobre o Golfo do México exatamente ao sul de Louisiana. O tanque havia se rompido mas ainda havia uma quantidade cosiderável de hidrogênio líquido e oxîgênio dentro. Quando o tanque reentrou, ele aqueceu e criou uma explosão enorme e também criou uma nuvem gigante nas bordas do espaço.

Com uma capa de ouro, que é extensamente usado no tanque de combustível do transportador por causa de suas propriedades de transferência de calor, foi vaporizado e espalhado pelas nuvens o que foi interessante e deu um show fantástico. O resultado foi o mesmo de quando o ouro é acrescentado em pequeninas quantidades a uma janela de vidro colorido. Uma brilhante cor roseo avermelhada. A gigantsca nuvem rosa, com pedaços do arruinado tanque brilhando ao sol, criou manchetes na medida em que passava para nordeste sobre a Louisiana e o Mississippi. Enquanto isto nossos “bons velhos garotos” diziam que tudo isto eram “um fenômeno natural”.

Os bolchevistas da elite americana não estavam bem certos do que havia acontecido ao *Columbia,* mas eles sabiam que tanto quanto diga respeito ao espaço, o programa do transportador era a única esperança deles. Eles tinham mais três transportadores orbitais escondidos em White Sands e pretendiam lançar todos, não importa quanto isto possa parecer estranho, assim o acobertamento da NASA do desastre do *Columbia* seguia de acordo com o plano.

RÉPLICAS GENÉTICAS DE HUMANOS

Na parte final da década de 1970 a existência de réplicas genéticas feitas pelo homem de seres humanos eram tornadas públicas. Os reveladores foram presos e as chaves da cadeia perdidas. Isto foi desacreditado, embora os filmes de movimento eram feitos como ficção científica e o assunto enterrado sob ameaça de pena de morte aos reveladores. Elas, contudo, existiam e existem e são colocadas em serviço bem diante de nossos olhos. Nem mesmo piscamos diante delas – não senhor, engolimos a mentira no total.

Se eu ainda não perdi você, isto provavelmente o fará. Replicas genéticas? Robôs humanos? Você não pode ser sério! você dirá. Chame-as como se parecessem “stand-ins” [substitutos] se isto tornará mais fácil para que você acredite, mas elas eram de fato cópias genéticas. Você precisa estudar o que está acontecendo em lugares como Dulce, Novo México! A Bíblia diz que nos fins dos tempos será como foi no tempo de Noé, e os registros mostram que no tempo de Noé, a manipulação genética estava acontecendo!

Usar ‘stand-ins’ é um procedimento comum. Por exemplo, o livro *A Estranha Morte de Franklin D. Roosevelt* de Emmanuel M. Josephson, copyright 1948, diz no capítulo intitulado “As Estranhas Indisposições de Roosevelt e sua Estranha Morte” que Roosevelt e Churchill foram envenenados na conferência de Teerã com Stalin. “Em Teerã Roosevelt e Churchill se encontraram com Stalin para confirmar a divisão do mundo entre eles. Durante a conferência, Roosevelt tinha sido convencido pelos russos para ficar na embaixada russa porque, disseram os russos, a embaixada americana não era segura. Na embaixada russa, é relatado, uma cortesia especial foi estendida aos convidados. Foi designado para eles um garçom especial que os servia exclusivamente. Mais tarde foi descoberto que o garçom era um médico especialista na ciência do envenenamento, a toxicologia. O uso de médicos no sistema estatal russo para dispor de pessoas que os poderes que são desejam ver fora do caminho, ao envenena-los, tem sido atestado nos julgamentos de purga em Moscou. O Dr. Levine testemunhou que recebeu ordens de envenenar Maxim Gorki e assim tinha feito.

“Logo depois da partida, Winston Churchill ficou extremamente doente. Ele foi levado às pressas para o Egito onde estava tão doente que sua morte era esperada para qualquer momento. Mas sua vida foi salva por um protegido seu, Sir Arthur Fleming, o descobridor da penicilina.”

“Roosevelt também estava extremamente doente em sua volta. Ele era incapaz de andar ou ficar de pé sem ajuda e nunca recuperou sua força”. Amigos, o homem que foi eleito para o 4o. mandato presidencial não era Roosevelt! Quando ele morreu, “O Almirante McIntyre, seu médico, é relatado ter dito que o corpo de Roosevelt não foi embalsamado; menos de quatro horas depois de sua morte, seu corpo estava negro, uma reação que acontece entre outros casos, no evento de envenenamento por arsênico” (p. 285).

Na página 286, o livro diz, “Um estudo cuidadoso das poucas fotografias de Roosevelt divulgadas em 1944 levantaram perguntas se elas realmente eram de Roosevelt ou de um “stand-in” [substituto]. Foi amplamente sabido que havia alguns substitutos que representavam Roosevelt em algumas ocasiões. Se a suspeita levantada por estas fotografias são bem fundadas, o mistério se aprofunda. O que aconteceu a Roosevelt? Quem fez a campanha e foi reeleito em 1944?”

Quem de fato ? Lembre-se, este livro foi escrito em 1948. Na página 287 ele diz que a evidência indicou que Roosevelt se matou com uma pequena pistola de prata. Ele diz, “Seu enterro sem autópsia foi um ato criminoso e uma flagrante violação a lei. Há mais nesta situação do que o olho vê’. Então!” Ele termina o capítulo dizendo ” o engano perpetrado ao público a respeito da saúde de Roosevelt é característico do que prevaleceu em todos os assuntos durante sua administração” Agora. a situação é muito pior.

SINTÉTICOS

Na manhá que quinta feira, 14 de abril, as réplicas genéticas chamadas ‘sintéticos” dos então falecidos astronautas, Young e Crippen, estavam prontas em White Sands. Elas foram programadas para realizar uma corrida computadorizada no transportador de treinamento *Enterprise.* As entidades Young e Crippen a bordo do *Enterprise* que estava montado no topo do lançado 747. Depois que o combustível do foguete foi carregado para o transportador, o 747 decolou dirigindo-se a oeste, evitando o tráfego aéreo comercial. O lançado 747 se dirigiu sobre o Pacífico até várias milhas a oeste de Los Angeles. Então ele voltou a leste em direção da costa da Califórnia. Na televisão nos foi dito que o *Columbia* estava reentrando da órbita.

Enquanto isto o *Enterprise,* renomeado *Columbia,* soltava-se do 747 e disparava seus foguetes. Ele acelerou a uma velocidade de 6.000 milhas por hora, então o assistimos quando fez a corrida dramática do mar a um preciso pouso por computador na Base da Força Aérea Edwards. Tudo foi programado para se aproximar o máximo possível do tempo programado da NASA para posteriormente nos convencer da segurança e da eficiência do sistema.

Até mesmo embora um engano técnico foi feito naquela manhã e nos foi dito que o transportador pousaria seis minutos mais cedo. Pense sobre isto, seis minutos em órbita corresponde a aproximadamente um erro de 2.000 milhas no local do transportador, mas na TV ninguém se preocupou em questionar isto. Todo mundo apenas sorriu e dise que era um dia maravilhoso para asistir o pouso do transportador.

Depois do pouso dramático, o antigo astronauta Gene Cernan expressou surpresa na televisão ABC. Ele disse que o transportador simplesmente não parecia queimado o suficiente para uma nave que havia reentrado da órbita. Da mesma forma, quando os sintéticos chamados Young e Crippen emergiram, eles não agiam como homens que tivessem estado sem peso por dois dias. Ao invés, eles saltaram para baixo para acessar os degraus e se empinaram ao redor com energia incansável mas ninguém questionou ao menos isto. Afinal, todos nós vimos o transportador pousando e centenas haviam sido testemunhas de primeira mão do pouso em Edwards; também tinhamos ouvido e sentido estes booms sônicos. Certamente o nosso governo não mentiria para nós.

TRANSPORTADORES IDÊNTICOS ESPERANDO

Mais três transportadores idênticos ao *Columbia* estavam aguardando sua vez no deserto em White Sands. Cada um teria o mesmo nome, “*Columbia,*” pintado de seu lado. O primeiro *Columbia* agora estava morto bem como a sua tripulação, mas graças aos duplos o *Columbia* continuaria a viver e os astronautas seriam removidos da vista pública exceto em raras e distantes ocasiões quando o aparecimento seria inevitável e os atores seriam capazes de desempenhar as designações.

Em 28 de abril de 1981, todos estávamos ligados aos nossos aparelhos de televisão para assistir a fala do presidente Reagan. A fala era para ganhar e construir apoio para o orçamento da administração, mas a maioria das pessoas estava interessada porque esta era a primeira fala desde a tentativa de assassinato do presidente no mês anterior. As pessoas estavam tão concentradas no reaparecimento de um presidente ferido para prestar atenção em qualquer outra coisa. Ninguém se importava muito que o transportador espacial “*Columbia*” supostamente teria voltado a Flórida naquele dia – nas costas de seu avião transporte. O *Columbia* foi um grande sucesso, até onde sabiam as pessoas – tinhamos visto tudo pela televisão.

A SUPERIORIDADE ESPACIAL ESPIONADA

Baseado naquele vôo do transportador espacial, estamos ouvindo por todos os lados que novamente estávamos no topo no espaço. Nos era dito que agora estavamos cinco ou dez anos a frente daqueles pobres russos estúpidos.

Quando o transportador pousou na Califórnia em 14 de abril inicialmente nos disseram que voltaria imediatamente para a Flórida. Mas os dias se passaram e o transportador permanecia na Califórnia. A NASA criou uma desculpa após outra para explicar os atrasos para o público.

Enquanto isto, estavam acontecendo encontros frenéticos envolvendo juntas militares chave e pessoal da NASA. As coisas não tinham acontecido segundo o plano e eles não estavam certos do que fazer a seguir. Uma facção insistia que a NASA devia seguir adiante segundo o plano original. O plano pedia uma mudança de transportadores entre a Califórnia e a Flórida. No Dia Um um 747 modificado decolaria de Edwards com o transportador *Enterprise* às costas. Câmeras de noticiário estariam a mão para registrar a decolagem. O *Enterprise* então seria transportado para sua casa-base em White Sands, Novo México. Enquanto isto, seria dito ao público que o 747 com o transportador tinha feito uma parada noturna. Então no Dia Dois o 747 modificado levando um transportador diferente decolaria de White Sands e voaria para a Flórida.

Mais uma vez, os repórteres estariam a mão para assistirem o pouso em Cape Canaveral. O novo transportador, de fato, teria o nome do “Columbia” exatamente como o tinha feito o *Enterprise*. No caminho do transportador de treinamento, *Enterprise,* era para ser devolvido a sua base-casa e um novo transportador orbital seria enviado para a Flórida. A troca seria feita sem que o público suspeitasse de qualquer coisa, e, afinal, é somente do povo americano que estes segredos super secretos são subtraídos. Os participantes, por acidente, acreditavam que o acobertamento é pela segurança nacional para evitar a aceleração da óbvia guerra a caminho. Quem iria contar?

Nestes encontros de portas fechadas sobre a situação, outros protestavam que seria tolice ir adiante com o originalmente planejado sem mais informação. Era óbvio que de algum modo os russos haviam destruido o *Columbia,* mas a pergunta era: “Como?” O grupo militar de planejamento do transportador concordava que precisava de uma resposta a esta pergunta, senão eles não tinham meios de antever contramedidas para dar uma melhor chance ao próximo vôo do transportador. Você vê, eles nunca consideraram contar a verdade e encerrar os planos seguintes.

Finalmente, ficou acertado que a primeira necessidade urgente era ganhar tempo, assim foi dito aos porta-vozes da NASA para darem a imprensa uma série de histórias de retardamento sobre os procedimentos pós vôo do transportador na Califórnia. Enquanto isto, cada caminho disponível mundial de inteligência foi pressionado a responder a pergunta: “O que aconteceu ao transportador espacial *Columbia?*”

Dia a dia vimos relatos de noticias bem orquestrados sobre os checkouts pós vôo do transportador em Edwards. O transportador foi levantado nas costas do 747, mas a decolagem continuava adiada um dia depois do outro. O grupo militar de planejamento do transportador estava recebendo um branco de seu vasculhamento de inteligência sobre o *Columbia.*

O transportador permaneceu no solo uma semana a mais do que originalmente planejado, e ainda nenhuma resposta vinha sobre o *Columbia.* Você vê, se por acaso os russos apresentassem o *Columbia* teria sido pior que desatroso porque, de aproximadamente o primeiro dia, a troca não poderia ter sido explicada sem evitar o pânico público.

NASA esgotou as desculpas para o retardamento posterior sem levantar perguntas não bem recebidas. A equipe secreta de planejamento do transportador ainda não tinha posição para preparar uma segunda missão obital e ainda as aparências tinham que ser mantidas a todos os custos e cada dia que passava se tornava mais crítico.

O governo dos EUA estava vociferando alto sobre o suposto surpreendente sucesso do transportador, porque esta era a única esperança que restava para o programa espacial americano. O transportador espacial era o único programa, outro que de defesa, que havia recebido custeio crescente da administração Reagan. Havia também um medo incrível de que se de fato os russos tivessem o transportador intacto, o inteiro acobertamento seria exposto mundialmente. Os russos, por outro lado, não tinham provas e não podiam se apresentar com ações que teriam causado uma guerra completa.

AS ESCOLHAS DE WHITE SANDS

Antes que o transportador *Enterprise* deixasse a Califórnia a bordo de seu “747,” o grupo de planejamento do transportador tinha que tomar uma decisão: Eles deviam ou não fazer a troca planejada em White Sands? Ainda existiam três transportadores em White Sands, e uma missão específica estava planejada para cada um.

Um dos planejadores resumiu o dilema nestas palavras: “Como podemos enviar um pássaro orbital a Cape?” STS-2, 3, e 4 podem necessitar de maiores modificações para ultrapasar os russos. Não sabemos quais são estas modfificações até que recebamos o feedback perdido sobre o STS-1. Digo enviar o *Enterprise.* Podemos manter isto sub orbital ao falsificar um aborto – um fechamento de motor antes da imprensa para MECO e deixar que o *Enterprise* volte para Kennedy. Isto manterá o *Enterprise* fora do perigo de ‘Ivan.’ Isto também manterá a bola rolando enquanto nos dá mais tempo para estabelecer um tiro orbital bem sucedido.”

Alguém mais perguntou: “E quanto ao impacto nas relações públicas? Uma coisa que não precisamos é abortar uma missão no início do programa.”

A resposta: “Deveriamos perder um outro pássaro orbital para Ivan? Além, se fizermos isto corretamente, podemos até mesmo conseguir mais apoio público. Você sabe o que quero dizer – a idéia de que o transportador está seguro até mesmo se algo der errado e assim por diante.”

Houve um longo silêncio seguido de mais discussão, mas finalmente a sugestão foi adotada.

Na segunda feira, 27 de abril, o “747” levando o transportador *Enterprise* decolou de Edwards. No dia seguinte vimos o mesno transportador, o transportador de treinamento *Enterprise,* pousando na Flórida. Nenhuma troca foi feita.

Os planejadores secretos do transportador ainda estavam sentindo o caminho e deixaram em aberto uma avenida para mudanças nos planos. Entretanto, seria o transportador de treinamento *Enterprise* que mais tarde rolaria da plataforma de lançamento na Flórida, naquele verão. Ele parecia exatamente o que o *Columbia* era antes de seu lançamento em abril, combinado com um gigantesco tanque de combustível e enormes impulsionadores de foguetes sólidos.

FIQUEM DE PÉ, POR FAVOR OS REAIS JOGADORES E APOIADORES

NASA estava então atirando de cada dado de lançamento inicial de 30 de setembro de 1981. Segundo os planos, o lançamento se realizaria suavemente pelos primeiros poucos minutos. Diferente do *Columbia,* o *Enterprise* não se inclinaria para o norte na direção daquele tipo de órbita proibida pela Rússia.

Então, um motor pararia prematuramente. Isto se daria em um ponto mais anterior de vôo daquele no qual o contacto com o *Columbia* foi perdido em abril. Então, como ainda assistimos na televisão, o *Enterprise* voltaria em seu alegado pouso de emergência e pousaria em Kennedy.

Por aquele tempo, o *Enterprise* tinha feitos tantos pousos computadorizados que a NASA tinha confiança que o pouso seria seguro. Se outros planos pudessem ser substituídos na medida em que progredia o verão, a sequência do vôo seria mudada, até mesmo abortando o lançamento na plataforma.

Com certeza haveria um tumulto sobre o abortado vôo espacial, mas isto não duraria muito porque nenhum cidadão arriscaria as vidas dos astronautas a um possível acidente. O inteiro cenário de um aborto “somente provaria a eficiência do sistema de checagem do computador e as medidas de segurança’. ”

As esperanças com certeza eram as de ganhar tempo e informação sobre o primeiro lançamento.

DE VOLTA AS EXPLOSÕES AÉREAS

Vamos voltar a dezembro de 1978 quando as explosões aéreas no mar começaram a sacudir casas e amedrontar milhares ao logo da Costa Leste. Por um tempo, o porta-voz do governo tentou ignorá-las; mas os booms agora conhecidos e reconhecidos como Abalos Aéreos, não acabavam. De fato, eles incessantente aumentaram em número e também logo eram vivenciados na Costa Oeste e na parte interna do continente também.

Como nenhuma explicação podia ser oferecida, eles a seguir foram ridicularizados na media maior controlada, mas esta tática rapidamente mudou, também, porque gente demais os estava ouvindo para aceitar tudo como uma grande piada. Então a tática passou a ser simplesmente relata-los e prometer um acompanhamento e então nunca acompanhar.

Os novos projetores nunca se afastaram do script dado a eles e assim não havia medo de escorregadelas. Notem isto vocês mesmos durante as edições de notícias de primeira mão; mude os canais e você ouvirá palavra por palavra os itens do noticiário sendo lidos de script principal.

Depois que estes abalos tinham continuado sem explicação por vários meses, o governo tentou explicar isto atribuindo a coisa toda a caprichosas condições atmosféricas. Os alegados especialistas percorriam a imprensa informando ao público com a confusão completa de camadas de ar não usualmente frias, depleção de ozônio, luzes do norte, distúrbios elétricos, e assim adiante ad nauseum.

Balançando os braços sobre suas performances mestras, outros especialistas estavam apregoando que os booms eram devidos a aeronaves militares, talvez a uma centena de milhas no mar, já que nada aparecia nas telas de radar.

Outros resolveram dizer que os booms eram causados pelo transporte supersônico *Concorde* e todos mais puseram o *Concorde* no solo para sempre. Eles disseram que as ondas de choque do avião estavam atingindo a Costa Leste mais de uma hora a frente do próprio avião, com uma força incrível e “construindo uma incrível força sônica na medida em que o Concorde viajava”

Estas explicações eram ridículas ainda que a maioria dos americanos, desesperados para serem apaziguados, tenham aceitado estes insultos a própria inteligência como face de valor e tenham até mesmo marchado para impedir que o *Concorde* pousasse nos EUA. Os fatos são que a maioria dos abalos ocorria nacionalmente, mas eram escondidos da imprensa e as pessoas se acalmaram.

Por exemplo, há quase que diários Abalos Aéreos ao redor de bases da força aérea onde você pode encontrar aeronaves sofisticadas capazes de velocidades supersônicas. Geralmente, a mais recente aeronave a jato não causa explosões, mas as equipes de inspeção estão examinando estes lugares, examinando a locação da explosão.

Aqueles de vocês que não acreditam que possa existir tal coisa, melhor pensariam se analisassem de novo alguns dos booms inexplicados que vocês notaram na media e que não puderam ter explicação. E o fenômeno continuou, e as pessoas simplesmente voltavam a dormir e ignoravam a interrupção em seus pensamentos – simplesmente não se importavam mais de um modo ou outro.

Já em dezembro de 1977 foi dito publicamente, e suprimido governamentalmente, que os abalos eram causados pelas recentementemente operacionais cosmosferas russas disparado seus raios de partícula de modo defocado no ar sobre o Oceano Atlântico – e mais tarde sobre o Pacífico. Esta informação veio diretamente de nossos principais sistemas de inteligência.

Em 1977, havia aproximadamente sete Cosmosferas planando sobre os EUA mas nos meses que se seguiram os números cresceram para centenas mundialmente. Agora você pode descobrir mais se você tiver em suas mãos material da Corporação Mitre porque o governo patrocinou um estudo sobre elas. O material foi discretamente divulgado e então caiu no esquecimento.

O relato listou 594 abalos aéreos de maior impacto entre dezembro de 1977 e junho de 1978. Por junho, com certeza, estas alegadas ‘frenéticas camadas de ar frio” já tinham que ter ido embora. O estudo fez o melhor que pode para atribuir os booms a barulhos de aeronaves, mas 181 abalos aéreos eram impossíveis de serem ligados a qualquer coisa, até mesmo artificialmente, ou a qualquer desculpa aceitável, assim o relato desajeitadamente concluiu que eles deviam ser de alguma origem natural ainda que o governo e os militares desconhecessem sua origem.

As cosmosferas são a versão russa das Plataformas Planadoras de Armas das quais o falecido General Thomas Power tentou em vão dar um aviso a 15 anos atrás. O General Power foi o antigo chefe da Pesquisa e Desenvolvimento da Força Aérea e então do Comando Aéreo Estratégico. Ele sabia do que estava falando e fez todo o esforço possível para alertar o povo americano sobre os anos seguintes mas seus esforços foram suprimidos e continuaram ignorados.

Na medida em que o número de cosmosferas se multiplicava mundialmente durante o ano seguinte, os avistamentos de UFO também dispararam. Alguém pode imaginar porque os EUA não reconhecem oficialmente os UFOs e os chamam de balões meteorológicos ou gás dos pântanos?

ALIENÍGENAS DO ESPAÇO?

O “pânico” que o governo tem tentado nos evitar não é de alienígenas. Se os alienígenas fossem o problema, eles já nos teriam conquistado a muito tempo atrás. O problemas são muito bem oriundos da Terra, humanos físicos no controle.

A maioria dos avistamentos UFO são de fato Objetos Voadores Identificados; eles são cosmosferas russas. Isto não é o mesmo que dizer que discos voadores alienígenas não existem, porque a mesma inteligência que identifica e rastreia as cosmosferas soviéticas tem confirmado a existência de naves que não são da Terra.

Todos os astronautas de nosso programa de pouso na lua tem dito que foram acompanhados por discos voadores, muito antes que a Rússia desenvolvesse suas plataformas voadoras. Isto dá a vocês a razão real pela qual os astronautas foram postos em quarentena depois de voltarem da lua?

Eles tinham que passar por instruções – eles tinham que aprender a manter a boca fechada sobre o que viram. Neil Armstrong dise que quando eles pisaram na lua, havia ao menos dois discos voadores já pousados lá o observando. Ele mais tarde teve um colapso nervoso. Contudo, alguns dos programas lunares foram “fumaça e espelho”.

É SOMENTE UMA LUA DE PAPEL…

O Centro disseminou em 5 de setembro de 1994, na divulgação do jornal *Spotlight* tinha um artigo por um homem que apontava alguns problemas óbvios com o programa lunar. O autor, que usou o nome R. René, tinha escrito um livro chamado *É Apenas Uma Lua de Papel (o título publicado é ‘NASA enganou a América’)* no qual ele ressalta alguns fatos científicos tais como as naves espaciais e roupas espaciais não fornecerem proteção suficiente para os astronautas realizarem o que eles afirmam terem feito (se as roupas funcionassem, porque não utiliza-las em acidentes de reatores nucleares?). Ele diz que os pousos lunares eram uma farsa e que o programa Apolo foi uma farsa governamental muito cara, ainda que bem sucedida. Uma farsa que está sendo repetida usando Marte como o novo alvo celestial. O telescópio Hubble é uma outra farsa da NASA – tente ler *THE HUBBLE WARS* de Eric Chaisson.

PORQUE TODA AJUDA À RÚSSIA?

Porque o nosso governo dá uma ajuda maciça em dinheiro, comida e tecnologia a Rússia? Poderia isto ser para manter estas cosmosferas estacionadas em órbita apropriada e não tomar cada maior represa, linha de falha, cidade populada e base militar em nosso país? A Elite Bancária Internacional sabe o que está acontecendo e tem se situado para tirar vantagem da destruição de cinco de cada seis pessoas na Terra [segundo seus planos]. A única razão pela qual isto ainda não aconteceu é que eles tem que poder terminar suas placas de ouro em mãos cômodas e armazenar seus bens subterrâneamente.

ESTAS INSTALAÇÕES SUBTERRÂNEAS

Sobre este assunto, aqui estão algumas pistas para os pesquisadores UFO. Há abalos sônicos sobre o sul da Califórnia que tem sido rastreados a uma aeronave Aurora e outra nave acontecendo em Groom Lake, Nevada. Se você segue este curso ao reverso, você chega na Austrália. Examine as instalações subterrâneas em Pine Gap, Austrália, se você quiser saber mais sobre um dos esconderijos da “Elite.” A pesquisa mostra que uma destas voa mais de 4.000 milhas por hora, mas uma que conhecemos eles dizem que pode voar a 8.000 milhas por hora. A nave pode chegar a Austrália mais rápido do que você no trabalho.

UFOs sempre tem sido atraídos por aeronaves, foguetes e espaçonaves, especialmente quando estes são novos ou experimentais. As cosmosferas não são exceção a esta regra. Seja onde for que as cosmosferas se reunam, os UFOS sempre aparecerão. A nave alienígena observa e monitora a nave humana.

O MONITORAMENTO FEITO PELA NAVE ALIENÍGENA

Um bom exemplo deste monitoramento foi testemunhado na Nova Zelândia quando as bases secretas estavam sob vigilância dos russos. Em 30 de dezembro de 1978, uma equipe de noticiário da televisão australiana fez manchetes mundiais ao filmar o que eles chamaram de UFOs de um avião sobre a Nova Zelândia. O filme, de aproximadamente sete minutos, foi comprado pela BBC e pela rede de TV CBS. Em 2 de janeiro, a CBS mostrou menos de cinquenta segundos do filme que mostrava um brilhante objeto esférico, e a maioria dos objetos avistados naquele entardecer pela equipe de câmera e outros observadores foram descritos como esferas de luz.

Contudo, quando um clip do filme foi mostrado, tocaram uma trilha sonora. O noticiarista australiano descreveu um objeto diferente. Ele disse que isto se parecia com um disco voador. Walter Cronkite não disse se a trilha sonora tinha sido registrada ou não simultaneamente ao clip do filme que foi mostrado.

Em qualquer caso, este objeto esférico no filme era uma cosmosfera russa, mas as tentativas de desacreditar o filme fizeram eco as histórias ridículas do governo sobre os abalos aéreos do ano anterior. No entardecer de 25 de janeiro Walter Cronkite da CBS News lembrou aos espectadores dos UFOs da Nova Zelândia; então continuou: “Bem, a Força Aérea da Nova Zelândia relatou hoje que as frenéticas condições atmosféricas, não visitantes do espaço externo, foram os responsáveis. Os investigadores disseram que uma causa definida foi Vênus não usualmente brilhante se elevando no céu do leste.”

PRESTE ATENÇÃO – ISTO É DA TERRA

A amigável nave alienígena mostrará luzes coloridas em movimento verdes, vermelhas, amarelas, azuis. Elas estão estacionadas em uma sequência não orbitante em locais estratégicos. As cosmosferas não tem luzes estroboscópicas e são estacionadas no que parece ser um planeta ou uma estrela. Esta é a razão porque há tanta conversa fiada envolvida com o telescópio Hubble, eles não podem aguentar que vejamos o que podem ver.

ESFERAS E PLATAFORMAS RUSSAS, E A AJUDA DE ALIENÍGENAS

A nave russa nem sempre é visível; realmente quase nunca é visível do ponto de vista orbitante, já que são como os outros satélites que seriam pequenos demais para serem vistos a olho nu. Elas são escudadas por um sistema muito sofisticado de invisibilidade. Os alienígenas algumas vezes neutralizam os sistemas russos na esperança que os veremos e despertaremos para o que está acontecendo, mas já sofremos lavagem cerebral demais para aceitar a verdade.

Você pode perguntar, se os alienígenas são benevolentes, porque eles não nos ajudam? Quem eles ajudariam? De que lado estão os bons? Temos que primeiro pedir a ajuda deles e então temos que aceitar a ajuda deles e seguir as regras deles. Mas os governos americano e russo [e outros] estão tentando abate-los.

Os tumultos dos avistamentos UFO sobre a Austrália e a Nova Zelândia realmente foram devidos as cosmosferas com naves alienígenas monitorando juntamente com algum de nosso próprio monitoramento com suficiente capacidade de velocidade.

Os EUA na década de 1970 decidiram flanquear a Rússia empregando Minuteman e outros misseis nucleares por todo o mundo, já que nossas bases principais tais como Edwards, White Sands, etc., estavam todas monitoradas pelas cosmosferas russas. Acreditavamos que podiamos inabilitar as cosmosferas por tempo suficiente para lançar um ataque de mísseis contra a Rússia. Várias vezes chegamos bem perto de fazer isto, mas a cada vez fomos derrotados pelas cosmosferas que salvaram o mundo do pesadelo nuclear. Quem são os bons garotos, amigos?

BOMBAS DE IONS DE COBALTO E LASERS

É bem conhecido pelos analistas científicos de inteligência dos EUA que as cosmosferas planam ao flutuar no campo eletrostático da Terra. Eles também presumem que os russos usem as mesmas técnicas que usariamos para atingir as armas de raios de partículas deles – isto é, uma combinação de detecção infra vermelha e radar. Eles raciocinaram que se as cosmosferas podem ser perturbadas de suas posição de planar, e se os sistemas de sensores delas possam ser cegados, suas armas de raios de partícula não fariam qualquer bem – até mesmo se disparadas elas poderiam ser dirigidas selvagemente e perderiam nossos foguetes na medida em que eles fossem lançados.

A solução antevista foi chamada de Bomba de Ionização de Cobalto. Diferente de uma bomba normal de cobalto, tal aparelho não é destinado a criar uma tremenda explosão; seu propósito primário é criar quantidades tremendas de átomos de cobalto totalmente ionizados despidos de todos os eletrons, deixando o nucleo nu. O plano é detonar estas em varias localizações nas bordas superiores da atmosfera, o mais alto possível, mas abaixo da altitude de planagem da cosmosfera.

O resultado seria uma enorme tempestade de eletrons, se espalhando horizontalmente no campo magnético da Terra para passar debaixo das cosmosferas. Quando você ouve no noticiário que recenetmente lançamos um satélite que “ilumina o campo eletrostático/magnético” faz mais sentido agora? E você se lembra que o lançamento foi considerado uma missão militar secreta? Isto também pode interromper os sistemas de radar e infra vermelho usados para observar os mísseis abaixo; e enquanto as cosmosferas são brevemente incapacitadas desta maneira, nossos regentes planejaram lançar os nossos ICBM diretamente atrás delas.

Enquanto isto, os laser de alto poder baseados no solo seriam usados em um esforço de abater as cosmosferas. Mas, meus amigos, seus mestres foram vítimas de uma brecha de inteligência que eles próprios ocasionaram nos anos passados, sobre o que eu escrevi em minhas newsletters em 1978, porque os russos compreendiam bem a importância da surpresa. E assim, conquanto eles tenham permitido que sua triade espacial se tornasse conhecida nos círculos de inteligência por causa de seu emprego, eles ainda tinham uma arma mestra secreta de reserva para a própria guerra.

Esta arma é para proteger o calcanhar de Aquiles de suas armas de raios – a habilidade de mira-las acuradamente. Isto é chamado de ‘Achado de Alcance Psicoenergético” ou PRF. PRF não confia nas radiações convencionais como o infra vermelho e o radar – ao invés, é baseado na detecção da real asinatura atômica do alvo, e as técnicas normais de danificar não tem qualquer efeito sobre o PRF. Portanto, quando as bombas de ionização de cobalto americanas explodem, as cosmosferas são capazes de mirar exatamente através das tempestades de elétrons para explodir nossos mísseis ou qualquer outra coisa no alvo.

Em novembro um plano alternativo para um segundo lançamento foi apresentado. Este plano seria uma abreviada missão orbital. Assim, o lançamento do segundo transportador espacial aconteceu em Cape Canaveral, Flórida, em 12 de novembro de 1981, sete meses depois do primeiro lançamento.

Aproximadamente sete horas depois do lançamento foi anunciado que o vôo iria ser encurtado. Portanto, o plano secreto para uma missão abreviada foi verificado e estava a caminho. Como uma desculpa, a NASA fingiu que uma célula defeituosa de combustível era a responsável pela abreviação da missão.

A missão abreviada do transportador espacial em novembro foi o legado do desastre total que engolfou o primeiro lançamento em abril. Em novembro, exatamente como em abril, nenhuma parte do vôo real do transportador foi ouvida além da decolagem na Flórida. Idênticas técnicas teatrais foram usadas para enganar o público, inclusive alguns segmentos gravados – ninguém percebeu nem mesmo quando a história não combinava com o som ou as imagens.

Lembre-se, haviamos assistido o *Columbia* decolar, mas quem pousou na Califórnia foi o *Enterprise*.

O *Enterprise* era um transportador especialmente projetado, diferente do *Columbia* ou dos outros três transportadores que existiam secretamente em White Sands. O *Enterprise* era um transportador de treinamento, com sua baia de carga cheia de tanques de combustivel de foguete. Lançado no topo do 747, o *Enterprise* era capaz de fazer curtos vôos sub orbitais no espaço, mas devido aos seus tanques de combustível não poderia levar qualquer carga na baia.

No despertar do secreto desastre com o transportador espacial em abril, os planejadores militares do transportador enviaram o *Enterprise* para a Flórida.

Originalmente, eles estavam simplesmente tentando ganhar tempo. Mas o tempo estava se passando rapidamente porque os bolchevistas americanos estavam em uma programação acelerada para a guerra! Os argumentos irromperam entre os planejadores militares do transportador sobre o plano original de desfazer um lançamento apenas para manter as aparências.

Finalmente foi construído um esquema para usar o próprio *Enterprise* em novembro para uma missão militar.

COMPUTADORES BODES ESPIATÓRIOS

Exatamente como os computadores são jeitosos para ajudar os trabalhos das pessoas, eles também podem ser jeitosos bodes espiatórios para cobrir uma maciça multitude de erros e omissões. Desta vez um problema no computador seria um fator importante no encurtamento deliberado do segundo vôo do transportador. Uma informação a ser mentida para o público. Assim, no anoitecer antes do lançamento, houve um súbito tumulto de atividade em Cape Canaveral.

Supostamente o módulo de processamento de dados a bordo do transportador – que é, parte de seu sistema de computador -, ‘estava se comportando mal’. Nos foi dito que uma substituição estava vindo e vimos os trabalhadores correndo para instalar algo a bordo do transportador. Tudo estava acontecendo, literalmente, no último minuto, exatamente antes que os grandes tanques externos começassem a ser carregados com combustível de foguete.

A pressa de último minuto na plataforma de lançamento 39-A naquele entardecer de 11 de novembro (11/11) não era para carregar um módulo de computador como nos foi dito – e mostrado. Ao invés, equipamento especial de reconhecimento fotográfico foi instalado no deck de trás do compartimento da tripulação. Foi arranjado para olhar das duas janelas em ogiva. O *Enterprise* era incapaz de carregar um satélite espião em sua baia de carga como já foi mencionado. Assim, o próprio *Enterprise* foi transformado em satélite espião.

O provisório aparato espião instalado no compartimento da tripulação na parte de trás do deck não era tão bom quanto o regular satélite espião, mas os planejadores militares estavam desesperados. A propósito, você pode enganar muito facilmente seus amigos, mas raramente engana o inimigo porque ele está olhando mais estreitamente e os russos sabiam, momento por momento, o que estava acontecendo.

Logo completaria quatro anos que a Rússia havia destruido todos os satélites espiões americanos com sua frota de satélites assassinos. A equipe militar do transportador estava esperando usar a “surpresa’ para obter ao menos um pouco de reconhecimento sobre a Rússia. Era esperado que os russos não considerassem o *Enterprise* uma ameaça, já que nada podia levar em sua baia de carga.

NASA, também, fez de tudo para convencer os russos que uma órbita não ameaçadora seria usada. Finalmente, o tempo de lançamento foi mudado por aproximadamente duas horas e meia na manhã de 12 novembro. Isto pretendia tornar mais dificil para os interceptadores russos Cosmos reajustarem a órbita deles para atacar o *Enterprise.*

O último item reflete um mortal erro de inteligência feito pela equipe militar de planejamento do transportador americano. Eles sabiam sobre os interceptadores orbitais russos Cosmos e os satélites assassinos. Eles também sabiam da primeira geração de cosmosferas, as plataformas de armas levitantes russas. Ambos já haviam sido empregados quatro anos antes. Os planejadores militares americanos sabiam que o transportador espacial podia provavelmente correr mais rápido que a primeira geração das cosmosferas, portanto eles acreditavam que os interceptadores orbitais cosmos eram a principal ameaça ao transportador.

O que eles não sabiam – mas suspeitavam – era que a Rússia tinha desenvolvido e empregado uma pequena frota de cosmosferas de segunda geração semi-experimentais. Em abril haviam sete em operação – por novembro havia ao menos oito ou nove. As novas cosmosferas eram chamadas de Super Pesadas ou Jumbo e podiam andar mais rápido e subir mais do que qualquer coisa que a América tivesse, inclusive o transportador. Os russos até mesmo deram a NASA apontada informação sobre elas já no lançamento de abril.

Havia alguns na comunidade de inteligência americana que interpretaram corretamente o que aconteceu e informaram aos planejadores. Mas os bolchevistas americanos que controlavam o programa militar espacial se recusaram a aceitar isto. Eles estavam descartando os fragmentos de inteligência sobre as novas cosmosferas russas Jumbo e portanto garantindo seu próprio fracasso.

Quando o *Enterprise* decolou não havia pilotos humanos a bordo. Era uma reconhecida missão suicida. O *Enterprise* seguiu um lançamento curvo e evasivo exatamente como o *Columbia* tinha feito em abril. Ele se dirigiu ao norte o que indicaria uma órbita quase polar. Quando passou sobre a Russia o *Enterprise* estava de cabeça para baixo com sua câmera espiã olhando para baixo pelas janelas do compartimento da tripulação.

Cinco grandes, gordas e boas cosmosferas Jumbo estavam exatamente a mão e seguiram, bem como um bom número de naves alienígenas, na medidade em que o transportador subia para a órbita. Moscou foi instantaneamente notificado do curso que ele estava tomando – mas foi dito as russos para não dispararem no transportador. Ao invés, as Forças de Defesa de Mísseis Balísticos Russas foram alertadas. Os russos sabiam que a guerra estava vindo e eles decidiram usar a aproximação do transportador como um bom exercício de treinamento.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO

A dois anos já era sabido que a Rússia estava se preparando para empregar um novo sistema anti misseis balisticos e sistemas de abrigos subterrâneos que foram melhorados e renovados ao longo da instalação de novos abrigos e totalmente atualizados para a segurança da população. O nosso governo nada fez de bom para seus contribuintes. O novo sistema de míssel era baseado em armas de raios de partícula carregadas disparadas por transportes a jato supersônico modificados TU-144. Em 12 de novembro um esquadrão de TU-144s foi enviado para interceptar e abater o *Enterprise.*

As cosmosferas jumbo continuaram a acompanhar o transportador à distancia como um recurso se os TU-144s falhassem – mas eles com certeza não falharam. O *ENTERPRISE* escorregou para baixo do norte através de sua estretégica Península Kola. Na medida em que atravessava sobre o Mar Branco os grandes jatos começaram a disparar para cima com suas armas de raios de partícula contra a nave bem acima. O terceiro raio explodiu cortando a seção média do transportador e ele quebrou na metade exatamente atrás do compartimento da tripulação e se desintegrou.

NASA foi adiante com seus filmes espaciais feitos para a televisão e seguiu o script para uma missão encurtada pré planejada. Eles sabiam dentro de horas do lançamento que o *Enterprise* tinha sido destruído. Tendo aprendido sobre os planos dos russos, em abril, para criar um incidente internacional com o transportador acidentado, eles queriam completar o vôo, aos olhos do mundo, rapidamente.

O pouso do transportador na Base da Força Aérea de Edwards, Califórnia, em 14 de novembro foi uma reapresentação do transportador que tinhamos visto no abril anterior. Literalmente aquelas tomadas a longa distância de telefotos do transportador descendo da estratosfera eram as mesmas que nos foram mostradas em abril. A NASA meramente alimentou os videotapes das cenas de longas distâncias de abril das redes e acrescentaram uma nova narrativa a elas. A única parte do pouso que foi ao vivo em novembro foi a porção terminal que pode ser vista no solo.

O transportador que nos foi mostrado pousando foi um dos novos transportadores de White Sands. Ele tinha sido transportado a bordo da aeronave de lançamento, Impulsionado a uma altitude modesta e altitude por um par de foguetes impulsionadores de combustível solido – o bastante para produzir ressonância sônica e então descer para a delícia da multidão presente.

Já que todos nós testemunhamos quão bem funcionou o segundo transportador, o próximo lançamento já foi marcado para março, apenas três meses depois daquele pouso perfeito. Foi planejado lançar o terceiro transportador exatamente como programado. Bem, o *Enterprise* não mais seria um problema embaraçoso para a NASA.

Agora tinhamos um novo transportador, o terceiro que nos foi mostrado como “Columbia” esperando em Cape Canaveral. Sua baia de carga esperava uma nova carga secreta militar. Este transportador particular tinha realmente sido modificado e armado para batalha no espaço. Nossos idiotas planejadores militares bolchevistas continuavam e ainda continuam a se recusar a entender como que ele vão contra – e dessa maneira, uma outra tragédia já estava nos estágios finais de ser feita.

VISÃO GERAL DOS EVENTOS MUNDIAIS

Para dar uma visão geral dos eventos mundiais coincidentes aos lançamentos dos transportadores, precisamos voltar a tentativa de assasinato de Reagan, em 30 de março. Os noticiários dispararam miríades de perguntas pelo mundo instantaneamente na medida em que velhas preocupações eram desencadeadas. Algum outro país de alguma forma tentaria tirar vantagem? Sobretudo, a Rússia invadiria a Polônia? Naquele tempo as manchetes nos diziam que uma invasão era iminente. Como foi mais tarde mostrado, nossas preocupações eram infundadas, mas não tinhamos meios de saber.

Ao invés de “invadir”, os russos estavam no processo de esfriar a mais recente crise trabalhista do Solidariedade. Da mesma forma, outras nações pelo mundo atuavam geralmente com restrição das seguintes notícias de disparos e literalmente, sem muita surpresa ou reação, os planejadores conheciam os planos. Isto é, todos, exceto um – a exceção solitária era ISRAEL! Você pode querer olhar estreitamente os próximos pedaços de informação e ver o que discerne.

ISRAEL

A cronometragem não podia ser mais precisa, “se isto tivese sido planejado antecipadamente.” Na medida em que os chocantes boletins dos tiros dispararam através da América, os aviões israelenses de guerra ligaram seus motores. Enquanto os porta-vozes americanos se reuniam para instruir a imprensa, os caça bombardeiros de Israel estavam se reunindo sobre o Líbano.

Por aquela tarde e anoitecer os americanos se reuniam ao redor dos aparelhos de televisão para receberem as últimas notícias do Hospital da Universidade George Washington, completamente chocados com os acontecimentos daquele seu proprio dia e distraídos totalmente de qualquer coisa mais que estivesse acontecendo no mundo.

Enquanto isto, os vilarinhos libaneses estavam se amontoando em porões e abrigos bombardeados enquantos os mísseis e bombas israelenses explodiam ao redor deles. O serviço Mundial da BBS e outros noticiários de rádio em ondas curtas relatavam para o mundo, os repentinos raids israelenses sobre o Líbano eram uma grande notícia, de fato. Mas não era assim na América.

As notícias sobre o tiro presidencial e suas consequências apagavam tudo mais exatamente como era suposto que o fizessem e nunca disseram a você o que realmente aconteceu com aquele incidente de tiro – mas isto não foi exata e precisamente como planejado, mas fez seu trabalho – afinal, todos nós vimos isto, não vimos?

Não foi senão quando as tropas sírias começaram a fazer movimentos em resposta aos raids israelenses ao Líbano que tudo isto começou a entrar na consciência da América. Dia após dia, os israelenses e sírios se lançaram uns aos outros mais e mais, diretamente e por meio de sub-rogados no Líbano.

Em 28 de abril jatos israelenses abateram dois helicópteros sírios sobre o Líbano. Isto foi uma notícia tremenda no exterior, mas nos EUA foi totalmente ignorada a favor da cobertura em todas as redes da fala do presidente ao Congresso naquele mesmo entardecer. Não foi senão no dia seguinte, 29 de abril, que a crise do Libano recebeu atenção da maior media controLada da América.

A CRISE DO ORIENTE MÉDIO

Os sírios tinham movido os mísseis anti-aeronave russos SAM-6 para o Vale de Beka no Líbano. Esta foi a resposta da Síria ao abatimento de seus dois helicópteros no dia anterior por Israel, sobre Zahle. Então a crise de misseis no Oriente Médio nasceu

A CONTENDA EUA E JAPÃO

Uma outra crise que se esgueira é a contenda crescente entre os EUA e o Japão. É como se Washington nada pudesse fazer de certo para os japoneses. Na manhã de 10 de abril de 1981, a primeira tentativa de lançamento do transportador espacial *Columbia* aconteceu em Cape Canaveral. Terminou em fracasso devido a um problema no computador, mas esta foi a história principal daquele dia na América. Todas as notícias foram enterradas que eram principais no Japão. No dia anterior um submarino americano havia afundado um pequeno navio de carga japonês, supostamente ao golpea-lo. Então o submarino havia abandonado a cena sem fazer qualquer tentativa de resgatar os sobreviventes. Ainda pior, os EUA nem mesmo haviam admitido o incidente para as autoridades japonesas até 36 horas depois e o episódio levantou mais e mais perguntas nas mentes dos japoneses.

COMO USUAL, A MARINHA TINHA UMA HISTÓRIA DIFERENTE

A Marinha dos EUA divulgou um relato que difere dramaticamente do testemunho dos 13 sobreviventes japoneses. O relatório da Marinha até mesmo localizou a colisão a 3 milhas de meia do lugar onde realmente aconteceu. Os japoneses queriam saber porque!

Os japoneses exigiam respostas para isto e muitas outras questões intrigantes sobre o incidente. O afundamento supostamente acidental do cargueiro japonês era apenas uma arma de abertura da contenda entre Washington e Tóquio.

Um choque após outro da América atingiram o Japão. Vasos navais americanos navegaram pelas frotas pesqueiras japonesas, cortando as redes de pesca em tiras. Repentinamente, haviam revelações que navios americanos com armas nucleares a bordo estavam usando regularmente os portos japoneses, em segredo.
O Secretário de Estado Haig cancelou uma visita ao Japão. Até mesmo a visita do Primeiro Ministro Suzuki a Washington recentemente tinha sido contra ele. Ele concordou com a linguagem em um comunicado conjunto que levou a acusações no Japão que Suzuki estava fazendo uma aliança militar secreta com os EUA. A ironia de tudo isto foi que os problemas de Suzuki eram devidos ao fato de que ele estava resistindo a tal aliança militar.

Os fatos, com certeza, eram que uma tentativa estava sendo feita para pressionar os japoneses por causa das quantidades maciças de dinheiro falsificado da América do Sul e da Antártica. Além disso, os bolchevistas nos EUA queriam que o Japão se rearmasse, para se tornar a polícia do Pacífico Ocidental. O predecessor de Suzuki, o Primeiro Ministro Ohira, estava pronto para acompanhar os bolchevistas americanos, a despeito dos duros avisos da Rússia para não fazer isto.

Então, surpresa das surpresas, Ohira morreu subitamente e Suzuki o substituiu. Suzuki não queria rearmar o Japão, assim os bolchevistas americanos o queriam fora do ministério. O Japão havia suportado todos os tipos de choques naqueles meses específicos, mas eles tinham um denominador comum: eles todos envolveram a perda de face do Japão como um todo e especialmente para o Primeiro Ministro Suzuki, e isto foi o mais doloroso para tal povo oriental.

Na Ásia, a perda da face é uma questão profundamente séria. Ao usar esta arma política, os bolchevistas americanos acreditavam que eles podiam derrubar o governo de Suzuki. Seja quem for que substituisse Suzuki teria uma conversa de paz para consumo doméstico mas teria que se preparar para a guerra se ele acompanhasse Washington.

OUTROS LUGARES

Todos os lugares na Ásia, China Vermelha e Vietnã recentemente haviam se engajado em guerras de fronteiras com muitas baixas. Enquanto isto, a chamada administração Reagan estava se preparando para declarar abertamente que venderia as armas americanas mais sofisticadas a China Vermelha. Você pode concordar que este câncer que consome a América tivesse causado tal insanidade? Você pensa que tenha melhorado desde então? Bem, certamente está ficando pior. Você não tem idéia de que tipo de década foi 1980.

Na Europa, também havia um turbilhão nas mãos dos agentes bolchevistas. O governo da Itália tinha acabado de ser derrubado por um escândalo tremendo que envolvia a conspiração maciça de muitos principais cidadãos do país. Na Alemanha Ocidental, o Chanceler Helmut Schmidt estava sob fogo de forças que queriam desfazer o equilíbrio que ele tinha alcançando entre Leste e Oeste.

E na França os bolchevistas tiveram uma tremenda vitória na eleição. Até então, a França tinha tido um relacionamento especial com a Rússia bem como com o Ocidente. O relacionamento era um de confiança construida laboriosamente que começou com o Presidente Charles de Gaulle; mas o novo Presidente francês, Mitterrand, estava trabalhando o mais rápido possível para mudar isto. Mitterrand tentaria trazer a França para o campo anti-russo, chefiado pelos bolchevistas americanos. Note sua presença em todo encontro aberto ou secreto e coloque as peças do quebra-cabeças no lugar.

Naquele tempo, crises grandes ou pequenas estavam se multiplicando e se compondo ao nosso redor, e grande parte disto não era acidental. Elas eram parte e parcela da deliberada construção de estratégia de guerra dos bolchevistas na América. Ao tornar o mundo um caldeirão de crises, eles estavam preparando o estágio para a Guerra Nuclear Número 1. O mundo inteiro estava cheio de desassossego exatamente como o desconfortável Balcãs antes da Primeira Guerra Mundial. A confusão tem diminuido?

A Primeira Guerra Mundial foi criada, aparentemente por acidente, pelo assassinato do Arquiduque Ferdinand da Áustria por terroristas.

Quando o transportador espacial *Columbia* decolou em seu vôo condenado de 12 de abril de 1981, uma frota de aviões especiais estavam no ar para rastrea-lo. Os EUA dependiam pesadamente de sua frota de aeronaves de avançado alcance de instrumentação. Eles estavam voando por comunicações de estações de radar e rádio conhecidos como “Froop Snoots” por seus enormes narizes bulbosos.

Este avião especial era um 707 modificado militarmente chamado *EC-135N.* Quando não estavam envolvidos em tiros no espaço, os *EC-135Ns* também tinham muitos outros usos, inclusive rastrear satélites russos. Havia apenas uns poucos destes *EC-135Ns,* assim todos eles eram muito importantes. Quando o transportador espacial *Columbia* decolou em abril, haviam apenas oito deles.

O Programa do Transportador Espacial era uma chave indispensável para seguir os planos de guerra dos bolchevistas, e os *EC-135Ns* eram cruciais para o programa. Em 6 de maio de 1981, um *EC-135N,* apelidado *”Boss Hog,”* decolou de sua base da Força Aérea Wright-Patterson, Ohio. Ele se dirigiu a leste no que era um vôo de treinamento de rotina. Na medida em que o modificado 707 voou na direção leste, ele estava se dirigindo para um encontro inesperado.

Planando alto sobre as montanhas do oeste de Maryland, uma cosmosfera solitária estava esperando pelo *Boss Hog.* As 10:51 A.M. o piloto do avião radiou as palavras “Nível de vôo 29” para os controladores no solo. O avião estava a 29.000 pés.

Momentos mais tarde a cosmosfera disparou seu raio de partícula carregada para baixo na direção do jato que passava a milhas abaixo dela. O raio explodiu um buraco no topo da fuselagem e outro na parte inferior. A descompressão explosiva esvaziou a cabine de seu ar. A explosão também criou uma explosão secundária fazendo do jato uma bola de chamas.

Ao mesmo tempo os cabos de controle pela cauda foram destruídos, e o jato virou violentamente o nariz para baixo. Ao invés de atirar pedaços milhas a distância, o avião caiu como uma rocha, quase que diretamente para baixo.

Os controladores de tráfego do radar estavam atônitos ao verem o avião desaparecer subitamente de suas telas, mas tudo isto foi documentado. Tudo estava acabado antes até mesmo que eles soubessem que algo houvesse acontecido.

No solo, as testemunhas ouviram um boom-boom-boom, e momentos depois uma gigantesca bola de fogo descia das nuvens. Por ao menos dez minutos, pequenos pedaços de destroços do avião continuaram a cair em direção ao solo a milhas ao redor.

Em qualquer desastre aéreo tão violento quanto este, a investigação geralmente se estende por meses – mas não neste. Em 29 de maio, sexta feira, exatamente três semanas depois da queda, a Força Aérea discretamente anunciou que a investigação estava terminada e que havia sido algum tipo ‘de erro do piloto”! A Força Aéra sabia o que havia explodido seu avião radar no ar, mas eles também declararam que, “por enquanto os resultados não serão tornados públicos”.

Enquanto a Força Aérea ainda estava se recuperando da perda do valioso *EC-135N,* foi a vez da marinha ter alguma diversão. Esta alguma começando a permitir que você reúna as peças de todas aquelas excursões navais? Que tal algumas explosões etc?

Os raios de partícula são tão exatos que eles podem ser disparados na turbina de um jato, durante o vôo. Mais uma vez, o alvo russo foi um jato altamente sofisticado de guerra eletrônica. O avião envolvido foi um EA-6B Prowler baseado no super portaviões, *USS Nimitz.*

Na noite de quinta feira, 26 de maio de 1981, o *Nimitz* estava engajado em exercícios de pouso noturno exatamente fora da Costa Leste. Os pousos em portaviões são sempre perigosos, especialmente a noite; mas o EA-6B tem uma vantagem especial. Ele é equipado com um Sistema de Pouso Automático no Portavião que permite pousos seguros em condições de visibilidade zero.

Parcialmente como um resultado, os Prowlers são conhecidos como alguns dos mais seguros de todos os jatos de portaviões, mas na noite de 23 de maio uma das novas cosmosferas jumbo russas estava planando alto sobre o *Nimitz.* Esta uma das duas armadas com a arma de raio de partícula neutron.

Quando o EA-6B se aproximava do *Nimitz* para pousar, a cosmosfera aguardava. No momento crítico da abordagem final, a cosmosfera disparou. O invisível raio neutron instantaneamente matou a tripulação de três e temporariamente desarranjou os sistemas eletrônicos do avião.

Ficando subitamente sem orientação, o jato se inclinou a direita e caiu no deck cheio de aviões. O resultado: 14 mortos, 48 feridos e 20 aviões destruídos ou danificados. Foi o pior desastre em deck de vôo da marinha desde a década de 1950.

EUA PROVOCA A RÚSSIA

Durante estes tempos houve muita conversa fiada sobre ‘segurança nacional”. O que isto significava? Poderia haver tal coisa como Segurança Nacional sem Sobrevivência Nacional?

Uma coisa divertida – nossos líderes continuavam a nos dizer que o que ameaçava a nossa segurança nacional era a Rússia. Enquanto não estamos olhando, eles se viravam para provocar a Rússia. Aqui está um exemplo:

O super portaviões *Nimitz* entrou no porto muito brevemente depois da queda em chamas do EA-6B. Ele entrou no porto em 28 de maio e saiu novamente apenas dois dias depois, em 30 de maio. A história oficial era que ele estava se dirigindo para o Caribe para exercícios continuados.

O *Nimitz,* contudo, tinha ordens de ir para o norte, não para o sul. Em uma partida drástica do procedimento normal, um grupo de transportadores americanos foi ordenado para a Noruega e Mar de Barrents, exatamente na porta da Rússia. Era esperado que o emprego fosse breve, mas de fato era mais perigoso, para dizer o mínimo. Era um ato insano de bravata dos bolchevistas americanos, como jogar sal em uma ferida aberta.

Os russos haviam tido o dia deles e não queriam empurrar vantagem mas indubitavelvente chegaria o tempo quando o empurrão iria longe demais.

MENTIRAS: GRANDES ENTÃO E GRANDES AGORA

As mentiras sobre Segurança Nacional eram grandes então e são grandes agora. Quanto mais eles fingem gastar em segurança nacional, menos segurança nós temos. Aqueles que secretamente controlam o destino da América [e assim do mundo] não podem manter a verdade e isto é porque apenas a verdade pode começar a afrouxar nosos laços.

Havia muita coisa acontecendo naquele tempo e não tenho tempo para mencionr tudo. No Irã, na América Central, Israel, etc. Em janeiro de 1982, a Rússia renovou a guerra geofísica envolvendo modificação atmosférica e terremotos artificiais. Algo que está acontecendo agora mais do que nunca. Partes do Canadá sofreram tão extremas condições de nevasca, que uma emergência nacional foi declarada.

Por mais de quatro anos as plataformas de armas eletrogravídicas russas chamadas cosmosferas tinham estado planando alto sobre os EUA. Elas primeiro anunciaram sua presença ao criar gigantescos booms ao longo das costas. Seus números continuavam a se multiplicar e elas patrulhavam continuamente sobre todos os tipos de áreas alvo estratégicas americanas.

Nossos planejadores americanos bolchevistas planejaram abater tantas cosmosferas quanto possível usando lasers de alto poder, quando veio a guerra. Até o final de 1981, era impossível para nós até mesmo detectar a presença das cosmosfras flutuando acima.

Elas eram invisíveis ao radar normal, exceto se muito próximas, mas pelo final de 1981, um programa tinha vindo com um sistema que algumas vezes podia detectar as esferas e permitir a mira a laser. A nova técnica foi chamada “Infravermelho aperfeiçoado por computador”. Era um meio extremamente sensível de detectar o calor da radiação liberado pelas cosmosferas. Isto foi reconhecido pelo acrônimo CEIR

Em um anoitecer de 12 de janeiro de 1982, um teste completamente operacional foi realizado contra uma cosmosfera que estava patrulhando sobre a área central de New Jersey. CEIR foi usado para mirar um laser de alto poder baseado no solo na cosmosfera e então o laser foi disparado. Uma seção da cosmosfera irrompeu em chamas azuis-esverdeadas.

Na medida em que as chamas começaram a se disseminar, a tripulação acelerou a cosmosfera na direção da costa porque todas as cosmosferas tem ordens estritas de não cairem em mãos não russas e eles estavam com pressa de alcançar o mar. A cosmosfera atingida foi vista sobre uma grande área a leste da Pennsylvania e central de New Jersey.

Ela tinha estado planando em uma altitude de mais de 40 milhas, mas caiu rápido. Sua concha semi rígida começou a se enrugar. Ela passou sobre Atlantic City em baixa altitude e caiu na água a apenas umas poucas milhas da costa. Muitas testemunhas assistiram os restos da cosmosfera se queimarem flutuando na superfície da água por aproximadamente dez minutos. Todo o incidente criou uma sensação na região local mas o porta-voz oficial do governo tratou isto como um usual não evento!

O primeiro abate de uma cosmosfera criou ondas de choque no Kremlin. Foi decidido muito rapidamente que uma mensagem clara seria enviada ao Pentágono que eles pagariam caro se o incidente se repetisse.

Os russos sabiam que um laser tinha atingido a cosmosfera deles e então no dia seguinte [13 de janeiro] um Boing 737 da Air Florida, vôo 80, com especialistas em laser a bordo caiu em Washington, D.C. O avião caiu em uma ponte apinhada, se quebrou em pedaços, e afundou no rio momentos depois da decolagem do Aeroporto Nacional durante uma tempestade de neve. O desastre matou 74 das 79 pessoas a bordo e quatro outras em veículos na ponte. Talvez você se lembre de ter assistido algumas tentativas de resgate.

A guerra não é divertida?

ACOMPANHANDO ACIDENTES

Então se seguiram uma cadeia de acidentes e quase acidentes – todos eles supostamente inexplicáveis. Todos os quatro jatos de demonstração Thunderbird da Força Aérea sofreram queda. Um Boeing 737 na Califórnia caiu muito longe de seu caminho de vôo, aparentemente sem causa, e estreitamente um desastre perdido ao bater em alguma linhas elétricas.

E o mais estranho de todos, um DC-8 da Japan Air Lines caiu na Baía de Tóquio em 9 de fevereiro durante os momentos finais de sua abordagem de pouso. Era um dia perfeito para voar, claro e ensolarado. O DC-8 estava apenas a 1.000 jardas do toque no solo, voando gentilmente. Não havia problemas mecânicos.

Repentinamente, o piloto agiu como se estivesse ofuscado. Relatadamente ele alcançou acima e reverteu o impulso de dois dos quatro motores do jato. O grande jato colocou o nariz para baixo; se esmagou nos postes de luz que marcavam o caminho de aproximação e caiu na água rasa; 24 pessoas morreram e outras 150 ficaram feridas.

Mais tarde, no hospital, o piloto disse que ele tinha tido um blecaute, O co-piloto relatou que ele também, repentinamente se sentiu aturdido, mas lutou e permaneceu consciente.

Repentinamente houve uma divulgação de informação a respeito de UFOs e acobertamentos de visitantes alienígenas e assim por diante.

RAIOS NEUTRON

Os raios neutron interompem os instrumentos eletrônicos e também os sistemas nervoso e mental das pessoas. Os russos estavam dizendo de fato aos bolchevistas americanos do Petágono: “Se vocês abaterem qualquer outra cosmosfera não haverá lugar onde se esconder…”

Em fevereiro de 1982, haviam três facções principais de poder lutando para se tornar “o rei da montanha”. Uma facção era aquela do cartel de Rockefeller – o complexo multinacional do Grande Petróleo, Grande Banco e Grande Negócio.

Uma outra facção era o Eixo Bolchevista-Sionista com sedes partilhadas entre a cidade de New York e Jerusalém.

A terceira facção era a dos novos governantes da Rússia que haviam expulso a maioria dos bolchevistas antes no poder lá.

O CARTEL ROCKEFELLER-RUSSO

Um novo relacionamento operacional estava em andamento entre os novos governantes da Rússia e o Cartel de Rockefeller. O arranjo, contudo, desmoronou pouco antes da conclusão.

O novo arranjo era um de, basicamente um acordo de não prejudicar um ao outro como matéria de política deliberada. O principal objetivo era livra-los [os russos e o cartel de Rockefeller) de lidar com o agora inimigo mútuo, os bolchevistas americanos que haviam infiltrado as posições chave de fazer política em Washington.

A área principal na qual o cartel de Rockefeller podia ser útil ao russos era na esfera econômica. A política externa dominada pelos bolchevistas americanos nos EUA era uma política de inanição econômica contra a Rússia e os satélites dela. O cartel de Rockefeller estava em posição de parcialmente enfraquecer estas políticas ao cooperar economicamente com a Rússia e o comércio Leste Oeste.

A guerra econômica americano bolchevista contra o bloco soviético estava aparentemente correta então na condição difícil da Polônia. Os bolchevistas americanos estavam finalmente tendo sucesso em usar a União Trabalhista Solidariedade para levar a Polônia a uma lei marcial. A lei marcial estava sendo usada como uma desculpa para fazer o povo polonês sofrer até mesmo mais nas mãos da América. Um mal disfarçado embargo de comida estava em lugar nos EUA contra a Polônia. Até mesmo ração para galinhas eram seguradas para criar um desastre para as próprias granjas polonesas. Todo o que era possível estava sendo feito para levar o povo polonês a um desespero tal que uma revolta aberta irrompesse.

O colapso da Polônia oferecia uma ameaça militar à Rússia e foi também um dreno econômico. Os novos governantes da Rússia estavam trabalhado com uma economia centralizada e incômoda deixada pelos bolchevistas expulsos. Isto não podia ser mudado da noite para o dia e assim os russos estavam vulneráveis a guerra econômica. Para evitar o desastre econômico, os russos estavam empurrando duro por novos meios de levantar moeda ocidental. Um tal movimento era um maior golpe nas seguranças dos Tesouro dos EUA mas, a longo prazo, os russos queriam estabelecer laços econômicos mais estáveis e benéficos mútuos com o Ocidente.

O OLEODUTO SIBERIANO

A peça central da direção econômica da Rússia se tornou o oleoduto siberiano para a Europa Ocidental. Era um projeto de 25 bilhões de dólares, o maior entre a União Soviética e o Ocidente. Ele ficaria pronto em 1984.

Os bolchevistas estavam tentando parar completamente o projeto do oleoduto, mas o cartel de negócios e petróleo de Rockefeller estava trabalhando diligentemente para ajudar o projeto a ir adiante. Em meados de febereiro a Câmara de Comércio dos EUA, a muito tempo um órgão de relações públicas de Rockefeller, foi a público sobre o oleoduto. Chamou o embargo de Reagan contra o equipamento do oleoduto uma estatégia de guerra econômica contra a Rússia.

O “Comitê Conjunto Econômico” do Congresso endossou o projeto do oleduto e na Europa, as companhias americanas multinacionais de petróleo estavam se alinhando para apoiar o oleoduto – todas elas, exceto uma, a Mobil Oil. Diferente dos outros membros do Cartel de Rockefeller do Grande Petróleo, a Mobil Oil na Alemanha Ocidental tinha estado publicamente se opondo ao oleoduto o que, de fato, era por si só mais interessante.

Para os russos, o oleoduto era uma questão de sobrevivência econômica e, com toda a guerra no horizonte, o Kremlin não tinha paciência com aqueles que diziam uma coisa e faziam outra. Os russos viram a posição da Mobil contra o oleoduto como uma encruzilhada, de efeito pendendo para o lado dos bolchevistas na América. Os governantes russos decidiram dar a Mobil Oil fortes razões para repensar sua posição, e rápido.

Na quinta feira, 11 de fevereiro, o navio russo de conteiners *Mekhanik Tarasov,* partiu de um porto em Quebec, Canadá, para Leningrado. Ele foi na direção nordeste subindo o Rio St. Lawrence, então através do Golfo de St. Lawrence para o Atlântico.

Depois de beirar a costa sul de Newfoundland, o *Tarasov* estabeleceu o curso leste para nordeste. Este curso foi escolhido para ficar muito perto da maior plataforma de petróleo semi-submersa mundial, passando-a o sul. Supõe porque? A plataforma era a *Ocean Ranger,* operada pela Mobil Oil. Supostamente não podia ser afundada – exatamente como o *Titanic.*

O *Tarasov,* como muitos outros navios mercantes russos, possuia capacidade militar que não era admitida. Na medida em que ele se aproximava da plataforma de petróleo em uma tempestade crescente, ele disparou um torpedo guiado ao alvo com uma ogiva nuclear de nível baixo na direção da plataforma.

Exatamente antes de 1:00 A.M. daquela manhã de segunda feira, 15 de fevereiro, o torpedo alcançou seu alvo: um dos gigantescos pontões submersos. As explosões nucleares sob a água são muito mais confinadas do que aquelas no ar e esta uma estava bem oculta pelos ventos com força de furacão e ondas esmagadoras. Um buraco foi aberto no pontão e a *Ocean Ranger* começou a se inclinar para o lado.

A tripulação deu uma dupla chamada pelo rádio; meia hora depois eles relataram que estavam tripulando os botes salva vidas. Mas a *Ocean Ranger* construída pelos japoneses estava destinada a ser a plataforma mais não afundável do mundo! Um canto da plataforma superior afundou na água e então parou. A plataforma permaneceu flutuante, escorada em um ângulo maluco.

As pessoas rudes pararam de tomar os botes salva-vidas, esperando que, afinal, os botes não fossem necessários. Então uma cosmosfera planando sobre a pataforma mirou o canto que havia afundado na água. Uma poderosa explosão de sua arma carregada de raio de partícula abriu um buraco no canto parcialmente submerso. Imediatamente, a *Ocean Ranger* afundou. Foi tão rápido que era tarde demais para que os botes salva-vidas fossem lançados com sucesso e todos foram perdidos.

O cargueiro *Tarasov* continuou no curso depois de afundar a plataforma. Os russos esperavam que o cargueiro estivesse longe antes que qualquer um entendesse o que aconteceu, mas eles calcularam mal!.

Por volta das 2:00 P.M. daquela mesma tarde de 15 de fevereiro, um submarino americano de ataque estava se aproximando do *Tarasov.* O submarino disparou um único torpedo contra o *Tarasov,* atingindo-o no costado. A água entrou pelo buraco gigantesco abaixo da linha de água e o cargueiro começou a afundar. Como a tripulação da cosmosfera que foi abatida em New Jersey, a tripulação do *Tarasov* tinha ordens estritas de proteger os segredos de seu navio e assim o capitão russo recusou ajuda de um cargueiro dinamarquês próximo, na medida em que seu navio afundava com seus segredos.

Bem, Mobil Oil certamente recebeu a mensagem, e apenas dois dias depois, a Mobil Oil fechou outras duas plataformas de petróleo que tinham estado próximas e as rebocaram para terra firme.

Recomendo que você dê uma olhada em todos os acidentes de derramamento de petróleo que tem acontecido.

COMANDO RUSSO DO ESPAÇO E DA LUA

Em 05 de fevereiro de 1982, o Vice Presidente Bush se tornou evidente por uma viagem a Cape Canaveral, Flórida. Ele foi fotografado com astronautas dentro de um laboratório de ciência espacial orbital europeu chamado “Space Lab.” Estava planejado colocar o Space Lab em órbita por meio do transportador espacial em 1983. Bush também anunciou que o vôo número 3 do transportador espacial estava programado para 22 de março de 1982. Era suposto ter uma semana de duração.

Para consumo público, os porta-vozes da NASA estavam continuando a fingir que o transportador estava meramente realizando descansados testes de vôo. Nos foi dito que o Programa do Transportador Espacial era basicamente um pacífico programa civil, a despeito de todas as tripulações militares voando os transportadores. Mas a imagem pacífica do Programa do Transportador Espacial era uma completa mentira. O fato era que os vôos do transportador espacial a caminho eram parte de um acidente, er, desculpe-me por isto, o programa dos EUA para reconquistar um pé militar mantido no espaço.

Os EUA tinham sido virtualmente fechados para o uso militar do espaço pelos russos desde 1977. O domínio espacial russo por aqueles quatro anos anteriores e mais adiante tinha sido ressaltado por inúmeros vôos espaciais tripulados. Estes incluiam cosmonautas de nove países, além da Rússia.

Enquanto isto, os EUA ficaram mais de cinco anos sem admitir qualquer tentativa de vôo espacial tripulado. Os russos, com os espetaculares vôos espaciais de longa duração na órbita da Terra foram suficientes para construir o prestígio aos olhos públicos mas o Programa Espacial Soviético envolvia muito mais do que publicamente revelado.

Desde meados de outubro de 1977, a Lua tinha sido um posto avançado russo. Haviam sete instalações de raios de partículas tripuladas no lado próximo e ao menos uma grande base do lado distante. No passado, missões regulares iam e vinham da Lua para ressuprir as bases e fazer a rotação de tripulações, e vagarosamente mas seguramente, o Kremlin estava avançando em seu caminho em direção às novidades nos noticiários sobre seu controle da Lua.

Eles já estavam começando a lançar pistas sobre isto como no exemplo de uma publicação circulada nos EUA e chamada de *Soviet Life* em fevereiro de 1982. Ela declarou: “Hoje as espaçonaves transportam entre a Terra e a Lua com maior frequência do que o fizeram as primeiras viagens ao Novo Mundo.”

No topo da página estava uma foto noturna de um vaso lunar pronto para sair de um cosmódromo russo. Abaixo estava uma foto da Terra vista do espaço e entre as duas a declaração em negrito destinada a dar uma outra pista sobre os vôos para a lua que afirmava, “De uma distância de 70.000 quilômetros acima da Terra, o planeta parece pacífico e indefeso. A meta comum é proteger nosso lar verde e azul.”.

Amigos, “satélites” não são usados em altitudes de 70.000 quilômetros. A mais alta órbita que é geralmente útil para os satélites da Terra é a órbita geossincrônica dos satélites estacionários sobre o equador. 70.000 quilometros é quase duas vezes mais longe da Terra. A única vez que uma espaçonave alcança esta distância da Terra é quando está a caminho da Lua ou um outro planeta.

O interesse russo no espaço se estendia muito além dos fatores militares. Os planos dos novos governantes russos eram de colonização do sistema solar. Estes planos estavam indo adiante incessantemente: de fato, naquele tempo havia duas espaçonaves russas se aproximando do planeta Vênus e enviando de volta uma corrente incessante de relatos dos homens a bordo.

Os russos visaram primeiro Vênus, não Marte. Este foi o primeiro alvo além da Lua para colonização experimental. Agora você pode entender melhor a inabilidade de nosso governo em permitir o “Telescópio Hubble” no espaço? Os russos começaram a pousar naves não tripuladas em Vênus em 1975! Eles sabiam alguns fatos chave que eram desconhecidos pelos EUA em 1982, quando o Programa do Transportador estava começando.

Em 1978 os russos começaram uma série vôos espaciais orbitais tripulados de duração crescentemente longa que foram amplamente publicados. Eles foram gradualmente estendidos para seis meses e mais para aprender quão bem as tripulações aguentariam as viagens interplanetárias. Em 1981, os vôos espaciais orbitais de longa duração estavam completos. Os russos haviam aprendido tudo que realmente precisavam saber.

Em 30 de outubro e 4 de novembro de 1981, duas espaçonaves russas foram enviadas a Vênus. Ambas naves eram tripuladas por cosmonautas russos e ambas estavam preparadas para pousar em Vênus na primeira semana de fevereiro de 1982.

A comparação dos programas espaciais dos EUA e da Rússia era um estudo de trágicas ironias. Era dito aos americanos que o transportador espacial era primariamente um programa de orientação civil, mas ele realmente era militar. Nos estava sendo dito que isto era o primeiro transportador espacial reutilizável do mundo, mas o transportador na realidade estava sendo perdido a cada vôo.

Nos era dito que o transportador espacial nos havia posto anos a frente da Rússia, mas estávamos realmente anos atrás. Frequentemente nos era dito que os nossos governantes queriam apenas atividades pacíficas no espaço, mas eles estavam fechando quase todos os programas científicos espaciais civis. O custeio continuava para um ou dois projetos pacíficos que eram tão visíveis para serem cancelados sem tumulto, tal como o do telescópio espacial. O acompanhamento dos projetos para explorar o sistema solar estava sendo descartado porque ele em nada contribuia para os planos de guerra de nossos líderes.

Nos era dito que na mente dos russos nada havia além de guerra e de conquista, mas eram os russos, não os americanos, que naquele momento tinham duas equipes de cosmonautas prontos para pousar em Vênus. Eles estavam indo lá por razões que nada tinham a ver com guerra.

Os russos estavam explorando a terra de Vênus. Eles estavam indo lá para explorar o sistema solar simpesmente porque isto estava “lá fora”. Os novos governantes da Rússia acreditavam que era destino do homem se mover para o espaço. A urgência em explorar que motivara seus ancestrais vikings estava viva e bem no Programa Espacial Russo. O único pregador real de igualdade para os EUA era de alguma forma dobrar economicamente os joelhos da Rússia a assim orquestrar guerras civis.

Sei que você achará difícil ou impossível acreditar nisto. Porque você não tenta provar que eu estou errado? Ou melhor ainda, porque você não decide descobrir por própria conta o que está acontecendo?

Você pode tentar ler *SOMEBODY ELSE IS ON THE MOON* de George Leonard, Little, Brown & Co. *Publishers Weekly* que disse no livro, “Leonard tem recebido pistas de um ex cientista da NASA sob o pseudônimo (o livro dele *Deep Throat*), e as fotos dele de “a foto assombrada do barril da NASA,'” são verdadeiramente perplexantes quando alguém começa a ver o que ele vê: plataformas imensas aparentemente ‘minerando” a Lua; estranhas geometricidades, marcas, símbolos, luzes, evidência de mudança e movimento”.

Ou obter as fitas e livros de Richard Hoagland tais como Hoagland’s *Mars, Vol. 3, The Moon-Mars Connection* (…nossos achados mais recentes na Lua”).

Em 16 de fevereiro de 1982, o transportador espacial foi movido para fora para a plataforma de lançamento em Cape Canaveral, cinco dias antes do programado. Este seria o terceiro transportador americano a ser usado. O primeiro, de fato, foi o real *Columbia* e foi destruído em abril anterior. Ele foi substituído pelo transportador de treinamento *Enterprise* que pousou na Base da Força Aérea Edwards e foi levado para a Flórida. O vôo do *Enterprise* em novembro anterior foi apenas uma medida de ‘preencher a brecha’ enquanto um terceiro transportador podia ser extensamente modificado.

O novo transportador em Cape Canaveral era um dos três transportadores secretos de White Sands. Ele havia sofrido uma extensa modificação desde que o primeiro transportador sofreu o desastre, dez meses antes. Ele parecia o mesmo do original *Columbia,* ao menos à distância, mas na verdade o transportador era muito diferente.

O transportador que estava na plataforma estava armado até os dentes para a batalha. A missão básica do terceiro transportador era a mesma do primeiro, quase um ano antes. Seu carregamento era uma estação robô de batalha disparadora de laser pesadamente blindada e destinada ao reconhecimento espacial sobre a Rússia. As armas espaciais russas acabaram destruindo todos os satélites espiões americanos quase quatro anos antes.

Isto significava que os planejadores americanos da guerra estariam atirando quase cegos contra a Rússia se eles começassem uma guerra sem de algum modo adquirir novos dados de reconhecimento. O transportador espacial estava tentando resolver este problema ao obter um novo satélite endurecido em órbita. Era disto que se tratava os transportadores espaciais – tentativas de reconhecimento de forma que a guerra nuclear pudesse ser lançada.

Depois que cada transportador decolasse da Flórida, ele seguiria uma curva de lançamento longa para o norte para imediatamente voar sobre a Rússia. Os planejadores militares bolchevistas americanos acreditavam que se eles pudessem uma vez colocar seu novo supersatélite espião em órbita, teriam feito o trabalho. Eles estavam confiantes que ele podia sobreviver aos ataques das armas espaciais russas tempo suficiente para enviar grandes quantidades de dados de reconhecimento e quanto tivessem a informação, o Pentágono estaria pronto para levar a América para a guerra.

Na primavera de 1981, o *Columbia* foi destruído antes que o satélite espião pudesse ser empregado. Similarmente, a missão disfarçada do *Enterprise* em novembro de 1981 foi um fracasso, mas os planejadores militares do transportador acreditavam que desta vez seria uma história diferente com seu transportador No. 3 se preparando para o lançamento.

Na baia de carga deste transportador estava uma nova estação de batalha e reconhecimento robô como a anteriormente descrita. Havia também um laser adicional montado no fim da baia de carga, exatamente atrás do compartimento da tripulação. Era um laser dinâmico de gás fluoreto de hidrogênio montado verticalmente, mirando para cima. Era equipado com uma cabeça rotatória consistente em espelhos que podiam mirar o raio ao redor de um amplo alcance de ângulos. O laser de fluoreto de hidrogênio na baia de carga pretendia principalmente proteger o transportador enquanto ele subia em direção à órbita.

O *Columbia* tinha estado sob fogo logo antes de alcançar a órbita. Analistas de inteligência nos EUA tinham eventualmente obtido bastante informação sobre o que aconteceu para decidir instalar o laser na baia de carga.

Na medida em que o transportador sobe, o ar fica mais fino chegando a quase nada muito antes dos motores do foguete pararem. No momento mais cedo possível, as portas modificadas da baia de carga que não tinham dobradiças no terceiro transportador, abririam por explosivos especiais. Na medida em que as portas da baia de carga flutuassem para longe do transportador, isto deixaria a metade superior da baia de carga aberta. O laser da baia de carga estaria pronto para disparar daquele momento em diante. Ele era equipado pelo mesmo sistema chamado CEIR como descrito anteriormente.

Já que um laser equipado dessa maneira tinha com sucesso abatido uma cosmosfera em janeiro de 1982, os planejadores do transportador acreditavam que ele poderia com segurança alcançar a órbita. Uma vez em órbita, os planejadores acreditavam que as principais ameaças ao transportador seriam os interceptadores orbitais russos Cosmos. Estes satélites assassinos tripulados eram responsáveis por haverem limpado os céus dos satélites espiões americanos. Para lidar com esta ameaça, houve verdadeiras modificações radicais no terceiro transportador.

Seja como for que tenha sido discutido o transportador espacial, sempre foi enfatizado que os astronautas do transportador podem trabalhar em mangas de camisa – sem necessidade de roupas espaciais porque correr em um transportador era quase como estar em uma aeronave comercial. Não desta vez.

Quando o Cel. Jack Lousma e o Cel. C. Gordon Fullerton subiram ao transportador, eles estariam em trajes espaciais. E ainda mais, eles precisariam de seus trajes espaciais porque a cabine deles não seria pressurizada. Toda a parte inferior frontal da nave deles abaixo do deck de vôo tinha sido transformada em uma baia de armas. Tão logo o transportador alcançasse a órbita, o nariz abriria para o vácuo do espaço, o nariz se dobraria para baixo e para trás, algo como certas aeronaves de carga cujos narizes se dobram para cima da carga e descarga.

Tal logo o nariz se abrisse, um complexo sistema a laser emergiria. O sistema tinha cinco seções tubulares miradas para cima, para baixo, para cada lado, e diretamente para frente. Cada tubo laser tinha uma cabeça rotatória em espelho para o raio mirar como aquele laser da baia de carga mencionado anteriormente. Uma vez empregado, o Sistema de Laser do Nariz seria capaz de disparar em quase qualquer direção, a única exceção seria um estreito corredor na parte de trás do transportador.

O Sistema de Laser do Nariz foi descrito como um ponto nuclear de laser de plasma hélio com cinco ressoadores. O pacote de energia nuclear poderia disparar qualquer um dos cinco tubos de laser a um dado tempo. Ele não era tão poderoso quanto o laser da baia de carga, mas, diferente do laser da baia de carga, o Sistema Laser do Nariz podia operar por um longo tempo, em base intermitente e os planejadores do transportador acreditavam que isto seria poderoso o bastante para incapacitar os satélites assassinos russos tripulados.

Sob a proteção do sistema de Laser do Nariz, Lousma e Fullerton eram para empregar o satélite espião robô. Logo este fosse empregado, eles retornariam a Terra em uma pequena cápsula tipo Gemini de reentrada. A parte do plano era a mesma apontada para o primeiro vôo. Enquanto isto, o transportador permaneceria em órbita.

O Sistema Laser do Nariz foi programado para se manter direto em destruir qualquer interceptador russo Cosmos que viesse dentro do alcance. Ele continuaria a fazer assim até ser destruido ou o laser nuclear se esgotasse, o que poderia levar um longo tempo. Isto constituiria uma chateação muito perigosa no espaço, e os russos teriam pouca escolha a não ser destruir isto. Os bolchevistas americanos esperavam que os russos perdessem montes de espaçonaves e homens antes de terem sucesso.

GUERRA NUCLEAR NÚMERO 1

Se os planejadores militares estivesem certos nos cálculos deles, a terceira missão do transportador podia se tornar uma batalha real no espaço. Se eles estivessem errados, eles planejavam tentar novamente. A quarta missão já estava programada para 4 de julho. Depois disso, não importa o que acontecesse com o transportador espacial, eles estavam planejando ir em frente de qualquer modo e criar a Guerra Nuclear Número 1.

Durante os feriados de 1981 de Ação das Graças para 1982. Três crises maiores estavam nos cercando. Primeiro, havia histórias sobre um alegado atirador líbio em assassinato de líderes principais do governo dos EUA; segundo, havia uma medida de força militar na Polônia; e terceiro, logo que os olhos do mundo piscaram na Polônia, veio a anexação ilegal por Israel das Colinas Sírias de Golã.

Na superfície, estas três crises podem parecer não estar relacionadas, mas de fato estavam e estreitamente. Embora certamente não parecessem estar. Cada uma dela era uma consequência do complexo plano secreto de guerra da junta militar conjunta dos EUA e Israel!

Até mesmo desde o início da primavera de 1981 este plano de guerra era nos relatado, o público, pelo grande acobertamento que cairia sobre nós e seria enterrado para que ninguém ouvisse sobre ele e os comunicadores da verdade foram presos, ridicularizados ou simplesmente mortos e os cidadãos pareceram não perceber – pior, nem nos preocupamos em nos livrar destes instigadores da guerra.”

Os conflitos pretendiam escalar gradualmente até que o tempo estivesse maduro. Então um primeiro ataque nuclear americano seria lançado contra a Rússia. A guerra nuclear começaria como se fosse acidental. As forças nucleares americanas não entenderiam que elas estavam disparando os primeiros tiros da guerra nuclear. Ao invés, elas receberiam falsa informação que desencadearia uma total retaliação contra um inexistente ataque russo!

O prelúdio desta guerra toda nuclear foi planejada para incluir uma Guerra no Oriente Médio. O plano conjunto de guerra dos americanos bolchevistas e dos planejadores militares israelenses, a guerra do Oriente Médio era uma responsabilidade de Israel. Isto estava fazendo de Israel o olho do furacão crescente de violência.

A crise continuou a crescer, aparentemente sem controle. Para Israel, a prioridade era fazer tudo possível para destruir os acordos de paz de Camp David. Isto é porque o Presidente Sadat do Egito foi assassinado umas poucas semanas antes [6 de outubro].

Por dezembro nos foi dito que um grupo de três dos seis atiradores já se pensava estarem nos EUA. Foi declarado que eles iam atirar no presidente e vários outros principais oficiais do governo. Os EUA abateram dois jatos líbios e mataram uma criança, filha de Khadafy, tentando programa-lo como um homem louco. Estes planos tinham o objetivo de nos levar mais perto de uma guerra nuclear.

Os velhos bolchevistas da Rússia que ganharam o controle das políticas militares dos EUA tinham estado tentando desencadear uma revolução na Polônia. Eles primeiro tentaram fazer assim ao subverter a Igreja Católica Romana e já um turbilhão estava se cozinhando em fogo baixo no Vaticano. Aproximadamente três semanas depois, uma tentativa foi feita para tornar a Igreja Católico Romana fortemente anti-russa em suas políticas. Em 28 de setembro de 1978, 3 dias depois de sua eleição, o Papa João Paulo I foi morto por envenamento, ainda que nos tenha sido dito que ele morreu enquanto dormia.

Em minha newslleter de fevereiro de 1979, divulgação do *Doomsday Club News & Intelligence Report* , disse que havia evidência de que o Papa João Paulo I tinha sido assassinado e que o Papa que o sucedeu era um agente da KGB! Malachi Martin escreveu um livro popular sobre o novo Papa, *THE KEYS OF THIS BLOOD,* mas o que você não sabia era que Martin era um judeu usando um nome falso e que o novo Papa não era o que parecia ser! Um livro chamado *IN GOD’S NAME* de David Yallop veio em 1984 com prova do assassinato do Papa anterior e Lawrence Patterson em sua newsletter revelou que o farsante judeu estava usando o nome de Malachi Martin.

Para aqueles que ainda tem uma cópia da minha newsletter, porque não checar comigo: na página 6 de fevereiro de 1979 eu disse, “o atual Papa [João Paulo II] não durará muito. Eu enfatizei isto – o atual Papa durará provavelmente menos do que cinco ou sete anos. Sim, errei, eu sei, ele ainda está aí. Mas deixe-me citar um livro chamado *BLOOD AND ASHES,* um Phoenix Journal, que na página 133 diz: “Os bolchevistas dentro do Vaticano que engenheiraram a eleição dele, queriam apenas sua imagem potencialmente anti-russa, não o próprio homem e assim ele também, foi despachado por envenenamento e substituído por um dublê em 21 de novembro de 1978. O novo Papa ator então começou a divulgar uma corrente incessante de declarações contra a alegada repressão russa contra a Polônia”.

“Os bolchevistas americanos planejaram completamente usar o poder deles no Vaticano para criar o que seria conhecido como “a Revolução do Papa” na Polônia… A inteligência russa foi capaz de substituir o Papa ator bolchevista pelo seu próprio dublê”.

Yallop, em seu livro na página 301, diz: “Muitos milhões de palavras tem sido escritas desde a eleição de Karol Wojtyla em tentativas de analisar e entender que tipo de homem ele é. Como pode ser visto, ele é o tipo de homem que pode permitir homens como Villot, Cody, Marcinkus, Mennini, de Strobel, de Bonis, e Poletti permanecerem no cargo. Não há defesa com base na ignorância. Marcinkus responde diretamente ao Papa, e é inconcebível que o Papa não soubesse do grau de culpa que cabe a Marcinkus.” Marcinkus, meus amigos, foi membro da Máfia judia de Cicero, Illinois que eventualmente ganhou controle dos bilhões de dólares do Vaticano. E matou o Papa anterior. Você não ama a religião e os pregadores?

O FALSO PAPA

O falso papa estava programado para visitar a Polônia e estabelecer uma revolução, mas a inteligência russa foi capaz de parar isto. Tendo sua intriga no Vaticano estragada naquele momento, os planejadores bolchevistas na América começaram uma rota diferente.

Os agentes deles dentro da Polônia começaram uma agitação para uma união trabalhista independente a ser conhecida como Solidariedade. O Solidariedade foi criado unicamente para o propósito de criar condições cada vez piores na Polônia até que um confronto inevitável seria criado com o governo. Eventualmente eles foram bem sucedidos e a lei marcial foi declarada.

As notícias sobre a lei marcial na Polônia alcançaram o Ocidente no domingo, 13 de dezembro de 1981. No mesmo dia em que o governo de Begin em Israel lançou a terceira crise de natal. Naquele dia, o governo israelense anunciou sua decisão surpresa de anexar as Colinas de Golã.

As Colinas de Golã estão ao longo do canto nordeste da fronteira com a Síria e são território sírio. Elas tem sido ocupadas pelas tropas israelenses desde a guerra de 1967 e então os assentamentos civis israelenses as tem ocupado, mas pela lei internacional, as Colinas de Golã pertencem a Síria.

Como sempre, o governo de Begin defendeu suas ações em termos de arrongante auto-direito como tem feito troça da regra da lei!

Mundialmente, a reação foi a condenação universal de Israel, e dentro do próprio Israel havia um amargo criticismo. Os EUA estavam na mais difícil posição de se mostrar publicamente. O tempo se esvaia enquanto urgentes decisões secretas eram tomadas sobre como gerenciar publicamente a situação.

Então, em 18 de dezembro, os EUA anunciaram que suspenderiam “indefinidamente” o alegadamente novo acordo de cooperação estratégica com Israel. Em resposta Israel cancelou o novo acordo com a América.

Por um acordo mútuo a portas fechadas, os EUA e Israel bateram uma pose de longo braço para consumo público. Isto especificamente tinha o propósito de livrar as mãos de Israel para agirem sem restrição mais tarde.

O Primeiro Ministro de Israel Rabin resumiu com as palavras: “A anexação das Colinas de Golã é o começo do fim de ‘Camp David’.”

Bem, naquele tempo, todos os planos dos bolchevistas americanos e dos sionistas em Israel estavam em andamento. Eles estavam preparando o irromper da guerra no Oriente Médio para antes do fim do verão de 1982. De lá, passo a passo, eles planejavam fazer o conflito escalar com outras crises continuando a se multiplicarem mundialmente.

Em 6 de julho de 1982 o governo israelense anunciou que tropas americanas seriam enviadas ao Líbano, se necessário. Horas depois, Reagan anunciou que, “Sim, a princípio, ele estava preparado para enviar Marines como parte de um ‘acordo de armistício’.”

A PISCINA SUJA

Para consumo público, eram dadas garantias que isto seria feito sob certas situações confortantes. Supostamente, os Marines seriam enviados para temporariamente policiarem o armistício, não para o combate, e somente se todos os lados concordassem com a presença deles.

Isto não soa como uma reedição – “Estamos lá para asegurar que o Iraque não invada o nosso irmãozinho, a Arábia Saudita” e “Estamos no Haiti apenas para preservar a Democracia” ?. O Iraque não tinha intenção de invadir a Arábia, então ou mais tarde. Saddam Hussein foi chamado ao Kuwait para proteger os interesses dos kuwaitianos de serem absorvidos pelos interesses dos EUA e um colapso trazido pelas notas seguintes default dos kuwaitianos aos banqueiros. Uma piscina suja.

No dia seguinte uma carta de aviso contra o envio dos Marines foi enviada a Reagan pelo Presidente Soviético Brezhnev. Era um aviso críptico que não continha ameaças. Em linguagem diplomática dizia simplesmente: ‘Não faça isto.’

Os avisos anti-guerra de Moscou foram se tornando crescentemente urgentes e frequentes. Em 7 de julho, Brezhnev avisou para que os Marines não fossem enviados ao Líbano e isto foi divulgado, e somente seis dias mais tarde o aviso de Ustinov contra o primeiro ataque nuclear americano foi divulgado. Isto não lhe surpreende? Você não se lembra das pequenas porções dos noticiários?

Os avisos anti-guerra da Rússia não incluiam apenas palavras mas também ações, meus amigos. O Kremlin era governado por homens que sabiam que palavras sem ações eram inúteis contra os bolchevistas americanos. Isto era o motivo porque eles estavam dando os avisos um mês antes que as medidas preventivas russas devam ser esperadas começarem a ocorrer. Estas medidas preventivas estavam prontamente a caminho, na forma de ataques de aviso para enviar uma mensagem clara e limpa.

O primeiro destes ataques de aviso aconteceu na manhã de domingo de 27 de junho de 1982. Milhões de americanos assistiam o lançamento do transportador espacial número 4 pela televisão. Você assistiu até que os dois propelentes sólidos de foguete se separaram e cairam fora do transportador. Momentos depois, uma cosmosfera jumbo que estava acompanhando a distância o transportador, disparou duas rápidas explosões nos propelentes que caiam e que não estavam mais visíveis na televisão.

A arma de raio das cosmosferas abriu um buraco no lado de cada concha de 18 milhões de dólares do propelente. Um avião C-130 da Força Aérea estava rastreando os propelentes e viram seus paraquedas abertos, mas quando os propelentes atingiram a água eles continuaram afundando. Graças aos buracos que tinham precisamente explodido em seus lados – eles certamente não flutuaram. As equipes de recuperação observavam sem esperança na medida em que os 36 milhões de dólares em hardware espacial afundava em vários milhares de pés de água.

Embaraçados funcionários da NASA tentaram explicar a perda dos dos propelentes do transportador com a mentira de que seus paraquedas não abriram.

AVISOS!

A *Encyclopedia Brittanica Book of the Year* fala deste incidente: o quarto lançamento do “*Columbia* do Centro Espacial Kennedy foi em 27 de junho, com os astronautas Thomas K. Mattingly e Henry W. Hartsfield, Jr. Fittingly e eles pousaram em 4 de julho na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, cumprimentados pelo Pres. Ronald Reagan e aproximadamente 500.000 cidadãos. Um problema maior ocorreu quando os dois foguetes propelentes cairam no Atlântico, aparentemente por causa de falhas nos paraquedas. Contudo, não houve perigo para o *Columbia*. Experimentos incluiram um a ser desenvovido por uma companhia particular. Ele era destinado a produzir certos farmacêuticos continuamente de alta pureza. Os astronautas também ajudaram a salvar o primeiro “portal espacial” quando um circuito defeituoso evitou que a energia alcançase a lata.”

Enquanto isto, as mensagens russas de fato eram claras. Se os russos tivessem querido, teriam destruído o prório transportador na televisão nacionalmente, nada menos; ao invés, escolheram explodir somente os foguetes. Eles estavam poupando a face do nosso governo para uso mais vantajoso durante os anos seguintes. Eles certamente tem gerenciado fazer tudo muito bem, às nossas custas.

A seguir veio o desastre da Aeroflot em Moscou seguido da represália em 9 de julho do jato da Pan Am em New Orleans (um Boeing 747 da Pam Am se acidentou com 145 pessoas a bordo em Kenner, LA, pouco depois da decolagem de New Orleans, explodiu, e caiu em quatro ruas residenciais: o acidente, que matou 153 pessoas, incluindo 8 no solo, foi o segundo pior desastre na história americana, envolvendo um único avião). Ambos eventos eram atos de guerra – a guerra secreta que ambos os lados estavam começando a mencionar abertamente em público. A mensagem russa aos bolchevistas americanos aqui estava: “vocês não estão tão seguros quanto fingem estar.”

Seis dias mais tarde os russos relembraram aos bolchevistas nos EUA de suas capacidades combinadas em guerra geofísica, uma sabotagem disseminada aqui. Já em 1977 tinhamos sido avisados que os russos estavam em campanha de plantar minas nucleares onde eles podiam destruir incontáveis represas ao redor dos EUA. Estes aparelhos ainda estão lá, esperando pelo uso ao pressionar um botão de um gatilho do detonador, bem como fora do nosso alcance e controle.

Como podem trabalhadores subversivos entrar em nossas fronteiras sem nosso conhecimento? Eles não podem. Há agentes russos da KGB demais em nossa CIA como americanos. Nosso governo pensou, naquele tempo, que as minas eram um grande blefe porque foram os próprios russos que anunciaram a presença delas ao nosso governo.

Em 15 de julho de 1982, o Kremlin disse, “Pense novamente” para o Pentágono bolchevista. Naquele dia o norte do Colorado estava enfrentando incríveis tempestades, produto da modificação atmosférica russa. As represas na área estavam tensas para afastar a acometida da água. Então uma mina sub-aquática de baixo efeito foi detonada na base da Represa de Lawn Lake. A represa explodiu e as águas inundantes desceram o cânion e atingiram a cidade de veraneio de Estes Park. O governo freneticamente tentou encobrir seus rastros ao dizer que estava preocupado com a represa, mas o desastre veio realmente sem qualquer aviso porque a represa foi instantaneamente arruinada pela explosão.

MAIS AVISOS

No dia seguinte houve outro tiro de aviso russo. Desta vez ele foi expresado na velha linguagem de guerra naval, atualizada para a Era Espacial.

Quando os confrontos ocorrem no mar, as vezes um vaso de guerra disparará um tiro através do arco de um outro vaso. O tiro é destinado a mal raspar o navio, passando exatamente na frente dele. Um tiro através do arco talvez seja a mensagem militar mais inconfundível na face da Terra. Isto significa: ‘Pare imediatamente ou será destruido.”

Em 16 de julho um DC-19 da United Airlines decolou de Boston para Los Angeles. Entre os passageiros do grande jato estavam certos membros chave do grupo governante bolchevista aqui na América.

Por algum tempo o vôo continuou sem incidentes mas na medida em que o jato voava na direção oeste a 39.000 pés, uma cosmosfera russa estava estacionada para intercepta-lo. A cosmosfera planava a várias milhas, fora do lado do caminho de vôo do jato e a umas poucas centenas de pés acima dele. A arma de raio de partículas carregada da cosmosfera foi mirada horizontalmente para disparar um tiro através do arco do veloz DC-10.

Na medida em que o jato se aproximava, a tripulação da cosmosfera carregou a arma de raio para uma explosão de máxima energia em modo defocado. Isto produz uma violenta explosão aérea como aquelas ouvidas naquele inverno, ao longo da Costa Leste e em outros lugares. Precisamente no exato instante, a cosmosfera disparou seu tiro através do arco do DC-10 que vindo.

Esta tremenda explosão aérea exatamente acima da altitude do DC-10 criou uma enorme onda de choque para o ar que descia. Um instante depois, o jato voou para dentro disto. Os passageiros mais tarde disseram aos repórteres que ele ouviram um big bang, então o avião inteiro sacudiu como se empurrado para baixo por uma mão gigantesca. Todo mundo que não estava usando o cinto de segurança foi atirado no teto, que é um longo caminho para um DC-10. Muitas pessoas ficaram feridas, algumas seriamente; então o episódio acabou tão rápido quanto havia começado.

O jato voou para Los Angeles sem incidente posterior – mas para certos indivíduos no avião o tiro através do arco significou um claro aviso! Isto certamente significou algo para o pessoal militar e do governo porque eles tinham sido avisados que isto aconteceria. Isto dizia claramente: “Pare agora seus planos de guerra ou vocês serão destruídos.”

O próximo tiro de aviso ocorreu em 22 de julho. Ele foi destinado aos especialistas em armas entre os bolchevistas americanos nos EUA. Naquele dia o primeiro teste de vôo de pleno alcance do novo míssel Pershing-2 do Exército aconteceu em Cape Canaveral. O Pershing-2 é um míssel nuclear que a administração Reagan queria colocar na Europa onde pudesse atacar a Rússia. A Europa seria usada como plataforma de lançamento.

Uns poucos segundos depois que o Pershing-2 subiu de Cape Canaveral ele foi banhado em radiação neutron de uma cosmosfera russa acima. Lembre-se, a radiação neutron desarranja todos os tipos de equipamentos eletrônicos. Como resultado, o sistema de orientação do Pershing-2 ficou maluco.

O míssel que subia virou de lado e então começou a correr pelos adoráveis céus da Flórida. Dezessete segundos depois da decolagem, o Oficial de Segurança de Alcance apertou o botão de auto-destruição e o míssel explodiu.

A mensagem russa para os bolchevistas nos EUA foi muito clara de fato. Os planos de usar mísseis para destruir a Rússia não teriam sucesso. A tentativa de fazer isto apenas faria chover a destruição sobre a própria América.

GUERA NUCLEAR NÚMERO UM

O Eixo Reagan-Begin de bolchevistas e sionistas pretendiam manipular estas crises, e as que viessem, para pavimentar o caminho para a guerra. Repentinamente, certas crises se combinariam para desencadear uma cadeia de eventos que levasse a Primeira Guerra Nuclear. A junta militar conjunta do Pentágono dos EUA e Israel estava trabalhando em uma rápida cronometragem para tudo isto. Eles estavam planejando o tempo final para meados do verão de 1982, para que começasse a sequência final: o cumprimento do plano estava marcado para setembro.

Isto envolveria conflitos regionais no Oriente Médio que gradualmente escalariam para engolfar os superpoderes. A coisa toda estava sendo criada para fazer parecer inevitável a guerra nuclear. Ao menos a própria guerra nuclear irromperia entre os EUA e a Rússia. Isto seria feito para parecer acidental, mas como já detalhamos no passado, a primeira guerra nuclear começaria com um ataque americano á Rússia.

A partir deste ponto, os secretos planejadores da guerra nos EUA tinham estado esperando que levaria muitos meses para a construção final da guerra seguir seu curso. Por exemplo, a guerra no Oriente Médio podia ser desencadeada pelo verão de 1982, mas levaria até a primavera de 1983 para que a resultante guerra nuclear irrompesse. O plano realmente havia sido mudado e pelo inverno de 1982 ocorreram dramáticas mudanças no planejamento secreto da guerra a caminho na América.

A cronometragem para a primeira guerra nuclear foi acelerada em muitos meses para ter o inverno como aliado. Isto foi quando a data alvo foi estabelecida para meados de setembro de 1982. Havia pouco mais do que seis meses do lançamento do terceiro transportador espacial e assim a desesperada necessidade de vigilância para informação de inteligência a respeito da União Soviética. Bem, então um maior golpe de inteligência foi conseguido pelos bolchevistas americanos que permitiria o alvejamento bem acurado.

Dois generais soviéticos de alto escalão foram estimulados a sair da Rússia e levados a Washington. Estes dois homens eram bolchevistas que os novos governantes da Rússia falharam em detectar e expelir. Na linguagem da inteligência, eles permaneceram como “manchas” no aparato militar da Rússia.

Agora eles haviam sido trazidos para a América e trouxeram com eles uma riqueza de dados sobre a atual postura militar russa. Gaças a estes dois antigos generais russos bolchevistas os secretos planejadores da guerra nos EUA agora tinham bastante informação.

Se eles pudessem obter mais dados dos vôos dos transportadores espaciais números 3 e 4, quanto mais melhor, mas se nenhum destes vôos fosse bem sucedido, os planejadores da guerra não pretendiam esperar mais e seguir com a inteligência de solo. Eles queriam fazer uso da inteligência obtida dos dois generais russos enquanto elas estavam recentes e as mudanças não podiam ser feitas na União Soviética por aqueles que suspeitassem da traição. Portanto, a linha final para o ataque aos russos foi reprogramada.

Se os EUA tivessem entendido e ouvido, todos nós teríamos entendido que o quarto lançamento era a linha da encruzilhada para a contagem regressiva para a guerra.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA A GUERRA NUCLEAR 1

No início de 1982 houve uma tremenda luta oculta que estava dividindo o governo americano. De um lado estavam os bolchevistas americanos cujo agente operacional chefe de governo era o Secretário de Defesa Caspar Weinberger. Do outro lado estava o Cartel de Rockefeller, cujo chefe no governo e porta-voz era o Secretário de Estado Alexander Haig. Weinberger e Haig estavam constantemente em oposição nos noticiários, e pior, em particular. Pego no meio de tudo isto estava o fantoche, o Presidente Reagan.

Reagan foi instalado pelo Cartel de Rockefeller mas veio a ficar grandemente sob controle bolchevista depois da tentativa de assassinato em março de 1981. Por volta de fevereiro de 1982, os militares americanos eram dominados pelos bolchevistas, mas nem sempre havia sido assim.

Por 1982 um plano para um golpe militar apoiado pelo cartel de Rockefeller foi novamente colocado em movimento e desta vez era um programa intensivo. O cartel de Rockefeller não podia suportar permitir que seus inimigos bolchevistas tivessem sucesso em estabelecer uma guerra nuclear; portanto, o golpe militar devia ocorrer antes do quarto vôo do transportador espacial, planejado para o verão de 1982, porque a guerra estava programada imediatamente a seguir do vôo.

O homem que estava a cargo das preparações do golpe militar era o general de quatro estrelas do exército que era também Secretário de Estado, o General Alexander Haig. Se você se lembrar, a Guerra pelas Ilhas Falkland [Malvinas] ocorreu a este tempo e os bolchevistas estragaram o golpe. Haig foi exonerado e o bolchevista George P. Shultz ocupou seu lugar em 25 de junho.

GUERRA DAS FALKLANDS

Você precisa saber os fatos por trás da Guerra pelas Ilhas Falkland, o disparo do *U.S.S. Liberty* pelos israelenses, o turbilhão na América Central, os desenvolvimentos na direção de uma guerra Irã-Iraque, a Líbia de Kadhafi, Afganistão, Polônia etc. As coisas não eram e não são o que você pensa que sejam, amigos!

Tenho mencionado sobre dublês [substitutos]. Por exemplo, em 6 de março a BBC citou um artigo do *London Times* questionando se Khomeini ainda estava vivo ou não. O artigo expressou suspeitas que as fotografias falsas estavam sendo usadas mostrando o dublê de Khomeini.

QUANTOS DEDOS VOCÊ VÊ?

Lembro, acredito, que o artigo estava no *Reader’s Digest, um artigo que disse que quando Khomeini estava no exílio em Paris, ele tinha perdido um dedo. Quando ele mais tarde voltou ao Irã, ele tinha todos os dedos. Khomeini era bem um operador de milagre, você não acha? Ou alguém poderia estar trapaceando?

O Eixo Reagan-Begin, em conluio com seus parceiros sionistas em Israel, estavam indo de vento em popa tentando iniciar uma guerra nuclear.

O Projeto Manhattan veio de uma decisão de fazer a bomba [no dia anterior a Pearl Harbor em dezembro de 1941), para trabalhar uma bomba que explodiu em Hiroshima em agosto de 1945. E isto foi antes dos computadores.

Em 1982, um novo programa foi iniciado similar ao Projeto Manhattan. Isto foi chamado de programa “Stealth” [invisibilidade] e, surpresa das surpresas, teve sucesso no mesmo ano! Ele teve sucesso por causa do imenso poder de computação da Corporação de Controle de Dados dos computadores Star 100 e Cray (uma ramificação do Control Data).

O ramo mais secreto do Programa Stealth era desenvolver uma aeronave que seria invisível a mais do que apenas ao radar. Elas deviam ser invisíveis até ao olho. Estes aviões de guerra invisíveis fantasmas levaria especial equipamento eletromagnético.

Você vê, já havia a capacidade, porque a Rússia tinha o “know-how” para tornar invisíveis as cosmosferas e os Interceptadores Cosmos. Tudo o que era realmente necessário era obter mais desertores e a maioria dos desertores tinham um preço com o qual barganhariam.

O equipamento incluia magnetos [imãs] supercondutores que eram mantidos a temperaturas perto de zero. O equipamento criogênico cria um campo eletromagnético enormemente poderoso ao redor da aeronave. O campo é projetado segundo os princípios da “Teoria do Campo Unificado” de Einstein.

Einstein nunca terminou completamente esta Teoria de Campo, mas ela foi estudada por técnicas numéricas usando os computadores Star 100 e Cray e outros e a integração se tornou um simples jogo. Por este método, o bastante pôde ser aprendido, acoplado com a informação roubada, para aplicar a Teoria do Campo Unificado aos novos aviões de guerra “Phantom”.

Pense nas possibilidades magnificentes. O tempo é uma função da medida do movimento das coisas – átomos, matéria e coisas. No zero absoluto, os átomos param de se mover. O tempo para. Quando os átomos se aceleram em relação aos arredores, o tempo se acelera. A frequência é tudo.

Quando você entende as regras, coisas maravilhosas são possíveis. Para dicas das possibilidades, estude o Philadelphia Experiment e o Projeto Montauk. Leia *A BRIEF HISTORY OF TIME* de Stephen Hawking ou *HYPERSPACE, A SCIENTIFIC ODYSSEY THROUGH PARALLEL UNIVERSE, TIME WARPS, AND THE 10TH DIMENSION* de Michio Kaku.

Isto é o porque o governo deve manter oculta a aeronave Stealth como um segredo de segurança nacional. Eles tem revelado parte do segredo dizendo que a forma das superfícies afetam a assinatura ao radar, para explicar os ataques no Iraque e assim por diante, mas eles não querem que você saiba o resto dos segredos. Ao revelar isto muito, eles evitaram que o programa Stealth fosse examinado pelo Congresso.

Sob este programa eles podem enviar 22 aviões a batalha e os 22 aviões retornam. Missão cumprida! Você não vê todos os outros que foram para a batalha e aqueles que são perdidos, são feitos de forma que você veja o mesmo número retornar.

Quando o campo da invisibilidade é ligado, um avião de guerra “Phantom” é envolvido por um tipo de bolha eletromagnética. A luz que atinge o campo vinda de qualquer direção se divide, se reune novamente do outro lado e segue. O efeito disto é como o de uma pedra no riacho – a água fluindo na direção da bolha se divide, vai ao redor dela e então se reune novamente do outro lado.

Quando você não vê nada, a luz pula do objeto e atinge seus olhos. Seus olhos então reconhecem o padrão. Se algo vem entre você e o objeto, você não pode ver isto. Mas se a luz do objeto vai ao redor da obstrução, você vê o objeto original, mas não a obstrução. Isto é como funciona o Phantom, embora de perto eles sejam muito pouco detectados enquanto de longe sejam totalmente invisíveis. Você agora entende porque tantos avistamentos UFO são borrados?

O Radar se comporta do mesmo modo da luz, apenas em um cumprimento de onda diferente. Então os aviões Phantom são invisíveis a luz e ao radar, a menos que eles desliguem seus campos. Isto explica alguns dos booms sônicos relatados onde não há avião visível.

Os russos, contudo, podem ver através destes campos usando sofisticados detectores de raios infravermelhos.

Os aviões Phantom são completamente imunes a laser porque um laser é apenas um raio de luz intensa. Um campo de invisibilidade também dá proteção contra o sistema de raio de partícula russo na habilidade de rastrear mas o plano é um tiro pela culatra, porque os russos já tinham desenvolvido a tecnologia do escudo anti-invisibilidade. Ordinariamente as partículas carregadas são muito mais fáceis de defletir do que a luz, então os raios de partícula carregada não são páreo para o escudo defletor de luz. Ah, mas quando você obtém raios neutrons pulsados você realmente obtém um punhado de problemas.

E então restam apenas as armas de raio neutron. Os raios neutron da Rússia penetrariam o escudo de invisibilidade, mas os meios que eram ensinados terem sido encontrados para escudar contra a radiação neutron bem o suficiente para tornar os raios neutron ineficazes em parar um avião de guerra Phantom. Isto foi concebido como verdade por causa do escudo tremendamente eficaz que seria parte do projeto básico do avião de guerra Phantom por meio do qual o avião primeiramente tinha que ser localizado para que fosse disparado o fogo. O projeto básico exigiria uma tal escudagem sofisticada para evitar o desarranjo dos instrumentos eletrônicos, bem como a tripulação, se fosse uma nave tripulada.

Então o resultado do programa seria construir uma nave que seria indetectável aos meios convencionais e era acreditado que seria invulnerável a todas as armas de raio da Rússia. Estas armas de raios haviam sido a chave da superioridade militar russa desde 1977, e então o avião de guerra Phantom era a arma esperança para atacar a Rússia no planejado ataque nuclear.

O avião de guerra Phantom tinha reconhecidamente um maior inconveniente. Deste modo, sua maior força também poderia ser sua maior fraqueza. Quando o campo da invisibilidade era ligado, as ondas de luz que vinham não atingiriam o avião; ao invés, a luz flui ao redor do avião. Isto é o que torna o avião invisível aos observadores a distância mas, ao mesmo tempo, o campo evita que ondas de luz externas alcancem a cabine do avião. Em outras palavras, o piloto não pode ver nada fora do avião [fora do campo de invisibilidade]. Ele é exigido pela lei física fazer o vôo cego.

Havia apenas uma técnica conhecida no Ocidente pela qual o avião Phantom podia ser navegado. Ela é chamada de “Orientação Inercial“, uma técnica usada nos ICBMs. Na Orientação Inercial, um sistema computadorizado mantém o rastro de todas as forças e manobras vivenciadas pelo veículo. Ao adicionar isto ao correr do tempo, o sistema calcula onde isto está sem referência do mundo externo. Para um avião de guerra Phantom, o problema da Orientação Inercial é muito difícil. O sistema de orientação deve operar por várias horas enquanto o avião voa para o alvo. Isto dá muito tempo para erros serem construidos o que enviaria o avião fora do curso, mas o problema foi dito ser resolvido suficientemente para utilizar os aviões Phantom no ataque.

A nova Teconologia de Orientação Inercial tem sido desenvolvida usando laseres no lugar dos velhos giros mecânicos usados nos ICBMs, e então o projeto super secreto do avião de guerra Phantom tinha basicamente tido sucesso no conceito – e, para todos os intentos e propósitos, agora tinhamos uma super arma. Ela era revolucionária, os protótipos estavam voando e um programa apressado de produção já estava a caminho pela década de 1980. Os secretos planejadores de guerra esperavam ter uma frota operacional pronta no verão de 1982. Este era um item regular na curta cronometragem para a guerra.

Por causa da orientação inercial, dados de reconhecimento absolutamente acurados eram totalmente críticos para o planejamento da guerra. Quando os aviões Phantom decolassem para atacar a Rússia, eles teriam que ter conhecimento anterior do tempo exatamente de onde o alvo deveria estar. Portanto, por um ano o transportador espacial havia feito uma tentativa desesperada de obter a necessária informação dos alvos do espaço. Seriam os primeiros novos dados desde que a Rússia tinha destruído os satélites espiões em 1978. O transportador espacial número 3 foi mais bem sucedido em fevereiro de 1982. Os planejadores da guerra agora haviam obtido os dados mais cruciais dos alvos necessários para que o Phantom atacasse a Rússia. Como resultado, um programa de guerra inteiramente novo estava sendo preparado para a futura guerra nuclear planejada.

Os estrategistas de guerra americanos estavam ávidos pela guerra porque eles acreditavam que podiam alcançar a vitória sobre a Rússia – o conceito de vitória, contudo, não incluia o povo americano. Os estrategistas secretos da guerra estavam se preparando para sacrificar a América e a maioria de seu povo no altar do Domínio Mundial – e somente o tempo e lugar haviam mudado.

ESTRATÉGIA DE GUERRA

O novo avião de guerra radicalmente novo Phantom causou igualmente uma revisão radical da estratégia mestra da guerra com a qual os estrategistas americanos estavam contando. Elementos de várias estratégias passadas estavam sendo reunidos para criar um grande plano.

O planejamento estratégico da guerra nuclear em Washington estava sendo realizado sob o nome de “Projeto Z.” A letra “Z” foi escolhida por ser a letra final do alfabeto. Os planejadores estavam confiantes que este seria o último plano de guerra que eles precisariam contra a Rússia. O Projeto Z era tão secreto que estava sendo feito no próprio Pentágono; ao invés de por um grupo de elite de estrategistas de guerra que eram reunidos em uma sala especial de guerra no centro de Washington. A sala de guerra era oculta em uma construção que nunca seria suspeita deste propósito. Era praticamente dentro da sombra da Casa Branca.

A elite dos planejadores de guerra era um pequeno grupo. O trabalho dele era pensar em termos da grande imagem completa. Eles tinham suas impressões digitais nos terminais de computador com o qual podiam acessar qualquer informação que necessitassem do outros computadores do governo [usando o software PROMIS da INSLAW que foi roubado, por exemplo]. Isto incluia não apenas os bancos de dados do Pentágono mas também os arquivos de computador de todas as outras agências do governo.

Por maio os planejadores do Projeto Z já tinham chegado a amplos ressaltos de seu plano mestre de guerra. Detalhes incontáveis e refinamentos já estavam adiante, mas a estratégia básica já foi decidida. Esta estratégia sustenta olhar para este ponto.

A estratégia do Projeto Z para a Guerra Nuclear 1 era um plano de três fases – isto é, os planejadores da guerra pretendiam que a guerra seguisse em três fases distintas conhecidas como: Fase 1 – Iniciação; Fase 2 – Atrito; e Fase 3 – Dominação.

O maior processo estava baseado nas crescentes crises mundiais, como aquelas que levaram a Primeira Guerra Mundial. Estamos vendo este processo de vento em popa ao nosso redor. Foi planejado que estas crises se escalem nos próximos seis meses e finalmente a centelha será disparada. Os planejadores do Projeto Z estavam preocupados com os atos militares daquela centelha inicial em diante.

A Fase 1: Em seus planos, a Fase de Iniciação começaria com um ataque americano surpresa à Rússia. O ataque surpresa usaria os novos aviões de guerra Phantom. Eles seriam a chave nas consequências do resto da guerra.

No verão de 1978 a América tinha começado uma maior mudança na estratégia do primeiro ataque nuclear contra a Rússia. Seria abater as bases no solo da tríade espacial russa de armas estratégicas. Se isto pudesse ser feito, o poder militar completo russo no espaço pereceria.

Isto deixaria a Rússia e os EUA em termos mais igualitários pelo resto da guerra. O plano era usar uma combinação de subnaves ou aeronaves não tripuladas chamadas RPVs para o ataque inicial. O plano realmente era para ser tentado uns dois anos antes, mas terminou no fracasso total porque os RPVs não eram páreo para as cosmosferas russas e suas armas de raios de partículas, mas os novos aviões de guerra Phantom estavam quase prontos e o plano foi revivido em uma forma atualizada.

Pretendiam que os Phantom estivessem baseados nas portas da Rússia. Estas áreas de bases eram: norte da Noruega, leste da Turquia, e a mais crítica de todas, a província de Sinkiang no noroeste da China. Agora sabemos porque Reagan e outros se tornaram tão acalentadores com a China. Já, os laseres de alta energia estavam sendo movidos nestas áreas. Elas foram equipadas com o novo aparelho de mira chamado CEIR. Estes lasers tinham provado a habilidade de abater as cosmosferas. Elas seriam usadas para proteger os aviões Phantom da destruição no solo pelas cosmosferas.

Os aviões Phantom que seriam usados não seriam tripulados. Eles eram equipados com pilotos robôs que seriam programados para uma viagem de um só caminho. O invisível piloto robô voaria pelo espaço aéreo da Rússia invulnerável a qualquer ataque de arma de raio. Os misseis anti-aeronaves disparados contra elas seriam incapazes de atingi-los, e assim os planejadores do Projeto Z acreditavam que os aviões Phantom com os robôs alcançariam seus alvos.

Estes alvos eram os quatro cosmódromos russos para foguetes, mais várias instalações de cosmosferas na Sibéria central. Os aviões robôs invisíveis cairiam como kamikases em seus alvos. Aparentemente fora do claro céu azul, todas as bases espaciais russas repentinamente desapareceriam em bolas de fogo termonucleares.

Além das bases espaciais russas, o assalto do avião de guerra Phantom seria sempre dirigido para uma outra categoria de alvos principais. Eram as bases dos Sistema Anti-míssel de vôo. O sistema consistia de uma frota de Transportes Superssônicos TU-144 equipados com armas de raios de partícula. Eles supostamente forneceriam a linha final de defesa a Rússia contra a vinda de ogivas em misseis. Os aviões americanos Phantom seriam programados para destruir as bases dos TU-144.

A fase 1 estava continuando em uma cronometragem muito estreita para maio de 1982. Se o ataque dos aviões invisíveis tivessem sucesso, um contra ataque furioso pela Rússia era uma coisa garantida. O Projeto Z exigia que os EUA vencessem a Rússia. O inteiro arsenal nuclear americano seria disparado contra a Rússia.

Isto seria feito ao criar uma falsa indicação qe a América estava sob ataque nuclear. O método que seria empregado era conhecido como Pulso Eletromagnético ou EMP. EMP é um fenômeno associado as explosões nucleares nas bordas do espaço. As forças estratégicas foram programadas para considerar um um episódio EMP como prova positiva de um ataque russo. Sob estas circunstâncias, elas estavam instruídas para contra atacar a Rússia sem esperar ordens posteriores.

Na cronometragem do Projeto Z, as explosões dos aviões Phantom na Rússia seriam seguidas momentos depois por detonações nucleares na América do Norte. Eles seriam lançados ao céu a partir de vários locais ao redor dos EUA para criar um violento episódio EMP. As Forças Nucleares Estratégicas, obedecendo ordens, lançariam o que eles acreditariam ser uma retaliação contra a Rússia.

Na medida em que os ACMs americanos fossem lançados nos céus sobre nossas cabeças, ainda um outro evento estaria a caminho. Tenha em mente o episódio de janeiro de 1982, quando uma cosmosfera foi abatida pela primeira vez – sobre New Jersey. Do mesmo modo, os lasers de alta energia localizados em muitos lugares nos EUA estariam abatendo tantas cosmosferas quanto possível.

Ao tempo em que os nossos ICBMs fossem lançados uns poucos minutos depois, seria esperado que muitas das cosmosferas ameaçadoras acima tivessem sido destruídas. Elas seriam incapazes de explodir todos os nossos mísseis na medida em que fossem lançadas, e muitos sobreviveriam em seu caminho contra a Rússia. O sistema de vôo ABM russo estaria fora de ação. Despida de todas as suas defesas contra um ataque de mísseis, a União Soviética logo estaria em chamas no mar das tempestades nucleares.

No plano de guerra do Projeto Z, a chegada dos ICBMs americanos nos alvos russos marcaria o fim da Fase 1, a fase da iniciação.

A FASE 2: A FASE DE ATRITO

Durante a fase 2, os planejadores da guerra divisavam um dano extremo tanto nos EUA quanto na Rússia, com a guerra graualmente correndo. Primeiramente, haveria uma chuva de ogivas mísseis russos sobre os EUA. Também haveriam ataques de mísseis sobre certos outros alvos ao redor do mundo, onde as forças militares americanas estivessem localizadas. Mas a destruição real seria dos próprios EUA.

Os planejadores da guerra do Projeto Z não esperavam que a América, como você a conhece, sobrevivesse a uma troca nuclear. Diferentemente da Rússia, os EUA não tem uma defesa civil digna deste nome, sem falar os abrigos duramente explodidos e, por causa da necessidade da surpresa total no ataque contra as bases espaciais da Rússia, as seguintes trocas de ataques nucleares viriam sem aviso. Pessoas em seu tempo livre estariam nas praias, negociantes fazendo seus acordos, donas de casa estariam nos supermercados, crianças brincando etc.

Em minha newsletter de julho de 1978 avisei que era uma política dos EUA não avisar sua população. Subitamente as sirenes de ataque aéreo podiam começar a tocar, mas seria tarde demais. A América que você conhece e ama morreria aos milhares como Hiroshimas. Os esquematizadores da guerra tem planejado tudo e somente atualizaram seus planos para se adequar as mudanças nos acontecimentos de hoje.

Enquanto vocês e suas crianças desaparecem da face da Terra, eles completamente pretendiam e ainda pretendem se resguardar de qualquer ataque que tenham causado, dentro dos bunkers de guerra do governo que foram construídos com o nosso dinheiro de contribuintes, em Camp David, Mount Weather, Pine Gap, China Lake e dúzias de outros locais. Vocês tem acesso a estes lugares? Penso que não.

4 DE CADA 5 AMERICANOS MORRERÃO

Gradualmente, em um período de muitos meses, eles plenamente esperavam que o conflito entre a Rússia e os EUA se extinguisse. Ambos os lados estariam exaustos e arruinados; ambos perderiam a capacidade de levar a guerra mais longe.

Na Rússia, a ferida seria dolorosa – mais de 50 milhões de mortos e milhões de feridos e morrendo. Mas nos EUA, a ferida seria mortal. Os planejadores de guerra do Projeto Z tinham entendido isto em seus próprios computadores . Se tivéssemos sorte, 40 a 50 milhões de americanos podiam sobreviver no fim da guerra. Todo o resto teria morrido nos ataques nucleares ou dos ferimentos e doenças. A guerra nuclear 1 tornaria a assistência médica virtualmente inexistente no que sobrasse da América.

Os bolchevistas americanos pretendiam se abrigar até que a guerra acabasse. Eles esperariam até que o ponto final fosse alcançado por ambos os lados que não poderiam mais lutar. Isto marcaria o fim da fase 2, a fase de atrito.

FASE TRÊS: FINAL

Finalmente o plano de guerra do Projeto Z se moveria para a fase final. Esta fase, de fato, seria a dominação mundial pelos satânicos parasitas bolchevistas e sionistas que já controlavam e controlam os militares americanos.

Um braço do plano anterior tinha sido a estratégia que era necessária para que os EUA dêem a impressão que estava e tornando crescentemente mais fracos, desarmando unilateralmente, fechando as bases militares e assim por diante, mas isto era somente para consumo público. O lado secreto da estratégia envolvia a real construção de armamentos, em segredo. Isto necessitava um governo secreto o qual seria criado por Jimmy Carter, Oliver North, George Bush, et al., sob a tela de fumaça da FEMA – a Agência Federal de Gerenciamento de Emergência.

Quando os bolchevistas/sionistas tomaram o poder nos EUA dos Rockefellers, eles continurama acumular reservas secretas de armamentos mundialmente, e especialmente em Israel. Foi bem planejado que na media em que a guerra começasse a irromper, todos estes armamentos seriam trazidos abertamente.

Até mesmo se populações inteiras dos EUA e da Rússia fossem destruídas, eles ainda teriam 95% da população mundial viva, e sob domínio total da elite. Ambos, bolchevista e sionistas, desprezam e repudiam os russos e os americanos e o domínio mundial pode vir dos banqueiros e cartéis globais através do dano maciço e/ou destruição de ambos maiores poderes.

Onde tudo isto deixa o nosso aliado Grã Bretanha? Pode ser que eles planejem sobreviver livres e claros no domínio mundial?

Em 30 de março de 1982, um dia por trás da programação, iamos ver um transportador pousando na Base de Misseis de White Sands, Novo México. White Sands é o verdadeiro centro nervoso do Programa do Transportador Espacial, a despeito do que a media nos diz ao contrário..

O terceiro vôo do transportador, a despeito de que transportador fez; o que representou um outro primeiro e este não foi visível na televisão. Pela primeira vez um transportador espacial tinha tido sucesso em sua secreta missão militar. Ao fazer isto, uma outra barreira foi removida no caminho da guerra nuclear. A terceira missão espacial aconteceu aproximadamente um ano depois do primeiro vôo de abril de 1981. Uma comparação entre o primeiro e o terceiro vôo é um estudo de ironias. No fiasco de abril, a publicidade do primeiro vôo era destinada a dar a impressão que isto era não naturalmente perfeito. Enquanto isso, a secreta missão militar – que vocês não viram – foi um desastre. Com o terceiro võo é um outro caminho. Do início ao fim, a publicidade emanada da NASA deu a impressão que o transportador estava pragueado de problemas. A NASA queria ser capaz de explicar se o desastre os atingisse novamente mas, a missão militar no espaço, oculta de nossos olhos, foi um sucesso e a perda de mais um transportador não foi tão deletéria para o programa como um todo.

PROBLEMAS

O transportador espacial número 3 era suposto orbitar um novo satélite espião especial. Ele foi endurecido contra o ataque das armas espaciais russas e armado com um laser controlado por robô que podia disparar de volta. Além disso, o próprio transportador foi armado com lasers em sua terceira tentativa.

A imagem pública de um vôo do transportador realmente foi vários dias antes do lançamento, graças ao tempo. Chuvas fortes atingiram a Base da Força Aérea Edwards na Califórnia, usada antes para os pousos, tornou-se um lamaçal úmido. A estreita programação militar do programa do transportador exigia que o vôo decolasse como programado, de qualquer maneira, assim, para consumo público um trem ferroviário de 23 carros carregado com equipamento foi enviado da Califórnia para o Novo México.

Ostensivamente, a NASA estava criando a sensação do momento no sítio de pouso de White Sands. Isto foi feito de forma que o papel central de White Sands no programa do transportador não seria suspeito pelo público e também deletaria a necessidade de substituir transportadores no próprio pouso porque ela é completamente fechada ao público.

O transportador espacial No. 3 decolou de Cape Canaveral somente uma hora depois da programação na manhã de segunda feira, 22 de março. Começando no momento da decolagem, a NASA começou a mentir com base em uma história de acobertamento que a missão militar devia falhar.

Primeiro você ouviu a voz pré gravada do Comandante do transportador Jack Lousma dizendo que inexplicáveis flocos brancos estavam voando depois do escudo de vento. Mais tarde, depois que o transportador já estava fora da vista, nos foi dito que um dos pacotes de energia [ um APU] não estava funcionando. Estas pistas iniciais de possíveis problemas já tinham sido gravadase para a transmissão durante o lançamento – por uma razão. Havia o medo que o transportador pudesse ser destruído pelas armas espaciais russas antes de alcançar a altitude de órbita.

Se isto tivesse acontecido, os gerentes do transportador queriam ser capazes de iniciar um acobertamento que não revelaria a situação militar; mas como isto se mostrou, as preparações realizadas por meio de nova manobra radical já discutida, o transportador ao menos alcançou a altitude apropriada.

Quando o transportador No. 3 decolou, ele se dirigiu para o nordeste. Cameras de longa distância o acompanharam até que os dois foguetes sólidos se separaram e cairam. Então, na medida em que o transportador desaparecia da vista, começava sua longa virada para o norte. Ele ia em direção de uma órbita quase polar e assim teria que passar sobre a Rússia. Este era o mesmo plano de vôo do passado, mas desta vez uma nova característica crítica foi acrescentada.

Menos de trinta segundos depois que o transportador desapareceu das câmeras de TV, as portas da baia de carga foram explodidas completamente. Isto abriu um campo de fogo para o laser defensivo na frente da baia de carga. Então o transportador e seus gigantescos tanques externos começaram a girar vagarosamente em uma versão da era espacial de um barril rolando.

Na Segunda Guerra Mundial, os pilotos de caça usavam o barril rolando para evitar as balas dos aviões inimigos. Similarmente, o transportador espacial usou um barril rolando para se proteger contra o provável ataque das cosmosferas russas. Ao rodar como um saca rolhas, o transportador tornava impossível para a cosmosfera se aproximar de qualquer direção. A manobra do barril rolante era uma muito arriscada, contudo, para o transportador. O transportador e o tanque não eram projetados para acrobacias aéreas na mente, mas os cálculos mostraram que ele sobreviveria ao giro vagaroso, e de alguma forma ele o fez…

Uma das maiores questões sobre o giro do barril era o que isto faria aos astronautas Lousma e Fullerton. Era exigido deles que suportassem estes estonteantes giros por seis minutos. Ao mesmo tempo, o transportador ainda estava acelerando com mais de três vezes a força da gravidade; e por causa do projeto peculiar do transportador e do tanque de combustível, os giros eram de fato adoecedores.

Os médicos militares espaciais sabiam que na melhor das hipóteses Lousma e Fullerton estariam muito doentes por algum tempo depois de alcançar esta baixa órbita. Sua corrida selvagem giratória terminaria abruptamente na falta de peso. Esta é uma combinação garantida de desarranjo de equilíbrio de até mesmo o mais capaz astronauta. Nada remotamente como isto já havia sido feito. Os médicos estavam altamente preocupados que até mesmo se os dois sobrevivessem a missão e voltassem a Terra, poderia haver um dano permanente no equilíbrio deles.

Quando a órbita foi alcançada, eles de fato ficaram violentamente doentes. Este é o motivo pelo qual você ouviu estes relatos sobre a náusea atacando ambos os homens. NASA queria pavimentar o caminho para uma explicação pública plausível se eles não parecessem bem quando voltassem a Terra. Ao mesmo tempo os planejadores do transportador sabiam perfeitamente bem porque eles estavam doentes. Isto é porque os porta-vozes da NASA agiram tão despreocupamendamente quando discutindo a doença espacial com repórteres. Quando eles chamaram isto de “doença do movimento”, eles estavam fazendo um grande sub-entendimento.

Lousma e Fullerton eram para começar a trabalhar imeditamente ao alcançar a órbita apropriada – doentes ou não. Seu corpartimento de tripulação extensamente modificado era para já estar despressurizado – automaticamente – com os dois homens dependendo de suas roupas espaciais. Este plano tinha que ser modificado ligeiramente quando o rolamento em barril foi acrescentado ao plano de vôo.

DIFÍCIL PARA A TRIPULAÇÃO

Quando o transportador alcançou a órbita os astronautas estavam em roupas espaciais, mas a cabine ainda estava pressurizada. Eles ainda tinham vários minutos para chegar a cápsula de escape gemini guardada abaixo. Uma vez dentro da cápsula de escape eles então despressurizavam a cabine: então o Sistema de Laser no Nariz empregado automaticamente para proteger o transportador contra qualquer ataque das armas espacias russas. Isto permitiu que Lousma e Fullerton se recuperassem da doença espacial enquanto dentro da cápsula.

Pelos próximos dois dias mais ou menos, fazer certo era sua tarefa principal. Era um período de vulnerabilidade total, dependente do Sistema Automático de Laser ainda não testado. Os planejadores queriam ter uma desculpa pronta mais tarde se o transportador fosse atacado ou destruído. Assim dias depois do lançamento vimos na TV as imagens dos ladrilhos perdidos no nariz do transportador. Segundo estas imagens, ao menos uma dúzia de ladrilhos na área negra foram perdidos.

Se isto realmente houvesse acontecido, teria sido causa de extremo alarme. Mais tarde o porta-voz da NASA minimizou isto, dizendo que os ladrilhos não eram críticos. Mas não existe tal coisa como ladrilhos negros que não fossem críticos. Os ladrilhos negros perdidos eram para suportar temperaturas de 1500 graus Fahrenheit. Sob o ladrilho nada mais há que uma peça de feltro chamado “bloco tenso de isolamento” que não resiste a cinco minutos nestas temperaturas, e sob o feltro está a pele de metal do transportador. Isto é feito de alumínio que perde sua força acima de 350 graus. Se exposto a um calor de 1500 graus pela falta dos ladrilhos, o transportador não evitaria possivelmente um dano muio severo, incapacitante, ou destruição por rutura.

FARSA PRÉ GRAVADA

Os bons filmes espaciais da NASA que vimos na TV eram uma farsa pré gravada para fornecer uma desculpa se algo fosse errado, mas não. Os astronautas se recuperaram, foram trabalhar, empregaram o novo satélite espião militar. Enquanto isto, os porta-vozes da NASA alegavam que os problemas com os ladrilhos eram menores. Se tivesse servido a seu propósito, não eram mais necessários.

Embora pelo resto da semana ouvissemos sobre um problema após outro. Supostamente as portas das baias de carga não fechariam e suponho que não, já que elas foram completamente explodidas, a toilete não funcionaria, três dos quatros canais de comunicadores não funcionasse, uma das três telas cruciais de dados na cabine falharam, etc. Nenhuma destas histórias era verdadeira; tudo isto pretendia fornecer material e história encoberta para possíveis problemas com a secreta missão militar. Mas no fim nenhum deles foi necessário e então os porta-vozes da NASA apenas afastavam como não importantes.

A secreta missão militar foi um sucesso, assim a missão fingida que foi preparada para a TV foi declarada um sucesso completo, também.

Mais tarde na noite de sexta feira, 26 de março de 1082, Lousma e Fullerton terminaram de empregar o novo satélite super-espião. Não demorou mais do que o planejado, foi feito. O transportador foi deixado em órbita e os astronautas reentraram suas cápsula de escape gemini, dispararam seus retrofoguetes e cairam da órbita para uma amerissagem no Oceano Índico. De lá eles seguiram sem parar para White Sands, Novo México.

Os diretores do transportador tiraram vantagem de uma tempestade de areia em White Sands para retardar um pouso público em um dia enquanto os astronautas eram recuperados. Então na manhã seguinte eles foram a bordo de um dos dois transportadores remanescentes em White Sands. O transportador decolou da ponta norte da imensa base de White Sands, usando foguetes sólidos. Apenas momentos antes das 11:00 A.M. fez seu aparecimento na TV. Eles voaram para o norte, cairam sobre montanhas e pousaram em uma nuvem de poeira branca. Finalmente, deppois de uma espera respeitável, apareceram Lousma e Fullerton descansados e refrescados.

No Memorial Day, 30 de maio de 1982, Richard Halloran vazou a existência do Projeto Z em um artigo no *New York Times.* O artigo dizia: “Pentágono desenha sua primeira estratégia para lutar uma longa guerra nuclear. Os fazedores de política do Departamento de Defesa em um novo plano de defesa de cinco anos tem aceito a premissa que um conflito nuclear com a União Soviética pode ser prolongado e tem desenhado sua primeira estratégia para combater tal guerra”.

Isto contudo não queria dizer lançar a guerra em três meses. O artigo continuou para mencionar que o plano era composto de um documento não publicado de 125 páginas. Era destinado a aprovação de um homem que servia diretamente a Satã, o Secretário de Defesa Caspar Weinberger.

Caspar Weinberger é um camarada muito mais interessante, mas a história dele é tão perplexante que terei que poupar vocês por uns momentos e guardar para uma outra vez. O Pentágono dos EUA era controlado pelos bolchevistas que anteriormente controlaram a Rússia. Weinberger era o mais alto agente *visível* dos bolchevistas no governo dos EUA naquele tempo.

AMARGOS RIVAIS: PORQUE OS ROCKEFELLERS TINHAM QUE SER REMOVIDOS

O plano da guerra nuclear dos bolchevistas estavam se movendo mais rapidamente, mas o governo dos EUA era uma casa dividida. Os bolchevistas tinham a oposição de seu amargo rival, o cartel de Rockefeller. O agente operacional máximo visível no governo federal naquele tempo era o Secretário de Estado Alexander Haig. A hostilidade frequentemente visível entre Haig e Weinberger era somente uma pálida sombra de uma luta mortal pelo poder por trás das cenas. Diferente dos bolchevistas, as facções dos Rockefeller não queriam uma guerra nuclear. Em uma palavra, eles não podiam tolerar isto. Eles perderiam tudo, e então a facção dos Rockefeller estava trabalhando tão fervorosamente para degolar o plano de guerra nuclear bolchevista.

Os novos governantes anti-bolchevistas da Rússia também eram contra a guerra nuclear. As atitudes anti-bolchevistas e anti-guerra nuclear do cartel de Rockefeller e do Kremlin levaram a uma coalisão limitada entre eles. O resultado mais espetacular desta coalisão Rockefeller-Rússia foi a Guerra das Falklands [Malvinas] entre a Argentina e a Bretanha.

As Falklands foram a consequência visível para encobrir o estado de guerra que ocorreu em abril de 1982. O cartel de Rockefeller e os russos uniram forças para destruÍrem certas instalações militares e reservas de armas. Este eram ingredientes chave na fase final do plano de guerra do Projeto Z.

A operação inteira começou na Ilha Georgia do Sul em 3 de abril. Com a ajuda da Argentina, uma equipe de comando conjunta Rockefeller-russa foi capaz de abater a gigantesca base naval lá. A base, construída durante a década de 1960, era originalmente controlada pelo governo americano pelo Cartel de Rockefeller mas os bolchevistas adiquiriram o controle das bases no final dos anos de 1970 quando também tomaram o controle do Pentágono Americano.

A maior base estava contida dentro de uma gigantesca caverna artificial dentro de uma montanha perto da água. Com as entradas de navios camuflados seladas, a base era a prova de bombas, mas o comando conjunto Rockefeller-Rússia teve sucesso em atacar a base ao perfurar um buraco pela montanha. Então uma compacta bomba de raio neutron russo foi inserida pelo buraco e detonada dentro da cavernosa base naval. O processo levou várias semanas. O governo Thatcher que – como o governo dos EUA – era controlado pelos bolchevistas, despachou a Marinha Real.

Primeiro, era suposto desalojar a força militar pesadamente armada conjunta Rockefeller-russos antes que esta pudessem destruir a base naval. Então, seguiria para as Falklands para a luta publicamente admitida. A Marinha Real chegou vários dias atrasada demais para salvar a secreta base da Ilha Georgia do Sul. Mas por aquele tempo o pânico do governo Thatcher já tinha comprometido 2/3 da marinha Real no Atlântico Sul. No topo disso, ao menos um navio britânico já tinha sido afundado pela Rússia em ligação com a secreta operação da Ilha Geórgia do Sul. Isto não deixou a Thatcher outra escolha que combater a Argentina, de outra forma teria sido impossível explicar o enorme emprego britânico no Atlântico Sul, muito menos as pesadas perdas que tinham ocorrido. Em 30 de abril o bloqueio britânico das Falklands estava começando. Mais tarde naquele dia o Presidente Reagan anunciou que os EUA estavam se posicionando ativamente ao lado dos britânicos. O anúncio foi uma vitória da facção de guerra do Pentágono. Dai em diante a guerra pelas Falklands começou a esquentar rapidamente .

Em 1o. de maio, os britânicos lançaram raids de bombas contra o aeroporto de Port Stanley, e em 2 de maio um submarino britânico torpedeou o segundo maior navio argentino, o cruiser *General Belgrano.* Ele afundou dentro de 24 horas, deixando um saldo mortal de 300 marinheiros argentinos. O afundamento do *Belgrano* aconteceu em um momento em que não era uma força ameaçadora para as forças britânicas. Os argentinos decidiram que era tempo de começar a jograr o “ás no buraco” contra os britânicos.

Argentina tinha recebido certas promessas em troca de tornar possível a secreta operação da Ilha Geórgia do Sul. Uma delas era a de assistência militar encoberta da Rússia contra os britânicos. Especificamente, foi solicitado que os russos intervissem em parelelo com as operações aéreas e navais dos modos destinados até mesmo mais estranhos. Desta forma os líderes militares da Argentina podem tomar pleno crédito de seus ataques e dos ataques encobertos russos aos britânicos. Ao mesmo tempo, o procedimento foi destinado para manter o papel russo na luta bem obscuro.

Simplesmente não tenho tempo para me aprofundar na verdade real sobre a guerra das Ilhas Falklands, apenas é suficiente dizer que tudo que você ouviu está a mundos distantes da verdade.

Em 24 de abril de 1982, uma outra cosmosfera foi abatida sobre as vizinhanças da cidade de New York , para assegurar que o evento de New Jersey podia ser duplicado. Isto criou uma bola de fogo de alta velocidade, descrita no *New York Times* como um possível asteróide queimando.

Quando os aviões de guerra Phantom fossem lançados contra a Rússia no dia Z , ele estariam em um enxame na direção de apenas seis alvos primários e aproximadamente uma dúzia de alvos secundários. Os seis alvos primários eram as bases espaciais russas, quatro cosmódromos em Baikonur, Tyuratam, Plesetsk, e Kaspusin Yar, e duas instalações de cosmosferas em Semipalatinsk e Novosibirsk.

Quanto aos aproximadamente doze alvos secundários, estes eram o complexo das bases de ABM russos. O sistema consistia de armas de raios de partícula anti-missel carregados a bordo dos transportes supersônicos TU-144. Os transportes foram misteriosamente removidos de serviço em junho de 1978 para conversão em defesa anti-míssel mas por setembro de 1982 o sistema estava completamente operacional. O intento era abate-los todos, se possível, para tornar os seguintes ataques americanos mais devastadores.

Alguns outros assuntos apareceram então. Foi determinado que se o ataque contra estas bases falhassem, o plano de guerra estaria condenado. Havia apenas uma localização geográfica satisfatória para lançar um ataque contra as áreas das cosmosferas russas e esta localização era a Província de Sinkiang, China. Os bolchevistas devem ter acesso a Província de Sinkiang a todos os custos, foi decidido – então – a Administração Carter inexperadamente desligou-se de Taiwan em 15 de dezembro de 1978, e repentinamente anunciou plenas relações diplomáticas com Pequim.

O FIM DO MUNDO PLANEJADO

O fim do mundo foi estabelecido para as 3 horas PM de quinta feira, 17 de setembro de 1982. Esta foi a segunda data programada para o lançamento da guerra nuclear número um. A propósito, esta era a data da Festa das Trombetas.

A exatamente 3 horas e 1 minuto PM toda a Rússia estaria no escuro, Quando o sinal do Satélite do Oceano Índico chegasse para confirmar o ataque, seria seguido dentro de um minuto aproximadamente pelo episódio eletromagnético descrito acima.

Se você estivesse assistindo TV ou ouvindo um rádio, subitamente seria uma estática horrenda e possivelmente o dano permanente dos receptores. Haveria um total blecaute de energia e os telefones estariam mortos. Os mísseis russos subaquáticos de curto alcance estavam plantados em nossas costas e nos Grandes Lagos em 1976 e 1977 (e ainda estão lá). Nós teríamos tido de 24 a 10 minutos para viver, dependendo de quão longe dos lançadores estivéssemos.

Além disso, a Rússia tinha bases na Lua e Cosmosferas acima, armadas com suas armas de raios de partículas carregadas.

Então o que aconteceu? O super satélite espião lançado em março de 1982 pelo terceiro transportador espacial tinha detectado algo muito mais intrigante na Rússia. O enigma consistia em grandes números de instalações com pequenos domos arranjadas em aneis ao redor dos estratégicos alvos russos. Havia um anel destes domos ao redor de cada cosmódromo e ao redor de cada base de cosmosfera em particular. Elas obviamente eram armas defensivas de algum tipo.

Houve discussões calorosas sobre o que elas podia ser. Realmente, elas eram armas Rail [uma railgun é uma forma de arma que converte a energia elétrica [muito mais do que a mais convencional energia química de um propelente explosivo] em energia cinética do projétil]. Não quero passar mas tempo nelas, se você quiser saber mais, faça sua própria pesquisa. A informação está disponível para o público. Por agora, apenas direi que Rail Guns não podem ser defletidas por defesas eletrônicas.

Por causa das discussões sobre a incerteza do sucesso, o ataque foi suspenso cinco horas antes do tempo de lançamento. Foi reprogramado. Foi reprogramado para a Festa das Trombetas, Rosh Hashanah, quinta feira, 20 de setembro de 1990.

Esta última data também foi reprogramada e passou.

Suponha para quando isto foi reprogramado?

Por favor reveja o primeiro parágrafo deste trabalho. Eu o copiarei para você aqui:

Quando comecei a escrever este relato, os noticiários estão falando do estranho acidente do avião da USAIR na Pennsylvania. No dia seguinte, um avião caiu em Moscou. CNN falou sobre uma bola de fogo que foi relatada de Bakersfield, Califórnia, até Medford, Oregon. Eles disseram que isto ocorreu aproximadamente 6 ou 6:15 na manhã de sábado, 10 de setembro (1994) e foi tão brilhante que a luz cintilava pelas janelas acordando algumas pessoas. Eles mostraram uma casa em San Rafael com um buraco no telhado de um pedaço de algo que caiu do céu.

Um foguete Arian foi lançado da Guiana Francesa e foi perdido, um dia antes. Vários terremotos tem ocorrido na Califórnia, inclusive um que a CNN mostrou em um mapa, a sudoeste do Lago Tahoe. Aproximadamente 15 minutos mais tarde, a CNN começou a falar sobre o Ônibus Espacial disparando lasers para a Terra e mostrou uma visão da Terra, com o Lago Tahoe no canto superior direito da tela. Se você reunir as duas coisas, então você vê que o ônibus espacial Columbia estava disparando lasers para a Terra com “propósitos ambientais’, precisamente onde os terremotos estavam ocorrendo. O Presidente foi a Camp David, e então quando o Presidente voltou (?), um avião caiu na Casa Branca. Mais tarde ele deu uma fala em uma sala da Casa Branca e então apenas ele saiu, um incêndio irrompeu na sala. Rosh Hashanah acabou de passar (setembro 6-7, 1994), e Yom Kippur está vindo (setembro 15, 1994). O Presidente tinha ordenado a 8.300 homens da Marinha, 1.800 Marines e 4.000 do Exército juntamente com 15 a 20 navios de guerra se preparassem para invadir o Haiti.

Agora, na medida em que termino este artigo, em que estou digitando, a TV está dizendo que Carter e Colin Powell tem arranjado para que a invasão do Haiti seja suspensa.

A carga lançada da Guiana era uma repetição de satélite em espelho para uma arma carregada no *Columbia.* Era para ser disparado em linhas de terremoto no sul da Califórnia para desencadear as bombas que tem sido colocadas lá, para criar terremotos. A destruição resultante permitiria que o governo trouxesse a FEMA e declarasse a lei marcial.

Há atualmente milhares de tropas russas através da fronteira no México e Baixa Califórnia. A manchete de agosto de 1994 da newsletter *Criminal Politics* diz, “O Sionismo internacional planejando guerra no México, 300 toneladas de hardware soviético chegaram a Veracruz.” Artigos recentes no jornal *SPOTLIGHT* e em vários outros jornais através do país, incluindo o *San Francisco Chronicle,* tem relatado milhares de tropas russas e equipamento militar presentemente sendo vistos dentro do U.S. Clinton que chamou dois portaviões ao Caribe e chamou Reservistas (geralmente você chama os reservistas quando está perdendo a batalha!). O satélite transmissor do transportador foi abatido por um disco voador.

O vôo USAIR que foi abatido, provavelmente por uma arma de raio russa [ o piloto disse “tráfego” e o gravador da cabine registrou o que é descrito como um som “WHOOMP, WHOOMP”] estava transportando Paul Olson, que tinha acabado de testemunhar a respeito de um futuro julgamento de drogas.

CNN está falando sobre o transportador em órbita disparando lasers para a Terra. O Presidente apenas aconteceu estar dormindo quando o avião caiu na Casa Branca e mais tarde ele deu uma fala em uma sala na Casa Branca e saiu, e imediatamente um incêndio começou onde ele tinha acabado de estar.

6 de setembro foi Rosh Hashanah e 15 de setembro foi YOM KIPPUR. Hoje, quando termino este artigo, é 18 de setembro. Hoje eu tinha que trabalhar em um show de comércio. Um dos meus clientes era um russo. Tenho um homem [cujo patrão é o Secretário de Estado Warren Christopher] falando em uma fita de video-cassete dizendo que ele plantou uma bomba nuclear sob a Universidade do Texas em Austin.

Amigos, há muito mais que posso dizer, mas estou cansado. É tempo de você começar a fazer sua lição de casa. Isto é, se você se importa.

Que você possa viver um outro dia!

O RESTO DA HISTÓRIA

Deus não disse, “o direito lhe tornará livre”. Ele não disse,”a obediência o tornará livre”. A obediência a um pregador, papa pastor ou guru não fará isto. Nem contar contas, bater gongos, sentar em posição de lotús e cantar mantras. Ele disse: ‘A verdade o libertará”. (João 8:32)

Temos perdido uma grande quantidade de nossas liberdades [e o que é mais surpreendente, poucas pessoas se dão conta disso] e muito rápido perderemos o resto. Isto significa que não há verdade suficiente conhecida e sendo ensinada! É tempo de buscarmos a verdade real.

Têm me pedido o resto da história sobre o que aconteceu com o Programa do Transportador Espacial dos EUA, assim tentarei acrescentar mais informação na medida em que tenho uma chance. Agora, continua a história.

Nos meus escritos prévios eu disse que o fim do mundo foi programado para as 3:00 PM da Festa das Trombetas [Rosh Hashanah] sexta feira, 17 de setembro de 1982.

A exatamente 3:01 PM toda a Rússia estaria na escuridão. Quando o sinal do satélite do Oceano Índico chegasse confirmando o ataque americano dos Phantom, e isto seria seguido dentro de um minuto pelo episódio de eletromagnetismo descrito anteriormente. Isto sinalizaria as forças militares dos EUA para lançarem um ataque nuclear retaliatório em escala completa contra a Rússia.

Obviamente isto não aconteceu, e eu naquele tempo não entrei em detalhe sobre o que realmente aconteceu.

Um artigo publicado pelo *NEWSDAY* disse que em 10 de junho de 1982: “O Presidente Reagan surpreendeu os aliados no encontro da OTAN ao dizer a eles que até onde ele sabia a União Soviética está em guerra com os EUA. Oficiais europeus disseram na semana passada. A declaração, que veio de um Presidente que estava expressando suas opiniões no encontro de dois dias em Bonn, foi tão surpreendente para outros chefes de Estado que eles permaneceram calados, e o Secretário Geral da OTAN Joseph Luns imediatamente adiou a sessão, segundo estes oficiais que estiveram presentes neste encontro a um mês atrás.”

Por vários anos antes a guerra já havia se enraivecido entre os EUA e a União Soviética. Apenas não havia uma admissão pública do fato de que a guerra já estava a caminho entre os superpoderes.

Em 13 de julho, o *Pravda* publicou uma fala do Ministro da Defesa Soviético Marechal Ustinov que disse que os EUA estavam orquestrando uma guerra comercial, de crédito e tecnológica contra a União Soviética. Ele também deu um duro aviso a Washington que: “…um primeiro ataque profilático com uso de armas nucleares poderia não assegurar a vitória americana.”

Isto indicava que os novos líderes da Rússia sabiam sobre o plano da administração Reagan de lançar uma guerra nuclear logo, e eles estavam preparados para derrotar o primeiro ataque americano desencadeado pelos bolchevistas se este fosse realizado. O satânico eixo bolchevista-sionista (Reagan/Begin) não ouviu. Eles foram adiante com seu plano de uma guerra nuclear.

Eles tinham um plano de cinco partes .

Parte 1 era criar o máximo de turbilhão interno na Rússia e seus satélites. Isto incluia sabotar um jato Aeroflot que caiu em Moscou em 6 de julho (você assistiu o que estava acontecendo lá?)

Parte 2 exigia um condicionamento do povo americano para a guerra (alguma coisa assim está acontecendo agora?).

Parte 3 do plano envolvia o Programa Espacial do Transportador. *Columbia STS-1* foi lançada em 12 de abril de 1981, no vigésimo anivrersário do primeiro vôo espacial orbital do russo Yuri Gagarin (e aproximadamente duas semanas depois da tentativa de assassinato do Presidente Reagan). O Columbia foi abatido por duas cosmosferas russas. Os astronautas John Young e Robert Crippen foram queimados quando ele caiu a 85 milhas ao sul de Kazan na Rússia central. Um falso pouso foi encenado na Base da Força Aérea de Edwards usando o transportador de teste *Enterprise* e atores.

*Columbia STS-2* foi lançado em 12 de novembro de 1981. Supostamente levava os astronautas Joseph Engle e Richard Truly. De fato não havia pilotos humanos a bordo. Foi abatido por jatos TU-144 russos usando armas de raio sobre o Mar Branco (perto da Finlândia em seu mapa).

*Columbia STS-3* foi lançado em 22 de março de 1982. Era suposto orbitar um novo satélite espião espacial. Era blindado contra o ataque das armas espaciais russas e armado com um laser controlado por robô que podia atirar de volta. Além disso, o próprio transportador era armado com lasers nesta terceira tentativa. Ela pousou um dia antes da programação em 30 de março de 1982 em White Sands. Isto é, algo pousou. Os astronautas Lousma e Fullerton com sucesso empregaram o novo satélite armado com o laser e então abandonaram a nave e entraram em uma cápsula de escape e voltaram a Terra amerrissando no Oceano Índico. De lá, eles voaram para White Sands, onde mais tarde eles falsificaram um outro pouso do transportador.

*STS-4* foi lançado em 24 de julho de 1982, com os astronautas Thomas Mattingly e Henry Hartsfield . Seu propósito era empregar um satélite que seria usado para confirmar o ataque dos aviões Phantom que então sinalizaria para ir em frente para o lançamento dos mísseis nucleares sobre os alvos russos. O sensor de confirmação do ataque foi colocado em uma órbita geoestacionária sobre o Oceano Índico por um foguete auxiliar. Era um satélite criogênico – isto é, era mantido emtemperaturas super frias perto do zero absoluto. Este estado frio tinha a intenção de preteger o satélite da detecção pelas armas espaciais russas que parcialmente se baseariam nos sensores infravermelhos do calor.

Por vários anos antes de 1982, os analistas da inteligência científica americana sabiam que os russos tinham uma nova tecnologia para aquisição do alvo. A técnica russa não era o radar, nem era qualquer outro meio convencional de detectar e rastrear alvos. A técnica era mortalmente acurada, confiável e, diferente do radar, impossível de estragar. Os analistas estavam convencidos que eles tinham entendido o que era a técnica russa. Eles acreditavam que fosse uma versão russa de detecção infraverelho ultra avançada aperfeiçoada por computador. Isto então foi empregado nos EUA e foi chamado de CEIR.

Logo depois do desenvolvimento, um laser americano equipado com CEIR foi usado para abater uma cosmosfera russa. Todos os objetos mais quentes que o zero absoluto emitem radiação infra vermelha. Quanto mais quente é o objeto, mais os sensores infra vermelhos os detectam. O único meio de se esconder do CEIR é, portanto, reduzir a temperatura o máximo possível. Isto é o porque o sensor de confirmação do ataque da força aérea era um satélite criogênico.

Quando o nosso governo nos diz que a carga do transportador era equipamento para espiar entre as nuvens e escudos eletrônicos ao redor de planetas e assim por diante, não acredite nisto. Eles estão tentando desenvolver uma arma que eles sentem que lhes dará vantagem quando eles lançarem uma guerra nuclear, o que eles tem tentado fazer várias vezes. O que você pensa que realmente está acontecendo com a Coréia, o Haiti, a Bósnia, o Iraque etc?

De volta a missão do transportador #4. Um sistema de resfriamento de hélio líquido foi originalmente usado para manter o satélite a apenas uns poucos graus acima do zero absoluto, reduzindo as emissões de infra vermelho a quase nada.

O projeto criogênico do satélite da Força Aérea foi o que deu aos planejadores bolchevistas da guerra tanta confiança para continuarem. Eles estavam seguros que os russos seriam incapazes de encontrar e destruir isto antes que fosse usado na guerra.

Errado! Os bolchevistas do Pentágono estavam errados sobre a nova técnica de rastreamento de alvo russa. Ela não era de todo uma técnica infra vermelha; ao invés, era um sistema revolucionário que detecta as vibrações atômicas da matéria. Os russos chamam a isto Achado de Alcance Psicoenergético [Psychoenergetic Range Finding], ou PRF. Os russos viam isto como seu segredo mestre, sua arma mais secreta. Quanto mais isto permanecesse um mistério para os bolchevistas americanos, mehor seria para a Rússia e então, quando o transportador espacial #4 lançou um sensor de confirmação de ataque em junho, os russos começaram a jogar o jogo.

EM JOGO

Ao invés de destruir imediatamente o satélite, eles permitiram que ele orbitasse com sucesso. Os russos sabiam que o satélite de confirmação de ataque não podia causar a eles qualquer mal até que a própria guerra começasse, assim ele permitiram que ele permanecesse intocado por o máximo possível. O resultado foi exatamente o esperado: a sobrevivência a longo prazo do sensor da força aérea convenceu os bolchevistas que eles estavam certos sobre a Rússia estar usando CEIR. O Pentágono tinha andado direto para o maior engano de inteligência e os russos os estavam encorajando a continuarem.

Pelo verão, agentes operacionais do Cartel de Rockefeller dentro da CIA alimentaram atualizaçãoes sobre o plano de guerra do Pentágono para os russos. Estes relatos continuavam a dizer que a cronometragem da guerra permanecia inalterável, alvejada para meados de setembro, asim o comando espacial russo deixou o sensor da força aérea neste intervalo.

Enquanto isto, os russos começaram a preparar um meio completamene não suspeito para o momento quando eles destruissem o satélite. Estas preparações tinham a ver com o serviço telefônico internacional da Rússia.

Os homens no nosso país estavam planejando um total primeiro ataque de bomba de hidrogênio contra a Rússia! Nosso governo, amigos. Eles tinham um plano reserva. Se algo acontecesse ao sensor de confirmação de ataque, eles ainda podiam dizer se os aviões Phantom haviam ou não tomado as bases espaciais russas, porque o ataque fecharia o sistema telefônico soviético!

Ou assim eles pensavam.

Para manter nossos analistas de inteligência sem supor o que estava acontecendo, os russos arrumaram uma pequena desinformação nos lugares certos. Eles criaram falsos vazamentos que haviam condições inquietantes no Kremlin, uma luta pelo poder (exatamente o que é dito estar acontecendo agora). Os bolchevistas nos EUA que sempre estiveram lutando pelo poder, engoliram completamente a isca. Primeiro, em junho de 1982 a União Soviética drasticamente reduziu o número de links telefônicos para o ocidente. Eles tabém fizeram ameaças veladas de reduzir o serviço até uma data posterior.

O seguinte maior passo era repentinamente cortar todo serviço automático de discagem de e para o Ocidente. Os bolchevistas americanos estavam atônitos mas ainda não suspeitavam do que realmente significava. Eles estavam tão preocupados com os rumores de problemas na China para se preocuparem muito com os telefones na Rússia.

Em 21 de abril a facção de Rockefeller teve um maior ganho, enquanto todos os olhos estavam na crise da guerra das Falklands. O Almirante bolchevista Bobby Inman foi forçado a sair da posição de Diretor Substituto da CIA e foi substituído pelo homem de Rockefeller John McMahon. Em 24 de junho o transportador foi lançado e no dia seguinte ocorreu um golpe quando o agente operacional de Rockefeller Alexander Haig foi forçado a resignar e o bolchevista/sionista GEORGE SHULTZ assumiu como Secretário de Estado. A guerra nuclear 1 foi marcada para 17 de setembro, a Festa das Trombetas, mas em 1o. de setembro o presidente do partido comunista Hu Yaobang lançou uma bomba no Congresso do Partido em Pequim. Ele declarou que a China não mas podia se aliar aos EUA contra a Rússia; ao invés, Hu disse que a China devia ver ambos superpoderes como iguais ameaças mas ao mesmo tempo incluiu alguma linguagem conciliatória em relação a Rússia e disse que altos oficiais russos viriam a China para começar conversas por volta do meado do mês a convite da China!

Ao descartar a aliança sino-americana, Hu Yaobang deixou claro que a secreta base de ataque americana de Stealth na China estava em sério risco.

Esta base, localizada na província ocidental de Sinkiang na China Vermelha, era essencial para o ataque pretendido às duas bases russas de cosmosferas na Sibéria. A base de guerra era a razão para o comunicado conjunto de 17 de agosto pelos EUA e China Vermelha a respeito de Taiwan.

O comunicado compreendia que os EUA descontinuassem o envio de armas a Taiwan em alguma data futura em violação aos pedidos passados de Reagan. O comunicado foi concordado para eliminar o ameaçado fechamento da base de Stealth pelos chineses, mas não foi o suficiente para satisfazer os chineses.

Em 6 de setembro o antigo Presidente Richard Nixon chegou a Pequim, acrescentando o atiçar dos problemas dos planejadores de guerra do Pentágono [pense sobre o que aconteceu recentemente com Clinton-Carter, Coréia-Haiti e tal. Pense!) Nixon a muito tinha estado cooperando com o cartel de Rockefeller.

Nixon foi a Pequim como um enviado de Rockefeller e um de muito maior credibilidade para os chineses do que qualquer um dos bolchevistas tinha. Nixon chocou os chineses ao confirmar o que as fontes russas já havia dito a eles – que a base Stealth estava para ser usada na guerra.

Nixon então os aconselhou a não fechar diretamente a base naquele tempo por temer reações indesejáveis dos felizes bolchevistas do Pentágono pelo desencadeamento. Ao invés, ele pediu que os chineses começassem a interferir com as operações na base de Stealth por instrumentos burocráticos. Esta é uma coisa na qual os chineses são extremamente bons, e eles aceitaram o conselho de Nixon.

Por volta de 9 de setembro, a base americana Stealth na província chinesa de Sinkiang estava efetivamente fora de ação. O pessoal crítico da base estava enredado na fita vermelha chinesa que evitava que eles relatassem por dever. Os chineses estavam dando pistas a Washington que tudo isto era devido a continuada insatisfação quanto a Taiwan mas a razão real era que eles não queriam ser parte de uma guerra nuclear com a Rússia e a Rússia teria tirado diretamente aquela base do mapa.

O Kremlin recebeu palavra por meio dos canais de Rockefeller em 9 de setembro que a base Stealth na província de Sinkiang tinha sido eficazmente neutralizada. A este ponto, os russos podiam descansar assegurados que até mesmo se o Pentágono continuasse com seu plano de guerra nuclear, as cosmosferas russas sobreviveriam muito bem. A crítica tríade espacial de armas estrastégicas não pode ser destruída.

No dia seguinte, sexta-feira, 10 de setembro, houve um fechamento repentino da maior parte do serviço telefônico internacional para e da Rússia mas, para enviar uma mensagem aos planejadores bolchevistas americanos da guerra, uns poucos circuitos selecionados foram mantidos abertos. Estes incluiam Leningrado, Kiev, Minsk e Tallinn. Seu significado era o fato de que nenhum destes era alvo planejado para o ataque Stealth inicial. As linhas telefônicas foram cortadas às 2:10 PM hora de Moscou. Momentos mais tarde o Comando Espacial Russo começou a trabalhar.

Uma cosmosfera jumbo russa estava estacionada em uma pseudo-órbita aproximadamente a duas milhas acima do satélite de Confirmação de Ataque da Força Aérea. Tinha estado lá por aproximadamente dois meses – desde o momento em que foi lançado em órbita da cápsula espacial #4.

Ao usar seu sistema de propulsão eletromagnética em baixo poder a Cosmosfera tinha permanecido estacionada ao invés de se afastar vagarosamente como o faria um satélite normal e, estava estacionada na medida em que estava acima olhando para baixo o satélite da força aérea, e a presença da cosmosfera nunca foi detectada.

O tempo havia chegado! A cosmosfera mirou sua arma de raio e disparou. Logo depois, em 10 de setembro, havia notícias muito ruins para os bolchevistas. No recentemente operacional Comando Espacial da Força Aérea em Colorado Springs (que usava computadores da Control Data Corporation) houve uma súbita perda de sinal de seu satélite do Oceano Índico. De início, eles não podiam acreditar que seu satélite de Confirmação de Ataque tinha sido atacado. Todos os tipos de coisas foram tentadas em um esforço de restabelecer contacto com o satélite – tudo sem resultado. O satélite não existia mais!

Contudo, a atitude deles era, isto realmente não importa. A América estava indo a ser sugada em uma guerra totalmente aniquilante de qualquer modo. Estamos falando de reações e ações a respeito da guerra planejada – não se a guerra era ou não realmente possível.

Na medida em que crescia a manhã de 10 de setembro, os planejadores do Projeto Z estavam reunidos em uma conferência de crise. A questão era: O que fazemos agora?

Alguém sugeriu continuar com o plano baseado nos telefones. “Ainda podemos ir com o plano back-up – cada alvo russo que é atacado por nossos pásaros será obliterado. Se o serviço telefônico internacional para as áreas alvo da Rússia estão subitamente cortados a zero hora, podemos assumir que nossos pássaros fizeram isto.”

Há sempre alguém que não capta a palavra. Quase todo mundo gritou para ele, “os telefones russos já estão cortados!”

Por algum tempo houve uma atmosfera de quase pânico. Alguns estavam seguros que um primeiro ataque pela Rússia era certo se seguir e que o Pentágono devia disparar o botão nuclear sem demora.

Outros argumentavam que se esta fosse a intenção do Kremlin, já seria tarde demais – os mísseis da Rússia já estariam a caminho. Alguém sugeriu que todo o plano do Projeto Z fosse abortado e reprogramado para mais tarde.

Todo mundo concordava com uma coisa: sem o sensor de Confirmação de Ataque, qualquer ataque a Rússia tinha se tornado muito mais arriscado. Depois do lançamento dos aviões Stealth da Noruega e Turquia era presumido que eles destruissem seus alvos. Mas, você vê, eles não teriam! Com o satélite de confirmação de ataque perdido, eles não teriam modo de confirmar isto, e todo o acompanhamento do ataque das forças nucleares da América podiam causar muito mais problema do que havia sido esperado. Mas nada mudou muito, meus amigos, ainda somos governados por serpentes!

Os russos mantiveram as linhas telefônicas internacionais fechadas por sete horas naquele dia. Eles queriam se assegurar que se os bolchevistas do Pentágono acionassem o botão do pânico, eles não obteriam qualquer inteligência ao monitorar os circuitos telefonônicos. Depois das primeiras duas horas do blecaute da manhã, o Scretário de Estado George Shultz foi interrogado pelos repórteres sobre isto. Shultz disse a eles, “Isto é muito sigificativo,” mas não disse nada mais.

Os idiotas ainda planejavam ir adiante com isto e este ir adiante foi programado para Rosh Hashanah. O Projeto Z continuaria na programação. Enquanto isso, todos os esforços seriam feitos para cortar através das restrições chinesas que atuavam sobre o uso da crítica base da província de Sinkiang. Ao mesmo tempo, foi decidido colocar em movimentio outros planos também, apenas para o caso que o Projeto Z devesse finalmente ser abandonado.

A contagem regressiva continuou até o Dia Z, a manhã de sexta-feira de 17 de setembro. Aproximadamente as 8:30 AM em Washington, um bem conhecido repórter de notícias nacionais foi entrevistado na estação de rádio da NBC em Washington, a WRC. O reporter do *Washington Post* chamou atenção para a guerra avisando que ele havia sabido sobre como isto foi programado e aqui foi estipulado. Ele ressaltou brevemente o plano para todo mundo que estava ouvindo na área metropolitana de Washington, e acrescentou que “se o Pentágono tivesse um tal plano, a exposição pública por meio da informação teria provavelmente reduzido as chances de isto ser realizado!”

SATÃ NÃO PODE FUNCIONAR NA LUZ!

A contagem regressiva foi suspensa a menos de cinco horas do início. Ela tem sido reprogramada e abortada ao menos quatro vezes desde então, incluindo, como eu bem entendo isto, a última vez no Rosh Hashanah (Festa das Trombetas) do mês passado (Setembro de 1994).

Quando o antigo Israel foi avisado sobre Nabucodonosor, ele disse “Somos o povo de Deus e Deus nos protegerá!”. Os sobreviventes marcharam nus para o cativeiro na Babilônia. Em 70 de nossa era, os judeus em Jerusalém disseram, “Somos o povo de Deus, Deus nos salvará” e todos morreram. Continuamente ouço boas pessoas dizendo “nada posso fazer quanto a isto; entrego a Deus, seja a vontade Dele.”. Mas Deu nos deu o livre arbítrio, não profecias. As profecias falham, a menos que você as escolha.(I Cor. 13:8). Se você se senta e nada faz, enquanto seu inimigo trabalha contra você, então você será destruído. O livre arbítrio é a Vontade de Deus. Assim deve ser.

Tenha um bom dia.

ARTE II

Muitos que leram “Fogo Vindo do Céu” (Partes 1-14) ficaram chocados com a história. Alguns disseram: “não acredito nisto” ou “não pode ser!”

Mas é verdade, queira você acreditar ou não. Para aqueles que desejam um melhor entendimento, tentarei partilhar algumas coisas que tenho aprendido. Revelarei aqui mais coisas que o governo americano deseja manter top secretas.

O material de Fogo Vindo do Céu falou das cosmosferas anti-gravidade, naves invisíveis, e outras coisas muito além, tais como “Achado de Alcance Psicoenergético”. Antes que você faça um julgamento sobre as coisas que você não conhece, porque não tentar aprender com isto? Este material é para aqueles entre vocês que desejam aprender e pesquisar mais sobre o assunto.

A MARAVILHA DO ESPAÇO VAZIO

Muitos cientitas principais recentemente estão falando sobre “Universos” vindo à existência do nada e tal. Como pode ser isto, este pensamento não é uma forma de insanidade?

Aqueles entre vocês que completaram suas aulas de lavagem cerebral [acredito que vocês as chamem de cursos universitários] uns poucos anos atrás, podem não estar cientes que os cientistas principais estão agora discutindo sobre coisas vindo à existência do nada etc.

*Science News,* de 18 de fevereiro de 1995, em um artigo chamado “Fazendo Universos, constantes fora do nada” (p. 102) diz, “A cosmologia Quantum postula que universos incrivelmente pequenos espontaneamente se nucleiam do nada”. Não nos foi ensinado que a “geração espontânea” era uma coisa das velhas lendas?

Se você parar e pensar, você entenderá que o universo material tinha que vir à existência do “nada” ou ele teria existido eternamente sem qualquer início. Se você examinar a atual literatura, encontrará muita discussão entre os físicos principais, matemáticos etc sobre estas questões.

Por exemplo, leia “Nothing’s plenty: The vacuum in modern quantum field theory” de I.J.R. Aitchison, *Contemporary Physics,* 26(4), 1985, pp. 887-894.

Ou veja Yu. G. Itnat’ev, “Relativistic kinetics of an anisotropic plasmalike medium with damping in the field of gravitational radiation,” *Soviet Physics Journal,* 27(12), Dec. 1984, (tradução em inglês: Plenum, June 1985), pp. 1066-1069. O artigo é sobre produzir energia de um vácuo.

Michio Kaku, autor de *Hyperspace, A Scientific Odyssey Through Parallel Universes, Time Warps, and the 10th Dimension,* fala do espaço vazio borbulhando e o universo vindo a existência destas bolhas.

Fritjof Capra, em *The Tao of Physics,* (Bantam Paperbacks, p. 208), diz:

“A distinção entre matéria e espaço vazio finalmente tinha que ser abandonada quando se tornou evidente que partículas virtuais podem vir a existir espontaneamente fora do vazio, e desaparecer novamente no vazio, sem qualquer nucleon ou outra partícula fortemente interagindo estar presente… o vácuo está muito longe de estar vazio. Ao contrário, ele contém um número ilimitado de partículas que vem a existência e desaparecem sem fim.

Aqui, então, está o mais próximo paralelo ao Vazio do misticismo oriental na física moderna. Como o Vazio oriental, o “vácuo físico” – como isto é chamado na teoria de campo – não é um estado de meramente nada, mas contém potencialmente todas as formas de partículas do mundo. Estas formas, por sua vez, não são entidades físicas independentes, mas meramente manisfestações transitórias do Vazio subjacente. Como diz o *sutra*, “Forma é vazio, e vazio é de fato forma.”

A relação entre as partículas virtuais e o vácuo é essencialmente uma relação dinâmica; o vácuo é verdadeiramente um “vazio vivo”, pulsando em ritmos infindáveis de criação e destruição. A descoberta da qualidade dinâmica do vácuo é vista por muitos físicos como um dos achados mais importantes da física moderna. De um papel como um conteiner vazio de fenômeno físico, o vazio tem emergido como uma quantidade dinâmica de máxima importância. Os resultados da física moderna então parece confirmar as palavras do sábio chinês Chang Tsai: “Quando alguém sabe que o Grande Vazio é cheio de *Ch’i,* entende que não existe uma coisa tal como nada”.

Esta ciência de aplicar a física de criar “algo” do “nada” é variadamente chamada “energética,” “Psicoenergética,” “eletromagnetismo escalar,” “energia do orgônio,” “radiônica,” etc.

*Air & Space* magazine, Junho/Julho de 1995, em um artigo de Frank Kuznik (p. 70) sobre fazer um vácuo, inicia:

“Pode algo realmente vir do nada? Alex Ignatiev ferventemente espera que sim. Ignatiev, um físico da Universidade de Houston e professor de química, está escrevendo equações para cada processo em um quadro em seu agrupado escritório do campus.”

*Fer-De-Lance,* by Col. T.E. Bearden, p. 106, #60, diz:

“As interações que ocorreram entre Krushchev e o renomado físico premiado com o Nobel P. Kapitsa são de interesse. Krushchev desejava defesa absoluta da União Soviética e assim os soviéticos pudessem ser capazes de lançar qualquer ação desejada sem risco de séria preocupação.  Kapitsa informou ao líder soviético que, se isto significasse a total neutralização de mísseis estrangeiros a ser alcançada, isto só poderia vir de um grupo de novos princípios na física que eram chamados de energética”; o termo energética de fato era a abreviação de “psicoenergética” e é essencialmente a expandida física/eletromagnetica que este autor (Bearden) tem apelidado de *eletromagnetismo escalar.*”

Agora você sabe que a psicoenergética no documento Fogo Vindo do Céu é o mesmo que T.E. Bearden chama de “eletromagnetismo escalar” e que os russos chamam de “energética”. (O foguete russo que abastece a Estação Espacial Mir [palavra russa para “Mundo”] é chamado de “Energia.”) Bearden tem tido uma quantidade considerável de escritos publicados sobre o assunto. Para uma lista de seus livros, contacte a Tesla Book Company, P.O. Box 121873, Chula Vista, CA 91912. Para rastrear posteriormente esta informação, tome nota do seguinte:

Por volta de aproximadamente 1950, a União Soviética teria iniciado a experimentação fenomenológica com facilidade, com fase conjugada a radar de espelhos e fase conjugada de radares. Isto é o que é chamado de “energética” ao tempo do início da Guerra da Coréia. (p. 86, *Aids, Biological Warfare* de T.E. Bearden).

Construindo a partir do importante trabalho de Whittaker, formulei uma revisão conceitual do eletromagnetismo, que apelidei “eletromagnetismo escalar” para acentuar este campos de força de vetor do eletromagnetismo observável; não existem em coisa tal como o vácuo, mas que os campos dinâmicos escalares o fazem [“vácuo” não é vazio]. Também desejei chamar forte atenção ao fato de que as forças observáveis não existem até que uma partícula observável de massa é acoplada pela interferência de dois campos escalares (muito similar ao efeito Aharonov-Bohm). Os soviéticos, de fato, chamam esta área de energética. A tecnologia energética tem sido usada em gigantescos programas de armas da União Soviética por décadas, e parece ser desenvolvida sob o programa mais altamente clasificado que os soviéticos possuem. Todo desenvolvimento e emprego de armas energéticas está sob a KGB e é controlado diretamente pela organização, não pelas Forças Armadas Soviéticas. (p. 88, *Aids, Biological Warfare).*

P. 89 diz que o eletromagnetismo escalar “permitiu a engenharia direta da teoria do campo unificado, incluindo a estruturação do vácuo, a curvatura do espaço-tempo, e a produção de efeitos a distância [como abater aeronaves] e nas dimensões mais altas”.

Por favor, tome nota especial dos termos chave de identificação acima “fase de espelhos conjugados” na medida em que isto  nos ajuda a identificar este assunto em outra literatura! A este ponto você não precisa entender sobre o que está falando, apenas lembre-se do termo.

ZERO NÃO É NADA

Pensamos no vácuo como zero, nada, vazio, nichts, zilch. Se temos sete pedras e lançamos as sete pedras, então não temos pedras, zero pedras. Mais tarde aprendemos que nem sempre é assim. Se temos sete pedaços de matéria e sete pedaços de anti-matéria, quando combinados temos zero, embora na realidade tenhamos quatorze pedaços. Você pode dizer que eles cancelaram uns aos outros e agora nada tem. Pense no que você está dizendo. Você está dizendo que 14 coisas podem ser combinadas e deixarem de existir e se tornarem nada? Então não é conversamente possível que ‘nada” possa render ou ser dividido em 14 “coisas” reais?

Em álgebra acrescentamos sete+ a sete- e obtemos uma soma total de zero, novamente a despeito do fato de que realmente existam 14 números.

Bearden afirma isto deste modo: “Embora zero seja a ausência de apenas uma única coisa, pode ser a presença de “múltiplas” coisas.” (p. 98, *AIDS*).

Você já sabe que ‘espaço vazio” não é tão vazio – ele contém ondas de rádio, ondas de radar, gravidade, raios cósmicos etc. Até mesmo quando estas coisas são removidas, Bearden e outros ressaltam que o que pensamos como “espaço vazio” realmente consiste em uma quantidade incrível de forças positivas e negativas que se cancelam mutuamente e somam zero, assim parecendo não estarem lá. Para a “curvatura do espaço” e tais, algumas forças se tornam “fora de equilíbrio” e o resultado é luz, gravidade etc. Normalmente isto é expressado como gravidade positiva, mas sob condições certas, a força de gravitação é revertida. Isto é chamado de anti-gravidade. E sim, meus amigos, os russos [e agora outros], possuem anti-gravidade.

Nota: Para aqueles leitores que podem já entender Bearden, estou ciente que ele diz que a força não existe em um vácuo. (“Mas se a força consiste de massa unida à aceleração, ela não pode existir na ausência de massa. Portanto a força não existe no vácuo… Portanto nem o campo magnético, nem o campo gravitacional existem no vácuo. O maior erro na física tem sido a designação de uma força como uma causa, e assim designando-a ao vácuo. A força é um efeito e isto nunca existe no vácuo, a priori.”  (Toward A New Electromagnetics Part 4: Vectors And Mechanisms Clarified, slide 14.) O problema é que a física e a eletrônica como ensinadas nas universidades estão erradas e há problemas com as definições, assim nesta breve introdução, direi coisas de modo simplificado que podem não estar corretas em um entendimento superior, mas são passos necessários no início do entendimento. Meu propósito não é explicar a mecânica de exatamente ‘como isto funciona”, não sou qualificado para fazer isto. Meu propósito é o de lhe encorajar a quebrar sua lavagem cerebral e despertar para a realidade e ver quem realmente é o seu inimigo. Um conhecemento destas coisas é uma questão de vida ou morte.

HAARP, O SISTEMA (PROGRAMA DE PESQUISA DE ALTA FREQUÊNCIA ATIVA AURORAL)

Se toda esta energia está disponível do espaço vazio, então como ainda estamos usando combustíveis fósseis, você pode perguntar. A resposta é simples. Os poderes que nos controlam são muito ricos. Eles ficaram ricos ao controlarem coisas tais como a indústria da energia [principalmente do petróleo e nuclear]. A última coisa no mundo que eles querem é que tenhamos energia livre, que é o que resulta do entendimento da psicoenergética (eletromagnetismo escalar, energética, etc.).

O que tudo isto significa para você? Vamos olhar um exemplo. Há um maior projeto do governo americano sendo construído no Alasca chamado programa “HAARP”. Uma das patentes para este projeto afirma que ele pode “causar… interrupção total das comunicações sobre uma grande área da Terra… interrompendo não apenas as comunicações baseadas na Terra mas também aquelas aéreas e marítimas (tanto de superfície quanto de sub-superfície)… destruição de mísseis ou aeronaves, deflexão ou confusão … modificação atmosférica… alterar a absorção solar… ozônio, nitrogênio etc… as concentrações podem ser artificialmente aumentadas…”

Tenho um amigo que recentemente voltou do Canadá. Ele esteve em contacto com Nick Begich, Jr., que está monitorando o projeto HAARP (contacte Nick em P.O. Box 201393, Anchorage, AK 99520). Foi dito ao meu amigo que o governo fez um teste de pleno poder de watts de HAARP em 14 de dezembro de 1994.

Esta data se torna muito mais interessante quando você a combina com o seguinte artigo que apareceu no jornal *Austin American-Statesman* do dia seguinte, 15 de dezembro de 1994.

Cidades do oeste no escuro depois do blecaute em oito Estados.  *Sobrecarga de energia pode ter desencadeado interrupções para mais de dois milhões de pessoas, de Richard Cole, AP.

SAN FRANCISCO – Uma inexplicável sobrecarga de energia na principal linha elétrica de transmissão da Costa Oeste causou blecautes e outras interrupções de energia através de oito Estados do oeste na quarta feira, fechando uma usina nuclear e forçando médicos a operarem sob a luz de lanterna.

Tantos quantos dois milhões de usuários de Arizona a Washington ficaram sem energia por períodos variando de uns poucos segundos a várias horas, quando um trecho da gigantesca grade de energia do Pacífico de 500-kilovolt parou depois da meia noite. O blecaute escureceu as casas de um milhão de usuários californianos e interrompeu a energia em Arizona, Nevada, Utah, Oregon, Washington, Idaho e Montana.

Uma inspeção inicial não mostrou quebras na seção onde o problema começou, uma linha de 60 milhas entre Tracy e Fresno no Vale Central da  Califórnia.

“Acreditamos que foi uma sobrecarga de energia fora de nossa área de serviço, e uma sub-estação se derrubou para evitar uma sobrecarga de nosso sistema, exatamente como um interruptor de circuito faria em sua casa” ” disse Bill Sessa, o porta-voz da Pacific Gas & Electric Co..

Agora vamos olhar mais estreitamente uma das patentes de HAARP (extraído de um arquivo sobre HAARP retirado da Internet):

INVENTOR: Peter Koert, Washington, DC ASSIGNEE: APTI, Inc., Washington, DC (U.S. Corp.) APPL-NO: 07/524,435 DATE FILED: May 17, 1990 INT-CL: [5] HO4B 7/00; HO1Q 3/22 US-CL-ISSUED: 342/367, 372 US-CL-CURRENT: 342/367, 372 SEARCH-FLD: 342/367, 353, 371, 372; 455/64 REF-CITED:

DOCUMENTOS DE PATENTE DOS EUA

3,445,844 5/1969 Grossi et al. 342/367 4,253,190 2/1981 Csonka 455/12 4,686,605 8/1987 Eastlund 361/231 4,712,155 12/1987 Eastlund et al. 361/231 4,817,495 4/1989 Drobot 89/1.11 ART-UNIT: 222 PRIM-EXMR: Gregory C. Issing LEGAL-REP: Foley & Lardner

SUMÁRIO:

Esta inveção se relaciona a geração de um Espelho Artificial Ionosférico (AIM), ou uma camada de plasma na atmosfera. O AIM é usado como a ionosfera para refletir a energia RF a longas distâncias. Um AIM “inclinável” é criado por uma antena aquecedora controlada em fase e frequência. A antena aquecedora muda de fase para rastrear um raio para pintar uma camada de plasma. A frequência é mudada para refocar continuamente nas altitudes superiores para inclinar a camada de plasma.

Aqui está uma citação de *Youth Action News* a respeito de HAARP:

A petente do Dr. Bernard J. Eastlund, de 13 de agosto de 1991 (No. 5,038,664) descreve um sistema agora sendo implementado no transmissor HAARP dos EUA:

Se as partículas que formam o plasma ao longo das linhas de campo da Terra continuassem a se mover com um constante ângulo de passo, frequentemente designado “alfa,” elas logo impactariam a superfície da Terra. Contudo, no campo de força convergente, o ângulo de passo muda de um tal modo que permite que a partícula se vire ao redor e evite o impacto.

O ponto no qual a partícula se vira ao redor é chamado de ponto de espelho. Este processo é repetido para a outra extremidade da linha de campo. A partícula novamente volta ao redor e é chamada de “ponto conjugado” do original ponto de espelho. A partícula portanto é aprisionada e pula entre dois espelhos magnéticos. A partícula pode continuar a oscilar no espaço desta maneira por longos períodos de tempo.  (Carta com cópia de julho de 1994 de  *Youth Action News,* P.O. Box 312, Alexandria, VA 22313.)

Penso que é óbvio que o projeto HAARP é o mesmo que a fase dos espelhos conjugados do eletromagnetismo escalar que Bearden descreve em artigos que ele tem escrito detalhando a guerra atmosférica russa contra os EUA e o abate do transportador espacial *Challenger*, a destruição de inúmeros foguetes e mísseis, e o relativo andamento [inclusive recentes] de abates de muitas aeronaves (tais como a queda do USAIR perto de Pittsburgh). E agora, isto foi revelado logo depois do bombardeio do Edifício Federal de Oklahoma City, onde houve duas explosões, a segunda das quais veio de explosões de raio de pulso acima. (*CONTACT: jornal The Phoenix Project* 25 de abril de 1995, p. 31. para subscrições, chame  1-800-800-5565.)

CONFUSÃO

Um dos resultados que o eletromagnetismo escalar pode produzir, como listado acima, é “confusão”. Ouvimos sobre controladores se tornarem “confusos” no Iraque e abaterem seus próprios helicópteros. Ouvimos sobre um piloto tentando pousar em um portaviões e se tornar confuso” e cair.

Recentemente ouvimos nos noticiários que um piloto de helicóptero na Coréia ficou ‘confuso” e atravessou a fronteira sendo abatido. Nos jornais de hoje, enquanto escrevo estas notas, está um artigo que afirma: “apenas o erro humano foi culpado de um helicótero do Exército dos EUA atravessar para a Coréia do Norte e ser abatido no inverno passado, mas nenhum envolvido deve ser punido, disse o Exército em um relatório na quinta-feira. Diz que Hilemon e Hall ficaram desorientados em terreno não familiar.” (*Austin American Statesman,* “O Exército não culpa ninguém pelo abate na Coréia do Norte,” p. A3, 23 de junho de 1995.)

Isto soa bastante razoável até que você pare e comece a pensar. É quase que impossível para os veículos militares altamente sofisticados de hoje se tornarem “perdidos” a menos que algo bem maior aconteça, por causa dos satélites de geoposicionamento e tais. Qualquer pescador pode comprar um pequeno aparelho portátil que lhe dirá onde está. Como podem pilotos voando em uma das mais perigosas fronteiras do mundo apenas atravessarem? Você deve se lembrar do fatídico raid ao Irã para resgatar os reféns durante o governo Carter, de 24 a 26 de abril de 1980. Como você se recorda, o raid fracassou porque os helicópteros se perderam e tiveram seus equipamentos estragados por causa das tempestades de areia e os pilotos ficaram “confusos” e acidentaram uns aos outros. Este foi um incidente muito embaraçoso para os EUA. Havia as pessoas mais altamente treinadas do mundo [as equipes Deltas das Forças Especiais dos EUA] voando o melhor equipamento no mundo, e eles foram derrotados por tempestades de areia? Isto nunca ocorreu a qualquer um dos pilotos que simplesmente voam acima das tempestades de areia? Isto não sugere que há muito mais nesta história?

Vamos examinar este evento mais estreitamente. O Cel. Charlie Beckwith foi o oficial a cargo da equipe Delta e descreve o evento em seu livro *Delta Force.* (Harcourt Brace Janovich, com Donald Knox, copyright 1983.)

Três transportadores de tropas MC-130s e três transportadores de combustível EC-130s sairam da Ilha Masirah fora da costa de Oman e voaram a um ponto no deserto do Irã. Lá era para eles esperarem oito minutos a chegada de oito helicópteros. Então a força de assalto de 118 homens seria carregada nos helicópteros RH-53D para continuarem o raid. Por alguma razão, os helicópteros chegaram hora e meia mais tarde. Quando os helicópteros chegaram, Beckwith citou-os como dizendo, “Tem sido um inferno de viagem” e “palavras para expressar que se tivéssemos qualquer sentido moveriamos os helios fora do deserto e carregariamos todo mundo nos C-130s e iríamos para casa.”

Palavras estranhas para os soldados mais motivados e preparados entre os militares, não acha?  “Não entendi como embora o tempo que ele realmente tinha; e ele não elaborou esta sua declaração.” Dois helicópteros nunca chegaram e os seis que eventualmente chegaram vieram espalhados de todas as direções.

Um dos pilotos disse, “Não sei quem realmente está dirigindo as coisas em meu nível, mas lhe direi que é muito violento, que muita consideração cuidadosa deve ser dada para cancelar esta operação. Você não tem idéia do que eu tenho passado. A pior tempestade de areia nos atingiu. Isto foi violento! Vou lhe dizer, não estou certo de que estamos indo fazer isto. Realmente não estou certo que possamos fazer isto.”

“Aqui estão dois oficiais muito fortes que tenho observado e conhecido, que agora estavam muito abalados.

“As coisas eram tão confusas que a missão foi cancelada. Eles começaram a carregar os C-130s para ir embora. Virei-me e comecei a andar silenciosamente na direção da cabeça da linha. Era aproximadamente  2:40 A.M. Alguns pilotos dos C-130 tinham começado a disparar seus motores. A poeira voava ao redor. Entre as rajadas de vento, vi um dos helicópteros se levantar e inclinar para a esquerda. Ele escorregou ligeiramente para trás. Então,  BALLLOOEE! Não foi uma bomba, não foi uma rachadura! Foi uma pancada!”

A seguir uma explosão de gasolina. Uma bola de fogo azul inchou a noite. Obviamente o helicóptero que eu tinha acabado de ver decolar – tinha sido o do Major Schaefer – tinha atingido o EC-130 mais ao norte, aquele o qual o Elemento Azul tinha acabado de abordar. (pp. 244-248).

P. 251: “Apenas duas horas de missão, este helicóptero recebeu uma indicação que uma de suas lâminas de motor estava para funcionar mal. Ele pousou uma vez. Um outro helicóptero [o número oito] pousou com ele. Quando foi determinado que o número seis não podia continuar, sua tripulação subiu a bordo do outro helicópero, que então continuou para Deserto Um. O helicóptero número cinco, aquele no qual estava voando o Coronel Pittman voltou ao carregador 4/5 do caminho para Deserto Um, quando depois de voar através de várias tempestades de areia ciclônicas, começou a ter problemas de instrumentos”.

Dr. Peter Beter registrou os seguintes comentários sobre este incidente um mês mais tarde, em 28 de junho de 1980, que foram publicados no jornal *Wisconsin Report* em 31 de junho de 1980. (Dr. Beter foi um advogado praticante diante da Suprema Corte dos EUA, indicado para o Banco de Exportação-Imnportação dos EUA pelo presidente Kennedy, esteve envolvido em atividades de inteligência, foi responsável por revelar que não há ouro em Fort Knox, e tinha muitos contactos na inteligência. Ele tinha acesso a fontes de informação muito altas.) [Nota do tradutor: as cartas do Dr Beter são um conjunto de 67 cartas, abordando os mais variados tópicos da política americana com repercussão internacional, foram escritas na década de 1970 mas ainda tem relevância para os dias atuais e serão objeto de tradução futura neste blog]  Citando:

Os comandos americanos que foram enviados ao Irã tentaram o máximo seguir as ordens e cumprirem seu dever. Mas desconhecido para eles, aqueles que haviam planejado o raid não pretendiam que isto tivesse sucesso. Eles supostamente alcançariam Teerã mas descobriram tarde demais que eram uma força pequena demais para fazer o trabalho. Tão logo os comandos começaram a ter grandes problemas, isto foi usado como uma desculpa para que jatos da marinha americana bombardeassem Teerã; e com a paixão americana exaltada, a crise do Irã era para se escalar com movimentos adicionais. Mas por mais de um ano agora,a inteligência russa havia sido informada sobre até mesmo os mais secretos planos de Washington; e então os russos estavam prontos.

Eles resolveram o mais recente plano de guerra dos bolchevistas de dois modos. Primeiro, uma enorme armada de cosmosferas estava flutuando acima em 25 de abril na medida em que a força americana de helicópteros entrou no Irã. Usando suas capacidades atmosféricas, as cosmoferas intensificaram as tempestades de areia na área. Elas também usaram radiação de microondas que causa confusão mental para causar náusea, desorientação e fadiga entre as tripulações dos helicópteros. Esta tecnologia russa de “mistura cerebral” é a mesma tecnologia que revelei pela primeira vez em minha carta de número 20.

Os russos estavam esperando fazer com que a missão desistisse desesperançadamente mas sem baixas, mas a força comando americana alcançou seu primeiro ponto de checagem, se reagrupou e se preparou para continuar.  Então as cosmosferas ligaram seus transmissores de confusão mental a plena força. Um helicóptero decolou, mais se inclinou malucamente e se fatiou em um avião de transporte de tropas C-130. Dois outros se prepararam para decolar. As cosmosferas acima dispararam explosões de baixa energia de suas armas de raios de partículas, as laminas do rotor sairam e os helicópteros não foram a lugar algum. A este ponto estava óbvio que tudo estava acabado. O raid foi abortado e toda a energia mudou para os esforços de explicar o desastre ao público. Logo os corpos queimados dos comandos mortos voavam para casa para a Base da Força Aérea de Dover, Delaware. Esta foi a segunda vez em menos de dois anos que Dover recebeu os cadáveres de um secreto raid de comando dos EUA! A primeira vez eles que tinham pago o preço para uma operação bem sucedida foi na Guiana [Jonestown]. Em 28 de abril… Cyrus Vance pediu exoneração como Secretário de Estado, em protesto.

No parágrafo seguinte, Beter continua a contar sobre os raios de pulso russos que desencadearam a erupção do Monte St. Helens em 18 de maio, mas esta é uma outra história.

Você não pensa que precise aprender e entender o que tem acontecido?

A única melhor fonte de informação em andamento e de background é o jornal *CONTACT*. Para informação sobre subscrição, telefone 1-800-800-5565 ou escreva para Contact, Inc., P.O. Box 27800, Las Vegas, NV 89126.

Para informação do  Dr. Beter, escreva para *Wisconsin Report,* P.O. Box 45, Brookfield, WI 53008-0045.

Também escreva para catálogo e ordem da Tesla Book Company *Fer-De-Lance* e/ou *AIDS: Biological Warfare* pelo Ten. Cel  Tom E. Bearden, Tesla Book Company, P.O. Box 121873, Chula Vista, CA 91912.

Para mais informação Tesla contacte International Tesla Society, P.O. Box 5636, Colorado Springs, CO 80931.

A verdade é a única coisa que pode lhe salvar. Aprender a verdade é uma jornada de toda uma vida. Possa você aproveitar a viagem.

A FARSA DO MASSACRE DE JONESTOWN

Ao estudar que a verdade está por trás de muitos eventos na história recente, você encontrá interessantes interligações. Uma vez você possa entender que os mesmos grupos de elite de conspiradores estão por trás de muitos de nossos problemas, não deve ser surpreendente que exista ligações, porque são as mesmas pessoas envolvidas. Um dos melhores exemplos bem conhecidos disto é E. Howard Hunt. A maioria dos pesquisadores sabe que Hunt esteve envolvido em tais eventos aparentemente não relacionados como a invasão da Baía dos Porcos, assassinato de Kennedy e Watergate. Se você fizer o seu dever de casa, encontrará ligações entre o massacre de Jonestown, o massacre de Waco e o bombardeio do edifício federal em Oklahoma City.

Para entender a tragédia de Jonestown de Jim Jones, você precisa entender algo do background.

Em 1976-79, trabalhei na seção classificada de Control Data Corporation. Control Data tinha os computadores mais poderosos do mundo naquele tempo, e eles eram usados pelos EUA em seus projetos mais secretos e mais importantes. Também fui coordenador do Grupo de Interesse Especial de Mensa chamado “Doomsday Club.”

Escrevia uma newsletter chamada *Doomsday Club News and Intelligence Report.* Aprendi algumas destas coisas que me preocuparam sobre o que a Rússia estava fazendo e citei um artigo de 2 de outubro de 1978, da revista *Aviation Week and Space Technology* em minha newsletter de outubro.

Aprendi, por exemplo, que a Rússia tinha estado abatendo nossos satélites espiões. O que naquele tempo eu não sabia era que o Dr. Peter David Beter também estava preocupado, porque estava obtendo informação superior de alguns de nossos serviços de inteligência sobre o que realmente estava acontecendo.

Por exemplo, em junho de 1976, Dr. Beter recebeu informação que a Rússia havia plantado uma bomba nuclear na Ilha Mt. Desert, Maine, perto de Seal Harbor, casa de Nelson Rockefeller. Ele relatou a informação ao General George S. Brown, Presidente da Junta de Chefes de Staff, que teve a informação conferida e encontrou a bomba.

Nelson Rockefeller imediatamente pôs sua casa a venda, embora ela tenha sido dos Rockefeller por duas gerações. Dr. Beter disse, “Mas meu relato de junho de 1976 sobre a bomba de Seal Harbor levou muito além das presentes condições não estabelecidas lá. Isto provou à alta inteligência que as cartas do  Dr. Beter podiam receber confiança por dizer a verdade; e daquele ponto em diante comecei a receber grandes quantidades de informação de inteligência que não eram confiadas a outros canais de informação pública.” (Dr. Beter Audio Tape #39 gravada em 29/10/78.)

Dr. Beter continuou a dar ao Gen. Brown tal informação como a precisa localização do secreto local de míssel e bomba da Rússia, inclusive algumas que haviam sido plantadas em solo americano e em rios americanos, perto de represas etc. A Rússia as plantaria e o Dr. Beter contaria a Brown, e Brown as removeria.

Os bolchevistas em nosso governo que estavam trabalhando com a Rússia arranjaram para que Brown fosse substituído, e as bombas não foram mais removidas. Em 1o. de outubro de 1976, o Presidente Gerald Ford (um secreto comunista e membro da Máfia de Michigan) assinou o que tem sido chamado de traiçoeiro Acordo da Sexta-feira Vermelha e os russos tiveram permissão para continuarem sem interferência.

Na carta de Beter  #39, gravada em 29/10/78, e impressa no *Wisconsin Report* de 16 de novembro de  1978, ele citou o mesmo segundo artigo de outubro *Aviation Week* que eu citei em minha newsletter de outubro, sobre a Rússia possuir a tecnologia de armas de raios de partícula. Em sua carta ele disse, “Em setembro de 1977 relatei o primeiro uso operacional das armas de raio de partícula no espaço pela Rússia.

Em 20 de setembro de 1977, os russos explodiram um satélite espião americano em uma enorme bola de fogo no espaço quando ele passava sobre o Observatório de Petrozvodsk no norte da Rússia. E mal uma semana mais tarde, em 27 de setembro de 1977, a secreta base lunar americana na Cratera de Copernicus foi silenciada por um ataque de raio neutron da Rússia da órbita da Terra. A América tinha perdido a Batalha da Colheita da Lua. Imediatamente a América foi forçada a parar sua secreta corrida de armas de raio com a Rússia, porque subitamente nossos governantes invisíveis estavam titubeando na beira da própria guerra – e a Rússia subitamente estava chamando os tiros”.

E agora, meus amigos, vocês sabem sobre o que foi o Pouso Lunar Apollo [farsa] – foi uma cobertura para as reais missões militares acima de top secretas. Embora top secretas, dicas da base tem aparecido aqui e ali. A divulgação de dezembro 1993/janeiro 1994 da revista *Air & Space*, no artigo “Assegurando um Alto Solo”, dise:

“Os detalhes da base lunar, que foram contidos em um grosso relatório secreto chamado ‘Programa Militar da Base Lunar’ ou ‘Estudo do Observatório Lunar  S.R. 183,’ foram revelados pelo Diretorado de Planejamento e Análise Espacial da Divisão de Mísseis Balísticos da Força Aérea, em abril de 1960. O coração do S.R. (Requerimento de Estudo) 183 era um Sistema subterrâneo de bombardeio da Terra baseado na Lua que asseguraria “retaliação positiva” no evento de um ataque soviético contra os EUA. Embora o relatório tenha dito que a construção do complexo de mísseis pudesse ser adiado por três ou quatro anos, ele pedia o planejamento ativo para a base começar ‘imediatamente’ se a máxima vantagem militar devesse ser derivada do programa lunar.”

Os amplos ressaltos do plano da base lunar tem sido públicados em abril e setembro de 1959 de *Aviation Week.* Richard Hoagland, R. Renè, Bill Kaysing e outros tem determinado que os pousos lunares da NASA como apresentados foram falsos e eles discutem o que realmente possa ter acontecido. Hoagland tem encontrado evidências de restos de estruturas altamente avançadas na Lua e em Marte. O que Hoagland não sabe é que algumas destas estruturas podem ser de construção americana. Esta é uma história que permanece a ser contada.

Você imaginará de onde Beter recebeu sua informação, incluindo informação que até mesmo a mais alta inteligência não conhecia. A maioria de nós não está pronto para responder esta questão, mas para aqueles de vocês que estão prontos, direi que a resposta é revelada na página 204 de *Missing the Lifeboat?* Phoenix Journal #86 e página 29 de *Ascension or Never-Never Land?* Phoenix Journal #98. [telefone 1-800-800-5565 para ordenar.]

Em 25 de maio de 1961, o Presidente Kennedy em sua fala dirigida à União, deu uma famosa declaração onde disse : “Acredito que esta nação deva se dedicar a alcançar a meta, antes que esta década termine, do pousar o homem na Lua e que ele volte seguramente à Terra”.

Aparentemente ele não sabia naquele tempo, embora logo começasse a aprender, que ao tempo em que deu esta declaração, já havia uma base na Lua. Um ano mais tarde, em 22 de maio de 1962, uma sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um ambiente que pode sustentar a vida. Não muito depois, a construção de uma colônia no planeta Marte foi começada em real facilidade.

Se você quiser saber mais, sugiro que pesquise o assunto conhecido entre o grupo dos UFOs como “Alternativa 3” (o livro com  este nome é 75% verdade e 25% desinformação]. “Bob Grodin” foi um pseudônimo  de um astronauta que viu a base real. A base lunar foi estabelecida por nossos governantes atuais, conhecidos como Bilderbergers (este projeto foi chefiado por um grupo particular chamado Jason Society), com sede na Suíça.

Eles tem encontros para fazer seus planos e o jornal *Spotlight* gosta de bravatear que é capaz de penetrar em tais encontros. O que *Spotlight* não sabe é que os encontros principais são realizados em um submarino nuclear sob a capa de gelo polar. Há muitos poucos quebradores do partido lá. Para prova que a NASA tem mentido para você, contacte Richard Hoagland de Mars Mission. Enquanto estiver lá, pergunte sobre Dan Quayle. *(The Mars Mission,* 122 Dodd St. Weehawken, NJ 07087).

A Corporação RAND desenvolveu maquinário movido a energia nuclear para criar túneis subterrâneos na base. O maquinário foi também usado nos EUA para construir uma rede enorme de túneis e complexos subterrâneos. Você pode querer ler  *Underground Bases and Tunnels – What is the Government Trying to Hide?* de Richard Sauder, um livro disponível da revista *Spotlight*.

As pessoas que trabalharam nos programas Apollo e na NASA dirão que não sei do que estou falando, afinal, eles estavam “lá” e eles “sabem”. Para os sérios pesquisadores de mente aberta, aqueles que entendem que há algo podre com a NASA e querem saber a verdade, direi que os reais veículos lunares operaram fora de S-4 em Nevada (e algumas vezes Area 51), sem mencionar as bases russas.

A CRISE DOS MÍSSEIS CUBANOS

Em 1962, foi sabido que a Rússia estava empregando misseis nucleares em Cuba. A informação foi obtida de fotos tiradas por uma aeronave U-2 pilotada por Roger Chaffee. O Presidente John F. Kennedy, graças a informação fornecida a ele pelo desertor russo Coronel Oleg Penkovsky, sabia da fraqueza militar da Rússia e avisou Khruschev para retirar os mísseis. Khruschev não estava em posição de enfrentar Kennedy, então ele removeu os mísseis. A história tem sido escrita muitas vezes em livros e artigos.

O piloto do U2 Roger Chaffee mais tarde foi escolhido como um astronauta da Apollo 1, comandada pelo veterano astronauta Gus Grissom (vôos Mercury e Gemini). A evidência indica que Chaffee, Grissom e White foram assassinados, talvez porque Grissom não gostou de cooperar com uma farsa.

Grissom disse a sua mulher, “Se houver um sério acidente no Programa Espacial, é provável que seja comigo”. Grissom tentou que o chefe administrador da NASA Joe Shea fosse ao teste da Apollo com ele. Chaffee nunca havia estado no espaço, mas era um veterano de missões secretas de inteligência tais como os vôos do U2. NASA teve sete acidentes de incêndio de oxigênio antes que Grissom, Chaffee e White fossem ‘acidentalmente’ queimados na Apollo I em janeiro de 1967.

General Phillips, superior de Frank Borman, fez uma investigação que foi retirada do público ao ser “classificada”. Porque classificada? O que eles estavam escondendo? Oito astronautas morreram de “acidentes” em 1967. Para mais detalhes veja *NASA Mooned America!* de R. Renè. (R. Renè, 31 Burgess Place, Passaic, NJ 07055.)

O que Kennedy não sabia, quando aconteceu a crise dos mísseis cubanos, era que a Rússia estava muito perto de empregar um sistema de armas totalmente novo. Khruschev perdeu grande parte de seu prestígio com seus conterrâneos, temporariamente. Para recuperar prestígio com seus líderes, em 10 de abril de 1963 ele testou seu novo sistema de armas ao destruir o submarino nuclear *U.S.S. Thresher*. Esta é uma história para outra vez. O que todos estes livros sobre a crise dos misseis cubanos não contam a você, contudo, foi para onde Khruschev moveu aqueles mísseis.

Naquele tempo a aliança secreta Rockefeller/Soviéticos estava de vento em popa, e os planos conjuntos de longo alcance para uma guerra nuclear controlada estavam indo bem adiante. Ambos os lados estavam olhando adiante para uma eventual fraude, mas isto ainda estava bem no futuro naquele tempo. O fortalecimento deliberado da Rússia às custas da América era parte do plano conjunto para um Governo Mundial e conquista.

A crise dos mísseis cubanos de 1962 lançou um temporário alicate no programa quando o Presidente Kennedy interviu pessoalmente e parou o armamento nuclear de Cuba; e por fazer isto, e outras indiscrições humanas, ele perdeu a vida em Dallas pouco um ano depois. Para informação adicional sobre os planos secretos de Kennedy leia *Final Judgment* de Michael Collins Piper, disponível do jornal *Spotlight* , 300 Independence Ave. SE, Washington, D.C. 20003.

GUIANA

O sucessor de Kennedy, Lyndon Johnson, assegurou-se de seguir o script mais cuidadosamente. No final da crise cubana, os russos precisavam de uma nova base para frente na área do Caribe para propósitos estratégicos até que o calor saísse de Cuba. Para acomodar a Rússia, a Guiana foi selecionada para este propósito, e David Rockefeller providenciou que um marxista chamado Forbes Burnham se tornasse o Primeiro Ministro. Em troca, o Banco Chase Manhattan se tornou o agente fiscal para a Guiana, dando a Rockefeller accesso ao ouro produzido na Guiana; e como um fator chave em tudo isto, o então Presidente Lyndon Johnson em 1965 devolveu a base aérea americana, Atkinson Field, para a Guiana.

O direito da América reter o controle sobre a base por várias décadas mais foi simplesmente abandonado sem qualquer desculpa oferecida. Atkinson Field foi então renomeada Campo Aéreo de Temehri, ao sul de Georgetown, a capital da Guiana. Este é o campo aéreo de onde os helicópteros americanos levaram os cadáveres a serem embarcados para América depois do desastre de Jonestown.

Quando Johnson deu o campo aéreo de Temehri para a Guiana Marxista, ele de fato entregou uma grande oportunidade à Rússia. O campo aéreo de Temehri é o maior em toda América Latina, maior até mesmo que o maior aeroporto de Nova Iorque, o aeroporto John F. Kennedy; e sua localização o torna ideal para transportar as tropas cubanas e suprimentos para a África.

Como um resultado, a ação de Johnson em benefício dos Rockefellers roubou dos EUA uma importante conexão logística para a África enquanto abria as portas para as tropas cubanas. Nossos problemas posteriores com as tropas cubanas em Angola e em outros lugares na África foram parcialmente o resultado.

Por alguns anos, a atividade militar russa na Guiana foi concentrada ao redor da vizinhança do campo aéreo de Temehri. Em 1974, os russos colocaram mísseis em lugares que cercavam o campo aéreo. Então os mísseis foram retirados destes locais e movidos para um complexo separado de mísseis a oeste de Georgetown, durante os seguintes dois anos.

Naquele complexo, os mísseis foram empregados em sítios espalhados sobre uma área de algumas 30 milhas de diâmetro. Aproximadamente no centro estava uma instalação de Comando e Controle comandada por pessoal russo. E o complô começou a se espessar.

Depois que a relocação da base de mísseis foi completada, o complexo dos mísseis foi centrado em um ponto aproximadamente a 70 milhas a noroeste do campo aéreo de Temehri. Não foi acidente que o kibbutz do Templo do Povo foi localizado tão perto da base de mísseis.

Ao tempo em que o Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) [depois CIA] foi criado na Segunda Guerra Mundial, Nelson Rockefeller já tinha uma forte presença na América Latina com sua própria agência chamada Coordenador de Assuntos Interamericanos. Lembro-me de uma história que me foi contada por uma amigo que, como um jovem alemão na América do Sul, foi preso por ser alemão e enviado a um campo de concentração no Texas por toda a duração da Segunda Guerra Mundial. Mais tarde ele voltou a América do Sul. Ele me contou sobre o tempo em que viveu na fronteira da Colômbia e Venezuela e admirava os enormes e maravilhosos campos de flores possuidos por Rockefeller. Você sabia que Rockefeller amava flores e estava no negócio de flores? Que tipo de flores? Papoulas!

ORIGENS DO TEMPLO DO POVO

As origens do Templo do Povo na década de 1950 nada tem a ver com as intrigas do governo. Não foi senão até aproximadamente 1970 que certos elementos da comunidade de inteligência dos EUA começaram a infiltrar e subverter o Templo do Povo. Os irmãos Rockefeller sempre tem tido a prática padrão de apoiar não apenas a facção no poder mas também espionar os oponentes daquela facção – e quem não quer um pouco de custeio “gratuito” e apoio em dinheiro? Desta maneira eles sempre estão em uma posição, ao menos teoricamente, de cortar qualquer um que tente se libertar do controle deles.

No caso da Guiana, os Rockefellers queriam ter um tal instrumento na Guiana na medida em que examinavam Forbes Burnham, o Primeiro Ministro, o qual eles puseram no poder com o uso do dinheiro deles. Certos elementos dentro da comunidade de inteligência dos EUA, sob a coordenação geral da CIA, receberam a tarefa de encontrar meios de realizar isto.

No curso de avaliar várias opções, foi concluido que o Templo do Povo se provaria ideal. O perfil psicológico do líder, Jim Jones, indicava que ele poderia se converter em uma arma poderosa dos governantes invisíveis. Ao contrário dos relatos na maior media controlada, Jim Jones nasceu judeu, e ele já exibia tendências na direção de uma organização no estilo kibbutz que podia ser canalizada nas direções úteis. Isto seria realizado por meio de fatores conscientes e inconscientes. A nível consciente, dinheiro e um poderoso apoio político seriam canalizados nesta direção; a nível inconsciente, a técnica de programação psicológica seria empregada. .

Gradualmente, Jim Jones perderia o controle de sua própria personalidade e se tornaria parte do que os nossos governantes invisíveis queriam que ele fosse. O processo inevitavelmente criaria inúmeros conflitos internos e tornaria Jim Jones um homem perturbado e perigoso.

MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO

Por 1973, mudanças no comportamento de Jones começaram a ser percebidas por seus amigos e seguidores. Sua conversão em um agente semi-consciente de morte e intriga estava subjacente na facilidade daquele tempo. Neste mesmo ano, os fundos disparados do Templo do Povo foram utilizados para lançar o kibbutz agrícola em Jonestown, Guiana, embora apenas umas poucas pessoas estivessem lá naquele tempo. A Guiana era um rígido Estado marxista, e ninguém poderia ter lançado um novo empreendimento como a Comuna sem a aprovação de Forbes Burnham; mas os agentes de David Rockefeller se asseguraram que Burnham recebesse todas as garantias que ele necessitava para que o composto de Jones se encaixasse completamente no ambiente marxista da Guiana. Ao mesmo tempo, Forbes Burnham tinha começado a enganar David Rockefeller, exatamente como havia sido temido. Ele agora estava jogando a bola politicamente mas estava escondendo muito da produção de ouro da Guiana em cavernas nas montanhas. David Rockefeller descobriu isto algum tempo depois, mas por então o problema muito maior estava se desenvolvendo de uma fraude pela Rússia de forma que Burnham foi deixado intocado para abrir caminho para coisas muito maiores.

Pelo verão de 1974, os irmãos Rockefeller ainda estavam sonoramente na cama com o Kremlin, e já havia sinais ominosos de que algo estava acontecendo na Rússia que eles não entendiam; mas eles simplesmente não podiam imaginar que seus velhos aliados do Kremlin, os bolchevistas, estavam sendo derrubados.

Avisos públicos sobre os mísseis na Guiana foram negados ou ignorados. A planejada e programada guerra nuclear estava sendo arquitetada para o final da década de 1970 e eles não queriam o plano estragado pelo conhecimento público; mas dois anos depois, as fraudes militares russas da América começaram com a Crise dos mísseis submarinos de 1976, uma outra história para uma outra vez.

MAIOR ALVO

A base de mísseis da Guiana era um dos maiores alvos do planejamento revisado. Quando este planejamento começou dois anos antes, a Batalha Espacial pela Colheita da Lua ainda estava no futuro. Parecia inconcebível que a América pudesse perder sua secreta base de armas de raio que logo estariam operacionais na Lua; e tão logo eles tivessem esta base lunar da qual depender, nossos governantes invisíveis pensavam que não poderiam mais perder. Mas a luz do engano dos mísseis submarinos, eles queriam ser capazes de arrancar tantos dentes militares da Rússia quanto possível. Deste modo, sua destruição da Rússia seria até mesmo mais completa do que originalmente planejado.

Os planejadores da Operação Guiana receberam um problema difícil para resolver. O objetivo era dizimar a base de mísseis russa na Guiana e remover a ameaça que ela oferecia ao Canal de Panamá e cidades sul americanas; mas isto era uma operação pré guerra realizada encobertamente e com completa surpresa. Tinha que ser encoberta porque a Rússia e os EUA não podiam suportar saber que a base sequer existia; e a surpresa tinha que ser completa porque até mesmo o mais breve aviso, a base podia ser reforçada e defendida por tropas cubanas.

Por estas necessidades foi concluido que um raid estilo comando seria necessário, algo como o raid israelense no Aeroporto de Entebbe, em Uganda, em julho de 1976. Um outro tipo de ataque teria exigido que nossos líderes fizessem o que o Presidente Kennedy fez em 1962, isto é, dizer ao povo americano que estava em ação e pedir o nosso apoio. A todos os custos, uma coisa que nossos governantes invisíveis estavam determinados a não fazer era nos dizer qualquer coisa. O problema então se elevou – como obter forças atacantes conjuntas na Guiana em uma força grande e rápida o suficiente para fazer o trabalho sem trair a mão deles.

Dizimar uma base como aquela da Guiana não era uma tarefa fácil. Foi então concluído que de alguma forma muito subitamente, maciça e compelente desculpa teria que ser fornecida para habilitar a junta militar secreta a entrar na Guiana temporariamente. A desculpa, seja qual for que ela fosse, teria que ser tão visível para atar as mãos da Rússia de forma que esta não pudesse retaliar na Guiana sem abrir mão do que ela tinha estado fazendo lá; e a desculpa teria que parecer não militar, ainda que exigisse especialização militar.

Sobretudo, alguma provisão teria que ser feita para todas as baixas no ataque à base de mísseis a serem removidas da Guiana depois do raid, caso contrário sua presença na Guiana podia ter sido feita um incidente internacional anunciado por uma história diferente e não relacionada a secreta base de mísseis.

Por exemplo, o governo da Guiana, seguindo os ditames russos, poderia ter publicamente apresentado os corpos das forças militares conjuntas mortas no ataque e dizer que foram mortas em uma tentativa de golpe de Estado contra Forbes Burnham. Isto era uma ordem muito grande, mas o kibbutz de Jonestown provou ser a resposta. Tudo que era necesário era arranjar que muitas centenas de cidadãos americanos morressem “subitamente” na Guiana e sob condições que garantissem uma instantânea publicidade maciça.

A absurda enormidade da tragédia exigiria envolvimento militar, e o local de Jonestown foi feito para proporcionar isto. Os helicópteros que se ligavam entre o campo aéreo de Temehri e Jonestown naturalmente voariam sobre o complexo dos mísseis – cujos detalhes eram conhecidos a despeito da camuflagem especializada. Isto significava que as forças militares conjuntas pudessem ser estabelecidas perto dos perímetros da base de mísseis e mais tarde recuperadas, juntamente com as baixas, com relativa facilidade.

E na medida em que os repórteres no campo aéreo de Temehri observavam os helicópteros saindo a noroeste e voltarem na mesma direção, eles eram levados a assumir que tudo estava acontecendo para e de Jonestown a algumas 150 milhas de distância. Eles não tinham meios de saber que muitos vôos eram de e para a base russa de mísseis, que ficava na mesma direção, mas somente na metade da distância.

NO INÍCIO DO ESQUEMA

Quando foi decidido usar as mortes de Jonestown como um acobertamento ao ataque da base de míssel, Jonestown estava funcionando apenas como um posto avançado do Templo do Povo. Não havia pessoas suficientes lá para fornecer um maior incidente que servisse ao propósito pretendido, e então, através de meios diretos e indiretos, Jim Jones foi persuadido a ir ele próprio para o kibbutz da Guiana, levando o máximo de seu rebanho que o seguisse. Isto se revelou ser entre 25% e 30 % e ao seguirem Jones ele se identificaram como o grupo mais altamente dependente de Jones pessoalmente. Eles também eram os mais suscetíveis às influências combinadas de exaustão, intimidação e isolamento de ajuda externa – em outras palavras, exatamente por meio de lavagem cerebral.

Até mesmo desde os dias da Guerra da Coréia tinha sido sabido conclusivamente que as técnicas de lavagem cerebral podem fazer às pessoas todos os tipos de coisas. Até mesmo endurecidos soldados veteranos americanos na Coréia cairam vítimas de lavagem cerebral em números surpreendentes porque eles não entendiam o que estava acontecendo a eles. As vítimas de Jonestown não eram soldados endurecidos. Em agosto de 1977, Jim Jones partiu para a Guiana com seu rebanho sacrificial. Naquele mesmo mês, o Embaixador da ONU Andrew Young levou uma mensagem ao Primeiro Ministro Forbes Burnham da Guiana. Ele disse que sob certas condições os EUA e o Banco Mundial aumentariam sua ajuda a Guiana – isto é, o bolso de Burnham alinhado a dez vezes mais que os números anteriores. E então o desastre chave de  Jonestown foi colocado em movimento pouco antes da Batalha pela Colheita da Lua.

POBRE LEO RYAN

Para desencadear a tragédia inteira em um clarão de publicidade, o interesse do falecido congressista Leo J. Ryan foi desenvolvido e programado.

Em uma amostra de coragem que hoje é praticamente desconhecido no Congresso dos EUA, Ryan foi a Guiana sabendo que isto podia ser perigoso. Mas o que ele não sabia, com certeza, foi que ele havia sido atraído ao fazer a viagem naquele trágico porvir; isto foi planejado bem antes.

O Congressista Ryan e aqueles que morreram com ele no Aeroporto de Port Kaituma foram baixas na guerra secreta que estava levando à Guerra Nuclear 1. E então centenas de outros civis americanos que morreram no chamado “suicídio em massa” em Jonestown, Guiana.

Na medida em que se aproximava o tempo do congressista Ryan fazer sua viagem antecipada a Guiana, outras atividades foram colocadas em movimento no estado militar e diplomático. Era essencial que a atenção da Rússia fosse desviada da Guiana até que fosse tarde demais para proteger a base de mísseis.

O prêmio da Rússia no Hemisfério Ocidental de fato é Cuba; e então nos dias finais antes da batalha da Guiana no Dia de Ação de Graças de 1978, a trompeteada crise de mísseis MIG-23 foi usada para desviar a atenção russa para Cuba. Somente tarde demais o Kremlin descobriu que o alvo real não era Cuba, mas a Guiana.

A BATALHA DO DIA DAS GRAÇAS DE 1978

Ajudantes próximos do falecido congressista Leo Ryan tem relatado publicamente que sua fatídica decisão de ir a Guiana foi desencadeada por um relatório do Departamento de Estado para ele, quando ele descobriu  que o relatório era totalmente insatisfatório. Esta reação de Ryan tinha sido corretamente prevista e, de fato, deliberadamente encorajada. Com a chegada das eleições, o congresista Ryan decidiu programar a viagem para depois das eleições durante o recesso parlamentar. Esta era uma reação muito natural, e também havia sido antecipada pelos planejadores atrás das cenas. Nenhum político perderia a oportunidade de fazer campanha exatamente no dia da eleição.

Na medida em que se aproximava o tempo para a viagem dele, a falsa questão da crise dos mísseis cubanos MIG-23 irrompeu. O governo Carter tinha aprendido quase um ano antes que os russos iam enviar MIG-23s para Cuba e decidiu que isto seria um pretexto perfeito para uma falsa crise. Os MIG-23 podem transportar certos tipos de armas nucleares como declarado; mas até mesmo este papel é o de uma arma tática mais apropriada para apoio de solo ou forças navais. O MIG-23 por si só não ameaçava a América do mesmo modo que o havia feito a crise dos mísseis cubanos de 1962; assim quando os EUA começaram a jogar com os MIG-23s, era óbvio para o Kremlin que isto era um esforço deliberado para aprofundar a tensão pública sobre Cuba.

As questões eram: Exatamente o que os EUA estavam querendo? O governo Carter estaria tão louco a ponto de invadir Cuba? Tal coisa soava irracional, mas os governantes invisíveis da América estavam se comportando cada vez mais irracionalmente.

Isto, também, foi parcialmente deliberado e foi pretedido para manter os enxadristas do Kremlin fora de equilíbrio, mas também foi parcialmente um resultado do aumentado grau de controle sobre a América destes esquizofrênicos satânicos, os bolchevistas.

Cuba era, afinal, muito importante para a Rússia porque a Rússia estava olhando adiante para a dominação mundial depois da Primeira Guerra Nuclear, e por isto, Cuba é a principal cabeça de ponte russa no Hemisfério Ocidental. Até mesmo mais urgentemente, Cuba era o lar não admitido da frota russa de submarinos do Caribe, e esta frota tinha repetidamente se movido para posições de ataque no Golfo do México durante um período anterior de dois anos e mais durante períodos de tensão.

Como se isto não fosse o bastante, havia concentrações de armas nucleares em ao menos quatro localizações em terra em Cuba. Uma estava perto da costa norte aproximmadamente 10 milhas terra a dentro a sudeste de Cardenas. Esta localização fica a 150 milhas ao sul de Cape Sable, Flórida. Um segundo sítio estava aproximadamente a 150 milhas a leste-sudeste daquele e aproximadamente 10 milhas terra a dentro da costa norte. Umas 120 milhas mais ao sudeste estava uma terceira concentração a 15 milhas a nordeste de Marti, bem terra a dentro. Um quarto sítio nuclear estava perto da ponta leste de Cuba, a 18 milhas norte-noroeste da Base Naval dos EUA de Guantanamo Bay.

Com tudo isto em jogo, a publicidade americana sobre os MIG-23s causou preocupação no Kremlin. E no início de novembro a tensão aumentou quando os EUA começaram a enviar vôos de reconhecimento SR-71 sobre Cuba – sombras de 1962 e dos U-2.

Em resposta, formações maciças no Atlântico, Pacífico e Frotas Submarina do Caribe da Marinha russa começaram a flanar ao longo das costas leste e oeste da América e do Golfo em 6 de novembro. Eles não estavam em formação de ataque, mas seus grandes números assinalavam um aviso claro a Washington. Neste momento, elas ainda estão em formação, muitas com armamento neutron.

Então durante a semana imediatamente anterior, as tragédias da Guiana e a pseudo-crise dos MIG-23 construiram um clímax. Começando na terça-feira, 14 de novembro, uma enorme força tarefa naval combinada de americanos e britânicos começou a se dirigir para Cuba. Em meados da semana, as forças de defesa cubanas estavam em pleno alerta, e na quinta-feira, 16 de novembro,um grupo de 12 senadores dos EUA em Moscou – supostamente para discutir os acordos SALT – se encontraram com o KOSYGIN da Rússia.

Lá eles pressionaram a alegada matéria do argumento dos MIG-23 cubanos, chamando a isto de um “um falso argumento”. Como um antigo piloto de teste e primeiro astronauta americano em órbita, o Senador John Glenn sabia do que estava falando, mas a raiva do Kosygin sobre os comentários sobre os MIGs forneceu a comunidade de inteligência dos EUA a prova valiosa que uma ação de imitação em relação a Cuba estava funcionando. No dia seguinte, 17 de novembro, a Rússia admitiu publicamente enviar MIG-23s a Cuba, chamando-os de armas estritamente defensivas.

No mesmo dia um editorial no *Washington Post* tipificou a crescente atenção da media aos MIG-23s cubanos. Ele era intitulado: “Uma Nova Crise de Mísseis Cubanos?” No dia seguinte, sábado, 18 de novembro de 1978, o Congressista Leo Ryan, três noticiaristas e uma mulher tentando escapar de Jonestown foram assassinados no aeroporto de Port Kaituma. Ao menos uma dúzia de outras pessoas ficaram feridas, mas não foi feito qualquer esforço para destruir o avião cheio dos fugitivos aterrorizados de Jonestown. De fato, muitas testemunhas ainda estavam vivas, e um avião menor conseguiu decolar depois do massacre no aeroporto e relatar o ataque na capital, Georgetown.

Imediatamente a atenção mundial se concentrou na Guiana, e enquanto isso o assassinato em massa em Jonestown – erroneamente chamado de suicídio em massa – estava a caminho.

A este ponto, o elaborado plano falsificado em relação a Cuba não era mais necessário, então o Pentágono anunciou que um exercício naval de rotina estava em progresso e que não se aproximaria de Cuba mais que 50 milhas. As forças de defesa cubanas relaxaram, mas a ação real estava apenas começando na Guiana. As execuções metódicas do Congressista Ryan e dos três importantes noticiaristas tinham garantido que Jonestown logo estaria no centro da atenção da publicidade. Tendo garantido esta publicidade, Jim Jones então ordenou as execuções em massa no kibbutz de Jonestown.

DETALHES DO MASSACRE

Os detalhes completos do desastre de Jonestown podem nuncar vir a ser conhecidos publicamente. Contudo, é certo, que muitos poucos daqueles que morreram foram voluntários em tirar as próprias vidas. Alguns foram atraiçoados, não entendendo que aqueles rituais de morte eram reais. Muitos mais resistiram, mas eram fracos, indefesos e eram confrontados por esquadrões armados de execução. Assim por vários meios, várias centenas de pessoas foram envenenadas com cianeto de potássio, muitas sendo injetadas forçadamente. Muitas fugiram para a selva, onde os Boinas Verdes dos EUA e as forças especiais SAS britânicas os seguiram e os levaram de volta ao Templo, onde os abateram a tiros. Finalmente, quando o assassinato em massa foi completado, os executores realizaram sua tarefa final de gerenciar a horrível cena de morte. Para obter a surpresa necessária para atacar a base de mísseis russa, era criticamente importante que os primeiros relatos de Jonestown descrevessem a cena como um suicídio em massa. Somente deste modo seu real significado militar podia ser oculto por tempo suficiente para enganar os russos.

Portanto, todos os corpos livres de ferimentos a tiros foram arranjados em linhas e outros agrupamentos, sugerindo a primeira vista, que eles morreram voluntaria e deliberadamente. Esta foi a cena que recebeu as tropas guianesas mais tarde no dia seguinte, no domingo, 19 de novembro. Foi mais de 24 horas depois que as vítimas do kibbutz morreram e os executores, incluindo o verdadeiro Jim Jones, já tinham ido embora. Jim Jones não morreu em Jonestown.

AS TROPAS COM MEDO DE DOENÇAS

As tropas guianesas estavam com medo de possíveis doenças mas contaram os corpos tão acuradamente quanto possível sem manusea-los intimamente ou move-los. O total que elas contaram na noite de domingo foi de 409. A impressão inicial de um suicídio em massa foi absorvida pela maior media controlada dos EUA. Sem esperar uma investigação, a media divulgou a imagem de suicídio de Jonestown como se este fosse um fato comprovado. Depois de uns poucos dias, as pessoas começaram a levantar perguntas, mas então a imagem inicial de suicídio tinha servido ao seu propósito de abrir as portas da Guiana para os EUA.

Por exemplo, na terça-feira, 21 de novembro, o filho sobrevivente de Jim Jones, Steven, disse a uma conferência de imprensa em Georgetown, “Que não havia meio de ter sido um suicídio em massa.” E que no mesmo dia, segundo o *Washington Star,* uma fonte guianesa ressaltou uma séria discrepância médica na cena de morte do kibbutz de Jonestown. Ela disse, “Se você morre de cianeto, que parece ter sido o veneno, seu corpo tem um espasmo e contorção de morte, mas em Jonestown todo mundo parecia relaxado”

A razão para esta discrepância era que pelo tempo em que chegaram as tropas guianesas, todos os corpos haviam sido rearranjados. Eles também, em sua maior parte, foram colocados com a face para baixo. Isto foi assim para as fotos amplamente publicadas não arruinassem a impressão desejada de calma preetndida  e evitar que você visse a expressão final de agonia das vítimas.

O PESADELO CONTINUOU

Para continuar a charada de pesadelo para enganar os russos, os EUA inicialmente publicamente exigiram que a Guiana coletasse e enterrasse as centenas de corpos. Como combinado, a Guiana respondeu que este era um problema americano e que a América devia levar os corpos de volta para os EUA. Exatamente como planejado. Para facilitar esta hedionda e enorme tarefa, a Guiana concordou de não seguir a lei guianesa usual que exige que qualquer corpo seja autopsiado antes da remoção do país. Com este arranjo, os EUA obtiveram carta branca para o acesso militar a Guiana, o que era necessário.

A inteligência russa entendeu o que estava em ação na segunda-feira, 20 de novembro, mas claramente era tarde demais para deter isto. “Temos uma base secreta de misseis lá e os EUA estão prontos para destrui-la”. Isto teria reunido a opinião mundial a favor da América e, embora as cosmosferas russas rapidamente convergissem sobre a Guiana, elas, também , eram inúteis nas condições encobertas da batalha lá. Suas armas de raios de partículas carregadas poderiam ter feito um curto trabalho nas forças estilo comando, mas no processo eles teriam dizimado a própria base russa. Os mísseis da Guiana tinham se tornado apenas um fator menor no poder militar da Rússia desde a Batalha da Colheita da Lua, um ano antes. Eles não eram valiosos o suficiente para que a Rússia declarasse guerra aberta por sua conta. E então sob estas condições, a Rússia estava impotente de agir, já que a tragédia de Jonestown tinha sido estagiada.

Na medida em que se aproximava o Dia de Ação de Graças, enormes transportes americanos, helicópteros, tropas e equipes médicas enxameavam a Guiana. Em um canto remoto do enorme campo aéreo de Temehri um posto de comando foi criado para as operações gêmeas de Jonestown e a base de mísseis russas.

Tão logo algumas das tropas começaram a nauseante tarefa de limpar o kibbutz de Jonestown, outras forças conjuntas de ataque estavam tomando posição ao redor da base de mísseis nas preparações do ataque surpresa. Enquanto isso, dia após dia a contagem de mortos em Jonestown permanecia inalterável em 409.

Então no próprio Dia de Ação de Graças, aconteceu a Batalha da Guiana. Forças militares com experiência em selva e guerra surpresa se moveram no complexo russo, atacando todos os sítios dispersos simultaneamente. Como no raide de Entebbe, a própria batalha não durou muito. Ela tinha que acabar muito rapidamente para ter sucesso.

Primeiro as pequenas equipes no sítio perto de cada míssel foi dominada e então morta. Os próprios mísseis foram rapidamente incapacitados. A seguir as forças militares seguiram para o Centro de Controle e Comando dos mísseis onde aconteceu uma batalha sangrenta. Quado a fumaça acabou, cada pessoa dento da base de míssel havia sido morta, inclusive os comandantes russos. Quando a batalha terminou, os helicópteros do campo aéreo de Temehri começaram a pousar dentro do complexo arruinado dos mísseis e retirar os feridos. Primeiro, havia ordens estritas de não deixar corpos das forças atacantes no solo da Guiana, e então a área inteira foi varrida em busca de cada membro da força atacante que estivesse faltando. Seus corpos, como aqueles das vítimas de Jonestown, foram colocados em sacos do tipo usado no Vietnã em clareiras onde os helicópteros podiam pousar para pega-los. Finalmente, as forças combinadas tinham ordens de remover as ogivas nucleares e enviá-las para Georgetown de onde seguiam para os EUA. Membros das forças especialmente treinados começaram a trabalhar imediatamente depois dos ataques iniciais as equipes dos mísseis. Em 24 de novembro, sexta-feira, todas as ogivas haviam sido removidas. Elas, também foram colocadas em sacos de cadáveres, uma por saco, com alguma folhagem da selva para dar ao saco uma aparência razoável.

De fato nada desta guerra foi aparente aos repórteres no campo aéreo de Temehri, cujo acesso ao posto americano de comando lá foi cuidadosamente controlado. Quando os membros feridos das forças atacantes eram levados de volta ao campo aéreo, depois da Batalha da Guiana no anoitecer do Dia das Graças, eles eram mantidos fora das vistas dos repórteres. Caso contrário, quando ocasionalmente os repórteres viam sacos de corpos sendo movidos de lugar em lugar eles naturalmente presumiram que todos continham as vítimas de Jonestown. Eles não tinham meios de saber que alguns continham comandos mortos e que outros continham ogivas nucleares russas. A carga contínua da morte do kibbutz de Jonestown foi a cobertura perfeita para as consequências da Batalha da Guiana.

DE ONDE ELES PODIAM TIRAR TODOS ESTES CORPOS?

Muitos repórteres estavam totalmente intrigados com a escolha da Base da Força Aérea de Dover em Delaware para a ponte aérea da Guiana. A maioria das vítimas de Jonestown era da Califórnia, e lá existem instalações mortuárias, similares a da instalação de Dover, na Base da Força Aérea Oakland na Califórnia. Dover foi escolhida para facilitar e transferência das ogivas russas para a vizinha Área de Teste de Aberdeen e Arsenal. Isto foi feito para vôos rasos de Dover à Base da Força Aérea de Phillips.

Originalmente a contagem guianesa de 409 foi aceita pelos oficiais americanos na Guiana. Isto tinha levantado questões quanto ao resto de aproximadamente 1.000 residentes relatadamente estarem em Jonestown e que tinham desaparecido. Finalmente, no Dia de Ação de Graças, com a operação de limpeza de corpos em andamento, um porta-voz militar disse aos repórteres, “A avaliação que temos feito é simplesmente que não havia muito mais pessoas em Jonestown ao tempo do suicídio.” Mas até mesmo na medida em que ele falava, a Batalha da Guiana estava sendo travada na base russa de mísseis. Pelo meio dia de sexta-feira, o dia depois do Dia de Ação de Graças, 485 sacos de corpos já haviam chegado ao campo aéreo de Temehri. Os  “corpos” das ogivas eram destinados a elevar muito além dos 409 corpos originalmente contados pelas tropas guianesas no kibbutz. Foi um mal engano, o tipo de coisa que acontece no calor da batalha. Algo tinha que ser feito e rapidamente.

Então naquela sexta feira depois do Dia de Ação de Graças, um porta-voz nervoso e sem fala do Pentágono no campo aéreo de Temehri fez um estonteante anúncio a televisão CBS [alguns de nós a chamam de CIABS não é, Dan Rather?]: “A contagem original das pessoas encontradas mortas em Jonestown foi descoberta estar em um sério erro. Agora parece haver 780 corpos, no total, encontrados no local. Eles simplesmente estavam embaixo de outros corpos. Havia adultos maiores agrupados juntos e sob suas crianças foram encontrados corpos, e sob estes, foram encontrados outros corpos de adultos menores e crianças’. De fato um suicídio muito curioso.

Irritado pelos repórteres incrédulos, o governo embelezou mais tarde a história. O *Washington Star* citou o mesmo porta-voz como tendo dito na noite de sexta-feira: “Perto do centro da pilha de corpos, perto do hall de reunião, eles estavam em três profundidades em algumas áreas. Eles estavam em camadas com cobertores entre eles.” Não é muito interessante que todas estas pessoas caissem em linhas retas e bem orquestradas? A história era tão inacreditável que dentro de dois dias o próprio governo desmentiu sua história sobre os cobertores como “um rumor”. Ainda que a idéia básica de corpos no alto de outros corpos tivesse que ser mantida, e então no sábado, 25 de novembro, um outro porta-voz da Força Aérea tentou fazer com que isto soasse plausível com as seguintes palavras: ” Do que observei, o povo, quando cometeu suicidio, se alinhou em pequenos círculos, as crianças em frente a eles, e na medida em que morriam eles se dobravam para o interior do círculo”.

Até mesmo embora a história continuasse cada vez mais curiosa, quase todo mundo engoliu a linha, o anzol, a isca e o peixe!

O acobertamento da Guiana foi mundial em suas dimensões – e tinha que ser. Na Guiana, o Vice Primeiro Ministro Reid fez o primeiro anúncio público ao povo guianês sobre Jonestown no anoitecer de sexta feira, 24 de novembro, no parlamento. Então ele se recusou a responder perguntas, e saiu aos gritos de “vergonha, vergonha’, “acobertamento” dos membros do parlamento. E nos EUA no Dia de Ação de Graças o Diretor do FBI William Webster disse que: “O esquadrão de desastre do FBI tinha identificado positivamente o corpo de James Warren Jones pelos registros de impressões digitais”. Isto foi uma mentira, e naquele momento Jim Jones estava realizando bem sua pré-planejada escapada da Guiana.

COMO JIM JONES SAIU?

Os planos para a remoção de Jones foram bem planejados adiantadamente. Um barco oceânico, bem armazenado de suprimentos e dinheiro estava esperando por ele perto do centro ribeirinho de Bartica, 35 milhas a sudoeste de Georgetown. Para fazer seu caminho para Bartica de Jonestown, Jones tinha um passe de salvo conduto. Bem cedo na manhã do Dia de Ação de Graças, na medida em que havia começado a Batalha da Guiana, Jones se dirigiu corrente abaixo na direção de Georgetown. Pouco depois do meio dia seu barco deixou a boca do rio Essequibo para o Oceano Atlântico .

De lá Jones seguiu um itinerário complicado que era destinado a evitar que fosse seguido; mas a despeito disso, ele foi seguido. Da Guiana, Jones se dirigiu a leste por aproximadamente 330 milhas e então virou ao sul, chegando perto de La Mere, Guiana Francesa, ás 5:30 A.M. hora local, 27 de novembro. De lá ele viajou  por terra para a capital Caiena, e tomou um avião que atravessou o Oceano Atlântico para Freetown, Aeroporto de Sierra Bissau, chegando lá a aproximadamente às 7:00 P.M. hora local, 28 de novembro. De lá, menos de duas horas depois, ele subiu a bordo de um DC-3 e decolou. Sua rota o levou na direção leste para Tambacounda, (Senegal); de onde foi para Mali com paradas em Segou, Mopti e Gao; então direto para Agadez (Niger) e Largeau (Chad). De lá seu avião continuou para Atbaqra (Sudão) e então uma curta parada final em Port Sudan onde ele chegou ás 4:00 A.M., 30 de novembro, hora local.

Quando ele chegou a Port Sudan, Jones encontrou um transporte executivo que o esperava e que era de propriedade e operado pela inteligência israelense. Dentro de 20 minutos o avião decolou com Jones e se dirigiu ao meio do Mar Vermelho na direção do Golfo de Aqaba. As 6:30 A.M. hora local de 30 de novembro o avião de Jones pousou brevemente em Elath, a porta de trás de Israel; então em um aeroporto particular fora de Jerusalém ele se dirigiu para um encontro de instrução de inteligência. Tenho informação que Jones esteve em Israel por sete ou oito anos e então foi morto por seus ‘mantenedores” por ser perigoso demais te-lo por perto. Contudo, tenho outras informações que conflitam com isto e assim não sei dizer qual seja o seu status atual. Tenho ouvido pregadores dando sermões ressaltando a história de Jim Jones e Jonestown. Eles realmente não tem noção da verdade e estão meramente reforçando a lavagem cerebral que tem recebido.

TEN. CEL. JAMES “BO” GRITZ E JONESTOWN

O oficial a cargo de todas as forças especiais dos EUA para a América Latina ao tempo do holocausto de Jonestown era o Ten. Cel. James “Bo” Gritz. Gritz foi o soldado original no qual o personagem “Rambo” foi baseado. Gritz foi o soldado mais condecorado da Guerra do Vietnã. O masacre da Guiana foi realizado pelos homens de Bo Gritz (juntamente com as tropas britânicas SAS). A revista *Flatland* , em uma entrevista com Gritz, perguntou a ele:

Questão: Você treinou as Forças Especiais que foram a Jonestown? Qual era a precisa natureza da operação?

“Não sei precisamente, porque foi uma operação compartimentalizada. A única coisa que sei com certeza é que o Sargento que citei saindo de Jonestown, é que ele estava insistente porque estava desgostoso, ao escrever seu livro. Ele estava, sem compromisso, indo chamar este livro de “Todos os Negros estão Mortos.” Perguntei a ele, “Porque você daria tal título a alguma coisa de modo tão ofensivo?” Ele disse, “não faz diferença qual a sua cor, credo, sexo; quando você é tratado do modo que eles foram lá, seja o que for que você seja, você é um negro e nada mais”.Penso que aqueles soldados viram coisas que os afetaram e os tornaram muito zangados. Tenho visto outras coisas como estas em combate onde tem havido abusos. Escrevi sobre um deles em meu livro, onde um Capitão torturou um jovem severamente e o jovem sargento pôs uma suástica e disse, “Se vou agir como um nazista vou parecer com um”. Penso que a mesma coisa de impacto negativo ocorreu em Jonestown.”

Gritz tem mais sobre Jonestown em sua biografia, *Called to Serve.* Talvez você simplesmente não possa acreditar no que estou lhe dizendo. Você acreditaria se eu lhe dissesse que soube do oficial Boina Verde a cargo dos homens que fizeram a matança? Ele admite que a informação foi compartimentalizada e não foi senão quando ele soube o que seus homens estavam realmente fazendo. A seguinte informação está nas páginas 584-587 do livro dele:

“A verdadeira história do campo de Jonestown na Guiana tem sido trazida a luz por meio da extensa investigação realizada por John Judge, de Philadelphia e Washington, D.C., e outros pesquisadores e investigadores dedicados. A verdade, que foi cuidadosamente suprimida da media americana, é que era realmente um campo de trabalho escravo dirigido por Jones com a ajuda da CIA. A maior parte da informação que se segue é do sumário de investigação de John Judge, suplementada pela informação fornecida pelas equipes das Forças Especiais que tinha treinado e comandado, que foram enviadas para limpar os restos de Jonestown.”

“A maioria das pessoas pobres negras ou hispânicas e ativistas sociais que se tornaram prisioneiras do campo foram levadas para lá pelo uso da força ou coação ou atraídas por falsas mentiras, onde experimentos extensos de controle mental induzido por drogas eram realizados neles. Até mesmo antes deles se mudarem para a Guiana havia relatos de espancamentos, raptos, abuso sexual e mortes misteriosas que vazaram para a imprensa sobre o Templo do Povo em Ukiah, Califórnia.

“Jim Jones tinha um passado muito interessante que foi menosprezado pela media: Durante o tempo em que seu amigo Dan Mitrione estava ensinando técnicas de tortura a brasileiros e argentinos, Jones também foi enviado ao Brasil onde sua casa, transporte e artigos de mercearia eram enviados a ele pela embaixada americana, e ele viajava frequentemente para Belo Horizonte, a sede da CIA no Brasil.

“Jones tinha sido contactado em Ukiah por ‘missionários cristãos’ da World Vision (World Vision é uma operação de fachada controlada pela CIA), uma ordem evangélica que realizou trabalho de espionagem para a CIA no sudeste asiático. A maior partes dos principais capangas de Jones eram de backgrounds ricos e educados com muitas ligações com as agências militares e de inteligência. Eram pessoas que estavam envolvidas em abrir contas bancárias, complexas transações legais e acordos financeiros que colocavam as pessoas sob controle do Templo do Povo.

“Alguns dos capangas de Jones eram: Dr. Lawrence Layton era o chefe da Pesquisa de Guerra Química e Biológica das Bases de Teste Dugway em Utah por muitos anos e mais tarde trabalhou como Diretor de Desenvolvimento de Mísseis e Satélites da Divisão de Propelentes da Marinha em Indian Head, Maryland. Sua esposa, Lisa, era filha de Hugo Phillips, que havia representado o enorme cartel de fabrica nazista, I.G. Farben, como vendedor de ações. A filha deles, Debbie, conheceu e se casou com George Philip Blakey, cujos pais tinham extensas ações da Solve Drugs, uma divisão da I.G. Farben.

“Blakey era reputado estar treinando mercenários em Jonestown que eram enviados para trabalhar nas forças UNITA de Angola sustentadas pela CIA. O pai de Terri Buford, o Almirante Charles T. Buford, trabalhava com a inteligência naval. O pai de Marie Katsaris era ministro da igreja ortodoxa grega, pensada ser um conduto de fundos da CIA, e ela afirmou ter provas que ele era um agente da CIA. Os ‘sobreviventes oficiais’ foram representados depois de seu retorno aos EUA por Joseph Blatchford, um advogado que tinha sido indicado antes de um escândalo envolvendo a infiltração da CIA no Peace Corps.

“As pessoas que foram retiradas de San Francisco para começar sua ‘nova vida’ na Guiana foram levadas de ônibus para a Flórida e chegaram na Guiana amarradas e amordaçadas, onde elas eram forçadas a trabalhar 16 horas por dia ou mais, e eram alimentadas com rações mínimas. Na medida em que mais e mais rumores começaram a chegar nos EUA sobre drogas, espancamentos, tortura, humilhações sexuais e coação no local na Guiana, o congressista Leo Ryan decidiu ir a Guiana e verificar a situação por ele próprio.

“Ryan já havia anteriormente desafiado as operações da CIA no exterior, como um membro do Comitê da Câmara responsável pela supervisão da inteligência. Ele era co-autor da controvertida Emenda Hughes-Ryan, que teria exigido revelação prévia da CIA aos comitês congressionais de todas as operações encobertas planejadas. A Emenda seria derrotada pouco depois de sua morte em Jonestown.

“Com Ryan a caminho de Jonestown, o segredo que cercava o campo seria quebrado e medidas desesperadas seria necessárias para evitar que a verdade escapasse, muito menos os prisioneiros. Em uma tentativa fútil de testar os métodos de condicionamento deles, os líderes em Jonestown aparentemente tentaram implementar uma real tentativa de suicídio, mas isto foi obviamente ignorado. As histórias oficiais primeiro determinaram 408 vítimas, mas mais tarde revisaram para um total de 913. Foi afirmado que 505 corpos haviam sido encobertos por aqueles primeiros 408 que haviam caído diretamente sobre eles, confundindo aqueles que haviam contado de fotografias aéreas – uma tentativa clara e ridícula de acobertamento.

“Contudo, os primeiros relatos eram verdadeiros –  408 tinham morrido, e 700 fugiram para a selva onde as tropas britânicas Black Watch e as Forças Especiais Americanas estavam realizando “exercícios de treinamento”. Dos 700, 505 haviam sido deliberadamente abatidos a tiros na selva e foram acrescentados a contagem daqueles que supostamente cometeram suicídio ao beber cianeto com Kool Aid.

“A verdade é que aproximadamente 400 prisioneiros foram forçados a morrer pela injeção, segundo o chefe examinador médico da Guiana, Dr. Mootoo, que chegou a Jonestown dentro de horas do massacre. Ele encontrou marcas de agulhas nas omoplatas esquerdas de 80 a 90% das vítimas, e outras haviam sido mortas a tiros ou estranguladas.

“Como médico chefe examinador, o testemunho do Mootoo ao Grande Juri Guianês chegou a conclusão que todas as pessoas menos três que morreram em Jonestown foram assassinadas por ‘pessoas desconhecidas’. Várias fotografias mostram ferimentos de tiros nos corpos também. O porta-voz do exército dos EUA, Ten. Cel. Schuler, disse a imprensa, ‘As autópsias não são necessárias. A causa da morte não é uma questão aqui” e os médicos forenses que mais tarde realizaram autópsias em Dover, Delaware, nunca souberam dos achados do Dr. Mootoo.

“As tropas guianesas descobriram uma enorme quantidade de drogas, o suficiente para controlar a inteira população de Georgetown, Guiana (pop. 200.000), por mais de um ano. Um armário continha 11.000 doses de Thorazine, um perigoso tranquilizante, e outras drogas tais como sodium pentothal (soro da verdade), hidrato de cloral (um hipnótico), demerol, Tálio (confunde o pensamento), haliopareael e Largatil (poderosos tranquilizantes) e muitos outros. Era muito evidente que Jonestown era um campo de concentração dirigido com mão de ferro, completo com experimentação médica e psiquiátrica.

“Ordens diretas para encobrir a causa da morte vieram de altos níveis do governo americano. Zbigniew Brzezinski, o conselheiro de segurança nacional do Presidente Carter, autorizou Robert Pastor a ordenar ao Ten. Cel Gordon Sumner tirar dos corpos os braceletes médicos que eles eram forçados a usar para identificação. Pastor mais tarde serviu como Vice Diretor da CIA.

“Um dos sargentos das Forças Especiais designadas para o massacre de Jonestown ficou tão ultrajado sobre o que ele testemunhou que decidiu descrever os eventos em um livro. Embora o Ato de Sigilo evitasse que ele detalhasse tudo o que aconteceu, o SFC Inman cuidadosamente escondeu a história inteira dentro de seu título : *All The Niggers Are Dead!* Quando lhe pediram para que ele explicasse a crueza do nome, ele respondeu: “Senhor, isto é o que eles eram. Tanto negros quanto brancos eram negros; isto é o que um escravo é; isto é o que eles eram. Esta era a nossa mensagem final de rádio quando o trabalho a que fomos designados tivesse acabado.’ Pude dizer por sua amargura que o governo não tinha medo de que o livro pudesse ser impresso. Ele apenas precisava de alguém onde lançar sua raiva.

“O Primeiro Ministro da Guiana Forbes Burnham chegou ao poder como resultado de um golpe de Estado contra o recalcitrante líder guianês Cheddi Jagan. Richard Dwyer, um agente da CIA trabalhando como Chefe Substituto da Missão na Embaixada Americana da Guiana, foi mostrado ter estado na cena ao tempo do massacre e na pista do aeroporto, onde ele fracassou em ordenar as tropas guianesas, armadas com metralhadoras, em defender Ryan e sua equipe.

“O Oficial Chefe Consular Richard McCoy, que foi descrito como amigo íntimo de Jim Jones, trabahava para a inteligência militar e foi um ‘empréstimo’ do Departamento de Defesa ao tempo do massacre. Dan Webber, que foi enviado a Jonestown um dia depois, também era um agente da CIA.

“O embaixador americano John Burke, que havia servido na CIA desde 1963 e que tinha trabalhado com Dwyer na Tailândia, segundo Philip Agee, tentou parar a investigação de Ryan. O Departamento de Estado escondeu todos os relatos das violações em Jonestown do congressista Leo Ryan, enquanto a embaixada regularmente fornecia a Jones cópias dos inquéritos congressionais sob o Ato de Liberdade de Informação.

“Segundo relatos atuais, Jonestown tem sido repopulada com mais de 1.000 pessoas do Laos do grupo étnico Hmong que plantavam ópio e serviram sob o General Vang Pao durante a nossa guerra secreta no Laos e Cambodia. Segundo estes relatos, World Vision estava também tentando mover a população da Ilha de Dominica para Jonestown.

“Além do já mencionado campo de tortura, Colonia Dignidad, um outro é relatado estar localizado em Pisgua, Chile. Dentro da própria Guiana está uma outra ‘comunidade religiosa’, chamada Hilltown, que também operava sob uma estrutura férrea, com 8.000 negros dos EUA e Guiana. Eles tiveram permissão a limpar o local de Jonestown de sapatos e armas, ambos os quais estavam em falta na Guiana. É somente uma questão de tempo antes que outro Jonestown seja exposto. É triste saber que o que começou como uma organização reunidora de informação tem se tornado um instrumento do dragão.”

NO INÍCIO…

Em março de 1919 na publicação da revista *Electrical Experimenter*, os detalhes do sistema de comunicação subterrânea de Roger foram divulgados. Este sistema foi mais tarde classificado secreto e usado para se comunicar com os submarinos durante a Primeira Guerra Mundial. Isto envolvia o uso de frequências pelo solo e água. Os sinais eram 5.000 vezes mais fortes do que os sinais pelo ar. As patentes estão confundindo a maioria dos engenheiros, mas para alguém que entende, é óbvio que os transmissores estavam usando ondas escalares. Se você imaginar se pode ser possível para cientistas anteverem este tipo de tecnologia descrita nos artigos anteriores de Fogo Vindo do Céu, você precisa estar ciente que esta tecnologia já existe por um longo tempo. Realmente, um tempo muito longo.

Por exemplo, em 1977, Louis Kervran ganhou o Prêmio Nobel por mostrar que plantas e animais [seus experimentos principais foram com galinhas] usam uma tecnologia de tipo de onda escalar para transmutar elementos, por exemplo, transformar potássio em cálcio. Isto é impossível segundo as ‘leis’ da física atualmente ensinadas nas escolas. A Elite regente não quer que as pessoas comuns tenham este tipo de conhecimento, porque isto condenará o controle dela sobre nós. Assim, as leis que eles ensinam estão erradas.

Enquanto os barões do petróleo sabotavam os esforços de Nikola Tesla para fornecer energia barata ou gratuita para o mundo, os russos tomaram um interesse neste material e o desenvolveram.

Nikita Kruschev pediu a seus físicos, especificamente Pyorte (Peter) Kapitsa, para desenvolver um sistema para defesa total contra mísseis e aeronaves. Ao estudar Tesla e outros, eles foram bem sucedidos e, em 1960, Kruschev anunciou o desenvolvimento de uma fantástica arma soviética que podia destruir toda vida no mundo. (“Kruschev Diz que Soviéticos Cortarão as Forças em um Terço; Veja ‘Fantastic Weapon’,” de Max Frankel, *New York Times,* 15 de janeiro de 1960, p. 1.) Contudo, isto ainda não estava completamente pronto e em 1962 Kruschev foi forçado a recuar durante a crise dos mísseis cubanos. Isto fez com que ele perdesse prestígio com seu governo e povo.

U.S.S. THRESHER E O U-2

Na medida em que as coisas não iam bem para Kruschev, ele decidiu usar o sistema de armas antes que este estivesse completamente operacional. Em 10 de abril de 1963, ele com sucesso detectou e destruiu o submarino nuclear *U.S.S. Thresher,* usando um canhão escalar sob a água. No dia seguinte, eles celebraram disparando uma explosão de pulso criando uma tremenda explosão sub-aquática aproximadamente a 100 milhas ao norte de Porto Rico, ao sul de onde haviam afundado o *Thresher.*

Cel. Tom Bearden descreveu o evento: “Isto deixou uma assinatura, o companheiro de sub-superficie, o *U.S.S. Skylark,* estava na  zona de respingo da interferência escalar submarina. Isto é, o espúrio barulho eletromagnético estava sendo gerado em todos os sistemas elétricos do *Skylark*, alguns dos quais ficaram realmente incapacitados. Foi tão intenso o ‘desarranjo elétrico’ que precisou de mais de hora e meia para que o  *Skylark* transmitisse uma mensagem de emergência de volta a sua sede que o  *Thresher* estava em sério problema e que o contacto com ele havia sido perdido.

Alguns dos sistemas de comunicação do *Skylark* realmente falharam, mas mais tarde reassumiram inexplicavelmente a operação, uma vez tenha acabado o desarranjo. Este tipo de desarranjo de múltiplas bandas e múltiplos equipamentos eletrônicos, de fato, juntamente com a falha anômala do equipamento eletrônico e sua posterior misteriosa recuperação, eram assinaturas diretas do uso de interferômetro escalar exotérmico contra a área alvo subersa na vizinhança do *Skylark.*

“No dia seguinte, 11 de abril de 1963, o mesmo sistema de canhão escalar soviético foi testado no modo pulso de destruir submarino. Uma enorme explosão submarina eletromagnética ocorreu fora da costa de Porto Rico, aproximadamente a 100 milhas ao norte da ilha. A enorme explosão submarina causou um enorme cogumelo fervente de água de aproximadamente um terço de milha de altura. O cogumelo de água então caiu de volta no oceano, completando a assinatura.

“Felizmente o inteiro incidente foi visto por uma atônita tripulação de uma aeronave comercial americana que passava em seu ponto de checagem nesta área.” (Veja Robert J. Durant, “An Underwater Explosion – or What?” *Pursuit,* 5(2), Abril 1972, p. 30-31.) Para mais informação sobre o desastre do *Thresher* e os problemas de *Skylark* veja John Bentley, *The Thresher Disaster,* Doubleday, Garden City, N.Y., 1975, particularmente p. 164.

“Esets dois incidentes foram completos testes operacionais das novas super armas de Kruschev. Ele provavelmente programou este dramático golpe “dois em um” em um esforço para recuperar o prestígio com o Partido Comunista depois de sua desastrosa queda por Kennedy na crise dos mísseis cubanos uns poucos meses antes. Aparentemente a tentativa foi bem sucedida, já que ele permaneceu no poder por um outro ano antes de ser deposto.”

Há também evidência que o vôo U-2 de Francis Gary Powers foi abatido por esta tecnologia. Bearden diz: “De fato, a aeronave de alto vôo de Gary Powers foi provavelmente abatida em 1960 por um canhão escalar eletromagnético usando radares modificados e pulsos cronometrados escalares para fornecer uma explosão aérea e EMP.” (*Fer-De-Lance,* de Tom Bearden, p. 65.)

A DEFESA RUSSA OTAL

Em 1968, os soviéticos deram uma declaração em *Military Strategy* que a USSR havia alcançado uma defesa 100% e que o Ocidente não tinha  (*Sokolovsky,* 3a Edição). Eles estavam dizendo a verdade, e se estavam, a que estavam se referindo? Isto é uma questão de vida ou morte, você sabe.

Dr. Edward Teller disse em 1987: “Hoje, os soviéticos tem o monopólio da defesa e pretendem mante-lo. Praticamente nada temos feito em termos de defesa civil.” Ele também disse, “Os soviéticos têm trabalhado nos últimos dez anos aperfeiçoando armas a laser e agora têm um laser capaz de atirar a 1.000 milhas sem que seu raio se espalhe mais que cinco pés”  (Jan.-Fev. 1987 *Fusion*).

PROJETO PAPERCLIP

Antes que continuemos na sequência de tempo do que aconteceu, quero voltar e ressaltar algumas ligações que você precisa saber. O material anterior de Fogo Vindo do Céu diz que os russos tiveram sucesso em desenvolverem plataformas de levitação anti-gravidade, que são as mesmas coisas geralmente chamadas de disco voadores. De fato, os soviéticos usaram antigos cientistas nazistas para obter seus avanços.

Os nazistas realmente originaram os discos voadores, e eles obtiveram as idéias deles e a informação concernente a eles de extraterrestres. Isto é o que todos os registros indicam. Darei a você algumas pistas e se você for sério, pode fazer sua pesquisa e provar isto por você mesmo. Você não tem que acreditar em mim ou em qualquer pessoa mais – examine você mesmo!

Para informação sobre os cientistas nazistas, sugiro que você estude o material sobre o Projeto Paperclip. (*Project Paperclip* de Clarence Lasby; *The Torbitt Document* de William Torbitt; *The Nazi Connection ao Assassinato de John F. Kennedy* de Mae Brussell; etc.) Um antigo membro desta operação é um bom amigo meu. Entre os alemães [ e austríacos] envolvidos no Paperclip estava um espião comunista chamado Henry Kissinger – você já ouviu falar nele?

Um outro alemão era Werner von Braun, que foi trazido a este país e se tornou o chefe do programa espacial americano. Von Braun trabalhou para um general alemão chamado Walter Dornberger, e tinha sido um  *SS Sturmbannfuhrer* desde 1937. Dornberger estava a cargo de Peenemunde. No fim da guerra, von Braun e 115 outros cientistas alemães se renderam aos americanos e foram trazidos a Fort Bliss, Texas (exatamente através da linha estadual da base de White Sands, Novo México).

Em 1950 eles foram transferidos para o Arsenal Redstone em Huntsville, Alabama. Cel. Tom Bearden foi um fisico nuclear no Arsenal Redstone. O relatório original de segurança de Von Braun disse: “Ele foi um oficial das SS mas não há informação disponível que ele fosse um ardente nazista. O sujeito é visto como uma potencial ameaça à segurança pelo Governador Militar”. Von Braun minimizou sua afiliação as SS e disse que era apenas honorária e que ‘sua verdadeira razão para trabalhar no programa nazista de mísseis tinha sido a potencial utilidade de suas máquinas para viagem espacial” (*Blowback,* p. 39).

Dornberger foi condenado como criminoso de guerra, então mais tarde foi secretamente trazido para os EUA a pedido de von Braun ao Alto Comissário John J. McCloy. Ele foi trabalhar para Bell Aircraft (Bell Textron) onde trabalhou como diretor do programa espacial como diretor de R&D [pesquisa e desenvolvimento]  (James “Bo” Gritz, *Called to Serve,* p. 511). Ele também era um consultor especial da CIA  (*The Nazi Hunters,* p. 217).

Eventualmente ele serviu na diretoria de várias companhias aeroespaciais. Ele ajudou a desenvolver um veículo trans-atmosférico movido a energia nuclear (TAV). Estes veículos começaram a operar fora da Área 51 em Nevada, e outros lugares. Dornberger se tornou chefe da Bell Aerospace Corporation e tinha aproximadamente 30 antigos cientistas nazistas trabalhando para ele. Um homem chamado Stanton Friedman está percorrendo o país dizendo que ele trabalhou neste tipo de sistemas de propulsão nuclear. Ele vende vídeos com fotos.

McCloy foi Secretário Assistente de Guerra e bloqueou muitas execuções de muitos criminosos de guerra nazistas. Ele era um que supervisionou o internamento em campos de concentração dos nipo-americanos na Califórnia. Em 1949 ele se tornou Alto Comissário na Alemanha e perdoou criminosos de guerra condenados como Alfred Krupp e o Dr. Hjalmar Schact (que foi trabalhar para Aristotle Onassis).

Ele se tornou conselheiro legal das companhias de petróleo “Seven Sisters”, uma das quais era gerenciada pelo pai do agente da CIA George de Mohrenschildt, que era um espião nazista durante a Segunda Guerra Mundial. “O primo de George, o produtor de cinema Barão Constantine Maydell, foi um dos principais agentes da Abwehr alemã na América do Norte, e foi recrutado por Gehlen…” (Gritz, p. 538).

OPERAÇÃO SUNRISE

Segundo o Cel. Bo Gritz, o ex chefe das Forças Especiais do Exército dos EUA para a América Latina, o “General Reinhard Gehlen, o oficial chefe de inteligência de Hitler contra a União Soviética, tinha fechado um acordo com os americanos  (Chamado OPERAÇÃO SUNRISE) que não era, por razões óbvias, divulgado para a instituição da media. Os principais negociadores foram Allen Dulles e William Casey do OSS, Sir William Stephenson para os britânicos e o General SS Karl Wolff, chefe da Gestapo na Itália e ex chefe da equipe pessoal de Heinrich Himmler” (p. 562).

Operação SUNRISE se desenvolveu na Operação OVERCAST com o General Walter Dornberger e Werner von Braun, e então se tornou o Projeto PAPERCLIP, BLOODSTONE e BELARUS, etc. (ibid.).

John McCloy, a propósito, mais tarde serviria na Comissão Warren e ajudou a encobrir o assassinato de JFK. Ele se tornou chefe do Banco Mundial, chefe do Banco Chase Manhattan, chefe da Fundação Ford, presidente do Conselho das Relações Exteriores [CFR] e co-autor de *Freedom From War, The United States Program For General And Complete Disarmament In A Peaceful World* (Department of State Publication 7277).

Von Braun tinha um assistente chamado Fred Wolff:  “…este assunto tinha sido amplamente conhecido pelas sugestões de Dr. von Braun (que Wolff rascunhou rapidamente para receber o cheque de von Braun).” *War For The Moon* de Martin Caidin, E.P. Dutton, 1959, capítulo “Project Moon,” p. 61 (este livro foi ilustrado por Fred Wolff). Note acima que o chefe da Gestapo na Itália, Karl Wolff, estava trabalhando com von Braun. Será que o nome original de Fred era Karl, ou era filho dele? Não estamos aqui falando de Smith ou Jones, quantos homens chamados Wolff eram amigos íntimos de von Braun lá nesta pequena organização?

Gehlen, von Braun e Dornberger continuaram a ter considerável influência na política americana, como relatado em *Blowback,* p. 64: “Gehlen também desempenhu um papel principal na famosa brecha de míssel da década de 1950. ‘Gehlen nos forneceu [a CIA] relatos especificos sobre o progama soviético de ICBM ,’ Victor Marchetti diz. ‘Ele disse, “Temos dois relatos confiáveis confirmando isto” e eles [os soviéticos],tem apenas instalados três mísseis naquele sítio’ et cetera, afirmando que eles tinham contactos entre cientistas alemães capturados pelos russos no final da guerra.” Os relatos de inteligência foram transmitidos ao Pentágono pelos canais inter-agências, e a palavra sobre o novo desenvolvimento alarmante eventualmente vazaram de lá para a imprensa.

“Walter Dornberger acrescentou combustível a este incêndio em 1955 ao publicar especulações alarmantes que os soviéticas podiam atacar do mar, usando mísseis de curto alcance empregados em latas flutuantes fora da costa dos EUA. Ele esteve profundamente envolvido a este ponto no próprio programa americano de ICBM, e as opiniões dele recebiam um peso considerável nas discussões públicas”

PROJETO OVERCAST

Em 19 de julho de 1945, a Junta de Chefes de Staff aprovou um programa chamado Operação Overcast. Sob este programa, 350 cientistas alemães e técnicos seriam trazidos para os EUA por um período de seis meses. O programa foi clasificado Top Secret para oculta-lo do público americano.  (Ashman, Charles & Wagman, Robert J., *The Nazi Hunters,* Warner Books, p. 212.)

Quando os nazistas foram trazidos para os EUA, inicialmente foram colocados em Campo Overcast. Campo Overcast era no campo  Wright, que mais tarde se tornou famoso entre os pesquisadores UFOs como Base da Força Aérea de Wright-Patterson, lar do infame Hangar 18. Até mesmo o Senador Barry Goldwater teve seu acesso negado a esta instalação.

O Rabino Stephen Wise, chefe do Congresso Americano Judaico, descobriu que a esposa de um membro da equipe de foguetes do Campo Wright era um antigo oficial do Partido Nazista e em maio de 1946 disse: ‘Esta operação [Paperclip, antes chamada Overcast] é tudo mais que deplorável ao tempo em que oficiais de nosso governo acham todas as razões possíveis para deixarem de cumprir a política declarada do Presidente Truman para resgatar quantas vítimas do terror nazista que a nossa lei de imigração possa permitir… tão longo premiamos os antigos servidores de Hitler enquanto deixamos suas vítimas em campos DP, não podemos até mesmo fingir que estamos fazendo qualquer esforço real para alcançar as metas pelas quais lutamos.”

Rabino Stephen Wise é também famoso por sua citação:” Alguns chamam a isto comunismo. Eu chamo de judaismo!”

Quando os alemães foram inicialmente levados a New York, “Em Port Washing, eles viveram em condições confortáveis em um castelo que havia sido construído pelo multimilionário Jay Gould. Eles se banhavam em banheiras de mármore e comiam em uma imponente sala de jantar ” (p. 203, *American Swastika* de Charles Higham).

“Em agosto de 1945, o avião particular do General Walter Bedell Smith foi usado para transportar Gehlen e cinco de seu staff geral para a capital americana. Eles viajaram em roupas simples, um de seus membros usando uma caixa de violino como maleta. É interessante ressaltar que Bedell Smith era o chefe de staff de Eisenhower” (p. 260, *American Swastika*).

Em 4 de março de 1946, a operação teve seu nome trocado para Operação Paperclip, sem limite de tempo ou número de alemães. Um outro alemão que foi trazido, que não era um cientista, foi Otto von Bolschwing. Ele foi educado na Universidade de Londres e na Universidade de Breslau. Ele se uniu ao Partido Nazista em 1o. de abril de 1932 e desenvolveu um negócio de importação/exportação, possuia uma mina de carvão e esteve envolvido em várias companhias farmacêuticas. Quando a guerra irrompeu, ele se uniu as SS e se tornou um oficial de inteligência, trabalhando com os ramos alemães da General Electric e Standard Oil. Ele esteve a cargo de importantes fundos que vieram por meio da ligação nazista de  Allen Dulles no Banco Schroeder de New York. Em 1945 ele foi contactado pelo CIC do Exército e em 1947 era um membro da organização Gehlen. Ele veio para os EUA e obteve um emprego com Alfred Driscoll, ex governador de New Jersey e presidente da companhia farmacêutica Warner-Lambert. Mais tarde ele se uniu a Transinternational Computer Investment Corporation (TCI) em Silicon Valley, Califórnia e se tornou vice-presidente da companhia.  Reinhard Gehlen trabalhou para a TCI durante o tempo em que estava ajudando Richard Nixon a concorrer a Presidente.

MICHAEL PAINE

Aqueles que estudaram o assassinato do Presidente Kennedy talvez se recordem que a esposa de Lee Harvey Oswald, Marina, estava ficando com Ruth Paine. Em 30 de abril de 1961, Oswald se casou com Marina Pruskova na União Soviética. Ele escreveu ao Senador americano John Tower para ajuda-lo a voltar aos EUA e isto lhe foi garantido. Lembre-se, Oswald tinha sido incriminado e deixou os EUA, então ele pediu a um senador americano para ajuda-lo a retornar e obteve isto! Porque ele escolheu Tower para pedir e porque Tower o ajudou? Tower tomou o lugar de Lyndon Johnson no senado e mais tarde se tornou o  chefe do Comitê de Serviços Armados. Uma cota especial de não imigrante foi dada a mulher de Oswald. Oswald e Marina chegaram aos EUA em 12 de junho de 1962 e foram para Dallas. “Ele voltou a Dallas em 2 de outubro de 1963, e foi se encontrr com os agentes da CIA George de Mohrenschildt e Ruth e Michael Paine. Michael Paine trabalhou para o criminoso de guerra nazista Gen. Walter Dornberger em Bell-Textron em Dallas” (Gritz, p. 529). Na página seguinte – “A maior parte dos contactos de Oswald em Dallas, de fato, era com pessoas contratadas por Dornberger.”

A maioria das pessoas que testemunhou sobre Oswald perante a Commissão Warren foi cuidadosamente selecionada entre associados de Dornberger. Gritz diz destas mesmas pessoas: “Grupos emigrados do Leste Europeu e russos fornecidos por Gehlen eram o pessoal inicialmente treinado para estas missões em um campo especial criado em Oberammergau em 1946, sob o comando do General Sikes e SS General Burckhardt, e com a ajuda de Henry Kissinger e Lucius Clay. O campo tinha 5.000 elementos anti-comunistas que foram preparados lá e se chamavam ‘Forças Especiais”. (p. 564).

Esta foi a origem das Forças Especiais do Exército dos EUA e na página seguinte Gritz diz: “Muitos dos remanescentes foram para treinamento especial de guerrilha como recrutas das Forças Especiais em Fort Bragg, Carolina do Norte e ajudaram a formar o núcleo dos atuais Boinas Verdes. Eles mais tarde estariam em casa em sua primeira designação – o SS Bad Tolz Flint Kaserne no coração dos Alpes Bavaros.”

E na página 566 Gritz diz: “A equipe imediata de Gehlen de aproximadamente 350 agentes, de fato, foi  trazida em massa para a Divisão Histórica do Exército dos EUA. Quase toda resistência ao usar os criminosos de guerra nazistas para realizarem as missões da CIA parecem ter sido superadas ao tempo em que Allen Dulles se tornou diretor em 1953.” A insígnia da cabeça de morte da SS nazista foi adotada como símbolo das Forças Especiais do Exército dos EUA (p. 567).

O patrão do agente da CIA George de Mohrenschildt na própria  CIA foi George Bush. De Mohrenschildt tinha um amigo íntimo, John W. Mecom, que foi um dos incorporadores do Fundo San Jacinto que foi usado para lavar dinheiro das drogas. (“Surreptitious Entry: The CIA’s Operations in the United States,” de Thomas B. Ross do *Chicago Sun Times* em *The CIA File,* editado por Robert L. Borosage e John Marks (Viking, 1976), e citado em *The Mafia, CIA & George Bush* de Pete Brewton, p. 317.)

De Mohrenschildt tinha um outro amigo, Jean de Menil, presidente da Schlumberger Corporation. Jim Garrison conta sobre Schlumberger ser a fonte das armas envolvidas nas operações anti-Castro e na Algéria. Em  1977, horas depois de arranjar para se encontrar com um investigador para o Comitê Seleto sore Assassinatos da Câmara,  de Mohrenschildt se uniu a longa linha de pessoas envolvidas no assassinato de Kennedy que “cometeram suicídio.”

Se você tiver estômago para examinar isto, você descobrirá que os presidentes Johnson, Nixon, Reagan a Bush *atiraram* seu caminho para a Presidência.

E as pessoas mantendo uma lista tem identificado mais de 30 pessoas próximas ao presidente Clinton que tem sido assassinadas ou ao menos morreram sob misteriosas circunstâncias. Se você contar as guerras, os nossos presidentes tem sido responsáveis pelas mortes de milhares de pessoas. E você meu amigo, é republicano ou democrata?

Oswald disse a um estenografo público que um engenheiro (Michael Paine) se ofereceu para publicar um livro sobre a União Soviética para Oswald se ele o escrevesse. Os Paines começaram a subsidiar os Oswalds e mais tarde Mrs. Oswald se mudou para os Paines, onde ela e Ruth conversavam todo dia em russo.

Lee Harvey Oswald então foi a New Orleans e se envolveu com o “Fair Play For Cuba Committee.” O chefe era um judeu chamado V.T. Lee, nome real Tappin. Pesquisadores de Lee Harvey Oswald deve levar em conta o fato que havia várias pessoas que diziam ser Oswald. Quando estava vivendo com os Paines, Oswald practicou tiros com um rifle que ele mantinha em sua garagem. Alguns dizem que ele tomou um “pot-shot” em  General Walker naquele tempo. Em setembro, foi anunciado que o Presidente Kennedy visitaria Dallas, e três semanas depois Mrs. Paine chamou Mr. Truly, o gerente do Depósito de Livros da Escola Texas e conseguiu um emprego para Oswald lá, sob o nome de “O.H. Lee.” (*New York Post,* Dec. 10, 1963, p. 22.)

MAIS LIGAÇÕES DE ASSASSINATOS

Imediatamente depois que Kennedy foi assassinado lá foram lançadas três investigações – pelo Escritório Geral do Advogado do Texas, o FBI e o Congresso dos EUA. Em 9 de dezembro de 1963, dezessete dias depois do assassinato, o jornal comunista *Worker* exigiu que as três investigações parassem e que apenas Earl Warren fizesse a investigação. Três dias mais tarde, o Presidente Johnson ordenou que os três grupos parassem e colocou Earl Warren a cargo, exatamente como os comunistas haviam ordenado.

Warren imediatamente começou a destruir evidência. Enquanto os outros grupos estavam encontrando informação de múltiplas pessoas envolvidas, Arlen Specter veio com a teoria da “bala mágica’ para explicar o que aconteceu. Ninguém mais apoiou esta teoria, exceto Gerald Ford, mas esta se tornou a conclusão da Comissão Warren. Gerald Ford, cujo nome real era Leslie Lynch King (*American Heritage Dictionary,* 1979), em seu livro *Portrait of the Assassin,* página 51, fala sobre Lee Harvey Oswald estar na folha de pagamento da Cruz Vermelha americana enquanto esteve na Rússia. A atual chefe da Cruz Vermelha é Elizabeth Dole, a esposa do Senador Bob Dole. Specter tem se tornado proeminente recentemente nas investigações de Waco e Ruby Ridge, e está fazendo campanha para presidente. Não parece que talvez os comunistas estejam por trás do assassinato de Kennedy? Se isto apenas fosse simples! Precisamos prestar atenção no que e quem estas pessoas são, na medida em que seus nomes aparecem em todos os tipos de lugares estranhos.

O marido de Ruth Paine, Michael, trabalhou como engenheiro na Bell Aerospace para o ex general alemão Dornberger, chefe de pesquisa de Bell. Paine era parte da operação Gehlen.

Werner von Braun se tornou um amigo pessoal de J. Edgar Hoover e logo depois que chegou aos EUA se tornou também um amigo pessoal de Lyndon B. Johnson. Von Braun trabalhou com Hoover em projetos de segurança na Autoridade do Vale Tennessee, o Arsenal Redstone e mais tarde na Agência Nacional Espacial. Em 1958 Lyndon Johnson, líder da maioria no Senado, ajudou a empurrar o Ato Espacial Nacional, dando fundos a von Braun.

A Marinha e a Força Aérea estavam a cargo dos programas de misseis dos EUA quando a Rússia lançou seu satélite Sputnik em outubro de 1957. Duas semanas depois, eles lançaram o muito maior Sputnik II que levava um cão ao espaço. Os russos haviam posto um pacote de seis toneladas em órbita, enquanto dois meses depois a Marinha tentou lançar um satélite do tamanho de grapefruit de três libras e meia em seu míssel Vanguard. Isto alcançou a altura de quatro pés e explodiu na televisão nacional. Eisenhower foi então relembrado sobre o fato pouco conhecido dos cientistas nazistas em Huntsville, assim ele os mandou ir adiante. Menos de dois meses mais tarde os ex nazistas colocaram o primeiro satélite americano em órbita, o Explorer I, em 31 de janeiro de 1958.

“Sputnik forçou duas agendas espaciais nos EUA, uma pública e a outra top secreta.” (Burrows, William E., *Deep Black – Space Espionage And National Security,* Random House, 1986, p. 138.)

Reinhard Gehlen era o chefe da organização de espionagem nazista Abwehr durante a Segunda Guerra Mundial, e ao fim da guerra ele se aproximou do OSS e se ofereceu para trabalhar para eles, com sua equipe e registros. Eles aceitaram e trouxeram muitos de sua equipe para os EUA sob o Projeto Paperclip.

Gehlen permaneceu chefe do serviço de inteligência da Alemanha Ocidental até se aposentar em 1968. Frank Wisner, que trabalhou para Allen Welsh Dulles, era um advogado de Wall Street que se tornou chefe do ramo secreto de inteligência de Dulles e era responsável pela organização Gehlen. Trabalhando com Wisner estava o graduado de Harvard Harry Rositzke que trabalhava na mesma sala com Arthur Schlesinger, Jr. e Richard Helms, que mais tarde se tornou Diretor da CIA em 1966.

Um da equipe de Wisner era George Bookbinder, que mais tarde se tornou presidente da Corporação de Desenvolvimento RAND. Esta foi a organização de Gehlen que escavou o famoso túnel de Berlim. Eles, especialmente a Corporação RAND, se tornaram bons em escavar túneis [exceto por não terem dominado aqueles aborrecedores “hum”!).

POVO DA TERRA/SHAN

O livro  *Air America* diz, durante o conflito do Vietnã, “Um quartel general foi estabelecido em Cingapura onde Frank Wisner, o Vice Diretor de Planos da CIA, foi pessoalmente chefiar a operação.” (Robbins, Christopher, *Air America,* New York: Avon Books, 1979, p. 70).

Air America era uma linha aére a secreta da CIA envolvida na Operação Phoenix na Guerra do Vietnã. Um de seus pilotos era John Lear, de fama UFO. O nome Phoenix era uma tradução de Phung Hoang, um pássaro mítico que os vietnamitas dizem ter poderes mágicos para trazer notícias de paz. A CIA trazia drogas de Khun Sa, o líder do povo “Shan”.

Bo Gritz, em *Called To Serve,* fala que Khun Sa tentou parar o comércio de drogas e foi forçado a continuar pelos americanos. Na página 300, Gritz conta que o Presidente Reagan ofereceu reconhecer Shanland como uma nação nova e independente. Suponho ser apenas uma coincidência que a nave de comando (“disco voador”) das naves envolvidas na história UFO de Billy Meier tenha sido chamada “Phoenix” e que os extraterrestres envolvidos disseram que seu nome na Terra era “Shan.”

O homem a cargo da operação de drogas da CIA no Vietnã foi Richard Armitage, que mais tarde se tornou Secretário Assistente de Defesa.  Armitage embarcava as drogas para Manuel Noriega no Panamá, qe as embarcava para George Bush, chefe da CIA e mais tarde Presidente, nas bases de drogas de Bush em  Mena, Arkansas, Base da Força Aérea Homestead na Flórida, e para Zapata e Black Rose e tais operações da família Bush.

Armitage tinha um melhor amigo chamado Erich von Marbod, também uma pessoa da organização de Gehlen e amigo de Bo Gritz. Ao fim da guerra do Vietnã, “ele [Armitage] e Erich enviaram secretamente toneladas de munições em carregamentos estratégicos ao redor do sudeste asiático. Os amigos de Erich parecem um global “Quem é Quem”. Ele era um grande amigo do Xá do Irã. Ele também era muito íntimo de James Schlesinger, que foi indicado Diretor da CIA por Richard Nixon em dezembro de 1972. Schlesinger mais tarde se tornou Secretário de Defesa de 1973-1975 e Secretário do Departamento de Energia de 1977-1979″ (Gritz, p. 300). Erich “…era um protegido de Henry Kissinger.”

NIXON, BUSH & DONOVAN

Na página 572 de seu livro, Gritz diz: “A campanha na Indonésia marcou a entrada da CIA em operações em grande escala, e embora isto tenha sido um fracasso, quanto mais a Agência fracassava no futuro, mais ela crescia e prosperava. Muito estranhamente, o homem que ajudou a sustentar  Dulles e Frank Wisner [lembre-se, Wisner era da rede nazista de espionagem de Gehlen] em campanha foi Richard Nixon.”

Em 1969, Richard Nixon estava na Califórnia fazendo campanha e um dos apoiadores de sua campanha era Reinhard Gehlen, ex chefe do serviço secreto nazista (Abwehr). Gehlen tinha uma firma de alta tecnologia chamada  TCI (Transinternational Computer Investment Corp.) que trabalhava em projetos classificados do Departamento de Defesa. Seu tradutor para os projetos alemães era Helene von Damme, que era também secretária pessoal e indicada do Governador  Ronald Reagan e continuou sua secretária pessoal quando ele se tornou presidente. Von Damme mais tarde se tornou embaixadora americana na Austria.  Von Damme era uma antiga secretária do Alto Comando Nazista.

William Donovan, chefe do OSS, e Allen Dulles, chefe do OSS na Europa sob Donovan (que mais tarde se tornou chefe da CIA até que o Presidente Kennedy o despedisse – é dito que disse a Kennedy, “Você não pode me despedir! Você nem mesmo sabe para quem eu trabalho!” e J. Edgar Hoover, chefe do FBI, trouxe Reinhard Gehlen e seu grupo de espionagem da Abwehr para os EUA. Um dos homens envolvidos era o oficial de contra-inteligência William P. Clark. Clark se casou com a sobrinha de Werner von Braun, Joan von Braun (Brauner). Clark uma vez foi membro do Conselho das Relações Exteriores [CFR].

Clark mudou-se para San Luis Obispo na Califórnia e se uniu a Ronald Reagan. Ele se tornou o Conselheiro de Segurança Nacional do Presidente Reagan. Um processo deu entrada no sul da Califórnia indicando William Clark como estando envolvido no assassinato de Kennedy. Os pesquisadores Mae Brussell, William Torbitt, o Advogado Distrital Garrison, e outros dizem que Lyndon Johnson, J. Edgar Hoover, Werner von Braun, e Walter Dornberger estavam envolvidos no assassinato de Kennedy. Também envolvidos estavam Richard Nixon, George Bush e Allen Dulles.

Cel. Bo Gritz, em *Called To Serve* (p. 534), cita um memorando escrito por um assistente de equipe do FBI em 1947: “Nixon interviu em benefício de um gângster de Chicago que estava para ser chamado como testemunha diante de um comitê do congresso… É minha declaração juramentada que um tal de Jack Rubinstein de Chicago, notado como testemunha potencial nas audiências do Comitê da Câmara para Atividades Não Americanas, está realizando funções de informação para a equipe do congressista Richard Nixon, Republicano da Califórnia. É solicitado que  Rubinstein não seja chamado para testemunho aberto nas audiências supramencionadas. Neste mesmo ano Rubinstein se mudou para Dallas, Texas, e mudou seu nome para JACK RUBY…”

Sam Giancana bravatou que Nixon era controlado pelos gângsteres, veja o livro  *Double Cross* escrito por seu irmão.

GEHLEN E O STAFF GERAL ALEMÃO

Dick Russell em *The Man Who Knew Too Much* é um dos pesquisadores com muitos detalhes do envolvimento de Nixon, Bush e Dulles e disse, “Willoughby tinha uma correspondência regular com Allen Dulles – antes que JFK despedisse Dulles – e com os antigos nazistas que dirigiram a rede de espionagem baseada a Europa da CIA  (p. 707).

Gehlen foi responsável o Staff Geral Nazista depois da guerra ao colocar seu agente Adolph Heusinger a cargo do Staff Geral Alemão. *Der Spiegel* said: “É bem verdade que o General Gehlen tinha engajado o antigo chefe de Operações da Wehrmacht para um outro propósito do que o serviço de espionagem. O chefe de espionagem alemã ocidental naquele tempo não pensava em se confinar meramente coletando e canalizando informação. Dois anos antes Adenauer ofereceu soldados aos aliados, o General Gehlen estava, com o General Heusinger, já engajados em reunir um novo staff geral de alto comando.” (*Der Spiegel,* 29 de fevereiro de 1956.)

A Heusinger Wehrmacht estava envolvida na corrida espacial (lembre-se, foi os alemães que começaram os foguetes, discos voadores etc.). O livro *Heusinger of the Fourth Reich* de Charles R. Allen, Jr., disse: “O colunista conservador Edgar Ansel Mower em 28 de setembro de 1962 relatou que o jornal da Alemanha Ocidental *Die Welt* de Hamburgo devotou um longa série dos vigorosos esforços sendo realizados pelo Ministro de Defesa da Alemanha para aperfeiçoar os “raios da morte”  (LASERS) que, quando disparados de uma plataforma espacial, “queimariam, vaporizariam, destruiriam qualquer matéria conhecida e material por sua fantástica concentração de energia de milhões de watts, e, da distância da Lua, levaria exatamente 1.3 segundos para matar”  (*Long Island Daily Press,* 28 de setembro de 1962). Note que em 1962 eles estavam falando sobre lasers vindos de uma base lunar.

WILLIAM CLARK

O membro da Operação Paperclip William Clark foi um que pressionou para perdoar Ollie North. Clark tem um rancho na Califórnia chamado “Ninho das Águias”. Havia uma metralhadora na sala de estar de Clark que veio do roubo ao Armamento da Guarda Nacional em  Oxnard, Califórnia. O resto das armas do roubo foi estocado em um esconderijo do composto do Ramo Davidiano em Waco, Texas. Quando “eles” queriam “suas” armas de volta,  David Koresh não quis devolve-las. Oh, amigos, porque vocês vão examinam nossos líderes?! Porque perdem tempo em operetas quando a coisa real é muito mais interessante?!

Uma outra coincidência interessante, não que nosso atual presidente da Junta de Chefes de Staff Gen. John Shalikashvili (que sucedeu o membro Gen. Colin Power, parte judeu e parte membro do CFR] fala inglês com um sotaque estranho e nasceu na Geórgia Soviética. A media tem relatado que seu pai era um major da Waffen SS nazista. A despeito disso, ele é o querido dos sionistas, com forte apoio de Les Aspin, o Centro Simon Wiesenthal, o Senador Carl Levin, etc.

Quando Reagan se tornou Governador da Califórnia, ele indicou William Clark como Juiz da Corte Superior no condado de San Luis Obispo. Mais tarde Reagan o indicou Secretário Substituto de Estado.  Quando  James Watt se exonerou como Secretário do Interior, William Clark o substituiu. Reagan indicou a esposa de Clark, Joan Brauner (von Braun) Clark como representante alternativa dos EUA  para a Assembléia Geral da ONU.

Ray Renick diz: “Os quartéis generais americanos da organização Gehlen  estão no condado de San Luis Obispo. O principal escritório é chamado “Ninho das Águias.” Muitos oficiais públicos, juízes, supervisores e pessoal do cumprimento legal são amigos pessoais e associados de negócios (no tráfico de drogas, não menos) da Organização Gehlen e “Ninho das Águias.” O Juiz William P. Clark e Mrs. Joan Clark (nee von Braun, Brauner) são os executivos por trás da Organização Gehlen, “Ninho das Águias” e do interesse em trafico de drogas da Companhia de Gado Zapata. [o gado é trazido do México. O gado tem quatro estômagos.] Ronald Reagan é um parceiro silencioso no negócio de gado/drogas em San Luis Obispo. Lembre-se, Clark foi um dos arquitetos originais do Projeto Paperclip! A Companhia de Gado Zapata é afiliada a companhia de petróleo Zapata de George Bush de Houston, Texas (REF: “The SLO Connection,” Barrons article “The Mexican Connection”) – 19 de setembro de 1988.

Uma grande firma de advocacia para a organização Gehlen é Sinsheimer, Schiebelhut e Baggett.

A organização Gehlen, copiando a Nova Ordem de Hitler, estabeleceu um sistema de campo de concentração no condado de San Luis Obispo. Ele foi chamado Instituto de Treinamento Especializado da Califórnia. Ele desenvolveu planos chamados ” Plano do Rei Alfred, Operação Splitter, Operação Garden Plot,* e *REX-84* e foi mais tarde renomeado Agência Federal de Gerenciamento de Emergência (FEMA). Você pode obter mais informação sobre estes assuntos da Milícia de Montana, Bo Gritz, *Spotlight Newspaper,* etc.

Também trazido sob a operação *Paperclip* foi Henry Kissinger. Os destacamentos do Exército Americano 44o. CIC e 970o.CIC negociaram a rendição do Exército alemão no norte da Itália e Áustria na Operação Sunrise que foi transformada em Paperclip. Mais tarde o Vaticano forneceu documentos e ajudou muitos nazistas a escaparem para a Amércia do Sul, inclusive Martin Bormann.

O Príncipe Bernhard da Holanda criou um grupo que se tornou conhecido como os Bilderbergers. Muitos pesquisadores conservadores tem vindo a reconhecer que os Bilderbergers são uma força importante para a Nova Ordem Mundial.  O que eles provavelmnte não sabem é que Bernhard foi um antigo nazista das tropas de assalto das SS.

Algumas das pessoas que se renderam na Operação   *Paperclip* incluiram Theodore Shackley e Heide Kingsbury (filha do General Galland, projetista do Messerschmidt ME 262). Kingbury se tornou secretário e transcritor da corte para o juiz  William Clark. Shackley se tornou o chefe da Operação *Phoenix* no Vietnã (Laos). Shackley foi chefe de JM Wave, apelido do escritório da CIA em Miami durante os eventos da Baía dos Porcos e assassinato de Kennedy (Furiati, p. 41). (Furiati, Claudia, *ZR Rifle – The Plot To Kill Kennedy And Castro,* Ocean Press, Victoria, Australia, 1994. De registros cubanos desclassificados sobre o assassinato de  Kennedy.)

Para mais informação veja *Reinhard Gehlen, Master Spy* (não posso no momento encontrar meu exemplar e não me lembro do autor). Em 1968, depois do assassinato de Kennedy, Gehlen se retirou para seu chalé na Bavária. O chalé foi um presente de Allen Dulles. *The General Was A Spy* de Heinz Hohne e Hermann Zolling,, *Project Paperclip* de Clarence Lasby, *Shootdown* de R.W. Johnson (fala sobre o envolvimento de Clark no abate de Korean Airlines 007), *Project Paperclip* de Ray Renick, e *Torbitt Document* de William Torbitt são todos recursos para mais informação. A fonte mais acurada de informação para uma visão geral são os jornais  *Phoenix Journals* e *CONTACT*.

CIENTISTAS ALEMÃES E ALIENÍGENAS

Aqui está algo sobre o que você deve pensar seriamente. A única coisa que todo mundo concorda [cristãos, ateus, republicanos, democratas, comunistas e todos mais] é que os nazistas eram degenerados, doentes, lunáticos, estranhos, extremamente malignos. Pergunto-lhe, como pode ser isto?

É possível que seja uma outra mentira? Você me pergunta se estou dizendo que os nazistas não eram malignos. Qual a sua definição de maligno? A evidência apoia o que você acredita? Como pôde a inteira nação de alemães – muitos deles seus irmãos e irmãs e ancestrais diretos – serem totalmente malignos? Eles eram diferentes de nós? Nosso governo estava dizendo a verdade? O governo já nos disse a verdade sobre alguma coisa?

Vamos voltar a Werner von Braun. Em 1959, (em *News Europa,* 1o. de janeiro de 1959), von Braun afirma isto sobre extraterrestres em uma entrevista: “Nos encaramos com poderes que eram muito mais fortes do que haviamos presumido, e cuja base de operações é atualmente desconhecida por nós. Estamos agora engajados a entrar em contacto estreito com estes poderes, e em seis ou nove meses pode ser possível falar com mais precisão sobre este assunto.”

O grande pioneiro espacial alemão Hermann Oberth disse, “Não podemos aceitar o crédito por nossos avanços registrados em certos campos científicos sozinhos; temos sido ajudados.” Quando perguntado quem ajudou, ele disse:  “pessoas de outros mundos.” (Robin Collyns, *Did Spacemen Colonize the Earth?* London: Pelham Books, 1974, p. 236.)

O importante especialista alemão em foguetes Dr. Walter Riedel disse: “Estou convencido que os discos tem uma base fora do mundo.” (Abril de 1952, *LIFE* magazine, p. 96.)

A *American Weekly* de 24 de outubro de 1954, citou o Professor Oberth da Alemanha: “É minha tese que os discos voadores são reais e que são naves espaciais de um outro sistema solar.”

General Douglas MacArthur,citado em *The New York Times,* 8 de outubro de 1955, disse “As nações do mundo tem que se unir – a próxima guerra será uma guerra interplanetária. As nações da Terra devem algum dia fazer uma frente comum contra o ataque de pessoas de outros planetas.”

Há muitas provas de que os discos voadores são reais. A questão agora é, o que eles são e de onde eles vêm.

NICAP

O Comitê Nacional de Investigações sobre Fenõmenos Aéreos (NICAP) foi fundado em 1956 pelo físico da Marinha  Thomas Townsend Brown. Brown é conhecido como o descobridor do efeito de capacitância eletrogravídica. Ele foi o Vice presidente de Douglas Aircraft (um dos grupos fundadores da Corporação RAND). NICAP ganhou uma reputação como uma operação de fachada da CIA. Por muitos anos foi chefiada pelo Major da Marinha Donald Keyhoe.

Em *Der Weltraum Rueckt Uns Nagher, Blanvalet Verlag,* Capítulo III, de; Major Keyhoe, ele diz que os EUA infiltraram 600 cientistas na Boemia em uniforme s de tripulação de tanques, em 1945, para verificar algumas das bases U.F.O.  O Vice-Almirante Roscoe Hillenkoetter, um antigo diretor da CIA, foi um membro da diretoria da NICAP por anos.

Um video chamado *UFO Secrets of WW II German Flying Saucers* e um chamado *UFO Secrets of the Third Reich,* ambos produzidos pela American Academy of Dissident Scientists, estão disponíveis e o número telefônico das fitas é : 310-473-9717. (American Academy of Dissident Scientists, 10970 Ashton Ave. #310, Los Angeles, CA 90024. Um de seus presidentes é Vladimir Terziski. veja WWII German Flying Disk Schematic Drawing Found

Acuff foi despedido e substituído pelo agente da CIA Alan Hall em 1979. Christof Friedrich fez campanha para se tornar Primeiro Ministro no Canadá. Uma rádio judaica anunciou uma entrevista com Friedrich para tentar desacreditá-lo, mas o resultado foi a dispensa, colocação na lista negra e subsequente perseguição do moderador judeu.

*Cosmic Patriot Files* (atualmente disponível em anúncios em publicações UFOe na maioria dos negociantes de livros sobre UFO) diz no *Vol. 2*, p. 131 que em 1945 os alemães começaram a transferir seus projetos de disco voador para uma base secreta e subterrânea perto do Polo Sul. Também em 1945, o General Hans Kammler desapareceu da Alemanha e foi para o Polo Sul em um U-Boat U-977 alemão, e os discos voadores alemães começaram a aparecer nos EUA.

Samisdat estava vendendo um manuscrito chamado “The Lightning & the Sun” de Savitri Devi, um “guru”  da Índia cujo livro  ligava as raízes do nazismo com a pirâmide no Egito e o Faraó Akhn-aton e o antigo culto do sol.

Willard McIntyre, um amigo de Stuart Nixon, que foi assistente do presidente do NICAP John (Jack) Acuff, acusou Acuff de vender o material ao Samisdat e pretender ligar Samisdat ao NICAP. Um membro da diretoria da NICAP, o Senador judeu Barry Goldwater, estava bem aborrecido ao saber do envolvimento com o  Samisdat, que ele considerava uma organização nazista.

Goldwater estava ocupado concorrendo á presidência e sem dúvida não apreciaria esta ligação aos nazistas e UFOs. O chefe de seu comitê presidencial era alguém que você provavelmente tenho ouvido falar,  chamado Ronald Reagan. Goldwater era presidente do Comitê de Inteligência do Senado e Comitê das Forças Armadas no Senado. Ele tentou obter entrada no afamado Hangar 18 de Wright-Patterson e lhe foi negado. Havia mais nesta situação do que nos é permitido saber.

De qualquer modo, Acuff tinha que ir embora e foi forçado a sair. Uma nova diretoria foi votada na qual foram incluidos dois novos membros: um era o ajudante do Senador Goldwater, Charles Lombard, e o outro era John Fisher. Se você se recorda, nos escritos iniciais de Fogo Vindo do Céu eu disse que o General George Keegan, chefe da Inteligência da Força Aérea, inspirou a fundação do Conselho de Segurança Nacional ao tentar avisar o público americano do que estava acontecendo. O presidente do Conselho de Segurança Nacional era – adivinhe quem? – John Fisher. Um co-presidente do conselho era o Senador Robert Dole. Os membros deste Conselho não sabiam quem eram os seus inimigos reais e foram sabotados.

“NICAP continuou a ter dados confidenciais sobre UFOs vazados durante o comando de Acuff. Mais tarde em 1976, por exemplo, um oficial no Pentágono forneceu a Acuff cópias de um número de documentos classificados, inclusive o agora famoso relatório iraniano e vários outros relatórios “quentes”. Isto tinha que ser parado, então Acuff foi retirado e substituído pelo agente aposentado Alan Hall. “Não muito é conhecido sobre o background de Hall, exceto que ele evidentemente trabalhou em alguma capacidade técnica – talvez com o Escritório de Inteligência Científica…” My-Oh-My. Que redes emaranhadas…

ENTÃO VEIO 1947

O famoso incidente de Roswell ocorreu em 1947. Neste ano, a Operação Majestic-12 foi supostamente criada por Truman para controlar a situação UFO, foi aprovado o Ato de Segurança Nacional e foi criado o Projeto SIGN em Wright-Patterson e a CIA foi criada. O Almirante James Forrestal logo foi indicado Secretário de Defesa, mais tarde sendo assassinado quando foi atirado da janela de um hospital por agentes da CIA, porque ele queria dizer a verdade sobre os discos voadores.

A queda de um disco voador em  Roswell, New Mexico, em 1947 tem sido descrita pelo governo como nada mais que um balão atmosférico. Ainda que uma investigação pelo Escritório de Contabilidade do Governo e outros tenham demonstrado que todos os registros relativos a este evento foram ilegalmente destruidos.

Uma outra coisa estranha sobre este evento é que o governo deve ter liberado centenas destes balões atmosféricos em 1947 – ou – talvez eles não fossem balões atmosféricos? Um arquivo no computador da MUFON chamado *1947.SIT* lista os relatados avistamentos de UFOs durante 1947, ordenados por Estado. Houve 853 eventos e 3.283 testemunhas *relatadas.* Quantas mais não foram relatadas? Muitos balões atmosféricos, você não acha?

Em 1951, o Congresso estava falando em transformar a Antártica em uma área de testes nucleares, mas subitamente mudou de idéia quando Washington foi inundada por UFOs e imagens de discos voadores sobre a Casa Branca apareceram nas páginas principais dos jornais.

ANTÁRTICA

Em 1980, recebi a seguinte carta de Christof Friedrich de Samisdat, escrita em 1979, no mesmo ano em que John Acuff saiu da NICAP por vender documentos classificados da CIA ao Samisdat. Como ela é longa demais, citarei apenas parte dela.

“A BUSCA PELAS BASES DE UFO DE HITLER NA ANTÁRTICA. Devido ao número esmagador de cartas e chamadas telefônicas solicitando detalhes sobre nossos novos livros, novos produtos, tours de palestras e projetos e pesquisa física e nosso intenso programa experimental de construção de UFO, temos que usar esta forma menos pessoal de nos manter em contacto com nossos muitos amigos e colaboradores ao redor do mundo..

“Sua resposta ao nosso mais recente envio pelo correio e atividades tem sido mais encorajadora! Temos recebido pedidos e solicitações de tão longe quanto Nomea no Pacífico Sul, Ilha de Páscoa,  Chile, Argentina, Brasil, Venezuela, Panamá, México, países satélites soviéticos, China, África do Sul, Pérsia,  Congo, Austrália, Japão, bem como de cada país na Europa Ocidental e quase todos os Estados dos EUA.

Não apenas esta resposta é extensa, é maciça – uma clara indicação de parte do reconhecimento dos pesquisadores UFO e membros do público que estão cansados da comida-lixo que lhes é servida pelos grupos UFO da velha linha e publicações que expõem o álibi e oficial da  CIA-KGB que todos os UFOs são extraterrestres. O que os observadores mundiais de UFO agora querem é o alimento real do assunto – uma séria investigação dos UFOs cujas origens são terrestres. SAMISDAT é a única organização a fazer tal esforço, mas não estamos sós, por termos milhares de apoiadores como você que quer saber a verdade que os charlatães do disco por trinta anos tem tentado esconder com fantasias de “pequenos homens verdes”. É com pessoas como você que tem feito de  SAMISDAT a organização UFO mais ativa e publicante do planeta Terra!

[quero inserir aqui uma pergunta aos leitores que se consideram sérios pesquisadores UFO. Você já ouviu falar em Samisdat? Foi o que pensei. Continuando:]

“Certamente podemos estar orgulhosos desta obtenção que é resultado, não apenas de nossos esforços hercúleos e sacrifícios, mas nosso fiel apoio durante esta luta de cinco anos contra as forças de vestidos interesses, engano e preconceito que tem tentado ocultar a história UFO sob o manto de falta de lógica infantil e claras mentiras.

Por muitos anos tenhos determinado buscar este novo curso de investigação, firme no conhecimento de que o homem é capaz de alcançar o que ele percebe. O claro sentido de nossos pesquisadores de direção e percepção os tem guiado inamovivelmente em sua descoberta de pistas aparentemente insignificantes e a derivação de padrões portanto. Somente tal pesquisa devotada e dolorosa pode ter sucesso em desenterrar o presente conjunto de fatos que indicam a origem terrena da maioria dos discos voadores. Como uma descoberta vital leva a outra, temos alcançado certas conclusões que são lógicas e inescapáveis, contudo impopulares como podem ser hoje.

“Nossas descobertas tem nos levado a produção de um número de livros atualmente suprimidos e algumas vezes vilificados que agora são best-sellers subterrâneos. *UFOS – NAZI SECRET WEAPON?* foi nosso primeiro título, agora esgotado em cinco edições completas. Nossos segundo livro, *SECRET NAZI POLAR EXPEDITIONS,* está chegando rápido e já esgotou duas edições. As traduções em linguas estrangeiras destes livros estão chegando rapidamente e está se tornando óbvio que todo mundo no bloqueio forçado pela media da verdade tem sido quebrado. Três livros adicionais estão atualmente sob produção e circularão nossa Fase Um do Programa de Publicação : *THE CIA-KGB-UFO COVERUP, THE ANTARCTICA THEORY* e *THE LAST BATTALION.*

“Durante o curso de nossa pesquisa, temos descoberto alguns cientistas alemães originais dos discos voadores ainda vivos! Estes pioneiros espaciais são, com certeza, velhos homens agora em seus 70 e 80 anos. Nossas entrevistas com eles serão incorporadas em nosso programa regular de palestras bem como em futuros livros.

“Também temos sido capazes de estabelecer equipes de pesquisa no Canadá, EUA e em particular na Alemanha, cuja tarefa é descobrir os princípios básicos do vôo sem asas que trouxeram a existência os originais UFOs nazistas. Já, estas equipes tem projetado e construido pequenos modelos em escala, alguns usando energia convencional e outros tendo sistemas de propulsão sem precedentes na tecnologia aeroespacial de hoje. Com a pesquisa adicional, esperamos tornar disponiveis vários modelos sob a forma de kit para construtores por hobby.” fim da citação.

ALMIRANTE BYRD E OPERAÇÃO HIGHJUMP

Também em 1947, o Almirante Richard E. Byrd levou 4.000 tropas militares dos EUA, Bretanha e Austrália em uma invasão a Antártica [Operação Highjump e acompanhamento], mas encontrou pesada resistência dos discos voadores nazistas e teve que suspender a invasão. Um contra-almirante que esteve na invasão tem se aposentado no Texas, e disse que esteve chocado quando leu o material de Fogo Vindo o Céu. Ele sabia que havia lá um monte de abates de aeronaves e foguetes mas não sabia que a situação era tão má.

A invasão da Antártica consistiu em três grupos de batalha de Norfolk, VA, em 2 de dezembro de 1946. Eles foram liderados pelo navio de comando do Almirante Byrd, o cortador de gelo *Northwind,* e consistia em um navio catapulta *Pine Island,* o destroyer *Brownsen,* o portaviões *Phillipines Sea,* o submarino ameicano *Sennet,* dois navios de apoio *Yankee* e *Merrick,* e dois petroleiros *Canisted* e *Capacan,* o destroyer *Henderson* um navio com hidro-avião *Currituck.* Uma força britânico norueguesa e uma força russa, e acredito que algumas forças canadenses e australianas também estiveram envolvidas.

Em 5 de março de 1947 o jornal *El Mercurio* de Santiago, Chile, tinha um artigo manchete “A Bordo do Monte Olimpo nos Altos Mares”. que citou Byrd em uma entrevista com  Lee van Atta: “Alm. Byrd declarou hoje que é imperativo que os EUA iniciem imediatas medidas de defesa contra regiões hostis. O almirante posteriormente declarou que ele não queria assustar alguém indevidamente mas que era uma amarga realidade que no caso de uma nova guerra os EUA continental seriam atacados por objetos voadores que podiam voar de polo a polo em incriveis velocidades”. (Anteriormente ele tinha recomendado bases de defesa no Polo Norte). O Almirante Byrd repetiu os pontos de vista acima resultantes de seu conhecimento pessoal reunido sobre os polos norte e sul, diante de uma conferência de notícias realizada pelo Serviço Internacional de Notícias”.

Quando Byrd voltou as EUA, ele foi hospitalizado e não teve permissão para realizar outras conferências de notícias. Em março de 1955, ele foi colocado a cargo da Operação Deepfreeze que era parte da exploração da Antártica do Ano Internacional Geofísico  (1957-1958). Ele morreu, alguns tem sugerido que foi assassinado, em 1957. Os pesquisadores UFO estão familiarizados com um diário supostamente sendo do Almirante Byrd que fala de uma entrada para a Terra Oca nos polos e um ser chamado o Mestre. O diário geralmente é considerado uma farsa, mas até mesmo se for uma farsa, é uma indicação de que algo estava acontecendo para que fosse construída uma farsa.

Os pesquisadores UFO também estão cientes dos avistamentos estranhos de discos voadores com suásticas ou cruzes de ferro neles, seres alienígenas falando alemão etc. Um exemplo é o americano Reinhold Schmidt, cujo pai nasceu na Alemanha, que conta em seu livro *Incident At Kearney* (Nebraska) que ele foi levado a um disco voador em várias ocasiões. Ele disse que a tripulação falava alemão e agia como soldados alemães. Ele disse que eles o levaram a regiões polares (se alguém está fabricando uma história, porque eles afirmariam, de todos os lugares o polo?)

Depois de voltar ele foi perseguido pelo governo americano. Sua descrição de discos voadores combina com as imagens capturadas dos alemães. Em 1959, três grandes jornais no Chile relataram artigos de página sobre encontros UFOs onde os membros da tripulação pareciam ser soldados alemães. Na década de 1960, houve relatos em New York e New Jersey de discos voadores alienígenas que falavam alemão, ou inglês com sotaque alemão.

Nos julgamentos de espionagem atômica de Julius e Ethel Rosenberg, eles falaram de “vasos de guerra do espaço”. Ja que eles tiveram acesso a informação top secreta, sobre o que eles estavam falando?

HITLER ESCAPOU!

Lembro-me de ter ouvido, na década de 1950, rumores que Hitler tinha escapado para uma secreta base nazista no Polo Sul. Em 1952, Dwight D. Eisenhower disse: “Temos sido incapazes de desenterrar uma única parte tangível de evidência da morte de Hitler. Muitas pessoas acreditam que Hitler escapou de Berlim”.

Quando o Presidente Truman perguntou a Joseph Stalin na conferência de Potsdam em 1945 se Hitler estava morto ou não, Stalin respondeu asperamente: “Não”. O principal oficial do exército de Stalin, Marechal Gregory Zhukov, cujas tropas foram as que ocuparam Berlim, claramente afirmou depois de uma investigação longa e cuidadosa em 1945: “Não encontramos qualquer cadáver que possa ser o de Hitler.”

O chefe americano do conselho de julgamento em Nuremburg, Thomas J. Dodd, disse: “Ninguém pode dizer que ele está morto”. O Major General Floyd Parks, que era o comandante geral do setor de Berlim, afirmou para publicação que ele esteve presente quando o Marechal Zhukov descreveu sua entrada em Berlim, e Zhukov declarou que acreditava que Hitler pudesse ter escapado. Lt. Gen. Bedell Smith, Chefe de Staff do Gen. Eisenhower na invasão européia e mais tarde diretor da CIA, declarou publicamente em 12 de outubro de 1945: “nenhum ser humano pode afirmar conclusivamente que Hitler esteja morto.”

Cel. W.J. Heimlich, antigo chefe da inteligência dos EUA em Berlim, afirmou para publicação que ele estava a cargo de determinar o que havia acontecido a Hitler e depois de uma cuidadosa investigação seu relato foi: ‘Não há evidência além daquela de ouvir dizer que apoie a teoria do suicídio de Hitler’. Ele também declarou, “Com base na evidência presente, nenhuma companhia de seguro na América pagaria uma queixa sobre Adolph Hitler.”

O juiz de Nuremburg Michael Mussmanno disse em seu livro *Ten Days to Die,* “A Rússia deve aceitar muito da culpa [na extensão em que ela até existe] que Hitler não morreu em maio de 1945.” Contudo, Mussmanno declarou que ele entrevistou o garçom pessoal de Hitler, seu camareiro, seu motorista, suas duas secretárias, pilotos, generais principais etc. e todos eles concordaram perfeitamente que Hitler havia cometido suicídio. Ele disse que eles não podiam ir adiante juntos e fazer uma história que concordasse em perfeito detalhe sem uma falha em qualquer ulgar, então eles deviam estar dizendo a verdade e ele estava absolutamente convencido que Hitler cometeu suicídio. A história inicialmente nos soa convincente, até que você entende que eles podem ter memorizado a história antecipadamente e que todas estas pessoas quase que veneravam Hitler. Estas testemunhas até mesmo concordavam perfeitamente em detalhe na vida real?

O antigo Secretário de Estado Jimmy Byrnes em seu livro *Frankly Speaking* (como citado em abril de 1948 *The Cross and The Flag*): “Enquanto em Potsdam na Conferência dos Quatro Grandes, Stalin saiu de sua cadeira, veio e tocou seu copo de licor com o meu de um modo amigável. Perguntei a ele: ” Marechal Stalin, qual é a sua teoria sobre a morte de Hitler?’ Stalin replicou: “Ele não está morto. Ele escapou para a Espanha ou para a Argentina.”

Ainda tenho a publicação de setembro de 1948 de uma revista chamada  *The Plain Truth* com um artigo manchete: “Hitler está vivo ou morto?,” sub-título: “Aqui estão sumarizadas as conclusões de uma exaustiva investigação de três anos – junto com as razões para acreditar que Hitler possa estar vivo e secretamente planejando a maior farsa da história.”

Um outro artigo em novembro de 1949, diz “Os nazistas foram para o subterrâneo em 16 de maio de 1943!” e os detalhes de um encontro na residência de Krupp von Bohlen-Halbach, o chefe da I.G. Farben, etc., no qual eles planejaram a Terceira Guerra Mundial”.

Um outro artigo de agosto de 1952, entitulado “HITLER DID NOT DIE,” sub-título “O falso suicídio de Adolph Hitler no bunker de Berlim agora é exposto como a maior farsa da história! A evidência positiva vem a luz que HITLER não morreu – aqui está a nova evidência que Hitler está vivo, diretamente do subterrâneo nazista, hoje!”

A publicação de junho de 1952 de *The Plain Truth* tem a manchete: “HITLER *PODE ESTAR VIVO!”* O artigo delara:” Agora, novos fatos ou fatos apresentados,vazaram. Agora é relatado que em 1940 os nazistas iniciaram a reunir tratores, aviões, trenós, planadores e todos os tipos de maquinários e materiais nas regiões polares Sul – pelos seguintes quatro anos os técnicos nazistas construíram em um continente  quase desconhecido, a Antártica, o Xangrilá do Fuhrer – a nova Berchtesgaden.

A reportagem diz que eles furaram uma montanha inteira e construiram um novo refúgio completamente camuflado – um esconderijo mágico na montanha. O continente recentemente descoberto é maior do que a Europa – a 5.600 milhas da África, a 1.900 milhas da ponta sul da América do Sul e a 4.800 milhas da Austrália.

Não é uma mera superfície coberta de gelo, mas um continente real, com planícies, vales, montanhas com picos acima de 15.000 pés. A temperatura no interior  é por volta de zero no verão e a neve cai 20 a 30 graus abaixo de zero no inverno. Em outras palavras, não é mais frio que partes de Dakota do Norte ou Canadá.

A revista *Bonjour* , o *Police Gazette,* e o jornal parisiense *Le Monde* todos tinham artigos sobre o esconderijo de Hitler no Polo Sul. O Almirante Doenitz, em 1943, declarou, “A frota alemã de submarinos tem agora estabelecido um paraíso terreno, uma fortaleza inextpugnável, para o Fuhrer, seja em qual for a parte do mundo”. Embora ele não especifique a exata localização,  *Bonjour* ressaltou que e 1940 os engenheiros nazistas tinham começado a construção de edifícios que suportavam temperaturas de 60 graus abaixo de zero.

Tem havido fortes rumores desde o fim da guerra que Hitler escapou para o Polo Sul. Ainda que a maioria das pessoas simplesmente se recusem a acreditar na evidência, a idéia de que Hitler possa ter sobrevivido a guerra é simplesmente inaceitável! É desapontadora demais para muitas pessoas!

Há muitas provas que os americanos e russos mentiram sobre o que aconteceu a Hitler, e há fortes rumores que ele escapou para a Antártica. Há ampla prova que um grupo maior de nazistas espapou para a Argentina. O que você pensa? Porque o Almirante Byrd liderou uma invasão a Antártica e porque o enorme sigilo sobre toda a situação?

Em 1981, Donald McKale escreveu *Hitler: O Mito da Sobrevivência* para tentar estabelecer o resto das perguntas sobre o que aconteceu a Hitler. A folha de guarda do livro diz: “Neste livro um importante historiador examina o mistério mais absorvente e persistente mundial pós guerra, revelando porque isto tem perdurado e onde nos leva o mistério. A certeza absoluta do que aconteceu ainda nos foge hoje”.

Apenas recentemente na TV ainda há programas contando o final, de uma vez por todas, esta é a história real sobre o que aconteceu a Hitler. Ainda que todos eles realmente não respondam a pergunta. Um recente programa de TV chamado “O Que realmente aconteceu a Adolph Hitler,” depois de investigar inúmeras histórias, termina dizendo que, a despeito da Glasnost e da nova liberdade de acesso aos arquivos russos, os arquivos sobre Hitler ainda são alguns dos itens mais altamente classificados dos soviéticos.

O *Diario Illustrado* de Santiago, Chile, 18 de janeiro de 1948 disse: “Em 30 de abril de 1945, Berlim estava em dissolução mas pouco desta dissolução era evidente no campo aéreo de Templehof. As 4:15 p.m. um JU52 pousou e tropas SS diretamente de Rechlin para a defesa de Berlim desembarcaram, todos eles muito jovens, não mais velhos que 18 anos. O atirador neste avião em particular era um engenheiro de nome  B… que tenho conhecido por alguns anos e do qual eu tenho conseguido a isenção do serviço militar. Ele pretendia abastecer e deixar Berlim o mais rápido possível. Durante o intervalo para reabastecimento, Mr. B… foi subitamente tocando nas costelas por seu radio operador com uma inclinação para olhar em certa direção. A aproximadamente 100 a 120 metros ele viu um jato Messerschmitt Modelo 332 [um comentário do editorial diz que devia ser um ARADO 234]. Br. B.. e o rádio operador viram, sem qualquer duvida, em pé diante do jato seu comandante em chefe,  Adolf Hitler, vestido no uniforme cinza de campo e gesticulando animadamente com alguns funcionários do Partido, que obviamente o estavam assistindo partir. Por aproximadamente 10 minutos enquanto reabasteciam, os dois homens observaram esta cena e por volta das 4:30 p.m. eles decolaram novamente. Eles ficaram extremamente perplexos ao ouvirem durante o boletim militar de notícias da meia noite, algumas sete hora e meia mais tarde, que Hitler havia cometido suicídio.”

Em um programa da Corporação de Transmissão Canadense chamado ‘Como isto aconteceu” de 17 de setembro de 1974, às 7:15 p.m., um Prof. Dr. Ryder Saguenay, cirurgião oral da Faculdade de Odontologia da Universidade da Califórnia em Los Angeles, disse que Hitler tinha ordenado que um avião especial deixasse Berlim com todos os registros médicos e dentários, especialmente raios X, de todos os principais nazistas para uma origem desconhecida. Ele disse que os registros dentários usados para identificar o corpo de Hitler foram desenhados de memória por um assistente dentário que desapareceu e nunca mais foi encontrado.

Um editorial em *Zig Zag,* Santiago, Chile, de 16 de janeiro de 1948, afirma que em 30 de abril de 1945, o capitão de vôo Peter Baumgart levou Adolf Hitler, sua esposa Eva Braun, bem como amigos leais de avião do aeroporto Tempelhof para Tondern na Dinamarca (ainda controlada pela Alemanha). De Tondern, eles tomaram um outro avião para Kristiansund na Noruega (também sob controle alemão). De lá eles se uniram a um comboio de submarino. (*U.F.O. Letzte Geheimwaffe des III Reiches,* Mattern, pp. 50-51.)

O escritor judeu Michael Bar-Zohar em *The Avengers,* p. 99, disse: “Em 1943 o Almirante Doenitz tinha declarado: “A frota alemã de U-boat está orgulhosa de ter feito um paraíso terreno, uma fortaleza inexpugnável para o Fuhrer, em algum lugar do mundo.’ Ele não disse em que parte do mundo isto existia, mas muito obviamente era na América do Sul.”

O escritor alemão Mattern disse que o Almirante Doenitz falando a uma turma de graduação de cadetes navais em Kiel em 1944: “A Marinha Alemã já tem um grande papel no futuro. A Marinha Alemã conhece todos os lugares ocultos para onde levar o Fuhrer, se houver necessidade. Lá ele pode preparar suas últimas medidas em completo silêncio.”

Os alemães dizem que estiveram em contacto com extraterrestres. Agora considere o que Ronald Reagan, que esteve envolvido com a antiga organização nazista de espionagem de Gehlen, disse ao líder soviético  Mikhail Gorbachev em um encontro da conferência de 1985 em Genebra. Ele fisse a ele: “A sua tarefa e a minha seriam muito mais fáceis nestes encontros que realizamos se subitamente houvesse uma ameaça a este mundo de um outro planeta lá fora no universo. Esqueceriamos todas as pequenas diferenças locais que temos entre nossos países e descobririamos de uma vez por todas que realmente somos todos seres humanos aqui nesta Terra juntos”. (*International Herald Tribune e Daily Telegraph,* 5 de dezembro de. 1985.)

Em 21 de setembro de 1987, Reagan falou perante a Assembléia Geral da ONU e disse: “Ocasionalmente penso, quanto rapidamente nossas diferenças mundiais desapareceriam se estivéssemos enfrentando uma ameça alienígena de fora deste mundo. E ainda que eu pergunte, não há uma força alienígena já entre nós?.”

Em 4 de maio de 1988, no Palmer House Hotel de Chicago, Reagan disse: “Frequentemente tenho imaginado que tal se todos nós no mundo descobríssemos que estávamos ameaçados por um poder do espaço externo, de um outro planeta.”

Você com certeza tem ouvido falar do programa Star Wars de Reagan. Se você estudar o que foi relatado depois da Guerra do Golfo sobre os mísseis Patriot, você descobrirá que o programa dos mísseis PATRIOT e o Programa Star Wars eram uma grande mentira e o dinheiro foi gasto em outra outra coisa além do que nos é dito. Os mísseis Patriot nunca abateram um Scud, como foi aprendido pelo inquérito congressional e relatado por Israel.

Há tantas facetas nesta história, que é difícil explicar uma parte porque isto não faz sentido a menos que você entenda as outras partes.

DEFESAS POLARES

Uma coisa que o Almirante Byrd declarou em uma conferência de imprensa depois de sua derrota na Antártica foi que o continente da Antártica devia ser cercado por uma ‘parede de instalações de defesa já que isto representava a útima linha de defesa para a América”. Embora EUA e Rússia tenham sido aliados durante a guerra, repentinamente a Cortina de Ferro foi criada e nós e os russos nos tornamos inimigos. Ambos, soviéticos e americanos cercamos os polos com bases de detecção e de defesa, e no intervalo estava a estéril terra de ninguém dos polos onde absolutamente ninguém viveu, ou viveram? Pode isto ser que fingimos que estamos nos defendendo dos russos e eles finjam que se defendem de nós enquanto realmente estamos ambos apavorados do que está entre nós – o último batalhão nazista?

Os pesquisadores UFO devem agora começar a ver a luz do porque a Marinha tem sempre estado na liderança da pesquisa UFO. E nós devemos entender porque, exatamente do início, eles publicaram ordens de atire para matar contra qualquer UFO e porque a situação foi tão altamente classificada! E os pesquisadores anti-comunistas tem mais pistas agora do porque estamos dando ajuda aos soviéticos ao mesmo tempo que os chamamos de nossos inimigos!

UFOs – NAZISTAS OU ALIENS?

Deixe-me ter certeza que você entende, embora, nem todos os UFOs sejam nazistas. Originalmente eles eram nazistas com alguns alienígenas. Mas ao longo de lá realmente eram extraterrestres, e é daí que alguma tecnologia veio. Leia as vidas de Walter Russell, Nikola Tesla, o mais altamente avançado matemático do mundo Ramanujan, etc., e todos eles dizem que estiveram em contacto com deuses” (A deusa Namagiri, no caso de Ramanujan) ou que receberam “iluminação” de um mensageiro cósmico no caso de Walter Russell. Russell é um que compreendeu a verdadeira física, em oposição aos enganos ensinados na física moderna.

O PROGRAMA ESPACIAL RUSSO

Vamos voltar a origem do programa espacial russo. Os russos também capturaram muitos cientistas alemães de foguete e espaciais. Mais tarde o físico chefe russo foi Kapitsa, que uma vez chefiou o laboratório de pesquisa atômica da Universidade Cambridge. (*Assault on the Unknown, The International Geophysical Year* de Walter Sullivan, McGraw-Hill Book Co., New York, p. 56. Parte das explorações do ano internacional geofísico foram acobertamentos para a investigação da secreta base nazista de UFO na Antártica, veja os livros citados em outros lugares). Os russos tiveram sucesso  em seus empreendimentos e em 1972, em um encontro dos líderes comunistas em Praga, Brezhnev afirmou que os soviéticos seriam capazes de controlarem os oceanos, 90% da terra e o ar e o espaço. Ele disse que controlariam, não que invadiriam ou conquistariam.

Em 1974, a construção da instalação de enrgia dirigida de Tara em Saryshagan foi começada.

Em 1975, um artigo soviético no *International Life*  fala sobre guerra atmosférica, mudança na natureza do relâmpago, e usar a energia direta de tremendo poder em alvos específicos. Fala sobre a utilização da energia atmosférica para suprimir a atividade mental de grandes grupos de pessoas.

Em 13 de julho de 1975 – ele repetiu seu chamado por um banimento de armas de destruição em massa ao visitar senadores americanos. Eles não podiam entender sobre o que ele estava falando.

Em agosto de 1975 – Ponomarev fez a mesma proposta a um grupo de congressistas americanos visitando o Kremlin, com o mesmo resultado.

Em novembro de 1975 – grandes quantidades de gás hidrogênio com traços de trítio foram detectadas no Semipalatinsk pelos satélites de reconhecimento TRW da Força Aérea americana. General George Keegan tinha estado prestando atenção especial a esta instalação desde que um de seus homens o avisou que algo “podre” estava acontecendo lá em 1972. Este foi a evidência confirmando as suspeitas dele da pesquisa soviética de raios de partícula.

De outubro a dezembro de 1975 – os soviéticos destruiram ao menos cinco satélites americanos sobre o Oceano Índico.

Em 1976 – o Departamento de Estado revelou que a embaixada americana em Moscou tinha estado continuamente sob ataque de algum tipo de radiação microonda pelos soviéticos. Dois embaixadores foram mortos e outras pessoas ficaram doentes. Todos os empregados da embaixada receberam um aumento de pagamento de 20%  por risco nocivo durante o dever.

Em 1976 – o físico soviético Rudakov visitou os EUA e deu uma palestra que foi imediatamente classificada, o quadro negro recolhido. O material que era de conhecimento científico aberto ao público na União Soviética era considerado classãificado aqui nos EUA. Porque? Quem estava sendo mantido no escuro?

30 de março de, 1976 – um enorme boom inexplicado aconteceu sobre a Holanda. Provável teste do canhão escalar soviético.

4 de julho de 1976 – Dia da Independência! A Rússia se unui as nossas celebrações ao ativar seu gigantesco transmissor *Woodpecker* [pica-pau] causando uma interferência mundial em todas as frequências de 3 a 30MHz. As transmissões tem sido contínuas desde então. Mais tarde o governo americano disse que eram meramente radares russos sobre o horizonte.

10 de setembro de 1976 – European Airways vôo 831, Moscou para Londres, viu uma enorme bola de luz cegante abaixo dele. Os pilotos contactaram os soviéticos e foi dito para não fazerem perguntas. Isto provavelmente foi um teste para medir a reação britânica e determinar se os britânicos sabiam o que era.

Em 1976 – A Suécia detectou evidência de explosões nucleares do Semipalatinsk mas sem atividade sísmica.

Em 1976 – A Doença dos Legionários ataca o centro de Philadelphia. Mata 34, 187 outros ficaram doentes. Dr. P. David Beter dise que realmente foi causada pelos soviéticos liberando gás plutônio, mas Bearden diz que foi um ataque eletromagnético escalar.

ARMAS ESCALARES ATIVADAS

24 de março de 1977 – um luminoso caminho de luz apareceu fora da costa do Saara Espanhol, na África, e um grande globo de luzes dinâmicas aprareceu acima dele. Bearden diz que foi um teste do escudo de Tesla que defende qualquer coisa dentro dele de um ataque externo.

11 de junho de 1977 – um cientista soviético deu uma entrevista ao jornalista Robert Toth [que estava em Moscou para o *Los Angeles Times* na qual falou da energia vindo do vácuo do espaço. A KGB rapidamente prendeu ambos e os acusou de possuirem segredos do Estado soviético. A maioria dos cientistas americanos daquele tempo pensava que energia do vácuo era algo sem sentido.

26 de setembro de 1977 – Rússia lançou o veículo espacial octágono Intercosmos 17 e destruiu a base lunar dos EUA, como mencionado mais cedo no material de Fogo Vindo do Céu. Os soviéticos também destruiram nossos satélites espiões e ‘tomaram um alto solo’. A Rússia tem nos evitado de controlar o espaço desde então.

Dezembro de 1977 e mais tarde – misteriosos booms inexplicados começaram a ocorrer fora das costas americanas. Isto foi, segundo Bearden, registro e calibração de arma soviética, e segundo Beter eram avisos ao nosso governo.

Também em 1977 – A Rússia começou com facilidade a guerra atmosférica. Dois enormes pontos quentes foram criados no Pacífico que causaram um efeito de El Niño e resultaram em um dos invernos mais severos já registrados. Para mais informação, leia o material de Tom Bearden e examine seu material de referência.

27 de janeiro de 1978 – todos os três motores falharam em um Boeing 727 fora da costa leste dos EUA, e reiniciaram um a um quanto o avião estava  8.000 pés. Bearden diz que foi um teste soviético e um aviso. Quatro aviões se acidentaram em 6 dias a noroeste de Las Vegas em fevereiro de 1978. Deste ponto sobre eventos com aeronaves e acidentes são tão numerosos para listar e ainda estão acontecendo. Booms atmosféricos foram relatados acima da costa do Texas, Nova Scotia, South Carolina.

2 de abril de 1978 – 39 pilotos em uma corrida fora da Flórida vivenciaram ‘perda de tempo” em relógios sincronizados. Luzes inexplicáveis e objetos iluminados vistos e rastreados ao radar sobre a Flórida.

Para mais informações sobre talentos escalares eletromagnéticos de pássaros, terremotos, observações de escudos de Tesla, acidentes e muito mais como parte de eventos causados artificialmente pelos veja o material de Tom Bearden, do Dr. Beter, e materiais relacionados de outros autores. Há tantos que é difícil para mim listar.

COALITION INSIDER

Em dezembro de 1978, recebi o Vol. 1, No. 1 de *Coalition Insider,* um relatório da Coalisão para o Fortalecimento da Paz. Isto foi publicado pelo Conselho de Segurança Americano, começado pelo General George Keegan depois que ele se exonerou como chefe da Inteligência da Força Aérea para se tornar um cidadão privado e assim pudesse avisar sobre a arma de raios de partícula soviéticas e o desenvolvimento de outras armas. O artigo da página de trás intitulado ” Os Soviéticos tem Satélites Assassinos” diz: “Em uma conferência de notícias recentemente, o Secretário de Defesa Harold Brown revelou que a União Soviética tem colocado em operação um satélite espacial interceptador capaz de abater os satélites militares e civis americanos.” Como ele sabia das capacidades destes satélites interceptadores? Porque eles já haiam abatido os nossos satélites!

O artigo posteriormente declarou: “No ano passado, a União Soviética denunciou os EUA por até mesmo considerar o desenvolvimento de um similar satélite interceptador espacial, capaz de abater os satélites interceptadores soviéticos, antes que eles possam anular nossos satélites de reconhecimento. Qualquer de tais planos, avisou Moscou, estará em violação direta do tratado dos usos pacíficos do espaço. Mas, os soviéticos já tinham um satélite assassino deles!”

O co-presidente da conferência de imprensa foi retratado; seu nome era Senador Robert Dole.

NORTHERN BOOK HOUSE

Também em 1978 recebi um pacote de literatura comunista do distribuidor soviético Northern Book House, Box 1000, Gravenhurst, Ontario, Canadá. Naquele tempo, considerei o material um lixo ilógico e sem sentido. Agora, na medida em que o reviso, estou chocado. Eles falam sobre humanos e animais respondendo a ondas eletromagnéticas. Eles falam sobre o estudo do cientista soviético Dr. N. A. Kozyrev dos terremotos na lua. Eles fala sobre obter energia do vácuo.

Eles bravateiam sobre a primeira aeronave supersônica, a soviética TU-104, introduzida em 1956 (eles ignoram o bombardeiro supersonico alemão Horten XVIII, fabricado em 1945). Apenas citarei o artigo: “Lembra-se de 1956? O primeiro avião a jato para passageiros. Mudou o curso inteiro do võo. [vastamente aumentando as pessoas transportadas].

Quando NN [*Northern Neighbors,* publicação de Northern Book House] disse isso (15 anos atrás), hor-hor-hor, que exagero! O avião era de fato o famoso TU-104 soviético, muito a frente dos EUA. Agora eles tem [Rússia] a aeronave supersonica TU-144.

E onde estão os EUA ? Quando NN disse isto estaria muito atrás da USSR. Mas ouse tudo isto, perdemos. Nós não dizemos que os EUA teriam qualquer SST afinal, como este não tem. Desculpe-me, mas não espere nos ver exagerar todo tempo. Estes dias é difícil ver como estamos atrás.

Oh, mas agora nos é dito que estamos bem a frente deles. Nosso transporte supersônico de passageiros é o,   ah, er, não é – alguém pode me ajudar aqui, por favor? E nossa estação espacial é ah, er, oh – não importa. Temos Disney World, como lá!

Eles citam um artigo do *U.S. News & World Report*  “U.S. Superiority Has Ended,” de 5 de abril de 1971. O centro da revista são várias imagens de dentro da estação espacial deles e quatro homens trabalhando lá por meses a cada vez. Eles ressaltam que os astronautas americanos tem o pouso de queda no oceano na volta, enquanto os astronautas soviéticos  pousam no solo.

A página seguinte tem um artigo condenando o sionismo como racismo! Um dos artigos fala do sistema educacional russo. No sistema deles, não há dever de casa, todo estudo é feito na escola. Todo mundo aprende uma outra lingua começando no grau um.Em algumas escolas o treinamento físico consiste em três horas por dia! Não é surpresa que eles ganhem todas as medalhas olímpicas. Oh bem, provavelmente eles estejam apenas bravateando.

KAMMLER

Qualquer pessoa familiarizada com a Alemanha nazista será familiarizada com Himmler, Speer, Bormann e tais mas poucos devem ter ouvido falar de Hans Kammler. Kammler era um General das SS, mito mais uma aquisição de qualquer maneira que você veja isto.  Kammler “era visto por muitos na hierarquia nazista como o homem mais poderoso na Alemanha fora do Gabinete.” (*Blunder! How the U.S. Gave Away Nazi Supersecrets to Russia,* por Tom Agoston, Dodd, Mead & Co., p. 4.)

Kammler, cuja posição de autoridade estava diretamente abaixo de Himmler, esteve a cargo dos projetos mais secretos de Hitler, especificamente projetos tais como os primeiros motores a jato do mundo e foguetes. Ele tinha mais de 14 milhões de pessoas trabalhando com ele, a maioria construindo fábricas subterrâneas. Agoston disse que os projetos dele eram equivalentes a estar a cargo da construção das Grandes Pirâmides ou do Coliseu em Roma. Speer disse que ele considerava que Kammler estava sendo considerado para tomar sua posição [ a de Speer].

Trabalhando sob Kammler a cargo dos foguetes estava o General Walther Dornberger, que com o Dr. Werner von Braun, desenvolveu o foguete V-2. Trabalhando com Kammler no “centro de pesquisa militar de alta tecnologia mais avançda do Reich” no complexo de armamento de Skoda em Pilsen, Checoslováquia, estava o  General Dr. Wilhelm Voss. Alguns projetos em Skoda permanecem secretos até hoje, mas seu reconhecimento entre os projetos foi um do Dr. Franz Josef Neugebauer, “um especialista em sistemas térmicos para propulsão nuclear de aeronaves.” (Agoston, p. 12.)

Albert Speer, em seu livro *Spandau, The Secret Diaries,* bravateia que foi ele que ordenou a Werner Heisenberg parar de construir a bomba atômica e se concentrar em um motor de urânio para aeronaves. Até o fim da guerra, Hitler tinha até mesmo tornado Goering e Speer subordinados a Kammler. Eisenhower admite em *Crusade In Europe* que os nazistas estavam a seis meses de desenvolverem armas avançadas que teriam mudado as consequências da guerra.

RUDOLPH HESS E A SECRETA BASE ESPACIAL ALEMÃ

Rudolph Hess, o melhor amigo de Hitler e segundo no comando, foi para a Inglaterra para tentar parar a guerra com a Bretanha e foi preso como criminoso de guerra em 10 de maio de 1941 e foi impedido de ter qualquer contacto com  o público até ser assassinado. Ele era o único prisioneiro na prisão de Spandau. Qualquer um que prestasse atenção a situação dele de todo deve ter imaginado qual era o grande segredo que ele sabia que o tornava tão perigoso para os Aliados? Talvez a resposta seja revelada no livro de Friedrich *Secret Nazi Polar Expeditions* na página  34: Hess “foi confiado com todos os importantes arquivos da Antártica… o Próprio Hess, guardava o Arquivo polar…”

Se você olhar um mapa da Antártica verá que uma porção do que é chamado Queen Maud Land é chamado new Schwabenland. Isto é a parte do continente mais perto da África do Sul. Os alemães fizeram uma maior expedição a esta área em 1938-1939 e começaram a construção de uma maior base. Para detalhes desta expedição veja o livro de Friedrich. Este livro tem fotografias de poços de água quentes e outras informações que o surpreenderá. Tem mapas que mostram que a Operação Highjump do Almirante Byrd (a Força Tarefa Naval  68) de invasão militar chegou no sítio oposto as bases alemães. O livro conta que o maior item alimentar na área é chamado krill. Você já ouviu falar de “Krill?” Os mapas da Operação Highjump dizem que eles deixaram o lado alemão do continente inexplorado.

Um homem que foi muito influente na moderna política alemã pós guerra foi Hans-Ulrich Rudel, um frequente palestrante convidado nos círculos alemães políticos e militares. Rudel foi o homem preparado por Hitler para ser o seu sucessor. É sabido que Rudel fez frequentes viagens a Terra do Fogo na ponta da América do Sul mais próxima da Antártica. Uma das últimas mensagens de Martin Bormann do bunker em Berlim para Doenitz mencionou a Terra do Fogo.

O livro, *UFOs, Nazi Secret Weapon?* diz (p. 8) “A avaliação de Hitler sobre os judeus pode ser melhor resumida como contido nos “Protocolos dos Sábios de Sião”. Este é um aspecto UFO muito importante de toda a história UFO, porque nele, achamos as sementes de muitas decisões de longo alcance tomadas trinta anos depois’. Você tem uma idéia de como um assunto tão politicamente incorreto com os Protocolos  pode se relacionar a  UFOs? [leia mais sobre os protocolos. São uma farsa]

Um livro chamado *America’s Aircraft Year Book* fala sobre os EUA usar cientistas alemães capturados em Ft. Bliss e Wright Field. “Entres estes no grupo alemão em Wright Field estavam Rudolph Hermann, Alexander Lippsisch, Heinz Schmitt, Helmut Heinrich e Fritz Doblhoff e Ernst Kugel. Hermann foi anexado a Estação de Pesquisa Aerodinâmica de Peenemunde, onde eram armazenados os foguetes V-2 e lançados contra a Inglaterra. Um especialista em supersonica, ele esteve a cargo do túnel de vento supersônico  em Kochel nos Alpes Bávaros. Ele também era membro do grupo a que foi confiado os planos futuristas de Hitler de estabelecer uma estação espacial base de reabastecimento de foguete como um satélite ao redor da Terra em uma distância de 4.000 milhas – um esquema que ele e certos oficiais de alto escalão do AAF em 1947 ainda acreditavam ser possível.”

Mais tarde a evidência mostra que a maioria, se não todos, os cientistas de naves e de disco voadores desapareceram. A evidência disponível indica que eles foram para a América do Sul ou Antártica.

Os jornais *El Mercurio* e *Der Weg* disseram que um grande comboio de submarinos foi descoberto pela Marinha britânica no final da Segunda Guerra Mundial.  Todas as unidades Aliadas disponíveis se engajaram no comboio e foram totalmente destruídas, exceto por um capitão de um destroyer, que foi relatado dizendo, “Meu Deus, me ajude, possa nunca mais encontrar tal força”.

Em 10 de julho de 1945, mais de dois meses depois do fim da guerra, o submarino alemão U-530 se rendeu as autoridades argentinas. O comandante era Otto Wermoutt. O submarino tinha uma tripulação de 54 homens [normalmente a tripulação é de 18 homens] e a carga consistia de 540 barris de cigarros e estoques não usualmente grandes de comida. O comandante tnha 25 anos, o segundo ofcial 22  a tripulação tinha uma média de 25, exceto por um homem que tinha 32 anos. Esta era uma tripulação não usualmente jovem e ao serem questionados sobre isto foi sabido que todos eles diziam não ter parentes.

Um mapa de um livro espanhol chamado *Is Hitler Alive?* com a rota do comboio do Fuhrer mostra que ele passou ao longo da Ilha Geórgia do Sul., onde mais tarde uma secreta base subterrânea foi o foco de uma batalha secreta durante a Guerra das Ilhas Falkland.

Em 4 de abril de 1944 as 4:40 a.m. o submarino alemão U-859 saiu em uma missão misteriosa levando 67 homens e 33 toneladas de mercúrio lacrado em garrafas de vidro em estreitas ampolas a prova de água. Este submarino foi afundado por um submarino inglês e a maior parte da tripulação morreu. Um sobrevivente em seu leito de morte aproximadamente trinta anos depois falou sobre a carga cara e guns mergulhadores checaram a história e encontraram o mercúrio. Para que propósito este mercúrio seria usado? E para onde eles o estavam levando?

Há muitas outras histórias de outros TU-boats e sobreviventes alemães, a maioria no Hemisfério Sul. Os alemães e outras nações européias exigiram registros muito meticulosos de todo mundo, incluindo seus parentes, emprego, endereço, filhos etc. e no fim da guerra os Aliados, entrecruzando os registros, levando em conta as baixas e mortes, determinaram que estavam faltando 250.000 pessoas.

WERNER HEISENBERG

Hitler assinou a ordem para que a bomba atômica fosse construída em 26 de setembro de 1939. O principal cientista deste projeto foi Dr. Werner Heisenberg. (Powers, Thomas, *Heisenberg’s War,* Alfred A. Knopf, 1993, p. 16.) Heisenberg ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1932 “pela criação da mecânica quantum” Ele era professor de física teórica em Leipzig e mais tarde Diretor do Instituto  Max Planck de Física. Seu melhor amigo, até a guerra, era Niels Bohr. Edward Teller recebeu seu doutorado ao estudar com Heisenberg (Powers, vii).

Thomas Powers escreveu em seu livro *Heisenberg’s War, The Secret of the German Bomb,* no qual um dos principais temas era tentar verificar o fato de que a Alemanha estava muito a frente do resto do mundo no desenvolvimento da bomba e ainda que os Aliados estavam perplexos quando encontraram o primitivo reator experimental no fim da guerra que era supostamente o melhor que os alemães pudesem obter. Desculpas tais como a ineficiência alemã etc não se enquadram na evidência, e dizer que os alemães eram mais morais que os judeus americanos que desenvolveram a bomba não é politicamente aceitável.

É sabido que os alemães estavam também trabalhando na bomba de hidrogênio, e os Aliados freneticamente bombardearam as instalações de água pesada. Há muitos livros e filmes sobre os heróis que pararam os esforços nucleares alemães, ainda que em alguns lugares você descubra que ao menos uma carga de água pesada nunca foi encontrada.

Em uma fala em junho de 1949, Vannevar Bush conta que os Aliados estavam extremamente preocupados que os alemães estivessem a frente na bomba, mas finalmente descobriram que eles não haviam realizado 5% do empreendimento que tinha sido levado ao sucesso… neste país. Ele culpou a falha deles a típica regimentação e sistema totalitário alemão. Mas se você pensar sobre isto com a mente aberta, você deve entender que ‘regimentalização e sistema totalitário” é mais eficiente, especialmente em se tratando de armas.

Powers explora a explicação de Heisenberg que os alemães “tinham usado a influência deles como especialistas para dirigirem o trabalho em canais que tem sido mapeados no relato adiante’ Mas este tal relato não explica o que aconteceu. Powers disse: “Sua narrativa está incompleta. Algo foi retirado”. (p. 482). Na última página ele resume dizendo, “Ninguém nega o que Samuel Goudsmit encontrou no sul da Alemanha em 1945 – um programa em pequena escala de pesquisa atômica que não oferecia ameaça aos Aliados. É difícil designar razões para o fracassso que eles tem mantido a matéria por quase 50 anos”.

Quando o Marechal de Campo Erhard Milch visitou os laboratórios Gottow em 1945 onde a pesquisa atômica estava sendo realizada, ele perguntou a Heisenberg, “Quanto grande teria que ser uma bomba para destruir New York ou Londres?” Heisenberg respondeu: “Grande como um abacaxi, e teremos uma cesta cheia para o Fuhrer pelo Natal…!” (Mattern-Friedrich, *UFOs, Nazi Secret Weapon?,* p. 77. Parete do material no livro veio de documentos clasificados obtidos da CIA. Veja em algm outro ugar no texto.) (Precisa-se de 33 libras de urânio altamente enriquecido ou 13 libras de plutônio para fazer uma pequena bomba atômica).

Em 1943 Niels Bohr escapou da Dinamarca para Londres e relatou que a Alemanha estava fazendo a bomba. Eles também tinham prova que os alemães tinham alcançado maiores suprimentos de urânio e também de tório.”

QUEM CRIOU A BOMBA ATÔMICA?

Boris Pash, chefe de segurança do Projeto Manhattan, e o cientista Samuel Goudsmit seguiram os tanques em Paris e na Alemanha procurando pelo laboratório nucleares alemães, que eles encontraram em Strasbourg. Isto foi chamado Operação Alsos (Grego para “luvas”). Peter Goodchild em seu livro *J. Robert Oppenheimer, Shatterer of Worlds,* p. 110 disse: “Muito cedo uma imagem do progresso alemão começou a emergir. Eles revelaram que havia sido dito a Hitler das possibilidades de uma arma nuclear em 1942 e que tinha havido uma série inteira de experimentos de pilha de urânio.

Mas os fatos cruciais foram que até mesmo tão tardiamente quanto em agosto de 1944 os experimentos ainda estavam no estágio inicial. Os alemães nem tinham certa informação que uma reação explosiva em cadeia era possível, nem que eles tivessem mecanismo ou material para fazer a bomba deles. Era aparente que o projeto tinha se movido para frente dificilmente desde 1942. Havia uma ou duas pessoas em Washington que, quando leram o relatório final de Goudsmit, suspeitaram que a informação tinha vindo facilmente demais, mas a maioria das pessoas acreditou.”

É possivel que a Alemanha de fato tenha desenvolvido a bomba e que os Aliados tenham mantido isto secreto? Em *Heisenberg’s War,* p. 481, Vannevar Bush é citado dizendo em junho de 1949: “Os nazistas queriam uma bomba atômica e nós sabiamos disso. Eles tiveram uma boa chance como nós a tivemos. Nos anos tensos depois de 1945 pensamos que eles fossem estreitos competidores, até mesmo que eles pudessem estar seis meses a nossa frente. Então depois que Stuttgart caiu e a missão Alsos fez o seu trabalho, descobrimos. Os nazistas nem mesmo alcançaram a primeira base”. Surpresa, surpresa. Ou era mentira, mentira?

Minhas melhores hipóteses, baseadas na evidência, é que há uma forte possibilidade de que os alemães tenham desenvolvido a bomba atômica. Os americanos conseguiram capturar algumas delas no incício de 1945, e então em 6 de agosto de 1945 atiraram uma em Hiroshima. Isto explicaria a curiosa declaração de J. Robert Oppenheimer que a bomba que caiu em Hiroshima foi feita na Alemanha. Será que os alemães podiam ter com eles algumas bombas quando Hitler escapou? Era o comboio submarino protegido por armas nucleares e eles que pararam a Operação Highjump? Talvez não, mas é apenas uma conjectura, mas fortemente suspeito que tenhamos obtido a bomba dos alemães.

Em *Blowback,* “a primeira narrativa completa do recrutamento dos nazistas pela América, e seu efeito desastroso em nossa política doméstica e exterior” por Christopher Simpson, ele afirma: “Em 6 de julho de 1945 a Junta de Chefes de Staff (JCS) especificamente autorizou um esforço para explorar… escolher, mentes raras cuja contínua produtividade intelectual desejamos usar sob o projeto top secreto apelidado Overcast… De início, isto foi justificado com base que os cientistas alemães podem ser úteis na guerra que continua contra o Japão” (p.33).

Quando os Aliados encontraram o laboratório alemão da bomba atômica, ficaram surpresos que era apenas um pequeno reator de concreto em uma caverna, pequeno demais para ser crítico. Ainda que eles tenham tido problemas consideráveis em um programa top secreto para agarrar estes cientistas porque eles podiam ser úteis em derrotar o Japão? O que eles estavam indo fazer, atirar concreto radioativo nos japoneses? Tom Agoston em *Blunder!* diz (p. 38) que “Desconhecido pelos cientistas Aliados, os alemães tinham sido capazes de construir um armazenamento apreendível de UU-235 e tinha mantido mais de duas toneladas, bem como duas toneladas de água pesada.”

William Stevenson, em *A Man Called Intrepid,* diz “Os alemães tinham o homem [Heisenberg] cujo trabalho teórico era a base da bomba” (p. 456) e “No campo militar, a opinião que prevalecia em 1939 era que o país com maior chance de reunir as peças era a Alemanha”.

Vamos ver agora, a bomba era uma idéia alemã, eles tinham os melhores cientistas, eles tinham habilidade comprovada de desenvolverem armas avançadas, eles tinham fontes de material cru e ainda que a bomba deles consiste de nada mais que concreto  radioativo em uma caverna na montanha na base de uma igreja? (*Heisenberg’s War,* p. 421.) O     laboratório alemão foi capturado em 21 de abril de 1945, então três meses mais tarde, em 16 de julho, uma bomba foi testada em Alamogordo, New Mexico. Então em 6 de agosto de 1945, uma foi atirada em Hiroshima, e em 9 de agosto em Nagasaki. Isto sem contar a explosão nuclear na área de Oakland, Califórnia,mas supostamente não sabemos disso.

Pash e Goudsmit na Operação Alsos capturaram várias toneladas de urânio e ‘isto foi embarcado para a Bretanha e então para os EUA, transformado em gás hexafluoreto de urânio para a separação  isotópica em Oak Ridge, Tennessee, e finalmente na forma de U-235 usada para destruir Hiroshima.” (*Heisenberg’s War,* p. 362.)

A maioria dos arquivos classificados da Segunda Guerra Mundial tem sido rotineiramente desclassificados sob as determinações do Ato de Liberdade de Informação. Tom Agoston (*Blunder!,* p. 124) disse sobre a informação Alsos, “Os arquivos permanecem suprimidos e trancados a chave em Washington, muito além da rgra de trinta anos. O motivo para isto permanecer assim é um mistério de quatro décadas.”

Ele também disse que o testemunho de Albert Speer, se referindo ao General Kammler, “A transcrição continua a ser classificada além da regra normal de trinta anos e não é esperar se tornar pública antes de 2020.”

Kammler desapareceu no fim da guerra e é relatado que tenha cometido suicídio [há quatro versões diferentes]. Se ele estivesse morto, porque o segredo? Kammler era visto como o homem mais importante na Alemanha fora do Gabinete. A cadeia de comando era de Hitler para Himmler para o substituto de  Himmler na SS, o General Karl Wolff para SS General Oswald Pohl para Kammler, e mas tarde o link era mais direto.

Dr. Wilhelm Voss disse a Agoston que o que aconteceu a Kammler era uma “matéria quente” que não podia ser revelada. Agoston disse que um dos associados íntimos de Kammler era Rudolph Hess, que voou para a Bretanha e permanecerá fechado até 2020″ (p.160).

O que deu uma prova para mim quando li no Phoenix Journal #18 (*Blood And Ashes*), falando do Projeto Manhattan, “Com certeza, eles utilizaram a produção alemã de urânio e realmente a bomba usada no Japão foi construída na Alemanha” (p. 159). O autor destes jornais é “One Who Knows.”

SUBMARINOS ALEMÃES NO ATLÂNTICO SUL

O jornal *France Soir* tinha a seguinte narrativa: “Quase dois anos e meio depois da cessação das hostilidades na Europa, o baleeiro islandês “Juliana” foi parado por um grande U-boat alemão. O Juliana estava na região Antártica ao redor das Ilhas Malvinas [agora Falkland] quando um submarino alemão subiu a superfície e um oficial naval alemão levantou a bandeira de Luto – vermelha com uma borda preta.

O comandante do submarino enviou um grupo de abordagem, que se aproximou do Juliana em um pequeno bote de borracha, e tendo abordado o baleeiro exigiu do Capitão Hekla parte de seus estoques de comida fresca. A solitação foi feita em um definitivo tom de ordem a qual qualquer resistência seria loucaz. O oficial alemão falava um inglês correto e pagou por suas provisões em dólares americanos, dando ao Capitão um bõnus de 10 dólares a cada membro da tripulação do Juliana. Enquanto a comida era transferida para o submarino, o comandante do submarino informou ao Capitão Hekla a exata localização de um grupo de baleias. Mais tarde o Juliana encontrou o grupo no local designado.”

O francês *Agence France Press* de 25 de setembro de 1946, disse: “Os rumores contínuos sobre a atividade de U-boats alemães na região da Terra do Fogo entre a ponta mais ao sul da América Latina e o continente da Antártica são baseados em acontecimentos verdadeiros.”

Tem havido histórias e livros escritos sobre alemães falsificando a moeda americana e de outra forma obtendo placas de impressão do dinheiro americano, que podem ser os responsáveis pelo uso alemão do dinheiro americano.

O  livro de recordes mundiais Guinness diz que o maior roubo não resolvido foi o desaparecimento do inteiro Tesouro alemão no fim da guerra.

RAND CORPORATION

Em janeiro de 1946 o industrialista Donald Douglas abordou a Força Aérea do Exército com um plano para o governo e a indústria trabalharem juntos em planejamento estratégico a longo prazo. Isto foi chamado Projeto RAND, um nome dado por Arthur Raymond para Pesquisa e Desenvolvimento. Muito do primeiro dinheiro do governo foi para a equipe de von Braun. (McDougall, Walter al. …*the Heavens and the Earth, A Political History of the Space Age,* Basic Books, New York, 1985, p. 89.)

LESLIE R. GROVES

Groves é conhecido como o General no comando do Projeto Manhattan que construiu a bomba atômica. Ele foi escolhido porque ele foi um dos que supervisionaram a construção do Pentágono, e por 1942, estava a cargo de toda construção militar americana em todos os lugares. Depois da guerra ele foi trabalhar para a Remington Rand Corporation.

BORIS PASH

“As apostas na busca do talento científico da Alemanha eram muito altas. A única maior importante força de ataque americana, por exemplo, com a equipe de Alsos, que alvejava a pesquisa atômica do Eixo, os armazenamentos de urânio, e os cientistas nucleares, bem como a pesquisa de guerra química e biológica nazista. O comandante desta designação foi o Coronel do Exército Boris Pash, que previamente havia sido o chefe de segurança do Projeto Manhattan – o programa de desenvolvimento da bomba atômica dos EUA – e que mais tarde desempenhou um papel importante em programas de ação altamente secretas e encobertas dos EUA.

Pash teve sucesso brilhantemente em sua missão, se apoderando dos principais cientistas alemães e mais de 70.000 toneladas de núcleo de urânio do Eixo e produtos de rádio. O urânio tomado durante estes raids foi eventualmente embarcado para os EUA e incorporado as armas atômicas dos EUA .” (Simpson, Christopher, *Blowback,* Collier Books, New York, 1988, p. 26.)

“Um outro notável veterano Bloodstone é Boris Pash, um oficial de inteligência de carreira identificado no Relatório Final da investigação do Senado dos EUA de 1975-1976 sobre as atividades de inteligência como diretor aposentado da unidade da CIA responsável por planejar assassinatos” (*Blowback,* p. 108).

*Blowback,* p. 152-153 diz: “Os registros da Operação Bloodstone acrescenta uma nova peça importante de informação para um dos assuntos públicos explosivos de hoje: o papel do governo dos EUA – especificamente da CIA – em assassinatos e tentativas de assassinatos de oficiais estrangeiros. Segundo uma investigação do Senado de 1976, um oficial chave da Operação Bloodstone é o oficial OPC a que foi especificamente delegada a responsabilidade de planejar os assassinatos da agência, raptos e similares “trabalhos úmidos”.

“O Coronel Boris Pash, um dos mais extraordinários e menos conhecidos personagens da história de inteligência americana… seu trabalho para as agências americanas de inetligência o colocam na tarefa crítica recebendo a responsabilidade de planejar operações pós guerra de assassinato… O Coronel Pash é um dos poucos originais remanescentes da inteligência dos EUA e sua experiência no combate aos comunistas remonta a Revolução Russa de 1917.

Ele estava em Moscou e na Europa Oriental naqueles dias com o pai dele, um missionário de extração russa, e o jovem Past passou grande parte de guerra civil soviética trabalhando do lado dos exércitos Brancos, então com refugiados czaristas que tinham fugido de seu país. Na década de 1920 Past foi designado como oficial da reserva com o serviço da inteligência militar dos EUA… ele… desempenhou um papel na internação dos civis japoneses na Califórnia, e logo foi designado como oficial chefe da contra-inteligência no Projeto Manhattan, o esforço super-secreto dos EUA para desenvolver a bomba atômica. [Mais de uma decada mais tarde foi o testemunho do Coronel Past que ajudou a selar o destino do cientista Robert Oppenheimer no caso de segurança muito bem conhecido em 1954]

Antes que a guerra acabasse, isto seria rechamado, o Coronel Past liderou uma série de operações especiais celebradas conhecidas como Missão Alsos que eram destinadas a capturar os melhores especiaistas atômicos e químicos que os nazistas tinham a oferecer.

“Depois da guerra o Coronel Past serviu como representante do exército em Bloodstone na primavera de 1948, quando as tarefas deste projeto, inclusive recrutar os desertores, contrabandear refugiados de trás da Cortina de Ferro, e assassinatos foram estabelecidos. As operações especiais de Bloodstone, como definidas pelo Pentágono, podiam ‘incluir guerra clandestina, subversão,  sabotagem e… assassinato’, segundo os registros da Junta de Chefes de Staff de 1948. Em março de 1949, Pash foi designado pelo exército para a divisão OPC da CIA… Sua unidade de cinco homens na CIA, conhecida como PB/7, recebeu uma carta escrita que dizia em parte que a ‘PB/7 seria responsável por assassinatos, raptos e tais outras funções de tempo em tempo que podem receber… a maior autoridade’.

De *Dulles* de Leonard Mosley (A Biography of Eleanor, Allen and John Foster. London: Hodder & Stoughton, 1978.), encontramos, p. 459: “Mas agora ele [Allen Dulles] estava interessado em experimentos mais sinistros da Agência em drogas de ligação mental,   ampolas portáteis de virus letais, e venenos esotéricos que matavam sem deixar traço. O senso de humor de Allen foi tocado quando ele aprendeu que a unidade trabalhando nestes empreeendimentos deletérios era chamada “Comitê de Alteração da Saúde” (dirigida por Dr. Sidney Gottlieb e Boris Pash)… Richard Bissell… tinha agora sucedido a Frank Wisner como diretor substituto dos planos …”

Para aprender mais sobre experimentos de controle mental e de tortura de Pash e Gottlieb, leia *Journey Into Madness: The True Story of Secret CIA Mind Control and Medical Abuse* de Gordon Thomas (Bantam Books, New York, 1989).

Uma das pessoas que eles mataram foi Frank Olson (um médico de guerra biológica da CIA cuja especialidade era o anthrax), enquanto eles estavam tabalhando no Subproject-68, também conhecido MK-ULTRA. MK-ULTRA começou como *Projeto Bluebird,* criado em 20 de abril de 1950, pelo Diretor da CIA Almirante Roscoe Hillenkoetter (que mais tarde foi um membro do NICAP), e em 20 de julho de 1950, eles começaram a usar sódio amital, Benzedrina e outras drogas para fazr lavagem cerebral em prisioneiros.

em setembro de 1950, o *Miami News* publicou um artigo sob a manchete “Técnicas de Lavagem Cerebral”que foi considerado o primeiro uso formal do termo. Um dos parceiros de Gottlieb foi o Dr. Harold Wolff, que parece ser um médico de Paperclip. Ele trabalhou com o  Parke-Davis e “…permaneceu estreitamente ligado com o projeto de lavagem cerebral M-K Ultra” (p. 191). Ele ajudou a estabelecer um apartamento e introduzir LSD nos hippies em San Francisco, e trabalhou no Projeto Mindbender (um tipo de operação Candidato Manchuriano) com William Buckley.

INão é interessante que tantos dos participantes na maioria dos segredos dos segredos da Segunda Guerra Mundial ainda estejam envolvidos no assasinato de Kennedy e outros casos mais atuais? Muitos livros e artigos tem sido escritos sobre a CIA estar envolvida no assassinato de JFK, e agora você sabe que o homem a cargo dos assassinatos da CIA era Boris Pash, antigo chefe de segurança do Projeto Manhattan . Ele também chefiou um grupo tentando capturar a tecnologia avançada de Hitler, incluindo os discos voadores e outros segredos.

O livro *ZR Rifle – The Plot To Kill Kennedy And Castro* de Claudia Furiati, p. 36, diz que um homem chamado William Harvey tinha estado a cargo do posto da CIA em Berlim ocidental até 1960, tentão foi colocado a cargo dos assassinatos da CIA por Richard Bissell em 1961. Os planos para assasinar líderes políticos foi apelidado  *ZR-RIFLE,* chefiado por Harvey. Bo Gritz disse na p. 525 de seu livro: “O assasinato de Kennedy foi apelidado ‘ZR-RIFLE’.” A mim parece aparente que Harvey e Pash estavam usando o mesmo par de calças.

Em 1941, Ian Fleming, o futuro criador das histórias de “James Bond”, e nauele tempo um oficial de alto escalão da inteligência britânica, dugeriu a William Donovan que ele criasse uma inidade especiallmente treinada e selecinada de assassinato. PB/7 (Pash Boris Seven) foi o original conceito do “Agent 007” . Se minha memória está correta, credito que Nixon afirmou que William Harvey era o real 007.

Presumo que Pash foi o Agente 001, ou talvez ele tivesse sete agentes trabalhando para ele [originalmente eram cinco]. Se você quer entender mais sobre como estas várias facções tais como CIA, KGB, nazistas, comunistas, FBI etc podem estar lutando umas com as outras e trabalhando juntas ao mesmo tempo, você precisa entender quem estava acima deles, controlando-os. Para entender isto, olhe para a inteligência britânica. Você descobrirá que a inteligência britânica é uma operação da realeza britânica e européia e da aristocracia!

E. Howard Hunt, quando na prisão em dezembro de 1975, em uma entrevista com o *New York Times,* disse que o chefe da unidade de assassinato da CIA era Boris Pash. Pash foi designado para Angleton a este tempo (veja *Final Judgment,* p. 207). Angleton foi chefe do escritório em Israel da CIA e era muito pró Israel. Ele também estava estreitamente envolvido com Meyer Lansky.

Em *Cold Warrior,* a biografia de James Jesus Angleton de Tom Mangold, ele diz na página 362: “Gostaria contudo de colocar a registroque os amigos pessoais mais próximos no exterior de Angleton, então e subsequentemente, vieram do Mossad (o serviço isrealense de reunião de inteligência) e que ele tinha uma estima imensa por seus colegas israelenses e pelo Estado de Israel, que o recompensou com honras profundas depois desua morte.” Seu lugar foi preenchido depois de sua morte por William Colby. QUANDO  Kissinger queria “obter LaRouche,” ele pediu ajuda a Angleton. A pedra tumular de Angleton é em hebraico.

Na página 97 de *Final Judgment,* Piper diz que “A equipe de ZR/Rifle, de fato, foi uma das favoritas de Angleton entre os projetos da CIA, wque ele dirigiu conjuntamente com seu colega William Harvey.”

Segundo Claudia Furiati, Joseph Schreider estava a cargo dos laboratórios da CIA e do desenvolvimento de venenos para assassinatos, e diz que Harvey estava a cargo dos assassinatos poíticos, trabalhando fora do escritório de Miami dirigido pelo [Paperclip] Shackley, e estava trabalhando com Schreider para tentar envenenar Castro. Acima temos Boris Pash e Sidney Gottlieb trabalhando juntos da mesma maneira. Temos Pash e Harvey nos mesmos locais, fazendo o mesmo trabalho, a cargo dos mesmos projetos – fale sobre  sinecura. Acredito que Harvey estava realmente na sede em Langley, acima de Shackley em Miami.

*Blowback,* p. 153, diz que Pash “…serviu como um representante do Exército em Bloodstone na primavera de 1948, quando as tarefas do projeto, inclusive o recrutamento de desertores, contrabando de refugiados para fora da Cortina de Ferro, e asssinatos, foram estabelecidos. Em março de 1949, Pash foi designado pelo Exército para a Divisão OPC da CIA.”

Harvey morreu em 6 de junho de 1976, segundo Dick Russell, e Pash westava com 80 anos em 1988 segundo Simpson.

DISCOS VOADORES ALEMÃES

A avançada tecnologia de Hitler incluia misséis balísticos intercontinentais, aeronaves de decolagem vertical, motores a jato, mísseis cruise, canhões de sons e muitos outros itens avançados. Os Aliados capturaram planos para o que veio ser o jato jumbo Boing 747. Entre os itens mais secretos capturados estavam os planos para discos voadores, que inicialmente foram chamados de “Krautmeteors.” Baseado na evidência, eles eram construidos já por volta de 1933 e entraram na produção em massa em 1940. Os cientistas envolvidos nestes projetos eram Bellonzo, Schriever, Miethe e Victor Schauberger.

Schauberger desenvolveu o tipo de disco chamado de “chapéu voador” que mais tarde foi visto sobre os EUA. A versão final foi o Disco de Bellonzo-Schriever-Miethes, tão grande quanto 135 pés e mais de 225 pés de diâmetro. Eles viajavam mais de 2.000 quilometros por hora e eram planejados para irem acima de 4.000 quilometros por hora. Em 1945 eles podiam alcançar uma velocidade de 1.300 mph e uma altitude de 40.000 pés em menos de três minutos. Os alemães desenvolveram a nave de asas Delta e estavam trabalhando na tecnologia stealth etc.

Muitos pilotos viramnaves estranhas sobre a Alemanha, tao logo a nave foi construída, Hitler ordenou que ela fosse desmontada e embarcada para algum lugar – provavelmente a Antártica. Nenhuma das naves foi capturada pelos Aliados embora alguns cientistas tenham sido capturados e então a maioria desapareceu, mas de uma certa forma podem ser traçados a Bell Textron e a lugares tais como a Area 51, que, surpresa!, é famosa por seus avistamentos UFO.

Aqui estão alguns exemplos de itens de noticiários durante a Segunda Guerra Mundial concernentes aos UFOs alemães, do *New York Times:*

*NEW YORK TIMES,* 14 de dezembro de 1944:

“isteriosa Bola flutuante é a Nova arma alemã. SUPREME HEADQUARTERS, Allied Expeditionary Force, 13 de dezembro  – uma nova arma alemã tem feito seu aparecimento no front aéreo ocidental, foi revelado hoje.

“Homens da Força Aérea Americana relatam que eles estão encontrando esferas de cor prata no ar sobre o território alemão. As esferas são encontradas sozinhas ou em grupamentos. Algumas delas são semi-translúcidas”.

e, “SUPREME HEADQUARTERS 13 de dezembro (Reuters) – Os alemães tem produzido uma arma secreta e a estão guardando para a estação do natal.

“O novo aparelho, aparentemente uma arma de defesa aérea, parece enormes bolas de vidro que enfeitam as árvores de natal. Não há informaçao disponível de como sejam sustentadas como estrelas no céu, o que elas são e qual possa ser o propósito delas.”

GUERRA DAS ILHAS FALKLANDS

A Guerra das Ilhas Falkland tinha mais a ver com os nazistas do que com a Argentina; para mais dettalhes do que aconteceu, por favor consulte o *Phoenix Journals.*

Os alemães, de sua base na Antártica, começaram a se infiltrar na Argentina, Chile, etc., e compraram grandes porções de terra e varreram corporações. Eles também investiram em corporações na Alemanha e em outros lugares com planos para uma volta. Eles usaram o Tesouro alemão, capturaram o Tesouro de outras nações, e falsificaram a moeda americana impressa em reais placas de impressão americanas dadas sos russos e capturadas pelos alemães.

Algumas placas foram roubadas pelo Secretário Assistente do Tesouro dos EUA Harry Dexter White (nome real  Weiss) sob Henry Morgenthau e enviadas aos soviéticos para uso na Alemanha ocupada. Eles também aranjaramo roubo em massa de tonelas de nosso especial papel moeda. Quando J. Edgar Hoover foi ao Presidente Truman com toda a evidência de que o Secretário Assistente do Tesouro era um espião cominista e ladrão, Truman de fato removeu Weiss (White) de seu cargo – e o promoveu a chefe do Fundo Montetário Internacional [FMI]. A história tem um fim mais que comum – quando a controvérsia foi desenvolvida na imprensa a respeito do incidente, Weiss se tornou um “suicida.”

O MILAGRE ECONÔMICO ALEMÃO

Para mais informação sobre como foi alcanado o milagre econômico alemão depois da guera pelos alemães, você deve ler livros tais como  *Martin Bormann, Nazi in Exile* de Paul Manning (“…Bormann se tornou a força guiadora no milagre econômico que levou ao renascimento da indústria alemã  e finanças em 35 anos seguindo a derrota política e militar. Nos meses miguantes da Segunda Guerra Mundial na medida em que o Terceiro Reich estava balançando e finalmente sucumbindo na derrota, Bormann criou 750 corporações espalhadas entre aquelas nações que permaneceram neutras. Estas nações receberam a riquza fugitiva da Alemanha e se tornaram a base de poder que capacitou a Alemanha a subir de novo para a força política e econômica. Da folha de guarda). Este livro expande no encontro em Strasbourg em 10 de agosto de 1944, mentcionado no livro de Michael Bar-Zohar *The Avengers.*

Em 1986, enquanto pesquisávamos estes assuntos, recebemos 161 página sob uma busca de Liberdade de Informação concernente ao que aconteceu ao Tesouro alemão no fim da Segunda Guerra Mundial. Muitos destes documentos tem sido secretos até a desclassificação para cumprir nossa solicitação. Um documento foi o No. 19,489, de 27 de novembro de 1944, Assunto: Transmitindo o Relatório de Inteligência No. EW-Pa 198 [?, pouco legível] pela Seção Econômica G-2, o Secretário de Estado, do Ten. Cel. John W. Easton, Divisão de Guerra Econômica.

A carta de cobertura afirmou “Tenho a honra de incluir o Relatório de Inteligência No. EW-Pa 198 da Seção Econômica G-2, SHAEF [*Supreme Headquarters Allied Expeditionary Forces*], datado de 07 de novembro de 1944, descrevendo os planos dos industrialistas alemães para a ressurreição pós guerra da Alemanha. Entre os tópicos abordados neste relatório estão: patentes, reservas financeiras, exportação de capital, e localização estratégica de pessoal técnico”. É óbvio que Manning citou destes documentos em seu livro sobre Bormann.

Ao descrever o encontro de 10 de agosto de 1944, em Stasbourg, algumas sentenças nos documentos permanecem: ‘os industrialistas alemães devem, isto disse, por meio de suas exportações aumentar a força da Alemanha. Eles também devem se preparar para financiar o Partido Nazista que seria forçado a ir para o subterrâneo como os (em Gebirgverteidigungsstellengehen). De agora o governo deveria alocar grandes somas aos industrialistas para que cada um possa estabelecer uma segura fundação pós guerra em países estrangeiros.

As existentes reservas financeiras em países estrangeiros devem ser colocadas a disposição do Partido para que um forte Império alemão possa ser criado depois da derrota. Isto também exige imediatamente que as grandes fábricas na Alemanha criarem pequenos escritórios técnicos ou de pesquisa que seriam absolutamente independentes e não teriam ligação conhecida com a fábrica. Estes escritórios erceberão planos e desenhos de “novas armas” bem como documentos que eles necessitem para continuar a pesquisa deles e que não devem cair nas mãos dos inimigos.

As últimas sentenças neste documento são, “depois da derrota da Alemanha o Partido Nazista reconhece que certos de seus melhores e mais conhecidos líderes serão condenados como criminosos de guerra. Contudo, em cooperação com os industrialistas está-se arranjando para colocar os membros menos conspícuos mais mais importantes em posições com várias fábricas alemãs como especialistas técnicos ou membros de seus escritórios de projeto e de pesquisa.

Alguns dos documentos eram concernentes ao Ouro Saqueado (1945-1948). Número de Acesso 56-75-101, Conteiner da Agência número 169, número de arquivo BIS/2/00.” Estes documentos são relativos ao ouro alemão saqueado sendo transferido para o Bank for International Settlements [BIS] na Suiça. Um parágrafo importante diz (#9): “Está claro da correspondência e do testemunho que o gerenciamento do B.I.S. durante a guerra estava ‘nas mãos do Conselho de Administração,no qual os representantes do Eixo tinham uma influência autoritária’, e que em 1942 os alemães favoreceram a reeeleição do Presidente McKittrick cujas ‘opiniões pessoais’ eles caracterizaram como ‘seguramente conhecidas’.

Anexado ao arquivo estava um recorte do *New York Times,* cuja data não estava incluida mas parece ser 1945, que declara: “McKITTRICK programado para o correio na caçada. Ele tomará os deveres como vice presidente do Banco aqui no próximo outono.  Thomas H. McKittrick, o banquero americano que tem servido como presidente do B.I.S.desde o início de 1940, se tornará o vice presidente do Chase National Bank de New York no próximo outono, Winthrop W. Aldrich, presidente da diretoria do Chase, anunciou ontem “. O artigo termina citando McKittrick: “Entendo que é meu dever realizar uma tarefa neutra em tempo de guerra. Esta é uma coisa extremamente dificil que estou tentando fazer, mas eu farei o melhor que possa.”

Um outro documento anteriormente classificado top secreto foi “Assunto: Conversa na Suiça com Mr. McKittrick, Presidente do Bank for International Settlements” de Orvis A. Schmidt para o Secretário do Tesouro Morgenthau, datado de 23 de março de 1945. Isto descerve os relacionamentos  de McKittrick com o chefe real do sistema bancário nazista, um vice presidente chamado Puhl.

“Puhl foi descrito por McKittrick como um banqueiro de carreira que tinha estado com o Reichsbank por aproximadamente 20 anos, que não partilha do ponto de vista nazista… o Banco Nacional Suiço disse que para se assegurar que eles não estivesem obtendo o ouro saqueado eles tinham solicitado que um membro do  Reichsbank, que eles viam como confiável, certificasse cada parcela de ouro que eles comprassem como não sendo o ouro saqueado; A pessoa que tem feito esta certificação é Puhl.”

Puhl era o Vice Presidente senior do Reichsbank, Emil Johann Rudolf Puhl. Ele estava a cargo de tomar o espólio ao banco e estava a cargo disto para os nazistas. Seu escriturário senior de embarque  Albert Thoms disse que eles precisavam de 30 homens para ajuda-lo a escolher e reempacotar os valores, que consistiam em milhões de marcos de ouro, libras esterlinas, dólares e francos suiços; 3.500 onças de platina, mais de 550.000 onças de ouro e 4.638 quilates em diamantes e outras pedras preciosas, bem como centenas de peças de trabalhos de arte” (p. 226, *Aftermath,* Ladislas Farago, Avon, 1974).

Este material foi embarcado para fora do país na Operação Fireland ou Aktion Feuerland em alemão, que  Farago explicou em uma nota de rodapé em seu livro sobre Bormann: “A transação foi chamada de ‘Terra do Fogo” depois que o arquipélago da Terra do Fogo na extremidade sul da Argentina e Chile, a área para a qual alguns dos embarques foram originalmente consignados” (p. 228). Na página seguinte Farago disse: “Somenet uma porção erlativamente pequena do tesouro das SS foi custodiado por Bormann e enviado para o exterior no curso da Aktion Feuerland. Grande parte disso ainda está desparecida.”

A Alemanha havia desenvolvido a auto-suficiência anets do fim da guerra, e estava fabricando seu próprio petróleo, produzindo “manteiga” de carvão,inventado leite em pó, desenvolvido a secagem por congelamento, aprendido a estocar farinha indefinidamente, estava desenvolvendo sua própria comida em estufas de solo “verde” etc. Estes projetos eram também necessários para a sobrevivência da secreta força UFO, que Hitler chamou de “Último Batalhão” na Antártica.

A falsificação do dinheiro britânico e americano foi realizada sob a Operação Bernhard. As falsas notas britânicas tem sido frequentemente discutidas em livros e artigos sobre Bernhard, mas a moeda americana falsificada não é tão bem conhecida. Recentemente o governo dos EUA anunciou que ele estava lançando umnovo dinheiro para contra-atacar a falsificação, que foi dita estar vindo de Saddam Hussein e do Líbano. Seria mais correto dizer que estava vindo da América do Sul, mas este dinheiro supostamente é dinheiro das drogas. A vida fica complicada.

Quando o jornal *CONTACT* primeiramente apresentou a série Fogo Vindo do Céu, seguiu-se uma reimpressão da informação sobre a Guerra das Ilhas Falkland. Nesta série, foi revelado que os russos, trabalhando com as forças de Rockefeller, derrotaram as forças britânicas bolchevistas na Ilha Geórgia do Sul.

Se você não leu esta série, isto pode não fazer sentido para você. É importante conhecer esta informação, se você pretende tentar entender o que está acontecendo. As forças nazistas estavam envolvidas na Guerra das Ilhas Falkland, do lado dos russos. Isto é difícil de acreditar se você não tem idéia do que seja isto.

Os russos eram nacionalistas, em oposição as forças sionistas-bolchevistas que tomaram o país deles. Os bolchevistas-sionistas foram treinados na parte baixa de East Side da cidade de New York City e financiadas pelos banqueiros de New York e Londres. Eles invadiram a Rússia, mataram o Tzar e muitos nacionalistas e tomaram o governo.

Você pode começar a ver como alguém como Boris Pash, wcom um background de família nacionalista russa, pode trabalhr com a Gestapo nazista e os agentes das SS? Até mesmo o General americano George Patton disse que ele teria lutado com os nazistas contra os bolchevistas comunistas. Patton didde que houve uma conspiração internacional dos banqueiros sionistas que eram o problema do mundo  (veja *Patton’s Papers,* Vol. 2, p. 735 por exemplo).

Em 20 de abril de 1982, aniversário de Hitler, a força comando russos/Rockefeller/Nazistas irrompeu e inseriu uma boma neutron na base naval subterânea na Ilha Geórgia do Sul.

Para mais sobre a história do que realmente aconteceu na crise das Ilhas Falkland, leia a publicação de 17 de janeiro de 1995, de *CONTACT: The Phoenix Project* ou Phoenix Journal #13, *Skeletons In The Closet. (Contact,* Inc., P.O. Box 27800, Las Vegas, NV 89126 ou telefone para 1-800-800-5565. Para *Phoenix Journals,* escreva para Phoenix Source Distributors, Inc., P.O. Box 27353, Las Vegas, NV 89126 or call 1-800-800-5565. Os números telefônicos são os mesmos, mas os endereços de corespondência são diferentes.)

Alexander Haig era o General representando os Rockefellers. Em seu livro *Caveat,* o capítulo sobre as Falklands começa: “Em 28 de março de 1982, um domingo, o embaixador britânico, Nicholas (“Niko”) Henderson, entregou-me uma carta de Lord Carrington. Um grupo de argentinos, escreveu o secretário do exterior, tinha chegado nove dias antes na ilha da Geórgia do Sul, uma possessão britânica no Atlântico Sul a uns poucos graus acima do Círculo Antártico e aproximadamente 600 milhas a leste das Ilhas Falkland, uma colônia britânica.” Apostarei que você pensou que a Guerra das Ilhas Falkland era por causa das Ilhas Falkland!

Much anuncio foi feito pela media sobre o conflito entre Jeane Kirkpatrick e Alexander Haig. Kirkpatrick é uma sionista e era a embaixadora americana na ONU.  Ela tem uma coluna regular no jornal  *The Jewish Press*, “O maior jornal independente anglo-judaico”. Haig tinha um longo relacionamento com Henry Kissinger, de quem Haig se tornou conselheiro militar senior em 1969. Lembre-se que Kissinger veio do pesoal da Operação  Paperclip.

Em janeiro de 1982, Reagan substituiu seu conselheiro de segurança nacional, Richard Allen, por William P. Clark, uma outra pessoa do Paperclip, e que era o substituto de Haig. Nixon disse, “Quando você as uzes qacesas tarde no escritório de Henry [Kissinger], geralmente lá está Al Haig.” (*War In The Falklands, the Full Story* de *Sunday Times* do London Insight Team, Harper & Row, New York, 1982, p. 123.)

Se você duvida que os nazistas nunca desistiram e que eles planejavam continuar a guerra depois de sua derrota na Alemanha, e planejavam voltar para finalmente alcançar os objetivos deles, então talvez deva ler os seguinets livros:

Connell, Brian, *A Watcher On The Rhine,* William Morrow & Co., New York, 1957. “Velho vinho em novas garrafas’, como os nazistas tem voltado ao poder.

Horne, Alistair, *Return To Power,* Fredrick A. Praeger, Inc., New York, 1956. “A luta pela unificação, muito mais que por qualquer restauração do nazismo, pode um dia a força da Alemanha fora do campo ocidental.”

Tetens, T.H., *The New Germany And The Old Nazis,* Random House, New York, 1961. “Uma narrativa franca e frequentemente chocante que detalha como o próprio Hitler manipulou sua volta ao poder em quase todo camino da vida alemã”.

Winkler, Paul, *The Thousand-Year Conspiracy,* Charles Scribner’s Sons, 1943. “A Alemanha secreta por trás da máscara.”

White, Theodore H., *Fire In The Ashes,* William Sloane Associates, New York, 1953. O fogo do nazismo nas cinzas da Europa.

Sayers, Michael and Kahn, Albert E., *The Plot Against The Peace,* Book Find Club, New York, 1945. “…descubra os planos secretos da Alemanha nazista para uma Terceira Guerra Mundial.”

Schultz, Sigrid, *Germany Will Try It Again,* Reynal & Hitchcock, New York, 1944. O título lhe dá uma pista?

Dornberg, John, *Schizophrenic Germany,* MacMillan Company, New York, 1961. “A nova Alemanha Ocidental dos anos pós guerra é tão democrática quanto somos levados a acreditar, ou o nazismo ainda está latente?”

Lord Russell, Brigadier, of Liverpool, C.B.E., M.C., *Return of the Swastika?” David McKay Co., New York, 1969. Russell foi parte da equipe de promotores de Nuremberg.

Há mais, apenas acontece seerm aqueles em minha biblioteca pesoal. Eu os li, a maioria a 20 ou 30 anos atrás, não quero dar a impressão que a Alemanha seja a fonte dos problemas do mundo; A Alemanha simplesmente tem sido parte de uma imagem muito maior. Outros livros valiosos que lhe darão insight são:

Bacque, James, *Other Losses,* Stoddart Publishing Co., Canada, 1989. A verdade sobre como Eisenhower assassinou centenas de prisioneiros alemães de guerra depois de terem se rendido. General George Patton escreveu em 1945 que  Eisenhower estava ‘usando métodos praticamente da Gestapo” na tortura e assasssinato de prisioneiros de guerra alemães. Você pode obter o livro provavelmente do jornal *Spotlight*.

Sutton, Anthony C., *Wall Street And The Rise Of Hitler, ’76 Press, Seal Beach, Calif., 1976.

ALBERT EINSTEIN

Albert Einstein é um bom exemplo de ouro engano e farsa do programa da bomba atômica. Quando muitas pessoas pensam na bomba atômica, pensam em Einstein. Ele foi apresentado como o maior cientista mundial, e um herói do programa da bomba atômica. Mais em uma inspeção mais íntima você descobrirá que suas maiores contribuições foram o uso de sua influência para obter o apoio do Presidente Roosevelt para a bomba e ele era um pessoalmente responsável por trazer o maior espião atômico comunista Klaus Fuchs para o Programa. Os russos nada sabiam sobre a bomba atômica até que Fuchs levou-a a atenção deles em 1942. (*Heisenberg’s War,* p. 524).

Graças a Fuchs, (e a uma quantidade maciça de material secreto ilegalmente embarcado pelo Lend-Lease)  eles foram capazes de explodirem sua própria bomba em 1949. Einstein era membro de uma célula comunista com Fuchs. Fuchs foi o principal cientista no Projeto Manhattan e ele deu os segredos atômicos aos soviéticos. (Jordan, George Recey, *From Major Jordan’s Diaries,* Harcourt, Brace and Co., New York, 1952.)

Nos é ensinado que Einstein é o autor da Teoria da Relatividade, ainda que tenha surgido a evidência que prova que o autor real foi Mileva Maric, a primeira esposa de Einstein.

Einstein tinha uma reputação no Instituto Politécnico Suiço de ser um homem de pobres hábitos de trabalho e era frequentemente repreendido pela preguiça durante todos os seus anos escolares, incluindo a Universidade. Ele desenolveu um romance com uma colega de classe, Mileva, que o ajudou com a matemática. Sua autobiografia diz: “Em meu trabalho particicipou uma estudante servia Mileva Maric com quem mais tarde me casei”. Ela teve uma filha ilegítima em 1902, wque eles entregaram para adoção. Eles se casaram em 1903, se separaram em 1912, e se divorciaram em 1919. Foi quando Einstein casou-se com sua prima Elsa. O manuscrito original da Teoria da Relatividade submetido a publicação tinha o nome de Maric nele como co-autora.

Para mais provas, veja o artigo “Teoria da Relatividade – Quem é o real autor?” do  Dr. Rastko Maglic e J. W. McGinnis, Presidente, Siciedade Internacional Tesla, em julho/agosto 1994 publicação da revista *Extraordinary Science*, que contém referência para documentação posterior.

Einstein foi uma farsa e uma fraude  imposta a comunidade científica para evitar que esta aprendesse demais e para promover os judeus como sendo superiores, um tipo de nazismo às avessas.

A famosa equação de Einstein “E=MC ao quarado” está errada, ou na melhor das hipótese apenas parcialmente correta A definição dele de energia está errada, a definição dele de massa está errada, C é definido como a maior velocidade possível para qualquer coisa, então é elevada ao quadrado, que seria até mesmo mais rápido e assim contradiz a dfinição. A luz é descrita como uma constante, o que está erradamente definido. Em um enetndimento superior, a luz não se move, a nossa percepção da velocidade da luz está errada. Aqueles que realmente entendem, e que podem provar isto ao criar matéria do ‘nada’, por exemplo, dizem que a oroginal luz branca é invisível e imóvel. Leia os livros de Walter Russell para mais informação.

Einstein foi um sionista com filiação a ao menos 16 orgaizações comunistas de fachada tais como Amigos dos Soviéticos. Einsteinfoi o chefe dop Comitê do Livro Negro Judeu, que foi listado como uma frente comunista em 1947 no Relatório de Atividades Anti-Americanas do Comitê da Câmara.

A ciência correta sendo descoberta e revelada por pessoas tais como Nikola Tesla, Walter Russell, Tom Bearden, Andrija Puharich, etc., foi suprimida para evitar que a humanidade alcançasse independência de energia [e portanto independência política e militar] dos barões do petróleo e da energia nuclear Rockefeller/Rothschild. Esta é a mesma tecnologia que leva ao entendimento da boa saúde, e portanto a independência da turma farmacêutica/médica, que acontece ser a mesma turma de escroques do petróleo.

PAUL ROSBAUD

Rosbaud foi um dos principais espiões britânicos na Alemanha Nazista. Ele trabalhou como conselheiro científico da firma editora de Springer Verlag. Ele veio a conhecer Albert Einstein, Peter Kapitsa, Niels Bohr, Ernest Rutherford, Leo Szilard, Otto Hahn, e outros de importância na busca da bomba. Kapitsa mais tarde foi creditado por Tom Bearden como o criador russo das avançadas armas de tecnologia de Tesla. Kapitsa recebeu o  Prêmio Nobel em 1978 por seu trabalho em física de baixa temperatura e campos magnéticos muito fortes, áreas que eram buscadas no desenvolvimento das plataformas anti-gravidade.

Rosbaud tinha o apelido de The Griffin. Os livros de história dizem que os Aliados descobriram por meio de The Griffin que a Alemanha não tinha a bomba atômica, e enytão os militares podiam avançar com mais confiança. Um livro intitulado  *The Griffin* de Arnold Karmish (Houghton Mifflin, Boston, 1986, na página 199,no capítulo intitulado “Double-Cross” fala disso):

“No domingo, 26 de dezembro de 1943, o dia em que foi afundado o *Scharnhorst*, a maior manchete em Londres no  *Sunday Express* foi “A Arma Secreta pode não vir”. Abaixo estava um artigo longo e acurado de  Kai Siegbahn, o filho do relutante anfitrião de Lise Meitner, Manne Siegbahn. Ele explicou os fundamentos da energia nuclear e descreveu a pesquisa pré guerra. Quanto a bomba, Siegbahn concluiu: ‘A despeito de todo sigilo sobre a pesquisa no problema do urânio, aventuro-me a dizer que a bomba de urãnia ainda seja não-existente, exceto como um objeto de pesquisa. É mais difícil dizer se é possível de todo construir tal bomba, mas pelo presente parece que se um link essencial está faltando para tornar a bomba de urânio uma realidade.’

Até mesmo mais notável, o *Sunday Express* foi além da opinião de Siegbahn para assegurar a seus leitores que “isto portanto pode ser uma fonte de consolo ao saber que os capazes cientistas suecos do átomo acreditam que os alemães não te tido sucesso na criação de átomos explosivos”. O *Express* explicou suas fontes de informação ao dizer, ‘cientistas suecos tinham estreitos contactos com os cientistas alemães até que os alemães recentemente prenderam professores e estudantes noruegueses’. Entre estes ercentemente presos estava, com certeza, Odd Hassel.

“A segurança de imprensa sobre a bomba atômica foi extremamente dura nos EUA e até mesmo mais dura na Bretanha, então o aparecimento do artigo a primeira vista pareceu um enigma. O *Express* era de propriedade de William Maxwell Aitken, Lord Beaverbrook, es ministro da produção de guerra e agora lord do selo particular. Lord Beaverbrook estava intimamente familiriazado coma história do projeto da bomba atômica e seu curso atual, e ele estava em contacto constante com seus editores sobre o que eles deviam imprimir. Então estava claro que o artigo de Kai Siegbahn não foi um acidente  – mas qual foi o seu propósito?

“Não é difícil discernir o propósito reassugurador da mensagem ao público britânico. Rumores sobre as armas secretas de Hitler tinham sido numerosos, e as ações contra Rjukan tinham concentrado a atenção na bomba. Mas a Gestapo e a Abwehr também leram os jornais britânicos.

“Da exploração de Jacques Allier aos ataques das instalações norueguesas, os alemães tinham mantido pronta a lição que a água pesada era essenvial para a pesquisa atômica e que os Aliados fariam qualquer coisa para deter a produção. Agora, um artigo de um importanet cientista neutro – aparentemente publicado com aprovação especial – levava a forte implicação que os britânicos ainda estavam no estágio de pesquisa e sem muita esperança de “tornar a bomba atômica uma realidade’.

“O artigo era, com certeza, uma deliberada plantação do SISt, concebida no Comitê Double-Cross Committee (O Comitê XX), presidido por John Masterman do MI-5.”

As mentiras eram e são o procedimento padrão de operação de ambos os lados. O artigo continua: “O principal especialista SIS da Abwehr era Frank Foley [que trabalhou com Masterman] da Seção V, então ele foi recrutado pelo Comitê XX como conselheiro senior. Nos meses iniciais, seu trabalho foi interrompido por uma designação especial, eralizar um longo interogatório de Rudolf Hess. Quando ele voltou quatro meses depois. Foley retornou uma vez mais o negócio da mentira.”

Então você vê que aqueles envolvidos com a mentira sobre a bomba eram os mesmos muito interessados no que era dito por Rudolf Hess. A informação de Hess permaneceu altamente classificada muito depois da guerra, até que ele recentemenet foi assasinado par que pudessem fechar a prisão Spandau e impedi-lo de falar. No livro, *Journey Into Madness, The True Story of Secret CIA Mind Control And Medical Abuse* de Gordon Thomas, p. 152, fala d um dos chefes dos programas de controle mental da CIA, o Dr. Grant Cameron, indo a Nuremberg para “estabelecer um estado mental em Rudolf Hess.” Suponho se este foi estabelecido como para determinar ou criar.

Rosbaud era um amigo íntimo de  Goudsmit que dirigiu a Operação Alsos com Boris Pash. Goudsmit “formou uma amizade íntima com Rosbaud tque durou até a morte de Paul” (p. 241).

Depois da guerra, Rosbaud formou a imprensa Pergamon com Robert Maxwell. Maxwell veio a se tornar o barão da imprensa britânica (p. 250, *The Griffin*) e estava trabalhando com o MOSSAD israelense vendendo bombas nucleares em maletas aos israelenses no bombardeio do New York Trade Center. (Entrevista com Galen Winsor de Tom Valentine, *Radio Free America,* 23 de março de 1993. Estas bombas foram usads pelas Forças Especiais já em 1960 pelo Sgt. Joe Garner, “As maletas de bombas nucleares foram testadas pelo exército em 1960,” *Houston Chronicle,* 23 de janeiro 1995. Também veja  “Backpack Nukes for ‘Nam, Inside SF’s Super-Secret A-Bomb Project” em *Soldier Of Fortune,* maio de 1995.)

A informação que o  espião Rosbaud, que era judeu, forneceu é  mencionada em um memorando do Departamento de Justiça dos EUA datado de 26 de abril de 1955, onde se lê: “[Rosbaud] voltou a Alemanha determinado a ajudar a Inglaterra e seus Aliados a todos os custos. Isto ele realizou. Os registros sobre este assunto contém corroboração oficial que o Dr. Rosbaud permaneceu em Berlim durante a Segunda Guerra Mundial com o propósito de obter certa inteligência técnica para os EUA e Reino Unido. Esta infomação foi extremamente útil e insubstituível paraa causa dos Aliados e envolveu um grande risco da parte do Dr. Rosbaud. As atividades dele em benefício da causa aliada foram bem sucedidas e de tal importância que até mesmo hoje elas não podem ser reveladas e ainda estão altamente classificadas.”

Quando você lê o livro, você vê que a informação mais importante que Rosbaud forneceu era o estatus de não existência da bomba alemã. Ainda que, os detalhes exatos ainda sejam altamente clasificados. Então qual é o grande negócio? Porque a informação ainda está acima de top secreta? [itens top secretos etm sido desclassificados].

Uma outra coincidência curiosa é quem depois que o Samisdat publicou a informação sobre os UFOs nazistas, dois jornalistas da Springer Publishers voaram para Toronto para entrevistar Ernst Zundel (chefe do Samisdat) em pessoa. Samisdat costumava vender uma fita desta entrevista.

SAMUEL ABRAHAM GOUDSMIT

Ua outra curiosidade é Goudsmit. Ele aparece em lugares interessantes. Ele apoiou Oppenheimer durante o julgamento de espionagem de Oppenheimer. A APRO (Aerial Phenomena Research Organization, fundada em 1952) *Bulletin,* de agosto de 1975, continha informação obtida de registros desclassificados da CIA [e bem sanitizados] a respeito do Painel Robertson que foi reunido em 1953 para estudar UFOs. Dr. H.P. Robertson era um especialista em cosmologia do Instituto de Tecnologia da Califórnia, diretor do Grupo de Avaliação de Sistemas de Armas no Escritório do Secretário de Defesa e um empregado clasificado da CIA.

O painel foi reunido pelo Escritório de Inteligência Científica da CIA e incluiu o Dr. Samuel Abraham Goudsmit, físico teórico e presidente do Departamento de Física dos Laboratórios Nacionais Brookhaven.   Goudsmit era muito mais um dandi pesado a ser perdendo tempo com UFOs que o governo mantinha não existirem. Outros membros do painel do OSI foram o presidente do painel Dr. Howard Percy Robertson, em sua saída como professor de física matemática do Instituto de Tecnologia da Califórnia a estar em tempo integral no OSI; o físico Dr. Luis Walter Alvarez, da Universidade da Califórnia, Berkeley, um especialista em magnetismo e microondas [ foi especulado que o UFO de Roswell foi abatido por microondas) e segundo pesquisadores UFO um membro do Majestic-12 e do Jason Group; o geofísico Lloyd Viel Berkner, Presidente das Universidades Associadas, Inc., que operavam os aceleradores de partícula nos Laboratórios Nacionais Brookhaven (segundo David Jacobs, *The UFO Controversy in America,* Berkner “acompanhou o Almirantel Byrd” nas expedições a Antártica.Berkner é geralmenet listado como membro do Majestic-12 e do Jason Group); o astrônomo Dr. Thornton Leigh Page, Vice Diretor, Escritório de Operações de Pesquisa, Universidade Johns Hopkins e antes um físico *Naval*.

Outros incluiram Frederick Clark Durant, um engenheiro de foguete; o astrônomo Dr. Joseph Allen Hynek, da Universidade Estadual de Ohio (lar de Wright-Patterson) que também era um consultor do Centro de Inteligência da Força Aérea dos EUA [que fez o projeto Livro Azul dos UFOs]. O Painel entrevistou uma longa lista de Generais e chefes e outrs grandes indivíduos.

Fred Durant se encontrava regularmente com Stuart Nixon, assistente de John Acuff, chefe do NICAP. (Timothy Good, *Above Top Secret,* William Morrow & Co., New York, 1988, p. 349.) Durant trabalhou com  von Braun, Krafft Ehricke, o astrônomo de Harward Fred Whipple, o físico de Maryland Fred Singer, o comandante da Marinha George Hoover e outros na base lunar de Ehricke e projeto da base de Marte.

O general de exército John Medaris estava a cargo da Agencia de Mísseis Balísticos acima de von Braun e em 20 de março de 1959, recebeu uma diretiva para o estudo de uma base lunar tripulada. “General Medaris organizou um esforço para eralizar o estudo que se tornou o Projeto Horizon. Menos de três mesesmais tarde, em 8 de junho, o estudo foi completado.

Na primeira página do estudo [quatro de cinco volumes dos quais tem sido desclasificados], as conclusões são declaradas: As conclusõs militares, políticas e científicas indicam que é imperativo para os EUA estabelecerem um  posto externo lunar na data mais cedo possível… O Projeto Horizon representa a capacidade mais inicial possívelmpara os EUA estabelecerem um posto externo lunar ” [Project Horizon 1959, vol. 1, p. 1]. (Marsha Freeman, *How We Got To The Moon, The Story of the German Space Pioneers,* 21st Century Science Associates, Washington, D.C., 1993, p. 210.)

Ehricke trabalhou com Dornberger em Bell até 1954 quando ele foi para a Convair Astronautics na Califórnia onde esteve a cargo de construir estações espaciais e a base lunar. *The Washington Star,* 29 de dezembro de 1958, descreveu a estação Convair como “o filho cerebral de Krafft Ehricke.” Durant, Whipple e George Hoover eram parte do Escritório de Pesquisa Naval. O assistente de Whipple,   J. Allen Hynek, foi parte do Painel Robertson, bem como Durant.

Na corespondência do pesquisador UFO, William Steinman, com Grant Cameron, ele afirma: “Contactei particularmente o Dr. Alvarez, quando ele admitiu que tomou parte da recuperação de um disco no México. Ele não entrou em detalhes concernentes aos eventos e quem mais estava envolvido’. Steinman escreveu o ivro *UFO Crash At Aztec* que é uma fonte excelente para mais informação sobre estes homens. Infelzmente é um livro grande, pesadamente documentado mas sem index.

Dr. Lloyd Berkner é também listado em *Assault On The Unknown, The International Geophysical Year* como o chefe da parte americana do estudo do Ano Internacional Geofísico. Ele foi um homem de rádio na primeira Expedição Byrd a Antártica e desenvolveu a sondagem que mapeia s camadas radio refletoras da atmosfera. Berkner era Presidente da Diretoria de Ciência Espacial. Operação Highjump não é mencionada, mas Berkner oi parte da Operação Deepfreeze na Antártica em 1957-1958, chefiada por Byrd até a morte dele, bem como foram Werner von Braun e Frederick C. Durant. Berkner se tornu umm  Contra Almirante da Marinha.

Um outro cientista da Antártica foi o Dr. Carl Augustus Heiland, que trabalhou com Vannevar Bush e que foi parte da equipe de recuperação do acidente de UFO em Aztec  (p. 85, *UFO Crash At Aztec*). Ele parece ser um  importante cientista de Paperclip, e ele recebeu seu doutorado da Universidade de  Hamburg. Um outro cientista muito importante foi o Dr. Eric Henry Wang. Não entro desta vez nesta história senão para citar Steinman: “O assunto do Dr. Eric Henry Wang permanece ua das áreas mais sensíveis da ufologia” (p. 282). Dr. Eric Wang era chefe do Escritório de Estudos Especiais do Comando de Materiais da base da força área de Wright-Patterson. Ele era um auastríaco graduado no Instituto Técnico de Viena e “um íntimo associado de Victor Schauberger.” (Hamilton, William F., *Cosmic Top Secret,* Inner Light, 1991, p. 23.) O livro de Steinman tem um capítulo inteiro sobre os projetos de discos voadores da Alemanha nazista, muitos dos quais usavam os projetos de Schauberger.

Goudsmit concluiu que os avistamentos UFO eram devidos ‘a formação de patos e outros pássaros”. A conclusão oficial do painel foi que o interesse em UFO era perigoso e que a situação deveria ser minimizada e encoberta. Jacobs disse que Robertson mostrou o primeiro relatório final do painel ao General Charles Cabell, diretor da inteligência da força aérea e mais tarde diertor substituto da CIA a cargo de operações clandestinas, “que expressou satisfação com isto.”

O irmão de Cabell, Earl, era o prefeito de Dallas durante o assasinato de Kennedy, e aparentemente foi um que ordenou  que a caravana de automóveis mudasse a rota na área emboscada. Earl mais tarde foi trabalhar para Howard Hughes. General Cabell era a pessoa que instruiu o Presidente Kennedy antes da invasão da Baía dos Porcos. Robert Groden em *High Treason* cita Victor Marchetti como dizendo que Clay Shaw, David Ferrie, E. Howard Hunt, Frank Sturgis, Bernard Barker, Charles Cabell e Richard Nixon “estavam todos trabalhando juntos no planejamento da operação da CIA da Baía dos Porcos.”

Kennedy mais tarde despediu Cabell. Cabell e Richard Bissell estavam a cargo do programa  U-2. Lee Harvey Oswald recebeu um emprego dentro de uma semana de sua chegada a Dallas rtabalhando em mapas para vôos do U-2 (Jim Garrison, *On The Trail of The Assassins*). Em 1957, Oswald era um operador de radar na base de U-2 em Atsugi, Japão.

General Cabell ordenou a reatiivação do Projeto Grudge em 27 de outubro de 1951, e em 11 d dezembro de 1951, o Major General John A. Stamford, “tendo substituido o Major General Cabell como diretor de inetligência, recebeu uma instrução completa do serviço do programa UFO do Capitão Edward J. Ruppelt e do Coronel Frank Dunn, chefe do Centro de Inteligência Técnica Aérea.” (Flammonde, Paris, *UFOs Exist!* Ballantine Books, New York, 1976, p. 392-393.)

Segundo Leonard Moseley, *Dulles,* p. 366, Bissell “era um amigo de Frank Wisner, e tinha primeiro encontrado Foster [John Foster Dulles] quando Eleanor deu uma fesa emt McLean para os irmãos dela, Vice-Presidente Nixon, Bob Bowie, e outros membros da administração.” Não tenho a prova, mas apostaria que Cabell e Bissell e Boris Pash estavam muito confortáveis, especialmente quando Cabell era o segundo em comando sob Allen Dulles. Recorde-se que  Wisner era o chefe da CIA do grupo de espionagem nazista de Gehlen.

A CONEXÃO KENNEDY-NAZISTAS

O pai de JFK, Joseph Kennedy, tinha uma reputação de ser pró nazista ou ao menos pró Hitler. Joe era um contrabandista de bebidas alcoólicas e membro da Máfia, embora ele odiasse o chefe da  Máfia judia (Mishpucka)  Meyer Lansky (nome real Maier Suchowljansky). Ele foi embaixador ameicano na Bretanha mas foi chamado por causa de seu ponto de vista pró Hitler.

No livro *Final Judgment* de Michael Collins Piper, você encontrará uma história sobre DeWest Hooker. Hooker era um bom amigo de Joseph Kennedy e de George Lincoln Rockwell, o Comandante do Partido nazista americano. Piper fala do arranjo feito com Hooker e Rockwell para ajudar a eleger JFK. Hooker disse, “Francamente, até onde me diz respeito, foi meu trabalho colocar Johnny Kennedy na Casa Branca.” Sugiro que você leia o livro que está disponível do jornal *Spotlight* ou Liberty Lobby. Se u citar pequenas partes dele você achará difícil de acreditar. Asseguro-lhe que a história é verdadeira, porque conheço bem o homem que foi segurança e esetnógrafo/escrivão do comandante Rockwell.

Quando o Senador Joe McCarthy estava realizando as audiências sobre comunistas no governo, seus asistente, sentado na mesma mesa que ele, era Robert Kennedy. O senador na escrivaninha ao lado da de McCarthy era o Senador John F. Kennedy. JFK era um *interno* que conhecia a fonte dos problemas. Quando ele se tornou presidente, ele despediu os chefes da CIA, instalou seu irmão como Advogado Geral e disse que iria colcar os EUA no padrão prata, parar com a Guerra do Vietnã, eliminar o envolvimento do governo com a Máfia e eliminar o problema do Federal Reserve. Também tem sido relatado que ele iria dizer a verdade sobre os UFOs. Dez dias depois dele dar uma palestra na Universidade de Columbia dando estas declarações, ele foi assassinado.

IMBECIS NAZISTAS?

Quando Dornberger foi trabalhar para a Bell, Bell recrutou um outro antigocientista do exército alemão, Krafft Ehricke, “que tinha sido um conselheiro do projeto alemão da bomba atômica emm tempo de guerra” segundo Jack Manno, *Arming The Heavens* (Dodd, Mead & Co., 1948). Lemos umlivro que diz que a Alemanha não tinha umm projeto de bomba atõmica e lemos outro que diz que ela tinha.  Manno disse que Wolfgang Noggerath foi trazido e posto a cargo do que veio a ser o míssel  Polaris. Willy Fiedler fio trazido e tornado chefe de planejamento de sistemas de lançamento sub-aquáticos para submarinos.

Vamos resumir a história como é apresentada. Os americanos estavam muito a frente dos estúpidos alemães nazistas, embora ainda não tivessem suas bombas atômicas. Quando a guerra estava tyerminando, eles enviaram equipes e buscaram freneticamente os cientistas atômicoa alemães. Capturaram alguns destes cientistas burros e incompetentes e rapidamente os levaram para os EUA em programs super-secretos que ainda são altamente classificados. Colocaram aqueles perdedores estúpidos a cargo de seus projetos e de repente começar a fabricar bombas atômicas. E mísseis – e satélites – e tudo mais.

ACOBERTAMENTO E OCULTAÇÃO

Falando sobre mentiras e enganos seria razoável pensar que se nossos satélites espiões fossem destrupidos em 1977, como é afirmado em Fogo Vindo do Céu, então teria havido todos os tipos de repercussões e muitas pessoas que dependem destes satélites saberiam.Como a verdade podeia ser mantida secreta?

Uma parte da resposta é reveladda em um livro chamado *The Falcon And The Snowman* de Robert Lindsey (Pocket Books, New York, 1979). Este livro conta a história de Christopher John Boyce. Boyce foi trabalhar para a TRW  em 29 de julho de 1974. TRW é a companhia que fez a sonda Viking que foi a Marte e os satelites que forneceram a informação sobre as atividades russas no Semipalatinsk e outros lugares ao General George Keegan.

Boyce trabalhou na seção super secreta da ‘caixa preta”, ele era o homem com as chaves e códigos para acessar a caverna. Ele tinha acesso aos arquivos dos Projetos Rhyolite, Argus, Pyramider e “Projeto 20,030”, projetos que envolviam dados dos satélites espiões que vinham da base americana em  Pine Gap (apelida Moreno), Austrália, perto de Alice Springs. Ele aprendeu coisas que o aborreceram, tais como a interferência da CIA nas eleições australianas, os EUA mentindo a outros governos etc. Leia o livro para mais sobre esta história. Ele começou a roubar e vender documentos a embaixada russa no México e em janeiro de 1977 ele foi preso e acusado de espionagem.

“Apareceu durante o julgamento de Boyce-Lee que os dados dos satélites vão para uma estação de leitura na Austrália – mas não aquele que monitora os satélites de aviso inicial. Ao invés, os dados vão para um complexo dirigido pela CIA em um  vale chamado Pine Gap. Depois que os computadores de Pine Gap tem processado os dados, eles vão para os Sistemas de Defesa e Espacial da TRW com sede em Redondo Beach, Califórnia” (p.111, *The New High Ground* by Thomas Karas).

Foi afirmado que o resultado dele vender os segredos aos soviéticos, ossoviéticos mudaram e codificaram suas transmissões, camuflaram suas instalações etc. de forma que os satélites espiões repentinamente não funcionaram mais. Stansfield Turner, diretor da CIA, disse que os resultados da espionagem de Boyce eram “desesperadores e talvez aterradores.”

Como rsultado da espionagem dele, nos é dito, a CIA não tinha mais a cobertura por satélite do Irã, por exemplo, levando a crise dos reféns iranianos. Você se lembra quando a CIA foi criticada por estar  surpresa na queda do Xá e por não prever a crise dos reféns iranianos? Na verdade os EUA não tinham o pré conhecimento quando eles orquestraram estes eventos mas isto de demais para abordar aqui. É uma rede muito entremeada… Nada como isto é apresentado ao púbico por nossa media e líderes.

“Nossa comunidade de inteligência estava desarranjada. Um maior sistema de satélites de inteligência, desenvolvido e empregado ao custo de bilhões de dólares durante a década passada, sem conhecimento soviético, tinha sido comprometido por procedimentos de inetligência tão porosos quanto um queijo  suiço’.Esta foi a declaração feita em 8 de dezembro de 1978 por William Clements que era Secretário substituto de Defesa ao tempo em que Boyce trabalho na “caverna” e que mais tarde se tornou governador do Texas.

Você ficaria surpreso ao saber que Boyce pode ter sido manipulado? Até mesmo o autor do livro percebeu mistérios: “Porque a TRW colocaria um estudanet universitário de 21 anos, ganhando 140 dólares por semana, em uma posição sensível de segurança nacional em primeiro lugar; é, ao menos em retrospecto, um enigma. Circunstancialmente, a decisão da TRW sw deixar os papéis Pyramider sem estarem trancados na “caverna’ onde Chris could read them shortly before his departure suggests they could have been left as bait. And there was tpodia le-los rapidamente antes de sua partida e o mistério das impressões digitais de Daulton [asistente de Boyceno crime] nas mesas de circuito.

Um especialista em impressões digitais do FBI  testemunhou que tinha encontrado as impressões de Daulton na mesa de circuito de uma das máquina de encriptação na “caverna”. Ainda que ambos espiões, quado as negativas nada significavam a respeito de poderem ser condenados ou não, insistiram que Daulton nunca havia entrado na “caverna’ e nem tocado nas mesas de circuitos. E cetamente a presença de um oficial da embaixada americana na embaixada soviética na manhã da prisão de Daulton acrescentou uma outra curiosidade ao caso” (p. 422).

Dalton, o parceiro de Boyce, afirmou que todo tempo esteve trabalhando sob acobertamento para a CIA.  “O caso do homem de neve e o espião que se chamou Falcon foi um episódio que demonstrou uma surprendente inépcia da parte da CIA” (p. 423).

O adovogado de defesa de Boyce, George Chelius lmais tarde desenvolveu uma prática legal lucrativa no condado Orange, Califórnia, atendendo a homens de negócios e desenvolvedores de terra  (p. 427).

Um evento similar foi quando William Kampiles vendeu aos russos um manual completo sobre o satélite KH-11 (algumas vezes chamado Big Bird, mas tecnicamente não é o mesmo) em março de 1978. Kampiles era um escriturário de operações na sede da CIA e pediu exoneração em outubro de 1977, exatamente depois dos russos destruirem nossos satélites. Em fevereiro de 1978 ele foi a Atenas, Grécia. Em 23 de fevereiro ele foi a embaixda soviética e começou a fazer arranjos para vender a eles documentos. Ele foi preso e foi a julgamento emnovembro de 1978 e foi condenado a 40 anos.

A instalação em Pine Gap, Austrália, é algo que precisa de um exame estreito. Stan Deyo, em *The Cosmic Conspiracy,* fala de umconsórcio multi-nacional em Pine Gap que tem “veículos atmosféricos radicais”. Em outras palavras, os UFOs tem sido vistos entrando e saindo de Pine Gap. Deyo menciona que o Dr. Vannevar Bush (afirmado ser um membro do MJ-12) fez visitas repetidas a área. Deyo diz que eles estão realizando pesquisas em ressíduos de UFOs acidentados em Pine Gap.

Fecharei esta seção com algo a poderar: o astrônomo Dr. James Greenacre e quatro colegas em uma conferência sobre “Problemas na Lua” em New York em 1964 disse que em 29 de outubro de 1963 eles observaram vários pontos coloridos na lua que se moviam em formação. Um mês depois Greenacre observou o mesmo fenômeno.

A publicação de maio de 1966 de *UFO Nachrichten.* Vol. 117, disse: “Prof. Dr. Greenacre viu em ou próximo a lua ao meos 31 naves espaciais de tamanho gigantesco. Algumas eram de 300 metros a 4.8 quilômetros de comprimento. Elas estavam em movimento enquanto eram observadas pelos telescópios. Também, claramente discerníveis estavam inúmeras naves menores de aproximadamente 150 metros de diâmetro que se moviam após ou ao lngo da enorme nave, a ‘nave mãe’ ocasionalmente mudava de cor, como no frequenemente relatado, estilo pulsante.”

Continue observando.

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2 ComentáriosDeixe um comentário

  1. Olha não nego que são noticias e informações interessantes que você postou aqui, e embora eu procure ter a mente aberta para tudo, é uma teoria de conspiração enorme, é complicado digerirmos informações como estas assim de repente, as pessoas estão acostumadas a viver suas vidas sem se preocupar muito com coisas deste gênero, portanto embora eu queira acreditar, ainda preciso de muitas provas, ver, entender, estudar ter alguém que nos mostre algumas verdades e principalmente ter em quem confiar de verdade.

  2. É tudo mentira isso ai, quem toda essa tecnologia é o brasil e o paraguai


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