Fatos Importantes da História Nazista

Fatos Importantes da História Nazista

A Sociedade Thule

do website

A Thule-Gesellschaft (Sociedade Thule) foi fundada em 17 de agosto de 1918, por Rudolf von Sebottendorff. Ele tinha erudição em ocultismo, misticismo islâmico, alquimia, rosacrucianismo e muito mais, na Turquia, onde também ele foi iniciado na Livre Maçonaria.

Seu nome original foi “Studiengruppe für germanisches Altertum” (Grupo de Estudo para a Antiguidade Alemã), mas logo começou a disseminar propaganda anti-republicana e anti-semita.

Um movimento para promover as idéias da Sociedade Thule entre os trabalhadores industriais e contrabalançar o Marxismo, foi formado em agosto de 1918 – o Círculo Político dos Trabalhadores, com o membro da Thule Karl Harrer como presidente. Deste círculo veio o Partido Alemão dos Trabalhadores em 1919.

Um ano depois isto se tornou o NSDAP sob a liderança de Adolf Hitler. Ele tinha membros dos altos escalões do partido, incluindo Rudolf Hess e Alfred Rosenberg, embora não Adolf Hitler. Serbottendorff afirmou, “Os membros da Sociedade Thule eram pessoas as quais Hitler primeiro se voltou e que primeiro se aliaram a Hitler.”

A bandeira da suástica adotada pela NSDAP era criação de um outro Thulista, o Dr Krohn.

Seu órgão de imprensa era o Münchener Beobachter (Munich Observer) que mais tarde veio a ser o Völkischer Beobachter (People’s Observer). A Sociedade Thule é conhecida por estar estreitamente ligada a sociedade secreta Germanenorden.

A Germanenorden era uma sociedade secreta na Alemanha do início do século XX. Ela era formada por muitos ocultistas alemães proeminentes em 1912, cujo símbolo era uma suástica, tinha uma estrutura fraternal hierárquica similar a Livre Maçonaria. Ela ensinava a seus iniciados nacionalistas as ideologias da superioridade da raça nórdica, o anti-semitismo, bem como filosofias ocultas e quase mágicas. Alguns dizem que o Deutsche Arbeiter-Partei (mais tarde o Partido Nazista) quando sob a liderança de Adolf Hitler era uma frente política, e de fato a organização refletia muitas ideologias do partido, incluindo o símbolo da suástica. A Sociedade Thule, uma outra sociedade secreta com ideologias similares e símbolos também era estreitamente ligada a este.

Com a vitória do Partido Nazista, a tradição oculta foi levada ao Terceiro Reich, principalmente pelas SS, cujo Reichsfuhrer, Himmler, era um ávido estudante do oculto. Um departamento de pesquisa do oculto das SS, o Ahnernerbe (Herança Ancestral) foi criado em 1935 com o Coronel das SS Wolfram von Sievers como chefe. A pesquisa do oculto levou os pesquisadores das SS tão longe quanto o Tibet. Sievers teve um livro de oração tântrico, o Bardo Thodol, lido sobre seu corpo depois de sua execução em Nuremberg.

O Nacional Socialismo e o Terceiro Reich representaram uma maior tentativa pelos altos adeptos esótericos de reestabelecerem uma cultura baseada nas Leis da Natureza, contra as forças anti-vida entricheiradas. Nada tão ambicioso tinha sido tentado desde a fundação da República Americana pelos adeptos Maçonicos.

As crenças do círculo interno da Sociedade Thule …

Thule era uma ilha legendária bem ao norte, similar a Atlântida, supostamente o centro de uma civilização de alto nível perdida. Mas nem todos os segredos desta civilização haviam sido completamente dizimados. Aqueles que permaneceram estavam sendo guardados por seres antigos e altamente inteligentes [ similares aos Mestres da Teosofia ou a Fraternidade Branca] .

Os verdadeiramente iniciados podiam estabelecer contacto com estes seres por meio de rituais mágico-místicos.

Os “Mestres” ou “Antigos” alegadamente seriam capazes de doar força e energia sobrenatural aos iniciados.

Com a ajuda destas energias a meta dos iniciados era criar uma raça de Super-homens de origem Ariana que exterminaria todas as raças inferiores.

Em 6 de abril de 1919, na Bavária, os socialistas da ala esquerda e os anarquistas proclamaram a República Soviética Bávara. Os cérebros da revolução eram um grupo de escritores que tinham pouca idéia da administração. A vida em Munique ficou caótica. A forças contra-revolucionárias, os brancos, composta de vários grupos de soldados descomissionados conhecidos como “Frei Corps”, equipados e financiados pela misteriosa Sociedade Thule, derrotaram o Soviet Bávaro dentro de uma questão de semanas.

Muitos outros soldados descomissionados esperaram a turbulência em barracas, Adolph Hitler entre eles. Depois que a República Bávara havia sido derrotada pelos Brancos, em maio, os superiores de Hitler o colocaram para trabalhar na comissão de investigação pós revolução. Suas acusações injetaram uma eficiência rude nas cortes “canguru” na medida em que ele apontava centenas de oficiais não comissionados e homens alistados que haviam simpatizado com os anarquistas e comunistas. Ele subsequenetmente foi enviado para frequentar especiais treinamentos e cursos anti-comunistas e seminários na Universidade que eram financiados pela administração Reichswehr e doadores privados da Sociedade Thule.

Isto levou a uma designação na divisão de inteligência do exército alemão pós guerra, para infiltrar grupos que podiam organizar as classes trabalhadoras enquanto os comunistas estavam fracos. Em um anoitecer de setembro de 1919, Hitler se virou no Sternecker Beer Hall onde membros e amigos do Partido dos Trabalhadores em germinação tinham se reunido. Ele discretamente ouviu a apresentação do engenheiro Gottfried Feder, um membro da Sociedade Thule, que falou sobre o controle judeu sobre o capital de empréstimo. Quando um dos outros membros do grupo foi chamado para a Bavária para irromper pelo resto da Alemanha, Hitler iniciou a ação. A atônita audiência parou enquanto suas observações altamente agressivas e oratória compelente se espalhava pela sala. Depois que Hitler tinha acabado sua arenga, o presidente e fundador do partido, Anton Drexler, imediatamente o convidou para um encontro do comitê de direção do partido realizado uns poucos dias mais tarde. Ele foi convidado a se unir ao comitê como seu sétimo membro responsável pelos anúncios e propaganda.

De volta a 1912, vários ocultistas alemães com inclinações radicais anti-semíticas decidiram formar uma loja “mágica” que ele denominaram Ordem dos Teutons, os principais fundadores eram Theodor Fritsch, o publicador de um jornal anti-semita; Philipp Stauff, aluno do racista Guido Von List, e Hermann Pohl, o chanceler da ordem. (Pohl cairia três anos depois para fundar sua própria loja bizarra, a Ordem Teutônica Walvater do Santo Gral.) A Ordem dos Teutons foi organizada ao longo das linhas dos Maçons Livres e Rosacrucianos, tendo diferentes graus de iniciação; somente pessoas que podiam documentar serem de ancestralidade puramente ariana eram permitidas se unirem.

Em 1915, Pohl foi unido a Rudolf Blauer, que tinha um passaporte turco e praticava a meditação sufi. Ele também lidava com astrologia e era um admirador de Lanz Von Liebenfels e Guido Von List, ambos patologicamente anti-semitas. Blauer estava com o nome de Rudolf Freiherr Von Seboottendorf. Ele era muito rico, embora a origem de sua fortuna seja desconhecida. Ele se tornou o Grão Mestre da Ordem Bavariana e ele fundou a Sociedade Thule, com a aprovação de Pohl em 1918.

Depois da revolução comunista bavara de 1918, a Sociedade Thule se tornou o centro da sub cultura contra-revolucionária. Uma rede de espionagem e armas foi organizada. As salas do Clube Thule se tornaram um ninho de resistência à revolução e à República Soviética de Munique.

O jornalista Karl Harrer recebeu a tarefa de fundar um círculo de trabalhadores políticos. Ele entendeu que os trabalhadores rejeitariam qualquer programa que fosse apresentado a eles por um membro da classe conservadora privilegiada. Harrer sabia que o mecânico Anton Drexler, que estva trabalhando para as ferrovias, era um anti-semita bem conhecido, chauvinista e proletário. Com Drexler como presidente nominal, Harrer fundou o Partido Alemão dos Trabalhadores em janeiro de 1919

O Partido Alemão dos Trabalhadores era somente uma das muitas associações fundadas e controladas pela Sociedade Thule. A Thule era a Mãe do Partido Socialista Alemão, liderado por Julius Streicher, e o radical de ala direita da Oberland Free Corps. Isto publicou o Munich Observer, que mais tarde veio a ser o National Observer. Hitler se tornou a personalidade mais proeminente no partido. Ele causou a queda de Harrer, e empurrou Drexler, o presidente nominal para posição lateral. Ele preencheu as posições chave com seus próprios amigos da Sociedade Thule e do Exército. Durante o verão de 1920, por sua sugestão, o partido foi renomeado Partido Alemão Trabalhador Nacional Socialista (NASDAP). O novo nome pretendia atrair igualmente nacionalistas e proletários.

Para ir adiante com o novo nome, o movimento de massa também exigia uma bandeira com um símbolo poderoso. Entre os muitos projetos levados sob consideração, Hitler escolheu um sugerido pelo membro da Thule, o Dr. Krohn: um fundo vermelho com um círculo branco no centro contendo uma suástica negra.

Hitler queria transformar o Partido Alemão dos Trabalhadores em um partido combatente de consciência de massa, mas Harrer e Drexler estavam hesitantes, devido em parte a sua pavorosa situação financeira. A Sociedade Thule ainda não estava fornecendo muito dinheiro e ninguém parecia saber como construir um partido de massa. Hitler arranjou dois encontros públicos em uma obscura cervejaria e ele esboçou folhetos e posteres, mas não havia real inovação.

Tudo isto mudou dramaticamente no fim do 1919 quando Hitler se encontrou com Dietrich Eckart. A maioria dos biógrafos tem subestimado a influência que Eckart exerceu sobre Hitler. Ele era um rico publicador e editor chefe de um jornal anti-semita que ele chamava “In Plain German”. Eckart era tanbém um ocultista convicto e um mestre de mágica. Como um iniciado, Eckart pertencia ao círculo interno da Sociedade Thule, bem como a outras ordens esotéricas.

Não pode haver dúvida que Eckart – que tinha sido alertado para Hitler por outros Thulistas – treinou Hitler em técnicas de auto-confiança, auto-projeção, oratória persuasiva, linguagem corporal e sofisma discursivo. Com estas ferramentas, em um curto período de tempo ele foi capaz de mudar o obscuro partido dos trabalhadores da atmosfera de um clube de cervejaria em um partido de massa. O palestrante leigo carregado de emoção tornou-se um orador especializado capaz de mesmerizar uma vasta audiência.

Ninguém deve subestimar a influência do ocultismo sobre Hitler. Sua subsequente rejeição dos Maçons Livres e movimentos esótericos, da Teosofia, da Antroposofia, necessariamente não significam o contrário. Os círculos ocultos a muito tem sido conhecidos como coberturas para espionagem e tráfico de influência. O aparato de espionagem de Hitler sob Canaris e Heydrich estava bem ciente destes condutos, particularmente da direção da Bretanha a qual tinha dentro de sua agência de inteligência MI5 um departamento conhecido como Escritório Oculto. Estas fontes potenciais de problemas foram purgadas da vida nazista e isto não deve ser tomado como significando que Hitler e as sociedades secretas nazistas não foram influenciadas pelos escritores místicos e ocultos tais como Madame Blavatsky, Houston Stewart Chamberlain, Guido Von List, Lanz Von Liebenfels, Rudolf Steiner, George Gurdjieff, Karl Haushofer e Theodor Fritsch. Embora Hitler mais tarde denunciase e ridicularizasse muitos deles, ele dedicou seu livro “Mein Kampf” ao seu professor Dietrich Eckart.

Um visitante frequente da Prisão Landsberg onde Hitler estava escrevendo Mein Kampf com a ajuda de Rudolf Hess, era o General Karl Haushofer, um professor universitário e diretor do Instituto de Geopolítica de Munique. Haushofer, Hitler e Hess tinham longas conversas juntos. Hess também guardou registros destas conversas. As demandas de Hitler por “Um Espaço Vivo Alemão” no leste às custas das nações eslavas eram baseadas nas teorias geopolíticas apredidas do professor.

Haushofer também havia se inclinado na direção esotérica; como adido militar no Japão, ele havia estudado o Zen-budismo. Ele também, tinha passado por iniciações nas mãos dos lamas do Tibet. Ele se tornou o segundo mentor esotérico de Hitler substituindo Dietrich Eckart. Em Berlim, Haushofer tinha fundado a Loja Luminosa ou a Sociedade Vril. O objetivo da loja era explorar as origens da raça ariana e realizar exercícios de concentração para despertar as forças de “Vril”. Haushofer era um estudante do mago russo e metafísico Gregor Ivanovich Gurdyev (George Gurdjieff).

Gurdjeiff e Haushofer sustentaram que eles mantinham contactos com secretas lojas tibetanas que possuiam o segredo do Super-homem. A loja incluia Hitler, Alfred Rosenberg, Himmler, Goring e o subsequente médico pessoal de Hitler, Dr. Morell. Era também sabido que Aleister Crowley e Gurdjieff tinham contacto com Hitler. Os não usuais poderes de sugestão de Hitler se tornam mais compreensíveis se temos em mente que ele tinha acesso a secretas técnicas psicológicas das lojas esotéricas. Haushofer ensinou a ele as técnicas de Gurdjieff que, por sua vez, eram baseadas nos ensinamentos dos sufis e dos lamas tibetanos – e o familiarizou com o ensinamento Zen da sociedade japonesa do Dragão Verde.

Na segunda metade do século anterior, pistas intrigantes sobre os secretos ensinamentos tibetanos tinham sido trazidas para o ocidente por Helena Blavatsky, que afirmava iniciação pelas mãos dos próprios lamas.

Blavatsky ensinava que seus Mestres Ocultos e Chefes Secretos tinham uma residência terrena na região do HIMALAIA.

Tão logo o movimento nazista teve fundos suficientes, começou a organizar um número de expedições ao Tibet e elas se sucediam praticamente sem interrupção até 1943. Uma das expressões mais tangíveis do interesse nazista no Tibet foi a adoção do partido de seu símbolo mais profundo e místico – a suástica.

A suástica é um dos símbolos mais antigos da humanidade, e exceto a cruz e o círculo, provavelmente o mais amplamente distribuído. É mostrado em fragmentos de cerâmica da Grécia datando do século VIII AC. Foi usada no Egito antigo, Índia e China. Os índios Navaho da América do Norte tem um tradicional padrão de suástica. Os feiticeiros árabe-islâmicos a utilizaram. Em tempos mais recentes, ela foi incorporada a bandeiras de certos Estados Bálticos.

A idéia para o uso da suástica pelos nazista veio de um dentista chamado Dr. Friedrich Krohn que era membro de uma ordem secreta alemã. Krohn produziu o desenho da forma atual na qual os nazistas vieram a utilizar o símbolo, que é revertida, girando na direção anti ponteiros do relogío. Os budistas sempre tem acreditado que este símbolo atraia sorte.

A palavra em sânscrito ‘suástica” significa boa fortuna e bem estar. Segundo a lenda cabalística e a teoria oculta, a força caótica pode ser evocada ao reverter o símbolo. E é o símbolo que apareceu na bandeira nazista e na insígnia do partido nazista, uma indicação para aqueles que tem olhos para verem, como a natureza oculta do Terceiro Third Reich.

– O Desconhecido Hitler Wulf Schwartzwaller

Sociedade Vril

Em novembro de 1996 recebi um vídeo sobre a Alemanha pré e pós Segunda Guerra Mundial e de uma organização secreta chamada Vril cujo nome é ligado a linhas de tempo atlante e uma de suas linguagens é composta de sons e cliques. O video mencionou que na Alemanha na virada do século e particularmente depois da Primeira Guerra Mundial, muitas sociedades secretas se desenvolveram. Um destes grupos era a Sociedade Vril.

Em 1917 quatro membros da Sociedade Vril se encontraram em um café em Viena. Havia uma mulher e três homens. A mulher era uma médium espiritual. Eles se encontraram sob um véu de mistério e segredo. Eles discutiram revelações secretas, a vinda de uma nova era, a Lança do Destino, a pedra negro violeta mágica, e fazer contacto com povos antigos de mundos distantes. Sua fonte de poder era o Sol Negro, um raio infinito de luz, o qual, embora invisível ao olho humano, existe na anti-matéria. O emblema da Vril se tornou o Sol Negro, uma filosofia secreta com milhares de anos de idade que forneceu a fundação na qual os praticantes ocultos do Terceiro Reich mais tarde se construiram. O símbolo do Sol Negro pode ser encontrado em muitos lugares de veneração assírios e babilônios. Eles apresentam um Sol Negro – a luz interna da cabeça do deus em forma de uma cruz. Isto não era muito diferente da Cruz dos Cavaleiros Alemães.

A mulher alegadamente canalizava a informação de alienígenas; depois que a Sociedade Thule foi criada, eles foram construir algo chamado Máquina Vril. Isto alegadamente era uma máquina de viagem no tempo interdimensional em forma de disco. Seu primeiro vôo alegadamente foi em 1934.

Grande parte do trabalho deles foi realizado na Floresta Negra. Os membros da Sociedade Thule foram alegadamente o primeiro grupo a tentar a engenharia reversa de uma espaçonave extraterrestre. “Um escritor alemão, John Von Helsing, descreve a descoberta de um disco acidentado na Floresta Negra em 1936 e diz que esta tecnologia foi tirada e combinada com a informação da Sociedade Vril que a tinha recebido por meio de canalização e foi feita em um projeto posterior chamado Haunebu.

O historia alemão de aeronaves Henry Stevens afirma, “Haunebu foi alegadamente o primeiro grande disco voador desenvolvido na Alemanha. Segundo os planos alegadamente obtidos dos arquivos classificados das SS, o Haunebu 1 tinha aproximadamente 75 pés de diâmetro e provavelmente decolou pela primeira vez em agosto de 1939, uma poucas semanas antes de começar a Segunda Guerra Mundial. “The Coming Race” (título original), foi reimpresso como “Vril: O Poder da Raça Futura”; é uma novela publicada em 1870 por Edward Bulwer-Lytton. A novela é um exemplo inicial de ficção científica, algumas vezes citada como a primeira neste gênero. Contudo, muitos leitores iniciais acreditaram que sua narrativa de uma raça mestre superior e subterrânea e que a forma de energia chamada Vril era acurada, na extensão que alguns teosofistas aceitaram o livro como verdade. Sobretudo, desde 1960, há uma teoria da conspiração sobre a Sociedade Vril.

As origens da versão nazista da teoria da raça mestre foram no século XIX teorias raciais do Conde Arthur de Gobineau, que argumentou que as culturas se degeneram quando raças distintas se misturam. Naquele tempo era acreditado que os povos do sul europeu eram racialmente misturados com os mouros não europeus de através do mar Meiterrâneo, enquanto os europeus do norte permaneciam puros. Proponentes da teoria nórdica posteriormente argumentaram que os povos nórdicos tinham desenvolvido tenacidade inata e determinação devido ao clima duro e desafiador no qual eles evoluiram. Assim o ideal racial destes teóricos eram os indivíduos altos, louros e de olhos azuis de aparência nórdica.

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer foi um dos proponestes iniciais da teoria apresentando um modelo racial hierárquico da história, atribuindo a primazia da civilização as “raças brancas” que ganharam sua sensibilidade e inteligência pelo refinamento no rigoroso Norte.

A mais alta civilização e cultura, fora os antigos hindus e egípcios, são encontrados exclusivamente entre as raças brancas; e até mesmo com muitas pessoas escuras, a classe regente desta raça é mais clara na cor que as restantes e tem, portanto, evidentenmente emigrado, por exemplo, os Bramas, os Incas e os regentes das ilhas dos Mares do Sul. Tudo isto é devido ao fato que a necessidade é a mãe da invenção porque aquelas tribos migraram inicialmente para o norte e então gradualmente se tornaram brancas, tinham que desenvolver todos os seus poderes intelectuais e investir e aperfeiçoar todas as artes em sua luta com a necessidade, vontade e miséria, que em suas muitas formas foram trazidas pelo clima. Isto eles tinham que fazer para compor a parcimônia da natureza e tudo isto veio de sua alta civilização.

Não obstante, tais teóricos geralmente aceitavam que a variedade considerável de cor de cabelos e olhos existia até mesmo dentro das categorias raciais que eles reconheceram. Contrário ao mito popular, os nazistas não discriminavam entre os alemães que não eram louros de olhos azuis ou tinham apenas uma das características. Adolf Hitler e a maioria dos oficiais nazistas [sem mencionar a maioria dos alemães daquele tempo] tinham cabelos escuros e eram considerados ‘arianos”.

A postulada superioridade destes povos era dito torna-los líderes inatos, ou uma raça mestre. Outros autores, incluindo Guido von List (e seu associado Lanz von Liebenfels) e o teórico racial britânico Houston Stewart Chamberlain, todos os quais sentiam que a raça branca e os povos germânicos eram superiores a outros, e que dado a purificação da raça branca e do povo alemão das raças que estavam “poluindo” isto, uma nova era milenar do bons homens arianos chegaria.

O termo ariano deriva de povos antigos que viveram no Irã e no Vale Indus. Seguindo as idéias de Gobineau e outros, o teórico nazista Alfred Rosenberg afirmou que eles eram guerreiros dinâmicos que se originaram no clima do norte e de lá emigraram para o sul, eventualmente alcançando a Índia. Supostamente eles eram os ancestrais das antigas tribos germânicas, que partilhavam seus valores guerreiros. Construindo de Nietzsche, que declarou que “que é bem em ordem que não possuimos religião de oprimidas raças arianas, porque isto é uma contradição: uma raça mestre ou está no topo ou é destruída”. (The Will to Power, 145), Rosenberg afirmou que a cristandade era uma moralidade escrava semítica-alienigena imprópria a uma raça mestra guerreira ariana e então apoiou uma mistura de aspectos de ensinamentos vedicos e zoroastrianos, junto com o paganismo europeu pré cristão, que ele considerava ser distintivamente de caráter ariano.

Na Alemanha nazista, o casamento de um ariano com um “Untermensch” era proibido. Para manter a pureza da raça mestra alemã, a eugenia era praticada. Para eliminar cidadãos “defeituosos” o Programa de Eutanásia T-4 era administrado por Karl Brandt para livrar o país de pessoas mentalmente retardadas ou aqueles nascidos com deficiências genéticas, bem como aqueles condenados como inferiores racialmente. Adicionalmente, um programa de esterilização compulsória foi realizado e resultou em operações forçadas de centenas de milhares de indivíduos. Muitas destas políticas eram geralmente vistas estarem relacionadas ao que eventualmente veio a ser conhecido como Holocausto.

Os conceitos envolvidos nesta teoria da superioridade germânica são fortemente contestados. A maioria dos eruditos modernos não vêem ligação entre movimentos populacionais indo-europeus e as alegadas características raciais nórdicas.

Representações Fictícias

A ideologia da raça mestre ariana foi um pensamento comum entre o estrato educado e letrado do mundo ocidental até depois da Segunda Guerra Mundial. Tais teorias eram lugar comum na literatura de fantasia do início do século XX. Por exemplo, uma crença distinta do status da humanidade ariana como a raça mestre sublinha muitos dos trabalhos literários de fantasistas tais como H. P. Lovecraft e de Robert E. Howard. A mais famosa criação de Howard, Conan o Bárbaro, é suposto ter vivido entre a queda da Atlântida e a elevação dos filhos de Aria [isto é, os arianos]. Em sua história, ” Wings In The Night”, Howard também escreveu,

Os antigos impérios caem, as pessoas de pele escura esmaecem e até mesmo os demônios da antiguidade agarram seus últimos momentos , mas acima de tudo permanecem os bárbaros arianos, de pele branca, olhos frios, dominantes, os supremos homens combatentes da Terra.

Em outros casos, conquanto a frase “raça mestre” seja raramente utilizada, o tratamento desumano e bárbaro daqueles que não pertencem a esta raça mestre nos fascismos ficticios parecem implicar que tal ideologia esteja presente. A Dominação de Draca de S.M. Stirling é um imperio fictício que é explicitamente baseado no conceito da raça mestre. Depois da Primeira Guerra Mundial, no universo de Draka, os cidadãos de Draka adotam um ideologia que exige que toda a humanidade não Draka seja reduzida a uma escravidão absoluta. Os Escolhidos, das séries gerais anteriores de Stirling (que sem duvida inspiraram o Draka) retrata talvez uma visão mais realista do conceito da raça mestre, incluindo as consequências de uma tal política em uma sociedade. Os Escolhidos, que tratam as outras pessas com desprezo, as chamando de animais, são eventualmente destruídos por seus próprios escravos, o mais baixo entre os inferiores, a despeito das armas superiores dos Escolhidos, treinamento e séculos de cruzamento eugênico. A ficção fascista “Freedom Party” que governa os Estados Confederados da América na série do Império Americano de Harry Turtledove também ecoa o conceito.

O filme de James Bond, “Moonraker”, é uma outra narrativa fictícia de uma raça mestre – o vilão megalomaníaco é como Adolf Hitler, Sir Hugo Drax, pré selecionou um grupo diverso de astronautas treinados para se tornarem os progenitores de uma raça mestre que repopularia a Terra depois que o planeta fosse dizimado por um gás nervoso. Idéias similares são exploradas na ficção científica. Um episódio da série X-Files é intitulado Herrenvolk. Ele apresenta a história de cientistas nazistas salvos pelos americanos depois da guerra, durante a Operação Paperclip e suas ligações com alienígenas que os levaram a com sucesso criar uma raça superior de híbridos alienigenas/humanos. Similarmente, em “The Other Side”, um episódio de Stargate SG-1, os Eurondans são retratados como os supremacistas brancos que criaram uma população purificada de tipo nórdico, planejando aniquilar os outros povos, a que eles se referem como “cruzadores” por causa de seu cruzamento indiscriminado, em rejeição a eugenia.

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Published in: on agosto 2, 2008 at 3:39 pm  Comments (8)  
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8 ComentáriosDeixe um comentário

  1. lê impri pra o trabalnho da cláudial história nazista

  2. Muito boa sua matéria, está de parabéns! Na Discovery Channel tbm já mostrou um documentário referente a este assunto! Fico grato pelo conhecimento adquirido.

  3. ótima matéria….tema muito interessante.

  4. muitas pessoas perderam suas familias por causa desse merda, muitas sofrem até hoje com a dor e com marcas no corpo.
    Eu esperava que isso nunca tivesse acontecido, e sinto muita pena dos meus familiares que morreram lá.

  5. Parabéns pela pesquisa e seriedade.
    Enriquecerá, por certo, o trabalho que estou realizando sobre tema correlato (As guerras mundiais e a maçonaria). Agradeceria conhecer o nome do(a) autor(a).
    Um fraterno abraço.

  6. EXCELENTE PESQUISA REALMENTE DESNUMBRANTE O CONHECIMETO AQUI ADQUIRIDO, NO QUE ME FAZ PENSAR SE AINDA EXISTE POSSIBILIDADES DE ALGUMAS SOCIEDADES AINDA EXISTIREM BEM COMO AINDA QUASE QUE NAO SE FALA MAIS EXISTE A MAÇONARIA CARBONARA MUITOS MAÇONS NAO CONHECEM SUA REAL EXISTENCIA MAIS EXISTE E FICANDO CADA VEZ MAIS FORTE BOM DIA AGUARDO OUTROS TRABALHOS EM ESPACIAL SOBRE A SOCIEDAE CRANIOS E OSSOS. UM TFA

  7. Qualidade de vida a Arte de Viver feliz…

    Viver é uma arte que não depende exatamente de quantias de dinheiro. É possível ser feliz sem dinheiro, porém quase impossível, viver com pouco dinheiro nos grandes e médios centros urbanos…….

  8. Boa informação. Necessário se torna que cada vez mais tenhamos olhos abertos para a realidade oculta. Há conhecimentos e poderes que estão ao alcance das mãos e não são acessados por falta do devido preparo ou do atendimento a certos requisitos.
    Olhos abertos.


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