Experimento de Filadelfia

Novas Revelações do Experimento de Filadélfia

Parte I

quarta-feira. 16 de maio de 2007

Exatamente no outono passado houve um enorme desenvolvimento na história do Experimento de Filadélfia. Ontem encontrei a documentação!

A HISTÓRIA DE THOMAS BROWN

Como você já deve saber, Thomas Townsend Brown tem uma história interessante – ele é um dos pais secretos da tecnologia da anti-gravidade. A razão pela qual seu nome foi perdido nas areias do tempo [ao menos pela corrente principal] é simplesmente que o trabalho dele foi clasificado por razões de “segurança nacional”.

Não obstante, o trabalho da tecnologia da anti-gravidade foi descoberto por Brown ao menos na década de 1920 – e possivelmente até mesmo antes, por Nikola Tesla.

Embora haja muitas grandes referência a Tesla, esta ligação não geralmente é boa – e também contém os conteúdos do capítulo 4 do mesmo livro onde estamos examinando o capítulo 7 neste artigo, a respeito do Experimento de Filadélfia. Podemos dirigir a informação sobre esta ligação para outros artigos depois.

A NOVA INFORMAÇÃO ATÉ MESMO MAIS SURPREENDENTE

Dr. Townsend T. Brown descrobriu que fortes campos eletromagnéticos produzem um efeito anti-gravidade. Gradualmente seu trabalho obteve atenção. Você pode ver um de seus protótipos mais iniciais sob a forma de um cilindro.

Como tenho escrito em “Divine Cosmos”, se você cria um fluxo de corrente forte o suficiente entre um polo positivo e um negativo, você obtém o impulso anti-gravidade que inicia a propelir seu aparelho seja qual for a direção para a qual o polo positivo esteja apontando. Aqui está uma descrição de como isto realmente funciona em termos de fluxo do tecido espaço-tempo, como Einstein o chamaria:

Isto realmente é um princípio físico muito simples e mostra a unidade oculta entre a gravidade e o eletromagnetismo. Tudo o que é necessário, por último, é a alta voltagem – mais alta do que tipicamente usamos em aparelhos domésticos.

Nos projetos de Brown, o polo negativo é muito maior que o polo positivo. Se você pensar em um UFO projetado como isso, você teria a inteira parte inferior da nave sendo um polo negativo, e a pequena esfera no topo da nave como a placa positiva. Você pode navegar a nave ao quebrar a placa negativa em uma série de seções em forma de torta e variando o fluxo da corrente entre elas.

Encontrei Mark McCandlish no evento do “Disclosure Project” em maio de 2001, onde ele explicou o projeto acima como sendo uma rendição acurada de “um veículo alienígena de reprodução” ou ‘Flux-Liner’ já em uso por várias forças dentro do governo secreto.

SEGREDOS DO ESPAÇO-TEMPO E MECÂNICA QUANTUM

De fato, o princípio de Brown se liga diretamente à mecânica quantum também. Você tem nuvens de elétrons negativamente carregadas e um núcleo positivamente carregado no átomo. Em meu modelo de “Divine Cosmos” (e outros que estudei), o efeito Biefield-Brown é o que causa os eletrons correrem para dentro do núcleo.

Por último, para entender esta física você tem que ver todos os átomos e moléculas quase como “portais” que uma fonte muito mais de energia está fluindo dentro e através. Toda a matéria está constantemente tomando esta energia e se preenchendeo a cada e todo momento, e se o fluxo fosse cortado, o objeto se desintegraria.

Lembre-se das descobertas de Einstein que espaço e tempo são parte de um “tecido” unificado. Isto leva a conclusão que um átomo é simplesmente um “deslocamento” – um vórtice – no espaço e no tempo. Tudo o que temos é um fluxo dentro do espaço-tempo – uma abertura pela qual o fluxo possa ocorrer.

O espaço-tempo começa chato, sem curvatura, e na medida em que você acelera isto na direção da velocidade da luz, a curvatura aumenta. Esta curvatura se liga à gravidade ao longo com ele – pensado a nível quantum, isto é pequeno demais para ser apreciado como parte da mesma força básica, assim nos referíriamos a isto como uma força “fraca” por exemplo, um de nossos quatro campos básicos na física principal.

Na velocidade da luz você cria um torus. O espaço agora pode ser pensado como a superfície externa do torus, e o tempo está dentro.

O que acontece se você acelera a curvatura transcorrido a velocidade da luz? O torus se desenrola novamente mas agora o de dentro está fora. O tempo, que estava dentro do torus, tem agora se movido para fora do torus – a superfície. O que uma era vez tem agora se tornado espaço. Tudo se inverte. E na medida em que posteriormente sua velocidade aumenta [de nossa perspectiva] ou diminui [da perspectiva do outro lado] o torus novamente se achata, se tornando um plano inabitável, estável. Você apenas tem criado um portal no tempo-espaço [de nossa perspectiva] – uma realidade paralela na qual há três dimensões de tempo [como nós o pensamos] e uma dimensão de espaço [sob nossa perspectiva]. Acima de lá, as três dimensões de tempo se tornam espaço pelo qual você se move e uma dimensão de espaço [para nós] se torna o incansável fluxo do tempo.

Sei que provavelmente isto seja muito confuso. Isto realmente é onde o “plano etérico” ou “plano astral” está localizado. É literalmente a versão de dentro para fora de nossa realidade. Tudo está invertido. Uma particula aqui é uma onda lá e vice versa. Se você tentar trazer um pedaço de material de lá para a nossa realidade abruptamente demais, isto vira de dentro para fora e explode. Podemos chamar a isto de “anti-matéria” – em um tal sentido, tempo-espaço é o “plano da anti-matéria”.

CRESCENDO

De qualquer modo, com uma corrente de alta voltagem forte o suficiente, você pode curvar o espaço-tempo transcorrido o “ponto de cruzamento” da luz, e alcançar um crescendo. Neste ponto você tem criado um portal direto no tempo-espaço. Quando qualquer pessoa ou coisa em nossa realidade transissiona no espaço-tempo, ela se torna invisível a nossa perspectiva.

Um vórtex no espaço-tempo pode parecer como um buraco negro de um jato no espaço a sua frente, uma superfície cinza escuro como no caso de certas tecnologias stargate, ou uma miragem como o efeito de lentes em bolhas dentro de uma sala ao seu redor, em outros casos que conheço.

Você pode ir pelo espaço-tempo para viajar instantaneamente a qualquer lugar em nosso espaço ou tempo. Há muitos problemas com isto, contudo, e isto é o que foi errado com o Experimento de Filadélfia. Posso somente raspar de leve a superfície já que este é um campo complexo de busca [pretendido por um jogo de palavras]. Quanto mais você lê o material deste site mais você entenderá.

NODOS DA GRADE

Certas áreas da Terra tem um fluxo de campo de torção muito mais alto – e estas áreas são conhecidas como “nodos da grade”. Nestas áreas é mais fácil e mais rápido curvar o espaço e portanto criar a anti-gravidade e os efeitos de dobras. Os leitores dos três livros de Convergência na seção “Read Free Books Here” deste website devem estar bem cientes da Grade Global. O melhor tratamento que dei a isto foi na Mudança das Eras, o primeiro volume.

Parece que Norfolk, Virginia – a mesma linha de latitude e localização aproximada de Virginia Beach, onde Edgar Cayce fez suas leituras – é “um ponto vórtex chave” da superfície da Terra. Com o suficiente de uma explosão de alta intensidade de campos eletromagnéticos de solda em arco acontecendo na construção de navios no Estaleiro Naval de Norfolk, estranhos efeitos de “dobras” estão sendo observados.

Na medida em que palavras sobre isto alcançaram os mais altos níveis, o governo dos EUA chamou o Dr. Thomas Brown para investigar e foi destas observações que nasceu o projeto do Experimento Filadélfia.

CIÊNCIA PERDIDA, ENCONTRADA!

Meu contacto na última conferência me disse que toda a informação sobre isto pode ser encontrada no Capítulo VII do livro de Gerry Vassilatos, “Lost Science” e isto me deliciou muito. Apenas encontrei o texto e o capítulo inteiro online! Tenho tentado encomendar o livro ao menos por uma vez [que foi altamente recomendado por outros contactos] mas ele nunca me foi enviado. Agora todo o texto relevante está postado online.

Aqui está a parte chave do livro, que aparentemente é baseada em ao menos dois ou três testemunhos internos. Tenho introduzido um moderno parágrafo no padrão de espaçamento da web para tornar mais fácil ler:

As crescentes pressões financeiras da Grande Depressão da América forçaram o Dr. Brown a deixar o NRL, e assinar com a Reserva da Marinha, e se unir ao Civilian Conservation Corps em Ohio. Em 1939 Dr. Brown tornou-se um tenente da Reserva e, depois de um breve emprego com a Glenn L. Martin Company, foi encaminhado ao Escritório dos Navios. Lá ele trabalhou com os aspectos magnéticos e acústicos dos vasos de guerra.

Foi durante este tempo que o Dr. Brown foi embarcar em uma aventura, que alteraria para sempre o caminho de sua vida. Muitos dos detalhes e fatos tem sido reunidos em uma coberta de remendos de intrigas. Rapidamente olhado por reputáveis fontes de ciências, o incidente alcançou a consciência pública como o “Experimento de Filadélfia”. Que sequência de eventos desencaderam-se nos Laboratórios de Pesquisa Naval para investigar a possibilidade de ocultar óticamente os vasos de guerra?

Tudo começou quando vários pesquisadores navais foram solicitados investigarem um fenômeno peculiar, que estava plagueando uma instação classificada de solda em arco. Esta instalação era classificada porque ela protegia um novo processo naval para fabricação de cascos blindados muito duráveis para navios.

O processo de solda local empregava uma descarga de alta amperagem incrivelmente intensa. O processo era similar ao da moderna solda MIG, mas era realizado em uma escala titânica. A energia elétrica deste proceso de solda era fornecida por um maciço capacitor carregado de alta voltagem. Várias placas de aço podiam ser perfeitamente soldadas por este processo, a costura do metal absolutamente interpenetrada nos pontos de solda.

Esta descarga elétrica era tão perigosa que o pessoal se retirava do sítio quando uma vez as partes tinham sido configuradas para a solda. As perigosas condições de carga sendo o aspecto menos preocupante do processo, energias de raios X eram liberadas no cegante arco azul-esbranquiçado.

Aplicado por um braço mecânico pesadamente insulado, o arco era pressionado às placas por controle remoto, na medida em que a energia era estocada no capacitor. Sendo dado o sinal de segurança, uma descarga como um relâmpago absolutamente chacoalhava a instalação. Os contadores de radiação mediam a intensa liberação de raios X. O processo era um novo avanço em tecnologia Naval.

Nenhum dos perigos extremos elétricos ou da radiação obstruiram o emprego do sistema em outras instalações navais. Precauções de segurança eram em níveis máximos. Os trabalhadors não enfrentavam perigo fora da câmara de solda. Mas um outro grupo de fenômenos estranhos começou a praguear a instalação – fenômenos para os quais não havia qualquer explicação razoável.

Os pesquisadores examinaram o sítio, separadamente pedindo aos trabalhadores para connfirmarem os rumores que eles estavam ouvindo, e observarem o processo por eles mesmos na cabine de controle.

O que eles viram eram abslutamente sem precedentes. Com a explosão elétrica vinha um ‘blecaute ótico” igualmente intenso. O choque súbito do intenso impulso da solda elétrica estava de fato produzindo um misterioso enegrecer ótico do espaço perceptivo, um efeito que era pensado ser de natureza ocular.

Este efeito peculiar de blecaute era acreditado ser o resultado de descolorimento da retina [rodopsina] intenso e completo, uma resposta química do olho ao intenso impulso luminoso instantâneo. Esta foi a inicial resposta convencional. O fato mais ultrajante era que o efeito permeava a sala de controle, causando ‘blecaute de retina” até mesmo quando o pessoal estava escudado por várias paredes protetoras.
Qualquer efeito que pudesse permear paredes e tornar o pessoal incapaz de uma sensação desta maneira podia ser desenvolvido em uma arma formidável. O blecaute das paredes permeadas era uma resposta neurológica que paralizou a inteira fisiologia tornando-a incapaz de resposta ao estímulo externo. Assim era pensado a este ponto.

A pesquisa estranha ganhando e adquirindo novos níveis de classificação militar por estes dias. Aqui estava um fenômeno possivelmente radiado, que temporariamente neutralizava a sensação neural, transmissão e resposta.

Os especialistas em armas sabiam que a radiação elétrica, que pode ser substituída por um gás nervoso, poderia oferecer uma nova vantagem militar. Um meio extraordinário de empregar o efeito, a horrível energia que podia ser radiada a qualquer sítio. Se apropriadamente controlada, pelotões inteiros podiam se tornar inconscientes em uma único “flash golpeado”.

Uma vítima desafortunada de tais exposições foi um certo William Shaver. Mr. Shaver trabalhava como um soldador em arco da Marinha com versões muitos anteriores e menores operadas a mão deste sistema. Estes sistemas empregavam intensos impulsos de frequência de baixa repetição. Depois de repetidas exposições a esta energia de impulso, ele começou a alucinar livremente. O resultado do dano neuronal, os centros de sua vontade começaram a se triturar.

Este homem que sempre houvera sido estável por último perdeu a garra da realidade, escrevendo centenas de panfletos pelos seus anos remanescentes sobre o tópico assustador de seres do sub-mundo. Foi subsequentemente descoberto que a exposição aos súbitos impulsos elétricos de intenso potencial e frequências extremamente baixas produzem uma náusea mortal, em alguns casos até mesmo dano neurológico que levam a eventual loucura.

A examinação cuidadosa do efeito diante do NRL agora se provou surpreendente. Primeiro, o efeito de blecaute podia ser fotografado bem como vivenciado. Portanto não era uma mera resposta neurológica a alguma radiação misteriosa. A descarga cegante estava fazendo algo ao próprio espaço. Os pesquisadores estavam agora na abordagem deste projeto com um profundo fascínio.

O efeito de blecaute conquistou igualmente o intenso interesse dos oficiais navais por óbvias razões militares. O estudo cuidadoso de publicações da pesquisa custeada por verbas do NRL revela uma intensa preocupação com todos os sujeitos relacionados a esta percepção.

Mas havia outros aspectos do fenômeno que eram arrepiantes. Rumores bizarros estavam sendo partilhados por certos trabalhadores do original sítio de solda. Lembre-se, estes homens estavam no local durante o período, que procedeu a classificação do projeto. Eles estavam familiarizados com certos outros fenômenos que não tinham explicações racionais.

O pessoal levantava materiais maciços e atava os pedaços em aranjos compostos para que começasse a operação de descarga. O aviso de alarme soava, todos os trabalhadores e equipes de inspeção prontamente deixavam o sítio, frequentemente deixando cair ferramentas e outros implementos onde eles estavam.

Carregar o capacitor precisava de vários minutos. Quando o interruptor era ligado, uma tremenda explosão rolante abalava o sítio. A descarga produzia o efeito de blecaute e quando a sala era oficialmente declarada limpa, os trabalhadores retornavam a câmara. Os trabalhadores começaram a perceber que as ferramentas e outros itens pesados que foram deixados no chão ou ao redor da câmara, estava de certa forma mal colocados durante o processo da pesada descarga da solda em arco. Imaginando que estas ferramentas tinham sido atiradas nos cantos ou possivelmente dirigidas para as paredes pelas explosões rolantes na sala, os trabalhadores buscavam pela instalação inteira. As ferramentas e outros materiais simplesmente não podiam ser encontrados (Puharich).

Agora o mistério estava se intensificando a um grau que exigia um estudo completo do fenômeno de sua primeira observação. Os trabalhadores eram chamados para relatarem o que eles tinham visto, sentido e vivenciado. Histórias repetidas se combinavam em um grau tal que os rumores agora eram considerados “testemunhos pessoais”.

Os inteiro procedimento era tão altamente classificado que os agentes militares nem até mesmo estavam cientes do estudo. O que os trabalhadores disseram aos examinadores era que suas ferramentas e outros materiais do sítio estavam “desaparecendo” e desaparecendo “por bem”.

Os capatazes os tinham repreendido e ridicularizado sobre esta perda de materiais e ferramentas até que as vivenciaram eles próprios. Um fato estava claro, quando o alarme soava e a descarga explodia, os objetos desapareciam. Para onde eles foram, ninguém sabia. Filmes de alta velocidade provaram que o efeito era real. Os objetos eram colocados em pedestais perto da descarga do arco. Na descarga, os objetos se desmaterializavam . Os filmes provaram isto. Eles certamente não eram atirados em altas velocidades ou até mesmo impactaram as paredes pela intensa explosão do arco. Como da primeira vez, novamente, as respostas convencionais apareceram. O efeito de blecaute foi visto como uma energia mistificante radiante, possivelmente uma variedade específica de raios X.

Estes raios tinham o poder de neutralizar a resposta neurológica humana e desintegrar a matéria em sua vizinhança imediata. Aqui estava um possível “raio da morte” que os militares por tão longo tempo vinham buscando. A Segunda Guerra Mundial estava acontecendo, e possivelmente um segundo teatro de guerra estava se deenvolvendo no Pacífico, e este tipo de descoberta fundamental era de enorme potencial militar. O fim da guerra era a meta. A única meta.

Se este efeito pudesse ser desenvolvido em uma arma, poderia ser instantaneamente empregado. Um programa de armas desta natureza exigiria os mais eminentes cientistas da nação, e níveis de sigilo, que exigiam a mais alta severidade. Vários homens da Marinha foram convocados para este estudo.

Foi requisitado ao Dr. Brown que examinasse o fenômeno. Seu conhecimento do fenômeno do “stress dielétrico” e as atividades associadas com a descarga em arco o tornavam o candidato perfeito. Mante-lo “no escuro” a respeito das máximas esperanças deles por esta nova descoberta não seria fácil. Ele tinha a fama de ser um sonhador.

Quando o Dr. Brown revisou o material, suas conclusões foram desconcertantemente diferentes daquelas que outros deram. Enquanto os acadêmicos claramente insistiam que as desmaterializações observadas eram o resultado de irradiação e subsequente vaporização, nenhuma evidência de uma tal vaporização pode ser encontrada.

A análise cuidadosa das atmosferas da câmara de solda se provou negativa a este respeito. Nenhum metal gaseificado foi detectado no ar da sala pelo evento da descarga. Verdadeiramente assombroso. O NRL tinha que saber mais.

Dr. Brown estava certo que ele sabia o que estava acontecendo aqui. A despeito do fato de que ele nunca houvesse observado estes efeitos, sua intuição o ensinou muito bem. De sua experimentação anterior, ele nunca vivenciou estes efeitos de blecaute, mas Sir William Crookes tinha visto esta mesma coisa. Dentro do espaço de ação de seu agora afamado tubo de alto vácuo, Sir William observou um curioso sinal.

Lá, suspenso sobre o catodo, estava um espaço negro, que realmente era radiante. A radiação se estendia além das paredes do tubo em certas circunstâncias especiais. Sir William não teve dificuldade em aceitar o fato de isto era uma escuridão ‘permeando o espaço”, uma radiação tendo muito maior significado do que um mero fenômeno físico.

Crookes acreditou que esta radiação era um portal espiritual, uma juntura entre este mundo e uma outra dimensão.

No fenômeno do blecaute Dr. Brown ainda reconheceu os sinais que estavam ocorrendo distorções no espaço. O que era o limite superior na força destas distorções espaciais? Que outras anomalias bizarras elas manifestariam? Seus próprios pequenos gravitadores operavam por altas voltagens mas agora eram consideradas pequenas.

Quando comparadas com estas usadas neste novo sítio de solda, elas eram minúsculas. Não obstante, sua experimentação provou os efeitos de pequenas dobras no espaço. O material sendo arrastado era uma de tais anomalias. Em resumo, ele acreditava que cada comportamento anômalo inercial podia ser rastreado a tais distorções do espaço.

Ao estudar o efeito inteiro, nenhuma parte em separado era sem importância. Dr. Brown sabia que os cascos maciços desempenhavam sua parte. Eles estavam de alguma forma espalhando o campo elétrico e dando a ele uma forma específica. O arco elétrico, focalizado no casco pelo aplicador mecânico era um formidável campo de força.

Mas algo “extra” estava ocorrendo. Um outro reino de realidades estava entrando em cena onde as descargas do arco explodiam pela câmara de solda. Ele era o único, talvez com outros dois na nação, que proporiam que o fenômeno era o resultado de uma inter-reação, que era de natureza eletrogravídica. Eram fenômenos eletrogravídicos.

EVENTOS

Seus associados injuriaram os pensamentos dele e rejeitaram sua análise do problema. Mas os militares precisavam de respostas. Se o Dr. Brown podia aproxima-los de sua meta de armas, suas explicações seriam precedentes. Ao adquirir a mais completa atenção e respeito dos mais altos especialistas militares, ele foi solicitado a formalmente se dirigir aos pequenos corpos de elite deles.

Dr. Brown muito casualmente descreveu o que ele fortemente acreditava estar acontecendo, citando seu próprio trabalho e a familiaridade com tal fenômeno. Conquanto seu próprio aparato experimental nunca produzira distorções espaciais desta extrema intensidade e foco, não obstante ele observou efeitos similares que tinham o poder de mover matéria. Não havendo nenhuma explicação convencional elétrica, a única resolução foi encontrada nas propostas Einsteinianas a respeito da unidade elétrica e da força gravitacional. O capítulo continua daqui e a história inteira está online

O ponto de onde comecei está a meio caminho da página que representam 44 páginas de impressão!.

A parte importante é como estas narrativas iniciais por último levaram a criação de uma tecnologia de ocultação para um inteiro vaso naval. Recomendo imprimir esta narrativa inteira e lê-la offline, já que o website é muito difícil de ser lido online, mas é muito facil de ser impresso.

MAIS POR VIR

Na próxima seção vamos a outra descoberta que tem todos os laços com esta e esta foi originalmente desencadeada pela a idéia inteira de escrever este artigo. Os dois em grande parte se inter-relacionam. Enquanto isso, os entusiastas da física na nossa audiência tem muito a mastigar ao explorar os dois links principais do material de Gerry Vassilatos.

Tenho em muito boa autoridade que Vassilatos tem dado todas as respostas relevantes à anti-gravidade e energia livre neste livro, e que não há nada mais como isto lá fora em termos de qualidade.

Ainda estou trabalhando na parte II deste artigo em casa de abelha, mas esta é uma tal surpreendente descoberta que quero escrever sobre ela enquanto o murmúrio está fresco em minha mente! Volte, porque posso ter algus reescritos para este artigo e explicar o novo princípio da gravidade que aprendi ao ler o material de Vassilatos. Novas revelações do Experimento de Filadélfia,

Parte II
segunda-feira 21 de maio de 2007

A história do “Experimento de Filadélfia” menciona um livro ufológico marcado por três diferentes operadores das operações “negras” com dados secretos. Você pode ler tudo isto online!

NÃO É A PRIMEIRA VEZ QUE TENHO ESCRITO SOBRE ISTO

Nos dias iniciais do meu website todo mundo sempre animou-se com a ‘Mudança das Eras” como a melhor coisa que eu já tinha escrito. Era mais acessível e menos de uma “ciência dura” para se ler que a “Ciência da Unidade” e particularmente “Divine Cosmos”, que era o mais complexo e detalhado dos três. Eles todos ainda estão aqui mas nosso atual desenho do site o tem enterrado, e a este momento ainda preciso reformatar para o moderno espaçamento de parágrafos da web. Para os novos leitores recomendo começar com o “David’s Blog”,já que é o mais recente e maior material que tenho escrito aqui.

A VERDADE APARECE

Áté mesmo desde que pesquisei para escrever a “Mudança das Eras” na década de 1990, (encontrada na seção de Read Free Books Here ), Desejei poder ver a cópia original do livro “O Caso para UFOs” de Morris K. Jessup, completo, com notas na margem de três diferentes camaradas de alto escalão das operações “negras” que tinham conhecimento direto do Experimento de Filadélfia.

No caso de você não saber, como disse na Parte I, o Experimento de Filadélfia foi o alegado caso que envolveu a teleportação de um navio da Marinha dos EUA do Estaleiro Naval de Norfolk, na baía de Philadelphia, PA e então de volta para o porto de Norfolk novamente.

O efeito relatadamente teve efeitos devastadores sobre os marinheiros. Alguns deles alegadamente ficaram presos no casco do navio. Alguns simplesmente morreram. Outros foram deixados ‘gaguejantes e loucos”. Alguns se tornaram invisíveis em certas ocasiões, aparentemente associado a forte agitação emocional – como no caso documentado de dois marinheiros se envolvendo em uma briga em uma bar de Norfolk, e um deles desaparecendo durante a luta. Aparentemente foram dados a eles algum tipo de “pacote de quadril” que evitava que eles perdessem a fase com nossa matéria e sistema de energia.

Outros aparentemente estavam processando o tempo em taxa muito mais lenta do que a de um ser humano normal. Se a pele deles fosse esfregada frequentemente eles podiam ser levados a este desafortunado estado, mas você tinha que ser paciente e continuar por algum tempo. Duas horas de massagem podia parecer apenas uns poucos segundos em sua estrutura de referência de tempo. Para um de nós olhar para eles, eles pareciam catatônicos. Contudo, era possível reorientá-los em nosso tempo com bastante atenção.

UMA MAIOR NOVIDADE NA HISTÓRIA

Uma maior novidade nesta história veio no aniversário de 50 anos do incidente em Roswell em 1997, quando aconteceu a publicação do livro do Coronel Philip Corso, “The Day After Roswell.” Corso revelou que não foi o USS Eldridge que fez a viagem pelo hiperespaço, como o indicava a história de acobertamento. Ao invés, foi um buscador de minas da Marinha conhecido como IX-97. Portanto, os negadores tem investigado o Eldridge e sua tripulação, e não tem encontrado evidência de ter ocorrido o Experimento de Filadélfia.

Na Parte I discutimos as fascinantes novas revelações que vieram do material de Gerry Vassilatos. Uma descarga eletrostática de intensidade extremamente alta, usada par soldar placas metálicas nos cascos dos enormes vasos navais, causou uma rutura ou abertura escura em nosso espaço-tempo. Os objetos pegos na zona eficaz desapareciam completamente de nossa realidade. O Dr. Thomas Brown foi chamado, tendo visto efeitos similares em sua própria pesquisa – aberturas escuras e comportamentos anômalos de matéria física sob estas condições.

[Tenho lido sobre a mesma coisa acontecendo ao Ten. Cel. Tom Bearden em sua pesquisa com ‘interferometria escalar’, isto é, mirar dois diferentes geradores de campo de torção no mesmo ponto de forma que as ondas colidam e interfiram lá. Quando ele viu esta forma de abertura em negro jato – como um oval verticalmente alongado – ele aparentemente se tornou bem aterrorizado e desligou isto, nunca desejando mexer com isto novamente – na medida em que ele não sabia o que viria. Não tente isto em casa!]

Foi desta observação inicial que o efeito foi testado e aperfeiçoado o bastante que eles sentiram que poderiam usar em um navio vazio. O casco de aço aparentemente tinha um efeito dissipador. Foi acreditado que o Experimento de Filadélfia deu terrivelmente errado por causa da inconsistência no casco que fez com que a zona de perigo vazasse para a área onde os marinheiros estavam – embora fosse pretendido estar fora no navio de forma a ninguém se ferir.

NOVOS INSIGHTS ANTI-GRAVIDADE

Uma outra revelação chave do capítulo de Vassilatos sobre o Dr. Thomas Brown foi o efeito anti-gravidade ser algo que você possa iniciar, e então como um sifão continuar correndo por um período de tempo. Na medida em que o efeito diminui, assim o faz de modo de passo sábio, e o efeito completo era como fluido.
Para mim isto era uma epifania pessoal. Tenho estudado a história da “Levitação Acústica Tibetana” por anos. [a Ciência da Unidade, seção 8.9) mas nunca realmente entendi como isto funcionava. A descoberta de Brown ajudou-me a fazer sentido disso – e as declarações internas deste livro que você está para ler eram o que completava o trabalho. Aqui está um pequeno trecho:

8.9 LEVITAÇÃO ACÚSTICA TIBETANA

Um uso similar do som para produzir levitação é agora a história famosa da Levitação Acústica Tibetana. Vários pedacinhos da história emergem repetidamente em salas de discussão e artigos sobre energia livre e websites ufológicos, contudo o melhor tratamento desta história que temos encontrado está em um artigo de Bruce Cathie no livro “Anti-Gravidade e a Grade Mundial”.

O início do relato é transcrito de um artigo de uma revista alemã e traduzido para o inglês; e começamos a apontar onde o artigo traduzido começa.

Sabemos dos sacerdotes do Extremo Oriente que eles eram capazes de levantar pesadas pedras acima de altas montanhas com a ajuda de grupos de varios sons – o conhecimento das várias vibrações no alcance do áudio demonstra para um cientista de física que um campo de som vibrante e condensado pode anular o poder da gravitação. O engenheiro sueco Olaf Alexanderson escreveu sobre este fenômeno na publicação, “Implosion No. 13”.

O seguinte relato é baseado nas observações que foram feitas a apenas 20 anos atrás no Tibet. Tenho este relato de um engenheiro civil e gerente de vôo Henry Kjelson, um amigo meu. Ele mais tarde incluiu este relato no livro dele, “The Lost Techniques”. Este é seu relato:

Um doutor sueco, Dr. Jarl, um amigo de Kjelson, estudou em Oxford. Durante este tempo se tornou amigo de um jovem estudante tibetano. Em 1939, Dr. Jarl fez uma viagem ao Egito para a Sociedade Científica Inglesa. Lá ele foi procurado por um mensageiro de seu amigo tibetano que urgentemente pedia que ele fosse ao Tibet para se encontrar com um alto Lama.

Depois que o Dr. Jarl obteve sua saída ele seguiu o mensageiro e chegou depois de uma longa viagem de avião e caravanas de Yak ao monastério, onde o velho lama e seu amigo, que agora possuia uma alta posição, estavam agora vivendo.

Dr. Jarl ficou lá por algum tempo e por causa de sua amizade com os tibetanos ele aprendeu muitas coisas que outros estrangeiros não tinham chance de ouvir ou observar.

Um dia seu amigo o levou a um lugar perto do monastério e mostrou um campo inclinado que estava cercado a noroeste por altas montanhas. Em uma das paredes de rocha, na altura de uns 250 metros, estava um grande buraco que parecia a entrada de uma caverna. Em frente deste buraco havia uma plataforma no topo do penhasco e os monges se abaixavam com a ajuda de cordas.

No meio do campo, aproximadamente a 250 metros do penhasco, estava uma placa polida de rocha com uma cavidade em forma de tijela no centro.

[Nota: Isto é parte de como a ressonância do som é focalizada no objeto]. A tijela tinha o diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. Um bloco de pedra era manobrado para dentro desta cavidade por um boi Yak. O bloco tinha uma metro de largura e um metro e meio de cumprimento. Então 19 instrumentos musicais eram colocados em um arco de 90 graus na distância de 63 metros da placa de rocha. O raio de 63 metros eram medido acuradamente. Os instrumentos musicais consistiam em 13 tambores e seis trombetas. (Ragdons).

[Nota: A este ponto as medidas exatas dos instrumentos são dadas em detalhes, o que aqui é omitido para brevidade, já que as medidas são discutidas posteriormente neste capítulo.]

Todos os tambores eram abertos de um lado enquanto o outro lado tinha um inferior de metal no qual os monges batiam com grandes maças de couro. Por trás de cada instrumento estava uma fila de monges.

Quando a pedra estava em posição o monge por trás do pequeno tambor dava um sinal para iniciar o concerto. O pequeno tambor tinha um som muito agudo, e podia ser ouvido até mesmo com outros instrumentos fazendo um terrível ruído. Todos os monges estavam cantando uma prece, vagarosamente aumentando o tempo deste barulho inacreditável.

Durante os primeiros quatro minutos nada aconteceu, então na velocidade que os tambores e o barulho aumentavam, o grande bloco de pedra começou a rolar e oscilar e repentinamente decolou no ar com uma velocidade crescente na direção da plataforma em frente do buraco da caverna de 250 metros de altura. Depois de três minutos de subida, ele pousou na plataforma.

[Note: Preste atenção ao fato que levou três minutos para subir 250 metros. Não estamos falando de um efeito de bola de canhão. Vagarosamente, a força de levitação superou a força da gravidade e a pedra preguiçosamente subiu no ar.]

Continuamente eles trouxeram novos blocos para o campo e os monges usando este método transportaram 5 a 6 blocos por hora em uma trilha parabólica de vôo de aproximadmente 500 metros de comprimento e 250 metros de altura. De tempos em tempos uma pedra se partia e os monges moviam para fora as pedras partidas. Uma tarefa muito inacreditável.

Dr. Jarl sabia sobre arremessar das pedras. Os especialistas tibetanos como Linaver, Spalding e Huc tinham falando sobre isto, mas eles nunca viram isto. Assim o Dr. Jarl foi o primeiro estrangeiro que teve a oportunidade de ver este notável espetáculo.

Porque de início ele tinha uma opinião de que estava sendo vítima de psicose em massa, ele fez dois filmes sobre o incidente. Os filmes mostraram exatamente as mesmas coisas que ele tinha testemunhado.

A Sociedade Inglesa para qual o Dr. Jarl estava trabalhando confiscou os dois filmes e os declarou classificados. Eles não os liberaram até 1990. Esta ação é mais do que difícil de explicar, ou entender. [Fim da transcrição.]

[Nota: E agora temos o início dos comentários de Cathie:]

O fato dos filmes serem imediatamente classificados não é muito difícil de se entender uma vez que as dadas medidas são transpostas em seus equivalentes geométricos. Isto então se torna evidente que os monges no Tibet eram completamente entendidos das leis que governam a estrutura da materia, que os cientistas no mundo moderno ocidental estão agora explorando frenéticamente.

Parece, dos cálculos, que os oradores estavam sendo encantados pelos monges, não tinham qualquer tratamento direto do fato de que as pedras eram levitadas do solo. A reação não era iniciada pelo fervor religioso do grupo, mas pelo conhecimento científico superior possuído pelos altos sacredotes.

O segredo está na colocação geométrica dos instrumentos musicais em relação às pedras a serem levitadas e o tom harmônico dos tambores e trombetas. O combinado canto alto dos sacerdotes, usando suas vozes em certa inflexão e ritmo mais provavelmente acrescente ao efeito combinado, mas o assunto matéria do canto, acredito, não seria de consequência.

O trabalho de Cathie então continua em uma explicação de como estas mensurações trabalham muito bem com sua própria descoberta das energias harmônicas do planeta Terra, e o trabalho de Cathie já tem sido coberto em nosso livro “A Mudança das Eras”.

Os achados de Cathie nos aponta diretamente na direção da idéia de que o éter vibra em ressonância harmônica e as vibrações podem ser medidas muito precisamente e colocadas em números. Por agora, o que devemos ver é que este ato de levitação não é um produto da fantasia – o inteiro setup foi cuidadosamente observado, medido e sim, até mesmo filmado.

Demorou apenas três minutos para que as pedras se elevassem, assim não era simplesmente um súbito efeito de catapulta; muito mais, era mais como um movimento vagaroso e deliberado.

8.9.1 ANÁLISE CIENTÍFICA DA LEVITAÇÃO ACÚSTICA TIBETANA

Para aqueles que estão interessados, um artigo de Dan Davidson nos ajuda a colocar este evento surpreendente em termos científicos. Se números e termos técnicos o aborrecem, então simplesmente pule este trecho e continue a ler, já que isto não detrata o entendimento completo dos conceitos.

Monges com 19 instrumentos musicais, consistindo em 13 tambores e 6 trombetas foram arranjados em um arco de 90 graus em frente do bloco de pedra. Os instrumentos tinham as seguintes medidas:

* 8 tambores eram de 1 metro de diâmetro por 1.5 metro de profundidade com folhas de ferro de três milimitros e pesavam 150 kg.
* 4 tambores tinham 0.7 metro de diâmetro e 1 metro de profundidade.
* 1 tambor era de 0.2 metros de diâmetro e 0.3 metro de profundidade.
* Todas as trombetas eram de 3.12 metros por 0.3 metro.

Os cálculos revelam que o volume dos grandes tambores era similar aquele volume do bloco de pedra. Os tambores médios tinham um terço do volume dos tambores grandes e o pequeno tambor era 41o. do tambor médio e 125o. do tambor grande. O volume exato da grande pedra não está disponível; contudo, as relações harmônicas dos tambores implicam que seja aproximadamente de 1.5 metro cúbico.

Um outro aspecto interessante desta demonstração de levitação é a pequena quantidade de energia necessária para realizar a levitação. A pressão de som mais alta tolerável por uma pessoa é de aproximadamente 280 dynes/cm2. Da análise física, isto se traduz em aproximadamente 0.000094 watts/cm2.

Se asumirmos que cada monge com seu instrumento produziu metade desta muita energia [o que é altamente improvável] e fazemos posteriormente a grosseria assunção que esta seja a quantidade de energia que alcança a pedra [realmente o som se dissipa rapidamente através da distância] teriamos aproximadamente 0.04 watts (i.e., (19 instrumentos + 19 × 4 monges) x 0.000094) atingindo o enorme bloco de pedra.

Isto é uma quantidade surprendentemente pequena de energia realmente atingindo a pedra de 1.5 metro cúbico para produzir o efeito.

Levantar a pedra 250 metros toma uma quantidade prodigiosa de energia. As rochas como granito e pedra calcárea tem pesos na vizinhança de 150 a 175 libras por pé cúbico. Se assumirmos um valor nominal de 160 libras por pé cúbico então as pedras de 1.5 metro cúbico pesavam por volta de 8.475 libras [isto é, mais de quatro toneladas!]. Para levantar 8.475 libras por 250 metros necessitaria por volta de 7 milhões de pés-libras de trabalho [isto é, 8475 libras x 250 metros/0.3048 metro/pé = 6.968.035]

Já que isto nunca tem sido feito em um período de três minutos, então por volta de 70 cavalos força foi produzido [isto é, 7 x 106 pés-libras/180 segundos/ 550 cavalos força/pé-libra/segundo = 70.384]. Isto é o equivalente a 52 kilowatts (i.e., 70.384 X 0.74570 kilowatts/cavalos força = 52.5). O fator da unidade de poder acima que obtemos é 5,250,000 sobre a unidade (i.e., 52,500 watts/0.01 watts).

Os monges estavam obviamente golpeando em uma enorme quantidade de energia livre para levitar os enormes blocos de pedra, ou a gravidade requer pouca energia para afetar sua operação uma vez os princípios sejam compreendidos.

O que Davidson perdeu nesta análise é que a força de levitação já está quase tão forte quanto a força da gravidade, assim não é difícil muda-las quando alguém pensa ao contrário.

Claramente, o inteiro arranjo foi talhado para criar ondas de ressonância do som que reverberariam detro da pedra a ser movida, e absorver ou refletir a força de pressão para baixo para criar a levitação.

Se olharmos de novo a forma dos monges com suas trombetas podemos ver que eles formavam exatamente um quarto de um círculo, com toda sua pressão de som dirigida a depressão em tijela no solo onde ficava a pedra.

Uma vez a pedra tivesse alcançado um nível relativamente puro de ressonância do som dentro dela própria, o que levava vários minutos, um portal para a energia etérica fluir em nossa realidade seria aberto, e um campo de unidade de consciência polarizada esférica se formaria ao redor do objeto.

Então como a água em um rodamoinho, a gravidade simplesmente absorveria na pedra sem empurra-la para baixo para a Terra, enquanto a levitação mais fraca ou força pressora vindo da Terra venceria, fazendo a pedra se elevar gradualmente. Se você nunca viu uma bolha de ar vagarosamente se elevar de um líquido espesso, então você pode ver como estas diferenças na pressão podem criar um vagaroso efeito levitante.

Sobretudo, lembremo-nos que Cathie não pensou que o canto ou a concentração dos monges tivesse algo a ver com o efeito final. Contudo, o trabalho que foi apresentado pelos psíquicos bem dotados tal como Nina Kulagina nos ajuda a ver que a energia da consciência, focalizada pelo canto e pela meditação, pode certamente ter estado envolvida na levitação.

É possível que sem o impulso extra da meditação para acrescentar mais energia consciente a mistura e organizar o que já estava se formando lá, este experimento não pode ser replicado.

Esta apresentação dramática começa a até mesmo fazer mais sentido para nós quando consideramos que os tibetanos podem ser os herdeiros de uma perdida ciência antiga etérica de uma sociedade avançada tecnológicamente; e estes tópicos foram examinados em “Mudança das Eras.”

Isto é muito como entendi quando escrevi Ciência da Unidade, mas a parte I estava perdida de como a gravidade é a força primária do espaço-tempo e a levitação é a força primária de tempo-espaço. Quando você cria um nodo no tempo-espaço você cria a anti-gravidade, bem como um portal no tempo-espaço. De fato parece que você não pode usar a anti-gravidade sem transiocionar no tempo-espaço.

Isto explica tudo dos efeitos bizarros da plataforma voadora do Dr. Viktor Grebennikov das recentes narrativas do r. Ralph Ring que apareceu em um vídeo do “Project Camelot”. Em ambos os casos, usar a anti-gravidade parece colocar você no espaço-tempo – você se move através de um campo de vórtex -. Odeio provocar você mas temos que poupar esta discussão para a Parte III!

E AGORA PARA REPETIÇÃO

Acredito que a verdade vos tornará livres e isto é muito claro das narrativas que tenho lido no passado das notas manuscritas de “The Case for the UFO,” quando estamos lidando com um genuíno vazamento interno. Realmente estoou fazendo esta postagem antes que eu complete toda a leitura. Considero que isto seja uma ‘fronteira de pesquisa’ na medida em que você lê ao mesmo tempo que eu.

Provavelmente parte disto não será compreensível, mas com a passagem do tempo e o crescente número de vazamentos que tem emergido desde o tempo que surgiram à superfície pela primeira vez, devemos ser capazes de reunir mais e mais disto. Novas Revelações do Experimento de Filadélfia.

Parte III

sexta-feira 25 de maio de 2007

Continuamos nossa discussão e análise das notas do internos das operações “negras” no livro “Case for the UFO”, e desenrolaremos a história de duas antigas civilizações guerreiras na Terra!

DISCUSSÃO PRELIMINAR

um modo de ler este livro é o de apenas ler as notas de margem dos camaradas das operações ‘negras”. Se você fizer isto, um caso estranho emerge.

Para lidar com o básico, estes camaradas se chamam “Ciganos” por ao menos uma vez. Eu lhe encorajaria a não tomar isto literalmente, bem como opde ser um código para uma sociedade secreta ou grupo interno, talvez como o Illuminati, ou talvez a facção oposta que cresceu no eixo neo conservador do Majestic / NSA . [Discussões com o Dr. Dan Burisch tem deixado claro que há dois maiores grupos opositores, como a muito tenho suspeitado]

Há uma clara mentalidade culta de modo que os seres humanos normais são falados sobre estas notas – o termo ‘Gayim’ é obviamente similar a ‘Goyim’, que você encontra nos “Protocolos dos Sábios do Sião”.

Este documento do Sião é geralmente desacreditado como falso, criado pela intenção de Hitler incitar a raiva em relação aos judeus. Não obstante, ps princípios no dito documento demonstram claramente uma grande dose de pensamento sobre como tratar a sociedade como uma grande máquina gigante,e engenheiras condições sociais para fazer com que o povo siga a vontade da elite. Se há qualquer verdade nisto, você pode achar mais de um reflexo de pensamento dos autores reais dele do que do grupo que eles alegadamente se destinaram a atacar.

De qualquer modo, falar diminuindo as pessoas que não estão “dentro” é uma coisa padrão que você encontra nos genuinos materiais internos como este. Com o conhecimento secreto frequenetmente vem um sentimento de superioridade.

Na medida em que você lê as notas, você também vê montes de conteúdos associados com os conceitos da Grade Global que tenho escrito em cada um dos livros da Convergência – ‘folhas de diamante’ etc. Há também declarações fascinantes sobre a anti-gravidade e observações sobre o Experimento de Filadélfia.

Contudo, a parte mais fascinante para mim foi a discussão de uma guerra acontecendo entre dois grupos antigos e rivais que eles chamam de “L-M” e “S-M.”

‘PEQUENOS HOMENS’

É claro, de mais de uma localização, que “L-M” significa “Homem Pequeno” e “Homem Lemuriano”, e os dois termos ‘L-M’ são intercambiáveis falando do mesmo grupo.

A Lemuria sobre a qual se fala aqui é muito similar ao que as Leituras de Cayce se referiam como o Império de “Rama”. Este grupo portanto teria colonizado a terra na Índia. De fato, o conhecimento deles e suas batalhas ainda são preservadas nas antigas escrituras védicas, ainda consideradas o texto relgioso central na fé hindu.

INas mais antigas escrituras védicas, você lê sobre naves voadoras chamadas Vimanas, uma guerra viciosa com uma facção oposta, seções que quase certamente sugerem o uso de armas nucleares no conflito etc. Fiz um exaustivo sumário de física nas escrituras védicas no capítulo 14 de ‘Ciência da Unidade”.

Já que a Lemuria é também reputada ser a terra perdida no grande dilúvio, eles também podem ter colonizado outras áreas de ilhas no Pacífico que afundaram, como na lenda de Atlantída. Contudo, a bacia do Pacífico é enerme, vazia terra desperdiçada que é grandemente livre de qualquer área submersa que pode ter sido continentes-ilhas gigantes antes.

Portanto, proponho que o Imério Lemuriano foi grandemente centrado na Índia, China, e na cadeia de montanhas da Indonésia e Filipinas. Já que a maior parte das civilizações se formam nas regiões costeiras, deve ter havido uma grande perda de vidas e muitas maiores cidades subitamente inundadas pelo aumento do nível do mar. Elas podem ter também tido terras fora da costa oeste da América do Sul, como por outra leitura de Cayce.

O trabalho de Graham Hancock, tal como “Underworld”, revela uma arquitetura megalítica [grande pedra] afundada ao redor da costa da Índia. Isto pode explicar de onde veio a lenda do afundamento da Lemuria. Havia civilizações costeiras demais.

Quando também consideramos a pesquisa de Hartwig Hausdor que há antigas pirâmides na China, na província de Shensi, que primeiro apareceu no website de Laura Lee, a inspiração desta anteriormente vasta civilização se torna mais clara.

Alguém foi e despiu do copyright as fotografias de Laura Lee, e estas versões agora estão amplamenet circulando em outros websites.

Chris Maier do website “Unexplained Earth” realmente viajou para lá e independentemenet tirou suas próprias fotografias das pirâmides, que você pode ver e ler aqui em um artigo de 2004.

‘HOMENS DO ESPAÇO’ = ANTIGOS ATLANTES

Nunca ouvimos diretamente sobre o que significa “S-M”, mas dado que o ‘L’ responde pela simples palavra “pequeno” [little] o ‘S’ muito provavelmenet seja muito simples também. Minha suposição educada é que signifique “espaço” [space] e toda a evidência apoia isto. Os Atlantes claramente parecem ter colonizado a Lua e talvez também Marte, assim quando a ilha afundou, você pode apostar que nem todos internos pereceram.

Na exetnsão em que as escrituras cuneiformes sumerianas podem ser uma herança daqueles que sobreviveram a uma catástrofe atlante, o “S” também pode se referir ao “Homem Sumério” – contudo, parece que os sobreviventes predominentemente se relocaram no espaço e apenas partilharam um vonhecimentolimitado com aquelews na Terra, que estavam em estado primitivo antes do dilúvio.

Há ao menos uma sugestão em uma passagem de que ambos grupos rivais iniciaram como avançadas civilizações da Terra – Atlante e Rama. Somos então levados a inferir que os atlantes fazedores de guerra migraram para o espaço, daí se tornarem homens espaciais. As notas dizem que os S-M estavam agarrando asteróides, obviamente com grandes e poderosas naves, e os arremossando nos assentamentos lemurianos ou de rama, forçando-os a irem para viverem submersos para evitarem os ataques.

A tecnologia de cada um destes grupos era muito mais avançada do que a nossa, e isto incluiu a habilidade de deslocar o peso de incontáveis toneladas de água do oceano de forma que eles pudessem seguramente viver sob o mar. Uma robusta tecnologia anti-gravidade certamente não excluiria esta possibilidade.

A estranheza é posteriormente aumentada na medida em que descobrimos que os lemurianos aparentemente experimentaram mutações genéticas adaptativas como resultado de nascerem, viverem e morrerem sob o mar. Aparentemente seus corpos evoluiram guelras como uma adaptação para que pudessem nadar e respirar sob a água em algum grau.

Isto pode ser apoiado pelo estudo de John Kearns frequentemenet citado pelo Dr. Bruce Lipton. Se você pega uma bactéria que não pode digerir lactose e a coloca em um ambianet onde a lactose é a única fonte disponível, ela realmente altera geneticamente suas próprias partes da boca para ser capaz de consumir lactose. Portanto, o nosso DNA é uma antena que permite as adaptações mutativas se somos colocados em um ambiente que exige novos atributos para a sobrevivência.

O filme “Waterworld” conclui como volta de surpresa que o personagem de Kevin Costner tem evoluido guelras depis que uma inundação maciça dizimou a maioria das civilizações da Terra. Pode muito bem ser que as futuras gerações dos mesmos internos que escreveram as notas de margem neste livro fossem responsáveis por fazer este filme de enormeb orçamento.

“Waterworld” toma um aspecto diferente porque ao invés de ser uma história de nosso futuro, é uma história de nosso passado. Um pequeno grupo de pessoas que sobreviveu ao dilúvio Atlante, bem como mostrando como alguns deles podem ter evoluido para viver sob o mar. Eu sei, eu sei – agora realmente teremos que ver o filme. Desculpe-me.

MAIS POR VIR

Desculpo-me por isto ser rapidamente cortado. O acima foi escrito antes de minha última [e final] explosão de sintomas de envenenamento por hera, esta semana. Finalmente dewscobri que tinha estado tirando isto da cobertura da espuma do volante do meu carro. Tudo isto voltou novamente no sábado passado nas áreas que perpetuamente estão se curando em minha pele que estão fracas. Como um resultado, digitar se torna uma tarefa impossível. Quando estiver melhor, atualizarei esta seção como muito mais!

Estou feliz em relatar que estou realizando uma entrevista em video com Bill Ryan e Kerry Cassidy do Project Camelot, e isto se tornará um “video viral” para qualquer um que possa assistir YouTube ou Google. Seria bom se isto ajudasse a desencadear novas testemunhas a se apresentarem, incluindo alguém que possa nos ajudar a explicar estes mistérios.

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Published in: on agosto 10, 2008 at 2:24 pm  Comments (1)  
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