Sobre Paul Bennewitz

A DESTRUIÇÃO MENTAL DE PAUL BENNEWITZ

compilado por Dee Finney

Richard Doty foi entrevistado no Art Bell Show em 26 de fevereiro de 2005

Pessoalmente ouvi tantas mentiras nesta entrevista, que apenas sabia que não podia deixar a informação permanecer como estava. Desde que tenho informação interna sobre os ETs por causa de um grupo de afiliações, amigos e experiências pessoais, mentira e desinformação não podem mais ser tolerados nos EUA a respeito dos acordos entre os ETs e o governo. Estes acordos podem ter sido permissíveis por causa da segurança nacional quando eles foram feitos, mas estas razões não são mais válidas, já que todos os outros países do mundo tem liberado a informação que eles estão retendo por todo este tempo. É tempo do povo americano saber a verdade! – Dee

Em 1980, Paul Bennewitz se tornou envolvido em observar e filmar objetos que ele tem avistado no solo e no ar perto da base da força aérea Kirtland em Manzano. Relatamente sua esposa estava também presente para testemunhar os primeiros pousos que ele testemunhou e filmou na área de Coyote Canyon. Subsequentemente, ele contacta Earnest Edwards da Policia de Segurança de Kirtland que, durante o período dos próximos poucos meses, se tornou preocupado e solicitou que os guardas da Área de Armazenaento de Armas de Manzano relatassem a ele qualquer avistamento de luzes aéreas não usuais. No início de agosto de 1980, três guardam relatam o avistamento de uma luz aérea que descia na Reserva Militar Sandia. Este é o primeiro avistamento descrito no formulário de queixa assinado por Richard Doty. Edwards relata o avistamento a Doty sem saber que Doty já tinha ouvido isto de Russ Curtis (Chefe de Segurança do Sandia) que um guarda de segurança do Sandia avistou um objeto em forma de disco perto de uma estrutura, apenas minutos depois do avistamento pelos três guardas de Manzano. Doty inclui estes relatos e vários outros em seu formulário de queixa e encaminha o relato à sede da AFOSI em Washington.

A partir deste ponto muitas outras pessoas se tornaram envolvidas. Bennewitz foi chamado para um encontro em Kirtland com vários maiores oficiais da força aérea e pessoal do Sandia estava presente, inclusive um Brigadeiro General. Earnest Edwards tem confirmado que os três guardas sob seu comando relataram o que foi descrito, e que o encontro aconteceu. Bennewitz tem confirmado que Doty e Jerry Miller vieram a sua casa para ver os seus materiais e lá há um documento assinado por Thomas A. Cseh, Comandante do Destacamento Investigativo da Base, para confirmar isto. Finalmente há um conjunto completo de documentos que foram liberados pela sede da AFOSI sob o acobertamento do Departamento da Força Aérea relacionado aos eventos descritos.

Ao menos uma pessoa que criou a história original de Dulce e a contou ao pesquisador UFO Paul Bennewitz, tem desde então admitido que a história era desinformação.

“…Bill Moore mais tarde afirmou em uma “confissão” que ele foi recrutado para desviar Paul Bennewitz dando a ele falsa informação. Ele afirmou que recebeu suas ordens de um agente do AFOSI, e que por quatro anos, ele foi pedido para alimentar a desinformação… para Bennewitz. Esta desinformação incluia a verificação das crenças de Bennewitz sobre os “grays” e a base subterrânea em Dulce.”

Em 1979 – 1980 (o registro do ano não está claro), Bennewitz e um psicólogo e ufólogo chamado Dr. Leo Sprinkle investigaram a história que uma mulher profundamente perturbada, chamada Myrna Hansen, contou a eles. Ela afirmava que ela e seu jovem filho tinham visto um UFO enquanto dirigiam em um estrada rural perto de Cimarron, no nordeste do New Mexico. Com a permissão da paciente, Dr. Sprinkle começou a hipnotiza-la, e durante um período de três meses, Bennewitz e Sprinkle ouviram uma história muito não usual.

Sob hipnose, a paciente disse que, não somente ela tinha visto vários UFOs naquele dia, mas tinha visto um gado ser abduzido e ela e seu filho também foram abduzidos e levados a uma base subterrânea secreta onde eles viram o gado sendo mutilado e drenado seu sangue e visto vasos contendo partes de corpos humanos. Ela posteriormente disse que algum tipo de implante fora colocado no corpo dela e de seu filho e que os ETs podiam controlar as mentes deles por meio destes aparelhos.

Bennewitz acreditou na história da mulher e pensou que de alguma forma isto pudese estar ligado as luzes que ele estava vendo sobre Manzano. Ele começou filmando as luzes, reunindo 2.600 pés de filmes. Ele também veio a acreditar que podia receber sinais da nave que ele observava. Ele construiu antenas e receptores para receber transmissões eletromagnéticas de baixa frequência que ele acreditavam virem da nave alienígena. Bennewitz chamou sua “missão” Projeto Beta. Aqueles que tem visto os filmes e ouvido as fitas das transmissões de rádio de baixa frequência dizem que não há dúvida que Bennewitz estava registrando um fenômeno real.

Em 24 de outubro de 1980, Bennewitz contactou a base da força aérea de Kirtland para fazer um relato do que ele sentia ser uma real ameaça contra a Área de Armazenagem de Armas de Manzano por UFOs. Ele primeiro se comunicou com o Major Ernest E. Edwards, que o encaminhou ao agente especial Richard C. Doty.

Em 1979, Paul Bennewitz operava uma pequena companhia de eletrônicos, o Thunder Scientific Laboratory, em Albuquerque, Novo México. Ele era um físico, um inventor e um pensador. Ele também tinha um ávido interesse em UFOs, e era um investigador para a APRO (Organização de Pesquisa do Fenômeno Aéreo – baseada no Arizona), o grupo UFO foi iniciado por Jim e Coral Lorenzen. De sua casa nos arredores de Albuquerque, Bennewitz tinha, juntamente com outros, visto luzes estranhas nos céus noturnos sobre a Área de Teste de Manzano, fora de Albuquerque. As luzes pareciam aparecer quase todo anoitecer e voar na direção de Coyote Canyon, também uma parte da base da força aérea de Kirtland que incluia o Laboratório Nacional Sandia e o Laboratório Phillips, ambos de pesquisa ultra top secreta.

Richard Doty e Jerry Miller, Conselheiro Científico do Centro de Teste e Avaliação da Força Aérea, em Kirtland, entrevistaram Bennewitz em sua casa na borda da base Manzano. Eles examinaram os filmes e fitas de Bennewitz, e Miller, um antigo investigador do projeto Bluebook na base da força aérea de Wright-Patterson, determinou que os filmes mostravam algum tipo de objeto aéreo não identificado. Eles notaram o conjunto de equipamento de observação eletrônica que Bennewitz tinha apontado para Manzano. O Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI] declinou investigar posteriormente, mas programou uma inspeção dos dados de Bennewitz por pessoal de Wright-Patterson. AFOSI também fez um exame de background de Bennewitz.

Dando o passo que por último o levaram a seus problemas posteriores, Bennewitz escreveu um programa de computador que ele afirmou poder traduzir as transmissões de radio alienígenas. Ele agora veio a acreditar que estava inteceptando mensagens que os aliens estavam transmitindo para aparelhos de controle mental, tais como aqueles que Myrna Hansen declarou terem sido colocados nela e em seu filho.

Em 10 de novembro de 1980, Bennewitz apresentou sua evidência novamente, desta vez a um pessoal de alto escalão da força aérea, incluindo o Brigadeiro General William Brooksher. No relato deste encontro, é notado que Bennewitz foi aconselhado a se candidatar a uma bolsa da Força Aérea para estudar os fenômenos. Mais uma vez, contudo, o AFOSI declinou investigar o assunto eles próprios.

Bennewitz não desistiu tão facilmente. Além dos relatos regulares que ele estava enviando ao APRO, ele estava contactando o Senador Harrison Schmidt e o Senador Peter Domenici, bem como outros ufologistas tais como Linda Moulton Howe e John Lear.

Por 1982, APRO tinha decidido investigar as afirmações de Bennewitz. Eles enviaram William Moore, um de seus diretores e um antigo professor de teatro que se tornou escritor e ufologista, para falar com Bennewitz. Moore tinha conquistado uma certa fama no campo ufológico ao co-autorar com Charles Berlitz ‘The Philadelphia Experiment’ e ‘The Roswell Incident’.

Por agora, a história de Bennewitz tinha se tornado bem mais complicada. Ele disse a Moore que as transmissões aliens que ele havia recebido indicavam que dois tipos de aliens tinham invadido os EUA: os pacíficos “brancos” e os malignos “grays”. Os grays, que ele disse serem os responsáveis pelas mutilações de gado e as abduções de humanos, tinham um tratado com o governo americano que lhes permitiu construir uma secreta base subterrânea sob o Pico Archuleta na reserva indígena de Jicarillo perto de Dulce, Novo México. Os aliens, contudo, estavam prestes a quebrar o tratado …

Talvez a volta mais estranha nesta história é que Bill Moore mais tarde afirmou em uma “confissão” que ele foi recrutado por alguém cujo nome código era “Falcão” para desviar Paul Bennewitz dando a ele falsa informação. Ele afirmou que recebeu ordens de um agente da AFOSI, e que por quatro anos, ele foi pedido para alimentar com desinformação, inclusive documentos falsificados de “Aquarius” a Bennewitz. Esta desinformação incluiu a “verificação” das crenças de Bennewitz sobre os “grays” e a base subterrânea de Dulce.

Paul Bennewitz gradualmente se tornou mais e mais paranóide, afirmando que os aliens vinham pelas paredes de sua casa durante a noite e injetavam neles químicos. Ele comecou a manter armas e facas por toda a casa. Finalmente, ele foi hospitalizado por “exaustão”. É dito que ele se recuperou e agora se recusa a dar entrevistas ou ter qualquer coisa a ver com o assunto dos UFOs

Paul Bennewitz morreu em 23 de junho de 2003.

Como os Especialistas em Desinformação Disseminam o Medo dos UFOs
Anne Strieber

Sumário: Bill Moore, investigador e autor UFO, tem aprendido bastante sobre o acobertamento governamental da informação UFO por muitos anos. Uma grande parte deste acobertamento tem a ver com as agências de inteligência, tais como a CIA, e se referem à desinformação.

Em sua fala na convenção da MUFON em Las Vegas em 1o. julho de 1989, Mr. Moore tinha isto a dizer sobre o assunto: “A desinformação é um jogo bizarro e estranho. Aqueles que o jogam estão completamente cientes de que o sucesso da operação é dependente de lançar a falsa informação sobre um alvo ou “marca”, de tal modo que a pessoa aceitará isto como verdade e a repetirá, e até mesmo defenderá de outros como se fosse verdade. Um dos fatores chave em um esquema bem sucedido de desinformação é que ela deve conter alguns elementos da verdade em ordem de ser crível. Uma vez a informação é acreditada, o trabalho da contra-inteligência está completo. Eles podem simplesmente se retirarem em confiança que o trabalho sujo de espalhar suas sementes venenosas será feito por outros”.

Algumas das histórias mais assustadoras e bizarras sobre UFOs e visitantes podem bem serem mentiras que se originaram de especialistas em desinformação e são inocentemente disseminadas por pessoas crédulas que não se preocupam em examinar os fatos, mas que amam uma boa história. E algumas destas pessoas contando estas histórias podem não ser tão inocentes – eles podem ser especialistas em desinformação.

Conquanto não haja uma prova final que o governo americano tem patrocinado programas de desinformação referentes a UFOs, a evidência circunstancial está crescendo mais forte a cada dia. É uma questão de registro que ao menos um indivíduo espalha a desinformação neste campo enquanto trabalha como empregado do governo em um emprego relacionado a inteligência, e as revelações de Bill Moore e outros indicam que as falsas histórias tem sido plantadas entre os investigadores UFO por anos.

Certamente algo estranho aconteceu fora de Roswell, Novo México em julho de 1947, quando oficiais da Força Aérea recuperaram alguns destroços com propriedades que não se enquadram em qualquer tecnologia conhecida. Segundo o Coronel Jesse Marcel, que deu inúmeras entrevistas em videotape antes de morrer, e que foi o responsável pela recuperação dos destroços, o fato de sua extrema estranheza foi acobertado pela Força Aérea.

Este acobertamento aconteceu quando a Guerra Fria estava apenas começando e a América estava entrando em um período de quase-paranóia sobre a questão do expansionismo soviético. A obsessão da América pelo sigilo começou quando o Presidente Truman criou a Agência Central de Inteligência [CIA] em 1947 para obter informação sobre as ameaças sendo feitas pelos comunistas depois da Segunda Guerra Mundial. Até mesmo desde então, é dito aos americanos cada vez menos sobre a realidade em nosso governo. Como Norman Thomas, que sem sucesso concorreu à presidência muitas vezes, disse, “Quando os segredos se iniciam, a república para’. Podemos viver em uma democracia mas não podemos ter um efeito na política, a qual nada sabemos.

Quando Bill Moore se tornou um diretor da agora dormente APRO em 1979, ele se tornou familiarizado com o trabalho sendo feito por Paul Benewitz e o Dr. Leo Sprinkle com uma jovem mulher que se lembrava de ter sido abduzida e testemunhado mutilações de gado. Bennewitz tinha se convencido de que os aliens tinham implantado algum tipo de aparelho de comunicação na cabeça da mulher e e que eles estavam usando este aparelho para controlar as ações dela.

Já que Paul Bennewitz era um físico, ele tinha uma certa quantidade de aparelhos eletrônicos a sua disposição e ele estabeleceu determinar se ele poderia detectar sinais eletrmagnéticos que ele acreditava os aliens devessem estar usando para exercer o controle sobre as alegadas vítimas e tentar encontrar um meio de escudar as vítimas do controle destes sinais. Ele disse a APRO em 1979 que ele acreditava ter tido sucesso em detectar sinais de baixa frequência dos UFOs e havia começado a fazer cálculos sobre o tipo de eletrônicos e tecnologia de propulsão empregada pelos aliens. Ele também começou a tirar fotos das estranhas luzes manobrando na vizinhança da Instalação de Armazenamento de Armas Nucleares em Manzano, que é localizada a leste da base da força aérea de Kirtland em Albuquerque. Bennewitz tinha uma visão perfeita da base de armas de sua casa na seção de Four Hills da cidade.

Bill Moore diz, “Em setembro de 1980, fui abordado por um indivíduo muito bem colocado dentro da comunidade de inteligência, que afirmou estar diretamente ligado a um projeto de alto nível lidando com UFOs. Este indivíduo me disse que ele falava por um pequeno grupo de indivíduos similares que estavam desconfortáveis com a continuada cobertura do governo da verdade e indicou que ele e seu grupo gostariam de me ajudar com minha pesquisa sobre o assunto, na esperança e expectativa que eu pudesse ser capaz de ajuda-los a encontrar um meio de mudar a política prevalescente e levar os fatos ao público, sem violar qualquer lei no processo. O homem que agiu como ligação entre este grupo e eu era um agente das Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI] chamado Richard Doty. Eu sabia que estava sendo recrutado, mas naquele ponto não sabia para o que.”

Logo se tornou aparente para Bill que era esperado dele fornecer informação a este indivíduo sobre as atividades de Paul Bennewitz e da APRO em troca de receber “informação sensível’ [ou presumidamente classificada] sobre UFOs. Bill entendeu que, seja no que for que Bennewitz estivesse envolvido, ele era sujeito de considerável interesse da parte não de apenas uma, mas de várias agências do governo, e que eles estavam tentando ativamente neutraliza-lo bombardeando-o com o máximo de desinformação que ele fosse possível absorver. Bill decidiu participar, porque assim ele podia aprender mais sobre o processo de desinformação ao testemunha-lo em primeira mão.

Bennewitz, da sua parte, continuou a fazer o que pareciam ser declarações bizarras, a maioria das quais dava a cada aparecimento de ter sido influenciada por um pesado cobertor de desinformação misturado com uma pequena, mas significativa, quantidade de verdade. O problema sempre foi aquele de manter um nível principal e tentar tirar o fato da fantasia – algo que Paul Bennewitz teve um tempo difícil fazendo.

“Por 1981”, segundo Bill, “Paul estava reunindo dados de uma variedade de fontes e reunindo isto com a informação que estava sendo alimentada a ele por um número de pessoas do governo que, por alguma razão, ele parecia ter uma fé implícita e inabalável. A historia que emergiu desta mistura de fato, ficção, fantasia, diz-que-diz, dados reais e desinformação do governo foi absolutamente incrível! Ainda que de alguma forma, Paul acreditava nisto e estabeleceu uma cruzada de um homem só para contar ao mundo sobre os aliens malévolos do espaço que estavam em liga com o nosso governo para tomar o planeta. O que havia começado em 1979 como um esforço para aprender se o comportamento de uma mulher que afirmava que havia sido abduzida por UFOS alienígenas estava sendo influenciado por algum tipo de controle remoto por radio, tinha, no espaço de menos três anos, florescido em uma história que rivalizava o mais selvagem cenário de ficção científica que alguém pudesse imaginar.”

Bennewitz continuou com seus experimentos referentes aos sinais de rádio que ele estava recebendo e a fimagem que ele estava realizando das luzes não usuais. Ambos destes fenômenos pareciam estar largamente conectados às atividades dentro da base da força aérea de Kirtland e o complexo dos Laboratórios Nacionais, exatamente ao sul da cidade de Albuquerque. Bill sente que Bennewitz definitivamente estava recebendo algum tipo de sinal eletromagnético de baixa frequência em seu equipamento, e é igualmente certo que suas fotos e filmes apresentavam luzes não usuais, a maioria das quais enquanto planavam ou manobravam sobre o complexo de Kirtland/Sandia. A questão real é se esta evidência era suficiente para concluir que estes fenômenos estavam diretamente relacionados a atividade dos UFOs, ou se, de fato, as coisas estranhas que ele estava testemunhando tinham a ver com algum projeto de pesquisa clasificado do governo acontecendo lá por perto. Qualquer uma destas razões seria uma boa explicação para as atividades de contra-inteligência do governo neste caso.

Bill relata que a observação do governo das atividades de Paul, algumas das quais Paul foi astuto o suficiente para detectar e algumas das quais Bill aprendeu sobre, mas que Paul parecia não estar cientes delas, incluiam grampos e até mesmo invasão de residência. “Paul tomou estas atividades como prova positiva que ele estava em cima de algo grande. Infelizmente ele parecia grandemente inconsciente que as mesmas pessoas que iam a tais extremos para espiona-lo também tinham a capacidade de montar uma eficaz campanha de desinformação.”

Em qualquer caso, em meados de 1982, a história de Paul continha virtualmente todos os elementos encontrados na atual plantação de rumores que circulam na comunidade UFO por pessoas tais como John Lear. Havia dois grupos de aliens, um malevolente, um mais amigável. Os malevolentes, que são chamados de grays estavam realmente no controle e eles eram os responsáveis pelas mutilações de gado, abduções de humanos e os sinistros implantes de controle mental em humanos, por terem primeiro feito e quebrado um tratado secreto com o governo americano, para manter uma base subterrânea secreta em Dulce, Novo México, e por ter fornecido ao governo americano harware e armas espaciais alienígenas que ultimamente se mostraram defeituosas ou que eram usadas para quebrarem, assim deixando a civilização humana virtualmente indefesa contra a invasão.

Bill Moore diz, “Sei que este corpo inteiro de informação ser falso, porque estava em posição de observar grande parte do processo de desinformação na medida em que ele se desenrolava. E posso lhes dizer que isto era eficaz, porque observei Paul se tornar sistemticamente mais paranóide e mais emocionalmente instável na medida em que ele tentava assimilar o que estava acontecendo a ele. Ele tinha armas e facas por toda a casa, tinha instalado fechaduras extras em suas portas, e ele jurava que “eles” [os aliens] estavam vindo pelas suas paredes de noite e injetando nele odiosos químicos que o derrubavam por longos períodos de tempo. Ele começou a sofrer crescentes episódios de insonia. Eu sabia naquele tempo que ele não estava longe de um inevitável colapso nervoso. Sua saúde havia se deteriorado, ele tinha perdido um peso considerável, suas mãos tremiam como se de paralisia e sua aparencia estava horrível. Tentei aconselha-lo a deixar toda a coisa UFO antes que estivesse completamente destruido. Não muito depois ouvi que ele havia sido hospitalizado e estava sob cuidado psiquiátrico.”

A campanha de desinformação também foi eficaz porque ela assegurou que niguém na media principal ou na comunidade científica prestasse qualquer atenção nas afirmações estranhas que Paul Bennewitz fez. Assim os elementos da verdade que estavam contidos em seus experimentos se tornaram perdidos para sempre do público.

Os UFOs realmente estavam envolvidos em tudo isto? Bill diz que nós nunca realmente saberemos. Talvez Bennewitz tenha meramente esbarrado em sinais gerados por algum projeto sofisticado e de alto nível do governo cujo pessoal de segurança atirou a desinformação relacionada aos UFOs como máximo acobertamento. Ou talvez ele descobriu um real projeto UFO do governo que preferiu desinforma-lo para proteger o que estava fazendo. A única coisa que Bill sabe de sua experiência em primeira mão é que houve uma tremenda quantidade de desinformação do governo envolvida, e que uma grande proporção do que ainda hoje estamos ouvindo sobre os aliens malévolos, bases subterrâneas e tratados secretos com o governo americano tem suas raízes firmemente plantadas no caso de Bennewitz. “A corrente plantação de desinformação realmente não é nova; é apenas que um diferente grupo de pessoas está disseminando isto desta vez”, diz Moore.

De sua experiência, e de sua outra pesquisa, Bill tem chegado a conclusão que o pessoal da contra-inteligência do governo americano tem realizado mais uma vez, uma campanha de engano e desinformação contra o público americano sobre o fenômeno UFO por mais de 40 anos. Ele sente que as pessoas que tem sido responsáveis pela operação são indivíduos altamente colocados dentro da comunidade de inteligência. Há várias explicações possíveis para esta situação. Uma, a desinformação pode ser um acobertamento de segurança para um real projeto UFO que existe em um nivel muito alto e é conhecido por apenas uns poucos da elite. Dois, pode ser um projeto de segurança destinado a desviar da pesquisa real de alta tecnologia [não sendo UFO] e projetos de desenvolvimento. Terceiro, pode ser uma manipulação dos próprios UFOs alienígenas como parte de um plano a longo prazo para tornar a sociedade humana gradualmente consciente de sua presença aqui. A posição de Bill é que a verdade é melhor descrita em termos de uma combinação de todos os acima.

É um fato de que alguém poderoso está disseminando desinformação sobre os UFOs. Seria tolo acreditar em qualquer história com base em tão pouca evidência. Por outro lado, estas pessoas que tem vivenciado os visitantes em primeira mão precisam não se permitirem de serem convencidas que suas experiências são meras alucinações.

As pessoas que tem encontrado os visitantes conhecem o medo real que vem de confrontar o desconhecido. Não há razão porque eles devam ter que enfrentar um terror adicional de serem inundados por rumores sensacionais sobre aliens que começaram a dez anos atrás com a campanha de desinformação do governo contra um indivíduo.

O Falcão e o Trabalho da Neve, Parte 1

FACTÓIDE: Em 1947, a força aérea sabia que uma brilhante superfície metálica faz um objeto aparecer melhor ao radar, então eles usaram folha de alumínio para fazer refletores de radar para seus balões atmosféricos. Contudo, por 1955, eles tinham esquecido este fato, então eles pintaram os primeiros aviões espiões U-2 de prata, o que os teria tornado facilmente detectáveis pelo radar enquanto voavam sobre a União Soviética em missões de reconhecimento. Sua aparência prateada também fez com que as pessoas os confundissem com UFOs, segundo historiadores da CIA. Algum tempo mais tarde eles entenderam seu engano e começaram a pinta-los de preto, assim criando as primeiras aeronaves “stealth” (Uncle Phaed’s UFO Investigator’s Handbook)

Quem é o antigo agente especial da AFOSI Richard C. Doty?

Não é fácil encontrar informação sobre Doty antes de 1980. A única informação disponível é umas poucas migalhas em vários livros UFO mais a informação que pode ser antevista em quatro arquivos que estão online. Estes arquivos são os reputados papéis de dispensa da força aérea de Doty, uma entrevista telefônica que Phil Klass teve com Doty em 8 de janeiro de 1988, e duas cartas supostamente escritas por Doty (3 de março de 1989 e 4 de abril de 1989). Contudo, não há muita informação nestes arquivos.

Na transcrição da entrevista telefônica com Klass, Doty diz que seu pai, Edward Doty, esteve na Força Aérea, era um investigador do Projeto Bluebook, esteve na base da força aérea de Holloman de 1962 a 1964, e esteve envolvido na investigação de um caso de pouso de UFO em 1964 em Socorro, Novo México. Contudo, em uma carta datada de 3 de março de 1989, Doty diz que foi um tio, não seu pai, que foi um investigador do projeto Bluebook.

Nesta carta de 3 de março de 1989, Doty diz:

“Enquanto servia ao Distrito do AFOSI sede 70, em Weisbaden, Alemanha Ocidental, realizei deveres como um especialista em contra-espionagem. Em 1986, eu estava envolvido em uma operação sensível onde tentei realizar certos deveres que capacitariam nossa equipe a aprisionar possíveis agentes estrangeiros trabalhando contra os interesses dos EUA. Meus supervisores, contudo, viam minhas ações como sendo não autorizadas. Portanto, fui pedido para deixar o AFOSI, o que fiz voluntariamente. Aceitei uma posição na base da força aérea de Kirtland, em Albuquerque, NM, onde meu filho estava residindo com minha ex esposa.”

Aparentemente, Doty esteve em Kirtland ao menos duas vezes. Sabemos que ele estava lá em 1980, já que isto foi quando ocorreu o caso de Bennewitz, e aqui ele diz que foi transferido de volta para Kirtland em 1986.

Ele continua para dizer (alguém tinha dito que ele terminou seu serviço na força aérea como um cozinheiro):

Meus últimos dois anos de serviço foi no campo de serviços da carreira, mas não como um cozinheiro.

Sgt. Doty se retirou da força aérea em 1o. de outubro de 1988. Suas cartas dão uma caixa postal em Grants, Novo México como endereço de retorno. Ele diz em uma das cartas que ele não vive no Novo México, mas somente mantém um serviço de recebimento e envio lá. Uma de suas cartas diz que seu atual emprego envolve investigações, mas nada tem a ver com UFOs. Uma fonte não verificada disse que ele está na Polícia Estadual do Novo México em Grants.

A primeira vez que ouvimos falar de Richard C. Doty é no verão de 1980. Ele era o oficial do AFOSI que pegou o relato de Craig Weitzel de ter visto um UFO perto de Kirtland. Mais tarde em 1980, APRO recebeu uma carta anônima que enfeitava considravelmente o relato de Weitzel, tranformando-o de um relato de avistamento em um encontro estreito. Segundo Robert Hastings, a análise mais tarde mostrou que esta carta havia sido datilografada na mesma máquina de escrever que tinha sido usada paa digitar o original relato de avistamento de Weitzel. Este relato estava assinado por “Richard C. Doty.” A validade desta análise, no entanto, não está clara.

Pouco tempo depois do avistamento de Weitzel, Paul Bennewitz contactou a base de força aérea de Kirtland com suas história de UFOs sobre Manzano e de receber comunicações alienígenas de baixa frequência. Mais uma vez, o agente Doty foi o oficial do AFOSI designado para investigar.

Segundo William Moore, pelo tempo em que ele foi enviado para investigar as afirmações de Bennewitz em 1982, Doty tinha estado alimentando Bennewitz com desinformação por dois anos. Moore posteriormente afirma que ele foi recrutado por alguém que se auto-denominava Falcão, para ajudar na alimentação da desinformação sobre UFOs para Bennewitz, e que esta ligação com Falcão era Doty. Contudo, parece que Moore já havia conhecido Doty por ao menos um ano, já que ele afirma que Doty deu a ele uma cópia do Documento do Projeto Aquarius em fevereiro de 1981, segundo Curtis Peebles. A informação aqui é muito incompleta, e é, como melhor posso dizer, baseada inteiramente nas declarações de Moore.

Richard Doty diz que, seja o que for que ele fez, ele o fez sob ordens.

Se assim, qual era o propósito destas ordens? Parece quase certo que o intento era afastar a atenção dos reais avistamentos em Manzano e Coyote Canyon. PORQUE? O que estava sendo protegido? Estava a Força Aérea realmente testando UFOs em Manzano? Ou os UFOs estavam visitando Manzano? Ou armas SDI top secretas estavam sendo testadas em Manzano?

Uma coisa é certa. Quase tão logo começou o relacionamento entre Richard C. Doty e William L. Moore, cópias de supostos documentos clasificados do governo a respeito de UFOs repentinamente começaram a aparecer, como devemos ver na parte seguinte desta série:

O Falcão e o Trabalho na Neve, Parte 2

Ato I:

Em 1972,segundo o livro de Timothy Good, ‘Alien Contact’, os produtores de filmes Robert Emenegger e Allan Sandler foram abordados por oficiais da força aérea para fazerem um documentário sobre UFOs. A Força Aérea, parecia, agora estava pronta para revelar a verdade, pronta para abrir as portas do “Hangar 18” e da “sala azul”.

Os dois produtores foram, segundo eles, convidados ao Pentágono, onde eles se encontraram com os Coronéis da força aérea William Coleman e George Weinbrenner, que mostraram a eles filmes e fotos de aliens gray, inclusive um que eles disseram ter sobrevivido a um acidente e viveu por três anos.

Então, em 1973, Emenegger e Sadler foram convidados a base da força aérea de Norton, Califórnia, onde eles se encontraram com o chefe do AFOSI e Paul Shartle, ex chefe de segurança e chefe do programa audiovisual da base de Norton. Neste encontro, foi dito a eles que o filme existia de um pouso de um UFO em abril de 1964 na base da força aérea de Holloman, Alamogordo, Novo México. Quando a nave pousou, três aliens com olhos como os gato desceram e se comunicaram com o comandante da base e dois cientistas ao usar algum tipo de tradutor. Foi prometido a Emenegger e Sadker o uso deste filme para o documentário deles, mas a oferta foi retirada um pouco tempo depois.

Quando entrevistado em 1988, Paul Shartle diria que a força aérea teria dito a ele que o filme era uma ‘filmagem teatral” que tinha sido comprada para fazer um filme de treinamento.

Em uma entrevista telefônica com Phil Klass, Richard Doty supostamente disse que sua família estava na base da força aérea de Holloman em abril de 1964, presumidamente porque seu pai, Edward Doty, estava estacionado lá.

Ato II:

Em 09 de fevereiro de 1978, um documento curioso, uma aparente cópia em carbono de um documento oficial de relato de incidente da força aérea, chegou ao escritório do The National Enquirer em Lantana, Flórida. Acompanhando o documento estava uma carta não assinada datada de 29 de janeiro.

O relato e a carta descreviam um encontro estreito com um alien que supostamente aconteceu na base da força aérea de Ellsworth em Dakota do Sul em 16 de novembro de 1977.

Embora os nomes mencionados no relato fossem nomes reais de pessoas em dever ativo em Ellsworth, até mesmo o The National Enquirer pensou que o relato era uma farsa. Eles disseram:

“Encontramos mais de vinte discrepâncias e erros no relato – nomes errados, números, ocupações, layouts físicos e assim por diante. Se o alerta da opção de segurança mencionado no relato tivesse acontecido, isto teria envolvido todo o pessoal da segurança na base e todo mundo em Rapid City (População mais de 45.000 pessoas) teria sabido sobre isto.”

Segundo os supostos papéis de dispensa da força aérea de Doty, ele esteve estacionado em Ellsworth de 1976 a 1978. Segundo o livro de Jacques Vallee, ‘Revelations’, William Moore afirmou que Doty admitiu a ele ter falsificado o documento de Ellsworth. Contudo, supostamente há um relato do Inspetor Geral sobre este incidente que afirma que o perpetrador não foi Doty, mas alguém mais.

Ato III

Segundo o livro de Howard Blum, ‘Out There’, William Moore primeiro se tornou interessado em UFOs quando era adolescente, depois de ler sobre o acidente em Aztec no livro de Frank Scully, ‘Behind the Flying Saucers’. Ele se uniu a NICAP enquanto estava na faculdade na Universidade Thiel em Pennsylvania nos anos 60, e permaneceu como membro depois de começar sua carreira de professor em New York.

Nos anos 70, Bill Moore co-autorou The Philadelphia Experiment com Charles Berlitz. O livro se tornou um sucesso [um best-seller], e em 1979, Moore decidiu deixar seu emprego de professor em Minnesota e tentar se dedicar a escrever em tempo integral, sob seu assunto preferido, UFOs.

No Arizona, ele se uniu a APRO dos Lorenzen baseado em Tucson e logo se tornou um de seus diretores. Ele estava passando a maioria de seu tempo pesquisando eventos que tinham ocorrido em 1947 na vizinha Novo México para um outro livro que ele estava escrevendo com Berlitz, The Roswell Incident. Também auxiliando com este livro estava o muito conhecido ufologista Stanton Friedman. O livro foi publicado em 1980 e também foi um best-seller. Depois deste livro, Moore rompeu com Berlitz e ele e Friedman se associaram para continuar investigando o caso de Roswell por vários anos.

Depois que o livro se tornou popular, Moore apareceu em vários shows de entrevista no rádio sobre Roswell e UFOs. Ele relata que duas vezes, depois de aparecimentos no rádio no mês de setembro de 1980, ele recebeu telefonemas de alguém que disse apenas, ‘você é a única pessoa que tenho ouvido que parece estar no caminho certo”. O segundo telefonador sugeriu que eles se encontrassem. Moore dirigiu-se a uma cafeteria em Albuquerque e se encontrou, pela primeira vez, com o indivíduo que ele chama de Falcão.

O Falcão, que Moore disse que era um indivíduo altamente colocado na comunidade de inteligência que afirmava estar diretamente ligado a um projeto de alto nível do governo lidando com UFOs, se encontrou com Moore várias vezes durante um período de meses e então ofereceu a ele um acordo: ele e o grupo que ele representava ajudariam Moore em sua busca pela verdade sobre os UFOs se Moore consentisse em ajuda-los a alimentar a desinformação para, e por relatar a eles sobre… Paul Bennewitz! Segundo Moore, seu contacto durante isto não era para ser com o próprio Falcão, mas sim… com Richard C. Doty!

Moore alegadamente funcionava como algo de um “agente triplo” por aproximaadamente quatro anos, Ele era amigo de Paul Bennewitz enquanto relatava suas atividades tanto a APRO quanto a Doty, e alimentava Bennewitz com desinformação de Doty e/ou do Falcão. Moore mais tarde disse qur continuou com esta oferta porque ele a viu como sua única chance de obter informação interna sobre as atividades governamentais quanto aos UFOs.

O Falcão e o Trabalho na Neve, Parte 3

Arenque vermelho… Um arenque que é curado por fumaça fica vermelho. Ele também tem um odor estranho, e os cães de caça eram frequentemente treinados a seguir um odor por meio de um arenque vermelho que tinha sido arrastado ao longo do solo. Por outro lado da moeda, as pessoas que se opõem a caça da raposa, algumas vezes arrastam um arenque vermelho atravessando o caminho da raposa. Os cães desistem da raposa e seguem o cheiro do salmão. – (The Dictionary of Cliches by James Rogers)

Ato IV

Em fevereiro de 1981, segundo o livro de Curtis Peebles, ‘Watch the Skies’, Richard C. Doty deu a Bill Moore uma cópia de um documento em teletipo classificado que falava da secreta investigação do governo sobre os UFOs, de um projeto Aquarius e de algo chamado MJ-12. Esta foi a primeira menção conhecida a estes dois termos.

No ano seguinte, Moore e um antigo repórter do National Enquirer chamado Robert Pratt discutiram escrever uma novela sobre as aventuras de um oficial da inteligência da força aérea e chamar a isto Projeto Aquarius. Segundo Peebles, a novela foi realmente acabada mas nunca foi publicada.

Na primavera de 1982, uma estação de TV, a KPIX em San Francisco, contratou Moore como um consultor para um especial sobre UFOs. Moore, que agora estava vivendo em Los Angeles, foi auxiliado por seus amigos, Jaime Shandera, um produtor de televisão, e Stanton Friedman, o ufologista. Moore deu uma cópia do teletipo sobre Aquarius a KPIX, e eles pediram a força aérea para verificar sua autenticidade. Foi dito a KPIX pelo AFOSI que o documento era uma falsificação, que ele tinha várias falhas que o identificavam como tal. Moore, segundo Peebles, admitiu que ele tinha redigitado o documento e tinha acrescentado um “selo de data de aparência oficial”

Moore arranjou um encontro com Doty que incluiu Ron Lakis do KPIX e Peter Gersten, um advogado especializado em solicitações de documentos UFO sob o FOIA. Doty alegadamente disse a eles que ele tinha estado investigando UFOs por vários anos para o AFOSI e que ele tinha acesso a documentos top secretos relacionados a UFOs. Doty também alegadamente disse a eles sobre os tratados secretos como os aliens e que o Projeto Aquarius envolveu contactos com aliens. Ele relatadamente disse que sabia de três acidentes com UFOs que tinham sido recuperados e que corpos aliens estavam sob a posse do governo. Ele também mencionou que o governo praticava a desinformação e estava condicionando o público a aceitar os aliens.

Ato V

Na primavera de 1983, segundo Timothy Good em Alien Contact, William Moore recebeu um telefonema de alguém que disse que ele teria permissão para ver alguma informação importante se ele acompanhasse as instruções que lhes foram dadas. As instruções envolviam voar de um aeroporto a outro, obtendo instruções telefonicas para o próximo destino em cada parada, até finalmente chegar a um motel no norte do Estado de New York. A um certo tempo, um indivíduo chegou ao quarto do motel com um envelope contendo onze páginas. Foi dito a Moore:

“Você tem exatamente 19 minutos. Faça o que quiser com este material durante este tempo, mas no fim deste tempo, devo ter isto de volta. Depois disso, você estará livre para fazer o que quiser.”

As onze páginas eram algo chamado um documento ORCON top secreto intitulado Instruções Executivas. Assunto: Projeto Aquarius, datado de 14 de junho de 1977. Moore tinha permissão para fotografar os documentos e ler seus conteúdos para um gravador.

Os documentos detalhavam a recuperação de uma nave alienígena acidentada e um alien vivo em 1949, e a reuperação de uma nave alien completamente funcional em Utah em 1958. Ele detalhava vários “projetos” envolvidos com aliens e UFOs:

1. Projeto Bando: Estudos médicos de corpos aliens recuperados de acidentes e de um alien vivo resgatado de um acidente em 1949 no Novo México.
2. Projeto Sigma: Um projeto para estabelecer comunicações com os aliens.
3. Projeto Snowbird: O teste e vôo de uma nave alienígena recuperada.
4. Projeto Pounce: Um projeto de avaliação completa.

Note as similaridades deste documento com aquele mostrado a Linda Moulton Howe no próximo ato.

Ato VI

Em abril de 1983, Linda Moulton Howe, que tinha produzido um excelente documentário sobre mutilações de gado chamado ‘Strange Harvest’, estava trabalhando em um novo script sobre UFOs para a HBO. No anoitecer antes de seu encontro com o pessoal da HBO, Howe foi jantar com um advogado chamado Peter Gersten. Gersten disse a Howe que ele tinha se encontrado com Richard C. Doty, um agente do AFOSI na base da força aérea de Kirtland, e talvez Doty fosse voluntário para falar diante da câmera ou em alguma outra capacidade útil sobre um incidente UFO que supostamente havia ocorrido na base da força aérea de Ellsworth em Dakota no Sul em 1978. Gersten ofereceu-se para telefonar para ele e perguntar se ele estava disposto a se encontrar com Howe.

Arranjos foram feitos para que Howe voasse a Albuquerque em 9 de abril, onde Doty encontraria com ela no aeroporto. Doty não estava lá quando ela chegou, mas ele mais tarde a pegou na casa de Jerry Miller. Miller, um antigo investigador do Projeto Bluebook, era conhecido de Doty.

No caminho da casa de Miller para Kirtland, Howe perguntou a Doty, cujos modos ela disse estarem desafiadores e nervosos, se ele sabia alguma coisa sobre o pouso de Holloman. Doty relatadamente disse que isto aconteceu em 25 de abril de 1964, apenas 12 horas depois do famoso avistamento relatado pelo policial Lonnie Zamora em Socorro, Novo México. Pessoal militar e científico na base sabia que o pouso esta vindo, mas “alguém explodiu o tempo e as coordenadas” e uma “avançada nave de escolta militar” tinham chegado no tempo e lugar errado, e foi vista por Zamora.

Segundo Howe, quando eles chegaram a Kirtland, Doty levou-a a um pequeno escritório onde lhe mostrou um envelope marrom e disse: “meus superiores pediram-me que lhe mostrasse isto”. Ele retirou várias folhas de papel branco do envelope. Na medida em que ele as passava a Howe, ele a avisou que ela não podia copia-las; tudo que ela podia fazer era lê-las e fazer perguntas.

O documento era intitulado Papel de Instrução para o Presidente dos EUA. Ele descrevia quedas de UFO, corpos alien, e um alien que sobreviveu a um dos acidentes. O papel listava vários projetos UFO do governo:

Projeto Garnet: uma investigação da evolução humana.
Projeto Sigma: esforços para se comunicar com aliens.
Projeto Snowbird: Pesquisa e Desenvolvimento da tecnologia alien recuperada dos UFOs acidentados.
Projeto Aquarius: O programa que abriga o contacto alien.

Doty alegadamente disse a Howe que lhe seria dado vários milhares de pés de filme retirados de aliens, inclusive do pouso da base da força aérea de Holloman em 1964. Os filmes nunca se materializaram.

Howe diz que Doty também prometeu a ela uma entrevista com um Coronel que tinha se tornado amigo de um alien que sobreviveu a um acidente e viveu por três anos. A oferta nunca se materializou já que a entrevista foi seguidamente marcada e cancelada. A HBO disse a Howe que ela teria que ter toda a evidência em sua posse antes que eles autorizassem qualquer custeio. Doty finalmente disse a Howe que o projeto tinha acabado e o contrato de Howe com a HBO expirou.

Doty mais tarde negaria tudo isto, embora Howe tenha feito uma declaração juramentada que tudo isto ocorreu. Doty é dito ter sido aprovado no exame do polígrafo que apoiava sua versão da entrevista.

Ato VII

No livro de Jacques Vallee, ‘Revelations’, ele conta como, em 1985, Robert Emenegger foi abordado novamente pelo Coronel William Coleman, que agora estava aposentado e vivendo na Flórida, com ainda uma outra oferta. Se Emenegger pudesse convencer Allen Hynek e Vallee a se envolverem, então o governo liberaria a evidência “final” dos UFOs. Emenegger estava convecido que a oferta estava no nível, particularmente depois de um encontro com o General Glenn E, Miller, vice-diretor da Agência Audiovisual de Defesa (DAVA), mas Hynek e Vallee procederam cautelosamente.

Hynek foi convidado a base da força aérea de Norton na Califórnia para se encontrar com o General Miller e seu chefe, o diretor do DAVA, o General Robert Scott. Vallee foi mais tarde convidado a Norton também. Eles foram embora sem qualquer nova informação, apenas pistas e a impressão que eles tinham estado falando a dois contactados UFO de olhos selvagens mu

ito mais do que a dois oficiais da força aérea. Vallee ainda se intriga sobre o propósito destes encontros. Foram uma tentativa de avaliar o quanto sabiam Hynek e Vallee? Eram passos adiante na tentativa de desacreditar estes dois nomes principais da ufologia? Ou eram um jogo de azar aberto para injetar mais desinformação no campo? Enquanto isso, Moore, Shandera e Friedman estavam estudando os documentos de MJ-12….

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