O caso do antrax e os cientistas

Aumentada a Preocupação sobre as Mortes Suspeitas de 24 bio-cientistas

O ‘Suicídio’ de Bruce Ivins faz dele o 24o. especialista em bio-terrorismo que tem morrido nos últimos sete anos.

de Victor Thorn

Durante os últimos sete anos, mais de duas dúzias dos melhores microbiologistas mundiais – todos os quais estavam concentrados no combate ao bio-terrorismo – tem morrido sob condições questionáveis.

Um foi esfaqueado com uma espada, um outro atirado sob um carro, enquanto um terceiro foi atacado na cabeça até a morte. Um cientista foi encontrado com repetidas feridas por espada no peito; um outro empurrado para debaixo de uma cadeira, nu da cintura para baixo; um outro pereceu em uma cabine pressurisada cheia de nitrogênio; um outro foi assaltado no carro com as chaves ainda na ignição e um tanque cheio de gasolina. Nenhum destes homens morreu de causas naturais. Suas mortes foram deliberadas e estão enviando uma mensagem clara aos especialistas em vírus, imunologistas, entomologistas e aqueles que pesquisam armamento biológico; suas vidas estão em grave perigo.

A casualidade mais recente foi o pioneiro da bio-defesa Bruce Ivins, que foi relatado ter cometido suicídio em 29 de julho no Hospital Memorial Frederick por uma overdose de Tylenol. (Como ele obteve pílulas suficientes para se matar, ainda é uma questão em aberto). Ivins tinha ligações diretas com o caso do  antrax de 2001; primeiro via seu potencial desenvolvimento de uma vacina para combater a toxina, e secundariamente como um receptor em 2003 da Decoração de Serviço Excepcional, a mais prestigiada recompensa que um cientista civil pode receber. Ivins tamém auxiliou o governo em sua investigação do pânico do antrax.

Aqueles mais próximos a Ivins estão publicamente céticos com a história do suicídio, ressaltando que ele era um voluntário da Cruz Vermelha, tocava teclado em sua igreja local, apreciava jardinagem e era casado  tendo dois filhos. Por outro lado, para pintar a imagem mais horrível possível, um trabalhador social afiliado ao FBI chamado Jean Duley afirmou que Ivins era, na realidade, um sociopata, um assassino vingativo e homicida que queria matar seus colegas em uma explosão de glória depois de descobrir que ele era o alvo de uma investigação do Departamento de Justiça sobre o caso do antrax.

Este testemunho é questionável em um número de níveis diferentes. As amostras de cabelo humano de uma caixa de correio em Princeton, N.J.  onde o antrax foi enviado não combinam com Ivins, disseram as fontes envolvidas. Por 18 anos, Ivins manteve uma das mais altas credenciais de segurança possíveis no Departamento de Defesa. Como perguntou o jornalista Scott Creighton, “Como todos estes psicólogos e psiquiatras graduados e educados perderam este intento criminoso que um trabalhador social (Jean Duley) captou em uma única sessão de grupo?”

Se Ivins exibisse tais tendências homicidas, isto não teria sido identificado ao menos uma vez em quase duas décadas, especialmente já que ele trabalhava em Fort Detrick, lar do Instituto de Pesquisa Médica para Doenças Infecciosas do Exército dos EUA, em uma das instalações mais guardadas no país?

Ivins é a segunda vítima de uma caça às bruxas do governo que começou com a perseguição combinada do Dr. Steven Hatfill,  cuja carreira e reputação foram irreparavelmente destruídas antes de receber um acordo de 5.8 milhões dos federais. Muito convenientemente, menos de um mês depois que o governo recompensou Hatfill em seu julgamento – com o caso do antrax aparentemente parado e não indo a lugar algum  porque eles buscaram  o homem errado por anos -, de repente a overdose de Bruce Ivins e todo o assunto é subitamente resolvido.

Ninguém mais tem que se preocupar com as cartas contendo antrax como aquelas recebidas por Tom Brokaw e o antigo Sen. Tom Daschle. Mas será que o real culpado tem sido identificado ou existe alguém mais sendo protegido de um processo?

A resposta pode estar com o Dr. Philip M. Zack, um microbiologista que tem alegadamente tentado enquadrar um colega árabe, o Dr. Ayaad Asaad, pelo pânico do antrax.

Zack, por sua vez, é judeu, e foi despedido de seu posto em Fort Detrick por perseguir continuamente o Dr. Asaad de modo extremamente discriminatório, por ele ser árabe.

Visitas continuadas ao laboratório top secreto depois de sua demissão foram registradas por câmeras de segurança. Ele foi filmado entrando em Fort Detrick em numerosas ocasiões. O indivíduo que ilegalmente o deixou entrar foi a Dra. Marian K. Rippy, também judia. Além disso, Zack era bem relacionado com o antrax de grau militar, o mesmo tipo que foi usado nos pacotes postais de 2001.

Evidência posterior implicando o governo foram os testes de DNA ligando as fontes dos esporos originais [que sao muito raros] a Fort Detrick. Zack novamente se torna o primeiro suspeito porque o pânico do antrax ocorreu pouco depois de 11 de setembro, um tempo quando os neo-conservadores e Israel estavam para começar sua “guerra ao terror”.  Zack era conhecido como um raivoso odiador de árabes e as cartas anexas a cada amostra de antrax tinam uma retórica anti-semita que pretendia implicar os árabes. (“Morte a Israel, Alá é Grande”).

Foi a inteira histeria do antrax motivada para lançar suspeita sobre os muçulmanos para justificar o desejo dos neo-conservadores de uma guerra no Oriente Médio? Será que o pânico do antrax foi um parente das armas de destruição em massa de Saddam Hussein, uma outa tática para empurrar o povo americano para a invasão do Iraque? Steven Hatfill e Bruce Ivins foram bodes expiatórios usados pelo governo para desviar a atenção do envolvimento do Dr. Zack?

Finalmente, muitos dos principais microbiologistas mundiais estão sendo assassinados para minimizar os esforços para conter os efeitos de um futuro ataque bio-terrorista? Quem pensaria que trabalhadores de laboratório inteligentes e isolados estivessem na mais mortal profissão mundial de colarinho branco?

Dr. Bruce Ivins era um cientista tímido e dedicado. Depois de sua morte, ele tem sido caracterizado como um louco usando uma roupa a prova de balas que envenou suas vítimas via o meio mais mortal de terrorismo biológico do país.

Mas se o pânico do antrax foi simplesmente uma ourta operação psiquica dos neo-conservadores/MOSSAD, as implicações para um acobertamento são enormes. Muitos dos colegas e amigos do Dr. Ivins não acreditam nas afirmações que ele era um assassino e sentem que o “suicídio” dele foi o resultado de uma perseguiçao incansável e pesada por oficiais do governo. O especialista em doenças W. Russell Byrne  o caracterizou como “olhar para um camarada que estava sendo levado para sua execução”.

Tem um outro número apenas sido acrescentado à misteriosa contagem dos cadáveres de microbiologistas?

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Published in: on agosto 26, 2008 at 3:48 pm  Deixe um comentário  
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