Gripe Espanhola, Gripe Aviária e AIDS

Gripe Espanhola, Gripe Aviária e AIDS

Bactéria (Não um Virus) Causou a maioria das mortes na Grande Gripe Pandêmica de 1918

de Lawrence Broxmeyer MD
e Alan Cantwell MD

22 de agosto de 2008

Por quase um quarto de século a instituição da AIDS tem trompeteado em nossas cabeças que o vírus HIV é a única causa da AIDS, uma epidemia que já matou mais de 25 milhões de pessoas mundialmente, desde 1981. A pesquisa da AIDS é inteiramente consumida com o desenvolvimento e a venda de caras drogas “anti-virais” que poucas pessoas podem pagar.

Ums poucos pesquisadores aventureiros tem sugerido que há mais na AIDS que simplesmente um vírus. Alguma pesquisa, a maioria dela totalmente ignorada, aponta uma bactéria [também uma bactéria como o micoplasma] como um co-fator importante e necessário para o desenvolvimento do HIV na plena doença da AIDS. Segundo um website, 2.543 cientistas e educadores tem expressado dúvidas que o HIV cause a AIDS.

Não obstante, o mantra que “o HIV é a única causa da AIDS” seja tão bem conhecido e aceito universalmente, é a isso que se deve que qualquer sugestão ao contrário geralmente encontre o desdém da instituição da AIDS. Um exemplo notável deste desdém foi fornecido pelo importante pesquisador retroviral David Ho, M.D., o Homem do Ano em 1996 da revista TIME, quando ele famosamente declarou aos detratores” “Isto é o vírus, estúpido!”

A despeito dessa falta de interesse na bactéria como causa da AIDS, há evidência publicada em revistas científicas médicas que uma bactéria como a da Tuberculose de fato esteja implicada como o agente primário da AIDS. Esta pesquisa continua a ser condenada ou ignorada.

Anexo abaixo  está um sumário de um trabalho recentemente publicado por Broxmeyer e Cantwell (e algumas referências adicionais) que sugerem fortemente que existe mais na AIDS do que aquilo que é dito.
Se possível, passe esta postagem a outros interessados. Para mais informação sobre o papel da bactéria na AIDS, por favor pesquise no Google: AIDS + acid-fast bacteria.

Med Hypotheses. 6 de agosto de 2008. [Epub ahead of print]? Links AIDS: “It’s the bacteria, stupid!”

Broxmeyer L, Cantwell A. C/o Med-America Research, 208-11 Estates Drive, Bayside, NY 11360, USA.

As infecções micobacterianas tuberculosas ácido-rápidas são comuns na AIDS e são vistas como infecções oportunistas secundárias. Segundo o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas [NIAID], em “a Tuberculose Genital, Uma Doença Esquecida?”, a Tuberculose Pulmonar é a mais atribuível causa de morte nos pacientes de AIDS. Poderia tal bactéria desempenhar um papel primário ou causal na AIDS? Certamente. Na filtração dos testes para o HIV, há frequente [acima de 70%] reatividade cruzada, entre as proteínas GAG e POL do HIV e pacientes com infecções micobacterianas tais como a Tuberculose. Por 1972, cinco anos antes dos gays começarem a morrer nos EUA, Rolland escreveu “Tuberculose Genital, uma Doença Esquecida?” E ironicamente, em 1979, na véspera do reconhecimento da AIDS, Gondzik e Jasiewicz mostraram que até mesmo no laboratório, as cobaias macho infectadas genitalmente pelos tubérculos podiam infectar fêmeas sadias, embora o sêmen deles por uma proporção compativel de 1 entre 6, ou 17% os fizessem advertir seus pacientes que não somente a tuberculose era uma doença sexualmente transmissível mas também sobre a necessidade da aplicação de contraceptivos apropriados, tais como camisinhas, para evitar a contaminação. A solução de Gondzik e a data de publicação são assustadoras; suas descobertas significativas. Desde 1982, Cantwell et al descobriram as bactérias ácido-rápidas estreitamente relacionadas a TUBERCULOSE  e a tuberculose atípica no tecido da AIDS. Por outro lado o biologista molecular e virologista Duesberg, que originalmente definiu a ultraestrutura retroviral, tem deixado claro que o HIV não é a causa da AIDS e que o chamado retrovirus da AIDS nunca tem sido isolado em um estado puro. O Dr. Etienne de Harven, o primeiro a examinar os retrovirus sob o microscópio eletrônico, concorda. Em 1993, o co-descobridor do HIV, Luc Montagnier relatou sobre a bactéria de deficiente parede celular (CWD), que ele chamou de ‘micoplasma” no tecido da AIDS. Ele suspeitou que estes micoplasmas fossem um co-fator necessário para a AIDS. Importantemente, Montagnier permaneceu silencioso sobre os relatórios de Cantwell da bactéria ácido-rápida que podia simular o micoplasma no tecido da AIDS. Mattman deixa claro que a diferenciação entre o micoplasma e a bactéria CWD é difícil, na melhor das hipóteses, e cita o estudo de 1985 de Pachas onde um micoplasma foi realmente confundido por uma forma CWD de uma bactéria estreitamente relacionada com a micobactéria. É importante entender que a declaração que “O HIV é a única causa da AIDS” é apenas uma hipótese. Há perguntas não respondidas e controvérsia relativa ao papel do HIV “como única causa da AIDS”. E até que elas sejam resolvidas, uma cura não é possível.

Este trabalho explora o possível papel da micobactéria tuberculosa ácido-rápida como “agente primário” da AIDS. PMID: 18691828 [PubMed – como fornecido pelo publicante]

Uma divulgação de imprensa publicada em 19 de agosto de 2008, pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas  (NIAID), contém um achado e uma conclusão impressionantes: As 20 a 40 milhões de mortes mundiais da grande epidemia mundial de gripe de 1918 [a Gripe Espanhola] não foram devidas a um vírus, mas a uma pneumonia causada por uma maciça infecção bacteriana dos pulmões enfraquecidos pelo virus da gripe (O completo relatório do  NIAID está anexo no fim deste relatório).

A pesquisa de Lawrence Broxmeyer primeiro proclamou que a pandemia de 1918 foi devida a uma bactéria, particularmente formas mutantes de bactéria tuberculosa de aves domésticas, bovinos e humanos. Em 2006, em uma revista científica de medicina publicada em Medical Hypothesis de Elsevier , ele escreveu: “Influenza é a palavra italiana para “influência”, do latim  influentia. Ela foi usada para dizer que a doença foi causada por uma má influência dos céus. A influenza foi chamada um vírus por muito tempo, muito antes de ser provado ser um”.  Elsevier é um maior publicante médico e ele também publica o The Lancet.

Em 2005, um artigo no “New England Journal of Medicine” estimou que a recorrência da epidemia de 1918 da influenza pode matar entre 180 milhões e 360 milhões de pessoas mundialmente. Uma grande parte da histeria da gripe aviária recente é estimulada por uma desconfiança entre as comunidades leiga e científica a respeito do real estado do nosso conhecimento a respeito da Gripe Aviária [ou H5N1] e a assassina pandemia da Gripe Espanhola de 1918, a qual é comparada. E esta desconfiança não é completamente infundada. Tradicionalmente, gripe não mata. Os especialistas, incluindo Peter Palese da Escola de Mecicina Mount em Manhattan, nos lembra que até mesmo em 1992, milhões na China ainda tinham anticorpos para a H5N1, significando que eles a contrairam e que seus sistemas imunológicos tiveram poucos problemas para combate-la.

Em 2000 o Dr. Andrew Noymer e Michel Garenne, demógrafos da Universidade da Califórnia Berkeley, relataram estatísticas convincentes mostrando que a tuberculose não detectada pode ter sido o real assassino na epidemia de Gripe Espanhola de 1918. Conscientes das recentes tentativas de isolar o “virus da Influenza” de cadáveres humanos e seus espécimens, Noymer e Garenne concluiram que: “Frustrantemente, estas descobertas não tem respondido a pergunta de porque o virus de 1918 foi tão virulento, nem eles oferecem uma explicação para o perfil não usual etário das mortes”. A Gripe Aviária certamente seria diagnosticada hoje nos hospitais como Síndrome da Insuficiência Respiratória Aguda de Origem Desconhecida (ARDS). Roger e outros favorecem a suspeita de tuberculose em todos os casos de insuficiência respiratória aguda de origem desconhecida. E as mesmas técnicas usadas por Burnett em isolar a influenza do saco alontóico dos embriões de galinha é também um meio ideal de cultura para a Tuberculose e a micobacteria.

Por 1918, deve ser dito, até onde diga respeito a tuberculose, que o mundo era uma esponja supersaturada pronta a se incendiar e que entre suas partes mais vulneráveis estava o Meio Oeste, onde a epidemia começou. É teorizado que a letal epidemia dos porcos que começou no Kansas, exatamente antes dos primeiros surtos humanos, foi uma doença de tuberculose aviária e humana geneticamente combinada pelo intercâmbio de micobacteriófagos, com o porco suscetivel a ambos, como seu meio de cultura viva involuntária. Quais são as implicações de confundir um virus tal como o da Influenza A com uma doença causada por uma bactéria tipo tuberculose? Seria desastroso, com tratamento inútil e armazenagens preventivas. A necessidade óbvia de investigação posterior está presentemente iminente e pressionando.

Ao comentar sobre o novo relatório do NIAID, Broxmeyer escreve que eufemismos como “pneumonia”, “bronquite’, “doença do peito”, “a gripe” etc tem estado conosco desde tempos imemoriais para descrever o envolvimento da tuberculose. Isto foi notado em 1944 no teste clássico do patologista Arnold Rich, “A Patogênese da Tuberculose.” Também é bem conhecido que a infecção secundária bacteriana nos casos de Tuberculose são comuns.

O médico pioneiro em tuberculose Sir John Crofton (1912-   ) estava convencido que a bactéria  (não virus) na forma de Haemophillus Influenza eram a raiz da grande pandemia de 1918. Ele afirmou que foi a bactéria (não virus), que iniciou de epidemia de 1918. O próprio Haemophillus é um pequeno bacilo e foi descoberto por Richard Pfieffer no laboratório de Koch (o médico que descobriu a causa micobacteriana da tuberculose). Durante a pandemia, um terço dos pacientes que tinham Haemophillus influenza foram descobertos também terem tuberculose e muitos outros casos ficaram não diagnosticados.

Broxmeyer nunca foi capaz de provar uma ligação direta entre o H. influenza e a micobactéria que causa a tuberculose, mas ele continua a especular que a tuberculose seja um grande fator em muitas mortes na pandemia, especialmente porque é bem conhecido que as infecções secundárias bacterianas, sejam elas do  Haemophillus influenza ou qualquer outra bactéria comum, podem também criar pneumonia em pulmões infectados pela tuberculose.

Seja qual for a ligação entre a bactéria da tuberculose e a bactéria da influenza e uma epidemia de gripe causada por um virus, o novo relatório do NIAID é um lembrete que as epidemias e pandemias são processos complexos de doença que não devem ser assumidos serem simplesmente devidos a um virus de grande ferocidade.

Referência: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16806732?ordinalpos=2&itool=EntrezSystem
2.PEntrez.Pubmed.Pubmed_ResultsPanel.Pubmed_RVDocSum>Broxmeyer L. Bird flu, influenza and 1918: The case for mutant Avian tuberculosis. Med Hypotheses. 2006;67(5):1006-15. Epub 2006 Jun 27.

NIAID Para Divulgação Imediata – terça-feira, 19 de agosto de 2008

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Pneumonia Bacteriana Causou Mais Mortes na Influenza de 1918
Implicações Pandêmicas para Planejamento de Futura Pandemia.

A maioria das mortes durante a pandemia de influenza de 1918-1919 não foi causado pelo vírus da influenza agindo sozinho, relatam os pesquisadores do NIAID, parte dos Institutos Nacionais de Saúde. Ao invés, a maioria das vítimas sucumbiu a uma pneumonia bacteriana que seguiu a infecção pelo virus da influenza. A pneumonia foi causada quando a bactéria que normalmente habita no nariz e na garganta invadiu os pulmões ao longo de um caminho criado quando o vírus destruiu as células do revestimento interno dos tubos brônquicos e pulmões.

Uma futura pandemia de influenza pode se desenvolver dessa maneira, disseram os autores do NIAID, cujo trabalho da publicação de 1o. de outubro do “The Journal of Infectious Diseases” agora está disponível   online. Portanto, concluem os autores, preparações compreensivas pandêmicas devem incluir não apenas esforços para produzir novas e melhoradas vacinas contra a influenza e drogas antivirais mas também provisões de armazenamento de antibióticos e vacinas antibacterianas também.

O trabalho apresenta linhas complementares de evidência de campos de patologia e história da medicina para apoiar esta conclusão. ´”O peso da evidência que examinamos das análises históricas e modernas  da pandemia de influenza de 1918 favorece um cenário no qual o dano viral seguido de pneumonia bacteriana levou a vasta maioria das mortes”, diz o co-autor e diretor do NIAID Anthony S. Fauci, M.D. “Em essência, o virus estabeleceu a primeira explosão enquanto que a bacteria enviou o soco nocaute.”

O co-autor e patologista do NIAID Jeffery Taubenberger, M.D., Ph.D., examinou amostras de tecido pulmonar de 58 soldados que morreram de influenza em várias bases militares americanas em 1918 e 1919. As amostras, preservadas em blocos de parafina, foram recortadas e coloridas para permitir avaliação microscópica. O exame revelou um espectro de dano tecidual “variando de mudanças características de pneumonia viral primária e a evidência de reparação do tecido até a evidência de pneumonia bacteriana segundária aguda e severa,” diz o Dr. Taubenberger. Na maioria dos casos, ele acrescenta, a doença predominante ao tempo da morte pareceu ter sido a pneumonia bacteriana. Havia evidência que o virus destruiu as células do revestimento interno dos tubos bronquicos, inclusive das células com projeções de pelo protetor, ou cília. Esta perda fez outros tipos de células pelo inteiro trato respiratório – incluindo células profundas nos pulmões  – vulneráveis ao ataque por bactéria que migrou para baixo do caminho recentemente criado do nariz e garganta.

Em uma busca pela obtenção de todas as publicações científicas que relatam a patologia e a bacteriologia da pandemia de influenza de 1918, o Dr. Taubenberger e o co-autor do NIAID David Morens, M.D., pesquisaram fontes bibliográficas de trabalhos em qualquer língua. Eles também revisaram revistas científicas e médicas publicadas em inglês, francês e alemão e localizaram todos os trabalhos que relatavam autópsias em vítimas da influenza. De um conjunto de mais de 2.000 publicações que apareceram entre 1919 e 1929, os pesquisadores identificaram 118 relatos chave de séries de autópsia. No total a série de autópsias que eles revisaram representou as autópsias de 8.398 indivíduos realizadas em 15 países.

Os relatórios publicados “clara e consistentemente implicaram a peneumonia baceriana secundária causada pela flora comum do trato respiratório superior na maioria das mortes da influenza,” diz o  Dr. Morens. Os patologistas daquele tempo, ele acrescenta, eram quase unânimes na convicção que as mortes não foram causadas diretamente pelo então não identificado virus da influenza, mas muito mais resultaram de severa pneumonia secundaria causada por várias bactérias. Ausente a infecção secundária bacteriana, muitos pacientes podem ter sobrevivido, acreditavam os especialistas daquele tempo. De fato, a disponibilidade de antibióticos durante outras epidemias de influenza do século XX, especificamente aquelas de 1957 e 1968, foi provavelmente o fator chave no número inferior de mortes mundiais durante estes surtos, ressalta o  Dr. Morens.

A causa e a cronometragem da próxima pandemia de influenza não pode ser prevista com certeza, os autores reconhecem, nem o podem ser a virulência da descendência do virus da influenza que se torne pandêmica. Contudo, é possível que – como em 1918 – um padrão similar de dano viral seguido de invasão bacteriana possa se desdobrar, dizem os autores. As preparações para o diagnóstico, tratamento e prevenção da pneumonia bacteriana devem estar entre as mais altas prioridades no planejamento do combate a uma influenza pandêmica, eles escrevem. “Estamos encorajados pelo fato de que os planejadores pandêmicos já estejam considerando e implementando algumas destas ações”, diz o Dr. Fauci.

Visite

NIAID realiza e apoia a pesquisa – no NIH, nos EUA e mundialmente – para estudar as causas de doenças infecciosas e de mediação do sistema imunológico e para desenvolver meios melhores de evitar, diagnosticar e tratar estas doenças. Divulgações de notícia e outros materiais relacionados estão disponíveis no website do NIAID

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Published in: on agosto 31, 2008 at 2:41 pm  Comments (3)  
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3 ComentáriosDeixe um comentário

  1. gostaria de saber a respeito sobre a tuberculose genital masculina, meu nome é alessandro e tenho 33 anos

  2. obriga.eu amo vcs

  3. queria saber o nº dde mortos por causa da gie aviaia


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