Codex Alimentarius

Codex Alimentarius: Controle da População sob o Disfarce da Proteção ao Consumidor.

Dr. Gregory Damato, Ph.D.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

(NaturalNews) Codeath (quero dizer, desculpe-me Codex) Alimentarius, o nome latino para Código dos Alimentos, é uma organização muito mal compreendida que a maioria das pessoas [incluindo aproximadamente quase todos os congressistas americanos] nunca ouviram falar sobre isto, nem se preocuparam em entender a verdadeira realidade desta organização de comércio extremamente poderosa. Do website oficial do Codex o propósito altruista desta comissão é “proteger a saúde dos consumidores e assegurar justas práticas comerciais, e promover a coordenação de todo o trabalho de padronização de alimentos realizado por organizações governamentais internacionais e não governamentais”. O Codex é um empreendimento conjunto [joint venture] regulado pela Organização Agrícola e Alimentar (FAO) e Organização Mundial de Saúde [OMS]

Uma Breve História do Codex

A história do Codex começou em 1893 quando o império austríaco-hungaro decidiu que precisava de um conjunto específico de orientações pelo qual as côrtes julgariam os casos que lidavam com alimentos. Este conjunto regulatório de mandados se tornou conhecido como Codex Alimentarius e foi efetivamente implementado até a queda do império em 1918. A ONU se encontrou em 1962 e decidiu que o Codex devia ser reimplementado mundialmente para proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do custeio do Codex se emana do FAO enquanto o outro terço vem da OMS.

Em 2002, o FAO e a OMS tinham sérias preocupações sobre a direção do Codex e contrataram um consultor externo para determinar sua performance desde 1962 e designar que direção tomar a organização de comércio. O consultor concluiu que o Codex devia ser imediatamente rasgado e eliminado. Este era o tempo no qual a grande indústria entendeu o completo potencial monetário desta organização e exerceu sua poderosa influência. A consequência atualizada foi um relatório suavizado pedindo que o Codex se dirigisse a 20 várias preocupações dentro da organização.

  • Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius tem encobertamente submetido seu papel como uma organização internacional de saúde pública e proteção do consumidor. Sob a proteção da grande indústria, o único  propósito subreptício do novo Codex é aumentar os lucros para as forças destrutivas corporativas globais enquanto controla o mundo por meio dos alimentos. O entendimento implícito da filosofia deles é que se você controla os alimentos, você controla o mundo.

O Codex Agora

O país mais dominante por trás da agenda do Codex é os EUA cujo propósito é beneficiar os interesses multinacionais como as Grandes Industrías Farmacêuticas, as Grandes Indústrias Químicas, os Grandes Agro-negócios e similares. No último encontro em Genebra os EUA recentemente assumiram a presidência do Codex o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade da saúde e continuará a promulgação da desinformação e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (GMOs) e nutrientes enquanto completam a tácita agenda de controle populacional. A razão pela qual os EUA continuam a dominar o Codex é porque os outros países falsamente acreditam que os EUA possuam a mais recente e mais segura tecnologia quando se trata de alimentos e portanto, seja o que for que os EUA peçam, seus aliados (União Européia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malaisia, Indonésia, Japão, Singapura) seguem a adotar quase que todo tempo.

Muitos dos países que desejam participar e querem ter uma voz para expressar as opiniões deles, não tem permissão para comparecerem aos encontros do Codex já que os EUA negam a maioria dos vistos para estes representantes, seja como for que eles se sintam a respeito disso. Muitos destes países [África do Sul, Suazilandia, Quenia, Gana, Egito, Cameron, Sudão e Nigéria] entendem que o Codex tem sido alterado de uma benévola organização alimentar para uma que é fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de que os encontros do Codex sejam mantidos por todo mundo também não é um acidente e permite que os EUA mantenha uma rédea curta sobre a agenda do Codex na medida em que os países menos viáveis economicamente não são capazes de participar.

A Ameaça Real

Enquanto a agenda esotérica da media está ocupada dirigindo os medos nos corações do mundo ao se focalizar no terrorismo, aquecimento global, salmonella, falta de alimentos, as reais ameaças estão clandestinamente se tornando uma realidade. Logo cada coisa que você coloque em sua boca [com a exceção dos remédios, com certeza] serão altamente reguladas pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. Os padrões do Codex são uma completa afronta a liberdade de uma comida e água limpas, ainda que estes regulamentos não tenham ainda um vigor legal internacional. Porque devemos nos preocupar? Este padrões mandatórios logo serão aplicados a cada país que seja membro da Organização Mundial de Comércio [OMC]. Se os países não seguirem estes padrões, então enormes sanções comerciais serão o resultado. Alguns padrões do Codex entrarão em vigor em 31 de dezembro de 2009  e uma vez iniciados serão completamente irrevogáveis; eles incluem:

  • * Todos os nutrientes [vitaminas e minerais] são para serem considerados toxinas/venenos e devem ser removidos de todo alimento porque o Codex proibe o uso de nutrientes “para evitar, tratar ou curar qualquer condição ou doença”.
  • * Toda comida [inclusive orgânica] deve ser irradiada, removendo todos os nutrientes tóxicos das alimentos [a menos que ingeridos localmente e crus].
  • * Os nutrientes permitidos serão limitados a uma Lista Positiva desenvolvida pelo Codex que incluirá tais nutrientes  benéficos como fluoreto [3.8 mg diariamente] desenvolvidos do desperdício ambiental. Todos os outros nutrientes serão proibidos nacionalmente e internacionalmente em todos os países membros do Codex
  • * Todos os nutrientes  (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, Zinco e Magnésio) que tenham qualquer impacto positivo na saúde do corpo serão considerados ilegais sob o Codex e são para serem reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana.
  • * Você não será capaz de obte-los em qualquer lugar no mundo, até mesmo com uma prescrição médica
  • * Todo anúncio sobre nutrição [incluindo escrito online ou em artigos de revistas científicas ou por conselho oral de um amigo, membro da família ou qualquer um] será ilegal. Isto inclui notícias de naturalnews.com sobre vitaminas e minerais e todas as consultas a nutricionistas.
  • * Todo o leite extraído diariamente das vacas deverá ser tratado com o hormonio de crescimento recombinante bovino da Monsanto
  • * Todos os animais usados para alimento serão tratados com potentes antibióticos e hormônios exógenos de crescimento.
  • * A reintrodução de pesticidas orgânicos mortais e carcinogêncos que em 1991, 176 países [incluindo os EUA] tem banido mundialmente, incluindo 7 dos 12 piores da Convenção de Estocolmo sobre Persistentes Pesticidas Organicos ( Hexachlorobenzeno, Toxafeno e Aldrin) serão permitidos retornarem aos alimentos em níveis elevados.
  • * Níveis tóxicos e perigosos de aflotoxina (0.5 ppb) no leite produzido por condições ruins de armazenamento do alimento animal serão permitidos. A aflotoxina é o segundo carcinogeno mais potente [não radioativo] conhecido pelo homem.
  • * O uso obrigatório de hormônios de crescimento e antibióticos em todos os rebanhos alientares, peixes etc.
  • * Implementação mundial de transgênicos não identificados nas plantações, animais, peixes a árvores
  • * Níveis elevados de resíduos de pesticidas e inseticidas que são tóxicos para humanos e animais.

Alguns exemplos de potenciais níveis de segurança permissíveis de nutrientes sob o Codex incluem:

* Niacina – limites superiores de 34 mcg diariamente (as doses eficazes diárias incluem 2000 e 3000 mcgs).

* Vitamina C – limite superior de 65 a 225 mcg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 mcgs).

* Vitamina D – limites superior de 5 µg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 µg).

* Vitamina E – limite superior de  15 IU de alfa tocoferol apenas por dia, até mesmo embora o alfa tocoferol por si só tem implicado no dano celular e é tóxico para o corpo (dose eficaz diária da mistura de tocoferóis incluem 10000 a 12000 IU).

A Porta Está Aberta para o Codex

Em 1995, a Administração de Alimentos e Remédios dos EUA (FDA) criou uma política ilegal declarando que os padrões internacionais  (i.e, Codex) substituiriam as leis dos EUA que governam todos os alimentos até mesmo se estes padrões fossem incompletos. Sobretudo, em 2004 os EUA aprovaram o Acordo de Comércio Livre Central Americano [ilegal sob a lei dos EUA mas legal sob a lei internacional] que exige que os EUA se adequem ao Codex em dezembro de 2009.

Uma vez estes padrões sejam adotados, não há meio de voltar aos antigos. Uma vez o cumprimento do  Codex comece em qualquer área, tão longe se permaneça um membro da Organização Mundial de Comercio, isto é totalmente irrevogável. Estes padrões são incapazes de serem repelidos, mudados ou alterados de qualquer forma.

O controle da população por dinheiro é o meio mais fácil de descrever o novo Codex que é governado pelos EUA e controlado pelas Grandes Indústrias Farmacêuticas e é provável reduzir a população a um nível sustentável de 500 milhões – uma redução de aproximadamente 93%. A FAO e a OMS tem a audácia de estimar que apenas pela introdução da orientação sobre as vitaminas e os minerais, um mínimo de de 3 bilhões de mortes [um bilhão por inanição e outros dois bilhões por doenças degenerativas preveníveis da nutrição, isto é, câncer, doença cardio-vascular e diabetes] resultarão.

Os alimentos degradados, desmineralizados, cheios de pesticidas e irradiados são o meio mais rápido e eficiente de causar uma lucrativa má nutrição, doenças degenerativas evitáveis cujo curso de ação nais apropriado é sempre farmacêutico. A morte pelo lucro é o nome deste jogo. A Grande Indústria Farmacêutica está esperando por esta oportunidade por anos.

Combatendo Isto Tudo

Dr. Rima Laibow, M.D., que é o diretor médico da Natural Solutions Foundation, tem tomado ação legal contra o governo dos EUA e continua a estar presente em cada encontro do Codex enquanto luta por nossa liberdade de saúde. No último encontro em Genebra ouviu algumas vozes dissidentes que estão cansadas dos EUA intimidarem todos os outros países no mundo com sua agenda de controle populacional. O Brasil e a China tem declarado que quando países menores e não representados são incapazes de comparecerem aos encontros do Codex [devido aos EUA não darem os vistos ou não terem os necessários meios monetários] então cada decisão tomada na ausência deles é inválida. Como um resultado, o Codex logo pode se desabar sob o peso de sua própria corrupção, mas a pressão precisa ser unilateralmente aplicada.

Dr. Rima também tem estado se encontrando com delegados de outros países e tornando-os cientes de algo chamado Padrões Particulares. Os Padrões Particulares permitem que países esbocem padrões alimentares que sejam mais seguros e altos do que aqueles determinados pelo Codex. Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as furadas e irrevogáveis orientações que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009.

O que você pode fazer?

O único meio de evitar tais eventos cataclísmicos é combater com a disseminação do conhecimento a todo mundo que você conhece. Não importa se eles ainda estão dormindo ou hipnotizados pela escravidão da vida diária ou ocupados demais para prestar atenção. O tempo de acordar é agora. O governo dos EUA e a media colaboradora tem estado tentando distrair a América enquanto todos estes padrões egrégios e obrigatórios estão sendo encobertamente aprovados. É tempo de agir e você pode fazer isto indo a (www.healthfreedomusa.org) e seguindo as mais recentes atualizações do Codex. Você também pode assinar uma petição legal aqui:

Um outro meio eficaz de fazer com  que a sua voz seja ouvida é enviar um email ou escrever para o seu congressista. Se você envia um email ao congresso isto ostensivamente será contado como 13.000 emails. O Congresso dos EUA acredita que para cada pessoa que ocupa seu tempo em escrever um email para eles há outras 13.000 pessoas que partilham de opiniões similares mas não ocupam tempo em promulga-las. Aqueles que vivem em outros países precisam contactar seus representantes para ter sua voz ouvida. É muito importante que uma ação rápida e vociferante seja tomada agora. Os tempos estão mudando muito rapidamente e a menos que nos unamos sobre este assunto podemos todos ter que começar a pensar sobre plantar nossos próprios alimentos em um futuro muito próximo para evitar o extermínio.

Contactos do Codex para tomada de Ação

Dr. F. Edward Scarbrough – U.S. Manager for Codex- U.S. Department of Agriculture – 4861-South Building- Washington, DC 20250- Phone: (202) 205-7760 – Fax: (202) 720-3157
Ed.scarbrough@fsis.usda.gov
website do codex

Comentários sobre o Codex e suas regulamentações destrutivas no website

Abuções ET e Controle Mental

Os Controladores:
uma nova hipótese para a abdução alienígena

de Martin Cannon

Introdução

Um humorista tem apelidado o problema “A Terra e os Piratas”.

Os piratas, ostensivamente, são saqueadores de um outro sistema solar; suas vítimas incluem um número crescente de seres humanos perturbados que insistem que eles tem sido sequestrados por estes seres de outros mundos. Um cenário estranho – ainda que pelos trabalhos de tais autores como Budd Hopkins e Whitley Strieber, a “sindrome da abdução alienígena” tenha se apoderado da imaginação do público. De fato, histórias de contacto UFO ameaçam cair em moda, como tenho observado em todos os lugares, e elas ainda podem inflingir um formidável preço social sobre o narrador.

Algum tempo atrás, comecei a pesquisar estas queixas, concentrando meus estudos no ambiente político e social que cerca estes eventos. Na medida em que eu estudava, o projeto crescia e seu escopo se ampliava. De fato, comecei a sentir como se eu tivesse indo escavar em terreno familiar para desenterrar Gomorra.

Estas escavações podem ter expelido uma solução.

O PROBLEMA

Entre os ufologistas, o termo “abdução” tem vindo a se referir a uma experiência muito confusa, ou matriz de experiências, partilhadas por um estonteante número de indivíduos, que afirmam que viajantes das estrelas os tem arrancado de suas camas, ou de seus carros, e submetido-os a interrogatórios, exames quase-médicos e períodos de “instrução”. Geralmente é dito que estas sessões ocorram dentro da nave espacial alienígena; frequentemente as histórias incluem detalhes aterrorizantes reminiscentes das torturas infligidas nos campos de concentração da Alemanha. Os abduzidos frequentemente [mas não sempre] perdem toda a memória desses eventos; eles se acham de volta em suas camas ou carros, incapazes de responder pelas horas de “tempo perdido”. A hipnose, ou algum outro gatilho, pode trazer de volta estas horas assombradas em uma explosão de lembranças – e na medida em que a fumaça clarifica, um abduzido frequentemente localizará uma trilha de experiências similares, se estendendo todo caminho de volta à infância.

Talvez o fato mais estranho dessas histórias estranhas: muitos abduzidos, por todas as suas vívidas agonias recordadas, afirmam amar seus atormentadores alienígenas. Esta é a palavra que tenho que repetir: amor.

Dentro da comunidade de “ufologistas científicos” – estes solitários advogados de “tudo, menos ouvir” de um debate razoável e de mente aberta sobre assustos ufológicos – estes afirmam ter produzido um interesse cauteloso e uma respeitável moderação da espera de conclusão. Externo aos mais altos reinos da ufologia científica, a situação é bem diferente. Na imprensa popular, seja ela direta ou a media sensacionalista, dentro do reino jornalístico onde as matérias são definidas e a opinião pública é consolidada [a despeito de uma abordagem frequentemente superficial de assuntos que requerem evidência e investigação] os cenários de abdução tem despertado duas reações básicas: a do Crente e a do Cético.

Os Crentes – e aqui temos que notar que os “Crentes” e os “Abduzidos” são dois grupos cuja afiliação se entrelaça mas não é de forma alguma congruente – aceitam as histórias como face de valor. Eles aceitam, apesar da aparentemente absurdidade desssas histórias, as contradições internas, a obliquidade lógica da construção da narrativa, a severa descontinuidade da resposta emocional às ações descritas. Os Crentes acreditam, a despeito dos relatos que seus amados irmãos espaciais usam tácticas vis e desumanas de exames médicos – procedimentos sem sentido que a maioria de nós [e certamente a vanguarda de uma raça avançada] ficaria envergonhada de inflingir a um animal. Os Crentes acreditam, a despeito da dificuldade de reconciliar estas histórias preocupantes com seus próprios delírios de seres do mundo externo benevolentes.

Ocasionalmente, as notas rudes de uma racionalização são oferecidas; “os aliens não sabem o que estão fazendo”, ouvimos; ou “alguns aliens são maus”. Ainda que os Crentes confundam seu próprio raciocínio quando eles insistem em atribuir a sabedoria das idades e a beneficência dos anjos a seus amados visitantes. Os aliens alegadamente sabem bastante sobre a nossa sociedade para ir com o negócio deles não detectados pelas autoridades locais e o público geral. Eles se comunicam com os abduzidos na língua humana, preocupam-se com detalhes das vidas mais internas dos perceptivos – ainda que permaneçam tão ignorantes de nossa cultura para serem inconscientes dos básicos preceitos morais relativos a dignidade do individuo e seu direito a auto-determinação. Tas dicotomias não preocupam os Crentes: eles são fiéis e a fé é assumida ter seus mistérios.

SANCTA SIMPLICITAS.

Por outro lado, os Céticos descartam estas histórias imediatamente. Eles descartam, a despeito dos intrigantes detalhes confirmatórios: os eventos de múltiplas testemunhas, os traços físicos deixados pelos ufonautas, as cicatrizes e implantes deixados nos abduzidos. Os Céticos zombam, embora os abduzidos contem histórias similares em detalhes – até mesmo certos pequeninos detalhes, não conhecidos pelo público em geral.

Philip Klass é um negador que, embora seus aparecimentos em tais programas de televisão como NOVA e NIGHTLINE, tem estado em uma posição de afetar grande parte do debate público sobre os UFOs. Em seu trabalho interessante, mas pobremente documentado, sobre abduções, Klass afirma que a “abdução” é uma doença psicológica, disseminada por aqueles que escrevem sobre isso. Este argumento se assemelha exatamente a frequente avaliação da media profissional que o terrorismo se metastatiza pela exposição da media. Ainda que para todos os milhões de palavras expectoradas pelo grupo noticiarista sobre o assunto do terrorismo, as ações terroristas permaneçam de certa forma raras, como qualquer estatístico [embora poucos políticos] admitirá e a ligação verificável entre os crimes e sua cobertura permanece a ser encontrada. Por esta questão, tem havido livros – até mesmo bestsellers – sobre unicórnios e gnomos. As pessoas que afirmam verem estas coisas são poucas, mas os abduzidos são muitos.

Na minha opinião, tanto os Crentes quanto os Céticos perdem a história real. Ambos cometem o mesmo engano. Eles ligam o fenômeno da abdução à história de 40 anos de avistamentos UFOs, e eles aplicam seus preconceitos sobre o último para gerar a controvérsia sobre a primeira.

A primeira vista, a ligação parece natural. Não deveriam os nossos pensamentos sobre os UFOs colorirem os nossos pensamentos sobre as abduções alien? Não.

Eles bem podem ser dois assuntos em separado. Ou, muito mais, eles estão ligados apenas nisto: o mito do UFO tem fornecido uma eficaz história cobertura para um tipo de mistério inteiramente diferente. Remova-se da dialética Crente versus Cético e você verá a terceira alternativa.

Na medida em que examinamos esta alternativa, por necessidade nos afastaremos dos discos voadores. Devemos virar nossa face do paranormal e nos concentrarmos no oculto – se por oculto quisermos dizer secreto.

Proponho que os abduzidos de fato tem sido abduzidos. Ainda que eles também disseminem fantasia – ou, mais precisamente, eles tem recebido um conjunto de mentiras para repetir e acreditar. Se a minha hipótese se comprovar verdadeira, então devemos aceitar o seguinte: o rapto é real. A dor é real. A instrução é real. Mas os pequeninos seres gray de Zeti Reticuli não são reais; eles são construções, ‘mascaras de Halloween’, para disfarcar as faces reais dos controladores.  Os abdutores podem não ser visitantes do além; muito mais, eles podem ser um sintoma do carcinoma que enegrece o nosso corpo político.

A falha não está nas estrelas, mas em nós mesmos.

A HIPÓTESE

Existe uma evidência substancial que liga membros da comunidade de inteligência deste país [incluindo da CIA, DARPA e Escritório de Inteligência Naval] com a tecnologia esotérica do controle mental. Por décadas, “espiões psiquiatras” trabalhando por trás das cenas – em campus de universidades, em institutos patrocinados pela CIA e ainda mais sinistramente, em prisões – tem experimentado com o apagamento da memória, resistência hipnótica à tortura, soros da verdade, sugestão pós hipnótica, indução rápida da hipnose, estimulação eletrônica do cérebro, radiação não ionizante, indução intracerebral de vozes por microondas, e uma infinidade de tecnologias até mesmo mais perturbadoras. Alguns destes projetos explorando estas áreas foram ARTICHOKE, BLUEBIRD, PANDORA, MKDELTA, MKSEARCH e o infame MKULTRA.

Tenho lido aproximadamente cada livro disponível sobre estes projetos, bem como relevantes testemunhos congressionais. Também tenho passado muito tempo em bibliotecas de universidades pesquisando artigos relevantes, contactando outros pesquisadores [que graciosamente tem me permitido acesso aos arquivos deles] e realizado entrevistas. Sobretudo, viajei a Washington, DC para rever os arquivos que John Marks compilou quando escreveu “A BUSCA PELO CANDIDATO MANCHURIANO” [futuro documento-livro a ser traduzido e apresentado neste blog] . Estes arquivos incluem mais de 2.000 páginas de documentos, entrevistas, artigos científicos, cartas etc da CIA e do Departamento de Defesa. As opiniões apresentadas aqui são o resultado da pesquisa extensa e em andamento.

Como resultado desta pesquisa, tenho chegado as seguintes conclusões:

1. Embora o testemunho enganoso [e ocasionalmente perjúrio] diante do congresso indicassem que os esforços de lavagem cerebral da CIA encontraram pouco sucesso, inportantes avanços de fato foram feitos neste campo. Como uma vez admitiu o veterano da CIA, Miles Copeland, a um reporter, “o subcomitê congressional que foi a este tipo de coisa apenas obteve a mais rápida visão.”

2. A pesquisa clandestina em manipulação do pensamento não tem parado, a despeito dos protestos da CIA que não mais patrocine estes estudos. Victor Marchetti, um veterano de 14 anos com a CIA e autor da renomada exposição, “THE CIA AND THE CULT OF INTELLIGENCE”, confirmou em uma entrevista de 1977 que a pesquisa de controle mental continua e que as afirmações da CIA ao contrário são uma história de acobertamento.

3. A CIA não foi a única agência do governo envolvida nesta pesquisa. De fato, muitos ramos de nosso governo participaram nestes estudos – incluindo a NASA, a Comissão de Energia Atômica bem como todos os ramos do Departamento de Defesa.

Para estas conclusões anexaria o seguinte – não como um fato histórico firmemente estabelecido, mas como uma hipótese funcional e base para investigação:

4. O fenômeno da “abdução UFO” pode ser uma continuação das operações clandestinas de controle mental.

Reconheço as dificuldades que esta tese possa apresentar aqueles leitores emocionalmente dedicados a hipótese extraterrestre, ou para aqueles cuja Visão de Mundo política desautoriza qualquer de tais suspeitas. Ainda, o estudante de mente aberta das abduções deve considerar as possibilidades. Certamente, não estamos sendo de mente estreita se pedimos aos pesquisadores para exaurirem todas as explicações terrestres antes de olharem em direção dos céus.

Certamente, esta particular explicação pode, inicialmente, parecer tão bizarra quanto o próprio fenômeno. Mas convido o leitor cético a examinar o trabalho de George Estabrooks, um teórico produtivo sobre o uso da hipnose na guerra e um veterano do projeto MKULTRA. Estabrooks uma vez se divertiu durante uma festa ao secretamente hipnotizar dois amigos, que foram levados a acreditar que o Primeiro Ministro da Inglaterra tinha chegado. As vítimas de Estabrooks passaram horas conversando com ele, servindo drinks ao estimado visitante. Para os ufologistas, este incidente levanta uma questão inescapável: se as artes mesméricas podem com sucesso evocar um não existente Primeiro Ministro, porque não pode um representante de Pleiades ser similarmente induzido?

Mas há muito mais na tecnologia dos dias atuais de controle mental do que a mera hipnose – e muitas boas razões para suspeitar que as narrativas de abdução UFO sejam um artefato de continuados experimentos de lavagem cerebral e modificação do comportamento. Sobretudo, pretendo demonstrar que, ao usar a mitologia UFO como história cobertura, os experimentadores tem resolvido o maior problema com o trabalho realizado na década de 1950 – “o problema da disposição”, ou seja “o problema do que fazer com as vítimas”.

Se nestas páginas, pareço me desviar do assunto dos discos, peço paciência. Antes que eu tente ligar as abduções UFO com os experimentos de controle mental, devo primeiramente mostrar que esta tecnologia EXISTE. Grande parte do que vem a seguir é uma introdução ao tópico do controle mental – o que é e como funciona.

Parte II

A Tecnologia – UMA BREVE VISÃO GERAL

Nos primeiros dias da Segunda Guerra Mundial, George Estabrooks, da Universidade Colgate, escreveu ao Departamento de Guerra, descrevendo em termos sem pausas os usos possíveis da hipnose na guerra. O Exército ficou intrigado; Estabrooks tinha um trabalho. A verdadeira história da colaboração em tempos de guerra de Estabrooks com o CID, FBI e outras agência pode nunca vir a ser contada. Depois da guerra, ele queimou suas páginas de diário cobrindo os anos de 1940-45, e portanto evitando discutir seu continuado trabalho com o governo com alguém, até membros íntimos da família. Ocasionalmente, ele fortemente intimou que seu trabalho envolveu a criação de correios hipno-programados e partições de personalidade induzidas hipnoticamente, mas se ele teve sucesso nestas áreas permenece um ponto controvertido. Não obstante, o excêntrico e exibicionista Estabrooks permanece uma figura central na história inicial da pesquisa comportamental clandestina.

Mas isso não quer dizer que ele trabalhava sozinho. A Segunda Guerra Mundial foi o primeiro conflito no qual o cérebro humano se tornou um campo de batalha, onde forças invasoras eram lideradas pelos mais notáveis nomes em psicologia e farmacologia. De ambos os lados, a guerra atiçou esforços furiosos para criar ‘um soro da verdade” para uso no interrogatório dos prisioneiros. O General William “Wild Bill” Donovan, diretor do OSS, encarregou sua força tarefa – incluindo o Dr. Winifred Overhulser, Dr. Edward Strecker, Harry J. Anslinger e George White — de modificarem a percepção e o comportamento humano por meios químicos; o “gabinete de remédios” deles incluia escopolamina, peiote, barbituratos, mescalina e   marijuana. (esta pesquisa tinha seu lado divertido: os ‘guerreiros psíquicos” de Donovan realizaram muitos testes caros e extensos antes de decidirem qual era o método melhor de administrar o tetrahidrocanabinol, o ingrediente ativo da marijuana, era via o cigarro. Qualquer músico de jazz podia ter dito a eles bem mais].

Simultaneamente, os notórios médicos nazistas em Dachau experimentavam com a mescalina como meio de eliminar a vontade da vítima de resistir. Judeus, eslavos, ciganos e outros “indesejáveis” no campo, subrepticiamente recebiam a droga; mais tarde, a mescalina foi combinada com a hipnose. Os resultados destes testes ficaram disponíveis para os EUA depois da guerra. [cf. Operação PAPERCLIP, que transferiu milhares de pesquisadores da inteligência nazista e japonesa diretamente para a comunidade de inteligência dos EUA. “Os nossos alemães são melhores que os seus!” – DR. STRANGELOVE]

Em 1947, a Marinha realizou o primeiro programa conhecido pós guerra de controle mental. Este foi o Projeto CHAPTER, que continuou os experimentos de drogas. Décadas mais tarde, jornalistas e investigadores ainda não tem descoberto muita informação sobre este projeto – ou, de fato, sobre qualquer uma das excursões militares ou outras neste campo. Sabemos que o Exército eventualmente custeou as operações THIRD CHANCE e DERBY HAT; outros nomes de projetos permanecem misteriosos, embora a existência destes programas seja inquestionável.

A recém formada CIA mergulhou nesta piscina em 1950, com o Projeto BLUEBIRD, rebatizado ARTICHOKE em 1951. Para estabelecer uma “história cobertura” para esta pesquisa, a CIA custeou um esforço de propaganda destinado a convencer o mundo que o Bloco Comunista tinha divisado novos métodos insidiosos de redesenhar a vontade humana; os próprios esforços da CIA podiam portanto, se expostos, serem explicados como uma tentativa de captar o trabalho dos soviéticos e chineses. O promotor primário desta linha foi Edward Hunter, um empregado contratado da CIA que operava acobertadamente como jornalista, e mais tarde, um membro proeminente da Sociedade John Birch. (Hunter era um veterano do OSS no teatro da China – o mesmo solo de depósito que produziu Richard Helms, Howard Hunt, Mitch WerBell, Fred Chrisman, Paul Helliwell e uma variedade de outros dignos de nota que vieram a dominar esta terra estranha onde se encontram os mundos da inteligência e do extremismo de direita). Hunter ofereceu a “lavagem cerebral” como a explicação para as inúmeras confissões assinadas por prisioneiros de guerra americanos durante a Guerra da Coréia e geralmente a ONU desistiu da repatriação dos prisioneiros. Estas confissões alegavam que os EUA usaram guerra biológica no conflito coreano, uma afirmação que o público americano daquele tempo achou impossível aceitar. Muitos anos mais tarde, contudo, repórteres investigativos descobriram que especialistas japoneses em guerra biológica [que tinham disseminado um terror incalculável sobre a China conquistada durante a Segunda Guerra Mundial] tinham sido unidos ao aparato de segurança nacional americano – e que o conhecimento antevisto dos horripilantes experimentos de guerra biológica dos japoneses provavelmente FOI USADO na Coréia, exatamente como haviam indicado os soldados “da lavagem cerebral“. Então, agora sabemos que todo o pavor da lavagem cerebral de 1950 constituiu uma farsa prepetrada pela CIA sobre o povo americano. O diretor substituto da CIA Richard Helms admitiu em 1963, quando ele falou a Comissão Warren, que a pesquisa soviética de controle mental consistemente estava muitos anos atrás dos esforços americanos.

Quando o programa de controle mental da CIA foi transferido do Escritório de Segurança para a Equipe de Serviços Técnicos (TSS) em 1953, o nome mudou novamente — para MKULTRA. Muitos consideram este projeto polvo de amplo alcance – cujos tentáculos alcançavam os corredores de inúmeras universidades e se enrolavam nos pescoços de um exército de cientistas – foi a mais odiosa operação no catálogo de atrocidades da CIA. Através do MKULTRA, a Agência criou um programa de abrigo de um escopo positivamente joiciano, destinado a explorar todos os meios possíveis de invadir o que George Orwell uma vez chamou de “o espaço entre nossas orelhas” (Até mais tarde, em 1962, a pesquisa de controle mental foi transferida para o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento; os nomes dados ao projeto permanecem não revelados.)

O que foi estudado? Tudo — incluindo hipnose, condicionamento, privação sensorial, drogas, cultos religiosos, microondas, psicocirurgia, implantes cerebrais e até mesmo Percepção Extra Sensorial [ESP]. Quando o MKULTRA “vazou” ao público durante as grandes investigações da CIA da década de 1970, a atenção pública se concentrou mais pesadamente na experimentação com drogas e o trabalho com Percepção Extra Sensorial. O mistério ainda envolve uma outra área de estudo, a área que parece ter mais interessado o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimwento [ORD]: psicoeletrônica. Esta pesquisa pode se provar a chave para o nosso entendimento do fenômeno da abdução UFO.

IMPLANTES

Talvez as peças de evidência mais interessantes que cercam o fenômeno da abdução sejam os implantes intracerebrais alegadamente visíveis aos raios X e scans MRI de muitos abduzidos. De fato, os abduzidos frequentemente descrevem operações nas quais agulhas são inseridas no cérebro; ainda mais frequentemente, eles relatam a implantação de objetos estranhos pelas cavidades do sinus [pelo nariz] . Muitos especialistas em abdução assumem que estas incursões intracranianas devam ser o trabalho manual dos cientistas das estrelas. Infelizmente, estes pesquisadores tem falhado em se familiarizarem com certos avanços pouco proclamados da tecnologia terrestre.

Os implantes dos abduzidos sugerem fortemente uma linhagem tecnológica que pode ser rastreada a um aparelho conhecido como um “estimoreceptor”, inventado na década de 1950 e início da de 1960 por um cientista chamado Jose Delgado. O ‘estimoreceptor” é um eletrodo de profundidade em miniatura que pode receber e transmitir sinais eletrônicos pelas ondas FM de radio. Ao estimular um “estimoreceptor” corretamente posicionado, um operador externo pode alcançar um surpreendente grau de controle sobre as respostas do sujeito.

O mais famoso exemplo de um “estimoreceptor” em ação ocorreu em uma arena em Madri. Delgado “colocou o aparelho” no touro antes de entrar na arena, inteiramente desprotegido. Furioso, o touro se lançou contra o doutor e então parou, antes de alcança-lo. O técnico que se tornou toureiro tinha parado o animal ao simplesmente apertar o botão de uma caixa preta que tinha na mão.

O livro de Delgado, “Controle Físico da Mente: Em Direção a uma Sociedade Psicocivilizada” permanece o único livro popularmente escrito sobre implantes intracerebrais e a estimulação elétrica do cérebro (ESB). (o sinistro título do livro e as razões não convincentes para o controle mental em massa desencadearam uma reação desfavorável no público – o que pode ter detido outros pesquisadores de publicarem sobre este tema para uma audiência geral.) Conquanto o trabalho subsequente tenha desde então excedido as técnicas descritas neste livro, as obtenções de Delgado foram produtivas. Seus experimentos animais e humanos mostram claramente que o experimentador pode eletronicamente induzir emoções e comportamento: sob certas condições, os extremos do temperamento – raiva, luxúria, fadiga etc – podem ser desencadeados por um operador externo tão facilmente quanto um pianista toca um acorde C maior.

Delgado escreve: “A estimulação por radio de diferentes pontos na amigdala [cerebral] e no hipocampo em quatro pacientes produziram uma variedade de efeitos, inclusive sensações de prazer, sublimidade, profundidade, concentração pensativa, sentimentos estranhos, super relaxamento, visões coloridas, e outras respostas. A frase evocativa “visões coloridas” claramente indicam uma alucinação remotamente induzida; mais tarde detalharemos como estas alucinações podem ser controladas por um operador externo.

Falando em 1966 — e refletindo a pesquisa realizada nos anos anteriores – Delgado avaliou que seus experimentos ‘sustentam a desagradável conclusão que movimento, emoção e comportamento podem ser dirigidos por forças elétricas e que os humanos podem ser controlados como robôs ao toque de um botão.” Ele até mesmo profetizou o dia quando o controle de cérebro possa ser entregue a operadores não humanos, ao estabelecer a comunicação de radio de duas vias entre o cérebro implantado e um computador.

De um sujeito experimental, Delgado nota que “o paciente expressou sensações sucessivas de desmaio, medo e flutuação. Estes sentimentos de flutuação foram repetidamente evocados nos dias subsequentes pela estimulação do mesmo ponto… Os ufologistas podem reconhcer a similaridade dessa sequência de eventos de relatos de abduzidos dos minutos de abertura de suas experiências. Sob hipnose subsequente, o abduzido pode ser instruido a lembrar erradamente da causa de seu sentimento de flutuação.

Em uma série fascinante de experimentos, Delgado anexou um “estimoreceptor” a membrana timpânica, portanto transformando o ouvido em um tipo de microfone. Um assistente sussurraria “como está você?” no ouvido de um apropriado gato e Delgado poderia ouvir as palavras em um alto falante na sala próxima. A aplicação desta tecnologia ao comércio da espionagem deve ser prontamente aparente. Segundo Victor Marchetti, a Agência uma vez tentou uma extensão altamente sofisticada desta idéia básica, na qual os implantes de radio foram anexados a coclea de um gato para facilitar a captação de conversas específicas, livre de estranhos barulhos circunjacentes. Tais avanços exacerbam o nível já imposto da paranóia do Século XX: não apenas nossos telefones podem ser grampeados e a correspondência examinada, mas até mesmo Gatinho pode estar nos espionando!

Ainda que as ramificações desta tecnologia possam ir até mesmo mais profundo do que indique Marchetti. Presumo que se o ouvido interno de um sujeito desejável para ser grampeado possa se tornar um microfone,  ele também pode se tornar um alto falante – uma explicação possível para as vozes ouvidas pelos abduzidos. De fato, tenho pessoalmente visto um estranho implante opalescente dentro do canal auditivo de um abduzido. Não vejo razão para atribuir este aparelho a uma intrusão alienigena – mais do que provavelmente, os intrusos neste caso eram os herdeiros tecnológicos do legado de Delgado. De fato, não muitos anos depois dos experimentos de Delgado com o gato, Ralph Schwitzgebel divisou um “microfone na orelha’ pelo qual o terapeuta pode se comunicar com seu sujeito.

Outros pesquisadores tem feito notáveis contribuições a este campo.

Robert G. Heath, da Universidade Tulane, que tem implantado tanto quanto 125 eletrodos em seus sujeitos, obteve sua maior notoriedade ao tentar curar a homossexualidade por meio da Estimulação Eletrônica do Cérebro [ESB]. Em seus experimentos, ele descobriu que pode controlar a memória de seus pacientes [um feito o qual, aplicado ao contexto ufológico, pode responder pelo fenômeno do tempo perdido]; ele também pode induzir arrebatamento sexual, medo, prazer e alucinações.

Heath e um outro pesquisador, James Olds, tem independentemente ilustrado que as áreas do cérebro em e perto do hipotálamo tem, quando eletronicamente estimuladas, o que tem sido descrito como efeitos de “recompensa” e “aversão”. Tanto animais quanto homens, quando dado os meios de induzirem sua própria Estimulação Eletrônica do Cérebro dos centros cerebrais de prazer, se estimularão em tremendas taxas, ignorando tais necessidades básicas como sede e fome. [usando eletrodos fixos de sua própria invenção , John C. Lilly tinha conseguido efeitos similares já durante a década de 1950]. Qualquer um que tenha estudado o fenômeno da abdução se encontrará em território familiar aqui, porque as narrativas dos abduzidos são repletas de histórias de respostas sexuais impróprias e confusas em reação a estímulos extremamente dolorosos –  o condicionamento operante, em seu maior extremo, e mais insidioso, por aqui vemos uma forma de condicionamento na qual o manipulador se torna invisível. De fato a terapia aversiva de B.F. Skinner, remotamente aplicada, foi a prescrição de Heath para “curar” a homossexualidade.

Ralph Schwitzgebel e seu irmão Robert tem produzido uma panóplia de aparelhos para rastrear indivíduos por longos alcances; eles podem ser considerados os criadores dos aparelhos de “prisão eletrônica domiciliar” recentemente aprovados pelas côrtes. Os aparelhos de Schwitzgebel podem ser usados para rastrear todos os sinais físicos e neurológicos de um ‘paciente” dentro de um quarto de milha, portanto suspendendo as limitações de distância que restringiram Delgado.

No trabalho inicial de Ralph Schwitzgebel, a aplicação desta tecnologia da Estimulação Eletrônica Cerebral parece ter sido limitada aos incômodos implantes cerebrais com fios protusos. Mas esta tecnologia logo foi miniaturizada e foi proposto um esquema onde os radio receptores seriam montados nos postes de serviços através de uma dada cidade, portanto fornecendo uma capidade de monitoramento de 24 horas por dia. Como Heath, Schwitzgebel estava muito interessado na homossexualidade e no uso de aparelhos intracranianos para combater o desvio sexual. Mas ele também falou sinistramente em aplicar estes aparelhos a “pessoas socialmente problemáticas”… que, com certeza, pode significar qualquer um.

Bryan Robinson, do laboratório de primatas de Yerkes tem realizado uma fascinante pesquisa simiana sobre o uso da Estimulação Eletrônica Cerebral em um contexto social. Ele pode fazer com que as mães ignorem os filhos a despeito dos gritos dos bebês. Ele pode transformar a submissão em dominância e vice-versa.

Talvez o viajante mais perturbador neste campo mental seja Joseph A. Meyer, da NSA, o componente mais formidável e secreto do complexo de segurança nacional da América. Meyer tem proposto implantar a grosso modo metade de todos os americanos presos – não necessariamente condenados – por qualquer crime; os números dos “subscritos” [eufemismo dele] estaria em dezenas de milhões. Estes “subscritos” podem ser monitorados continuamente por computador seja onde for que forem. Meyer, que tem cuidadosamente trabalhado na economia deste sistema de implantação em massa, avalia que a contribuição do contribuinte deva ser reduzida ao forçar os “subscritos” a alugarem os implantes do Estado. Os implantes são mais baratos e mais eficientes do que a polícia, sugere Meyer, já que o chamado ao crime é incansável para os pobres habitantes urbanos – que, este cientista-espião admite de forma surpreendentemente cândida, =são fundamentalmente desnecessários em uma economia pós industrial. “Habitante urbano” pode ser um outro dos eufemismos de Meyer:  ele usa o Harlem de New York como sua comunidade modelo para trabalhar os detalhes deste sistema de gerenciamento mental.

IMPLANTES DOS ABDUZIDOS

Se vamos seriamente levar em conta as narrativas dos abduzidos sobre implantes cerebrais, devemos considerar a possibilidade que os implantadores, apropriadamente percebidos, não se parecem muito com os Grays apresentados nas capas dos livros de Strieber. Ao invés, os visitantes podem se assemelhar ao Dr. Meyer e sua irmandade. Podemos então ter uma explicação  tanto para os implantes cerebrais relatados pelos abduzidos e, como devemos ver, as “marcas de furo” e outras cicatrizes visíveis em outras partes do corpo dos abduzidos. Também teriamos uma explicação para os relatos de indivíduos  sofrendo uma mudança de personalidade depois do contacto com o fenômeno UFO.

Os céticos podem contrapor que o fator tempo das abduções UFO descarte esta possibilidade. Se as estimativas de tempo perdido estão corretas, as abduções raramente duram mais que uma a três horas. Será que um cirurgião cerebral, operando sob condições menos que ideais [talvez em uma unidade móvel] precisaria de mais tempo?

NÃO — não se formos aceitar as afirmações de um médico da Flórida chamado Daniel Man. Ele recentemente propôs uma solução para acabar com o problema das crianças desaparecidas, ao sugerir um programa onde os mais jovens da América seriam implantados com pequeninos transmissores para rastrear as crianças continuamente. Man bravateia que a operação pode ser feita no consultório e não demora mais que vinte minutos.

Concebidamente, isto possa demorar mais um pouco o campo.

UMA QUESTÃO DE CRONOMETRAGEM

A história de implante cerebral, como divisado da literatura aberta, é certamente inquietante. Ainda que esta história quase que certamente tenha sido censurada, e os dados manipulados de um modo de uma noite orweliana. Quando se lida com a pesquisa custeada pelos motores de segurança nacional, nunca se pode saber o verdadeiro dado de origem de qualquer avanço científico. Contudo, se ouvirmos cuidadosamente os cientistas que tem sido pioneiros na pesquisa, podemos ouvir sussurros, pálidos mas inconfundíveis, apontando que esta Estimulação Eletrônica do Cérebro remotamente aplicada se originou muito antes do que os estudos publicados indicam.

Em sua autobiografia “THE SCIENTIST”, John C. Lilly (que mais tarde alcançou um renome cultista por seu trabalho com golfinhos, drogas e privação sensorial) registra uma conversa que ele teve com o Diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental em 1953. O diretor pediu a Lilly para instruir a CIA, FBI, NSA e os vários serviços de inteligência militar sobre seu trabalho com o uso de eletrodos para estimular diretamente os centros de prazer e dor do cérebro. Lilly recusou, notando em sua resposta:

Dr. Antoine Remond, usando nossas técnicas em Paris, tem demonstrado que este método de estimulação do cérebro pode ser aplicado ao humano sem a ajuda de um neurocirurgião; ele está fazendo isto em seu consultório em Paris sem supervisão neurocirúrgica. Isto significa que qualquer um com o aparato apropriado pode realizar isto encobertamente em uma pessoa. Sinto que se esta técnica cair nas mãos das agências secretas eles teriam controle total sobre um ser humano e seriam capazes de mudar suas crenças extremamente rápido, deixando pouca evidência do que eles tinham feito.

A avaliação de Lilly de alta base moral aqui é interessante. A despeito de sua declarada fobia contra o sigilo, uma leitura cuidadosa do “THE SCIENTIST” revela que ele continuou a fazer trabalho útil para este aparato de segurança nacional. Seus experimentos de privação sensorial se expandiram no trabalho de Maitland Baldwin de ARTICHOKE, a até mesmo sua pesquisa com golfinhos tem – talvez inadvertidamente, se provado útil na guerra naval. Deve-se notar que o trabalho de Lilly com macacos recebeu uma classificação “secreta” e que o Instituto Nacional de Saúde Mental era um conduto comum de fundos da CIA.

Mas o aspecto mais importante da declaração de Lilly é sua data. 1953! A quanto tempo remonta a Estimulação Elétrica Cerebral por radio? Ah, ainda não tenho visto o trabalho de Remond — se ele estiver disponível na literatura aberta. Nos documentos tornados disponíveis por Marks, a mais inicial referência a Estimulação Elétrica Cerebral aplicada remotamente é um documento financeiro de 1959 pertencente ao sub-projeto 94 do MKULTRA. As descrições gerais de sub-projetos enviadas ao departamento financeiro da CIA raramente contêm muita informação e raramente mudam de ano a ano, nos deixando pouca idéia de quando este sub-projeto começou.

Infelizmente, até mesmo o Ato de Liberdade de Informação [FOIA] não pode pegar livremente muita informação sobre as técnicas eletrônicas de controle mental, embora saibamos que uma grande quantidade de estudos foi feita nesta área. Temos, por exemplo, apenas quatro páginas sobre o sub-projeto 94 – por comparação, uma verdadeira inundação de documentos foi liberada sobre o uso de drogas no controle mental. [seja onde for que um autor nos diga que o MKULTRA teve pouco sucesso, a referência é a testagem de drogas]. A este ponto, devo criticar John Marks: seu livro nunca menciona que a grosso modo 20 a 25% dos sub-projetos são “negros’ – isto é, pouca ou nenhuma informação foi tornada disponível, a despeito dos advogados e das solicitações sob o FOIA. Marks parece sentir que a única informação digna de se ter é a informação que ele recebeu. Sabemos, contudo, que a pesquisa em psicoeletrônica  foi de fato extensa, declarações das metas do projeto remontando aos dias de ARTICHOKE e BLUEBIRD claramente identificam esta área como uma alta prioridade. O informante anônimo de Marks, jocosamente apelidado “Deep Trance,” até mesmo disse a um entrevistador anterior que, começando em 1963, os esforços em controle mental da CIA e dos militares fortemente enfatizaram a eletrônica. Portanto assumo – não rispidamente espero – que os negros sub-projetos do MKULTRA são relativos a assuntos como implantes cerebrais, microondas, Estimulação Elétrica Cerebral e tecnologias relacionadas.

Faço uma questão de cronometragem e sigilo envolvido nesta pesquisa para enfatizar três pontos:

1. Podemos nunca vir a saber com certeza as verdadeiras datas de origem de vários métodos de lavagem cerebral – frequentemente, descobrimos que técnicas que parecem impossivelmente futurísticas realmente se originaram no século XIX. [a pesquisa pioneira em Estimulação Elétrica Cerebral foi realizada em 1898 por J.R. Ewald, professor de fisiologia em Straussbourg].

2. A literatura aberta certamente dá uma visão censurada da real pesquisa.

3. Pesquisadores clandestinos maravilhosamente custeados – sem as restrições da revisão de seus pares ou a necessidade de controles estritos – podem alcançar um progresso muito mais rápido do que os cientista “de fora”.

Os críticos potenciais devem manter estes pontos em mente se eles devam tentar invalidar a tese do controle mental das abduções UFO ao citar uma narrativa de abdução que é anterior a Delgado.

O DILEMA

Temos amplamente demonstrado, então, que já na década de 1960 – e possivelmente até antes – os cientistas tem tido a capacidade de criar implantes similares aqueles agora propostamente visíveis nos scans MRI dos abduzidos. De fato, não temos noção de exatamente quão avançada esta tecnologia tem se tornado, já que a imprensa popular parou de relatar sobre implantes cerebrais na década de 1970. A pesquisa sem dúvida tem continuado, a despeito de um modo menos público. De fato, cientistas tais como Delgado tem lançado seus olhos muito além dos implantes; os efeitos da Estimulação Elétrica Cerebral podem agora ser desencadeados com microondas e outras formas de radiação eletromagnética, usadas com e sem eletrodos.

Então porque — se tomamos a abdução UFO como face de valor – estão estes aliens avançados usando uma velha tecnologia, uma tecnologia terrena, uma tecnologia que logo pode se tornar obsoleta, se isto já não aconteceu? Sou lembrado dos encantadores anacronismos das velhas séries de Flash Gordon, onde espadas e espaçonaves se encontravam continuamente. Será que eles também assistem televisão em branco e preto em Zeta Reticuli?

HIPNOSE REMOTA

A hipnose fornece a chave [altamente controvertida] que abre a porta a muitas narrativas de abdução. E obviamente, se a minha tese está correta, a hipnose desempenha uma grande parte na própria abdução. Uma coisa sei com certeza: desde os dias mais iniciais do Projeto BLUEBIRD, os espiões-psiquiatras da CIA gastaram enormes somas para adquirir a maestria da arte de Mesmer.

Não posso dar aqui até mesmo um breve sumário da hipnose, nem até mesmo dos estudos da CIA nesta área. [infelizmente, as solicitações sob o FOIA foram muito mais bem sucedidas em abalar a informação solta sobre este tópico do que na área da psicoeletrônica]. Aqui, nos concentraremos em uma alegação particularmente intrigante – uma ouvida pálida mas persistentemente, pelos passados vinte anos por aqueles que investigariam o lado sombrio da política.

Se esta alegação se provar verdadeira, a hipnose não necessariamente é uma caso de pessoa a pessoa.

O abduzido — ou a vítima de controle mental — não necessariamente precisa ter contacto físico com um hipnólogo para que a sugestão hipnótica se efetue; o transe pode ser induzido, e as sugestões feitas, via transmissores intracerebrais descritos acima. O conceito soa como algo similar as mais masoquistas fantasias de Huxley ou Orwell. Ainda que a hipnose remota tenha sido primeiramente relatada – usando meios alegadamente parapsicológicos – já na década de 1930, por L.L. Vasilev, Professor de fisiologia da Universidade de Leningrad. Mais tarde, outros cientistas tentaram alcançar o mesmo objetivo, usando meios menos místicos.

Com o passar dos anos, certos jornalistas tem avaliado que a CIA tem adquirido a maestria de uma tecnologia chamada RHIC-EDOM. RHIC significa “Controle Intracerebral Radio Hipnótico” e EDOM quer dizer “Dissolução Eletrônica da Memória.” Juntas, estas técnicas podem — alegadamente — induzir remotamente o transe hipnótico, enviar sugestões ao sujeito e apagar toda a memória tanto do período de instrução quanto do ato que é solicitado ao sujeito realizar.

RHIC usa estimoreceptor, ou uma descendência miniaturizada daquela tecnologia para induzir um estado hipnótico. Interessantemente, esta técnica é também reputada envolver o uso de implantes intramusculares, um detalhe fortemente reminescente das “cicatrizes” mencionadas no livro de Budd Hopkins “MISSING TIME”. Aparentemente, estes implantes são estimulados para induzir uma sugestão pós hipnótica.

EDOM nada mais é que o próprio tempo perdido – o apagamento da memória da consciência pelo bloqueio da transmissão sináptica em certas áreas do cérebro. Ao danificar as sinapses cerebrais por uma abundância de acetilcolina, a transmissão neurocerebral ao longo selecionou caminhos que podem ser eficazmente parados. Segundo os proponentes do RHIC-EDOM, a produção da acetilcolina pode ser afetada por meios eletromagnéticos. [a pesquisa moderna nos efeitos psico-fisiológicos das microondas confirma esta proposição].

RHIC-EDOM existe? Em nossa discussão do trabalho de Delgado, já tenho citado um estranho pequeno livro publicado em 1969 intitulado “Estamos Controlados?” escrito por um Lincoln Lawrence, um antigo agente do FBI que se tornou jornalista. (O nome é um pseudônimo; conheço sua identidade real]. Este trabalho lida profundamente com RHIC-EDOM; uma comparação cuidadosa do trabalho de Lawrence com os arquivos do MKULTRA desclassificados dez anos depois, indica uma forte possibilidade de que o escritor de fato tem fontes internas.

Aqui está como Lawrence descreve RHIC em ação:

Esta é uma aplicação ultra sofisticada da sugestão pós hipnótica desencadeada a vontade pela transmissão de radio. Este é um estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente em intervalos pelo mesmo radio controle. Um indivíduo é trazido sob hipnose. Isto pode ser feito ou com o conhecimento dele ou sem, pelo uso da narco-hipnose, que pode entrar em jogo sob muitos disfarces. Ele então é programado para realizar certas ações e manter certas atitudes por meio do sinal de radio.

Outros autores tem mencionado esta técnica – especificamente Walter Bowart (em seu livro OPERATION MIND CONTROL) e o jornalista James Moore, que, em uma publicação de 1975 de um periódico chamado MODERN PEOPLE, afirmou ter um manual de 350 páginas, preparado em 1963, sobre RHIC-EDOM. Ele recebeu o manual de fontes da CIA, embora – interessantemente – a técnica é dita ter se originado dos militares.

A seguinte citação de Moore sobre RHIC deve se comprovar especialmente intrigante para os pesquisadores da abdução que se tem deparado com estranhas mudanças de personalidade nos abduzidos;

Medicamente, estes radio sinais são dirigidos a certas partes do cérebro. Quando uma parte de seu cérebro recebe um pequenino impulso elétrico de fonte externa, tal como uma visão, audição etc uma emoção é produzida – raiva à vista de uma gangue de garotos batendo em uma senhora, por exemplo. A mesma emoção de raiva pode ser criada por artificiais sinais de radio enviados ao seu cérebro por um controlador. Você pode instantaneamente sentir a mesma raiva calorosa-branca sem qualquer razão aparente.

As fontes de Lawrence partilharam até mesmo uma revelação mais tantalizante e assustadora:

…já está em uso um pequeno transmissor-gerador EDOM que pode ser escondido no corpo de uma pessoa. O contacto com  esta pessoa – um aperto de mão casual ou até mesmo um toque – transmite uma pequenina carga eletrônica mais um sinal ultrassônico que por um curto período perturbará a orientação no tempo da pessoa afetada.

Se RHIC-EDOM existe, vai um longo caminho para fornecer um raciocínio terreno para as abduções alienígenas – ou, ao menos, certos aspectos dela. O fenômeno do tempo perdido não é mais misterioso. Implantes dos abduzidos, tanto intracranianos quanto outros, são explicados. E note a referência a “estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente pelo mesmo radio comando.” Esta situação pode responder pelos repetidos abduzidos que, depois de seu encontro inicial, tem sessões regulares de tempo perdido e abduções – até mesmo quando o companheiro de cama permanece não perturbado.

No presente, não posso afirmar conclusivamente que RHIC-EDOM seja real. Ao meu conhecimento, o único questionamento oficial a um representante da CIA a respeito destas técnicas ocorreu em 1977, durante as audiências do Senado sobre os testes de drogas da CIA. O Senador Richard Schweicker teve o seguine intercâmbio com o Dr. Sidney Gottlieb, um importante administrador do MKULTRA:

SCHWEICKER: Alguns dos projetos sob o MKULTRA envolveram hipnose, está correto?

GOTTLIEB: Sim.

SCHWEICKER: Algum destes projetos envolveu algo chamado Controle Intracerebral Radio Hipnótico, que é uma combinação, como eu entendo, em termos leigos, de radio transmissões e hipnose.

GOTTLIEB: Minha resposta é “Não.”

SCHWEICKER: Nenhum seja qual for?

GOTTLIEB: Bem, estou tentando ser receptivo aos termos que você usou. Como eu me lembro disso, houve um corrente interesse, interesse em andamento, todo tempo no qual os efeitos sobre as pessoas permenecendo no campo da radio energia tem, e isto pode facilmente ter estado em algum lugar de muitos projetos, alguém que estivesse tentando ver se você podia hipnotizar alguém mais facilmente se ele estavesse sob a radiação do radio. Isto seria uma peça razoável de pesquisa a ser feita.

Schweicker continuou para mencionar que ele tinha ouvido testemunho que o radar [isto é, as microondas]  tinham sido usadas para varrer a memória em animais; Gottlieb respondeu, “posso acreditar nisto, Senador.”

A bajulações de Gottlieb não confortam muito. Em uma coisa, o bom doutor nem sempre forneceu um testemunho completamente cândido. [durante a mesma audiência ele declarou que 99% da pesquisa da CIA tinha sido abertamente publicada; se assim foi, porque existem tantos sub-projetos do MKULTRA que ainda estão “no escuro” e porque a Agência vai a extremos para proteger as identidades de seus cientistas? Também devemos reconhecer que as operações da CIA são compartimentalizadas com base na “necessidade de saber”; Gottlieb pode não ter tido acesso a informação requisitada por Schweicker. Note que a rubrica do MKULTRA circunscreveu a declaração de Gottlieb: RHIC-EDOM pode ter sido o foco de um outro programa. [houve vários outros: MKNAOMI, MKACTION, MKSEARCH, etc.] Também tenha em mente a revelação de “Deep Trance” que a CIA se concentrou em psicoeletrônica depois do término do MKULTRA em 1963. Ainda mais significativamente: RHIC-EDOM é descrito por Lawrence e Moore como um produto da pesquisa militar; Gottlieb falou apenas de assuntos pertencentes a CIA. Ele pode portanto ter falado verdadeiramente – ao menos em um extrito sentido técnico – enquanto ainda enganava os interlocutores congressionais.

Pessoalmente, acredito que a história de RHIC-EDOM merece uma grande quantidade de pesquisa posterior. Acho significativo que quando o Dr. Petter Lindstrom examinou os raios X de Robert Naesland, uma vítima sueca de implante cerebral, o médico autoritariamente tenha citado “WERE WE CONTROLLED?” em sua carta de resposta. Este é o mesmo Dr. Lindstrom notado pelo seu uso pioneiro de ultrassom em neurocirurgia. O livro de Lincoln Lawrence de fato tem recebido uma forte aprovação.

“OPERATION MIND CONTROL” de Bowart contém uma entrevista significativa com um agente de inteligência reconhecido nestas áreas. Garantidamente, o leitor tem todo direito de adotar uma atitude cética em relação a informação colhida de fontes anônimas; ainda que se deva notar que esta declaração de um agente operacional confirme, na parte pertinente, a tese de Lawrence.

Mais importantemente, a literatura aberta sobre sincronização da onda cerebral e os efeitos da radiação eletromagnética sobre o comportamento substanciam grande parte da história de RHIC-EDOM — como devemos ver.

ISTO É SINCRONIZAÇÃO

Robert Anton Wilson, um autor com um devotado seguimento cultista, recentemente tem promovido uma nova geração de ‘máquina mental” destinada a promover a criatividade, estimular o aprendizado e alterar a consciência –  isto é, fornecer uma droga – menos alta. Interessantemente, estas máquinas podem também induzir “experiências fora do corpo” na qual o usuário viaja mentalmente a um outro local enquanto seu corpo permanece em repouso. Esta tecnologia em rápido desenvolvimento tem disseminado o equivalente tecnológico da cultura das drogas; de fato os aficcionados do ruido eletrônico até mesmo têm sua própria revista, REALITY HACKERS. [agora acabada]. Fortemente suspeito que ainda ouviremos muito sobre estas máquinas no futuro.

Um de tais aparelhos é chamado “hemi-synch.” Esta invenção similar a um fone de ouvido produz frequências ligeiramente diferentes em cada ouvido; o cérebro calcula a diferença entre estas frequências, resultando em um ritmo conhecido como “batida bineural”. O cérebro se sincroniza com esta batida – isto é, o EEG do sujeito se lentifica ou acelera para acompanhar seu parceiro eletrônico.

O cérebro tem uma batida própria.

Este ritmo foi inicialmente descoberto pelo psiquiatra alemão Hans Berger, que registrou as voltagens cerebrais como parte de um estudo sobre telepatia. Ele notou duas frequências distintas: alpha (8-13 ciclos por segundo), associada a um estado relaxado e alerta e beta (14-30 ciclos por segundo), produzida durante os estados de agitação e intensa concentração mental. Mais tarde, outros ritmos foram notados, que são particularmente importantes para nossos atuais propósitos: theta (4-7 ciclos por segundo), um estado hipnogógico, e delta (.5 to 3.5 ciclos por segundo), geralmente encontrado em sujeitos adormecidos.

O hemi-synch — e as máquinas mentais relacionadas — podem produzir ondas alpha ou theta, a demanda, de acordo com a vontade do operador. Um cérebro apropriadamente sincronizado é muito mais responsivo á sugestão e é até mesmo provável de vivenciar vívidas alucinações.

Tenho falado com vários abduzidos que descrevem um efeito de “som estereofônico” – exatamente similar aquele produzido pelo hemi-synch – que precede muitos “encontros”. De fato, alguém geralmente administra o hemi-synch por meio de fones de ouvido, mas não vejo razão porque o efeito não possa ser transmitido via o acima descrito estimoreceptor. Novamente, lembro ao leitor sobre o abduzido que tinha um implante exatamente dentro do canal auditivo.

Há mais de um meio de sincronizar um cérebro. O excelente livro de Michael Hutchison – MEGA BRAIN – detalha as experiências pessoais do autor com muitos de tais aparelhos – o alpha-stim, TENS, o sincro-energizer, Tranquilite, etc. Ele se recorda de tonteiras, alucinações como as pinturas de Dali, como resultado de usar esta tecnologia de expansão mental; sobretudo, ele oferece um argumento sedutor que estes aparelhos possam representar uma verdadeira inovação no controle da consciência, portanto preenchendo totalmente o sonho alucinógeno da década de 1960.

Desejo evitar uma resposta automática inimiga da tecnologia a estas fascinantes caixas-de-maravilhas. Ao mesmo tempo, reconheço os perigos envolvidos. E quanto a possibilidade de um operador externo literalmente “mudar nossas mentes” ao alterar as nossas ondas cerebrais sem o nosso conhecimento ou permissão? Se estas máquinas podem induzir um estado hipnótico, como impedir que um hipnólogo talentoso faça uso dese estado?

Garantidamente, a maioria destes aparelhos exige alguma interação física com o sujeito. Mas um instrumento chamado Bio-Pacer pode, segundo  seu fabricante, produzir um número de frequências alteradoras do humor SEM estar anexada ao sujeito. De fato, o Bio-Pacer III (uma versão altamente energizada) pode afetar uma sala inteira. Este aparelho custa 275 dólares segundo a folha de preços mais recente disponível. Que tipo de máquina 27.500 dólares podem comprar? Ou 275.000? Que efeitos, que alcances pode uma máquina de um milhão de dólares ser capaz?

Certamente os militares tem este tipo de dinheiro. E eles certamente estão interessados neste tipo de tecnologia, segundo Michael Hutchison. A entrevista dele com um informante chamado Joseph Light despertou algumas revelações particularmente provocantes. Segundo Light:

Há elementos importantes na comunidade científica, pessoas poderosas, que estão muito interessadas nestas áreas… mas eles tem mantido a maior parte de seu trabalho em segredo. Porque tão logo eles comecem a publicar algumas destas coisas sensíveis, eles tem problemas nas vidas deles. Você vê, eles trabalham com custeios científicos, e se você acompanhar a pesquisa sendo realizada, você descobre que tão logo os cientistas publiquem algo, seus fundos são cortados… Há áreas na pesquisa biolétrica onde técnicas muito simples e aparelhos tem efeitos mentais surpreendentes. Concebidamente, se você é um pessoa enlouquecida com um pouco de base técnica, pode causar um monte de dano.

Esta última declaração é particularmente provocante. Em 1984, um violento grupo neo-nazista chamado “The Order” (responsável pelo assassinato do entrevistador Alan Berg) estabeleceu contacto com dois cientistas do governo engajados na pesquisa clandestina de projetar desequilíbrios químicos e tornar o indivíduo-alvo dócil por meio de certas frequências de ondas eletrônicas. Por cem mil dólares os cientistas foram voluntários em entregar esta informação.

Então, ao menos um grupo de indivíduos enlouquecidos quase dominou os bons.

DÊ ADEUS AO SEU CÉREBRO

Cada senador e representante do congresso tem um arquivo “wavie”. Assim também o tem muitos representantes estaduais. Os wavies tem até mesmo apresentado o caso deles a instituições tais como o Instituto Crístico.

E quem são os wavies?

Eles afirmam serem vítimas de bombardeio clandestino de radiação não-ionizante – ou microondas. Eles relatam mudanças súbitas nos estados psicológicos, alterações no padrão do sono, vozes intracerebrais  outros sons e efeitos fisiológicos. A maioria das pessoas nem mesmo entende quantos wavies existem neste país. Eu tenho falado com um número de wavies.

Eles são indivíduos perturbado buscando uma razão externa para seus problemas mentais? Talvez. De fato. Estou certo que este seja o caso em várias vezes. Mas o fato é que a literatura sobre os efeitos comportamentais das microondas, frequências extra baixas (ELF) e ultrassons é tal que não podemos simplesmente descartar todas as queixas.

Por décadas, a ciência e a indústria americanas tentaram convencer a população que as microondas não podem ter efeitos adversos sobre seres humanos a níveis sub termais – em outras palavras, a atitude foi “se isto não pode lhe queimar, não pode lhe danificar”. Esta abordagem se tornou crescentemente difícil de defender na medida em que se acumulavam os relatos de efeitos psicológicos induzidos por microondas. Os técnicos descreveram “ouvir” certas instalações de radar; usuários de telescópios de radar começaram a desenvolver cataratas em uma surpreendente alta taxa. Os soviéticos a muito haviam reconhecido os efeitos estranhos e as vezes sutis destas radio frequências, que é o porque seus padrões de exposição tem sempre sido mais restritos.

O bombardeio soviético de microondas da embaixada americana em Moscou fez com que a DARPA lançasse o Projeto PANDORA (mais tarde renomeado), cuja meta ostensiva era determinar se estas pulsações [reportadamente 10 ciclos por segundo] que os colocava no alcance alpha, podiam ser usadas para propósitos de controle mental. Suspeito que a “guerra da Rua Tchaikovsky,” como chamo isto, foi usada, ao menos em parte, como a história cobertura para a pesquisa de controle mental do DARPA, e que as histórias que flutuavam no noticiário [via, por exemplo, a coluna de Jack Anderson] sobre a lavagem cerebral remota soviética serviu aos mesmos propósitos de propaganda que os de Edward Hunter durante a década de 1950.

O que as microondas de baixo nível podem fazer a mente?

Segundo um relato do DIA liberado sob o FOIA, as microondas podem induzir alterações metabólicas, alterar as funções cerebrais, e interromper padrões de comportamento. PANDORA descobriu que as microondas pulsadas podem criar vazamentos na barreira sangue-cérebro, induzir ataques cardíacos, e criar uma desorganização comportamental. Em 1970, um cientista da Corporação RAND relatou que as microondas podem ser usadas para promover insônia, fadiga, irritabilidade, perda de memória e alucinações.

Talvez o trabalho mais significativo nesta área tenha sido produzido pelo Dr. W. Ross Adey da Universidade da Califórnia do Sul. Ele determinou que os estados comportamentais e emocionais podem ser alterados sem eletrodos  – simplesmente ao colocar o sujeito em um campo eletromágnético. Ao dirigir uma frequência transportadora para estimular o cérebro e usar a modulação da amplitude para “formar” a onda no mimetismo da desejada frequência do EEG, ele foi capaz de impor um ritmo theta de 4.5 ciclos por segundo em seus sujeitos – uma frequência que ele previamente mediu no hipocampo durante uma evitação de aprendizado. Assim, ele pode externamente condicionar a mente na direção de uma reação aversiva. [Adley também fez um extenso trabalho sobre o uso de eletrodos em animais]. Segundo um outro proeminente cientista de microondas,  Allen Frey, outras fequências podem — em estudos animais — induzir a docilidade. [cf USP #3,884,218 de Robert Monroe, METHOD OF INDUCING AND MAINTAINING VARIOUS STAGES OF SLEEP IN THE HUMAN BEING, granted 20 May 1975; resumo: um método de induzir o sono em ser humano onde um audio sinal é gerado compreendendo um som familiar agradavelmente repetitivo modulado por um padrão de sono ao EEG]

O controvertido pesquisador Andrijah Puharich avalia que “uma onda sino magnética fraca de (1 mW) 4 Hz modificará as ondas cerebrais humanas em 6 a 10 segundos. Os efeitos psicológicos de uma onda sino magnética de 4 Hz são negativos — causando tonteiras, náusea, dor de cabeça e podem levar ao vômito”. Ao contrário, uma onda sino magnética de 8Hz tem efeitos benéficos. Embora alguns escritores questionem a integridade de Puharich (talvez corretamente, considerando seu envolvimento com a história confusa de Uri Geller), suas afirmações aqui parecem estar em linha com o achado de outros experimentadores menos excêntricos.

Como escreve a jornalista investigativa Anne Keeler:

Frequências específicas em baixas intensidades podem previsivelmente influenciar os processos sensoriais… agradável-desagradável, contração-relaxamento, e excitação-calma podem ser criados por campos. Sentimentos negativos e evitação são fortes fenômenos biológicos e se relacionam à sobrevivência. Sentimentos são as verdadeiras bases das “tomadas de decisão” e frequentemente ocorrem como impressões abaixo dos patamares [isto é, subliminares]… Idéias, incluindo nomes, podem ser sincronizados com os sentimentos que os campos induzem.

Adey e compatriotas tem compilado uma biblioteca inteira de frequências e taxas de pulsação que podem afetar a mente e o sistema nervoso. Alguns desses efeitos podem ser extremamente bizarros. Por exemplo, o engenheiro Tom Jarski, em uma tentativa de replicar o trabalho produtivo de F. Cazzamali, descobriu que uma frequência particular causava uma sensação particular de toque de telefone nos ouvidos dos sujeitos – que se sentiam estranhamente compelidos a morderem os experimentadores! Por outro lado, o consciente da dieta pode ser intrigado pela descoberta de que os ratos expostos a ondas ELF deixam de ganhar peso normalmente.

Para nossos propósitos presentes, os achados da pesquisa eletromagnetica mais significativos dizem respeito aos sinais de microondas modulados por freqências hipnoidais do EEG. As microondas podem atuar como o aparelho hemi-synch previamente descrito – isto é, elas podem sincronizar o cérebro a certos ritmos theta. Não preciso enfatizar as implicações da sincronização remota do cérebro para ressoar como uma frequência condutora a dormir, ou a hipnose.

O transe pode ser remotamente induzido – mas ele pode ser dirigido? Sim.  Recorde-se das vozes intracerebrais mencionadas anteriormente em nossa discussão sobre Delgado. O mesmo efeito pode ser produzido pela “onda”. Frey demonstrou na década de 1960 que as microondas podem produzir barulhos como booms, assovios, zunidos, cochichos e outras estáticas intra-cerebrais [ este fenômeno é chamado “Efeito Frey”]; em 1973, o Dr. Joseph Sharp, do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed , expandiu o trabalho de Frey em um experimento onde o sujeito – neste caso, o próprio Sharp — “ouvia” e entendia palavras faladas enviadas via uma microonda pulsada análoga as vibrações de som do orador.

Dr. Robert Becker comenta que “um tal aparelho tem óbvia aplicação em operações encobertas destinadas a enlouquecer um alvo com “vozes” ou enviar instruções indectáveis a um assassino programado”. em outras palavras, agora temos, ao toque de um botão, a tecnologia para inflingir uma Luz de Gás eletrônica ou criar um verdadeiro CANDIDATO MANCHURIANO. De fato, a primeira capacidade pode de falto disfarçar a segunda. Quem ouvirá as vítimas, quando as alucinações induzidas eletrônicamente que ele recontam exatamente paralelas aos sinais clássicos da esquizofrenia paranóide e/ou epilepsia de lobo temporal?

Talvez a mais sinitra revelação, contudo, diga respeito ao misterioso trabalho de J.F. Schapitz, que em 1974 preencheu um plano para explorar a interação das frequências de radio e a hipnose. Ele propôs o seguinte:

Nesta investigação será mostrado que a palavra falada do hipnólogo pode ser transformada pela energia modulada eletro-magnética diretamente dentro das partes subconscientes do cérebro humano – isto é, sem empregar qualquer aparelhos técnicos para receber ou transcodificar as mensagens e sem que a pessoa exposta a uma tal influência tenha uma chance de controlar o input da informação conscientemente.

Ele ressaltou  um experimento, inocente em seus efeitos imediatos, ainda que assustador em suas implicações, onde os sujeitos seriam implantados com a sugestão subconsciente para sairem do laboratório e comprarem um item um particular; esta ação seria desencadeada por uma certa palavra chave ou ação. Schapitz sentiu que certos sujeitos racionalizariam o comportamento – em outras palavras, os sujeitos arrumariam uma desculpa, contudo tênue, para justificar suas ações como trabalho da vontade livre. Seus instintos sobre este último combinam perfeitamente com as descobertas dos hipnólogos profissionais.

O trabalho de Schapitz foi custeado pelo Departamento de Defesa. A despeito das solicitações do FOIA, os resultados nunca tem sido publicamente revelados.

PENSAMENTOS FINAIS SOBRE “A ONDA”

Devo novamente oferecer uma advertência sobre as possíveis disparidades entre o registro “oficial” dos efeitos psicológicos do eletromagnetismo e a história oculta. Mais uma vez, enfrentamos uma questão de cronometragem. A quanto tempo atrás realmente esta pesquisa começou?

Nos anos iniciais deste século, Nikola Tesla parece ter tropeçado em certos efeitos comportamentais da exposição eletromagnética. Cazamalli, mencionado anteriormente, realizou seus estudos na década de 1930. Em 1934, E.L. Chaffe e R.U. Light publicaram um trabalho sobre “Um Método de Controle Remoto da Estimulação Elétrica do Sistema Nervoso”. Desde o verdadeiro início de seu trabalho com microondas, os soviéticos exploraram os efeitos psicológicos mais sutis do eletromagnetismo – e a despeito dos balidos de certos alarmistas de extrema direita que uma ‘falha eletromagnética” nos separa dos avanços soviéticos, a literatura da Leste Europeu nesta área tem sido estreitamente monitorada por décadas pelo Ocidente. Os projetos ARTICHOKE/BLUEBIRD ressaltam, datando da década de 1950, proeminente a menção a necessidade de explorar todos os usos possíveis do espectro eletromagnético.

Um outro ponto digno de menção se refere a combinação de EMR e miniatura de eletrodos cerebrais. O pai do estimoreceptor, Dr. J.M.R. Delgado, tem recentemente realizado experimentos no qual macacos são expostos a campos eletromagnéticos, assim desencadeando uma ampla variedade de efeitos comportamentais – um macaco pode entrar em uma raiva vulcânica enquanto a uns poucos pé de distância, seu parceiro simiano começa a  adormecer. Fascinantemente, quando macacos com implantes cerebrais sentem ‘a onda’, os efeitos são grandemente intensificados. Aparentemente, estes pequeninos eletrodos podem atuar como amplificadores do efeito eletromagnético.

Este último ponto é importante para a nossa tese da “abdução alienígena”. Os críticos podem se opor que qualquer explosão de energia poderosa o suficiente para ter verdadeiramente efeitos remotos provavelmente também criaria uma reação térmica. Isto é, se um operador clandestino propagasse a ‘onda” de fora do quarto de dormir do abduzido. [vamos dizer, de um helicóptero em baixo vôo, ou de um caminhão viajando ao longo do carro do sujeito], a energia necessária para fazer o trabalho podia ser tal que a microonda cozinhasse o alvo antes de ter uma chance de lavar seus pensamentos. Nosso abduzido terminaria como a vítima de um ataque microondas no final da cabine de Jerzy Kozinsky.

Isto é uma crítica justa. Mas o trabalho de Delgado pode nos dar a solução. Uma vez o abduzido tenha sido implantado — e se vamos confiar nas narrativas da regressão hipnótica de todo, a primeira sessão de implantação pode ocorrer na infância – o chip no cérebro atuaria como um intensificador do sinal. Um tal indivíduo pode ter um número de experiências UFO enquanto seu parceiro de cama descansa confortavelmente.

Sobretudo, relatos recentes indican que um “waver” pode alcançar precisa acurácia sem o uso de implantes no estilo de Delgado. Em 1985, voluntários do Instituto de Pesquisa do Meio Oeste em Kansas City, Missouri, foram expostos a radiações microondas como parte de um experimento patrocinado pelo Departamento de Energia e Departamento da Saúde do Estado de New York. Como THE ARIZONA REPUBLIC descreveu o experimento, “um grupo combinado de controle sentou-se na mesma sala sem ser bombardeado pela radiação não ionizante”. Aparentemente, podemos focalizar muito estreitamente a “onda” — um fato que tem amplas implicações para os abduzidos.

Parte III

Aplicações

Então agora temos alguma idéia dos instrumentos disponíveis aos “espiões-psiquiatras”. Como estes instrumentos tem sido usados? Esta questão necessariamente envolve algum trabalho de detetive. A CIA, sob rigidez, forneceu alguma, embora não o suficiente, documentação de seus esforços para comandar “o espaço entre nossas orelhas”. Sabemos que estes esforços foram  extensos, de longo prazo, e ao menos parcialmente bem sucedidos. Sabemos também que estes experimentos envolveram o uso de sujeitos humanos. Mas quem e quando?

Um paradoxo desta linha de interrogatório é que, para muitos leitores, as vítimas despertam simpatia apenas enquanto permanecem anônimas. Intelectualmente, entendemos que o MKULTRA e seus projetos aliados devem ter afetado centenas, provavelmente milhares, de indivíduos. Ainda que reajamos com profunda suspeita seja quando for que um desses indivíduos se apresente e se identifique, ou seja quando for que um investigador independente argumente que o controle mental tem dirigido algumas pessoas dignas de nota a ações de outra forma inexplicáveis. Onde, o cético pode corretamente perguntar, está a documentação que sustenta tais acusações? A maioria da “trilha de papel” do MKULTRA foi (alegadamente) queimada por ordem de Richard Helms; o que sobrou tem sido censurado, deixando manchas de tinta preta seja onde for que os nomes tenham originalmente aparecido. Ao se queixarem de controle mental as vitimas podem, em sua maior parte, apenas nos dar seu testemunho – e quão confiável é este testemunho especialmente a luz do fato de que um dos propósitos do MKULTRA era induzir insanidade? Qualquer um avaliando que ele foi vitimizado pelo programa pode bem estar procurando uma desculpa extrínseca para sua própria psicopatologia. Se você diz que você é um louco fabricado, você estava provavelmente louco a começar com “Ardil 22″[um excelente livro].

Quando John Marks escreveu “THE SEARCH FOR “THE MANCHURIAN CANDIDATE”” ele recebeu inúmeras cartas de pessoas que insistiam que elas tinham sido drogadas, “ondeadas” ou de outra forma abusadas pela CIA ou os militares. A maior parte destas comunicações foi diretamente para o arquivo de lunáticos dele. Talvez muitas merecessem este destino; mas eu conheço ao menos um que não merecia.

Marks contudo, devota muita atenção a Val Orlikov, um entigo ‘paciente’ da mais notória figura dos anais dos crimes médicos americanos: Dr. Ewen Cameron, um cientista custeado pela CIA que chefiava o Instituto Memorial Allan da Universidade McGill, Montreal, Canadá. Cameron, um pesquisador de saúde mental altamente respeitado, experimentou uma técnica que ele chamou de “direção psíquica”, um programa de lavagem cerebral que envolvia inflingir a um sujeito uma repetição incessante de fitas gravadas com mensagens selecionadas, de 16 a 24 horas por dia, combinadas a um maciço tratamento por eletrochoque e LSD. Os cobaias deste projeto eram pacientes que tinham vindo para o Allan Memorial com queixas psicológicas relativamente menores. Os experimentos de Cameron fracassaram e suas teorias foram desacreditadas, o que pode explicar porque a CIA e seus apologistas agora se sintam mais confortáveis discutindo os esforços franquistenianos no  Allan Memorial, em oposição ao trabalho mais bem sucedido em outros lugares.

O testemunho de Orlikov tem recebido muita atenção respeitosa daqueles escritores que tem examinado MKULTRA, e muito corretamente. Quando estudei os arquivos no Arquivo de Securidade Nacional, fiquei particularmente familiarizado para ler as cartas originais dela a John Marks, e estas páginas tem levado a desmascarar um projeto especialmente sinistro da CIA. As cartas, bastante interessantemente, se provaram exatamente tão vagas, desconcatenadas e bizarras quanto a correspondência similar que os pesquisadores rotineiramente descartam. Orlikov não pode ser culpada pela natureza confusa de suas lembranças; uma certa quantidade de fog é para ser esperada. dado a natureza do crime perpetrado contra ela. O ponto importante é que a história dela, foi descoberta ser verdadeira. Porque as queixas dela desencadearam uma investigação enquanto aquelas queixas de outros foram prontamente descartadas? Talvez a resposta resida no fato de que o marido de Orlikov tenha se tornado um membro do parlamento canadense. Qualquer vítima da experimentação da CIA que deseje ser levada seriamente deve, talvez, primeiramente se assegurar de se casar bem.

De fato, podemos facilmente perdoar os prévios escritores e pesquisadores cujas pesquisas sobre o MKULTRA tem sido tendenciadas em favor da complacência. Mas não podemos permitir que este preconceito natural aleje a nossa atual investigação. Vamos examinar, então, umas poucas “histórias de horror” da literatura de controle mental e sublinhar as possíveis correlações com o testemunho do abduzido.

“O ANJO GUARDIÃO” DE PALLE HARDRUP

Como mencionado previamente, não tenho me aprofundado muito no assunto da hipnose neste trabalho – primariamente por causa das limitações de espaço e tempo, mas também por causa das discussões das possibilidades da hipnose per se tendem a nublar a matéria e seu uso em conjunto com as técnicas eletrônicas supramencionadas. Obviamante, contudo, a hipnose é uma arma maior no armamento do controlador mental; em um futuro trabalho em completa extensão, pretendo lidar com este assunto em muito maior profundidade.

É desnecessário dizer, um dos objetivos primários do MKULTRA e dos projetos relacionados era determinar se alguém podia induzir hipnoticamente outra pessoa a cometer um ato anti-social. Esta possibilidade permanece um dos assuntos mais acaloradamente debatidos em hipnose, porque a sabedoria convencional avalia que nenhum indivíduo pode ser hipnotizado para cometer uma ação que viole seu interior código moral. Martin Orne, editor do prestigiado INTERNATIONAL JOURNAL OF CLINICAL AND EXPERIMENTAL HYPNOSIS concorda com este axioma, e ele está em posição de codificar muito da opinião estabelecida sobre este tópico. Orne, contudo, é um veterano do MKULTRA, e sobretudo parece ter mentido – ao menos em suas comunicações originais – ao autor John Marks sobre seu envolvimento intencional no sub-projeto 94. Conquanto eu respeite grande parte do trabalho inovador de Orne, seus pronunciamentos não sustentam, ao menos para este leigo, uma inquestionabilidade olimpiana.

Para estar seguro, muitos outros especialistas em hipnotismo, não comprometidos com ligações a companhias, também descartam a possibilidade que ações anti-sociais possam ser induzidas. Mas um número de profissionais altamente experientes – incluindo Milton Kline, William Kroger, George Estabrooks, John Watkins e Herbert Spiegel — tem argumentado que tais ações, podem, ao menos em algum grau, serem desencadeadas por um manipulador externo.

Ocasionalmente, queixas de comportamento anti-social induzido hipnoticamente encontram seu caminho nas côrtes de justiça; em um tal caso, que levou à prisão do hipnotizador, foi a caso de Palle Hardrup. Este incidente ocorreu na Dinamarca em 1951. Palle Hardrup roubou um banco, matando um guarda no processo, e mais tarde afirmou que tinha sido instruído a fazer assim pelo hipnotizador Bjorn Nielsen. Nielsen eventualmente confessou ter engenheirado o crime como um teste para suas habilidades hipnóticas. O aspecto mais significativo deste incidente diz respeito a pose que Nielsen adoptou para trabalhar seu projeto malicioso. Durante as sessões de hipnose, Nielsen hipnoticamente sugeriu que ele era o “anjo da guarda” de Hardrup, representado pela letra X. Hardrup testemunhou que “há uma outra sala na porta do lado onde Nielsen e eu vamos falar por nós mesmos. É lá que meu espírito guardião geralmente vem e fala comigo. Nielsen diz que X tem uma tarefa para mim.”

Uma das tarefas que foi arranjada foi a da namorada de Hardrup ter sexo com o hipnotizador. As outras tarefas, envolviam assalto e assassinato. Nielsen convenceu sua vítima que X queria os fundos do roubo para serem utilizados em dignos objetivos políticos. No fim foi dito a Hardrup que os fins justificam os meios.

Compare este cenário com o típico caso do contactado, no qual os guardiães alienígenas convencem suas vítimas/sujeitos que o encontro eventualmente servirá a algum propósito não especificado. De fato, em minhas entrevistas com abduzidos que tem estabelecido um relacionamento a longo prazo com seus visitantes, tenho descoberto que alguns deles originalmente acreditavam que estivessem em contacto com guardiães angélicos como o de Hardrup. Somente nos anos recentes esta pose de anjo foi descartada e a verdadeira forma do alien foi revelada.

Assim temos um meio possível de superar a proposição de que a hipnose não possa induzir o comportamento anti-social. Se falta escrúpulos a um hipnotizador, e ele tem acesso a um sujeito particularmente suscetível, ele pode induzir uma realidade mal percebida. As ações que abjuramos no contexto diário se tornam aceitáveis em circunstâncias especiais: um cidadão que nunca poderia cometer um assassinato em rua na noite suburbana, se preparado no exército, mata no campo de batalha. Na hipnose, a mente se torna este campo de batalha. Nas palavras do Dr. John Watkins,

Nos comportamos com base em nossas percepções. Se as nossas percepções de uma situação podem ser alteradas de forma que nos faça mal construi-las, ou desenvolver uma falsa crença, então o nosso comportamento em relação a isto será drasticamente alterado. É precisamente nesta área de mudança das percepções que a modalidade hipnótica demonstrará seus efeitos mais poderososos. As alucinações tanto sob hipnose quanto pós hipnóticas podem facilmente serem induzidas no sujeito sugestionável. Pode ser feito que ele ignore o estímulo doloroso, aparentemente sendo incapaz de ouvir sons altos, e ver indivíduos que não estão presentes. Sobretudo, as atitudes e crenças podem ser iniciadas nele que são bem anormais e frequentemente contrárias aquelas anteriormente mantidas.

Se a hipnose tradicional, não auxiliada, pode alcançar tais mudanças na percepção, podemos facilmente imaginar as possibilidades inerentes a combinação das técnicas hipnóticas com a pesquisa psicoeletrônica previamente descrita.

Cientistas tais como Orne e Milton Erickson tem tomado matéria das avaliações de Watkins. Mas o caso  Hardrup pareceria sustentar Watkins. Se alguém pode ser convencido que ele, como Joana D’Arc, atua sob a influência de um alto poder sobrenatural, então capacidades anteriormente inimagináveis podem ser reveladas e as ações “impossíveis” podem ser desempenhadas. De fato, quando consideramos as extremas mudanças de personalidade – e ocasionalmente, as ações sinistras, desencadeadas por líderes de certos cultos, e grupos ocultos, entendemos a desejabilidade de instalar uma história cobertura hipnótica dentro de uma matriz sobrenatural. As pessoas farão por Deus – ou pelo Diabo, ou pelos Irmãos Espaciais – o que caso contrário não fariam.

A data do caso Hardrup coresponde a instituição de BLUEBIRD/ ARTICHOKE; não se precisa de muita imaginação para ver como este caso pode ter servido como um modelo para os cientistas pesquisando estes e os projetos subsequentes.

MEMÓRIA EM TELA

Segundo os arquivos desclassificados nos arquivos de Marks, uma maior dificuldade enfrentada pelos pesquisadores do MKULTRA diz respeito ao “problema da disposição”. Isto é, o que fazer com as vítimas da experimentação com eletrochoque, drogas e hipnose da CIA. A companhia lançou mão de tácticas caraterísticas mas desagradáveis: eles se desfizeram de seus cobaias humanas encarcerando-as em asilos para insanos, realizando lobotomias e ordenando “ações executivas”.

Uma solução mais sofisticada tinha que ser encontrada. Uma das metas dos esforços de controle mental da CIA era assegurar o apagamento da memória por meio da hipnose [e drogas, eletrônicos, lobotomias etc]. não apenas para ocultar o que aconteceu durante as sessões de programação/doutrinação experimentais que se provariam útil no campo. “A AMNÉSIA ERA UMA GRANDE META” confirma Victor Marchetti, que ressalta a sua utilidade em lidar com agentes contratados: “depois que você tem feito isto, a agência até mesmo não sabe o que ele está fazendo… você o envia dentro e ele faz o trabalho. Quando ele volta, você limpa sua cabeça”.

O grande problema: a despeito da amnésia hipnoticamente induzida, haveria vazamentos da memória – fragmentos de material represado se elevariam espontaneamente, em sonhos, flashbacks etc. Uma solução proposta: dar ao sujeito uma “memória em tela” , uma história falsa, assim, se ele começasse a recordar o material, ele o recordaria incorretamente.

Até mesmo o conservador Dr. Orne nota que:

A S [subjeito] que é capaz de desenvolver uma boa amnésia pós hipnótica também responderá a sugestões para se lembrar de eventos que realmente não aconteceram. Ao despertar, ele deixará de recordar os eventos reais do transe e ao invés se recordará dos eventos sugeridos. Se algum, este fenômeno é mais fácil de ser produzido do que a amnésia total, talvez porque isto elimine a sensação subjetiva de um espaço vazio na memória.

Não apenas as memórias em tela preenchem os desconfortáveiws brancos na lembrança do sujeito, elas protegerão contra qualquer revelação posterior. Um medo dos cientistas do MKULTRA era que o indivíduo hipno-programado usado como, vamos dizer, um correio, possa ser desprogramado por um outro hipnotizador que talvez trabalhe para o inimigo. Assim, os cientistas do MKULTRA decidiram instilar personalidades múltiplas – múltiplas histórias cobertura se você peferir – para confundir os hipnotizadores não autorizados.

Um caso usando esta técnica se centrou em um assassino chamado Luis Castillo, que, depois de sua captura nas Filipinas, foi extensamente entrevistado e estudado por especialistas a serviço do Escritório Nacional de Investigação, o equivalente do país ao nosso FBI. Foi descoberto que Castillo tinha ao menos quatro personalidades distintas, hipnoticamente instiladas; cada personalidade pode ser desencadeada por um pista específica. Em um estado, ele afirmou ser o Sgt. Manuel Angel Ramirez, do Comando Tático Estratégico Aéreo do Vietnã do Sul; supostamente, “Ramirez” era o filho ilegítimo de um certo oficial de alto escalão da CIA, que fumava cachimbo, cujas iniciais eram A.D. Uma outra personalidade afirmava ser um dos assassinos de John F. Kennedy.

O principal hipnólogo envolvido neste caso rotulou estes alter-egos hipnóticos de “estados zumbis”. O relato deste caso declarou que “o fenômeno zumbi referido aqui é um comportamento sonâmbulo apresentado pelo sujeito em uma resposta condicionada a uma série de palavras, frases, declarações, aparentemente desconhecido do sujeito em seu estado normal alerta.”

Depois da repatriação de Castillo para os EUA, o FBI afirmou que ele tinha fabricado a história. Em seu livro “OPERATION MIND CONTROL”, Walter Bowart faz um caso convincente contra as afirmações do FBI. Certamente muitos aspectos do caso de Castillo argumentam pela sua sinceridade – inclusive sua insensibilidade a dor induzida hipnoticamente, sua manutenção da história até mesmo quando severamente embriagado, e suas tentativas de suicídio aparentemente programadas.

Se Castillo contou a verdade, como acredito que ele o fez, então ele manifestou tanto a personalidade múltipla hipnoticamente induzida quanto uma pseudo-memória. A primeira permanece controvertida, mas a segunda tem sido repetidamente replicada em situações experimentais.

Este ponto é vitalmente importante para os estudantes do fenômeno da abdução. Não podemos assumir a acurácia das descrições das abduções dadas durante subsequentes regressões hipnóticas. Sobretudo, não podemos até mesmo assumir a acurácia das lembranças espontaneamente suscitadas [isto é, as memórias de abdução que não são desencadeadas pela regressão hipnótica]. De fato, os céticos responsáveis tem argumentado que a regressão hipnótica pode se provar inadvertidamente nociva, no que ela pode fechar no lugar uma falsa lembrança.  (Note, contudo, que outros profissionais psiquiatras consideram a regressão hipnótica a melhor técnica, contudo falha, em destrancar a amnésia. Da minha parte, mantenho uma atitude cautelosa e ambivalente na direção do uso da hipnose no trabalho do abuzido]

Garantidamente, é muito fácil para os desmentidores gritarem “confabulação” para desmentir o testemunho hipnótico que não se conforma a nossas pré concepções sobre o possível; não pretendo cometer o mesmo erro. Seja onde for que os céticos ofereçam o fenômeno da pseudo-memória para racionalizar as queixas de abdução, eles citam situações experimentais na qual a pseudo-memória foi originalmente criada por um hipnotizador. Estes experimentos não podem ser citados como prova que um indivíduo abduzido espontaneamente conjurou uma fantasia [o que justamente acontece para corresponder aos detalhes de centenas de “fantasias” similares]. Muito mais, os estudos de laboratório da criação da pseudo-memória provam o meu ponto: a pseudo-memória pode ser induzida por uma hipnose anterior.

Em outras palavras, um abduzido pode falar de aliens – quando a realidade foi algo inteiramente diferente.

Em correspondência comigo, um importante pesquisador de abdução escreveu de um caso no qual um abduzido se lembrou de ter visto um helicóptero se transformar em um UFO. Durante uma das poucas sessões de regressão a que compareci, ouvi uma narrativa exatamente similar. Hopkins argumentaria que o helicóptero era a “memória em tela” escondendo a horrorosa realidade do encontro UFO. Mas a navalha de Occam realmente corta deste modo? Não devemos também considerar a possibilidade de que o objeto em questão fosse realmente um helicóptero – que o abduzido foi instruído a se recordar como um UFO?

A SUPER ESPIÃ

Entre os paéis liberados do BLUEBIRD/ARTICHOKE/MKULTRA estava o seguinte memorando escrito a mão, não assinado e não datado:

Tenho desenvolvido uma técnica que é segura [livre de censura internacional]. Isto tem a ver com o condicionamento de nosso próprio povo. Posso realizar isto como o trabalho de um só homem.

O método é a produção de hipnose por meio de simples medicação oral. Então [sem nenhuma medicação posterior] a hipnose é reforçada diariamente durante os seguintes três ou quatro dias.

Cada indivíduo é condicionado contra revelar qualquer informação a um inimigo, até mesmo embora submetido a hipnose e drogas. Se preferível, ele pode ser condicionado a dar falsa informação muito mais que nenhuma informação.

Na margem deste documento, um dos assistentes de Marks escerveu, “Este é Wendt?” A referência aqui é a G. Richard Wendt, um professor empregado do projeto CHATTER que, em 1951, liderou tanto os empregados navais quanto os da CIA em uma caçada de controle mental, quando um experimento similar ao descrito acima falhou em produzir resultados.

Até mesmo se o memorando acima descreve um fracasso operacional [e as táticas descritas neste memo não parecem muito possível para mim], não devemos ficar complacentes. Agora sabemos que, em ao menos um caso, técnicas mais sofisticadas tornaram o cenário acima uma realidade.

Eu me refiro ao caso de Candy Jones.

A história dela deu origem ao menos a um livro e deve, um dia, dar origem a outro. Obviamente, não posso aqui dar todos os detalhes desta narrativa fascinante e assustadora. Mas a precisão é obrigatória. .

Ms. Jones (nascida Jessica Wilcox) obteve um status de estrela como modelo durante a Segunda Guerra Mundial, e mais tarde criou sua própria agência de modelos. Um homem do FBI pediu que ela se colocasse para ser usada como “correio” para o FBI e uma “outra agência do governo” [presumidamente, a CIA]; Candy, profundamente patriota, aceitou contentemente a proposta. Chegando as margens do mundo clandestino, Candy eventualmente entrou em contacto com um “Dr. Gilbert Jensen,” que trabalhava, por sua vez, com um “Dr. Marshall Burger.” (ambos os nomes são pseudônimos.) Desconhecido para ela, estes doutores tinham sido empregados como “espiões-psiquiatras” pela CIA. Usando uma entrevista de emprego como cobertura, Jensen induziu a hipnose, descobrindo que Candy era uma pessoa particularmente responsiva – e continuou a usa-la como outros cientistas usam um maccaco rhesus. Ela se tornou um sujeito teste para o programa de controle mental da CIA.

O trabalho dela — até onde é conhecido — era fornecer o serviço clandestino de correio. Estabrooks tem ressaltado a idéia básica anos antes; induzir a hipnose via uma técnica disfarçada, dar ao  mensageiro a informação a ser memorizada,e hipnoticamente apagar a mensagem da mente consciente e instalar uma sugestão pós hipnótica que a mensagem [agora enterrada dentro do subconsciente] seria trazida apenas por meio de uma pista específica. Se o hipnólogo pode criar um tal correio, a ultra segurança deve ser garantida, até mesmo a tortura não fará com que o mensageiro conte o que ele sabe porque ele não sabe que sabe. Segundo o altamente respeitado Dr. Milton Kline, “Realmente existe evidência que não tem sido publicada” provando que o agente secreto perfeito de Estabrooks pode ser com sucesso evocado.

Candy foi uma de tais histórias de sucesso. Sucesso, neste contexto, significa que ela pode ser – e foi – brutalmente torturada e abusada enquando realizava missões para a CIA. Todos os brinquedos do MKULTRA foram colocados no jogo: hipnose, drogas, condicionamento — e eletrônica. Usando estes aparelhos, Jensen e Burger geranciaram para: — instalar uma ‘personalidade duplicada” – criar a amnésia das sessões de programação e dos trabalhos de campo – tornando Candy em uma fanática cheia de ódio e viciada, o melhor meio de isola-la do resto da humanidade. [anteriormente, seus associados a consideravam uma pessoa profundamente tolerante e sua agência de modelos foi uma das primeiras a quebrar a barreira de cor], e – programa-la para cometer suicídio no fim de sua utilidade para a Agência. As técnicas de programação usadas nela foram falhas. Ele quebrou a segurança quando se casou com uma famosa personalidade do radio em New York, John Nebel, que, usando a regressão hipnótica, conseguiu trazer a verdade a tanto tempo represada. Eventualmente a ‘outra Candy’ disse adeus e a programação foi quebrada.

Os céticos podem achar a história de Candy tão incrível quanto as narrativas de abdução – afinal, um amador a tinha conduzido em uma regressão hipnótica, e a possibilidade de confabulação sempre se apresenta. Não obstante, sinto que a veracidade da narrativa dela tem sido estabelecida acima de qualquer dúvida razoável. Em suas sessões de regressão hipnótica ela se recordou de ser programada em um instituto ligado ao governo no norte da Califórnia – que, como mais tarde provaram as investigações de John Marks, esteve de fato pesadamente envolvido com a pesquisa de lavagem cerebal custeada pelo governo. O próprio Marks acredita na história de Candy — não menos, por causa dos detalhes dos métodos de programação que foram usados nela foram consubstanciados em documentos liberados depois do livro dela ter sido publicado. Entrevistas com Milton Kline, Dr. Frances Jakes, John Watkins e outros forneceram o testemunho que a programação de Candy Jones era provável — e Deep Trance substanciou a história.

Recentemente, o caso tem recebido uma importante confirmação indireta: investigadores interessados no acompanhamento da pesquisa tem preenchido solicitações sob o FOIA com a CIA para todos os papéis relacionados a Candy Jones. A agência admite ter um arquivo substancial sobre ela mas se recusa a liberar qualquer parte dele. Se a história dela fosse falsa, então porque a CIA estaria tão relutante em entregar a informação? De fato, porque, em primeiro lugar, eles teriam um arquivo?

A confirmação final da história de Candy exige uma revelação — uma que faço com alguma trepidação até mesmo embora o indivíduo nomeado esteja morto.

“Marshall Burger” era realmente o Dr. William Kroger.

Kroger, a muito tempo associado a instituição da espionagem, tinha escrito o seguinte em 1963:

…um bom sujeito pode ser hipnotizado para envio de informação secreta. A memória desta mensagem pode ser encoberta por uma amnésia artificialmente induzida. No evento que ele deva ser capturado, ele naturalmente não se lembrará que ele até mesmo recebeu a mensagem… contudo, desde que tenha sido dado a ele uma sugestão pós hipnótica, a mensagem estaria sujeita a ser recordada por meio de uma pista específica.

Se Candy tivesse de fato confabulado a história dela, porque ela nomearia este cientista em particular, que, escrevendo teoricamente em 1963, previu os eventos subsequentes da vida dela?

Depois do Caso Jones, Kroger transferiu sua base de operações para a UCLA — especificamente, para o Instituto Neuropsiquiátrico dirigido pelo Dr. Louis Jolyon West, um veterano do MKULTRA. Lá ele escreveu “Hipnose e Modificação de Comportamento’, com um prefácio de Martin Orne (um outro veterano do MKULTRA) e H.J. Eysenck (ainda um outro veterano do MKULTRA). O final desta obra contém pistas assustadoras das posibilidades inerentes de combinar a hipnose com a Estimulação Eletrônica Cerebral, implantes e condicionamento – embora Kroger seja cuidadoso ao ressaltar que ” não estamos interessados que o homem possa ser condicionado por recompensas e punições pela estimulação eletrônica cerebral para ser controlado como um robô”. Ele pode não estar interessado mas talvez nós devamos estar.

O controle de Candy Jones nos dá muita informação útil para nossa hipótese da abdução alienígena.

1. Suas sessões de tortura – inflingidas durante sua programação pelos seus mestres da CIA, e as missões por pessoas ainda misteriosas – parecem surpreendentemente similares a de outra forma exames ilógicamente dolorosos alegadamente realizados a bordo da espaçonave alienígena.

2. A personalidade dela muda a grosso modo parelelo aquelas experienciadas por certos abduzidos UFO.

3. A despeito de sua brutalização, ela permaneceu leal aos Drs. Jensen e Burger. Este comportamento surpreendente me lembra as primeiras entrevistas com abduzidos, durante as quais ouvi medonhas descrições de sessões de tortura UFO – seguidas de protestos de amor ilimitado pelos inflingidores da dor alienígenas. Como muitos abduzidos, Candy tinha que comparecer a sessões regulares de condicionamento. A repetida exposição à programação é necesária para efetuar o controle contínuo.

5. Para manter seu domínio total sobre a mente dela, os manuseadores de Candy a programaram para permanecer isolada. Especificamente, eles instilaram uma profunda paranóia em relação a outros seres humanos; os “externos” provavelmente eram inimigos para abusar dela. Tenho visto consistentemente este padrão em meu trabalho com abduzidos. Os céticos argumentariam que os medos  não razoáveis do abduzido provavelmente indiquem a esquizofrenia paranóide – um sintoma que pode, de fato, ter experiências alucinatórias. Mas a maioria dos abduzidos são facilmente hipnotizados enquanto os esquizofrênicos paranóides são extemamente difíceis de se submeterem a hipnose, segundo o Dr. Edward Simpson-Kallas, um psiquiatra com ampla experiência na área da hipnose forense. Se, contudo,  estes medos não razoáveis tenham sido hipnoticamente induzidos, a contradição é resolvida.

6. Candy era produto de uma infância infeliz, daí sua propensão para a personalidade múltipla. Muitos dos abduzidos repetidas vezes que tenho entrevistado tem similares histórias familiares deprimentes.

7. A história de Candy Jones também tem o que podemos chamar de uma “relevância negativa” para as narrativas de abdução. Porque os Controladores não estabeleceram uma história cobertura hipnótica, ou pseudo-memoria, os fatos verdadeiros do caso conseguiram se permear para a mente consciente dela. Não importa quão completa a amnésia pós hipnótica, o vazamento ocorrerá – daí a necessidade de uma história cobertura, uma falsa memória, para preencher a falha da lembrança. A CIA aprende com seus erros. A hipno-programação de Candy Jones se quebrou já em 1973 – o ano em que o “disfarce alien’ se tornou [se a minha hipótese está correta] o procedimento padrão de operação. [Milton Kline aceitou a história de Candy Jones, mas considerou o trabalho amadorístico e inconsistente com o melhor trabalho realizado naquele tempo. Talvez a maior falha tenha sido a falta de uma história cobertura como pseudo-memória?]

BASES DE SUSPEITA

Rumores sobre “bases subterrâneas” são tão quentes quanto pimenta no campo UFO exatamente agora, e várias destas histórias envolvem abduções.

Por exemplo, uma pequena apresentação do famoso caso UFO de Bentwaters envolve a abdução de um homem da força área chamado Larry Warren para uma cavidade subterrânea sob a base militar. Lá, conquanto no que ele mais tarde desceveu como “um estado um tanto drogado”, ele viu aliens e seres humanos – figuras militares – trabalhando lado a lado.

Tenho falado com uma outra abduzida, Nancy Wright, que alegadamente foi levada a uma câmara subterrânea dez milhas ao norte da base da força áerea de Edwards, Califórnia. Como este foi um evento de múltiplas testemunhas, e Ms. Wright não tinha tentado capitalizar a história para ganho financeiro, tendi a acreditar na história dela. Segundo a pesquisadora de abdução Miranda Parks, um casal de idade avançada vivendo nas vizinhanças também foi abduzido de modo exatamente similar.

Em 1979, Paul Bennewitz e Leo Sprinkle pesquisaram um caso de abdução particularmente controvertido envolvendo uma jovem mulher [nome não revelado] que aparentemente foi levada a uma instalação onde os alienígenas processam fluidos e partes corporais de uma mutilação de gado. Esta investigação parece ter levado a perseguição governamental de Bennewitz, na qual alguma forma de controle mental [ou, como já tenho anteriormene me referido a isto, “lus de gás eletrônica”] pode ter desempenhado uma parte.

A quem podemos responsabilizar por estas histórias de alegada desonestidade alienígena realizada em conjunto com os militares? Eu, por mim, não posso creditar as histórias geralmente não consubstanciadas de uma “conspiração cósmica” agora promulgada por ex agentes de inteligência tais como John Lear e William Cooper. Conquanto eu não possa avaliar insinceridade da parte destes homens, frequentemente imagino se eles tem sido usados como condutos – voluntários ou não – em um sofisticado esquema de desinformação.

Uma explicação mais simples, embora não menos assustadora, para a ‘base” das abduções pode ser encontrada na história do Dr. Louis Jolyon West, agora notório por sua perticipação nos experimentos com LSD do MKULTRA. Inspirado por “A Violência e o Cérebro” (um livro dos Drs. Frank Ervin e Vernon H. Mark que atribuiu um turbilhão interno em uma cidade a um “defeito genético’ dentro dos negros rebeldes], West propôs, em 1973, um Centro para Estudo e Redução da Violência, onde indivíduos potencialmente violentos podiam ser abordados profilaticamente.

E quem eram estes indivíduos? Segundo a proposta de West, os fatores dignos de nota indicando uma predisposição violenta eram “sexo [masculino], idade [jovem], etnicidade [negro] e urbanicidade.” Como lidar com eles? “… implantando pequeninos eletrodos profundamente no cérebro, a atividade elétrica pode ser acompanhada em áreas que não podem ser medidas pela superfície do escalpo… é até mesmo possível registrar mudanças bioelétricas nos cérebros dos sujeitos em livre movimento, pelo uso de técnicas de controle remoto…’ Ao monitorar remotamente os EEGs dos sujeitos, os episódios potencialmente violentos podem ser identificados.

Para os nossos propósitos, o aspecto mais significativo desta proposta tinha a ver com a locação. Em uma comunicação secreta ao Dr. J.M. Stubblebine, diretor do Departamento de Saúde do Estado da Califórnia (felizmente, esta carta foi ‘vazada” ao público], West revelou que ele pretendia hospedar o centro dele em uma abandonada base de mísseis Nike, cuja localização era acessível ainda que relativamente remota. “Este local é seguramente cercado”, escreveu West. “Estudos comparativos podem ser realizados fora de lá, em uma localização conveniente mas isolada, de programas modelo experimentais, para a alteração do comportamento indesejável.”

A gritaria pública deteve estes planos. Mas este esquema foi verdadeiramente eliminado? Ou ele meramente foi modificado, despido [temporariamente] de seus tons raciais e relocalizado a algum ponto menos acessível?

Uma coisa é certa: um “espião-psiquiatra” da CIA favoreceu a experimentação secreta do controle comportamental em uma remota instalação militar. Talvez alguém dentro das divisões de modificação comportamental da instituição da espionagem ainda pense altamente nesta idéia. Se assim for, o problema da disposição mais uma vez eleva sua horrível cabeça, devem os “visitantes” destas instalações até mesmo reaparecem na sociedade externa. Novamente, uma história coberura hipno-programada se provaria insubstituível.

A CONEXÃO ESCANDINAVA

Muitos livros tem sido escritos sobre os abduzidos, ainda que existam poucos sobre as vítimas de controle mental.Não posso entender esta situação; a realidade dos UFOs ainda é controvertida, ainda que a existência de controle mental tenha sido verificada em duas investigações congressionais [altamente comprometidas] e em milhares de documentos obtidos sob o FOIA. Não obstante, os abduzidos podem encontrar um ouvido simpático, enquanto os poucos que ousam se proclamar vítimas de conhecidos programas do governo raramente encontrem alguém que os ouçam. Nossos preconceitos sobre este assunto são lamentáveis, porque se ouvissemos os “controlados” ouviriamos muitos detalhes surprendentemente similares aqueles mencionados pelos abduzidos UFO.

Dois casos a ressaltar: Martti Koski e Robert Naeslund.

Koski, um cidadão finlandês, afirma ter sido vítima de uma experimentação de controle mental enquanto visitava o Canadá. Logo depois que a experiência dele começou, ele tentou transmitir sua situação ao mundo e chamar atenção para sua queixa. Poucos ouviram. Muitos detalhes dele eram bizarros, e não sendo um nativo de lingua inglesa, ele não podia se expressar convincentemente para aquele dos quais ele abordava por ajuda. Ainda que muitos aspectos de sua história correspondam estreitamente a detalhes conhecidos do MKULTRA e programas relacionados.

Naeslund, um cidadão sueco, conta uma história similar. Sobretudo, suas queixas foram sustentadas por um evidência especial: os raios X revelaram um implante em seu cérebro. Naeslund realmente foi ao extremo de ter seu implante testado por técnicos eletrônicos da Hewlett-Packard. Um cirurgião grego realizou a necessária trepanação para remover o aparelho.

Muitos aspectos das histórias de Koski e Naeslund correspondem a minha hipótese. Koski, por exemplo, a um ponto foi dito que os doutores que o afligiram eram realmente ‘aliens de Sirius”. Em um outro ponto, foi levado a acreditar que estava sob a direção do Senhor [como indiquei anteriormente, a manipulação da imagem religiosa pode ajudar a induzir o comportamento anti-social; o super-ego do sujeito pode ser nulificado se ele acredita que segue os comandos do alto. Tal manipulação pode explicar os aspectos mais bizarros da abdução de Betty Andreasson Luca].

O implante de Naeslund foi originalmente colocado através da cavidade nasal. Ele primeiro entendeu que algo terrível tinha acontecido a ele depois de uma experiência de tempo perdido seguida de um sangramento nasal.

Este detalhe será instantaneamente familiar a qualquer um que tenha estudado as abduções; tenho encontrado isto em minhas próprias conversas com abduzidos. Para um excelente exemplo na literatura UFO rencomendo ao leitor o caso de Susan Ransted, como detalhado por Kevin D. Randle no livro  THE UFO CASEBOOK; o background da alegada contactada Diane Tessman também é digno de nota a este respeito. Intrigantemente, tenho localizado uma referência na literatura aberta ao uso, em estudo animal, de eletrodos implantados nasalmente para a medida de efeitos da radiação eletromagnética.

Há outras declaradas vítimas de controle mental que mantém a evidência de implantes: note, especialmente, o caso fascinante de James Petit, um piloto ligado a CIA e alegado aluno de lavagem cerebral; os raios X de seu crânio tem revelado implantes no estilo daqueles dos abduzidos – apropriados, talvez, já que seu corpo tem cicatrizes do estilo daquelas dos abduzidos; igualmente, certos abduzidos darão, se permitidos por uma audiência completa e simpática, testemunho fortemente concordante com a narrativa de Koski.

HELICOPTEROS E DISCOS

A história bizarra de Rex Niles e sua irmã (cujo nome não aparece nas narrativas das notícias) pode lançar uma luz interessante em uma variedade de casos de abduzidos, particularmente naquele de Betty e Barney Hill. Niles, o proprietário vertiniginoso de uma firma sub-contratada de defesa Woodland Hills  (Rex Rep) foi apontado pelas autoridades investigando os subornos da indústria de defesa. Ele se tornou uma testemunha  extraordinariamente cooperativa na investigação – até que ele foi alvejado por seus inimigos, que alegadamente usaram psicoetrônica como perseguição.

O seguinte trecho do artigo do LOS ANGELES TIMES sobre Niles é particularmente compelente:

Ele [Niles] deu testemunho de sua irmã, uma mulher de Simi Valley que jurou que helicópteros tinham repetidamente circulado a casa dela. Um engenheiro mediu 250 watts de microondas na atmosfera fora da casa de Niles e descobriu um disco radioativo sob o para-lama de seu carro.

Um antigo colega da escola secundária, Lyn Silverman, afirmou que o computador da casa dela ficava desordenado quando Niles ficava de pé perto dele.

Não existem aliens nesta história – ainda que seja tão similar as histórias das abduções aliens! Os helicópteros de baixo vôo, de fato, são frequentemente relatados pelas vítimas de abdução – o caso de Betty Andreasson Luca fornece o exemplo mais bem conhecido. A desordenação de equipamento eletrônico também é frequentemente encontrada nos casos atribuídos a abdução; tenho falado independentemente com três mulheres que afirmam terem sido capazes de perturbar ou desligar televisões e estéreos simplesmente ao passar pelos aparelhos; uma mulher até mesmo afirmou que ela desligou sua televisão apenas ao apontar para ela.

Mas o disco radiativo é especialmente intrigante. Como recentemente explicou o antigo agente do FBI Ted Gunderson ao meu associado Alexander Constantine, discos magnéticos radiativos tem a muito sido usados pelos serviços clandestinos como indutores do cancer [assassinos silenciosos] – isto é, como instrumentos de assassinato. Não apenas isto. O disco lembra a alguém um pequeno detalhe do caso Hill – mais ou menos uma dúzia de pontos brilhantes, cada um do tamanho de um dolar de prata, encontrado na carroceria do carro dela diretamente depois da abdução. Uma agulha de bússola reagiu selvagemente quando colocada perto destes pontos. Eles poderiam ter marcado o local onde um aparelho eletromagnético ou radiativo, similar aquele encontrado por Niles, foi colocado no carro? (um tal aparelho pode ser mantido para localizar magneticamente, as impressões circulares). Se assim for, então a EMR desorientante pode ter ajudado a induzir o avistamento UFO dos Hills.

OS MILITARES E O CONTROLE MENTAL

Algum tempo atrás, frequentei sessões de regressão hipnótica nas quais o sujeito – um declarado abduzido UFO – recordava-se de ter sido submetido a uma misteriosa “operação cerebral” no hospital dos veteranos da Califórnia. A operação foi realizada por seres humanos, não por alienígenas. Interessantemente, este mesmo hospital foi mencionado em dois outros casos que encontrei. Estas outras queixas não foram feitas por abduzidos, mas por pessoas que alegadamente tem sido vítimas de experimentação de controle mental.

Um dos queixosos, um antigo SEAL da Marinha que realizou inúmeras missões perigosas no Vietnã, impressionou-me favoravelmente com a riqueza de detalhes da história dele. Este indivíduo – tenho me referido a ele como “o SEAL treinado” – tinha recebido treinamento militar especializado de combate em uma base militar na Califórnia. Ele afirma que em um ponto durante seu treinamento ele foi drogado, hipnotizado, posivelmente colocado sob alguma forma de controle eletrônico, e submetido a extremos de condicionamento operante de dor/prazer. Um detalhe peculiar da história dele diz respeito ao aspecto da “recompensa” do condicionamento. Quando apropriadamente aquiescente, ele recebia acesso sexual ilimitado a uma mulher, que diz o SEAL, também era vítima de lavagem cerebral.

Tão inacreditável quanto esta última afirmação possa ser, eu a considerei estranhamente ressonante quando mais tarde entrevistei uma proeminente abduzida no sul da Califórnia que bravamente me ofereceu detalhes de um incidente enigmático, embora muito delicado, do passado dela. Ainda uma mulher atraente, ele se recordou para mim – de fato, parecendo extremamente compelida a descrever – um antigo caso de amor com um jovem soldado em treinamento em uma base militar perto da casa dela. Ela não pode se recordar do nome do soldado. Tudo que ela se lembra é que um dia ele começou a morar na casa da família dela. Ela não tem idéia de como este arranjo começou, e seus pais nunca se sentiram confortáveis em discutir o assunto. Embora não atraída por este soldado, ela se sentia compelida a se tornar íntima dele, adotando uma atitude dócil e obediente que era bem fora do caráter dela. Mas tarde, o soldado foi em missões encobertas no Vietnã.

De fato, o desenvolvimento psico-sexual de uma pessoa jovem nunca é suave, e o incidente relatado acima pode meramente ter representado um solavavanco particularmente desapontador em uma estrada notóriamente áspera. Ainda, alguns dos detalhes desta história – particularmente a atitude dos pais, a mudança de personalidade da mulher, e seus subsequentes lapsos de memória — são surpreendentes, e trato com respeito a intuição do abduzido que este enigma menor em sua história pode, se apropriadamente entendido, lançar luz em suas posteriors experiências de tempo perdido.

Pode o “SEAL treinado” estar certo? Foi lá, é lá, um grupo de soldados hipno-programados realizando missões particularmente perigosas? E os programadores tem a sua disposição “uma senhora auxiliar”, por assim dizer, dos seguidores hipnotizados o campo?

Se a história do SEAL estivesse sozinha, os céticos poderiam facilmente descarta-la [já que eles não se sentem, como eu faço, face a face com o contador da história, ouvindo todos os detalhes horrendos e preocupantes]. Mas outros veteranos tem acrescentado as vozes deles a esta história terrível. Daniel Sheehan, do Instituto Crístico, afirma que sua organização tem falado com meia dúzia de indivíduos com narraivas similares as do meu informante SEAL. Todos tinham recebido “processamento”, por assim dizer, dentro do contexto do treinamento militar padrão; depois da programação e instrução especializada de combate por mercenários, os recrutas eram posto a espera para serem utilizados quando a situação pedisse – e algumas dessas situações ocorreram dentro dos EUA.

Walter Bowart começou sua pesquisa sobre controle mental colocando um anúncio em publicações no esilo de SOLDIER-OF-FORTUNE, pedindo correspondência de veteranos que vivenciaram inexplicáveis lapsos de memória ou estranhas técnicas de modificação de comportamento enquanto serviam no Vietnã; ele recebeu mais de cem respostas. Bowart devotou um capítulo inteiro a um desses correspondentes – um veterano da força aérea chamado David, que terminou seu período de quatro anos de serviço recordando-se apenas de ter passado tempo “tendo diversão, fazendo pesca de mergulho, deitando-se em praias, colhendo conchas… isto nunca eu comecei a entender até mais tarde que eu devo ter feito algo enquanto estava a serviço”. [um exemplo óbvio de memória em tela]. Ele também se referiu a uma namorada cujo nome não consegue se recordar a despeito do longo período e da profunda intimidade do caso. Os paralelos com a história do SEAL e as narrativas dos abduzidos devem ser óbvios.

Nós até mesmo temos uma confissão, de tipo, de um cientista que se especializou em um aspecto deste tipo de treinamento. O Ten. Comandante Thomas Narut, do Hospital Naval dos EUA na sede da OTAN em Naples, Flórida, admitiu durante uma palestra em Oslo que os recrutas em Naples eram submetidos a sessões de modificação do comportamento no estilo do filme “Laranja Mecânica”. Os soldados em treinamento eram amarrados nas cadeiras com seus olhos forçadamente abertos enquanto assistiam filmes de acidentes industriais e cerimônias africanas de circuncisão – filmes frequentemente usados por psicólogos como um meio de induzir stress em situações experimentais. Diferente do protagonista de Laranja Mecânica, que aprendeu a aversão ao sinal de violência, os soldados de Narut eram ensinados a aceitarem e apreciarem o banho de sangue, e ver isto com equinamidade. Técnicas similares foram usadas para desumanizar inimigos em potencial. Os graduados deste programa se tornaram, nas próprias palavras de Narut, “atiradores e assassinos”  a serem colocados nas embaixadas americanas pelo mundo.

Quando questionado pelos repórteres sobre estas afirmações, o governo americano negou a história; Narut – depois de um período incomunicável e aparente coação – mais tarde explicou aos jornalistas que ele tinha meramente falado teoricamente. Se assim foi, porque ele originalmente descreveu o procedimento de modificação de comportamento como um programa em andamento?

E conquanto possa parecer frívolo retornar ao assunto das abduções depois de examinar tais dados sinistros, devo lembrar ao leitor das muitas narrativas dos abduzidos nos quais eles relatam serem forçados a certos stress induzidos por filmes em movimentos. Os aliens, nos parece, tomaram algumas lições com o Dr. Narut.

Narut, de fato, se concentrou na programação seletiva de individuais soldados americanos; por outro lado do espectro do controle mental, especialistas do Departamento de Defesa também tem se concentrado em métodos de tornar batalhões inimigos inteiros ‘ineficazes para o combate”. O armamento eletromagnético, que pretende dizimar a agressão do inimigo, é a província do DARPA, sob a direção do Dr. Jack Verona. Estes projetos permanecem completamente misteriosos; sabemos, contudo, que uma operação, SLEEPING BEAUTY, empregou os serviços do Dr. Michael Persinger, um cientista que tem expressado opiniões interessantes sobre UFOs.

Persinger descobriu um método de usar ondas ELF para induzir as células MAST do cérebro a liberarem histamina, deva um comandante de campo de batalha desejar submeter seu inimigo a surtos em massa de vômito. O truque de Persinger pode fazer o trabalho ainda mais rápido do que um filme de Tobe Hooper. “A questão”, escreve o pesquisador de controle mental Larry Collins, “é como sair do ponto A e alcançar o ponto B sem violar um dos mais rigorosos mandamentos da ética do governo – não deve realizar experimentos como este em seres humanos.”

Se Collins tivesse estudado um pouco mais cuidadosamente, ele poderia entender que o governo nem sempre tem visto este mandamento como algo gravado na pedra. Como Milton Kline coloca isto:

Fatores éticos envolvidos na maioria das pesquisas seriam eliminados se tivessem resultados positivos. Estes fatores éticos nem sempre se mantém na pesquisa do governo. A pesquisa que tem dado resultados realmente positivos não tem sido limitada por restrições éticas.”

O MÁXIMO MOTIVO PARA O CONTROLE MENTAL

Os linhas dura da hipnose da escola de Orne quase certamente descartarão as narrativas precedentes dos veteranos do uso de hipnose, drogas e condicionamento comportamental nos combatentes americanos. Porque, os céticos perguntariam, qualquer um tentaria criar um Candidato Manchuriano quando os serviços militares, usando meios inteiramente convencionais, podem criar um Rambo? Sempre tem havido recrutas para as missões mais perigosas e então porque a necessidade da hipnose?

A necessidade, de fato, é absoluta.

O moderno campo de batalha tem pouco lugar para um soldado tradicional. O armamento avançado requer um crescente nível de sofisticação técnica, que por sua vez exige um operador de cabeça fria. Mas o combatente humano demais – embora capaz de atos extraordinários de coragem sob as condições mais estressantes imagináveis – não possui reservas inexauríveis de sangue frio. Eventualmente o colapso ocorre. As baixas psiquiátricas per capita tem aumentado dramaticamente a cada sucessivo conflito americano. Como escreve Richard Gabriel, o excelente historiador do papel da psiquiatria na guerra:

A guerra moderna tem se tornado tão letal e intensa que apenas os já insanos podem suporta-la… a Guerra moderna exigindo contínuo combate aumentará o grau de fadiga sobre o soldado a níveis desconhecidos. A fadiga física – especialmente a falta de sono – aumentará a taxa de baixas psiquiatricas enormemente. Outros fatores – altas taxas de fogo indireto, combate noturno, falta de comida, stress constante, grandes números de baixas – assegurarão que o número e baixas psiquiátricas alcançarão proporções desastrosas. E o número de baixas sobrecarregará a estrutura médica ao ponto do colapso.

A habilidade de tratar as baixas psiquiátricas acabarão por desaparecer. Não haverá áreas seguras nas quais tratar os soldados debilitados pelo colapso mental. A tecnologia da guerra moderna tem tornado tais locais funcionalmente obsoletos…

Segundo Gabriel, os militares prentendem enfrentar esta desafio ao criar “o soldado químico”, um zumbi projetado drogado em uniforme de combate:

Nos campos de batalha do futuro testemunharemos um verdadeiro embate de exércitos ignorantes, exércitos ignorantes de suas próprias emoções e até mesmo das razões pelas quais eles combatem. Os soldados de todos os lados serão reduzidos e autômatos sem medo químicos que lutam simplesmente porque eles não podem fazer nada mais… Uma vez o gênio químico esteja fora da garrafa, o completo alcance das ações físicas e mentais humanas  se tornarão alvos para o controle químico… Hoje já é possível por estimulação química ou elétrica aumentar os níveis de agressão do ser humano por estimular a amgdala, uma seção do cérebro conhecida pelo controle da agressão e da raiva. Tal “potencial engenharia humana” já é parcialmente realidade e o necessário conhecimento técnico aumenta a cada dia.

Conquanto esta passagem fale de drogas e eletrônicos, podemos seguramente assumir que os planejadores da batalha não se refrearão de usar qualquer outra técnica promissora.

Gabriel escreve principalmente sobre cenários de batalha em grande escala, mas baseado na informação dele, podemos com justiça deduzir que o soldado controlado mentalmente também desempenhe um papel no ataque cirurgico, a operação encoberta, a infiltração por trás das linhas inimigas por unidades das Forças Especiais. Em tais missões, o pessoal dos EUA tem crescentemente confiado na tortura como meio de interrogatório e intimidação. E tais barbarismos se tornam o procedimento padrão do combatente americano do futuro que precisará encontrar dentro dele mesmo reservas sem precedentes de brutalidade. Será que o recruta médio, retirado dos subúrbios da nação, e criado nos valores tradicionais possuirá tais reservas?

O Vietnã provou que o soldado, a despeito da barragem de propaganda que pretendia nublar o seu discernimento, sentirá a diferença entre lutar em legítima defesa e combater para proteger a hegemonia política. Para frustrar este entendimento, ou o tornar irrelevante, os planejadores militares devem retirar o combatente humano e substitui-lo por uma nova espécie de guerreiro. O soldado do futuro não terá discernimento, ele meramente fará. Ele não será um açougueiro, ele será a faca do açougueiro – uma ferramenta entre ferramentas, sem pensar e eficaz.

E é minha opinião que para criar este soldado do futuro, os controladores precisarão de um programa continuado, um destinado a testar cada novo método e a combinação de métodos para conquistar a mente humana.

Uma meta primária deste programa deve incluir a expansão da capacidade humana para o stress e a violência. Os sujeitos arrolados em tais procedimentos experimentais vivenciarão dor, e aprenderão a aceitar a dor.     Eventualmente, eles aprenderão a inflingi-la, sem remorso ou até mesmo lembrança. A nação que primeiro criar este novo soldado possuirá uma vantagem decisiva sobre o convencional campo de batalha – como a nação que primeiro desenvolver um meio de usar técnicas de controle mental em massa para inabilitar inteiros pelotões inimigos [e para apaziguar inteiras populações civis, tanto inimigas quanto domésticas]. Esta vital necessidade militar é a razão porque eu nunca acreditarei em qualquer reasseguração não convincente que nossos cientistas clandestinos tem percedido ou precedirão a pesquisa da modificação do comportamento. Esta pesquisa nunca será uma mera história. O que é passado no presente, e hoje é experimentação encoberta amanhã se tornará treinamento básico.

Um protótipo do futuro guerreiro pode já estar conosco. O SEAL da Marinha que eu entrevistei falou em horríveis detalhes de desmembramento sem emoção, de estupro como rotina, de assassinato sem afetar. E então esquecer que ele tinha matado. Até mesmo anos mais tarde, ele não pode ser recordar das histórias por trás das muitas feridas que tem no próprio corpo. Ele afirma que fosse onde fosse que ele necessitasse dos serviços do hospital dos veteranos, os médicos o re-hipnotizariam brevemente depois de sua admissão, enquanto um médico especificamente preparado para este trabalho examinaria seu histórico médico, que era altamente classificado e mantido sob sete chaves.

Segundo o testemunho do SEAL, seu bloqueio de memória quebrou pouco a pouco, como resultado de eventos complexos demais para serem contados aqui. Finalmente, anos depois do Vietnã, ele foi capaz de lembrar o que ele fez. A amnésia tinha sido uma benção.

Parte IV

Abducções

A imprensa e o público agora vêem os abduzidos como curiosidades na moda, ainda que a ciência, em sua maior parte, ainda bane suas histórias ao domínio dos danados, como Charles Fort definiu a danação. Assim também acontece com as queixosas vítimas do controle mental. A Voz da Autoridade nos diz que o MKULTRA pertence a história, como Asdrubal e Hitler, ameaçou uma vez, mas não mais. Qualquer um que insista ao contrário deve ser silenciado pela loquaz racionalização e seletiva desatenção.

Ainda que estes dois tópicos – abduções UFO e controle mental – tenham mais em comum do que seu mútuo ostracismo. Os dados se entrelaçam. Se pudésemos mapear este fenômeno em um diagrama Venn, veriamos uma intersseção surpreendentemente grande entre os dois círculos de informação. É a este entrelaçamento que busco me dirigir.

Note, contudo, que eu não posso de me dirigir a todos os outros assuntos importantes e interessantes levantados pela experiência da abdução UFO. Por exemplo, tenho escrito, admitidamente muito mais que vagamente, sobre os implantes nasais relatados pelos abduzidos – o tipo de detalhe que deve colocar uma narrativa na categoria de ‘alta estranheza”, e de fato, um detalhe central de minha tese. Mas que percentagem de vivenciadores falam de tais implantes? Uma análise verdadeiramente científica forneceria uma imagem. Infelizmente, não tenho recursos para compilar uma amostragem suficientemente grande de abduzidos dos quais retirar as estatísticas. Nem posso fazer uma análise qualitativa super arqueada medindo o valor dos relatos de “alta estranheza” contra outras queixas dos abduzidos. Tudo que posso fazer é notar a literatura disponível, e deixar o leitor imaginar, como eu o faço, se os compiladores da literatura se concentraram em casos excepcionais ou tenderam a favor das narrativas menos fantásticas dos abduzidos. Tenho suplementado as leituras da literatura de abdução com minhas próprias entrevistas dos vivenciadores – o que, já que abduzidos tendem a conhecer outros abduzidos, pode dar uma visao surpreendenetmente ampla do fenômeno. Esta visão tem sido ampliada até posteriormente as minhas conversas com outros membros da comunidade UFO.

De fato, devemos reconhecer a diferença entre testemunho e prova. Ninguém pode afirmar definitivamente que os relatos de abdução tenham uma base na realidade objetiva [contudo mal percebida]. Por fim, tudo o que temos são histórias. Algumas destas histórias podem ser de veracidade questionável; outras podem estar contaminadas pelas tendências do investigador, muitas são insuficientemente detalhadas. Nenhum trabalho de pesquisa pode resolver todas as controvérsias das abduções, e muitas batalhas necessárias devem ser lutadas em outros campos.

Ainda que o testemunho não vá embora – e certamente tenhamos o bastante para comparação. Mantenho que uma visão geral sem preconceito dos relatos de abdução na imprensa popular e no material menos familiar sobre controle mental demonstrará uma surpreendente correlação. Uma vez os pesquisadores da abdução tenha sido educados nos meios do MKULTRA (e este trabalho pretende ser um texto introdutório], eles podem notar um padrão similar. Se assim for, podemos então começar a escrever uma história revisionista do fenômeno.

O enigma da abdução contém dentro dele sub-mistérios que escorregam para dentro do cenário do controle mental com surpreendente facilidade, até mesmo elegância – mistérios que encaixam a hipótese ET tão desconfortavelmente quanto um tamanho de 10 pés se encaixa em um sapato de oito pés. Como temos visto, a tese do MKULTRA explica os relatos de implantes intracerebrais de abduzidos [particularmente relatos envolvendo sangramentos nasais], cicatrizes não usuais, comunicação telepática [isto é, vozes intracerebrais induzidas externamente] concorrentes com ou seguindo o encontro da abdução, alegações dos abduzidos geralmente ouvirem efeitos sonoros não usuais [similares aqueles criados por aparelhos hemi-synch e similares], desordenamento dos aparelhos eletrônicos nas casas dos abduzidos, mudanças de personalidade, “filmes de treinamento”, manipulação da imagem religiosa, e tempo perdido. Desnecessário dizer que a tese da experimentação governamental clandestina realmente responde pelas queixas dos abduzidos quanto a seres humanos “trabalhando” com os aliens, e pela perseguição do governo que desempenha um papel tão proeminente em certas narrativas de abdução.

Vamos olhar algumas correlações mais.

O CASO HILL E OS ALIENS AVANÇADOS

Mais cedo, perguntei, “Os aliens também assistem televisão em preto e branco?” em referência a seu alegado uso de implantes cerebrais ultrapassados no estilo tereno. Narrativas de abduzidos abundam com exemplos outros da “retro tecnologia” dos alienígenas. O exemplo mais surprendente pode ser encontrado no incidente de Betty e Barney Hill, os detalhes do qual são bem conhecidos demais aqui. Tudo o que já temos visto em nossa discussão do caso Rex Niles, a viagem interrompida dos Hills abunda em dados que, se reunidos, permite a construção de uma explicação alternativa.

A um ponto da alegada abdução UFO, os “examinadores” inseriram uma agulha no umbigo de Betty Hill, dizendo a ela que esta prática constituia um teste para gravidez. Alguns ufologistas imprudentemente assumiram que o ‘teste de gravidez” de Betty Hill fosse evidência de avançada tecnologia extraterrestre, já que em 1961 a narrativa dela é antecedente ao anúncio oficial da amniocentese, que de fato faz uso de uma agulha inserida no umbigo. Mas agora temos meios muito menos invasivos de testar a gravidez que a amniocentese. Verdadeiramente, a amniocentese ainda é usada algumas vezes para reunir informações sobre o feto, mas os controladores de uma tecnologia altamente evoluída certamente usariam outros métodos de determinar a existência da gravidez em primeiro lugar.

O testemunho de Betty Hill nos lembra de certas outras narrativas de abdução, que contém descrições de “curas” surpreendentemente similares aos procedimentos associados com as técnicas de terapia eletromagnética ainda experimentais, tais como aquelas descritas por Robert O. Becker em “THE BODY ELECTRIC”. Por exemplo, a abduzida Deanna Dube descreveu para mim uma regeneração de seu coração a muito tempo danificado relacionada a uma abdução; se ela tivesse estado familiarizada com o trabalho de Becker, ele poderia ter sido um pouco menos rápida em atribuir sua cura a influências de outro mundo.

Inovações médicas frequentemente são submetidas a anos de testes antes de sua descoberta “oficial”. Para alguns destes testes, encontrar voluntários apresenta um maior obstáculo. Se aceitarmos a proposição que o incidente Hill se originou em um estímulo externo e objetivo, devemos então nos perguntar que cenário é mais provável: Betty Hill encontrou seres humanos usando uma técnica dez anos a frente de seu tempo? Ou ela encontrou alienígenas [reputadamente a um bilhão de anos na nossa frente] usando uma ciência de eras anteriores do tempo deles?

Alguém também deve perguntar porque os alienígenas de Betty Hill parecessem não ter nenhum entendimento de conceitos humanos básicos [tais como nós medimos o tempo] – ainda que eles soubessem o bastante sobre nós para falarem inglês fluentemente e tenham domínio até de nossas gírias. Estes eram alienígenas reais ou eram humanos se engajando em teatralidades? Para tanto, porque Betty Hill originalmente se recordou de seus abdutores como humanóides e apenas mais tarde os descreveu como alienígenas?

O caso Hill forneceu uma peça de evidência particularmente controversa – o celebrado ‘mapa estelar” recordado por Betty Hill sob hipnose. Anos mais tarde, uma professora de Escola em Ohio chamada Marjorie Fish fez um engenhosa e aplaudível tentativa de descobrir uma combinação para este mapa pela construção de um elaborado modelo tridimensional dos sistemas estelares vizinhos; se ela teve sucesso premanece um assunto para um debate amigavel. Por agora, prefiro evitar tomar partido nesta disputa e me confinarei a insistir para que a resposta dos ufologistas pró ET (sem recorrer a respostas irrefletidas] um ponto levantado pela primeira vez por Jacques Vallee: O MAPA NÃO FAZ SENTIDO COMO AJUDA NAVEGACIONAL. Vallee nota que, até mesmo se nós concordemos com a interpretação de Fish, as estrelas não são desenhadas em escala – e em qualquer taxa, as espaçonaves alienígenas certamente devam ser navegadas do mesmo modo que guiamos nossas próprias espaçonaves: via computadores e telemetria. A validade da interpretação de Fish é irrelevante; o ponto é que qualquer um de tais mapas não teria valor para um viajente interestelar.

O trabalho de Fish levanta outras controvérsias: alegadamente o mapa aponta Zeta Reticuli como o sistema lar e apresenta Zeta Reticuli como uma única estrela, uma opinião consistente com a opinião científica da década de 1960. Ainda que nos últimos anos os cientistas tenham descoberto que Zeta Reticuli é binário. Sobretudo, como a nossa abduzida conseguiu se lembrar tão acuradamente de uma mapa complexo que ela só viu de passagem? Até mesmo permitindo a possibilidade da aumentada acurácia da lembrança sob a regressão hipnótica, o feito da memória aqui parece notável. Considere as circunstâncias da abdução: Kalka sob alucinógenos não podia ter concebido a visão de pesadelo que confrontou Betty Hill naquela noite — ainda que por alguma razão este particular arranjo de estrelas emergisse como sua lembrança mais intensamente detalhada da experiência.

Esta memória [se não confabulada durante a regressão, uma possibilidade que sempre devemos ponderar] somente é compreensível como um exemplo de Hipermnésia Artificialmente Induzida. Em outras palavras, Betty Hill foi dirigida a armazenar o mapa dentro de seu subconsciente. O celebrado mapa estelar pode ser reconhecido pelo que ele é; uma peça, um detalhe circunstancial aparentemente confirmatório para convence-la – ou a nós – da realidade de sua abdução.

Se eleva então a questão do motivo. Porque – se minha tese está correta – estes dois indivíduos reconhecidamente inócuos foram escolhidos para esta nova variedade dos velhos truques do MKULTRA?

A seleção, de fato, pode ter sido arbitrária. Ou talvez as circunstâncias agora irrecuperavelmente perdidas para a história tenham tornado o casal um alvo conveniente. Interessantemente, Barney Hill tinha se tornado amigo [por meio de funções na igreja] do chefe da inteligência da força área na base da força aérea de Pease; talvez este relacionamento levou os Hills a atenção de membros da comunidade de inteligência. Arguidamente, os Hills podem ter sido escolhidos por uma variedade de razões; como uma regra geral, os serviços clandestinos preferem satisfazer um número de coceiras com uma só coçadela.

De fato, a instituição da espionagem tinha uma razão compelente para se concentrar nos Hills. Barney Hill (um homem negro) e sua esposa mentinham posições importantes em várias organizações de direitos civis, inclindo a NAACP. A abdução aconteeu durante a década de 1960, quando a NAACP e grupos aliados caíram vítimas de uma crescente  série paranóide de ataques do FBI e outras agências governamentais [sob as operações COINTELPRO, CHAOS, GARDEN PLOT, etc.]. Naquele tempo, a infiltração nos grupos de direitos civis era uma tarefa extemamente difícil; enquanto os grupos mais esquerdistas forneciam alvos fáceis para as infiltrações do FBI, o agente operacional médio sob cobertura teria tido um tempo excepcionalmente difícil fazendo-se passar por um ativista negro [em 1961, as únicas pessoas negras na folha de pagamento do FBI eram os serventes na casa de J. Edgar Hoover.]

A luz desses fatos, devemos recordar a anedota de Victor Marchetti sobre o gato que a CIA tinha grampeado para som. Talvez um ambicioso cientista encoberto tenha proposto um experimento similar, no qual um ser humano desempenharia o papel que uma vez tinha sido destinado ao desafortunado felino? Como notou Estabrooks, o máximo agente de espionagem seria aquele que não soubesse ser um espião. Barney Hill, uma figura bem vista e com um QI quase a nível de gênio era uma aposta segura para obter um papel de liderança em qualquer grupo a que ele se unisse; ele teria sido notavelmente bem-posicionado, tinha muitos externos que desejavam usar seus ouvidos para ouvir aleatoriamente os proeminentes organizadores negros em suas discussões confidenciais.

De fato, muitos profissionais de inteligência se oporiam a esta sugestão ao nos lembrar que os abelhudos do movimento de direitos civis tinha monets de métodos menos excentricos: esconder microfones, empregos clandestinos, pagar por informação  etc. O ponto é válido. Mas se a tecnologia de criar um “microfone humano” foi desenvolvida por volta de 1961 – e há documentação sugerindo que este de fato é o caso – as agências de inteligência certamente teriam querido testar as possibilidades no campo. E considerando as espesas de tal teste, porque não realizar o experimento de um modo tal para colher o máximo benefício? Porque não escolher um Barney Hill?

ARMAS E OS ABDUZIDOS

Budd Hopkins contou a seguinte história durante sua palestra em Los Angeles na “Whole Life Expo.” Ele considera o caso “muito bom… muitas testemunhas corroborantes para partes disso”. Embora não, presumidamente, para esta parte:

O informante de Hopkins, depois de familiarizado com a abdução alienígena, recebeu uma arma dos alienígenas. Não uma arma de laser no estilo de Buck Rogers — isto era algo que Dirty Harry podia ter empacotado.

Foi dito ao abduzido para atirar em alguém. Não um pequeno gray cinza – um outro ser humano amarrado a uma cadeira. Os “visitantes” disseram ao seu abduzido armado que este cativo tinha feito “mal a Terra, e era uma pessoa má. Você tem que mata-lo”. Se o abduzido não fizesse o que lhe era pedido, ele nunca deixaria a nave.

O cativo proclamava sua inocência e suplicava por sua vida. O abduzido, pego no meio disso tudo, se tornou desapontado. [vale a pena ressaltar: ele parece ter ao menos considerado a solicitação dos aliens para atirar em alguém que ele nunca tinha visto]. Por último, o abduzido apontou a arma para os aliens e dise, “ninguém vai receber um tiro aqui”.

Segundo Hopkins, “Os aliens disseram, “Bom, muito bem”. Eles tomaram a arma dele o homem [presumidamente o cativo] se levantou, andou, desapareceu e eles continuaram para a próxima coisa”. Obviamente este pequeno drama tenha sido estagiado – um teste de algum tipo.

Submeto que este incidente surreal é inconpreensível tanto como um exemplo de uma incursão alien ou da confabulação “clássica”. O cenário descrito aqui exatamente paraleliza inúmeros experimentos na indução hipnótica de ação anti-social como revelado na literatura padrão da hipnose e nos documentos desclassificados do ARTICHOKE/MKULTRA. Por exemplo, compare a narrativa de Hopkins com o seguinte, no qual Ludwig Mayer, um proeminente pesquisador alemão da hipnose, descreve um experimento clássico na indução hipnótica de ação criminosa:

“Dei um révolver a um homem idoso e prontamente sugestionável que eu tinha hipnotizado. O revólver tinha sido apenas carregado por Mr. H. com uma cápsula de percussão. Expliquei ao sujeito, enquanto apontava para Mr. H., que Mr. H. era um homem muito mau que deveria levar umm tiro e morrer. Com grande determinação ele pegou o revólver e atirou diretamente em Mr. H. Mr. H. caiu, fingindo estar ferido. Eu então expliquei ao meu sujeito que o camarada não estava morto ainda e que ele devia dar um outro tiro, o que ele fez sem aviso posterior.”

De fato, se um especialista conservador de hipnose fosse pedido para comentar a narrativa acima, ele rapidamente ressaltaria que as sugestões hipnóticas que funcionam em situações experimentais não teriam facilmente sucesso fora do laboratório; em algum nível, o sujeito provavelmente sentiria se estava ou não desempenhando o jogo ou o real. Similarmente, um pesquisador conservador da abdução enfatizaria, ao revisar o material de Hopkins, os problemas inerentes em usar testemunho derivado durante a regressão, onde se esgueira a ameaça de confabulação. Concederei ambos argumentos – por enquanto – somente para insistir que eles nada tem a ver com assunto. O assunto de importância primária, o ponto surpreendente, que nem Klass nem Hopkins podem confrontar confortavelmente, é a covergência de detalhe entre o experimento de hipnose de Mayer e o evento de teste relacionado ao abduzido de Hopkins. Porque estas duas histórias são tão similares? Será que o bom Dr. Mayer tomou alunos de Sirius?.

Hopkins diz que ele conhece outros casos nos quais os abduzidos se encontraram em similares circunstâncias cruciais. Assim eu também.

Uma pessoa com a qual eu falei pode se lembrar [sem hipnose] de ter recebido uma arma dentro de uma bolsa e receber instruções que ela teria que usar a arma “em um trabalho”. Mais cedo em minhas entrevistas com ela [e sem nenhum estímulo meu] ela recitou uma aparente pista escavada dentro de sua consciência pelas “entidades” [como ela os chama]: “quando você ver a luz, faça isso de noite”, seguido do comando “execute”. [podemos apenas especular quantos comandos seriam usados no campo; discutiremos mais tarde o uso de indução hipnótica fotovoltaica]. Embora seus sentimentos pessoais em relação a armas de fogo fossem pessoalmente negativos, ela vividamente descreve períodos em sua vida diária quando ela sente uma necessidade não característica, ainda que avassaladora, de estar perto de uma arma – um desejo quase sexual de pegar uma e tocar o metal.

Ela não está sozinha. Um outro tornou-se tão afetado pela febre das armas que se tornou um guarda de segurança, apenas para estar perto das coisas. Os abduzidos com quem eu tenho falado ligam este repentino surgimento de ‘Ramboismo” à experiência UFO. Mas eu sugiro que a experiência UFO pode ser meramente uma história cobertura para um outro tipo de treinamento inteiramente diferente.

Uma das metas primárias de BLUEBIRD, ARTICHOKE e MKULTRA era determinar se o controle mental podia ser usado para facilitar a “ação executiva” – isto é, assassinato.

Não é difícil imaginar a reação da media se uma figura pública fosse assassinada por alguém agindo em benefício de “irmãos espaciais”. Quem ousaria falar em conspiração sob esta circunstância? Os controladores ocultos poderiam escolher uma estrutura de mito que se conforme a personalidade do abduzido, então fingir seres superiores, que sussurrariam a violência no ouvido do receptor. Usando este modo, o truque que os cientistas tais como Ludwig Mayer podem realizar no laboratório agora podem ser realizados no campo. Como o associado de Estabrooks, Jack Tracktir (professor de hipnoterapia da Universidade de Baylor) explicou a John Marks, os atos anti-sociais podem ser induzidos sem “consciência envolvida” uma vez o pretexto apropriado tenha sido criado.

“Eles pensarão que são os discos voadores”

Jenny Randles contribui com uma anedota da Grã Bretanha  que  se encaixa perfeitamente com esta hipótese.

Em 1965, “Margary” (um pseudônimo) vivia em Birmingham com seu marido, que uma noite disse a ela para se preparar para um “choque e um teste”. Como Randles descreve o que ela chama de um “caso hostil”:

Eles entraram no carro dele e ele partiu, embora a memória dela da viagem se tornasse brumosa e confusa e ela não saiba onde eles foram. Então ela estava em uma sala que estava mal iluminada e havia pessoas de pé ao longo de uma mesa comprida ou cama chata. Ela estava nisto e parecia “drogada” e incapaz de resistir. O mais memorável dos homens era alto e magro com um longo nariz e uma barba branca. Ele tinha espessas sobrancelhas e supostamente disse a Margary, “lembre-se das sobrancelhas, querida.” Um estranho exame médico, usando um equipamento estranho foi realizado nela.

O marido e os cientistas, usando (aparentemente) técnicas hipnóticas, inundaram a mente dela com imagens que, foi dito a ela, só poderiam ser entendidas no futuro. Segundo Randles, “A um ponto um dos “examinadores” na sala disse a Margary em um tom que fez com que parecesse que ele estivesse divertido, “Eles pensarão que são os discos voadores.” O marido também revelou que ele tinha uma segunda identidade. Depois da abdução, este marido [estou indo tão  longe para presumir que seu emprego era no MI6 ou alguma agência relacionada?) saiu e nunca foi visto novamente. Margary não se recordou da abdução até 1978.

Este caso pode apenas surpreender um pesquisador que insiste em encaixar todos os relatos de abdução na hipótese ET; uma vez nos libertemos deste tipo de presunção, as explicações vem facilmente. Interpreto este incidente como um caso no qual os controladores aplicaram a história cobertura do disco voador de modo negligente, ou a um sujeito insuficientemente receptivo. Se a minha tese está correta, a “farsa hipnótica” do UFO ainda era muito nova em 1965, particularmente fora dos EUA; talvez os manipuladores não tivesem ainda domínio disso. O estranho comentário sobre as sobrancelhas do cientista podem se referir a um item de disfarce doado para a ocasião. O hipnotizador inescrupuloso, inseguro de sua habilidade de induzir uma amnésia impenetrável –  e consciente do preço pago por seus antecessores na criminalidade mesmérica – compreensivelmente queria limitar suas apostas; ao indulgir na proprensão britânica para a teatralidade, ele posteriormente protegeria o anonimato.

Um incidente similar foi trazido a minha atenção pelo pesquisador Robert Durant. O trecho relevante de sua carta se segue:

Agora quero voltar a um caso que tenho estado investigando por vários meses. O sujeito é um abduzido. O cenário padrão da abdução. Duas vezes regredido sob hipnose, a primeira vez por um pesquisador bem conhecido de abdução. A segunda vez, por um psicólogo com ligações com a parapsicologia.

De fato das muitas horas de ouvir o sujeito, descobri que ela tinha um íntimo contacto pessoal durante um longo período de tempo com vários indivíduos que tem ligações com a inteligência federal. Ela foi hipnotizada a muitos anos atrás como parte de um programa de televisão devotado a hipnose. Suas abduções começaram brevemente depois que ela compareceu a várias sessões longas em um laboratório, onde, ostensivamente, ela foi testada para habilidades de Perceção Extrassensorial. Duas outras pessoas que foram testadas neste mesmo laboratório também tiveram abduções. Todos os três ouviram do pessoal do laboratório para se unirem a um grupo UFO local. Durante as abduções dela, o principal alien falava ao sujeito em lingua inglesa e de maneira normal, não por meio de telepatia. Ela reconheceu a voz, que era por uma vez aquela de seu amigo muito íntimo do ano anterior e que então estava empregado na CIA. A outra voz era a de um indivíduo que trabalha em Washington, que tem o que chamo de ligações muito fortes federais bem como um dedo em cada peça ufológica e que apenas acontecia dela dar de cara com ele no laboratório supramencionado. Ele também antecipou, no curso de conversas telefônicas, as abduções dela. Quando a mulher o confrontou sobre isto e a voz, ele afirmou ser psíquico.

A conexão com a Percepção Extrassensorial é sugestiva; os documentos do MKULTRA trazem um impressionante interesse da parte das agências de inteligência em assuntos parapsicológicos.

Alguns pesquisadores objetarão que tais exemplos são muito raros; a maioria das abduções não contêm tais indicações cobertas de envolvimento da inteligência. Mas os pesquisadores tem produrado por elas? Como mencionado na introdução, uma falsa dicotomia limita grande parte do pensamento ufológico; tão longo o argumento de uma abdução oscile entre a hipótese ET e as teorias puramente psicológicas, os pesquisadores não reconhecerão a relevância de certos itens chave dos dados de fundo.

UMA OLHADA NOS CONTROLADORES

Em uma entrevista comigo, um abduzido do norte da Califórnia – o chamarei “Peter” — relatou uma experiência a qual foi realizada não por um pequenino gray cinza, mas por um ser humano. O abduzido chamou a este homem “o doutor”. Ele deu uma descrição deste individuo e até mesmo forneceu um desenho.

Algum tempo depois que reuni esta informação, uma abduzida do sul da Califórnia me contou a história dela – que incluia a descrição do mesmo “doutor”. Os detalhes físicos eram tão desconcertantemente similares que eliminavam a coincidência. Esta mulher é um membro líder de um grupo UFO baseado em Los Angeles; três outras mulheres neste grupo relatam encontros de abdução com este mesmo indivíduo.

Talvez estas três mulheres fossem fantasiosas, se anexando a narrativa da outra. Mas meu informante do norte da Califórnia nunca se encontrou com nenhuma delas. Porque ele descreveria o mesmo “doutor”?

Uma das abduzidas com quem eu lidei insistiu, sob hipnose, que sua experiência de abdução a levou a uma certa casa na área de Los Angeles. Ela foi capaz de fornecer as direções da casa, até mesmo embora ela não tivesse memória consciente de até mesmo ter estado lá. Mais tarde eu soube que esta casa de fato  é ocupada por um cientista [e talvez mesmo atualmente] que realizou pesquisa clandestina sobre a tecnologia de controle mental.

Esta mesma abduzida descreveu uma clandestina operação cerebral de algum tipo a que ela foi submetida na infância. O neurocirurgião era um ser humano, não um alien. Ela até mesmo se recorda do nome dele [nota: não é o mesmo indivíduo a que me referi acima]. Quando eu ouvi o nome, ele nada significou para mim – mas mais tarde eu soube que realmente houve um cientista com este nome que se especializou na pesquisa de implante de eletrodo.

Licia Davidson é uma pessoa abduzida de bom pensamento e bem articulada, cuja história fascinante estreitamente paraleliza muitas encontradas na literatura das abduções – exceto por um detalhe não usual. Em uma entrevista comigo, ele descreveu uma lembrança deslocada de um ser humano, vestido normalmente, tendo na mão uma caixa preta com uma antena. Este estranho fragmento de memória não coincide com o impulso natural da narrativa dela. Pode esta lembrança representar um segmento muito breve da realidade acuradamente percebida interrompendo sua memória em tela hipnoticamente induzida? Peter claramente se recorda de uma caixa similar durante a abdução dele.

Interessantemente, Licia reside no subúrbio de Los Angeles de Tujunga Canyon, um local proeminente no mapa da abdução; muitos dos abduzidos tem falado de primeiramente terem experiência não usuais enquanto viviam naquela área. Perto de Tujunga Canyon, em Mt. Pacifico, está uma oculta antiga base de míssel Nike; mais de um abduzido tem descrito estranha e aparentemente inexplicável atividade militar neste local. O leitor recordar-se-á da ligação desta base de míssel Nike coma perturbadora história do Dr. L. Jolyon West, um veterano do MKULTRA.

CULTOS

Algus abduzidos com quem eu tenho falado tem sido direcionados a se unirem a certas seitas religiosas/filosóficas. Estes cultos frequentemente merecem um exame mais de perto.

Os líderes destes grupos tendem a ser ex agentes operacionais da CIA, ou veteranos das Forças Especiais. Eles frequentemente estão ligados por meio de relações pessoais, até mesmo embora eles esposem tradições amplamentes variadas. Tenho ouvido relatos perturbadores que os líderes de alguns destes grupos tem usado hipnose, drogas, ou “máquinas mentais” em seus cargos. Membros desses cultos tem relatado períodos de tempo perdido durante as cerimônias ou ‘períodos de estudo”.

Fortemente peço que os pesquisadores da abdução examinem estreitamente qualquer pequeno grupo oculto a que um abduzido possa se unir. Por exemplo, um líder familiar da marginalidade UFO – um homem bem conhecido por esposar a doutrina de “amor e luz” – é Virgil Armstrong, um amigo pessoal do General John Singlaub, o notório participante do caso Iran-Contra, que recentemente chefiou a neo-fascita Liga Mundial Anti-Comunista. Armstrong, que também acontece ser um antigo Boina Verde e antigo agente operacional da CIA, figurou em meu inquérito de um modo interessante: um abduzido conhecido meu foi dito – naturalmente, por suas “entidades” – para procurar este prota-voz UFO e se unir a suas atividades “sky-watch”, que, minha fonte alega, incluiu uma sessão de canalização em massa pretendendo enviar vibrações negativas debilitantes a Constantine Chernenko, então o líder da União Soviética. De fato, as vozes intracerebrais podem ter uma origem puramente psicológica, assim Armstrong dificilmente pode ser mantido para a tarefa da diretiva original dos abduzidos. Ainda, suas associações passadas com a inteligência militar inevitavelmente trazem perturbadoras possibilidades à mente.

Até mesmo mais sinistro do que os possíveis laços entre os cultos UFO e a comunidade de inteligência são as ligações do culto com o sombrio grupo “I AM”, fundado por Guy Ballard na década de 1930. Segundo o pesquisador David Stupple, “Se você olha hoje os grupos de contactados, você verá que os maiores e mais estáveis são na realidade novos grupos “I AM”, com algum tipo de ligação com a organização de Ballard.” Este culto, portanto, merece investigação.

“A Atividade Religiosa Possa Eu Ser [I AM] Religioso” de Guy Ballard cresceu, em grande parte fora das Camisas Prateadas [Silver Shirts] de William Dudley Pelly, uma organização americana NAZISTA. Embora o  próprio Ballard nunca tenha declarado abertamente uma afiliação nazista, seu movimento era tingido por uma filosofia política de extrema direita e em encontros secretos ele “decretou” a morte do Presidente Franklin Roosevelt. A filosofia “I AM” derivou da Teosofia e na estimativa deste autor tem mais do que uma semelhança curiosa com os ensinamentos baeados teosoficamente que informaram as lojas ocultas alemães proto nazistas.

Depois da guerra, Pelley (que havia sido aprisionado por sedição durante as hostilidades) chefiou uma organização de orientação oculta chamada “Soulcraft”, baseada em Noblesville, Indiana. Um outro empregado da “Soulcraft|” foi o controvertido contactado George Hunt Williamson (real nome: Michel d’Obrenovic),que foi o co-autor de “UFOs CONFIDENTIAL” com John McCoy, um proponente da teoria que uma conspiração bancária judaica estava evitando a revelação da solução do mistério UFO. Mais tarde, Williamson fundou a irmandade dos Sete Raios [de orientação I AM] no Peru. Um outro contactado famoso, George Van Tassel, estava associado com Pelley e com o notoriamente anti-semita Reverendo Wesley Swift (fundador do grupo que se metaforseou em “Aryan nations”).

A prole mais vísivel do I AM é a “Igreja Universal e Triunfante do Profeta” de Elizabeth Clare, um grupo melhor conhecido por suas maciças ocultações de armas em bunkers subterrâneos. CUT foi recentemente exposta em COVERT ACTION INFORMATION BULLETIN como um conduto para fundos da CIA, e segundo o pesquisador John Judge, tem laços com a organização aliada a Liga Mundial Anti-Comunista. O Profeta está se tornando envolvida na pesquisa da abdução e tem patrocinado as apresentações de Budd Hopkins e outros investigadores proeminentes. Em seu livro “O Relatório Armstrong: ETs e UFOs: Eles Precisam de Nós; Nós não Precisamos Deles”,Virgil Armstrong dirige abduzidos problemáticos para o grupo do Profeta. [talvez não insignificantemente, ele também sugere que abduzidos pragueados por implantes aliviem seus problemas ao se tornar uma força interna do  “I AM”].

Um outro canalizador UFO, Frederick Von Mierers, tem promulgado um culto de forte orientação I AM e um aparente jogo colateral envolvendo pedras preciosas superavaliadas. Mierers é um anti-semita que discute que o Holocausto nunca aconteceu e que os judeus controlam a riqueza do mundo.

UFORUM é uma organização de disco voadores popular entre os abduzidos da área de Los Angeles; sua fundadora é Penny Harper, um membro da radical inovadora Cientologia que liga os ensinamentos de L. Ron Hubbard com os pronunciamentos contra os “The Illuminati” (uma mítica sociedade secreta) e outros BETES NOIR familiares com a literatura da conspiração de direita. Harper dirige os membros do grupo dela  para lerem  “THE SPOTLIGHT”, um tablóide extremista (publicado pelo Lobby Liberty de Willis Carto) que nega a realidade do HOLOCAUSTO e propõe um esquema sionista para controlar o mundo.

Mais de um abduzido incauto tem caído em grupos como os listados acima. Não é difícil imaginar como alguns destes grupos questonáveis possam moldar a lembrança de um abduzido de sua experiência – e talvez ajudar a dirigir suas ações futuras.

Alguns abduzidos modernos, com queixas de outra forma fortes, afirmam encontros com aliens louros e nórdicos reminiscentes da era contactada inicial. Certamente a aparência nórdica destes aliens se deriva da duvidosa tradição espiritual de Van Tassell, Ballard, Pelley, McCoy, etc. Porque então alguns abduzidos modernos estão vendo estes mesmos seres de outro mundo UEBERMENSCHEN?

Um abduzido que conheço afirma ter tido experiências benéficas com estes aliens ‘louros” – que, ele acredita, venham originalmente de Pleiades. Interessanetmente, na década de 1960, o psicopaticamente anti-semita Rev. Wesley Swift previu esrta estranha distorção na história da abdução. Em uma sermão transmitido, ele falou longamente sobre UFOs, afirmando que existem bons e maus aliens. Os bons, ele insistiu, eram altos e louros Arianos – que vinham de PLEIADES. Ele fez seu pronunciamento muito antes das atuais tendências na história da abdução.

Podem algumas abduções serem realizadas por elementos de extrema direita dentro da instituição da segurança nacional? Tão desagradável quanto esta possibilidade possa ser, devemos notar que o “direito lunático” está representado em todos os outros meios de vida; certamente extremistas de direita tem tomado posição dentro do complexo militar e de inteligência também.

BASES PARA FUTURA PESQUISA

O inovador OPERATION TROJAN HORSE de John Keel, escrito em uma era quando os abduzidos ainda estavam sob a categoria dos contactados, inclui os seguintes dados intrigantes, observados pelo extenso trabalho de campo de Keel:

Os contactados frequentemente se encontra subitamente a milhas de casa sem saber como foram parar lá. Eles ou tem uma amnésia induzida, varrendo toda a memória da viagem, ou eles foram levados por algum meio e fizeram a viagem em um estado de blecaute. Se eles devessem encontrar um amigo no caminho, o amigo provavelmente notaria que seus olhos pareciam vitrificados e seu comportamento parecia peculiar. Mas se o amigo falasse com eles, receberia uma resposta curta.

Na linguagem do contactado este processo é chamado de estar sendo usado… tenho conhecido contactados silenciosos que desaparecem de suas casas por longos períodos e quando eles voltam, eles tem pouco ou nenhuma lembrança de onde eles estiveram. Uma moça me enviou um cartão das Ilhas Bahamas que me surpreendeu porque eu sabia que ela era muito pobre. Quando ela voltou, ela me disse que tinha apenas uma memória da viagem. Ela disse que se lembrava de ter tomado um jato no aeroporto mas ela não podia se recordar de entar no jato ou fazer a viagem – e lá os “índios” se encontraram com ela e pegaram sua bagagem… a próxima coisa de que ela sabia era estar novamente em casa.

De fato enigmático – a menos que tenha lido “THE CONTROL OF CANDY JONES”, que fala dos períodos de blecaute de Candy, durante os quais ela viajou a Taiwan como um correio da CIA, adotando sua segunda personalidade. A explicação de controle mental resolve perfeitamente todos os mistérios do trecho acima – exceto, talvez, a estranha lembrança sobre os “índios”.

UFO CONTACT AT PASCAGOULA de Hickson e Mendez contém a informação interessante que Charles Hickson acordou certa noite sentindo que ele estava na margem de recordar de alguma memória terrivelmente importante relativa ao encontro dele – ainda que ostensivamente ele possa recontar cada momento de sua aventura.

Hickson também recebeu  uma carta de um aparente abduzido que afirma que os aliens gray realmente são algum tipo de autômato – talvez um reconhecimento inconsciente da irrealidade da história cobertura induzida hipnoticamente. Sob esta luz, o filme COMMUNION — cujo livro base foi escrito por Whitley Strieber — toma um novo interesse: as sequências de abdução contêm imagens inexplicáveis indicando que os grays são realmente modelos ou “máscaras”.

COMMUNION e TRANSFORMATION contêm passagens detalhando o que parece ser no estilo da aventura de espionagem enevoadamente recordada de Candy-Jones, na qual Strieber era sequestrado por um  “treinador” e uma “enfermeira” (ambos seres humanos) que aparentemente o drogaram. Recorde-se do exemplo dos informantes de Keel. Sobretudo, TRANSFORMATION contém longas descrições de seres aliens trabalhando em aparente conluio com seres humanos.

A abduzida Christa Tilton também se recorda de sers humanos e aliens desempenhando uma parte na experiência dela. Até mesmo desde sua abdução, ela afirma, ela tem sido “sombreada” por um misterioso agente federal que ela chama de John Wallis. O marido de Christa, Tom Adams, tem confirmado a existência de  Wallis.

Em seu “REPORT ON COMMUNION”, Ed Conroy — que parece ter se tornado um participante e não meramente um observador do fenômeno – descreve a perseguição por helicópteros, que como já temos notado, parece ser uma ocorrência bem comum nas situações de abdução. Os pesquisadores despreocupadamente assumem que estes incidentes representem tentativas governamentais de espionar as vítimas UFO. Mas esta avaliação é ridícula. Os helicópteros são extremamente caros de se operar e os aparelhos de espionagem tem aperfeiçoado inúmeros métodos alternativos para reunir informação. Afinal, agora temos ums biblografia bem extensa dos esforços do FBI, CIA e militares em espionar inúmeros movimentos favorecendo uma mudança social doméstica. Porque não tem os veteranos de  CHAOS ou COINTELPRO (vítimas ou vitimizadores] falado de helicópteros? Obviamente os helicópteros servem a algum outro  propósito além da mera vigilância. Uma possibilidade pode ser a propagação de ondas eletromagnéticas que podem afetar as percepções/comportamentos de um indivíduo implantado. [de fato, tenho ouvido rumores de helicópteros sendo usados em operações eletrônicas e controle de multidão no Vietnã e em outros lugares; a informação está longe e ser difícil]

O contactado Eldon Kerfoot tem escrito sobre suas suspeitas que manipuladores humanos, não aliens, podem ser os máximos manipuladores engenheirando as experiências dele. Ele descreve uma estranha compulsão para matar um companhiro veterano do conflito coreano – um homem que Kerfoot não tinha qualquer razão lógica para desconfiar ou desgostar, ainda que ele sentisse que fosse um traidor de seu país. Felizmente, o assassinato nunca se materializou. Mas a situação paraleliza exatamente os incidentes descritos nos documentos liberados de ARTICHOKE sobre indução hipnótica remota do comportamento anti-social.

Uma última observação:

“Intercepte Mas não Atire” de Renato Vesco ressalta um cenário fascinante para a hipótese da arma secreta dos UFOs. Vesco ressalta que se estes aparelhos são um dia para serem usados em um conflito de superpoder, o poder atacante estaria bem servido pelo mito de que o UFO como uma arma extraterrestre, para a nação cercada não saberia a verdadeira natureza de seu oponente. Talvez, então, um propósito das abduções UFO seja engendrar e manter a lenda dos pequeninos grays aliens. Para os manipuladores ocultos, a abdução pode ser, nela e por ela mesma, um golpe de propaganda.

PENSAMENTOS FINAIS

Não insisto dogmaticamente no cenário que tenho ressaltado. Não quero dissuadir os pesquisadores da abdução de explorar outras avenidas – de fato, fortemente encorajo que tal trabalho continue. Nem posso facilmente responder por certos aspectos das narrativas de abdução – por exemplo, qualquer sugestão que eu possa oferecer a respeito dos relatos da experimentação genética seriam extremamente especulativos.

Mas insisto em uma audiência justa desta hipótese. A crítica é encorajada; a crítica que não destrói minha tese e a fará mais forte. Peço apenas que meus críticos se refreiem da preguiça intelectual; meras diferenças na visão mundial não constituem um ataque válido. Deus é encontrado nos detalhes.

Reconheço os perigos inerentes ao tornar pública esta tese. Novas e desagradáveis confabulações dos abduzidos podem resultar. Eu preferiria que a audiência para este trabalho fosse restrita aos pesquisadores da abdução, não as vítimas, que podem ser indevidamente influenciadas. Contudo, em uma sociedade que se orgulha da imprensa ostensivamente livre, tais restrições são impensáveis. Entretanto, apenas peço a qualquer vítima de abdução que possa ler este trabalho que tente uma objetividade sobrehumana. A tese que tenho ressaltado é promissora, e [deva a trepanação até mesmo nos fornecer um exemplo de um real implante de abduzido] suscetível de prova. Mas a minha não é a única hipótese. A tarefa não compensadora do abduzido é a de relatar o que ele ou ela tem vivenciado tão verdadeiramente quanto possível, não contaminado pela especulação externa.

Se uma futura investigação prove ou não que as abduções UFO sejam um produto da experimentação de controle  mental, sinto que este trabalho tenha, ao menos, fornecido evidência de um sério perigo que se apresenta para aqueles que mantém os ideais da liberdade individual. Não podemos mais ignorar esta ameaça.

Um espectro assalta as nações democráticas – o espectro do TECNOFASCISMO. Todos os poderes do império da espionagem e da instituição científica tem entrado nesta ímpia aliança para evocar este espectro; O psiquiatra e espião, Dulles e Delgado, especialistas em microondas e operadores clandestinos.

Uma mente é uma coisa terrível de se disperdiçar – e uma coisa pior de se comandar.

Antártica e o Aquecimento Global

O Exagero da Media sobre o Derretimento da Antártica Ignora o Crescimento Record do Gelo

Marc Morano

27 de março de 2008

A media mais uma vez está estimulando uma alegadamente terrível consequência do aquecimento global causado pelo homem. Desta vez a media está promovendo a perda do gelo de uma pequenina fração do gigantesco continente coberto de gelo na Antártica. Ao contrário do exagero da media, a vasta maioria da Antártica tem esfriado nos últimos cinquenta anos e a cobertura de gelo tem crescido em níveis recordes desde que os satélites de monitoramento começaram em 1979, segundo os estudos revisados por seus pares e cienttistas que estudam a área.

O antigo meteorologista do Canal Atmosférico Joe D’Aleo rejeitou o exagero cercando o recente colapso da plataforma de gelo Wilkins no Oeste da Antártica. “A parte abalada da folha de gelo Wilkins foi de 160 milhas quadradas na área, a qual é apenas 0.01% do total da cobertura de gelo da Antártica, como um pedacinho de gelo caindo de um telhado coberto de gelo e neve”, escreveu D’Aleo em 25 de março. “Estamos muito prováveis de exceder o record do ano passado [para a extensão do gelo do Hemisfério Sul]. Ainda que o mundo seja deixado com a falsa impressão que a camada de gelo da Antártica esteja começando a desaparecer”,  D’Aleo acrescentou.

O cientista climático Dr. Ben Herman, ex diretor do Instituto de Física Atmosférica e ex chefe do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade do Arizona, afirmou, “É interessante notar que todas as histórias sobre o aquecimento global antropogênico relativas a Antártica sejam sempre sobre o que está acontecendo ao redor da península ocidental, que parece ser o único lugar na Antártica que tem mostrado aquecimento. E quanto ao líquido “sem mudança” ou ‘em esfriamento” sobre o resto do continente, que é provavelmente 95% da massa de terra, sem mencionar a cobertura record de gelo no mar recentemente”.

O ex climatologista do Estado do Colorado Dr. Roger Pielke, Sr., presentemente o cientista senior da Universidade do Colorado em Boulder, repreendeu o relato da media sobre a Antártica como “típico da tendência que muitos jornalistas tem”.  Pielke escreveu em 25 de março, “A media tem ignorado relatar o aumento da cobertura de gelo no mar da Antártica nos anos recentes, com, no presente, uma cobertura que é bem de um milhão de quilômetros quadrados acima da média”, acrescentou Pielke, “Infelizmente, parece que a maioria dos jornalistas apenas papagueiem a perspectiva das primeiras notícias divulgadas sobre estes assuntos climáticos, sem fazer nenhuma investigação posterior. Se isto é inadvertidamente, eles precisam ser educados em ciência climática. Se é uma tendência deliberada, eles são claramente advogados e os repórteres devem ser clara e públicamente identificados como tendo tal parcialidade. Em um caso ou outro, o público está sendo desinformado!”

Mas a media de noticiário tristemente elimina a objetividade e o equilíbio quando vem com esta nova história sobre a Antártica. As manchetes da media trombetearam: Adeus,Antártica? (Salon Magazine 26 de março de 2008); Maciça Folha de Gelo desaba na Antártica (C/Net News 26 de março de 2008); Pedaço da plataforma de gelo da Antártica cai por causa do aquecimento  (Reuters 26 de março de 2008); Plataforma de Gelo pendurada por um fio  (Sydney Morning Herald 26 de fevereiro de 2008).

Verdade a se formar, o repórter da Associated Press Seth Borenstein não pode se permitir incluir qualquer cientista ou estudo revisado por seus pares reagindo contra o alarme sobre o alegado derretimento da Antártica. Borenstein ao invés exagerou o alarme ao escrever em 27 de março, ‘os cientistas disseram que eles não estão preocupados sobre o aumento do nível do mar do último evento, mas dizem que este é um sinal da piora do aquecimento global” [Nota: Borenstein tem uma longa história de relatar incompletamente sobre o aquecimento global. Além disso, o ancora do ABC World News Sunday Dan Harris esta semana produziu um segmento simplóprio e calunioso sobre o físico atmosférico Dr. Fred Singer, um proeminente dissidente dos medos do clima causado pelo homem. ABC News violou os padrões jornalísticos básicos ao citar cientistas “anônimos” para atacar o Dr. Singer.]

Ainda que, se apenas a media passasse um momento indo além do exagero e do alarmismo, eles descobririam que os cientistas já estão completamente desmintindo a caracterização da media sobre o “derretimento” da Antártica. [Nota: 2007 e agora 2008 estão completamente mudando os pontos principais para o alarmismo climático na medida em que novos estudos revisados por seus pares continuam a desmentir os medos do aumento do CO2, um relatório da minoria do senado dos EUA revela mais de 400 cientistas dissidentes dos medos do clima feito pelo homem, e mais e mais cientistas continuam em 2008 a se declararem céticos de uma crise climática causada pelo homem”. O fracasso da Terra em continuar a se aquecer tem também confundido os promotores do medo do clima alterado pelo homem. Aqui está uma amostra dos desenvolvimentos inconvenientes apenas para os alarmistas climáticos:

  • 1) Os oceanos esfriam! Os cientistas estão intrigados pelo “mistério da perda de calor do ‘aquecimento global’
  • 2) Novos dados do satélite Aqua da NASA estão mostrando “aquecimento futuro grandemente reduzido como uma consequência do CO2”
  • 3) o ex climatologista da NASA Dr. Roy Spencer descobriu que nenhum trabalho revisado por seus pares tem “descartado uma causa natural para a maioria de nosso aquecimento recente”.
  • 4) UN IPCC em ‘Modo Pânico’ dizem os cientistas, já que a Terra falha em se aquecer
  • 5) O Presidente do UN IPCC Rajendra Pachauri “para olhar dentro do aparente platô de temperatura para este século”
  • 6) Novas análises científicas mostram que o Sol “pode responder por tanto quanto 69% do aumento da temperatura média da Terra”.
  • 7) uma equipe internacional de cientistas divulgou em março de 2008 um relatório que se opõe ao UN IPCC, declarando, “a natureza, não a atividade humana, governa o clima”
  • 8) O cientista climático do MIT Dr. Richard Lindzen em suas novas análises descobriu que a Terra não tem aquecimento estatisticamente significativo desde 1995.”

Abaixo estão umas poucas amostras do que os cientistas tem dito nos últimos poucos dias sobre as histórias sobre o ‘derretimento” da Antártica que tem aparecido na media:

1) o antigo climatologista do Estado da Virginia Dr. Patrick Michaels e Paul C. Knappenberger, um pesquisador senior do Serviço Ambiental New Hope postaram comentários sobre a Antártica em fevereiro em seu website WorldClimateReport.com. Michaels e Knappenberger escreveram em 27 de fevereiro, o artigo intitulado “A Antártica Não Está Cooperando” : “Um outro maior artigo sobre as tendências da temperatura na Antártica tem aparecido em uma publicação recente do Jornal de Pesquisa Geofísica por uma equipe de cientistas da Universidade de Ohio, a Universidade de Illinois, e o Centro de Vôo Espacial Goddard; a pesquisa foi custeada pelo Escritório de Programas Polares e Glaciologia  da Escritório da Fundação Nacional de Ciências. Isto está correto – a despeito de tudo o que você tem ouvido em outros lugares sobre o assunto, o Polo Sul tem estado esfriando já a meio século. A equipe anterior de pesquisa também relatou que qualquer aquecimento na Antártica tem se lentificado e o esfriamento tem se acelerado nas três décadas mais recentes. Segundo Monaghan et al., ainda uma outra equipe de pesquisa examinou anteriormente as temperaturas da Antártica e “notou que antes de 1965 as tendências anuais do continente [até 2002] eram ligeiramente positivas, mas que depois de 1965 elas são principalmente negativas [a despeito do aquecimento sobre a península antártica]. “A verdade sobre a Antártica é difícil de ser aceita pela cruzada greenhouse, e a longo prazo, a verdade sobre a Antártica pode bem derreter as afirmações débeis e bem publicadas sobre alteração climática global, especialmente as preocupações sobre o rápido aumento do nível do mar”

2) Além disso, o relato da media sobre o alegado derretimento da Antártica falha em levar em conta outros fatores. “Vulcão, não os efeitos de aquecimento global, pode estar derretendo um galcial da Antártica” diz uma manchete de 21 de janeiro de 2008 do artigo onde se lê em parte: Os cientistas tem descoberto uma camada de cinza vulcânica e pedaços de vidro na Antártica, evidência de uma velha erupção de um vulcão ainda ativo que os pesquisadores acreditam estar contribuindo para o afinamento do gelo glacial antártico. Hugh F.J. Corr e David G. Vaughan, dois cientistas da Observação Britânica Antártica recentemente publicaram sua descoberta na revista Nature Geoscience. A descoberta é única, segundo o Dr. Vaughan. Ele disse, “Esta é a primeira vez que temos visto um vulcão sob a camada de gelo abrir um buraco pela folha de gelo”. O calor do vulcão pode possivelmente estar derretendo e afinando o gelo e aumentando a velocidade do Glacial da Ilha Pine no oste da Antártica.

3) Um outro fato inconveniente que a media gosta de evitar é que a extensão de gelo antártico cresceu a níveis records em 2007. Um artigo de 11 de setembro de 2007, publicado em IceCap.US explicou: “Conquanto o novo foco tenha sido a extensão inferior do gelo já que o monitoramento por satélite começou em 1979 para o Ártico, o Hemisfério Sul [Antártica] tem quietamente estabelecido um novo record para a maior extensão de gelo desde 1979. Isto pode ser visto neste gráfico do site da Universidade de Illinois, O Cryosphere Today, que atualizou a extensão de gelo e neve de ambos hemisférios diariamente. A área de cobertura do Hemisfério Sul é a mais alta no registro do satélite, superando 1995, 2001, 2005 e 2006. Desde 1979, a tendência tem sido aumentar a extensão do gelo antártico.”

4) Um trabalho revisado por seus pares de 12 de janeiro de 2008 da AGU (American Geophysical Union) descobriu “o dobro de acúmulo de neve na península do este da Antártica desde 1850.” O sumário do trabalho de  Thomas, E. R., G. J. Marshall, e J. R. McConnell, afirma: Apresentamos os resultados de uma nova profundidade média [136 metros] de núcleo de gelo perfurado em um sítio de alta acumulação
(73.59°S, 70.36°W) no sudoeste da península antártica durante 2007. O record Gomez revela o duplo de acúmulo desde 1850, de uma média por década de 0.49 mweq y?1 em 1855-1864 para 1.10 mweq y?1 em
1997-2006, com aceleração nas décadas recentes. A comparação com os registros publicados de acúmulo indicam que este rápido aumento é o maior observado na região.

5) Um estudo de fevereiro de 2007 revela que a Antártica não está seguindo os modelos previstos de aquecimento global. Um trecho: “um novo relato sobre o clima sobre o continente mais ao sul mostra que as temperaturas durante o passado século XX não se inclinam como tem sido previsto por muitos modelos climáticos globais”. A pesquisa foi liderada por David Bromwich, professor de ciências atmosféricas do Departamento de Geografia e pesquisador do centro de Pesquisa Polar Byrd na Universidade Estadual de  Ohio .

6) Dr. Duncan Wingham, Professor de Física Climática da Universidade College de Londres e Diretor do Centro para Observação e Modelagem Polar tem apresentado evidência que o gelo antártico está crescendo.  Segundo um artigo de 15 de dezembro de 2006 no National Post do Canadá, “Cedo no ano passado na Conferência Espacial da União Européia em Bruxelas, o Dr. Wingham revelou que os dados de um satélite da Agência Espacial Européia mostraram que o afinamento da Antártica não era mais comum do que o espessamento, e concluiu que o colapso espetacular de plataformas de gelo na península antártica era mais provável ter seguido naturais flutuações atuais do que devido ao aquecimento global’. “Não se pode ter certeza, porque os pacotes de calor na atmosfera não vem convenientemente rotulados “contribuição do aquecimento global antropogênico”. Wingham disse, notando que a evidência não é ‘favorável a noção que estamos vendo o resultado do aquecimento global”. Wingham e seus colegas descobriram que 72% da cobertura de gelo da inteira massa de terra da Antártica está crescendo em uma taxa de 5 milimitros por ano. “Isto faz da Antártica um afundamento, não uma fonte de água do oceano. Segundo suas melhores estimativas a Antártica abaixará o nível do mar em 0.08 milimetros por ano.

7)  O estatístico Dr. Bjorn Lomborg, autor de “Ambientalista Cético” e professor da Escola de Negócios de Copenhagen, questionou as declarações do ex vice presidente Al Gore sobre a Antártica em uma edição aberta de 21 de janeiro de 2007 do Wall Street Journal. “[Gore] considera a Antárica o canário na mina, mas novamente não conta a história inteira. Ele apresenta imagens de 2% da Antártica que estão se aquecendo dramticamente e ignora os 98% que esfriaram grandemente nos últimos 35 anos. O painel da ONU estima que a Antártica realmente aumentará sua massa de neve neste século. Similarmente, Mr. Gore aponta o encolhimento do gelo do mar no Hemisfério Norte mas não menciona que o gelo do mar no Hemisfério Sul está crescendo. Não devemos ouvir estes fatos” Lomborg acrescentou.

8) O cientista da ONU Dr. Madhav L. Khandekar, um cientista aposentado do Ambiente do Canadá e um especialista revisor do IPCC, notou em 2007 que o Hemisfério Sul está esfriando. Dr. Khandekar escreveu em 6 de agosto de 2007: “No Hemisfério Sul, a temperatura média da área de terra tem vagarosamente mas seguramente declinado nos últimos poucos anos. A cidade de Buenos Aires na Argentina recebeu vários centimetros de queda de neve no início de julho, e a última vez que nevou em Buenos Aires foi em 1918! A maior parte da Austrália vivenciou um de seus meses mais frios em junho deste ano. Vários outros locais no Hemisfério Sul tem vivenciado temperaturas mais baixas nos últimos poucos anos. Posteriormente, as temperaturas da superfície do mar pelos oceanos mundiais estão vagarosamente declinando desde meados de 1998, segundo uma recente análise mundial das temperaturas da superfície dos oceanos.”

9) O geólogo da Ivy League Dr. Robert Giegengack, o presidente do Departamento de Ciência Ambiental e da Terra da Universidade da Pennsylvania, explicou que a Terra tem estado se aquecendo por aproximadamente 20.000 anos. “Pela maior parte da história da Terra, o globo tem sido mais quente do que tem sido nos últimos 200 anos. Raramente ele é mais frio.” Giegengack disse segundo um artigo de fevereiro de 2007. Giegengack posteriormente explicou que escalas de tempo extremamente longas relevam que “apenas 5% do tempo tem sido caracterizado por condições sobre a Terra que foram tão frias que os Polos podiam suportar massas de gelo permanentes”.

Published in: on setembro 24, 2008 at 12:46 pm  Deixe um comentário  
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OVNIs e UFOs na água

USOs Ojetos Não Identicados Submersos

escrito por: B J Booth

fonte

“Dark Object” de Don Ledger e Chris Styles, Dell Publishing, ISBN: 0-440-23647-9

Uma das áreas mais menosprezadas do enigma UFO é a investigação dos USOs [OBJETOS NÃO IDENTIFICADOS SUBMERSOS]. Há casos muito bem documentados de UFOs em, ao redor e sob os oceanos e lagos de nosso planeta.

Nesta discussão, tentaremos pesquisar estes casos, e com esperança, lançar alguma luz no mistério escuro dos USOS.

O Acidente de Shag Harbor, Nova Scotia, 1967

Um evento extraordinário em 1967 praticamente colocaria a pequena vila pesqueira de Shag Harbor no mapa. Localizada na ponta sul da Nova Scotia, esta comunidade rural seria a anfritriã de um dos eventos UFO melhores documentados dos últimos trinta anos. Recebendo seu nome por causa do “shag”, um pássaro da família dos cormorões, a baía foi deixada fora da maioria dos mapas do tempo, mas tudo seria mudado de uma vez por todas. Esta pequenina comunidade pesqueira sempre tinha tido suas histórias… histórias de gigantes serpentes do mar, lulas comedoras de homens, e navios fantasma. A lista da cor local veria mais uma outra adição; uma história de uma visita de uma misteriosa nave voadora de origem desconhecida. Esta nave visitaria as águas de Shag Harbor, permanentemente estampando o nome da vila aos olhos públicos.

A primeira indicação desta misteriosa ocorrência viria de residentes locais que perceberam estranhas luzes alaranjadas no céu, na noite de 4 de outubro de 1967. A maioria das testemunhas concordou que houve quatro luzes alaranjadas naquele anoitecer. Cinco adolescentes observaram estes flashes de luz em sequência e as luzes então subitamente mergulharam em um ângulo de 45 graus na direção da superfície das águas. As testemunhas estavam surpresas que as luzes não mergulhassem dentro da água, mas pareciam flutuar sobre a água, aproximadamente a meia milha do litoral. As testemunhas inicialmente pensaram que elas estivessem observando um trágico acidente de avião, e rapidamente relataram a Polícia Montada Real Canadense, que estava localizada em Barrington Passage. Ironicamente, o Policial da Polícia Montada Ron Pound já havia testemunhado ele próprio as estranhas luzes quando dirigia na Rodovia 3 a caminho de Shag Harbor. Pound sentiu que ele estava vendo quatro luzes, todas anexadas a uma única nave voadora. Ele estimou que a nave devia ter uns sesenta pés de comprimento.

O policial Pound foi até o litoral para ver mais de perto a vista fenomenal. Ele estava acompanhado pelo Cabo da Polícia Victor Werbieki, o policial Ron O’Brien, e outros residentes locais. Pound claramente viu uma luz amarela vagarosamente se movendo sobre a água, deixando uma espuma amarelada em seu caminho. Todos os ohos estavam colados na luz, até que isso se movesse distante demais para ser vista, ou mergulhada nas águas geladas. O Cutter da Guarda Costeira  #101 e outros botes locais correram para o ponto do avistamento, mas ao tempo em que eles chegaram, a luz havia desaparecido. Nada mais pôde ser encontrado naquela noite e a busca foi suspensa às 3:00 AM. A Real Polícia Montada correu um exame de tráfego para o Centro de Coordenação de Resgate em Halifac, e o radar do NORAD em Baccaro, Nova Scotia. Foi dito a eles que não foi relatado nenhuma aeronave perdida naquela noite, seja civil ou militar.

No dia seguinte, o Centro de Coordenação de Resgate preencheu um relatório para a sede das Forças Canadenses em Ottawa. Este relatório afirmava que algo havia atingido a água em Shag Harbor, mas o objeto era de origem desconhecida. O HMCS Granby recebeu ordens para ir a Shag Harbor, onde mergulhadores procuraram no fundo do oceano por vários dias, mas sem resultados positivos. A história do misterioso acidente em Shag Harbor morreu tão rapidamente quanto tinha começado. Isto é, até 1993. Quando a história original se apagava dos jornais e noticiários, várias teorias foram apresentadas. Uma explicação era a de que uma espaçonave russa tinha se acidentado, o que explicaria a presença de um submarino russo na área. Havia também um rumor do envolvimento americano na investigação de acompanhamento, mas não houve declaração oficial dos EUA.

O incidente de Shag Harbor teria um novo alento de vida por meio dos esforços do investigador da MUFON Chris Styles. O caso o intrigou tanto que ele decidiu procurar por mais detalhes. Styles descobriu os nomes de muitas das tstemunhas originais através dos recortes de jornal, e foi capaz de entrevistar muitas delas. Styles foi auxiliado pelo investigador da MUFON Doug Ledger. Este dois homens descobririam alguma evidência extremamente compelente por meio de suas entrevistas. Eles descobriram que quando os mergulhadores do Granby terminaram seu trabalho, o caso não estava de todo encerrado. Os mergulhadores, juntamente com outras testemunhas, relataram estes eventos; o objeto que mergulhou nas águas da baía tinha logo deixado a área de Shag, viajando sob a água por umas 25 milhas para um ponto chamado Government Point, que fica perto de uma base de detecção de submarino. O objeto foi localizado pelo sonar lá, e vasos da marinha foram posicionados acima dele. Depois de um par de dias, os militares estavam planejando uma operação de salvamento, quando um segundo UFO se uniu ao primeiro. A crença comum naquele tempo era que a segunda nave havia chegado para prestar ajuda à primeira.

A este tempo, a Marinha decidiu esperar e observar. Depois de aproximadamente uma semana monitoranddo os dois UFOs, alguns dos vasos foram chamados para investigar um submarino russo que tinha entrado em águas canadenses. A este ponto, as duas naves submersas fizeram seu movimento. Elas fizeram seu caminho para o Golfo do Maine, e colocaram distância entre elas e os navios da Marinha que as caçavam; eles chegram a supérfície e dispararam no céu. Estes eventos extraordinários foram corroborados por muitas testemunhas, tanto civis quanto militares.  Infelizmente, os relatos foram dados confidencialmente. O pessoal ex militar temia a perda de suas pensões e as testemunhas civis temiam o ridículo e sua privacidade ser invadida. Os eventos não usuais de Shag Harbor comandam um importante lugar no estudo dos UFOs. Há pouca duvida que algo desconhecido caiu nas águas de Shag Harbor em 4 de outubro de 1967.

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Aliens Sob o Mar

fonte: jornal Daily Mail  (Reino Unido)
Data de publicação: 11 de novembro de 2000

Extraído de UNEARTHLY DISCLOSURE de Timothy Good, publicado por Century

Timothy Good 2000

Esqueça UFOs, alguma coisa muito estranha está acontecendo no Caribe. Os objetos submersos não identificados são a mais recente ameaça espacial? Julgue você mesmo os fatos.

Esta é a mais estranha teoria alien. Seres do espaço externo estabelecendo bases secretas na Terra, e viajando em naves que são muito como um lar sob o mar exatamente como o são nos céus. Além da crença? Mas um novo livro expondo esta idéia é escrito por uma das autoridades mundiais mais respeitadas sobre UFOs, Timothy Good, e suas descobertas são sustentadas por um dos principais homens militares britânicos, o Almirante aposentado da Frota Lord Hill-Norton. Aqui, no início de dois artigos, Good estabelece seu caso. Leia e tire suas conclusões…

Na manhã de 4 de setembro de 1971, quatro membros do Instituto Nacional Geográfico da Costa Rica estavam voando em um bimotor a 10,000 pés acima de Lake Cote, perto do vulcão Arenal, cujo acesso é proibido pelo Estado Centro Americano. Uma câmera especial mapeadora estava colocada sob o avião deles. Ela era automática e de grande formato, e a cada vinte segundos tomava uma outra fotografia do lago abaixo.

Quando as fotografias foram relevadas, uma das fotos mostrou o que parecia ser um disco metálico  de aproximadamente 160 pés [48,7 metros] de diâmetro, que tinha acabado de sair, ou estava a ponto de entrar, no lago. Ela tinha ficado desfocada e tinha feito uma manobra súbita no instante em que a foto foi tirada.

O objeto não aparecia nem na tomada anterior nem depois. Exames do negativo eliminaram truques de luz como explicação. O que os geógrafos tinham visto era um fenômeno extraordinário mas muito pouco conhecido – um objeto submerso não identificado [USO], que tem sido relatado há séculos. O que poucas pessoas entendem é que os USOs tem sido relatados a muito tempo.

Algumas vezes, como no misterioso incidente do Lake Cote, um UFO pode ser visto se transformando em um  USO e vice-versa.

O Lake Cote é extremamente profundo e tem havido inúmeros outros relatos de naves desconhecidas entrando ou saindo dele. Os pescadores locais, que passam horas no lago, tem visto vários objetos sob eles, com luzes coloridas. Algumas vezes o movimento destes objetos tem feito com que os homens percam o equilíbrio e se arrisquem a cair na água. Eles também tem sido culpados pela redução na população dos peixes.

Em uma manhã, por volta das 9 AM, dois homens ouviram um barulho metálico vindo do lago e viram um objeto emergir com a forma de um submarino com três domos em seu topo. Ele ficou lá por uns poucos segundos e então disparou na direção das montanhas ao norte.

Outros USOs tem sido vistos em lagos e mares abertos ao redor do mundo, algumas vezes aparecendo a luz, algumas vezes profundamente submersos, algumas vezes apenas sob a superfície, algumas vezes deslizando sobre a água – e algumas vezes, como em Lake Cote, entrando ou saindo.

Evidentemente, muitas vezes os objetos que estamos acostumados a chamar de UFO podem tão facilmente viajar na água tanto quanto no ar.

Em uma noite de 6 de novembro de 1973, um encontro único com um USO ocorreu fora da costa da América. Pescadores em Pascagoula, Mississippi, o relataram, e os guardas costeira o confirmaram. Houve nove testemunhas. O objeto era circular ou elíptico em forma, tinha aproximadmente 3,7 metros de comprimento e lançava um raio de uma luz âmbar. Os dois pescadores que deram o alarme disseram que ele se parecia “um mini submarino’ e que planou aproximadamente 1,20 metro sob eles na água. Ele estava tão perto que eles tentaram atingi-lo com seus remos. Contudo, a cada vez que eles tentavam fazer contacto, a luz sumia e reaparecia em outra posição. Quando os oficiais da guarda costeira foram chamados, eles também, tentaram atingir o USO. Eles tiveram sucesso e relataram que objeto, fosse o que fosse, era metálico. Os guardas costeira fizeram anotações detalhadas. O objeto, eles disseram, tinha uma forma como um paraquedas e se movia na velocidade de seis a oito nós, prontamente mergulhando para águas mais profundas. A intensidade de sua luz variava de nada a um brilho que as vezes era brilhante demais para se olhar. Quando uma tocha era iluminada para ele, a luz se apagava até que o raio fosse removido. “o fenômeno observado não era consistente com qualquer peixe conhecido, outra vida marinha ou luz de fonte conhecida”, concluiu o relatório da guarda costeira.

Então o que estava na água e porque estava lá?

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Há um lugar no mundo onde os relatos de UDOs são particularmente frequentes e particularmente estranhos.

de  Paul Stonehill*

Porto Rico, a chamada Ilha do Encantamento do Caribe, fica em um canto da área que se tornou conhecida como o Triângulo das Bermudas, famoso pelos desaparecimentos de navios e barcos, e pelo avistamento de ‘discos voadores’. É lá, nesta antiga colônia os EUA, cuja política e defesa são ainda inextrincavelmente ligadas a América, que grande parte da minha pesquisa sobre o fenômeno USO tem se concentrado.

Uma grande quantidade de atividade estranha ao redor da ilha tem se centralizado nos 28.000 acres de floresta tropical montanhosa conhecida como El Yunque, na costa nordeste.

Jose Orlando Golis, que trabalha para o governo porto-riquenho, vive perto de El Yunque. ‘Muitas pessoas tem visto UFOs voando sobre a água perto da superfície’, ele me contou. ‘Uma vez, a 1 hora da manhã, vimos um com muitas luzes coloridas voando perto do mar apenas acima da superfície.”

‘De início pensamos que fosse um barco. Parecia estar escuro embaixo e tinha luzes – a maioria era  vermelha mas outra era azul, no nível superior. Então ele fez um ângulo e se moveu para cima. Fez um som de zumbido e pareceu se dirigr para El Yunque.’

Felix Rivera é um mergulhador de uma companhia de salvamento baseada perto da Estação Aero-Naval Americana que faz fronteira com El Yunque, uma das muitas bases americanas na ilha. Ele me confirmou que UFOs e USOs tem sido frequentemente observados pelo pessoal militar americano.

‘SEALs da Marinha – as forças especiais de elite da América – tem visto USOs aqui’, ele revelou. “Alguns tem me dito que estas coisas frequentemente se aproximam de barcos, então disparam para longe. Elas se movem rápido demais sob a água para serem nossos.”

Um outro “ponto quente” de atividade é fora da costa sudoeste. Em uma área conhecida como Cayo Margarita, 15 milhas no Atlântico, muitos pescadores, bem como pilotos particulares e comerciais afirmam terem visto USOs entrando e emergindo do mar. O pescador Aristides Medina disse: ‘Uma vez, eu estava pescando tarde da noite e dois deles passaram sob o meu barco, radiando uma luz azul. Em outras ocasiões, eu os tenho visto quando emergem da água e voam para longe em grande velcidade”.

Ele também os tem visto mergulhando na água – e sempre na mesma área do mar. Seria como se os objetos tivessem preferências definidas de que parte do oceano eles escolherem para emergir e entrar.

Um avistamento notavelmente vívido foi relatado por um mergulhador chamado Inocencio Cataquet. Ele estava na água fora de Pena Blancas no nordeste da ilha quando encontrou o que pareceu ser uma nave submersível em forma de disco, jazendo no leito do mar. A nave parecia estar camuflada com um material similar a areia em ordem se misturar com suas cercanias. Perto dela estava um objeto retangular, com um cabo transparente, que se movia ao redor na água. Como se reagisse à presença dele, o cabo foi subitamente retraído. Amedrontado, Cataquet correu para a superfície – a tempo de ver o disco emergir da água com um alto som de zumbido e voar pra longe.

O que está acontecendo aqui? Se estranhas naves metálicas estão emergindo das águas ao redor de Porto Rico em algo como uma base regular, é inconcebível que as autoridades militares não estejam cientes disso. Algumas das bases americanas na área tem exatamente o tipo de equipamento necessário para rastrear um objeto do desconhecido. Por exemplo, há um enorme aerostato, ou balão amarrado com uma corda, que voa 15.000 pés acima da costa sodoeste da ilha, com instalações de radar penduradas sob ele que monitoram o tráfego aéreo. Um número de testemunhas afirma ter visto estranhos objetos voadores na vizinhança.

Porto Rico também é o lugar do único radio-telecóspio em Arecibo, uma cratera natural transformada em tigela parabólica de uma gigantesca antena receptora.  É o maior e mais sensível telescópio do mundo. Um dos papéis reconhecidos de Arecibo é o de um posto de audição para formas de vida alienígenas transmitindo do espaço externo. O projeto é conhecido como  SETI – a Busca por Inteligência Extraterrestre.

Ainda que, ironicamente, naves e seres não usuais tenham sido relatados ao redor do próprio radio observatório. Um grande objeto em forma de bumerangue foi visto ‘pendurado’ sobre o telescópio. Uma noite, testemunhas viram um enorme disco no céu, seguido de três objetos de forma triangular.

Será uma verdade paradoxal que, enquanto SETI procura seres extraterrestres a anos luz de distância, eles estejam operando em sua própria porta?

Em uma visita ao local em janeiro de 1999, entrevistei o Dr Jost Alonso do observatório. Ele me disse que muitas pessoas locais acreditam que o observatório seja um foco de atividade alienígena. “Este é um assunto complicado” ele disse. “Algumas vezes penso que experimentos militares sejam responsáveis pelo que as pessoas estão vendo. Há pessoas que dizem que é um acobertamento do governo americano. Quanto aos aliens, estatisticamente, tem que haver alguma coisa. Há entre 200 a 400 bilhões de estrelas em nossa galáxia e 10% delas são do mesmo tipo do nosso sol. Se existem outras formas de vida, é somente uma questão de tempo e de tecnologia antes que o contacto seja feito.”

Certamente, o sítio de Arecibo é um foco para fenômenos estranhos. Um dos mais estranhos aconteceu em março de 1993, quando um antigo piloto da British Airways, Graham Sheppard, vivenciou um misterioso “deslocamento lateral” tirando-o milhas do curso, enquanto voava sua leve aeronave Cessna 172 perto do telescópio. Sheppard, um navegador experiente cuja experiência tem quatro décadas, e inclui voar 747s, descreve este como o momento mais desnorteante de sua carreira. “Depois de passar acima do telescópio, um sentimento de desconforto e crescente confusão veio sobre mim. Passaram-se sem nenhuma idéia de minha posição, mas eu estava confiante que a costa oeste logo apareceria no ângulo direito do meu curso. Recordo-me do choque de ver a linha costeira, não no ângulo direito do meu curso, mas paralelo. Tornou-se alarmentemente claro que eu estava voando ao longo da costa sul. O erro de navegação aqui é enorme e deve ser impossível”, ele conta.

Uma video câmera a bordo confirma que a bússola de giro de Sheppard foi estabelecida para manter corretamente seu curso original. Esta câmera também confirma que ele estava voando a 2.200 pés – ainda que de algum modo ele tenha passado sobre montanhas com altura superior a 3.900 pés. Os instrumentos da aeronave pareciam normais, e mais tarde exames atmosféricos descartaram um vento frenético que pudesse te-lo soprado fora do curso. Nenhum dos pilotos para quem tenho enviado registros deste vôo pôde racionalizar o deslocamento.

Sir Mark Thomson, um antigo piloto a jato da Marinha Real que tem tomado um estreito interesse nos estranhos eventos ao redor de Porto Rico, está tão surpreso quanto impressionado. “Esta é uma das mais importantes peças de evidência que eu tenho visto. Não há explicação em nossas leis de física”, ele disse.

Pode um tal deslocamento aéreo estar ligado aos desaparecimentos que tem feito de toda a área do Triângulo das Bermudas  uma área tão notória – tal como o vôo dos bombardeiros-torpedos Grumman Avenger que desapareceram fora da costa da Flórida exatamente depois da Segunda Guerra Mundial?

Em Porto Rico, há aqueles que relatam incidentes que são igualmente sinistros e inexplicáveis. Entrevistei dois grupos de testemunhas que, em duas ocasiões distintas, em 1988, afirmam terem observado quando os jatos F-14 Grumman da Marinha dos EUA foram aparentemente ‘capturados ou de alguma forma absorvidos em meio vôo por uma grande aeronave desconhecida que eles estavam perseguindo”.

Talvez isso soe como fantasia. Mas em uma ocasião, ao menos, parece que objeto que causou um tal desaparecimento pode ter sido capturado pelo radar americano.

`MAYDAY, Mayday. Podemos ver um objeto estranho em nosso curso. Estamos perdidos. Mayday. Mayday’

Esta chamada desesperada veio às oito horas da noite [hora local] em 28 de junho de 1980. Jose Luis Maldonado Torres, um piloto de 31 anos que estava voando um avião Ercoupe 415-D, juntamente com um piloto estudante de 22 anos, indo de Santo Domingo para San Juan, o principal aeroporto de Porto Rico.

Tenho ouvido a fita de algumas transmissões Mayday do Ercoupe, vazada por uma fonte da Administração Fedral de Aviação, e a ansiedade dos pilotos é clara.

`Um estranho objeto em nosso curso nos fez mudar o curso já por três vezes diferentes… temos algo estranho a nossa frente… Estamos certos que novamente é a mesma coisa, senhor…’

Depois destas palavras, os pilotos não foram ouvidos novamente. Uma busca aérea e marítima não encontrou qualquer traço. Contudo, uma pista tantalizante reside no relatório oficial sobre o incidente.

Durante o alerta Mayday, a Estação Aero-Naval dos EUA em Roosevelt Roads em Porto Rico estava em contacto com os controladores de tráfego aéreo em San Juan. As 8.16pm, 11 minutos depois de última comunicação do Ercoupe, os americanos fizeram um intrigante comentário: “parece que podemos ver uns poucos deles lá fora…”

O que significava esta mensagem críptica? Isto sugere que a estação aérea tinha feito vários contactos por radar na área onde o avião desapareceu. Um deles, com certeza, era o Ercoupe. Mas o que eram os outros? Pode algum deles ter sido do estranho objeto, a coisa desorientadora que aparentemente engolfou o avião condenado?

Uma possibilidade é a de que a Marinha dos EUA tem estado monitorando seja qual for o estranho fenômeno que causou o desaparecimento do avião.

Jorge Martin, o principal investigador UFO da ilha, tem um importante contacto destro dos militares, um oficial de alto escalão ligado a Marinha dos EUA. Desta fonte, aprendemos que as autoridades americanas ficam cada vez mais alarmadas depois de um número de aeronaves militares, bem como aviões particulares, que desaparecerem na área a noroeste de Porto Rico como o Canal de San Juan.

Uma profunda rachadura no chão do oceano, o ponto mais inferior deste grande abismo estando a 30.000 pés de profundidade, muito mais sob o mar que o Monte Evereste está acima dele. Aqui está o ponto mais profundo do Oceano Atlântico. As pressões da água do mar lá esmagariam qualquer criatura da superfície, e qualquer submarino, exceto aqueles espacialmente construídos pelo homem.

Segundo a fonte de Martin, a Marinha e a Força Aérea descobriram que, em bases regulares, uma enorme nave em forma de disco sai do mar no canal, algumas vezes ficando estacionária sobre uma grande coluna de água antes de desaparecer ou submergir novamente. Se isto não fosse suficientemente desconcertante, há mais. Os pilotos que recebem ordens de abordar o objeto, têm seus jatos explodidos silenciosamente e desaparecem em pleno ar. Podem estas declarações perplexantes serem verdadeiras? E se são, que segredo terrível se esgueira sob o oceano?

Uma extensão de 100 milhas de água aberta divide Porto Rico da sua ilha vizinha, a República Domenicana. Esta extensão é conhecida como a Passagem Mona. Quase a meio caminho dela, a algumas 45 milhas a oeste do último cabo de Porto Rico, fica uma pequena ilha circular, inabitável. Seu nome é Ilha Mona. Ao tempo de sua última comunicação, o perdido avião Ercoupa estava exatamente a leste da ilha Mona.

Outras tripulações que atravessam a área tem relatado anomalias afetando o posicionamento delas. Um piloto de uma aeronave leve notou “um giro incontrolável” de sua bússola.

O oficial naval relacionado a Jorge Martin oferece uma explicação notável. Suas revelações sobre a Ilha Mona são bizarras, extraordinárias e quase além da crença. Mas quando eu mostrei meu dossiê de evidência ao Almirante de Frota britânica, Lord Hill-Norton, ums das figuras militares britânicas mais respeitadas, ele não teve hesitação em endossar meus achados.

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UFOs em Águas Soviéticas

Source: http://www.anomalist.com/reports/sovietufo.html

O Centro de Pesquisa Ufológica Russa tem obtido uma coleção de interessantes testemunhos de relatos de avistamentos dos arquivos secretos da Marinha Soviética. Estes arquivos tem alegadamente sido inacessíveis, até mesmo depois da queda da União Soviética, até recentemente.

Em agosto de 1965, uma tripulação do navio vapor RADUGA, enquanto navegava no Mar Vermelho, observou um fenômeno não usual. A aproximadamente duas milhas de distância, uma esfera feroz emergiu sob a água e planou sobre a superfície do mar, o iluminando. A esfera tinha um diâmetro de 60 metros e planava sobre o mar em uma altitude de 150 metros. Um gigantesco pilar de água se elevou quando a esfera emergiu do mar e caiu uns momentos depois.

Em dezembro de 1977, não longe da Ilha Novy Georgy, a tripulação do pesqueiro [traineira]  VASILY KISELEV também observou algo bem extraordinário. Se elevando verticalmente de sob a água estava um  objeto em forma de donut [rosquinha]. Seu diâmetro era de aproximadamente entre 300 e 500 metros. Ele planou em uma altitude de quatro a cinco quilômetros. A estação de radar da traineira imediatamente se tornou inoperante. O objeto planou sobre a área por três horas e então desapareceu instantaneamente.

O testemunho de Alexander G. Globa, um homem do mar do GORI, um petroleiro soviético, foi publicado na revista Zagadki Sfinksa (publicação # 3, 1992) em Odessa. Em junho de 1984, GORI estava no Mediterrâneo, a vinte milhas náuticas do Estreito de Gibraltar. As 16 horas, Globa estava a serviço e com ele estava o segundo em comando, S. Bolotov. Eles estavam de pé em observação na extensão da asa esquerda da ponte quando ambos observaram um estranho objeto policromático. Quando o objeto estava pela popa, ele parou repentinamente.  S. Bolotov estava excitado, sacundindo seus binóculos e gritando: “é um disco voador, um disco real, meu Deus, olhe logo, olhe!”

Globa olhou pelos seus próprios binóculos e viu, na distância sobre a popa, um objeto de forma achatada [isto me parece uma frigideira de cabeça para baixo]. O UFO estava brilhando com um briho metálico acizentado. A parte inferior da nave tinha uma precisa forma redonda, seu diâmetro não era maior que vinte metros. Ao redor da porção inferior dele, Globa observou “ondas” de protuberâncias na placa externa. A base do corpo do objeto consistia em dois hemi discos, o menor no topo; eles vagarosamente giravam em direções opostas. Na circunferência do disco inferior Globa observou inúmeras luzes brilhantes como contas. A atenção do homem do mar estava concentrada na parte inferior do UFO. Isto parecia que era liso, suave, sua cor aquela de uma gema de ovo, e no meio disto Globa discerniu uma mancha redonda como um núcleo. Na borda da parte inferior do UFO, que era facilmente visível, estava algo que se parecia um cano. Isto brilhava com  um cor rósea de brilho não natural, como um lâmpada de néon. O topo do meio do disco era coroado por algo de forma triangular. Parecia que isto se movia na mesma direção do disco inferior, mas em um passo muito menor.

Repentinamente, o UFO pulou várias vezes, como se movido por uma onda invisível. Muitas luzes iluminaram sua porção inferior. A tripulação do GORI tentou atrair a atenção do objeto usando um projetor de sinal. Mas a este tempo, o Capitão Sokolovky já estava no escritório com seus homens. Ele e seu segundo em comando estavam observando o objeto intensamente. Contudo, a atenção do UFO foi distraída por um outro navio, que se aproximava do lado esquerdo. Este era um navio árabe de carga, em seu caminho para a Grécia. Um minuto e meio depois, o objeto mudou sua trajetória de vôo, se inclinou a direita e ganhou velocidade subindo rapidamente. Os homens do mar soviéticos observaram que quando ele se elevou pelas nuvens, aparecendo e desaparecendo novamente, ele ocasionalmente brilharia nos raios do sol. A nave então se acendeu, como um fusível e partiu instantaneamente.

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Jim Speiser    http://www.ufocasebook.com/usstiru.html

A questão então é proposta frequentemente, porque não mais testemunhas militares se apresentam publicamente e fornecem nomes, datas e lugares? Certamente eles realmente não estão intimidados por tais ameaças vazias como JANAP 146-E, que fornece pesadas multas e sentenças de prisão por quebra de silêncio sobre um avistamento militar UFO. Certamente eles entendem a importância científica de seus avistamentos, que transcende qualquer consideração nacionalista ou militar. Se mais testemunhas militares se apresentarem, não é possível que eles não sejam realmente o que ufologistas dedicados nos tem feito acreditar? Esta é uma pergunta que me tenho feito.

ParaNet está profundamente em débito e honrada pelo usuário Bill Cooper de Fullerton, Califórnia, por isto, o primeiro relato conhecido de uma avistamento múltiplo militar que ocorreu a bordo do submarino  USS Tiru em 1966.

Em 1966 durante o mês do Festival Rose no Noroeste do Pacífico dos EUA, o USS Tiru SS-416 deixou Pearl Harbor em direção a Seattle, Washington. O subamarino atracou em um pier civil perto da área do centro de Seattle e milhares de pessoas visitaram o submarino durante sua estada em Seattle. Depois de seu serviço como “navio show” ele continuou para uma área atrás da baía onde realizou testes de torpedo. Acredito que esta área era chamada baía dabob mas não estou certo da pronúncia.

Incluo a informação acima porque isto deve ser mais fácil de pesquisar. Durante o cruzeiro de Pearl Harbor para Seattle, cinco tripulantes tiveram uma experiência não usual. Dunrante um tardio anoitecer o submarino estava cruzando na superfície a aproximadamente 10 nós quando o observador da esquerda relatou um contacto estranho no alcance de 2 milhas e relativo a 315 graus. O observador se recusou a falar ao OOD o que foi que ele tinha visto e ao invés insistiu que o observador de estibordo e o OOD deviam olhar a área.

Os três homens olharam pelos seus binóculos na direção da área e ficaram atônitos ao verem uma nave metálica maior que um campo de futebol cair das nuvens dentro do oceano. Ela realmente caiu pouco a pouco e quando atingiu a água e mergulhou sob a água, enormes geisers de água se elevaram no ar. Quando o observador da esquerda estava certo de que os outros a tinham visto, ele então contou ao ODD que ele tinha visto isto sair do oceano para as nuvens.

O OOD e o observador de estibordo ficaram sem fala. Dentro de uns poucos minutos contudo, todos eles ficaram excitados quando isto novamente se elevou de água e mergulhou na camada de nuvens. Ao mesmo tempo, um membro de tripulação abaixo interrogou a ponte sobre um contacto por radar na mesmo alcance e posição. O sonar também relatou estranhos ecos. O OOD chamou o Capitão para vir a ponte daquela vez. Ele também pediu uma câmera que foi enviada a ponte. O Capitão chegou na ponte dentro de dois minutos e o Oficial Chefe da Intendência estava com ele e com a câmera. Quase ao mesmo tempo o objeto emergiu das nuvens a caiu no oceano. Todos os cinco homens testemunharam isto. O oficial da Intendência tirou fotos quando isto se elevou das nuvens e então caiu de novo no oceano.

Os cinco homens obervaram por mais um tempo longo mas nada aconteceu. Logo o submarino se moveu fora do alcance visual e o Capitão disse a todas as testemunhas que elas nunca podia discutir o que tinham visto com qualquer pessoa e sob qualquer circunstância. Ele afimou que o incidente era informação classificada. O capitão então foi para baixo e enviou uma mensagem de rádio. Não havia dúvidas sobre o que havíamos visto. Era uma nave de metal com maquinário sobre e ao redor dela. Parecia ter janelas ou lentes colocadas em seu perímetro. Não fez qualquer barulho que pudéssemos ouvir. Ela não perturbou os sistemas elétricos do submarino nem afetou a bússola de giro. Parecia muito como um “navio” redondo voador e no mar ia como um navio.

Tinha a forma de um disco com uma tijela invertida no disco e era enorme. Eu nunca esquecerei enquanto viver. Quando primeiro vi esta nave acredito que meu coração parou de bater e fiquei aterrorizado. O nome do OOD era Ensign Ball. O observador a estibordo era uma marinheiro nativo americano que a tripulação chamava Geronimo. O observador da esquerda era um novo homem que deixou o submarino logo depois que voltamos a Pearl Harbor e seu nome era Cooper. Não lembro do nome do Capitão nem o do oficial da intendência.

Esta é a primeira vez que menciono isso desde que o capitão nos disse que era informação classificada. Até onde sei, isto nunca foi relatado ao público. Deve ser fácil verificar os fatos se você puder obter uma cópia do diário de bordo e/ou contactar outras testemunhas. Os nomes não devem ser difíceis de encontrar no diário do navio. Eu era o homem da esquerda. Devo dizer que senti um grande desconforto ao postar isto, muito com o senti no Vietnã, quando minha vida esteve em grande perigo.

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Aqui está um artigo recente sobre a presença UFO ao redor de Porto Rico, incluindo mais atividade USO:

Relato Científico Confirma a Presença Alien em Porto Rico?

de Jorge Martin     http://www.paranoiamagazine.com/alienpuertorico.html

Muitos dos objetos não identificados e fenômenos anômalos luminosos se originam na zona sul da ilha de Vieques, entrando e saindo do mar.

O objeto estava sugando a água do mar, e a água estava girando como uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, vinha de debaixo do objeto.

Dr. Mark Carlotto recententemente tornou público um excelente relatório e análise científica de várias anomalias que aparecem em vídeos das missões dos transportadores espaciais STS-48 e STS-80. (veja  Anomalous Phenomena In Space Shuttle Mission Sts-80 Video in Dr. Carlotto’s ‘New Frontiers in Science’ web page – newfrontiersinscience.com).

Algo que chamou a nossa atenção mais especiicamente naquele relatório foi o evento que ele identifica como o vídeo F-1 da missão STS-80, que se origina, segundo as descobertas do Dr. Carlotto, em uma área localizada a leste de Porto Rico, especificamente na zona sul da ilha de Vieques.

A ‘anomalia’ consiste em um grande objeto luminoso que parecia sair do mar no ponto localizado ao sul da ilha de Vieques, e ascende ao espaço, tudo enquanto estava sendo registrado pela câmera do transportador. Na medida em que ele se aproxima do transportador espacial, o objeto se inclina a sua esquerda e desaparece de vista.

Em nosso último livro de lingua inglesa, “Vieques:Uma Cobertura UFO Caribenha de Terceiro Grau”, relato sobre muitos incidentes relacionados UFO/ alien que tem ocorrido nesta mesma área. Acreditamos que os achados do Dr. Carlotto relativos ao evento F-1 são muito importantes porque confirmam a situação que temos estado relatando já a cinco anos: muitos dos objetos não identificados e fenômenos luminosos anômalos descritos no livro se originam precisamente na mesma zona, entrando e saindo do mar.

Tem havido muitos de tais importantes incidentes relatados pelos policiais do Estado de Porto Rico bem como pelos policiais municipais de Vieques, pessoal de segurança da Marinha, empregados do governo municipal de Vieques, e oficiais, pescadores, pilotos, protestantes civis pacifistas e muitos residentes.

A Ordem Secreta Especial do Presidente Clinton

Depois das prisões de muitos protestantes civis em Vieques em 4 de maio de 2000, outros eventos ocorreram, alguns dos quais surpreenderam  até mesmo os líderes políticos de Porto Rico. Um de tais eventos foi o bloqueio feito ao redor de Vieques por navios da guarda costeira dos EUA, não permitindo que os pescadores de Vieques fossem ao mar para ganhar seu sustento diário.

Um popular programa de rádio em Porto Rico, “Fuego Cruzado” (Crossfire), que analisa assuntos políticos e sociais, questionou a ação tomada pela guarda costeira. Durante o programa, o painelista Carlos Gallis, um analista pró independência, perguntou sob que ordens a guarda costeira dos EUA agiu de tal maneira, já que normalmente eles não são autorizados a fazerem um bloqueio.

Logo se tornou conhecido que a guarda costeira estava agindo sob uma ordem classificada divulgada pelo Presidente William Clinton, que declarou a zona de Vieques como “…uma em estado de rebelião.”  Porque atos pacíficos de desobediência civil seriam considerados atos de rebelião?, perguntaram os painelistas.

A chamada ordem especial secreta tinha sido divulgada pelo Presidente Clinton sob as determinações do Ato de Segurança Nacional dos EUA, e ela afirmava que a situação que ocorria em Vieques afetava perigosamente as relações dos EUA com uma outra nação, um poder estrangeiro, e enfatizou que isto era muito perigoso para o interesse de segurança nacional dos EUA.

O painel no programa de rádio perguntou que nação era esta, como tal declaração justificava para a divulgação da ordem “…isto não fez qualquer sentido”. Sem saber disso, o painel tocou um nervo sobre o assunto de Vieques; isto era algo nunca anteriormente discutido, tendo maiores implicações e que preocupavam os estrategistas da segurança nacional dos EUA.

A verdade é que nenhuma das nações que participaram dos exercício de bombardeio com a Marinha dos EUA e experimentaram as novas armas ao redor de Vieques representava qualquer perigo para os EUA. Então, a que nação, ou ‘poder estrangeiro” o Presidente Clinton estava se referindo quando divulgou esta ordem classificada, e porque ela foi classificada?

A resposta para isto pode muito bem estar que o poder estrangeiro ao qual o Presidente Clinton estava se referindo, fosse uma civilização alienígena representada por seres que parecem viver subterraneamente nas áreas da Floresta Tropical de El Yunque, na região leste de Porto Rico, e sob o mar ao redor da área de Vieques, várias milhas fora da costa oeste de Porto Rico.

Exemplos de tal presença na área são os UFOs em forma de triângulo suspensos sobre a pista aérea da Marinha americana e os UFOs que se elevam do mar. Entrevistamos o diretor da polícia municipal de Vieques, o oficial Wilfredo Feliciano, que nos informou de um série de importantes observações.

Triangular UFO

O primeiro avistamento aconteceu durante o verão de 1997 [por volta das 9 p.m.] quando Feliciano estava diringido seu carro na Rota 997, que vai do setor Esperanza para Isabel II. Na interseção de um lugar conhecido como Marta’s Alley, ele ficou ciente de uma intensa luz amarela pendurada imóvel no céu a alguma distância. Intrigado, ele parou o carro na margem esquerda da estrada para observar mais cuidadosamente a luz.

“Era um objeto real, triangular e grande”, ele declarou, “completamente engolfado em uma brilhante luz amarela… Parecia estar em uma altitude de aproximadamente 500 pés acima do solo, sobre uma propriedade pertencente a Camp Garcia. Deduzi a altitude baseado na altura de algumas árvores na área. O que mais me intrigou foi que a coisa estava suspensa exatamente sobre uma área onde a Marinha dos EUA tem uma pista aérea para seus aviões pousarem ou decolarem… E ali estava este objeto não identificado.

“Não havia exercícios militares naquela vez, então o que era o objeto, este triângulo de luz, o que estava fazendo ali, acima da pista aérea? Pensando estar observando algo que eu não devia, sai de lá de uma vez. Mas a partir daquele momento entendi que algo muito estranho está acontecendo em terras controladas pela Marinha dos EUA.

“Alguns dias mais tarde, minha esposa me disse que ela viu um objeto similar, também de noite, suspenso sobre o mesmo exato lugar que eu o tinha visto, sobre a pista área de Camp Garcia. No próximo fim de semana, quando eu estava dirigindo para casa da mãe dela, vimos um outro destes triângulos. Desta vez nossos filhos estavam conosco no carro; eles viram também.”

Feliciano e sua família observaram o objeto a uma distância de umas milhas, e até mesmo daquela distância, eles descreveram seu tamanho como de três a quatro pés de comprimento, o que indica que o objeto era muito grande. Ele também nos disse, como parte de seus deveres com a polícia municipal, ele tinha que patrulhar a terra a oeste de Vieques, até então sob o controle da Marinha dos EUA, e em muitas ocasiões ele testemunhou UFOs brilhantemente iluminados emergindo do mar no setor de Punta Arenas e voando em grande velocidade no céu noturno. Frequentemente os objetos fariam várias voltas rápidas antes de deixarem a área.

“Isto tem acontecido em muitas ocasiões, algumas vezes entre 9 e 11 PM e algumas vezes por volta das 2 ou 3 da manhã. Eles vem do mar de um ponto exatamente no meio entre Punta Arenas e a Estação Naval de Roosevelt Roads em Ceiba.”

Um Grande Disco Voador Absorve Água do Mar

A testemunha Carlos Zenin é um pescador de Vieques e um dos líderes envolvidos no movimento para remover a Marinha dos EUA da ilha. Tanto ele quanto os fihos dele sofreram períodos de prisão na prisão federal americana em Porto Rico por causa do comprometimento deles com esta causa.

Uma vez certo da seriedade de nossa investigação, Mr. Zenin nos deu o testemunho dele de algumas situações impressivas que ele testemunhou pessoalmente, comentando sobre o possível envolvimento da Marinha dos EUA com os incidentes UFO / alien vivenciados pelo povo de Vieques. Ele declarou:

“Este tipo de eventos tem estado ocorrendo aqui [em Vieques] por algum tempo. Não é algo novo. Em uma ocasião em 1996, eu estava pescando com outros pescadores fora no mar. Estávamos a um par de milhas ao sul de La Esperanza. Era por volta das 9:00 PM quando repentinamente vimos algo inesperado. Vimos várias esferas muito brilhantes que vieram do topo de Cerro Ventana (montanha localizada ao sul de Vieques).

“Estes globos de luz eram de tonalidade azul-esbranquiçada e pareciam vir diretamente do topo da montanha. Eles circulavam a montanha e voaram para o mar ao sul, voando exatamente sobre nós. Eles fizeram muitos círculos rápidos e voltas em ângulos. Você podia ouvir um ligeiro som de zumbido ou assovio, quase inaudível, que parecia vir deles.

“Depois disso, eles voltaram a Playa Grande e Cerro Ventana, áreas controladas pela Marinha dos EUA e desapareceram dentro da montanha. Foi como se eles tivessem se unido com o lado da montanha.

“O evento mais impressionante foi quando encontramos um enorme objeto a noite enquanto estávamos no mar pescando. Eu estava com Anibal Corcino e o pai dele, e tinhamos acabado de sair de La Esperanza.

“Eu não estava ciente do objeto inicialmente porque eu era o capitão e a cargo do leme daquela vez. Anibal e o pai dele o viram e gritaram. “Carlos, olhe isto!’ Eu olhei para trás e vi um tipo de nave enorme. Ela saiu do mar perto da lagoa de Playa Grande, ao sul, onde está instalado o sistema de radar ROTHR (Raytheon) da Marinha. Ela subiu de sua posição e começou a se mover mais perto de nós.

“Era uma nave enorme e extraordinária, imensa, com muitas luzes a seu redor. Era um disco voador, uma nave redonda como um disco, mas realmente enorme em tamanho. Ela estava a alguma distância de nós, mas claramente visível devido ao seu tamanho e as luzes que ela tinha por toda parte acima, luzes amarelas, vermelhas e azuis. A coisa peculiar sobre todo este objeto, este disco, era que estava retirando água do mar. A água na superfície do mar estava girando em um círculo, e pulando, como se fervesse. Era como um rodamoinho. Parecia estar subindo para dentro do disco em uma coluna de água.

“Todos nós estávamos impressionados. Foi a primeira vez em minha vida que vi algo assim. De onde nós estávamos ela parecia ter de 40 a 50 pés de diâmetro e estávamos a aproximadamente uma milha e meia dela. Isto pode lhe dar alguma idéia do tamanho.

“Mas o que MAIS me impressionou era que ela estava sugando a água do mar, e a água estava girando como em uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, estava vindo da parte de baixo do objeto. Havia um buraco lá e o raio vinha para baixo, verticalmente. A água subia para o disco pelo raio de luz. Depois disso, o objeto voou para oeste em fantástica velocidade e desapareceu em uma questão de segundos.

“Muitas outras pessoas tem visto este tipo de naves, chamadas disco voadores, tanto na parte leste quanto na parte oeste de Vieques. Se analisarmos esta situação mais profundamente, podemos ver que estas são áreas controladas pela Marinha dos EUA e a Marinha nunca denunciou esta situação. Eles devem ter algum conhecimento do que está acontecendo. Eles apenas não parecem se importar com a presença deses objetos.

“Por causa disso devemos nos perguntar se há algum tipo de comunicação ou colaboração entre os ocupantes destas naves e as pessoas da Marinha dos EUA. Mas isto é difícil de avaliar. É uma situação complexa. Devemos nos perguntar o que está acontecendo e porque a Marinha nunca denuncia isto e eles [a Marinha] já estão aqui há 62 anos.

“Tudo isto nos faz imaginar se pode haver razões ocultas pelas quais a Marinha forçou os habitantes de Vieques para fora da terra deles para viverem em um pequeno pedaço de terra no centro da ilha. A Marinha controla as porções leste e oeste de Vieques que são grandes extensões de áreas desabitadas e restritas, também contendo montanhas e praias a quem ninguém tem acesso.

“Se estas coisas estão acontecendo nestas áreas e a Marinha dos EUA de alguma forma está envolvida, seria muito conveniente para eles tomarem estes lugares porque assim  ninguém veria e saberia o que estão fazendo lá. Também pode bem ser que o governo dos EUA e o pessoal da Marinha estejam estudando secretamente este tipo avançado de tecnologia, possivelmente de origem alienígena, na área de Vieques.

“Quem sabe? Talvez as coisas que temos visto aqui estejam relacionadas a novos protótipos de aeronaves que estão sendo secretamente desenvolvidas e testadas. Eles podem estar em contacto, se comunicando com a tripulação destas naves, os OVNIs (UFOs), e eles simplesmente não querem que o público saiba.

“Esta situação é muito séria. Fiquei calado desta vez porque as pessoas podem duvidar do que você diz sobre este tipo de coisa. Nem todo mundo tem a oportunidade de ver uma destas naves, especialmente uma tão grande como a que vimos.

“Meus filhos e eu temos sido presos apenas porque protestamos contra o que eles estão fazendo em Vieques. Estou ciente que as agências do governo americano tem manipulado a opinião pública, as pessoas que nunca testemunharam algo assim. Eles tentam fazer estas pessoas pensarem que nada disso (os UFO / a realidade alien) está acontecendo e que não é real. Eles usariam isto provavelmente para começar uma campanha de ridicularização contra nós e desacreditar a luta das pessoas de Vieques para alcançar o fim do exercício de bombardeio da Marinha. Por esta razão, deixei de fazer qualquer comentário até agora.

“Mas o povo de nosso país, especialmente de Vieques, me conhece, e eles sabem que tudo que faço é baseado em minhas convicções e meus princípios. Eles sabem que não estou publicamente orientado ou alguém que inventaria este tipo de coisa por causa das minhas preocupações que fazer uma tal coia feriria a nossa seriedade e portanto os nossos esforços de retirar a Marinha. Este é o nosso principal objetivo. Temos suportado muitos sacrifícios pessoais por causa da nossa causa.

“O momento tem vindo para discutir este assunto. A Marinha usa armas químicas e biológicas em Vieques, uma ilha habitada. O uso de tais armas é proibido perto de áreas populadas. Eles negaram isto até recentemente, quando foi verificado por documentos do Pentágono.

“Eles também usaram munição viva com urânio esvaziado, e negaram isto até que foi provado. Isto é porque, devido a tudo que temos visto aqui, eles podem estar usando Vieques para fazer contacto com estas naves e sua tripulação, e manter isto secreto. Talvez, se um grupo de indivíduos disciplinados tais como você investigue e descubra alguma coisa, a Marinha dos EUA pode se sentir forçada a revelar o que está acontecendo. Mas algo definitivamente está acontecendo, e de certa forma a Marinha dos EUA está envolvida, e não dirá o que seja isto.”

Outros Eventos Anômalos

Há muitos mais eventos relatados em meu livro, incluindo:

1. pousos de UFOs, seres humanóides no sistema de radar R.O.T.H.R. da Corporação Raytheon na Marinha dos EUA
2. chocantes revelações do pessoal de segurança da Marinha dos EUA sobre a presença UFO/alien em Vieques.
3. uma atividade conjunta alien/militares americanos?
4. Embates entre UFOs e caça-jatos dos EUA
5. Um aparente programa encoberto de contacto entre a Marinha dos EUA e os UFOs alienígenas e uma testagem avançada de tecnologia alienígena em Vieques.

Nota do Autor
A Marinha dos EUA tem parado suas manobras militares e de bombardeio em Vieques, mas exceto por um setor de terra na região oeste de Vieques, todas as outras terras anteriormente controladas e restritas por aquela agência militar foram transferidas para o Departamento do Interior dos EUA. Este departamento subsequentemente colocou isto sob o controle do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. A Agência de Pesca e Vida Selvagem tem convertido as áreas (Camp Garcia, o sítio de bombardeio e o setor de Playa Grande onde está localizado o sistema de radar ROTHR, bem como a lagoa Kian) em um refúgio para vida selvagem.

O acesso a estas áreas agora é até mesmo mais restrito ao público do que quando estava sob o controle da Marinha dos EUA. O que mais pode estar acontecendo que está endo escondido do povo de Porto Rico e do resto do mundo?

Jorge Martin é o Editor da revista  ENIGMAS del Milenio em Porto Rico.

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O UFO Brasileiro da Ilha de Trindade

fonte: Ronald Story’s, “The Encyclopedia of UFOs”, pages 366-369 UFOs & Water Case, Arkansas, 05-06-1897

Aqui está a história dos avistamentos de UFO na Ilha Trindade.

Trindade é uma pequena ilha deserta e rochosa localizada no meio do sul do Oceano Atlântico, entre a costa brasileira e o continente africano, a mais de 600 milhas da costa da Bahia. Durante a Segunda Guerra Mundial ela foi usada como uma base militar para os navios de guerra dos EUA e do Brasil no combate aos U-boats alemães. Depois do fim da guerra ela foi abandonada, permanecendo completamente deserta e esquecida até 1957. Em outubro daquele ano uma força tarefa da Marinha do Brasil chegou lá, sob o comando do Capitão de Corveta Carlos Alberto Bacellar. A Divisão de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha tinha decidido construir um posto oceanográfico e uma estação meteorológica na ilha para pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico (IGY).

Em janeiro de 1958 o navio “Almirante Saldanha” deixou a baía do Rio de Janeiro e se dirigiu a Ilha de Trindade com uma tripulação de 300. O navio anteriormente havia sido um vaso de treinamento da Marinha do Brasil mas tinha sido convertido em uma unidade hidrográfica para ser usado na pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico. Ele era operado pela Divisão de Hidrografia e Navegação, e, desde otubro de 1957, tinha feito várias viagens a Trindade, a maioria delas relacionada aos estudos oceanográficos da Marinha para o Ano Internacional Geofísico.

Vários civis estavam a bordo do navio desta vez, oficialmente convidados para colaborarem nos estudos científicos que estavam em desenvolvimento na ilha. Um destes homens era Almiro Barauna, um fotógrafo e ex jornalista trabalhando como “free-lancer.” Ele também era um especialista em fotografia submarina.

Depois de uma viagem de rotina, o navio chegou na ilha e ficou lá por vários dias. Ele estava programado para voltar para o Rio em 16 de janeiro. Naquele dia, às 12:15 P.M., quando o navio estava se preparando para partir, um estranho objeto foi avistado simultaneamente por vários observadores reunidos no deck. O UFO veio na direção da ilha em alta velocidade, planou brevemente sobre um pico, desapareceu por trás dele por um curto tempo, e apareceu novamente para se mover afastando-se na direção do mar. Barauna estava tirando fotos das manobras do navio naquele momento. Ele avistou o UFO e tirou quatro fotos dele.

Barauna foi mais tarde entrevistado pelo repórter João Martins e suas declarações foram publicadas na revista brasileira “0 Cruzeiro” na publicação de 8 de março de 1958. Aqui está uma tradução da entrevista:

P. Mr. Barauna, quais foram as razões para sua presença a bordo do Navio Almirante Saldanha?

R. A Marinha tinha convidado várias equipes especializadas em caça submarina para visitar a Ilha de Trindade. Sou um membro do Icarai Club para Caça Submarina, e o nosso grupo foi convidado para a última viagem. Então em 8 de janeiro, quando o navio deixou o Rio, eu estava a bordo juntamente com os seguintes membros do meu grupo: Amilar Yieira Filho, capitão de nossa equipe, um empregado do governo [ele trabalhava na CACEX); Jose Teobaldo Viegas, instrutor do Aero Club de Niteroi e capitão aposentado da Força Aérea; Mauro Andrade, do London Bank; e Aloisio, um empregado municipal do Distrito Federal. Estavamos indo tentar bater alguns records em caça submarina. Pessoalmente, eu ia tirar fotografias submarinas para a Marinha e, também, escrever alguns artigos sobre a Ilha e as atividades dos cientistas trabalhando para o Ano Geofísico Internacional.

P. Haviam outros civis a bordo, além do seu grupo?

R. Sim. Havia o Professor Fernando, um geólogo, com dois assistentes, e também um fotógrafo e um repórter do jornal ‘Jornal do Brasil’. Os três cientistas deixaram o navio e foram para a ilha.

“P. Por favor, me conte qual foi a data do avistamento e o que aconteceu?

R. Foi em 16 de janeiro às 12:15 P.M. O navio estava se preparando para deixar a ilha, voltar para o Rio. Eu estava no deck observando as operações para levar a bordo o bote usado nas viagens entre o navio e a ilha [a ilha não tem uma baía]. O mar agitado. A atmosfera estava nublada, clara e sem sombras. Eu tinha minha câmera Rolleiflex 2.8, Modelo E, que era mantida dentro de uma caixa de alumínio para proteção contra os efeitos corrosivos da água e sal. Eu tinha deixado minha câmera Leica com lentes de telefoto em minha cabine uns poucos momentos antes. O deck estava cheio de marinheiros e oficiais. Repentinamente, Mr. Amilar Vieira e o Capitão Viegas me chamaram, apontando para um certo ponto no céu e gritando sobre um objeto brilhante que estava se aproximando da ilha. Neste mesmo momento, quando eu ainda estava me virando para ver o que era, o Tenente Homero, o dentista do navio, veio da proa em nossa direção, correndo, apontando para o céu e também gritando sobre o objeto que ele estava vendo. Ele estava tão perturbado e excitado que ele quase caiu depois de colidir com um cabo. Então eu finalmente fui capaz de localizar o objeto pelo flash de luz que ele emitia. Ele já estava perto da ilha. Ele brilhava em certos momentos, talvez mudando sua própria luz, não sei. Ele estava vindo sobre o mar, movendo-se na direção de um ponto chamado Crista do Galo. Eu tinha perdido trinta segundos procurando o objeto, mas a câmera já estava em minhas mãos, pronta, quando eu o avistei claramente silhuetado contra as nuvens. Tirei duas fotos antes que ele desaparecesse por traz do pico Desejado. Minha câmera estava estabelecida em uma velocidade de 125 [125o. de segundo] com uma abertura de f/8 e isto foi a causa de um erro de super exposição, como descobri depois.

“O objeto permaneceu fora de vista por uns poucos segundos – por trás do pico – reparecendo maior em tamanho e voando na direção oposta, mas baixo e mais perto do que antes, e movendo-se em uma velocidade maior. Tirei a terceira foto. A quarta e quinta foram perdidas, não por causa da velocidade que o disco estava se movendo, mas também por um outra razão: na confusão produzida como resultado do avistamento, eu estava sendo empurrado e puxado por outras pessoas que também tentavam localizar o objeto e, como uma consequência, fotografei apenas a ilha e o mar – não o objeto. Ele estava se movendo para fora do mar novamente, na direção da qual ele tinha vindo, e pareceu parar no meio do ar por um breve tempo. Naquele momento tirei minha última foto [a última do filme]. Depois de aproximadamente dez segundos, o objeto continuou a aumentar sua distância do navio, gradualmente diminuindo de tamanho e finalmente desaparecendo no horizonte.

P. Você ouviu algo não usual durante o avistamento? O objeto estava emitindo algum som?

R. Não estou certo, para ser honesto, por causa do barulho feito pelas ondas do mar contra as rochas da ilha, bem como pela gritaria a bordo do navio naquele tempo. Contudo, penso que nada ouvi além deses sons.

P. Qual era a cor do objeto?

R. Parecia ser de uma cor cinza escura, parecendo estar cercado – principalmente na área acima dele – por um tipo de condensação de vapor ou névoa esverdeada e fosforescente.

P. O objeto parecia ser metálico?

R. Sim. Obviamente era um objeto sólido.

P. Como ele estava voando? Alguma característica especial?

R. Sim. Ele mostrava um movimento ondulatório como se voasse através do céu, como o vôo de um morcego. E quando ele voltou, ele mudou a velocidade abruptamente, sem transição, como um salto.

P. Você sabe quantas pessoas a bordo do Almirante Saldanha avistaram o objeto?

R. O objeto foi avistado pr quase todas as pessoas no deck naquele tempo, incluindo o Tenente Homero, Capitão Viegas, e Amilar Vieira.

P. E o que aconteceu depois do avistamento?

R. O comandante do navo e vários oficiais da guarnição queriam ver o que eu tinha conseguido nas fotos. E eu também estava curioso, assim  decidi revelar o filme de uma vez, a bordo do navio. O processamento foi feito sob a supervisão de vários oficiais, inclusive o Comandante Carlos A. Bacellar. Mas somente os negativos foram vistos a bordo. A razão: não havia papel fotográfico para cópias no navio naquele tempo. Os negativos, contudo, foram vistos e examinados por toda a tripulação.

P.Você tinha os negativos em sua mãos?

R. Sim.

P. Você recebeu qualquer pressão para entregar estes negativos à autoridades navais?

R. Não. Comandante Saldanha da Gama e outros oficiais da Marinha a bordo foram muito gentis. Eles nunca tentaram obter os negativos de mim.

P. O que aconteceu quando o navio voltou ao Rio?

R. O navio primeiro parou em Vitória, no Espírito Santo. Como ele ia ficar lá por dois dias e depois viajar para o Rio, nós tivemos permissão – apenas os civis do grupo de caça submarina – de deixar o navio lá e tomar um ônibus para o resto da viagem. Mais tarde, dois dias depois da chegada do Almirante Saldanha ao Rio, o Comandante Bacellar (ex-comandante do posto naval em Trindade) apareceu na minha casa. Ele queria ver as ampliaçõs feitas dos negativos e pediu permissão para leva-las às autoridades navais. Dois dias mais tarde, eles me foram devolvidos com congratulações. Também foi solicitado que eu comparecesse ao Ministério da Marinha o mais cedo possível. Eles queriam me fazer certas perguntas e ver os negativos novamente.

P. E o que aconteceu lá?

R. Fui entrevistado por vários oficiais de alto escalão, que me fizeram todos os tipos de perguntas. Eu fui lá duas vezes. No primeiro encontro, eles solicitaram os negativos para exame. Eles foram enviados a uma organização civil, o Serviço Gramétrico do Aeroporto Cruzeiro do Sul, permanecendo lá por quatro dias. Os oficiais da Marinha me disseram que as análises provaram que eles eram genuínos – excluindo definitivamente a possibilidade de um truque ou falsificação. Na segunda visita, eles realizaram vários testes de tempo. Enquanto eu trabalhava com a minha Rolleiflex, tirando fotos nos mesmos intervalos de tempo que usei para fotografar o objeto, três oficiais da Marinha com cronômetros registraram os tempos. Eles chegaram a conclusão – baseados nos testes bem como nos estudos concernentes a posição do navio e exames de mapas da ilha – que o objeto estava voando em uma velocidade entre 900 e 1.000 km/hora [aproximadamente 600 mph]. O tamanho do objeto também foi estimado com base nos estudos relacionados com detalhes da ilha que também apareciam nas fotos, diagramas retirados de mapas, gráficos etc. O objeto tinha aproximadamente 120 pés de diâmetro e 24 pés de altura.

P. Você sabe algo sobre o relatório oficial sobre o caso?

R. Vi um dossiê que foi consultado muitas vezes durante o interrogatório. Contudo, não lí o que estava escrito lá. Também fui informado que as minhas fotos, misturadas com outras fotos, tinham sido mostradas a testemunhas do avistamento – para ser identificado. O resultado foi positivo.

P. Você sabe algo sobre qualquer foto de outras pessoas a bordo do navio?

R. Não. Além de mim, havia ao menos outras quatro pessoas com câmeras ao tempo do avistamento. Mas aparentemente eles não foram capazes de localizar o objeto a tempo, ou estavam paralisadas por suas emoções.

P. Você foi avisado contra algo pelas autoridades da Marinha? Houve alguma recomendação?

R. Sim. Eles me solicitaram para manter o assunto secreto por algum tempo. Eu tive permissão para publicar o caso somente depois da autorização da Marinha. A permissão foi dada, verbalmente, na noite de 15 de fevereiro pelo Comandante Bacellar. Eles fizeram apenas uma restrição, que eu não posso mencionar porque dei minha palavra.

P. Você sabe se o seu avistamento foi o primeiro sobre a Ilha de Trindade?

R. Fui informado de quatro outros avistamentos sobre a ilha durante os trinta dias anteriores o incidente de 16 de janeiro. Também fui informado de uma outra coisa: em um desses avistamentamentos o objeto foi fotografado por um sargento da Marinha. Sua foto nunca foi liberada e obviamente nunca será. As razões são evidentes. Além destes quatro avistamentos, também ouve um caso no radar. Um alvo voando em velocidade supersônica foi rastreado pelo radar do Almirante Saldanha em 15 de janeiro.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho na Ilha de Trindade?

R. Não. Lá eu era um convidado.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho fotográfico ou pelas ampliações que você fez para eles?

R. Não. Apenas recebi o papel fotográfico a ser usado para as ampliações.

P. Quantas ampliações você deu a eles?

R. 38.

P. Uma última pergunta: Que tipo de impressão você teve ao observar o disco voador?

R. Tenho certeza absoluta que era um objeto controlado – diretamente ou por controle remoto – mas muito bem operado em qualquer caso. A impressão geral das pessoas a bordo do navio foi a mesma: ele tinha vindo fazer uma estreita observação do navio.

Imediatamente depois de publicação das fotos, a Marinha Brasileira se recusou a dar qualquer declaração oficial confirmando ou negando o incidente. Contudo, as provas dos negativos originais foram enviadas a outras forças armadas pelo Presidente Kubitschek. Segundo a imprensa, a narração impressionou tanto o Presidente Kubitschek que ele se tornou convencido da veracidade do acontecimento.

Em 24 de fevereiro, três dias depois que as fotos foram publicadas pela primeira vez na imprensa, o Ministério da Marinha finalmente fez a seguinte declaração oficial: “Em referência aos relatos que apareceram na imprensa de que a Marinha faz oposição a divulgar os fatos relativos ao aparecimento de um objeto estranho sobre a Ilha de Trindade, este gabinete declara que tal informação não tem base. Este Ministério não tem motivo para impedir a divulgação das fotografias do referido objeto, tiradas por Almiro Barauna, que estava na Ilha de Trindade a convite da Marinha e na presença de um grande número de tripulantes do Almirante Saldanha de cujo deck as fotografias foram tomadas. Claramente, este Ministério não será capaz de fazer qualquer pronunciamento a respeito do objeto visto, porque as fotografias não constituem prova suficiente de tal propósito.”

Na manhã seguinte que as fotos do disco voador foram publicadas na imprensa [22 de fevereiro], o Almirante Saldanha partiu do Rio para continuar com sua missão ligada ao Ano Geofísico Internacional. Dois dias depois, contudo, o navio aportou em Santos [24 de fevereiro] para reparos de viagem; esta foi a primeira oportunidade que os jornalistas tiveram para entrevistar os oficiais e homens a bordo. O Adido Naval Assistente dos EUA estava em Santos naquele tempo, em ligação a visita do cutter da Guarda Costeira Westwind, e teve oportunidade de ir a bordo. O oficial comandante, o Capitão de Mar e Guerra Jose Santos Saldanha da Gama, não tinha visto o objeto e não estava comprometido. O oficial executivo não tinha visto também, mas chegando pouco depois tinha formado a opinião do que aqueles no deck tinham visto. O capitão havia relatado que seu secretário, o tenente comandante, tinha visto isto, mas este oficial, quando pessoalmente questionado, evitou discutir o assunto. Mais tarde, foi sabido que o fotógrafo foi acompanhado a sala escura por um oficial que esperou do lado de fora da porta enquanto Barauna revelava os negativos sozinho. Quando o oficial comandante do Westwind fez uma visita ao  Almirante Saldanha, o Capitão Saldanha da Gama discutiu livremente o incidente do disco voador e mostrou as provas originais aos solicitantes, mas não se comprometeu pessoalmente.

O Deputado Federal Sergio Magalhães enviou uma nota ao Ministério da Marinha em 27 de fevereiro, protestando a falha da Marinha em assegurar declarações juramentadas das testemunhas. “pela primeira vez na história do disco voador, o fenômeno foi assistido por um grande número de pessoas pertencentes a uma força militar, o que dá a estas fotografias um selo oficial. Ameaças à segurança nacional exigem uma atenção e ação oficial muito maior”, disse o deputado. No meio de toda publicidade, outros relatos de avistamento vieram a luz, incluindo um de um oficial naval que viu um UFO um mês antes do avistamento do Almirante Saldanha, fora da costa do Espírito Santo. O oficial comandante e a tripulação do Ata Tridente tinha visto um UFO vários dias antes do episódio do Almirante Saldanha, mas tinha mantido a informação secreta.

Published in: on setembro 22, 2008 at 4:23 pm  Deixe um comentário  
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Abduções ET ou do Governo?

Projeto Open Mind (MILABS): Algumas Abduções Alienígenas são Experimentos de Controle Mental do Governo?

de Katharina Wilson

A maioria das pessoas entende que como uma única entidade, o governo não está ciente da extensiva natureza do fenômeno UFO-ET. Embora seja seguro assumir que o conhecimento deles tem sido altamente compartimentalizado, há pessoas específicas dentro do governo [agências específicas e pessoal militar ligado a estas agências] que tem a “necessidade de saber”. É a estes indivíduos que estou me referindo quando falo sobre o alegado envolvimento do governo nas abduções. Os tipos de abdução que eles alegadamente realizam tem sido chamadas “MILABS.”

Há diferentes hipóteses sobre porque alguns abduzidos estão vendo pessoal militar durante suas supostas experiências alienígenas.

I. Quem eles estão vendo?

O pessoal militar…

a. …pode realmente ser ETs usando técnicas de camuflagem e mémorias em tela para enganar os abduzidos a acreditarem que o governo deles está envolvido.
b. …pode ser parte de uma agência secreta ou uma equipe militar que esteja envolvida em recuperar a informação dos abduzidos sobre os ETs
c. …pode estar trabalhando com alguns ETs
d. …pode ser híbrido –  uma combinação genética ou cruzada entre humanos e ETs, que vestem uniformes de tipo militar para confundir os abduzidos.
e. …pode ser parte de uma secreta agência humana ou equipe militar abduzindo humanos para criar a impressão que os ETs abduzem humanos; ou para disseminar a confusão a respeito da possível presença e atividades dos ETs na Terra; ou por alguma outra razão além do nosso atual entendimento.

II. Motivo

A despeito se nossos abdutores são humanos ou extraterrestres, os motivos possíveis para interagir com ou  nos abduzir incluem:

a. um estudo longitudinal: estudar as respostas psicológicas e fisiológicas dos abduzidos durante longos períodos de tempo
b. estudar diferentes tipos de respostas humanas e como elas se relacionam a diferenças culturais e socio-economicas
c. a criação de uma nova raça  (uma hipótese controversa)
d. a criação de um soldado “novo e melhor”
e. realizar experimentos físicos para testes secretos de:

(i) novas drogas e vacinas
(ii) técnicas de clonagem (pela coleta de tecidos e fluido)
(iii) modificação do comportamento / técnicas de “controle mental”
(iv) alterações e/ou mapeaento do genoma humano
(v) substâncias desconhecidas (talvez alienígenas)
(vi) induzir experiências paranormais

III. Manter Sigilo

Se estamos ou não lidando com extraterrestres ou com um nefasto grupo de poderosos seres humanos, parece haver subjacente uma campanha de desinformação.  Isto tem sido orquestrado para enganar os abduzidos – e portanto a comunidade de pesquisa e o público – sobre qual seja a verdade. Para afastar o foco da verdadeira agenda, os aliens podem querer que nós lembremos de termos visto humanos, e os humanos podem querer que nos lembremos de termos visto ETs.

IV. Ajudar a Humanidade

É duvidoso [mas não é impossível] que o grupo humano teria intenções de ajudar seus companheiros no futuro. A menos que o grupo humano tenha desenvolvido a tecnologia para olhar o futuro da humanidade, minha hipótese é que qualquer “propósito de ajuda” relacionado a este fenômeno incluiria um pequeno grupo de humanos que se separou do “nefasto grupo humano”, extraterrestres, seres espirituais ou todos os três.  É também sensível assumir que seres espirituais que venham em ambas formas positivas e negativas e possam também estar influenciando o completo fenômeno UFO-ET.

Pode ser esforços para mostrar aos abduzidos o que o futuro da humanidade reserva, talvez até mesmo demonstrar o que alguns ETs estão planejando fazer. Muitas das visões e sonhos de aprendizado que os abduzidos vivenciam ilustram que uma guerra catastrófica e mudanças na Terra ocorrerão em nosso futuro. Pela dessensibilização e treinamento, as visões, os sonhos de ensinamento e outros cenários podem ser instrumentos que os ETs estejam usando como meios de ajudarem os abduzidos a manterem um certo nível de funcionamento durante um futuro evento desta magnitude.

de Katharina Wilson © 1996

Notas:

[1] O termo “MILABS foi dado pelo Dr. Helmut_Lammer e significa “abduções militares.”

Além disso, o Dr. Steven Greer também tem lançado uma investigação sobre este assunto. Dr. Greer tem afirmado que ele tem informação de primeira mão de antigo pessoal militar que estão prontos para irem a registro como tendo ou conhecimento de primeira mão sobre isto ou a experiência direta sobre este assunto.

[2] As Opções (d) e (e) tem sido publicadas pelo Dr. Jacobs em seus livros. Venho com as mesmas hipóteses de minhas experiências e pesquisas pessoais. Se você é novo neste assunto e não leu os livros do Dr. Jacob, altamente recomendo os seguintes: David M. Jacobs, The UFO Controversy in America, (Indiana University Press, 1975); Secret Life: Firsthand Accounts of UFO Abductions, (1992), and The Threat, (1998); Simon & Schuster.

[3] Para propósitos de manter isto de certa forma conciso, tenho optado por não discutir o que acredito ser o impacto do espírito-mundo sobre o fenômeno UFO-ET. Minha razão é que não sou nem uma especialista em fenômeno paranormal nem em ensinamentos religiosos-espirituais. Contudo, acredito que seja possível qur algumas porções do fenômeno da abdução possam envolver uma ‘guerra espiritual’. Se você está interessado neste assunto, por favor procure “True Light Ministries” de Bobby Ripp e “CE 4 Research Group.” de  Wes Clark.Os links deles estão localizados em “Resources of the Personal Contact” deste website.

[4] “Experiências de aprendizado” pode ser um termo melhor, já que eles não são sonhos. Contudo, muitos abduzidos se sentem mais confortáveis chamando-os de sonhos. Os sonhos de aprendizado ocorrem dentro do contexto de uma abdução. O abduzido participa ativamente de um sonho de aprendizado ou experiência de aprendizado. Visões são normalmente mostradas aos abduzidos embora algumas vezes hava algum entrelaçamento entre os dois. O ponto principal é que as visões e sonhos de aprendizado são usados para transmitir um monte de informação durante um período de tempo relatvamente curto. Ambos podem ilustrar a verdade ou ser de uma natureza enganosa. A maioria dos abduzidos descreve ambos fenômenos como sendo incrivelmente vívidos e muitos se lembram de detalhes sobre eles.

Introdução

Não estou certa do que seja pior: acreditar que você tem sido abduzido e experimentado por ETs de um outro planeta ou suspeitar que você tem sido abduzido e experimentado por membros de nossa própria espécie. Talvez seja mais fácil para nós em um sentido psicológico, suspeitar que temos sido abduzidos e experimentados por alienígenas  porque de um modo estranho, podemos desculpar os aliens por não entenderem nossos costumes e por “não saber melhor”.

Quando ouvi minha primeira história sobre uma pessoa que acreditava que eles tinham sido experimentados por membros de nosso próprio gobverno, pensei ter ouvido tudo. Para mim, esta história era mais inacreditável e mais bizarra do que as histórias que eu tinha ouvido sobre as abduções alienígenas. O que esta pessoa disse era, que eles acreditavam que tinham sido expostos a microondas de pequenas caixas negras que tinham sido colocadas nas propriedades deles por agentes secretos do governo. Eles diziam que tinham sido irradiados por microondas como parte de um experimento secreto do governo. Eu descartei esta informação como vindo de alguém que estava paranóide e não dei a isso um outro pensamento. Durante este tempo de minha vida eu nada sabia sobre a experimentação de nosso governo em cidadãos americanos.

Pouco depois, decidi escrever sobre minhas experiências de abdução. Escrever meus livros levou vários meses e durante este tempo eu me mantive ocupada com a programação de apoio da abdução e me encontrei revivendo muitos eventos da vida que eu pensava que tinha posto para trás de mim por bem. Havia também certas experiências que há muito eu havia procurado uma explicação, mas nada encontrei.  Estas eram as minhas experiências de abdução com encontros alienígenas durante os quais eu vi militares e outro pessoal de aparência oficial. Em “The Alien Jigsaw”, uma das minhas conclusões foi a que eu tinha sido abduzida por alienígenas, e ou alguns membros do governo estavam trabalhando com eles, ou os aliens tem me manipulado para acreditar que o nosso governo esteja trabalhando com eles. Pouco eu entendia que este aspecto de minhas experiências alien me levariam a escrever este artigo hoje.

Um outro evento que me levou a escrever este artigo foi a minha correspodência com um pesquisador austríaco chamado Dr. Helmut_Lammer que atualmente está publicando um livro sobre controle mental e abduções alienígenas. Já que o Dr. Lammer me pediu para escrever para seu novo livro, eu precisava entender mais sobre o assunto de controle mental. Meu primeiro passo era ler. Depois de ler inúmeros livros e narrativas pessoais,entendi que precisava dar uma olhada mais profunda em algumas de minhas experiências de abdução.

Embora haja muitas diferenças impressionantes entre as experiências dos abduzidos e as vítimas de controle mental, há também alguns paralelos perturbadores. Como o Dr. Lammer e outros, estou preocupada com o que parece ser um claro entrelaçamento entre o que alguns abduzidos relatam e o que algumas vítimas de controle mental relatam.

O que eu quero fazer no Projeto Open Mind (MILABS) é determinar se os militares e outro pessoal do governo que os abduzidos relatam verem durante  suas experiências tem ambos o motivo e os meios de estarem lá.

Em “The Controllers” [Os Controladores, futuro artigo neste blog] Martin Cannon escreve, “a tarefa não recompensada dos abduzidos é relatar o que ele ou ela tem vivenciado tão verdadeiramente quanto possível, não contaminado pela especulação externa”.

A Parte Dois do Projeto Open Mind se focaliza nos sujeitos do controle do comportamento e controle mental. Nesta seção confio pesadamente no trabalho de outros pesquisadores e jornalistas. Para cada assunto que eu discuto há muitos livros, cada um com centenas de páginas. Para cada livro, há milhares de documentos e relatos que os pesquisadores e jornalistas tem laboriosamente localizado e meticulosamente estudado. Assim, para melhor entendimento desta mensagem tenho incluido uma seção sobre os autores  de forma que o leitor possa ganhar algum conhecimento básico sobre os mensageiros.

Tenho criado a seguinte linha do tempo porque é importante entender a história recente de nosso governo federal e como as atividades de certas agências fazem negócios. Quero deixar claro que o governo dos EUA certamente não é o único governo que tem permitido experiências em seus próprios cidadãos. Contudo, gostaria de lembrar ao leitor que somente na América temos o direito de expressarmos publicamente nossas crenças, idéias, preocupações sem medo de retribuição. Gostaria de manter este direito, e talvez ao ensinar a outros que o segredo gera a impunidade, nós não percamos este direito.

Minha linha de tempo termina em 1980 porque sinto que a maioria dos livros e informação sobre controle mental, UFOs e abduções alienígenas tem sido publicada ou televisionada desde 1980 pode ainda ser localizado. Finalmente, esta linha de tempo foi criada como um  rápido guia de referência para mostrar ao público quão bem o fenômeno UFO tem sido documentado, bem como tão bem o controle mental e comportamental tem sido estudado.

Em seu livro, “Flying Saucers from Outer Space”, o Major Donald Keyhoe faz referência a vários avistamentos que ocorreram durante os anos de 1800 e até mesmo afirma que objetos não usuais e luzes tem sido relatados por todo mundo tão cedo quanto nos anos de 1700.

1933 – A investigação oficial sobre objetos voadores não identificados  (UFOs) começou quando misteriosos “foguetes fantasmas” foram vistos sobre a Escandinávia, Bretanha e EUA.

1939 – Começou a Segunda Guerra Mundial

1941 – COI, o escritório de Coordenador da Informação foi criado pelo Presidente Roosevelt para o General William J. Donovan, emissário especial de Roosevelt. A meta de Donovan era lutar “a nova e importante guerra”. A guerra psicológica. Esta foi a guerra que eventualmente foi movida contra o povo americano.

1942 – Milhares de pessoas em Los Angeles, Califórnia, testemunharam um enorme UFO planando sobre a cidade. Foram disparadas 1.430 cargas de anti-aeronaves contra o UFO em uma tentativa de abater a nave. Isto falhou. A nave se moveu na direção de Santa Monica e então Long Beach, e então desapareceu de vista.

1942 – O OSS, Escritório de Serviços Estratégicos foi formado para substituir o COI. A carta de direitos para a guerra psicológica para o OSS foi criada. Durante seus três anos de existência, “ele desenvolveu guerra psicológica como uma arma eficaz contra a mente de populações civis e militares tanto estrangeiras quanto domésticas”.

1943 – pequenos veículos aéreos de origem desconhecida foram avistados por pilotos durante a Segunda Guerra Mundial. Nem os alemães, nem os britânicos, nem os americanos sabiam o que eles eram ou a quem pertenciam. Os pilotos apelidaram estes objetos de “foo fighters.” Neste mesmo ano, um objeto em forma de frigideira de torta foi visto por um jovem de 26 anos que estava na Marinha nas Ilhas Russell. Ele não relatou seu avistamento oficialmente até 1947.

A guerra tinha envolvido cada maior poder no mundo e estava rompendo adiante. Em uma tentativa de construir a primeira bomba atômica, o Projeto Manhattan decolava em pleno vôo. Um grande grupo de cientistas americanos e “refugiados europeus” teve sucesso em construir a primeira bomba atômica que acabou com a Segunda Guerra Mundial em 1945.  A Segunda Guerra Mundial não apenas ajudou a criar a primeira bomba atômica, também fez da ciência o fator de mobilização para a defesa de um país.

1945 – (Pós guerra) o OSS foi desmantelado e o Ato de Segurança Nacional criou a estrutura de comando para a Guerra Fria.

1946 – os “foguetes fantasmas” e outros objtos voadores não identificados continuaram a serem relatados sobre muitos países diferentes, mundialmente.

1947 – junho: o piloto veterano Kenneth Arnold teve um avistamento de nove objetos voadores brilhantes em forma de crescente voando em formação perto de Monte Rainier, Washington. Os objetos estavam viajando “ao menos em 1.200 milhas por hora.”

1947 – julho: a queda do que foi acreditado ser uma nave estraterrestre de origem desconhecida fez manchetes nos jornais. Isto agora é conhecido como “o Incidente de Roswell”. Apenas nos EUA, houve centenas de relatos de objetos voadores não identificados durante aquele ano.

1947 – setembro: A CIA, Agência Central de Inteligência foi criada para continuar de onde o OSS parou.  Segundo Good, “a CIA…foi criada no mesmo mês do  MJ-12.” Este ainda é um tópico calorosamente debatido. “MJ-12 (Majestic 12) foi um painel altamente secreto formado pelo Presidente Truman para investigar UFOs e relatar seus achados ao Presidente.”

1947 – Foi criado o Projeto SIGN. Este foi um estudo da Força Aérea sobre UFOs, sua performance e seu propósito. “Para preservar a segurança, uma ligação entre o Projeto SIGN e o Majestic 12 foi limitada a duas pessoas dentro da divisão de inetligência do Comando Material Aéreo.” “O Projeto SIGN foi criado para investigar [UFOs] e também esconder a verdade do público.”

1948 – Os pilotos de um DC-3 da Eastern Airlines relataram estarem em um curso de colisão com um objeto em forma de charuto ‘aproximadamente duas vezes o diâmetro de um B-29 sem superfícies protusas.” Segundo um dos pilotos, “ele parou com uma tremenda explosão de chamas de trás e disparou entre as nuvens, sua propulsão a jato balançando o nosso DC-3.”

1948 – o Projeto SIGN foi renomeado Projeto GRUDGE e o estudo da Força Aérea sobre UFOs foi realizado sob o nome código “Blue Book.” Na realidade, o Projeto GRUDGE não realizou um estudo sério sobre UFOs.

1948 – as intrusões de UFO começaram a ocorrer sobre bases militares sensíveis e instalações nucleares pelos EUA. Estas intrusões foram abordadas em um relatório secreto da CIA em 1952.

1948 – talvez 1949: o Projeto TWINKLE foi criado pela Força Aérea em resposta ao que ela pensava ser mísseis guiados extraterrestres que explodiram perto de Albuquerque, Novo México.

1950 – o Projeto BLUEBIRD foi aprovado pelo primeiro Diretor da CIA, Roscoe Hillenkoetter. Ele também aprovou o uso de fundos “não garantidos” [fora do orçamento] para pagar por suas áreas sensíveis. Isto começou o primeiro programa comportamental estruturado da CIA. Suas metas consistiam em “controlar um indivíduo ao ponto onde ele fará o que quisermos contra sua vontade e até mesmo contra as leis fundamentais da auto-preservação.” Alguns de seus sujeitos experimentais incluiramm prisioneiros de guerra norte coreanos e suspeitos agentes duplos.”

1951 – o Projeto GRUDGE é renomeado Projeto BLUEBOOK

1951 – pilotos militares americanos relataram UFOs perto da Islândia e em muitas locações através dos EUA.

1951 – o Projeto BLUEBIRD foi renomeado Projeto ARTICHOKE. O Diretor da CIA aprovou uma ligação com a Marinha e o Exército que estavam interessados em descobrir um soro da verdade. Uma outra ligação foi formada com a Força Aérea que queria estudar técnicas de interrogatório. A informação também foi trocada com os governos britânico e canadense.

Alguns sujeitos experimentais do Projeto ARTICHOKE incluiram: agentes suspeitos, agentes suspeitos de serem duplos. pessoas que tinham uma razão conhecida para o “engano”, estudantes universitários americanos [supostamentes nos testes mais benignos] e estrangeiros [já que a CIA era mais provável de tentar certos procedimentos neles do que em cidadãos americanos]. Experimentos “terminais” ou “para a morte” eram geralmente realizados lá fora, em outros países.

Segundo Bowart, o método de controle usado em dois agentes envolveu drogas e hipnose [narco-hipnose]. Os sujeitos eram hipnoticamente regredidos e feitos reviverem as experiências passadas. Sugestões pós hipnóticas eram dadas para induzir a amnésia total de seus interrogatórios. A CIA disse que estes experimentos foram “muito bem sucedidos”.

1951 – o Projeto CHATTER, um programa altamente clasificado da Marinha em busca de uma “droga da verdade” começou. Eles estavam procurando um meio de alguém falar rápido no caso de uma emergência de segurança. Estes experimentos usaram barbituratos, anfetaminas e heroína. As drogas eram fornecidas pelo Escritório de Narcóticos e companhias farmacêuticas. Alguns dos sujeitos experimentais incluiam os próprios cientistas, e a maioria estudantes.

1952 – uma outra onda de avistamentos UFO ocorreu neste ano. “Em 19 e 20 de julho os UFOs foram vistos por sobre todo Washington, D.C. por tripulações de várias aeronaves comerciais e foram rastreados pelo radar da base da Força Aérea de Andrewsbem como pelo Centro de Controle de Tráfego Aéreo no Aeroporto Nacional de Washington.”

1952 – A  NSA, a Agência de Segurança Nacional é criada como uma agência separadamente organizada dentro do Departamento de Defesa. Com sede em Fort Meade, Maryland, suas principais funções são proteger as comunicações do governo dos EUA e interceptar as comunicações estrangeiras. Eles tem a habilidade de monitorar, traduzir e decifrar as comunicações de qualquer tipo.

1952 – o Projeto CASTIGATE começou quando a Marinha e a CIA se uniram para testar uma “poção secreta”| que consistia em um depressor, um estimulante e o ingrediente ativo da marijuana. As drogas eram para ser administradas durante um período de três dias. O experimento foi realizado na Alemanha em uma base secreta da CIA em uma instalação militar. Os sujeitos experimentais incluiam um conhecido agente duplo, um suspeito agente duplo e três desertores. O Projeto CASTIGATE foi considerado um fracasso.

1952 – MKNAOMI (M-K significando controle mental.) O acordo do TSS com a Divisão de Operações Especiais  do centro de pesquisa biológica do Exército em Fort Detrick, Maryland, cujo negócio era produzir armas biológicas para uso da CIA.

TSS significa Equipe de Serviços Técnicos e era uma agência referida como ” os Magos da Máquina” similar ao  que “Q” é para James Bond.

1952 – em direção ao fim de 1952, a Força Aérea tinha mais de 1.500 novos relatos UFOs em seus arquivos e 303 deles eram não identificados. O avistamento sobre Washington D.C. mudou muito para a Força Aérea. Já que a puyblicidade era completa, um painel especial foi criado para desmentir oficialmente os UFOs. Esta painel foi patrocinado pela CIA e foi chamado “O Painel Robertson.”

1953 – O Painel Robertson disse: “O meta do desmentido resultaria na redução do interesse público em discos voadores, que hoje evoca uma forte reação psicológica. Esta educação poderia ser realizada pela media de massa tal como a televisão, imagens em movimento, artigos populares… Um tal programa deve tender a reduzir a atual credulidade do público e consequentemente sua suscetibilidade a uma propaganda hostil sagaz”.

Neste mesmo ano, um jato da Força Aérea desapareceu sobre o norte de Michigan enquanto tentava interceptar um UFO. Segundo Good, “…o incidente nunca tem sido explicado… nem os destroços e nem o piloto nunca foram encontrados.”

1953 – o Projeto CHATTER foi abandonado pela Marinha.

1953 – o MKULTRA, um programa da CIA para uso encoberto de armas químicas e biológicas começou. Bowart afirma, “Segundo documentos da CIA, MKULTRA era ‘um projeto de abrigo para custeio de projetos sensíveis’ e encoberta “política e procedimentos para o uso de bioquímicos em operações clandestinas…’ ” “MKULTRA era excetuado de controles financeiros normais da CIA e permitia que o TSS começasse projetos de pesquisa sem contratos ou acordos escritos.”

Como usual, MKDELTA e MKNAOMI já tinham sido estabelecidos antes que a CIA desse permissão especial para o MKULTRA. MKDELTA se tornou o braço operacional do MKULTRA.

MKULTRA se concentrava em drogas, especificamente LSD já que a CIA tinha uma fobia sobre o LSD acabar nas mãos dos russos. A CIA queria usar o LSD como uma arma. Os russos e a Guerra Fria eram usados como uma desculpa de segurança nacional para a maioria das ações da CIA. A CIA estudou centenas de outras drogas além do LSD, bem como experimentou com: “radiação, eletrochoque, psicologia, antropologia, sociologia, psiquiatria, sustâncias de perseguição e aparelhos e materiais paramilitares”.

Parece que os próprios cientistas apreciavam testar eles próprios as drogas, mas eles também usaram muitos pacientes de hospital, voluntários [a maioria estudantes], prisioneiros que eram geralmente pagos por sua participação com mais drogas, e eventualmente qualquer um que a CIA pudesse obter, sem o consentimento deles, com certeza. Os “cientistas” da CIA até mesmo se reduziram a cobrir de pó ou de spray incautos cidadãos americanos quando estes andavam nas ruas das cidades. Mais tarde eles estudariam como manipular genes, e desenvolver compostos que pudessem estimular ataques cardíacos e derrames.

1954 – “Em 5 de maio, dois objetos enormes manobraram a alta atitude sobre WASHINGTON  D.C. No dia seguinte o radar da Marinha rastreou uma máquina enorme circulando a 90.000 pés acima da capital… em junho… a mesma espaçonave ou uma similar voltou… desta vez ela permaneceu duas horas manobrando entre a capital e Baltimore”

1954 – o Projeto SIGMA foi alegadamente criado para estabelecer comunicações com os aliens. É dito ter encontrado “sucesso positivo”. Se os relatos de primeira e segunda mãos dos militares que tem sido baseados na instalação secreta de Groom Lake são verdadeiros, então o Projeto SIGMA de fato teve sucesso.

1957 – Um fazendeiro sul-americano chamado Antonio Villas-Boas foi abduzido por seres não humanos e levado a bordo de uma nave que tinha póusado em seu campo. Villas-Boas contou sua história aos externos pela primeira vez em 1958. Ainda se passariam quatro anos antes que a abdução de Betty e Barney Hill ocorresse nos EUA.

1958 – Major Donald Keyhoe, Diretor do Comitê Nacional de Investigações do Fenômeno Aéreo (NICAP), apareceu como convidado no “Armstrong Circle Theater Show.” Ele tinha planejado fazer um anúncio sobre o que o governo dos EUA sabia sobre os UFOs. Ele começou afirmando, “E agora vou revelar algo que nunca tem sido revelado antes… pelos últimos seis anos temos estado trabalhando com um comitê congressional investigando o segredo oficial sobre os UFOs…” Naquele momento o produtor do show (CBS) cortou o audio e o público não foi capaz de ouvir o resto da declaração do Major Keyhoe. Mais tarde foi determinado ter feito isso por causa da pressão dos porta-vozes da Força Aérea no interesse da segurança Nacional.

1961 – Enquanto dirigia para casa em New Hampshire do Canadá em uma noite de 1961, um casal chamado Betty e Barney Hill avistou um disco voador no céu. Depois de muitos meses de sofrimento eles buscaram ajuda psiquiátrica. Depois de várias regressões hipnóticas eles se recordaram de terem sido abduzidos por humanóides [mais tarde chamados aliens]. Este foi o primeiro caso relatado de abdução nos EUA. A história deles foi publicada em 1966.

1964 – MKULTRA se torna MKSEARCH. Muitos sub-projetos ficam sob MKULTRA enquanto os experimentos comportamentais mais sensíveis vão para MKSEARCH. Estes experimentos foram realizados em prisioneiros, pacientes de câncer terminal, e pessoas que eram descritas como ‘mentalmente defeituosas”. Eles também usaram ondas de radar em cérebros de macacos (que arriscava “cozinhar” o cérebro deles) e um cientista tomou a cabeça de um macaco e tentou coloca-la no corpo de outro. Outros experimentos envolveram estudar telepatia, radio frequências e memória.

1964 – Começaram os relatos de pessoas que diziam terem visto seres aliens em associação com UFOs. Relatos envolvendo misteriosos homens do governo que tentavam silenciar as testemunhas foram relatados também. Estes homens misteriosos tem sido chamados de MIBs ou “Men In Black.” Há uma especulação que estes MIBs sejam agentes da CIA ou homens de uma agência ainda mais sigilosa. Há também alguns ufologistas e pesquisadores da abdução que acreditam que os MIBs sejam realmente aliens disfarçados em humanos.

Neste mesmo ano um pouso de UFO ocorreu e deixou evidência física. O pouso ocorreu em Socorro, Novo México, e foi testemunhado por um policial chamado Lonnie Zamora. A Força Aérea esteve envolvida na investigação deste caso e ele permanece listado como não identificado.

1967 – Um homem chamado Stephen Michalak foi até um UFO pousado perto de Falcon Lake, Canadá. Quando ele tocou a nave uma explosão de ar quente saiu de uma grelha de escapamento e o atingiu. Ele imeiatamente ficou nauseado e com uma terrível dor de cabeça. A explosão do vapor quente criou uma marca de queimadura dolorosa em sua região do estomago.

Projeto MOONDUST, embora não seja dada nenhuma data de criação, é descrito por Good: “Este projeto era, e possivelmente ainda seja, um programa de destroços espaciais estrangeiros da Divisão de Tecnologia Externa da Base da Força Aérea de Wright-Patterson, Dayton, Ohio que pertence ao Comando de Sistema da Força Aérea dos EUA. Quanto sua função primária seja a recuperação de restos de mísseis e de satélites, há indicações que ela também tem estado envolvida a recuperação de artefatos mais exóticos. Alegadadamente o Projeto MOONDUST está envolvido na recuperação de UFOs acidentados.

1967 ou 1968, Projeto OFTEN/CHICKWIT foi iniciado pelo Corpo Químico do Exército e o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento da CIA para criar novos compostos de drogas “que possam ser usadas ofensivamente”. Os alucinógenos eram testados em prisioneiros na Pennsylvania, mas pouco é conhecido sobre os experimentos. “Documentos da CIA mencionam ´vários acidentes de laboratório’ nos quais uma droga designada EA-3167 produziu ‘prolongados efeitos psicóticos no pessoal do laboratório’

Pareceria que a  testagem de drogas da CIA continuou durante a década de 1970 porque há “um memorando da CIA datado de 8 de março de 1971 que indica que uma reserva de mais de 26.000 drogas tinha sido adquirida  ‘para futura testagem’

1969 – oficialmente terminou o Projeto BLUEBOOK. Já que ele tinha sido feito público, cada pesquisador sério agora sabe que o Projeto BLUEBOOK nada mais era que um acobertameno bem planejado de avistamentos UFO, fotografias UFO, vídeos UFO, e investigações UFO pelo governo dos EUA.

MKSEARCH continuou no início da década de 1970 e mais experimentos foram realizados sob o ORD, o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento.  Alguns destes experimentos consistiriam em implantar eletrodos nos cérebros de gatos, cachorros e répteis e controla-los remotamente. Os experimentos animais sempre foram [e ainda são] realizados primeiro e infamemente, mas não ouvimos sobre estas atrocidades.

Segundo Bowart, as seguintes agências estavam envolvidas nos projetos de pesquisa comportamental e de modificação do comportamento: o Departamento de Defesa; o Departamento do Trabalho; a Fundação Nacional de Ciências; a Administração dos Veteranos;; o Departamento da Saúde, Educação e Bem-estar; o Instituto Nacional de Saúde Mental; a Administração de Assistência ao Cumprimento da Lei [sob o Departamento de Justiça]. “Todas as agências acima eram denominadas em secretos documentos da CIA como aquelas que forneciam cobertura de pesquisa para o MKULTRA.”

1970 – pela década de 1970 uma onda de avistamentos UFO ocorreu na Bolívia, Espanha, Coréia, Irã e Peru.

1972 – o Projeto SNOWBIRD foi alegadamente criado para teste de vôo de naves aliens recuperadas e é dito estar continuando em Nevada. O Projeto AQUARIUS, que ainda está classificado, alegadamente também está relacionado ao estudo dos UFOs. Até agora sabemos que este seja um projeto classificado a longo prazo.

1973 – Enquanto pescavam uma noite em Pascagoula, Mississippi, Charles Hickson e Calvin Parker ouviram um som de ataque. Quando eles olharam na direção do som, para surpresa deles – eles viram uma nave se aproximando. Não havia barulho de motor, apenas uma uz pulsátil azul. Assim começou uma outra abdução de humanos por seres não humanos. O caso deles foi investigado pelo falecido Dr. Allen Hynek, Professor de Astronomia da Universidade Northwestern, um principal especialista em UFOs na América. O caso se tornou público, primeiro pela imprensa e então pelo próprio Charles Hickson.

1977 – Depois dos julgamentos e tribulações da CIA em meados dos anos de 1970, o Presidente Carter indicou seu antigo colega de turma em Annapolis, Almirante Stansfield Turner, chefe da comunidade de inetligência. Segundo Bowart, “Ao fazer isso ele deu ao Almirante tais poderes que nenhum outro Diretor de Inteligência na história dos EUA já tivesse possuído… Parecendo reorganizar a comunidade de inteligência sob Turner, ele meramente fortaleceu seu potencial totalitário.”

1980 – Durante o litígio contra a CIA pelos “Cidadãos Contra o Segredo UFO” (CAUS), um representante do NSA “admitiu em uma audiência na côrte que o NSA tinha encontrado um total de 239 documentos sobre UFOs que eram relevantes para as solicitações do FOIA.”

1980 – em dezembro, um objeto fogoso foi visto no céu noturno do Texas por uma mulher chamada Betty Cash, a amiga dela Vickie Landrum, e seu neto de sete anos Colby. O objeto tinha chamas disparando dele e as três testemunhas sairam do carro para ver melhor. O objeto tinha a forma de um diamante e fziam sons de bip. Ele estava cercado por 23 helicópteros Chinook que, estranhamente, pareciam estar escoltando a nave fogosa. Depois do avistamento deles, “Betty teve uma dor de cabeça cegante, dores em seu pescoço e nódulos na cabeça e escalpo pela queima de onde saia um fluido claro. Ele teve vômitos, diarréia e náusea. Quatro dias mais tarde ele foi admitida no hospital como vitima de queimadura … mais tarde … Betty desenvolveu câncer de mama e fez uma mastectomia.”

As testemunhas processaram o governo dos EUA, mas “o caso delas foi eventualmente arquivado com base em que nenhum tal objeto era possuido, operava ou estava no inventáro da Força Aérea, Marinha, Exército ou NASA.”

Geralmente é acreditado por muitos indivíduos, incluindo os autores de várias referências que tenho citado, que nem os projetos de controle mental nem seus projetos UFOs foram terminados na década de 1970. Porque o nosso governo permite que estas agências operem em segredo, não há imputabilidade. A meta destas porção do Projeto Open Mind (MILABS) é apresentar ao leitor as tecnologias que podem estar envolvidas em responder a pergunta: “Algumas abduções alienígenas são experimentos de controle mental do governo?” Até mesmo se decidirmos que todas as abduções alienígenas são realizadas por ETs, esta informação ainda será útil para o nosso entendimento de como os humanos podem ser controlados. Se decidirmos que algumas abduções são realizadas por uma força nefasta de dentro de nosso governo, ou que o fenômeno da abdução alienígena é um acobertamento para um projeto secreto sendo realizado por outros humanos, entender esta informação pode nos ajudar a terminar algumas ou todas estas atividades.

Tenho dividido a seguinte informação em sete seções. Por favor, comprenda que apenas estou dando uma breve história ou descrição de cada um destes assuntos já que há bastante informação publicada sobre todos eles – com a exceção da seção II – para escrever seis livros separados. A informação  que cobrirei inclui: I) Uma Breve História da Estimulação Eletrônica do Cérebro, II) Controle Intracerebral Radio Hipnótico e Dissolução Eletrônica da Memória, III) Aplicações da Eletroencefalografia, IV) Hipnose, V) Radiação Microondas, VI) Uma Defesa Duvidosa, e VII) Cirurgia Virtual – Realidade Virtual .

Seção I

Uma Breve História da Estimulação Eletrônica do Cérebro ou ESB

Em 1928, os cientistas descobriram o que eles chamaram um ‘centro de violência’ no hipotálamo do cérebro. Eles descobriram que quando a região posterior do hipotálamo do cérebro de um animal era destruído, o animal permanecia em um permanente estado de raiva. Logo, os cientistas descobriram que ao invés de destruir esta área do hipotálamo, tudo o que eles precisavam fazer era estimula-la para produzir os mesmos efeitos da raiva e o comportamento violento. Então veio a invenção de pequeninos eletrodos como agulhas que podem ser inseridos em qualquer parte do cérebro sem causar um dano permanente. Os cientistas descobriram que eles podiam conectar estes estimuladores cerebrais a um aparelho que habilitaria o animal a estimular seu próprio cérebro. Obviamente, quando era dada uma escolha aos animais, eles preferiam estimular outras áreas de seus cérebros tais como os centros do prazer do que os centros da violência ou da dor.

Com fundos doados pela Fundação Rockefeller à Universidade McGill, uma instalação psiquiátrica chamada Allan Memorial foi criada em 1943, e um Dr. Ewen Cameron se tornou o chefe da instalação. Com custeio adicional da CIA durante a década de 1950, Cameron usou técnicas experimentais em seus pacientes, muitos dos quais eram mulheres.

Uma das terapias de Cameron foi chamada “despadronização,” e foi descrita como “a quebra dos padrões existentes de comportamento, tanto os normais quanto os esquizofrênicos, por meio de eletrochoques particularmente intensivos, geralmente combinados com prolongada indução do sono por drogas” O que ele criou foram “vegetais mentais’.  Cameron deixou estas pessoas desafortunadas com muito poucas memórias. Contudo, ele não parou aqui.

Cameron então usaria uma outra técnica em seus pacientes que ele chamou de “direção psíquica”. Durante esta parte de sua “terapia” ele bombardearia o paciente com repetidas mensagens verbais que eram “emocionalmente carregadas” e mentalmente abusivas. Os pacientes eram forçados a ouvirem gravações de audio toda a noite assim que se deitavam [drogados] em suas camas porque Cameron ordenou que os auto-falantes fossem colocados sob os travesseiros. Depois de duas semanas ou mais, ele então forçaria os pacientes a ouvirem as chamadas fitas de direcionamento psíquico positivo aparentemente para induzir novos padrões de pensamento. Cameron victimizou seus pacientes pelo uso de técnicas não aprovadas de modificação comportamental.

Também durante as décadas de 1940 e 1950, um neuro-cirurgião (da Universidade McGill) chamado Wilder Penfield e seu colega realizaram experimentos de estimulação cerebral em cérebros expostos de pacientes durante a neuro-cirurgia. O que eles descobriram foi que os cérebros de seus pacientes podiam ser estimulados de um modo tal que eles se lembrariam de eventos passados. Os médicos também descobriram que os cérebros de seus pacientes podiam ser estimulados para faze-los vivenciar  “estranhos sentimentos de familiaridade”. Seus pacientes estavam alertas durante estes procedimentos, mas “eles relatavam que as coisas e as pessoas na sala de operação eram de certa forma familiares. Alguns disseram que eles sentiam que tudo ao redor deles tinha acontecido antes ou era parte de um sonho.”

A maior parte das pessoas que tem feito um curso básico de psicologia tem sido apresentada a José Manuel Rodriquez Delgado, o neurofisiologista que, em 1964, se tornou famoso por parar um touro em uma arena com um simples toque de um botão em uma caixa preta que Delgado tinha em suas mãos. Este “feito surpreendente” foi realizado pelo uso de aparelhos de estímulo eletrônico cerebral que tinham sido implantados no cérebro do touro. Ainda é uma matéria controversa se Delgado realmente controlou o comportamento do touro ou se o touro estava preocupado com a dor que ele vivenciava devido ao estímulo cerebral.

Quando Delgado chegou a Escola Médica da Universidade de Yale em 1950, o equipamento para realizar o estímulo cerebral era volumoso e caro. Logo, com a ajuda de Delgado e o custeio do Escritório de Pesquisa Naval, o equipamento se tornou muito menor e mais conveniente. Pela década de 1970 um inteiro aparelho estimulador do cérebro pode ser implantado sob a pele e permanecer lá a vida inteira do indivíduo.

Segundo Scheflin e Opton em “The Mind Manipulators”, uma das futuras previsões de Delgado incluia, “Computadores micro-miniaturizados que podem ser implantados sob a pele para fornecer o estímulo “a demanda” para específicos grupos neuronais sem perturbar o comportamento em andamento… [os cientistas serão capazes de] dar luz aos cegos… som aos surdos… e induzir prazer e amizade em seres humanos.”

Durante a década de 1970, uma pesquisa realizada por uma equipe de cientistas chefiada por William Dobelle “implantou 64 eletrodos em áreas do córtex visual de cérebros de voluntários totalmente cegos. A estimulação do córtex por um único eletrodo criou algumas experiências visuais primitivas, fazendo um sujeito ‘ver” um fosfeno – um pequenino ponto de luz brilhante que parecia estar localizado a vários pés diante da face do espectador. A equipe de Dobelle descobriu que se um número de eletrodos eram ativado ao mesmo tempo, os sujeitos podiam distinguir padrões significativos entre fosfenos que ocorriam simultaneamente… um sujeito que tinha ficado acidentalmente cego por vários anos antes foi capaz de ver vários padrões e formas, e até mesmo diferenciar as letras do alfabeto.

Os pesquisadores atualmente estão trabalhando em aparelhos mais sofisticados para ajudar os cegos a verem. Por exemplo, ‘uma pessoa cega um dia será provida com um olho artificial que consiste em uma camara de TV altamente miniaturizada montada em um revestimento de vidro. As imagens serão convertidas por um pequenino computador que enviará a informação ao cortex visual por meio de eletrodos implantados.”

Em 1975, um outro cientista trabalhando na Universidade de Tulane em New Orleans chamado Dr. Robert Heath também realizou experimentos envolvendo ESB. Dr. Health, cuja principal pesquisa era a psicobiologia da psicose e da violência, é considerado ser um cientista altamente controvertido. Por mais de 25 anos “ele implantou eletrodos de estímulo e registro profundamente nos cérebros de uma ampla variedade de pessoas.”

Ainda há um outro cientista trabalhando fervorosamente para controlar o comportamento humano durante a década de 1970 também. Contudo, este cientista, Joseph A. Meyer era um especialista em computador do  NSA. Scheflin e Opton escrevem, “[Meyer] propôs anexar aparelhos de rastreamento, que ele chama de ‘transponders,’ em metade de todos americanos que já tenham sido presos por crime diferente de violação de trânsito…” Os autores continuam sua discussão sobre os planos de Meyer, “Não nos precisamos preocupar com a opressão eletrônica, implica Meyer, porque já estamos em um permanenet estado de guerrilha. De um lado estão os habitantes das favelas que são uma sobra econômica, e do outro lado estamos o resto de nós. Se os habitantes das favelas que são os reais alvos do sistema de transponder, e eles já estão sujeitos a tanta punição pela polícia, côrtes, celas e prisões que o sistema do transponder seria um alívio.”

A seguir está uma lista parcial do que os cientistas tem alcançado usando aparelhos de estimulação cerebral:

A aceleração, diminuição ou parada do coração.
A inibição do instinto materno.
Ajustar o diâmetro da pupila a vontade.
Ajudar as vítimas de derrame a se recuperarem da paralisia.
Forças as pessoas a falarem, ficarem caladas, se tornarem amigaveis e se tornarem eroticamente              arrebatadas.
Induzir prazer, orgasmo e dor
Bloquar o processo de pensamento de um indivíduo
Evocar memórias e criar alucinações
Dramaticamente alterar o comportamento de um indivíduo

Segundo Bowart, “Em 1969 Dr. Delgado solicitou ao governo dos EUA para aumentar a pesquisa em ESB, [estimulação eletrônica do cérebro] para produzir a informação fundamental que daria nascimento a uma sociedade “psico-civilizada”. Ele disse que a pesquisa necessária não podia ser gerada pelos próprios cientistas, mas deveria ser promovida e organizada pela ação governamental declarando a conquista da mente humana uma meta nacional em paridade com a eliminação da pobreza ou o pouso do homem na lua.”

Pela década de 1970 era publicamente conhecido e provado que a estimulação cerebral podia dramaticamente alterar o comportamento dos seres humanos. A maioria dos casos sobre os quais lemos em livros de psicologia pop e textos de psicologia são meios positivos de usar a estimulação cerebral  para “eliminar sintomas de violência e agressão incontrolável”, ou outros comportamentos negativos que alguns cientistas incorretamente rotulam como “sintomas.”

Seção II

Controle Intracerebral Radio Hipnótico [RHIC] e Dissolução Eletrônica da Memória [EDOM]

Segundo Lincoln Lawrence, autor de “Were We Controlled?” “RHIC envolve o contacto de radio com o sujeito que tenha sido anteriormente hipnotizado e ensinado a realizar certas ações e manter certas atitudes. As sugestões pós hipnóticas são transmitidas por ondas de radio desencadeando certos comportamentos pré condicionados…” Em um artigo da revista Gallery de 1977 citado por Scheflin e Opton, Lawrence afirma, “a Dissolução Eletrônica da Memória altera o sentido de tempo ao emitir ondas de radio e tons de sinal ultra sônico que agem sobre os químicos do armazenamento da memória no cérebro.”

A Dissolução Eletrônica da Memória é realizada ao ‘danificar eletronicamente o cérebro” portanto fazedo com que o neuro transmissor acetilcolina,’para criar a estática que bloqueia a visão e os sons’. Você então não teria memória do que viu ou ouviu; sua mente estaria em branco.”

A acetilcolina foi o primeiro neurotransmissor a ser descoberto e é o neurotransmissor mais comum encontrado no cérebro. A acetilcolina é descrita como o neurotransmissor secretado pelos nervos motores para excitar os músculos esqueléticos e isto é ativado pelo nervo vago [ o décimo nervo craniano  na medula que enerva a maioria dos órgãos no abdomen] bem como os nervos que controlam a maioria dos órgãos internos.

Importante para nossa discussão, é que a acetilcolina é um dos primários neurotransmissores envolvidos na memória. A memória envolve partes diferentes do cérebro e quatro processos diferentes: 1) um registro sensorial, 2) a memória imediata, 3) a memória a curto prazo, e 4) a memória a longo prazo. Além disso, cada um desses quatro processos tem sua própria escala de tempo. Um outro neurotransmissor comum envolvido com o aprendizado e a memória é a norepinefrina. Há vários neurotransmissores e aminoácidos envolvidos com o aprendizado e a memória e cada um tem uma função específica. Parece lógico que se impulsos elétricos são usados para bombardear o cérebro de uma pessoa, um complexo órgão neuroquímico, isto afetará os neurotransmissores do indivíduo. Se estes níveis são suficientemente alterados, então a memória também pode ser afetada.

Até onde posso dizer, RHIC-EDOM primeiramente apareceu no livro de Lincoln Lawrence em 1967. Segundo Bowart, “Lawrence…pode ter tido muito mais evidência [sobre RHIC] que ele teve permissão para apresentar. Suas credenciais indicam que ele estava trabalhando em ligação com o Departamento de Defesa. Em 1975 um jornalista chamado James L. Moore afirmou ter recebido documentos secretos do poessoal da CIA descrevendo RHIC-EDOM. Se isto foi algum tipo de farsa elaborada, então  porque isto  apareceria quase dez anos depois e relacionado a CIA? Se isto foi um vazamento intencional, o que a agência podia ganhar ao liberar esta informação? Certamente seria de grande valor para a humanidade se Moore tivesse partilhado [ou partilhasse] estes documentos com outros pesquisadores.

Interessantemente, segundo Bowart, “Uma equipe de pesquisa e desenvolvimento do Laboratório de Biologia e Espaço da Universidade da Califórnia no Instituto de Pesquisa Cerebral em Los Angeles descobriu um meio de estimular o cérebro ao criar um campo elétrico com pletamente externo a cabeça. Dr. W. Ross Adey estimulou o cérebro com níveis de pulso elétrico que estavam muito abaixo daqueles que se pensava serem eficazes na velha técnica de implante.” Além disso, por volta de 1975, os cientistas também estavam testando uma primitiva máquina de “|leitura de pensamento” com resultados positivos.

Seção III

Aplicações Interessantes da Eletroencefalografia

O EEG fornece uma informação completa sobre o estado mental de uma pessoa e o EEG também pode nos dizer um pouco da resposta de uma pessoa a um estímulo específico. “Há, contudo, muito barulho de fundo na forma de espontâneas ondas cerebrais, e isto torna difícil identificar que mudanças nas ondas cerebrais estão ocorrendo devido a um estímulo específico. Uma variação relativamente nova no uso do EEG usa computadores para extrairem os barulhos de fundo de forma que as respostas das ondas cerebrais possam ser identificadas. Esets padrões de onda associados com estimulos específicos são chamados de potenciais evocados [ou respostas evocadas].

“Nas palavras de Edward Beck, um dos pioneiros das respostas evocadas, “uma qualidade única e identificadora… muitos indivíduos podem ser reconhecidos por características distintas  de suas respostas evocadas… Em outras palavras, a resposta evocada de uma pesoa é como uma impressão digital do cérebro.”

Esta idéia tem aplicações fascinantes se você está usando um implante cerebral  com capacidades do EEG para identificar um indivíduo. Não apenas você pode localizar a proximidade do indivíduo ao usar algo como o GPS, Sistema de Posicionamento Global, você pode monitorar suas respostas evocadas como parte de sua coleção de dados de bio-telimetria.

A resposta P300 ou onda P3, é uma “resposta de longa latência” que o seu cérebro tem a um estímulo. Isto pode ser criado por cliques, tons, flashes de luz ou pratcamente qualquer outro estímulo que uma pesoa possa detectar. Os cientistas são capazes de medir isto e é acreditado “representar uma atividade de tomada de decisão endógena do córtex”. Na década de 1970, os cientistas estavam estudando isto e outros meios de medir a atenção sob um custeio do Departamento de Defesa.

“No caso da questão P300… a distinção é entre um brinquedo eletrônico que pode detectar o estímulo sensorial ou a perspectiva muito mais interessante que o P300 represente uma das primeiras medidas objetivas da atividade cerebral correspondente a um ato da vontade. Se a segunda alternativa puder ser comprovada, os psicobiologistas possuiriam uma sonda eletrônica capaz de detectar o instante exato quando uma pessoa toma uma decisão. E, mais importante que tudo, eles saberiam antecipadamente de qualquer ação da parte da pessoa!

Durane minhas experiências de abdução, frequentemente pensei, “eles sabem o que eu vou fazer antes mesmo que eu o faça…” Isto é quão rapidamente os aliens pensam e respondem. Isto é telepatia ou é tecnologia? Eles são aliens ou são humanos?

Experimentos realizados no Centro de Medicina Comportamental de Yale mostram que “uma alteração neurofisiológica na atividade da onda cerebral ocorre e responde a uma atividade mental. Meramente imaginar que você está fazendo algo pode trazer a ativação cerebral similar ao que acontece quando realmente fazemos isso’. As palavras que são faladas e as imagens que são mostradas a um sujeito podem realm ente ter efeitos físicos sobre o sujeito, assim a terapia verbal pode ser uma terapia neural.’

O que pode ser aprendido ao colocar um sujeito em um “labirinto mental” e medir suas respostas evocadas ou sua onda P3? Uma coisa muito interessante que você pode estudar seria as respostas do indivíduo durante uma abdução ou uma percebida abdução por seres aliens, e como as respostas do sujeito diferem de uma experiência da vida normal. A despeito se ou não implantes são colocados nos cérebros das pessoas por seres alienígenas ou agentes de controle mental, a resposta evocada e a onda P3 são provavelmente apenas uma pequena representação dos dados que estão sendo coletados destes sujeitos.

Seção IV

Hipnose

A hipnose é frequentemente descrita como um estado de relaxamento durante o qual o indivíduo retém uma certa quantidade de controle. Contudo, o que o hipnólogo diz e como ele diz isso pode ter efeitos duradouros sobre o sujeito. As pessoas podem ser levadas a responderem perguntas de uma maneira particular enquanto estão sob hipnose. Considere as seguintes definições que tem sido publicadas em dos textos didáticos universitários de psicologia:

“Hipnose é um estado de sugestionabilidade aumentada no qual uma pessoa é de forma não usual voluntária a realizar as diretivas do hipnólogo, inclusive aquelas que alteram as percepções do ego e do ambiente”. Alguns dos efeitos reputados da hipnose incluem memória aumentada, redução da dor, melhoria da performance atlética, melhoria da performance escolar, e habilidade de lembrar dos estágio mais iniciais do desenvolvimento. Alguns pesquisadores acreditam que a hipnose pode também ser usada pelos terapeutas para criar divisões de personalidade em seus pacientes.

De fato, não estou implicando que os pesquisadores da abdução que usam a hipnose estejam fazendo algo como isso. Muito mais, esta discussão é destinada a apresentar ao leitor o que os cientistas afiliados á CIA tem feito no passado, e o quão poderosos podem ser os efeitos da hipnose sobre certos individuos.

A seguir um breve olhar em alguns cientistas que são notórios por seu trabalho com a hipnose.

Dr. George Estabrooks foi o chefe de psicologia da Universidade Colgate durante a década de 1930. Estabrooks afirmou que “A hipnose não funciona em todo mundo e que somente uma pessoa em cada cinco é um bom sujeito para ser colocado em transe profundo…” Além disso, a hipnose e a narco-hipnose [a combinação de drogas com a hipnose] tem sido demonstrado fazer os sujeitos acreditarem que estão falando com alguma outra pessoa que não é o cientista interrogador.

Durante os anos iniciais da Guerra Fria, a CIA descobriu seu primeiro “Tzar da pesquisa comportamental”. O nome dele era Morse Allen. Um dos primeiros sucessos dele foi fazer com que “jovens secretários da CIA permanecessem depois do horário do trabalho… provando para sua própria satisfação que [com o uso da hipnose] ele podia fazer com eles o que quisesse.”

Isto me leva de volta ao tempo em que eu estava revisando algumas transcrições da hipnose de uma outra abduzida. Durante as sessões dele de hipnose com um hipnólogo homem, ele me disse que enquanto sob hipnose, “o doutor a ama muito”. Logo depois desta sessão a mulher começou a sentir sentimentos deslocados de afeição em realação ao hipnólogo. É desnecessário dizer, isto perturbou grandemente esta mulher. Quando ela entendeu o que estava acontecendo, ela ficou incrédula, mas não tinha outro meio de explicar seus sentimentos. Levou várias semanas para que os sentimentos dela cedessem.

[Este é um exemplo de um hipnólogo que cometeu um engano durante a hipnose. Estou usando isso como uma ilustração do poder que a hipnose pode ter sobre um indivíduo em particular. Isto não deve ser mal interpretrado como um exemplo do que todos os pesquisadores de abdução fazem aos abduzidos enquanto estes estão sob hipnose.]

Durante o trabalho inicial de Morse Allen com a hipnose, sua meta era “…tomar um existente estado de ego – tal como um companheiro imaginário da infância – e construir isto em uma personalidade separada, desconhecida da primeira”. Allen então trabalharia com esta nova personalidade que ele criou e “a comandaria para realizar deveres específicos sobre os quais a personalidade principal de nada saberia. Haveria um vazamento inevitável entre as duas personalidades, particularmente nos sonhos; mas se o hipnólogo fosse suficientemente sagaz, ele poderia construir histórias cobertura e válvulas de segurança que evitariam que o sujeito agisse inconsistentemente”.

Isto foi o que foi feito com uma bela e talentosa mulher chamada Candy Jones durante a década de 1960. Candy Jones foi usada pela CIA como um correio e se tornou uma vítima de abuso e tortura por mais de dez anos. Seu caso foi estudado por Donald Bain e publicado em 1976.

Este vazamento de informação é pertinente a nossa discussão já que também se relaciona a abduções. Alguns pesquisadores da abdução acreditam que os aliens usam algum tipo de sugestão pós hipnótica de forma que os abduzidos não se lembrem de suas abduções. Contudo, sabemos da informação que tem sido relatada por abduzidos que muito da informação, tem, de fato, “vazado”.

Já que sem dúvida temos hipnólogos sagazes e aliens, talvez “histórias coberturas e válvulas de segurança” tem sido constrúidos durante o processo de indução de amnésia. Em outras palavras, como ressalta Martin Cannon em “The Controllers” bem como a Dra. Karla Turner fez em seu trabalho; devemos considerar a possibilidade que alguma informação que estamos obtendo dos abduzidos possam ser hisstórias cobertura, talvez até mesmo a informação para torar da trilha certa as nossas investigaçãoes. Cannon cita um Dr. Martin T. Orne para ilustrar este ponto:

[Você deve saber que o Dr. Orne foi o chefe do Comitê sobre Hipnose da Pesquisa Naval. Ele ajudou a desenvolver o uso coercivo do controle mental hipnótico para a CIA. O  Dr. Orne também recebeu grandes somas de dinheiro da CIA para apoiar sua pesquisa de hipnose em Harvard.] [93] Citando o Dr. Orne:

“A S [subjeito] que é capaz de desenvolver uma boa amnésia pós hipnótica também responderá a sugestões para se lembrar de eventos que realmente não ocorreram. Ao despertar, ele recordará os eventos sugeridos. Se algum, este fenômeno é mais fácil de produzir que a amnésia total, talvez porque isto elimine o sentimento subjetivo de um espaço vazio na memória.”

Este é um cenário confuso  a considerar se você é um abduzido ou um pesquisador da abdução. Não posso imaginar que um grupo de indivíduos queira admitir que possam ser tão manipulados por outros humanos ou aliens. Contudo, é importante para nós considerarmos que isto, de fato, possa estar ocorrendo. Não quero implicar que todas as abduções aliens possam ser explicadas por esta técnica, mas devemos olhar o que os humanos [e os aliens] são capazes de fazer. A este ponto, ainda somos deixados com as escolhas que ressaltei em “The Alien Jigsaw”: 1) os aliens estão nos manipulando para nos fazer acreditar que nosso governo está nos abduzindo, 2) O nosso governo realmente está nos abduzindo, 3) Tanto os aliens quanto o nosso governo estão nos abduzindo. Pesoalmente, não gosto de qualquer uma dessas escolhas.

Como documentado por John Marks, durante os anos de 1960 a Divisão de Contra-inteligência da CIA tinha três metas: “1) induzir a amnésia muito rapidamente em sujeitos involuntários; 2) criar uma amnésia durável; e 3) implantar sugestão pós hipnótica operacionalmente útil e durável.”

Certamente esta beve visão geral da hipnose, podemos ver que se agentes humanos do controle mental quissesem que alguém se lembrase de aliens ao invés de lembrarem de humanos, isto pode ser realizado. O mesmo é verdadeiro em relação aos aliens. Além disso, se um sujeito tem sido implantado com um implante altamente sofisticado, um grupo pode ter encontrado um meio de obter o sujeito a cada vez que seja necessário que ocorra uma abdução. É possível que eles possam ordenar que o sujeito vá até eles.

Seção V

Radiação Microondas

Microondas são compostas de radiação eletromagnética e tem um comprimento de onde de aproximadamente 12 para aproximadamente 0.04 polegadas [ entre os comprimentos de onda do infra-vermelho e do radio de ondas curtas]. O alcance da frequência é de 1.000 a 300.000 megahertz. As microondas são usadas para radaar, ligações de comunicação a distâncias moderadas e cozinhar.

As microondas podem :

Afetar o sistema nervoso central
Alterar o ritmo natural da onda cerebral no corpo
Induzir alucinações
Criar mudanças na percepção, inclusive uma perda no sentido de tempo
Alterar as secreções das glândulas endócrinas
Produzir alterações comportamentais.

Por dez anos, iniciando em 1962, os russos bombardearam a embaixada americana em Moscou com radiação microondas. A CIA sabia disso mas manteve isto em segredo para encobrir seus próprios experimentos com radiação. Esta “não ação” da CIA custou as vidas e a saúde de alguns de seus empregados que trabalhavam na embaixada americana em Moscou.

Simplesmente ler esta lista parcial do que as microondas podem fazer, podemos ver que se bastante microondas são dirigidas a um sujeito, pode-se induzir alucinações e talvez até mesmo um sentimento de ‘tempo perdido”. Se o indivíduo não presta atenção a tempo, eles podem assumir que tiveram uma experiência de abdução quando de fato foi algo mais. É possível então que um grupo nefasto de experimentadores pode fazer certos indivíduos acreditarem que estão sendo abduzidos por aliens se eles quiserem fazer assim.

Não posso deixar esta breve discussão sobre as microondas sem mencionar outras formas de tecnologia de ondas. Em 1995, o Dr. Nicholas Begich e Jeane Manning co-autoraram “Angels Don’t Play This HAARP”: Advanços na Tecnologia de Tesla. O livro deles c ontém muitíssima informação que eu não posso oferecer nesta visão geral nos detalhes que a pesquisa deles cobre. Cintudo, simplesmente ao ler o prefácio do Dr. Patrick Flanagan, aprende-se que ele desenvolveu uma máquina de telepatia eletrônica chamada Neurofone, há 37 anos atrás! Dr. Flanagan discute os problemas que ele teve com o governo para obter uma patente para sua nova invenção, a as cautelas que o público deve ter sobre o possível mal uso da tecnologia de HAARP.

Mas o que é HAARP?  É Programa de Pesquisa de Alta Frequência Ativa Auroral. O aparelho é destinado a irradiar mais do que 1.7 gigawatts (bilhões de watts) de energia irradiada na ionosfera – a camada eletricamente carregada sobre a atmosfera da Terra. O livro de Begich e Manningexamina os efeitos que tem as radio frequências sobre animais, humanos e meio ambiente.

Durante a primeira semana de setembro de 1996, CNN trouxe uma breve história sobre como as morsas estavam escorregando para suas mortes de vários penhascos ao longo da costa do Alasca. Eles mostraram o filme dos pobres animais escorregando e lutando todo o caminho da descida até a borda dos penhascos antes de fato serem atirados abaixo sobre as rochas. Durante a transmissão do noticiário, o repórter foi taxativo sobre o fato de que os animais nada tinham de errado e nem estavam se suicidando. Eles estavam simplesmente perdendo seu equilíbrio – todos de repente e em numeros recordes. Isto pode ter sidfo um efeito de HAARP? Estão os pobres animais sno irradiados com uma frequência específica que faz com que eles percam o equilíbrio [equilíbrio do ouvido interno] momentaneamente? Humanos e animais não merecem morrer a cada vez que o nosso governo projeta um novo brinquedo – ou arma – que é o que HAARP tem se mostrado ser.

Seção VI

Uma Defesa Duvidosa

Devido ao sistema individual de crenças, provavelmente sempre haverá pessoas que resistirão em acreditar nas abduções alien ígenas e no controle mental. Também existirão pessoas que tentarão desaprovar e até mesmo desacreditar estes indivídos. Porque não chama-los de completos mentirosos como o fazem os dementidores frequentemente, alguns céticos afirmam que as abduções nada mais são que “memórias” de episódios esquizofrênicos ou ilusões. O mesmo tem sido dito das vítimas do controle mental.

John Carpenter, John Mack, e o falecido Nicholas Spanos tem feito um trabalho digno de menção ao defender os abduzidos e explicar a verdade sobre a boa fé das desordens mentais e seu relacionamento com a abdução alien. E acredito que a Fundação William Bowart está lutando para educar o público sobre os experimentos de controle mental. Infelizmente, ainda há um outro obstáculo que todos nós teremos que ultrapassar em nossa jornada para a iluminação.

FMS ou Síndrome da Falsa Memória é uma ‘síndrome’ não comprovada que é popular para usar na tentativa de desacreditar vários assuntos desagradáveis, um dos quais é a “abdução alien”. Contudo, a Sindrome da Falsa Memória não é reconhecida oficialmente no  DSM-III-R, o Manual Diagnóstico e Estatístio das Desordens Mentais, de forma que como isto pode se tornar uma tal arma poderosa?

Lembre-se do Dr. Martin T. Orne, (que ajudou a CIA a desenvolver usos coercivos de controle mental hipnótico] de nossa discussão anterior sobre a hipnose? Você pode achar isto de certa forma um conflito de interesses saber que ele “é também um membro original da mesa de aconselhamento da Fundação da Síndrome da Falsa Memória..”

Autor de “Psychic Dictatorship in the U.S.A.”, Alex Constantine escreve, “O debate da memória recuperada foi discutido em uma conferência de 1993 sobre Desordem da Personalidade Múltipla. Richard Lowenstein, um psiquiatra da Escola Médica da Universidade de Maryland, argumentou que a Fundação é “dirigida para a media e dedicada a levar adiante a disinformação”.

Constantine afima, “A diretoria da FMSF é quase que inteiramente composta de antigos médicos militares e da CIA atualmente empregados pelas maiores universidades. Nenhum deles tem background em abuso ritual – seu interesse em comum é modificação do comportamento”.

Embora eu gostasse de ver mais referências citadas que apoiem todas as afirmações de Constantine, seu capítulo sobre a Síndrome da Falsa Memória e a ‘Fundação” por trás dela devem ser revisadas. “Acid Dreams” de Lee e Schlain e  The Search for “The Manchurian Candidate” de Marks verificam as ligações de Martin Orne e Louis Jolyon West com CIA, ambos os quais foram membros passados da Fundação da Falsa Memória.

Seção VII

Cirurgia Virtual – Realidade Virtual

Há uma nova operação na “cidade”  – quase. Ela é chamada de “cirugia da telepresença” e é esperada ter até mesmo maiores efeitos na medicina do que a laparoscopia teve quando entrou em pleno uso.

A cirurgia da telepresença é “uma nova tecnologia na qual umm  cirurgião humano manipula instrumentos cirurgicos que parecem se estender dentro de uma imagem tridimensional do corpo do paciente enquanto os computadores traaduzem perfeitamente os movimentos do cirugião nas ações paralelas de uma máquina que tem os reais instrumentos cirurgicos dentro de um paciente de carne e osso.”

O coronel do excército Rick Satava, que é um  cirurgião laparoscópico bem como um grente do programa da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do governo (ARPA) é conhecido ser o “pai da cirurgia da telepresença.”

O sistema da cirurgia da telepresença foi desenvolvido por uma companhia chamada  SRI, Instituto de Pesquisa Stanford na Califórnia. “O aparelho é uma criação de Phillip Green…que tem estado inventando equipamento para diagnóstico médico desde a década de 1960.”

A meta máxima é ter robôs cirurgicos remotamente operados que possibilitarão que os cirurgiões realizem  cirurgias a centenas de milhas de distância do paciente.

Uma outra revolução quieta, desta vez na fabricação de chips para computador, também está ocorrendo. Em janeiro de 1996, Popular Mechanics trouxe um pequeno artigo intitulado “Grampeando o Cérebro”. Este pequeno artigo explicou como os cientistas da Cal Tech criaram um chip de silicone que pode conter céllas nervosas enquanto ainda permitem que elas formem conexões interneurais. Seus chips “tem  16 cavidades de micro-máquinas, chamadas de neurodungeons, nas quais os neurônios imaturos são injetados. Cada topo da cavidade é coberto com uma grade que mantém o neuronio aprisionado, mas que permite que ele envie rebentos e se conectem a outros neuronios. Os pesquisadores ‘grampeiam’ com eletrodos na parte inferior de cada cavidade para “ouvir” o que os neuronios estão dizendo uns aos outros”.

Conquanto a cirurgia da telepresença ainda não tenha chegado – ao menos não em público – a realidade virtual já chegou. Pode ser argumentado que algumas das experiências que os abduzidos descrevem possam ser explicadas pela tecnologia da realidade virtual. Acredito que esta é uma possibilidade por causa da extensão na qual a tecnologia dos implantes tem sido estudada e desenvolvida. Além disso, a falacida Karla Turner, autora e pesquisadora de abduções, descreveu esta possibilidade em seu livro “Taken: Inside The Alien-Human Abduction Agenda”. Dr. Turner chamou estes tipos de experiência de Cenários de Realidade Virtual [VRS]

Se alguém tem sido implantado com um aparelho intracerebral, então os operadores do implante podem ser capazes de abduzir alguém “ao abduzir sua mente” enquanto o corpo da pessoa permanece na cama. A inexplicável vividez de algumas narrativas de abdução pode ser explicada pela implantação eletrônica de memórias no cérebro do abduzido. Certamente este pode não ser o caso de todas as abduções, mas pode explicar uma pequena porção das abduções.

Os raros casos que vem a mente são os daqueles indivíduos que parecem ter algum tipo de memória ou experiência a cada noite por semanas a fio. Podem estas pessoas serem levadas de suas casas a cada noite, noite após noite, sem ninguém ver qualquer coisa, ou a informação está sendo forçada na mente delas por akgum tipo de chip de realidade virtual? De um modo ou outro, o pobre indivíduo está vivendo um pesadelo.Como aprendemos em nossa discussão sobre eletroencefalografia, “as palavras que são faladas e a as imagens que são mostradas ao sujeitom podem realmente ter efeitos físicos sobre o sujeito, e então a terapia verbal pode ser uma terapia neural”.

Certaimente muitas abduções são físicas, na qual o indivíduo flutua através do teto ou da janela fechada para dentro de um UFO que plana. Relatos de abduções com múltiplsas testemunhas e participantes fortemente apoiam a realidade da abdução alienígena física. Contudo, é importante considerar que algumas abduções possam ser “abduções virtuais”. Devemos entender que a despeito de se a abdução é física ou mental, o abduzido [ou a vítima de controle mental] ainda vivencia os traumas físico e emocional relacionados a ela.

As Origens da Tecnologia

Segundo Walter Bowart, autor de “Operation Mind Control”, “Grealmente há um intervalo de vinte anos entre o desenvolvimento em laboratório de uma nova tecnologia e sua aplicação em massa”.  Begich e Manning tem um interessante linha de tempo para HAARP que inclui algumas das invenções de Nikola Telsa; eu tenho pesquisado as origens da laparotomia e laparoscopia [com descobertas interessantes] pela segunda metade do Projeto Open Mind.

Olhando para Trás

Um dos colegas de Delgado, Dr. Stuart Mackay publicou um livro em 1968 intitulado “Bio-Medical Telemetry”. Ele afirmou, “Entre os muitos instrumentos de telemetria sendo usados hoje estão a miniatura de transmissores de radio que podem ser engolidos, carregados externamente, ou implantados cirurgicamente em homens ou animais… Os transmissores introduzidos através das aberturas naturais do corpo humano podem sentir o PH do estomago, o local do sangramento ao longo do trato gastrointestinal, a intensidade da radiação, e as mudanças na pressão na bexiga devida a micção…” Dr. Mackay continuou para afirmar, “…é esperado que estas poucas palavras preliminares darão um sentimento do escopo desta atividade… as possibilidades são limitadas apenas pela imaginação do investigador.”

Repare também que P.M. Persson, um pesquisador do Instuituto de Pesquisa de Defesa Sueca ecreveu em um artigo em 1965: “Uma parte essencial da bio-telemetria abrange a transmissão de dados. Isto ocorre principalmente Acom a ajuda de um transmissor implantado cirurgicamente… a tecnologia tem sido desenvolvida muito extensamenet na pesquisa médica.”

Se a gente voltar ainda mais atrás no tempo, considere o seguinte: os implantes estavam sendo usados em pessoas não voluntárias ‘tão cedo quanto cinquenta an os atrás [como mostrado] nos raios X de operações que ocoreram, por exemplo, no Karolinska Hospital em 1946, ou no Hospital Infantil Sachska em 1948, ambos localizados em Estocolmo [Suécia]. … isto foi primeiramente descoberto por uma mãe depois de uma v isita não programada. Ao ouvir os gritos de sseu filho na sala de operações, ele correu entrando e descobriu uma equipe cirurgica e enfermeiras sob a chefia do médico senior Alm, que mandara que ela saísse, não, contudo, antes que ela testemunhasse como eles estavam dirigindo uma grande quantidade de eletrodos pela base do cranio ainda macio de seu filho”

Um caso muito bem documentado de implante de aparelho eletrônico em uma vítima não voluntária é o caso de Robert Naeslund. Naeslund foi involuntariamente implantado durante uma operação em Estocolmo, SUÉCIA,  durante o final da década de 1960. Ele tem os raios X que mostram claramente o transmissor em forma de cogumelo em seu cérebro. Citando Naeslund, “Tenho sido usado em um experimento médico que tem significado uito sofrimento e tem sido muito doloroso. A operação foi realizada pelo Dr. Curt Strand, que inseriu um objeto estranho, um chamado transmissor cerebral, em minha cabeça através de minha pasagem nasal direita.”

Quantas vezes nós temos ouvido abduzidos dolorosamenet relatarem como os aliens os implantaram colocando um pequeno  objeto  através de sua cavidade nasal e cavidade do sinus? Quantas vezes ignoramos esta informação vinda das alegadas vítimas de controle mental?

Parece que os implantes de vários tipos tem sido colocados em humanos, com ou sem o consentimento deles, ao menos desde a década de 1940. Segundo quem você perguntar, abduzido alien ou vítima de ontrole mental, é acreditado que eles tem sido colocados por médicos humanos ou aliens.

Os Mensageiros

Esta seção é destinada a fornecer ao leitor uma informação geral sobre os autores cujas referências e informação eu usei na primeira parte do Projeto Open Mind. Nem sempre fui capaz de obter informação pessoal sobre os autores e nestes casos, inclui mais informação sobre seus livros ou pesquisa.

Bain, Donald. The Control of Candy Jones. Chicago, Illinois: Playboy Press, (Distributed by Simon & Schuster, Inc. New York) 1976.

Jacket Highlights – “Bela e talentosa, Candy Jones era a principal modelo americana nas décadas de 1940 e 1950. Em um mês ela foi a capa de 11 revistas e se apresentou em uma peça da Broadway. Então ela entrou em tempos difíceis. Em 1960, ela relata, ele foi financeiramente receptiva a uma abordagem da CIA para agir como correio. Ela avalia que serviu à agência por 12 anos. Esta é a própria história de Candy deses anos tumultuosos, recriada das fitas feitas enquanto ela estava sob hipnose profunda… Foi enquanto estava sob hipnose que Candy falou de ser usada como uma cobaia em um programa de controle mental da CIA. Esta história assustadora foi retirada de mais de 200 horas de gravação durante os transes de Candy.”

“Sob hipnose, Candy relata como um médico da CIA partiu sua psique em duas personalidades distintas, criando duas mulheres em um só corpo a sua vontade. Ela conta de viajar a Taiwan onde foi torturada fisicamente; de ter sido posta a disposição da sede da Agência; de ser conduzida a tentar o suicídio durante uma tentativa de silencia-la… as revelações recentes dos experimentos de controle mental da CIA fazem da história dela inegavelmente plausível…..”

Tenho Tido Velhas Memórias Evocadas

Em junho de 1990, tive um encontro durante o qual eu estava de pé em minha sala de jantar perto da mesa. Em resumo, um gorducho doutor pequeno qe estava usando um qavental cirúrgico verde, inseriu dois pequenos postes de metal em minha boca por trás dos meus dentes e foi muito doloroso. Eu pude sentir a dor e a pressão em ambas as minhas têmporas quando subitamente, senti como se os aparelhos tivessem penetrado meu cérebro.

Eu me tornei muito emotiva e comecei a reviver velhas memórias. Era como se os eventos que vivenciei no passado estivessem ocorrendo naquele exato momento. Eu estava de pé em minha sala de estar, mas também estava em minha aula de psicologia. Então, subitamente, eu estava tocando em uma orquestra de uma Universidade que frequentei. Estava tocando minha clarineta e estava no meio de um concerto, mas ain da estava de pé na minha sala de estar e estava consciente dos dois eventos ocorrendo simultaneamente. O pequeno doutor humanóide estava estimulando os caminhos da mempória em meu cérebro.

Depois eu estava convencida que um dos aparelhos estava [preso no meu cérebro, achei-me em um hospital e estava vivenciando tanta dor que eu cai no chão. Naquele tempo, eu acreditava estar a bordo de uma nave alienígena mas dentro esta estrutura parecia um hospital.

Recuperei a consciência depois de ouvir a voz de uma criança dizer, ‘um humano morto?” em referência a mim deitada no chão.

Olhei para cima e vi uma mãe com uma criança de pé perto de mim e levantei. Então entrei em uma sala enorme por portas duplas onde vi muitas pessoas deitadas em mesas. Cada pessoa estava cercada por uma equipe de médicos. Eu pasei por uma mesa onde uma mulher negra estava deitada. Ele estava lutando para se levantar e um dos médicos tomou um bastão e tocou nela. Parecia que isto enviou uma corrente de eletricidade porque a mulher caiu para trás e novamente na cama, desmaiou.

Depois dessa experiência acordei em minha cama me ‘sentindo extremamente tonta”, como se eu tivesse sido drogada. Tive dor de cabeça e a minha mandíbula estava bastante dolorida e tive uma ligeira elevação da temperatura. Quando me olhei no espelho do banheiro não pude encontrar uma evidência física que o aparelho tinha estado em minha boca. Não havia sangue, marcas de punção ou arranhões por trás ds meus dentes, em minhas gengivas ou no céu da boca.

MOTHMAN – O Homem Mariposa

MOTHMAN – O Homem Mariposa

Será que uma criatura alienígena apareceu na Virginia Ocidental? Este nome foi dado a uma criatura que alegadamente apareceu em Point Pleasant, área da Virginia Ocidental. Os avistamentos ocorreram em meados de novembro de 1966 a meados de dezembro de 1967, o que faz de 1996 o trigésimo aniversário do aparecimento da criatura. Poderia ela ser um alienígena deixado por um UFO? Uma estranheza da natureza? Algum tipo de ave mal identificada? Ou foi simplesmente uma farsa bem preparada?

Infelizmente não existem fotografias da criatura – exatamente como um filme de monstro mal estraga a câmera ou o filme não é exposto apropriadamente. Segundo as narrativas das testemunhas oculares,  Mothman fica de pé [bípede] mais alto do que um homem, de altura entre 1.82 metros e 2.13 metros, talvez mais alto. Suas características mais proeminentes são as enormes asas sem penas cuja envergadura é de aproximadamente três metros; até mesmo mais não usual são os enormes olhos vermelhos brilhantes em uma face geralmente sem feições. Algumas testemunhas oculares foram incapazes de se recordar de terem visto uma cabeça; estes relatos afirmam que os olhos estavam realmente na área dos ombros, onde um pescoço e a cabeça deviam estar. Poucos, se algum, podem se lembrar de detalhes sobre a presença ou tipo de pés que a criatura possuia. As testemunhas oculares alegaram que o Mothman podia voar sem bater as asas e podia alcançar a velocidade de um autmóvel que tentava fugir a 100 milhas por hora. A criatura nunca foi vista bater as asas quando se elevava do solo – ela evidentemente era capaz de se elevar e flutuar acima da superfície da terra com pouco ou nenhum esforço, não fazendo qualquer som ou barulho.

Um mapa e uma descrição da área onde foi pela primeira avistada a criatura foi na Usina de Energia Elétrica de Ordnance Works North da Virginia Ocidental por dois casais que passeavam em meados de novembro de 1966. Este usina foi criada durante a segunda guerra mundial para fornecer TNT para o esforço de guerra dos EUA. Localizada a aproximadamente seis milhas ao norte de Point Pleasant, na Virginia Ocidental, a área agora serve como uma área pública para caça e pesca e é conhecieda localmente como “a área TNT” ou apenas “TNT.” Construida durante a guerra, a usina era ostensivamente preparada para evitar um possível ataque japonês ou alemão. O armazenamento de explosivos perigosos foi realizado por uma série de bunkers de concreto construidos sobre o solo. Estes bunkers, ou “iglus,” eram enormes estruturas de concreto em forma de domos, cobertas com um pé ou mais de terra e espaçados em um padrão de grade para reduzir as chances de todos os iglus serem destruídos em uma reação em cadeia de uma bomba inimiga. A porta em cada iglu é sólida e de um pé de espessura. A cobertura de terra também servia como camuflagem já que a grama pôde crescer sobre o inteiro complexo embora do ar a instalação deve ter parecido estranha. Foram construídas usinas elétricas gêmeas para fornecer energia para a istalação manufatureira. Uma série de bunkers subterrâneos, túneis e esgotos tambem ligavam o inteiro complexo. Algum tempo depois da guerra, as plantas do layout da fábrica foram destruídas em um ato de típica eficiência de Washington, DC. A fábrica deixou de operar em 1945. Os iglus mais tarde foram usados para armazenamento de explosivos comerciais [talvez ainda sejam] e há rumores que isto tenha nos níveis inferiores resíduos nucleares. Virtualmente todos os iglus são fechados e inacessíveis, a menos que alguém que tenha transpassado e tente abrir; e isto não é aconselhável e potencialmente muito perigoso, até mesmo um risco de vida, por causa das cobras, ratos, gambás, possivel resíduo nuclear, explosivos [e mais tarde resíduo de explosivos mais perigosos do que o TNT] mais os resíduos industriais das usinas até hoje. Na década de 1980 algumas camaradas estavam pescando em um dos designados lagos de pesca quando perceberam um líquido vermelho borbulhando para a superfície. Isto mostrou ser um composto de tolueno. Testes subsequentes determinaram que a área é dos lugares mais poluídos nos EUA. Ele tem seu lugar garantido no “Top 10 Superfundo para Limpeza”. Durante a operação da fábrica os produtos residuais eram permitidos serem depositados em reservatórios para “evaporação”; estes poços eram cavados sob a vegetação que eventualmente cresciam novamente. Esta ação, acoplado com os possíveis esgotos, levaram a um envenenamento da área. Os Corpos do Exército estão ocupados remediando o local; o monitoramento perpétuo e permanente da água do solo será necesário agora e até para sempre! Os lagos afetados tem sido drenados, encapados com uma cobertura de revestimento interno e poços de monitoramentos tem sido instalados. Por causa da destruição das plantas da fábrica, os Corpos do Exército tem tido que anunciar publicamente por informação de qualquer um com experiência de trabalho na fábrica. Isto foi feito para tentar e recuperar alguma informação sobre os locais dos esgotos e dos túneis. É desconhecido se todas as instalações remanescentes serão encontradas.

Mais ocorrências não usuais ao redor de Point Pleasant, Virginia Ocidental. Point Pleasant tem visto sua parte de enchentes e incêndios devastadores; alguns atribuem isto a uma praga durante a agonia do antigo chefe Shawnee, Cornstalk. Em 10 de outubro de 1774 uma grande batalha aconteceu entre os homens da milícia da Virginia liderados por Andrew Lewis, e uma confederação multi-tribal liderada pelo guerreiro Shawnee, Cornstalk; esta batalha aconteceu na confluência dos rios Kanawha e Ohio, mais tarde incorporados em 1794 como a cidade de Point Pleasant. Os homens tribais nativo-americanos foram enganados pelo governador da Virginia [leal aos britânicos], Lord Dunmore, para acreditarem que os homens da milícia estavam vindo para assinar um tratado de paz. A confederação sofreu uma maciça derrota e nunca voltou a área para lutar novamente; os homens da milícia também sofreram pesadas baixas. O intento de Dunmore era desviar a atenção dos colonialistas para longe da independência da Bretanha ao estimular o ódio entre os colonos e os nativo-americanos. Por causa dos interesses britânicos na batalha, alguns tem declarado que esta batalha foi a primeira da revolução americana; os detratores rotulam esta batalha como a última das guerras de fronteira com os índios. Depois da derrota de  Cornstalk como resultado de uma emboscada, ele relatadamente com sua respiração agonizante amaldiçoou a área por 200 anos. Suas palavras despertam muita discussão depois de cada ocorrência desafortunada na cidade durante este período, incluindo enchentes e incêndios severos que pareceram praguear o centro da cidade durante anos, além da situação de refém covarde e assassina da Côrte do Condado de Mason em 1976. O desastre do desabamento da Ponte Silver em 15 de dezembro de 1967 que atingiu o Rio Ohio entre Point Pleasant e Kanauga, Ohio; 46 pessoas morreram na tragédia. Os viajantes da hora do rush estavam indo em suas vidas diárias, se preparando para os feriados do Natal quando a estrutura desabou sobre eles. A ponte foi construída em 1928 como uma ponte suspensa significando que tinha cabos como aqueles encontrados na ponte Golden Gate. Nos meses depois do desabamento, as peças da ponte foram recuperadas e postas como um grande quebra-cabeças em um campo exatamente ao sul de Point Pleasant; tudo, menos o leito da estrada foi recuperado. A análise final realizada pelo Departamento de Transportes dos EUA disse que a falha foi no pino 13 da barra reta sobre o lado norte da ponte e a oeste da torre de Ohio, tinha falhado e feito a cadeia de barra reta cair sob a rodovia. A cadeia de barra reta rio abaixo ao sul foi incapaz de suportar o peso da inteira estrutura o que resultou na falha completa e imediata. Levando a rota 35 dos EUA naquele tempo, a ponte tinha duas estruturas gêmeas: uma exatamente no rio acima em St. Marys, Virginia Ocidental e uma no Brasil. A de St. Mary foi imeditamente fechada, destruída e substituida. Em 1969, uma nova ponte foi completada exatamente ao sul de Point Pleasant e a Rota 35 foi relocada para o lado sul do Rio Kanawha, seguindo o caminho da antiga Rota Estadual 17. A antiga Rota 35 foi renomeada Rota Estadual 62.

MOTHMAN e o Fator C.U.T.E.

de Robert A. Goerman

Relatos de testemunhas oculares, realmente de mais de cem pessoas, de novembro de 1966 a dezembro de 1967, descreveram uma criatura alada que permanecia em pé, mais alta e mais larga que um homem, andando com pernas de aparência humana, decolando reto como um helicóptero, caçando carros, e emitindo sons de zumbido e guinchos. Os olhos vermelhos brilhantes, colocados nos ombros, pareciam ainda mais aterrorizantes do que o tamanho da criatura ou a envergadura de três metros de suas asas.

Os incidentes começaram em 15 de novembro de 1966. As 11:30 p.m., um clássico chevrolet 1957 dirigia vagarosamente ao redor de uma área abandonada da segunda guerra mundial, conhecida localmente como área TNT, a seis milhas ao norte de Point Pleasant, Virginia Ocidental.

O fácil acesso e o isolamento desta área de TNT a tornaram um lugar popular para a juventude local. Dentro do chevrolet 1957 estavam dois jovens casais casados, Roger, 18, e Linda Scarberry e Steve, 20, e Mary Mallette. Eles estavam procurando amigos que também podiam estar fora naquela noite. A busca deles fez uma pausa na Usina de Energia Norte.

“Era a forma de um homem, mas muito maior. Talvez de 1.90 a 2.13 metros de altura. E ele tinha  grandes asas dobradas em suas costas”, disse Roger Scarberry.

“Mas foram os olhos que nos atrairam. Isto tinha dois olhos como faróis de um carro”, acrescentou Linda Scarberry. “Eles eram hipnóticos. Por um minuto, apenas podiamos encara-los. Não podia tirar meus olhos disso.”

Roger Scarberry, que estava dirigindo, pisou no acelerador e fugiu, dizendo que a um ponto o chevrolet tenha alcançado cem milhas por hora. Para horror de todo mundo, a criatura abriu as asas e voou atrás do carro. Ela não parecia bater as asas e a envergadura era de uns três metros.

A criatura seguiu o carro deles até os limites da cidade de Point Pleasant antes de parar a perseguição.

Os casais aterrorizados relataram a experiência deles ao Xerife substituto Millard Halstead.

Linda estava em um tal estado que foi levada a um hospital.

O Xerife do condado de Mason George Johnson chamou uma conferência de imprensa no dia seguinte. Os repórteres entrevistaram todas as testemunhas. A história foi captada pelos serviços de cabo. Um homem do notíciário apelidou a criatura de “Mothman.”

Os céus ajudem os inocentes que se deparam com monstros. Muitos cultos homens de ciência apenas sabem que estes fenômenos estão relacionados a delírios ou uso de álcool. O autor rotula esta reação perpétua de Fator da Necessidade Compulsiva de Explicar (C.U.T.E.). A despeito do acrônimo, isto não é bonito.

Embora o Xerife do condado de Mason George Johnson admitisse que as testemunhas tinham “visto algo” incomum o suficiente para aterroriza-las, ele rapidamente teorizou [sem o menor traço de evidência] que isto possa ter sido um “Shitepoke” exagerado, possivelmente uma estranheza da natureza.”

Segundo a história do “Point Pleasant Register” da quinta-feira, 17 de novembro de 1966: “Este pássaro é também conhecido como um Shagpoke’ e realmente é uma grande ave com pernas finas e estreitas, asas longas e amplas, pés membranosos e vive perto da água e faz um barulho rouquenho,’ eles dizem. A ave… é algumas vezes referida como uma garça verde que descansa de dia e se alimenta de noite.”

Uma outra divulgação da United Press International, com data e local de Point Pleasant, esclareceu as coisas: “Johnson disse que ele sente que seja o que for que alguém viu nada mais é que um ’estranho shitepoke,’ um grande pássaro da família das garças. O  shitepoke, ou corvo marinho como ele algumas vezes é conhecido, é a menor garça do hemisfério ocidental”.

Vamos estabelecer o registro direto. Estes “especialistas” estão confundindo duas aves inteiramente diferentes. A Graça Verde é o anão da família das garças geralmente diurnas, medindo terríveis até meio metro de comprimento. A Graça noturna Negra Coroada é o suspeito noturno a que estão se referindo estes “especialistas”. Ela é descrito como tendo uma constituição pesada, com um capacete preto e as costas e a barriga branca, asas de um cinza pálido, e olhos vermelhos que não piscam e que brilham como brasas esmaecidas. Seu nome científico, Nycticorax, significa “corvo da noite.” e em muitos lugares, esta garça noturna é conhecida como ” squawk” por causa de seu grito curto e rouquenho. Aborde esta ave tímida e ela escapole com um frenético bater de asas e seus gritos rouquenhos. A garça noturna negra coroada mede no máximo setenta centimetros de comprimento. Uma coisa muito distante de algo tão “maior do que um homem” no livro de qualquer um.

Ralph Turner, um professor de jornalismo e comunicações de massa da Universidade Marshall, era um repórter do The Herald-Dispatch (Huntingdon, Virginia Ocidental) quando apareceu a história do Mothman. Ele veio com a brilhante idéia que um repórter deve passar a noite na área TNT onde pela primeira vez foi relatado o Mothman. o editor da cidade Bill Wild concordou com o plano e entregou a história para Turner e o repórter/fotógrafo Mike Hoback.

“Lembro-me de falar com as pessoas nas primeiras horas da manhã”, disse Turner. “Também me lembro de me sentir frio e úmido e ligeiramente tolo. Isto não era uma “coisa quente” naquele tempo,  Turner explicou. “Não sei se muitas pessoas pensavam nisso seriamente, mas era uma boa peça de conversa. Queríamos levar isto a alguma conclusão. Realmente nunca acreditei que houvese algo como o Mothman.” Turner confessou.

Quatro dias depois do avistamento inicial do Mothman em 15 de novembro de 1966, seu artigo de notícias começou: “o caso do monstro do condado de Mason pode ter sido resolvido sexta-feira por um professor da Universidade da Virginia Ocidental. O Dr. Robert L. Smith, professor associado de biologia da vida selvagem na divisão da universidade de florestas, disse ao Xerife de Mason George Johnson em Point Pleasant que ele acredita que a “coisa” que tem estado assustando pessoas na área de Point Pleasant desde terça-feira é uma grande ave que fez uma parada enquanto migra para o sul. ‘De todas as descrições que tenho lido sobre esta “COISA’ isto combina perfeitamente com o grou-canadense”, disse o professor Smith. “Acredito definitivamente que isto é o que estas pessoas estão vendo”.

Duane Pursley, biólogo de vida selvagem e gerente da Estação de Vida Selvagem McClintic disse que ele não acredita que uma ave grande, se ela existiu, estivesse na área com toda a comoção de centenas de pessoas procurando por ela. Ele sugeriu que talvez a ‘coisa”, grou, ou seja o que for que as pessoas relataram terem visto, não era tão grande como elas pensaram em sua excitação. ‘Temos montes de gansos canadenses por aqui durante os períodos de migração”.

Um recorte do “The Athens (Ohio) Messenger” terminou um relato de má vontade sobre o Mothman com “um número de caçadores tem relatado ter visto corujas, maiores que do tamanho normal, na área do condado de Mason.”

“Coruja? Ganso? Brincadeira: Ou Faça Sua Escolha” diz uma outra manchete do The Herald-Dispatch. Ele elaborou, “A despeito da confusão, os relatos são divertidos, disse hoje um assistente do xerife. Ele disse que quase todo mundo tinha expressado sua opinião sobre o que eles acreditavam que as pessoas realmente viram. Elas incluiam: uma grande coruja, um ganso migrante e garotos pregando peças com algum tipo de aparelho falsificado.”

Edward Pritchard, conselheiro do Clube de Interesse em Ciências na Escola Secundária de Proctorville , disse aos repórteres dos jornais que o Mothman podia apenas ser um dos balões atmosféricos liberados pelos estudantes dele. “Os ventos prevalecentes os levariam sobre o condado de Mason”, riu Pritchard . “A luz pega estas coisas em ângulos estranhos e a imaginação faz o resto.”

“Autoridades aqui tem concluido que o chamado monstro do condado de Mason era uma grande ave de algum tipo…” relatou o “The Herald-Dispatch”, esperando colocar um fim nisto.

Certamente é tempo de colocar um fim nesta falta de lógica.

Nunca este autor até mesmo momentaneamente confundiria uma marmota ereta com um Sasquatch ou uma Grande Garça Azul com algum ameaçador pterodactito ou com o pássaro do trovão.

Muitos anos de experiência pessoal ditam o reconhecimento de pequenas e fugidias criaturas [raposas, coelhos, gambás, racuns] brevemente entrando nos raios do farol do carro e isso nem toma mais que um esforço muito pequeno. Até mesmo dirigindo ao longo de mais de cinquenta milhas por hora, a identificação animal é mais fácil ainda com espécies maiores, como cervos e ursos.

Algumas dessas testemunhas oculares deram uma boa olhada no Mothman.

Uma das famílias vivendo na desolada área TNT era a Ralph Thomas. Por volta das 9:00 p.m., 16 de novembro de 1966, Mr. Raymond Wamsley, 19, e Mrs. Cathy Wamsley, 18, com Mrs. Marcella Bennett, 21, levando sua jovem filha estavam terminando uma visita social e andavam de volta para seu carro quando foram perturbadas por algo muito perto delas na propriedade de Thomas ao longo da Estrada White Church

“Isto se levantou vagarosamente do solo. Uma coisa grande e cinza. Maior que um homem, com terríveis olhos vermelhos brilhantes”, relatou Marcella Bennett, que gritou e tomada pelo pânico deixou cair seu bebê e caiu no chão em choque. Na medida em que a criatura desdobrava suas asas, Raymond Wamsley agarrou a criança e orientou as testemunhas a correrem de volta para a segurança da casa, onde elas foram deixadas entrar por Ricky Thomas, 15, e as irmãs Connie e Vickie. A figura  arrastou-se atrás deles, chegando a entrada e espiando pela janela. Eles chamaram a polícia, mas a criatura tinha desaparecido quando a polícia chegou.  Marcella Bennett estava tão traumatizada que precisou de atenção médica. Convidando a ridicularização e a zombaria, estas testemunhas oculares contaram a todo mundo o que viram.

O que elas encontraram não era algum grou canadense de pernas finas, visto como um dos mais cautelosos pássaros da vida selvagem americana.

“Maior que um homem… olhos vermelhos que brilhavam como fogo quando as luzes os atingiam… asas enormes.”

Que gansos canadenses!

Até mesmo décadas mais tarde, pessoas supostamente inteligentes e educadas ainda sugerem explicações completamente ridículas para o inexplicável. Uma tal “explicação lógica” foi recentemente oferecida: ´

Os clássicos avistamentos do Mothman foram inspirados por uma comum coruja de celeiro.

A Coruja de Celeiro  (também conhecida variadamente como “Coruja Branca,” “Coruja Fantasma,” “Coruja Espírito,” “Coruja Dourada,” e “Cujua Cara de Macaco”) é facilmente reconhecida. Estas espécies distintas de corujas chegam ao comprimento de meio metro com uma envergadura de 1,10 metro. Pesa por volta de uma libra. As fêmeas são maiores  do que os machos. Ela tem longas pernas emplumadas e fazem um assovio irritante e alto, muito mais que uma buzina. Ele chega a ter 40 centimetros de altura.

40 centímetros altura mal alcança os joelhos da maioria das pessoas.

O Encontro com o Homem-Mariposa [Mothman]
uma criatura desconhecida que aterroriza dois jovens em um campo de milho da Virginia

de Stephen Wagner

Em meados da década de 1960, uma criatura misteriosa que se tornou conhecida como Mothman assustou os residentes ao redor da cidade de Point Pleasant, Virginia Ocidental. Descrita como tendo grandes olhos vermelhos e asas enormes e silenciosas, a criatura tem se tornado uma lenda na área, e os avistamentos são declarados até hoje. No verão de 2005, Matt e sua meio-irmã encontraram algo desconhecido e eles supuseram que fosse o monstro Mothman. Esta é a história de Matt:

Minha meia-irmã Lynn e eu estávamos visitando os avós dela na Virginia. A casa dos avós dela é no interior com um campo de milho de 20 acres próximo a ela. Aproximadamente a 50 jardas por trás da casa ficam milhas de floresta.

Na primeira noite que estávamos lá,  desfaziamos as malas e ficavamos prontos para dormir. Havia uma cama beliche no quarto de hóspedes que nossos irmãos mais novos iriam dormir. Havia um sofá e uma cama de puxar na sala de estar, que eu e Lynn decidimos dormir lá. Ficamos trocando os canais da televisão e chegamos a um show de lendas urbanas nos EUA. Já que minha meia irmã e eu sempre estivemos interessados em acontecimentos paranormais, decidimos assistir por alguns minutos. Era algo sobre uma criatura chamada “Mothman.” Segundo o show, os avistamentos do Mothman eram ditos ocorrerem principalmente na  Virginia (onde nós estávamos) e no Kentucky. Assim minha meia irmã e eu nos olhamos de queixo caido porque sempre pareciamos acreditar neste tipo de coisas.

Na manhã seguinte, estavamos brincando por lá com uma bola de futebol. Minha irmã é de um time de futebol e ele leva sua bola onde quer que vá. Ela apontou a bola para o campo de milho.

“Oops,” ela sorriu.

Procuramos por horas e horas mas não pudemos encontrar a bola, não importa o quanto procuramos. Minha irmã estava muito desapontada porque era sua bola favorita.

Algo devolve a bola

Na noite seguinte, Lynn, nossos irmãos e eu estávamos asistindo televisão na sala de estar. Repentinamente, ouvimos uma tremenda queda no teto da casa. Nós todos gritamos de medo e nos lançamos sob o esconderijo das cobertas da cama. Então ouvimos passos; passos altos, como se algo anormalmente grande estivesse andando sobre nosso teto.  Nossos pais vieram com olhos assustados e perguntaram se nós tinhamos deixado cair alguma coisa, mas gelaram quando eles também ouviram os passos no telhado. .

Meu padrasto foi até a janela e olhou para o campo de milho que por alguma razão parecia particularmente sinistro naquela noite. Enquanto ele olhava, ele viu a bola de minha irmã cair do telhado!

Ele olhou para baixo, agora sabendo bem porque ela tinha caido tão rapidamente. Ele correu lá para fora e trouxe a bola para dentro. Minha irmã agarrou a bola, rindo feliz por te-la de volta. Meu padrasto e minha mãe voltaram para o outro quarto depois de nos darem boa noite.

Repetinamente, minha irmã olhou a bola e ficou zangada. Furiosa, ela gritou, “olhe!”. Todos olhamos e vimos quatro furos perfeitamente redondos nela. Dois muitos grandes aproximadamente do tamanho de um quarto e meio de uma polegada e os dois menores do tamanho da moeda de dez centavos de dólar. Isto me deu arrepios. E subitamente tive uma lembrança do show que haviamos assistido na noite passada.

Olhei para Josh e Ashley (nossos irmãos mais novos) e disse a eles para sairem da sala. Eles sairam reclamando. Olhei para Lynn e disse: “não pode ter sido o Mothman?”

Ela fez um muchocho e disse, “não seja tolo”

Nada mais de peculiar aconteceu naquela noite. Mas coisas mais estranhas ainda viriam. Por uma semana, as coisas foram pacíficas. Pela próxima quinta e sexta-feiras todos já tinhamos esquecido o inteiro incidente com a bola de futebol. De manhã, acordamos, tomamos café, lavamos os pratos e fomos passear no campo de milho.

Depois de andar por uns quinze minutos, começamos a ouvir barulhos farfalhantes nas plantações de milho vizinhas. Olhamos um para o outro, intrigados. Dentro de mais uns poucos segundos, ouvimos um som guinchante e de raspagem, de alguma forma similar a unhas em um quadro negro. Ficamos de joelhos, cobrindo os ouvidos. Depois que isto parou, Lynn estava tão assustada que as lágrimas corriam pelo rosto dela. Ele dizia em pãnico, “temos que voltar”.

Ouvimos o barulho começar novamente e ela gritou e caimos novamente de joelhos. O barulho parecia vir de cima de nós, e antes que qualquer um de nós tivesse tempo para pensar duas vezes sobre isso, olhamos para cima e vimos algo se lançar nos ultrapassando, rápido como um flash. Estado de joelhos em um campo de milho, não demos uma boa olhada nisso. Isto tinha que ter tido um comprimento de asas de ao menos dez pés [três metros]! Mais tarde ambos concordamos que isto tinha uma figura de tipo humano e asas enormes.

Enquanto corriamos de volta para casa, encontramos um bebê cervo, mal vivo. Nos inclinamos mais perto do cervo e repentinamente Lynn gritou “oh, meus Deus!” e ficou pálida. Eu perguntei o que era e olhei para onde ela estava apontando e vi quatro buracos perfeitamente redondos na barriga do cervo, exatamente iguais aos buracos na bola de Lynn.

Corremos de volta para casa e contamos a história para nossa família. Eles não acreditaram em nós. E provavelmente nunca acreditarão. Mas penso que tudo isso foi real demais para que não acreditemos e isto ainda assombra a mim e a Lynn desde aquele dia.

Published in: on setembro 13, 2008 at 4:45 pm  Comments (29)  
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Ninguém Ouse Chamar a Isto Conspiração

Ninguém Ouse Chamar a Isto Conspiração [NDCC]

Copyright © 1971 de  Gary Allen e Larry Abraham
ISBN: 0899666612

O QUE DIZEM AQUELES QUE SABEM

“Desejo que cada cidadão de cada país no mundo livre e cada escravo atrás da Cortina de Ferro possam ler este livro.” –  Ezra Taft Benson – ex Secretário de Agricultura

“O NDCC é um trabalho admirável de reunir informação para provar que comunismo é socialismo e o socialismo [um complô para escravizar o mundo ] não é um movimento de oprimidos, mas um esquema apoiado pelos mais ricos entre as pessoas”. Se bastante americanos lerem e agirem de acordo com o NDCC, eles realmente podem salvar a república de seus conspiradores, cujos planos de destruição para o nosso país estão galopando rapidamente para a plenitude”. – Dan Smoot  – ex assistente de   J. Edgar Hoover

“Agora que o NDCC está disponível, não preciso mais responder não a pergunta que sempre me é feita, “Mr. Dodd, há um livro que eu possa ler que eu possa saber o que o senhor sabe?” –  Norman Dodd , investigador chefe do Comitê de Reagan para Investigar as Fundações

“Este livro diz respeito ao modo pelo qual nossa nação e outras nações realmente são governadas. Quando  Benjamin Disaeli disse, este não é o modo pelo qual as pessoas pensam que nações são governadas. O assunto inteiro dos Internos que tão grandemente controlam nossas vidas políticas e econômicas é um mistério fascinante. Para o leitor que é inteligente mas não é iniciado na literatura da super política, penso não existir melhor introdução no campo do que NDCC.” –  Dr. Medford Evans – ex chefe de segurança do antigo projeto da bomba atômica.

“Já que pessoas de fé judaica tem sido as vítimas históricas número um da Conspiração Comunista, desejamos que cada membro de nossa fé leia cuidadosamente este livro e assim eles se tornarão cientes das forças que frequentemente tentam manipula-los”. –  Dr. Barney Finkel – Presidente dos Direitos Judaicos

“Seja quem for que ouse chamar o aparato descrito e documentado neste livro, ele ignorará isto a seu perigo. 1972 pode muito bem ser nossa última chance de neutralizar este aparelho destrutivo. Este livro lhe diz como você pode expôr e destruir isto.” – Dean Clarence E. Manion – antigo deão da escola de Direito Notre Dame

Gary Allen é um jornalista free lance da Califórnia. Depois de se formar em História na Universidade  Stanford e fazer trabalho graduado na Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, ele se tornou consciente por meio da pesquisa independente que seus cursos universitários tinham altamente avaliado. Muitos dos fatos mais importantes tem sido deixados de fora. Este livro é o resultado de seus estudos pessoais pós graduação em descobrir quem é quem na política americana.

primeira impressão, Fevereiro de 1972 – 350.000
segunda impressão. Março de 1972 – 1.250.000
terceira impressão, Abril de 1972 – 4.000.000

Publicado por  CONCORD PRESS P.O. BOX 2686
SEAL BEACH, CALIF. 90740

INTRODUÇÃO

A história que você está para ler é verdadeira. Os nomes não foram mudados para proteger os culpados. Este livro poder ter o efeito de mudar sua vida. Depois de ler este livro, você nunca mais olhará os eventos nacionais e mundiais do mesmo modo novamente.

“Não Ouse Chamar a Isto Conspiração” será um livro muito controvertido. De início, ele receberá pouca publicidade e aqueles cujos planos são expostos nele tentarão mata-lo pelo tratamento do silêncio. Por razões que se mostram óbvias na medida em que você lê este livro, ele não será revisto em todos os lugares apropriados ou estará disponível nas prateleiras de sua livraria. Contudo, nada existe que estas pessoas possam fazer para paralisar o sistema de distribuição de um livro nacionalista. Eventualmente, será necessário para as pessoas e organizações nomearem este livro para tentar desafiar seu efeito ou atacar seu autor. Eles tem um tremendo interesse vestido em impedir que você descubra o que eles estão fazendo. E eles tem as grandes armas da media de massa à disposição deles para destruir as barreiras para “Não Ouse Chamar a Isto Conspiração”.

Pelo mero volume, os “especialistas” tentarão ridicularizar você de investigar por conta própria na medida em que a informação deste livro seja ou não verdadeira. Eles ignorarão o fato do autor sobre a conjuntura. Eles encontrarão um erro tipográfico ou argumentarão algum ponto que está aberto ao debate. Se necessário, eles mentirão para se proteger de serem “caluniados” por este livro. Acredito que aqueles que escondem a informação talvez o façam porque muitas pessoas psicologicamante prefeririam ignorar as más notícias. Ao fazer isto, é o nosso próprio perigo.

Ter sido um instrutor de universidade, um senador de Estado, e agora um congressista tenho tido a experiência com reais profissionais de colocar telas de fumaças para encobrir suas próprias ações ao tentar destruir o acusador. Espero que você leia cuidadosamente o livro, tire suas próprias conclusões e não aceite as opiniões daqueles que por necessidade devem tentar desacreditar o livro. Seu futuro pode depender dele.

25 de outubro de 1971 JOHN G. SCMITZ congressista dos EUA

1. NÃO ME CONFUNDA COM FATOS

A maioria de nós tem tido a experiência, seja como pais ou mais jovens, de tentar descobrir a ‘imagem oculta” dentro de uma outra imagem em uma revista infantil. Geralmente nos é mostrado um  panorama com árvores, arbustos, flores e outras partes da natureza. A captação lê algo assim: “em algum lugar está escondido um burro com uma carta que tem um menino nela. Você pode encontra-lo?”. Tente quanto puder, geralmente você não pode encontrar a imagem oculta, até que vire para uma página mais afastada na revista que revelaria como sagazmente o artista tinha escondido isto de nós. Se estudamos o panorama entendemos que a imagem completa foi pintada de um modo tal que é destinada a ocultar a imagem real dentro dela, e uma vez consigamos ver a imagem real, ela permanece como o proverbial dígito doloroso.

Acreditamos que os pintadores de imagens da media de massa estão artisticamente criando os panoramas para nós, os quais ocultam delberadamente a imagem real. Neste livro, mostraremos a você como encontrar a imagem real oculta nos panoramas que nos são apresentados diariamente pelos jornais, rádio e televisão. Uma vez você veja através da camuflagem, você verá o burro, a carta e o garoto que tem estado todo tempo lá.

Milhões de americanos estão preocupados e frustrados com as desventuras de nossa nação. Eles sentem que algo está errado, drasticamente errado, mas por causa dos pintadores de imagens, eles não podem colocar seus dedos nisto.

Talvez você seja uma dessas pessoas. Algo está lhe perturbando, mas você não está certo do que seja. Continuamos a eleger novos presidentes que parecem prometer fielmente parar o avanço do comunismo pelo mundo, colocar bloqueios nos extravagantes gastos do governo, domar a inflação, colocar a economia em um bom nível, reverter a têndencia que está tornando o nosso país em um esgoto moral e colocar os criminosos nos lugares a que eles pertencem. Ainda que a despeito das altas esperanças e brilhantes promessas de campanha estes problemas continuem a piorar, não importa quem esteja no Mandato. A cada nova administração, seja ela republicana ou democrata, continuam as mesmas políticas básicas das administrações anteriores que tinham sido tão completamente denunciadas durante a campanha eleitoral. Eu considero uma forma pobre mencionar isto, mas não obstante seja verdadeiro. Há uma razão plausível que explique porque isto acontece? Não somos supostos pensar assim. Somos supostos pensarmos que tudo isto seja acidental e sejam coincidências e que portanto nada existe que possamos fazer a respeito.

Roosevelt disse uma vez: “Na política nada acontece por acidente. Se acontece, pode apostar que foi planejado para ser desse modo”. Ele estava em uma boa posição de saber. Acreditamos que muitos dos maiores eventos mundiais que estão formando os nossos destinos ocorram porque alguém os tem planejado desse modo. Se estivéssemos lidando com as meras leis de vingança, metade dos eventos que afetam o bem-estar do nosso país seriam para o bem da América. Se estivéssemos lidando com a mera incompetência, os nossos líderes ocasionalmente cometeriam um engano a nosso favor. Devemos tentar provar que realmente não estamos lidando com coincidência ou estupidez, mas com planejamento e brilho. Este pequeno livro livro lida com este planejamento e brilho e como isto tem formado as nossas políticas doméstica e externa das últimas seis administrações. Esperamos que isto explique os assuntos que agora tem se elevado e que parecem inexplicáveis; que isto trará para um foco agudo nas imagens que tem sido obscurecidas pelos pintores do panorama da media de massa.

Aqueles que acreditam que os maiores eventos eventos mundiais são resultantes de planejamento são ridicularizados por crerem na “teoria de conspiração da história”. De fato, ninguém nesta era da idade moderna prontamente acredita na teoria da conspiração da história, exceto aquele que tem tomado tempo para estudar o assunto. Quando você pensa sobre isso, há realmente apenas duas teorias de conspiração da história. Em uma, as coisas acontecem por acidente e assim não são causadas ou planejadas por alguém, ou elas acontecem porque elas são planejadas e alguém faz com que elas aconteçam. Na realidade, é esta teoria acidental da história pregada nos não consagrados Vestíbulos de Hera que deve ser ridicularizada. Caso contrário, porque cada nova administração comete os mesmos erros da anterior? Porque eles repetem os erros do passado que produzem a inflação, as depressões e as guerras? Porque o nosso Departamento de Estado tropeça de um erro crasso de ajuda comunista a outro? Se você acredita que tudo isto seja um acidente ou o resultado de marés misteriosas e inexplicáveis da história, você será visto como um intelectual que entende que vive em um mundo complexo. Se você acredita que algo como 32.496 coincidências consecutivas durante os quarenta anos passados estica a lei das médias um pouco, você é um lunático!

Porque virtualmente todos os eruditos considerados e colunistas e comentadores da media de massa rejeitam a lei de causa e efeito ou a teoria conspiracional da história?  Primariamente, a maioria dos eruditos segue a multidão do mundo acadêmico exatamente como a maioria das mulheres segue a moda. Contrariar a maré significa o ostracismo profissional e social. O mesmo é verdadeiro para a media de massa. Conquanto professores e pontificadores professem serem tolerantes e de mente aberta, na prática é estritamente uma via de mão única com tudo o tráfego fluindo em uma única direção. Um maoista pode ser tolerado pelos liberais da Torre de Mármore ou pelos senhores da instituição da media, mas ser um conservador que propõem uma opinião conspiratória, é absolutamente proibido. Melhor você ser um bêbado na convenção nacional da WCTU!

Secundariamente, estas pessoas com o passar dos anos tem adquirido um forte interesse emocional vestido em seus próprios erros. Seus intelectos e egos estão completamente comprometidos com a teoria do acidente. A maioria das pessoas é altamente relutante em admitir que elas tenham sido enganadas ou tenham demonstrado um pobre julgamento. Para inspecionar a evidência da existência de uma conspiração guiando o nosso destino político por trás das cenas, forçaria muitas destas pessoas a repudiarem as opiniões acumuladas por toda a vida. Isto de fato leva uma pessoa de caráter forte a encarar os fatos e admitir que tem estado errada, até mesmo se isso foi porque ela estava desinformada. Tal é o caso do autor desse livro. Sua reação inicial ao ponto de vista conservador era uma de suspeita e hostilidade; e foi somente depois de muitos meses de intensa pesquisa que ele teve que admitir que tinha sido enganado.

Os políticos e intelectuais são atraídos para o conceito que os eventos são impulsionados por alguma maré misteriosa da história ou acontecem por acidente. Por este raciocínio, eles esperam escapar da acusação quando as coisas vão errado.

A maioria dos intelectuais, pseudos ou não, lida com a teoria conspiratória da história simplesmente ignorando-a. Eles nunca tentam refutar a evidência. Ela não pode ser refutada. Se e quando o tratamento silencioso não funciona, estes eruditos objetivos e a media de massa que formam a opinião, recorrem a ataques pessoais, ridículo e sátira. Os ataques pessoais tendem a desviar a atenção dos fatos os quais um autor ou orador está tentando expor. A idéia é forçar a pessoa que está expondo a conspiração a parar a exposição e gastar seu tempo e esforço em se defender.

Contudo, as armas mais eficazes usadas contra a teoria conspiratória da história são o ridículo e a sátira. Estas armas extremamente potentes podem ser sagazmente usadas para evitar qualquer tentativa honesta de refutar os fatos. Afinal, ninguém gosta de ser motivo de piada. Muito mais do que serem ridicularizadas, as pessoas preferirão ficarem quietas. E este assunto certamente leva ao ridículo e à sátira. Uma técnica é a de expandir a conspiração em uma extensão que ela se torne absurda. Por exemplo, o nosso homem da Sala da Hera Venenosa pode dizer de uma forma debochadamente arrogante: “suponho que você acredite que cada professor liberal receba um telegrama a cada manhã das sedes das conspirações contendo suas ordens para a lavagem cerebral do dia de seus estudantes…”. Alguns conspiracionistas  de fato redesenham a imagem para expandir a conspiração [de um pequeno teor que ela tem] para incluir cada ativista liberal local e burocrata do governo. Ou, por causa de uma intolerância racial ou religiosa eles pegarão pequenos fragmentos de evidência legítima e as expandirão em uma conclusão que sustente seu preconceito particular, isto é, a conspiração é totalmente judaica, católica ou maçonica. Estas pessoas não ajudam a expor a conspiração, mas tristemente, desempenham um papel nas mãos daqueles que querem que o público acredite que todos os conspiracionistas são malucos.

“Intelectuais” são adeptos de clichês como “A teoria da conspiração é frequentemente tentadora. Contudo, é abertamente simplista.” Atribuir absolutamente tudo o que acontece a maquinações de um pequeno grupo de conspiradores famintos pelo poder é abertamente simplista. Mas, em nossa opinião nada é mais simplista do que teimosamente sustentar a visão acidental dos maiores eventos mundiais.

Na maioria dos casos os liberais simplesmente acusam todos aqueles que discutem a conspiração de serem paranóides. “Ah, vocês de ala direita”, eles dizem, “correndo atrás de cada arbusto, chutando cada rocha, procurando por imaginários bichos-papões.” Então vem o golpe de graça rotulando a teoria conspiratoria como “a teoria maligna da história”. Os liberais amam isso. Embora isso seja uma frase vazia, soa tão sofisticada!

Com os líderes do mundo acadêmico e das comunicações assumindo esta atitude escarnecedora na direção da teoria conspiratória da história [ou teoria da causa e efeito], não é surpreendente que milhões de pessoas inocentes e bem intencionadas, em um desejo natural de não parecerem ingênuas, assumam estas atitudes e repitam os clichês dos formadores de opinião. Estas pessoas, em sua tentativa de parecerem sofisticadas, assumem o ar de superioridade de seus mentores até mesmo embora elas próprias não gastem cinco minutos em estudar o assunto de uma conspiração internacional.

Os “acidentalistas” nos teriam feito acreditar que qualquer de nossos problemas de planejamento é simplista e todos os nossos problemas são causados pela Pobreza, Ignorância e Doença [abreviados como PID]. Eles ignoram o fato que os conspiradores organizados usam o PID, real e imaginado, como uma desculpa para construir uma prisão para nós todos. A maior parte do mundo tem estado em PID desde o tempo imemorial e é extremamente superficial pensar em atribuir o ziguezague do governo dos EUA de um desastre a outro durante os últimos trinta anos ao PID. Os “Acidentalistas” ignoram o fato que algumas das nações mais avançadas no mundo tem sido capturadas pelos comunistas. A Checoslováquia foi uma das mais modernas nações industriais do mundo e Cuba tem a segunda maior renda per capita de qualquer nação na América do Sul ou Central.

Não é verdadeiro, contudo, afirmar que não existem membros da elite intelectual que subscrevem a teoria conspiratória da história. Por exemplo, há o Professor Carroll Quigley da Escola de Serviço Exterior da Universidade de Georgetown. O Professor Quigley pode dificilmente ser acusado de ser um ‘extremista de ala direita’. (estas três palavras tem se tornado inseparáveis pela media de massa.) Dr. Quigley tem todas as credenciais liberais, tendo ensinado no estabelecimento acadêmico liberal Meccas de Princeton e Harvard. Em seu tomo de 1.300 páginas, ‘Tragedy and Hope’, Dr. Quigley revela a existência de uma rede conspiradora que será discutida nesse livro. O Professor não está meramente fomulando uma teoria, mas revelando a existência desta rede em uma experiência de primeira mão. Ele também deixa claro que é apenas ao segredo da rede e não a suas metas que ele faz objeção. O Professor Quigley revela:

“Conheci as operações desta rede porque eu tenho a estudado por vinte anos e fui permitido durante dois anos, na década de 1960, a examinar os papéis dela e os registros secretos. Não tenho aversão a ela ou a maioria de suas metas e tenho, por grande parte da minha vida, sido próximo a ela e a muitos de seus instrumentos. Tenho feito objeção, tanto no passado quanto no presente, a umas poucas de suas políticas, mas em minha opinião geral é que ela deseja permanecer desconhecida e acredito que seu papel na história seja significativo o suficiente para ser conhecido.”

Concordamos, seu papel na história merece ser conhecido. Isto é o porque tenho escrito este livro. Contudo, discordamos mais enfaticamente com este objetivo desta rede que o Professor descreve como “nada menos que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos particulares capazes de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo.” Em outras palavras, esta louca claque de poder quer controlar e governar o mundo. Até mesmo mais assustador, eles querem o controle total sobre todas as ações individuais. Como observa o Professor Quigley: “sua escolha e liberdade individual será controlada dentro de alternativas muito estreitas pelo fato que ele será numerado desde o nascimento e seguido, como um número, pelo seu treinamento educacional, seu exigido serviço militar ou outro serviço público, suas contribuições de impostos, sua saúde e necessidades médicas, e sua aposentadoria final e benefícios de morte”. Ela quer controlar todos os recursos naturais, negócios, bancos e transportes ao controlar os governos do mundo. Para realizar estas metas os conspiradores não tem tido pruridos em fomentar guerras, depressões e ódios. Eles querem um monopólio que eliminaria todos os competidores e destruiria o sistema de livre emprendimento. E o Professor Quigley, de Harvard, Princeton e Georgetown aprova!

Professor Quigley não é o único acadêmico que está ciente de uma claque de conspiradores auto-perpetuantes que chamaremos de Internos. Outros eruditos honestos descobrindo os mesmos indivíduos na cena dos desastrosos fogos políticos vezes e vezes seguidas tem concluido que ‘obviamente há uma organização de piromaníacos a serviço no mundo”. Mas estes eruditos intelectualmente honestos entendem que se desafiarem os Internos, suas carreiras seriam destruídas. O autor sabe que estes homens existem, porque tem estado em contacto com alguns deles.

Há também líderes religiosos que estão cientes da existência desta conspiração. Em uma história da UPI datada de 27 de dezembro de 1965, Padre Pedro Arrupe, chefe da Ordem Jesuíta da Igreja Católico Romana, fez as seguintes acusações durante suas observações ao Conselho Ecumênico:

“Esta sociedade sem Deus opera de uma maneira extremamente eficiente ao menos nos níveis mais altos de liderança. Ela faz uso de cada meio possível a sua disposição, seja ele científico, técnico, social ou econômico. Isto segue uma estratégia perfeitamente mapeada. Isto mantém quase que completa influência nas organizações internacionais, nos círculos financeiros, no campo das comunicações de massa; imprensa, cinema, rádio e televisão.”

Há um número de problemas a serem superados para convencer uma pessoa da possível existência de uma claque de conspiradores dos Internos que dos mais altos níveis manipulam a política do governo. Neste caso a realidade é mais estranha do que a ficção. Estamos lidando com a maior “novela policial” da história, um filme de mistério que envergonha Erle Stanley Gardner. Se você ama um mistério, você ficará fascinado com o estudo das operações dos Internos. Se você estudar esta rede da qual fala o Professor Quigley, você descobrirá que o que de início tinha parecido incrível não apenas existe, mas influencia pesadamente nossas vidas.

Deve ser lembrado que o primeiro trabalho de qualquer conspiração, seja ela politica, criminosa ou dentro de um escritório de negócios, é convencer todo mundo mais que não existe uma conspiração. O sucesso dos conspiradores será grandemente determinado por sua habilidade em fazer isso. Que a elite do mundo acadêmico e da média de comunicação de massa sempre fazem pouco da existência dos Internos meramente serve para camuflar as operações deles. Estes artistas escondem o menino, a carta e o burro.

Provavelmente alguma vez você tem estado envolvido com ou teve o conhecimento pessoal de algum evento que foi relatado nos noticiários. Talvez isto se relacionasse a um evento atlético, uma eleição, um comitê ou o seu próprio negócio. O relato continha a história real, a história por trás da história? Provavelmente não. E por uma variedade de razões. O repórter teve problemas de espaço e tempo e há uma boa chance que as pessoas envolvidas deliberadamente não revelaram todos os fatos. Possivelmente os próprios preconceitos do repórter governaram que os fatos que entravam na história fossem deletados. O nosso ponto é que a maioria das pessoas sabe pela experiência pessoal que as histórias dos noticiários frequentemente não são a história inteira. Mas muitos de nós assumimos que o nosso próprio caso é único, quando na realidade ele é típico. O que é verdade sobre o relato de eventos locais é igualmente verdadeiro para eventos nacionais e internacionais.

Problemas psicológicos também estão envolvidos em induzir as pessoas a olharem a evidência relativa dos Internos. As pessoas geralmente estão confortáveis com suas próprias velhas crenças e conceitos. Quando Colombo disse ao mundo que o mundo era uma bola e não uma panqueca, as pessoas ficaram altamente desapontadas. Estava sendo pedido a elas para rejeitarem seu modo de pensar por toda uma vida e adotarem uma perspectiva inteiramente nova. Os intelectuais da época debocharam de Colombo e as pessoas ficaram com medo que pudessem perder prestígio social se o ouvissem. Muitos outros apenas não queriam acreditar que o mundo era redondo. Isto complicava demais as coisas.  E os típicos defensores da terra chata tinham tais vestidos interesses envolvendo seus próprios egos que eles se amontoaram sobre o abuso de Colombo por desafiar a visão deles do universo. Não nos confunda com fatos; as nossas mentes já estão posicionadas, eles disseram.

Estes mesmos fatores se aplicam hoje. Porque a Instituição controla a media, qualquer um que exponha os Internos será o receptor de uma contínua fusilaria de insultos dos jornais, revistas, TV e rádio. Desta maneira a pessoa é ameaçada com a perda da respeitabilidade social, se ela ousar divulgar a idéia de que há uma organização por trás de qualquer problema atualmente acidentando a América. Infelizmente, para muitas pessoas o status social vem antes da honestidade intelectual. Embora eles nunca admitiriam que sua posição social seja mais importante do que a sobrevivência da liberdade na América.

Se você perguntar a estas pessoas o que é mais importante – a respeitabilidade social ou salvar seus filhos da escravidão – com certeza eles dirão que seja a salvação de seus filhos. Mas as ações deles [ou a falta das mesmas] falam muito mais alto que suas palavras. As pessoas tem uma capacidade infinita de racionalização quando se trata de recusar encarar a ameaça da sobrevivência da América. Muito profundamente estas pessoas tem medo que possam ser ridicularizadas se elas tomarem uma posição, ou pode ser negado um convite para alguma festa de coquetel de ascensão social. Ao invés de ficarem enlouquecidas com os Internos, estas pessoas realmente ficam zangadas com aqueles que estão tentando salvar o país ao expor os conspiradores.

Uma coisa que torna tão difícil para algumas pessoas socialmente pensadoras avaliarem a evidência da conspiração objetivamente é que os conspiradores vem dos mais altos extratos sociais. Eles são imensamente ricos, altamente educados e extremamente cultos. Muitos deles tem uma reputação de uma vida inteira de filantropia. Ninguém gosta se ser colocado na posição de acusar pessoas proeminentes de conspirarem para escravizar seus próprios companheiros americanos, mas os fatos são inescapáveis. Muitas pessoas dos negócios e profissionais são particularmente vulneráveis a não “colocar em risco a sua respeitabilidade social” que é uma nódoa dada por aqueles que não querem que a conspiração seja exposta. Os Internos sabem que se a comunidade de negócios e profissional não toma uma posição para salvar o sistema de empreendimento privado, o socialsmo pelo qual eles pretendem escravizar o mundo será inevitável. Eles acreditam que a maioria dos homens de negócios e profissionais estão rasos e decadentes demais, muito conscientes do status, ligados demais aos problemas de seus negócios e profissiões para se preocuparem sobre o que está acontecendo na política. É dito a estes homens que pode ser mau para os negócios ou ameaçar seus contratos com o governo se eles tomarem uma posição. Eles tem sido subornados para se calarem com seu próprio dinheiro de impostos!

Esperamos que os conspiradores tenham subestimado a coragem e o patriotismo remanescente no povo americano. Sentimos que há um número suficiente de pessoas que não estão mesmerizadas pelo aparelho de televisão, que colocam Deus, família e país acima do status social, que se reunirão para expor e destruir a conspiração dos Internos. O filósofo Diogenes percorreu toda a Grécia em busca de um homem honesto. Estamos buscando por toda a América as centenas de milhares de homens e mulheres  intelectualmente honestos que sejam voluntários para investigar os fatos e chegar a conclusões lógicas – não importa quão desagradáveis estas conclusões possam ser.

2. SOCIALISMO: – A ESTRADA REAL PARA O PODER PARA OS SUPER RICOS

Todo mundo sabe que Adolph Hitler existiu. Ninguém contesta isso. O terror e a destruição que este homem enlouquecido inflingiu ao mundo são universalmente reconhecidos. Hitler veio de uma família pobre que absolutamente não tinha uma posição social. Ele deixou a escola secundária e ninguém até mesmo o acusou de ser culto. Durante sua carreira inicial ele sentava-se em um sótão frio e escrevia no papel sua ambição de governar o mundo. Sabemos disso.

Similarmente, sabemos que um homem chamado Vladimir Ilich Lenin também existiu. Como Hitler, Lenin não veio de uma família de leões sociais. O filho de um pobre burocrata, Lenin, que passou a maior parte de sua vida adulta na pobreza, tem sido responsável pela morte de dezenas de milhões de seres humanos e da escravização de aproximadamente um bilhão mais. Como Hitler, Lenin sentava-se de noite em um sótão escuro esquematizando como ele conquistaria o mundo. Também sabemos disso.

Não é teoricamente possível que um bilionário pudesse se sentar, não em um sótão, mas em uma cobertura, em Manhattan, Londres ou Paris e sonhar o mesmo sonho de Lenin e Hitler? Você tem que admitir que isso seja teoricamente possível. Julius Caesar, um rico aristocrata, o fez. E um tal homem pode formar uma aliança ou uma associação com outros homens de mente igual, não pode? Caesar o fez. Estes homens seriam soberbamente educados, comandariam um imenso prestígio social e seriam capazes de reunir quantidades surpreendentes de dinheiro para realizarem o propósito deles. Estas são vantagens que Hitler e Lenin não tiveram.

É difícil para o indivíduo médio conceber tal luxúria pervertida pelo poder. A pessoa típica, de qualquer nacionalidade, quer apenas ter sucesso em seu trabalho, ser capaz de manter um padrão razoavelmente alto de vida completo, com diversão e viagem. Ele quer prover a sua família na saúde e na doença e dar a a seus filhos uma boa educação . Sua ambição para aqui. Ele não tem o desejo de exercer o poder sobre outros, conquistar outras terras ou pessoas, ser um rei. Ele quer gerir seu próprio negócio e aproveitar a vida. Já que ele não tem uma tal luxúria pelo poder, é difícil para ele imaginar que existam outros que a tenham, outros que marcham por um tambor muito diferente. Mas temos que entender que tem existido Hitlers, Lenins e Stalins e Césars e Alexandres o Grande por toda a história. Porque então não podemos admitir que hoje existam tais homens com igual luxúria pelo poder? E se acontece desses homens serem bilionários, não é possível que eles usem homens como Hitler e Lenin como peões para tomar o poder para eles próprios?

De fato, tão difícil quanto possa ser acreditar, este é o caso. Como Colombo, estamos enfrentando a tarefa de convencer você que o mundo não é chato, como por toda a vida você tem sido levado a acreditar, mas de fato é redondo. Estamos indo apresentar evidência que o que você chama de “comunismo” não é dirigido de Pequim ou Moscou, mas é um braço de uma conspiração muito maior dirigida de New York, Londres e Paris. Os homens no ápice desse movimento não são comunistas no sentido tradicional desse termo. Eles não tem qualquer lealdade a Pequim ou a Moscou. Eles são leais apenas a eles próprios e a tarefa deles. E estes homens certamente não acreditam na pseudo filosofia do comunismo. Eles não tem qualquer intenção de dividir a riqueza deles. O socialismo é uma filosofia que os conspiradores exploram, mas na qual só os ingênuos acreditam. Exatamente como o capitalismo financeiro, isto é usado como uma bigorna e um martelo para conquistar o mundo, e será explicado nesse livro.

O conceito de que o Comunismo nada mais é que um braço de uma conspiração maior tem se tornado crescentemente aparente pelas investigações jornalísticas do autor. Ele tem tido a oportunidade de entrevistar particularmente quatro oficiais aposentados que passaram suas carreiras no alto escalão da inteligência militar. Muito do que o autor sabe, aprendeu com eles. E a história é conhecida por vários milhares de outros. Os altos círculos da inteligência militar estão bem cientes dessa rede. Além  disso, o autor tem entrevistado seis homens que tem passado um tempo considerável como investigadores para comitês congresssionais. Em 1953, um desses homens, Norman Dodd, chefiou a investigação das fundações isentas de impostos do Comitê Reece. Quando Mr. Dodd começou a se aprofundar no papel da alta finança internacional no movimento revolucionário do mundo, a investigação foi encerrada por ordens da Casa Branca ocupada por Eisenhower. Segundo Mr. Dodd, é permitido investigar os atiradores radicais de bombas nas ruas, mas quando você começa a rastrear as atividades deles de volta a suas origens no “mundo legítimo”, a cortina de ferro política desce.

Você pode acreditar em qualquer coisa que quiser sobre o Comunismo, exceto que isto seja uma conspiração governada pelos homens do mundo respeitável. As pessoas dizem frequentemente serem ativas anti-comunistas: “posso entender sua preocupação com o Comunismo, mas a idéia de que uma conspiração comunista está em movimento nos EUA é absurda. O povo americano é anti-comunista. Eles não estão por comprar o Comunismo´. É compreensível estar preocupado com o Comunismo na África, ou Ásia ou América do Sul com sua tremenda pobreza, ignorância e doença. Mas estar preocupado com o Comunismo nos EUA onde a maioria das pessoas não tem seja qual for a simpatia, é um conceito desperdiçado.”

Diante disso, este é um argumento muito lógico e plausível. O povo americano de fato é anti-comunista. Suponha que você largue este livro exatamente agora, pegue uma prancheta e se dirija ao shopping center mais próximo para realizar uma pesquisa sobre as atitudes dos americanos sobre o Comunismo. “Sir,” você diria ao primeiro que encontrasse, “gostaríamos de saber se você é a favor ou contra o comunismo?”

A maioria das pessoas provavelmente pensaria que você estivesse os colocando em cheque. Se insistissemos em nossa pesquisa, descobriríamos que 95% das pessoas são anti-comunistas. Provavelmente seria difícil encontrar alguém que tomasse uma posição afirmativa sobre o comunismo.

Então, na superfície parece que as acusações feitas contra os anti-comunistas preocupados com a ameaça interna do comunismo são válidas. O povo americano não é pró-comunismo. Mas antes que o nosso entrevistado imaginário se afaste em desgosto com o que acredita ser uma pesquisa falsa, você acrescenta: “Sir, antes que vá embora há um par de outras questões que gostaria de propor. Você não as achará tão insultantes ou ridículas.” Sua próxima questão é: “O que é comunismo? Você por favor pode definir isso?”

Imediatamente uma situação inteiramente nova tem se desenvolvido. Muito mais do que a quase unanimidade anteriormente encontrada, agora temos uma incrível diversidade de idéias. Há uma multitude de opinões sobre o que seja o comunismo. Alguns diriam: “Oh, sim, o comunismo. Bem é uma forma tirânica de socialismo”. Outros manteriam que “o Comunismo como foi originalmente pretendido por Karl Marx era uma boa idéia. Mas ela nunca foi praticada e os Russos tem arruinado isso.” Um tipo mais erudito pode proclamar: “O Comunismo é simplesmente o renascimento do imperialismo russo.”

Se por acaso um dos homens a quem você pede para definir o comunismo é um professor de ciência politica da universidade local, ele bem pode replicar: “Você não pode perguntar o que seja o comunismo. Esta é uma pergunta completamente simplista sobre uma situação extremamente complexa. O comunismo hoje, muito diferente da visão mantida pela visão dos extremistas de ala direita da América, não é um movimento internacional monolítico. Muito mais, é um movimento nacionalista policentrico e fragmentado derivando seu caráter por meio do carisma de vários líderes nacionais. Conquanto, de fato, haja uma fusão da dialética Hegeliana com o materialismo Feuerbachiano, mantido em comum geralmente pelos partidos comunistas, é uma super simplificação monumental perguntar “o que seja o comunismo”. Ao invés, você deve perguntar: O que é o comunismo de Mao Tse-tung? O que é o comunismo de Ho Chi Minh, ou Fidel Castro ou Marechal Tito?”

Se você pensa que aqui estamos sendo brincalhões, você não tem falado com um professor de ciência política ultimamente. Do acima é a visão prevalescente de nossos campus, sem mencionar o nosso Departamento de Estado.

Se você concorda ou discorda com qualquer uma dessas definições, ou, como bem pode ser o caso, você tem a sua própria, uma coisa é inegável. Nenhum segmento apreciável do público americano anti-comunista pode concordar sobre exatamente o que seja isto e a que eles são contra. Isto não é assustador? Aqui temos algo que quase todo mundo concorda que é mau, mas não podemos concordar sobre exatamente o que seja isso que estamos contra.

Como isto funcionaria em, por exemplo, um jogo de futebol? Você pode imaginar como seria eficaz a defesa de uma equipe de futebol se os quatro da frente não pudessem concordar com os da defesa seguinte, que não concordassem  com os de posição de canto, que não concordassem com os homens de segurança, que não concordassem com os treinadores sobre que tipo de defesa eles deveriam colocar contra a ofensiva sendo apresentada? O resultado óbvio seria o caos. Você pegaria um time de lote de areia e com sucesso os colocaria contra os Green Bay Packers se os Packers não pudessem concordar sobre a que eles estavam se opondo. Isto é acadêmico. O primeiro princípio em qualquer encontro, seja ele no futebol ou na guerra [quente ou fria], é “conheça o seu inimigo”. Consequentemente, não é de todo estranho que por três décadas temos estado observando um país do mundo depois de uma outra queda por trás da cortina comunista.

Ao manter o fato que quase todo mundo parece ter sua própria definição de Comunismo, iremos lhe dar a nossa, e então tentaremos provar que é a única válida. “Comunismo: Uma direção internacional conspiratória para o poder da parte de homens em altos lugares, voluntários em usar qualquer meio para realizar sua meta desejada – a conquista global.”

Você perceberá que não mencionamos Marx, Engels, Lenin, Trotsky, burguesia, proletariado ou o materialismo dialético. Nada dissemos sobre pseudo-política ou a filosofia política dos comunistas, Estas são técnicas de Comunismo e não devem ser confundidas com a própria conspiração comunista. Devemos chamar a isso uma direção internacional conspiratória para o poder. A menos que entendamos a natureza conspiratória do comunismo, não entenderemos isto afinal. Estaremos eternamente fixados no nível do Gus Hall do Comunismo. E isto não é onde ele está, baby!

O meio de trazer a ira da Instituição liberal de imprensa ou dos profissionais liberais é simplesmente usar a palavra conspiração em relação ao comunismo. Não somos supostos a acreditar que o comunismo seja uma conspiração política. Devemos acreditar em qualquer coisa mais que quisermos sobre isso. Podemos acreditar que ele seja brutal, tirânico, mal ou até mesmo que ele pretenda nos enterrar, e receberemos os aplausos da vasta maioria do povo americano. Mas nunca, nunca mesmo, use a palavra conspiração se você espera ser aplaudido, porque a ira do “reino’ liberal se desencadeará sobre você. Não somos vetados de acreditarmos em qualquer conspiração, contanto que ela não seja uma conspiração da política moderna.

Sabemos por todos os anais da história que pequenos grupos de homens tem existido que tem conspirado para trazer as rédeas do poder em suas mãos. Os livros de história estão cheios dos esquemas deles. Até mesmo a revista LIFE acredita em conspirações como a da Cosa Nostra onde homens conspiram fazer dinheiro por meio do crime. Você pode se recordar que a LIFE fez uma série de artigos sobre o testemunho de Joseph Valachi diante do Comitê McClellan vários anos atrás. Há alguns aspectos dessas revelações que valem a pena ressaltar.

A maioria de nós não sabia que esta organização era chamada de Cosa Nostra. Até Valachi “cantar”, todos nós pensávamos que o nome dela fosse Máfia. Isto é quão pouco sabemos sobre este grupo, a despeito do fato dele já existir por um século e ter estado operando em muitos países com um grupo auto-perpetuante de líderes. Nem mesmo sabíamos seu nome próprio. Não é possível que possa existir uma conspiração política, esperando um Joseph Valachi para testemunhar? O Dr. Carroll Quigley é o Joseph Valachi das conspirações políticas?

Vemos que todo mundo, até mesmo a revista LIFE, acredita em algum tipo de conspiração. A questão é: qual é a forma mais letal de conspiração, a criminosa ou a política? E qual é a diferença entre um membro da Cosa Nostra e um Comunista, ou mais apropriadamente, um conspirador interno? Homens como  Lucky Luciano que tem arranhado e rasgado o topo da pilha no crime organizado, devem, por necessidade, ser diabolicamente brilhantes, sagazes e absolutamente cruéis. Mas, quase sem exceção, os homens na hierarquia do crime organizado não tem tido educação formal. Eles nasceram na pobreza e aprenderam seu comércio nas ruas de Nápoles, New York ou Chicago.

Agora suponha que alguém com esta mesma personalidade amoral tenha nascido em uma família patrícia de grande riqueza e foi educada nas melhores escolas preparatórias, então Harvard, Yale ou Princeton, seguindo o trabalho graduado possivelmente em Oxford. Nestas instituições ele se tornaria totalmente familiarizado com a história, economia, psicologia, sociologia e ciência política. Depois de ter sido graduado em tais instituições ilustres de alto ensino, somos prováveis de encontra-lo nas ruas comerciando entradas por cinquenta cents para alguns jogos? Os encontraremos empurrando marijuana para alunos do ensino secundário ou dirigindo uma cadeia de casas de prostituição? Ele estaria envolvido em assassinatos de gangues de rua? Não. Pelo tipo de educação recebida, esta pessoa entenderia que se alguém quer ter um poder real as lições da história ensinam: “entre nos negócios do governo’. Se torne um político e trabalhe para o poder político ou, ainda melhor, obtenha alguns politicos como uma frente para você. Isto é onde estão o real poder e o real dinheiro.

A conspiração para tomar o governo é tão velha quanto o próprio governo. Podemos estudar as conspirações que cercaram Alcibiades na Grécia ou Julius Caesar na antiga Roma, mas não somos supostos pensarmos que homens de hoje esquematizem para alcançar o poder político.

Cada conspirador tem duas coisas em comum com cada outro conspirador. Ele deve ser um completo mentiroso e um planejador de longa visão. Se você estiver estudando Hitler, Alcibiades, Julius Caesar ou algum de nossos conspiradores contemporâneos, você descobrirá que o paciente planejamento deles está quase completo. Repetimos a declaração de Roosevelt: “na política, nada acontece por acidente. Se acontece, você pode apostar que foi planejado para ser desse modo.”

Na realidade, o Comunismo é uma tirania planejada pelos buscadores do poder cuja arma mais eficaz é a grande mentira. E se alguém pega todas as mentiras do comunismo e as ferve juntas, e então as destila, você descobrirá que elas se destilam em duas maiores mentiras das quais todas as outras derivam. Elas são: (1) O Comunismo é inevitável, e (2) O Comunismo é um movimento das massas oprimidas que se elevam contra seus patrões exploradores.

Vamos voltar a nossa pesquisa imaginária e analisar a nossa primeira grande mentira do comunismo: que ele seja inevitável. Você se recordará que perguntamos ao nosso entrevistado se ele era a favor ou contra o comunismo e então pedimos que ele o definisse. Agora vamos perguntar a ele: “Sir, você pensa que o comunismo seja inevitável na América?” E em quase cada caso a resposta será algo como isso: “Oh, bem, não. Não penso assim. Você sabe como são os americanos. Algumas vezes somos um pouco lentos em reagir ao perigo. Você se lembra de Pearl Harbor. Mas o povo americano nunca aceitaria o comunismo.”

A seguir perguntamos: “Bem então, você pensa que o socialismo seja inevitável na América?” A resposta, em quase todo caso será similar a esta: “Não sou socialista, você compreende, mas vejo o que está acontecendo neste país. Sim, tenho que dizer que o socialismo é inevitável.”

Então perguntamos ao nosso entrevistado: “Já que você não é socialista mas sente que o país está sendo socializado, porque não faz algo quanto a isso?”. Sua resposta será similar a: “Sou apenas uma pessoa. Além disso, é inevitável. Você não pode lutar na prefeitura, heh, heh, heh.”

Você não sabe que os camaradas lá da prefeitura estão fazendo tudo o que podem para convencer você disso? Quão eficazmente você se opõem a algo se você sente que sua oposição é fútil? Dar a seu oponente a idéia que se defender é fútil é uma técnica tão velha quanto a guerra. Em aproximadamente 500 AC o senhor da guerra e filósofo chinês Sun Tsu declarou, “A suprema excelência na guerra reside na destruição da vontade de seu inimigo de resistir antecipadamente às hostilidades percebidas”. Chamamos hoje a isso de “guerra psicológica”. No jogo de pôquer, isto é chamado “usar um bom blefe”. O princípio é o mesmo.

Assim temos o povo americano: anti-comunista, mas incapaz de definir isso e anti-socialista, mas pensando que isso seja inevitável. Como Marx viu o comunismo? Como é importante a “inevitabilidade do comunismo” para os comunistas? No que os comunistas querem que você acredite ser inevitável: o comunismo ou o socialismo? Se você estudar o Manifesto Comunista de Marx você descobrirá que em essência Marx disse que a revolução do proletariado estabeleceria a ditadura socialista do proletariado. Para alcançar a ditadura socialista do proletariado três coisas teriam que ser realizadas: (I) a eliminação de todo direito à propriedade privada; (2) a dissolução da unidade da família; e (3) a destruição do que Marx se referia como o “ópio do povo”, ou a religião.

Marx continuou para afirmar que quando a ditadura do proletariado tivesse realizado estas três coisas pelo mundo, e depois de alguma extensão indeterminada de tempo [como você pode imaginar, ele era muito vago sobre este ponto], o Estado todo poderoso definharia miraculosamente e o socialismo de Estado abriria caminho para o comunismo. Você não precisaria de qualquer governo de todo. Tudo seria paz, doçura e luz e todo mundo viveria feliz para sempre. De início, todos os comunistas devem trabalhar para estabelecer o socialismo.

Você não pode apenas ver Karl Marx realmente acreditando que um estado onipotente desapareceria. Ou você pode imaginar que um Joseph Stalin (ou qualquer outro homem com a cobiça e a brutalidade necessária para subir ao topo de uma ditadura todo poderosa) voluntariamente desmantelaria o poder que ele tinha construído pelo medo e pelo terror? *

(*Karl Marx foi contratado por um grupo misterioso que se auto chamava a Liga dos Homens Justos para escrever o Manifesto Comunista como uma isca demagógica de apelo à multidão. No fato real, o Manifesto Comunista esteve em circulação por muitos anos antes que o nome de Marx fosse amplamente reconhecido para estabelecer sua autoria para este livro de mão revolucionário. Tudo o que Karl Marx realmente fez foi atualizar e codificar os mesmos planos e princípios revolucionários estabelecidos setenta anos antes por Adam Weishaupt, o fundador da Ordem do Illuminati na Bavaria. E, é amplamente reconhecido pelos eruditos sérios deste assunto que a Liga dos Homens Justos era simplesmente uma extensão do Illuminati que foi forçado a ir profundamente para o subterrâneo depois que foi exposto por um assalto em 1786 realizado pelas autoridades bavaras .)

O socialismo seria uma isca, uma desculpa para estabelecer a ditadura. Já que uma ditadura é difícil de ser vendida em termos idealistas, a idéia tinha que ser acrescentada que a ditadura era apenas uma necessidade temporária e logo se dissolveria por seu próprio acordo. Você realmente tem que ser ingênuo para engolir isso, mas milhões o fazem.

A direção de estabelecer o socialismo, não o comunismo, é o núcleo de tudo que os comunistas e os Internos fazem. Marx e todos os seus sucessores no movimento comunista tem ordenado a seus seguidores para trabalharem na construção do socialismo. Se você for ouvir um orador oficial comunista, ele nunca menciona o comunismo. Ele apenas falará da luta para a completa socialização da América. Se você for a uma livraria comunista você descobrirá que toda literatura contém esse tema. Ela não pede o estabelecimento do comunismo, mas sim do socialismo.

E muitos membros da Instituição promovem este tema. A publicação de setembro de 1970 da revista New York contém um artigo do Professor de Harvard John Kenneth Gaibraith, ele próprio um professo socialista. O artigo é intitulado “Richard Nixon e o Grande Renascimento Socialista.” Ao descrever o que ele chama de “Plano de Jogo de Nixon”, Gaibraith declara:

“Mr. Nixon provavelmente não é um grande leitor de Marx, mas [seus conselheiros] Drs. Burns, Shultz e McCracken são excelentes eruditos que o conhecem bem e podem ter mantido o Presidente atualizado e está além da negação que a crise que ajudou a apressar o socialismo foi engenheirada pela administração.”

Dr. Gaibraith começou seu artigo declarando:

“Certamente o desenvolvimento menos previsto sob a administração Nixon foi este novo impulso ao socialismo. Encontramos pessoas que ainda não estão cientes disso. Outros devem estar esfregando os olhos, por certamente os presságios parecerem todos ao contrário. Como um oponente do socialismo, Mr. Nixon pareceu constante”.

Gaibraith então continua para listar os passos gigantes na direção do socialismo tomados pela administração Nixon. A conclusão que se tira do artigo é que o socialismo, seja ele dos partidos democrata ou republicano, é inevitável. O companheiro socialista de Harvard Dr. Arthur Schlesinger tem dito muito a mesma coisa:

“Os principais ganhos liberais no passado geralmente permanecem nos livros do estatuto quando os conservadores recuperam o poder e o liberalismo cresce constantemente mais liberal, e pelo mesmo princípio, o conservadorismo se torna constantemente menos conservador”.

Muitos indivíduos extremamente patriotas tem inocentemente caído pela linha da conspiração. Walter Trohan, colunista emérito do Chicago Tribune e um dos mais expressivos comentadores políticos da América, tem acuradamente notado:

“É um fato conhecido que hoje as políticas de governo, sejam elas republicanas ou democratas, estão mais perto da plataforma de 1932 do Partido Comunista do que estão de suas próprias plataformas naquele ano crítico. Mais de cem anos atrás, em 1848 para ser exato, Karl Marx promulgou o programa dele para o Estado socializado no Manifesto Comunista”.

E Mr. Trohan também tem sido levado a acreditar que a tendência é inevitável:

“Os conservadores devem ser realistas o suficiente para reconhecerem que este país está indo mais profundo no socialismo e verá a expansão do poder federal, estejam no poder os republicanos ou os democratas. O único conforto que eles podem ter é que o passo será mais vagaroso sob Richard M. Nixon do que poderia ter sido sob Hubert H. Humphrey. Os conservadores terão que reconhecer que a administração Nixon abraçará a maioria do socialismo das administrações democráticas anteriores, conquanto professe melhorar isso”.

A Instituição promove a idéia da inevitabilidade do comunismo por sua perversão de termos usados na descrição do espectro político. [veja mapa 1]. Nos é dito que no extremo da esquerda política encontramos o comunismo, que é admitidamente ditatorial. Mas também nos é dito que igualmente a ser temido é o oposto da extrema esquerda, isto é, a extrema direita, que é rotulada de Fascismo. Constantemente nos é dito que devemos todos tentar ficar no meio da estrada, o que é chamado de democracia, mas que para a Instituição significa o Socialismo Fabiano. [o fato que o meio da estrada tem estado se movendo inexoravelmente na direção da esquerda por 40 anos é ignorado]. Aqui está um excelente exemplo do uso de falsas alternativas. Nos é dada a escolha entre o comunismo [socialismo internacional] por um lado do espectro e o Nazismo [nacional socialismo] por outro lado, ou o Socialismo Fabiano no meio. O espectro inteiro é socialista!

Isto é absurdo. Onde você coloca um anarquista neste espectro? Onde você coloca uma pessoa que acredita em uma República Constitucional e no sistema do livre empreendimento? Ela não é representada aqui, ainda que este espectro seja usado para definições políticas por provavelmente 90% das pessoas do país.

Mapa I e 2

#1

A Ditadura da Democracia – Ditadura

O Comunismo – o Socialismo Fabiano – Fascismo

#2

Governo Total  – Anarquia

Comunismo Constitucional

República Fascista

Governo Limitado  – Socialismo

Faraóismo

Cesarismo

O Mapa 1 apresenta um falso espectro político de esquerda e direita usado pelos liberais os quais tem o comunismo [socialismo internacional] na extrema esquerda e seu gêmeo, o Fascismo [o socialismo nacional] na extrema direita. No meio da estrada estando o Socialismo Fabiano. O inteiro espectro é socialista.

O Mapa 2 é um espectro político mais racional com o governo total em qualquer forma na extrema esquerda e nenhum governo ou anarquia na extrema direita. Os EUA eram uma república com um governo limitado, mas nos últimos 60 anos temos estado nos movendo na direção da esquerda pelo espectro para um governo total com cada nova peça de legislação socialista.

Há um espectro político acurado. (veja o mapa 2.) O Comunismo é, por definição, governo total. Se você tem um governo total, faz pouca diferença se você o chama de comunismo, fascismo, socialismo, cesarismo ou faraoísmo. Tudo é bem a mesma coisa do ponto de vista da pessoa que deve viver e sofrer sob isso. Se o governo total [por qualquer um de seus pseudônimos] permanece na extema esquerda então por lógica a extrema direita deva representar a anarquia, ou nenhum governo.

Nossos Pais Fundadores se revoltaram contra o governo quase total da monarquia inglesa. Mas eles sabiam que não ter qualquer governo significaria o caos. Assim eles criaram uma República Constitucional com um governo muito limitado. Eles sabiam que os homens prosperam em liberdade. Embora o sistema do livre empreendimento não seja especificamente mencionado na Constituição, ele é o único que pode existir em uma República Constitucional. Todos os sistemas coletivistas exigem o poder no governo que a Constituição não garantiu. Os nossos Pais Fundadores não tinham qualquer intenção em permitir que o governo se tornasse um instrumento de roubar o fruto do trabalho de um homem e dá-lo a outro que não o havia ganho. O nosso governo era para ser um de poderes severamente limitados. Thomas Jefferson disse: “Em questões de poder então não vamos mais ser ouvidos sobre a confiança no homem, mas livra-lo dos enganos pelas cadeia da Constituição.” Jefferson sabia que se o governo não fosse escravo, logo as pessoas o seriam.

Era opinião de Jefferson que o governo que governa melhor é o que governa menos. Nossos antepassados estabeleceram este país com a menor quantidade possível de governo. Embora eles tenham vivido em uma idade anterior aos automóveis, luzes elétricas e televisão, eles entendiam a natureza humana e sua relação com os sistemas políticos muito melhor do que o fazem a maioria dos americanos de hoje. O tempo muda, a tecnologia muda, mas os princípios são eternos. Primariamente, o governo tinha que fornecer a defesa nacional e criar um sistema de justiça. Mas temos queimado as cadeias das quais falou Jefferson  agora e por muitos anos temos no movido na direção da esquerda pelo espectro político na direção do governo total coletivista. Cada proposta de nossos líderes políticos [incluindo alguns que são supostos de ter o próprio efeito oposto, tal como a proposta de partilha de redimentos de Nixon] nos leva mais para a esquerda para um governo centralizado. Isto não é porque o socialismo seja inevitável. Ele não é mais inevitável que o Faraóismo. Ele é grandemente o resultado do planejamento sagaz e do gradualismo paciente.

Já que todos os comunistas e seus patrões Internos estão movendo uma luta constante pelo socialismo, vamos definir o termo.  O socialismo geralmente é definido como a propriedade e/ou controle do governo sobre os meios básicos de produção e distribuição de bens e serviços. Quando analisado, isto significa que o governo controla tudo, inclusive você. Todos os controles são controles de pessoas. Se o governo controla estas áreas, ele pode eventualmente fazer exatamente como Marx estabeleceu fazer – destruir o direito da propriedade privada, eliminar a família e dizimar a religião.

Estamos sendo socializados na América e todo mundo sabe disso. Se nós tivéssemos a possibilidade de sentarmo-nos e tomarmos uma xícara de café com o homem na rua que tem sido entrevistado, ele poderia dizer: “Você sabe, a única coisa que nunca entendi é porque todas essas pessoas muito, muito ricas como os Kennedys, os Fords, os Rockefellers e outros são a favor do socialismo. Porque os super ricos são a favor do socialismo? Eles não são aqueles que tem mais a perder? Dou uma olhada em minha conta bancária e a comparo com a de Nelson Rockefeller e me parece engraçado eu ser contra o socialismo e ele estar o promovendo”. Isto é engraçado? Na realidade, há uma vasta diferença entre o que os promotores definem como socialismo e o que na verdade eles praticam. A idéia de que o socialismo seja um programa de divisão de riqueza é estritamente um jogo de confiança para fazer o  povo render a sua liberdade ao todo poderoso governo coletivista. Enquanto os Internos nos dizem que estamos construindo um paraíso na Terra, quando na realidade costruimos uma prisão para nós mesmos.

Não lhe parece estranho que alguns dos indivíduos que empurram fortemente o socialismo tenham sua própria riqueza pessoal protegida em trust de família e fundações isentas de impostos? Homens como Rockefeller, Ford e Kennedy estão em cada programa socialista conhecido pelo homem que aumentará seus impostos. Ainda que eles paguem pouco, se é que pagam alguma coisa, dos impostos.  Um artigo publicado pela “North American Newspaper Alliance” em agosto de 1967 conta como os Rockefellers pagam praticamente nenhum imposto sobre a renda, a despeito de sua vasta riqueza. O artigo revela que um dos Rockefellers pagou o grande total de 685 dólares de imposto de renda durante um ano recente. Os  Kennedys tem seu Chicago Merchandise Mart, suas mansões, iates, aviões, etc., todos de propriedade de sua miríade de fundações e trusts de família. Os impostos são para os peões! Ainda que hipócritas como  Rockefeller, Ford e Kennedy se apresentem como grandes campeões dos oprimidos. Se eles realmente estivessem preocupados com o pobre, muito mais que usar o socialismo como meio de obter poder político pessoal, eles se desvestiriam de suas próprias fortunas. Não há lei que evite que eles abram mão de suas próprias fortunas para eliminação da pobreza. Estes homens não deveriam dar o exemplo? E praticar o que eles pregam? Se eles advogam a partilha das riquezas, eles não devem começar com a deles próprios  ao invés do que com os bens da classe média que paga quase todos os impostos? Porque Nelson Rockefeller e Henry Ford II não abrem mão de sua riqueza, retendo apenas o suficiente para se colocarem na média nacional? Você pode imaginar Teddy Kennedy abrindo mão de sua mansão, avião e iate e se mudando para uma casa de 25.000 dólares com uma hipoteca de 20.000 dólares como o resto de nós?

Geralmente nos é dito que esta claque dos super ricos é socialista porque eles tem um complexo de culpa com a riqueza que ganharam e não conquistaram. Novamente, eles podem aliviar estes supostos complexos de culpa simplesmente ao se desvestirem de sua riqueza não conquistada. Há sem dúvida muitos bons fazedores de fortuna que tem recebido um complexo de culpa pelos seus professores da universidade, mas isto não explica as ações de Internos como os Rockefellers, Fords ou Kennedys. Todas as ações deles os traem como buscadores do poder.

Mas os Kennedys, Rockefellers e seus confederados super-ricos não estão sendo hipócritas ao advogarem o socialismo. Pode parecer ser uma contradição para os super ricos trabalharem para o socialismo e a destruição do livre empreendimento, mas na realidade não é.

O nosso problema é que a maioria de nós acredita que o socialismo seja o que os socialistas querem que nós acreditemos – um programa de partilha da riqueza. Esta é a teoria. Mas como isso funciona? Vamos examinar os únicos países socialistas segundo a definição socialista da palavra no mundo hoje. Estes são países comunistas. Os próprios comunistas se referem a estes países socialistas como União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Aqui na realidade do socialismo, você tem uma pequenina claque oligárquica no topo, geralmente somando não mais de 3% da população total, controlando a riqueza total, a produção total e as próprias vidas dos restantes 97%. Certamente até mesmo o mais ingênuo percebe que Mr. Brezhnev não vive como um dos pobres camponeses das grandes estepes russas. Mas, segundo a teoria socialista, ele supostamente faz exatamente isso!

Se alguém entende que o socialismo não é um programa de partilha de riquezas, mas na realidade um método para consolidar e controlar a riqueza, então o aparente paradoxo dos homens super ricos promoverem o socialismo deixa de ser um paradoxo. De fato, tudo se torna lógico, até mesmo o instrumento perfeito dos megalomaníacos buscadores do poder. O comunismo, ou mais acuradamente, o socialismo, não é um movimento das massas oprimidas, mas da elite econômica. O plano dos Internos conspiradores então é socializar os EUA e não comuniza-lo.

Como isto é para ser realizado? O Mapa 3 mostra a estrutura do nosso governo como estabelecido pelos nossos Pais Fundadores. A Constituição do poder governamental fracionado e subdividido em todo meio possível. Os Pais Fundadores acreditavam que cada ramo do governo, seja ele federal, estadual ou municipal seria ciumento de seus próprios poderes e nunca os cederiam a um governo centralizado. Também, muitas fases de nossas vidas (tais como a caridade e a educação) seriam colocadas totalmente, ou quase totalmente, fora das garras dos políticos. Sob um tal sistema você não teria uma ditadura. Para ter uma ditadura devemos ter um único ramo mantendo a maioria das rédeas do poder. Uma vez você tenha isso, a ditadura é inevitável.

Mapas

República Constitucional
Governo Federal
Governos Estaduais
trabalho Finanças Negócios Executivo Legislativo Judiciário Cidade Condado Caridade Polícia Educação

Socialismo Democrático
EXECUTIVO
trabalho Finanças Negócios Legislativo Judiciário Estados Condados Cidades  Caridade Polícia Educação

Uma ditadura era impossível em nossa República porque o poder era amplamente difuso. Hoje, na medida em que nos aproximamos do Socialismo Democrático, todo poder está sendo centralizado no ápice do ramo Executivo do governo federal. Esta concentração de poder torna inevitável uma ditadura. Aqueles que indiretamente controlam o Presidente ganham o controle virtual do país inteiro.

O filósofo inglês Thomas Hobbes notou: “A liberdade é o governo dividido em pequenos fragmentos”  Woodrow Wilson, antes de se tornar um instrumento dos Internos, observou: “Esta história da liberdade é uma história de limitações do poder governamental, não do aumento dele.” E o historiador inglês Lord Acton comentou: “O poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente.” Até mesmo embora estes homens viveram depois que a nossa Constituição foi escrita, nossos antepassados entendiam estes princípios completamente.

Mas o que está acontecendo hoje? Na medida em que nos movemos para a esquerda ao longo do espectro político na direção do socialismo, todas as rédeas do poder estão sendo centralizadas no ramo executivo do governo federal. Muito disso está sendo feito ao comprar com a legislação ou com “livres” garantias federais todas as outras entidades. O dinheiro é usado como isca e o anzol é o controle federal. A Suprema Côrte tem determinado, e neste caso muito logicamente, que isto dificilmente é falta do devido processo do governo de regular o que ele subsidia.”

Se você e sua claque quisessem o controle sobre os EUA, seria impossível tomar cada prefeitura, assento de condado e câmara estadual. Você deve querer todo o poder vestido no ápice do ramo executivo do governo federal. Então você tem apenas um homem para controlar o inteiro negócio. Se você quisesse controlar a manufatura nacional, o comércio, as finanças, os transportes e os recursos naturais, você precisaria apenas controlar o ápice, o pináculo do poder, de um governo socialista todo poderoso. Então você teria um monopólio e poderia expulsar todos os seus competidores. Se você quisesse um monopólio nacional você teria que controlar o governo nacional socialista. Se você quisese um monopólio mundial, você deve controlar o governo mundial socialista. Isto é do que se trata todo esse jogo, comunismo, que não é um movimento das massas oprimidas mas um movimento criado, manipulado e usado pelos bilionários que buscam o poder para ganhar o controle sobre o mundo inteiro primeiro estabelecendo governos socialistas em várias nações e então consolidando-os todos por uma “Grande União” em um super Estado mundial todo poderoso de tipo socialista, possivelmente sob os auspícios da ONU. O equilíbrio deste livro sublinhará exatamente como eles tem usado o comunismo para se aproximar de sua meta.

3. OS MANIPULADORES DO DINHEIRO

Muitos professores de história das universidades fazem suas acusações que os livros que estarão usando nas classes de aula são ‘objetivos”. Mas pare e se pegunte: É possível escrever um livro de história sem um particular ponto de vista? Há bilhões de eventos, que ocorrem no mundo a cada dia. Pensar em escrever uma história completa de uma nação cobrindo cada ano é absolutamente impossível.

Não apenas a habilidade do historiador em escrever uma história objetiva está limitada pelo amplo volume de acontecimentos, mas pelo fato que muitos dos acontecimentos mais importantes nunca aparecem nos papéis ou até mesmo nas memórias de alguém. As decisões alcançadas pelos “Grandes Garotos” em salas cheias de fumaça não são relatadas nem mesmo no New York Times, que ostensivamente relata todas as notícias que se adequam a serem impressas.

Para construir seu caso, um historiador deve selecionar um número minúsculo de fatos de um número limitado do que é conhecido se ele não quer ter uma teoria; como ele separa os fatos importantes dos restantes? Como tem ressaltado o Professor Stuart Crane, isto é o motivo pelo qual cada livro prova a teoria do autor. Mas nenhum livro é objetivo. E este livro não é objetivo [os revisores liberais devem ter uma caneta citando o que está fora de contexto]. A informação nese livro é verdadeira, mas o livro não é objetivo. Temos selecionado cuidadosamente os fatos para provar o nosso caso. Acreditamos que a maioria dos outros historiadores tem se focalizado no panorama, e ignorado o que é mais importante: a carta, o menino e o burro.

A maioria dos fatos que estamos apresentando são prontamente verificáveis em qualquer grande biblioteca. Mas nós é que temos arranjado esses fatos na ordem em que eles mais acuradamente revelem seus verdadeiro significado na história. Estes são fatos que a Instituição não quer que você saiba.

Você já teve a experiência de andar por dois terços de um filme de mistério?  É confuso não é? Toda a evidência faz parecer que o mordomo seja o assassino, mas nas cenas finais, você descobre, surpreendentemente, que foi a esposa do homem o tempo todo. Você tem que ficar e ver o início do filme. Então todas as peças ficam no lugar certo e tudo faz sentido.

Esta situação é muito similar aquela em que milhões de americanos se encontram hoje. Eles estão confusos pelos acontecimentos atuais no país. Eles estão como no filme, por assim dizer, indo para sua conclusão. A porção anterior do mistério é necessária para fazer a coisa inteira compreensível. [realmente, não estamos na verdade começando do início, mas estamos indo longe o bastante para dar significado aos acontecimentos de hoje.)

Para entender a conspiração é necessário ter algum conhecimento rudimentar do sistema bancário e, em particular, dos banqueiros internacionais. Conquanto seria uma super simplificação atribuir a inteira conspiração aos banqueiros internacionais, não obstante eles desempenhem um papel chave. Pensar da conspiração como uma mão na qual em um dedo estão os banqueiros internacionais, em outros as fundações, o movimento anti-religioso, o socialismo fabiano e o comunismo. Mas era sobre os banqueiros internacionais que o Professor Quigley estava falando quando ele foi citado anteriormente ao afirmar que a meta deles era nada menos que o controle do mundo por meio das finanças.

Onde os governos obtêm as enormes somas de dinheiro que eles precisam? A maioria, com certeza, vem dos impostos, mas os governos frequentemente gastam mais do que eles voluntáriamente impõem como impostos e desta forma são forçados a tomarem empréstimos. O nosso débito nacional agora é de 445 bilhões de dólares e cada centavo disso foi tomado emprestado com juros de alguém.

O público é levado a acreditar que o nosso governo toma emprestado de pessoas por meio de laços de poupança. Realmente, somente a menor percentagem do débito nacional é mantido por indivíduos dessa forma. A maioria dos laços do governo, exceto aqueles de propriedade do próprio governo por meio e seus fundos de trust, são mantidos por vastas firmas bancárias conhecidas como bancos internacionais.

Por séculos tem havido o grande dinheiro a ser feito pelos banqueiros internacionais ao financiar os governos e os reis. Tais operadores são enfrentados, todavia, com certos problemas espinhosos. Sabemos que as menores operações bancárias se protegem ao tomar um colateral, mas que tipo de colateral você pode obter de um governo ou rei? Que tal se o banqueiro viesse receber e o rei dissesse “corto sua cabeça”? O processo pelo qual alguém coleta uma dívida de um governo ou monarca não é um assunto ensinado nas escolas de negócios de nossas universidades, e a maioria de nós nunca tem estado no negócio de financiar reis – e então assim não tem dado ao problema muito pensamento. Mas há um negócio de financiar reis e aqueles que podem assegurar que a coleta seja de fato lucrativa.

O Professor de Economia Stuart Crane nota que há dois meios usados para coletarizar empréstimos aos governos e reis. Seja qual for a firma de negócios que empreste o grande dinheiro seu credor obtém uma voz no gerenciamento para proteger seu investimento. Como um negócio, nenhum governo pode tomar emprestado o grande dinheiro a menos que seja voluntário a entregar ao credor alguma medida de soberania como um colateral. Certamente os banqueiros internacionais que tem emprestado centenas de bilhões de dólares para os governos trabalham ao redor de um comando considerável de influência nas políticas de tais governos.

Mas a vantagem máxima que o credor tem sobre um rei ou presidente é que se o governante sair da linha o banqueiro pode financiar seu inimigo ou rival. Portanto, se você quer ficar no lucrativo negócio de financiar reis, é sábio ter um inimigo ou rival esperando nas asas para destronar cada rei ou presidente para quem você emprestou. Se o  rei não tem um inimigo, você deve criar-lhe um.

Proeminente no desempenho dese jogo foi a Casa de Rothschild. Seu fundador, Meyer Amschel Rothschild (1743-1812) de Frankfurt, Alemanha, manteve um de seus cinco filhos em casa para dirigir o banco de Frankfurt e enviou os outros para Londres, Paris, Viena e Nápoles. Os Rothschilds se tornaram incrivelmente ricos durante o século XIX ao financiar governos que lutavam uns contra outros. Segundo o Professor Stuart Crane:

“Se você procurar de volta em cada guerra na Europa durante o século XIX, você verá que elas sempre terminaram com o estabelecimento de um “equilíbrio de poder”. Com cada reembaralhamento havido no equilíbrio do poder em um novo agrupamento ao redor da Casa de Rothschild na Inglaterra, França ou  Áustria. Eles agrupavam nações de forma que quando qualquer rei saisse da linha, uma guerra se iniciaria e a guerra seria decidida pelo meio como foi o fianciamento. A pesquisa das posições de débitos das nações guerreiras geralmente indicariam quem era para ser punido. ”

Ao descrever as características dos Rothschilds e as de outros maiores banqueiros internacionais, o  Dr. Quigley nos conta que eles permaneceram diferentes dos banqueiros comuns de vários modos; eles eram cosmopolitanos e internacionais. Eles eram próximos de governos e estavam particularmente interessados nos débitos do governo, incluindo os débitos externos do governo; estes banqueiros vieram a ser chamados banqueiros internacionais. (Quigley, Tragedy and Hope, p.52)

Uma maior razão para o blecaute histórico sobre o papel dos banqueiros internacionais na história política é que os Rothschilds são judeus. E os anti-semitas tem atado as mãos da conspiração para retratar a inteira conspiração como sendo judia. Nada pode estar mais longe da verdade. As tradicionais instituições bancárias anglo-saxônicas J. P. Morgan e Rockefeller tem desempenhado um papel chave na conspiração. Mas não há como negar a importância dos Rothschilds e seus satélites. Contudo, tanto é não razoável como imoral culpar todos os judeus dos crimes dos Rothschilds como igualmente o é atribuir aos batistas todos os crimes dos Rockefellers.

Os membros judaicos da conspiração tem usado uma organização chamada Liga Anti-Difamação como um instrumento para tentar convencer todo mundo que qualquer menção aos Rothschilds ou seus aliados seja um ataque a todos os judeus. Deste modo eles tem impedido quase toda erudição honesta sobre os banqueiros internacionais e tornado o assunto tabu dentro das universidades.

Qualquer indivíduo ou livro explorando esse assunto é imediatamente atacado por centenas de comitês da Liga Anti-Difamação por todo o país. A Liga Anti-Difamação nunca permitiu que a verdade ou lógica interferisse com seus negócios altamente profissionais. Quando nenhuma evidência é aparente, a Liga Anti-Difamação que claramente se opôs ao chamado “McCarthyismo,” acusa as pessoas de serem latentes anti-semitas. Você pode imaginar como eles gritariam se alguém os acusasse de serem latentes comunistas?

Realmente, ninguém tem o direito de ficar mais zangado com a claque dos Rothschild do que o povo judeu. Os Warburgs, parte do império Rothschild, ajudaram a financiar Adolph Hitler. Havia poucos, se algum, dos Rothschilds ou dos Warburgs nos campos de prisioneiros nazistas! Eles durante a guerra ficaram em luxuosos hotéis em Paris ou emigram para os EUA ou Inglaterra. Como um grupo, os judeus tem sofrido principalmente nas mãos destes buscadores de poder. Um Rothschild tem muito mais em comum com um Rockefeller do que ele tem com um alfaiate de Budapest ou do Bronx.

Já que a mera chave dos impérios dos banqueiros internacionais tem sido os laços de governo, tem sido do interesse desses banqueiros encorajar a dívida do governo. Quanto mais alta a dívida, maior o juro. Nada dirige um governo tão profundamente para a dívida que uma guerra. E não tem sido uma prática não usual entre os banqueiros internacionais financiarem ambos os lados dos mais sangrentos conflitos militares. Por exemplo, durante a nossa Guerra Civil o Norte foi financiado pelos Rothschilds através do agente americano deles, August Belmont, e um Sul por meio dos Erlangers, parentes dos Rothschild .

Mas conquanto guerras e revoluções tem sido úteis para os banqueiros internacionais para ganhar ou aumentar o controle sobre os governos, a chave de tal controle tem sempre sido o controle do dinheiro. Você pode controlar um governo  se você o tem em dívida; um credor está em posição de exigir privilégios de monopólio da soberania. Os governos que buscam o dinheiro tem garantido monopólios no banco estatal, recursos naturais, concessões de petróleo e transporte. Contudo, o monopólio que os banqueiros internacionais mais ambicionam é o de controlar o dinheiro do país.

Eventualmente estes banqueiros internacionais realmente possuem como corporações particulares os bancos centrais de várias nações européias. O Banco da Inglaterra, o Banco da França e o Banco da Alemanha não são de propriedade de seus próprios governos, como quase todo mundo imagina, mas são monopólios de propriedade privada garantidos por chefes de Estado, geralmente em troca de empréstimos. Sob este sistema, observou Reginald McKenna, Presidente do Midlands Bank da Inglaterra: “Aqueles que criam e publicam o dinheiro e a publicação do dinheiro e do crédito dirigem as políticas do governo e mantém em suas mãos o destino das pessoas”. Uma vez um governo esteja em débito com os banqueiros ele está a mercê deles. Um exemplo assustador foi citado pelo London Financial Times de 26 de setembro de 1921, que revelou até mesmo naquele tempo:

“Meia dúzia de homens no topo de Cinco Grandes Bancos podem desapontar o inteiro tecido das finanças do governo ao refrea-lo de renovar os Bonus do Tesouro.”

Todos aqueles que tem desejado o controle ditatorial sobre as nações modernas tem entendido a necessidade de um banco central. Quando a Liga dos Homens Justos contratou um golpista revolucionário chamado Karl Marx para escrever um anteprojeto para a conquista chamado Manifesto Comunista, a quinta plataforma lê: “A centralização do crédito nas mãos do Estado, por meios de um banco Estatal com um capital Estatal e um monopólio exclusivo”. Lenin mais tarde disse que a Instituição de um Banco Central era 90% da comunização de um país. Tais conspiradores sabiam que você não podem tomar o controle de uma nação sem a força militar a menos que a nação tenha um Banco Central pelo qual você possa controlar sua economia. O anarquista Bakunin sarcasticamente ressaltou sobre os seguidores de Karl Marx: “Eles tem um pé no banco e um pé no movimento socialista”.

Os financiadores internacionais criaram seu próprio homem de frente a cargo de cada Banco Central da Europa. O Professor Quigley relata:

“Não deve ser sentido que estas cabeças de chefes de Bancos Centrais mundiais sejam elas próprias poderes substantivos nas finanças mundiais. Eles não eram. Muitos mais, eles eram os técnicos e agentes dos dominantes banqueiros de investimento de seus próprios países, que os tem elevado e eram prontamente capazes de os destronarem. Os substantivos poderes financeiros do mundo estavam nas mãos destes banqueiros de investimentos [também chamado de internacionais ou banqueiros mercantis] que permaneceram grandemente por trás das cenas em seus próprios bancos particulares e não incorporados. Estes formaram um sistema de cooperação internacional e dominância nacional que foi mais particular, mais poderosa e mas secreta do que aquela de seus agentes nos bancos centrais.”  (Quigley, op. cit., pp.326-7.)

Dr. Quigley também revela que os banqueiros internacionais que possuiam e controlavam os Bancos da Inglaterra e da França mantiveram seu poder até mesmo depois que estes bancos foram teoricamente socializados.

Naturalmente aqueles que controlavam os bancos centrais na Europa estavam ávidos para começarem a apressar uma instituição similar nos EUA. Desde os dias mais iniciais, os Pais Fundadores tinham estado cientes das tentativas de controlar a América por meio da manipulação do dinheiro e eles realizaram uma batalha com os banqueiros internacionais. Thomas Jefferson escreveu a John Adams: “Sinceramente acredito, com você, que as instituições bancárias são mais perigosas do que os exércitos em posição.”

Mas até mesmo embora a América não tivesse tido um banco central depois que o Presidente Jackson o aboliu em 1836, os financiadores europeus e seus agentes americanos manipularam para obter uma grande quantidade de controle sobre o nosso sistema monetário. Gustavus Myers, em seu livro “History of The Great American Fortunes”, revela:

“Sob a superfície, os Rothschilds por muito tempo tiveram uma poderosa influência em ditar as leis financeiras americanas. Os registros de leis mostram que eles eram poderes no velho Banco dos EUA [abolido por Andrew Jackson].”

Durante o século XIX, os principais financiadores do Leste metropolitano frequentemente cortaram as gargantas uns dos outros, mas na medida em que suas vítimas ocidentais e rurais começaram a se organizar politicamente, os “barões do roubo” viram que eles tinham uma “comunidade de interesse” na direção da qual eles deviam trabalhar juntos para se protegerem de milhares de fazendeiros irados e competidores que subiam e apareciam. Esta difusão do poder econômico foi um dos principais fatores no estímulo das demandas por um Banco Central pelos futuros monopolistas financeiros e de negócios.

Nos anos de “Plunder Proctor” Hansl escreve sobre esta era:

“Entre os Morgans, Kuhn-Loebs e outros pilares similares da ordem industrial havia menos disposição em se tornar envolvidos em desacordos que levassem ao deslocamento financeiro. Uma comunidade de interesse veio a existência, com resultados que foram altamente benéficos.”

Mas exceto dos maiores centros do Leste, a maioria dos banqueiros americanos e seus clientes ainda não confiavam no conceito inteiro.

Em ordem de mostrar as terras remotas que eles iriam necesitar de um sistema de banco central, os banqueiros internacionais criaram uma série de pânicos como uma demonstração de seu poder e um aviso do que poderia acontecer a menos que o resto dos banqueiros entrassem na linha. O homem a cargo de conduzir estas lições era J. Pierpont-Morgan, nascido americano e educado na Inglaterra e na Alemanha. Morgan é referido por muitos, incluindo pelo congressista Louis McFadden, (um banqueiro que por dez anos chefiou o Comitê de Bancos e Moeda da Câmara], como o principal agente americano dos ingleses Rothschilds.

Pela virada do século J. P. Morgan já tinha uma velha mão em criar pânicos artificiais. Tais casos eram bem coordenados. O Senador Robert Owen, um co-autor do Ato do Federal Reserve, (que mais tarde lamentou profundamente seu papel), testemunhou diante de um Comitê do Congresso que o banco que ele possuia recebeu da Associação dos Banqueiros Nacionais o que veio a ser conhecido como “A Circular do Pânico de 1893.” Ele declarou: “Você deverá retirar um terço de sua circulação e pedir metade de seus empréstimos”

O historiador Frederick Lewis Allen conta na revista Life de 25 de abril de 1949, do papel de Morgan na disseminação de rumores do “Knickerbocker Bank and The Trust Company of America”, cujos rumores desencadearam o pânico de 1907. Em resposta a pergunta: “O Morgan precipitou o pânico?”  Allen relata:

“Oakleigh Thorne, o presidente de uma companhia particular trust, testemunhou mais tarde diante de um comitê do congresso que o banco dele tinha sido submetido a apenas retiradas moderadas, que ele não havia se candidatado a ajuda, e que foi apenas o “ponto dolorido” da declaração de Morgan  que tinha causado a corrida ao banco dele. Por estes testemunho, mais as medidas disciplinares tomadas pela Clearing House contra os bancos de Heinze, Morse e Thomas, mais outros fragmentos de evidência supostamente pertinentes, certos cronistas tem chegado a engenhosa conclusão que os interesses de Morgan tiraram vantagem das condições incertas durante o outono de 1907 para precipitar o pânico, o guiando astuciosamente na medida em que ele progredia de forma a matar os bancos rivais e consolidar a proeminência dos bancos dentro da órbita de Morgan”.

O “pânico” que Morgan tinha criado, ele continuou a terminar praticamente sozinho. Ele tinha estabelecido o ponto dele. Frederick Allen explica:

“A lição do pânico de 1907 foi clara, embora não por alguns seis anos ele foi destinado a ser expressado na legislação; Os EUA gravemente precisavam de um sistema central bancário.”

O homem que era para desempenhar a parte mais significativa em fornecer a América o Banco Central foi  Paul Warburg, que junto com seu irmão Felix tinha imigrado para os EUA da Alemanha em 1902. (veja mapa 4.) Eles deixaram o irmão Max (mais tarde o maior financiador da Revolução russa) em casa em Frankfurt para dirigir o banco da família (M. N. Warburg & Company).

Paul Warburg se casou com Nina Loeb, filha de Solomon Loeb de “Kuhn, Loeb and Company”, a mais poderosa firma bancária internacional da América. O irmão  Felix se casou com Frieda Schiff, filha de Jacob Schiff, o poder governante por trás de “Kuhn, Loeb”. Stephen Birmingham escreve em seu livro de autoridade “Our Crowd”: “No século XVIII os  Schiffs e os Rothschilds partilhavam uma casa dupla” em Frankfurt. Schiff relatadamente comprou sua parceiria em Kuhn, Loeb com o dinheiro de Rothschild.

Paul e Felix Warburg se tornaram sócios na “Kuhn, Loeb and Company”.

Em 1907, o ano do pânico precipitado por Morgan, Paul Warburg começou a passar quase todo o seu tempo escrevendo e palestrando sobre a necessidade de uma “reforma bancária”. ” Kuhn, Loeb and Company” estava superficialmente estimulada pelo público sobre o assunto para mante-lo com um salário de 500.000 dólares por ano enquanto nos seguintes seis anos ele doava seu tempo para o ‘bem público”.

Trabalhando com Warburg na promoção dessa “reforma bancária” estava Nelson Aldrich, conhecido como “o corretor da bolsa de Morgan no Senado.” A irmã de Aldrich, Abby, se casou com John D. Rockefeller Jr. [o atual governador de New York recebeu o nome de seu avô materno]

Mapa 4

FEDERAL RESERVE

Nina Loeb  PauI Warburg  Max Warburg

Kuhn, Loeb & Co.     Ilha Jekyl

Felix Warburg  Nelson Aldrich

Freida Schiff  Frank Vanderlip

Henry Davison

Jacob Schiff  “Colonial” House  Piatt Andrew

Benjamin Strong

Woodrow Wilson

Depois do pânico de 1907, Aldrich foi indicado pelo Senado como chefe da Comissão Monetária Nacional. Embora ele não tivese qualquer conhecimento técnico de banco, Aldrich e seu séquito passaram quase dois anos e 300.000 dólares do dinheiro dos contribuintes bebendo vinho e jantando com os proprietários dos bancos centrais da Europa na medida em que viajavam pelo continente “estudando’ os bancos centrais. Quando a comissão voltou de seu luxuoso festejo ela não realizou encontros e nem fez relatórios por quase dois anos. Mas o Senador Aldrich estava ocupado arranjando as coisas. Junto com Paul Warburg e outros banqueiros internacionais, ele programou um dos encontros mais secretos na história dos EUA. O Rockefeller e o agente Frank Vanderlip admitiram muitos anos mais tarde nas memórias deles:

“A despeito de minhas opiniões sobre o valor para a sociedade de maior publicidade dos negócios das corporações, houve uma ocasião, perto de 1910, quando fui sigiloso, de fato furtivo, como qualquer conspirador. Não sinto isto seja qualquer exagero ao falar de nossa expedição secreta às Ilhas Jekyl na ocasião da atual concepção do que eventualmente veio a ser o Sistema Federal Reserve.”

Este sigilo foi bem garantido. Em jogo estava o controle da economia inteira. O Senador Aldrich tinha publicado convites confidenciais para Henry P. Davison da J. P. Morgan & Company; Frank A. Vanderlip, Presidente do National City Bank de propriedade de Rockefeller; A. Piatt Andrew, Secretário Assistente do Tesouro; Benjamin Strong da Bankers Trust Company de Morgan; e Paul Warburg. Todos eles o acompanharam as Ilhas Jekyl, Georgia, para escreverem as recomendações finais do relatório da Comissão Monetária Nacional.

Na Ilha Jekyl, escreve B. C. Forbes em seu livro “Men Who Are Making America”:

“Depois de uma discussão geral foi decidido rascunhar certos amplos princípios com os quais todos concordavam. Cada membro do grupo votou por um banco central como sendo a ideal pedra fundamental para qualquer sistema bancário” (Page 399)

Warburg ressaltou que o nome “banco central” deveria ser evitado a todos os custos. Foi decidido promover o esquema como um sistema de “reserva regional” com quatro [mais tarde doze] ramos em diferentes seções do país. Os conspiradores sabiam que o Banco de New York dominaria o resto, que seriam “elefantes brancos” para enganar o público.

Fora do encontro da Ilha Jekyl ficou completo o relatório da Comissão Monetária e a Lei Aldrich. Warburg tinha proposto que a lei fosse chamada “Sistema Federal Reserve”, mas Aldrich insistiu que seu próprio nome já estava associado na mente do público com a reforma bancária e que levantaria suspeita se uma lei fosse introduzida e não levasse seu nome. Contudo, o nome de Aldrich anexo a esta lei provou ser o beijo da morte, já que qualquer lei levando seu nome obviamente era um projeto dos banqueiros internacionais.

Quando a Lei Aldrich não pôde ser aprovada pelo congresso, uma nova estratégia tinha que ser divisada. O Partido Republicano estava tão estreitamente ligado a Wall Street. A única esperança para um banco central era disfarça-lo e te-lo apresentado pelos democratas como uma medida de despir Wall Street de seu poder. A oportunidade de fazer isso veio com a aproximação da eleição presidencial de 1912. O presidente republicano William Howard Taft, que tinha sido contrário a Lei Aldrich, parecia uma aposta segura para reeleição até que o predecessor de Taft, o republicano Teddy Roosevelt, concordou em concorrer pelo Partido Progressivo. Em ” America’s 60 Families”, Ferdinand Lundberg reconhece:

“Tão logo Roosevelt significou que novamente desafiaria Taft, a derrota do presidente era inevitável. Embora houvesse uma luta de três cantos [Taft-Roosevelt-Wilson] Roosevelt tinha [os agentes de Morgan Frank] Munsey e [George] Perkins constantemente em seus calcanhares, fornecendo dinheiro, indo a suas palestras [falas], trazendo as pessoas de Wall Street para ajudar, e, em geral, levando o inteiro fardo da campanha contra. Perkins e J. P. Morgan and Company eram em substância o Partido Progressivo; tudo o mais era enfeite. Em resumo, a maior parte dos fundos de campanha de Roosevelt foi fornecido pelos dois homens de Morgan que estavam querendo o escalpo de  Taft.” (Pp.110-112)

O candidato democrata, Woodrow Wilson, era igualmente propriedade de Morgan. Dr. Gabriel Kolko em seu “The Triumph of Conservatism”, relata: “Em 1907 ele [Wilson] apoiou a Lei Aldrich sobre os bancos, e estava cheio de orgulho do papel de Morgan na sociedade americana.” (Pagina 205) Segundo Lundberg: “Por quase 20 anos antes de sua nomeação Woodrow Wilson tinha se movido na sombra de Wall Street.” (Página 112)

Woodrow Wilson e Teddy Roosevelt realizaram a parada do apito pelo país tentando afastar o outro em floridas e hipócratas denúncias do “trust do dinheiro” de Wall Street – o mesmo grupo de Internos que estava financiando a campanha de ambos.

Dr. Kolko continua para nos dizer que, no início de 1912, a reforma bancária parecia um “assunto morto”. O movimento da reforma bancária tinha se isolado. Wilson ressucitou a matéria e prometeu ao país um sistema de dinheiro livre do domínio dos banqueiros internacionais de Wall Street. Sobretudo, a pataforma democrata expressamente afirmou: “Somos opostos ao plano Aldrich para um banco central.” Mas os ‘Grandes Garotos” sabiam o que eles haviam comprado. Entre os financiadores internacionais que contribuiram pesadamente para a campanha de Wilson, além daqueles já nomeados, estavam Jacob Schiff, Bernard Baruch, Henry Morgenthau, Thomas Fortune Ryan, e o publicante do New York Times, Adolph Ochs

Os cães de guarda dos Internos que controlavam Wilson e guiavam o programa pelo Congresso era o misterioso Coronel Edward Mandel House, o educado filho britânico de um representante dos interesses financeiros ingleses na América do Sul. O título era honorário; House nunca serviu como militar. Ele era estritamente o puxador dos fios por trás das cenas e é visto por muitos historiadores como o real presidente dos EUA durante os anos de Wilson. House autorou um livro, “Philip Dru: Administrator”, no que ele escreveu sobre estabelecer o “socialismo como sonhado por Karl Marx” Como passos na direção de sua meta, House, tanto em seu livro quanto na vida real, pedia pela passagem de uma graduada taxa sobre a renda e um banco central fornecendo “uma moeda flexível” [ínflável]. O graduado imposto sobre a renda e um banco central eram duas das dez plataformas do Manifesto Comunista.

Em seus ‘The intimate Papers do Coronel House1, o Professor Charles Seymour se refere ao “Coronel” como ‘o invisível anjo guardião” do Ato do Federal Reserve. O trabalho de Seymour contém numerosos documentos e registros mostrando o contacto constante entre House e Paul Warburg enquanto o Ato do Federal Reserve estava sendo preparado e pilotado através do congresso. O biógrafo George Viereck nos asegura que  “os Schiffs, os Warburgs, os Kahns, os Rockefellers, e os Morgans colocaram sua fé em House”. A fé deles foi amplamente recompensada.

Para apoiar a ficção e que o Ato do Federal Resere era uma “lei do povo”, os financiadores internos colocaram uma tela de fumaça de oposição a isso. Este foi exatamene o caso de Br’er Rabbit suplicando não ser derrubado no caminho de Briar. Aldrich e Vanderlip denunciaram que na realidade era sua própria lei. Quase 25 anos depois Frank Vanderlip admitiu: “Agora embora o Plano do Federal Reserve de Aldrich tenha sido derrotado quando levou o nome de Aldrich, não obstante é essencial ressaltar que tudo no plano foi finalmente adotado.”

Tirando vantagem do desenho do Congresso se suspender para o Natal, o Ato do Federal Reserve foi aprovado em 22 de dezembro de 1913 pela votação de 298 contra 60 na Câmara, e no Senado por uma maioria de 43 contra 25. Wilson tinha cumprido a vontade dos Internos em retribuição a te-lo feito presidente.  Warburg disse a House, “Bem, ele não tem bem tudo que queremos, mas a falta pode ser ajustada mais tarde pelo processo administrativo.”

Houve uma oposição genuina ao Ato mas ela não pôde se equiparar com o poder dos advogados da lei. O conservador Henry Cabot Lodge Sr. proclamou com grande previsão: “A lei como ele está me parece abrir caminhos a uma vasta inflação da moeda. Não gosto de pensar que qualquer lei possa ser aprovada que tornará possível submergir do padrão ouro em uma enchente de irremediável papel moeda” (Congressional Record, 10 de junho de 1932.) Depois do voto, o congressista Charles A. Lindbergh Sr., pai do famoso aviador, disse ao Congresso:

“Este ato estabelece o mais gigantesco trust na Terra. Quando o presidente assina este ato o governo invisível pelo poder do dinheiro, provado existir pela investigação do Trust do Dinheiro, será legalizado. Esta é a Lei Aldrich disfraçada. A nova lei criará a inflação seja quando for que os trusts queiram a inflação.”

O Ato do Federal Reserve era, e ainda é, visto como uma vitória da “democracia” sobre o “trust do dinheiro”. Nada pode estar mais longe da verdade.

O inteiro conceito de um banco central foi engenheirado pelo mesmo grupo que era suposto ser despido do poder. O mito de que o ‘trust do dinheiro” tinha sido desvestido devia ter sido explodido quando Paul Warburg foi indicado para a primeira diretoria do Federal Reserve – uma diretoria escolhida a dedo pelo Coronel House. Paul Warburg abriu mão de seu emprego de 500.000 dólares por ano com Kuhn, e o parceiro de Loeb pegou o emprego de 12.000 dólares por ano do Federal Reserve. Os acidentalistas que ensinam em nossas universidades querem nos fazer acreditar que ele fez isso porque era um cidadão “cheio de espírito púbico”. E o homem que serviu como presidente do Banco Feceral Reserve de New York durante seus anos críticos iniciais era o mesmo Benjamin Strong dos interesses de Morgan, que acompanhou Warburg, Davison, Vanderlip et al. a Ilha Jekyl, Georgia, para rascunhar a Lei Aldrich.

Quão poderoso é o nosso banco central? O Federal Reserve controla nosso suprimento de dinheiro e taxas de juros, e portanto manipula a inteira economia criando inflação ou deflação, recessão ou explosão, e enviando o mercado de ações para cima e para baixo a vontade dele. O Federal Reserve é tão poderoso que o congressista Wright Patman, presidente do Comitê de Bancos da Câmara, sustenta:

“Hoje nos EUA de fato temos dois governos: temos o governo legalmente constituído e temos um governo independente, não controlado e não coordenado no Sistema do Federal Reserve, operando os poderes do dinheiro que são reservados ao Congresso pela Constituição”.

Nem Presidentes, Congressistas ou Secretários de Tesouro dirigem o Federal Reserve! Em assuntos de dinheiro, o Federal Reserve os dirige! O poder não controlado do Federal Reserve foi admitido pelo Secretário do Tesouro David M. Kennedy em uma entrevista de 5 de maio de 1969, da publicação do U.S. News & World Report:

“P. Você aprova os mais recentes movimentos estreitadores do crédito?

R. Não é meu trabalho aprovar ou desaprovar. Esta é uma ação do Federal Reserve.”

O Prof. Carroll Quigley das Universidades de Harvard, Princeton e Georgetown escreveu um livro revelando o plano dos banqueiros internacionais de controlar o mundo por trás das cenas políticas e financeiras.  Quigley revelou os planos dos bilionários de estabelecerem uma ditadura dos super ricos disfarçada em democracias de trabalhadores.

J. P. Morgan criou o pânico artificial usado como uma desculpa para aprovar o Ato do Federal Reserve. Morgan foi instrumental em empurrar os EUA na primeira guerra mundial para proteger seus empréstimos ao governo britânico. Ele financiou grupos socialistas para criar um governo centralizado todo poderoso o qual os banqueiros internacionais controlariam no ápice por trás das cenas. Depois de sua morte, seus parceiros ajudaram a financiar a Revolução Bolchevista na Rússia.

E, bastante curiosamente, o Sistema do Federal Reserve nunca tem sido auditado e tem firmemente resistido a todas as tentativas do presidente do Comitê de Bancos da Câmara, Wright Patman, de audita-lo . (N. Y. Times, 14 de setembro de 1967.)

Quão bem sucedido tem sido o Sistema do Federal Reserve? Depende de seu ponto de vista. Desde que  Woodrow Wilson fez seu juramento presidencial, o débito nacional tem aumentado de 1 bilhão de dólares para 445 bilhões. A quantidade total de juros pagos desde então aos banqueiros internacionais que mantém o débito é surpreendente, com os juros tendo se tornado o terceiro maior item do orçamento federal. Os juros da dívida nacional são agora de 22 bilhões por ano, e sobem incessantemente na medida em que a inflação empurra para cima as taxas de juros das Obrigações do Tesouro. Enquanto isso, o nosso ouro é hipotecado aos bancos centrais europeus, e toda a nossa prata já foi vendida. Com a catástrofe econômica iminente, somente um discípulo cego da “teoria acidental da história’ pode acreditar que tudo isso tenha ocorrido por coincidência.

Quando o Sistema do Federal Reserve foi apressado sobre o incauto público americano, houve garantias absolutas que não haveriam mais ciclos econômicos de explosão e queima. Os homens que, por trás das cenas, estavam empurrando o conceito do banco central para os banqueiros internacionais fielmente prometeram que a partir de então só haveria um incessante crescimento e prosperidade perpétua. Contudo, o congressista Charies A. Lindberg Sr. acuradamente proclamou:

“A partir de agora as depressões serão cientificamente criadas.”

Usar um banco central para criar períodos alternados de inflação e deflação, e assim tomar a poupança do público para vastos lucros, tem sido trabalhado pelos banqueiros internacionais como ciência exata.

Tendo construido o Federal Reserve como uma ferramenta para consolidar e controlar a riqueza, os banqueiros intenacionais agora estavam prontos para fazerem sua maior matança. Entre 1923 e 1929, o Federal Reserve expandiu (inflou) o suprimento de dinheiro em 62%. Grande parte desse novo dinheiro foi usado em lance no mercado de ações a alturas estonteantes.

Ao mesmo tempo estas quantidades enormes de dinheiro de crédito estavam sendo feitas disponíveis, a media de massa começou as lendas sensacionalistas de instantâneas riquezas sendo feitas no mercado de ações.  Segundo Ferdinand Lundberg:

“Para que os lucros fossem feitos sobre estes fundos o  público tinha que ser induzido a especular, e assim era induzido pelas enganosas narrativas dos jornais, muitos deles comprados e pagos pelos corretores que operavam as bolsas”

As audiências sobre Estabilização do Poder de Compra do Dólar da Câmara revelaram a evidência em 1928 que a Diretoria do Federal Reserve estava trabalhando estreitamente com os chefes dos bancos centrais europeus. O Comitê advertiu que uma maior quebra tinha sido planejada em 1927. Em um almoço secreto da Diretoria do Federal Reserve e os chefes dos bancos centrais europeus, o comitê avisou, os banqueiros internacionais estavam estreitando as mangueiras.

Montagu Norman, Governador do Banco da Inglaterra, veio a Washington em 6 de feveireiro de 1929, para uma conferência com Andrew Mellon, Secretário do Tesouro. Em 11 de novembro de 1927, o Wall Street Journal descreveu Mr. Norman como “o ditador da moeda da Europa.” O Professor Carroll Quigley nota que Norman, um íntimo confidente de J. P. Morgan, admitiu: “Mantenho a hegemonia do mundo .” Imediatamente depois desta misteriosa visita, a diretoria do Federal Reserve reverteu sua política de dinheiro fácil e começou a elevar a taxa de desconto. O balão que havia sido inflado constantemente por quase sete anos estava prestes a explodir.

Em 24 de outubro, as penas atingiram o ventilador. Escrevendo nos Problemas Políticos e Monetários não Resolvidos dos EUA, William Bryan descreve o que aconteceu:

“Quando tudo estava pronto, os financiadores de New York começaram a chamar o corretor por 24 horas de chamar os empréstimos. Isto significava que os coretores de ações e seus clientes tinham que esvaziar suas ações no mercado para poderem pagar os empréstimos. Isto naturalmente desmoronou o mercado de ações e trouxe o colapso bancário por todo o país porque os bancos que não eram de propriedade da oligarquia estavam pesadamente envolvidos nas queixas de chamada dos corretores naquele tempo, e os bancos logo exauriram sua moeda e tiveram que fechar. O Sistema do Federal Reserve não veio na ajuda deles, embora eles fossem instruidos sob a lei a manter uma moeda elástica.’

O investimento público, incluindo a maioria dos corretores de ações e banqueiros, tiveram uma tremenda explosão com a quebra, mas não os Internos. Eles ou estavam fora do mercado ou tinha vendido “curto” de forma que eles tinham feito  lucros enormes na medida em que o Dow Jones desabava. Para aqueles que conheciam a contagem, um comentário de Paul Warburg tinha fornecido o aviso para vender. Este sinal veio em 9 de março de 1929, quando o Financial Chronical citou Warburg como dando seu claro aviso:

“Se as orgias da especulação irrestrita são permitidas se espalharem longe demais, o máximo colapso é certo, para trazer uma depressão geral envolvendo o país inteiro.”

Os argutos foram mais tarde capazes de recomprar estas ações com um desconto de 90% de suas alturas anteriores.

Pensar que a Quebra de 1929 cientificamente engenheirada foi um acidente ou o resultado da estupidez, desafia toda lógica. Os banqueiros internacionais que promoveram as políticas inflacionárias e empurraram a propaganda que bombeou o mercado de ações representaram gerações demais de especialização acumulada para ter cometido o erro estúpido da “Grande Depressão”.

O Congressista Louis McFadden, Presidente do Comitê de Bancos e Moeda da Câmara, comentou:

“Esta depressão não foi acidental. Isto foi uma ocorrência cuidadosamente preparada. Os banqueiros internacionais souberam trazer uma condição de desespero aqui de forma que eles pudessem emergir como governadores de todos nós”.

Embora não tenhamos tido uma outra depressão de tal magnitude como a de 1929, temos desde então sofrido recessões regulares. A cada uma delas tem se seguido um período no qual o Federal Reserve acelerou duramente o acelerador do dinheiro e então bateu nos freios. Desde 1929 as seguintes recessões tem sido criadas por tal manipulação:

1936-1937 – o preço das ações caiu 50%;

1948 – o preço das ações caiu 16%;

1953 – as ações declinaram 30%;

1956 – 1957 o mercado afundou 13%;

1957 – no final do ano o mercado afundou 19%;

1960 – o mercado esteve fora 17%;

1966 – o preço das ações despencou 25%;

1970 – o mercado caiu mais de 25%.

O mapa 5, baseado em um que apareceu em uma publicação financeira altamente respeitada, o indicador  Digest de 24 de junho de 1969, mostra os efeitos sobre a Média Industrial Dow-Jones das políticas do Federal Reserve de expandir ou restringir o suprimento monetário. Isto é como o mercado de ações é manipulado e como as depressões são cientificamente criadas. Se você tem conhecimento interno como de que meio a política do Federal Reserve está prestes a ir, você pode fazer uma tonelada de dinheiro.

Os membros da diretoria do Federal Reserve são indicados pelo presidente por termos de 14 anos. Já que estas posições controlem a inteira economia do país elas são muito mais importantes do que as posições no gabinete, mas quem tem ouvido de algum deles exceto possivelmente o presidente Arthur Burns? Estas indicações que devem ser extensamente debatidas pelo Senado são rotineiramente aprovados. Mas, aqui, como na Europa, estes homens são meros figurantes, colocados na posição deles em beneficío dos banqueiros internacionais que financiam a campanha presidencial de ambos partidos.

E, o Professor Quigley revela que estes banqueiros internacionais que possuiam e controlavam os Bancos da Inglaterra e da França mantiveram seu poder até mesmo depois que eses bancos foram teoricamente socializados. O sistema americano é ligeiramente diferente, mas o efeito líquido é o mesmo até mesmo no débito sempre crescente que exigem pagamentos de juros sempre crescentes também, a inflação e as depressões e recessões periódicas criadas cientificamente.

O resultado final, se os Internos tem o meio deles, será o sonho de Montagu Norman do Banco da Inglaterra ‘que a Hegemonia da Finança Internacional deve reinar suprema sobre todo mundo, em todos os lugares, como um mecanismo total de controle supra nacional.” (Montagu Norman por John Hargrave, Greystone Press, N.Y., 1942.)

4. FINANCIANDO A REVOLUÇÃO BOLCHEVISTA

A criação do sistema do Federal Reserve forneceu a ‘conspiração” um instrumento onde os banqueiros internacionais podem governar o débito nacional até o céu, portanto coletando enormes quantidades de juros e também ganhando controle sobre quem tomou o empréstimo. Apenas durante o governo de Wilson, o débito nacional se expandiu 800%.

Dois meses antes da aprovação do Ato do Federal Reserve, os conspiradores tinham criado o mecanismo de coletar os fundos para pagar os juros sobre a dívida nacional. Este mecanismo foi o imposto progressivo de renda, a segunda plataforma do Manifesto Comunista de Karl Marx que forneceu dez plataformas para a socialização de um país.

Muito naturalmente assumimos que o imposto de renda gradativo seria oposto a riqueza. O fato é que muitos dos americanos mais ricos apoiaram isso. Alguns, sem dúvida, fora de altruísmo e porque, inicialmente, as taxas eram muito pequenas. Mas outros apoiaram o esquema porque eles já tinham um plano para permanentemente evitarem tanto o imposto de renda quanto o imposto sobre herança.

O que aconteceu foi isso: Na virada do século os Populistas, um grupo de socialistas rurais, estavam ganhando força e desafiando o poder dos banqueiros de New York e dos industriais de monopólio. Conquanto os Populistas tivessem as respostas erradas, eles propuseram muitas perguntas corretas. Infelizmente, eles foram levados a acreditar que o controle dos banqueiros-monopolistas sobre o governo, ao qual eles se opunham, era produto do livre empreendimento.

Já que a ameaça populista aos cartelistas era de esquerda (não havia movimento político organizado para o laissez-faire), os Internos se moveram para capturar a esquerda. O Professor Quigley revela que a mais de 50 anos atrás a firma Morgan decidiu infiltrar o movimento político de ala esquerda nos EUA.  Isto não foi difícil de fazer já que os grupos de esquerda precisavam de fundos e estavam ávidos para levar sua mensagem ao público. Wall Street forneceu ambos. Nada havia de novo nesta decisão, diz Quigley, já que outros financiadores tinham falado a respeito disso e até mesmo tentado a mesma coisa anteriormente. Ele continua:

“O que dessa vez tornou isso decisivamente importante foi a combinação de sua adoção pelos dominantes financiadores de Wall Street, a um tempo quando a política dos impostos estava dirigindo todos os financiadores a buscar um refugio de isenção de impostos para as fortunas deles”. (Página 938)

Os movimentos radicais nunca são bem sucedidos a menos que eles atraiam o grande dinheiro e/ou apoio externo. O grande historiador do século XX, Oswald Spengler, era um desses que viu que os liberais americanos se recusam a ver: que a esquerda é controlada por seu alegado inimigo, os malfeitores da grande riqueza. Ele escreveu em seu monumental “Decline of the West” (Modern Library, New York, 1945):

“Não há proletariado, nem até mesmo um movimento comunista que não tenha operado no interesse do dinheiro, na direção indicada pelo dinheiro e pelo tempo permitido pelo dinheiro e que sem os idealistas entre seus líderes tendo a menor suspeita do fato.”

Conquanto o movimento populista fosse basiacamente não conspiratório, sua ideologia e plataforma esquerdista eram feitas por ordem dos elitistas Internos porque isto destinava a concentrar poder no governo. Os Internos sabiam que eles podiam controlar este poder e usa-lo para seus próprios propósitos. Eles não estavam, de fato, interessados em promover a competição mas em restringi-la. O Professor Gabriel Kolko tinha preparado um longo volume apresentando a prova inegável que os gigantes manipuladores corporativos promoveram muito da chamada “legislação progressiva” das eras de Roosevelt e Wilson – legislação que ostensivamente era destinada a controlar seus abusos, mas que foi assim escrita para se adequar aos interesses deles. Em ” The Triumph of Conservatism” (por which Kolko enganosamente significa grande negócio), ele nota:

“a razão significativa para muitos homens de negócios darem boas vindas ao aumento da intervenção federal em seus negócios tem sido virtualmente ignorada pelos historiadores e economistas. O equívoco foi devido a ilusão que a indústria americana era centralizada e monopolizada em uma tal extensão que isto podia racionalizar a atividade [regular a produção e os preços] em seus vários ramos voluntariamente. Bem o oposto era verdade. A despeito dos grandes números de uniões, a tendência dominante na economia americana no início deste século era na direção da crescente competição. A competição era inaceitável para muitos negócios chave e seus interesses financeiros”

O melhor meio dos Internos eliminarem esta crescente competição era o de impor um imposto progressivo de renda sobre os competidores deles enquanto escreviam as leis de forma a incluir brechas de escape para eles próprios. Realmente, muito poucos dos proponentes do imposto de renda progressivo entenderam o que eles estavam jogando nas mãos daqueles que eles buscavam controlar. Como escreve Ferdinand Lundberg nota em “The Rich And The Super-Rich”:

“O que o imposto de renda se tornou, finalmente, foi um sifão gradualmente inserido nos bolsos do público geral. Imposto por hurras populares como um imposto de classe, o imposto de renda gradualmente se tornou um imposto de massa em uma luta de jiujitsu”

A principal voz dos Internos no Senado a este tempo era Nelson Aldrich, um dos conspiradores envolvidos na engenharia da criação do Federal Reserve e o avô materno de Nelson Aldrich Rockefeller. Lundberg diz que “Quando Aldrich falou, os homens de noticias entenderam que embora as palavras fossem dele, a linha dramática foi certamente aprovada pelo ‘Big John [D. Rockefeller]'” Nos anos anteriores Aldrich tinha denunciado o imposto de renda como “comunista e socialista”, mas em 1909 ele empurrou uma reversão dramática e surprendente. O “American Biographical Dictionary” comenta:

“Exatamente quando a oposição tinha se tornado formidável ele [Aldrich] pegou o vento fora de suas velas ao trazer adiante, com o apoio do presidente [Taft], uma proposta emenda da Constituição dando poder ao Congresso para estabelecer impostos sobre a renda:

Howard Hinton registra em sua biografia de Cordell Hull que o congressista Hull, que tinha estado trabalhando no congresso [câmara] pelo imposto de renda, escreveu esta surpreendente observação:

“Durante as poucas semanas passadas o espetáculo inesperado de certos líderes republicanos da chamada velha linha conservadora no Congresso subitamente mudaram a atitude deles de toda uma vida e aparentemente desposaram, por uma relutância mal escondida, a proposta emenda do imposto de renda para a Constituição tem sido a ocasião da surpresa e espanto universal.”

A brecha de escape para os Internos para evitar pagar impostos estava pronta. Ao tempo que a emenda tinha sido aprovada pelos Estados áté mesmo antes que o imposto de renda fosse aprovado], as fundações Rockefellers e Carnegie estavam em plena operação.

Devemos nos lembrar que isso foi para quebrar o monopólio da Standard Oil (Rockefeller) e da U. S. Steel (Carnegie) que os vários atos anti-trusts eram aprovados. Estes monopolistas podem agora compor a riqueza deles isenta de impostos enquanto seus competidores tinham que enfrentar o gradativo imposto de renda que tornava difícil reunir capital. Como temos dito, o socialismo não é um programa de divisão de riquezas, mas um programa para consolidar e controlar a riqueza dos Internos. O Comitê Reece que investigou as fundações para o Congresso em 1953 provou com uma quantidade completa de evidência que várias fundações dos Rockefeller e dos Carnegie tem estado promovendo o socialismo desde sua criação . (veja o livro de Rene Wormser: Foundations: Their Power and Influence, Devin Adair, New York, 1958.)

Os conspiradores agora tem criado mecanismos para dirigir a dívida, coletar a dívida, e [para eles mesmos] evitarem os impostos necessários para pagar os juros anuais sobre o débito. Então tudo que foi necessário era uma razão para escalar a dívida. Nada aumenta a divida nacional tanto quanto uma guerra. E a primeira guerra mundial estava sendo tramada na Europa.

Em 1916, Woodrow Wilson foi reeleito por um fio. Ele tinha baseado sua campanha no slogan: “Ele nos manterá fora da guerra!” O público americano era extremamente oposto a América ser envolvida em uma guerra européia. Ficar fora das perenes disputas estrangeiras tinha sido uma tradição americana desde George Washington. Mas enquanto Wilson estava percorrendo o país dando a palavra solene que os soldados americanos não seriam enviados a uma guerra estrangeira, ele estava se preparando para fazer exatamente o oposto. O alter ego dele, chamado Coronel House, por trás das cenas estava fazendo acordos com a Inglaterra que comprometiam a América em entrar na guerra. Apenas cinco meses mais tarde já estávamos lá. A mesma multidão que manipulou a aprovação do imposto de renda e do Sistema do Federal Reserve queria a América na guerra. J. P. Morgan, John D. Rockefeller, “Coronel” House, Jacob Schiff, Paul Warburg e o resto dos conspiradores da Ilha Jekyl estavam todos profundaente envolvidos em nos envolver. Muitos desses financiadores haviam emprestado grandes somas de dinheiro a Inglaterra. De fato,  J. P. Morgan & Co. serviram como agentes financeiros britânicos neste país durante a primeira guerra mundial.

Conquanto todas as razões padrões dadas para que se irrompesse a guerra na Europa sem dúvida fossem fatores, há também outras causas mais importantes. A conspiração tinha estado planejando a guerra por mais de duas décadas.

O assassinato do Arquiduque austríaco foi meramente um incidente fornecendo uma desculpa para o início da reação em cadeia.

Depois de anos de combate, a guerra estava em um completo ponto de empate e teríamos terminado quase que imediatamente em um acordo negociado [como tinham a maioria dos outros conflitos europeus] se os EUA não tivessem declarado guerra a Alemanha.

Tão logo como tinha sido engenheirada a reeleição de Wilson por meio do slogan “ele nos manterá fora da guerra!”, uma completa propaganda de reversão foi instituida. Nestes dias antes do rádio e da televisão, a opinião pública era controlada quase que exclusivamente pelos jornais. Muitos de nossos maiores jornais eram controlados pela turma do Federal Reserve. Agora eles começaram a bater os tambores sobre a “inevitabiliade da guerra”. Arthur Ponsonby, um membro do parlamento britânico, admitiu em seu livro “Falsehood in War Time” (E. P. Dutton & Co., Inc., New York, 1928): “Deve ter sido a mais deliberada mentira do mundo de 1914 a 1918 do que em qualquer outro período da história mundial”. A propaganda a respeito da guerra era tremendamente tendenciosa. Embora depois da guerra muitos historiadores tenham admitido que um lado foi tão culpado quanto o outro ao começar a guerra, a Alemanha foi apresentada como um monstro militarizado que queria governar o mundo. Lembre-se, esta imagem foi pintada pela Bretanha que tinha seus soldados em mais países ao redor do mundo do que qualquer outra nação, se todas reunidas. O chamado “militarismo prussiano” existiu, mas não era uma ameaça para conquistar o mundo. Enquanto isto, o sol nunca se punha no império britânico! Realmente, os alemães estavam se provando serem inteligentes competidores nos negócios nos mercados mundiais e os britânicos não aprovavam isso.

Para gerar a febre da guerra, o afundamento do Lusitania, um navio britânico torpedeado dois anos antes, foi revivido e ganhou renovadas manchetes. A guerra dos submarinos alemães estava se tornando um maior assunto nos jornais.

A guerra dos submarinos era um assunto falso. A Alemanha e a Inglaterra estavam em guerra. Cada uma estava bloqueando a outra. J. P. Morgan e outros financiadores estavam vendendo munição para a Bretanha. Os alemães não podiam permitir que estes suprimentos fossem entregues muito mais que a Bretanha permitia que eles fossem entregues a Alemanha. Se Morgan queria assumir os riscos e colher as recompensas [ou sofrer as consequências] de vender munições para a Inglaterra, este era negócio dele. Certamente não era o caso de uma nação inteira ser arrastada para a guerra.

O Lusitania, ao tempo em que foi afundado, estava transportando seis milhões de libras de munição. Realmente era ilegal que passageiros americanos estivesem a bordo de um navio que transportava munições para beligerantes. Quase dois anos antes que o navio de linha foi afundado, o New York Tribune (19 de junho de 1913) trouxe uma sátira que afirmava: “Funcionários de Cunard reconheceram ao correspondente do Tribune hoje que o grey-hound [Lusitania] está sendo equipado com rifles de alto poder naval.” De fato, o Lusitania estava registrado na marinha britânica como um cruiser auxiliar  (Barnes, Harry E., The Genesis of the War, Alfred Knopf, New York, 1926, p.611.) Além disso, o governo alemão tomou grandes anúncios em todos os jornais de New York avisando os passageiros potenciais que o navio estava transportando munição e dizendo a eles para não atravessarem o Atlântico nele. Aqueles que escolheram fazer a viagem conheciam os riscos a que estavam se expondo. Ainda que o afundamento do Lusitania fosse usado por espertos propagandistas para retratarem os alemães como desumanos assassinos de inocentes. Em 6 de abril de 1917, o Congresso declarou guerra. O povo americano concordou com base que esta seria “a guerra para acabar com todas as guerras”

Durante “a guerra para acabar com todas as guerras”, o banqueiro interno Bernard Baruch foi feito o ditador absoluto sobre os negócios americanos quando o Presidente Wilson o indicou como presidente da diretoria das indústrias de guerra, onde ele tinha controle de todos os contratos domésticos para materiais aliados de guerra. Baruch fez montes de amigos enquanto colocava dezenas de bilhões em contratos do governo, e foi um alto rumor em Wall Street que fora da guerra para fazer o mundo seguro para os banqueiros internacionais, ele arrecadou 200 milhões para ele mesmo.

“Coronel” House era o homem de frente da fraternidade internacional bancária. Ele manipulou o Presidente Woodrow Wilson como uma marionete e  Wilson o chamava de “meu alter ego.” House desempenhou um papel maior na criação dos Sistema do Federal Reserve, na aprovação do imposto progressivo de renda e em levar a América para a primeira guerra mundial. A influência de House sobre Wilson é um exemplo que no mundo da super política os governantes reais nem sempre são aqueles que o público vê.

O financiador internacional nascido alemão Paul Warburg arquitetou a Instituição do Federal Reserve para colocar o controle da economia nacional nas mãos dos banqueiros internacionais. O Federal Reserve controla o suprimento de dinheiro que permite aos manipuladores criarem ciclos alternados de explosão e queima, isto é, uma economia de montanha russa. Isto permite aqueles que sabem, fazerem quantidades fabulosas de dinheiro, mas até mesmo mais importante, permite que os Internos controlem a economia e posteriormente consolidem o poder no governo federal.

Enquanto o banqueiro interno Paul Warburg controlava o Federal Reserve, e o banqueiro internacional Bernard Baruch colocava os contratos do governo, o banqueiro internacional Eugene Meyer, um antigo sócio de Baruch e filho de um sócio na casa bancária internacional dos Rothschilds de Lazard Freres, era escolha de Wilson escolher o chefe da Corporação de Financiamento da Guerra, onde ele também fez um pouco de dinheiro.*

(*Meyer mais tarde ganhou o controle de altamente influente Washington Post que se tornou conhecido como “Washington Daily Worker.”)

Deve ser notado que Sir William Wiseman, o homem enviado pela inteligência britânica para ajudar a levar os EUA a guerra, foi amplamente recompensado pelos seus serviços. Ele ficou neste país depois da primeira guerra mundial como um novo sócio na Jacob Schiff-Paul Warburg, controlado pelo banco Kuhn, Loeb.

A primeira guerra mundial foi uma bonança financeira para os banqueiros internacionais. Mas foi uma catástrofe de tal magnitude para os EUA que poucos até mesmo hoje entendem toda sua importância. A guerra reverteu nossa tradicional política externa de não envolvimento e temos estado emaranhados quase constantemente desde então em guerras perpétuas para a paz perpétua. Winston Churchill uma vez observou que para todas as nações teria sido melhor ter os EUA fora e dedicado a seus próprios negócios. Se os EUA tivessem feito isso, ele disse: “A paz teria sido feita com a Alemanha; e não haveria um colapso na Rússia levando ao comunismo; nenhuma quebra no governo na Itália seria seguida pelo FASCISMO e o NAZISMO nunca teria ganho ascendênca a Alemanha”  (Social Justice Magazine, July 3, 1939, p.4.)

A Revolução Bolchevista na Rússia era obviamente um dos grandes pontos de volta na história mundial. Este é um evento sobre o qual a má informação abunda. Os construtores de mitos e reescritores da história tem feito seu trabalho de pintar o panorama bem. A instituição do comunismo na Rússia é um exemplo clássico da segunda “grande mentira’ do comunismo, isto é, que este seja um movimento das massas oprimidas se levantando contra seus patrões exploradores. Esta mentira sagaz tem sido propalada desde antes da primeira Revolução Francesa em 1789.

Hoje a maioria das pessoas acredita que os comunistas foram bem sucedidos na Rússia porque eles foram capazes de reunir por trás deles a simpatia e a frustração do povo russo que estava doente com a tirania dos Tzares. Isto é ignorar a história do que realmente aconteceu. Conquanto quase todo mundo seja lembrado que a Revolução Bolchevista aconteceu em novembro de 1917, poucos sabem que o TZAR tinha abdicado sete meses antes, em março. Quando o Tzar Nicholas II abdicou, um governo provisório foi estabelecido pelo Príncipe Lvov que queria padronizar o novo governo da Rússia como seu próprio. Mas, infelizmente, o governo de Lvov abriu caminho ao regime de Kerensky. Kerensky, um chamado socialista democrata, pode ter estado dirigindo um governo zelador para os comunistas. Ele manteve a guerra em andamento contra a Alemanha e outros poderes centrais mas ele publicou uma anistia geral para os comunistas e outros revolucionários, muitos dos quais tinham sido exilados depois da abortada Revolução Vermelha de 1905. De volta a mãe Rússia vieram 250.000 dedicados exilados revolucionários e o próprio governo de Kerensky teve selada a sua condenação.

Na União Soviética, como em cada país comunista [ou como eles se chamavam – os países socialistas], o poder não tinha vindo para as mãos dos comunistas porque as massas oprimidas o quiseram assim. O poder tinha vindo de cima para baixo em todos os casos. Vamos brevemente reconstruir as sequências da tomada comunista.

O ano é 1917. Os aliados estão combatendo os Poderes Centrais. Os Aliados incluem a Rússia, o Commonwealth britânico, a França e por abril de 1917, os EUA. Em março de 1917, os propostos planejadores colocaram em movimento as forças para compelirem o Tzar Nicholas II a abdicar. Ele o fez sob pressão dos aliados depois de severos motins na capital czarista de Petrograd, motins que foram causados pelas quebras no sistema de transporte que separavam a cidade dos suprimentos de comida e levaram ao fechamento das fábricas.

Mas onde estavam Lenin e Trotsky quando tudo isso estava ocorrendo? Lenin estava na Suíça e tinha estado na Europa Ocidental desde 1905, quando foi exilado por tentar derrubar o Tzar na abortada revolução comunista daquele ano. Trotsky também estava no exílio, um repórter para um jornal comunista na margem leste inferior da cidade de New York. Os bolchevistas não eram uma força política visível ao tempo que o Tzar abdicou. E eles chegaram ao poder não por causa das massas oprimidas que os tenham chamado de volta, mas porque os mesmos homens muito poderosos na Europa e nos EUA os colocaram lá.

Lenin foi enviado através da Europa em guerra no famoso trem selado. Com ele, Lenin levou 5 a 6 milhões em ouro. A coisa inteira foi arranjada pelo alto comando alemão e Max Warburg, através de um outro socialista de muito tempo e muito rico chamado Alexander Helphand alias “Parvus.” Quando Trotsky deixou New York a bordo do S.S. Christiania, em 27 de março de 1917, com seu séquito de 275 revolucionários, o primeiro porto de chamada foi Halifax, Nova Scotia. Lá os canadenses pegaram Trotsky e seu dinheiro e confinaram ambos. Esta era uma coisa muito lógica para que o governo canadense o fizesse com Trotsky, porque ele muitas vezes tinha dito que se fosse bem sucedido em chegar ao poder na Rússia ele pararia imediatamente o que ele chamava de “guerra imperialista” e assinaria em separado a paz com a Alemanha. Isto libertaria milhões de tropas alemãs para se transferirem do front Leste para o front ocidental, onde eles poderiam matar canadenes. Assim Trotsky esfriou seus calcanhares nas prisões canadenses por cinco dias. Então repentinamente os britânicos (através do futuro sócio de Kuhn, Loeb  Sir William Wiseman) e os EUA (por ninguém menos que o onipresente “Coronel” House) pressionaram o governo canadense. E a despeito do fato que agora estivéssemos em guerra, disseram, “Deixem Trotsky ir.” Assim, com pasaporte americano Trotsky voltou para se encontrar com Lenin. Eles se uniram, e, por novembro, através de suborno, sagacidade, brutalidade e mentira eles foram capazes [não de fazerem com que as massas defendessem a causa deles, mas] contratar brutamontes suficientes e fazer acordos o bastante para impor o barril de pólvora que Lenin chamou  “todo poder aos Soviets.” Os comunistas chegaram ao poder ao tomarem um punhado de cidades chave. De fato, praticamente toda a Revolução Bolchevista aconteceu em uma cidade – Petrograd. Foi como se os EUA inteiros se tornassem comunistas porque uma rebelião comunista se apoderasse de Washington, D. C. Isto foi anos antes que os soviéticos solidificassem o poder pela Rússia.

Os alemães, diante disso, tiham uma desculpa plausível para financiarem Lenin e Trotsky. Os dois alemães mais responsáveis por financiarem Lenin eram Max Warburg e um russo deslocado chamado Alexander Helphand. Eles podiam afirmar que estavam servindo a causa do país ao ajudar e financiar Lenin. Contudo, estes dois alemães ‘patriotas’ negligenciaram em informar ao Kaiser o plano deles de fomentar uma revolução comunista na Rússia. A imagem toma uma outra dimensão quando você considera que o irmão de Max Warburg era Paul Warburg, o primeiro movimentador na criação do Sistema Federal Reserve e que fazia parte de sua diretoria, desempenhou um papel chave no financiamento do esforço de guerra americano. (quando as notícias vazaram nos jornais americanos sobre o irmão Max dirigindo as finanças alemãs, Paul exonerou-se de seu posto no Federal Reserve sem nem se lastimar.) A partir daqui o complô adoece.

O sogro do irmão de Max Warburg, Felix, era Jacob Schiff, sócio da Kuhn, Loeb & Co. (Paul e Felix Warburg, você deve se recordar, também eram sócios na Kuhn, Loeb & Co. enquanto Max dirigia o banco da família aliada a Rothschild em Frankfurt.) Jacob Schiff também ajudou a financiar Leon Trotsky. Segundo o New York Journal-American de 3 de fevereiro de 1949: “Hoje é estimado pelo avô de Jacob, John Schiff, que o velhou homem afundou aproximadamente 20 milhões de dólares para o triunfo final do bolchevismo na Rússia”. (veja mapa  6.)

Uma das melhores fontes de informação sobre o financiamento da revolução bolchevista é “Czarism and the Revolution” de autoria de um importante general russo branco chamado Arsene de Goulevitch que foi o fundador na França da União dos Povos Oprimidos. Neste volume, escrito em francês e subsequentemente traduzido em inglês, de Goulevitch nota:

“Os principais provedores de fundos para a revolução, contudo, não eram os loucos milionários russos nem os bandidos armados de Lenin. O dinheiro real primariamente veio de certos círculos britânicos e americanos que por um longo tempo no passado tinham emprestado seu apoio a causa revolucionária russa”.

De Goulevitch continua:

“A parte importante desempenhada pelo rico banqueiro americano, Jacob Schiff, nos eventos na Rússia, embora seja apenas parcialmente revelada, não é mais um segredo.”

General Alexander Nechvolodov é citado por de Goulevitch como  declarando em seu livro sobre a Revolução Bolchevista:

“Em abril de 1917, Jacob Schiff publicamente declarou que foi graças ao seu apoio financeiro que a revolução na Rússia tinha tido sucesso. Na primavera do mesmo ano, Schiff começou a subsidiar Trotsky. Simultaneamente, Trotsky e Co. também estavam sendo subsidiados por Max Warburg e Olaf Aschberg do Nye Banken of Stockholm . O Rhine Westphalian Syndicate E Jivotovsky, cuja filha mais tarde casou-se com Trotsky.”

Mapa 6

Financiar a Revolução Bolchevista

Paul Warburg Max Warburg

$6.000.000

Jacob Schiff  e Cel. House

$20.000.000

N.E.P. TROTSKY Hitler

LENIN

$5.000.000

Harriman Alfred Milner

RockefeIler Rothschild

Vanderlip J. P. MORGAN & CO

ROCKEFELLERS

Schiff gastou milhões para derrubar o Tzar e mais milhões para derrubar Kerensky. Ele estava enviando dinheiro para a Rússia muito tempo depois que o verdadeiro caráter dos bolchevistas era conhecido pelo mundo.  Schiff levantou $10 milhões, supostamente para alívio dos judeus na guerra na Rússia, mas mais tarde os eventos revelaram que este foi um bom investimento de negócios. (Forbes, B. C., Men Who Are Making America, pp.334-5.)

Segundo de Goulevitch:

“Mr. Bakhmetiev, o  último embaixador imperial russo para os EUA, nos conta que os bolchevistas, depois da vitória, transferiram 600 milhões de rublos em ouro entre os anos de 1918 e 1922 para Kuhn, Loeb & Company [a firma de Schiff].”

A participação de Schiff na Revolução Bolchevista, embora muito naturalente agora seja negada, era bem conhecida entre os serviços aliados de inteligência naquele tempo. Isto levou a muita conversa sobre o bolchevismo ser um complô judeu. O resultado foi que o assunto de financiar a tomada comunista da Rússia se tornou um tabu. Mais tarde a evidência indica que o patrocínio dos bolchevistas foi gerenciado por um sindicato de banqueiros internacionais, que além da claque de Schiff-Warburg, incluia os interesses de Morgan e Rockefeller. Os documentos mostram que a organização Morgan colocou ao menos um milhão de dólares no caixa revolucionário vermelho .*

Ainda um outro importante financiador da revolução bolchevista era um inglês extremamente rico chamado Lord Alfred Milner, o orgqanizador e chefe de uma organização secreta chamada o Grupo da Mesa Redonda que era apoiada pelo Lord Rothschild (discutido no próximo capítulo).

De Goulevitch nota posteriormente:

“Em 7 de abril de 1917, General Janin fez a seguinte entrada em seu diário (‘Au G.C.C. Russe”-At Russian G.H.Q.-Le Monde Slave, Vol. 2, 1927, pp.296-297): Longa entrevista com R., que confirmou o que previamente me havia sido dito por M. depois de se referir ao ódio alemão dele próprio e de sua família, ele voltou ao assunto da revolução que, ele afirmou, foi engenheirada pelos ingleses e, mais precisamente, por Sir George Buchanan e Lord (Alfred] Milner. Petrograd naquele tempo estava repleta de ingleses. Ele podia, ele avaliou, nomear as ruas e números das casas nas quais os agentes britânicos estavam aquartelados. Eles foram relatados, durante a elevação, terem distribuido dinheiro aos soldados e os incitado ao motim.”

De Goulevitch vai adiante para revelar: “Em entrevistas particulares me tem sido dito que mais de 21 milhões de rublos foram gastos por Lord Milner para financiar a revolução russa.”

Deve ser notado paralelamente que Lord Milner, Paul, Felix e Max Warburg representaram “seus respectivos países” na Conferência de Paz na conclusão da primeira guerra mundial.

Se de alguma forma atribuimos ao patriotismo alemão de Max Warburg o financiamento de Lenin, certamente não foi “patriotismo” o que inspirou Schiff, Morgan, Rockefeller e Milner a bancarem os bolchevistas. Tanto a Bretanha quanto a América estavam em guerra com a Alemanha e eram aliados da Rússia Tzarista. Liberar dúzias de divisões alemãs para deixarem o fronte oriental e matarem centenas de milhares de soldados americanos e britânicos nada mais era que traição.

Na revolução bolchevista vemos muito das mesmas velhas faces que foram responsáveis pela criação do Sistema do Federal Reserve, iniciando o imposto de renda gradativo, criando as fundações isentas de impostos e nos empurrando para a primeira guerra mundial. Contudo, se você conclui que tudo isso foi apenas uma coincidência, seu nome será imediatamente expurgado do registro social.

Nenhuma revolução pode ser bem sucedida sem organização e dinheiro. As massas oprimidas geralmente fornecem pouco de organização e nada de dinheiro. Mas os Internos no topo podem arranjar ambos.

O que estas pessoas possivelmente tinham a ganhar ao financiarem a revolução russa? O que elas tinham a ganhar em manter isto vivo ou, durante a década de 1920, despejarem milhões de dólares no que Lenin chamou de Novo Programa Econômico, assim poupando os soviéticos do colapso?

Porque estes capitalistas fariam tudo isto? Se a sua meta é a conquista global, você deve começar em algum lugar. Pode ou não ter sido coincidência, mas a Rússia era um maior país europeu a não ter um banco central. Na Rússia, pela primeira vez, a conspiração comunista ganhou um lar geográfico do qual lançar assaltos contra as outras nações do mundo. O Ocidente agora tinha um inimigo.

Na revolução bolchevista tivemos alguns dos homens mais ricos e mais poderosos financiando um movimento que afirma que a sua própria existência é baseada no conceito de despir de sua riqueza homens como os Rothschilds, Rockefellers, Schiffs, Warburgs, Morgans, Harrimans, e Milners. Mas obviamente estes homens não tem medo do comunismo internacional. É apenas lógico assumir que se eles o financiaram e não o temem, deve ser porque o controlem. Pode haver qualquer outra explicação que faça sentido? Lembre-se que por mais de 150 anos tem sido o procedimento padrão de operação dos Rothschilds e de seus aliados controlarem ambos os lados de qualquer conflito. Você deve ter um inimigo se vai cobrar o rei. A política de equilíbrio de poder Leste-Oeste é usada como uma das principais desculpas para a socialização da América. Embora este não seja o principal propósito deles, pela nacionalização da Rússia os INTERNOS se deram uma peça real de propriedade imobiliária, completa com direitos minerais, por algo entre 30 e 40 milhões de dólares.

Lord Alfred Milner, o rico homem inglês e homem de fachada dos Rothschilds, serviu como principal pagador para os banqueiros internacionais em Petrograd durante a revolução bolchevista. Milner mais tarde chefiou uma sociedade secreta conhecida como A Mesa Redonda que era dedicada a estabelecer um governo mundial onde uma claque de super ricos financiadores controlariam o mundo sob o disfarce do socialismo. A subsidiária desta conspiração é chamada de Conselho das Relações Exteriores [CFR] e foi iniciada por, e ainda é controlada, pelos banqueiros internacionais esquerdistas.

Segundo seu neto John, Jacob Schiff a muito tempo um associado dos Rothschilds, financiou a revolução comunista na Rússia por volta de 20 milhões. Segundo um relatório de um arquivo do Departamento de Estado, a firma dele, Kuhn Loeb and Co. bancou o plano dos primeiros cinco anos de Stalin, o parceiro e parente de Schiff, Paul Warburg, engenheirou a criação do Sistema do Federal Reserve enquanto na folha de pagamento da Kuhn Loeb, os descendentes de Schiff são ativos no CFR hoje.

A casa do CFR é em 68th St. em New York. A meta admitida do CFR é abolir a Constituição e substituir nossa república independente por um Governo Mundial. Os membros do CFR tem controlado os últimos seis governos federais. Richard Nixon tem sido um membro e tem indicado ao menos 100 membros do CFR para altas posições em seu governo.

Podemos apenas teorizar sobre a maneira pela qual MOSCOU é controlada de New York, Londres e Paris. Indubitavelmente, muito de seu controle é econômico, mas certamente os banqueiros internacionais tem um braço submetidor dentro da Rússia para manter na linha os líderes soviéticos. A organização pode ser SMERSH, a organização comunista internacional assassina descrita no testemunho diante de comitês do congresso e nos livros de Ian Fleming sobre James Bond. Embora as novelas de Bond sejam altamente imaginativas, Fleming tem estado na inteligência naval britânica, mantendo excelentes contactos de inteligência ao redor do mundo e foi reputadamente um excelente estudante da conspiração internacional.

Nós sabemos disso, contudo. Uma claque de financiadores americanos não apenas auxiliou a estabelecer o comunismo na Rússia, mas tem lutado poderosamente até mesmo desde então para mante-lo vivo. Até mesmo desde 1918 esta claque tem estado engajada em transferir dinheiro e, provavelmene mais importante, informação técnica, para a União Soviética. Isto é tornado abundantemente claro na história em três volumes da “Tecnologia Ocidental e o Desenvolvimento Econômico Soviético” pelo erudito Antony Sutton da Universidade de Stanford, Instituição de Guerra, Revolução e Paz de Hoover. Usando, em sua maior parte, documentos oficiais do Departamento de Estado, Sutton mostra conclusivamente que virtualmente tudo que os soviéticos possuem tem sido adquirido do ocidente. Não é muito um exagero dizer que a URSS foi feita nos EUA. Os pintores do panorama, incapazes de refutarem a monumental erudição de Sutton, simplesmente o pintam fora da imagem.

Em Versailles, esta mesma claque escavou a Europa e criou o estágio para a segunda guerra mundial. Como comentou Lord Curzon: “Este não é um tratado de paz, é simplesmente uma quebra das hostilidades.” Em 1993, os mesmos Internos que fizeram com que Roosevelt reconhecesse a União Soviética, assim a salvando do colapso financeiro, enquanto ao mesmo tempo eles estavam subscrevendo enormes empréstimos para ambos os lados do Atlântico, para o novo regime de Adolph Hitler. Ao fazer assim, ele auxiliaram grandemente na preparação para a segunda guerra mundial e os eventos que se seguiram. Em 1941, os mesmos Internos correram em ajuda de nosso nobre aliado, Stalin, depois do rompimento dele com Hitler. Em 1943, estes mesmos Internos marcharam para a Conferência de Teerã e continuaram para escavar a Europa depois da segunda guerra para “terminar todas as guerras”. Novamente em Yalta e Potsdam em 1945, eles estabeleceram a política da China, mais tarde resumida por Owen Lattimore: “O problema agora era como permitir que eles [China] caissem sem fazer como se parecesse que os EUA os tivessem empurrado.” Os fatos são inescapáveis. Em um país após outro o comunismo tem sido imposto sobre a população de cima para baixo. As forças mais proeminentes para a imposição da tirania vem dos EUA e da Grã Bretanha. Aqui está uma acusação que nenhum americano gosta de fazer, mas os fatos não levam a uma outra conclusão possível. A idéia de que o comunismo seja um movimento das massas oprimidas é uma fraude.

Nenhum dos acontecimentos posteriores faria sentido se o comunismo realmente fosse o que os comunistas e a Instituição nos dizem que seja. Mas se o comunismo é um braço de uma maior conspiração para controlar o mundo de criação de loucos bilionários [ e brilhantes mas desregrados acadêmicos que tem mostrado a eles como usar seu poder] tudo se torna perfeitamente lógico.

É a este ponto que devemos novamente deixar claro que esta conspiração não é feita apenas pelos banqueiros e cartelistas internacionais, mas inclui cada campo da atividade humana. Começando com Voltaire e Adam Weishaupt e passando por John Ruskin, Sidney Webb, Nicholas Murray Butler, e no presente com Henry Kissinger e John Kenneth Galbraith, isto sempre tem sido de aparência erudita pelas avenidas do poder que tem mostrado aos “os filhos dos muito poderosos” como a riqueza deles podem ser usada para governar o mundo.

Não podemos ressaltar muito grandemente a importância do leitor ter em mente que este livro está discutindo apenas um segmento da conspiração, certos banqueiros internacionais. Outros segmentos igualmente importantes que trabalham para fomentar rachaduras de trabalho, religiosas e raciais para promover o socialismo tem sido descritos em inúmeros outros livros. Estas outras divisões da conspiração operam independentemente dos banqueiros internacionais na maioria dos casos e certamente seria desastroso ignorar o perigo a nossa liberdade que eles representam.

Seria igualmente desastroso envolver todos os homens de negócios e banqueiros na conspiração. Devemos fazer a distinção entre o livre empreendimento competitivo, o sistema mais moral e produtivo que já foi concebido, e o capitalismo de cartel dominado pelos monopolistas industriais e banqueiros internacionais. A diferença é que o empreendedor privado opera ao oferecer produtos e serviços em um mercado livre competitivo enquanto o capitalismo de cartel usa o governo para forçar o público a fazer negócios com ele. Estes socialistas corporativos são inimigos mortais do empreendimento livre privado e competitivo.

Os liberais são voluntários em acreditar que estes “barões do roubo” fixarão preços, equiparão mercados, estabelecerão monopólios, comprarão políticos, explorarão empregados e os despedirão um dia antes que eles sejam candidatos a uma pensão, mas eles absolutamente não acreditarão que estes homens possam querer governar o mundo ou usar o comunismo como a margem surprpreendente para a conspiração deles. Quando se discute as maquinações desses homens, os liberais usualmente respondem dizendo: “mas você não pensa que eles pensem bem?”

Contudo, se você pensar com lógica, razão e precisão neste campo e tentar expor estes buscadores do poder, a media de massa da Instituição lhe acusará de ser um paranóide perigoso que está dividindo o nosso povo. Em cada uma das outras áreas, de fato, eles encorajam a dissensão como sendo saudável em uma “democracia”.

5. ESTABELECENDO A INSTITUIÇÃO

Uma das razões primárias pelas quais os Internos trabalharam por trás das cenas para fomentar a primeira guerra mundial era criar em sua conclusão um governo mundial. Se você quer estabelecer monopólios nacionais, você deve controlar os governos nacionais. Se você quer estabelecer monopólios ou cartéis internacionais, você deve controlar um governo mundial.

Depois do Armistício em 11 de novembro de 1918, Woodrow Wilson e seu alter ego, “Coronel” House (a fachada sempre presente dos internos), foram a Europa nas esperanças de estabelecerem um governo mundial na forma de uma Liga das Nações. Quando as negociações revelaram que um lado havia sido considerado tão culpado quanto o outro, e o brilho da “cruzada moral” se evaporou ao longo dos “14 Pontos de Wilson,” os “broncos de volta a Main Street” começaram a acordar. A reação e a desilusão se estabeleceram.

Os americanos certamente não queriam entrar em um Governo Mundial com a fraude dos europeus cuja especialidade era um tratado secreto oculto por trás de outro tratado secreto. A busca da honra, por assim dizer, apareceu no banquete antes que a comida envenenada pudesse ser servida. E sem a inclusão americana, não poderia haver um Governo Mundial significativo.

A arrebatada opinião pública tornou óbvio que o Senado americano não ousaria ratificar um tratado ancorando o país com um tal comprometimento internacionalista. De alguma maneira, tinha que ser vendida ao público americano a idéia do internacionalismo e do Governo Mundial. Novamente, a chave era o “Coronel” House.

House tinha estabelecido suas idéias políticas em seu livro chamado “Philip Dru: Administrator in 1912”. Neste livro House coloca um plano pequeninamente fracionalizado para a conquista da América ao estabelecer o “socialismo como sonhado por Karl Marx.” Ele descreveu uma “conspiração” – a palavra é o que acontece na eleição de um presidente dos EUA por meio de [“enganos a respeito de suas reais opiniões e intenções”]. Entre outras coisas, House escreveu que a conspiração era para se insinuar nas primárias, para que nenhum candidato pudesse se indicado cujas opiniões não estavam de acordo com as deles”. As eleições eram para se tornarem meras charadas realizadas para a surpresa da populaça. A idéia era usar ambos os partidos, tanto o Democrata quanto o Republicano, como instrumentos para a promoção do Governo Mundial.

Em 1919 House se encontrou em Paris com membros da sociedade secreta britânica chamada A Mesa Redonda para formar uma organização cujo trabalho seria propagandizar aos cidadãos na América, Inglaterra e Europa Ocidental as glórias de um Governo Mundial. O grande ponto a ser vendido, de fato, era a paz. A parte sobre os Internos estabelecerem uma ditadura mundial muito naturalmente foi deixada de fora.

A organização da Mesa Redonda na Inglaterra cresceu de um sonho de uma longa vida do magnata do ouro e dos diamantes Cecil Rhodes por uma “nova ordem mundial.”

A biógrafa de Rhodes, Sara Millin foi um pouco mais direta. Como ela coloca isto: “O governo mundial era o simples desejo de Rhodes.” Quigley nota:

“Em meados dos anos de 1890 Rhodes tinha um rendimento pessoal de ao menos um milhão de libras esterlinas por ano [então, por volta de cinco milhões de dólares] que ele gastava tão livremente para seus misteriosos propósitos que ele estava geralmente sacando a descoberto em sua conta”.

O comprometimento de Cecil Rhodes com uma conspiração para estabelecer um Governo Mundial foi estabelecido em uma série de vontades descritas por Frank Aydelotte em seu livro “American Rhodes Scholarships”. Aydelotte escreve:

“As sete vontades que Cecil Rhodes estabeleceu entre as idades de 24 e 46 anos [Rhodes morreu aos 48 anos] constituem um tipo de autobiografia espiritual. As mais conhecidas são a primeira [a sociedade secreta] e a última, que criou as Bolsas de Estudo Rhodes”

Em sua primeira vontade Rhodes afirma sua meta ainda mais especificamente: “a extensão do governo britânico pelo mundo, a fundação de um poder tão grande que torne as guerras impossíveis e promovam os interesses da humanidade.”

A ‘Confissão de Fé’ se alarga sobre estas idéias. O modelo para esta proposta sociedade secreta era a Sociedade de Jesus, embora ele também mencione os Maçons.”

Deve ser notado que o originador deste tipo de sociedade secreta foi Adam Weishaupt, o monstro que fundou a Ordem do Illuminati em 1o. de maio de 1776, para o propósito da conspiração para controlar o mundo. O papel dos Iluministas de Weishaupt em tais horrores como o Reino do Terror é inquestionável, e as técnicas dos Illuminati a muito tem sido reconhecidas como modelos para a metodologia comunista. Weishaupt também usou a estrutura da Sociedade de Jesus (os Jesuítas) como seu modelo, e reescreveu seu Código em termos maçonicos. Aydelotte continua:

“Em 1888 Rhodes fez uma terceira vontade – deixando tudo para Lord Rothschild [seu financiador nos empreendimentos de mineração], com uma carta acompanhante incluida “a matéria escrita discutida entre nós”. Isto, supõe-se fosse a primeira vontade e a “Confissão de Fé” já que no pós escrito Rhodes diz ‘ao considerar as questões sugeridas de tomar a Constituição dos Jesuítas se puder ser obtida'”

Aparentemente por razões estratégicas Lord Rothschild foi subsequentemente removido da linha de frente do esquema. O Professor Quigley revela que Lord Rosebury “substituiu seu sogro, Lord Rothschild, no grupo secreto de Rhodes e foi feito o Trustee da próxima [e última] vontade de Rhodes.”

A “sociedade secreta” foi organizada no padrão conspiratório de círculos dentro de círculos. O Professor Quigley nos informa que a parte central da “sociedade secreta” foi estabelecida em março de 1891, usando o dinheiro de Rhodes. A organização foi dirigida para Rothschild por Lord Alfred Milner, discutido no capítulo passado como um financiador chave da revolução bolchevista. A Mesa Redonda trabalhava por trás das cenas nos mais altos níveis do governo britânico, influenciando a política externa e o envolvimento da Inglaterra e condução da primeira guerra mundial. Segundo o Professor Quigley:

“No fim da guerra de 1914, tornou-se claro que a organização deste sistema [o grupo da Mesa Redonda] tinha que ser grandemente estendida. Mais uma vez a tarefa foi confiada a Lionel Curtis que estabeleceu, na Inglaterra e em cada domínio, uma organização de frente para o existente Grupo da Mesa Redonda. Esta organização de fachada, chamada Instituto Real de Assuntos Internacionais tinha como seu núcleo em cada área o existente submerso Grupo da Mesa Redonda. Em New York isto foi conhecido como Conselho das Relações Exteriores [CFR] e era uma fachada para J. P. Morgan e Companhia em associação com o grupo muito pequeno americano da Mesa Redonda. Os organizadores americanos foram dominados pelos grandes números de especialistas de Morgan,’que tinham ido a Conferência de Paz de Paris e lá se tornaram amigos íntimos do grupo similar de especialistas britânicos que tinham sido recrutados pelo grupo de Milner’. De fato, os planos originais do Instituto Real de Assuntos Internacionais e do Conselho das Relações Exteriores [C.F.R.] foram estabelecidos em Paris”

Joseph Kraft (C.F.R.), contudo, nos conta na Harper de julho de 1958, que o agente chefe na fundação formal do CFR foi o Coronel House, apoiado por protegidos tais como Walter Lippmann, John Foster Dulles, Allen Dulles e Christian Herter. Foi House que agiu como anfitrião para o Grupo da Mesa Redonda, inglês e americano, em um encontro chave de 19 de maio de 1919, no Majestic Hotel, Paris, que cometeu a conspiração para a criação do C.F.R.

Embora Quigley ressalte a importância dos homens de Morgan na criação da organização conhecida como CFR, os próprios materiais desta organização e as próprias memórias do Coronel House revelam sua função como parteiro no nascimento do  C.F.R.

O 25o. Relatório Anual do C.F.R. nos fala da fundação do CFR em Paris:

O Instituto de Assuntos Internacionais criado em Paris em 1919 desde o início abrangia dois ramos, um no Reino Unido e outro nos EUA.

Mais tarde o plano foi mudado para criar uma autonomia ostensiva porque “não parecia sábio criar um único instituto com ramos”. Tinha que ser feito como se parecesse que o CFR na América e o R.I.I.A. na Bretanha, realmente fossem corpos independentes, a menos que o público americano se tornasse ciente de que o CFR era de fato uma subsidiária do Grupo da Mesa Redonda e reajissem em uma fúria patriótica.

Segundo Quigley, muitas das mais importantes dinastias de financiadores na América depois da primeira guerra mundial [além de Morgan] eram a família Rockefeller; Kuhn, Loeb & Company; Dillon Read e Company e Brown Bros. Harriman. Todos estavam representados no C.F.R. e Paul Warburg foi um dos incorporadores. O grupo Interno que criou o sistema do Federal Reserve, muitos dos quais bancaram a revolução bolchevista, estavam todos na afiliação original. Além de  Paul Warburg, os fundadores do C.F.R. incluiam os internos financiadores internacionais Jacob Schiff, Averell Harriman, Frank Vanderlip, Nelson Aldrich, Bernard Baruch, J. P. Morgan e John D. Rockefeller. Estes homens não criaram o CFR porque eles nada tinham melhor a fazer com seu tempo e dinheiro. Eles o criaram como um instrumento para levar adiante as ambições deles.

O C.F.R. veio a ser conhecido como “A Instituição,” “o governo invisível” e “o escritório do exterior de Rockefeller.” Esta organização semi-secreta inquestionavelmente tem se tornado o grupo mais influente na América.

Um dos artigos que é extremamente infrequente de aparecer na imprensa nacional a respeito do Conselho foi publicado no Christian Science Monitor de 1o. de setembro de 1961. Começou deste modo:

“No lado oeste da moderna Park Avenue em 68th Street [na cidade de New York] ficam duas belas construções, uma de frente para a outra. Uma é a Embaixada Soviética para a ONU. Diretamente oposto no canto sudoeste está o CFR – provavelmente uma das organizações semi-públicas mais influentes no campo da política externa”.

Embora a afiliação formal ao C.F.R. seja composto por perto de 1.500 nomes de elite nos mundos de governo, trabalho, negócios, finanças, comunicações, as fundações e a academia – e a despeito do fato que ele tem fornecido a equipe de quase toda posição chave de cada governo desde Roosevelt – é duvidoso que um americano em mil reconheça o nome do Conselho, ou que um em 10.000 possa relacionar alguma coisa sobre sua estrutura e propósito. Indicativo do poder do CFR em manter seu anonimato é o fato que, a despeito de ter estado operante nos mais altos níveis por aproximadamente 50 anos e ter deste o início contado entre seus membros os principais leões da Instituição da media de comunicação, descobrimos depois de examinar volumes do “Readers’ Guide To Periodical Literature” cobrindo várias décadas que somente um artigo de revista sobre o CFR tem até mesmo aparecido em um maior jornal nacional e foi no   Harper’s, dificilmente um periódico de circulação em massa. Similarmente, somente um punhado de artigos sobre o Conselho tem aparecido nos grandes jornais da nação. Tal anonimato, em tal nivel, pode dificilmente ser atribuído a um mero acaso.

O que faz esta organização secreta tão influente? Ninguém que saiba com certeza dirá. O Christian Science Monitor, que é editado por um membro da Mesa Redonda Americana [um ramo da sociedade secreta de Milner] no artigo de 1o de setembro de 1961, que ‘seu rol executivo contém nomes importantes no campo da diplomacia, governo, negócios, finanças, ciências, trabalho, jornalismo, lei e educação. O que uniu uma afiliação tão ampla e variada é uma preocupaçao apaixonada pela direção da política externa americana”.

O Christian Science Monitor indica o poder fantástico que o C.F.R. tem tido durante os seis ultimos governos:

“Por causa da dedicação do Conselho em estudar e deliberar a política externa americana, há um fluxo constante de seus membros do serviço particular para o público. Quase metade dos membros do Conselho tem sido convidados a assumirem posições oficiais no governo ou agirem como consultores por uma vez ou outra.”

As políticas promovidas pelo CFR nos campos de defesa e de relações internacionais o tornam, com uma regularidade que desafia a lei do acaso, as políticas oficiais dos EUA. Como um colunista liberal, Joseph Kraft, ele próprio um membro do C.F.R., notou do Conselho no artigo de Harper: “Ele tem sido o assento de algumas decisões básicas do governo, tem estabelecido o contexto de muitas mais, e tem repetidamente servido como uma base de recrutamento para os oficiais do escalão”. Kraft, incidentalmente, apropriadamente intitulou o artigo dele sobre o CFR como “Escola para Estadistas” – uma admissão que os membros do Conselho estão práticos com uma “linha” de estratégia a ser realizada em  Washington.

Na medida em que se aproximava a Segunda Guerra Mundial, o Grupo da Mesa Redonda foi influente em ver que Hitler não era detido na Áustria, na Rhineland, ou Sudetenland – e portanto era grandemente responsável por precipitar o Holocausto. Uma segunda guerra mundial grandemente aperfeiçoaria a oportunidade para o estabelecimento de um Governo Mundial. O financiamento para a subida ao poder de Adolph Hitler foi manipulado por meio do Banco Mendelson de Amsterdam controlado pelos Warburg e mais tarde pelo Banco J. Henry Schroeder com ramos em Frankfurt, Londres e New York. O conselheiro chefe legal para o Banco J. Henry Schroeder era a firma de Sullivan e Cromwell cujos sócios seniores incluiam  John Foster e Allen Dulles, (veja James Martin’s All Honorable Men, Little Brown Co., New York, 1950, p. 51. See also Quigley, p.433.)

Com a Mesa Redonda fazendo seu trabalho na Europa, o CFR tocava a bola nos EUA. A primeira tarefa do Conselho foi infiltrar e desenvolver um controle eficaz do Departamento de Estado dos EUA – para se assegurar que depois da segunda guerra mundial não haveria escorregadelas como aquelas que se seguiram à primeira guerra mundial. A história da tomada do CFR do Departamento de Estado está contida na Publicação 2349 do Departamento de Estado, Relato ao Presidente sobre os Resultados da Conferência de San Francisco. Este é um relato do Secretário de Estado Edward R. Stettinius (C.F.R.) ao Presidente Truman. Na página vinte encontramos:

“Com o irromper da guerra na Europa, estava claro que os EUA seriam confrontados, depois da guerra, com problemas novos e excepcionais. De acordo, foi criado um Comitê sobre Problemas Pós Guerra antes do fim de 1939 [dois anos antes que os EUA entrassem na guerra] por sugestão do CFR. O Comitê consistiu de altos oficiais do Departamento de Estado [mas todos, menos um, eram membros do CFR]. Ele foi auxiliado por uma equipe de pesquisa [fornecida, financiada e dirigida pelo CFR] que em fevereiro de 1941, foi organizada em uma Divisão Especial de Pesquisa [e, saiu da folha de pagamento do CFR e passou para a folha de pagamento do Departamento de Estado].”

[Depois de Pearl Harbor] as instalações de pesquisa foram rapidamente expandidas e o Comitê Departamental sobre Problemas Pós Guerra foi reorganizado em um Comitê de Aconselhamento sobre Políticas Externas do Pós Guerra [completamente ocupado por membros do  C.F.R.].” (veja também, C.F.R.’s booklet, A Record of Twenty Years, 1921-1947.)

Este é o grupo que projetou a ONU – o primeiro maior passo bem sucedido na estrada de um Super Estado Mundial. Ao menos 47 membros do CFR estavam entre os delegados americanos na fundação da ONU em San Francisco em 1945. Membros do grupo de C.F.R. incluiam Harold Stassen, John J. Mc Cloy, Owen Lattimore (chamado pelo Sub-comitê de Segurança Interna do Senado “um instrumento consciente e articulado da conspiração soviética”], Alger Hiss (espião comunista), Philip Jessup, Harry Dexter White (agente comunista), Nelson Rockefeller, John Foster Dulles, John Carter Vincent (risco de segurança), e Dean Acheson. Apenas para ter certeza que membros do partido comunista entendiam a importância da criação da ONU, “Political Affairs”, o jornal teórico oficial do partido, na publicação de abril de 1945, deu a ordem:

“Grande apoio popular e entusiasmo para as políticas da ONU que devem ser construidas, bem organizadas e completamente articuladas. Mas também é necessário fazer mais do que isso. A oposição deve se tornar tão impotente que seja incapaz de reunir qualquer apoio significativo no Senado contra a Carta da ONU e os tratados que se seguirão”.

Podemos imaginar se os tolos a nível do partido até mesmo questionaram porque eles deviam apoiar uma organização dominada pelas odiadas personalidades de “Wall Street”. Os pintores do panorama da media de massa tem se superado pintando a ONU como uma organização de paz ao invés de como uma fachada para os banqueiros internacionais.

Não apenas os membros do CFR dominaram a instituição da ONU, mas os membros do CFR estavam nos cotovelos do Presidente americano em Teerã, Podstam e Yalta – onde centenas de milhões de seres humanos eram entregues nas mãos de Joseph Stalin, grandemente estendendo o poder da Conspiração Comunista Internacional. O assistente adminiistrativo de Roosevelt durante este tempo era um membro chave do CFR chamado Lauchlin Currie – subsequentemente identificado por J. Edgar Hoover como um agente soviético.

O CFR tem dominado tão completamente o Departamento de Estado durante os últimos 38 anos que todos os Secretários de Estado com exceção de Cordell Hull, James Byrnes, e William Rogers tem sido membros do CFR. Conquanto Rogers não seja um membro, o Professor Henry Kissinger, o conselheiro chefe de política externa de Mr. Nixon, veio ao trabalho saído do C.F.R., e os sub-secretários de estado, são membros do CFR.

Hoje o CFR permanece ativo em trabalhar na direção de sua meta final de um governo mundial – um governo que os Internos e Aliados controlarão. A meta do CFR é simplesmente abolir as garantias constitucionais de liberdade dos EUA. E eles nem mesmo tentam esconder isso. O Estúdo no. 7 publicado em 25 de novembro de 1959 advoga abertamente ” a construção de uma nova ordem social que deve ser receptiva as aspirações mundiais de paz e de mudança econômica e social [ nome código para governo mundial] incluindo os Estados que se dizem ‘socialistas’ [comunistas]”

razão é evidente para aqueles que tem estudado sua afiliação para esta organização semi-secreta pouco conhecida a ser chamada “A Instituição” (veja mapa 7). As organizações bancárias internacionais que atualmente tem homens no CFR incluem  Kuhn, Loeb & Company; Lazard Freres (diretamente afiliada do Rothschild); Dillon Read; Lehman Bros.; Goldman, Sachs; Chase Manhattan Bank; Morgan Guaranty Bank; Brown Bros. Harriman; First National City Bank; Chemical Bank & Trust, e Manufacturers Hanover Trust Bank.

Entre as maiores corporações que tem homens na

Mapa I

Supra Governo Mundial

RothschiId

Fundações Schiff Milnar

Warburg

Vanderlip Mesa Redonda Rockefeller

Rockefeller Ford

Baruch Carnegie

Morgan R.I.I.A

Departamento Executivo

C.F.R.

Kuhn Loeb

Lazard Freres

Dillon, Rand Standard Oil NBC, CBS, Rand

Lehman Bros. IBM Time, Life Hudson Institute

Goldman, Sachs Xerox Fortune, Look Fund for Republic

Chase Manhattan Eastman Kodak Newsweek Brookings Institute

New York Times

Morgan Guaranty Pan American Washington Post

Firestone LA Times Lovestone

U.S. Steel New York Post Dubinsky

McGraw-Hill Reuther

Simon & Shuster

ADA Harper Bros

L.I.D. Book of the Month

U.W.F. Saturday Review

Business Week

C.F.R. são Standard Oil, IBM, Xerox, Eastman Kodak, Pan American, Firestone, U. S. Steel, General Electric e American Telephone e Telegraph Company.

Também no C.F.R. estão homens de tais organizações abertamente esquerdistas como os Americanos Fabianos Socialistas para Ação Democrática, a Liga Socialista para a Democracia Industrial  [anteriormente a Sociedade Intercolegiada Socialista] e os Federalistas Mundiais Unidos que advogam abertamente o governo mundial com os comunistas. Tais líderes trabalhistas devotados como o falecido Walter Reuther, David Dubinsky e Jay Lovestone também tem sido membros do C.F.R. Na teoria, estes homens e organizações são supostamente inimigos figadais dos bancos e negócios listados acima. Ainda que todos eles pertençam a mesma loja. Você pode ver porque este fato não é anunciado.

O C.F.R. é totalmente interligado com as maiores fundações  os chamados “Think Tanks.” [ grupos formadores de opinião]. Incluidos nesta interligação estão as Fundações Rockefeller, Ford e Carnegie e a Corporação Rand, o Instituto Hudson, o Fundo para a República e o Instituto Brookings  “Think Tanks.”

O fato de que o CFR opere em quase anonimato dificilmente pode ser acidental. Entre as corporações de comunicações representadas no CFR estão National Broadcasting Corporation [NBC], Columbia Broadcasting System [CBS], Time, Life, Fortune, Look, Newsweek, New York Times, Washington Post, Los Angeles Times, New York Post, Denver Post, Louisville Courier Journal, Minneapolis Tribune, the Knight papers, McGraw-Hill, Simon & Schuster, Harper Bros., Random House, Little Brown & Co., Macmillan Co., Viking Press, Saturday Review, Business Week e Book of the Month Club. Certamente o C.F.R. pode obter alguns poucos anúncios de publicidade se a publicidade for desejada. Se parece impossível que uma entidade possa controlar um tal vasto conjunto de firmas, é porque a maioria das pessoas não sabe que os chamados fundadores de tais gigantes como o New York Times e NBC foram escolhidos, financiados e dirigidos por Morgan, Schiff e os aliados deles. O caso de Adolph Ochs do Times e David Sarnoff da RCA são exemplos deste controle. Ambos receberam ajuda financeira inicial de Kuhn, Loeb & Company e Morgan Guaranty.

Estes são os pintores oficiais do panorama da Instituição cujos empregos são o de assegurar que o público não descubra o CFR e seu papel em criar uma ditadura socialista mundial.

Você se recordará que o Coronel House acreditava que devemos ter dois partidos políticos mas uma só ideologia. O Socialismo de um só Mundo. Isto é exatamente o que temos neste país hoje [veja mapa 8]. Embora haja diferenças filosóficas entre os patriotas democratas e os patriotas republicanos, ainda que você se mova nas escadas do partido estas diferenças se tornam menos e menos distinguíveis, até finalmente as escadas desaparecerem por trás da cortina de notícias gerenciada pela Instituição e se unam no ápice sob o controle do CFR. Em 1968, quando George Wallace manteve que não havia um centavo de diferença válida entre os dois partidos, ele pode não ter sabido o quanto ele estava certo e o porque.

Mapa 8

Controle dos Partidos Políticos

Democratas Republicanos

Dean Acheson CFR Dwight Eisenhower

Alger Hiss John Foster Dulles

Adlai Stevenson Managed News Curtain Thomas E. Dewey

John Kennedy Jacob Javits

Edward Kennedy Paul Hoffman

Robert Kennedy Robert McNamara

Averell Harriman John Gardner

George Ball Henry Cabot Lodge

Henry Fowler Rockefellers

Dean Rusk Elliot Richardson

Adam Yarmolinsky Arthur Burns

John K. Galbraith Henry Kissinger

Arthur Schlesinger, Jr. Richard Nixon

Hubert Humphrey

John Lindsay

Democrata Republicano

A seguir estão os chamados democratas que tem sido ou agora estão como agentes do CFR: Dean Acheson, Alger Hiss, Adlai Stevenson, John Kennedy, Robert Kennedy, Edward Kennedy,* Averell Harriman, George Ball, Henry Fowler, Dean Rusk, Adam Yarmolinsky, Huber Humphrey e John Lindsay.

(*Comitê Boston)

É interessante notar estas recompensas dos empregos confortáveis eram dadas pelos banqueiros internacionais a muitos homens altos no governo de Lyndon Johnson pelos serviços deles. O sub-secretário de Estado George Ball foi para  Lehman Brothers; o Secretário do Tesouro Henry Fowler foi levado para Goldman, Sachs & Co.; o Diretor do Orçamento Peter Lewis, o sub-secretário do Tesouro Frederick Deming e o antigo Secretário de Comércio C. R. Smith todos evitaram as linhas de dinheiro para serem escolhidos por Lazard Freres (Rothschilds). Fowler e Deming foram grandemente responsáveis pelas políticas que levaram as nações européias a exigirem metade de nosso ouro [ e tendo afirmações potenciais para exigirem o resto] bem como por desudar o Tesouro dos EUA de todas as reservas de prata que tinham sido construídas durante um século Os banqueiros internacionais tiveram piedade desses homens pela incompetência deles ou eles foram recompensados por um trabalho bem feito?

No controle do partido republicano para o C.F.R. tem estado Dwight D. Eisenhower, John Foster Dulles, Thomas E. Dewey, Jacob Javits, Robert McNamara, Henry Cabot Lodge, Paul Hoffman, John Gardner, o clã Rockefeller, Elliott Richardson, Arthur Burns, Henry Kissinger e Richard Nixon.* Conquanto seja verdade que cada governo americano desde Roosevelt tenha sido dominado pelo CFR, o governo de Nixon tem batido todos os recordes ao indicar mais de 110 membros do CFR para posições chave. Henry Kissinger, o “Coronel” House do governo Nixon, veio ao seu emprego diretamente da equipe do CFR. Kissinger representa o verdadeiro oposto de tudo que Nixon disse em sua campanha. Tanto os Liberais quanto os  Conservadores admitem que Kissinger é o homem mais importante do governo Nixon.

(*Richard Nixon agora afirma que ele não mais pertence ao CFR, tendo saído quando a organização tornou-se um assunto em sua campanha primária para o governo da Califórnia em 1962. Nixon nunca tem dito porque ele saiu, mas o fato de que ele tenha indicado mais de 110 membros do CFR para posições importantes em seu governo fala por si próprio. Não deve ser surpresa que o mesmo Nixon que fez campanha em 1968 como um conservador já tinha tornado sua posição real muito clara para os INTERNOS e o CFR ao autorar um artigo na revista do CFR, Assuntos Externos, em outubro de 1967. O titulo de Os membros do Conselho [Sobre Relações Exteriores este artigo “A Ásia depois do Vietnã” revelou como o aspirante a presidência Nixon abriria uma nova política em direção da China Vermelha e traria “realismo” a nossa política externa asiática. O Relatório Anual do CFR de 1952, admitiu que algumas vezes membros em posições sensíveis eram forçados a irem para o subterrâneo e manter secreta sua afiliação.)

Administrações, Democratas e Republicanas, vão e vem mas o CFR se imiscui em todas elas. Isto é o porque quanto mais as coisas parecem mudar, elas permanecem as mesmas. A correção está no topo, onde o mesmo grupo de Internos, desejosos do controle do mundo, dirigem o show. Como admite o Professor Quigley:

“Eles existem, e tem existido por uma geração uma rede internacional que opera, em alguma extensão, do modo que os radicais de direita acreditam que os comunistas operem. De fato, esta rede, que podemos identificar como Grupos da Mesa Redonda, não tem aversão em cooperar com os comunistas ou com qualquer outro grupo, e frequentemente faz assim”

Sim, os Internos não tem aversão a trabalhar com os comunistas cuja meta ostensiva é a de destrui-los. Enquanto os Internos estão servindo champanhe e caviar a seus convidados em mansões de veraneio em Newport. ou entretendo outros membros da elite social a bordo de seus iates, seus agentes estão lá fora escravizando e assassinando pessoas, E vocês são os próximos na lista deles.

Claramente, o editorial do Chicago Tribune de 9 de dezembro de 1950, sobre o C.F.R. ainda se aplica:

“Os membros do Conselho das Relações Exteriores são pessoas de muito mais que uma influência média na comunidade deles. Eles tem usado o prestígio que a riqueza deles, a posição social deles, e a educação deles tem dado a eles para liderarem o país por meio da bancarrota e debacle militar. Eles devem olhar para as mãos deles. Há sangue nelas – o sangue seco da última guerra e o sangue fresco da atual [a guerra da Coréia] (sacrifício humano)

Isto continua sem izer que nas mãos do CFR estão agora ainda mais o sangue de 50.000 americanos no Vietnã. Vergonhosamente,  o Conselho tem continuado a promover, como política externa americana, o embarque de ajuda americana e comércio para o arsenal do Leste europeu do Viet Cong para matar nossos filhos no campo.

Não deve ser surpreendente saber que há um nível internacional, um equivalente organizacional do CFR. Este grupo se auto-denomina Bilderbergers. Se dificilmente um americano em mil está familiarizado com o CFR, é duvidoso que um em 5.000 tenha qualquer conhecimento dos Bilderbergers. Novamente, isso não é acidental.

O nome estranho desse grupo é tomado do local do primeiro encontro em maio de 1954 –   Hotel de Bilderberg – em Oostebeek, Holanda. O homem que criou os Bilderbergers é sua Magestade Real o Príncipe Bernhard da Holanda. O Príncipe é uma figura importante no Royal Dutch Petroleum (Shell Oil) e na Societe General de Belgique, um enorme conglomerado cartel com holdings mundiais. Os Bilderbergers se encontram uma ou duas vezes por ano. Aqueles que comparecem incluem principais figuras politicas e financeiras dos EUA e Europa Ocidental. O Príncipe Bernhard não faz nenhum esforço para ocultar o fato que o máximo objetivo dos Bilderbergers seja o governo mundial. Enquanto isso, enquanto a nova ordem mundial está sendo construída, os Bilderbergers coordenam os esforços das elites de poder americanas e européias.

A contraparte do Príncipe Bernhard entre os Bilderbergers americanos é David Rockefeller, presidente da diretoria do CFR, cuja base econômica é o gigante Banco Chase Manhattan e a Standard Oil. Entre outros Bilderbergers do mundo das finanças ultra altas estão o Barão Edmund de Rothschild da Casa de Rothschild, C. Douglas Dillon (CFR.) do Dillon Read & Co., Robert McNamara do Banco Mundial, Sir Eric Roll de S.G. Warburg & Co., Ltd., Pierce Paul Schweitzer do FMI, e George Ball (CFR) do Lehman Brothers.

Nem todo mundo que comparece a um dos encontros secretos dos Bilderbergers é um INTERNO, mas somente homens da esquerda tem permissão para assistirem aos encontros privados que seguem as sessões gerais. Os abertamente Partidos Socialistas da Europa estão bem representados – um outro exemplo da ligação entre os Internos das altas finanças e os ostensivos líderes do proletariado. A política dos Bilderberg não é planejada por estes que comparecem as conferências, mas pela elite do comitê de direção de Internos composto por 24 europeus e 15 americanos. Membros americanos  passados e presentes deste comitê de direção dos Bilderberger incluem George W. Ball, Gardner Cowles, John H. Ferguson, Henry J. Heinz 11, Robert D. Murphy, David Rockefeller, Shepard Stone, James D. Zellerbach, Emelo G. Collado, Arthur H. Dean, Gabriel Hauge, C. D. Jackson, George Nebolsine, Dean Rusk e General Walter Bedell Smith. Aqueles que aderem a teoria acidental da história afirmarão ser uma forte coincidência que cada um destes membros passados ou presentes do Comitê de Direção dos Bilderberger é ou foi membro do CFR.

O Comitê de Aconselhamento dos Bilderberger forma até mesmo um círculo mais interno do que o Comitê de Direção. Os americanos no Comitê de aconselhamento incluem Joseph E. Johnson, Dean Rusk, Arthur H. Dean, George Nebolsine, John S. Coleman, General Walter Bedell Smith e Henry J. Heinz II. Novamente, todos membros do CFR.

Alguém presumiria [isto é, se não tivesse lido este livro] que quando os principais parlamentares do mundo e magnatas internacionais se encontram para discutir o planejamento das várias políticas externas de seus países, que os falcões dos noticiários [jornais e televisões] estariam bradando aos céus que um tal evento realizado em sigilo ridiculariza o processo democrático. Poderiamos esperar que Walter Cronkite estivesse trovejando em ira sobre uma claque de elite se encontrando para planejar nossas vidas; ou que os editorialistas do New York Times estivessem tirando fumaça de suas máquinas de escrever denunciando “o direito público de saber”. Mas, de fato, os pintores do panorama meramente afastam da existência os Bilderbergers e focalizam a atenção pública em algo como as condições nas prisões ou as garrafas de coca-cola sujando as rodovias. Já que os Bilderbergers são um grupo de esquerda [ou, como os liberais na media podem dizer, mas não o fazem, “um grupo de progressistas”] eles tem permissão para continuar em paz e planejar quietamente para 1984. O fato que haja a pesada influência de Rockefeller (Banco Chase Manhattan e CFR) na media pode também ter algo a ver com o fato que conquanto todo mundo tenha ouvido sobre, vamos dizer a Sociedade John Birch (e quase sempre de uma maneira menosprezante da Instituição Oriental da Media], praticamente ninguém tem ouvido sobre os Bilderbergers.

O Príncipe Bernhard da Holanda, o chefe do secreto movimento para um só governo mundial, conferencia com o Presidente Nixon. Um antigo nazista SS stormtrooper (“tivemos muita diversão”), Bernhard agora trabalha com os Rothschilds e os comunistas para promover um Super Estado Mundial da elite. Bernhard mantém encontros anuais secretos com altos oficiais dos EUA, banqueiros e industriais para mapear planos para unir os EUA e a União Soviética em um governo mundial. Depois do último encontro, Nixon desvalorizou o dólar e abriu o comércio com a China Vermelha.

Edmond e Guy de Rothschild, líderes do clã francês dos Rothschild. Os Rothschilds são intimamente ligados ao Príncipe Bernhard em negócios (Royal Dutch Shell) e na construção de um super governo mundial com os soviéticos. O Time de 20 de dezembro de 1963 diz sobre Guy: “Guy é totalmente um Rothschild. Ele personifica muito do que o nome de sua família representa. Ele é amigo e confidente e alguns politicos franceses. Sobretudo, ele está dedicado a aumentar a fortuna do banco dele. Guy lidera um clã versátil dos Rothschilds dos dias modernos.” Edmond, reputadamente o mais rico dos Rothschilds franceses, tem pessoalmente 500 milhões de dólares, segundo sua própria estimativa.

Enquanto este livro é escrito, tem havido 29 encontros dos Bilderberger até hoje. Eles geralmente duram três dias e são realizados em lugares afastados. Os participantes são hospedados em um local e são protegidos por uma rede de segurança. As decisões são alcançadas, as resoluções adotadas, os planos de ação iniciados, mas somente os  Bilderbergers sabem com certeza o que aconteceu. Devemos assumir que estas pessoas não se reunem meramente para discutir seus exercícios de golfe. A imprensa, naturalmente, não tem permissão de estar presente, embora ocasionalmente uma breve conferência de imprensa é realizada no fim do encontro ao tempo em que as notícias são dadas em termos muitos gerais da versão dos Bilderberger do que foi discutido. Porque todo este segredo se nada há que esconder? Porque as fundações Ford, Rockefeller e Carnegie financiam os encontros se eles não são importantes? Sim, porque?

O encontro mais recente aconteceu no Woodstock Inn em Woodstock, Vermont, de Laurance Rockefeller, no período de 23 a 25 de abril de 1971. Aparentemente apenas um jornal trouxe uma história substancial sobre o encontro, foi o Rutland, Vermont, Herald, cujo repórter pode adquirir apenas pequena informação sobre o que se tratava o encontro. A matéria de 20 de abril de 1971 do Herald relatou:

“Uma tampa mais que apertada de sigilo estava sendo mantida sobre a conferência. Um encontro a portas fechadas foi realizado em Woodstock na semana passada para instruir umm punhado de oficiais locais sobre algumas fases da conferência. Um dos participantes do encontro insistiu na segunda-feira que foi dito aos oficiais que o encontro seria “uma conferência de paz internacional”. Contudo, outras fontes confiáveis disseram que a conferência lidará com as finanças internacionais”.

O Woodstock Inn será aparenemente lacrado como Fort Knox. Nenhuma cobertura de imprensa será permitida, com a exceção da divulgação de uma declaração no final do encontro no domingo.”

Quando o Príncipe Bernhard chegou ao Aeroporto Logan de Boston, ele admitiu aos repórteres que o assunto da conferência seria “uma mudança no papel mundial dos EUA” Não é bom ter mudanças no papel da América no mundo decidido pelos Bernhard, Rothschild e Rockefeller? Há uma real democracia em ação, como eles dizem. Presente no cenário para levar de volta as ordens para Mr. Nixon estava o garoto de recados do C.F.R.- Rockefeller , o conselheiro número um do presidente para assuntos externos, Henry Kissinger. Logo depois do encontro em Woodstock, dois hominosos eventos de mudança de papel ocorreram: Henry Kissinger foi a Pequim e arranjou a aceitação da China Vermelha como membro da família das nações comerciantes;  e uma crise monetária internacional se desenvolveu depois que o dólar foi desvalorizado. Como escreveu o homem de Estado britânico e confidente de Rothschild Benjamin Disraeli em Coningsby: “Como você vê,meu caro Coningsby, o mundo é governado por personagens muito diferentes do que é imaginado por aqueles que não estão por trás das cenas.”

6. OS ROCKEFELLERS  OS VERMELHOS

O mais importante americano destes “personagens diferentes” que governam o mundo por trás das cenas são os Rockefellers. O clã Rockefeller relatadamente tem trabalhado com os Rothschilds e seus agentes desde os anos de 1880, quando o original John D. arranjou para obter um desconto em cada barril de petróleo que ele e seus competidores embarcavam pelas estradas da Pennsylvania e Baltimore & Ohio controladas por Kuhn, Loeb & Co.. Esta tem sido uma parceria lucrativa desde então, embora pareça ter havido áreas nas quais as duas dinastias financeiras competem.

O envolvimento dos Rockefellers com seus supostos inimigos mortais, os comunistas, remonta a revolução bolchevista. Durante a década de 1920 Lenin estabeleceu sua Nova Política Econômica [a mesma que Mr. Nixon aplicou ao seu pacote de controle de políticas de redimentos] quando os supostamente odiados capitalistas foram convidados de volta para a RÚSSIA.

Os Internos do Federal Reserve-CFR começaram a empurrar para abrir a Rússia Comunista aos comerciantes americanos logo depois da revolução. Contudo, naquele tempo, a opinião pública era tão altamente contrária aos bolchevistas por causa de seu barbarismo que foi a política oficial do governo dos EUA não lidar com o governo fora da lei. Os EUA não reconheceram oficialmente os bolchevistas até 1933. Enquanto isso, a economia soviética estava em ruínas e o povo morria de fome. Os comunistas teriam desmoronado se não fossem ajudados pelos Internos. Os bolchevistas foram originalmente salvos do colapso por Herbert Hoover (CFR) que levantou dinheiro para comprar comida que foi apropriada por Lenin e seus gangsters. Eles usavam isto como um instrumento para subjugar os camponeses famintos que tinham estado resistindo a seus recentemente impostos mestres escravizadores. Conquanto o gesto humanitário de Hoover tenha salvo o regime comunista, a economia russa ainda estava em um caos total. Então vieram os Vanderlips, Harrimans e Rockefellers. um dos primeiros a ajudar foi Frank Vanderlip, um agente dos Rockefellers e um dos conspiradores da Ilha Jekyl, presidente do Primeiro National City Bank de  Rockefeller, que comparou Lenin a George Washington. (Louis Budenz, The Bolshevik Invasion of The West, Bookmailer, p.115)

Os Rockefellers designaram seu agente de relações públicas, Ivy Lee, para vender ao público americano a idéia que os bolchevistas eram meramente idealistas mal comprendidos que realmente eram um tipo de benfeitores da humanidade.

Professor Antony Sutton da Instituição Hoover da Universidade de Stanford, nota em seu livro de alta autoridade  “Western Technology and Soviet Economic Development”:

“Muito previsivelmente, 180 páginas depois, Lee conclui que o problema comunista é meramente psicológico. Por este tempo ele estava falando sobre os russos [não comunistas] e conclui que “eles todos estão certos”. Ele sugere que os EUA não devem se engajar na propaganda; faz uma súplica para uma coexistência pacífica; e sugere que os EUA descobriria ser uma boa política reconhecer a USSR e adiantar créditos.” (Antony Sutton, Western Technology and Soviet Economic Development, 1917-1930, Hoover Institution on War, Revolution and Peace, Stanford University, Calif., 1968, p.292)

Depois da revolução bolchevista, Standard de New Jersey comprou 50% dos enormes campos de petróleo  Nobel do  Cáucaso, até mesmo embora a propriedade tenha teoricamente sido nacionalizada. (O’Connor, Harvey, The Empire Of Oil, Monthly Review Press, New York, 1955, p.270.)

Em 1927, Standard Oil de New York construiu uma refinaria na Rússia, portanto ajudando os bolchevistas a colocarem de pé sua economia. O Professor Sutton afirma: “Este foi o primeiro investimento americano na Rússia desde a revolução .” (Ibid, Vol.1, p.38)

Logo depois a Standard Oil de New York e sua subsidiária, Vacuum Oil Company, concluiram um acordo para comercializar o petróleo soviético nos países europeus e foi relatado um empréstimo de 75 milhões de dólares aos bolchevistas. (National Republic, Sept.1927.)

Temos sido incapazes de descobrir se a Standard Oil foi até mesmo teoricamente expropriada pelos comunistas. Sutton escreve:

“Apenas concessões ao telégrafo dinamarquês, a pesca japonesa, concessões de carvão e petróleo e o arrendamento da Standard Oil permaneceram depois de 1935.” (Ibid, Vol.11, p.17.)

Onde quer que seja que vá a Standard Oil, o Banco Chase National certamente segue. (O Banco Chase dos Rockefeller mais tarde se uniu ao Banco Manhattan de Warburg para formar o atual Banco Chase Manhattan.) Em ordem de resgatar os bolchevistas, que supostamente eram um arqui-inimigo, o Banco Chase National foi instrumental em estabelecer a Câmara de Comércio russo-americana em 1922. O presidente da câmara foi Reeve Schley, um vice-presidente do Banco Chase National. (Ibid, Vol.11, p.288) Segundo o Professor Sutton: “Em 1925, negociações entre o Chase e o Prombank se estenderam além do financiamento de matérias primas e mapearam um programa completo para financiar as exportações das matérias primas soviéticas para os EUA e as importações de algodão e maquinário dos EUA. (Ibid, Vol.11, p.226) Sutton também relata que “O Banco Chase National e o Equitable Trust Company foram líderes nos negócios de crédito soviético.” (Ibid, p.277)

O Banco  Chase National de Rockefeller esteve envolvido em vender obrigações bolchevistas nos EUA em 1928. As organizações patrióticas denunciaram o Chase como uma “cerca internacional”. O Chase foi chamado uma “desgraça para a América”. Eles irão a qualquer altura para ganhos de poucos dólares.” (Ibid, Vol.11, p.291) O congressista Louis McFadden, presidente do Comitê de Bancos da Câmara manteve em uma fala ao seus companheiros congressistas:

“O governo soviético tem recebido fundos do Tesouro dos EUA pela diretoria do Federal Reserve e bancos do Federal Reserve agindo por meio do Banco Chase e Guaranty Trust Company e outros bancos na cidade de New York.

Abertos os livros de Amtorg, a organização de comércio do governo soviético em New York, e de Gostorg, o escritório geral da Organição de Comércio Soviética, e do Banco Estatal da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas você ficará surpreso ao ver quanto do dinheiro americano tem sido retirado do Tesouro dos EUA em benefício da Rússia. Descubra que negócios tem sido transacionados para o Banco Estatal da Rússia Soviética por seu correspondente, o Banco Chase de New York.
(Congressional Record, June 15, 1933.)

Mas aparentemente os Rockefellers não estavam sozinhos em financiar o braço comunista da conspiração dos Internos. Segundo o Professor Sutton “há um relato nos arquivos do Departamento de Estado que indicam Kuhn, Loeb & Co. (a casa financeira mais antiga e importante em New York) como os financiadores do primeiro Plano de Cinco Anos . (Veja U. S. State Dept. Decimal File, 811.51/3711 and 861.50 FIVE YEAR PLAN/236.” (Sutton, op. cit., Vol. II, p. 340n.)

O Professor Sutton prova conclusivamente em sua obra de três volumes sobre a União Soviética que ele foi quase que literalmente fabricada pelos EUA. Sutton cita um relato de Averell Harriman para o Departamento de Estado de junho de 1944 como declarando:

“Stalin pagou tributo a assistência prestada pelos EUA a indústria soviética antes e durante a guerra. Ele disse que dois terços de todos os grandes emprendimentos industriais na União Soviética tinham sido construídos com a ajuda ou assistência técnica dos EUA. .” (Sutton, op. cit., Vol.11, p.3.)

Lembre-se que este foi o tempo quando os soviéticos já tinham estabelecido uma extensa rede de espionagem nos EUA e o jornal comunista Daily Worker regularmente pedia a destruição de nossa liberdade e a sovietização da América.

Sutton mostra que dificilmente haja um segmento da economa soviética que não seja resultado da transferência do Ocidente, particularmente da tecnologia americana.

Isto não pode ser inteiramente o resultado de um acidente. Por 50 anos a turma de Internos-Federal Reserve-CFR-Rockefeller tem advogado e realizado políticas destinadas a aumentar o poder de seu satélite, a União Soviética. Enquanto isso, a América gasta 75 bilhões de dólares por ano em defesa para se proteger de um inimigo que os Internos estão construindo.

O que tem sido verdadeiro no passado é ainda mais válido hoje. O líder em promover a transferência da tecnologia e crescente ajuda e comércio com os comunistas é o CFR.

Em 7 e outubro de 1966, o Presidente Lyndon Johnson, um homem que tinha indicado um membro do C.F.R. para virualmente cada uma das posições estratégicas de seu governo, afirmou:

“Pretendemos pressionar as autoridades legislativas para negociarem acordos de comércio que podem estender um tratatamento tarifário mais favorecido aos estados comunistas europeus. Reduziremos os controles de exportação no comércio Leste-Oeste a respeito de centenas de itens não estratégicos.”

O New York Times relatou uma semana depois em 13 de outubro de 1966:

“Os EUA colocaram em vigor hoje uma das propostas do Presidente Johnson para estimular o comércio Leste-Oeste ao remover restrições sobre a exportação de mais de 400 comodidades para a União Soviética e o Leste Europeu.”

Entre as categorias dos itens que foram selecionados estão vegetais, cereais, forragem, couros, borracha crua e manufaturada, polpa e restos de papel, texteis e fibras texteis, fertilizantes crus, metais e sucata, petróleo, gás e derivados, compostos e produtos quimícos, corantes, remédios, fogos, detergentes, materiais plásticos, produtos de metal e maquinário, e instrumentos científicos e profissionais.”

Virtualmente cada um desses itens “não estratégicos” tinha um uso direto ou indireto na guerra. Mais tarde, itens tais como compostos para limpeza de rifles, equipamento eletrônico e de radar foram declarados não estratégicos. Uma metralhadora ainda é considerada estratégica e portanto não pode er embarcada para os comunistas, mas as ferramentas para fazer a metralhadora e os químicos para propulsão das balas tem sido declarados não estratégicos. Enquanto isso, aproximadamente 50.000 americanos tem morrido no Vietnã. Os vietcongs e os norte-vietnamitas recebem 85% de seus materiais de guerra da Rússia e de nações do bloco soviético. Já que suas economias são incapazes de sustentar uma guerra, o braço comunista da conspiração precisou de ajuda do braço capitalista financeiro. Os EUA tem estado financiando e equipando ambos os lados da terrível guerra vietnamita, matando nossos próprios soldados por um intermediário. Novamente, os pintores do  panorama na media de massa tem ocultado do público americano o conhecimento desses fatos.

Não surpreendentemente, os Rockefellers tem sido os líderes no patrocínio dese comércio de sangue. Em 16 de janeiro de 1967, um dos artigos mais incríveis apareceu em um jornal no jornal diário da Instituição, o New York Times. Sob a manchete “Eaton se Une aos Rockefellers para Incentivar o Comércio com os Vermelhos” o artigo afirmou:

“Uma aliança de fortunas familiares ligando Wall Street e o Meio Oeste está indo tentar construir pontes econômicas entre o mundo livre e a Europa comunista. A Corporação Internacional de Economia Básica [IBEC], controlada pelos irmãos Rockefeller e a Tower International, Inc., chefiada por Cyrus S. Eaton Jr., financiador em Cleveland, planejam cooperar em promover o comércio entre os países da Cortina de Ferro, incluindo a União Soviética.”

IBEC é dirigida por Richard Aldrich, neto do golpista do Federal Reserve Nelson Aldrich, e Rodman Rockefeller (CFR), filho de Rocky 5. Em 20 de outubro de 1969, IBEC anunciou que N M Rothschild & Sons de  Londres tinham entrado em uma parceria  com a firma.

Cyrus Eaton Jr. é o filho do notório pró soviético Cyrus Eaton, que começou sua carreira como secretário de John D. Rockefeller. É acreditado que a subida ao poder de Eaton no mundo das finanças seja o resultado do apoio de seu mentor. O acordo entre a Tower International e o IBEC continua uma velha aliança. Embora o nome de Eaton não apareça nas listas de afiliação ao CFR, o Comitê Reece que investigou as fundações para o congresso em 1953, descobriu que Eaton era um membro secreto.

Entre os itens “não-estratégicos” que o eixo Rockefeller Eaton está indo construir com os comunistas estão dez fábricas de bens de borracha, incluindo duas fábricas de borracha sintética que valem 200 milhões de dólares. Mr. Eaton explica em um artigo do Times: “Estas pessoas estão criando novas fábricas de automóveis e sabem que vão precisar de fábricas de pneus”. Sob o governo Nixon que, ao contrário das promessas de campanha, tinha multiplicado o comércio com os Vermelhos dez vezes, as preocupações americanas estão construindo a maior fábrica de caminhões para os comunistas. Os caminhões são necessários para a máquina de guerra de uma nação e as fábricas de caminhões podem ser convertidas em fábricas de tanques como foi feito durante a segunda guerra mundial.

Além disso, os Rockefellers e os Eatons estão contruindo uma fábrica produtora de alumínio de 50 milhões de dólares para os Vermelhos. Alumínio para aviões a jato é considerado “não estratégico” sob a doutrina Johnson-Nixon. Até mesmo mais incrivelmente, o Times revela:

Nelson Rockefeller sauda Khrushchev, o infame “carniceiro de Budapest.” As famílias Rockefeller e Eaton agora tem unido forças para construirem fábricas de produção de guerra por trás da Cortina de Ferro de forma que os comunistas possam se tornar uma ameaça maior a sobrevivência dos EUA. A América gasta 70 bilhões de dólares anualmente ostensivamente em defesa e então os Rockefellers constróem fábricas de alumínio para os comunistas. Somente a ausência de uma declaração formal de guerra no Vietnã evita que os Eatons e os Rockefellers sejam processados por traição. Eles tem o sangue de aproximadamente 50.000 homens a serviço dos EUA em suas mãos.

Quando os ditadores comunistas visitam os EUA eles não visitam os trabalhadores ou os líderes das uniões trabalhistas, mas se encontram com os líderes industriais. Há pouca, se alguma, tentativa dos ditadores vermelhos em se identificarem com a classe trabalhadora. Aqui Nikita Khrushchev sauda o industrial pró comunista Cyrus Eaton. Eaton começou sua carreira nos negócios como secretário de John O. Rockefeller e a família Rockefeller é acreditada ser grandemente responsável por sua fortuna.

“No mês passado, Tower International alcançou um tentador acordo com a patente soviética e a organização de licenciamento, Licensintorg, cobrindo futuros licenciamentos e transações de patentes. Até agora, disse Mr. Eaton, os russos tem deixado de comprar e vender licenças e patentes para a Amtorg Trading Corporation, a agência oficial soviética neste país para promover o comércio soviético-americano.”

Isto significa que os Rockefellers e os Eatons tem um monopólio de transferência de capacidade tecnológica para os supostos inimigos dos super ricos, a União Soviética. Segundo o Times:

“Mr. Eaton reconheceu as dificuldades que os representantes da Amtorg tinham encontrado aqui ao tentar arranjar acordos de licenciamento com companhias americanas. “Como você pode imaginar, é quase impossível para um russo andar até o departamento de pesquisa de uma companhia americana aeroespacial e tentar arranjar para comprar uma patente”, ele disse.

Certamente cada americano leal dirá a si mesmo, “Bem, espero em Deus que os soviéticos não possam mesmo ir a nossas fábricas de defesa e comprarem uma patente.” Os Rockefellers e os Eatons tem resolvido este problema para os comunistas. Agora, ao invés de lidar com uma agência oficial do governo soviético, os americanos devem se preocupar de estar lidando com os Rockefellers. Enquanto isso, aproximadamente 50.000 americanos tem morrido no Vietnã, muitos deles mortos por armas que os Rockefellers direta ou indiretamente forneceram aos nossos declarados inimigos. Somente o tecnicalismo da falta de uma declaração formal de guerra evita que o comércio de sangue americano dos Rockefellers seja processado por traição.

Então pela compra das patentes para os comunistas os Rockefellers estão virtualmente a cargo da pesquisa e desenvoolvimento da máquina militar soviética, permitindo que os soviéticos produzam em massa desenvolvimentos americanos. A transferência de tal conhecimento é até mesmo mais importante do que a venda de armas. Um processo que pode ter custado uma década para ser desenvolvido por uma corporação americana é transferido in toto para os comunistas. Faz sentido gastar 75 bilhões de dólares anual em defesa e então deliberadamente aumentar o potencial fazedor de guerra de um jurado inimigo? Isto é o que fazem  Mr. Rockefeller e os Internos.

Já que os Rockefellers tem contratado para arranjar patentes para os soviéticos eles são, por definição do dicionário, agentes comunistas. Não seria mais acurado definir os comunistas como agentes de Rockefeller?

Indicativo disso foi um estranho evento que ocorreu em outubro de 1964.  David Rockefeller, presidente do Banco Chase Manhattan e presidente da diretoria do CFR, tirou umas férias na União Soviética. Este é um lugar peculiar para o maior imperialista mundial tirar férias já que muito da propaganda comunista lida com tirar toda a riqueza de David dele e distribui-la para ‘o povo”. Uns poucos dias depois que Rockefeller terminou suas férias no Kremlin, Nikita Khrushchev foi convocado para umas férias em um resort no Mar Negro para saber que havia sido despedido. Que estranho! Até onde o mundo sabia,  Khrushchev era o ditador absoluto do governo soviético e, mais importante, chefe do Partido Comunista que dirige a União Soviética. Quem tem o poder de despedir um homem que supostamente é o ditador absoluto? Será que David Rockefeller viajou a União Soviética para despedir um empregado?  Obviamente, a posição de premier na União Soviética é uma figura que representa o verdadeiro poder que reside em outro lugar. Talvez em New York.

Por cinco décadas os comunistas tem baseado a propaganda deles no tema que eles irão destruir os Rockefellers e outros super-ricos. Ainda que descubramos que por cinco décadas os Rockefellers tem estado envolvidos na construção da força dos soviéticos. Somos supostos acreditarmos que estes cartelistas internacionais fazem isso porque eles são tolos ou cheios de cobiça. Isto faz sentido? Se um criminoso sobe e desce as ruas gritando a seus pulmões que tão logo ele obtenha uma arma ele vai matar Joe Doaks, e você sabe que Doaks está secretamente dando armas ao criminoso, uma das duas coisas deve ser verdade. Ou Doaks é um tolo ou tudo isto é uma mera representação e o criminoso secretaente trabalha para Doaks. Os Rockefellers não são tolos.

Enquanto David dirige a extremidade financeira da dinastia Rockefeller, Nelson dirige a política. Nelson gostaria de ser Presidente dos EUA. Mas, infelizmente para ele, ele é inaceitavel pela vasta maioria dos patriotas de seu próprio partido. Mas a próxima coisa melhor a ser presidente é controlar o presidente. Nelson Rockefeller e Richard Nixon supostamente são amargos competidores políticos. Em um sentido eles são, mas isto não evita que Rockefeller exerça domínio sobre Mr. Nixon. Quando Mr. Nixon e Mr. Rockefeller competiam pela indicação republicana em 1968,  Rockefeller naturalmente preferia ter ganho o premio, mas a despeito de quem vencesse, ele controlaria o mais alto oficial na terra.

Você se recordará que exatamente no meio de desenhar a plataforma republicana em 1960, Mr. Nixon repentinamente deixou Chicago e voou a New York para se encontrar com Nelson Rockefeller no que Barry Goldwater descreveu com “A Munique do Partido Republicano”. Não havia razão política pela qual Mr. Nixon precisasse engatinhar até Mr. Rockefeller. Ele tinha a convenção toda costurada. O Chicago Tribune comparou isto com Grant rendendo-se a Lee.

Em “The Making of the President”, 1960, Theodore White notou que Nixon aceitou todos os termos de Rockefeller para este encontro, inclusive as determinações que “Nixon telefone pessoalmente para Rockefeller e solicite um encontro; que eles se encontrassem no apartamento de Rockefeller; que o encontro deles fosse secreto e mais tarde fosse anunciado em uma divulgação a imprensa pelo governador, não por Nixon; que o encontro fosse claramente anunciado como tendo ocorrido por solicitação do vice-presidente; que a declaração da política deste encontro seria longa, detalhada, inclusiva e não um comunicado sumário.”

O encontro produziu o infame “Compacto da Quinta Avenida” no qual a plaforma do Partido Republicano foi rasgada e substituida pelos planos socialistas de Rockefeller. O Wall Street Journal de 25 de julho de 1960, comentou: “um pequeno grupo de conservadores dentro do partido – está enfiado nas linhas secundárias – os quatorze pontos de fato são muito liberais; eles compreendem uma plataforma aparentada de muitas maneiras [a plataforma dos Democratas e eles são um grito muito mais longo de coisas que os homens conservadores pensar que o Partido Republicano defenderia]”, como Theodore White coloca:

“Nunca tinha o assalto quadrienal liberal dos regulares sido mais nuamente dramatizado do que o compacto aberto da Quinta Avenida. Seja qual for a honra que eles possam ter sido capazes de realizar por seus serviços no comitê da plataforma tinha sido dizimado. O encontro de uma única noite dos dois homens no milionário apartamento triplex na Bailonia-sobre o-Hudson, a 830 milhas de distância, foi sobre supera-los; eles foram expostos como palhaços para todo mundo ver.”

A história inteira por trás do que aconteceu no apartamento de  Rockefeller sem dúvida nunca será conhecida. Podmos apenas fazer educadas suposições a luz dos eventos subsequentes. Mas é óbvio que desde aquele tempo Mr. Nixon tem estado na órbita de Rockefeller.

Depois de perder para Kennedy por um mínimo, Mr. Nixon, contra seus desejos, e a pedido (ou ordem) de Rockefeller, concorreu a governador da Califórnia e perdeu. [para mais detalhes, veja o livro do autor “Richard Nixon: The Man Behind The Mask”.) Depois de perder para Pat Brown na eleição governamental da Califórnia em 1962, Nixon tinha universalmente sido consignado ao monturo político. Ele deixou sua prática como advogado na Califórnia e foi para New York, onde se mudou como um vizinho de Nelson Rockefeller, o homem que suposta era seu arqui-inimigo, para um apartamento de cem mil dólares por ano de propriedade de Rockefeller. Então Mr. Nixon foi trabalhar na firma de advocacia do advogado pessoal de Mr. Rockefeller, John Mitchell, e nos seguintes seis anos passou a maior parte de seu tempo viajando pelo país e pelo mundo, inicialmente reconstruindo sua reputação política e então em 1968 fazendo campanha para sua indicação republicana. Ao mesmo tempo, segundo sua própria declaração financeira, sua renda líquida multiplicou-se muitas vezes e ele se tornou bem rico. Nelson Rockefeller, (e seus cologas da Instituição Liberal Oriental], que ajudaram a tornar Nixon aceitável para os conservadores ao parecer se opor a ele, resgataram Nixon do esquecimento político e o tornaram Presidente dos EUA. Não faz sentido que Mr. Nixon, o homem de ambição apaixonada cuja carreira tinha afundado até o poço, tivesse feito alguns acordos para alcançar sua meta? E ele não adquiriu maciças dívidas políticas em troca de ser sido feito presidente pela Instituição Liberal Oriental?

Quando Nixon deixou Washington, ele, por sua própria declaração, tinha pouco mais que um velho automóvel Oldsmobile, o respeitavel casaco republicano de Pat, e uma pensão do governo. Enquanto na prática da advocacia Nixon tinha um rendimento de $200.000 dólares por ano, do qual mais da metade era para pagar o apartamento no edifício de Rocky. Por 1968, ele relatou seu patrimônio líquido como 515.830 dólares enquanto atribuia um valor de apenas 45 mil dólares a sua sociedade na crescentemente florescente firma de advocacia. Pode ser que o frugal Mr. Nixon adquiriu um capital de investimento depois dos impostos que decolou para 858.190 em bens ao fielmente colocar seus trocos em um cofrinho. Então novamente, pode ter sido parte do acordo de Nixon com Rockefeller e os Internos que os problemas pessoais de pobreza de Mr. Nixon deviam ser resolvidos. O Presidente é obviamente um agente não livre.

O homem que a maioria concorda seja o mais poderoso na administração sobre assuntos de política doméstica é o Advogado Geral John Mitchell. Mitchell, que tem sido um sócio legal de Nixon, serviu como gerente de campanha em 1968 e relatadamente servirá nesta capacidade em 1972. O Wall Street Journal de 17 de janeiro de 1969 revelou que Mitchell foi o advogado pessoal de Rocky. Os pintores do panaroma da Instituição tem entalhado uma imagem de Mitchell como um tipo policial rígido de inclinação conservadora. Paece que na realidade Mitchell nada mais é que um outro agente de Rockefeller.

Richard Nixon foi eleito Presidente com uma plataforma que prometeu parar o recuo da América diante de um mundo comunista. Ainda que ele tenha indicado Henry Kissinger, um homem que representava o oposto das posições assumidas por Nixon durante a campanha,  para uma posição que é virtualmente  presidente assistente. Então é surpreendente que Mr. Nixon tenha feito exatamente o oposto do que prometeu durante sua campanha de 1968?

Como Mr. Nixon veio a escolher um ultra-liberal para ser o seu conselheiro número um em política externa? Nos é dito pela revista Time que Mr. Nixon encontrou Kissinger em um coquetel dado por Clare Boothe Luce durante os feriados de natal de 1967. Mr. Nixon supostamente ficou tão impressionado pela participação de Kissinger naquele coquetel que o indicou para a posição mais poderosa em sua administração. Mr. Nixon teria que ser estúpido para ter feito isso; e Mr. Nixon não é estúpido. A indicação de Kissinger foi arranjada por Nelson Rockefeller. (Salt Lake City Desert News, March 27, 1970.) Kissinger tinha servido por cinco anos como conselheiro pessoal sobre asuntos externos para Rockefeller e ao tempo de sua indicação ele estava servindo como um membro pago do CFR.

A fantástica demonstração de Mr. Nixon foi aplaudida por Lyndon Johnson no  Washington Star de 1o. de dezembro de 1971. O jornal afirma:

“O ex Presidente Lyndon B. Johnson reconhece que Richard Nixon, como um presidente Republicano, tem sido capaz de realizar algumas coisas que os presidentes democratas não podem ter”.

“‘Você apenas não pode ver o tumulto,’ a ser perguntado durante uma recente entrevista , ‘se eu tinha sido responsável por Taiwan ter sido expulsa da ONU? Ou se eu tinha imposto a erosão dos controles nacionais sobre preços e salários? ‘

“‘Nixon tem obtido isso,’ele observou, com um tom avaliador em sua voz.  ‘Se eu tivesse tentado fazer isso, ou Truman, ou Humphrey, ou qualquer democrata, teriamos sido esmagados.'”

Nelson Rockefeller e Richard Nixon teoricamente são inimigos políticos, mas Rocky arranjou a eleição de 1968 de forma que se ele não pudesse ser o presidente, alguém que ele controlasse o seria. A família Rockefeller por meio de seu Banco Chase Manhattan e outras entidades tem sido grandes benfeitores da União Soviética até mesmo desde a revolução comunista na Rússia. Durante a campanha, Nixon prometeu parar os embarques de materiais de guerra da América para o Vietnã do Norte via o bloco comunista europeu porque estes suprimentos estavam sendo usados para matar soldados americanos. Mas grande parte deste comércio é controlada pelos Rockefellers e Nixon tem se contradito e multiplicado tal comércio. A imprensa, muito naturalmente, permanece silenciosa sobre a morte dos soldados americanos por um intermediário.

O patrão e seus dois empregados – os três mosqueteiros do CFR – Rocky, Presidente Nixon e Henry Kissinger. Kissinger de Harvard foi feito o virtual presidente assistente por Rockefeller em cuja equipe ele serviu por doze anos. Kissinger também tinha sido da equipe do CFR exatamente antes de se unir ao governo Nixon. Kissinger era a própria personificação de tudo que Nixon denunciou em sua campanha de 1968. Isto explica porque Nixon tem se contradito em tantas posições. Entre aqueles a aplaudir o movimento para a esquerda de Mr. Nixon está Alger Hiss, o espião comunista que Richard Nixon ajudou a condenar (Chicago Tribune, 25 de outubro de 1971.  Foi o Caso Hiss que tirou Nixon da obscuridade para o Senado, a vice presidência e eventalmente, a Casa Branca).

Published in: on setembro 9, 2008 at 8:14 pm  Deixe um comentário  
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Aquecimento ou Esfriamento Global?…

O Ciclo Giratório do Quente e Frio: Um Desafio aos jornalistas que cobrem o Aquecimento Global

Postado por Todd Lemieux

25 de outubro de 2006

Hoje vou falar sobre a matéria ambiental que mais está em voga na media por todo o tempo, o Aquecimento Global. Tenho falado mais sobre Aquecimento Global que qualquer outro político em Washington hoje. Minha fala será um pouco diferente das falas anteriores de sétimo andar, já que me concentro não apenas na ciência, mas na cobertura da media sobre as alterações climáticas.

Aquecimento Global — como este termo evoca muitos membros nesta câmara, a media, as elites de Hollywood e a nossa cultura pop para assentirem com suas cabeças e embarcarem no iminente desastre ambiental. Como um senador que tem passado mais tempo educando sobre os reais fatos sobre o aquecimento global, quero me dirigir a alguma cobertura recente da media do aquecimento global e o envolvimento de Hollywood nesse assunto. E de fato também discutirei o filme do ex vice-presidente Al Gore, “An Inconvenient Truth.”

Desde 1895, a media tem alternado entre pânicos de esfriamento global e aquecimento durando quatro périodos separados e entrelaçados. De 1895 até a década de 1930 a media propalou uma vindoura idade do gelo.

Do final da década de 1920 até a década de 1960 eles advertiram sobre o aquecimento global. Da década de 1950 até a década de 1970, eles novamente nos avisaram de uma vindoura idade do gelo. Isto faz do moderno aquecimento global o quarto estado da quarta tentativa de promover o medo de opostas mudanças climáticas durante os últimos cem anos.

Recentemente, advogados do alarmismo tem se tornado crescentemente desesperados para tentar convencer o público que o aquecimento global é o maior assunto moral de nossa geração. Apenas na semana passada, o vice-presidente da Sociedade Real de Londres enviou uma carta assustadora para a media encorajando-a a calar as vozes dos cientistas céticos do alarmismo climático. Durante o ano passado, o povo americano tem sido servido com uma amostra sem precedentes de alarmismo ambiental pela media e a indústria de entretenimento, que ligam cada possível evento climático ao aquecimento global. O ano de 2006 viu muitos dos maiores órgãos da media descartarem qualquer pretensão de equilíbrio e objetividade sobre a cobertura da mudança climática e ao invés disso, claramente realizarem a advocacia do aquecimento global.

SUMÁRIO DOS MAIS RECENTES DESENVOLVIMENTOS Do “BASTÃO DE HÓQUEI” DO AQUECIMENTO GLOBAL CAUSADO PELO HOMEM

Inicialmente, gostaria de resumir alguns dos desenvolvimentos recentes na controvérsia se os humanos criaram ou não uma catástrofe climática. Um dos aspectos chave que a ONU, os grupos ambientais e a media tem promovido como “cortina de fumaça” da prova do catastrófico aquecimento global é o chamado gráfico de temperatura “em bastão de hóquei” do cientista climático Michael Mann e seus colegas.

Este gráfico se propôs a mostrar que as temperaturas no Hemisfério Norte permaneceram relativamente estáveis por mais de 900 anos, então apontando para cima no século XX, presumidamente  devido à atividade humana. Mann, que também co-publica um blog de propaganda do aquecimento global relatadamente criado com a ajuda de um grupo ambiental, tinha seu “bastão de hóquei” sob severo exame.

O “bastão de hóquei” foi completa e definitivamente quebrado de uma vez por todas em 2006. Vários anos atrás, dois pesquisadores canadenses partiram a fundação estatística para o bastão de hóquei. Em 2006, tanto a Academia Nacional de Ciências e um pesquisador independente posteriormente refutaram o fundamento do “bastão de hóquei”.  http://epw.senate.gov/pressitem.cfm?party=rep&id=257697

O relatório da Academia Nacional de Ciências reafirmou a existência do Período de Aquecimento Medieval de 900 a 1300 de nossa era e a Pequena Idade do Gelo de 1500 a 1850 . Ambos períodos ocorreram muito antes que a invenção do SUV e que a atividade industrial humana pudessem ter impactado o clima da Terra. De fato, os cientistas acreditam que a Terra era mais quente do que hoje durante o Período de Aquecimento Medieval, quando os vikings desenvolviam plantações na Groenlândia.

Os alarmistas climáticos tem estado tentando apagar o inconveniente Período de Aquecimento Medieval da história do clima da Terra por ao menos uma década. David Deming, um professor assistente da Faculdade de Geociências da Universidade de Oklahoma, pode testemunhar em primeira mão sobre este esforço.

Dr. Deming era benvindo em um grupo de crentes no aquecimento global depois que ele publicou um trabalho em 1995 que notava algum aquecimento no século XX. Deming diz que subsequentemente ele foi contactado por um proeminente alarmista do aquecimento global que lhe disse claramente: “Temos que nos livrar do Período de Aquecimento Medieval”. Quando o “bastão de hóquei” apareceu pela primeira vez em 1998, ele fez exatamente isso.

O FIM DA PEQUENA IDADE DO GELO SIGNIFICA AQUECIMENTO

A media tem perdido as grandes peças do quebra-cabeças quando isto vem das temperaturas da Terra e das emissões de CO2 pela humanidade. É muito simplista disseminar o terror e dizer que 1 grau  Fahrenheit no aumento da temperatura do século XX significa que todos nós estamos condenados. Inicialmente, o aumento de um grau Fahrenheit coincidiu com o maior avanço dos padrões de vida, expectativa de vida, produção de alimentos e saúde humana na história de nosso planeta. Assim é difícil argumentar que o aquecimento global que vivenciamos no século XX seja de alguma forma negativo ou parte de uma tendência catastrófica.

Segundo, o que os alarmistas climáticos e seus advogados na media tem continuamente ignorado é o fato de que a Pequena Idade do Gelo, que resultou em invernos mais rígidos que congelaram a baia de Nova Iorque e causaram mortes incontáveis, terminou por volta de 1850. Tentar provar o aquecimento global causado pelo homem ao comparar o fato bem conhecido que as temperaturas de hoje são mais quentes do que aquelas durante a Pequena Idade do Gelo, é similar a comparar o verão com o inverno para mostrar uma temperatura de tendência catastrófica.

Além disso, algo ao qual a media nunca se dirige são os furos na teoria que o CO2 tem sido a força dirigente do aquecimento global. Os alarmistas falham em explicar adequadamente porque as temperaturas começaram a se aquecer no fim da Pequena Idade do Gelo por volta de 1850, muito antes que as emissões de CO2 causadas pelo homem subissem agudamente. Então por volta de 1940, exatamente como as emissões de CO2 causadas pelo homem cresceram agudamente, as temperaturas começaram a declinar até a década de 1970, fazendo com que a media e muitos cientists temessem uma vindoura Idade do Gelo. Deixe-me repetir, as temperaturas ficaram mais frias depois que as emissões de CO2 explodiram. Se o CO2 é a força diretora da alteração climática global, porque tantos na media ignoram os muitos cientistas céticos que citam estas verdades inconvenientes, ainda que mais que óbvias?

SESSENTA CIENTISTAS

Minhas opiniões céticas sobre o aquecimento global catástrofico causado pelo homem tem apenas se fortalecido na medida em que vem dados da nova ciência. Tem havido descobertas recentes na literatura revisada por seus pares durante os últimos poucos anos mostrando que a Antártica está ficando mais fria e o gelo está crescendo e um novo estudo em “Geophysical Research Letters” descobriu que o Sol foi responsável por 50% do aquecimento do século XX.

Recentemente, muitos cientistas, incluindo um membro principal da Academia Russa de Ciências, previu que um esfriamento global a longo prazo pode estar no horizonte devido ao projetado decréscimo no output do Sol.

Uma carta enviada ao Primeiro Ministro canadense em 6 de abril desse ano por 60 cientistas proemientes que questionam a base para o alarmismo climático, claramente explica o estado atual do conhecimento cientifico sobre o aquecimento global. Os 60 cientistas escreveram:

“Se, de volta a meados da década de 1990, soubéssemos o que sabemos hoje sobre o clima, Quioto certamente não existiria, porque teriamos concluído que isto não era necessário.”

A carta também ressaltou:

“‘A alteração climática é real’ é uma frase sem sentido usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público que uma catástrofe climática está se aproximando e que a humanidade é a causa. Nenhum desses medos é justificado. As mudanças climáticas globais ocorrem todo o tempo devido a causas naturais e o impacto humano ainda permanece impossível de distinguir deste ‘barulho” natural.'”

MODELOS DE COMPUTADOR AMEAÇAM A TERRA

Um dos meios pelos quais os alarmistas tem imposto este mantra de ‘consenso” sobre o aquecimento global em nossa cultura pop é pelo uso de modelos de computador que projetam a calamidade futura. Mas a ciência simplesmente não está lá para colocar tanta fé nos assustadores cenários dos modelos de computador que extrapolam a construção [atual e projetada] dos gases greenhouse na atmosfera e concluem que o planeta enfrenta certa condenação.

Dr. Vincent Gray, um cientista pesquisador e um revisor de 2001 do Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática (IPCC) da ONU tem notado,

“Os efeitos dos aerossóis, e suas incertezas, são tais como para nulificar completamente a confiabilidade de qualquer um dos modelos climáticos.”

Mais cedo neste ano, o diretor o Centro Internacional de Pesquisa do Ártico em Fairbanks Alasca, testemunhou ao Congresso que os altamente propagandizados modelos climáticos mostrando um Ártico que desaparece nada mais eram que uma ‘ficção científica”.

De fato, depois de anos ouvindo sobre os assustadores cenários gerados por computador sobre o futuro de nosso planeta, agora acredito que a maior ameaça climática que enfrentamos pode estar vindo dos alarmistas modelos de computador. Esta ameaça está se originando do software instalado nos discos rígidos dos modeladores climáticos que buscam a publicidade. Já é mais que tempo de separarmos o fato da mudança climática da histeria.

QUIOTO: UMA DOR ECONÔMICA PARA NENHUM GANHO CLIMÁTICO

Um ponto final para a ciência da mudança climática: fui abordado por muitos na media e outros que perguntam, “Que tal se você estiver errado em duvidar das duras previsões do aquecimento global? Você será capaz de viver consigo mesmo ao se opor ao Protocolo de Quioto?”

Minha resposta é ríspida. A história do moderno movimento ambiental é chocantemente cheia de previsões de condenação que nunca se tornaram verdadeiras. Todos temos ouvido as duras previsões sobre a ameaça da superpopulação, escassez de recursos, fome em massa, e a projetada morte de nossos oceanos. Nenhuma destas previsões vieram a ser verdade, ainda que isto nunca tenha detido os previsores da condenação de continuar a prever um duro futuro ambiental.

Quanto mais falham as previsões dos eco-condenadores, mais eles prevêem. Estas previsões fracassadas são apenas uma razão e eu respeito os cientistas sérios de hoje que estão desmisfiticando os mais recentes pânicos sobre mudança climática. Cientistas como Richard Lindzen do MIT, o ex climatologista do Estado do Colorado Roger Pielke, Sr., Roy Spencer e John Christy da Universidade do Alabama , o climatologista do Estado da Virginia Patrick Michaels, William Gray da Universidade Estadual do Colorado , o físico atmosférico S. Fred Singer, Willie Soon do Centro para Astrofísica Harvard-Smithsonian, o climatologista do Estado do Oregon George Taylor e o astrofísico  Sallie Baliunas, para nomear uns poucos.

Mas mais importantemente, são os alarmistas do aquecimento global que devem responder perguntas – “Que tal se estivermos corretos sobre o catastrófico aquecimento global causado pelo homem?” – porque eles não tem apresentado nenhuma solução significativa para a suposta crise climática deles nas duas décadas que eles tem estado ressaltando este assunto?.

Se os alarmistas verdadeiramente acreditam que as emissões dos gases greenhouse estão condenando o planeta, então eles devem enfrentar o fato que o simbolismo não resolve a suposta crise climática. Os alarmistas livremente concedem que o Protocolo de Quioto, até mesmo se plenamente ratificado e cumprido, não teria qualquer impacto significativo sobre as temperaturas globais. E tenha em mente que Quioto não está nem mesmo perto de ser cumprido por muitas das nações que o ratificaram, incluindo 13 das 15 nações da Comunidade Européia que não estão indo cumprir suas promessas de redução de emissão de gases.

Muitas das nações que ratificaram Quioto agora estão entendendo o que temos visto por todo tempo: O Protocolo de Quioto é um monte de dor econômica para nenhum ganho climático.

A legislação que tem sido proposta nesta câmara teria até mesmo menos efeito sobre a temperatura do que a impacto indetectável de Quioto. E mais recentemente, os alarmistas do aquecimento global e a media tem aplaudido a Califórnia por agir ao limitar o CO2. Mas aqui novamente esta medida cara para se sentir bem da Califórnia, que realmente é muito menos severa que Quioto, não terá impacto sobre o clima – apenas sobre a economia.

O simbolismo não resolve a crise climática.

Além disso, agora temos muitos ambientalistas e celebridades de Hollywood, como Laurie David, que tem estado advogando medidas como mudar o padrão das lâmpadas em sua casa para fluorescentes para ajudar a evitar o aquecimento global. Mudar para lâmpadas mais eficientes em energia é uma coisa boa de se fazer, mas de  forma alguma implica que podemos evitar um desastre climático por estas ações, o que é um absurdo.

Mais uma vez, o simbolismo não resolve a crise climática.

Mas este simbolismo pode estar escondendo um lado negro. Conquanto as propostas de limitação dos gases greenhouse possam custar ao mundo industrializado ocidental trilhões de dólares, é o seu efeito sobre os pobres em desenvolvimento do mundo que está sendo perdido neste debate.

O Protocolo de Quioto coloca a agenda de 2012 que exige que o mundo em desenvolvimento seja submetido às restrições sobre os gases greenhouse que pode ter o potencial de severamente restringir o desenvolvimento em regiões do mundo como a África, Ásia e América do Sul – onde residem as pessoas atualmente mais privadas de energia.

Expandir as necessidades básicas como água corrente e eletricidade no mundo em desenvolvimento são vistos por muitos no movimento verde como uma ameaça à saúde do planeta Terra, e portanto deva ser evitado.

A pobreza em energia se iguala a uma vida de pobreza retrógrada e morte prematura.

Se permitirmos que os medos infundados do aquecimento global influencie os fazedores da política a restringirem a futura produção de energia no mundo em desenvolvimento – bilhões de pessoas continuarão a sofrer. Na semana passada meu comitê ouviu o testemunho do estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, que já foi um comprometido ambientalista de ala esquerda até entender que muito do que o movimento pregava era baseado em uma má ciência. Lomborg escreveu um livro chamado “The Skeptical Environmentalist” e tem organizado alguns dos principais prêmios Nobel mundiais para formar em 2004 o ‘Consenso de Copenhagen” que ranqueou os mais importantes problemas do mundo.  E imagine o que?

Eles colocaram o aquecimento global no fundo da lista em termos de prioridades de nosso planeta. O “Consenso de Copenhagen” descobriu que as prioridades mais importantes de nosso planeta incluiam: combater a doença, parar a malária, assegurar água limpa, e construir a infraestrutura para ajudar a elevar as nações em desenvolvimento da pobreza. Tenho feito muitas viagens a África e uma vez você veja a pobreza devastadora que tem uma garra sobre o continente, você rapidamente entende que os temores sobre o aquecimento global são severamente mal conduzidos.

Acredito firmemente que quando a história de nossa era for escrita, as futuras gerações olharão para trás com surpresa e perguntarão porque gastamos tanto tempo e esforços nos temores do aquecimento global e com soluções ineficazes como o Protocolo de Quioto.

O presidente francês Jacques Chirac forneceu a pista chave de porque tantos na comunidade internacional ainda insistem no Protocolo de Quioto, que em 2000 disse que Quioto representa “o primeiro componente de um autêntico governo global.”

Sobretudo, se a sua meta é limitar as emissões de CO2, o único meio eficaz é o uso de tecnologias mais limpas e eficientes que atenderão as demandas de energia deste século e além.

O governo Bush e meu Comitê de Trabalhos Públicos e Meio Ambiente tem estado engajado nestes esforços na medida em que trabalhamos para expandir a energia nuclear e promover a parceria Ásia Pacífico. Esta parceria ressalta a partilha de nova tecnologia entre as nações membros incluindo três dos principais emissores – China, Índia e Coréia do Norte – todos os quais estão fora do Protocolo de Quioto.

A COBERTURA DA MEDIA DA MUDANÇA CLIMÁTICA:

Muitos na media, como já notei anteriormente, tem tomado para eles próprios derrubarem todos as premissas de equilíbrio sobre o aquecimento global e tem se tornado advogados comprometidos com o assunto.

Aqui está uma citação da revista Newsweek:

“Há sinais ominosos de que os padrões climáticos da Terra tem começado a mudar dramaticamente e que estas mudanças podem representar um rápido declínio na produção de alimentos – com sérias implicações políticas para cada nação na Terra.”

Uma manchete do New York Times diz: “Mudanças Climáticas podem Ameaçar a Produção Mundial de Alimentos”.

Aqui está uma citação da revista Time:

“Na medida em que eles revisam o bizarro e imprevisível padrão atmosférico dos últimos vários anos, um número crescente de cientistas está começando a suspeitar que muitas flutuações meteorológicas aparentemente contraditórias são realmente parte de uma revolta climática global.”

Tudo isso soa muito ominoso. Isto é, até que você entende que as três citações que acabei de ler  eram de artigos nas edições de 1975 da revista Newsweek Magazine e do The New York Times, e da revista Time Magazine em 1974.

Eles não estavam se referindo ao aquecimento global; eles estavam advertindo sobre a vindoura idade do gelo.

Deixe-me repetir, todas as três citações foram publicadas na década de 1970 e advertiram quanto a uma vindoura idade do gelo.

Além dos temores do esfriamento global, a Revista Time tem também relatado sobre aquecimento global. Aqui está um exemplo:

“Aqueles que afirmam que os invernos estão mais rigorosos do que quando eles eram meninos estão muito certos; os meteorologistas não tem dúvidas que o mundo por ao menos um tempo esteja crescendo mais quente”.

Antes que você pense que este seja apenas um outro exemplo da moeda promovendo o filme do vice presidente Gore, você precisa saber que a citação que acabei de ler é da revista Time e não é uma citação recente; ela é de 2 de janeiro de 1939.

Sim 1939. Nove anos antes que Gore nascesse e mais de três décadas antes que a revista Time começasse a promover uma vindoura idade do gelo e quase cinco décadas antes que eles voltassem para o aquecimento global.

A revista Time em 1951 ressaltou que o recuo do permafrost na Rússia era uma prova que o planeta estava se aquecendo.

Em 1952, o New York Times notou que ‘o ás na manga’ do aquecimento global “tinha sido o derretimento dos glaciares”.

MAS A MEDIA NÃO PODE DECIDIR-SE ENTRE OS PÂNICOS DO AQUECIMENTO OU RESFRIAMENTO

Há muitos mais exemplos da tibubeação da media e dos cientistas entre os pânicos de aquecimento e esfriamento.

Aqui está uma citação do New York Times relatando os temores de uma idade do gelo que se aproximava:

“Os geólogos pensam que o mundo pode ser congelar novamente”.

Esta sentença apareceu a mais de cem anos atrás na edição de 24 de fevereiro de 1895 do New York Times. Vamos repetir. 1895, não 1995.

Um artigo da página principal em 7 de outubro de 1912 do New York Times, apenas uns poucos meses depois que o Titanic bateu em um iceberg e afundou, declarou que um proeminente professor “Nos adverte de uma intromedida idade do gelo.”

No mesmo dia em 1912, o Los Angeles Times trouxe um artigo advertindo que “a raça humana terá que lutar por sua existência contra o frio.”

Em 10 de agosto de 1923 um artigo do Washington Post declarou: “A Idade do Gelo está chegando aqui.”

Pela década de 1930, a media fez uma pausa em relatar uma vindoura idade do gelo e ao invés mudou os motores para promover o aquecimento global:

“America no mais longo calor desde 1776; records na linha de temperatura um aumento de 25 anos”, afirmou um artigo do New York Times de 27 de março de 1933.

A media de antanho também não estava acima de injetar grandes quantidades de medo e alarmismo em seus artigos sobre clima.

Em 9 de agosto de 1923 o artigo da página principal do Chicago Tribune declarou:

“Cientistas dizem que o Gelo Ártico Dizimará o Canadá.”

O artigo citou um professor da Universidade de Yale que previu que grandes partes da Europa e da Ásia seriam dizimadas e a Suíça completamente obliterada.

Um artigo de 239 de dezembro de 1974 do New York Times sobre resfriamento global relatou que os climatologistas acreditavam “que os fatos da presente mudança climática são tais que os especialistas mais otimistas atribuem quase como certeza um maior fracasso nas plantações em uma década.”

O artigo também advertiu que a menos que os oficiais do governo reajam a vindoura catástrofe, “mortes em massa por fome e provavelmente anarquia e violência” resultariam. Em 1975, o  New York Times relatou que “Um maior esfriamento era amplamente considerado como inevitável.”

Estas previsões passadas de condenação tem um anel familiar, não tem? Elas soam desconcertantemente similares a nossa promoção moderna na media da marca do ex vice-presidente de alarmismo climático.

Depois de mais de um século de alternar entre esfriamento e aquecimento global, poderemos pensar que esta história da media serviria a uma lenda admonitória para as vozes de hoje na media e na comunidade científica que estão promovendo ainda uma outra rodada de condenação ecológica.

Grande parte da história de cem anos sobre mudança climática que tenho documentado aqui hoje pode ser encontrado em uma publicação intitulada “Fire and Ice” do Business and Media Institute.

COBERTURA DA MEDIA EM 2006

O que levanta a questão: Tem este embaraçoso legado documentado de cem anos de cobertura sobre o que se tornou as teorias da ciência climática tornado a  media mais cética dos promotores sensacionalistas do aquecimento global hoje? Você será o juiz.

Em 19 de fevereiro desse ano, o programa “60 Minutes’ do CBS News produziu um segmento sobre o Polo Norte. O  segmento foi completamente o relato parcial de um lado, alegando um derretimento rápido e sem precedentes da capa polar. Isto até mesmo apresentou o correspondente Scott Pelley afirmando que o gelo na Groenlândia estava se derretendo tão rápido que ele mal foi a um iceberg antes que ele se derretesse e caísse na água.

“60 Minutes” deixou de informar a seus espectadores que um estudo de 2005 de um cientista chamado Ola Johannessen e seus colegas mostrou que o interior ad Groenlândia estava ganhando gelo e massa e que segundo os cientistas, o Ártico estava mais quente em 1930 do que hoje.

Em 19 de março desse ano “60 Minutes” apresentou o cientista da NASA e alarmista James Hansen, que mais uma vez esteve fazendo alegações de estar sendo censurado pelo governo Bush. Neste segmento, a objectividade e o equilíbrio mais uma vez foram postas de lado a favor da parcialidade do perfil de Hansen.

O segmento de “60 Minutes” não mencionou os laços de afiliação de Hansen como antigo Democrata Vice Presidente Al Gore ou o fato de que Hansen ter recebido um custeio de um quarto de milhão de dálares da Fundação esquerdista Heinz dirigida por Teresa Heinz Kerry. Ele também não fez menção ao subsequente endosso de Hansen ao marido dela, John Kerry para Presidente em 2004.

Muitos na media insistem em que qualquer apoio da indústria dado aos chamados céticos climáticos é enganoso, mas a mesma media completamente falha em notar o enorme custeio dado a  Hansen pela Fundação esquerdista Heinz.

O dinheiro da fundação se originou da fortuna da família com o ketchup Heinz. Então parece que a media faz distinção entre o dinheiro do petróleo e o dinheiro do ketchup.

“60 Minutes” também não informou aos espectadores que Hansen pareceu conceder em uma pubicação de 2003 de Natural Science que o uso de “cenários extremos” para dramatizar a mudança climática “pode ter sido apropriado uma vez” para chamar a atenção do público para o assunto.

Porque “60 Minutes” ignoraria os princípios básicos do jornalismo, que pedem pela objetividade e equilíbrio da fonte, e tenha feito segmentos parciais?

A resposta é fornecida pelo correspondente Scott Pelley. Pelley disse no website do CBS News que ele justificava excluir os cientistas céticos do alarmismo do aquecimento global de seus segmentos porque ele considera os céticos serem equivalentes aos “negadores do Holocausto”.

Esta ano também vimos um repórter do New York Times escrever um livro infantil intitulado ” The North Pole Was Here.” O autor do livro, o repórter do New York Times Andrew Revkin, escreveu que pode algum dia ser mais “fácil de navegar que de manter” o Polo Norte no verão. Aqui temos um repórter ambiental muito proeminente do New York Times que está promovendo aspectos do alarmismo do aquecimento global em um livro destinado a crianças.

Published in: on setembro 7, 2008 at 3:34 pm  Comments (1)  
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