Aquecimento ou Esfriamento Global?…

O Ciclo Giratório do Quente e Frio: Um Desafio aos jornalistas que cobrem o Aquecimento Global

Postado por Todd Lemieux

25 de outubro de 2006

Hoje vou falar sobre a matéria ambiental que mais está em voga na media por todo o tempo, o Aquecimento Global. Tenho falado mais sobre Aquecimento Global que qualquer outro político em Washington hoje. Minha fala será um pouco diferente das falas anteriores de sétimo andar, já que me concentro não apenas na ciência, mas na cobertura da media sobre as alterações climáticas.

Aquecimento Global — como este termo evoca muitos membros nesta câmara, a media, as elites de Hollywood e a nossa cultura pop para assentirem com suas cabeças e embarcarem no iminente desastre ambiental. Como um senador que tem passado mais tempo educando sobre os reais fatos sobre o aquecimento global, quero me dirigir a alguma cobertura recente da media do aquecimento global e o envolvimento de Hollywood nesse assunto. E de fato também discutirei o filme do ex vice-presidente Al Gore, “An Inconvenient Truth.”

Desde 1895, a media tem alternado entre pânicos de esfriamento global e aquecimento durando quatro périodos separados e entrelaçados. De 1895 até a década de 1930 a media propalou uma vindoura idade do gelo.

Do final da década de 1920 até a década de 1960 eles advertiram sobre o aquecimento global. Da década de 1950 até a década de 1970, eles novamente nos avisaram de uma vindoura idade do gelo. Isto faz do moderno aquecimento global o quarto estado da quarta tentativa de promover o medo de opostas mudanças climáticas durante os últimos cem anos.

Recentemente, advogados do alarmismo tem se tornado crescentemente desesperados para tentar convencer o público que o aquecimento global é o maior assunto moral de nossa geração. Apenas na semana passada, o vice-presidente da Sociedade Real de Londres enviou uma carta assustadora para a media encorajando-a a calar as vozes dos cientistas céticos do alarmismo climático. Durante o ano passado, o povo americano tem sido servido com uma amostra sem precedentes de alarmismo ambiental pela media e a indústria de entretenimento, que ligam cada possível evento climático ao aquecimento global. O ano de 2006 viu muitos dos maiores órgãos da media descartarem qualquer pretensão de equilíbrio e objetividade sobre a cobertura da mudança climática e ao invés disso, claramente realizarem a advocacia do aquecimento global.

SUMÁRIO DOS MAIS RECENTES DESENVOLVIMENTOS Do “BASTÃO DE HÓQUEI” DO AQUECIMENTO GLOBAL CAUSADO PELO HOMEM

Inicialmente, gostaria de resumir alguns dos desenvolvimentos recentes na controvérsia se os humanos criaram ou não uma catástrofe climática. Um dos aspectos chave que a ONU, os grupos ambientais e a media tem promovido como “cortina de fumaça” da prova do catastrófico aquecimento global é o chamado gráfico de temperatura “em bastão de hóquei” do cientista climático Michael Mann e seus colegas.

Este gráfico se propôs a mostrar que as temperaturas no Hemisfério Norte permaneceram relativamente estáveis por mais de 900 anos, então apontando para cima no século XX, presumidamente  devido à atividade humana. Mann, que também co-publica um blog de propaganda do aquecimento global relatadamente criado com a ajuda de um grupo ambiental, tinha seu “bastão de hóquei” sob severo exame.

O “bastão de hóquei” foi completa e definitivamente quebrado de uma vez por todas em 2006. Vários anos atrás, dois pesquisadores canadenses partiram a fundação estatística para o bastão de hóquei. Em 2006, tanto a Academia Nacional de Ciências e um pesquisador independente posteriormente refutaram o fundamento do “bastão de hóquei”.  http://epw.senate.gov/pressitem.cfm?party=rep&id=257697

O relatório da Academia Nacional de Ciências reafirmou a existência do Período de Aquecimento Medieval de 900 a 1300 de nossa era e a Pequena Idade do Gelo de 1500 a 1850 . Ambos períodos ocorreram muito antes que a invenção do SUV e que a atividade industrial humana pudessem ter impactado o clima da Terra. De fato, os cientistas acreditam que a Terra era mais quente do que hoje durante o Período de Aquecimento Medieval, quando os vikings desenvolviam plantações na Groenlândia.

Os alarmistas climáticos tem estado tentando apagar o inconveniente Período de Aquecimento Medieval da história do clima da Terra por ao menos uma década. David Deming, um professor assistente da Faculdade de Geociências da Universidade de Oklahoma, pode testemunhar em primeira mão sobre este esforço.

Dr. Deming era benvindo em um grupo de crentes no aquecimento global depois que ele publicou um trabalho em 1995 que notava algum aquecimento no século XX. Deming diz que subsequentemente ele foi contactado por um proeminente alarmista do aquecimento global que lhe disse claramente: “Temos que nos livrar do Período de Aquecimento Medieval”. Quando o “bastão de hóquei” apareceu pela primeira vez em 1998, ele fez exatamente isso.

O FIM DA PEQUENA IDADE DO GELO SIGNIFICA AQUECIMENTO

A media tem perdido as grandes peças do quebra-cabeças quando isto vem das temperaturas da Terra e das emissões de CO2 pela humanidade. É muito simplista disseminar o terror e dizer que 1 grau  Fahrenheit no aumento da temperatura do século XX significa que todos nós estamos condenados. Inicialmente, o aumento de um grau Fahrenheit coincidiu com o maior avanço dos padrões de vida, expectativa de vida, produção de alimentos e saúde humana na história de nosso planeta. Assim é difícil argumentar que o aquecimento global que vivenciamos no século XX seja de alguma forma negativo ou parte de uma tendência catastrófica.

Segundo, o que os alarmistas climáticos e seus advogados na media tem continuamente ignorado é o fato de que a Pequena Idade do Gelo, que resultou em invernos mais rígidos que congelaram a baia de Nova Iorque e causaram mortes incontáveis, terminou por volta de 1850. Tentar provar o aquecimento global causado pelo homem ao comparar o fato bem conhecido que as temperaturas de hoje são mais quentes do que aquelas durante a Pequena Idade do Gelo, é similar a comparar o verão com o inverno para mostrar uma temperatura de tendência catastrófica.

Além disso, algo ao qual a media nunca se dirige são os furos na teoria que o CO2 tem sido a força dirigente do aquecimento global. Os alarmistas falham em explicar adequadamente porque as temperaturas começaram a se aquecer no fim da Pequena Idade do Gelo por volta de 1850, muito antes que as emissões de CO2 causadas pelo homem subissem agudamente. Então por volta de 1940, exatamente como as emissões de CO2 causadas pelo homem cresceram agudamente, as temperaturas começaram a declinar até a década de 1970, fazendo com que a media e muitos cientists temessem uma vindoura Idade do Gelo. Deixe-me repetir, as temperaturas ficaram mais frias depois que as emissões de CO2 explodiram. Se o CO2 é a força diretora da alteração climática global, porque tantos na media ignoram os muitos cientistas céticos que citam estas verdades inconvenientes, ainda que mais que óbvias?

SESSENTA CIENTISTAS

Minhas opiniões céticas sobre o aquecimento global catástrofico causado pelo homem tem apenas se fortalecido na medida em que vem dados da nova ciência. Tem havido descobertas recentes na literatura revisada por seus pares durante os últimos poucos anos mostrando que a Antártica está ficando mais fria e o gelo está crescendo e um novo estudo em “Geophysical Research Letters” descobriu que o Sol foi responsável por 50% do aquecimento do século XX.

Recentemente, muitos cientistas, incluindo um membro principal da Academia Russa de Ciências, previu que um esfriamento global a longo prazo pode estar no horizonte devido ao projetado decréscimo no output do Sol.

Uma carta enviada ao Primeiro Ministro canadense em 6 de abril desse ano por 60 cientistas proemientes que questionam a base para o alarmismo climático, claramente explica o estado atual do conhecimento cientifico sobre o aquecimento global. Os 60 cientistas escreveram:

“Se, de volta a meados da década de 1990, soubéssemos o que sabemos hoje sobre o clima, Quioto certamente não existiria, porque teriamos concluído que isto não era necessário.”

A carta também ressaltou:

“‘A alteração climática é real’ é uma frase sem sentido usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público que uma catástrofe climática está se aproximando e que a humanidade é a causa. Nenhum desses medos é justificado. As mudanças climáticas globais ocorrem todo o tempo devido a causas naturais e o impacto humano ainda permanece impossível de distinguir deste ‘barulho” natural.'”

MODELOS DE COMPUTADOR AMEAÇAM A TERRA

Um dos meios pelos quais os alarmistas tem imposto este mantra de ‘consenso” sobre o aquecimento global em nossa cultura pop é pelo uso de modelos de computador que projetam a calamidade futura. Mas a ciência simplesmente não está lá para colocar tanta fé nos assustadores cenários dos modelos de computador que extrapolam a construção [atual e projetada] dos gases greenhouse na atmosfera e concluem que o planeta enfrenta certa condenação.

Dr. Vincent Gray, um cientista pesquisador e um revisor de 2001 do Painel Intergovernamental Sobre Mudança Climática (IPCC) da ONU tem notado,

“Os efeitos dos aerossóis, e suas incertezas, são tais como para nulificar completamente a confiabilidade de qualquer um dos modelos climáticos.”

Mais cedo neste ano, o diretor o Centro Internacional de Pesquisa do Ártico em Fairbanks Alasca, testemunhou ao Congresso que os altamente propagandizados modelos climáticos mostrando um Ártico que desaparece nada mais eram que uma ‘ficção científica”.

De fato, depois de anos ouvindo sobre os assustadores cenários gerados por computador sobre o futuro de nosso planeta, agora acredito que a maior ameaça climática que enfrentamos pode estar vindo dos alarmistas modelos de computador. Esta ameaça está se originando do software instalado nos discos rígidos dos modeladores climáticos que buscam a publicidade. Já é mais que tempo de separarmos o fato da mudança climática da histeria.

QUIOTO: UMA DOR ECONÔMICA PARA NENHUM GANHO CLIMÁTICO

Um ponto final para a ciência da mudança climática: fui abordado por muitos na media e outros que perguntam, “Que tal se você estiver errado em duvidar das duras previsões do aquecimento global? Você será capaz de viver consigo mesmo ao se opor ao Protocolo de Quioto?”

Minha resposta é ríspida. A história do moderno movimento ambiental é chocantemente cheia de previsões de condenação que nunca se tornaram verdadeiras. Todos temos ouvido as duras previsões sobre a ameaça da superpopulação, escassez de recursos, fome em massa, e a projetada morte de nossos oceanos. Nenhuma destas previsões vieram a ser verdade, ainda que isto nunca tenha detido os previsores da condenação de continuar a prever um duro futuro ambiental.

Quanto mais falham as previsões dos eco-condenadores, mais eles prevêem. Estas previsões fracassadas são apenas uma razão e eu respeito os cientistas sérios de hoje que estão desmisfiticando os mais recentes pânicos sobre mudança climática. Cientistas como Richard Lindzen do MIT, o ex climatologista do Estado do Colorado Roger Pielke, Sr., Roy Spencer e John Christy da Universidade do Alabama , o climatologista do Estado da Virginia Patrick Michaels, William Gray da Universidade Estadual do Colorado , o físico atmosférico S. Fred Singer, Willie Soon do Centro para Astrofísica Harvard-Smithsonian, o climatologista do Estado do Oregon George Taylor e o astrofísico  Sallie Baliunas, para nomear uns poucos.

Mas mais importantemente, são os alarmistas do aquecimento global que devem responder perguntas – “Que tal se estivermos corretos sobre o catastrófico aquecimento global causado pelo homem?” – porque eles não tem apresentado nenhuma solução significativa para a suposta crise climática deles nas duas décadas que eles tem estado ressaltando este assunto?.

Se os alarmistas verdadeiramente acreditam que as emissões dos gases greenhouse estão condenando o planeta, então eles devem enfrentar o fato que o simbolismo não resolve a suposta crise climática. Os alarmistas livremente concedem que o Protocolo de Quioto, até mesmo se plenamente ratificado e cumprido, não teria qualquer impacto significativo sobre as temperaturas globais. E tenha em mente que Quioto não está nem mesmo perto de ser cumprido por muitas das nações que o ratificaram, incluindo 13 das 15 nações da Comunidade Européia que não estão indo cumprir suas promessas de redução de emissão de gases.

Muitas das nações que ratificaram Quioto agora estão entendendo o que temos visto por todo tempo: O Protocolo de Quioto é um monte de dor econômica para nenhum ganho climático.

A legislação que tem sido proposta nesta câmara teria até mesmo menos efeito sobre a temperatura do que a impacto indetectável de Quioto. E mais recentemente, os alarmistas do aquecimento global e a media tem aplaudido a Califórnia por agir ao limitar o CO2. Mas aqui novamente esta medida cara para se sentir bem da Califórnia, que realmente é muito menos severa que Quioto, não terá impacto sobre o clima – apenas sobre a economia.

O simbolismo não resolve a crise climática.

Além disso, agora temos muitos ambientalistas e celebridades de Hollywood, como Laurie David, que tem estado advogando medidas como mudar o padrão das lâmpadas em sua casa para fluorescentes para ajudar a evitar o aquecimento global. Mudar para lâmpadas mais eficientes em energia é uma coisa boa de se fazer, mas de  forma alguma implica que podemos evitar um desastre climático por estas ações, o que é um absurdo.

Mais uma vez, o simbolismo não resolve a crise climática.

Mas este simbolismo pode estar escondendo um lado negro. Conquanto as propostas de limitação dos gases greenhouse possam custar ao mundo industrializado ocidental trilhões de dólares, é o seu efeito sobre os pobres em desenvolvimento do mundo que está sendo perdido neste debate.

O Protocolo de Quioto coloca a agenda de 2012 que exige que o mundo em desenvolvimento seja submetido às restrições sobre os gases greenhouse que pode ter o potencial de severamente restringir o desenvolvimento em regiões do mundo como a África, Ásia e América do Sul – onde residem as pessoas atualmente mais privadas de energia.

Expandir as necessidades básicas como água corrente e eletricidade no mundo em desenvolvimento são vistos por muitos no movimento verde como uma ameaça à saúde do planeta Terra, e portanto deva ser evitado.

A pobreza em energia se iguala a uma vida de pobreza retrógrada e morte prematura.

Se permitirmos que os medos infundados do aquecimento global influencie os fazedores da política a restringirem a futura produção de energia no mundo em desenvolvimento – bilhões de pessoas continuarão a sofrer. Na semana passada meu comitê ouviu o testemunho do estatístico dinamarquês Bjorn Lomborg, que já foi um comprometido ambientalista de ala esquerda até entender que muito do que o movimento pregava era baseado em uma má ciência. Lomborg escreveu um livro chamado “The Skeptical Environmentalist” e tem organizado alguns dos principais prêmios Nobel mundiais para formar em 2004 o ‘Consenso de Copenhagen” que ranqueou os mais importantes problemas do mundo.  E imagine o que?

Eles colocaram o aquecimento global no fundo da lista em termos de prioridades de nosso planeta. O “Consenso de Copenhagen” descobriu que as prioridades mais importantes de nosso planeta incluiam: combater a doença, parar a malária, assegurar água limpa, e construir a infraestrutura para ajudar a elevar as nações em desenvolvimento da pobreza. Tenho feito muitas viagens a África e uma vez você veja a pobreza devastadora que tem uma garra sobre o continente, você rapidamente entende que os temores sobre o aquecimento global são severamente mal conduzidos.

Acredito firmemente que quando a história de nossa era for escrita, as futuras gerações olharão para trás com surpresa e perguntarão porque gastamos tanto tempo e esforços nos temores do aquecimento global e com soluções ineficazes como o Protocolo de Quioto.

O presidente francês Jacques Chirac forneceu a pista chave de porque tantos na comunidade internacional ainda insistem no Protocolo de Quioto, que em 2000 disse que Quioto representa “o primeiro componente de um autêntico governo global.”

Sobretudo, se a sua meta é limitar as emissões de CO2, o único meio eficaz é o uso de tecnologias mais limpas e eficientes que atenderão as demandas de energia deste século e além.

O governo Bush e meu Comitê de Trabalhos Públicos e Meio Ambiente tem estado engajado nestes esforços na medida em que trabalhamos para expandir a energia nuclear e promover a parceria Ásia Pacífico. Esta parceria ressalta a partilha de nova tecnologia entre as nações membros incluindo três dos principais emissores – China, Índia e Coréia do Norte – todos os quais estão fora do Protocolo de Quioto.

A COBERTURA DA MEDIA DA MUDANÇA CLIMÁTICA:

Muitos na media, como já notei anteriormente, tem tomado para eles próprios derrubarem todos as premissas de equilíbrio sobre o aquecimento global e tem se tornado advogados comprometidos com o assunto.

Aqui está uma citação da revista Newsweek:

“Há sinais ominosos de que os padrões climáticos da Terra tem começado a mudar dramaticamente e que estas mudanças podem representar um rápido declínio na produção de alimentos – com sérias implicações políticas para cada nação na Terra.”

Uma manchete do New York Times diz: “Mudanças Climáticas podem Ameaçar a Produção Mundial de Alimentos”.

Aqui está uma citação da revista Time:

“Na medida em que eles revisam o bizarro e imprevisível padrão atmosférico dos últimos vários anos, um número crescente de cientistas está começando a suspeitar que muitas flutuações meteorológicas aparentemente contraditórias são realmente parte de uma revolta climática global.”

Tudo isso soa muito ominoso. Isto é, até que você entende que as três citações que acabei de ler  eram de artigos nas edições de 1975 da revista Newsweek Magazine e do The New York Times, e da revista Time Magazine em 1974.

Eles não estavam se referindo ao aquecimento global; eles estavam advertindo sobre a vindoura idade do gelo.

Deixe-me repetir, todas as três citações foram publicadas na década de 1970 e advertiram quanto a uma vindoura idade do gelo.

Além dos temores do esfriamento global, a Revista Time tem também relatado sobre aquecimento global. Aqui está um exemplo:

“Aqueles que afirmam que os invernos estão mais rigorosos do que quando eles eram meninos estão muito certos; os meteorologistas não tem dúvidas que o mundo por ao menos um tempo esteja crescendo mais quente”.

Antes que você pense que este seja apenas um outro exemplo da moeda promovendo o filme do vice presidente Gore, você precisa saber que a citação que acabei de ler é da revista Time e não é uma citação recente; ela é de 2 de janeiro de 1939.

Sim 1939. Nove anos antes que Gore nascesse e mais de três décadas antes que a revista Time começasse a promover uma vindoura idade do gelo e quase cinco décadas antes que eles voltassem para o aquecimento global.

A revista Time em 1951 ressaltou que o recuo do permafrost na Rússia era uma prova que o planeta estava se aquecendo.

Em 1952, o New York Times notou que ‘o ás na manga’ do aquecimento global “tinha sido o derretimento dos glaciares”.

MAS A MEDIA NÃO PODE DECIDIR-SE ENTRE OS PÂNICOS DO AQUECIMENTO OU RESFRIAMENTO

Há muitos mais exemplos da tibubeação da media e dos cientistas entre os pânicos de aquecimento e esfriamento.

Aqui está uma citação do New York Times relatando os temores de uma idade do gelo que se aproximava:

“Os geólogos pensam que o mundo pode ser congelar novamente”.

Esta sentença apareceu a mais de cem anos atrás na edição de 24 de fevereiro de 1895 do New York Times. Vamos repetir. 1895, não 1995.

Um artigo da página principal em 7 de outubro de 1912 do New York Times, apenas uns poucos meses depois que o Titanic bateu em um iceberg e afundou, declarou que um proeminente professor “Nos adverte de uma intromedida idade do gelo.”

No mesmo dia em 1912, o Los Angeles Times trouxe um artigo advertindo que “a raça humana terá que lutar por sua existência contra o frio.”

Em 10 de agosto de 1923 um artigo do Washington Post declarou: “A Idade do Gelo está chegando aqui.”

Pela década de 1930, a media fez uma pausa em relatar uma vindoura idade do gelo e ao invés mudou os motores para promover o aquecimento global:

“America no mais longo calor desde 1776; records na linha de temperatura um aumento de 25 anos”, afirmou um artigo do New York Times de 27 de março de 1933.

A media de antanho também não estava acima de injetar grandes quantidades de medo e alarmismo em seus artigos sobre clima.

Em 9 de agosto de 1923 o artigo da página principal do Chicago Tribune declarou:

“Cientistas dizem que o Gelo Ártico Dizimará o Canadá.”

O artigo citou um professor da Universidade de Yale que previu que grandes partes da Europa e da Ásia seriam dizimadas e a Suíça completamente obliterada.

Um artigo de 239 de dezembro de 1974 do New York Times sobre resfriamento global relatou que os climatologistas acreditavam “que os fatos da presente mudança climática são tais que os especialistas mais otimistas atribuem quase como certeza um maior fracasso nas plantações em uma década.”

O artigo também advertiu que a menos que os oficiais do governo reajam a vindoura catástrofe, “mortes em massa por fome e provavelmente anarquia e violência” resultariam. Em 1975, o  New York Times relatou que “Um maior esfriamento era amplamente considerado como inevitável.”

Estas previsões passadas de condenação tem um anel familiar, não tem? Elas soam desconcertantemente similares a nossa promoção moderna na media da marca do ex vice-presidente de alarmismo climático.

Depois de mais de um século de alternar entre esfriamento e aquecimento global, poderemos pensar que esta história da media serviria a uma lenda admonitória para as vozes de hoje na media e na comunidade científica que estão promovendo ainda uma outra rodada de condenação ecológica.

Grande parte da história de cem anos sobre mudança climática que tenho documentado aqui hoje pode ser encontrado em uma publicação intitulada “Fire and Ice” do Business and Media Institute.

COBERTURA DA MEDIA EM 2006

O que levanta a questão: Tem este embaraçoso legado documentado de cem anos de cobertura sobre o que se tornou as teorias da ciência climática tornado a  media mais cética dos promotores sensacionalistas do aquecimento global hoje? Você será o juiz.

Em 19 de fevereiro desse ano, o programa “60 Minutes’ do CBS News produziu um segmento sobre o Polo Norte. O  segmento foi completamente o relato parcial de um lado, alegando um derretimento rápido e sem precedentes da capa polar. Isto até mesmo apresentou o correspondente Scott Pelley afirmando que o gelo na Groenlândia estava se derretendo tão rápido que ele mal foi a um iceberg antes que ele se derretesse e caísse na água.

“60 Minutes” deixou de informar a seus espectadores que um estudo de 2005 de um cientista chamado Ola Johannessen e seus colegas mostrou que o interior ad Groenlândia estava ganhando gelo e massa e que segundo os cientistas, o Ártico estava mais quente em 1930 do que hoje.

Em 19 de março desse ano “60 Minutes” apresentou o cientista da NASA e alarmista James Hansen, que mais uma vez esteve fazendo alegações de estar sendo censurado pelo governo Bush. Neste segmento, a objectividade e o equilíbrio mais uma vez foram postas de lado a favor da parcialidade do perfil de Hansen.

O segmento de “60 Minutes” não mencionou os laços de afiliação de Hansen como antigo Democrata Vice Presidente Al Gore ou o fato de que Hansen ter recebido um custeio de um quarto de milhão de dálares da Fundação esquerdista Heinz dirigida por Teresa Heinz Kerry. Ele também não fez menção ao subsequente endosso de Hansen ao marido dela, John Kerry para Presidente em 2004.

Muitos na media insistem em que qualquer apoio da indústria dado aos chamados céticos climáticos é enganoso, mas a mesma media completamente falha em notar o enorme custeio dado a  Hansen pela Fundação esquerdista Heinz.

O dinheiro da fundação se originou da fortuna da família com o ketchup Heinz. Então parece que a media faz distinção entre o dinheiro do petróleo e o dinheiro do ketchup.

“60 Minutes” também não informou aos espectadores que Hansen pareceu conceder em uma pubicação de 2003 de Natural Science que o uso de “cenários extremos” para dramatizar a mudança climática “pode ter sido apropriado uma vez” para chamar a atenção do público para o assunto.

Porque “60 Minutes” ignoraria os princípios básicos do jornalismo, que pedem pela objetividade e equilíbrio da fonte, e tenha feito segmentos parciais?

A resposta é fornecida pelo correspondente Scott Pelley. Pelley disse no website do CBS News que ele justificava excluir os cientistas céticos do alarmismo do aquecimento global de seus segmentos porque ele considera os céticos serem equivalentes aos “negadores do Holocausto”.

Esta ano também vimos um repórter do New York Times escrever um livro infantil intitulado ” The North Pole Was Here.” O autor do livro, o repórter do New York Times Andrew Revkin, escreveu que pode algum dia ser mais “fácil de navegar que de manter” o Polo Norte no verão. Aqui temos um repórter ambiental muito proeminente do New York Times que está promovendo aspectos do alarmismo do aquecimento global em um livro destinado a crianças.

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Published in: on setembro 7, 2008 at 3:34 pm  Comments (1)  
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  1. Uma série de Fatores devem se considerados na questão das Mudanças Climáticas.

    O Efeito Estufa é um dos Fatores, cuja teoria é correta, mas ela pode não ser determinante, pois outros fatores podem agir no sentido oposto podendo, até, produzir Esfriamento do Planeta Terra.

    Dependendo da intensidade de cada um dos demais Fatores, como os seus sentidos, a Resultante poderá ser favorável ou desfavorável ou seja poderá diminuir ou aumentar a Temperatura do Planeta Terra.

    ALERTA: se o Planeta Terra , de FATO, está ou não esfriando, não podemos abandonar todos os Trabalhos, até então, desenvolvidos, pois a POLUIÇÃO do Planeta Terra não envolve apenas os Gases de Efeito Estufa e está destruindo continuamente o Meio Ambiente & Biodiversidade nos Continentes & ÁGUAS MARINHAS, sem VOLTA porque envolve muitos processos IRREVERSÍVEIS, podendo apresentar Resultados CATASTRÓFICOS, pois o EFEITO DOMINÓ pode ocorrer e ele é DEVASTADOR – A Equipe BR do AGUAPÉ tem ALERTADO o Brasil & Mundo.

    Para COMBATER as Questões da POLUIÇÕES há muitos Cidadãos Brasileiros atuando em Diversas Frentes, mas na Frente da Equipe BR do AGUAPÉ , a ÚNICA que Complementa os Trabalhos de todas essas Diversas Frentes, atuamos com a Proposta ÚNICA porque recomendamos Produção & Industrialização do AGUAPÉ, em Grande Escala. Esse AGUAPÉ, ainda é considerado por Muitos Mal Informados, como uma “Grande PRAGA”, mas na realidade é o Recurso Natural ÚNICO capaz de Promover O Desenvolvimento SOCIAL & Econômico do Brasil, de FATO, SUSTENTÁVEL.

    O AGUAPÉ é ÚNICO porque, com a sua Produção, em Grande Escala, podemos Produzir Biomassa o suficiente para Reverter as Degradações do Meio Ambiente & Biodiversidade, Re-Carbonizando o SOLO ESTÉRIL & Pobre em Matéria Orgânica, podendo, também, ser utilizada, em Grande Escala, para SUBSTITUIR grande parte do Petróleo & Derivados utilizados pela HUMANIDADE.

    Um Abraço Fraterno a VOCÊ & Membro / Colaborador (ou pretendente),

    MISSAO TANIZAKI
    Fiscal Federal Agropecuário
    Bacharel em Química
    missao.tanizaki@agricultura.gov.br (Com Problemas)
    missao.tanizaki@gmail.com (NOVO)
    Equipe BR do AGUAPÉ
    TUDO POR UM BRASIL & MUNDO MELHOR


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