Ninguém Ouse Chamar a Isto Conspiração

Ninguém Ouse Chamar a Isto Conspiração [NDCC]

Copyright © 1971 de  Gary Allen e Larry Abraham
ISBN: 0899666612

O QUE DIZEM AQUELES QUE SABEM

“Desejo que cada cidadão de cada país no mundo livre e cada escravo atrás da Cortina de Ferro possam ler este livro.” –  Ezra Taft Benson – ex Secretário de Agricultura

“O NDCC é um trabalho admirável de reunir informação para provar que comunismo é socialismo e o socialismo [um complô para escravizar o mundo ] não é um movimento de oprimidos, mas um esquema apoiado pelos mais ricos entre as pessoas”. Se bastante americanos lerem e agirem de acordo com o NDCC, eles realmente podem salvar a república de seus conspiradores, cujos planos de destruição para o nosso país estão galopando rapidamente para a plenitude”. – Dan Smoot  – ex assistente de   J. Edgar Hoover

“Agora que o NDCC está disponível, não preciso mais responder não a pergunta que sempre me é feita, “Mr. Dodd, há um livro que eu possa ler que eu possa saber o que o senhor sabe?” –  Norman Dodd , investigador chefe do Comitê de Reagan para Investigar as Fundações

“Este livro diz respeito ao modo pelo qual nossa nação e outras nações realmente são governadas. Quando  Benjamin Disaeli disse, este não é o modo pelo qual as pessoas pensam que nações são governadas. O assunto inteiro dos Internos que tão grandemente controlam nossas vidas políticas e econômicas é um mistério fascinante. Para o leitor que é inteligente mas não é iniciado na literatura da super política, penso não existir melhor introdução no campo do que NDCC.” –  Dr. Medford Evans – ex chefe de segurança do antigo projeto da bomba atômica.

“Já que pessoas de fé judaica tem sido as vítimas históricas número um da Conspiração Comunista, desejamos que cada membro de nossa fé leia cuidadosamente este livro e assim eles se tornarão cientes das forças que frequentemente tentam manipula-los”. –  Dr. Barney Finkel – Presidente dos Direitos Judaicos

“Seja quem for que ouse chamar o aparato descrito e documentado neste livro, ele ignorará isto a seu perigo. 1972 pode muito bem ser nossa última chance de neutralizar este aparelho destrutivo. Este livro lhe diz como você pode expôr e destruir isto.” – Dean Clarence E. Manion – antigo deão da escola de Direito Notre Dame

Gary Allen é um jornalista free lance da Califórnia. Depois de se formar em História na Universidade  Stanford e fazer trabalho graduado na Universidade Estadual da Califórnia em Long Beach, ele se tornou consciente por meio da pesquisa independente que seus cursos universitários tinham altamente avaliado. Muitos dos fatos mais importantes tem sido deixados de fora. Este livro é o resultado de seus estudos pessoais pós graduação em descobrir quem é quem na política americana.

primeira impressão, Fevereiro de 1972 – 350.000
segunda impressão. Março de 1972 – 1.250.000
terceira impressão, Abril de 1972 – 4.000.000

Publicado por  CONCORD PRESS P.O. BOX 2686
SEAL BEACH, CALIF. 90740

INTRODUÇÃO

A história que você está para ler é verdadeira. Os nomes não foram mudados para proteger os culpados. Este livro poder ter o efeito de mudar sua vida. Depois de ler este livro, você nunca mais olhará os eventos nacionais e mundiais do mesmo modo novamente.

“Não Ouse Chamar a Isto Conspiração” será um livro muito controvertido. De início, ele receberá pouca publicidade e aqueles cujos planos são expostos nele tentarão mata-lo pelo tratamento do silêncio. Por razões que se mostram óbvias na medida em que você lê este livro, ele não será revisto em todos os lugares apropriados ou estará disponível nas prateleiras de sua livraria. Contudo, nada existe que estas pessoas possam fazer para paralisar o sistema de distribuição de um livro nacionalista. Eventualmente, será necessário para as pessoas e organizações nomearem este livro para tentar desafiar seu efeito ou atacar seu autor. Eles tem um tremendo interesse vestido em impedir que você descubra o que eles estão fazendo. E eles tem as grandes armas da media de massa à disposição deles para destruir as barreiras para “Não Ouse Chamar a Isto Conspiração”.

Pelo mero volume, os “especialistas” tentarão ridicularizar você de investigar por conta própria na medida em que a informação deste livro seja ou não verdadeira. Eles ignorarão o fato do autor sobre a conjuntura. Eles encontrarão um erro tipográfico ou argumentarão algum ponto que está aberto ao debate. Se necessário, eles mentirão para se proteger de serem “caluniados” por este livro. Acredito que aqueles que escondem a informação talvez o façam porque muitas pessoas psicologicamante prefeririam ignorar as más notícias. Ao fazer isto, é o nosso próprio perigo.

Ter sido um instrutor de universidade, um senador de Estado, e agora um congressista tenho tido a experiência com reais profissionais de colocar telas de fumaças para encobrir suas próprias ações ao tentar destruir o acusador. Espero que você leia cuidadosamente o livro, tire suas próprias conclusões e não aceite as opiniões daqueles que por necessidade devem tentar desacreditar o livro. Seu futuro pode depender dele.

25 de outubro de 1971 JOHN G. SCMITZ congressista dos EUA

1. NÃO ME CONFUNDA COM FATOS

A maioria de nós tem tido a experiência, seja como pais ou mais jovens, de tentar descobrir a ‘imagem oculta” dentro de uma outra imagem em uma revista infantil. Geralmente nos é mostrado um  panorama com árvores, arbustos, flores e outras partes da natureza. A captação lê algo assim: “em algum lugar está escondido um burro com uma carta que tem um menino nela. Você pode encontra-lo?”. Tente quanto puder, geralmente você não pode encontrar a imagem oculta, até que vire para uma página mais afastada na revista que revelaria como sagazmente o artista tinha escondido isto de nós. Se estudamos o panorama entendemos que a imagem completa foi pintada de um modo tal que é destinada a ocultar a imagem real dentro dela, e uma vez consigamos ver a imagem real, ela permanece como o proverbial dígito doloroso.

Acreditamos que os pintadores de imagens da media de massa estão artisticamente criando os panoramas para nós, os quais ocultam delberadamente a imagem real. Neste livro, mostraremos a você como encontrar a imagem real oculta nos panoramas que nos são apresentados diariamente pelos jornais, rádio e televisão. Uma vez você veja através da camuflagem, você verá o burro, a carta e o garoto que tem estado todo tempo lá.

Milhões de americanos estão preocupados e frustrados com as desventuras de nossa nação. Eles sentem que algo está errado, drasticamente errado, mas por causa dos pintadores de imagens, eles não podem colocar seus dedos nisto.

Talvez você seja uma dessas pessoas. Algo está lhe perturbando, mas você não está certo do que seja. Continuamos a eleger novos presidentes que parecem prometer fielmente parar o avanço do comunismo pelo mundo, colocar bloqueios nos extravagantes gastos do governo, domar a inflação, colocar a economia em um bom nível, reverter a têndencia que está tornando o nosso país em um esgoto moral e colocar os criminosos nos lugares a que eles pertencem. Ainda que a despeito das altas esperanças e brilhantes promessas de campanha estes problemas continuem a piorar, não importa quem esteja no Mandato. A cada nova administração, seja ela republicana ou democrata, continuam as mesmas políticas básicas das administrações anteriores que tinham sido tão completamente denunciadas durante a campanha eleitoral. Eu considero uma forma pobre mencionar isto, mas não obstante seja verdadeiro. Há uma razão plausível que explique porque isto acontece? Não somos supostos pensar assim. Somos supostos pensarmos que tudo isto seja acidental e sejam coincidências e que portanto nada existe que possamos fazer a respeito.

Roosevelt disse uma vez: “Na política nada acontece por acidente. Se acontece, pode apostar que foi planejado para ser desse modo”. Ele estava em uma boa posição de saber. Acreditamos que muitos dos maiores eventos mundiais que estão formando os nossos destinos ocorram porque alguém os tem planejado desse modo. Se estivéssemos lidando com as meras leis de vingança, metade dos eventos que afetam o bem-estar do nosso país seriam para o bem da América. Se estivéssemos lidando com a mera incompetência, os nossos líderes ocasionalmente cometeriam um engano a nosso favor. Devemos tentar provar que realmente não estamos lidando com coincidência ou estupidez, mas com planejamento e brilho. Este pequeno livro livro lida com este planejamento e brilho e como isto tem formado as nossas políticas doméstica e externa das últimas seis administrações. Esperamos que isto explique os assuntos que agora tem se elevado e que parecem inexplicáveis; que isto trará para um foco agudo nas imagens que tem sido obscurecidas pelos pintores do panorama da media de massa.

Aqueles que acreditam que os maiores eventos eventos mundiais são resultantes de planejamento são ridicularizados por crerem na “teoria de conspiração da história”. De fato, ninguém nesta era da idade moderna prontamente acredita na teoria da conspiração da história, exceto aquele que tem tomado tempo para estudar o assunto. Quando você pensa sobre isso, há realmente apenas duas teorias de conspiração da história. Em uma, as coisas acontecem por acidente e assim não são causadas ou planejadas por alguém, ou elas acontecem porque elas são planejadas e alguém faz com que elas aconteçam. Na realidade, é esta teoria acidental da história pregada nos não consagrados Vestíbulos de Hera que deve ser ridicularizada. Caso contrário, porque cada nova administração comete os mesmos erros da anterior? Porque eles repetem os erros do passado que produzem a inflação, as depressões e as guerras? Porque o nosso Departamento de Estado tropeça de um erro crasso de ajuda comunista a outro? Se você acredita que tudo isto seja um acidente ou o resultado de marés misteriosas e inexplicáveis da história, você será visto como um intelectual que entende que vive em um mundo complexo. Se você acredita que algo como 32.496 coincidências consecutivas durante os quarenta anos passados estica a lei das médias um pouco, você é um lunático!

Porque virtualmente todos os eruditos considerados e colunistas e comentadores da media de massa rejeitam a lei de causa e efeito ou a teoria conspiracional da história?  Primariamente, a maioria dos eruditos segue a multidão do mundo acadêmico exatamente como a maioria das mulheres segue a moda. Contrariar a maré significa o ostracismo profissional e social. O mesmo é verdadeiro para a media de massa. Conquanto professores e pontificadores professem serem tolerantes e de mente aberta, na prática é estritamente uma via de mão única com tudo o tráfego fluindo em uma única direção. Um maoista pode ser tolerado pelos liberais da Torre de Mármore ou pelos senhores da instituição da media, mas ser um conservador que propõem uma opinião conspiratória, é absolutamente proibido. Melhor você ser um bêbado na convenção nacional da WCTU!

Secundariamente, estas pessoas com o passar dos anos tem adquirido um forte interesse emocional vestido em seus próprios erros. Seus intelectos e egos estão completamente comprometidos com a teoria do acidente. A maioria das pessoas é altamente relutante em admitir que elas tenham sido enganadas ou tenham demonstrado um pobre julgamento. Para inspecionar a evidência da existência de uma conspiração guiando o nosso destino político por trás das cenas, forçaria muitas destas pessoas a repudiarem as opiniões acumuladas por toda a vida. Isto de fato leva uma pessoa de caráter forte a encarar os fatos e admitir que tem estado errada, até mesmo se isso foi porque ela estava desinformada. Tal é o caso do autor desse livro. Sua reação inicial ao ponto de vista conservador era uma de suspeita e hostilidade; e foi somente depois de muitos meses de intensa pesquisa que ele teve que admitir que tinha sido enganado.

Os políticos e intelectuais são atraídos para o conceito que os eventos são impulsionados por alguma maré misteriosa da história ou acontecem por acidente. Por este raciocínio, eles esperam escapar da acusação quando as coisas vão errado.

A maioria dos intelectuais, pseudos ou não, lida com a teoria conspiratória da história simplesmente ignorando-a. Eles nunca tentam refutar a evidência. Ela não pode ser refutada. Se e quando o tratamento silencioso não funciona, estes eruditos objetivos e a media de massa que formam a opinião, recorrem a ataques pessoais, ridículo e sátira. Os ataques pessoais tendem a desviar a atenção dos fatos os quais um autor ou orador está tentando expor. A idéia é forçar a pessoa que está expondo a conspiração a parar a exposição e gastar seu tempo e esforço em se defender.

Contudo, as armas mais eficazes usadas contra a teoria conspiratória da história são o ridículo e a sátira. Estas armas extremamente potentes podem ser sagazmente usadas para evitar qualquer tentativa honesta de refutar os fatos. Afinal, ninguém gosta de ser motivo de piada. Muito mais do que serem ridicularizadas, as pessoas preferirão ficarem quietas. E este assunto certamente leva ao ridículo e à sátira. Uma técnica é a de expandir a conspiração em uma extensão que ela se torne absurda. Por exemplo, o nosso homem da Sala da Hera Venenosa pode dizer de uma forma debochadamente arrogante: “suponho que você acredite que cada professor liberal receba um telegrama a cada manhã das sedes das conspirações contendo suas ordens para a lavagem cerebral do dia de seus estudantes…”. Alguns conspiracionistas  de fato redesenham a imagem para expandir a conspiração [de um pequeno teor que ela tem] para incluir cada ativista liberal local e burocrata do governo. Ou, por causa de uma intolerância racial ou religiosa eles pegarão pequenos fragmentos de evidência legítima e as expandirão em uma conclusão que sustente seu preconceito particular, isto é, a conspiração é totalmente judaica, católica ou maçonica. Estas pessoas não ajudam a expor a conspiração, mas tristemente, desempenham um papel nas mãos daqueles que querem que o público acredite que todos os conspiracionistas são malucos.

“Intelectuais” são adeptos de clichês como “A teoria da conspiração é frequentemente tentadora. Contudo, é abertamente simplista.” Atribuir absolutamente tudo o que acontece a maquinações de um pequeno grupo de conspiradores famintos pelo poder é abertamente simplista. Mas, em nossa opinião nada é mais simplista do que teimosamente sustentar a visão acidental dos maiores eventos mundiais.

Na maioria dos casos os liberais simplesmente acusam todos aqueles que discutem a conspiração de serem paranóides. “Ah, vocês de ala direita”, eles dizem, “correndo atrás de cada arbusto, chutando cada rocha, procurando por imaginários bichos-papões.” Então vem o golpe de graça rotulando a teoria conspiratoria como “a teoria maligna da história”. Os liberais amam isso. Embora isso seja uma frase vazia, soa tão sofisticada!

Com os líderes do mundo acadêmico e das comunicações assumindo esta atitude escarnecedora na direção da teoria conspiratória da história [ou teoria da causa e efeito], não é surpreendente que milhões de pessoas inocentes e bem intencionadas, em um desejo natural de não parecerem ingênuas, assumam estas atitudes e repitam os clichês dos formadores de opinião. Estas pessoas, em sua tentativa de parecerem sofisticadas, assumem o ar de superioridade de seus mentores até mesmo embora elas próprias não gastem cinco minutos em estudar o assunto de uma conspiração internacional.

Os “acidentalistas” nos teriam feito acreditar que qualquer de nossos problemas de planejamento é simplista e todos os nossos problemas são causados pela Pobreza, Ignorância e Doença [abreviados como PID]. Eles ignoram o fato que os conspiradores organizados usam o PID, real e imaginado, como uma desculpa para construir uma prisão para nós todos. A maior parte do mundo tem estado em PID desde o tempo imemorial e é extremamente superficial pensar em atribuir o ziguezague do governo dos EUA de um desastre a outro durante os últimos trinta anos ao PID. Os “Acidentalistas” ignoram o fato que algumas das nações mais avançadas no mundo tem sido capturadas pelos comunistas. A Checoslováquia foi uma das mais modernas nações industriais do mundo e Cuba tem a segunda maior renda per capita de qualquer nação na América do Sul ou Central.

Não é verdadeiro, contudo, afirmar que não existem membros da elite intelectual que subscrevem a teoria conspiratória da história. Por exemplo, há o Professor Carroll Quigley da Escola de Serviço Exterior da Universidade de Georgetown. O Professor Quigley pode dificilmente ser acusado de ser um ‘extremista de ala direita’. (estas três palavras tem se tornado inseparáveis pela media de massa.) Dr. Quigley tem todas as credenciais liberais, tendo ensinado no estabelecimento acadêmico liberal Meccas de Princeton e Harvard. Em seu tomo de 1.300 páginas, ‘Tragedy and Hope’, Dr. Quigley revela a existência de uma rede conspiradora que será discutida nesse livro. O Professor não está meramente fomulando uma teoria, mas revelando a existência desta rede em uma experiência de primeira mão. Ele também deixa claro que é apenas ao segredo da rede e não a suas metas que ele faz objeção. O Professor Quigley revela:

“Conheci as operações desta rede porque eu tenho a estudado por vinte anos e fui permitido durante dois anos, na década de 1960, a examinar os papéis dela e os registros secretos. Não tenho aversão a ela ou a maioria de suas metas e tenho, por grande parte da minha vida, sido próximo a ela e a muitos de seus instrumentos. Tenho feito objeção, tanto no passado quanto no presente, a umas poucas de suas políticas, mas em minha opinião geral é que ela deseja permanecer desconhecida e acredito que seu papel na história seja significativo o suficiente para ser conhecido.”

Concordamos, seu papel na história merece ser conhecido. Isto é o porque tenho escrito este livro. Contudo, discordamos mais enfaticamente com este objetivo desta rede que o Professor descreve como “nada menos que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos particulares capazes de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo.” Em outras palavras, esta louca claque de poder quer controlar e governar o mundo. Até mesmo mais assustador, eles querem o controle total sobre todas as ações individuais. Como observa o Professor Quigley: “sua escolha e liberdade individual será controlada dentro de alternativas muito estreitas pelo fato que ele será numerado desde o nascimento e seguido, como um número, pelo seu treinamento educacional, seu exigido serviço militar ou outro serviço público, suas contribuições de impostos, sua saúde e necessidades médicas, e sua aposentadoria final e benefícios de morte”. Ela quer controlar todos os recursos naturais, negócios, bancos e transportes ao controlar os governos do mundo. Para realizar estas metas os conspiradores não tem tido pruridos em fomentar guerras, depressões e ódios. Eles querem um monopólio que eliminaria todos os competidores e destruiria o sistema de livre emprendimento. E o Professor Quigley, de Harvard, Princeton e Georgetown aprova!

Professor Quigley não é o único acadêmico que está ciente de uma claque de conspiradores auto-perpetuantes que chamaremos de Internos. Outros eruditos honestos descobrindo os mesmos indivíduos na cena dos desastrosos fogos políticos vezes e vezes seguidas tem concluido que ‘obviamente há uma organização de piromaníacos a serviço no mundo”. Mas estes eruditos intelectualmente honestos entendem que se desafiarem os Internos, suas carreiras seriam destruídas. O autor sabe que estes homens existem, porque tem estado em contacto com alguns deles.

Há também líderes religiosos que estão cientes da existência desta conspiração. Em uma história da UPI datada de 27 de dezembro de 1965, Padre Pedro Arrupe, chefe da Ordem Jesuíta da Igreja Católico Romana, fez as seguintes acusações durante suas observações ao Conselho Ecumênico:

“Esta sociedade sem Deus opera de uma maneira extremamente eficiente ao menos nos níveis mais altos de liderança. Ela faz uso de cada meio possível a sua disposição, seja ele científico, técnico, social ou econômico. Isto segue uma estratégia perfeitamente mapeada. Isto mantém quase que completa influência nas organizações internacionais, nos círculos financeiros, no campo das comunicações de massa; imprensa, cinema, rádio e televisão.”

Há um número de problemas a serem superados para convencer uma pessoa da possível existência de uma claque de conspiradores dos Internos que dos mais altos níveis manipulam a política do governo. Neste caso a realidade é mais estranha do que a ficção. Estamos lidando com a maior “novela policial” da história, um filme de mistério que envergonha Erle Stanley Gardner. Se você ama um mistério, você ficará fascinado com o estudo das operações dos Internos. Se você estudar esta rede da qual fala o Professor Quigley, você descobrirá que o que de início tinha parecido incrível não apenas existe, mas influencia pesadamente nossas vidas.

Deve ser lembrado que o primeiro trabalho de qualquer conspiração, seja ela politica, criminosa ou dentro de um escritório de negócios, é convencer todo mundo mais que não existe uma conspiração. O sucesso dos conspiradores será grandemente determinado por sua habilidade em fazer isso. Que a elite do mundo acadêmico e da média de comunicação de massa sempre fazem pouco da existência dos Internos meramente serve para camuflar as operações deles. Estes artistas escondem o menino, a carta e o burro.

Provavelmente alguma vez você tem estado envolvido com ou teve o conhecimento pessoal de algum evento que foi relatado nos noticiários. Talvez isto se relacionasse a um evento atlético, uma eleição, um comitê ou o seu próprio negócio. O relato continha a história real, a história por trás da história? Provavelmente não. E por uma variedade de razões. O repórter teve problemas de espaço e tempo e há uma boa chance que as pessoas envolvidas deliberadamente não revelaram todos os fatos. Possivelmente os próprios preconceitos do repórter governaram que os fatos que entravam na história fossem deletados. O nosso ponto é que a maioria das pessoas sabe pela experiência pessoal que as histórias dos noticiários frequentemente não são a história inteira. Mas muitos de nós assumimos que o nosso próprio caso é único, quando na realidade ele é típico. O que é verdade sobre o relato de eventos locais é igualmente verdadeiro para eventos nacionais e internacionais.

Problemas psicológicos também estão envolvidos em induzir as pessoas a olharem a evidência relativa dos Internos. As pessoas geralmente estão confortáveis com suas próprias velhas crenças e conceitos. Quando Colombo disse ao mundo que o mundo era uma bola e não uma panqueca, as pessoas ficaram altamente desapontadas. Estava sendo pedido a elas para rejeitarem seu modo de pensar por toda uma vida e adotarem uma perspectiva inteiramente nova. Os intelectuais da época debocharam de Colombo e as pessoas ficaram com medo que pudessem perder prestígio social se o ouvissem. Muitos outros apenas não queriam acreditar que o mundo era redondo. Isto complicava demais as coisas.  E os típicos defensores da terra chata tinham tais vestidos interesses envolvendo seus próprios egos que eles se amontoaram sobre o abuso de Colombo por desafiar a visão deles do universo. Não nos confunda com fatos; as nossas mentes já estão posicionadas, eles disseram.

Estes mesmos fatores se aplicam hoje. Porque a Instituição controla a media, qualquer um que exponha os Internos será o receptor de uma contínua fusilaria de insultos dos jornais, revistas, TV e rádio. Desta maneira a pessoa é ameaçada com a perda da respeitabilidade social, se ela ousar divulgar a idéia de que há uma organização por trás de qualquer problema atualmente acidentando a América. Infelizmente, para muitas pessoas o status social vem antes da honestidade intelectual. Embora eles nunca admitiriam que sua posição social seja mais importante do que a sobrevivência da liberdade na América.

Se você perguntar a estas pessoas o que é mais importante – a respeitabilidade social ou salvar seus filhos da escravidão – com certeza eles dirão que seja a salvação de seus filhos. Mas as ações deles [ou a falta das mesmas] falam muito mais alto que suas palavras. As pessoas tem uma capacidade infinita de racionalização quando se trata de recusar encarar a ameaça da sobrevivência da América. Muito profundamente estas pessoas tem medo que possam ser ridicularizadas se elas tomarem uma posição, ou pode ser negado um convite para alguma festa de coquetel de ascensão social. Ao invés de ficarem enlouquecidas com os Internos, estas pessoas realmente ficam zangadas com aqueles que estão tentando salvar o país ao expor os conspiradores.

Uma coisa que torna tão difícil para algumas pessoas socialmente pensadoras avaliarem a evidência da conspiração objetivamente é que os conspiradores vem dos mais altos extratos sociais. Eles são imensamente ricos, altamente educados e extremamente cultos. Muitos deles tem uma reputação de uma vida inteira de filantropia. Ninguém gosta se ser colocado na posição de acusar pessoas proeminentes de conspirarem para escravizar seus próprios companheiros americanos, mas os fatos são inescapáveis. Muitas pessoas dos negócios e profissionais são particularmente vulneráveis a não “colocar em risco a sua respeitabilidade social” que é uma nódoa dada por aqueles que não querem que a conspiração seja exposta. Os Internos sabem que se a comunidade de negócios e profissional não toma uma posição para salvar o sistema de empreendimento privado, o socialsmo pelo qual eles pretendem escravizar o mundo será inevitável. Eles acreditam que a maioria dos homens de negócios e profissionais estão rasos e decadentes demais, muito conscientes do status, ligados demais aos problemas de seus negócios e profissiões para se preocuparem sobre o que está acontecendo na política. É dito a estes homens que pode ser mau para os negócios ou ameaçar seus contratos com o governo se eles tomarem uma posição. Eles tem sido subornados para se calarem com seu próprio dinheiro de impostos!

Esperamos que os conspiradores tenham subestimado a coragem e o patriotismo remanescente no povo americano. Sentimos que há um número suficiente de pessoas que não estão mesmerizadas pelo aparelho de televisão, que colocam Deus, família e país acima do status social, que se reunirão para expor e destruir a conspiração dos Internos. O filósofo Diogenes percorreu toda a Grécia em busca de um homem honesto. Estamos buscando por toda a América as centenas de milhares de homens e mulheres  intelectualmente honestos que sejam voluntários para investigar os fatos e chegar a conclusões lógicas – não importa quão desagradáveis estas conclusões possam ser.

2. SOCIALISMO: – A ESTRADA REAL PARA O PODER PARA OS SUPER RICOS

Todo mundo sabe que Adolph Hitler existiu. Ninguém contesta isso. O terror e a destruição que este homem enlouquecido inflingiu ao mundo são universalmente reconhecidos. Hitler veio de uma família pobre que absolutamente não tinha uma posição social. Ele deixou a escola secundária e ninguém até mesmo o acusou de ser culto. Durante sua carreira inicial ele sentava-se em um sótão frio e escrevia no papel sua ambição de governar o mundo. Sabemos disso.

Similarmente, sabemos que um homem chamado Vladimir Ilich Lenin também existiu. Como Hitler, Lenin não veio de uma família de leões sociais. O filho de um pobre burocrata, Lenin, que passou a maior parte de sua vida adulta na pobreza, tem sido responsável pela morte de dezenas de milhões de seres humanos e da escravização de aproximadamente um bilhão mais. Como Hitler, Lenin sentava-se de noite em um sótão escuro esquematizando como ele conquistaria o mundo. Também sabemos disso.

Não é teoricamente possível que um bilionário pudesse se sentar, não em um sótão, mas em uma cobertura, em Manhattan, Londres ou Paris e sonhar o mesmo sonho de Lenin e Hitler? Você tem que admitir que isso seja teoricamente possível. Julius Caesar, um rico aristocrata, o fez. E um tal homem pode formar uma aliança ou uma associação com outros homens de mente igual, não pode? Caesar o fez. Estes homens seriam soberbamente educados, comandariam um imenso prestígio social e seriam capazes de reunir quantidades surpreendentes de dinheiro para realizarem o propósito deles. Estas são vantagens que Hitler e Lenin não tiveram.

É difícil para o indivíduo médio conceber tal luxúria pervertida pelo poder. A pessoa típica, de qualquer nacionalidade, quer apenas ter sucesso em seu trabalho, ser capaz de manter um padrão razoavelmente alto de vida completo, com diversão e viagem. Ele quer prover a sua família na saúde e na doença e dar a a seus filhos uma boa educação . Sua ambição para aqui. Ele não tem o desejo de exercer o poder sobre outros, conquistar outras terras ou pessoas, ser um rei. Ele quer gerir seu próprio negócio e aproveitar a vida. Já que ele não tem uma tal luxúria pelo poder, é difícil para ele imaginar que existam outros que a tenham, outros que marcham por um tambor muito diferente. Mas temos que entender que tem existido Hitlers, Lenins e Stalins e Césars e Alexandres o Grande por toda a história. Porque então não podemos admitir que hoje existam tais homens com igual luxúria pelo poder? E se acontece desses homens serem bilionários, não é possível que eles usem homens como Hitler e Lenin como peões para tomar o poder para eles próprios?

De fato, tão difícil quanto possa ser acreditar, este é o caso. Como Colombo, estamos enfrentando a tarefa de convencer você que o mundo não é chato, como por toda a vida você tem sido levado a acreditar, mas de fato é redondo. Estamos indo apresentar evidência que o que você chama de “comunismo” não é dirigido de Pequim ou Moscou, mas é um braço de uma conspiração muito maior dirigida de New York, Londres e Paris. Os homens no ápice desse movimento não são comunistas no sentido tradicional desse termo. Eles não tem qualquer lealdade a Pequim ou a Moscou. Eles são leais apenas a eles próprios e a tarefa deles. E estes homens certamente não acreditam na pseudo filosofia do comunismo. Eles não tem qualquer intenção de dividir a riqueza deles. O socialismo é uma filosofia que os conspiradores exploram, mas na qual só os ingênuos acreditam. Exatamente como o capitalismo financeiro, isto é usado como uma bigorna e um martelo para conquistar o mundo, e será explicado nesse livro.

O conceito de que o Comunismo nada mais é que um braço de uma conspiração maior tem se tornado crescentemente aparente pelas investigações jornalísticas do autor. Ele tem tido a oportunidade de entrevistar particularmente quatro oficiais aposentados que passaram suas carreiras no alto escalão da inteligência militar. Muito do que o autor sabe, aprendeu com eles. E a história é conhecida por vários milhares de outros. Os altos círculos da inteligência militar estão bem cientes dessa rede. Além  disso, o autor tem entrevistado seis homens que tem passado um tempo considerável como investigadores para comitês congresssionais. Em 1953, um desses homens, Norman Dodd, chefiou a investigação das fundações isentas de impostos do Comitê Reece. Quando Mr. Dodd começou a se aprofundar no papel da alta finança internacional no movimento revolucionário do mundo, a investigação foi encerrada por ordens da Casa Branca ocupada por Eisenhower. Segundo Mr. Dodd, é permitido investigar os atiradores radicais de bombas nas ruas, mas quando você começa a rastrear as atividades deles de volta a suas origens no “mundo legítimo”, a cortina de ferro política desce.

Você pode acreditar em qualquer coisa que quiser sobre o Comunismo, exceto que isto seja uma conspiração governada pelos homens do mundo respeitável. As pessoas dizem frequentemente serem ativas anti-comunistas: “posso entender sua preocupação com o Comunismo, mas a idéia de que uma conspiração comunista está em movimento nos EUA é absurda. O povo americano é anti-comunista. Eles não estão por comprar o Comunismo´. É compreensível estar preocupado com o Comunismo na África, ou Ásia ou América do Sul com sua tremenda pobreza, ignorância e doença. Mas estar preocupado com o Comunismo nos EUA onde a maioria das pessoas não tem seja qual for a simpatia, é um conceito desperdiçado.”

Diante disso, este é um argumento muito lógico e plausível. O povo americano de fato é anti-comunista. Suponha que você largue este livro exatamente agora, pegue uma prancheta e se dirija ao shopping center mais próximo para realizar uma pesquisa sobre as atitudes dos americanos sobre o Comunismo. “Sir,” você diria ao primeiro que encontrasse, “gostaríamos de saber se você é a favor ou contra o comunismo?”

A maioria das pessoas provavelmente pensaria que você estivesse os colocando em cheque. Se insistissemos em nossa pesquisa, descobriríamos que 95% das pessoas são anti-comunistas. Provavelmente seria difícil encontrar alguém que tomasse uma posição afirmativa sobre o comunismo.

Então, na superfície parece que as acusações feitas contra os anti-comunistas preocupados com a ameaça interna do comunismo são válidas. O povo americano não é pró-comunismo. Mas antes que o nosso entrevistado imaginário se afaste em desgosto com o que acredita ser uma pesquisa falsa, você acrescenta: “Sir, antes que vá embora há um par de outras questões que gostaria de propor. Você não as achará tão insultantes ou ridículas.” Sua próxima questão é: “O que é comunismo? Você por favor pode definir isso?”

Imediatamente uma situação inteiramente nova tem se desenvolvido. Muito mais do que a quase unanimidade anteriormente encontrada, agora temos uma incrível diversidade de idéias. Há uma multitude de opinões sobre o que seja o comunismo. Alguns diriam: “Oh, sim, o comunismo. Bem é uma forma tirânica de socialismo”. Outros manteriam que “o Comunismo como foi originalmente pretendido por Karl Marx era uma boa idéia. Mas ela nunca foi praticada e os Russos tem arruinado isso.” Um tipo mais erudito pode proclamar: “O Comunismo é simplesmente o renascimento do imperialismo russo.”

Se por acaso um dos homens a quem você pede para definir o comunismo é um professor de ciência politica da universidade local, ele bem pode replicar: “Você não pode perguntar o que seja o comunismo. Esta é uma pergunta completamente simplista sobre uma situação extremamente complexa. O comunismo hoje, muito diferente da visão mantida pela visão dos extremistas de ala direita da América, não é um movimento internacional monolítico. Muito mais, é um movimento nacionalista policentrico e fragmentado derivando seu caráter por meio do carisma de vários líderes nacionais. Conquanto, de fato, haja uma fusão da dialética Hegeliana com o materialismo Feuerbachiano, mantido em comum geralmente pelos partidos comunistas, é uma super simplificação monumental perguntar “o que seja o comunismo”. Ao invés, você deve perguntar: O que é o comunismo de Mao Tse-tung? O que é o comunismo de Ho Chi Minh, ou Fidel Castro ou Marechal Tito?”

Se você pensa que aqui estamos sendo brincalhões, você não tem falado com um professor de ciência política ultimamente. Do acima é a visão prevalescente de nossos campus, sem mencionar o nosso Departamento de Estado.

Se você concorda ou discorda com qualquer uma dessas definições, ou, como bem pode ser o caso, você tem a sua própria, uma coisa é inegável. Nenhum segmento apreciável do público americano anti-comunista pode concordar sobre exatamente o que seja isto e a que eles são contra. Isto não é assustador? Aqui temos algo que quase todo mundo concorda que é mau, mas não podemos concordar sobre exatamente o que seja isso que estamos contra.

Como isto funcionaria em, por exemplo, um jogo de futebol? Você pode imaginar como seria eficaz a defesa de uma equipe de futebol se os quatro da frente não pudessem concordar com os da defesa seguinte, que não concordassem  com os de posição de canto, que não concordassem com os homens de segurança, que não concordassem com os treinadores sobre que tipo de defesa eles deveriam colocar contra a ofensiva sendo apresentada? O resultado óbvio seria o caos. Você pegaria um time de lote de areia e com sucesso os colocaria contra os Green Bay Packers se os Packers não pudessem concordar sobre a que eles estavam se opondo. Isto é acadêmico. O primeiro princípio em qualquer encontro, seja ele no futebol ou na guerra [quente ou fria], é “conheça o seu inimigo”. Consequentemente, não é de todo estranho que por três décadas temos estado observando um país do mundo depois de uma outra queda por trás da cortina comunista.

Ao manter o fato que quase todo mundo parece ter sua própria definição de Comunismo, iremos lhe dar a nossa, e então tentaremos provar que é a única válida. “Comunismo: Uma direção internacional conspiratória para o poder da parte de homens em altos lugares, voluntários em usar qualquer meio para realizar sua meta desejada – a conquista global.”

Você perceberá que não mencionamos Marx, Engels, Lenin, Trotsky, burguesia, proletariado ou o materialismo dialético. Nada dissemos sobre pseudo-política ou a filosofia política dos comunistas, Estas são técnicas de Comunismo e não devem ser confundidas com a própria conspiração comunista. Devemos chamar a isso uma direção internacional conspiratória para o poder. A menos que entendamos a natureza conspiratória do comunismo, não entenderemos isto afinal. Estaremos eternamente fixados no nível do Gus Hall do Comunismo. E isto não é onde ele está, baby!

O meio de trazer a ira da Instituição liberal de imprensa ou dos profissionais liberais é simplesmente usar a palavra conspiração em relação ao comunismo. Não somos supostos a acreditar que o comunismo seja uma conspiração política. Devemos acreditar em qualquer coisa mais que quisermos sobre isso. Podemos acreditar que ele seja brutal, tirânico, mal ou até mesmo que ele pretenda nos enterrar, e receberemos os aplausos da vasta maioria do povo americano. Mas nunca, nunca mesmo, use a palavra conspiração se você espera ser aplaudido, porque a ira do “reino’ liberal se desencadeará sobre você. Não somos vetados de acreditarmos em qualquer conspiração, contanto que ela não seja uma conspiração da política moderna.

Sabemos por todos os anais da história que pequenos grupos de homens tem existido que tem conspirado para trazer as rédeas do poder em suas mãos. Os livros de história estão cheios dos esquemas deles. Até mesmo a revista LIFE acredita em conspirações como a da Cosa Nostra onde homens conspiram fazer dinheiro por meio do crime. Você pode se recordar que a LIFE fez uma série de artigos sobre o testemunho de Joseph Valachi diante do Comitê McClellan vários anos atrás. Há alguns aspectos dessas revelações que valem a pena ressaltar.

A maioria de nós não sabia que esta organização era chamada de Cosa Nostra. Até Valachi “cantar”, todos nós pensávamos que o nome dela fosse Máfia. Isto é quão pouco sabemos sobre este grupo, a despeito do fato dele já existir por um século e ter estado operando em muitos países com um grupo auto-perpetuante de líderes. Nem mesmo sabíamos seu nome próprio. Não é possível que possa existir uma conspiração política, esperando um Joseph Valachi para testemunhar? O Dr. Carroll Quigley é o Joseph Valachi das conspirações políticas?

Vemos que todo mundo, até mesmo a revista LIFE, acredita em algum tipo de conspiração. A questão é: qual é a forma mais letal de conspiração, a criminosa ou a política? E qual é a diferença entre um membro da Cosa Nostra e um Comunista, ou mais apropriadamente, um conspirador interno? Homens como  Lucky Luciano que tem arranhado e rasgado o topo da pilha no crime organizado, devem, por necessidade, ser diabolicamente brilhantes, sagazes e absolutamente cruéis. Mas, quase sem exceção, os homens na hierarquia do crime organizado não tem tido educação formal. Eles nasceram na pobreza e aprenderam seu comércio nas ruas de Nápoles, New York ou Chicago.

Agora suponha que alguém com esta mesma personalidade amoral tenha nascido em uma família patrícia de grande riqueza e foi educada nas melhores escolas preparatórias, então Harvard, Yale ou Princeton, seguindo o trabalho graduado possivelmente em Oxford. Nestas instituições ele se tornaria totalmente familiarizado com a história, economia, psicologia, sociologia e ciência política. Depois de ter sido graduado em tais instituições ilustres de alto ensino, somos prováveis de encontra-lo nas ruas comerciando entradas por cinquenta cents para alguns jogos? Os encontraremos empurrando marijuana para alunos do ensino secundário ou dirigindo uma cadeia de casas de prostituição? Ele estaria envolvido em assassinatos de gangues de rua? Não. Pelo tipo de educação recebida, esta pessoa entenderia que se alguém quer ter um poder real as lições da história ensinam: “entre nos negócios do governo’. Se torne um político e trabalhe para o poder político ou, ainda melhor, obtenha alguns politicos como uma frente para você. Isto é onde estão o real poder e o real dinheiro.

A conspiração para tomar o governo é tão velha quanto o próprio governo. Podemos estudar as conspirações que cercaram Alcibiades na Grécia ou Julius Caesar na antiga Roma, mas não somos supostos pensarmos que homens de hoje esquematizem para alcançar o poder político.

Cada conspirador tem duas coisas em comum com cada outro conspirador. Ele deve ser um completo mentiroso e um planejador de longa visão. Se você estiver estudando Hitler, Alcibiades, Julius Caesar ou algum de nossos conspiradores contemporâneos, você descobrirá que o paciente planejamento deles está quase completo. Repetimos a declaração de Roosevelt: “na política, nada acontece por acidente. Se acontece, você pode apostar que foi planejado para ser desse modo.”

Na realidade, o Comunismo é uma tirania planejada pelos buscadores do poder cuja arma mais eficaz é a grande mentira. E se alguém pega todas as mentiras do comunismo e as ferve juntas, e então as destila, você descobrirá que elas se destilam em duas maiores mentiras das quais todas as outras derivam. Elas são: (1) O Comunismo é inevitável, e (2) O Comunismo é um movimento das massas oprimidas que se elevam contra seus patrões exploradores.

Vamos voltar a nossa pesquisa imaginária e analisar a nossa primeira grande mentira do comunismo: que ele seja inevitável. Você se recordará que perguntamos ao nosso entrevistado se ele era a favor ou contra o comunismo e então pedimos que ele o definisse. Agora vamos perguntar a ele: “Sir, você pensa que o comunismo seja inevitável na América?” E em quase cada caso a resposta será algo como isso: “Oh, bem, não. Não penso assim. Você sabe como são os americanos. Algumas vezes somos um pouco lentos em reagir ao perigo. Você se lembra de Pearl Harbor. Mas o povo americano nunca aceitaria o comunismo.”

A seguir perguntamos: “Bem então, você pensa que o socialismo seja inevitável na América?” A resposta, em quase todo caso será similar a esta: “Não sou socialista, você compreende, mas vejo o que está acontecendo neste país. Sim, tenho que dizer que o socialismo é inevitável.”

Então perguntamos ao nosso entrevistado: “Já que você não é socialista mas sente que o país está sendo socializado, porque não faz algo quanto a isso?”. Sua resposta será similar a: “Sou apenas uma pessoa. Além disso, é inevitável. Você não pode lutar na prefeitura, heh, heh, heh.”

Você não sabe que os camaradas lá da prefeitura estão fazendo tudo o que podem para convencer você disso? Quão eficazmente você se opõem a algo se você sente que sua oposição é fútil? Dar a seu oponente a idéia que se defender é fútil é uma técnica tão velha quanto a guerra. Em aproximadamente 500 AC o senhor da guerra e filósofo chinês Sun Tsu declarou, “A suprema excelência na guerra reside na destruição da vontade de seu inimigo de resistir antecipadamente às hostilidades percebidas”. Chamamos hoje a isso de “guerra psicológica”. No jogo de pôquer, isto é chamado “usar um bom blefe”. O princípio é o mesmo.

Assim temos o povo americano: anti-comunista, mas incapaz de definir isso e anti-socialista, mas pensando que isso seja inevitável. Como Marx viu o comunismo? Como é importante a “inevitabilidade do comunismo” para os comunistas? No que os comunistas querem que você acredite ser inevitável: o comunismo ou o socialismo? Se você estudar o Manifesto Comunista de Marx você descobrirá que em essência Marx disse que a revolução do proletariado estabeleceria a ditadura socialista do proletariado. Para alcançar a ditadura socialista do proletariado três coisas teriam que ser realizadas: (I) a eliminação de todo direito à propriedade privada; (2) a dissolução da unidade da família; e (3) a destruição do que Marx se referia como o “ópio do povo”, ou a religião.

Marx continuou para afirmar que quando a ditadura do proletariado tivesse realizado estas três coisas pelo mundo, e depois de alguma extensão indeterminada de tempo [como você pode imaginar, ele era muito vago sobre este ponto], o Estado todo poderoso definharia miraculosamente e o socialismo de Estado abriria caminho para o comunismo. Você não precisaria de qualquer governo de todo. Tudo seria paz, doçura e luz e todo mundo viveria feliz para sempre. De início, todos os comunistas devem trabalhar para estabelecer o socialismo.

Você não pode apenas ver Karl Marx realmente acreditando que um estado onipotente desapareceria. Ou você pode imaginar que um Joseph Stalin (ou qualquer outro homem com a cobiça e a brutalidade necessária para subir ao topo de uma ditadura todo poderosa) voluntariamente desmantelaria o poder que ele tinha construído pelo medo e pelo terror? *

(*Karl Marx foi contratado por um grupo misterioso que se auto chamava a Liga dos Homens Justos para escrever o Manifesto Comunista como uma isca demagógica de apelo à multidão. No fato real, o Manifesto Comunista esteve em circulação por muitos anos antes que o nome de Marx fosse amplamente reconhecido para estabelecer sua autoria para este livro de mão revolucionário. Tudo o que Karl Marx realmente fez foi atualizar e codificar os mesmos planos e princípios revolucionários estabelecidos setenta anos antes por Adam Weishaupt, o fundador da Ordem do Illuminati na Bavaria. E, é amplamente reconhecido pelos eruditos sérios deste assunto que a Liga dos Homens Justos era simplesmente uma extensão do Illuminati que foi forçado a ir profundamente para o subterrâneo depois que foi exposto por um assalto em 1786 realizado pelas autoridades bavaras .)

O socialismo seria uma isca, uma desculpa para estabelecer a ditadura. Já que uma ditadura é difícil de ser vendida em termos idealistas, a idéia tinha que ser acrescentada que a ditadura era apenas uma necessidade temporária e logo se dissolveria por seu próprio acordo. Você realmente tem que ser ingênuo para engolir isso, mas milhões o fazem.

A direção de estabelecer o socialismo, não o comunismo, é o núcleo de tudo que os comunistas e os Internos fazem. Marx e todos os seus sucessores no movimento comunista tem ordenado a seus seguidores para trabalharem na construção do socialismo. Se você for ouvir um orador oficial comunista, ele nunca menciona o comunismo. Ele apenas falará da luta para a completa socialização da América. Se você for a uma livraria comunista você descobrirá que toda literatura contém esse tema. Ela não pede o estabelecimento do comunismo, mas sim do socialismo.

E muitos membros da Instituição promovem este tema. A publicação de setembro de 1970 da revista New York contém um artigo do Professor de Harvard John Kenneth Gaibraith, ele próprio um professo socialista. O artigo é intitulado “Richard Nixon e o Grande Renascimento Socialista.” Ao descrever o que ele chama de “Plano de Jogo de Nixon”, Gaibraith declara:

“Mr. Nixon provavelmente não é um grande leitor de Marx, mas [seus conselheiros] Drs. Burns, Shultz e McCracken são excelentes eruditos que o conhecem bem e podem ter mantido o Presidente atualizado e está além da negação que a crise que ajudou a apressar o socialismo foi engenheirada pela administração.”

Dr. Gaibraith começou seu artigo declarando:

“Certamente o desenvolvimento menos previsto sob a administração Nixon foi este novo impulso ao socialismo. Encontramos pessoas que ainda não estão cientes disso. Outros devem estar esfregando os olhos, por certamente os presságios parecerem todos ao contrário. Como um oponente do socialismo, Mr. Nixon pareceu constante”.

Gaibraith então continua para listar os passos gigantes na direção do socialismo tomados pela administração Nixon. A conclusão que se tira do artigo é que o socialismo, seja ele dos partidos democrata ou republicano, é inevitável. O companheiro socialista de Harvard Dr. Arthur Schlesinger tem dito muito a mesma coisa:

“Os principais ganhos liberais no passado geralmente permanecem nos livros do estatuto quando os conservadores recuperam o poder e o liberalismo cresce constantemente mais liberal, e pelo mesmo princípio, o conservadorismo se torna constantemente menos conservador”.

Muitos indivíduos extremamente patriotas tem inocentemente caído pela linha da conspiração. Walter Trohan, colunista emérito do Chicago Tribune e um dos mais expressivos comentadores políticos da América, tem acuradamente notado:

“É um fato conhecido que hoje as políticas de governo, sejam elas republicanas ou democratas, estão mais perto da plataforma de 1932 do Partido Comunista do que estão de suas próprias plataformas naquele ano crítico. Mais de cem anos atrás, em 1848 para ser exato, Karl Marx promulgou o programa dele para o Estado socializado no Manifesto Comunista”.

E Mr. Trohan também tem sido levado a acreditar que a tendência é inevitável:

“Os conservadores devem ser realistas o suficiente para reconhecerem que este país está indo mais profundo no socialismo e verá a expansão do poder federal, estejam no poder os republicanos ou os democratas. O único conforto que eles podem ter é que o passo será mais vagaroso sob Richard M. Nixon do que poderia ter sido sob Hubert H. Humphrey. Os conservadores terão que reconhecer que a administração Nixon abraçará a maioria do socialismo das administrações democráticas anteriores, conquanto professe melhorar isso”.

A Instituição promove a idéia da inevitabilidade do comunismo por sua perversão de termos usados na descrição do espectro político. [veja mapa 1]. Nos é dito que no extremo da esquerda política encontramos o comunismo, que é admitidamente ditatorial. Mas também nos é dito que igualmente a ser temido é o oposto da extrema esquerda, isto é, a extrema direita, que é rotulada de Fascismo. Constantemente nos é dito que devemos todos tentar ficar no meio da estrada, o que é chamado de democracia, mas que para a Instituição significa o Socialismo Fabiano. [o fato que o meio da estrada tem estado se movendo inexoravelmente na direção da esquerda por 40 anos é ignorado]. Aqui está um excelente exemplo do uso de falsas alternativas. Nos é dada a escolha entre o comunismo [socialismo internacional] por um lado do espectro e o Nazismo [nacional socialismo] por outro lado, ou o Socialismo Fabiano no meio. O espectro inteiro é socialista!

Isto é absurdo. Onde você coloca um anarquista neste espectro? Onde você coloca uma pessoa que acredita em uma República Constitucional e no sistema do livre empreendimento? Ela não é representada aqui, ainda que este espectro seja usado para definições políticas por provavelmente 90% das pessoas do país.

Mapa I e 2

#1

A Ditadura da Democracia – Ditadura

O Comunismo – o Socialismo Fabiano – Fascismo

#2

Governo Total  – Anarquia

Comunismo Constitucional

República Fascista

Governo Limitado  – Socialismo

Faraóismo

Cesarismo

O Mapa 1 apresenta um falso espectro político de esquerda e direita usado pelos liberais os quais tem o comunismo [socialismo internacional] na extrema esquerda e seu gêmeo, o Fascismo [o socialismo nacional] na extrema direita. No meio da estrada estando o Socialismo Fabiano. O inteiro espectro é socialista.

O Mapa 2 é um espectro político mais racional com o governo total em qualquer forma na extrema esquerda e nenhum governo ou anarquia na extrema direita. Os EUA eram uma república com um governo limitado, mas nos últimos 60 anos temos estado nos movendo na direção da esquerda pelo espectro para um governo total com cada nova peça de legislação socialista.

Há um espectro político acurado. (veja o mapa 2.) O Comunismo é, por definição, governo total. Se você tem um governo total, faz pouca diferença se você o chama de comunismo, fascismo, socialismo, cesarismo ou faraoísmo. Tudo é bem a mesma coisa do ponto de vista da pessoa que deve viver e sofrer sob isso. Se o governo total [por qualquer um de seus pseudônimos] permanece na extema esquerda então por lógica a extrema direita deva representar a anarquia, ou nenhum governo.

Nossos Pais Fundadores se revoltaram contra o governo quase total da monarquia inglesa. Mas eles sabiam que não ter qualquer governo significaria o caos. Assim eles criaram uma República Constitucional com um governo muito limitado. Eles sabiam que os homens prosperam em liberdade. Embora o sistema do livre empreendimento não seja especificamente mencionado na Constituição, ele é o único que pode existir em uma República Constitucional. Todos os sistemas coletivistas exigem o poder no governo que a Constituição não garantiu. Os nossos Pais Fundadores não tinham qualquer intenção em permitir que o governo se tornasse um instrumento de roubar o fruto do trabalho de um homem e dá-lo a outro que não o havia ganho. O nosso governo era para ser um de poderes severamente limitados. Thomas Jefferson disse: “Em questões de poder então não vamos mais ser ouvidos sobre a confiança no homem, mas livra-lo dos enganos pelas cadeia da Constituição.” Jefferson sabia que se o governo não fosse escravo, logo as pessoas o seriam.

Era opinião de Jefferson que o governo que governa melhor é o que governa menos. Nossos antepassados estabeleceram este país com a menor quantidade possível de governo. Embora eles tenham vivido em uma idade anterior aos automóveis, luzes elétricas e televisão, eles entendiam a natureza humana e sua relação com os sistemas políticos muito melhor do que o fazem a maioria dos americanos de hoje. O tempo muda, a tecnologia muda, mas os princípios são eternos. Primariamente, o governo tinha que fornecer a defesa nacional e criar um sistema de justiça. Mas temos queimado as cadeias das quais falou Jefferson  agora e por muitos anos temos no movido na direção da esquerda pelo espectro político na direção do governo total coletivista. Cada proposta de nossos líderes políticos [incluindo alguns que são supostos de ter o próprio efeito oposto, tal como a proposta de partilha de redimentos de Nixon] nos leva mais para a esquerda para um governo centralizado. Isto não é porque o socialismo seja inevitável. Ele não é mais inevitável que o Faraóismo. Ele é grandemente o resultado do planejamento sagaz e do gradualismo paciente.

Já que todos os comunistas e seus patrões Internos estão movendo uma luta constante pelo socialismo, vamos definir o termo.  O socialismo geralmente é definido como a propriedade e/ou controle do governo sobre os meios básicos de produção e distribuição de bens e serviços. Quando analisado, isto significa que o governo controla tudo, inclusive você. Todos os controles são controles de pessoas. Se o governo controla estas áreas, ele pode eventualmente fazer exatamente como Marx estabeleceu fazer – destruir o direito da propriedade privada, eliminar a família e dizimar a religião.

Estamos sendo socializados na América e todo mundo sabe disso. Se nós tivéssemos a possibilidade de sentarmo-nos e tomarmos uma xícara de café com o homem na rua que tem sido entrevistado, ele poderia dizer: “Você sabe, a única coisa que nunca entendi é porque todas essas pessoas muito, muito ricas como os Kennedys, os Fords, os Rockefellers e outros são a favor do socialismo. Porque os super ricos são a favor do socialismo? Eles não são aqueles que tem mais a perder? Dou uma olhada em minha conta bancária e a comparo com a de Nelson Rockefeller e me parece engraçado eu ser contra o socialismo e ele estar o promovendo”. Isto é engraçado? Na realidade, há uma vasta diferença entre o que os promotores definem como socialismo e o que na verdade eles praticam. A idéia de que o socialismo seja um programa de divisão de riqueza é estritamente um jogo de confiança para fazer o  povo render a sua liberdade ao todo poderoso governo coletivista. Enquanto os Internos nos dizem que estamos construindo um paraíso na Terra, quando na realidade costruimos uma prisão para nós mesmos.

Não lhe parece estranho que alguns dos indivíduos que empurram fortemente o socialismo tenham sua própria riqueza pessoal protegida em trust de família e fundações isentas de impostos? Homens como Rockefeller, Ford e Kennedy estão em cada programa socialista conhecido pelo homem que aumentará seus impostos. Ainda que eles paguem pouco, se é que pagam alguma coisa, dos impostos.  Um artigo publicado pela “North American Newspaper Alliance” em agosto de 1967 conta como os Rockefellers pagam praticamente nenhum imposto sobre a renda, a despeito de sua vasta riqueza. O artigo revela que um dos Rockefellers pagou o grande total de 685 dólares de imposto de renda durante um ano recente. Os  Kennedys tem seu Chicago Merchandise Mart, suas mansões, iates, aviões, etc., todos de propriedade de sua miríade de fundações e trusts de família. Os impostos são para os peões! Ainda que hipócritas como  Rockefeller, Ford e Kennedy se apresentem como grandes campeões dos oprimidos. Se eles realmente estivessem preocupados com o pobre, muito mais que usar o socialismo como meio de obter poder político pessoal, eles se desvestiriam de suas próprias fortunas. Não há lei que evite que eles abram mão de suas próprias fortunas para eliminação da pobreza. Estes homens não deveriam dar o exemplo? E praticar o que eles pregam? Se eles advogam a partilha das riquezas, eles não devem começar com a deles próprios  ao invés do que com os bens da classe média que paga quase todos os impostos? Porque Nelson Rockefeller e Henry Ford II não abrem mão de sua riqueza, retendo apenas o suficiente para se colocarem na média nacional? Você pode imaginar Teddy Kennedy abrindo mão de sua mansão, avião e iate e se mudando para uma casa de 25.000 dólares com uma hipoteca de 20.000 dólares como o resto de nós?

Geralmente nos é dito que esta claque dos super ricos é socialista porque eles tem um complexo de culpa com a riqueza que ganharam e não conquistaram. Novamente, eles podem aliviar estes supostos complexos de culpa simplesmente ao se desvestirem de sua riqueza não conquistada. Há sem dúvida muitos bons fazedores de fortuna que tem recebido um complexo de culpa pelos seus professores da universidade, mas isto não explica as ações de Internos como os Rockefellers, Fords ou Kennedys. Todas as ações deles os traem como buscadores do poder.

Mas os Kennedys, Rockefellers e seus confederados super-ricos não estão sendo hipócritas ao advogarem o socialismo. Pode parecer ser uma contradição para os super ricos trabalharem para o socialismo e a destruição do livre empreendimento, mas na realidade não é.

O nosso problema é que a maioria de nós acredita que o socialismo seja o que os socialistas querem que nós acreditemos – um programa de partilha da riqueza. Esta é a teoria. Mas como isso funciona? Vamos examinar os únicos países socialistas segundo a definição socialista da palavra no mundo hoje. Estes são países comunistas. Os próprios comunistas se referem a estes países socialistas como União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Aqui na realidade do socialismo, você tem uma pequenina claque oligárquica no topo, geralmente somando não mais de 3% da população total, controlando a riqueza total, a produção total e as próprias vidas dos restantes 97%. Certamente até mesmo o mais ingênuo percebe que Mr. Brezhnev não vive como um dos pobres camponeses das grandes estepes russas. Mas, segundo a teoria socialista, ele supostamente faz exatamente isso!

Se alguém entende que o socialismo não é um programa de partilha de riquezas, mas na realidade um método para consolidar e controlar a riqueza, então o aparente paradoxo dos homens super ricos promoverem o socialismo deixa de ser um paradoxo. De fato, tudo se torna lógico, até mesmo o instrumento perfeito dos megalomaníacos buscadores do poder. O comunismo, ou mais acuradamente, o socialismo, não é um movimento das massas oprimidas, mas da elite econômica. O plano dos Internos conspiradores então é socializar os EUA e não comuniza-lo.

Como isto é para ser realizado? O Mapa 3 mostra a estrutura do nosso governo como estabelecido pelos nossos Pais Fundadores. A Constituição do poder governamental fracionado e subdividido em todo meio possível. Os Pais Fundadores acreditavam que cada ramo do governo, seja ele federal, estadual ou municipal seria ciumento de seus próprios poderes e nunca os cederiam a um governo centralizado. Também, muitas fases de nossas vidas (tais como a caridade e a educação) seriam colocadas totalmente, ou quase totalmente, fora das garras dos políticos. Sob um tal sistema você não teria uma ditadura. Para ter uma ditadura devemos ter um único ramo mantendo a maioria das rédeas do poder. Uma vez você tenha isso, a ditadura é inevitável.

Mapas

República Constitucional
Governo Federal
Governos Estaduais
trabalho Finanças Negócios Executivo Legislativo Judiciário Cidade Condado Caridade Polícia Educação

Socialismo Democrático
EXECUTIVO
trabalho Finanças Negócios Legislativo Judiciário Estados Condados Cidades  Caridade Polícia Educação

Uma ditadura era impossível em nossa República porque o poder era amplamente difuso. Hoje, na medida em que nos aproximamos do Socialismo Democrático, todo poder está sendo centralizado no ápice do ramo Executivo do governo federal. Esta concentração de poder torna inevitável uma ditadura. Aqueles que indiretamente controlam o Presidente ganham o controle virtual do país inteiro.

O filósofo inglês Thomas Hobbes notou: “A liberdade é o governo dividido em pequenos fragmentos”  Woodrow Wilson, antes de se tornar um instrumento dos Internos, observou: “Esta história da liberdade é uma história de limitações do poder governamental, não do aumento dele.” E o historiador inglês Lord Acton comentou: “O poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente.” Até mesmo embora estes homens viveram depois que a nossa Constituição foi escrita, nossos antepassados entendiam estes princípios completamente.

Mas o que está acontecendo hoje? Na medida em que nos movemos para a esquerda ao longo do espectro político na direção do socialismo, todas as rédeas do poder estão sendo centralizadas no ramo executivo do governo federal. Muito disso está sendo feito ao comprar com a legislação ou com “livres” garantias federais todas as outras entidades. O dinheiro é usado como isca e o anzol é o controle federal. A Suprema Côrte tem determinado, e neste caso muito logicamente, que isto dificilmente é falta do devido processo do governo de regular o que ele subsidia.”

Se você e sua claque quisessem o controle sobre os EUA, seria impossível tomar cada prefeitura, assento de condado e câmara estadual. Você deve querer todo o poder vestido no ápice do ramo executivo do governo federal. Então você tem apenas um homem para controlar o inteiro negócio. Se você quisesse controlar a manufatura nacional, o comércio, as finanças, os transportes e os recursos naturais, você precisaria apenas controlar o ápice, o pináculo do poder, de um governo socialista todo poderoso. Então você teria um monopólio e poderia expulsar todos os seus competidores. Se você quisesse um monopólio nacional você teria que controlar o governo nacional socialista. Se você quisese um monopólio mundial, você deve controlar o governo mundial socialista. Isto é do que se trata todo esse jogo, comunismo, que não é um movimento das massas oprimidas mas um movimento criado, manipulado e usado pelos bilionários que buscam o poder para ganhar o controle sobre o mundo inteiro primeiro estabelecendo governos socialistas em várias nações e então consolidando-os todos por uma “Grande União” em um super Estado mundial todo poderoso de tipo socialista, possivelmente sob os auspícios da ONU. O equilíbrio deste livro sublinhará exatamente como eles tem usado o comunismo para se aproximar de sua meta.

3. OS MANIPULADORES DO DINHEIRO

Muitos professores de história das universidades fazem suas acusações que os livros que estarão usando nas classes de aula são ‘objetivos”. Mas pare e se pegunte: É possível escrever um livro de história sem um particular ponto de vista? Há bilhões de eventos, que ocorrem no mundo a cada dia. Pensar em escrever uma história completa de uma nação cobrindo cada ano é absolutamente impossível.

Não apenas a habilidade do historiador em escrever uma história objetiva está limitada pelo amplo volume de acontecimentos, mas pelo fato que muitos dos acontecimentos mais importantes nunca aparecem nos papéis ou até mesmo nas memórias de alguém. As decisões alcançadas pelos “Grandes Garotos” em salas cheias de fumaça não são relatadas nem mesmo no New York Times, que ostensivamente relata todas as notícias que se adequam a serem impressas.

Para construir seu caso, um historiador deve selecionar um número minúsculo de fatos de um número limitado do que é conhecido se ele não quer ter uma teoria; como ele separa os fatos importantes dos restantes? Como tem ressaltado o Professor Stuart Crane, isto é o motivo pelo qual cada livro prova a teoria do autor. Mas nenhum livro é objetivo. E este livro não é objetivo [os revisores liberais devem ter uma caneta citando o que está fora de contexto]. A informação nese livro é verdadeira, mas o livro não é objetivo. Temos selecionado cuidadosamente os fatos para provar o nosso caso. Acreditamos que a maioria dos outros historiadores tem se focalizado no panorama, e ignorado o que é mais importante: a carta, o menino e o burro.

A maioria dos fatos que estamos apresentando são prontamente verificáveis em qualquer grande biblioteca. Mas nós é que temos arranjado esses fatos na ordem em que eles mais acuradamente revelem seus verdadeiro significado na história. Estes são fatos que a Instituição não quer que você saiba.

Você já teve a experiência de andar por dois terços de um filme de mistério?  É confuso não é? Toda a evidência faz parecer que o mordomo seja o assassino, mas nas cenas finais, você descobre, surpreendentemente, que foi a esposa do homem o tempo todo. Você tem que ficar e ver o início do filme. Então todas as peças ficam no lugar certo e tudo faz sentido.

Esta situação é muito similar aquela em que milhões de americanos se encontram hoje. Eles estão confusos pelos acontecimentos atuais no país. Eles estão como no filme, por assim dizer, indo para sua conclusão. A porção anterior do mistério é necessária para fazer a coisa inteira compreensível. [realmente, não estamos na verdade começando do início, mas estamos indo longe o bastante para dar significado aos acontecimentos de hoje.)

Para entender a conspiração é necessário ter algum conhecimento rudimentar do sistema bancário e, em particular, dos banqueiros internacionais. Conquanto seria uma super simplificação atribuir a inteira conspiração aos banqueiros internacionais, não obstante eles desempenhem um papel chave. Pensar da conspiração como uma mão na qual em um dedo estão os banqueiros internacionais, em outros as fundações, o movimento anti-religioso, o socialismo fabiano e o comunismo. Mas era sobre os banqueiros internacionais que o Professor Quigley estava falando quando ele foi citado anteriormente ao afirmar que a meta deles era nada menos que o controle do mundo por meio das finanças.

Onde os governos obtêm as enormes somas de dinheiro que eles precisam? A maioria, com certeza, vem dos impostos, mas os governos frequentemente gastam mais do que eles voluntáriamente impõem como impostos e desta forma são forçados a tomarem empréstimos. O nosso débito nacional agora é de 445 bilhões de dólares e cada centavo disso foi tomado emprestado com juros de alguém.

O público é levado a acreditar que o nosso governo toma emprestado de pessoas por meio de laços de poupança. Realmente, somente a menor percentagem do débito nacional é mantido por indivíduos dessa forma. A maioria dos laços do governo, exceto aqueles de propriedade do próprio governo por meio e seus fundos de trust, são mantidos por vastas firmas bancárias conhecidas como bancos internacionais.

Por séculos tem havido o grande dinheiro a ser feito pelos banqueiros internacionais ao financiar os governos e os reis. Tais operadores são enfrentados, todavia, com certos problemas espinhosos. Sabemos que as menores operações bancárias se protegem ao tomar um colateral, mas que tipo de colateral você pode obter de um governo ou rei? Que tal se o banqueiro viesse receber e o rei dissesse “corto sua cabeça”? O processo pelo qual alguém coleta uma dívida de um governo ou monarca não é um assunto ensinado nas escolas de negócios de nossas universidades, e a maioria de nós nunca tem estado no negócio de financiar reis – e então assim não tem dado ao problema muito pensamento. Mas há um negócio de financiar reis e aqueles que podem assegurar que a coleta seja de fato lucrativa.

O Professor de Economia Stuart Crane nota que há dois meios usados para coletarizar empréstimos aos governos e reis. Seja qual for a firma de negócios que empreste o grande dinheiro seu credor obtém uma voz no gerenciamento para proteger seu investimento. Como um negócio, nenhum governo pode tomar emprestado o grande dinheiro a menos que seja voluntário a entregar ao credor alguma medida de soberania como um colateral. Certamente os banqueiros internacionais que tem emprestado centenas de bilhões de dólares para os governos trabalham ao redor de um comando considerável de influência nas políticas de tais governos.

Mas a vantagem máxima que o credor tem sobre um rei ou presidente é que se o governante sair da linha o banqueiro pode financiar seu inimigo ou rival. Portanto, se você quer ficar no lucrativo negócio de financiar reis, é sábio ter um inimigo ou rival esperando nas asas para destronar cada rei ou presidente para quem você emprestou. Se o  rei não tem um inimigo, você deve criar-lhe um.

Proeminente no desempenho dese jogo foi a Casa de Rothschild. Seu fundador, Meyer Amschel Rothschild (1743-1812) de Frankfurt, Alemanha, manteve um de seus cinco filhos em casa para dirigir o banco de Frankfurt e enviou os outros para Londres, Paris, Viena e Nápoles. Os Rothschilds se tornaram incrivelmente ricos durante o século XIX ao financiar governos que lutavam uns contra outros. Segundo o Professor Stuart Crane:

“Se você procurar de volta em cada guerra na Europa durante o século XIX, você verá que elas sempre terminaram com o estabelecimento de um “equilíbrio de poder”. Com cada reembaralhamento havido no equilíbrio do poder em um novo agrupamento ao redor da Casa de Rothschild na Inglaterra, França ou  Áustria. Eles agrupavam nações de forma que quando qualquer rei saisse da linha, uma guerra se iniciaria e a guerra seria decidida pelo meio como foi o fianciamento. A pesquisa das posições de débitos das nações guerreiras geralmente indicariam quem era para ser punido. ”

Ao descrever as características dos Rothschilds e as de outros maiores banqueiros internacionais, o  Dr. Quigley nos conta que eles permaneceram diferentes dos banqueiros comuns de vários modos; eles eram cosmopolitanos e internacionais. Eles eram próximos de governos e estavam particularmente interessados nos débitos do governo, incluindo os débitos externos do governo; estes banqueiros vieram a ser chamados banqueiros internacionais. (Quigley, Tragedy and Hope, p.52)

Uma maior razão para o blecaute histórico sobre o papel dos banqueiros internacionais na história política é que os Rothschilds são judeus. E os anti-semitas tem atado as mãos da conspiração para retratar a inteira conspiração como sendo judia. Nada pode estar mais longe da verdade. As tradicionais instituições bancárias anglo-saxônicas J. P. Morgan e Rockefeller tem desempenhado um papel chave na conspiração. Mas não há como negar a importância dos Rothschilds e seus satélites. Contudo, tanto é não razoável como imoral culpar todos os judeus dos crimes dos Rothschilds como igualmente o é atribuir aos batistas todos os crimes dos Rockefellers.

Os membros judaicos da conspiração tem usado uma organização chamada Liga Anti-Difamação como um instrumento para tentar convencer todo mundo que qualquer menção aos Rothschilds ou seus aliados seja um ataque a todos os judeus. Deste modo eles tem impedido quase toda erudição honesta sobre os banqueiros internacionais e tornado o assunto tabu dentro das universidades.

Qualquer indivíduo ou livro explorando esse assunto é imediatamente atacado por centenas de comitês da Liga Anti-Difamação por todo o país. A Liga Anti-Difamação nunca permitiu que a verdade ou lógica interferisse com seus negócios altamente profissionais. Quando nenhuma evidência é aparente, a Liga Anti-Difamação que claramente se opôs ao chamado “McCarthyismo,” acusa as pessoas de serem latentes anti-semitas. Você pode imaginar como eles gritariam se alguém os acusasse de serem latentes comunistas?

Realmente, ninguém tem o direito de ficar mais zangado com a claque dos Rothschild do que o povo judeu. Os Warburgs, parte do império Rothschild, ajudaram a financiar Adolph Hitler. Havia poucos, se algum, dos Rothschilds ou dos Warburgs nos campos de prisioneiros nazistas! Eles durante a guerra ficaram em luxuosos hotéis em Paris ou emigram para os EUA ou Inglaterra. Como um grupo, os judeus tem sofrido principalmente nas mãos destes buscadores de poder. Um Rothschild tem muito mais em comum com um Rockefeller do que ele tem com um alfaiate de Budapest ou do Bronx.

Já que a mera chave dos impérios dos banqueiros internacionais tem sido os laços de governo, tem sido do interesse desses banqueiros encorajar a dívida do governo. Quanto mais alta a dívida, maior o juro. Nada dirige um governo tão profundamente para a dívida que uma guerra. E não tem sido uma prática não usual entre os banqueiros internacionais financiarem ambos os lados dos mais sangrentos conflitos militares. Por exemplo, durante a nossa Guerra Civil o Norte foi financiado pelos Rothschilds através do agente americano deles, August Belmont, e um Sul por meio dos Erlangers, parentes dos Rothschild .

Mas conquanto guerras e revoluções tem sido úteis para os banqueiros internacionais para ganhar ou aumentar o controle sobre os governos, a chave de tal controle tem sempre sido o controle do dinheiro. Você pode controlar um governo  se você o tem em dívida; um credor está em posição de exigir privilégios de monopólio da soberania. Os governos que buscam o dinheiro tem garantido monopólios no banco estatal, recursos naturais, concessões de petróleo e transporte. Contudo, o monopólio que os banqueiros internacionais mais ambicionam é o de controlar o dinheiro do país.

Eventualmente estes banqueiros internacionais realmente possuem como corporações particulares os bancos centrais de várias nações européias. O Banco da Inglaterra, o Banco da França e o Banco da Alemanha não são de propriedade de seus próprios governos, como quase todo mundo imagina, mas são monopólios de propriedade privada garantidos por chefes de Estado, geralmente em troca de empréstimos. Sob este sistema, observou Reginald McKenna, Presidente do Midlands Bank da Inglaterra: “Aqueles que criam e publicam o dinheiro e a publicação do dinheiro e do crédito dirigem as políticas do governo e mantém em suas mãos o destino das pessoas”. Uma vez um governo esteja em débito com os banqueiros ele está a mercê deles. Um exemplo assustador foi citado pelo London Financial Times de 26 de setembro de 1921, que revelou até mesmo naquele tempo:

“Meia dúzia de homens no topo de Cinco Grandes Bancos podem desapontar o inteiro tecido das finanças do governo ao refrea-lo de renovar os Bonus do Tesouro.”

Todos aqueles que tem desejado o controle ditatorial sobre as nações modernas tem entendido a necessidade de um banco central. Quando a Liga dos Homens Justos contratou um golpista revolucionário chamado Karl Marx para escrever um anteprojeto para a conquista chamado Manifesto Comunista, a quinta plataforma lê: “A centralização do crédito nas mãos do Estado, por meios de um banco Estatal com um capital Estatal e um monopólio exclusivo”. Lenin mais tarde disse que a Instituição de um Banco Central era 90% da comunização de um país. Tais conspiradores sabiam que você não podem tomar o controle de uma nação sem a força militar a menos que a nação tenha um Banco Central pelo qual você possa controlar sua economia. O anarquista Bakunin sarcasticamente ressaltou sobre os seguidores de Karl Marx: “Eles tem um pé no banco e um pé no movimento socialista”.

Os financiadores internacionais criaram seu próprio homem de frente a cargo de cada Banco Central da Europa. O Professor Quigley relata:

“Não deve ser sentido que estas cabeças de chefes de Bancos Centrais mundiais sejam elas próprias poderes substantivos nas finanças mundiais. Eles não eram. Muitos mais, eles eram os técnicos e agentes dos dominantes banqueiros de investimento de seus próprios países, que os tem elevado e eram prontamente capazes de os destronarem. Os substantivos poderes financeiros do mundo estavam nas mãos destes banqueiros de investimentos [também chamado de internacionais ou banqueiros mercantis] que permaneceram grandemente por trás das cenas em seus próprios bancos particulares e não incorporados. Estes formaram um sistema de cooperação internacional e dominância nacional que foi mais particular, mais poderosa e mas secreta do que aquela de seus agentes nos bancos centrais.”  (Quigley, op. cit., pp.326-7.)

Dr. Quigley também revela que os banqueiros internacionais que possuiam e controlavam os Bancos da Inglaterra e da França mantiveram seu poder até mesmo depois que estes bancos foram teoricamente socializados.

Naturalmente aqueles que controlavam os bancos centrais na Europa estavam ávidos para começarem a apressar uma instituição similar nos EUA. Desde os dias mais iniciais, os Pais Fundadores tinham estado cientes das tentativas de controlar a América por meio da manipulação do dinheiro e eles realizaram uma batalha com os banqueiros internacionais. Thomas Jefferson escreveu a John Adams: “Sinceramente acredito, com você, que as instituições bancárias são mais perigosas do que os exércitos em posição.”

Mas até mesmo embora a América não tivesse tido um banco central depois que o Presidente Jackson o aboliu em 1836, os financiadores europeus e seus agentes americanos manipularam para obter uma grande quantidade de controle sobre o nosso sistema monetário. Gustavus Myers, em seu livro “History of The Great American Fortunes”, revela:

“Sob a superfície, os Rothschilds por muito tempo tiveram uma poderosa influência em ditar as leis financeiras americanas. Os registros de leis mostram que eles eram poderes no velho Banco dos EUA [abolido por Andrew Jackson].”

Durante o século XIX, os principais financiadores do Leste metropolitano frequentemente cortaram as gargantas uns dos outros, mas na medida em que suas vítimas ocidentais e rurais começaram a se organizar politicamente, os “barões do roubo” viram que eles tinham uma “comunidade de interesse” na direção da qual eles deviam trabalhar juntos para se protegerem de milhares de fazendeiros irados e competidores que subiam e apareciam. Esta difusão do poder econômico foi um dos principais fatores no estímulo das demandas por um Banco Central pelos futuros monopolistas financeiros e de negócios.

Nos anos de “Plunder Proctor” Hansl escreve sobre esta era:

“Entre os Morgans, Kuhn-Loebs e outros pilares similares da ordem industrial havia menos disposição em se tornar envolvidos em desacordos que levassem ao deslocamento financeiro. Uma comunidade de interesse veio a existência, com resultados que foram altamente benéficos.”

Mas exceto dos maiores centros do Leste, a maioria dos banqueiros americanos e seus clientes ainda não confiavam no conceito inteiro.

Em ordem de mostrar as terras remotas que eles iriam necesitar de um sistema de banco central, os banqueiros internacionais criaram uma série de pânicos como uma demonstração de seu poder e um aviso do que poderia acontecer a menos que o resto dos banqueiros entrassem na linha. O homem a cargo de conduzir estas lições era J. Pierpont-Morgan, nascido americano e educado na Inglaterra e na Alemanha. Morgan é referido por muitos, incluindo pelo congressista Louis McFadden, (um banqueiro que por dez anos chefiou o Comitê de Bancos e Moeda da Câmara], como o principal agente americano dos ingleses Rothschilds.

Pela virada do século J. P. Morgan já tinha uma velha mão em criar pânicos artificiais. Tais casos eram bem coordenados. O Senador Robert Owen, um co-autor do Ato do Federal Reserve, (que mais tarde lamentou profundamente seu papel), testemunhou diante de um Comitê do Congresso que o banco que ele possuia recebeu da Associação dos Banqueiros Nacionais o que veio a ser conhecido como “A Circular do Pânico de 1893.” Ele declarou: “Você deverá retirar um terço de sua circulação e pedir metade de seus empréstimos”

O historiador Frederick Lewis Allen conta na revista Life de 25 de abril de 1949, do papel de Morgan na disseminação de rumores do “Knickerbocker Bank and The Trust Company of America”, cujos rumores desencadearam o pânico de 1907. Em resposta a pergunta: “O Morgan precipitou o pânico?”  Allen relata:

“Oakleigh Thorne, o presidente de uma companhia particular trust, testemunhou mais tarde diante de um comitê do congresso que o banco dele tinha sido submetido a apenas retiradas moderadas, que ele não havia se candidatado a ajuda, e que foi apenas o “ponto dolorido” da declaração de Morgan  que tinha causado a corrida ao banco dele. Por estes testemunho, mais as medidas disciplinares tomadas pela Clearing House contra os bancos de Heinze, Morse e Thomas, mais outros fragmentos de evidência supostamente pertinentes, certos cronistas tem chegado a engenhosa conclusão que os interesses de Morgan tiraram vantagem das condições incertas durante o outono de 1907 para precipitar o pânico, o guiando astuciosamente na medida em que ele progredia de forma a matar os bancos rivais e consolidar a proeminência dos bancos dentro da órbita de Morgan”.

O “pânico” que Morgan tinha criado, ele continuou a terminar praticamente sozinho. Ele tinha estabelecido o ponto dele. Frederick Allen explica:

“A lição do pânico de 1907 foi clara, embora não por alguns seis anos ele foi destinado a ser expressado na legislação; Os EUA gravemente precisavam de um sistema central bancário.”

O homem que era para desempenhar a parte mais significativa em fornecer a América o Banco Central foi  Paul Warburg, que junto com seu irmão Felix tinha imigrado para os EUA da Alemanha em 1902. (veja mapa 4.) Eles deixaram o irmão Max (mais tarde o maior financiador da Revolução russa) em casa em Frankfurt para dirigir o banco da família (M. N. Warburg & Company).

Paul Warburg se casou com Nina Loeb, filha de Solomon Loeb de “Kuhn, Loeb and Company”, a mais poderosa firma bancária internacional da América. O irmão  Felix se casou com Frieda Schiff, filha de Jacob Schiff, o poder governante por trás de “Kuhn, Loeb”. Stephen Birmingham escreve em seu livro de autoridade “Our Crowd”: “No século XVIII os  Schiffs e os Rothschilds partilhavam uma casa dupla” em Frankfurt. Schiff relatadamente comprou sua parceiria em Kuhn, Loeb com o dinheiro de Rothschild.

Paul e Felix Warburg se tornaram sócios na “Kuhn, Loeb and Company”.

Em 1907, o ano do pânico precipitado por Morgan, Paul Warburg começou a passar quase todo o seu tempo escrevendo e palestrando sobre a necessidade de uma “reforma bancária”. ” Kuhn, Loeb and Company” estava superficialmente estimulada pelo público sobre o assunto para mante-lo com um salário de 500.000 dólares por ano enquanto nos seguintes seis anos ele doava seu tempo para o ‘bem público”.

Trabalhando com Warburg na promoção dessa “reforma bancária” estava Nelson Aldrich, conhecido como “o corretor da bolsa de Morgan no Senado.” A irmã de Aldrich, Abby, se casou com John D. Rockefeller Jr. [o atual governador de New York recebeu o nome de seu avô materno]

Mapa 4

FEDERAL RESERVE

Nina Loeb  PauI Warburg  Max Warburg

Kuhn, Loeb & Co.     Ilha Jekyl

Felix Warburg  Nelson Aldrich

Freida Schiff  Frank Vanderlip

Henry Davison

Jacob Schiff  “Colonial” House  Piatt Andrew

Benjamin Strong

Woodrow Wilson

Depois do pânico de 1907, Aldrich foi indicado pelo Senado como chefe da Comissão Monetária Nacional. Embora ele não tivese qualquer conhecimento técnico de banco, Aldrich e seu séquito passaram quase dois anos e 300.000 dólares do dinheiro dos contribuintes bebendo vinho e jantando com os proprietários dos bancos centrais da Europa na medida em que viajavam pelo continente “estudando’ os bancos centrais. Quando a comissão voltou de seu luxuoso festejo ela não realizou encontros e nem fez relatórios por quase dois anos. Mas o Senador Aldrich estava ocupado arranjando as coisas. Junto com Paul Warburg e outros banqueiros internacionais, ele programou um dos encontros mais secretos na história dos EUA. O Rockefeller e o agente Frank Vanderlip admitiram muitos anos mais tarde nas memórias deles:

“A despeito de minhas opiniões sobre o valor para a sociedade de maior publicidade dos negócios das corporações, houve uma ocasião, perto de 1910, quando fui sigiloso, de fato furtivo, como qualquer conspirador. Não sinto isto seja qualquer exagero ao falar de nossa expedição secreta às Ilhas Jekyl na ocasião da atual concepção do que eventualmente veio a ser o Sistema Federal Reserve.”

Este sigilo foi bem garantido. Em jogo estava o controle da economia inteira. O Senador Aldrich tinha publicado convites confidenciais para Henry P. Davison da J. P. Morgan & Company; Frank A. Vanderlip, Presidente do National City Bank de propriedade de Rockefeller; A. Piatt Andrew, Secretário Assistente do Tesouro; Benjamin Strong da Bankers Trust Company de Morgan; e Paul Warburg. Todos eles o acompanharam as Ilhas Jekyl, Georgia, para escreverem as recomendações finais do relatório da Comissão Monetária Nacional.

Na Ilha Jekyl, escreve B. C. Forbes em seu livro “Men Who Are Making America”:

“Depois de uma discussão geral foi decidido rascunhar certos amplos princípios com os quais todos concordavam. Cada membro do grupo votou por um banco central como sendo a ideal pedra fundamental para qualquer sistema bancário” (Page 399)

Warburg ressaltou que o nome “banco central” deveria ser evitado a todos os custos. Foi decidido promover o esquema como um sistema de “reserva regional” com quatro [mais tarde doze] ramos em diferentes seções do país. Os conspiradores sabiam que o Banco de New York dominaria o resto, que seriam “elefantes brancos” para enganar o público.

Fora do encontro da Ilha Jekyl ficou completo o relatório da Comissão Monetária e a Lei Aldrich. Warburg tinha proposto que a lei fosse chamada “Sistema Federal Reserve”, mas Aldrich insistiu que seu próprio nome já estava associado na mente do público com a reforma bancária e que levantaria suspeita se uma lei fosse introduzida e não levasse seu nome. Contudo, o nome de Aldrich anexo a esta lei provou ser o beijo da morte, já que qualquer lei levando seu nome obviamente era um projeto dos banqueiros internacionais.

Quando a Lei Aldrich não pôde ser aprovada pelo congresso, uma nova estratégia tinha que ser divisada. O Partido Republicano estava tão estreitamente ligado a Wall Street. A única esperança para um banco central era disfarça-lo e te-lo apresentado pelos democratas como uma medida de despir Wall Street de seu poder. A oportunidade de fazer isso veio com a aproximação da eleição presidencial de 1912. O presidente republicano William Howard Taft, que tinha sido contrário a Lei Aldrich, parecia uma aposta segura para reeleição até que o predecessor de Taft, o republicano Teddy Roosevelt, concordou em concorrer pelo Partido Progressivo. Em ” America’s 60 Families”, Ferdinand Lundberg reconhece:

“Tão logo Roosevelt significou que novamente desafiaria Taft, a derrota do presidente era inevitável. Embora houvesse uma luta de três cantos [Taft-Roosevelt-Wilson] Roosevelt tinha [os agentes de Morgan Frank] Munsey e [George] Perkins constantemente em seus calcanhares, fornecendo dinheiro, indo a suas palestras [falas], trazendo as pessoas de Wall Street para ajudar, e, em geral, levando o inteiro fardo da campanha contra. Perkins e J. P. Morgan and Company eram em substância o Partido Progressivo; tudo o mais era enfeite. Em resumo, a maior parte dos fundos de campanha de Roosevelt foi fornecido pelos dois homens de Morgan que estavam querendo o escalpo de  Taft.” (Pp.110-112)

O candidato democrata, Woodrow Wilson, era igualmente propriedade de Morgan. Dr. Gabriel Kolko em seu “The Triumph of Conservatism”, relata: “Em 1907 ele [Wilson] apoiou a Lei Aldrich sobre os bancos, e estava cheio de orgulho do papel de Morgan na sociedade americana.” (Pagina 205) Segundo Lundberg: “Por quase 20 anos antes de sua nomeação Woodrow Wilson tinha se movido na sombra de Wall Street.” (Página 112)

Woodrow Wilson e Teddy Roosevelt realizaram a parada do apito pelo país tentando afastar o outro em floridas e hipócratas denúncias do “trust do dinheiro” de Wall Street – o mesmo grupo de Internos que estava financiando a campanha de ambos.

Dr. Kolko continua para nos dizer que, no início de 1912, a reforma bancária parecia um “assunto morto”. O movimento da reforma bancária tinha se isolado. Wilson ressucitou a matéria e prometeu ao país um sistema de dinheiro livre do domínio dos banqueiros internacionais de Wall Street. Sobretudo, a pataforma democrata expressamente afirmou: “Somos opostos ao plano Aldrich para um banco central.” Mas os ‘Grandes Garotos” sabiam o que eles haviam comprado. Entre os financiadores internacionais que contribuiram pesadamente para a campanha de Wilson, além daqueles já nomeados, estavam Jacob Schiff, Bernard Baruch, Henry Morgenthau, Thomas Fortune Ryan, e o publicante do New York Times, Adolph Ochs

Os cães de guarda dos Internos que controlavam Wilson e guiavam o programa pelo Congresso era o misterioso Coronel Edward Mandel House, o educado filho britânico de um representante dos interesses financeiros ingleses na América do Sul. O título era honorário; House nunca serviu como militar. Ele era estritamente o puxador dos fios por trás das cenas e é visto por muitos historiadores como o real presidente dos EUA durante os anos de Wilson. House autorou um livro, “Philip Dru: Administrator”, no que ele escreveu sobre estabelecer o “socialismo como sonhado por Karl Marx” Como passos na direção de sua meta, House, tanto em seu livro quanto na vida real, pedia pela passagem de uma graduada taxa sobre a renda e um banco central fornecendo “uma moeda flexível” [ínflável]. O graduado imposto sobre a renda e um banco central eram duas das dez plataformas do Manifesto Comunista.

Em seus ‘The intimate Papers do Coronel House1, o Professor Charles Seymour se refere ao “Coronel” como ‘o invisível anjo guardião” do Ato do Federal Reserve. O trabalho de Seymour contém numerosos documentos e registros mostrando o contacto constante entre House e Paul Warburg enquanto o Ato do Federal Reserve estava sendo preparado e pilotado através do congresso. O biógrafo George Viereck nos asegura que  “os Schiffs, os Warburgs, os Kahns, os Rockefellers, e os Morgans colocaram sua fé em House”. A fé deles foi amplamente recompensada.

Para apoiar a ficção e que o Ato do Federal Resere era uma “lei do povo”, os financiadores internos colocaram uma tela de fumaça de oposição a isso. Este foi exatamene o caso de Br’er Rabbit suplicando não ser derrubado no caminho de Briar. Aldrich e Vanderlip denunciaram que na realidade era sua própria lei. Quase 25 anos depois Frank Vanderlip admitiu: “Agora embora o Plano do Federal Reserve de Aldrich tenha sido derrotado quando levou o nome de Aldrich, não obstante é essencial ressaltar que tudo no plano foi finalmente adotado.”

Tirando vantagem do desenho do Congresso se suspender para o Natal, o Ato do Federal Reserve foi aprovado em 22 de dezembro de 1913 pela votação de 298 contra 60 na Câmara, e no Senado por uma maioria de 43 contra 25. Wilson tinha cumprido a vontade dos Internos em retribuição a te-lo feito presidente.  Warburg disse a House, “Bem, ele não tem bem tudo que queremos, mas a falta pode ser ajustada mais tarde pelo processo administrativo.”

Houve uma oposição genuina ao Ato mas ela não pôde se equiparar com o poder dos advogados da lei. O conservador Henry Cabot Lodge Sr. proclamou com grande previsão: “A lei como ele está me parece abrir caminhos a uma vasta inflação da moeda. Não gosto de pensar que qualquer lei possa ser aprovada que tornará possível submergir do padrão ouro em uma enchente de irremediável papel moeda” (Congressional Record, 10 de junho de 1932.) Depois do voto, o congressista Charles A. Lindbergh Sr., pai do famoso aviador, disse ao Congresso:

“Este ato estabelece o mais gigantesco trust na Terra. Quando o presidente assina este ato o governo invisível pelo poder do dinheiro, provado existir pela investigação do Trust do Dinheiro, será legalizado. Esta é a Lei Aldrich disfraçada. A nova lei criará a inflação seja quando for que os trusts queiram a inflação.”

O Ato do Federal Reserve era, e ainda é, visto como uma vitória da “democracia” sobre o “trust do dinheiro”. Nada pode estar mais longe da verdade.

O inteiro conceito de um banco central foi engenheirado pelo mesmo grupo que era suposto ser despido do poder. O mito de que o ‘trust do dinheiro” tinha sido desvestido devia ter sido explodido quando Paul Warburg foi indicado para a primeira diretoria do Federal Reserve – uma diretoria escolhida a dedo pelo Coronel House. Paul Warburg abriu mão de seu emprego de 500.000 dólares por ano com Kuhn, e o parceiro de Loeb pegou o emprego de 12.000 dólares por ano do Federal Reserve. Os acidentalistas que ensinam em nossas universidades querem nos fazer acreditar que ele fez isso porque era um cidadão “cheio de espírito púbico”. E o homem que serviu como presidente do Banco Feceral Reserve de New York durante seus anos críticos iniciais era o mesmo Benjamin Strong dos interesses de Morgan, que acompanhou Warburg, Davison, Vanderlip et al. a Ilha Jekyl, Georgia, para rascunhar a Lei Aldrich.

Quão poderoso é o nosso banco central? O Federal Reserve controla nosso suprimento de dinheiro e taxas de juros, e portanto manipula a inteira economia criando inflação ou deflação, recessão ou explosão, e enviando o mercado de ações para cima e para baixo a vontade dele. O Federal Reserve é tão poderoso que o congressista Wright Patman, presidente do Comitê de Bancos da Câmara, sustenta:

“Hoje nos EUA de fato temos dois governos: temos o governo legalmente constituído e temos um governo independente, não controlado e não coordenado no Sistema do Federal Reserve, operando os poderes do dinheiro que são reservados ao Congresso pela Constituição”.

Nem Presidentes, Congressistas ou Secretários de Tesouro dirigem o Federal Reserve! Em assuntos de dinheiro, o Federal Reserve os dirige! O poder não controlado do Federal Reserve foi admitido pelo Secretário do Tesouro David M. Kennedy em uma entrevista de 5 de maio de 1969, da publicação do U.S. News & World Report:

“P. Você aprova os mais recentes movimentos estreitadores do crédito?

R. Não é meu trabalho aprovar ou desaprovar. Esta é uma ação do Federal Reserve.”

O Prof. Carroll Quigley das Universidades de Harvard, Princeton e Georgetown escreveu um livro revelando o plano dos banqueiros internacionais de controlar o mundo por trás das cenas políticas e financeiras.  Quigley revelou os planos dos bilionários de estabelecerem uma ditadura dos super ricos disfarçada em democracias de trabalhadores.

J. P. Morgan criou o pânico artificial usado como uma desculpa para aprovar o Ato do Federal Reserve. Morgan foi instrumental em empurrar os EUA na primeira guerra mundial para proteger seus empréstimos ao governo britânico. Ele financiou grupos socialistas para criar um governo centralizado todo poderoso o qual os banqueiros internacionais controlariam no ápice por trás das cenas. Depois de sua morte, seus parceiros ajudaram a financiar a Revolução Bolchevista na Rússia.

E, bastante curiosamente, o Sistema do Federal Reserve nunca tem sido auditado e tem firmemente resistido a todas as tentativas do presidente do Comitê de Bancos da Câmara, Wright Patman, de audita-lo . (N. Y. Times, 14 de setembro de 1967.)

Quão bem sucedido tem sido o Sistema do Federal Reserve? Depende de seu ponto de vista. Desde que  Woodrow Wilson fez seu juramento presidencial, o débito nacional tem aumentado de 1 bilhão de dólares para 445 bilhões. A quantidade total de juros pagos desde então aos banqueiros internacionais que mantém o débito é surpreendente, com os juros tendo se tornado o terceiro maior item do orçamento federal. Os juros da dívida nacional são agora de 22 bilhões por ano, e sobem incessantemente na medida em que a inflação empurra para cima as taxas de juros das Obrigações do Tesouro. Enquanto isso, o nosso ouro é hipotecado aos bancos centrais europeus, e toda a nossa prata já foi vendida. Com a catástrofe econômica iminente, somente um discípulo cego da “teoria acidental da história’ pode acreditar que tudo isso tenha ocorrido por coincidência.

Quando o Sistema do Federal Reserve foi apressado sobre o incauto público americano, houve garantias absolutas que não haveriam mais ciclos econômicos de explosão e queima. Os homens que, por trás das cenas, estavam empurrando o conceito do banco central para os banqueiros internacionais fielmente prometeram que a partir de então só haveria um incessante crescimento e prosperidade perpétua. Contudo, o congressista Charies A. Lindberg Sr. acuradamente proclamou:

“A partir de agora as depressões serão cientificamente criadas.”

Usar um banco central para criar períodos alternados de inflação e deflação, e assim tomar a poupança do público para vastos lucros, tem sido trabalhado pelos banqueiros internacionais como ciência exata.

Tendo construido o Federal Reserve como uma ferramenta para consolidar e controlar a riqueza, os banqueiros intenacionais agora estavam prontos para fazerem sua maior matança. Entre 1923 e 1929, o Federal Reserve expandiu (inflou) o suprimento de dinheiro em 62%. Grande parte desse novo dinheiro foi usado em lance no mercado de ações a alturas estonteantes.

Ao mesmo tempo estas quantidades enormes de dinheiro de crédito estavam sendo feitas disponíveis, a media de massa começou as lendas sensacionalistas de instantâneas riquezas sendo feitas no mercado de ações.  Segundo Ferdinand Lundberg:

“Para que os lucros fossem feitos sobre estes fundos o  público tinha que ser induzido a especular, e assim era induzido pelas enganosas narrativas dos jornais, muitos deles comprados e pagos pelos corretores que operavam as bolsas”

As audiências sobre Estabilização do Poder de Compra do Dólar da Câmara revelaram a evidência em 1928 que a Diretoria do Federal Reserve estava trabalhando estreitamente com os chefes dos bancos centrais europeus. O Comitê advertiu que uma maior quebra tinha sido planejada em 1927. Em um almoço secreto da Diretoria do Federal Reserve e os chefes dos bancos centrais europeus, o comitê avisou, os banqueiros internacionais estavam estreitando as mangueiras.

Montagu Norman, Governador do Banco da Inglaterra, veio a Washington em 6 de feveireiro de 1929, para uma conferência com Andrew Mellon, Secretário do Tesouro. Em 11 de novembro de 1927, o Wall Street Journal descreveu Mr. Norman como “o ditador da moeda da Europa.” O Professor Carroll Quigley nota que Norman, um íntimo confidente de J. P. Morgan, admitiu: “Mantenho a hegemonia do mundo .” Imediatamente depois desta misteriosa visita, a diretoria do Federal Reserve reverteu sua política de dinheiro fácil e começou a elevar a taxa de desconto. O balão que havia sido inflado constantemente por quase sete anos estava prestes a explodir.

Em 24 de outubro, as penas atingiram o ventilador. Escrevendo nos Problemas Políticos e Monetários não Resolvidos dos EUA, William Bryan descreve o que aconteceu:

“Quando tudo estava pronto, os financiadores de New York começaram a chamar o corretor por 24 horas de chamar os empréstimos. Isto significava que os coretores de ações e seus clientes tinham que esvaziar suas ações no mercado para poderem pagar os empréstimos. Isto naturalmente desmoronou o mercado de ações e trouxe o colapso bancário por todo o país porque os bancos que não eram de propriedade da oligarquia estavam pesadamente envolvidos nas queixas de chamada dos corretores naquele tempo, e os bancos logo exauriram sua moeda e tiveram que fechar. O Sistema do Federal Reserve não veio na ajuda deles, embora eles fossem instruidos sob a lei a manter uma moeda elástica.’

O investimento público, incluindo a maioria dos corretores de ações e banqueiros, tiveram uma tremenda explosão com a quebra, mas não os Internos. Eles ou estavam fora do mercado ou tinha vendido “curto” de forma que eles tinham feito  lucros enormes na medida em que o Dow Jones desabava. Para aqueles que conheciam a contagem, um comentário de Paul Warburg tinha fornecido o aviso para vender. Este sinal veio em 9 de março de 1929, quando o Financial Chronical citou Warburg como dando seu claro aviso:

“Se as orgias da especulação irrestrita são permitidas se espalharem longe demais, o máximo colapso é certo, para trazer uma depressão geral envolvendo o país inteiro.”

Os argutos foram mais tarde capazes de recomprar estas ações com um desconto de 90% de suas alturas anteriores.

Pensar que a Quebra de 1929 cientificamente engenheirada foi um acidente ou o resultado da estupidez, desafia toda lógica. Os banqueiros internacionais que promoveram as políticas inflacionárias e empurraram a propaganda que bombeou o mercado de ações representaram gerações demais de especialização acumulada para ter cometido o erro estúpido da “Grande Depressão”.

O Congressista Louis McFadden, Presidente do Comitê de Bancos e Moeda da Câmara, comentou:

“Esta depressão não foi acidental. Isto foi uma ocorrência cuidadosamente preparada. Os banqueiros internacionais souberam trazer uma condição de desespero aqui de forma que eles pudessem emergir como governadores de todos nós”.

Embora não tenhamos tido uma outra depressão de tal magnitude como a de 1929, temos desde então sofrido recessões regulares. A cada uma delas tem se seguido um período no qual o Federal Reserve acelerou duramente o acelerador do dinheiro e então bateu nos freios. Desde 1929 as seguintes recessões tem sido criadas por tal manipulação:

1936-1937 – o preço das ações caiu 50%;

1948 – o preço das ações caiu 16%;

1953 – as ações declinaram 30%;

1956 – 1957 o mercado afundou 13%;

1957 – no final do ano o mercado afundou 19%;

1960 – o mercado esteve fora 17%;

1966 – o preço das ações despencou 25%;

1970 – o mercado caiu mais de 25%.

O mapa 5, baseado em um que apareceu em uma publicação financeira altamente respeitada, o indicador  Digest de 24 de junho de 1969, mostra os efeitos sobre a Média Industrial Dow-Jones das políticas do Federal Reserve de expandir ou restringir o suprimento monetário. Isto é como o mercado de ações é manipulado e como as depressões são cientificamente criadas. Se você tem conhecimento interno como de que meio a política do Federal Reserve está prestes a ir, você pode fazer uma tonelada de dinheiro.

Os membros da diretoria do Federal Reserve são indicados pelo presidente por termos de 14 anos. Já que estas posições controlem a inteira economia do país elas são muito mais importantes do que as posições no gabinete, mas quem tem ouvido de algum deles exceto possivelmente o presidente Arthur Burns? Estas indicações que devem ser extensamente debatidas pelo Senado são rotineiramente aprovados. Mas, aqui, como na Europa, estes homens são meros figurantes, colocados na posição deles em beneficío dos banqueiros internacionais que financiam a campanha presidencial de ambos partidos.

E, o Professor Quigley revela que estes banqueiros internacionais que possuiam e controlavam os Bancos da Inglaterra e da França mantiveram seu poder até mesmo depois que eses bancos foram teoricamente socializados. O sistema americano é ligeiramente diferente, mas o efeito líquido é o mesmo até mesmo no débito sempre crescente que exigem pagamentos de juros sempre crescentes também, a inflação e as depressões e recessões periódicas criadas cientificamente.

O resultado final, se os Internos tem o meio deles, será o sonho de Montagu Norman do Banco da Inglaterra ‘que a Hegemonia da Finança Internacional deve reinar suprema sobre todo mundo, em todos os lugares, como um mecanismo total de controle supra nacional.” (Montagu Norman por John Hargrave, Greystone Press, N.Y., 1942.)

4. FINANCIANDO A REVOLUÇÃO BOLCHEVISTA

A criação do sistema do Federal Reserve forneceu a ‘conspiração” um instrumento onde os banqueiros internacionais podem governar o débito nacional até o céu, portanto coletando enormes quantidades de juros e também ganhando controle sobre quem tomou o empréstimo. Apenas durante o governo de Wilson, o débito nacional se expandiu 800%.

Dois meses antes da aprovação do Ato do Federal Reserve, os conspiradores tinham criado o mecanismo de coletar os fundos para pagar os juros sobre a dívida nacional. Este mecanismo foi o imposto progressivo de renda, a segunda plataforma do Manifesto Comunista de Karl Marx que forneceu dez plataformas para a socialização de um país.

Muito naturalmente assumimos que o imposto de renda gradativo seria oposto a riqueza. O fato é que muitos dos americanos mais ricos apoiaram isso. Alguns, sem dúvida, fora de altruísmo e porque, inicialmente, as taxas eram muito pequenas. Mas outros apoiaram o esquema porque eles já tinham um plano para permanentemente evitarem tanto o imposto de renda quanto o imposto sobre herança.

O que aconteceu foi isso: Na virada do século os Populistas, um grupo de socialistas rurais, estavam ganhando força e desafiando o poder dos banqueiros de New York e dos industriais de monopólio. Conquanto os Populistas tivessem as respostas erradas, eles propuseram muitas perguntas corretas. Infelizmente, eles foram levados a acreditar que o controle dos banqueiros-monopolistas sobre o governo, ao qual eles se opunham, era produto do livre empreendimento.

Já que a ameaça populista aos cartelistas era de esquerda (não havia movimento político organizado para o laissez-faire), os Internos se moveram para capturar a esquerda. O Professor Quigley revela que a mais de 50 anos atrás a firma Morgan decidiu infiltrar o movimento político de ala esquerda nos EUA.  Isto não foi difícil de fazer já que os grupos de esquerda precisavam de fundos e estavam ávidos para levar sua mensagem ao público. Wall Street forneceu ambos. Nada havia de novo nesta decisão, diz Quigley, já que outros financiadores tinham falado a respeito disso e até mesmo tentado a mesma coisa anteriormente. Ele continua:

“O que dessa vez tornou isso decisivamente importante foi a combinação de sua adoção pelos dominantes financiadores de Wall Street, a um tempo quando a política dos impostos estava dirigindo todos os financiadores a buscar um refugio de isenção de impostos para as fortunas deles”. (Página 938)

Os movimentos radicais nunca são bem sucedidos a menos que eles atraiam o grande dinheiro e/ou apoio externo. O grande historiador do século XX, Oswald Spengler, era um desses que viu que os liberais americanos se recusam a ver: que a esquerda é controlada por seu alegado inimigo, os malfeitores da grande riqueza. Ele escreveu em seu monumental “Decline of the West” (Modern Library, New York, 1945):

“Não há proletariado, nem até mesmo um movimento comunista que não tenha operado no interesse do dinheiro, na direção indicada pelo dinheiro e pelo tempo permitido pelo dinheiro e que sem os idealistas entre seus líderes tendo a menor suspeita do fato.”

Conquanto o movimento populista fosse basiacamente não conspiratório, sua ideologia e plataforma esquerdista eram feitas por ordem dos elitistas Internos porque isto destinava a concentrar poder no governo. Os Internos sabiam que eles podiam controlar este poder e usa-lo para seus próprios propósitos. Eles não estavam, de fato, interessados em promover a competição mas em restringi-la. O Professor Gabriel Kolko tinha preparado um longo volume apresentando a prova inegável que os gigantes manipuladores corporativos promoveram muito da chamada “legislação progressiva” das eras de Roosevelt e Wilson – legislação que ostensivamente era destinada a controlar seus abusos, mas que foi assim escrita para se adequar aos interesses deles. Em ” The Triumph of Conservatism” (por which Kolko enganosamente significa grande negócio), ele nota:

“a razão significativa para muitos homens de negócios darem boas vindas ao aumento da intervenção federal em seus negócios tem sido virtualmente ignorada pelos historiadores e economistas. O equívoco foi devido a ilusão que a indústria americana era centralizada e monopolizada em uma tal extensão que isto podia racionalizar a atividade [regular a produção e os preços] em seus vários ramos voluntariamente. Bem o oposto era verdade. A despeito dos grandes números de uniões, a tendência dominante na economia americana no início deste século era na direção da crescente competição. A competição era inaceitável para muitos negócios chave e seus interesses financeiros”

O melhor meio dos Internos eliminarem esta crescente competição era o de impor um imposto progressivo de renda sobre os competidores deles enquanto escreviam as leis de forma a incluir brechas de escape para eles próprios. Realmente, muito poucos dos proponentes do imposto de renda progressivo entenderam o que eles estavam jogando nas mãos daqueles que eles buscavam controlar. Como escreve Ferdinand Lundberg nota em “The Rich And The Super-Rich”:

“O que o imposto de renda se tornou, finalmente, foi um sifão gradualmente inserido nos bolsos do público geral. Imposto por hurras populares como um imposto de classe, o imposto de renda gradualmente se tornou um imposto de massa em uma luta de jiujitsu”

A principal voz dos Internos no Senado a este tempo era Nelson Aldrich, um dos conspiradores envolvidos na engenharia da criação do Federal Reserve e o avô materno de Nelson Aldrich Rockefeller. Lundberg diz que “Quando Aldrich falou, os homens de noticias entenderam que embora as palavras fossem dele, a linha dramática foi certamente aprovada pelo ‘Big John [D. Rockefeller]'” Nos anos anteriores Aldrich tinha denunciado o imposto de renda como “comunista e socialista”, mas em 1909 ele empurrou uma reversão dramática e surprendente. O “American Biographical Dictionary” comenta:

“Exatamente quando a oposição tinha se tornado formidável ele [Aldrich] pegou o vento fora de suas velas ao trazer adiante, com o apoio do presidente [Taft], uma proposta emenda da Constituição dando poder ao Congresso para estabelecer impostos sobre a renda:

Howard Hinton registra em sua biografia de Cordell Hull que o congressista Hull, que tinha estado trabalhando no congresso [câmara] pelo imposto de renda, escreveu esta surpreendente observação:

“Durante as poucas semanas passadas o espetáculo inesperado de certos líderes republicanos da chamada velha linha conservadora no Congresso subitamente mudaram a atitude deles de toda uma vida e aparentemente desposaram, por uma relutância mal escondida, a proposta emenda do imposto de renda para a Constituição tem sido a ocasião da surpresa e espanto universal.”

A brecha de escape para os Internos para evitar pagar impostos estava pronta. Ao tempo que a emenda tinha sido aprovada pelos Estados áté mesmo antes que o imposto de renda fosse aprovado], as fundações Rockefellers e Carnegie estavam em plena operação.

Devemos nos lembrar que isso foi para quebrar o monopólio da Standard Oil (Rockefeller) e da U. S. Steel (Carnegie) que os vários atos anti-trusts eram aprovados. Estes monopolistas podem agora compor a riqueza deles isenta de impostos enquanto seus competidores tinham que enfrentar o gradativo imposto de renda que tornava difícil reunir capital. Como temos dito, o socialismo não é um programa de divisão de riquezas, mas um programa para consolidar e controlar a riqueza dos Internos. O Comitê Reece que investigou as fundações para o Congresso em 1953 provou com uma quantidade completa de evidência que várias fundações dos Rockefeller e dos Carnegie tem estado promovendo o socialismo desde sua criação . (veja o livro de Rene Wormser: Foundations: Their Power and Influence, Devin Adair, New York, 1958.)

Os conspiradores agora tem criado mecanismos para dirigir a dívida, coletar a dívida, e [para eles mesmos] evitarem os impostos necessários para pagar os juros anuais sobre o débito. Então tudo que foi necessário era uma razão para escalar a dívida. Nada aumenta a divida nacional tanto quanto uma guerra. E a primeira guerra mundial estava sendo tramada na Europa.

Em 1916, Woodrow Wilson foi reeleito por um fio. Ele tinha baseado sua campanha no slogan: “Ele nos manterá fora da guerra!” O público americano era extremamente oposto a América ser envolvida em uma guerra européia. Ficar fora das perenes disputas estrangeiras tinha sido uma tradição americana desde George Washington. Mas enquanto Wilson estava percorrendo o país dando a palavra solene que os soldados americanos não seriam enviados a uma guerra estrangeira, ele estava se preparando para fazer exatamente o oposto. O alter ego dele, chamado Coronel House, por trás das cenas estava fazendo acordos com a Inglaterra que comprometiam a América em entrar na guerra. Apenas cinco meses mais tarde já estávamos lá. A mesma multidão que manipulou a aprovação do imposto de renda e do Sistema do Federal Reserve queria a América na guerra. J. P. Morgan, John D. Rockefeller, “Coronel” House, Jacob Schiff, Paul Warburg e o resto dos conspiradores da Ilha Jekyl estavam todos profundaente envolvidos em nos envolver. Muitos desses financiadores haviam emprestado grandes somas de dinheiro a Inglaterra. De fato,  J. P. Morgan & Co. serviram como agentes financeiros britânicos neste país durante a primeira guerra mundial.

Conquanto todas as razões padrões dadas para que se irrompesse a guerra na Europa sem dúvida fossem fatores, há também outras causas mais importantes. A conspiração tinha estado planejando a guerra por mais de duas décadas.

O assassinato do Arquiduque austríaco foi meramente um incidente fornecendo uma desculpa para o início da reação em cadeia.

Depois de anos de combate, a guerra estava em um completo ponto de empate e teríamos terminado quase que imediatamente em um acordo negociado [como tinham a maioria dos outros conflitos europeus] se os EUA não tivessem declarado guerra a Alemanha.

Tão logo como tinha sido engenheirada a reeleição de Wilson por meio do slogan “ele nos manterá fora da guerra!”, uma completa propaganda de reversão foi instituida. Nestes dias antes do rádio e da televisão, a opinião pública era controlada quase que exclusivamente pelos jornais. Muitos de nossos maiores jornais eram controlados pela turma do Federal Reserve. Agora eles começaram a bater os tambores sobre a “inevitabiliade da guerra”. Arthur Ponsonby, um membro do parlamento britânico, admitiu em seu livro “Falsehood in War Time” (E. P. Dutton & Co., Inc., New York, 1928): “Deve ter sido a mais deliberada mentira do mundo de 1914 a 1918 do que em qualquer outro período da história mundial”. A propaganda a respeito da guerra era tremendamente tendenciosa. Embora depois da guerra muitos historiadores tenham admitido que um lado foi tão culpado quanto o outro ao começar a guerra, a Alemanha foi apresentada como um monstro militarizado que queria governar o mundo. Lembre-se, esta imagem foi pintada pela Bretanha que tinha seus soldados em mais países ao redor do mundo do que qualquer outra nação, se todas reunidas. O chamado “militarismo prussiano” existiu, mas não era uma ameaça para conquistar o mundo. Enquanto isto, o sol nunca se punha no império britânico! Realmente, os alemães estavam se provando serem inteligentes competidores nos negócios nos mercados mundiais e os britânicos não aprovavam isso.

Para gerar a febre da guerra, o afundamento do Lusitania, um navio britânico torpedeado dois anos antes, foi revivido e ganhou renovadas manchetes. A guerra dos submarinos alemães estava se tornando um maior assunto nos jornais.

A guerra dos submarinos era um assunto falso. A Alemanha e a Inglaterra estavam em guerra. Cada uma estava bloqueando a outra. J. P. Morgan e outros financiadores estavam vendendo munição para a Bretanha. Os alemães não podiam permitir que estes suprimentos fossem entregues muito mais que a Bretanha permitia que eles fossem entregues a Alemanha. Se Morgan queria assumir os riscos e colher as recompensas [ou sofrer as consequências] de vender munições para a Inglaterra, este era negócio dele. Certamente não era o caso de uma nação inteira ser arrastada para a guerra.

O Lusitania, ao tempo em que foi afundado, estava transportando seis milhões de libras de munição. Realmente era ilegal que passageiros americanos estivesem a bordo de um navio que transportava munições para beligerantes. Quase dois anos antes que o navio de linha foi afundado, o New York Tribune (19 de junho de 1913) trouxe uma sátira que afirmava: “Funcionários de Cunard reconheceram ao correspondente do Tribune hoje que o grey-hound [Lusitania] está sendo equipado com rifles de alto poder naval.” De fato, o Lusitania estava registrado na marinha britânica como um cruiser auxiliar  (Barnes, Harry E., The Genesis of the War, Alfred Knopf, New York, 1926, p.611.) Além disso, o governo alemão tomou grandes anúncios em todos os jornais de New York avisando os passageiros potenciais que o navio estava transportando munição e dizendo a eles para não atravessarem o Atlântico nele. Aqueles que escolheram fazer a viagem conheciam os riscos a que estavam se expondo. Ainda que o afundamento do Lusitania fosse usado por espertos propagandistas para retratarem os alemães como desumanos assassinos de inocentes. Em 6 de abril de 1917, o Congresso declarou guerra. O povo americano concordou com base que esta seria “a guerra para acabar com todas as guerras”

Durante “a guerra para acabar com todas as guerras”, o banqueiro interno Bernard Baruch foi feito o ditador absoluto sobre os negócios americanos quando o Presidente Wilson o indicou como presidente da diretoria das indústrias de guerra, onde ele tinha controle de todos os contratos domésticos para materiais aliados de guerra. Baruch fez montes de amigos enquanto colocava dezenas de bilhões em contratos do governo, e foi um alto rumor em Wall Street que fora da guerra para fazer o mundo seguro para os banqueiros internacionais, ele arrecadou 200 milhões para ele mesmo.

“Coronel” House era o homem de frente da fraternidade internacional bancária. Ele manipulou o Presidente Woodrow Wilson como uma marionete e  Wilson o chamava de “meu alter ego.” House desempenhou um papel maior na criação dos Sistema do Federal Reserve, na aprovação do imposto progressivo de renda e em levar a América para a primeira guerra mundial. A influência de House sobre Wilson é um exemplo que no mundo da super política os governantes reais nem sempre são aqueles que o público vê.

O financiador internacional nascido alemão Paul Warburg arquitetou a Instituição do Federal Reserve para colocar o controle da economia nacional nas mãos dos banqueiros internacionais. O Federal Reserve controla o suprimento de dinheiro que permite aos manipuladores criarem ciclos alternados de explosão e queima, isto é, uma economia de montanha russa. Isto permite aqueles que sabem, fazerem quantidades fabulosas de dinheiro, mas até mesmo mais importante, permite que os Internos controlem a economia e posteriormente consolidem o poder no governo federal.

Enquanto o banqueiro interno Paul Warburg controlava o Federal Reserve, e o banqueiro internacional Bernard Baruch colocava os contratos do governo, o banqueiro internacional Eugene Meyer, um antigo sócio de Baruch e filho de um sócio na casa bancária internacional dos Rothschilds de Lazard Freres, era escolha de Wilson escolher o chefe da Corporação de Financiamento da Guerra, onde ele também fez um pouco de dinheiro.*

(*Meyer mais tarde ganhou o controle de altamente influente Washington Post que se tornou conhecido como “Washington Daily Worker.”)

Deve ser notado que Sir William Wiseman, o homem enviado pela inteligência britânica para ajudar a levar os EUA a guerra, foi amplamente recompensado pelos seus serviços. Ele ficou neste país depois da primeira guerra mundial como um novo sócio na Jacob Schiff-Paul Warburg, controlado pelo banco Kuhn, Loeb.

A primeira guerra mundial foi uma bonança financeira para os banqueiros internacionais. Mas foi uma catástrofe de tal magnitude para os EUA que poucos até mesmo hoje entendem toda sua importância. A guerra reverteu nossa tradicional política externa de não envolvimento e temos estado emaranhados quase constantemente desde então em guerras perpétuas para a paz perpétua. Winston Churchill uma vez observou que para todas as nações teria sido melhor ter os EUA fora e dedicado a seus próprios negócios. Se os EUA tivessem feito isso, ele disse: “A paz teria sido feita com a Alemanha; e não haveria um colapso na Rússia levando ao comunismo; nenhuma quebra no governo na Itália seria seguida pelo FASCISMO e o NAZISMO nunca teria ganho ascendênca a Alemanha”  (Social Justice Magazine, July 3, 1939, p.4.)

A Revolução Bolchevista na Rússia era obviamente um dos grandes pontos de volta na história mundial. Este é um evento sobre o qual a má informação abunda. Os construtores de mitos e reescritores da história tem feito seu trabalho de pintar o panorama bem. A instituição do comunismo na Rússia é um exemplo clássico da segunda “grande mentira’ do comunismo, isto é, que este seja um movimento das massas oprimidas se levantando contra seus patrões exploradores. Esta mentira sagaz tem sido propalada desde antes da primeira Revolução Francesa em 1789.

Hoje a maioria das pessoas acredita que os comunistas foram bem sucedidos na Rússia porque eles foram capazes de reunir por trás deles a simpatia e a frustração do povo russo que estava doente com a tirania dos Tzares. Isto é ignorar a história do que realmente aconteceu. Conquanto quase todo mundo seja lembrado que a Revolução Bolchevista aconteceu em novembro de 1917, poucos sabem que o TZAR tinha abdicado sete meses antes, em março. Quando o Tzar Nicholas II abdicou, um governo provisório foi estabelecido pelo Príncipe Lvov que queria padronizar o novo governo da Rússia como seu próprio. Mas, infelizmente, o governo de Lvov abriu caminho ao regime de Kerensky. Kerensky, um chamado socialista democrata, pode ter estado dirigindo um governo zelador para os comunistas. Ele manteve a guerra em andamento contra a Alemanha e outros poderes centrais mas ele publicou uma anistia geral para os comunistas e outros revolucionários, muitos dos quais tinham sido exilados depois da abortada Revolução Vermelha de 1905. De volta a mãe Rússia vieram 250.000 dedicados exilados revolucionários e o próprio governo de Kerensky teve selada a sua condenação.

Na União Soviética, como em cada país comunista [ou como eles se chamavam – os países socialistas], o poder não tinha vindo para as mãos dos comunistas porque as massas oprimidas o quiseram assim. O poder tinha vindo de cima para baixo em todos os casos. Vamos brevemente reconstruir as sequências da tomada comunista.

O ano é 1917. Os aliados estão combatendo os Poderes Centrais. Os Aliados incluem a Rússia, o Commonwealth britânico, a França e por abril de 1917, os EUA. Em março de 1917, os propostos planejadores colocaram em movimento as forças para compelirem o Tzar Nicholas II a abdicar. Ele o fez sob pressão dos aliados depois de severos motins na capital czarista de Petrograd, motins que foram causados pelas quebras no sistema de transporte que separavam a cidade dos suprimentos de comida e levaram ao fechamento das fábricas.

Mas onde estavam Lenin e Trotsky quando tudo isso estava ocorrendo? Lenin estava na Suíça e tinha estado na Europa Ocidental desde 1905, quando foi exilado por tentar derrubar o Tzar na abortada revolução comunista daquele ano. Trotsky também estava no exílio, um repórter para um jornal comunista na margem leste inferior da cidade de New York. Os bolchevistas não eram uma força política visível ao tempo que o Tzar abdicou. E eles chegaram ao poder não por causa das massas oprimidas que os tenham chamado de volta, mas porque os mesmos homens muito poderosos na Europa e nos EUA os colocaram lá.

Lenin foi enviado através da Europa em guerra no famoso trem selado. Com ele, Lenin levou 5 a 6 milhões em ouro. A coisa inteira foi arranjada pelo alto comando alemão e Max Warburg, através de um outro socialista de muito tempo e muito rico chamado Alexander Helphand alias “Parvus.” Quando Trotsky deixou New York a bordo do S.S. Christiania, em 27 de março de 1917, com seu séquito de 275 revolucionários, o primeiro porto de chamada foi Halifax, Nova Scotia. Lá os canadenses pegaram Trotsky e seu dinheiro e confinaram ambos. Esta era uma coisa muito lógica para que o governo canadense o fizesse com Trotsky, porque ele muitas vezes tinha dito que se fosse bem sucedido em chegar ao poder na Rússia ele pararia imediatamente o que ele chamava de “guerra imperialista” e assinaria em separado a paz com a Alemanha. Isto libertaria milhões de tropas alemãs para se transferirem do front Leste para o front ocidental, onde eles poderiam matar canadenes. Assim Trotsky esfriou seus calcanhares nas prisões canadenses por cinco dias. Então repentinamente os britânicos (através do futuro sócio de Kuhn, Loeb  Sir William Wiseman) e os EUA (por ninguém menos que o onipresente “Coronel” House) pressionaram o governo canadense. E a despeito do fato que agora estivéssemos em guerra, disseram, “Deixem Trotsky ir.” Assim, com pasaporte americano Trotsky voltou para se encontrar com Lenin. Eles se uniram, e, por novembro, através de suborno, sagacidade, brutalidade e mentira eles foram capazes [não de fazerem com que as massas defendessem a causa deles, mas] contratar brutamontes suficientes e fazer acordos o bastante para impor o barril de pólvora que Lenin chamou  “todo poder aos Soviets.” Os comunistas chegaram ao poder ao tomarem um punhado de cidades chave. De fato, praticamente toda a Revolução Bolchevista aconteceu em uma cidade – Petrograd. Foi como se os EUA inteiros se tornassem comunistas porque uma rebelião comunista se apoderasse de Washington, D. C. Isto foi anos antes que os soviéticos solidificassem o poder pela Rússia.

Os alemães, diante disso, tiham uma desculpa plausível para financiarem Lenin e Trotsky. Os dois alemães mais responsáveis por financiarem Lenin eram Max Warburg e um russo deslocado chamado Alexander Helphand. Eles podiam afirmar que estavam servindo a causa do país ao ajudar e financiar Lenin. Contudo, estes dois alemães ‘patriotas’ negligenciaram em informar ao Kaiser o plano deles de fomentar uma revolução comunista na Rússia. A imagem toma uma outra dimensão quando você considera que o irmão de Max Warburg era Paul Warburg, o primeiro movimentador na criação do Sistema Federal Reserve e que fazia parte de sua diretoria, desempenhou um papel chave no financiamento do esforço de guerra americano. (quando as notícias vazaram nos jornais americanos sobre o irmão Max dirigindo as finanças alemãs, Paul exonerou-se de seu posto no Federal Reserve sem nem se lastimar.) A partir daqui o complô adoece.

O sogro do irmão de Max Warburg, Felix, era Jacob Schiff, sócio da Kuhn, Loeb & Co. (Paul e Felix Warburg, você deve se recordar, também eram sócios na Kuhn, Loeb & Co. enquanto Max dirigia o banco da família aliada a Rothschild em Frankfurt.) Jacob Schiff também ajudou a financiar Leon Trotsky. Segundo o New York Journal-American de 3 de fevereiro de 1949: “Hoje é estimado pelo avô de Jacob, John Schiff, que o velhou homem afundou aproximadamente 20 milhões de dólares para o triunfo final do bolchevismo na Rússia”. (veja mapa  6.)

Uma das melhores fontes de informação sobre o financiamento da revolução bolchevista é “Czarism and the Revolution” de autoria de um importante general russo branco chamado Arsene de Goulevitch que foi o fundador na França da União dos Povos Oprimidos. Neste volume, escrito em francês e subsequentemente traduzido em inglês, de Goulevitch nota:

“Os principais provedores de fundos para a revolução, contudo, não eram os loucos milionários russos nem os bandidos armados de Lenin. O dinheiro real primariamente veio de certos círculos britânicos e americanos que por um longo tempo no passado tinham emprestado seu apoio a causa revolucionária russa”.

De Goulevitch continua:

“A parte importante desempenhada pelo rico banqueiro americano, Jacob Schiff, nos eventos na Rússia, embora seja apenas parcialmente revelada, não é mais um segredo.”

General Alexander Nechvolodov é citado por de Goulevitch como  declarando em seu livro sobre a Revolução Bolchevista:

“Em abril de 1917, Jacob Schiff publicamente declarou que foi graças ao seu apoio financeiro que a revolução na Rússia tinha tido sucesso. Na primavera do mesmo ano, Schiff começou a subsidiar Trotsky. Simultaneamente, Trotsky e Co. também estavam sendo subsidiados por Max Warburg e Olaf Aschberg do Nye Banken of Stockholm . O Rhine Westphalian Syndicate E Jivotovsky, cuja filha mais tarde casou-se com Trotsky.”

Mapa 6

Financiar a Revolução Bolchevista

Paul Warburg Max Warburg

$6.000.000

Jacob Schiff  e Cel. House

$20.000.000

N.E.P. TROTSKY Hitler

LENIN

$5.000.000

Harriman Alfred Milner

RockefeIler Rothschild

Vanderlip J. P. MORGAN & CO

ROCKEFELLERS

Schiff gastou milhões para derrubar o Tzar e mais milhões para derrubar Kerensky. Ele estava enviando dinheiro para a Rússia muito tempo depois que o verdadeiro caráter dos bolchevistas era conhecido pelo mundo.  Schiff levantou $10 milhões, supostamente para alívio dos judeus na guerra na Rússia, mas mais tarde os eventos revelaram que este foi um bom investimento de negócios. (Forbes, B. C., Men Who Are Making America, pp.334-5.)

Segundo de Goulevitch:

“Mr. Bakhmetiev, o  último embaixador imperial russo para os EUA, nos conta que os bolchevistas, depois da vitória, transferiram 600 milhões de rublos em ouro entre os anos de 1918 e 1922 para Kuhn, Loeb & Company [a firma de Schiff].”

A participação de Schiff na Revolução Bolchevista, embora muito naturalente agora seja negada, era bem conhecida entre os serviços aliados de inteligência naquele tempo. Isto levou a muita conversa sobre o bolchevismo ser um complô judeu. O resultado foi que o assunto de financiar a tomada comunista da Rússia se tornou um tabu. Mais tarde a evidência indica que o patrocínio dos bolchevistas foi gerenciado por um sindicato de banqueiros internacionais, que além da claque de Schiff-Warburg, incluia os interesses de Morgan e Rockefeller. Os documentos mostram que a organização Morgan colocou ao menos um milhão de dólares no caixa revolucionário vermelho .*

Ainda um outro importante financiador da revolução bolchevista era um inglês extremamente rico chamado Lord Alfred Milner, o orgqanizador e chefe de uma organização secreta chamada o Grupo da Mesa Redonda que era apoiada pelo Lord Rothschild (discutido no próximo capítulo).

De Goulevitch nota posteriormente:

“Em 7 de abril de 1917, General Janin fez a seguinte entrada em seu diário (‘Au G.C.C. Russe”-At Russian G.H.Q.-Le Monde Slave, Vol. 2, 1927, pp.296-297): Longa entrevista com R., que confirmou o que previamente me havia sido dito por M. depois de se referir ao ódio alemão dele próprio e de sua família, ele voltou ao assunto da revolução que, ele afirmou, foi engenheirada pelos ingleses e, mais precisamente, por Sir George Buchanan e Lord (Alfred] Milner. Petrograd naquele tempo estava repleta de ingleses. Ele podia, ele avaliou, nomear as ruas e números das casas nas quais os agentes britânicos estavam aquartelados. Eles foram relatados, durante a elevação, terem distribuido dinheiro aos soldados e os incitado ao motim.”

De Goulevitch vai adiante para revelar: “Em entrevistas particulares me tem sido dito que mais de 21 milhões de rublos foram gastos por Lord Milner para financiar a revolução russa.”

Deve ser notado paralelamente que Lord Milner, Paul, Felix e Max Warburg representaram “seus respectivos países” na Conferência de Paz na conclusão da primeira guerra mundial.

Se de alguma forma atribuimos ao patriotismo alemão de Max Warburg o financiamento de Lenin, certamente não foi “patriotismo” o que inspirou Schiff, Morgan, Rockefeller e Milner a bancarem os bolchevistas. Tanto a Bretanha quanto a América estavam em guerra com a Alemanha e eram aliados da Rússia Tzarista. Liberar dúzias de divisões alemãs para deixarem o fronte oriental e matarem centenas de milhares de soldados americanos e britânicos nada mais era que traição.

Na revolução bolchevista vemos muito das mesmas velhas faces que foram responsáveis pela criação do Sistema do Federal Reserve, iniciando o imposto de renda gradativo, criando as fundações isentas de impostos e nos empurrando para a primeira guerra mundial. Contudo, se você conclui que tudo isso foi apenas uma coincidência, seu nome será imediatamente expurgado do registro social.

Nenhuma revolução pode ser bem sucedida sem organização e dinheiro. As massas oprimidas geralmente fornecem pouco de organização e nada de dinheiro. Mas os Internos no topo podem arranjar ambos.

O que estas pessoas possivelmente tinham a ganhar ao financiarem a revolução russa? O que elas tinham a ganhar em manter isto vivo ou, durante a década de 1920, despejarem milhões de dólares no que Lenin chamou de Novo Programa Econômico, assim poupando os soviéticos do colapso?

Porque estes capitalistas fariam tudo isto? Se a sua meta é a conquista global, você deve começar em algum lugar. Pode ou não ter sido coincidência, mas a Rússia era um maior país europeu a não ter um banco central. Na Rússia, pela primeira vez, a conspiração comunista ganhou um lar geográfico do qual lançar assaltos contra as outras nações do mundo. O Ocidente agora tinha um inimigo.

Na revolução bolchevista tivemos alguns dos homens mais ricos e mais poderosos financiando um movimento que afirma que a sua própria existência é baseada no conceito de despir de sua riqueza homens como os Rothschilds, Rockefellers, Schiffs, Warburgs, Morgans, Harrimans, e Milners. Mas obviamente estes homens não tem medo do comunismo internacional. É apenas lógico assumir que se eles o financiaram e não o temem, deve ser porque o controlem. Pode haver qualquer outra explicação que faça sentido? Lembre-se que por mais de 150 anos tem sido o procedimento padrão de operação dos Rothschilds e de seus aliados controlarem ambos os lados de qualquer conflito. Você deve ter um inimigo se vai cobrar o rei. A política de equilíbrio de poder Leste-Oeste é usada como uma das principais desculpas para a socialização da América. Embora este não seja o principal propósito deles, pela nacionalização da Rússia os INTERNOS se deram uma peça real de propriedade imobiliária, completa com direitos minerais, por algo entre 30 e 40 milhões de dólares.

Lord Alfred Milner, o rico homem inglês e homem de fachada dos Rothschilds, serviu como principal pagador para os banqueiros internacionais em Petrograd durante a revolução bolchevista. Milner mais tarde chefiou uma sociedade secreta conhecida como A Mesa Redonda que era dedicada a estabelecer um governo mundial onde uma claque de super ricos financiadores controlariam o mundo sob o disfarce do socialismo. A subsidiária desta conspiração é chamada de Conselho das Relações Exteriores [CFR] e foi iniciada por, e ainda é controlada, pelos banqueiros internacionais esquerdistas.

Segundo seu neto John, Jacob Schiff a muito tempo um associado dos Rothschilds, financiou a revolução comunista na Rússia por volta de 20 milhões. Segundo um relatório de um arquivo do Departamento de Estado, a firma dele, Kuhn Loeb and Co. bancou o plano dos primeiros cinco anos de Stalin, o parceiro e parente de Schiff, Paul Warburg, engenheirou a criação do Sistema do Federal Reserve enquanto na folha de pagamento da Kuhn Loeb, os descendentes de Schiff são ativos no CFR hoje.

A casa do CFR é em 68th St. em New York. A meta admitida do CFR é abolir a Constituição e substituir nossa república independente por um Governo Mundial. Os membros do CFR tem controlado os últimos seis governos federais. Richard Nixon tem sido um membro e tem indicado ao menos 100 membros do CFR para altas posições em seu governo.

Podemos apenas teorizar sobre a maneira pela qual MOSCOU é controlada de New York, Londres e Paris. Indubitavelmente, muito de seu controle é econômico, mas certamente os banqueiros internacionais tem um braço submetidor dentro da Rússia para manter na linha os líderes soviéticos. A organização pode ser SMERSH, a organização comunista internacional assassina descrita no testemunho diante de comitês do congresso e nos livros de Ian Fleming sobre James Bond. Embora as novelas de Bond sejam altamente imaginativas, Fleming tem estado na inteligência naval britânica, mantendo excelentes contactos de inteligência ao redor do mundo e foi reputadamente um excelente estudante da conspiração internacional.

Nós sabemos disso, contudo. Uma claque de financiadores americanos não apenas auxiliou a estabelecer o comunismo na Rússia, mas tem lutado poderosamente até mesmo desde então para mante-lo vivo. Até mesmo desde 1918 esta claque tem estado engajada em transferir dinheiro e, provavelmene mais importante, informação técnica, para a União Soviética. Isto é tornado abundantemente claro na história em três volumes da “Tecnologia Ocidental e o Desenvolvimento Econômico Soviético” pelo erudito Antony Sutton da Universidade de Stanford, Instituição de Guerra, Revolução e Paz de Hoover. Usando, em sua maior parte, documentos oficiais do Departamento de Estado, Sutton mostra conclusivamente que virtualmente tudo que os soviéticos possuem tem sido adquirido do ocidente. Não é muito um exagero dizer que a URSS foi feita nos EUA. Os pintores do panorama, incapazes de refutarem a monumental erudição de Sutton, simplesmente o pintam fora da imagem.

Em Versailles, esta mesma claque escavou a Europa e criou o estágio para a segunda guerra mundial. Como comentou Lord Curzon: “Este não é um tratado de paz, é simplesmente uma quebra das hostilidades.” Em 1993, os mesmos Internos que fizeram com que Roosevelt reconhecesse a União Soviética, assim a salvando do colapso financeiro, enquanto ao mesmo tempo eles estavam subscrevendo enormes empréstimos para ambos os lados do Atlântico, para o novo regime de Adolph Hitler. Ao fazer assim, ele auxiliaram grandemente na preparação para a segunda guerra mundial e os eventos que se seguiram. Em 1941, os mesmos Internos correram em ajuda de nosso nobre aliado, Stalin, depois do rompimento dele com Hitler. Em 1943, estes mesmos Internos marcharam para a Conferência de Teerã e continuaram para escavar a Europa depois da segunda guerra para “terminar todas as guerras”. Novamente em Yalta e Potsdam em 1945, eles estabeleceram a política da China, mais tarde resumida por Owen Lattimore: “O problema agora era como permitir que eles [China] caissem sem fazer como se parecesse que os EUA os tivessem empurrado.” Os fatos são inescapáveis. Em um país após outro o comunismo tem sido imposto sobre a população de cima para baixo. As forças mais proeminentes para a imposição da tirania vem dos EUA e da Grã Bretanha. Aqui está uma acusação que nenhum americano gosta de fazer, mas os fatos não levam a uma outra conclusão possível. A idéia de que o comunismo seja um movimento das massas oprimidas é uma fraude.

Nenhum dos acontecimentos posteriores faria sentido se o comunismo realmente fosse o que os comunistas e a Instituição nos dizem que seja. Mas se o comunismo é um braço de uma maior conspiração para controlar o mundo de criação de loucos bilionários [ e brilhantes mas desregrados acadêmicos que tem mostrado a eles como usar seu poder] tudo se torna perfeitamente lógico.

É a este ponto que devemos novamente deixar claro que esta conspiração não é feita apenas pelos banqueiros e cartelistas internacionais, mas inclui cada campo da atividade humana. Começando com Voltaire e Adam Weishaupt e passando por John Ruskin, Sidney Webb, Nicholas Murray Butler, e no presente com Henry Kissinger e John Kenneth Galbraith, isto sempre tem sido de aparência erudita pelas avenidas do poder que tem mostrado aos “os filhos dos muito poderosos” como a riqueza deles podem ser usada para governar o mundo.

Não podemos ressaltar muito grandemente a importância do leitor ter em mente que este livro está discutindo apenas um segmento da conspiração, certos banqueiros internacionais. Outros segmentos igualmente importantes que trabalham para fomentar rachaduras de trabalho, religiosas e raciais para promover o socialismo tem sido descritos em inúmeros outros livros. Estas outras divisões da conspiração operam independentemente dos banqueiros internacionais na maioria dos casos e certamente seria desastroso ignorar o perigo a nossa liberdade que eles representam.

Seria igualmente desastroso envolver todos os homens de negócios e banqueiros na conspiração. Devemos fazer a distinção entre o livre empreendimento competitivo, o sistema mais moral e produtivo que já foi concebido, e o capitalismo de cartel dominado pelos monopolistas industriais e banqueiros internacionais. A diferença é que o empreendedor privado opera ao oferecer produtos e serviços em um mercado livre competitivo enquanto o capitalismo de cartel usa o governo para forçar o público a fazer negócios com ele. Estes socialistas corporativos são inimigos mortais do empreendimento livre privado e competitivo.

Os liberais são voluntários em acreditar que estes “barões do roubo” fixarão preços, equiparão mercados, estabelecerão monopólios, comprarão políticos, explorarão empregados e os despedirão um dia antes que eles sejam candidatos a uma pensão, mas eles absolutamente não acreditarão que estes homens possam querer governar o mundo ou usar o comunismo como a margem surprpreendente para a conspiração deles. Quando se discute as maquinações desses homens, os liberais usualmente respondem dizendo: “mas você não pensa que eles pensem bem?”

Contudo, se você pensar com lógica, razão e precisão neste campo e tentar expor estes buscadores do poder, a media de massa da Instituição lhe acusará de ser um paranóide perigoso que está dividindo o nosso povo. Em cada uma das outras áreas, de fato, eles encorajam a dissensão como sendo saudável em uma “democracia”.

5. ESTABELECENDO A INSTITUIÇÃO

Uma das razões primárias pelas quais os Internos trabalharam por trás das cenas para fomentar a primeira guerra mundial era criar em sua conclusão um governo mundial. Se você quer estabelecer monopólios nacionais, você deve controlar os governos nacionais. Se você quer estabelecer monopólios ou cartéis internacionais, você deve controlar um governo mundial.

Depois do Armistício em 11 de novembro de 1918, Woodrow Wilson e seu alter ego, “Coronel” House (a fachada sempre presente dos internos), foram a Europa nas esperanças de estabelecerem um governo mundial na forma de uma Liga das Nações. Quando as negociações revelaram que um lado havia sido considerado tão culpado quanto o outro, e o brilho da “cruzada moral” se evaporou ao longo dos “14 Pontos de Wilson,” os “broncos de volta a Main Street” começaram a acordar. A reação e a desilusão se estabeleceram.

Os americanos certamente não queriam entrar em um Governo Mundial com a fraude dos europeus cuja especialidade era um tratado secreto oculto por trás de outro tratado secreto. A busca da honra, por assim dizer, apareceu no banquete antes que a comida envenenada pudesse ser servida. E sem a inclusão americana, não poderia haver um Governo Mundial significativo.

A arrebatada opinião pública tornou óbvio que o Senado americano não ousaria ratificar um tratado ancorando o país com um tal comprometimento internacionalista. De alguma maneira, tinha que ser vendida ao público americano a idéia do internacionalismo e do Governo Mundial. Novamente, a chave era o “Coronel” House.

House tinha estabelecido suas idéias políticas em seu livro chamado “Philip Dru: Administrator in 1912”. Neste livro House coloca um plano pequeninamente fracionalizado para a conquista da América ao estabelecer o “socialismo como sonhado por Karl Marx.” Ele descreveu uma “conspiração” – a palavra é o que acontece na eleição de um presidente dos EUA por meio de [“enganos a respeito de suas reais opiniões e intenções”]. Entre outras coisas, House escreveu que a conspiração era para se insinuar nas primárias, para que nenhum candidato pudesse se indicado cujas opiniões não estavam de acordo com as deles”. As eleições eram para se tornarem meras charadas realizadas para a surpresa da populaça. A idéia era usar ambos os partidos, tanto o Democrata quanto o Republicano, como instrumentos para a promoção do Governo Mundial.

Em 1919 House se encontrou em Paris com membros da sociedade secreta britânica chamada A Mesa Redonda para formar uma organização cujo trabalho seria propagandizar aos cidadãos na América, Inglaterra e Europa Ocidental as glórias de um Governo Mundial. O grande ponto a ser vendido, de fato, era a paz. A parte sobre os Internos estabelecerem uma ditadura mundial muito naturalmente foi deixada de fora.

A organização da Mesa Redonda na Inglaterra cresceu de um sonho de uma longa vida do magnata do ouro e dos diamantes Cecil Rhodes por uma “nova ordem mundial.”

A biógrafa de Rhodes, Sara Millin foi um pouco mais direta. Como ela coloca isto: “O governo mundial era o simples desejo de Rhodes.” Quigley nota:

“Em meados dos anos de 1890 Rhodes tinha um rendimento pessoal de ao menos um milhão de libras esterlinas por ano [então, por volta de cinco milhões de dólares] que ele gastava tão livremente para seus misteriosos propósitos que ele estava geralmente sacando a descoberto em sua conta”.

O comprometimento de Cecil Rhodes com uma conspiração para estabelecer um Governo Mundial foi estabelecido em uma série de vontades descritas por Frank Aydelotte em seu livro “American Rhodes Scholarships”. Aydelotte escreve:

“As sete vontades que Cecil Rhodes estabeleceu entre as idades de 24 e 46 anos [Rhodes morreu aos 48 anos] constituem um tipo de autobiografia espiritual. As mais conhecidas são a primeira [a sociedade secreta] e a última, que criou as Bolsas de Estudo Rhodes”

Em sua primeira vontade Rhodes afirma sua meta ainda mais especificamente: “a extensão do governo britânico pelo mundo, a fundação de um poder tão grande que torne as guerras impossíveis e promovam os interesses da humanidade.”

A ‘Confissão de Fé’ se alarga sobre estas idéias. O modelo para esta proposta sociedade secreta era a Sociedade de Jesus, embora ele também mencione os Maçons.”

Deve ser notado que o originador deste tipo de sociedade secreta foi Adam Weishaupt, o monstro que fundou a Ordem do Illuminati em 1o. de maio de 1776, para o propósito da conspiração para controlar o mundo. O papel dos Iluministas de Weishaupt em tais horrores como o Reino do Terror é inquestionável, e as técnicas dos Illuminati a muito tem sido reconhecidas como modelos para a metodologia comunista. Weishaupt também usou a estrutura da Sociedade de Jesus (os Jesuítas) como seu modelo, e reescreveu seu Código em termos maçonicos. Aydelotte continua:

“Em 1888 Rhodes fez uma terceira vontade – deixando tudo para Lord Rothschild [seu financiador nos empreendimentos de mineração], com uma carta acompanhante incluida “a matéria escrita discutida entre nós”. Isto, supõe-se fosse a primeira vontade e a “Confissão de Fé” já que no pós escrito Rhodes diz ‘ao considerar as questões sugeridas de tomar a Constituição dos Jesuítas se puder ser obtida'”

Aparentemente por razões estratégicas Lord Rothschild foi subsequentemente removido da linha de frente do esquema. O Professor Quigley revela que Lord Rosebury “substituiu seu sogro, Lord Rothschild, no grupo secreto de Rhodes e foi feito o Trustee da próxima [e última] vontade de Rhodes.”

A “sociedade secreta” foi organizada no padrão conspiratório de círculos dentro de círculos. O Professor Quigley nos informa que a parte central da “sociedade secreta” foi estabelecida em março de 1891, usando o dinheiro de Rhodes. A organização foi dirigida para Rothschild por Lord Alfred Milner, discutido no capítulo passado como um financiador chave da revolução bolchevista. A Mesa Redonda trabalhava por trás das cenas nos mais altos níveis do governo britânico, influenciando a política externa e o envolvimento da Inglaterra e condução da primeira guerra mundial. Segundo o Professor Quigley:

“No fim da guerra de 1914, tornou-se claro que a organização deste sistema [o grupo da Mesa Redonda] tinha que ser grandemente estendida. Mais uma vez a tarefa foi confiada a Lionel Curtis que estabeleceu, na Inglaterra e em cada domínio, uma organização de frente para o existente Grupo da Mesa Redonda. Esta organização de fachada, chamada Instituto Real de Assuntos Internacionais tinha como seu núcleo em cada área o existente submerso Grupo da Mesa Redonda. Em New York isto foi conhecido como Conselho das Relações Exteriores [CFR] e era uma fachada para J. P. Morgan e Companhia em associação com o grupo muito pequeno americano da Mesa Redonda. Os organizadores americanos foram dominados pelos grandes números de especialistas de Morgan,’que tinham ido a Conferência de Paz de Paris e lá se tornaram amigos íntimos do grupo similar de especialistas britânicos que tinham sido recrutados pelo grupo de Milner’. De fato, os planos originais do Instituto Real de Assuntos Internacionais e do Conselho das Relações Exteriores [C.F.R.] foram estabelecidos em Paris”

Joseph Kraft (C.F.R.), contudo, nos conta na Harper de julho de 1958, que o agente chefe na fundação formal do CFR foi o Coronel House, apoiado por protegidos tais como Walter Lippmann, John Foster Dulles, Allen Dulles e Christian Herter. Foi House que agiu como anfitrião para o Grupo da Mesa Redonda, inglês e americano, em um encontro chave de 19 de maio de 1919, no Majestic Hotel, Paris, que cometeu a conspiração para a criação do C.F.R.

Embora Quigley ressalte a importância dos homens de Morgan na criação da organização conhecida como CFR, os próprios materiais desta organização e as próprias memórias do Coronel House revelam sua função como parteiro no nascimento do  C.F.R.

O 25o. Relatório Anual do C.F.R. nos fala da fundação do CFR em Paris:

O Instituto de Assuntos Internacionais criado em Paris em 1919 desde o início abrangia dois ramos, um no Reino Unido e outro nos EUA.

Mais tarde o plano foi mudado para criar uma autonomia ostensiva porque “não parecia sábio criar um único instituto com ramos”. Tinha que ser feito como se parecesse que o CFR na América e o R.I.I.A. na Bretanha, realmente fossem corpos independentes, a menos que o público americano se tornasse ciente de que o CFR era de fato uma subsidiária do Grupo da Mesa Redonda e reajissem em uma fúria patriótica.

Segundo Quigley, muitas das mais importantes dinastias de financiadores na América depois da primeira guerra mundial [além de Morgan] eram a família Rockefeller; Kuhn, Loeb & Company; Dillon Read e Company e Brown Bros. Harriman. Todos estavam representados no C.F.R. e Paul Warburg foi um dos incorporadores. O grupo Interno que criou o sistema do Federal Reserve, muitos dos quais bancaram a revolução bolchevista, estavam todos na afiliação original. Além de  Paul Warburg, os fundadores do C.F.R. incluiam os internos financiadores internacionais Jacob Schiff, Averell Harriman, Frank Vanderlip, Nelson Aldrich, Bernard Baruch, J. P. Morgan e John D. Rockefeller. Estes homens não criaram o CFR porque eles nada tinham melhor a fazer com seu tempo e dinheiro. Eles o criaram como um instrumento para levar adiante as ambições deles.

O C.F.R. veio a ser conhecido como “A Instituição,” “o governo invisível” e “o escritório do exterior de Rockefeller.” Esta organização semi-secreta inquestionavelmente tem se tornado o grupo mais influente na América.

Um dos artigos que é extremamente infrequente de aparecer na imprensa nacional a respeito do Conselho foi publicado no Christian Science Monitor de 1o. de setembro de 1961. Começou deste modo:

“No lado oeste da moderna Park Avenue em 68th Street [na cidade de New York] ficam duas belas construções, uma de frente para a outra. Uma é a Embaixada Soviética para a ONU. Diretamente oposto no canto sudoeste está o CFR – provavelmente uma das organizações semi-públicas mais influentes no campo da política externa”.

Embora a afiliação formal ao C.F.R. seja composto por perto de 1.500 nomes de elite nos mundos de governo, trabalho, negócios, finanças, comunicações, as fundações e a academia – e a despeito do fato que ele tem fornecido a equipe de quase toda posição chave de cada governo desde Roosevelt – é duvidoso que um americano em mil reconheça o nome do Conselho, ou que um em 10.000 possa relacionar alguma coisa sobre sua estrutura e propósito. Indicativo do poder do CFR em manter seu anonimato é o fato que, a despeito de ter estado operante nos mais altos níveis por aproximadamente 50 anos e ter deste o início contado entre seus membros os principais leões da Instituição da media de comunicação, descobrimos depois de examinar volumes do “Readers’ Guide To Periodical Literature” cobrindo várias décadas que somente um artigo de revista sobre o CFR tem até mesmo aparecido em um maior jornal nacional e foi no   Harper’s, dificilmente um periódico de circulação em massa. Similarmente, somente um punhado de artigos sobre o Conselho tem aparecido nos grandes jornais da nação. Tal anonimato, em tal nivel, pode dificilmente ser atribuído a um mero acaso.

O que faz esta organização secreta tão influente? Ninguém que saiba com certeza dirá. O Christian Science Monitor, que é editado por um membro da Mesa Redonda Americana [um ramo da sociedade secreta de Milner] no artigo de 1o de setembro de 1961, que ‘seu rol executivo contém nomes importantes no campo da diplomacia, governo, negócios, finanças, ciências, trabalho, jornalismo, lei e educação. O que uniu uma afiliação tão ampla e variada é uma preocupaçao apaixonada pela direção da política externa americana”.

O Christian Science Monitor indica o poder fantástico que o C.F.R. tem tido durante os seis ultimos governos:

“Por causa da dedicação do Conselho em estudar e deliberar a política externa americana, há um fluxo constante de seus membros do serviço particular para o público. Quase metade dos membros do Conselho tem sido convidados a assumirem posições oficiais no governo ou agirem como consultores por uma vez ou outra.”

As políticas promovidas pelo CFR nos campos de defesa e de relações internacionais o tornam, com uma regularidade que desafia a lei do acaso, as políticas oficiais dos EUA. Como um colunista liberal, Joseph Kraft, ele próprio um membro do C.F.R., notou do Conselho no artigo de Harper: “Ele tem sido o assento de algumas decisões básicas do governo, tem estabelecido o contexto de muitas mais, e tem repetidamente servido como uma base de recrutamento para os oficiais do escalão”. Kraft, incidentalmente, apropriadamente intitulou o artigo dele sobre o CFR como “Escola para Estadistas” – uma admissão que os membros do Conselho estão práticos com uma “linha” de estratégia a ser realizada em  Washington.

Na medida em que se aproximava a Segunda Guerra Mundial, o Grupo da Mesa Redonda foi influente em ver que Hitler não era detido na Áustria, na Rhineland, ou Sudetenland – e portanto era grandemente responsável por precipitar o Holocausto. Uma segunda guerra mundial grandemente aperfeiçoaria a oportunidade para o estabelecimento de um Governo Mundial. O financiamento para a subida ao poder de Adolph Hitler foi manipulado por meio do Banco Mendelson de Amsterdam controlado pelos Warburg e mais tarde pelo Banco J. Henry Schroeder com ramos em Frankfurt, Londres e New York. O conselheiro chefe legal para o Banco J. Henry Schroeder era a firma de Sullivan e Cromwell cujos sócios seniores incluiam  John Foster e Allen Dulles, (veja James Martin’s All Honorable Men, Little Brown Co., New York, 1950, p. 51. See also Quigley, p.433.)

Com a Mesa Redonda fazendo seu trabalho na Europa, o CFR tocava a bola nos EUA. A primeira tarefa do Conselho foi infiltrar e desenvolver um controle eficaz do Departamento de Estado dos EUA – para se assegurar que depois da segunda guerra mundial não haveria escorregadelas como aquelas que se seguiram à primeira guerra mundial. A história da tomada do CFR do Departamento de Estado está contida na Publicação 2349 do Departamento de Estado, Relato ao Presidente sobre os Resultados da Conferência de San Francisco. Este é um relato do Secretário de Estado Edward R. Stettinius (C.F.R.) ao Presidente Truman. Na página vinte encontramos:

“Com o irromper da guerra na Europa, estava claro que os EUA seriam confrontados, depois da guerra, com problemas novos e excepcionais. De acordo, foi criado um Comitê sobre Problemas Pós Guerra antes do fim de 1939 [dois anos antes que os EUA entrassem na guerra] por sugestão do CFR. O Comitê consistiu de altos oficiais do Departamento de Estado [mas todos, menos um, eram membros do CFR]. Ele foi auxiliado por uma equipe de pesquisa [fornecida, financiada e dirigida pelo CFR] que em fevereiro de 1941, foi organizada em uma Divisão Especial de Pesquisa [e, saiu da folha de pagamento do CFR e passou para a folha de pagamento do Departamento de Estado].”

[Depois de Pearl Harbor] as instalações de pesquisa foram rapidamente expandidas e o Comitê Departamental sobre Problemas Pós Guerra foi reorganizado em um Comitê de Aconselhamento sobre Políticas Externas do Pós Guerra [completamente ocupado por membros do  C.F.R.].” (veja também, C.F.R.’s booklet, A Record of Twenty Years, 1921-1947.)

Este é o grupo que projetou a ONU – o primeiro maior passo bem sucedido na estrada de um Super Estado Mundial. Ao menos 47 membros do CFR estavam entre os delegados americanos na fundação da ONU em San Francisco em 1945. Membros do grupo de C.F.R. incluiam Harold Stassen, John J. Mc Cloy, Owen Lattimore (chamado pelo Sub-comitê de Segurança Interna do Senado “um instrumento consciente e articulado da conspiração soviética”], Alger Hiss (espião comunista), Philip Jessup, Harry Dexter White (agente comunista), Nelson Rockefeller, John Foster Dulles, John Carter Vincent (risco de segurança), e Dean Acheson. Apenas para ter certeza que membros do partido comunista entendiam a importância da criação da ONU, “Political Affairs”, o jornal teórico oficial do partido, na publicação de abril de 1945, deu a ordem:

“Grande apoio popular e entusiasmo para as políticas da ONU que devem ser construidas, bem organizadas e completamente articuladas. Mas também é necessário fazer mais do que isso. A oposição deve se tornar tão impotente que seja incapaz de reunir qualquer apoio significativo no Senado contra a Carta da ONU e os tratados que se seguirão”.

Podemos imaginar se os tolos a nível do partido até mesmo questionaram porque eles deviam apoiar uma organização dominada pelas odiadas personalidades de “Wall Street”. Os pintores do panorama da media de massa tem se superado pintando a ONU como uma organização de paz ao invés de como uma fachada para os banqueiros internacionais.

Não apenas os membros do CFR dominaram a instituição da ONU, mas os membros do CFR estavam nos cotovelos do Presidente americano em Teerã, Podstam e Yalta – onde centenas de milhões de seres humanos eram entregues nas mãos de Joseph Stalin, grandemente estendendo o poder da Conspiração Comunista Internacional. O assistente adminiistrativo de Roosevelt durante este tempo era um membro chave do CFR chamado Lauchlin Currie – subsequentemente identificado por J. Edgar Hoover como um agente soviético.

O CFR tem dominado tão completamente o Departamento de Estado durante os últimos 38 anos que todos os Secretários de Estado com exceção de Cordell Hull, James Byrnes, e William Rogers tem sido membros do CFR. Conquanto Rogers não seja um membro, o Professor Henry Kissinger, o conselheiro chefe de política externa de Mr. Nixon, veio ao trabalho saído do C.F.R., e os sub-secretários de estado, são membros do CFR.

Hoje o CFR permanece ativo em trabalhar na direção de sua meta final de um governo mundial – um governo que os Internos e Aliados controlarão. A meta do CFR é simplesmente abolir as garantias constitucionais de liberdade dos EUA. E eles nem mesmo tentam esconder isso. O Estúdo no. 7 publicado em 25 de novembro de 1959 advoga abertamente ” a construção de uma nova ordem social que deve ser receptiva as aspirações mundiais de paz e de mudança econômica e social [ nome código para governo mundial] incluindo os Estados que se dizem ‘socialistas’ [comunistas]”

razão é evidente para aqueles que tem estudado sua afiliação para esta organização semi-secreta pouco conhecida a ser chamada “A Instituição” (veja mapa 7). As organizações bancárias internacionais que atualmente tem homens no CFR incluem  Kuhn, Loeb & Company; Lazard Freres (diretamente afiliada do Rothschild); Dillon Read; Lehman Bros.; Goldman, Sachs; Chase Manhattan Bank; Morgan Guaranty Bank; Brown Bros. Harriman; First National City Bank; Chemical Bank & Trust, e Manufacturers Hanover Trust Bank.

Entre as maiores corporações que tem homens na

Mapa I

Supra Governo Mundial

RothschiId

Fundações Schiff Milnar

Warburg

Vanderlip Mesa Redonda Rockefeller

Rockefeller Ford

Baruch Carnegie

Morgan R.I.I.A

Departamento Executivo

C.F.R.

Kuhn Loeb

Lazard Freres

Dillon, Rand Standard Oil NBC, CBS, Rand

Lehman Bros. IBM Time, Life Hudson Institute

Goldman, Sachs Xerox Fortune, Look Fund for Republic

Chase Manhattan Eastman Kodak Newsweek Brookings Institute

New York Times

Morgan Guaranty Pan American Washington Post

Firestone LA Times Lovestone

U.S. Steel New York Post Dubinsky

McGraw-Hill Reuther

Simon & Shuster

ADA Harper Bros

L.I.D. Book of the Month

U.W.F. Saturday Review

Business Week

C.F.R. são Standard Oil, IBM, Xerox, Eastman Kodak, Pan American, Firestone, U. S. Steel, General Electric e American Telephone e Telegraph Company.

Também no C.F.R. estão homens de tais organizações abertamente esquerdistas como os Americanos Fabianos Socialistas para Ação Democrática, a Liga Socialista para a Democracia Industrial  [anteriormente a Sociedade Intercolegiada Socialista] e os Federalistas Mundiais Unidos que advogam abertamente o governo mundial com os comunistas. Tais líderes trabalhistas devotados como o falecido Walter Reuther, David Dubinsky e Jay Lovestone também tem sido membros do C.F.R. Na teoria, estes homens e organizações são supostamente inimigos figadais dos bancos e negócios listados acima. Ainda que todos eles pertençam a mesma loja. Você pode ver porque este fato não é anunciado.

O C.F.R. é totalmente interligado com as maiores fundações  os chamados “Think Tanks.” [ grupos formadores de opinião]. Incluidos nesta interligação estão as Fundações Rockefeller, Ford e Carnegie e a Corporação Rand, o Instituto Hudson, o Fundo para a República e o Instituto Brookings  “Think Tanks.”

O fato de que o CFR opere em quase anonimato dificilmente pode ser acidental. Entre as corporações de comunicações representadas no CFR estão National Broadcasting Corporation [NBC], Columbia Broadcasting System [CBS], Time, Life, Fortune, Look, Newsweek, New York Times, Washington Post, Los Angeles Times, New York Post, Denver Post, Louisville Courier Journal, Minneapolis Tribune, the Knight papers, McGraw-Hill, Simon & Schuster, Harper Bros., Random House, Little Brown & Co., Macmillan Co., Viking Press, Saturday Review, Business Week e Book of the Month Club. Certamente o C.F.R. pode obter alguns poucos anúncios de publicidade se a publicidade for desejada. Se parece impossível que uma entidade possa controlar um tal vasto conjunto de firmas, é porque a maioria das pessoas não sabe que os chamados fundadores de tais gigantes como o New York Times e NBC foram escolhidos, financiados e dirigidos por Morgan, Schiff e os aliados deles. O caso de Adolph Ochs do Times e David Sarnoff da RCA são exemplos deste controle. Ambos receberam ajuda financeira inicial de Kuhn, Loeb & Company e Morgan Guaranty.

Estes são os pintores oficiais do panorama da Instituição cujos empregos são o de assegurar que o público não descubra o CFR e seu papel em criar uma ditadura socialista mundial.

Você se recordará que o Coronel House acreditava que devemos ter dois partidos políticos mas uma só ideologia. O Socialismo de um só Mundo. Isto é exatamente o que temos neste país hoje [veja mapa 8]. Embora haja diferenças filosóficas entre os patriotas democratas e os patriotas republicanos, ainda que você se mova nas escadas do partido estas diferenças se tornam menos e menos distinguíveis, até finalmente as escadas desaparecerem por trás da cortina de notícias gerenciada pela Instituição e se unam no ápice sob o controle do CFR. Em 1968, quando George Wallace manteve que não havia um centavo de diferença válida entre os dois partidos, ele pode não ter sabido o quanto ele estava certo e o porque.

Mapa 8

Controle dos Partidos Políticos

Democratas Republicanos

Dean Acheson CFR Dwight Eisenhower

Alger Hiss John Foster Dulles

Adlai Stevenson Managed News Curtain Thomas E. Dewey

John Kennedy Jacob Javits

Edward Kennedy Paul Hoffman

Robert Kennedy Robert McNamara

Averell Harriman John Gardner

George Ball Henry Cabot Lodge

Henry Fowler Rockefellers

Dean Rusk Elliot Richardson

Adam Yarmolinsky Arthur Burns

John K. Galbraith Henry Kissinger

Arthur Schlesinger, Jr. Richard Nixon

Hubert Humphrey

John Lindsay

Democrata Republicano

A seguir estão os chamados democratas que tem sido ou agora estão como agentes do CFR: Dean Acheson, Alger Hiss, Adlai Stevenson, John Kennedy, Robert Kennedy, Edward Kennedy,* Averell Harriman, George Ball, Henry Fowler, Dean Rusk, Adam Yarmolinsky, Huber Humphrey e John Lindsay.

(*Comitê Boston)

É interessante notar estas recompensas dos empregos confortáveis eram dadas pelos banqueiros internacionais a muitos homens altos no governo de Lyndon Johnson pelos serviços deles. O sub-secretário de Estado George Ball foi para  Lehman Brothers; o Secretário do Tesouro Henry Fowler foi levado para Goldman, Sachs & Co.; o Diretor do Orçamento Peter Lewis, o sub-secretário do Tesouro Frederick Deming e o antigo Secretário de Comércio C. R. Smith todos evitaram as linhas de dinheiro para serem escolhidos por Lazard Freres (Rothschilds). Fowler e Deming foram grandemente responsáveis pelas políticas que levaram as nações européias a exigirem metade de nosso ouro [ e tendo afirmações potenciais para exigirem o resto] bem como por desudar o Tesouro dos EUA de todas as reservas de prata que tinham sido construídas durante um século Os banqueiros internacionais tiveram piedade desses homens pela incompetência deles ou eles foram recompensados por um trabalho bem feito?

No controle do partido republicano para o C.F.R. tem estado Dwight D. Eisenhower, John Foster Dulles, Thomas E. Dewey, Jacob Javits, Robert McNamara, Henry Cabot Lodge, Paul Hoffman, John Gardner, o clã Rockefeller, Elliott Richardson, Arthur Burns, Henry Kissinger e Richard Nixon.* Conquanto seja verdade que cada governo americano desde Roosevelt tenha sido dominado pelo CFR, o governo de Nixon tem batido todos os recordes ao indicar mais de 110 membros do CFR para posições chave. Henry Kissinger, o “Coronel” House do governo Nixon, veio ao seu emprego diretamente da equipe do CFR. Kissinger representa o verdadeiro oposto de tudo que Nixon disse em sua campanha. Tanto os Liberais quanto os  Conservadores admitem que Kissinger é o homem mais importante do governo Nixon.

(*Richard Nixon agora afirma que ele não mais pertence ao CFR, tendo saído quando a organização tornou-se um assunto em sua campanha primária para o governo da Califórnia em 1962. Nixon nunca tem dito porque ele saiu, mas o fato de que ele tenha indicado mais de 110 membros do CFR para posições importantes em seu governo fala por si próprio. Não deve ser surpresa que o mesmo Nixon que fez campanha em 1968 como um conservador já tinha tornado sua posição real muito clara para os INTERNOS e o CFR ao autorar um artigo na revista do CFR, Assuntos Externos, em outubro de 1967. O titulo de Os membros do Conselho [Sobre Relações Exteriores este artigo “A Ásia depois do Vietnã” revelou como o aspirante a presidência Nixon abriria uma nova política em direção da China Vermelha e traria “realismo” a nossa política externa asiática. O Relatório Anual do CFR de 1952, admitiu que algumas vezes membros em posições sensíveis eram forçados a irem para o subterrâneo e manter secreta sua afiliação.)

Administrações, Democratas e Republicanas, vão e vem mas o CFR se imiscui em todas elas. Isto é o porque quanto mais as coisas parecem mudar, elas permanecem as mesmas. A correção está no topo, onde o mesmo grupo de Internos, desejosos do controle do mundo, dirigem o show. Como admite o Professor Quigley:

“Eles existem, e tem existido por uma geração uma rede internacional que opera, em alguma extensão, do modo que os radicais de direita acreditam que os comunistas operem. De fato, esta rede, que podemos identificar como Grupos da Mesa Redonda, não tem aversão em cooperar com os comunistas ou com qualquer outro grupo, e frequentemente faz assim”

Sim, os Internos não tem aversão a trabalhar com os comunistas cuja meta ostensiva é a de destrui-los. Enquanto os Internos estão servindo champanhe e caviar a seus convidados em mansões de veraneio em Newport. ou entretendo outros membros da elite social a bordo de seus iates, seus agentes estão lá fora escravizando e assassinando pessoas, E vocês são os próximos na lista deles.

Claramente, o editorial do Chicago Tribune de 9 de dezembro de 1950, sobre o C.F.R. ainda se aplica:

“Os membros do Conselho das Relações Exteriores são pessoas de muito mais que uma influência média na comunidade deles. Eles tem usado o prestígio que a riqueza deles, a posição social deles, e a educação deles tem dado a eles para liderarem o país por meio da bancarrota e debacle militar. Eles devem olhar para as mãos deles. Há sangue nelas – o sangue seco da última guerra e o sangue fresco da atual [a guerra da Coréia] (sacrifício humano)

Isto continua sem izer que nas mãos do CFR estão agora ainda mais o sangue de 50.000 americanos no Vietnã. Vergonhosamente,  o Conselho tem continuado a promover, como política externa americana, o embarque de ajuda americana e comércio para o arsenal do Leste europeu do Viet Cong para matar nossos filhos no campo.

Não deve ser surpreendente saber que há um nível internacional, um equivalente organizacional do CFR. Este grupo se auto-denomina Bilderbergers. Se dificilmente um americano em mil está familiarizado com o CFR, é duvidoso que um em 5.000 tenha qualquer conhecimento dos Bilderbergers. Novamente, isso não é acidental.

O nome estranho desse grupo é tomado do local do primeiro encontro em maio de 1954 –   Hotel de Bilderberg – em Oostebeek, Holanda. O homem que criou os Bilderbergers é sua Magestade Real o Príncipe Bernhard da Holanda. O Príncipe é uma figura importante no Royal Dutch Petroleum (Shell Oil) e na Societe General de Belgique, um enorme conglomerado cartel com holdings mundiais. Os Bilderbergers se encontram uma ou duas vezes por ano. Aqueles que comparecem incluem principais figuras politicas e financeiras dos EUA e Europa Ocidental. O Príncipe Bernhard não faz nenhum esforço para ocultar o fato que o máximo objetivo dos Bilderbergers seja o governo mundial. Enquanto isso, enquanto a nova ordem mundial está sendo construída, os Bilderbergers coordenam os esforços das elites de poder americanas e européias.

A contraparte do Príncipe Bernhard entre os Bilderbergers americanos é David Rockefeller, presidente da diretoria do CFR, cuja base econômica é o gigante Banco Chase Manhattan e a Standard Oil. Entre outros Bilderbergers do mundo das finanças ultra altas estão o Barão Edmund de Rothschild da Casa de Rothschild, C. Douglas Dillon (CFR.) do Dillon Read & Co., Robert McNamara do Banco Mundial, Sir Eric Roll de S.G. Warburg & Co., Ltd., Pierce Paul Schweitzer do FMI, e George Ball (CFR) do Lehman Brothers.

Nem todo mundo que comparece a um dos encontros secretos dos Bilderbergers é um INTERNO, mas somente homens da esquerda tem permissão para assistirem aos encontros privados que seguem as sessões gerais. Os abertamente Partidos Socialistas da Europa estão bem representados – um outro exemplo da ligação entre os Internos das altas finanças e os ostensivos líderes do proletariado. A política dos Bilderberg não é planejada por estes que comparecem as conferências, mas pela elite do comitê de direção de Internos composto por 24 europeus e 15 americanos. Membros americanos  passados e presentes deste comitê de direção dos Bilderberger incluem George W. Ball, Gardner Cowles, John H. Ferguson, Henry J. Heinz 11, Robert D. Murphy, David Rockefeller, Shepard Stone, James D. Zellerbach, Emelo G. Collado, Arthur H. Dean, Gabriel Hauge, C. D. Jackson, George Nebolsine, Dean Rusk e General Walter Bedell Smith. Aqueles que aderem a teoria acidental da história afirmarão ser uma forte coincidência que cada um destes membros passados ou presentes do Comitê de Direção dos Bilderberger é ou foi membro do CFR.

O Comitê de Aconselhamento dos Bilderberger forma até mesmo um círculo mais interno do que o Comitê de Direção. Os americanos no Comitê de aconselhamento incluem Joseph E. Johnson, Dean Rusk, Arthur H. Dean, George Nebolsine, John S. Coleman, General Walter Bedell Smith e Henry J. Heinz II. Novamente, todos membros do CFR.

Alguém presumiria [isto é, se não tivesse lido este livro] que quando os principais parlamentares do mundo e magnatas internacionais se encontram para discutir o planejamento das várias políticas externas de seus países, que os falcões dos noticiários [jornais e televisões] estariam bradando aos céus que um tal evento realizado em sigilo ridiculariza o processo democrático. Poderiamos esperar que Walter Cronkite estivesse trovejando em ira sobre uma claque de elite se encontrando para planejar nossas vidas; ou que os editorialistas do New York Times estivessem tirando fumaça de suas máquinas de escrever denunciando “o direito público de saber”. Mas, de fato, os pintores do panorama meramente afastam da existência os Bilderbergers e focalizam a atenção pública em algo como as condições nas prisões ou as garrafas de coca-cola sujando as rodovias. Já que os Bilderbergers são um grupo de esquerda [ou, como os liberais na media podem dizer, mas não o fazem, “um grupo de progressistas”] eles tem permissão para continuar em paz e planejar quietamente para 1984. O fato que haja a pesada influência de Rockefeller (Banco Chase Manhattan e CFR) na media pode também ter algo a ver com o fato que conquanto todo mundo tenha ouvido sobre, vamos dizer a Sociedade John Birch (e quase sempre de uma maneira menosprezante da Instituição Oriental da Media], praticamente ninguém tem ouvido sobre os Bilderbergers.

O Príncipe Bernhard da Holanda, o chefe do secreto movimento para um só governo mundial, conferencia com o Presidente Nixon. Um antigo nazista SS stormtrooper (“tivemos muita diversão”), Bernhard agora trabalha com os Rothschilds e os comunistas para promover um Super Estado Mundial da elite. Bernhard mantém encontros anuais secretos com altos oficiais dos EUA, banqueiros e industriais para mapear planos para unir os EUA e a União Soviética em um governo mundial. Depois do último encontro, Nixon desvalorizou o dólar e abriu o comércio com a China Vermelha.

Edmond e Guy de Rothschild, líderes do clã francês dos Rothschild. Os Rothschilds são intimamente ligados ao Príncipe Bernhard em negócios (Royal Dutch Shell) e na construção de um super governo mundial com os soviéticos. O Time de 20 de dezembro de 1963 diz sobre Guy: “Guy é totalmente um Rothschild. Ele personifica muito do que o nome de sua família representa. Ele é amigo e confidente e alguns politicos franceses. Sobretudo, ele está dedicado a aumentar a fortuna do banco dele. Guy lidera um clã versátil dos Rothschilds dos dias modernos.” Edmond, reputadamente o mais rico dos Rothschilds franceses, tem pessoalmente 500 milhões de dólares, segundo sua própria estimativa.

Enquanto este livro é escrito, tem havido 29 encontros dos Bilderberger até hoje. Eles geralmente duram três dias e são realizados em lugares afastados. Os participantes são hospedados em um local e são protegidos por uma rede de segurança. As decisões são alcançadas, as resoluções adotadas, os planos de ação iniciados, mas somente os  Bilderbergers sabem com certeza o que aconteceu. Devemos assumir que estas pessoas não se reunem meramente para discutir seus exercícios de golfe. A imprensa, naturalmente, não tem permissão de estar presente, embora ocasionalmente uma breve conferência de imprensa é realizada no fim do encontro ao tempo em que as notícias são dadas em termos muitos gerais da versão dos Bilderberger do que foi discutido. Porque todo este segredo se nada há que esconder? Porque as fundações Ford, Rockefeller e Carnegie financiam os encontros se eles não são importantes? Sim, porque?

O encontro mais recente aconteceu no Woodstock Inn em Woodstock, Vermont, de Laurance Rockefeller, no período de 23 a 25 de abril de 1971. Aparentemente apenas um jornal trouxe uma história substancial sobre o encontro, foi o Rutland, Vermont, Herald, cujo repórter pode adquirir apenas pequena informação sobre o que se tratava o encontro. A matéria de 20 de abril de 1971 do Herald relatou:

“Uma tampa mais que apertada de sigilo estava sendo mantida sobre a conferência. Um encontro a portas fechadas foi realizado em Woodstock na semana passada para instruir umm punhado de oficiais locais sobre algumas fases da conferência. Um dos participantes do encontro insistiu na segunda-feira que foi dito aos oficiais que o encontro seria “uma conferência de paz internacional”. Contudo, outras fontes confiáveis disseram que a conferência lidará com as finanças internacionais”.

O Woodstock Inn será aparenemente lacrado como Fort Knox. Nenhuma cobertura de imprensa será permitida, com a exceção da divulgação de uma declaração no final do encontro no domingo.”

Quando o Príncipe Bernhard chegou ao Aeroporto Logan de Boston, ele admitiu aos repórteres que o assunto da conferência seria “uma mudança no papel mundial dos EUA” Não é bom ter mudanças no papel da América no mundo decidido pelos Bernhard, Rothschild e Rockefeller? Há uma real democracia em ação, como eles dizem. Presente no cenário para levar de volta as ordens para Mr. Nixon estava o garoto de recados do C.F.R.- Rockefeller , o conselheiro número um do presidente para assuntos externos, Henry Kissinger. Logo depois do encontro em Woodstock, dois hominosos eventos de mudança de papel ocorreram: Henry Kissinger foi a Pequim e arranjou a aceitação da China Vermelha como membro da família das nações comerciantes;  e uma crise monetária internacional se desenvolveu depois que o dólar foi desvalorizado. Como escreveu o homem de Estado britânico e confidente de Rothschild Benjamin Disraeli em Coningsby: “Como você vê,meu caro Coningsby, o mundo é governado por personagens muito diferentes do que é imaginado por aqueles que não estão por trás das cenas.”

6. OS ROCKEFELLERS  OS VERMELHOS

O mais importante americano destes “personagens diferentes” que governam o mundo por trás das cenas são os Rockefellers. O clã Rockefeller relatadamente tem trabalhado com os Rothschilds e seus agentes desde os anos de 1880, quando o original John D. arranjou para obter um desconto em cada barril de petróleo que ele e seus competidores embarcavam pelas estradas da Pennsylvania e Baltimore & Ohio controladas por Kuhn, Loeb & Co.. Esta tem sido uma parceria lucrativa desde então, embora pareça ter havido áreas nas quais as duas dinastias financeiras competem.

O envolvimento dos Rockefellers com seus supostos inimigos mortais, os comunistas, remonta a revolução bolchevista. Durante a década de 1920 Lenin estabeleceu sua Nova Política Econômica [a mesma que Mr. Nixon aplicou ao seu pacote de controle de políticas de redimentos] quando os supostamente odiados capitalistas foram convidados de volta para a RÚSSIA.

Os Internos do Federal Reserve-CFR começaram a empurrar para abrir a Rússia Comunista aos comerciantes americanos logo depois da revolução. Contudo, naquele tempo, a opinião pública era tão altamente contrária aos bolchevistas por causa de seu barbarismo que foi a política oficial do governo dos EUA não lidar com o governo fora da lei. Os EUA não reconheceram oficialmente os bolchevistas até 1933. Enquanto isso, a economia soviética estava em ruínas e o povo morria de fome. Os comunistas teriam desmoronado se não fossem ajudados pelos Internos. Os bolchevistas foram originalmente salvos do colapso por Herbert Hoover (CFR) que levantou dinheiro para comprar comida que foi apropriada por Lenin e seus gangsters. Eles usavam isto como um instrumento para subjugar os camponeses famintos que tinham estado resistindo a seus recentemente impostos mestres escravizadores. Conquanto o gesto humanitário de Hoover tenha salvo o regime comunista, a economia russa ainda estava em um caos total. Então vieram os Vanderlips, Harrimans e Rockefellers. um dos primeiros a ajudar foi Frank Vanderlip, um agente dos Rockefellers e um dos conspiradores da Ilha Jekyl, presidente do Primeiro National City Bank de  Rockefeller, que comparou Lenin a George Washington. (Louis Budenz, The Bolshevik Invasion of The West, Bookmailer, p.115)

Os Rockefellers designaram seu agente de relações públicas, Ivy Lee, para vender ao público americano a idéia que os bolchevistas eram meramente idealistas mal comprendidos que realmente eram um tipo de benfeitores da humanidade.

Professor Antony Sutton da Instituição Hoover da Universidade de Stanford, nota em seu livro de alta autoridade  “Western Technology and Soviet Economic Development”:

“Muito previsivelmente, 180 páginas depois, Lee conclui que o problema comunista é meramente psicológico. Por este tempo ele estava falando sobre os russos [não comunistas] e conclui que “eles todos estão certos”. Ele sugere que os EUA não devem se engajar na propaganda; faz uma súplica para uma coexistência pacífica; e sugere que os EUA descobriria ser uma boa política reconhecer a USSR e adiantar créditos.” (Antony Sutton, Western Technology and Soviet Economic Development, 1917-1930, Hoover Institution on War, Revolution and Peace, Stanford University, Calif., 1968, p.292)

Depois da revolução bolchevista, Standard de New Jersey comprou 50% dos enormes campos de petróleo  Nobel do  Cáucaso, até mesmo embora a propriedade tenha teoricamente sido nacionalizada. (O’Connor, Harvey, The Empire Of Oil, Monthly Review Press, New York, 1955, p.270.)

Em 1927, Standard Oil de New York construiu uma refinaria na Rússia, portanto ajudando os bolchevistas a colocarem de pé sua economia. O Professor Sutton afirma: “Este foi o primeiro investimento americano na Rússia desde a revolução .” (Ibid, Vol.1, p.38)

Logo depois a Standard Oil de New York e sua subsidiária, Vacuum Oil Company, concluiram um acordo para comercializar o petróleo soviético nos países europeus e foi relatado um empréstimo de 75 milhões de dólares aos bolchevistas. (National Republic, Sept.1927.)

Temos sido incapazes de descobrir se a Standard Oil foi até mesmo teoricamente expropriada pelos comunistas. Sutton escreve:

“Apenas concessões ao telégrafo dinamarquês, a pesca japonesa, concessões de carvão e petróleo e o arrendamento da Standard Oil permaneceram depois de 1935.” (Ibid, Vol.11, p.17.)

Onde quer que seja que vá a Standard Oil, o Banco Chase National certamente segue. (O Banco Chase dos Rockefeller mais tarde se uniu ao Banco Manhattan de Warburg para formar o atual Banco Chase Manhattan.) Em ordem de resgatar os bolchevistas, que supostamente eram um arqui-inimigo, o Banco Chase National foi instrumental em estabelecer a Câmara de Comércio russo-americana em 1922. O presidente da câmara foi Reeve Schley, um vice-presidente do Banco Chase National. (Ibid, Vol.11, p.288) Segundo o Professor Sutton: “Em 1925, negociações entre o Chase e o Prombank se estenderam além do financiamento de matérias primas e mapearam um programa completo para financiar as exportações das matérias primas soviéticas para os EUA e as importações de algodão e maquinário dos EUA. (Ibid, Vol.11, p.226) Sutton também relata que “O Banco Chase National e o Equitable Trust Company foram líderes nos negócios de crédito soviético.” (Ibid, p.277)

O Banco  Chase National de Rockefeller esteve envolvido em vender obrigações bolchevistas nos EUA em 1928. As organizações patrióticas denunciaram o Chase como uma “cerca internacional”. O Chase foi chamado uma “desgraça para a América”. Eles irão a qualquer altura para ganhos de poucos dólares.” (Ibid, Vol.11, p.291) O congressista Louis McFadden, presidente do Comitê de Bancos da Câmara manteve em uma fala ao seus companheiros congressistas:

“O governo soviético tem recebido fundos do Tesouro dos EUA pela diretoria do Federal Reserve e bancos do Federal Reserve agindo por meio do Banco Chase e Guaranty Trust Company e outros bancos na cidade de New York.

Abertos os livros de Amtorg, a organização de comércio do governo soviético em New York, e de Gostorg, o escritório geral da Organição de Comércio Soviética, e do Banco Estatal da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas você ficará surpreso ao ver quanto do dinheiro americano tem sido retirado do Tesouro dos EUA em benefício da Rússia. Descubra que negócios tem sido transacionados para o Banco Estatal da Rússia Soviética por seu correspondente, o Banco Chase de New York.
(Congressional Record, June 15, 1933.)

Mas aparentemente os Rockefellers não estavam sozinhos em financiar o braço comunista da conspiração dos Internos. Segundo o Professor Sutton “há um relato nos arquivos do Departamento de Estado que indicam Kuhn, Loeb & Co. (a casa financeira mais antiga e importante em New York) como os financiadores do primeiro Plano de Cinco Anos . (Veja U. S. State Dept. Decimal File, 811.51/3711 and 861.50 FIVE YEAR PLAN/236.” (Sutton, op. cit., Vol. II, p. 340n.)

O Professor Sutton prova conclusivamente em sua obra de três volumes sobre a União Soviética que ele foi quase que literalmente fabricada pelos EUA. Sutton cita um relato de Averell Harriman para o Departamento de Estado de junho de 1944 como declarando:

“Stalin pagou tributo a assistência prestada pelos EUA a indústria soviética antes e durante a guerra. Ele disse que dois terços de todos os grandes emprendimentos industriais na União Soviética tinham sido construídos com a ajuda ou assistência técnica dos EUA. .” (Sutton, op. cit., Vol.11, p.3.)

Lembre-se que este foi o tempo quando os soviéticos já tinham estabelecido uma extensa rede de espionagem nos EUA e o jornal comunista Daily Worker regularmente pedia a destruição de nossa liberdade e a sovietização da América.

Sutton mostra que dificilmente haja um segmento da economa soviética que não seja resultado da transferência do Ocidente, particularmente da tecnologia americana.

Isto não pode ser inteiramente o resultado de um acidente. Por 50 anos a turma de Internos-Federal Reserve-CFR-Rockefeller tem advogado e realizado políticas destinadas a aumentar o poder de seu satélite, a União Soviética. Enquanto isso, a América gasta 75 bilhões de dólares por ano em defesa para se proteger de um inimigo que os Internos estão construindo.

O que tem sido verdadeiro no passado é ainda mais válido hoje. O líder em promover a transferência da tecnologia e crescente ajuda e comércio com os comunistas é o CFR.

Em 7 e outubro de 1966, o Presidente Lyndon Johnson, um homem que tinha indicado um membro do C.F.R. para virualmente cada uma das posições estratégicas de seu governo, afirmou:

“Pretendemos pressionar as autoridades legislativas para negociarem acordos de comércio que podem estender um tratatamento tarifário mais favorecido aos estados comunistas europeus. Reduziremos os controles de exportação no comércio Leste-Oeste a respeito de centenas de itens não estratégicos.”

O New York Times relatou uma semana depois em 13 de outubro de 1966:

“Os EUA colocaram em vigor hoje uma das propostas do Presidente Johnson para estimular o comércio Leste-Oeste ao remover restrições sobre a exportação de mais de 400 comodidades para a União Soviética e o Leste Europeu.”

Entre as categorias dos itens que foram selecionados estão vegetais, cereais, forragem, couros, borracha crua e manufaturada, polpa e restos de papel, texteis e fibras texteis, fertilizantes crus, metais e sucata, petróleo, gás e derivados, compostos e produtos quimícos, corantes, remédios, fogos, detergentes, materiais plásticos, produtos de metal e maquinário, e instrumentos científicos e profissionais.”

Virtualmente cada um desses itens “não estratégicos” tinha um uso direto ou indireto na guerra. Mais tarde, itens tais como compostos para limpeza de rifles, equipamento eletrônico e de radar foram declarados não estratégicos. Uma metralhadora ainda é considerada estratégica e portanto não pode er embarcada para os comunistas, mas as ferramentas para fazer a metralhadora e os químicos para propulsão das balas tem sido declarados não estratégicos. Enquanto isso, aproximadamente 50.000 americanos tem morrido no Vietnã. Os vietcongs e os norte-vietnamitas recebem 85% de seus materiais de guerra da Rússia e de nações do bloco soviético. Já que suas economias são incapazes de sustentar uma guerra, o braço comunista da conspiração precisou de ajuda do braço capitalista financeiro. Os EUA tem estado financiando e equipando ambos os lados da terrível guerra vietnamita, matando nossos próprios soldados por um intermediário. Novamente, os pintores do  panorama na media de massa tem ocultado do público americano o conhecimento desses fatos.

Não surpreendentemente, os Rockefellers tem sido os líderes no patrocínio dese comércio de sangue. Em 16 de janeiro de 1967, um dos artigos mais incríveis apareceu em um jornal no jornal diário da Instituição, o New York Times. Sob a manchete “Eaton se Une aos Rockefellers para Incentivar o Comércio com os Vermelhos” o artigo afirmou:

“Uma aliança de fortunas familiares ligando Wall Street e o Meio Oeste está indo tentar construir pontes econômicas entre o mundo livre e a Europa comunista. A Corporação Internacional de Economia Básica [IBEC], controlada pelos irmãos Rockefeller e a Tower International, Inc., chefiada por Cyrus S. Eaton Jr., financiador em Cleveland, planejam cooperar em promover o comércio entre os países da Cortina de Ferro, incluindo a União Soviética.”

IBEC é dirigida por Richard Aldrich, neto do golpista do Federal Reserve Nelson Aldrich, e Rodman Rockefeller (CFR), filho de Rocky 5. Em 20 de outubro de 1969, IBEC anunciou que N M Rothschild & Sons de  Londres tinham entrado em uma parceria  com a firma.

Cyrus Eaton Jr. é o filho do notório pró soviético Cyrus Eaton, que começou sua carreira como secretário de John D. Rockefeller. É acreditado que a subida ao poder de Eaton no mundo das finanças seja o resultado do apoio de seu mentor. O acordo entre a Tower International e o IBEC continua uma velha aliança. Embora o nome de Eaton não apareça nas listas de afiliação ao CFR, o Comitê Reece que investigou as fundações para o congresso em 1953, descobriu que Eaton era um membro secreto.

Entre os itens “não-estratégicos” que o eixo Rockefeller Eaton está indo construir com os comunistas estão dez fábricas de bens de borracha, incluindo duas fábricas de borracha sintética que valem 200 milhões de dólares. Mr. Eaton explica em um artigo do Times: “Estas pessoas estão criando novas fábricas de automóveis e sabem que vão precisar de fábricas de pneus”. Sob o governo Nixon que, ao contrário das promessas de campanha, tinha multiplicado o comércio com os Vermelhos dez vezes, as preocupações americanas estão construindo a maior fábrica de caminhões para os comunistas. Os caminhões são necessários para a máquina de guerra de uma nação e as fábricas de caminhões podem ser convertidas em fábricas de tanques como foi feito durante a segunda guerra mundial.

Além disso, os Rockefellers e os Eatons estão contruindo uma fábrica produtora de alumínio de 50 milhões de dólares para os Vermelhos. Alumínio para aviões a jato é considerado “não estratégico” sob a doutrina Johnson-Nixon. Até mesmo mais incrivelmente, o Times revela:

Nelson Rockefeller sauda Khrushchev, o infame “carniceiro de Budapest.” As famílias Rockefeller e Eaton agora tem unido forças para construirem fábricas de produção de guerra por trás da Cortina de Ferro de forma que os comunistas possam se tornar uma ameaça maior a sobrevivência dos EUA. A América gasta 70 bilhões de dólares anualmente ostensivamente em defesa e então os Rockefellers constróem fábricas de alumínio para os comunistas. Somente a ausência de uma declaração formal de guerra no Vietnã evita que os Eatons e os Rockefellers sejam processados por traição. Eles tem o sangue de aproximadamente 50.000 homens a serviço dos EUA em suas mãos.

Quando os ditadores comunistas visitam os EUA eles não visitam os trabalhadores ou os líderes das uniões trabalhistas, mas se encontram com os líderes industriais. Há pouca, se alguma, tentativa dos ditadores vermelhos em se identificarem com a classe trabalhadora. Aqui Nikita Khrushchev sauda o industrial pró comunista Cyrus Eaton. Eaton começou sua carreira nos negócios como secretário de John O. Rockefeller e a família Rockefeller é acreditada ser grandemente responsável por sua fortuna.

“No mês passado, Tower International alcançou um tentador acordo com a patente soviética e a organização de licenciamento, Licensintorg, cobrindo futuros licenciamentos e transações de patentes. Até agora, disse Mr. Eaton, os russos tem deixado de comprar e vender licenças e patentes para a Amtorg Trading Corporation, a agência oficial soviética neste país para promover o comércio soviético-americano.”

Isto significa que os Rockefellers e os Eatons tem um monopólio de transferência de capacidade tecnológica para os supostos inimigos dos super ricos, a União Soviética. Segundo o Times:

“Mr. Eaton reconheceu as dificuldades que os representantes da Amtorg tinham encontrado aqui ao tentar arranjar acordos de licenciamento com companhias americanas. “Como você pode imaginar, é quase impossível para um russo andar até o departamento de pesquisa de uma companhia americana aeroespacial e tentar arranjar para comprar uma patente”, ele disse.

Certamente cada americano leal dirá a si mesmo, “Bem, espero em Deus que os soviéticos não possam mesmo ir a nossas fábricas de defesa e comprarem uma patente.” Os Rockefellers e os Eatons tem resolvido este problema para os comunistas. Agora, ao invés de lidar com uma agência oficial do governo soviético, os americanos devem se preocupar de estar lidando com os Rockefellers. Enquanto isso, aproximadamente 50.000 americanos tem morrido no Vietnã, muitos deles mortos por armas que os Rockefellers direta ou indiretamente forneceram aos nossos declarados inimigos. Somente o tecnicalismo da falta de uma declaração formal de guerra evita que o comércio de sangue americano dos Rockefellers seja processado por traição.

Então pela compra das patentes para os comunistas os Rockefellers estão virtualmente a cargo da pesquisa e desenvoolvimento da máquina militar soviética, permitindo que os soviéticos produzam em massa desenvolvimentos americanos. A transferência de tal conhecimento é até mesmo mais importante do que a venda de armas. Um processo que pode ter custado uma década para ser desenvolvido por uma corporação americana é transferido in toto para os comunistas. Faz sentido gastar 75 bilhões de dólares anual em defesa e então deliberadamente aumentar o potencial fazedor de guerra de um jurado inimigo? Isto é o que fazem  Mr. Rockefeller e os Internos.

Já que os Rockefellers tem contratado para arranjar patentes para os soviéticos eles são, por definição do dicionário, agentes comunistas. Não seria mais acurado definir os comunistas como agentes de Rockefeller?

Indicativo disso foi um estranho evento que ocorreu em outubro de 1964.  David Rockefeller, presidente do Banco Chase Manhattan e presidente da diretoria do CFR, tirou umas férias na União Soviética. Este é um lugar peculiar para o maior imperialista mundial tirar férias já que muito da propaganda comunista lida com tirar toda a riqueza de David dele e distribui-la para ‘o povo”. Uns poucos dias depois que Rockefeller terminou suas férias no Kremlin, Nikita Khrushchev foi convocado para umas férias em um resort no Mar Negro para saber que havia sido despedido. Que estranho! Até onde o mundo sabia,  Khrushchev era o ditador absoluto do governo soviético e, mais importante, chefe do Partido Comunista que dirige a União Soviética. Quem tem o poder de despedir um homem que supostamente é o ditador absoluto? Será que David Rockefeller viajou a União Soviética para despedir um empregado?  Obviamente, a posição de premier na União Soviética é uma figura que representa o verdadeiro poder que reside em outro lugar. Talvez em New York.

Por cinco décadas os comunistas tem baseado a propaganda deles no tema que eles irão destruir os Rockefellers e outros super-ricos. Ainda que descubramos que por cinco décadas os Rockefellers tem estado envolvidos na construção da força dos soviéticos. Somos supostos acreditarmos que estes cartelistas internacionais fazem isso porque eles são tolos ou cheios de cobiça. Isto faz sentido? Se um criminoso sobe e desce as ruas gritando a seus pulmões que tão logo ele obtenha uma arma ele vai matar Joe Doaks, e você sabe que Doaks está secretamente dando armas ao criminoso, uma das duas coisas deve ser verdade. Ou Doaks é um tolo ou tudo isto é uma mera representação e o criminoso secretaente trabalha para Doaks. Os Rockefellers não são tolos.

Enquanto David dirige a extremidade financeira da dinastia Rockefeller, Nelson dirige a política. Nelson gostaria de ser Presidente dos EUA. Mas, infelizmente para ele, ele é inaceitavel pela vasta maioria dos patriotas de seu próprio partido. Mas a próxima coisa melhor a ser presidente é controlar o presidente. Nelson Rockefeller e Richard Nixon supostamente são amargos competidores políticos. Em um sentido eles são, mas isto não evita que Rockefeller exerça domínio sobre Mr. Nixon. Quando Mr. Nixon e Mr. Rockefeller competiam pela indicação republicana em 1968,  Rockefeller naturalmente preferia ter ganho o premio, mas a despeito de quem vencesse, ele controlaria o mais alto oficial na terra.

Você se recordará que exatamente no meio de desenhar a plataforma republicana em 1960, Mr. Nixon repentinamente deixou Chicago e voou a New York para se encontrar com Nelson Rockefeller no que Barry Goldwater descreveu com “A Munique do Partido Republicano”. Não havia razão política pela qual Mr. Nixon precisasse engatinhar até Mr. Rockefeller. Ele tinha a convenção toda costurada. O Chicago Tribune comparou isto com Grant rendendo-se a Lee.

Em “The Making of the President”, 1960, Theodore White notou que Nixon aceitou todos os termos de Rockefeller para este encontro, inclusive as determinações que “Nixon telefone pessoalmente para Rockefeller e solicite um encontro; que eles se encontrassem no apartamento de Rockefeller; que o encontro deles fosse secreto e mais tarde fosse anunciado em uma divulgação a imprensa pelo governador, não por Nixon; que o encontro fosse claramente anunciado como tendo ocorrido por solicitação do vice-presidente; que a declaração da política deste encontro seria longa, detalhada, inclusiva e não um comunicado sumário.”

O encontro produziu o infame “Compacto da Quinta Avenida” no qual a plaforma do Partido Republicano foi rasgada e substituida pelos planos socialistas de Rockefeller. O Wall Street Journal de 25 de julho de 1960, comentou: “um pequeno grupo de conservadores dentro do partido – está enfiado nas linhas secundárias – os quatorze pontos de fato são muito liberais; eles compreendem uma plataforma aparentada de muitas maneiras [a plataforma dos Democratas e eles são um grito muito mais longo de coisas que os homens conservadores pensar que o Partido Republicano defenderia]”, como Theodore White coloca:

“Nunca tinha o assalto quadrienal liberal dos regulares sido mais nuamente dramatizado do que o compacto aberto da Quinta Avenida. Seja qual for a honra que eles possam ter sido capazes de realizar por seus serviços no comitê da plataforma tinha sido dizimado. O encontro de uma única noite dos dois homens no milionário apartamento triplex na Bailonia-sobre o-Hudson, a 830 milhas de distância, foi sobre supera-los; eles foram expostos como palhaços para todo mundo ver.”

A história inteira por trás do que aconteceu no apartamento de  Rockefeller sem dúvida nunca será conhecida. Podmos apenas fazer educadas suposições a luz dos eventos subsequentes. Mas é óbvio que desde aquele tempo Mr. Nixon tem estado na órbita de Rockefeller.

Depois de perder para Kennedy por um mínimo, Mr. Nixon, contra seus desejos, e a pedido (ou ordem) de Rockefeller, concorreu a governador da Califórnia e perdeu. [para mais detalhes, veja o livro do autor “Richard Nixon: The Man Behind The Mask”.) Depois de perder para Pat Brown na eleição governamental da Califórnia em 1962, Nixon tinha universalmente sido consignado ao monturo político. Ele deixou sua prática como advogado na Califórnia e foi para New York, onde se mudou como um vizinho de Nelson Rockefeller, o homem que suposta era seu arqui-inimigo, para um apartamento de cem mil dólares por ano de propriedade de Rockefeller. Então Mr. Nixon foi trabalhar na firma de advocacia do advogado pessoal de Mr. Rockefeller, John Mitchell, e nos seguintes seis anos passou a maior parte de seu tempo viajando pelo país e pelo mundo, inicialmente reconstruindo sua reputação política e então em 1968 fazendo campanha para sua indicação republicana. Ao mesmo tempo, segundo sua própria declaração financeira, sua renda líquida multiplicou-se muitas vezes e ele se tornou bem rico. Nelson Rockefeller, (e seus cologas da Instituição Liberal Oriental], que ajudaram a tornar Nixon aceitável para os conservadores ao parecer se opor a ele, resgataram Nixon do esquecimento político e o tornaram Presidente dos EUA. Não faz sentido que Mr. Nixon, o homem de ambição apaixonada cuja carreira tinha afundado até o poço, tivesse feito alguns acordos para alcançar sua meta? E ele não adquiriu maciças dívidas políticas em troca de ser sido feito presidente pela Instituição Liberal Oriental?

Quando Nixon deixou Washington, ele, por sua própria declaração, tinha pouco mais que um velho automóvel Oldsmobile, o respeitavel casaco republicano de Pat, e uma pensão do governo. Enquanto na prática da advocacia Nixon tinha um rendimento de $200.000 dólares por ano, do qual mais da metade era para pagar o apartamento no edifício de Rocky. Por 1968, ele relatou seu patrimônio líquido como 515.830 dólares enquanto atribuia um valor de apenas 45 mil dólares a sua sociedade na crescentemente florescente firma de advocacia. Pode ser que o frugal Mr. Nixon adquiriu um capital de investimento depois dos impostos que decolou para 858.190 em bens ao fielmente colocar seus trocos em um cofrinho. Então novamente, pode ter sido parte do acordo de Nixon com Rockefeller e os Internos que os problemas pessoais de pobreza de Mr. Nixon deviam ser resolvidos. O Presidente é obviamente um agente não livre.

O homem que a maioria concorda seja o mais poderoso na administração sobre assuntos de política doméstica é o Advogado Geral John Mitchell. Mitchell, que tem sido um sócio legal de Nixon, serviu como gerente de campanha em 1968 e relatadamente servirá nesta capacidade em 1972. O Wall Street Journal de 17 de janeiro de 1969 revelou que Mitchell foi o advogado pessoal de Rocky. Os pintores do panaroma da Instituição tem entalhado uma imagem de Mitchell como um tipo policial rígido de inclinação conservadora. Paece que na realidade Mitchell nada mais é que um outro agente de Rockefeller.

Richard Nixon foi eleito Presidente com uma plataforma que prometeu parar o recuo da América diante de um mundo comunista. Ainda que ele tenha indicado Henry Kissinger, um homem que representava o oposto das posições assumidas por Nixon durante a campanha,  para uma posição que é virtualmente  presidente assistente. Então é surpreendente que Mr. Nixon tenha feito exatamente o oposto do que prometeu durante sua campanha de 1968?

Como Mr. Nixon veio a escolher um ultra-liberal para ser o seu conselheiro número um em política externa? Nos é dito pela revista Time que Mr. Nixon encontrou Kissinger em um coquetel dado por Clare Boothe Luce durante os feriados de natal de 1967. Mr. Nixon supostamente ficou tão impressionado pela participação de Kissinger naquele coquetel que o indicou para a posição mais poderosa em sua administração. Mr. Nixon teria que ser estúpido para ter feito isso; e Mr. Nixon não é estúpido. A indicação de Kissinger foi arranjada por Nelson Rockefeller. (Salt Lake City Desert News, March 27, 1970.) Kissinger tinha servido por cinco anos como conselheiro pessoal sobre asuntos externos para Rockefeller e ao tempo de sua indicação ele estava servindo como um membro pago do CFR.

A fantástica demonstração de Mr. Nixon foi aplaudida por Lyndon Johnson no  Washington Star de 1o. de dezembro de 1971. O jornal afirma:

“O ex Presidente Lyndon B. Johnson reconhece que Richard Nixon, como um presidente Republicano, tem sido capaz de realizar algumas coisas que os presidentes democratas não podem ter”.

“‘Você apenas não pode ver o tumulto,’ a ser perguntado durante uma recente entrevista , ‘se eu tinha sido responsável por Taiwan ter sido expulsa da ONU? Ou se eu tinha imposto a erosão dos controles nacionais sobre preços e salários? ‘

“‘Nixon tem obtido isso,’ele observou, com um tom avaliador em sua voz.  ‘Se eu tivesse tentado fazer isso, ou Truman, ou Humphrey, ou qualquer democrata, teriamos sido esmagados.'”

Nelson Rockefeller e Richard Nixon teoricamente são inimigos políticos, mas Rocky arranjou a eleição de 1968 de forma que se ele não pudesse ser o presidente, alguém que ele controlasse o seria. A família Rockefeller por meio de seu Banco Chase Manhattan e outras entidades tem sido grandes benfeitores da União Soviética até mesmo desde a revolução comunista na Rússia. Durante a campanha, Nixon prometeu parar os embarques de materiais de guerra da América para o Vietnã do Norte via o bloco comunista europeu porque estes suprimentos estavam sendo usados para matar soldados americanos. Mas grande parte deste comércio é controlada pelos Rockefellers e Nixon tem se contradito e multiplicado tal comércio. A imprensa, muito naturalmente, permanece silenciosa sobre a morte dos soldados americanos por um intermediário.

O patrão e seus dois empregados – os três mosqueteiros do CFR – Rocky, Presidente Nixon e Henry Kissinger. Kissinger de Harvard foi feito o virtual presidente assistente por Rockefeller em cuja equipe ele serviu por doze anos. Kissinger também tinha sido da equipe do CFR exatamente antes de se unir ao governo Nixon. Kissinger era a própria personificação de tudo que Nixon denunciou em sua campanha de 1968. Isto explica porque Nixon tem se contradito em tantas posições. Entre aqueles a aplaudir o movimento para a esquerda de Mr. Nixon está Alger Hiss, o espião comunista que Richard Nixon ajudou a condenar (Chicago Tribune, 25 de outubro de 1971.  Foi o Caso Hiss que tirou Nixon da obscuridade para o Senado, a vice presidência e eventalmente, a Casa Branca).

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Published in: on setembro 9, 2008 at 8:14 pm  Deixe um comentário  
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