OVNIs e UFOs na água

USOs Ojetos Não Identicados Submersos

escrito por: B J Booth

fonte

“Dark Object” de Don Ledger e Chris Styles, Dell Publishing, ISBN: 0-440-23647-9

Uma das áreas mais menosprezadas do enigma UFO é a investigação dos USOs [OBJETOS NÃO IDENTIFICADOS SUBMERSOS]. Há casos muito bem documentados de UFOs em, ao redor e sob os oceanos e lagos de nosso planeta.

Nesta discussão, tentaremos pesquisar estes casos, e com esperança, lançar alguma luz no mistério escuro dos USOS.

O Acidente de Shag Harbor, Nova Scotia, 1967

Um evento extraordinário em 1967 praticamente colocaria a pequena vila pesqueira de Shag Harbor no mapa. Localizada na ponta sul da Nova Scotia, esta comunidade rural seria a anfritriã de um dos eventos UFO melhores documentados dos últimos trinta anos. Recebendo seu nome por causa do “shag”, um pássaro da família dos cormorões, a baía foi deixada fora da maioria dos mapas do tempo, mas tudo seria mudado de uma vez por todas. Esta pequenina comunidade pesqueira sempre tinha tido suas histórias… histórias de gigantes serpentes do mar, lulas comedoras de homens, e navios fantasma. A lista da cor local veria mais uma outra adição; uma história de uma visita de uma misteriosa nave voadora de origem desconhecida. Esta nave visitaria as águas de Shag Harbor, permanentemente estampando o nome da vila aos olhos públicos.

A primeira indicação desta misteriosa ocorrência viria de residentes locais que perceberam estranhas luzes alaranjadas no céu, na noite de 4 de outubro de 1967. A maioria das testemunhas concordou que houve quatro luzes alaranjadas naquele anoitecer. Cinco adolescentes observaram estes flashes de luz em sequência e as luzes então subitamente mergulharam em um ângulo de 45 graus na direção da superfície das águas. As testemunhas estavam surpresas que as luzes não mergulhassem dentro da água, mas pareciam flutuar sobre a água, aproximadamente a meia milha do litoral. As testemunhas inicialmente pensaram que elas estivessem observando um trágico acidente de avião, e rapidamente relataram a Polícia Montada Real Canadense, que estava localizada em Barrington Passage. Ironicamente, o Policial da Polícia Montada Ron Pound já havia testemunhado ele próprio as estranhas luzes quando dirigia na Rodovia 3 a caminho de Shag Harbor. Pound sentiu que ele estava vendo quatro luzes, todas anexadas a uma única nave voadora. Ele estimou que a nave devia ter uns sesenta pés de comprimento.

O policial Pound foi até o litoral para ver mais de perto a vista fenomenal. Ele estava acompanhado pelo Cabo da Polícia Victor Werbieki, o policial Ron O’Brien, e outros residentes locais. Pound claramente viu uma luz amarela vagarosamente se movendo sobre a água, deixando uma espuma amarelada em seu caminho. Todos os ohos estavam colados na luz, até que isso se movesse distante demais para ser vista, ou mergulhada nas águas geladas. O Cutter da Guarda Costeira  #101 e outros botes locais correram para o ponto do avistamento, mas ao tempo em que eles chegaram, a luz havia desaparecido. Nada mais pôde ser encontrado naquela noite e a busca foi suspensa às 3:00 AM. A Real Polícia Montada correu um exame de tráfego para o Centro de Coordenação de Resgate em Halifac, e o radar do NORAD em Baccaro, Nova Scotia. Foi dito a eles que não foi relatado nenhuma aeronave perdida naquela noite, seja civil ou militar.

No dia seguinte, o Centro de Coordenação de Resgate preencheu um relatório para a sede das Forças Canadenses em Ottawa. Este relatório afirmava que algo havia atingido a água em Shag Harbor, mas o objeto era de origem desconhecida. O HMCS Granby recebeu ordens para ir a Shag Harbor, onde mergulhadores procuraram no fundo do oceano por vários dias, mas sem resultados positivos. A história do misterioso acidente em Shag Harbor morreu tão rapidamente quanto tinha começado. Isto é, até 1993. Quando a história original se apagava dos jornais e noticiários, várias teorias foram apresentadas. Uma explicação era a de que uma espaçonave russa tinha se acidentado, o que explicaria a presença de um submarino russo na área. Havia também um rumor do envolvimento americano na investigação de acompanhamento, mas não houve declaração oficial dos EUA.

O incidente de Shag Harbor teria um novo alento de vida por meio dos esforços do investigador da MUFON Chris Styles. O caso o intrigou tanto que ele decidiu procurar por mais detalhes. Styles descobriu os nomes de muitas das tstemunhas originais através dos recortes de jornal, e foi capaz de entrevistar muitas delas. Styles foi auxiliado pelo investigador da MUFON Doug Ledger. Este dois homens descobririam alguma evidência extremamente compelente por meio de suas entrevistas. Eles descobriram que quando os mergulhadores do Granby terminaram seu trabalho, o caso não estava de todo encerrado. Os mergulhadores, juntamente com outras testemunhas, relataram estes eventos; o objeto que mergulhou nas águas da baía tinha logo deixado a área de Shag, viajando sob a água por umas 25 milhas para um ponto chamado Government Point, que fica perto de uma base de detecção de submarino. O objeto foi localizado pelo sonar lá, e vasos da marinha foram posicionados acima dele. Depois de um par de dias, os militares estavam planejando uma operação de salvamento, quando um segundo UFO se uniu ao primeiro. A crença comum naquele tempo era que a segunda nave havia chegado para prestar ajuda à primeira.

A este tempo, a Marinha decidiu esperar e observar. Depois de aproximadamente uma semana monitoranddo os dois UFOs, alguns dos vasos foram chamados para investigar um submarino russo que tinha entrado em águas canadenses. A este ponto, as duas naves submersas fizeram seu movimento. Elas fizeram seu caminho para o Golfo do Maine, e colocaram distância entre elas e os navios da Marinha que as caçavam; eles chegram a supérfície e dispararam no céu. Estes eventos extraordinários foram corroborados por muitas testemunhas, tanto civis quanto militares.  Infelizmente, os relatos foram dados confidencialmente. O pessoal ex militar temia a perda de suas pensões e as testemunhas civis temiam o ridículo e sua privacidade ser invadida. Os eventos não usuais de Shag Harbor comandam um importante lugar no estudo dos UFOs. Há pouca duvida que algo desconhecido caiu nas águas de Shag Harbor em 4 de outubro de 1967.

******

Aliens Sob o Mar

fonte: jornal Daily Mail  (Reino Unido)
Data de publicação: 11 de novembro de 2000

Extraído de UNEARTHLY DISCLOSURE de Timothy Good, publicado por Century

Timothy Good 2000

Esqueça UFOs, alguma coisa muito estranha está acontecendo no Caribe. Os objetos submersos não identificados são a mais recente ameaça espacial? Julgue você mesmo os fatos.

Esta é a mais estranha teoria alien. Seres do espaço externo estabelecendo bases secretas na Terra, e viajando em naves que são muito como um lar sob o mar exatamente como o são nos céus. Além da crença? Mas um novo livro expondo esta idéia é escrito por uma das autoridades mundiais mais respeitadas sobre UFOs, Timothy Good, e suas descobertas são sustentadas por um dos principais homens militares britânicos, o Almirante aposentado da Frota Lord Hill-Norton. Aqui, no início de dois artigos, Good estabelece seu caso. Leia e tire suas conclusões…

Na manhã de 4 de setembro de 1971, quatro membros do Instituto Nacional Geográfico da Costa Rica estavam voando em um bimotor a 10,000 pés acima de Lake Cote, perto do vulcão Arenal, cujo acesso é proibido pelo Estado Centro Americano. Uma câmera especial mapeadora estava colocada sob o avião deles. Ela era automática e de grande formato, e a cada vinte segundos tomava uma outra fotografia do lago abaixo.

Quando as fotografias foram relevadas, uma das fotos mostrou o que parecia ser um disco metálico  de aproximadamente 160 pés [48,7 metros] de diâmetro, que tinha acabado de sair, ou estava a ponto de entrar, no lago. Ela tinha ficado desfocada e tinha feito uma manobra súbita no instante em que a foto foi tirada.

O objeto não aparecia nem na tomada anterior nem depois. Exames do negativo eliminaram truques de luz como explicação. O que os geógrafos tinham visto era um fenômeno extraordinário mas muito pouco conhecido – um objeto submerso não identificado [USO], que tem sido relatado há séculos. O que poucas pessoas entendem é que os USOs tem sido relatados a muito tempo.

Algumas vezes, como no misterioso incidente do Lake Cote, um UFO pode ser visto se transformando em um  USO e vice-versa.

O Lake Cote é extremamente profundo e tem havido inúmeros outros relatos de naves desconhecidas entrando ou saindo dele. Os pescadores locais, que passam horas no lago, tem visto vários objetos sob eles, com luzes coloridas. Algumas vezes o movimento destes objetos tem feito com que os homens percam o equilíbrio e se arrisquem a cair na água. Eles também tem sido culpados pela redução na população dos peixes.

Em uma manhã, por volta das 9 AM, dois homens ouviram um barulho metálico vindo do lago e viram um objeto emergir com a forma de um submarino com três domos em seu topo. Ele ficou lá por uns poucos segundos e então disparou na direção das montanhas ao norte.

Outros USOs tem sido vistos em lagos e mares abertos ao redor do mundo, algumas vezes aparecendo a luz, algumas vezes profundamente submersos, algumas vezes apenas sob a superfície, algumas vezes deslizando sobre a água – e algumas vezes, como em Lake Cote, entrando ou saindo.

Evidentemente, muitas vezes os objetos que estamos acostumados a chamar de UFO podem tão facilmente viajar na água tanto quanto no ar.

Em uma noite de 6 de novembro de 1973, um encontro único com um USO ocorreu fora da costa da América. Pescadores em Pascagoula, Mississippi, o relataram, e os guardas costeira o confirmaram. Houve nove testemunhas. O objeto era circular ou elíptico em forma, tinha aproximadmente 3,7 metros de comprimento e lançava um raio de uma luz âmbar. Os dois pescadores que deram o alarme disseram que ele se parecia “um mini submarino’ e que planou aproximadamente 1,20 metro sob eles na água. Ele estava tão perto que eles tentaram atingi-lo com seus remos. Contudo, a cada vez que eles tentavam fazer contacto, a luz sumia e reaparecia em outra posição. Quando os oficiais da guarda costeira foram chamados, eles também, tentaram atingir o USO. Eles tiveram sucesso e relataram que objeto, fosse o que fosse, era metálico. Os guardas costeira fizeram anotações detalhadas. O objeto, eles disseram, tinha uma forma como um paraquedas e se movia na velocidade de seis a oito nós, prontamente mergulhando para águas mais profundas. A intensidade de sua luz variava de nada a um brilho que as vezes era brilhante demais para se olhar. Quando uma tocha era iluminada para ele, a luz se apagava até que o raio fosse removido. “o fenômeno observado não era consistente com qualquer peixe conhecido, outra vida marinha ou luz de fonte conhecida”, concluiu o relatório da guarda costeira.

Então o que estava na água e porque estava lá?

*******

Há um lugar no mundo onde os relatos de UDOs são particularmente frequentes e particularmente estranhos.

de  Paul Stonehill*

Porto Rico, a chamada Ilha do Encantamento do Caribe, fica em um canto da área que se tornou conhecida como o Triângulo das Bermudas, famoso pelos desaparecimentos de navios e barcos, e pelo avistamento de ‘discos voadores’. É lá, nesta antiga colônia os EUA, cuja política e defesa são ainda inextrincavelmente ligadas a América, que grande parte da minha pesquisa sobre o fenômeno USO tem se concentrado.

Uma grande quantidade de atividade estranha ao redor da ilha tem se centralizado nos 28.000 acres de floresta tropical montanhosa conhecida como El Yunque, na costa nordeste.

Jose Orlando Golis, que trabalha para o governo porto-riquenho, vive perto de El Yunque. ‘Muitas pessoas tem visto UFOs voando sobre a água perto da superfície’, ele me contou. ‘Uma vez, a 1 hora da manhã, vimos um com muitas luzes coloridas voando perto do mar apenas acima da superfície.”

‘De início pensamos que fosse um barco. Parecia estar escuro embaixo e tinha luzes – a maioria era  vermelha mas outra era azul, no nível superior. Então ele fez um ângulo e se moveu para cima. Fez um som de zumbido e pareceu se dirigr para El Yunque.’

Felix Rivera é um mergulhador de uma companhia de salvamento baseada perto da Estação Aero-Naval Americana que faz fronteira com El Yunque, uma das muitas bases americanas na ilha. Ele me confirmou que UFOs e USOs tem sido frequentemente observados pelo pessoal militar americano.

‘SEALs da Marinha – as forças especiais de elite da América – tem visto USOs aqui’, ele revelou. “Alguns tem me dito que estas coisas frequentemente se aproximam de barcos, então disparam para longe. Elas se movem rápido demais sob a água para serem nossos.”

Um outro “ponto quente” de atividade é fora da costa sudoeste. Em uma área conhecida como Cayo Margarita, 15 milhas no Atlântico, muitos pescadores, bem como pilotos particulares e comerciais afirmam terem visto USOs entrando e emergindo do mar. O pescador Aristides Medina disse: ‘Uma vez, eu estava pescando tarde da noite e dois deles passaram sob o meu barco, radiando uma luz azul. Em outras ocasiões, eu os tenho visto quando emergem da água e voam para longe em grande velcidade”.

Ele também os tem visto mergulhando na água – e sempre na mesma área do mar. Seria como se os objetos tivessem preferências definidas de que parte do oceano eles escolherem para emergir e entrar.

Um avistamento notavelmente vívido foi relatado por um mergulhador chamado Inocencio Cataquet. Ele estava na água fora de Pena Blancas no nordeste da ilha quando encontrou o que pareceu ser uma nave submersível em forma de disco, jazendo no leito do mar. A nave parecia estar camuflada com um material similar a areia em ordem se misturar com suas cercanias. Perto dela estava um objeto retangular, com um cabo transparente, que se movia ao redor na água. Como se reagisse à presença dele, o cabo foi subitamente retraído. Amedrontado, Cataquet correu para a superfície – a tempo de ver o disco emergir da água com um alto som de zumbido e voar pra longe.

O que está acontecendo aqui? Se estranhas naves metálicas estão emergindo das águas ao redor de Porto Rico em algo como uma base regular, é inconcebível que as autoridades militares não estejam cientes disso. Algumas das bases americanas na área tem exatamente o tipo de equipamento necessário para rastrear um objeto do desconhecido. Por exemplo, há um enorme aerostato, ou balão amarrado com uma corda, que voa 15.000 pés acima da costa sodoeste da ilha, com instalações de radar penduradas sob ele que monitoram o tráfego aéreo. Um número de testemunhas afirma ter visto estranhos objetos voadores na vizinhança.

Porto Rico também é o lugar do único radio-telecóspio em Arecibo, uma cratera natural transformada em tigela parabólica de uma gigantesca antena receptora.  É o maior e mais sensível telescópio do mundo. Um dos papéis reconhecidos de Arecibo é o de um posto de audição para formas de vida alienígenas transmitindo do espaço externo. O projeto é conhecido como  SETI – a Busca por Inteligência Extraterrestre.

Ainda que, ironicamente, naves e seres não usuais tenham sido relatados ao redor do próprio radio observatório. Um grande objeto em forma de bumerangue foi visto ‘pendurado’ sobre o telescópio. Uma noite, testemunhas viram um enorme disco no céu, seguido de três objetos de forma triangular.

Será uma verdade paradoxal que, enquanto SETI procura seres extraterrestres a anos luz de distância, eles estejam operando em sua própria porta?

Em uma visita ao local em janeiro de 1999, entrevistei o Dr Jost Alonso do observatório. Ele me disse que muitas pessoas locais acreditam que o observatório seja um foco de atividade alienígena. “Este é um assunto complicado” ele disse. “Algumas vezes penso que experimentos militares sejam responsáveis pelo que as pessoas estão vendo. Há pessoas que dizem que é um acobertamento do governo americano. Quanto aos aliens, estatisticamente, tem que haver alguma coisa. Há entre 200 a 400 bilhões de estrelas em nossa galáxia e 10% delas são do mesmo tipo do nosso sol. Se existem outras formas de vida, é somente uma questão de tempo e de tecnologia antes que o contacto seja feito.”

Certamente, o sítio de Arecibo é um foco para fenômenos estranhos. Um dos mais estranhos aconteceu em março de 1993, quando um antigo piloto da British Airways, Graham Sheppard, vivenciou um misterioso “deslocamento lateral” tirando-o milhas do curso, enquanto voava sua leve aeronave Cessna 172 perto do telescópio. Sheppard, um navegador experiente cuja experiência tem quatro décadas, e inclui voar 747s, descreve este como o momento mais desnorteante de sua carreira. “Depois de passar acima do telescópio, um sentimento de desconforto e crescente confusão veio sobre mim. Passaram-se sem nenhuma idéia de minha posição, mas eu estava confiante que a costa oeste logo apareceria no ângulo direito do meu curso. Recordo-me do choque de ver a linha costeira, não no ângulo direito do meu curso, mas paralelo. Tornou-se alarmentemente claro que eu estava voando ao longo da costa sul. O erro de navegação aqui é enorme e deve ser impossível”, ele conta.

Uma video câmera a bordo confirma que a bússola de giro de Sheppard foi estabelecida para manter corretamente seu curso original. Esta câmera também confirma que ele estava voando a 2.200 pés – ainda que de algum modo ele tenha passado sobre montanhas com altura superior a 3.900 pés. Os instrumentos da aeronave pareciam normais, e mais tarde exames atmosféricos descartaram um vento frenético que pudesse te-lo soprado fora do curso. Nenhum dos pilotos para quem tenho enviado registros deste vôo pôde racionalizar o deslocamento.

Sir Mark Thomson, um antigo piloto a jato da Marinha Real que tem tomado um estreito interesse nos estranhos eventos ao redor de Porto Rico, está tão surpreso quanto impressionado. “Esta é uma das mais importantes peças de evidência que eu tenho visto. Não há explicação em nossas leis de física”, ele disse.

Pode um tal deslocamento aéreo estar ligado aos desaparecimentos que tem feito de toda a área do Triângulo das Bermudas  uma área tão notória – tal como o vôo dos bombardeiros-torpedos Grumman Avenger que desapareceram fora da costa da Flórida exatamente depois da Segunda Guerra Mundial?

Em Porto Rico, há aqueles que relatam incidentes que são igualmente sinistros e inexplicáveis. Entrevistei dois grupos de testemunhas que, em duas ocasiões distintas, em 1988, afirmam terem observado quando os jatos F-14 Grumman da Marinha dos EUA foram aparentemente ‘capturados ou de alguma forma absorvidos em meio vôo por uma grande aeronave desconhecida que eles estavam perseguindo”.

Talvez isso soe como fantasia. Mas em uma ocasião, ao menos, parece que objeto que causou um tal desaparecimento pode ter sido capturado pelo radar americano.

`MAYDAY, Mayday. Podemos ver um objeto estranho em nosso curso. Estamos perdidos. Mayday. Mayday’

Esta chamada desesperada veio às oito horas da noite [hora local] em 28 de junho de 1980. Jose Luis Maldonado Torres, um piloto de 31 anos que estava voando um avião Ercoupe 415-D, juntamente com um piloto estudante de 22 anos, indo de Santo Domingo para San Juan, o principal aeroporto de Porto Rico.

Tenho ouvido a fita de algumas transmissões Mayday do Ercoupe, vazada por uma fonte da Administração Fedral de Aviação, e a ansiedade dos pilotos é clara.

`Um estranho objeto em nosso curso nos fez mudar o curso já por três vezes diferentes… temos algo estranho a nossa frente… Estamos certos que novamente é a mesma coisa, senhor…’

Depois destas palavras, os pilotos não foram ouvidos novamente. Uma busca aérea e marítima não encontrou qualquer traço. Contudo, uma pista tantalizante reside no relatório oficial sobre o incidente.

Durante o alerta Mayday, a Estação Aero-Naval dos EUA em Roosevelt Roads em Porto Rico estava em contacto com os controladores de tráfego aéreo em San Juan. As 8.16pm, 11 minutos depois de última comunicação do Ercoupe, os americanos fizeram um intrigante comentário: “parece que podemos ver uns poucos deles lá fora…”

O que significava esta mensagem críptica? Isto sugere que a estação aérea tinha feito vários contactos por radar na área onde o avião desapareceu. Um deles, com certeza, era o Ercoupe. Mas o que eram os outros? Pode algum deles ter sido do estranho objeto, a coisa desorientadora que aparentemente engolfou o avião condenado?

Uma possibilidade é a de que a Marinha dos EUA tem estado monitorando seja qual for o estranho fenômeno que causou o desaparecimento do avião.

Jorge Martin, o principal investigador UFO da ilha, tem um importante contacto destro dos militares, um oficial de alto escalão ligado a Marinha dos EUA. Desta fonte, aprendemos que as autoridades americanas ficam cada vez mais alarmadas depois de um número de aeronaves militares, bem como aviões particulares, que desaparecerem na área a noroeste de Porto Rico como o Canal de San Juan.

Uma profunda rachadura no chão do oceano, o ponto mais inferior deste grande abismo estando a 30.000 pés de profundidade, muito mais sob o mar que o Monte Evereste está acima dele. Aqui está o ponto mais profundo do Oceano Atlântico. As pressões da água do mar lá esmagariam qualquer criatura da superfície, e qualquer submarino, exceto aqueles espacialmente construídos pelo homem.

Segundo a fonte de Martin, a Marinha e a Força Aérea descobriram que, em bases regulares, uma enorme nave em forma de disco sai do mar no canal, algumas vezes ficando estacionária sobre uma grande coluna de água antes de desaparecer ou submergir novamente. Se isto não fosse suficientemente desconcertante, há mais. Os pilotos que recebem ordens de abordar o objeto, têm seus jatos explodidos silenciosamente e desaparecem em pleno ar. Podem estas declarações perplexantes serem verdadeiras? E se são, que segredo terrível se esgueira sob o oceano?

Uma extensão de 100 milhas de água aberta divide Porto Rico da sua ilha vizinha, a República Domenicana. Esta extensão é conhecida como a Passagem Mona. Quase a meio caminho dela, a algumas 45 milhas a oeste do último cabo de Porto Rico, fica uma pequena ilha circular, inabitável. Seu nome é Ilha Mona. Ao tempo de sua última comunicação, o perdido avião Ercoupa estava exatamente a leste da ilha Mona.

Outras tripulações que atravessam a área tem relatado anomalias afetando o posicionamento delas. Um piloto de uma aeronave leve notou “um giro incontrolável” de sua bússola.

O oficial naval relacionado a Jorge Martin oferece uma explicação notável. Suas revelações sobre a Ilha Mona são bizarras, extraordinárias e quase além da crença. Mas quando eu mostrei meu dossiê de evidência ao Almirante de Frota britânica, Lord Hill-Norton, ums das figuras militares britânicas mais respeitadas, ele não teve hesitação em endossar meus achados.

******

UFOs em Águas Soviéticas

Source: http://www.anomalist.com/reports/sovietufo.html

O Centro de Pesquisa Ufológica Russa tem obtido uma coleção de interessantes testemunhos de relatos de avistamentos dos arquivos secretos da Marinha Soviética. Estes arquivos tem alegadamente sido inacessíveis, até mesmo depois da queda da União Soviética, até recentemente.

Em agosto de 1965, uma tripulação do navio vapor RADUGA, enquanto navegava no Mar Vermelho, observou um fenômeno não usual. A aproximadamente duas milhas de distância, uma esfera feroz emergiu sob a água e planou sobre a superfície do mar, o iluminando. A esfera tinha um diâmetro de 60 metros e planava sobre o mar em uma altitude de 150 metros. Um gigantesco pilar de água se elevou quando a esfera emergiu do mar e caiu uns momentos depois.

Em dezembro de 1977, não longe da Ilha Novy Georgy, a tripulação do pesqueiro [traineira]  VASILY KISELEV também observou algo bem extraordinário. Se elevando verticalmente de sob a água estava um  objeto em forma de donut [rosquinha]. Seu diâmetro era de aproximadamente entre 300 e 500 metros. Ele planou em uma altitude de quatro a cinco quilômetros. A estação de radar da traineira imediatamente se tornou inoperante. O objeto planou sobre a área por três horas e então desapareceu instantaneamente.

O testemunho de Alexander G. Globa, um homem do mar do GORI, um petroleiro soviético, foi publicado na revista Zagadki Sfinksa (publicação # 3, 1992) em Odessa. Em junho de 1984, GORI estava no Mediterrâneo, a vinte milhas náuticas do Estreito de Gibraltar. As 16 horas, Globa estava a serviço e com ele estava o segundo em comando, S. Bolotov. Eles estavam de pé em observação na extensão da asa esquerda da ponte quando ambos observaram um estranho objeto policromático. Quando o objeto estava pela popa, ele parou repentinamente.  S. Bolotov estava excitado, sacundindo seus binóculos e gritando: “é um disco voador, um disco real, meu Deus, olhe logo, olhe!”

Globa olhou pelos seus próprios binóculos e viu, na distância sobre a popa, um objeto de forma achatada [isto me parece uma frigideira de cabeça para baixo]. O UFO estava brilhando com um briho metálico acizentado. A parte inferior da nave tinha uma precisa forma redonda, seu diâmetro não era maior que vinte metros. Ao redor da porção inferior dele, Globa observou “ondas” de protuberâncias na placa externa. A base do corpo do objeto consistia em dois hemi discos, o menor no topo; eles vagarosamente giravam em direções opostas. Na circunferência do disco inferior Globa observou inúmeras luzes brilhantes como contas. A atenção do homem do mar estava concentrada na parte inferior do UFO. Isto parecia que era liso, suave, sua cor aquela de uma gema de ovo, e no meio disto Globa discerniu uma mancha redonda como um núcleo. Na borda da parte inferior do UFO, que era facilmente visível, estava algo que se parecia um cano. Isto brilhava com  um cor rósea de brilho não natural, como um lâmpada de néon. O topo do meio do disco era coroado por algo de forma triangular. Parecia que isto se movia na mesma direção do disco inferior, mas em um passo muito menor.

Repentinamente, o UFO pulou várias vezes, como se movido por uma onda invisível. Muitas luzes iluminaram sua porção inferior. A tripulação do GORI tentou atrair a atenção do objeto usando um projetor de sinal. Mas a este tempo, o Capitão Sokolovky já estava no escritório com seus homens. Ele e seu segundo em comando estavam observando o objeto intensamente. Contudo, a atenção do UFO foi distraída por um outro navio, que se aproximava do lado esquerdo. Este era um navio árabe de carga, em seu caminho para a Grécia. Um minuto e meio depois, o objeto mudou sua trajetória de vôo, se inclinou a direita e ganhou velocidade subindo rapidamente. Os homens do mar soviéticos observaram que quando ele se elevou pelas nuvens, aparecendo e desaparecendo novamente, ele ocasionalmente brilharia nos raios do sol. A nave então se acendeu, como um fusível e partiu instantaneamente.

******

Jim Speiser    http://www.ufocasebook.com/usstiru.html

A questão então é proposta frequentemente, porque não mais testemunhas militares se apresentam publicamente e fornecem nomes, datas e lugares? Certamente eles realmente não estão intimidados por tais ameaças vazias como JANAP 146-E, que fornece pesadas multas e sentenças de prisão por quebra de silêncio sobre um avistamento militar UFO. Certamente eles entendem a importância científica de seus avistamentos, que transcende qualquer consideração nacionalista ou militar. Se mais testemunhas militares se apresentarem, não é possível que eles não sejam realmente o que ufologistas dedicados nos tem feito acreditar? Esta é uma pergunta que me tenho feito.

ParaNet está profundamente em débito e honrada pelo usuário Bill Cooper de Fullerton, Califórnia, por isto, o primeiro relato conhecido de uma avistamento múltiplo militar que ocorreu a bordo do submarino  USS Tiru em 1966.

Em 1966 durante o mês do Festival Rose no Noroeste do Pacífico dos EUA, o USS Tiru SS-416 deixou Pearl Harbor em direção a Seattle, Washington. O subamarino atracou em um pier civil perto da área do centro de Seattle e milhares de pessoas visitaram o submarino durante sua estada em Seattle. Depois de seu serviço como “navio show” ele continuou para uma área atrás da baía onde realizou testes de torpedo. Acredito que esta área era chamada baía dabob mas não estou certo da pronúncia.

Incluo a informação acima porque isto deve ser mais fácil de pesquisar. Durante o cruzeiro de Pearl Harbor para Seattle, cinco tripulantes tiveram uma experiência não usual. Dunrante um tardio anoitecer o submarino estava cruzando na superfície a aproximadamente 10 nós quando o observador da esquerda relatou um contacto estranho no alcance de 2 milhas e relativo a 315 graus. O observador se recusou a falar ao OOD o que foi que ele tinha visto e ao invés insistiu que o observador de estibordo e o OOD deviam olhar a área.

Os três homens olharam pelos seus binóculos na direção da área e ficaram atônitos ao verem uma nave metálica maior que um campo de futebol cair das nuvens dentro do oceano. Ela realmente caiu pouco a pouco e quando atingiu a água e mergulhou sob a água, enormes geisers de água se elevaram no ar. Quando o observador da esquerda estava certo de que os outros a tinham visto, ele então contou ao ODD que ele tinha visto isto sair do oceano para as nuvens.

O OOD e o observador de estibordo ficaram sem fala. Dentro de uns poucos minutos contudo, todos eles ficaram excitados quando isto novamente se elevou de água e mergulhou na camada de nuvens. Ao mesmo tempo, um membro de tripulação abaixo interrogou a ponte sobre um contacto por radar na mesmo alcance e posição. O sonar também relatou estranhos ecos. O OOD chamou o Capitão para vir a ponte daquela vez. Ele também pediu uma câmera que foi enviada a ponte. O Capitão chegou na ponte dentro de dois minutos e o Oficial Chefe da Intendência estava com ele e com a câmera. Quase ao mesmo tempo o objeto emergiu das nuvens a caiu no oceano. Todos os cinco homens testemunharam isto. O oficial da Intendência tirou fotos quando isto se elevou das nuvens e então caiu de novo no oceano.

Os cinco homens obervaram por mais um tempo longo mas nada aconteceu. Logo o submarino se moveu fora do alcance visual e o Capitão disse a todas as testemunhas que elas nunca podia discutir o que tinham visto com qualquer pessoa e sob qualquer circunstância. Ele afimou que o incidente era informação classificada. O capitão então foi para baixo e enviou uma mensagem de rádio. Não havia dúvidas sobre o que havíamos visto. Era uma nave de metal com maquinário sobre e ao redor dela. Parecia ter janelas ou lentes colocadas em seu perímetro. Não fez qualquer barulho que pudéssemos ouvir. Ela não perturbou os sistemas elétricos do submarino nem afetou a bússola de giro. Parecia muito como um “navio” redondo voador e no mar ia como um navio.

Tinha a forma de um disco com uma tijela invertida no disco e era enorme. Eu nunca esquecerei enquanto viver. Quando primeiro vi esta nave acredito que meu coração parou de bater e fiquei aterrorizado. O nome do OOD era Ensign Ball. O observador a estibordo era uma marinheiro nativo americano que a tripulação chamava Geronimo. O observador da esquerda era um novo homem que deixou o submarino logo depois que voltamos a Pearl Harbor e seu nome era Cooper. Não lembro do nome do Capitão nem o do oficial da intendência.

Esta é a primeira vez que menciono isso desde que o capitão nos disse que era informação classificada. Até onde sei, isto nunca foi relatado ao público. Deve ser fácil verificar os fatos se você puder obter uma cópia do diário de bordo e/ou contactar outras testemunhas. Os nomes não devem ser difíceis de encontrar no diário do navio. Eu era o homem da esquerda. Devo dizer que senti um grande desconforto ao postar isto, muito com o senti no Vietnã, quando minha vida esteve em grande perigo.

****

Aqui está um artigo recente sobre a presença UFO ao redor de Porto Rico, incluindo mais atividade USO:

Relato Científico Confirma a Presença Alien em Porto Rico?

de Jorge Martin     http://www.paranoiamagazine.com/alienpuertorico.html

Muitos dos objetos não identificados e fenômenos anômalos luminosos se originam na zona sul da ilha de Vieques, entrando e saindo do mar.

O objeto estava sugando a água do mar, e a água estava girando como uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, vinha de debaixo do objeto.

Dr. Mark Carlotto recententemente tornou público um excelente relatório e análise científica de várias anomalias que aparecem em vídeos das missões dos transportadores espaciais STS-48 e STS-80. (veja  Anomalous Phenomena In Space Shuttle Mission Sts-80 Video in Dr. Carlotto’s ‘New Frontiers in Science’ web page – newfrontiersinscience.com).

Algo que chamou a nossa atenção mais especiicamente naquele relatório foi o evento que ele identifica como o vídeo F-1 da missão STS-80, que se origina, segundo as descobertas do Dr. Carlotto, em uma área localizada a leste de Porto Rico, especificamente na zona sul da ilha de Vieques.

A ‘anomalia’ consiste em um grande objeto luminoso que parecia sair do mar no ponto localizado ao sul da ilha de Vieques, e ascende ao espaço, tudo enquanto estava sendo registrado pela câmera do transportador. Na medida em que ele se aproxima do transportador espacial, o objeto se inclina a sua esquerda e desaparece de vista.

Em nosso último livro de lingua inglesa, “Vieques:Uma Cobertura UFO Caribenha de Terceiro Grau”, relato sobre muitos incidentes relacionados UFO/ alien que tem ocorrido nesta mesma área. Acreditamos que os achados do Dr. Carlotto relativos ao evento F-1 são muito importantes porque confirmam a situação que temos estado relatando já a cinco anos: muitos dos objetos não identificados e fenômenos luminosos anômalos descritos no livro se originam precisamente na mesma zona, entrando e saindo do mar.

Tem havido muitos de tais importantes incidentes relatados pelos policiais do Estado de Porto Rico bem como pelos policiais municipais de Vieques, pessoal de segurança da Marinha, empregados do governo municipal de Vieques, e oficiais, pescadores, pilotos, protestantes civis pacifistas e muitos residentes.

A Ordem Secreta Especial do Presidente Clinton

Depois das prisões de muitos protestantes civis em Vieques em 4 de maio de 2000, outros eventos ocorreram, alguns dos quais surpreenderam  até mesmo os líderes políticos de Porto Rico. Um de tais eventos foi o bloqueio feito ao redor de Vieques por navios da guarda costeira dos EUA, não permitindo que os pescadores de Vieques fossem ao mar para ganhar seu sustento diário.

Um popular programa de rádio em Porto Rico, “Fuego Cruzado” (Crossfire), que analisa assuntos políticos e sociais, questionou a ação tomada pela guarda costeira. Durante o programa, o painelista Carlos Gallis, um analista pró independência, perguntou sob que ordens a guarda costeira dos EUA agiu de tal maneira, já que normalmente eles não são autorizados a fazerem um bloqueio.

Logo se tornou conhecido que a guarda costeira estava agindo sob uma ordem classificada divulgada pelo Presidente William Clinton, que declarou a zona de Vieques como “…uma em estado de rebelião.”  Porque atos pacíficos de desobediência civil seriam considerados atos de rebelião?, perguntaram os painelistas.

A chamada ordem especial secreta tinha sido divulgada pelo Presidente Clinton sob as determinações do Ato de Segurança Nacional dos EUA, e ela afirmava que a situação que ocorria em Vieques afetava perigosamente as relações dos EUA com uma outra nação, um poder estrangeiro, e enfatizou que isto era muito perigoso para o interesse de segurança nacional dos EUA.

O painel no programa de rádio perguntou que nação era esta, como tal declaração justificava para a divulgação da ordem “…isto não fez qualquer sentido”. Sem saber disso, o painel tocou um nervo sobre o assunto de Vieques; isto era algo nunca anteriormente discutido, tendo maiores implicações e que preocupavam os estrategistas da segurança nacional dos EUA.

A verdade é que nenhuma das nações que participaram dos exercício de bombardeio com a Marinha dos EUA e experimentaram as novas armas ao redor de Vieques representava qualquer perigo para os EUA. Então, a que nação, ou ‘poder estrangeiro” o Presidente Clinton estava se referindo quando divulgou esta ordem classificada, e porque ela foi classificada?

A resposta para isto pode muito bem estar que o poder estrangeiro ao qual o Presidente Clinton estava se referindo, fosse uma civilização alienígena representada por seres que parecem viver subterraneamente nas áreas da Floresta Tropical de El Yunque, na região leste de Porto Rico, e sob o mar ao redor da área de Vieques, várias milhas fora da costa oeste de Porto Rico.

Exemplos de tal presença na área são os UFOs em forma de triângulo suspensos sobre a pista aérea da Marinha americana e os UFOs que se elevam do mar. Entrevistamos o diretor da polícia municipal de Vieques, o oficial Wilfredo Feliciano, que nos informou de um série de importantes observações.

Triangular UFO

O primeiro avistamento aconteceu durante o verão de 1997 [por volta das 9 p.m.] quando Feliciano estava diringido seu carro na Rota 997, que vai do setor Esperanza para Isabel II. Na interseção de um lugar conhecido como Marta’s Alley, ele ficou ciente de uma intensa luz amarela pendurada imóvel no céu a alguma distância. Intrigado, ele parou o carro na margem esquerda da estrada para observar mais cuidadosamente a luz.

“Era um objeto real, triangular e grande”, ele declarou, “completamente engolfado em uma brilhante luz amarela… Parecia estar em uma altitude de aproximadamente 500 pés acima do solo, sobre uma propriedade pertencente a Camp Garcia. Deduzi a altitude baseado na altura de algumas árvores na área. O que mais me intrigou foi que a coisa estava suspensa exatamente sobre uma área onde a Marinha dos EUA tem uma pista aérea para seus aviões pousarem ou decolarem… E ali estava este objeto não identificado.

“Não havia exercícios militares naquela vez, então o que era o objeto, este triângulo de luz, o que estava fazendo ali, acima da pista aérea? Pensando estar observando algo que eu não devia, sai de lá de uma vez. Mas a partir daquele momento entendi que algo muito estranho está acontecendo em terras controladas pela Marinha dos EUA.

“Alguns dias mais tarde, minha esposa me disse que ela viu um objeto similar, também de noite, suspenso sobre o mesmo exato lugar que eu o tinha visto, sobre a pista área de Camp Garcia. No próximo fim de semana, quando eu estava dirigindo para casa da mãe dela, vimos um outro destes triângulos. Desta vez nossos filhos estavam conosco no carro; eles viram também.”

Feliciano e sua família observaram o objeto a uma distância de umas milhas, e até mesmo daquela distância, eles descreveram seu tamanho como de três a quatro pés de comprimento, o que indica que o objeto era muito grande. Ele também nos disse, como parte de seus deveres com a polícia municipal, ele tinha que patrulhar a terra a oeste de Vieques, até então sob o controle da Marinha dos EUA, e em muitas ocasiões ele testemunhou UFOs brilhantemente iluminados emergindo do mar no setor de Punta Arenas e voando em grande velocidade no céu noturno. Frequentemente os objetos fariam várias voltas rápidas antes de deixarem a área.

“Isto tem acontecido em muitas ocasiões, algumas vezes entre 9 e 11 PM e algumas vezes por volta das 2 ou 3 da manhã. Eles vem do mar de um ponto exatamente no meio entre Punta Arenas e a Estação Naval de Roosevelt Roads em Ceiba.”

Um Grande Disco Voador Absorve Água do Mar

A testemunha Carlos Zenin é um pescador de Vieques e um dos líderes envolvidos no movimento para remover a Marinha dos EUA da ilha. Tanto ele quanto os fihos dele sofreram períodos de prisão na prisão federal americana em Porto Rico por causa do comprometimento deles com esta causa.

Uma vez certo da seriedade de nossa investigação, Mr. Zenin nos deu o testemunho dele de algumas situações impressivas que ele testemunhou pessoalmente, comentando sobre o possível envolvimento da Marinha dos EUA com os incidentes UFO / alien vivenciados pelo povo de Vieques. Ele declarou:

“Este tipo de eventos tem estado ocorrendo aqui [em Vieques] por algum tempo. Não é algo novo. Em uma ocasião em 1996, eu estava pescando com outros pescadores fora no mar. Estávamos a um par de milhas ao sul de La Esperanza. Era por volta das 9:00 PM quando repentinamente vimos algo inesperado. Vimos várias esferas muito brilhantes que vieram do topo de Cerro Ventana (montanha localizada ao sul de Vieques).

“Estes globos de luz eram de tonalidade azul-esbranquiçada e pareciam vir diretamente do topo da montanha. Eles circulavam a montanha e voaram para o mar ao sul, voando exatamente sobre nós. Eles fizeram muitos círculos rápidos e voltas em ângulos. Você podia ouvir um ligeiro som de zumbido ou assovio, quase inaudível, que parecia vir deles.

“Depois disso, eles voltaram a Playa Grande e Cerro Ventana, áreas controladas pela Marinha dos EUA e desapareceram dentro da montanha. Foi como se eles tivessem se unido com o lado da montanha.

“O evento mais impressionante foi quando encontramos um enorme objeto a noite enquanto estávamos no mar pescando. Eu estava com Anibal Corcino e o pai dele, e tinhamos acabado de sair de La Esperanza.

“Eu não estava ciente do objeto inicialmente porque eu era o capitão e a cargo do leme daquela vez. Anibal e o pai dele o viram e gritaram. “Carlos, olhe isto!’ Eu olhei para trás e vi um tipo de nave enorme. Ela saiu do mar perto da lagoa de Playa Grande, ao sul, onde está instalado o sistema de radar ROTHR (Raytheon) da Marinha. Ela subiu de sua posição e começou a se mover mais perto de nós.

“Era uma nave enorme e extraordinária, imensa, com muitas luzes a seu redor. Era um disco voador, uma nave redonda como um disco, mas realmente enorme em tamanho. Ela estava a alguma distância de nós, mas claramente visível devido ao seu tamanho e as luzes que ela tinha por toda parte acima, luzes amarelas, vermelhas e azuis. A coisa peculiar sobre todo este objeto, este disco, era que estava retirando água do mar. A água na superfície do mar estava girando em um círculo, e pulando, como se fervesse. Era como um rodamoinho. Parecia estar subindo para dentro do disco em uma coluna de água.

“Todos nós estávamos impressionados. Foi a primeira vez em minha vida que vi algo assim. De onde nós estávamos ela parecia ter de 40 a 50 pés de diâmetro e estávamos a aproximadamente uma milha e meia dela. Isto pode lhe dar alguma idéia do tamanho.

“Mas o que MAIS me impressionou era que ela estava sugando a água do mar, e a água estava girando como em uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, estava vindo da parte de baixo do objeto. Havia um buraco lá e o raio vinha para baixo, verticalmente. A água subia para o disco pelo raio de luz. Depois disso, o objeto voou para oeste em fantástica velocidade e desapareceu em uma questão de segundos.

“Muitas outras pessoas tem visto este tipo de naves, chamadas disco voadores, tanto na parte leste quanto na parte oeste de Vieques. Se analisarmos esta situação mais profundamente, podemos ver que estas são áreas controladas pela Marinha dos EUA e a Marinha nunca denunciou esta situação. Eles devem ter algum conhecimento do que está acontecendo. Eles apenas não parecem se importar com a presença deses objetos.

“Por causa disso devemos nos perguntar se há algum tipo de comunicação ou colaboração entre os ocupantes destas naves e as pessoas da Marinha dos EUA. Mas isto é difícil de avaliar. É uma situação complexa. Devemos nos perguntar o que está acontecendo e porque a Marinha nunca denuncia isto e eles [a Marinha] já estão aqui há 62 anos.

“Tudo isto nos faz imaginar se pode haver razões ocultas pelas quais a Marinha forçou os habitantes de Vieques para fora da terra deles para viverem em um pequeno pedaço de terra no centro da ilha. A Marinha controla as porções leste e oeste de Vieques que são grandes extensões de áreas desabitadas e restritas, também contendo montanhas e praias a quem ninguém tem acesso.

“Se estas coisas estão acontecendo nestas áreas e a Marinha dos EUA de alguma forma está envolvida, seria muito conveniente para eles tomarem estes lugares porque assim  ninguém veria e saberia o que estão fazendo lá. Também pode bem ser que o governo dos EUA e o pessoal da Marinha estejam estudando secretamente este tipo avançado de tecnologia, possivelmente de origem alienígena, na área de Vieques.

“Quem sabe? Talvez as coisas que temos visto aqui estejam relacionadas a novos protótipos de aeronaves que estão sendo secretamente desenvolvidas e testadas. Eles podem estar em contacto, se comunicando com a tripulação destas naves, os OVNIs (UFOs), e eles simplesmente não querem que o público saiba.

“Esta situação é muito séria. Fiquei calado desta vez porque as pessoas podem duvidar do que você diz sobre este tipo de coisa. Nem todo mundo tem a oportunidade de ver uma destas naves, especialmente uma tão grande como a que vimos.

“Meus filhos e eu temos sido presos apenas porque protestamos contra o que eles estão fazendo em Vieques. Estou ciente que as agências do governo americano tem manipulado a opinião pública, as pessoas que nunca testemunharam algo assim. Eles tentam fazer estas pessoas pensarem que nada disso (os UFO / a realidade alien) está acontecendo e que não é real. Eles usariam isto provavelmente para começar uma campanha de ridicularização contra nós e desacreditar a luta das pessoas de Vieques para alcançar o fim do exercício de bombardeio da Marinha. Por esta razão, deixei de fazer qualquer comentário até agora.

“Mas o povo de nosso país, especialmente de Vieques, me conhece, e eles sabem que tudo que faço é baseado em minhas convicções e meus princípios. Eles sabem que não estou publicamente orientado ou alguém que inventaria este tipo de coisa por causa das minhas preocupações que fazer uma tal coia feriria a nossa seriedade e portanto os nossos esforços de retirar a Marinha. Este é o nosso principal objetivo. Temos suportado muitos sacrifícios pessoais por causa da nossa causa.

“O momento tem vindo para discutir este assunto. A Marinha usa armas químicas e biológicas em Vieques, uma ilha habitada. O uso de tais armas é proibido perto de áreas populadas. Eles negaram isto até recentemente, quando foi verificado por documentos do Pentágono.

“Eles também usaram munição viva com urânio esvaziado, e negaram isto até que foi provado. Isto é porque, devido a tudo que temos visto aqui, eles podem estar usando Vieques para fazer contacto com estas naves e sua tripulação, e manter isto secreto. Talvez, se um grupo de indivíduos disciplinados tais como você investigue e descubra alguma coisa, a Marinha dos EUA pode se sentir forçada a revelar o que está acontecendo. Mas algo definitivamente está acontecendo, e de certa forma a Marinha dos EUA está envolvida, e não dirá o que seja isto.”

Outros Eventos Anômalos

Há muitos mais eventos relatados em meu livro, incluindo:

1. pousos de UFOs, seres humanóides no sistema de radar R.O.T.H.R. da Corporação Raytheon na Marinha dos EUA
2. chocantes revelações do pessoal de segurança da Marinha dos EUA sobre a presença UFO/alien em Vieques.
3. uma atividade conjunta alien/militares americanos?
4. Embates entre UFOs e caça-jatos dos EUA
5. Um aparente programa encoberto de contacto entre a Marinha dos EUA e os UFOs alienígenas e uma testagem avançada de tecnologia alienígena em Vieques.

Nota do Autor
A Marinha dos EUA tem parado suas manobras militares e de bombardeio em Vieques, mas exceto por um setor de terra na região oeste de Vieques, todas as outras terras anteriormente controladas e restritas por aquela agência militar foram transferidas para o Departamento do Interior dos EUA. Este departamento subsequentemente colocou isto sob o controle do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. A Agência de Pesca e Vida Selvagem tem convertido as áreas (Camp Garcia, o sítio de bombardeio e o setor de Playa Grande onde está localizado o sistema de radar ROTHR, bem como a lagoa Kian) em um refúgio para vida selvagem.

O acesso a estas áreas agora é até mesmo mais restrito ao público do que quando estava sob o controle da Marinha dos EUA. O que mais pode estar acontecendo que está endo escondido do povo de Porto Rico e do resto do mundo?

Jorge Martin é o Editor da revista  ENIGMAS del Milenio em Porto Rico.

——————
O UFO Brasileiro da Ilha de Trindade

fonte: Ronald Story’s, “The Encyclopedia of UFOs”, pages 366-369 UFOs & Water Case, Arkansas, 05-06-1897

Aqui está a história dos avistamentos de UFO na Ilha Trindade.

Trindade é uma pequena ilha deserta e rochosa localizada no meio do sul do Oceano Atlântico, entre a costa brasileira e o continente africano, a mais de 600 milhas da costa da Bahia. Durante a Segunda Guerra Mundial ela foi usada como uma base militar para os navios de guerra dos EUA e do Brasil no combate aos U-boats alemães. Depois do fim da guerra ela foi abandonada, permanecendo completamente deserta e esquecida até 1957. Em outubro daquele ano uma força tarefa da Marinha do Brasil chegou lá, sob o comando do Capitão de Corveta Carlos Alberto Bacellar. A Divisão de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha tinha decidido construir um posto oceanográfico e uma estação meteorológica na ilha para pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico (IGY).

Em janeiro de 1958 o navio “Almirante Saldanha” deixou a baía do Rio de Janeiro e se dirigiu a Ilha de Trindade com uma tripulação de 300. O navio anteriormente havia sido um vaso de treinamento da Marinha do Brasil mas tinha sido convertido em uma unidade hidrográfica para ser usado na pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico. Ele era operado pela Divisão de Hidrografia e Navegação, e, desde otubro de 1957, tinha feito várias viagens a Trindade, a maioria delas relacionada aos estudos oceanográficos da Marinha para o Ano Internacional Geofísico.

Vários civis estavam a bordo do navio desta vez, oficialmente convidados para colaborarem nos estudos científicos que estavam em desenvolvimento na ilha. Um destes homens era Almiro Barauna, um fotógrafo e ex jornalista trabalhando como “free-lancer.” Ele também era um especialista em fotografia submarina.

Depois de uma viagem de rotina, o navio chegou na ilha e ficou lá por vários dias. Ele estava programado para voltar para o Rio em 16 de janeiro. Naquele dia, às 12:15 P.M., quando o navio estava se preparando para partir, um estranho objeto foi avistado simultaneamente por vários observadores reunidos no deck. O UFO veio na direção da ilha em alta velocidade, planou brevemente sobre um pico, desapareceu por trás dele por um curto tempo, e apareceu novamente para se mover afastando-se na direção do mar. Barauna estava tirando fotos das manobras do navio naquele momento. Ele avistou o UFO e tirou quatro fotos dele.

Barauna foi mais tarde entrevistado pelo repórter João Martins e suas declarações foram publicadas na revista brasileira “0 Cruzeiro” na publicação de 8 de março de 1958. Aqui está uma tradução da entrevista:

P. Mr. Barauna, quais foram as razões para sua presença a bordo do Navio Almirante Saldanha?

R. A Marinha tinha convidado várias equipes especializadas em caça submarina para visitar a Ilha de Trindade. Sou um membro do Icarai Club para Caça Submarina, e o nosso grupo foi convidado para a última viagem. Então em 8 de janeiro, quando o navio deixou o Rio, eu estava a bordo juntamente com os seguintes membros do meu grupo: Amilar Yieira Filho, capitão de nossa equipe, um empregado do governo [ele trabalhava na CACEX); Jose Teobaldo Viegas, instrutor do Aero Club de Niteroi e capitão aposentado da Força Aérea; Mauro Andrade, do London Bank; e Aloisio, um empregado municipal do Distrito Federal. Estavamos indo tentar bater alguns records em caça submarina. Pessoalmente, eu ia tirar fotografias submarinas para a Marinha e, também, escrever alguns artigos sobre a Ilha e as atividades dos cientistas trabalhando para o Ano Geofísico Internacional.

P. Haviam outros civis a bordo, além do seu grupo?

R. Sim. Havia o Professor Fernando, um geólogo, com dois assistentes, e também um fotógrafo e um repórter do jornal ‘Jornal do Brasil’. Os três cientistas deixaram o navio e foram para a ilha.

“P. Por favor, me conte qual foi a data do avistamento e o que aconteceu?

R. Foi em 16 de janeiro às 12:15 P.M. O navio estava se preparando para deixar a ilha, voltar para o Rio. Eu estava no deck observando as operações para levar a bordo o bote usado nas viagens entre o navio e a ilha [a ilha não tem uma baía]. O mar agitado. A atmosfera estava nublada, clara e sem sombras. Eu tinha minha câmera Rolleiflex 2.8, Modelo E, que era mantida dentro de uma caixa de alumínio para proteção contra os efeitos corrosivos da água e sal. Eu tinha deixado minha câmera Leica com lentes de telefoto em minha cabine uns poucos momentos antes. O deck estava cheio de marinheiros e oficiais. Repentinamente, Mr. Amilar Vieira e o Capitão Viegas me chamaram, apontando para um certo ponto no céu e gritando sobre um objeto brilhante que estava se aproximando da ilha. Neste mesmo momento, quando eu ainda estava me virando para ver o que era, o Tenente Homero, o dentista do navio, veio da proa em nossa direção, correndo, apontando para o céu e também gritando sobre o objeto que ele estava vendo. Ele estava tão perturbado e excitado que ele quase caiu depois de colidir com um cabo. Então eu finalmente fui capaz de localizar o objeto pelo flash de luz que ele emitia. Ele já estava perto da ilha. Ele brilhava em certos momentos, talvez mudando sua própria luz, não sei. Ele estava vindo sobre o mar, movendo-se na direção de um ponto chamado Crista do Galo. Eu tinha perdido trinta segundos procurando o objeto, mas a câmera já estava em minhas mãos, pronta, quando eu o avistei claramente silhuetado contra as nuvens. Tirei duas fotos antes que ele desaparecesse por traz do pico Desejado. Minha câmera estava estabelecida em uma velocidade de 125 [125o. de segundo] com uma abertura de f/8 e isto foi a causa de um erro de super exposição, como descobri depois.

“O objeto permaneceu fora de vista por uns poucos segundos – por trás do pico – reparecendo maior em tamanho e voando na direção oposta, mas baixo e mais perto do que antes, e movendo-se em uma velocidade maior. Tirei a terceira foto. A quarta e quinta foram perdidas, não por causa da velocidade que o disco estava se movendo, mas também por um outra razão: na confusão produzida como resultado do avistamento, eu estava sendo empurrado e puxado por outras pessoas que também tentavam localizar o objeto e, como uma consequência, fotografei apenas a ilha e o mar – não o objeto. Ele estava se movendo para fora do mar novamente, na direção da qual ele tinha vindo, e pareceu parar no meio do ar por um breve tempo. Naquele momento tirei minha última foto [a última do filme]. Depois de aproximadamente dez segundos, o objeto continuou a aumentar sua distância do navio, gradualmente diminuindo de tamanho e finalmente desaparecendo no horizonte.

P. Você ouviu algo não usual durante o avistamento? O objeto estava emitindo algum som?

R. Não estou certo, para ser honesto, por causa do barulho feito pelas ondas do mar contra as rochas da ilha, bem como pela gritaria a bordo do navio naquele tempo. Contudo, penso que nada ouvi além deses sons.

P. Qual era a cor do objeto?

R. Parecia ser de uma cor cinza escura, parecendo estar cercado – principalmente na área acima dele – por um tipo de condensação de vapor ou névoa esverdeada e fosforescente.

P. O objeto parecia ser metálico?

R. Sim. Obviamente era um objeto sólido.

P. Como ele estava voando? Alguma característica especial?

R. Sim. Ele mostrava um movimento ondulatório como se voasse através do céu, como o vôo de um morcego. E quando ele voltou, ele mudou a velocidade abruptamente, sem transição, como um salto.

P. Você sabe quantas pessoas a bordo do Almirante Saldanha avistaram o objeto?

R. O objeto foi avistado pr quase todas as pessoas no deck naquele tempo, incluindo o Tenente Homero, Capitão Viegas, e Amilar Vieira.

P. E o que aconteceu depois do avistamento?

R. O comandante do navo e vários oficiais da guarnição queriam ver o que eu tinha conseguido nas fotos. E eu também estava curioso, assim  decidi revelar o filme de uma vez, a bordo do navio. O processamento foi feito sob a supervisão de vários oficiais, inclusive o Comandante Carlos A. Bacellar. Mas somente os negativos foram vistos a bordo. A razão: não havia papel fotográfico para cópias no navio naquele tempo. Os negativos, contudo, foram vistos e examinados por toda a tripulação.

P.Você tinha os negativos em sua mãos?

R. Sim.

P. Você recebeu qualquer pressão para entregar estes negativos à autoridades navais?

R. Não. Comandante Saldanha da Gama e outros oficiais da Marinha a bordo foram muito gentis. Eles nunca tentaram obter os negativos de mim.

P. O que aconteceu quando o navio voltou ao Rio?

R. O navio primeiro parou em Vitória, no Espírito Santo. Como ele ia ficar lá por dois dias e depois viajar para o Rio, nós tivemos permissão – apenas os civis do grupo de caça submarina – de deixar o navio lá e tomar um ônibus para o resto da viagem. Mais tarde, dois dias depois da chegada do Almirante Saldanha ao Rio, o Comandante Bacellar (ex-comandante do posto naval em Trindade) apareceu na minha casa. Ele queria ver as ampliaçõs feitas dos negativos e pediu permissão para leva-las às autoridades navais. Dois dias mais tarde, eles me foram devolvidos com congratulações. Também foi solicitado que eu comparecesse ao Ministério da Marinha o mais cedo possível. Eles queriam me fazer certas perguntas e ver os negativos novamente.

P. E o que aconteceu lá?

R. Fui entrevistado por vários oficiais de alto escalão, que me fizeram todos os tipos de perguntas. Eu fui lá duas vezes. No primeiro encontro, eles solicitaram os negativos para exame. Eles foram enviados a uma organização civil, o Serviço Gramétrico do Aeroporto Cruzeiro do Sul, permanecendo lá por quatro dias. Os oficiais da Marinha me disseram que as análises provaram que eles eram genuínos – excluindo definitivamente a possibilidade de um truque ou falsificação. Na segunda visita, eles realizaram vários testes de tempo. Enquanto eu trabalhava com a minha Rolleiflex, tirando fotos nos mesmos intervalos de tempo que usei para fotografar o objeto, três oficiais da Marinha com cronômetros registraram os tempos. Eles chegaram a conclusão – baseados nos testes bem como nos estudos concernentes a posição do navio e exames de mapas da ilha – que o objeto estava voando em uma velocidade entre 900 e 1.000 km/hora [aproximadamente 600 mph]. O tamanho do objeto também foi estimado com base nos estudos relacionados com detalhes da ilha que também apareciam nas fotos, diagramas retirados de mapas, gráficos etc. O objeto tinha aproximadamente 120 pés de diâmetro e 24 pés de altura.

P. Você sabe algo sobre o relatório oficial sobre o caso?

R. Vi um dossiê que foi consultado muitas vezes durante o interrogatório. Contudo, não lí o que estava escrito lá. Também fui informado que as minhas fotos, misturadas com outras fotos, tinham sido mostradas a testemunhas do avistamento – para ser identificado. O resultado foi positivo.

P. Você sabe algo sobre qualquer foto de outras pessoas a bordo do navio?

R. Não. Além de mim, havia ao menos outras quatro pessoas com câmeras ao tempo do avistamento. Mas aparentemente eles não foram capazes de localizar o objeto a tempo, ou estavam paralisadas por suas emoções.

P. Você foi avisado contra algo pelas autoridades da Marinha? Houve alguma recomendação?

R. Sim. Eles me solicitaram para manter o assunto secreto por algum tempo. Eu tive permissão para publicar o caso somente depois da autorização da Marinha. A permissão foi dada, verbalmente, na noite de 15 de fevereiro pelo Comandante Bacellar. Eles fizeram apenas uma restrição, que eu não posso mencionar porque dei minha palavra.

P. Você sabe se o seu avistamento foi o primeiro sobre a Ilha de Trindade?

R. Fui informado de quatro outros avistamentos sobre a ilha durante os trinta dias anteriores o incidente de 16 de janeiro. Também fui informado de uma outra coisa: em um desses avistamentamentos o objeto foi fotografado por um sargento da Marinha. Sua foto nunca foi liberada e obviamente nunca será. As razões são evidentes. Além destes quatro avistamentos, também ouve um caso no radar. Um alvo voando em velocidade supersônica foi rastreado pelo radar do Almirante Saldanha em 15 de janeiro.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho na Ilha de Trindade?

R. Não. Lá eu era um convidado.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho fotográfico ou pelas ampliações que você fez para eles?

R. Não. Apenas recebi o papel fotográfico a ser usado para as ampliações.

P. Quantas ampliações você deu a eles?

R. 38.

P. Uma última pergunta: Que tipo de impressão você teve ao observar o disco voador?

R. Tenho certeza absoluta que era um objeto controlado – diretamente ou por controle remoto – mas muito bem operado em qualquer caso. A impressão geral das pessoas a bordo do navio foi a mesma: ele tinha vindo fazer uma estreita observação do navio.

Imediatamente depois de publicação das fotos, a Marinha Brasileira se recusou a dar qualquer declaração oficial confirmando ou negando o incidente. Contudo, as provas dos negativos originais foram enviadas a outras forças armadas pelo Presidente Kubitschek. Segundo a imprensa, a narração impressionou tanto o Presidente Kubitschek que ele se tornou convencido da veracidade do acontecimento.

Em 24 de fevereiro, três dias depois que as fotos foram publicadas pela primeira vez na imprensa, o Ministério da Marinha finalmente fez a seguinte declaração oficial: “Em referência aos relatos que apareceram na imprensa de que a Marinha faz oposição a divulgar os fatos relativos ao aparecimento de um objeto estranho sobre a Ilha de Trindade, este gabinete declara que tal informação não tem base. Este Ministério não tem motivo para impedir a divulgação das fotografias do referido objeto, tiradas por Almiro Barauna, que estava na Ilha de Trindade a convite da Marinha e na presença de um grande número de tripulantes do Almirante Saldanha de cujo deck as fotografias foram tomadas. Claramente, este Ministério não será capaz de fazer qualquer pronunciamento a respeito do objeto visto, porque as fotografias não constituem prova suficiente de tal propósito.”

Na manhã seguinte que as fotos do disco voador foram publicadas na imprensa [22 de fevereiro], o Almirante Saldanha partiu do Rio para continuar com sua missão ligada ao Ano Geofísico Internacional. Dois dias depois, contudo, o navio aportou em Santos [24 de fevereiro] para reparos de viagem; esta foi a primeira oportunidade que os jornalistas tiveram para entrevistar os oficiais e homens a bordo. O Adido Naval Assistente dos EUA estava em Santos naquele tempo, em ligação a visita do cutter da Guarda Costeira Westwind, e teve oportunidade de ir a bordo. O oficial comandante, o Capitão de Mar e Guerra Jose Santos Saldanha da Gama, não tinha visto o objeto e não estava comprometido. O oficial executivo não tinha visto também, mas chegando pouco depois tinha formado a opinião do que aqueles no deck tinham visto. O capitão havia relatado que seu secretário, o tenente comandante, tinha visto isto, mas este oficial, quando pessoalmente questionado, evitou discutir o assunto. Mais tarde, foi sabido que o fotógrafo foi acompanhado a sala escura por um oficial que esperou do lado de fora da porta enquanto Barauna revelava os negativos sozinho. Quando o oficial comandante do Westwind fez uma visita ao  Almirante Saldanha, o Capitão Saldanha da Gama discutiu livremente o incidente do disco voador e mostrou as provas originais aos solicitantes, mas não se comprometeu pessoalmente.

O Deputado Federal Sergio Magalhães enviou uma nota ao Ministério da Marinha em 27 de fevereiro, protestando a falha da Marinha em assegurar declarações juramentadas das testemunhas. “pela primeira vez na história do disco voador, o fenômeno foi assistido por um grande número de pessoas pertencentes a uma força militar, o que dá a estas fotografias um selo oficial. Ameaças à segurança nacional exigem uma atenção e ação oficial muito maior”, disse o deputado. No meio de toda publicidade, outros relatos de avistamento vieram a luz, incluindo um de um oficial naval que viu um UFO um mês antes do avistamento do Almirante Saldanha, fora da costa do Espírito Santo. O oficial comandante e a tripulação do Ata Tridente tinha visto um UFO vários dias antes do episódio do Almirante Saldanha, mas tinha mantido a informação secreta.

Anúncios
Published in: on setembro 22, 2008 at 4:23 pm  Deixe um comentário  
Tags: , ,

The URI to TrackBack this entry is: https://conspireassim.wordpress.com/2008/09/22/ovnis-e-ufos-na-agua/trackback/

RSS feed for comments on this post.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: