Ventos Solares Perdem Energia

Os Ventos Solares Perdem Energia – Os Mais Baixos Níveis Em 50 Anos

Notícias de Ciências da NASA para 23 de setembro de  2008

Rápidos destaques – note as consequências climáticas e a diminuição nos campos magnéticos ao longo com a pressão e o impacto na heliosfera… Gore pode ter que devolver seu Prêmio Nobel enquanto os Maias, Cayce e os indios Hopi podem ter mais verdadeiros e mais etéreos insight e conciência… observar o sol e o sistema solar nunca é tedioso…

Os físicos solares tem anunciado que o vento solar está perdendo pressão, atingindo o record mais baixo em 50 anos de Idade Espacial.

Este desenvolvimento tem repercussões através do sistema solar.

Curiosamente, a velocidade de milhão mph de vento solar não tem diminuído muito – apenas 3%. A mudança na pressão vem principalmente de reduções na temperatura e na densidade. O vento solar está 13% mais frio e 20% menos denso.

“O vento solar não está inflando a heliosfera tanto quanto costumava fazer”, diz McComas. “Isto significa menos escudo contra os raios cósmicos.”

Além  do enfraquecido vento solar, “Ulysses também descobre que o campo magnético subjacente do Sol tem enfraquecido mais de 30% desde meados da década de 1990“, diz Posner. “Isto reduz ainda mais o escudo natural.”

Os dados não publicados dos raios cósmicos de Ulysses mostram que, de fato, elétrons de alta energia (GeV), um menor mas intrigante componente dos raios cósmicos ao redor da Terra, tem pulado em número por volta de 20%.

Mas qualquer raios cósmicos extras podem ter consequências.

– Se a tendência continua, os astronautas na Lua ou em rota para Marte teriam uma dose maior de radiação espacial

– Sondas espaciais robóticas e satélites em alta órbita da Terra enfrentam um risco aumentado  de má funções de instrumentos e reinícios de computadores devido aos ataques dos raios cósmicos.

– Também, há estudos controvertidos que ligam o fluxo de raios cósmicos à nebulosidade e mudança climática na Terra.

Em 23 de setembro de 2008 em uma instrução na sede da NASA os físicos solares anunciaram que o vento solar está perdendo poder.

“A pressão média do vento solar tem caido mais de 20% desde meados de 1990”, disse Dave McComas do Instituto de Pesquisa do Sudoeste em San Antonio, Texas. “Este é o mais fraco desde que começamos a monitorar o vento solar a quase 50 anos atras”.

McComas é o principal investigador para o sensor de vento solar SWOOPS a bordo da espaçonave Ulysses, que mediu a diminuição. Ulysses, lançado em 1990, circula o sol em uma órbita única que o leva tanto aos polos do Sol quanto equador, dando a Ulysses uma visal global da atividade do vento solar:

Curiosamente, a velocidade de milhão mph de vento solar não tem diminuído muito – apenas 3%. A mudança na pressão vem principalmente de reduções na temperatura e na densidade. O vento solar está 13% mais frio e 20% menos denso.

“O que estamos vendo é uma tendência a longo prazo, uma incessante diminuição na pressão que começou em algum tempo em meados da década de 1990”, explica Arik Posner, o cientista da NASA do Programa Ulysses em Washington DC.

Quão não usual é este evento?

“É difícil de dizer. Temos estado monitorando o vento solar apenas desde os anos iniciais da Idade Espacial – do início da década de 1960 até o presente”, diz Posner. “Durante este período de tempo, isto é único. Como o evento se sobressai durantes séculos ou milênios, só se pode supor. Não temos dados que remontem tão longe.”

O enfraquecimento do vento solar tem repercursões em todo o sistema solar – a começar na heliosfera.

A heliosfera é uma bolha de magnetismo emanando do sol e inflada por proporções colossais de vento solar. Cada planeta de Mercúrio a Plutão e além está dentro dela. A heliosfera é a primeira linha de defesa de nosso sistema solar contra os raios cósmicos galáticos. Partículas de alta energia dos buracos negros e das supernovas tentam entratar no sistema solar, mas a maioria é defletida pelos campos magnéticos da heliosfera.

Certo: A heliosfera.

“O vento solar não está inflando a heliosfera tanto quano costumava fazer”, disse McComas. “Isto significa menos escudo contra os raios cósmicos”.

Além do vento solar enfraquecido, “Ulysses também descobre que o campo magnético subjacente do sol tem enfraquecido em mais de 30% desde meados da década de 1990, diz Posner. “Isto reduz o escudo natural até mesmo mais”.

Dados dos raios cósmicos não publicados de Ulysses mostram que, de fato, elétrons de alta energia  (GeV), um componente menor mas intrigante dos raios cósmicos ao redor da Terra, tem pulado de número em aproximadamente 20%.

Estas partículas extras não oferecem ameaça aos povos na superfície da Terra. Nossa atmosfera espessa e campo magnético planetário fornecem camadas adicionais de proteção que nos mantém seguros.

Mas qualquer raio cósmico extra pode ter consequência. Se a tendência continua, astronautas na Lua ou a caminho de Marte receberão uma dose extra de radiação espacial. As sondas espaciais robóticas e os satélites em alta órbita da Terra enfrentam um risco aumentado de mal funcionamento de instrumentos e reiniciações dos computadores devido aos ataques dos raios cósmicos. Também, existem estudos controvertidos que ligam o fluxo dos raios cósmicos à nebulosidade e alteração climática na Terra. Esta ligação pode ser testada nos anos a seguir.

Alguns dos efeitos mis dramáticos do fenômeno podem ser sentidos pelas espaçonaves Voyager da NASA. Depois de viajarem lá fora por mais de 30 anos, as duas sondas estão agora na borda da heliosfera. Com  a heliosfera encolhendo, as  Voyagers podem logo se encontrar do lado de fora olhando para dentro, empurradas para dentro do espaço interestelar muito antes do que esperado por alguém. Nenhuma espaçonave tem estado fora da heliosfera antes e ninguém sabe o que as Voyagers podem encontrar lá.

NASA está para lançar uma nova espaçonave chamada IBEX (Explorador de Fronteira Interestelar) que pode monitorar as dimensões da heliosfera sem realmente viajar para a margem do sistema solar. IBEX pode realmente ser capaz de “ver” a heliosfera encolhendo e antecipar a saída da Voyager. Sobretudo, IBEX revelará como o escudo de raios cósmicos de nosso sistema solar reage às mudanças nos ventos solares.

“O potencial para descoberta,” diz McComas, “é impressionante.”

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Published in: on outubro 1, 2008 at 11:33 am  Deixe um comentário  
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