O Que são armas de urânio?

Armas de Urânio no Afeganistão: O Genocídio Silencioso.

de Christoph R. Hörstel

Uma matéria especial no campo dos crimes de guerra cometidos pelas forças de ocupação no Afeganistão são as chamadas armas de urânio. O urânio é um metal pesado e, como uma consequência, tem um esfeito extremamente forte de penetrar armaduras [blindagens].  Já que os pobres e empoeirados afegãos não podem sustentar o luxo de qualquer placa de armadura, a questão tem que ser apresentada: qual o propósito do uso de um tal armamento especializado ter serventia quando a necessidade militar é questionável?

A qualidade das armas de urânio é, em sua maior parte, extraída pela queima de bastões de combustível e contém aproximadamente 60% da radioatividade do urânio elementar. Além disso, ela também pode conter traços de plutônio-239. Estas taxas de urânio são ligeiramente radioativas e a sua disposição ou armazenamento é cara e difícil. A este respeito, o uso militar é uma solução muito econômica. Quando um tal armamento é colocado em uso, dois efeitos se manifestam: um de natureza radioativa e outro de natureza quimiotóxica. Ambos os efeitos colocam em perigo, juntamente com as forças inimigas, não apenas os próprios soldados de alguém, mas também a população local igualmente.

A seguir está uma descrição de como funcionam as armas de urânio: a munição de urânio atinge seu alvo e o calor é produzido pela energia criada pelo impacto. Isto causa um metal de urânio altamente inflamável que se queima em uma temperatura extremamente alta. Portanto o urânio é vaporizado. Este processo intensifica o potencial destrutivo do projétil, que, sendo um metal pesado, fura uma blindagem literalmente como uma faca quente na manteiga. O urânio se acende e o pequenino urânio e as partículas de óxido de urânio são formadas se depositando no ambiente e contaminando o ar com a poeira e as partículas aéreas. Estas partículas, sendo diminutas [abaixo da escala nano] podem entrar no corpo como um aerosol pela inalação [de modo similar a fumar um cigarro], pela pele ou penetrando as paredes das células. A escala nano, a propósito, significa que nenhuma máscara de gás no mundo pode proteger contra isto, já que as partículas são tão pequeninas que elas passam por todos os filtros. Dependendo do tamanho das partículas, a poeira de urânio pode alcançar os pulmões e permanecer detectável lá por muitos anos. Adicionalmente, elas podem penetrar o tecido pulmonar e entrar na corrente sanguínea, dependendo da solubilidade da partícula. Como tantos exames, como os do Prof. Randall Parish demonstram, pode levar vinte anos para o urânio sair do corpo. Os pulmões e os rins são as áreas mais afetadas, contudo, ao longo dos cânceres, o dano genético pode também ocorrer, o que, por sua vez, pode causar que a estrutura genética danificada e as deformidades se manisfestem na prole da vítima.

Não pode ser negado que o urânio esvaziado é somente suavemente radioativo, mas quando o acima é contrabalançado com este argumento, então isto é um desvio da matéria subjacente. A radiação de um pedaço de metal urânio ou de uma bomba não explodida não vai longe e pode facilmente ser isolada. Mas se o urânio alcança o corpo sob a forma de uma poeira fina, onde ele se deposita nas células, então a radiação bombardeia a composição genética das celulas continuamente e pode levar a fraturas cromossomicas. O efeito carcinogênico é adicionalmente intensificado pela toxidade extrema da poeira de urânio. Inalado, ingerido na água potável ou na comida; ou absorvido pela pele, ele dá aumento a maciços problemas de saúde que podem levar a cânceres múltiplos na mesma pessoa.

A indignação provocada no povo afegão pela aplicação de tal armamento é citada da pesquisa dolorosa do professor afegão Daud Miraki:

“Depois que os americanos destruiram nossa vila e mataram muitos de nós, nós também perdemos nossas casas e nada tinhamos para comer. Contudo, teriamos suportado estas misérias e até mesmo as aceitado, se os americanos não nos tivessem condenado à morte. Quando vi meu neto deformado entendi que minhas esperanças no futuro tinham desaparecido para o bem, diferente da desesperança do barbarismo russo, até mesmo embora naquele tempo eu tenha perdido meu filho mais velho Shafiqullah. Desta vez, contudo, sei que somos parte de um genocídio invisível que nos foi trazido pela América, uma morte silenciosa da qual não escaparemos.”  (Jooma Khan da província de Laghman em março de 2003)

Os efeitos colaterais de tais armas, as complicações subsequentes e a taxa de mortalidade que tal dano provoca a longo prazo são bem conhecidos, contudo, muitos aspectos laterais da aplicação de tais armas, depois de quarenta anos de uso, não tem sido exaustivamente pesquisados.

As seguintes três conclusões de capital importância devem ser retiradas:

1. Todos os fatos indicam que as armas de urânio:

  • a)Não podem fazer distinção entre combatentes e não combatentes.
  • b)Não podem ter seus efeitos limitados ao campo de batalha.
  • c)Não deixam de funcionar depois que o conflito armado acabou.
  • d)Tem repercussões desnecessariamente cruéis.

A poeira de urânio que inevitavelmente resulta do uso das armas de urânio preenchem todas estas quatro condições, inevitavelmente e sempre. Por estas razões o uso das armas de urânio é por exemplo, já de acordo com as Convenções de Haia sobre Leis e Costumes de Guerra e Terra, as Convenções de Genebra e o Ditado da Humanidade (Martens Clause) claramente contrária à lei internacional.

No início de 2001 o então Ministro Federal de Defesa afirmou em uma entrevista com uma radio alemã (Deutschlandfunk), ao ar e em público, o seguinte:

“Em 1999 eu chamei atenção ao fato que a questão dos riscos da radiação não era um necessário a ser examinado por qualquer diligência particular. Não se pode ignorar isto, mas um risco muito mais sério pode terminar sendo que o urânio, como um metal pesado, está concentrado em certas partes do Kosovo, por exemplo, e também na Bósnia. Quando uma pessoa inala isto para os pulmões, esta concentração pode levar a doenças maliciosas. Este é um risco que precisamos monitorar.”

Nada decisivo tem acontecido até agora e os EUA e outros continuam a usar o armamento deles, envenenando povos inteiros [principalmente muçulmanos] no processo.

Os políticos devem portanto ver isto e o seu uso, a produção e proliferação destas armas deve ser proibido, mas isto, todavia, não acontece. Nenhuma menção explícita é feita para tornar isto fora da lei [as armas de urânio] – principalmente porque os países que usam estas armas detém qualquer tentativa de aprovar uma resolução apropriada sobre este assunto. Não obstante, isto não muda o fato de que qualquer uso de armas de urânio – como detalhado acima – é uma contravenção aos direitos humanos. Deste modo isto constitui um crime de guerra que não deve apenas ser punido, mas também deve manter o perpetrador responsável pelos danos incorridos.

2. Agora deve ser o dever de todos aqueles que usam tais armas, e todos os médicos nas áreas onde as pessoas são afetadas, fazer todo o possível e concebível para pesquisar os efeitos e as repercussões, para fazer diagnósticos e desenvolver contra-medidas iniciais. O Juramento de Hipócrates claramente estipula  que é o dever inalienável de cada médico prestar assistência, punivel pela não obediência com a revogação de sua licança médica. O Prof. Siegwart-Horst Günther, os especialistas americanos Doug Rokke e Asaf Durakovic (ambos os quais foram inicialmente ocupados em sua capacidade oficial no exército dos EUA com o assunto das armas de urânio], mas também especialistas não médicos, tais como Dan Williams, Tedd Weyman e muitos outros que estão fazendo contribuições notáveis para o esforço, a grande risco a própria saúde e pessoa.

Um contra-exemplo é uma clínica alemã em Kabul cuja gerência alemã tem até hoje se recusado a tomar até mesmo amostras de tecido que pudessem então ser testadas em institutos de cooperação neutros [raros, mas ainda existentes]. Sob tais condições, não é surpresa que a insurgência afegã toda ela, agora e então, realize operações contra as organizações de ajuda ocidentais, matando suas equipes. [Um outro, ainda que um capítulo não escrito, pode ser devotado a frequente cooperação silenciosa entre o nível de gerenciamento de tais organizações e os serviços secretos de seus países natais].

3. Sobre o assunto das armas de urânio, a nossa imprensa permanece, para falar o mínimo, de lingua presa: de fato, este tem sido o caso desde exatamente fevereiro de 2001. Artigos ocasionais de página inteira vieram perto de trazer para casa as proporções da destruição, horror e futuro dano. Não obstante, o cineasta alemão Frieder Wagner, em seu documentário premiado na TV alemã WDR “Poeira Letal”, diretamente aborda muitos aspectos do uso, repercussões e análise deles bem como questões políticas. De modo exemplar, ele é um de um punhado de companheiros de campanha mundialmente que levantam a consciência dos problemas envolvidos no uso de tais armas e advoga a ilegalidade de tais armas. Infelizmente, embora seu filme seja mais provável de ser visto por grupos particulares ao anoitecer nos cinemas [ou em escolas, graças aos esforços concentrados de professores dedicados, onde a apresentação do filme tem, contudo, sido um grande sucesso] do que depois do noticiário noturno principal.

Desde o início da década de 1990 tem sido primariamente os EUA e o Reino Unido que usam munição de urânio, como por exemplo na Segunda Guerra do Golfo em 1991; na Iuguslávia em 1999; no Iraque em 23003 e no Afeganistão desde 2001. Outros usuários ativos, contudo, são o Paquistão, a Rússia, Israel e a França.

Característico do modo com o qual os EUA lidam com seus próprios especialistas em urânio é o destino do Prof. Durakovic. Ele:

“foi levado ao Pentágono como um especialista em 1998. Entre outras coisas, ele serviu como chefe da equipe médica para o Experimento Conjunto Nuclear Americano-Soviético [experimentos relacionados a limitação dos testes nucleares] na Ásia Central.

Como chefe do Departamento de Medicina Nuclear que o Departamento de Assuntos Veteranos do Centro Veterinário em Wilmington, Delaware, mantém, ele foi responsável pelo exame dos veteranos americanos que estavam sofrendo da Síndrome da Guerra do Golfo. Estes soldados tinham ficado estacionados na Arábia Saudita e tinha estado em contacto com tanques que tinham sido destruídos pelo “fogo amigo” [isto é, os tanques que foram bombardeados por suas próprias tropas com munições de urânio esvaziado explosoras de tanques]. Depois de detectar a presença do urânio esvaziado, e em alguns casos de plutônio, nos corpos dos veteranos, ele foi aconselhado a continuar sua pesquisa em outros campos. Ele não se permitiu ser detido e descobriu que os arquivos de saúde e os testes de laboratório haviam desaparecido.

Em 1997, o Pentágono o substituiu. Juntamente com pessoal de mente similar, ele continuou sua pesquisa a su própria custa, fundando o Centro de Pesquisa Médica sobre Urânio (UMRC). A despeito das perseguições e ameaças, ele continuou a ser ativo contra o acobertamento e efeitos devastadores das armas de urânio esvaziado.

Sobre o tópico do Afeganistão, Durakovic afirmou em uma entrevista com Zeitfragen que:

“O Afeganistão forneceu uma oportunidade de realizar estudos ao tempo do conflito. A Operação Anaconda terminou exatamente quando a primeira equipe do URMC entrou no leste do Afeganistão. A equipe teve acesso aos bens fixos e estacionários, já que o equipamento  militar móvel ou tinha sido removido ou trancado. Os estudos da URMC da população das áreas de Jalalabad, Spin Gar, Tora Bora e Kabul tinham identificado civis sofrendo da mesma sintomatologia multiorgão encontrada na Primeira Guerra do Golfo e nos conflitos dos Balcãs. Os sintomas incluiam fraqueza física, dor de cabeça, dores musculares e esqueléticas inespecíficas, mudanças respiratórias, febre, tosse seca persistente, dor no peito, sintomas gastrointestinais, sintomas neorológicos, perda de memória, ansiedade e depressão.”

Durakovic então entrou em mais detalhes a respeito do preocedimento:

“Os sujeitos controle foram selecionados entre os residentes livres de sintomas de áreas não alvo. Uma avaliação da contaminação ambiental tinha sido realizada pela análise do solo, poeira, destroços bem como da água potável, segundo o critério estabelecido de estimativa de dispersão e riscos de actiniídeos e coleta pós impacto de amostras ambientais. Todos os sujeitos, incluindo os controles, foram instruídos sobre o protocolo e coleta de amostras nas linguagens locais Dari e Pashtu. Cada sujeito assinou um formulário de consentimento. Todas as amostras foram analisadas para a concentração de quatro isótopos de urânio – 234U, 235U, 236U, 238U -, por um multicoletor e indutivamente acoplado a espectrometria de ionização em massa do plasma em laboratórios da British Geological Survey, Nottingham, Inglaterra”.

Em um incidente de bombardeios em Kabul, por exemplo, a concentração média de urânio em um destes grupos testes foi por volta de  99,5 ng/l, níveis que estão dez vezes acima do normal. Mas em um menino dentro deste específico grupo de teste, medimos um valor de 2031,6 ng/l. Queríamos saber porque isto era assim. Estávamos lidando com uma anomalia estatística? Era um infortúnio estranho no laboratório ou algo inexplicável? Pegamos a história deste menino de 12 anos como tarefa. Ele estava em casa tomando o café da manhã com a família quando a bomba atingiu a vila deles. 27 membros de sua família morreram instantaneamente; o garoto sobreviveu. Em um estado de pânico, ele tentou resgatar os membros de sua família dos destroços da casa desabada. Todos estavam mortos. Estávamos chocados quando olhamos o resultado do laboratório deste menino chamado Hussein. Pensamos que pudesse haver um erro no método ou na análise. O teste foi repetido e novamente estava acima de 2,000 ng/l. Na inteira história da contaminação de urânio nunca tinha havido um tal caso. É a primeira vez na história da contaminação interna por actinídeo que um tal valor tem sido registrado como consequência da exposição pela inalação diretamente depois que uma arma ataca. Se este caso nos mostra alguma coisa, então são as consequências terríveis da contaminação interna pelos isótopos de urânio. ”

O resultado deste teste tem sido desafiado por alguns porque isto significa que simplesmente estamos lidando com uma anomalia inexplicável. O próprio Durakovic diz a mesma coisa mas dá, não obstante, uma explicação plausível, como detalhado acima. Contudo todos os outros resultados de testes tem sido desafiados como se sempre fosse o caso destas pessoas terem se tornado contaminadas de outros modos não monitorados pelos cientistas. Estamos seguros e todos cientes desta forma do debate da nicotina: é óbvio que um fumante pode ter contraído seu câncer de pulmão por outros meios. Somente temos umas poucas matérias de lobies para lidar com elas antes que gerenciemos para proibir o fumo em lugares públicos e ter os restaurantes ‘descontaminados’. ’

E devemos deixar isto claro, que nós, por 20 anos agora, não temos cumprido nosso mais alto dever: examinar exaustivamente o problema do urânio e, até onde possível, eliminar todas as dúvidas do processo. Nossa cumplicidade com aqueles que usam tais armas de destruição em massa é clara para o resto do mundo ver. Até onde a inescrupulosidade, o cinismo e o desprezo pela humanidade se estende aos políticos e militares responsáveis por mostrar quão claramente eles consideram seus próprios soldados sejam afligidos pela contaminação por urânio. Casos de soldados e membros da população local sofrendo de doenças ‘inexplicáveis’ estão se tornando crescentemente frequentes.

Assim o portavoz do Departamento de Assuntos dos Veteranos dos EUA,  Terry Jemison, disse à agência francesa de notícias AFP em agosto de 2004, que de 592.560 soldados dispensados ao tempo da segunda guerra do Golfo quase um terço estava pedindo benefício por incapacidade. Posteriormente, quase 25.000 casos estavam sendo processados. A comunicação em questão não pode ser encontrada no website deste departamento. Lamentamos esta incoveniência técnica.

Na Inglaterra em 2 de fevereiro de 2004 a primeira vítima do urânio do exército britânico, Kenny Duncan, foi oficialmente reconhecida. É característico das instituições que lidam com este assunto que o teste foi iniciado e pago pelo Dr. Albrecht Schott em Berlin, Presidente do Centro Mundial do Urânio Esvaziado (WODUC – registrado como caridade). Schrott escreveu que adicionais 66.000 veteranos britânicos de guerra estavam esperando similares reconhecimentos. É um testamento para dar poder aos lobies de armamentos que os soldados, que tem arriscado suas vidas e saúde terminem sofrendo de doenças evitáveis enquanto cumprem seu dever, e também tenham que lutar para ter suas queixas documentadas reconhecidas oficialmente. É provado que Kenny Duncan manteve, entre outras coisas, o dano genético que foi transmitido aos seus filhos.

Conquanto os diplomatas americanos e seus aliados alemães tenham no passado continuamente negado a nocividade das armas de urânio, o uso destas armas tem sido mostrado por muitas fontes oficiais.

Em um estudo sobre as armas de urânio e sua nocividade à saúde das pessoas e ao ambiente, o instituto do exército dos EUA preocupou-se com as invasões:

“Estes projéteis de metal sólido tem velocidade, massa e propriedades físicas para funcionar excepcionalmente bem contra alvos armados. Os projéteis de urânio esvaziado fornecem uma vantagem excepcional de performance, bem acima dos materiais competidores. Isto permite que os perpetradores do urânio esvaziado derrotem um alvo blindado em uma distância significativamente maior. Também, a densidade e as propriedades físicas do urânio esvaziado o tornam ideal para uso em placas blindadas. O urânio esvaziado tem sido usado nos sistemas do exército por muitos anos em ambas as aplicações. Por mais de 20 anos passados, o Departamento do Exército (DA) tem desenvolvido, testado e usado em campo um número de sistemas de armas contendo urânio esvaziado”.

Assume-se que os leitores oficiais que entretenham a idéia de advogar um banimento do uso das armas de urânio se refreiem de tais objeções para não prejudicar a habilidade das tropas no solo de fazer eficazmente a guerra. Um tal curso de não ação também retarda a necessidade do desenvolvimento caro de alternativas. Além disso, está claro para todos os leitores profissionais que ‘o desejo de mudança’ deles colocaria em movimento um exército inteiro de burocratas militares que estão certos de recusarem uma tal considerável confusão. Isto seria o suficiente para acabar com as promissoras carreiras de muitos que se oponham ao uso das armas de urânio. Entretanto o tom do estudo não deve ser uma surpresa: o exército dos EUA nega os efeitos nocivos destas armas, até mesmo em seu próprio pessoal, e alegremente assim o faz, sobretudo, por causa da eficiência digna de congratulações a que tais armas dão aumento, por sua vez, a ultrajantes avaliações tais como as seguintes:

“É altamente improvável que o urânio esvaziado seja um fator contribuinte das doenças inexplicáveis atualmente sendo relatadas pelos veteranos de Tempestade no Deserto”.

Os medos são amainados até mesmo no prefácio do relatório que qualquer dano ambiental teriam que ser resolvido depois do fim da guerra – ou que o correspondente risco de responsabilidade teria que ser suportado:

“Sobretudo, é improvável a futura mediação dos campos de batalha apenas para remover o urânio esvaziado será necessária.”

Conquanto isso levasse cinco anos na década de 1990 antes que os primeiros sintomas começassem a se manifestar em grande escala [sobretudo na área de Basra], a população do Afeganistão começou a mostrar sinais dos efeitos imediatamente, evidentemente devido a absoluta quantidade de material de urânio lançado. O Professor Miraki cita uma testemunha no Afeganistão:

“Entendi esta morte lenta, ainda que certa, quando vi sangue na minha urina e desenvolvi uma dor severa em meus rins juntamente com problemas de respiração que eu nunca tinha tido antes. Muitos membros da minha família começaram a se queixar de confusão e as mulheres grávidas abortaram seus bebês enquanto outras deram a luz à crianças defeituosas”. (Akbar Khan da província Paktika, fevereiro de 2003)

A existência de novas doenças agoniantes [em maior número e em várias manifestações] em áreas que tem sido intensamente bombardeadas não pode ser discutida de o quanto urgente a necessidade de uma pesquisa extensa seja. Mas este é exatamente um dos muitos problemas não explicados a respeito da pesquisa dos potenciais efeitos colaterais adversos das armas de urânio. De fato, estamos enfrentando uma variedade grande e imprevisível de sintomas para os quais as explicações padrão do meio exato pelo qual ocorre o envenenamento não pode ser contabilizado. A Assembléia Geral da ONU requisitou que o Secretário Geral avalie a opinião dos Estados membros e das organizações internacionais a respeito das ramificações do uso de munições de urânio que era para ser apresentado sob a forma de um relatório no próximo encontro da Assembléia Geral no outono de 2008. Esta seria uma oportunidade de ouro para o Bundestag (o governo federal alemão) apresentar todo seu conhecimento disponível a respeito do efeito completamente deletério das munições de urânio e a contravenção delas das leis internacionais para bom uso. Isto seria perfeitamente no interesse nacional, e não apenas porque o Bundeswehr tenha decidido esquecer o uso do urânio em seus sistemas de armas e usar o menos eficiente – mas também menos nocivo – carbureto de tungstênio, que supostamente causa câncer. Contudo, as companhias alemãs Rheinmetall e MBB experimentaram as armas de urânio em muitos testes na Alemanha pelos anos de 1970, bem como nos anos de 1990. O ex ministro de defesa Scharping permitiu a testagem das armas de urânio e deu aos militares a oportunidade de observar os possíveis riscos à saúde, risco à saúde que foram vivenciados por aqueles afligidos como se segue:

“Minha esposa estava grávida e estávamos alegremente esperando o momento de ver nosso segundo filho. No dia do parto, minha esposa se sentiu estranha, dizendo não se sentir bem e com dor no abdomen. Quando o bebê nasceu, dificilmente era humano. Parecia que alguém houvesse espancado um bebê e o coberto de farinha. Minha pobre criança parecia ter rolado em um cesto de farinha. Quando minha esposa viu o bebê, entrou em choque por cinco horas.”  (Qunduz, Zar Ghoon, Dezembro de 2002)

Segundo o jornal Jane’s Defence que publicou o seguinte angustiante diagrama   sobre o uso das armas de urânio, é o Afeganistão, de todos os lugares – um dos países mais pobres do mundo -, onde os vários tipos de armas tem sido usados mais extensamente [e também possivelmente onde a mais alta tonelagem foi lançada]. Além disso, Dai Williams ,  o especialista dedicado e auto-didata sobre armas de urânio, fornece o seguinte diagrama interessante:

De início foi proposta uma pergunta sobre qual o propósito tinha uma arma perfuradora de blindagem em um país atacado pela pobreza com quase nenhum concreto, blindagem ou proteção de qualquer tipo. Todos teremos que ficar acostumados com o fato que se isto não é sobre o efeito perfurador de blindagem de tais armas, e então só pode ser um genocídio silencioso e intencional. Todas as 36 nações do Hindu-Kush – inclusive a Alemanha -, são cúmplices do que está acontecendo sob seus próprios olhos; olhos fechados para a perpetração diária deste genocídio.

Gostaria de terminar esta seção com as palavras de um antigo membro do parlamento, ex executivo da media e advogado da paz, o Honorário Coronel do Exército dos EUA Dr. Juergen Todenhoefer, que comenta sobre a confusão moral feita pelo ocidente das violações dos direitos humanos de outros povos enquanto faz o pior eles próprios. “A comunidade ocidental, que é mantida unida por seu sistema de valor, fracassará, se esta padrão duplo não parar”.

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Published in: on dezembro 16, 2008 at 11:16 am  Deixe um comentário  
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Origens Tóxicas do Autismo

As Origens Tóxicas do Autismo

Comentários do Dr. Mercola:

Quando conclui a escola de medicina a mais de 25 anos atrás, a incidência de autismo era apenas de um caso em 100.000. Agora isto tem conservadoramente subido para um a cada 150 e alguns especialistas acreditam que se você considerar o alcance completo das desordens neurológicas que logicamente podem estar sob o ‘abrigo’ da “Desordem do Espectro do Autismo”, a incidência pode ser tão alta quanto 1 em 10.

Na medida em que os números aumentam, a medicina convencional dissimula sem pistas sobre a causa real.  A mutação genética [a chamada ‘Síndrome do X Fragil’  sendo a mais comum] foi recentemente saudada como ‘a causa’, especialmente na media americana, mas falhou principalmente ao ressaltar o fato que a genética definiu como uma mutação específica que cria o grupo de sintomas rotulados como Autismo, e que responde por não mais de 1% dos casos de Autismo.

Enquanto isso, os outros 99% ainda não são explicados por nada mais que seguir a corrente na direção da percepção geral de combinação causal de genes e ambiente.

Ainda que, como o Dr. Klinghardt, um dos meus mentores primários e um pioneiro na medicina natural, partilhado no vídeo acima [veja website] a imagem esteja se tornando muito mais clara. Uma coisa em comum entre a maioria das pessoas com autismo é que suas séries de reações químicas de desintoxicação tem se tornado sobrecarregadas por toxinas microbianas e feitas pelo homem.

Eu tenho sido inspirado a colaborar com alguns dos principais especialistas em Autismo, incluindo o Dr. Klinghardt, e a participar do grupo formador de pensamento THRIIVE que fornecerá os recursos básicos para aqueles afligidos pelo Autismo.

Um dos desafios ao buscar estratégias alternativas para o autismo, ou qualquer doença, é muito uma parte do material a escolher. Nos meses vindouros estarei lhe trazendo os resultados desta colaboração, mas por agora gostaria de partilhar um pouco do que o  Dr. Klinghardt tem descoberto sobre as causas potenciais do Autismo.

Fator Causal #1: Doença Autoimune

Pais de crianças autistas, particularmente as mães, tendem a ter maior taxa de doenças autoimunes. Coisas como alergias alimentares, síndrome da fadiga crônica, fibromialgia e outros sintomas mais sutis. Segundo o Dr. Klinghardt, esta deve ser uma pré-condição que deve ser procurada.

Fator Causal #2: Mutações Genéticas

As crianças com autismo tendem a ter mais expressões de genes que são ineficientes para desintoxicação. Estas chamadas ‘mutações’ tendem a ser imprevisíveis e cada conjunto autistico da criança é ligeiramente diferente ao longo de sua única expressão do Autismo.

Fator Causal #3: Infecções Crônicas ( & Doença de Lyme)

As infecções crônicas como a Doença de Lyme são extremamente comuns na criança autista, e podem até mesmo estar causando as mutações genéticas. O Dr. Klinghardt tem descoberto que quatro em cada cinco crianças autistas que vão ao seu consultório testam positivo para Doença de Lyme. Tipicamente, a criança contrai a doença não de uma espessa mordida [picada], mas de sua mãe, que pode ser uma portadora silenciosa da doença.

Ironicamente, o maior sintoma da Doença de Lyme em uma criança não é o autismo, mas muito mais a hiperatividade, desordens do aprendizado, depressão, puberdade precoce, e ligeiras demoras no desenvolvimento motor, segundo o Dr. Klinghardt. E os sintomas podem realmente ficar silenciosos ou quase silenciosos por mais de 20 anos!

Olhando deste modo, é fácil ver porque o entendimento das origens do autismo são tão importantes para ajudar a nossa sociedade como um todo.

Como as Infecções Crônicas Causam Autismo

Qualquer tipo de infecção crônica, seja causada pela Doença de Lyme ou por outros micróbios, tais como mofo, pode se disseminar por seus sistemas e lhe tornar cronicamente doente. Um dos maiores problemas é que as biotoxinas produzidas pela infecção competem pelas mesmas séries de reações químicas de desintoxicação com as outras toxinas, como o mercúrio, pesticidas, vacinas e assim por diante.

As crianças com Autismo não apenas tem sobrecarregados as séries de reações químicas de desintoxicação e frequentemente a toxidade por metal pesado, mas, segundo o Dr. Kllinghardt, elas também tem uma produção de toxina diária e silenciosa em seu corpo causada pelos micróbios tóxicos.

A exposição eletromagnética é o elo perdido?

Dr. Klinghardt acredita que a exposição a campos eletromagnéticas de telefones celulares está importantemente acrescentando-se ao problema.

Como?

Bem, quando os micróbios tóxicos em seu corpo são expostos a campos eletromagnéticos, eles ‘pensam’ que estão sendo atacados. Eles respondem ao produzir até mesmo mais biotoxinas em uma tentativa de prolongar a sobrevivência deles. O Dr. Klinghardt diz:

” O aumento da exposição a campos eletromagnéticos [EMF], em combinação com o efeito de propagação que ele tem sobre o fardo microbiano em nossos corpos, ajuda a explicar a incrível avalanche de crianças com desordens neuroambientais, não apenas autismo, que estamos vendo exatamente agora”

Então Como o Autismo Pode Ser Tratado?

O Autismo é uma condição complexa com muitos fatores contribuintes, que é o porque ele toma uma abordagem multifacetada de tratamento. O Dr. Klinghardt recomenda os seguintes três passos para tratar a criança autista:

1. Diminuir a carga microbiana: Tornar o corpo de sua criança menos do que um habitat ótimo para o crescimento de micróbios por alterações dietéticas [menos amido e açúcar em um mínimo] e diminuir o stress completo. Também, considerar testar para mofo [na casa] e Doença de Lyme [no corpo] mas somente depois de um ‘tratamento de provocação’.

2. Diminiur a carga tóxica que chega: Fazer tudo que puder para criar um ambiente livre de mofo, poeira, toxinas e cheiros para sua inteira família e então estabelecer um programa de desintoxicação.

3. Diminuir a carga de campos eletromagnéticos na casa e quarto da criança. A saúde de sua criança será optimizada por exposição solar diária [campo eletromagnético sadio] e evitação a noite dos nocivos campos eletromagnéticos artificiais.

Juntamente com os acima, eu também altamente recomendo:

1. Cuidadosamente revisar a matéria da vacinação, incluindo a programação da vacinação convencional. Saiba que na maioria dos Estados dos EUA você tem o direito de optar para ficar fora das vacinas. Você também pode querer revisar algumas recomendações para uma programação de vacinação mais sensível.

2. Fazer com que sua criança se alimente por uma dieta desenhada para seu tipo nutricional de saúde ótima. Na minha experiência, quase todas as crianças parecem responder favoravelmente a mudanças dietéticas quando apropriadamente implementadas.

3. Evitar o leite pasteurizado, que é um imperativo absoluto no tratamento do Autismo. Qualquer um que gerencie esta doença sem restringir o leite está se enganando. Isto inclui todos os produtos derivados do leite, tais como sorvetes, iogurtes e soro do leite ou do queijo. Até mesmo os condimentos naturais nos alimentos devem ser evitados a menos que o processador possa garantir, além de qualquer sombra de dúvida, que o caseinato não está incluido. Oh, e não vamos nos esquecer dos piores ofensores: MSG e Xarope de Milho de Alta Frutose… basicamente toda a comida processada que você não tem lido o rótulo nela!

4. Como o Dr Klinghardt mencionou mas é minha própria caixa de sabão e absolutamente válido de se repetir, a completa eliminação do açúcar, suco, soda, batatas fritas e trigo  (massas, bisnagas, cereais e pretzels, etc) também é altamente recomendado.

5. Obtenha uma apropriada exposição ao sol. Esta é uma teoria adicional que faz muito um inteiro sentido na medida em que existe uma ligação entre a desenfreada deficiência de vitamina D e o salto proporcional no autismo que recentemente tem sido ressaltado pelo Dr John Cannell. O receptor da vitamina D aparece em uma ampla variedade de tecido cerebral cedo no desenvolvimento fetal, e ativar os receptores da vitamina D aumentam o crescimento nervoso em seu cérebro.

6. Usar uma intervenção eficaz para abordar qualquer stress emocional tão logo possível – evitar ter pensamentos destrutivos e deixar as emoções se exasperarem. Os potentes instrumentos da energia da psicologia tal como a Técnica da Liberdade Emocional são excelentes para este propósito.

E por último, mas certamente não menos importante… se você é pai de uma criança com Autismo, lhe enviaremos o link para este artigo quando você assinar para nosso e letter e alerta gratuito sobre os tópicos relacionados ao Autismo. Estamos comprometidos em ser seu máximo recurso para artigos e dicas qaue possam lhe auxiliar em sua jornada para a boa saúde junto com seu filho! Gostaria de lhe dizer… o pai de uma criança com Autismo… há uma verdadeira esperança e estamos trabalhando diligentemente para trazer isto a você em uma base regular! Também gostaria de expressar um grande agradecimento ao formador de pensamento  THRiiiVE.com  por facilitar o máximo de meus artigos relacionados ao Autismo! Estamos colaborando em muitos fronts e estamos ávidos em partilhar bem como criar respostas para os pais!

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Dietrich Klinghardt, MD, PhD, é conhecido por seu tratamento bem sucedido de doenças neurológicas e dor crônica com Medicina Auternativa. Aqui ele fala sobre algumas das causas tóxicas que podem levar ao Autismo. Além disso, manter limpa uma criança com Autismo pode ser um importante fator na prevenção de constantes substâncias tóxicas dentro de seus próprios corpos.

Sintetizando a medicina tradicional e alternativa por mais de 32 anos, o Dr. Klinghardt tem fundido estas duas abordagens em um sistema de cinco níveis de Medicina Integral. Ele também desenvolveu a Testagem da Resposta Autonomica (ART), um inovador sistema de diagnóstico que tem ajudo a transformar muitos praticantes em curadores realizados.

Dr. Klinghardt é líder mundial em áreas de psiconeurobiologia, toxidade ambiental, infecção crônica e influências de sistemas familiares e como estes levam às doenças crônicas. Ele atualmente mora em Bellevue, WA onde ele trata pacientes e ensina em workshops sobre seus métodos de cura.

Tenho certeza que você receberá muitas informações valiosas para a saúde destes pequeno segmento da entrevista com o especialista . Para ouvir a versão completa desta e de outras entrevistas que faço com especilistas em saúde de renome internacional, é fácil… Simplesmente asine o disponível Mercola Inner Circle e o receba mensalmente. Dê este pequeno passo – e tome o controle sobre sua saúde – 2.457 outros membros do Mercola Inner Circle não podem estar errados!

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Disfunção Mitocondrial, Vacinas e Autismo: Uma em cada 50 crianças está em risco?

Vacina, vacinação, mitocondrias, as casas de força que alimentam as células de seu corpo, tem estado implicadas em ao menos um caso de autismo regressivo. Alguns pesquisadores estimam que o número de pessoas sofrendo de disfunção mitocrondrial, que pode levar ao autismo, é muito mais comum do que a atual estimativativa de 1 em cada 4.000 pessoas. De fato, isto pode ser tão baixo quanto 1 em cada 50.

Se assim for, as implicações potenciais para o autismo são impressionantes.

No recente “caso ponto de referência” de Hannah Poling, oficiais federais concederam que o autismo de Hannah foi causado pela subjacente disfunção mitocondrial que foi agravada por injeções de vacinas. A este tempo, o diretor do CDC, o Dr. Julie Gerberding, afirmou que o caso de Hannah era um raro incidente com pouca relevância para outros casos de Autismo pendentes nas “côrtes federais de vacinas”.

Desde então, contudo, o Dr. Gerberding e outros funcionários do CDC têm se tornado cientes de um estudo português relatando que 7.2% das crianças com autismo tinham desordens mitocondriais confirmadas. Alguns agora estimam que a taxa de disfunção mitocondrial no autismo seja de 20% ou mais, e a taxa entre as crianças com o sub-tipo regressivo de autismo é provavelmente até mesmo mais alta.

Se a disfunção mitocondrial pode se converter em autismo em grandes números, então uma ligação entre as vacinas e o autismo pode ser bem forte. Alguns especialistas acreditam que um gatilho, tal como as vacinas, uma doença viral ou até mesmo o óleo de milho inflamatório e o xarope de milho na dieta americana, esteja desencadeando as subjacentes disfunções mitocondriais no Autismo.

O CDC está relatadamente olhando para fazer mudanças na programação das vacinas para abordar esta conexão recentemente encontrada. A decisão mais difícil é quando e como vacinar uma criança com comprovada disfunção mitocondrial.

Fontes:

* Huffington Post – 26 de março de 2008

* National Autism Association – 28 de março de 2008

Comentários do Dr. Mercola:

A chamada de conferência referida a este artigo em resposta a recente concessão do governo que as vacinas na infância contribuiram para os sintomas de autismo na menina de nove anos, Hannah Poling.

Foi descoberto que “as vacinas significativamente agravaram uma subjacente desordem mitocondrial” e resultou em uma desordem cerebral “com características da Desordem do Espectro do Autismo”.

Agora, funcionários do governo não tem escolha senão abordar esta ligação potencial entre a disfunção mitocondrial e o autismo.

A Disfunção Mitocondrial Está Desencadeando o Autismo?

Você deve se lembrar das aulas de ciências que as mitocondrias são casas de força nas células de nosso corpo para a produção de energia. O governo tem parado de admitir uma ligação direta entre o autismo e as vacinas, e ao invés ele tem dito que as vacinas podem apenas ser um perigo para as crianças que tenham uma ‘rara’ disfunção em suas mitocondrias.

Bem, parece que a ‘disfunção’ mitocondrial não é afinal tão rara. Mais de 1 em cada 50 crianças [ou 2%  de todas as crianças] podem estar em risco de disfunção mitocondrial, segundo os ‘especialistas’ na chamada da conferência. Mas é possível que o que o governo está chamando de ‘disfunção’ seja realmente uma resposta a inúmeros assaltos ambientais? Pode apostar.

Byron Richards, CCN, explica bem isto:

“O que o governo não está dizendo é que, independente do verdadeiro tecido genético, as mitocondrias podem ser colocadas em um nível de stress que predispõe qualquer criança ao risco do autismo. Você não precisa ter uma mutação de gene. Isto é simplesmente uma desviação e uma tentativa de acobertamento”.

Então, talvez a pequena Hannah Poling, por exemplo, não tivesse uma ‘desordem’ subjacente até ser exposta a um ‘ataque’ de vacinações, algumas das quais contém o preservativo de mercúrio timerosal.

O que mais é conhecido danificar as mitocondrias?

  • * Timerosal
  • * Mercúrio
  • * Aluminio (que é acrescentado a muitas vacinas)
  • * Poluição
  • * Pesticidas
  • * Remédios
  • * Exposição Pré-natal ao alcool

Até mesmo a dieta padrão americana, tão cheia de alimentos inflamatórios como xarope de milho de alta frutose e grãos refinados, tem sido culpada por fazer “este gene mutante se tornar mais patogênico”.

Bem, a vasta maioria dos infantes é exposta não apenas à poluição, xarope de milho e pesticidas, mas também a medicamentos [frequentemente antes de ter um ano de idade]. Então parece prudente experar que quase todo mundo possa ter mitocondrias stressadas que, depois de até mesmo mais assaltos das vacinas e de outros gatilhos ambientais, pode teoricamente aumentar seu risco para Autismo.

É válido mencionar que, se a disfunção mitocondrial é tão rara, então porque ela é reconhecida como sendo ao menos parcialmente culpada destas doenças tão comuns?

* Diabetes
* Câncer
* Obesidade
* Doença de Parkinson
* Doença de Alzheimer

O Que Mais pode Desencadear o Autismo?

Talvez 1% dos casos de Autismo possam ser devidos a reais defeitos genéticos, tais como a verdadeira disfunção mitocondrial, e o resto provavelmente é causado pela exposição a químicos tóxicos, vírus ou outras influências ambientais.

Uma influência ambiental da qual você pode não ter ouvido falar foi sugerida por um estudo de novembro de 2007 no “Journal of the Australasian College of Nutritional & Environmental Medicine’. Foi descoberto que a radição eletromagnética (EMR) de telefones celulares, torres celulares, aparelhos Wi-Fi e similares tecnologias sem fio podem ser um fator acelerante no Autismo.

Depois de cinco anos de pesquisa em crianças com Autismo e outras desordens de sensibilidade da membrana, os pesquisadores descobriram que a radiação eletromagnética afeta negativamente as membranas celulares e permite que as toxinas dos metais pesados, que estão associadas ao Autismo, se construam no corpo.

Enquanto isto, as taxas de Autismo tem aumentado comcorrentemente juntamente com a proliferação dos telefones celulares e uso de aparelhos sem fio.

A radiação eletromagnética, dizem os pesquisadores, podem impactar o Autismo ao facilitar o aparecimento inicial dos sintomas ou aprisionar os metais pesados dentro das células nervosas, o que pode acelerar o aparecimento de sintomas da toxidade de metais pesados e impedir a limpeza terapeutica das toxinas.

Leptin Desempenha um Papel?

Recentemente tenho estado falando com muitas pessoas sobre a leptina, um hormônio que regula o apetite, queima a gordura e muitas outras funções no corpo. Contudo, se você come demais açúcar e grãos, isto pode levar a níveis elevados de leptina em seu sangue. Isto, por sua vez, leva a resistência a leptina, o que interfere com as mensagens que este hormônio está tentando transmitir ao seu cérebro.

Segundo Richards,  a leptina está elevada no sangue das crianças autistas.

“Este é um fator de risco ligado a obesidade na mãe com consequente programação fetal anormal do desenvolvimento cerebral, que é então deficiente para aliviar a inflamação da exposição tóxica como as vacinas”, ele diz. “Um alto nível de leptina no sangue significa que a leptina não está chegando ao cérebro. A leptina é o aliviador primário no cérebro contra o dano inflamatório excitotóxico”.

Emoções e Autismo

O Stress durante a gravidez e também durante a infância inicial podem também desempenhar um papel no Autismo.

“Os conflitos entre marido e mulher, na frente da criança [inclusive ainda durante a gravidez], faz com que os nervos sejam inflamados”, dis Richards, o que então aumentaria o risco de dano das vacinas.

Dr. Geerd Hamer, conhecido por sua nova medicina alemã, também tem uma explicação para como a sua psique pode estar envolvida no caso de Autismo.

Segundo o Dr. Hamer, seu filho é a criação de uma mulher e seu marido, e seja o que for que aconteça na psique deles portanto é ‘impresso’ na criança. Se a criança é ‘iniciada’ de um modo negativo, ele diz que ela está mais em risco dos gatilhos ambientais que podem levar ao Autismo.

O Senso Comum dos Orientações para as Vacinas

A luz das novas descobertas, o CDC está reportadamente ‘imediatamente tomando medidas para abordar a atual programação nacional de vacinas”. Mas duvido que suas mudanças abordem adequadamente os muitos problemas com isso.

Então, eu lhe suplico fazer alguma pesquisa sua própria antes de decidir se vai ou não vacinar seus filhos. Você também precisa aprender seus direitos sobre como recusa-las legalmente. Mas se você decidir fazer isso, os passos seguintes podem ajudar a redudiz alguns efeitos colaterais:

  • * Vacinações disseminadas estão fora; somente aplique uma de cada vez. Não é incomum as crianças receberem de uma só vez cinco vacinas e isto simplesmente é demais para algumas crianças lidarem.
  • * Assegure-se qaue a vacina não contenha timerosal.
  • * Assegure-se que seu filho esteja sadio antes da vacinação. A fraqueza do sistema imunológico [alergias, asma, problemas digestivos e infecções] particularmente devem ser resolvidos antes que a criança receba as vacinas.
  • * Não permita que qualquer vacina seja dada ao nascimento, principalmente a vacina contra a Hepatite B. O sistema nervoso central de um recém nascido é extremamente suscetível às influências tóxicas e não há razão para dar esta vacina a um recém nascido.
  • * Pense duas vezes em dar estas vacinas altamente questionáveis: anti-gripe, vacina HPV, vacina anti-variólica e vacina contra Hepatite B.

Há pouca dúvida de que o timerosal, um preservativo que é 49.6% etil-mercúrio é um fator contribuinte em muitos casos de autismo. É um fato muito bem estabelecido que a exposição ao mercúrio podem causar disfunções imunológicas, sensoriais, neurológicas, motoras e comportamentais – todas similares aos traços definidores ou associados ao autismo.

Também pode haver um outro componente nas vacinas que esteja causando dano. Por exemplo, segundo Donald W. Miller, Jr., MD:

” Um outro fator importante a respeito do mercúrio a se ter em mente é a toxidade sinérgica – o afeito aumentado do mercúrio quando outros venenos estão presentes. Uma pequena dose de mercúrio que mata e a cada 100 ratos e uma dose de alumínio que mata 1 em cada 100 ratos, quando combinadas tem um efeito surpreendente: todos os ratos morrem”.

“As doses de mercúrio que tem 1% de mortalidade terão 100% de mortalidade se algum alumínio estiver lá. As vacinas contém aluminío”.

As taxas de Autismo tem declinado desde que o timerosal foi removido das vacinas?

O timerosal foi retirado da maioria das vacinas infantis no início da década. Em 2006, estudos de duas bases de dados do governo indicaram que as taxas de autismo subiram na medidea em que as dosagens de timerosal aumentaram e então começaram a declinar quando o timerosal foi removido.

Ainda que, se você olhar o artigo da revista Time, ele diz que as taxas de Autismo tem continuado a subir desde que o timerosal foi removido das vacinas em 2001. Porque a discrepância?

Isto pode ser devido ao fato de que em 2002 o governo dos EUA começou a recomendar vacinações contra gripe para crianças com menos de dois anos [e agora as recomenda para crianças até elas terem 18 anos]. Bem, a maioria das vacinas contra a gripe ainda contém timerosal e assim tantos infantes ainda estão sendo expostos ao mercúrio.

Há também a questão do tempo das vacinas.

“Dar tantas vacinas em tão curto período de tempo a infantes cujo sistema nervoso ainda não está completamente desenvolvido pode desencadear o autismo e seu espectro de desordens”, diz o Dr. Miller.

E, segundo o Dr. Russell Blaylock, vacinas múltiplas dadas perto umas das outras super estimulam o sistema imunológico do cérebro e, via o mecanismo de “dano assistente” destrói as células cerebrais.

Published in: on dezembro 11, 2008 at 12:46 pm  Comments (6)  
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Ciclo Solar e Chuvas Tropicais

Pesquisadores usam Ciclo Solar para Prever Flutuações nas Chuvas Tropicais

NewswireToday – /newswire/ – Melbourne, Australia, 12/02/2008 –

O campo magnético do Sol pode ter um impacto importante sobre a atmosfera e os parâmetros climáticos na Austrália e outros países nos hemisférios norte e sul.

Segundo um estudo no Geographical Research publicado por Wiley-Blackwell, as secas na Austrália oriental estão relacionadas às fases magnéticas solares e não ao efeito greenhouse.

O estudo intitulado “Análise Exploratória das Similaridades nas Fases Magnéticas do Ciclo Solar com o Índice Sul de Flutuação na Austrália Oriental” usa dados de 1876 até o presente  para examinar a correlação entre os ciclos solares e a chuva tropical extrema na Austrália.

Ele descobre que o Índice de Oscilação Sul (SOI) – o instrumento básico para prever variações nos padroes globais e oceanicos – e as flutuações de chuva tropical registradas pela última década são similares aquelas em 1914-1924.

O Autor Professor Robert G. V. Baker da Escola de Estudos Ambientais, Universidade da Nova Inglaterra, Austrália, diz: “As interações entre a direcionalidade dos campos magnéticos do Sol e da Terra, a incidência de radiação ultravioleta sobre o Pacífico Tropical, e as mudanças nas temperaturas da Superfície do mar com cobertura de nuvens, podem contribuir para a explicação das mudanças substanciais no SOI das flutuações do ciclo solar. Se os ciclos solares continuam a mostrar valores relativos aos padrões climáticos, há o potencial para uma previsão mais acurada para 2010 e possivelmente além. ”

A associação SOI-solar tem sido investigada recentemente devido ao aumentado interesse no relacionamento entre os ciclos solares e o clima. A aplicação solar oferece o potencial para a previsão a loingo prazo do comportamento SOI e associadas variações nas chuvas tropicais já que a quase periodicidade na atividade solar resulta em um um esperado ciclo de situações e fases que não são eventos aleatórios.

O Professor Baker acrescenta: “Esta descoberta pode substancialmente avançar a previsão por meses a décadas. Ela deve resultar em um gerenciamento a longo prazo muito melhor da produção agrícola e recursos de água, nas áreas onde as chuvas tropicais estão correlacionadas aos eventos do  SOI e El Niño (ENSO).”

Este trabalho foi publicado na publicação de dezembro de Geographical Research Vol. 46 Issue 4.

Published in: on dezembro 10, 2008 at 9:27 am  Comments (2)  
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Alimentos Geneticamente Modificados

Estudo do Governo Austríaco Confirma que Plantações Geneticamente Modificadas (GM)  Ameaçam a Fertilidade Humana e a Segurança da Saúde

Advogados Pedem o Imediato Banimento de todos os alimentos e plantações GM

Para liberação imediata [13 de novembro de 2008]

(Los Angeles, CA.) – Um estudo alimentar de longo prazo comissionado pela Agência Austríaca para Segurança da Saúde e dos Alimentos, gerenciado pelo Ministério Federal da Saúde, Família e Juventude austríaco, e realizado pela Universidade de Medicina Veterinária de Viena, confirma que o milho geneticamente modificado [GM] afeta seriamente a saúde reprodutora nos camundongos. Os advogados não GM tem avisado sobre esta ligação com a infertilidade juntamente com outros riscos à saúde e agora buscam o banimento imediato de todos os alimentos e plantações GM para proteger a saúde da humanidade e a fertilidade das mulheres pelo mundo.

Alimentar camundongos com milho geneticamente modificado desenvolvido pela Corporação Monsanto dos EUA levou a uma fertilidade e peso corporal inferiores, segundo o estudo realizado pela Universidade de Medicina Veterinária de Viena. O principal autor do estudo, o Professor Zentek disse: “há uma ligação direta entre a diminuição da fertilidade e a dieta GM  e que o camundongo alimentado com o milho não GE se reproduzia mais eficientemente.”

No estudo, os cientistas austríacos realizaram testes de alimentação a longo prazo durante 20 semanas com comundongos de laboratório alimentados com uma dieta contendo 33% de uma variedade GM  (NK 603 x MON 810), ou uma variedade não GE estritamente relacionada usada em muitos países. Estatiscamente importante, o tamanho dos resíduos e diminuição de peso dos filhotes foram encontrados nos terceiro e quarto resíduos nos camundongos alimentados com GM, comparados ao grupo de controle.

O milho é geneticamente modificado com genes que produzem uma toxina pesticida que permite que ele sobreviva à aplicações do herbicida Roundup da Monsanto.

Um livro do autor Jeffrey M. Smith, “Genetic Roulette”, distribuido para os membros do Congresso no ano passado, documenta 65 riscos sérios à saúde com produtos GM, incluindo a soja GM e o milho GM: A prole de ratos alimentados com soja GM mostrou um aumento de cinco vezes na mortalidade, menores pesos ao nascimento, e a incapacidade de se reproduzir. Os camundongos machos alimentados com soja GM tinham células de esperma jovem danificadas. A prole embrionária dos camundongos alimentados com soja GM tinha o funcionamento do DNA alterado.

Vários fazendeiros americanos relataram esterilidade ou problemas de fertilidade entre porcos e vacas alimentadas com a variedade GM do milho.

Adicionalmente, durante os últimos dois meses, investigadores na Índia tem documentado problemas de fertilidade, abortos, nascimentos prematuros e outros sérios asuntos de saúde, incluindo mortes, entre búfalos alimentados com produtos da semente de algodão de variedade GM.

As principais plantações GM são soja, milho, semente de algodão e canola. O açúcar GM de beterraba também será introduzido antes do fim do ano. Mr. Smith, que é também Diretor Executivo do Instituto de Teconologia Responsável, diz: “os alimentos GM são provavelmente responsáveis pelas tendências negativas na saúde nos EUA. O governo imediatamente deve impor um banimento imediato destas plantações.” Ele acrescenta: “os consumidores não precisam esperar pela ação governamental. Eles podem baixar um guia gratuito de compras não GM em  http://www.HealthierEating.org.

Representantes de imprensa da Monsanto no Reino Unido e nos EUA foram incapazes de fornecer um comentário sobre os achados dos jornalistas ontem. A campanha do Instituto de Teconologia Responsável por uma Alimentação mais Saúdavel na América mobiliza cidadãos, organizações, negócios e media para obter o máximo de rejeição dos consumidores de alimentos geneticamente modificados.

O Instituto educa as pessoas sobre os riscos documentados à saúde das GM e fornece escolhas de produtos não GM mais saúdaveis.

O Instituto também informa os fazedores da política e ao público pelo mundo sobre os impactos das plantações GM sobre a saúde, ambiente, economia, agricultura e os problemas associados com a pesquisa atual, regulamentos, práticas corporativas e relatórios.

Links
Austrian Study
Institute for Responsible Technology
Non-GMO Shopping Guide
Genetic Roulette

Published in: on dezembro 9, 2008 at 12:56 pm  Comments (4)  
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Prova de Vida depois da Morte

Prova de Vida depois da Morte

Ed Conrad

A questão se Deus existe tem sido objeto de controvérsia provavelmente por tanto tempo quanto as pessoas tem sido capazes de falar e argumentar.

Se Deus existe, Deus certamente não torna isto óbvio muito frequentemente, indubitavelmente por alguma razão muito boa.

Mas a cada vez por algum tempo, Ele permite que a incrível realidade de Sua existência – e Seu surpreendente poder –  sejam conhecidos de um modo o mais improvável, não apenas fornecendo a evidência de que Ele é, mas também oferecendo as provas que a vida certamente não acaba quando você ou seus seres amados morrem.

Isto, com certeza, é o que aconteceu em agosto de 1963 quando um par de muito mais que insignificantes mineiros de carvão foram aprisionados mais de 300 pésabaixo da superfície, dentro de uma caverna em uma mina na região de antracita da Pensilvânia.

David Fellin, de 58 anos e Henry “Hank” Throne,  de 28, pareciam destinados a morrerem de uma morte horrível, porque sua chance de serem resgatados era astronômica, ou até mesmo pior.

Contudo, quando toda a esperança parecia perdida, Deus intercedeu, apontou Seu dedo e, de repente, o Papa João XXIII     – que tinha morrido em um hospitalde Roma, Itália, dez semanas antes do soterramento – apareceu a Fellin e Throne em sua tumba preta como o carvão, irradiando uma luz azulada que não lançava sombra.

O Papa João, na meia idade de um homem velho que ele era como quando faleceu, estava sorrindo para os dois mineiros, seus braços dobrados na sua frente e permaneceu dentro da câmara subterrânea deles por ao menos oito dias completos.

Foi no décimo quarto dia da prova difícil que o mais incrível resgate de mineiros de todos os tempos aconteceu quando Throne e então Fellin, foram alçados à superficie por um buraco cavado, usando capacetes de futebol e arreios de paraquedas.

Depois de estarem aprisionados por 14 dias – os primeiros 5 dias e meio sem qualquer contacto com o mundo externo e os últimos sete dias e meio durante a fenomenal operação de resgate observada por pessoas de todo mundo em completo fascínio – os dois mineiros finalmente estavam seguros na superfície, um fim mais que feliz que foi a primeira página dos noticiários pelo Mundo Livre.

Ok, realmente Deus não fincou Sua visível presença – Seu sagrado Nariz – em fazer dos muitos milagres que haviam ocorrido dentro da mina. Mas, sendo Omnipresente e Omnipotente, Ele tinha enviado um embaixador apropriado para “supervisionar” a operação de resgate e para assegurar que os mineiros permanecessem vivos.

Deus indubitavelmente havia escolhido o Papa João para esta tarefa em particular porque, durante seu período de vida, sua incrível humildade tinha brilhado como um farol, até mesmo depois que ele se tornou mundialmente famoso.

E esta humildade nunca foi mais óbvia do que no Dia de Natal de 1958 – o primeiro Natal no Vaticano do amado Papa João XXIII – quando,  em um impulso de momento, ele decidiu fazer uma visita de surpresa a uma prisão em Roma que abrigava os mais endurecidos condenados da cidade. Quando o Papa João XXIII entrou na area externa da prisão, tanto a equipe do Vaticano quanto a da prisão expressaram preocupação por sua segurança, mas respiraram um sinal de alívio entendendo que as impenetráveis barras de aço ofereciam proteção suficiente diante dos homens geralmente zangados do outro lado.

Imagine, então, quão surpresos eles devem ter ficado quando o Papa João XXIII, sorrindo  e acenando para os prisioneiros que estavam a alguma distância, repentinamente ordenou que a principal porta das celas se abrisse porque ele disse que queria entrar.  Quando o Papa João entrou no bloco de celas, estes chamados criminosos endurecidos cairam de joelhos e começaram a aplaudir este incrível gesto de amor e compaixão por seus companheiros humanos.

Não foi difícil entender porque Deus, quando Ele precisou de uma figura adequada para manter um par de mineiros longe de seu encontro da morte certa, certamente não poderia ter feito uma escolha melhor.

E deve ser dito, antes que prossigamos, que a história incrível que você está lendo nada tem a ver com o assunto da religião per se – “Quem está certo?” e “Quem está errado? ”

Isto é porque Angelo Roncalli, que havia passado o crepúsculo de sua vida disseminando o brilho do sol como Papa João XXIII, tentou unir as pessoas de todas as fés diferentes e ainda respeitou aqueles que não acreditavam. Ele era um verdadeiro irmão da Fraternidade do Homem – e foi apenas coincidência que acontecesse de ele ser um sacerdote.

O fato claro e inegável é que o Papa João XXIII foi uma das personalidades mais nobres, mais admiradas e mais amadas do século XX.

Obviamente, isto é o porque até mesmo Deus gostava dele.

A evidência conclusiva da vida depois da morte realmente tem estado disponível por mais de um quarto de século.

Esta opinião é partilhada pelas duas mais importantes autoridades em morte e morrer, a Dra. Elisabeth Kubler-Ross e o  Dr. Bruce Greyson.  Eles concordam quea prova tem sido fornecida pelo par de mineiros de carvão da Pensilvania, que, já em 1963, revelaram que o Papa João XXIII tinha aparecido para ambos e ao mesmo tempo durante seu aprisionamento de 14 dias em uma caverna subterrânea perto de Hazleton, Pensilvania.

O Papa João morreu em um hospital em Roma em 3 de junho de 1963, umas 10 semanas antes do desmoronamento da mina.

David Fellin, um dos mineiros, pessoalmente havia dito ao Dr. Kubler-Ross sobre o aparecimento do falecido pontífice e forneceu detalhes de outras experiências misteriosas e sobrenaturais que ele, então com 58 anos e Henry “Hank” Throne, então com 28, tinham partilhado enquanto separados do resto do mundo durante os primeiros cinco dias de sua terrível prova difícil.

Entre as coisas notáveis que Fellin tinha dito a  Dra. Kubler-Ross durante uma conversa de um dia inteiro na casa dela em Headwaters, Va., estavam duas ocasiões distintas que ele insistiu que ele e Throne tinham estado fora de seus corpos físicos ao mesmo tempo, durante o que eles realmente se engajaram em uma conversa.

A Dra. Kubler-Ross, autora internacionalmente aclamada de inúmeros livros sobre a morte e morrer, disse que ela acreditava em Fellin  e afirmou que o miraculoso resgate dos mineiros, o aparecimento do falecido papa e as experiências fora do corpo partilhadas por duas pessoas ao mesmo tempo – nunca antes documentadas – é  “… evidência … que a vida não termina quando nosso corpo físico morre”.

. Greyson,  então um psiquiatra do Centro de Saúde da Universidade Connecticut  e um funcionário da Associação Internacional de Estudos da Quase Morte, tem se tornado conhecido dos detalhes incríveis dos eventos sobrenaturais ligados ao aprisionamento apenas no último ano  da vida de Fellin, mas as achou fascinantes.

“Estou mais intrigado pelas experiências simultâneas de David Fellin e Hank Throne, que aparentemente conversaram enquanto fora de seus corpos”, ele afirmou. “Se eles podem corroborar as narrativas um do outro, eles podem fornecer a evidência da realidade do “Outro Lado” além de qualquer coisa que já tivemos disponível.”

Quando fez esta declaração, o Dr. Greyson, então o  editor do The Journal of Near-Death Studies, ainda não estava ciente de que tal corroboração realmente tinha ocorrido logo depois que Fellin e Throne tinham sido dramaticamente resgatados.

de serem  puxados para a superfície por um buraco cavado de 17 polegadas e meia em 27 de agosto de 1963, os dois mineiros tinham sido entrevistadosindividualmente , e então juntos, por um par de psiquiatras e um terceiro membro da equipe do Instituto da Universidade da Pensilvania na Filadélfia.

Estas entrevistas intrigantes, assunto de um artigo no American Journal of Psychiatry, ofereceram a evidência que ambos homens indubitavelmente tinham sido participantes mútuos em uma série de eventos misteriosos e sobrenaturais, incluindo o aparecimento do falecido pontífice, e suas experiências conjuntas fora do corpo.

O artigo do Journal afirmou que “ nem um homem ou outro exibiam evidência de psicose ou marcada anormalidade mental quando examinados” , ainda que descartasse suas experiências similares como ‘fantasias’ e ‘alucinações’.  Os autores sentiram que elas haviam sido causadas pela situação ameaçadora à vida dos mineiros quando aprisionados.

Esta foi a conclusão deles até mesmo embora ambos homens independentemente tivessem descrito uma variedade de ocorrências similares e inexplicáveis quando no subterrâneo. Eles tinham mencionado, entre outras coisas, que sua câmara escurecida subitamente estava iluminada por uma luz azulada; o falecido pontífice apareceu a eles; e viram um grande número de homens que nem eram mineiros e nem membros da equipe de resgate.

também revelou que, pouco depois de ser resgatado, ele tinha sido entrevistado durante mais de sete horas por uma equipe de sobrevivência da Marinhados EUA chefiada pelo Tenente  Richard Anderson, um médico e psiquiatra.

Fellin disse que no dia depois de sua entrevista, o Tenente Anderson o visitou em seu quarto de hospital e disse a ele que estava absolutamente certo de que as experiências dele eram factuais porque Throne também havia sido entrevistado por várias horas – algo que Fellin não sabia – e que as histórias deles combinavam perfeitamente.

“Dr. Anderson me disse que a nossa história DEVE ser verdadeira porque seria impossível para duas pessoas  criarem uma história que permaneceria tão bem durante tais entrevistas tão longas”, disse Fellin. “De fato, ele me disse que o Presidente Kennedy ou o Papa [ o Papa Paulo VI, que sucedeu o Papa JoãoXXIII] diriam que nossa história não era verdadeira,mas que eu não deveria argumentar com eles e simplesmente seguir a minha vida porque ele sabe que é verdade”.

Deve ser notado que todas as tentativas de obter uma cópia da entrevista gravada de Fellin ou uma transcrição da Marinha dos EUA em anos recentes não tem tido sucesso. De fato, oficiais da Marinha primeiro negaram o conhecimento do Tenente Anderson, mas depois – em resposta a uma solicitação de informação por um congressista Americano –  admitiu que ele havia se exonerado da Marinha em 1964, no ano seguinte ao desabamento e resgate.

Dra. Kubler-Ross disse que as revelações de Fellin são ‘obviamente verdadeiras’ e enfatizou que ela está convencida que o Papa João XXIII teve muito a ver com a sobrevivência. “Do momento do aparecimento do falecido papa até que eles fossem retirados, o papa iluminou a caverna deles com uma luz azulada que se irradiava dele”, ela afirmou.

Dra. Kubler-Ross também estava grandemente impressionada pela maneira na qual os dois mineiros tinham sobrevivido os primeiros cinco dias depois do desabamento, chamando a isto “uma orientação para os nossos mineiros, soldados, alpinistas e todos aqueles que enfrentam o risco de uma similar situação difícil um dia”. Ela se referiu a batalha para permanecer vivo como “uma história de fé, coragem, cuidado mútuo e respeito…”

A respeito das afirmações de Fellin de ter partilhado duas viagens fora do corpo com Throne de seu lado, a Dra. Kubler-Ross disse que ela está certa de quede fato elas ocorreram e as chamou de “muito reais, como estou feliz em testemunhar de minhas próprias experiências de vida”.

Throne foi o primeiro a revelar suas experiências depois de ser resgatado, mesmo depois de ser advertido por Fellin para não dizer uma palavra a eles porque “Se você o fizer, certamente eles vão dizer que estamos malucos”.

Throne falhou em seguir o conselho e, de fato, tinha dito a várias atendentes e enfermeiras no Hospital Geral Hazleton sobre umas poucas das ocorrências misteriosas logo depois de ter sido transportado para lá em um helicóptero da marinha dos EUA.

Throne também mencionou alguns dos eventos misteriosos durante uma entrevista exclusiva que ele garantiu a The Associated Press e que tinha aparecido nos jornais mundialmente. Fellin também tinha sido entrevistado pela AP, durante o que ele corroborou algumas das coisas que seu companheiro havia relatado.

Comentou Throne enquanto estava sendo entrevistado pela AP:

“Houve vezes que vimos pessoas que não estavam lá e luzes que não estavam lá e portas que não estavam lá. Imagine ver uma porta comum de casa lá no fundo de  uma mina. Eu estava adormecido!  Eu estava acordado!. Tinha visto todos os tipos de luzes e de reais figuras de pessoas. Eles agora me dizem que foram  alucinações mas a coisa louca é que Davey veria o mesmo que eu.”

Comentou Fellin durante sua entrevista:
“Agora eles estão tentando me dizer que estas coisas foram alucinações, que imaginamos tudo isto.  Nós não imaginamos! Nossas  mentes não estavam fazendo   truques conosco. Eu tenho sido um mineiro prático e cabeça dura por toda minha vida. Minha mente estava clara lá embaixo na mina. Estas coisas aconteceram!   Eu não posso explica-las. Eu estou quase com medo de pensar qual possa ser a explicação.”

Fellin disse que depois de garantir que estas entrevistas fossem para o serviço a cabo, psiquiatras e psicólogos começaram a inferir que Throne, cuja entrevista fora publicada primeiro, temporariamente havia perdido a sua sanidade dentro da mina. Isto indubitavelmente explica porque Throne, que ainda está vivo, tem sido tão relutante em discutir estas experiências depois de ter falado livremente sobre elas nos primeiros poucos dias a seguir de seu resgate.

Fellin decidiu nada dizer posteriormente sobre elas por anos porque ele ficou extremamente zangado que a sanidade de seu companheiro tenha sido seriamente questionada. “Se eles não acreditaram em Hank (em  1963),  eles certamente, que diabos, não acreditariam em mim,” disse Fellin.

Contudo, durante mais de cinco anos antes de sua morte, Fellin tinha deixado numerosas cartas e conversas gravadas – tanto em audio quanto em video -, na qual ele vividamente detalhou um número de eventos sobrenaturais nos quais ele insistia ter participado.

Fellin disse que ele estava absolutamente certo de que ele e Throne tinha estado fora de seus corpos físicos porque, pela primeira vez em que isto aconteceu, eles repentinamente se encontraram de pé a uns 40 ou 50 pés da área de refúgio com uma multidão de homens de aparência normal de ambos os lados deles. Ele disse que ele então olhou acima de seu ombro e se viu e a Throne ainda sentado de volta na prisão. Fellin disse que ele precisava de prova adicional que isto não era um sonho ou uma alucinação,  portanto estendendo sua mão direita a frente de um homem de pé perto dele para ver se ela lançaria uma sombra, o que ela fez.

“Isto é quanto eu tive por certo que não estava ficando maluco”, disse Fellin. “Se isto tivesse acontecido, eu nunca mencionaria uma palavra sobre as coisas estranhas que aconteceram.”

Devido a idade de Fellin e sua visão muito pobre, as cartas tem sido escritas em seu benefício pelo noticiarista veterano Ed Conrad do  Hazleton Standard-Speaker, que tinha se encontrado a muito tempo com o mineiro pela primeira vez uma semana antes de seu 80o. aniversário  no despertar de uma amizade mútua.

Conrad tinha estado grandemente impressionado com a recordação quase total dos eventos de Fellin a respeito do desabamento e do resgate e também estava impressionado com sua inteligência e tremenda humildade. Quando Fellin  revelou alguns eventos estranhos que tinham transpirado enquanto ele e Throne  estavam aprisionados, Conrad buscou o papel de repórter investigativo.

As cartas de Fellin tinham sido baseadas estritamente no que ele havia dito a Conrad durante as conversas deles, a vasta maioria do que havia sido gravada.  Cada carta tendo sido lida a Felin, que a assinou e a tinha registrado em cartório apenas depois que ele encontrou a satisfação completa como sendo totalmente acurado.

Conrad também arranjou para que Fellin tirasse uma foto a respeito de suas revelações sobre a validade de suas experiências e ele enfaticamente concordou em assim o fazer.

Uma pergunta feita a Fellin foi: “Depois que sua câmara repentinamente se iluminou pela misteriosa luz azulada, você e Hanck viram o Papa João XXIII e então Hanck perguntou a você “Quem é este camarada?” e então  ele respondeu ‘Sim”

Fellin também foi perguntado: “Quando você e Hanck estavam fora de seu aprisionamento pela primeira vez, você se viu andando entre uma grande multidão e então olhou para trás e viu você e Hanck sentados na câmara?” Ele respondeu   “Sim”.

O poligrafista certificado que havia administrado o teste na escrita de ambas as questões tinha revelado “nenhuma reação indicativa de mentira”.

Em uma de suas cartas, Fellin testemunhou que quando era aparente que nem ele e nem Throne sairiam vivos da mina, ele havia ficado zangado com Deus e fez uma ‘prece’ na qual ele tinha exigido que o Criador ao menos tivesse a decência de deixa-lo saber que mal ele havia feito em sua vida para que ele fosse forçado a morrer ‘mil mortes’ enquanto enfrentava uma tortura física e mental dentro da mina.

Ele disse que pouco mais tarde, o que pareceu serem três pequeninos vagalumes azulados repentinamente apareceram na escuridão total, começando a expandir e logo enchendo a câmara inteira com a luz azulada.

Fellin testemunhou que a luz azulada não lançava sombra e fornecia uma visibilidade perfeita. Ele também disse que a pequena prisão onde eles tinham sido aprisionados se expandiu, os habilitando a se mover ao redor.

Fellin posteriormente testemunhou que, quando a luz azulada os habilitou a ver, ele percebeu o Papa João XXIII em uma elevação à distância, visível apenas da cintura para cima.

Ele disse que o pontífice, que tinha 81 anos quando morreu, parecia ter metade daquela idade, seus braços dobrados em frente a ele e ele estava sorrindo para eles.

Fellin disse que o Papa João, que tinha sido eleito o 262o. pontífice da igreja católica em 1958, estava usando uma batina preta ‘como um pobre sacerdote”.

‘Não era uma visão e não era uma imagem”, ele ressaltou. “Era Ele: o Papa João! Eu o teria reconhecido em qualquer lugar.”

Fellin disse que ele esperava que Throne não visse o papa – temendo que Hanck ficasse frenético se entendesse que um homem morto estava com eles – mas o homem mais jovem definitivamente o viu porque ele tinha apontado para o pontífice e excitadamente perguntado: “Quem é este camarada?”

Fellin também testemunhou que o Papa permaneceu com ele e Throne até o tempo deles serem alçados à superfície [uma semana depois] usando arreios de paraquedas e capacetes de tutebol enquanto os noticiaristas mundiais estava reunidos no local da mina.

O Papa João,  um dos treze filhos de um  arrendatário italiano, era admirado por sua tremenda humildade. Em seu primeiro aparecimento para uma enorme multidão reunida na praça do Vaticano depois de sua eleição, ele apareceu usando apenas uma batina e sobrepeliz para grande surpresa da enorme multidão e maior choque da hierarquia da igreja.

Fellin, durante seus últimos dias de vida, insistiu que ele tinha feito numerosas jornadas incríveis ao ‘Outro Lado” da morte.

`Foi-me mostrado o ‘Outro Mundo’, ele afirmou. “Ele não é um mundo real. Temos que conquistar nosso lugar no mundo real.  Sei porque fiz a inteira viagem.”

Fellin, interessantemente, disse que uma multitude de pessoas que tem estado perto da morte e mais tarde insistiram que elas viajaram por ‘um túnel de luz’ estão enganadas.

“Isto é porque eles não estão familiarizados com túneis”, ele explicou. “ Passei mais de 50 anos trabalhando dentro de túneis nas minas e até mesmo ajudei a construir muitos deles – e sei!”

“Estas pessoas não viajam por túneis. Realmente, há um guarda-sol de luz sobre a cabeça deles e ele se move ao longo com eles quando eles se movem na escuridão”

Muito do que Fellin tinha visto e vivenciado durante suas jornadas ao “Outro Lado”  é detalhado nas cartas adicionais registradas em cartório.

Deve ser notado que, durante sua segunda jornada fora do corpo Fellin e Throne  tinham chegado a maravilhosas portas de mármore que estavam abertas e revelavam escadas. Throne disse a Fellin que eles deviam subir as escadas porque elas levariam à superfície e assim, à segurança. Contudo, quando Throne ia dar o primeiro passo para passar pelas portas, elas repentinamente se fecharam e ele ficou extremamente zangado, ameaçando quebrar as portas.  Quando ele assim o fez, eles retornaram a seus corpos físicos.

Seguindo este incidente, Throne não fez mais viagens fora do corpo, embora Fellin insistisse muitas vezes que ele fez muitas, muitas outras passando as portas de mármore.

Entre as mais notáveis revelações de Fellin estavam as viagens que ele insistiu ter realizado de volta no tempo e que lhe permitiram uma oportunidade de testemunhar monumentais eventos da história como eles realmente ocorreram.

Ele testemunhou, por exemplo, que ele assistiu a construção das pirâmides do Egito e esteve a bordo do navio de Cristóvão Colombo – não visto por Colombo e sua tripulação -, durante sua jornada para descobrir a América. E quanto à pergunta honrada pelo tempo sobre como as pirâmides eram construídas, Fellin disse, baseado no que ele tinha observado, que não era de fato uma tarefa gigantesca como geralmente é teorizado. Ele enfatizou que ela não exigia milhares de homens trabalhando por centenas de anos porque nem uma única rocha de multi-toneladas tinha que ser alçada de um local a uma grande distância.

isso, Fellin disse que Colombo – que ele descreveu tendo cabelos louros e barba ruiva – era de Tiro, não italiano, e que o segredo de seu sucesso foi simplesmente porque ele havia dominado o uso da bússola. A bússola assegurou a Colombo que, se ele não alcançasse a terra pelo tempo em que metade do suprimento da comida da tripulação tivesse acabado, ele simplesmente voltaria seu navio na direção oposta para voltar ao porto de partida.

Fellin disse a Conrad que ele tinha aprendido que o verdadeiro nome de Colombo nem mesmo era Colombo. “Ele era chamado Colombo, que é uma palavra latina para Pombo, mas este era apenas seu apelido”, ele explicou. “Colombo havia ganho seu apelido ao navegar para pontos desconhecidos e sempre vontar com segurança.  Assim as pessoas ao redor das docas começaram a chama-lo de Colombo – significando que ele era um pombo doméstico que sempre voltava ao ninho.

“Com certeza, eles não entenderam que Colombo estava usando uma bússola – uma bússola muito grande que estava exatamente no meio de sua cabine muito pequena– para ganhar sua reputação como um excelente homem do mar.  Até então, a bússola tinha sido vista como nada mais do que um brinquedo de criança, não como um instrumento de navegação”.

Detalhes explícitos das jornadas fora do corpo de Fellin que o capacitaram a observar as pirâmides sendo construídas bem como observar Colombo em sua viagem através do Atlântico para descobrir a América em 1492, são revelados em várias cartas registradas em cartório.

A operação de resgate da mina, sem precedentes nos anais da mineração em qualquer lugar do mundo, tinha se tornado a principal história dos noticiários somente depois que o contacto tinha sido feito com     Fellin e Throne que tinham sido dados por mortos.

Os  dois mineiros foram descobertos estarem vivos depois que cavaram um buraco de seis polegadas na terra em um tiro de um milhão para um. O objetivo tinha sido alcançar uma área onde três homens tinham estado dentro da mina Oneida No. 2 e poderiam ter alcançado abrigo se, de fato, eles não tivessem morrido no desabamento.

“MINE MIRACLE,” foi a manchete do Los Angeles Times em sua edição de segunda-feira, 19 de agosto de 1963, embora erroneamente relatando que todos os três mineiros – inclusive Louis Bova, de 54  anos – estavam vivos.

As notícias mais que incríveis que dois dos homens ainda estavam vivos depois de cinco dias no subterrâneo foram notícias maiores e assim permaneceram até o resgate deles.

Oficiais de mineração, engenheiros e homens que tinham trabalhado dentro desta mina em particular tinham ajudado a determinar a localização de uma estaca na localização mais provável onde o buraco cavado original devia penetrar a terra em uma distância de mais de 300 pés.

Somente nos últimos anos de  sua vida Fellin aprendeu que o buraco de olho do touro, que tinha possibilitado o contacto com o mundo externo, tinha até mesmo sido perfurado em uma estaca original.

Um dos homens a cargo da operação de resgate tinha admitido em um artigo de jornal no 5º aniversário do desabamento que o pesado equipamento contendo a perfuradora, que tinha se dirigido ao local da mina de uma distância de muitas milhas, realmente havia tido uma falha mecânica a alguns 20 a 30 pés da estaca.

Foi então decidido, já que a tentativa sem precedentes de alcançar os homens por um buraco cavado beirava o impossível, que a perfuração fosse feita precisamente onde o caminhão havia quebrado.

Uma vez tendo sido feito o contacto com Fellin e Throne, a única esperança de resgate era perfurar um buraco muto maior, pelo qual os homens pudessem ser puxados à superfície. A broca usada para perfurar o buraco de 17 e meia polegadas, pelo qual eles eventualmente pudessem ser alçados à superfície, tinha sido levada por vôo gratuitamente por uma das companhias de perfuração do bilionário Howard Hughes no Texas.

Bova morreu como resultado do desabamento na mina localizado a apenas meia milha da casa de Fellin e seu corpo nunca foi recuperado. Uma pedra lapidar tem sido erigida acima da área onde o desabamento havia ocorrido.

Fellin e Throne, que tinham estado no subterrâneo por um total de 329 horas e 17 minutos, tinham recebido telegramas do Presidente Kennedy, que seria assassinado em Dallas menos de três meses depois.

“Congratulações,” JFK tinha escrito para eles. “A estamina, coragem e espírito que vocês e seus resgatadores tem exibido nos dias recentes tem conquistado a admiração de todos os americanos. Desejo me unir a eles e expressar meus bons votos de todo o coração por sua rápida recuperação.”

O desmoronamento e o resgate tinham sido apresentados como parte de uma série de documentário para televisão “Survival!” em meados dos anos de 1960 e o programa – completo com filmes reais do resgate – tem sido televisionado várias vezes.

Ed Conrad já tem ousadamente informado a comunidade científica sobre a mortalmente errada propagação de sua teoria da evolução a respeito de onde veio o homem. Portanto, apenas é cabível e apropriado que esta webpage, que ele tem estado assinando pela tarefa de dizer aos cientistas – e a você – onde estamos indo.

Ed, você vê, é um arqui-inimigo da instituição científica porque ele tem descoberto ossos humanos e outros restos petrificados entre os veios de antracita da Pensilvania, uma evidência inegável que o homem é tão velho quanto o carvão.

E, obviamente, se nossos ancestrais existiram enquanto o carvão estava sendo formado a 280 milhões de anos atrás, a teoria de que nossos mais antigos ancestrais não humanos existiram a 65 milhões de anos é derrubada por um só golpe.

Infelizmente, diz Ed, a vasta maioria dos cientistas evita buscar a verdade  porque eles entendem que isto pode seriamente colocar em risco seus vestidos interesses.

Para encobrir seus traços, eles contantemente menosprezam qualquer tipo de evidência que não se enquadre bem no paradigma que eles estão tentando proteger.

Mas, até mesmo pior, alguns até mesmo adulteram qualquer evidência para ter certeza que ela desapareça.

Isto é precisamente o que Ed Conrad insiste que ele encontrou em suas lidas com a instituição científica durante estes dezessete anos passados e explica porque ele acusa a instituição de engano, desonestidade, conluio e conspiração.

Isto também explica porque em próprios news grupos prestigiados como talk.origins e sci.anthropoloogy, ele não hesita em chamar a isto de Instituição Pseudo-Científica.

Bush e a Tortura

Na medida em que Bush se prepara para deixar a Casa Branca, a questão da tortura o assombra
The Canadian Press
Dezembro de 2008

WASHINGTON — Nos dias finais da Presidência irrefreavelmente impopular de George W. Bush, parece quase apropriado que o assunto mórbido da tortura – e seu apoio de prática na Guerra contra o terror – tenha se tornado um assunto predominante.

As sempre crescentes conversas a respeito do que Bush costumava chamar o ‘programa’, um processo super secreto de técnicas de interrogatório que incluiam afogamento simulado, ficar de pé por longos períodos de tempo, hipotermia, privação prolongada de sono e o uso de drogas psicotrópicas.

Bush e  sua equipe de política externa e oficiais legais, enfrentando a pressão dos Democratas congressistas e das organizações de direitos humanos, estão em conflito com os chamados de processar  funcionários da CIA e do Departamento de Justiça que autorizaram a tortura.

“O único meio de evitar que isto aconteça é se assegurar que aqueles que foram responsáveis pelo programa de tortura  paguem o preço por isso”.   Michael Ratner,  um professor da Escola de Direito de Columbia e presidente do Centro de Direitos Coinstitucionais, disse recentemente.

Não vejo como reconquistar nossa estatura moral ao permitir que aqueles que estiveram intimamente envolvidos nos programas de tortura simplesmente saiam de cena e levem vidas onde eles não são mantidos responsáveis”.
Bush, enquanto isso, está sendo pressionado por estes pelo direito de terem garantidos seus perdões desde já para qualquer funcionário da equipe envolvida na formação e implementação do ‘programa’ .

Bush deve considerar perdoar – e deve ao menos estar altamente elogiando – todos os que serviram de boa fé na Guerra contra o terror, mas cujos deveres podem agora serem suscetíveis de uma perseguição demagógica ou de inspiração política por alguns que desejam marcar pontos políticos” escreveu recentemente no New York Times o estudado direitista Bill Kristol.

Os agentes da CIA  que realizaram o afogamento simulado da mente mestra do 11 de setembro Khalid Sheikh Mohammed, e os funcionários do NSA (Agência de Segurança Nacional) que ouviram os telefonemas do Paquistão, não devem se preocupar sobre as leis ou a difamação pública. De fato, Bush deve querer dar a algum destes servidores públicos a Medalha da Liberdade … eles merecem isto.”

Eric Holder, a escolha de Obama para advogado geral, tem denunciado a tortura.

Em uma fala à Sociedade da Constituição Americana em junho, Holder exigiu o fim da prática de enviarem os suspeitos de terrorismo para países que praticam a tortura. Ele disse que os EUA devem declarar que não sujeitarão os prisioneiros a interrogatórios forçados ou tratamento degradante.
Ele também pediu um fim para os grampos ilegais, uma outra marca registrada das políticas de Bush depois de 11 de setembro.

Bush, disse estar consumido que seu legado, pode prejudica-lo até mesmo posterior ao perdão de alguns membros de sua equipe. Tais perdões profiláticos também implicariam que as  de seu governo depois de 11 de setembro eram ilegais, quando ele muito havia insistido que elas eram legais.

Ao invés, o presidente parece estar apostando que Obama dará a sua equipe um passe. Os oficiais da Casa Branca tem dito que tais perdões são desnecessários, indicando as opiniões legais do Departamento de Justiça que apoiaram os métodos da administração de deter e interrogar suspeitos de terrorismo.

“Antes de realizar os interrogatórios, os funcionários da CIA buscaram aconselhamento do Departamento de Justiça e estou ciente que não há evidência que estes advogados do Departamento de Justiça forneceram algo diferente de seu próprio julgamento do que a lei exigia”, o advogado geral de Bush, Michael Mukasey, disse em uma fala em 20 de novembro em New York.

Ele prontamente desmaiou um momento depois em uma fala esmaecida que se tornou uma sensação no YouTube, não muito depois que um membro da audiência gritou: “Tirano!  Você é um tirano!”

Não obstante a bola agora está firmemente na côrte de Obama com a insistência da  Casa Branca que a administração de Bush recebeu a garantia de funcionários do Departamento de Justiça que nada havia de ilegal quanto ao ‘programa’.

O presidente eleito aparentemente está ávido, contudo, em evitar a aparência de buscar punir Bush e os partisans da Guerra que pode irromper como uma consequência. Aqueles íntimos de Obama dizem que é improvável que ele lançará provas criminais sobre as práticas de Bush pós 11 de setembro .

Ao invés, ele está relatadamente considerando uma comissão para investigar as póliticas contra terrorismo e tornar públicos o máximo de detalhes possíveis sobre as políticas de tortura do governo Bush.

idéia pareceu ganhar algum apoio esta semana de Patrick Leahy, o líder democrata do comitê do Senado.

“Pessoalmente, gostaria de saber exatamente o que aconteceu… mais como  um tipo de coisa  ‘o passado é um prólogo’ ele disse.

Quero ter certeza que isto não acontecerá novamente. A tortura é um assunto maior”.

A comissão teria o poder de ordenar que as agências americanas de inteligência abram seus arquivos para revisão, e questionar os oficiais seniores que aprovaram a simulação de afogamento e outras táticas de tortura.

Published in: on dezembro 5, 2008 at 3:44 pm  Deixe um comentário  
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Illuminati

A História do Illuminati
grandconspiracy.com

As origens históricas do Illuminati

As origins do Illuminati podem  ser rastreadas a várias centenas de anos atrás.  É afirmado que a Ordem do Illuminati foi iniciada em 1776 por um professor bavaro chamado Dr. Adam Weishaupt.  A Organização secreta foi inicialmente chamada de “Ordem dos Perfeccionistas” e mais tarde mudou para “Ordem do Illuminati.”  O grupo existia dentro de uma loja maçonica na Alemanha.

É amplamente acreditado que perto de uma década depois, o governo bavaro se moveu para banir o grupo porque ele estava planejando derrubar o Papa e uma cadeia de reis europeus.

Mas porque o grupo foi formado?

Dr. Weishaupt, foi educado pelos Jesuítas, e se tornou um professor de Lei Canônica da Universidade de Ingolstadt.  Ele mais tarde avançou para se tornar um professor de Lei Canônica e Natural e sua filosofia em relação à religião e sociedade começou a mudar. De fato, naquele tempo os cristãos desejavam monopolizar o mundo com a aderência estrita à crença deles.  Consequentemente, a associação do professor com os Jesuítas [A Sociedade de Jesus] era  tensa e ele quebrou as fileiras deles, eventualmente. Suas opiniões políticas e religiosas se tornaram mais naturalistas e ele começou a aderir ao deismo.

Ele estabeleceu uma busca pela verdade e começou a estudar a história e antigos manuscritos por uma verdade secreta. Seus estudos o levaram a se focar intensamente no Egito e mais especificamnente, na Pirâmide de Gizé.  É dito que ele se tornou fixado por esta pirâmide, e ele acreditava que ela fosse um lugar para iniciações

Logo depois, Dr. Weishaupt se tornou convencido que ele deveria formar uma sociedade secreta.  Ele estava pesadamente influenciado pelos ocultos antigos. Com a ajuda de um associado, Adolph von Knigge – que era um barão alemão, escritor e Maçom Livre -,  ele formou a ordem secreta que veio a ser a Ordem do Illuminati.  Dr. Weishaupt então deu-se o apelido de “Irmão Spartacus.”

Qual era a missão do Illuminati?

A missão do Illuminati parece ter sido de uma natureza ampla. Era  para disseminar a boa vontade por meio da perpertuação das boas morais e virtudes. O grupo secreto propôs fazer isso por uma aliança de bons homens que juraram combater contra o mal a gualquer custo.

A Ordem acreditava que  “O pecado é o único que é nocivo, e se o lucro é maior do que o dano, ele se torna uma virtude”. Em outras palavras, o grupo realizaria suas metas por quaisquer meios necessaries e os fins sempre justificariam os meios.

A Teoria Alternativa

A informação acima cobre as origens ‘históricas’ aceitas do Illuminati, mas alguns acadêmicos e seguidores tem uma teoria alternativa a respeito do início do Illuminati.

O Illuminati histórico, cujo nome real era ‘Ordem dos Perfeccionistas’ , era uma sociedade secreta de radicais humanistas seculares formada na Bavaria, Alemanha para o “ propósito de desenraizar todas as instituições religiosas e derrubar todos os governos existentes da Europa”. É teorizado que o real Illuminati, contudo, foi fundado depois do Conselho de Nicéa em 325 de nossa era, depois que o Imperador Constantino declarou o Cristianismo como a religião oficial do Estado e que os hereges foram perseguidos. Com suas raízes nas secretas religiões de mistério, o Illuminati, ou Gnósticos, acharam fácil ir para o subterrâneo. Nutrindo um ódio profundo pela Igreja Católica, eles juraram destrui-la e disseminar suas próprias crenças.
O  Illuminati, por meio de ardis, dinheiro e discreta violência reuniu uma imensa fortuna e poder, apresentando publicamente sua cabeça como Cavaleiros Templários, uma ordem religiosa que foi destruida pelo Papa  e o Rei da França na Idade Média;  as revoluções Francesa e Americana, agindo por meio dos Maçons Livres, que eles haviam infiltrado; a derrubada nazista da República de Weimar,  que saiu dos trilhos quando Hitler se tornou insano pela paranóia; e a Revolução Bolchevista que produziu o Comunismo, foram outros experimentos que falharam.
É teorizado que Illuminati, reunindo poder e fortuna através dos séculos, somente se tornou mais ambicioso a cada derrota, formando o plano que os habilitou a virtualmente arruinar o mundo por trás das cenas até que o mundo esteja maduro para que eles então venham e abertamente governem.
A este tempo, a religião, a propriedade privada e o governo  serão abolidos em uma Nova Ordem Mundial, substituida por uma ditadura de ‘iluminados’ que definhará na medida em que todas as pessoas se tornem iluminadas – ou assim eles o dizem.
O Vaticano e o Illuminati

A Igreja Católica é a maior organização de cristãos no mundo com mais de um bilhão de membros mundiais  que acreditam que o bispo de Roma, o Papa, tem a mais alta autoridade em assuntos de fé cristã. Os católicos acreditam  que o Papa seja o herdeiro dos poderes e deveres que Jesus Cristo deu aos doze apóstolos.  A palavra ‘católico’ vem de uma palavra grega que significa “universal.”

No século III depois de Cristo, o Imperador Romano Constantino declarou o cristianismo sendo a religião oficial do Império Romano. Ele exigiu que todas as igrejas jurassem obediência ao Bispo de Roma e reuniu o Conselho de Nicéa, onde a oficial doutrina da igreja foi estabelecida e exigida.

Descendentes das igrejas estabelecidas pelo império por São Paulo, os cristãos afirmaram o reconhecimento de Deus. Depois do Conselho de Nicéa, os cristãos, que eram perseguidos pelos pagãos, começaram a suprimir as outras crenças e perseguirem pessoas que eram ligadas ao paganismo

Isto foi o início de uma antiga Guerra entre o Gnosticismo e o Cristianismo, uma Guerra combatida por seus respectivos campeões, o Illuminati e a Igreja Católica. Por séculos, a Igreja teve a mão superior, com uma grande quantidade de influência no mundo cristão e possuindo um sólido relacionamento entre a Igreja e o Estado. Na medida em que os Illuminati emergiram e desafiaram o Vaticano durante estes séculos, a Igreja se moveu – vagarosa mas decisivamente -, para esmagar a serpente, resultando na destruição dos Cavaleiros Templários, na Inquisição, na Cruzada ao sul da França para destruir os Cataros [a heresia catara] e a elevação dos Papas Negros da Idade da Reforma.

Com sua influência sobre os governos do mundo que sofreu um forte declínio depois da Idade Média, a Igreja começou a combater o Illuminati com uma secreta jesuíta chamada Soldados Cristãos

Os Soldados Cristãos
Durante a Inquisição da Idade Média, a Igreja e o Estado cooperaram avidamente para desenraizar os hereges e os indesejáveis políticos. Durante a Reforma Protestante, contudo, esta cooperação começou a se erodir pela Europa.
Em paranoia, criou-se um bando de membros fanáticos da Sociedade de Jesus, os Jesuitas, formados para combater o protestantismo e o Illuminati, cujos membros incluiam alquimistas, mágicos e intelectuais. Este grupo, chamado de Soldados Cristãos sob a direção dos Papas Negros, regularmente despachou agentes pela Europa para assassinar a realeza protestante, assassinar os Gnósticos e disseminar o Catolicismo.  É acreditado que os Soldados  Cristãos  tentaram assassinar Henrique III, Henrique IV e Elizabeth I.

Os Soldados Cristãos, ou tropas de elite do Vaticano, nunca pararam suas atividades, e as mantêm tão secretas hoje que nem mesmo o  Papa sabe da existência deles, recrutando Jesuítas fanáticos e membros da Guarda Suíça do Papa para suas fileiras para combater o Illuminati pelo mundo. Ao tempo da paranoia, eles estão cientes que algo está acontecendo – uma rachadura na liderança do Illuminati, e uma aposta desesperada para terminar o jogo.

Published in: on dezembro 5, 2008 at 2:02 pm  Comments (2)  
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