Prova de Vida depois da Morte

Prova de Vida depois da Morte

Ed Conrad

A questão se Deus existe tem sido objeto de controvérsia provavelmente por tanto tempo quanto as pessoas tem sido capazes de falar e argumentar.

Se Deus existe, Deus certamente não torna isto óbvio muito frequentemente, indubitavelmente por alguma razão muito boa.

Mas a cada vez por algum tempo, Ele permite que a incrível realidade de Sua existência – e Seu surpreendente poder –  sejam conhecidos de um modo o mais improvável, não apenas fornecendo a evidência de que Ele é, mas também oferecendo as provas que a vida certamente não acaba quando você ou seus seres amados morrem.

Isto, com certeza, é o que aconteceu em agosto de 1963 quando um par de muito mais que insignificantes mineiros de carvão foram aprisionados mais de 300 pésabaixo da superfície, dentro de uma caverna em uma mina na região de antracita da Pensilvânia.

David Fellin, de 58 anos e Henry “Hank” Throne,  de 28, pareciam destinados a morrerem de uma morte horrível, porque sua chance de serem resgatados era astronômica, ou até mesmo pior.

Contudo, quando toda a esperança parecia perdida, Deus intercedeu, apontou Seu dedo e, de repente, o Papa João XXIII     – que tinha morrido em um hospitalde Roma, Itália, dez semanas antes do soterramento – apareceu a Fellin e Throne em sua tumba preta como o carvão, irradiando uma luz azulada que não lançava sombra.

O Papa João, na meia idade de um homem velho que ele era como quando faleceu, estava sorrindo para os dois mineiros, seus braços dobrados na sua frente e permaneceu dentro da câmara subterrânea deles por ao menos oito dias completos.

Foi no décimo quarto dia da prova difícil que o mais incrível resgate de mineiros de todos os tempos aconteceu quando Throne e então Fellin, foram alçados à superficie por um buraco cavado, usando capacetes de futebol e arreios de paraquedas.

Depois de estarem aprisionados por 14 dias – os primeiros 5 dias e meio sem qualquer contacto com o mundo externo e os últimos sete dias e meio durante a fenomenal operação de resgate observada por pessoas de todo mundo em completo fascínio – os dois mineiros finalmente estavam seguros na superfície, um fim mais que feliz que foi a primeira página dos noticiários pelo Mundo Livre.

Ok, realmente Deus não fincou Sua visível presença – Seu sagrado Nariz – em fazer dos muitos milagres que haviam ocorrido dentro da mina. Mas, sendo Omnipresente e Omnipotente, Ele tinha enviado um embaixador apropriado para “supervisionar” a operação de resgate e para assegurar que os mineiros permanecessem vivos.

Deus indubitavelmente havia escolhido o Papa João para esta tarefa em particular porque, durante seu período de vida, sua incrível humildade tinha brilhado como um farol, até mesmo depois que ele se tornou mundialmente famoso.

E esta humildade nunca foi mais óbvia do que no Dia de Natal de 1958 – o primeiro Natal no Vaticano do amado Papa João XXIII – quando,  em um impulso de momento, ele decidiu fazer uma visita de surpresa a uma prisão em Roma que abrigava os mais endurecidos condenados da cidade. Quando o Papa João XXIII entrou na area externa da prisão, tanto a equipe do Vaticano quanto a da prisão expressaram preocupação por sua segurança, mas respiraram um sinal de alívio entendendo que as impenetráveis barras de aço ofereciam proteção suficiente diante dos homens geralmente zangados do outro lado.

Imagine, então, quão surpresos eles devem ter ficado quando o Papa João XXIII, sorrindo  e acenando para os prisioneiros que estavam a alguma distância, repentinamente ordenou que a principal porta das celas se abrisse porque ele disse que queria entrar.  Quando o Papa João entrou no bloco de celas, estes chamados criminosos endurecidos cairam de joelhos e começaram a aplaudir este incrível gesto de amor e compaixão por seus companheiros humanos.

Não foi difícil entender porque Deus, quando Ele precisou de uma figura adequada para manter um par de mineiros longe de seu encontro da morte certa, certamente não poderia ter feito uma escolha melhor.

E deve ser dito, antes que prossigamos, que a história incrível que você está lendo nada tem a ver com o assunto da religião per se – “Quem está certo?” e “Quem está errado? ”

Isto é porque Angelo Roncalli, que havia passado o crepúsculo de sua vida disseminando o brilho do sol como Papa João XXIII, tentou unir as pessoas de todas as fés diferentes e ainda respeitou aqueles que não acreditavam. Ele era um verdadeiro irmão da Fraternidade do Homem – e foi apenas coincidência que acontecesse de ele ser um sacerdote.

O fato claro e inegável é que o Papa João XXIII foi uma das personalidades mais nobres, mais admiradas e mais amadas do século XX.

Obviamente, isto é o porque até mesmo Deus gostava dele.

A evidência conclusiva da vida depois da morte realmente tem estado disponível por mais de um quarto de século.

Esta opinião é partilhada pelas duas mais importantes autoridades em morte e morrer, a Dra. Elisabeth Kubler-Ross e o  Dr. Bruce Greyson.  Eles concordam quea prova tem sido fornecida pelo par de mineiros de carvão da Pensilvania, que, já em 1963, revelaram que o Papa João XXIII tinha aparecido para ambos e ao mesmo tempo durante seu aprisionamento de 14 dias em uma caverna subterrânea perto de Hazleton, Pensilvania.

O Papa João morreu em um hospital em Roma em 3 de junho de 1963, umas 10 semanas antes do desmoronamento da mina.

David Fellin, um dos mineiros, pessoalmente havia dito ao Dr. Kubler-Ross sobre o aparecimento do falecido pontífice e forneceu detalhes de outras experiências misteriosas e sobrenaturais que ele, então com 58 anos e Henry “Hank” Throne, então com 28, tinham partilhado enquanto separados do resto do mundo durante os primeiros cinco dias de sua terrível prova difícil.

Entre as coisas notáveis que Fellin tinha dito a  Dra. Kubler-Ross durante uma conversa de um dia inteiro na casa dela em Headwaters, Va., estavam duas ocasiões distintas que ele insistiu que ele e Throne tinham estado fora de seus corpos físicos ao mesmo tempo, durante o que eles realmente se engajaram em uma conversa.

A Dra. Kubler-Ross, autora internacionalmente aclamada de inúmeros livros sobre a morte e morrer, disse que ela acreditava em Fellin  e afirmou que o miraculoso resgate dos mineiros, o aparecimento do falecido papa e as experiências fora do corpo partilhadas por duas pessoas ao mesmo tempo – nunca antes documentadas – é  “… evidência … que a vida não termina quando nosso corpo físico morre”.

. Greyson,  então um psiquiatra do Centro de Saúde da Universidade Connecticut  e um funcionário da Associação Internacional de Estudos da Quase Morte, tem se tornado conhecido dos detalhes incríveis dos eventos sobrenaturais ligados ao aprisionamento apenas no último ano  da vida de Fellin, mas as achou fascinantes.

“Estou mais intrigado pelas experiências simultâneas de David Fellin e Hank Throne, que aparentemente conversaram enquanto fora de seus corpos”, ele afirmou. “Se eles podem corroborar as narrativas um do outro, eles podem fornecer a evidência da realidade do “Outro Lado” além de qualquer coisa que já tivemos disponível.”

Quando fez esta declaração, o Dr. Greyson, então o  editor do The Journal of Near-Death Studies, ainda não estava ciente de que tal corroboração realmente tinha ocorrido logo depois que Fellin e Throne tinham sido dramaticamente resgatados.

de serem  puxados para a superfície por um buraco cavado de 17 polegadas e meia em 27 de agosto de 1963, os dois mineiros tinham sido entrevistadosindividualmente , e então juntos, por um par de psiquiatras e um terceiro membro da equipe do Instituto da Universidade da Pensilvania na Filadélfia.

Estas entrevistas intrigantes, assunto de um artigo no American Journal of Psychiatry, ofereceram a evidência que ambos homens indubitavelmente tinham sido participantes mútuos em uma série de eventos misteriosos e sobrenaturais, incluindo o aparecimento do falecido pontífice, e suas experiências conjuntas fora do corpo.

O artigo do Journal afirmou que “ nem um homem ou outro exibiam evidência de psicose ou marcada anormalidade mental quando examinados” , ainda que descartasse suas experiências similares como ‘fantasias’ e ‘alucinações’.  Os autores sentiram que elas haviam sido causadas pela situação ameaçadora à vida dos mineiros quando aprisionados.

Esta foi a conclusão deles até mesmo embora ambos homens independentemente tivessem descrito uma variedade de ocorrências similares e inexplicáveis quando no subterrâneo. Eles tinham mencionado, entre outras coisas, que sua câmara escurecida subitamente estava iluminada por uma luz azulada; o falecido pontífice apareceu a eles; e viram um grande número de homens que nem eram mineiros e nem membros da equipe de resgate.

também revelou que, pouco depois de ser resgatado, ele tinha sido entrevistado durante mais de sete horas por uma equipe de sobrevivência da Marinhados EUA chefiada pelo Tenente  Richard Anderson, um médico e psiquiatra.

Fellin disse que no dia depois de sua entrevista, o Tenente Anderson o visitou em seu quarto de hospital e disse a ele que estava absolutamente certo de que as experiências dele eram factuais porque Throne também havia sido entrevistado por várias horas – algo que Fellin não sabia – e que as histórias deles combinavam perfeitamente.

“Dr. Anderson me disse que a nossa história DEVE ser verdadeira porque seria impossível para duas pessoas  criarem uma história que permaneceria tão bem durante tais entrevistas tão longas”, disse Fellin. “De fato, ele me disse que o Presidente Kennedy ou o Papa [ o Papa Paulo VI, que sucedeu o Papa JoãoXXIII] diriam que nossa história não era verdadeira,mas que eu não deveria argumentar com eles e simplesmente seguir a minha vida porque ele sabe que é verdade”.

Deve ser notado que todas as tentativas de obter uma cópia da entrevista gravada de Fellin ou uma transcrição da Marinha dos EUA em anos recentes não tem tido sucesso. De fato, oficiais da Marinha primeiro negaram o conhecimento do Tenente Anderson, mas depois – em resposta a uma solicitação de informação por um congressista Americano –  admitiu que ele havia se exonerado da Marinha em 1964, no ano seguinte ao desabamento e resgate.

Dra. Kubler-Ross disse que as revelações de Fellin são ‘obviamente verdadeiras’ e enfatizou que ela está convencida que o Papa João XXIII teve muito a ver com a sobrevivência. “Do momento do aparecimento do falecido papa até que eles fossem retirados, o papa iluminou a caverna deles com uma luz azulada que se irradiava dele”, ela afirmou.

Dra. Kubler-Ross também estava grandemente impressionada pela maneira na qual os dois mineiros tinham sobrevivido os primeiros cinco dias depois do desabamento, chamando a isto “uma orientação para os nossos mineiros, soldados, alpinistas e todos aqueles que enfrentam o risco de uma similar situação difícil um dia”. Ela se referiu a batalha para permanecer vivo como “uma história de fé, coragem, cuidado mútuo e respeito…”

A respeito das afirmações de Fellin de ter partilhado duas viagens fora do corpo com Throne de seu lado, a Dra. Kubler-Ross disse que ela está certa de quede fato elas ocorreram e as chamou de “muito reais, como estou feliz em testemunhar de minhas próprias experiências de vida”.

Throne foi o primeiro a revelar suas experiências depois de ser resgatado, mesmo depois de ser advertido por Fellin para não dizer uma palavra a eles porque “Se você o fizer, certamente eles vão dizer que estamos malucos”.

Throne falhou em seguir o conselho e, de fato, tinha dito a várias atendentes e enfermeiras no Hospital Geral Hazleton sobre umas poucas das ocorrências misteriosas logo depois de ter sido transportado para lá em um helicóptero da marinha dos EUA.

Throne também mencionou alguns dos eventos misteriosos durante uma entrevista exclusiva que ele garantiu a The Associated Press e que tinha aparecido nos jornais mundialmente. Fellin também tinha sido entrevistado pela AP, durante o que ele corroborou algumas das coisas que seu companheiro havia relatado.

Comentou Throne enquanto estava sendo entrevistado pela AP:

“Houve vezes que vimos pessoas que não estavam lá e luzes que não estavam lá e portas que não estavam lá. Imagine ver uma porta comum de casa lá no fundo de  uma mina. Eu estava adormecido!  Eu estava acordado!. Tinha visto todos os tipos de luzes e de reais figuras de pessoas. Eles agora me dizem que foram  alucinações mas a coisa louca é que Davey veria o mesmo que eu.”

Comentou Fellin durante sua entrevista:
“Agora eles estão tentando me dizer que estas coisas foram alucinações, que imaginamos tudo isto.  Nós não imaginamos! Nossas  mentes não estavam fazendo   truques conosco. Eu tenho sido um mineiro prático e cabeça dura por toda minha vida. Minha mente estava clara lá embaixo na mina. Estas coisas aconteceram!   Eu não posso explica-las. Eu estou quase com medo de pensar qual possa ser a explicação.”

Fellin disse que depois de garantir que estas entrevistas fossem para o serviço a cabo, psiquiatras e psicólogos começaram a inferir que Throne, cuja entrevista fora publicada primeiro, temporariamente havia perdido a sua sanidade dentro da mina. Isto indubitavelmente explica porque Throne, que ainda está vivo, tem sido tão relutante em discutir estas experiências depois de ter falado livremente sobre elas nos primeiros poucos dias a seguir de seu resgate.

Fellin decidiu nada dizer posteriormente sobre elas por anos porque ele ficou extremamente zangado que a sanidade de seu companheiro tenha sido seriamente questionada. “Se eles não acreditaram em Hank (em  1963),  eles certamente, que diabos, não acreditariam em mim,” disse Fellin.

Contudo, durante mais de cinco anos antes de sua morte, Fellin tinha deixado numerosas cartas e conversas gravadas – tanto em audio quanto em video -, na qual ele vividamente detalhou um número de eventos sobrenaturais nos quais ele insistia ter participado.

Fellin disse que ele estava absolutamente certo de que ele e Throne tinha estado fora de seus corpos físicos porque, pela primeira vez em que isto aconteceu, eles repentinamente se encontraram de pé a uns 40 ou 50 pés da área de refúgio com uma multidão de homens de aparência normal de ambos os lados deles. Ele disse que ele então olhou acima de seu ombro e se viu e a Throne ainda sentado de volta na prisão. Fellin disse que ele precisava de prova adicional que isto não era um sonho ou uma alucinação,  portanto estendendo sua mão direita a frente de um homem de pé perto dele para ver se ela lançaria uma sombra, o que ela fez.

“Isto é quanto eu tive por certo que não estava ficando maluco”, disse Fellin. “Se isto tivesse acontecido, eu nunca mencionaria uma palavra sobre as coisas estranhas que aconteceram.”

Devido a idade de Fellin e sua visão muito pobre, as cartas tem sido escritas em seu benefício pelo noticiarista veterano Ed Conrad do  Hazleton Standard-Speaker, que tinha se encontrado a muito tempo com o mineiro pela primeira vez uma semana antes de seu 80o. aniversário  no despertar de uma amizade mútua.

Conrad tinha estado grandemente impressionado com a recordação quase total dos eventos de Fellin a respeito do desabamento e do resgate e também estava impressionado com sua inteligência e tremenda humildade. Quando Fellin  revelou alguns eventos estranhos que tinham transpirado enquanto ele e Throne  estavam aprisionados, Conrad buscou o papel de repórter investigativo.

As cartas de Fellin tinham sido baseadas estritamente no que ele havia dito a Conrad durante as conversas deles, a vasta maioria do que havia sido gravada.  Cada carta tendo sido lida a Felin, que a assinou e a tinha registrado em cartório apenas depois que ele encontrou a satisfação completa como sendo totalmente acurado.

Conrad também arranjou para que Fellin tirasse uma foto a respeito de suas revelações sobre a validade de suas experiências e ele enfaticamente concordou em assim o fazer.

Uma pergunta feita a Fellin foi: “Depois que sua câmara repentinamente se iluminou pela misteriosa luz azulada, você e Hanck viram o Papa João XXIII e então Hanck perguntou a você “Quem é este camarada?” e então  ele respondeu ‘Sim”

Fellin também foi perguntado: “Quando você e Hanck estavam fora de seu aprisionamento pela primeira vez, você se viu andando entre uma grande multidão e então olhou para trás e viu você e Hanck sentados na câmara?” Ele respondeu   “Sim”.

O poligrafista certificado que havia administrado o teste na escrita de ambas as questões tinha revelado “nenhuma reação indicativa de mentira”.

Em uma de suas cartas, Fellin testemunhou que quando era aparente que nem ele e nem Throne sairiam vivos da mina, ele havia ficado zangado com Deus e fez uma ‘prece’ na qual ele tinha exigido que o Criador ao menos tivesse a decência de deixa-lo saber que mal ele havia feito em sua vida para que ele fosse forçado a morrer ‘mil mortes’ enquanto enfrentava uma tortura física e mental dentro da mina.

Ele disse que pouco mais tarde, o que pareceu serem três pequeninos vagalumes azulados repentinamente apareceram na escuridão total, começando a expandir e logo enchendo a câmara inteira com a luz azulada.

Fellin testemunhou que a luz azulada não lançava sombra e fornecia uma visibilidade perfeita. Ele também disse que a pequena prisão onde eles tinham sido aprisionados se expandiu, os habilitando a se mover ao redor.

Fellin posteriormente testemunhou que, quando a luz azulada os habilitou a ver, ele percebeu o Papa João XXIII em uma elevação à distância, visível apenas da cintura para cima.

Ele disse que o pontífice, que tinha 81 anos quando morreu, parecia ter metade daquela idade, seus braços dobrados em frente a ele e ele estava sorrindo para eles.

Fellin disse que o Papa João, que tinha sido eleito o 262o. pontífice da igreja católica em 1958, estava usando uma batina preta ‘como um pobre sacerdote”.

‘Não era uma visão e não era uma imagem”, ele ressaltou. “Era Ele: o Papa João! Eu o teria reconhecido em qualquer lugar.”

Fellin disse que ele esperava que Throne não visse o papa – temendo que Hanck ficasse frenético se entendesse que um homem morto estava com eles – mas o homem mais jovem definitivamente o viu porque ele tinha apontado para o pontífice e excitadamente perguntado: “Quem é este camarada?”

Fellin também testemunhou que o Papa permaneceu com ele e Throne até o tempo deles serem alçados à superfície [uma semana depois] usando arreios de paraquedas e capacetes de tutebol enquanto os noticiaristas mundiais estava reunidos no local da mina.

O Papa João,  um dos treze filhos de um  arrendatário italiano, era admirado por sua tremenda humildade. Em seu primeiro aparecimento para uma enorme multidão reunida na praça do Vaticano depois de sua eleição, ele apareceu usando apenas uma batina e sobrepeliz para grande surpresa da enorme multidão e maior choque da hierarquia da igreja.

Fellin, durante seus últimos dias de vida, insistiu que ele tinha feito numerosas jornadas incríveis ao ‘Outro Lado” da morte.

`Foi-me mostrado o ‘Outro Mundo’, ele afirmou. “Ele não é um mundo real. Temos que conquistar nosso lugar no mundo real.  Sei porque fiz a inteira viagem.”

Fellin, interessantemente, disse que uma multitude de pessoas que tem estado perto da morte e mais tarde insistiram que elas viajaram por ‘um túnel de luz’ estão enganadas.

“Isto é porque eles não estão familiarizados com túneis”, ele explicou. “ Passei mais de 50 anos trabalhando dentro de túneis nas minas e até mesmo ajudei a construir muitos deles – e sei!”

“Estas pessoas não viajam por túneis. Realmente, há um guarda-sol de luz sobre a cabeça deles e ele se move ao longo com eles quando eles se movem na escuridão”

Muito do que Fellin tinha visto e vivenciado durante suas jornadas ao “Outro Lado”  é detalhado nas cartas adicionais registradas em cartório.

Deve ser notado que, durante sua segunda jornada fora do corpo Fellin e Throne  tinham chegado a maravilhosas portas de mármore que estavam abertas e revelavam escadas. Throne disse a Fellin que eles deviam subir as escadas porque elas levariam à superfície e assim, à segurança. Contudo, quando Throne ia dar o primeiro passo para passar pelas portas, elas repentinamente se fecharam e ele ficou extremamente zangado, ameaçando quebrar as portas.  Quando ele assim o fez, eles retornaram a seus corpos físicos.

Seguindo este incidente, Throne não fez mais viagens fora do corpo, embora Fellin insistisse muitas vezes que ele fez muitas, muitas outras passando as portas de mármore.

Entre as mais notáveis revelações de Fellin estavam as viagens que ele insistiu ter realizado de volta no tempo e que lhe permitiram uma oportunidade de testemunhar monumentais eventos da história como eles realmente ocorreram.

Ele testemunhou, por exemplo, que ele assistiu a construção das pirâmides do Egito e esteve a bordo do navio de Cristóvão Colombo – não visto por Colombo e sua tripulação -, durante sua jornada para descobrir a América. E quanto à pergunta honrada pelo tempo sobre como as pirâmides eram construídas, Fellin disse, baseado no que ele tinha observado, que não era de fato uma tarefa gigantesca como geralmente é teorizado. Ele enfatizou que ela não exigia milhares de homens trabalhando por centenas de anos porque nem uma única rocha de multi-toneladas tinha que ser alçada de um local a uma grande distância.

isso, Fellin disse que Colombo – que ele descreveu tendo cabelos louros e barba ruiva – era de Tiro, não italiano, e que o segredo de seu sucesso foi simplesmente porque ele havia dominado o uso da bússola. A bússola assegurou a Colombo que, se ele não alcançasse a terra pelo tempo em que metade do suprimento da comida da tripulação tivesse acabado, ele simplesmente voltaria seu navio na direção oposta para voltar ao porto de partida.

Fellin disse a Conrad que ele tinha aprendido que o verdadeiro nome de Colombo nem mesmo era Colombo. “Ele era chamado Colombo, que é uma palavra latina para Pombo, mas este era apenas seu apelido”, ele explicou. “Colombo havia ganho seu apelido ao navegar para pontos desconhecidos e sempre vontar com segurança.  Assim as pessoas ao redor das docas começaram a chama-lo de Colombo – significando que ele era um pombo doméstico que sempre voltava ao ninho.

“Com certeza, eles não entenderam que Colombo estava usando uma bússola – uma bússola muito grande que estava exatamente no meio de sua cabine muito pequena– para ganhar sua reputação como um excelente homem do mar.  Até então, a bússola tinha sido vista como nada mais do que um brinquedo de criança, não como um instrumento de navegação”.

Detalhes explícitos das jornadas fora do corpo de Fellin que o capacitaram a observar as pirâmides sendo construídas bem como observar Colombo em sua viagem através do Atlântico para descobrir a América em 1492, são revelados em várias cartas registradas em cartório.

A operação de resgate da mina, sem precedentes nos anais da mineração em qualquer lugar do mundo, tinha se tornado a principal história dos noticiários somente depois que o contacto tinha sido feito com     Fellin e Throne que tinham sido dados por mortos.

Os  dois mineiros foram descobertos estarem vivos depois que cavaram um buraco de seis polegadas na terra em um tiro de um milhão para um. O objetivo tinha sido alcançar uma área onde três homens tinham estado dentro da mina Oneida No. 2 e poderiam ter alcançado abrigo se, de fato, eles não tivessem morrido no desabamento.

“MINE MIRACLE,” foi a manchete do Los Angeles Times em sua edição de segunda-feira, 19 de agosto de 1963, embora erroneamente relatando que todos os três mineiros – inclusive Louis Bova, de 54  anos – estavam vivos.

As notícias mais que incríveis que dois dos homens ainda estavam vivos depois de cinco dias no subterrâneo foram notícias maiores e assim permaneceram até o resgate deles.

Oficiais de mineração, engenheiros e homens que tinham trabalhado dentro desta mina em particular tinham ajudado a determinar a localização de uma estaca na localização mais provável onde o buraco cavado original devia penetrar a terra em uma distância de mais de 300 pés.

Somente nos últimos anos de  sua vida Fellin aprendeu que o buraco de olho do touro, que tinha possibilitado o contacto com o mundo externo, tinha até mesmo sido perfurado em uma estaca original.

Um dos homens a cargo da operação de resgate tinha admitido em um artigo de jornal no 5º aniversário do desabamento que o pesado equipamento contendo a perfuradora, que tinha se dirigido ao local da mina de uma distância de muitas milhas, realmente havia tido uma falha mecânica a alguns 20 a 30 pés da estaca.

Foi então decidido, já que a tentativa sem precedentes de alcançar os homens por um buraco cavado beirava o impossível, que a perfuração fosse feita precisamente onde o caminhão havia quebrado.

Uma vez tendo sido feito o contacto com Fellin e Throne, a única esperança de resgate era perfurar um buraco muto maior, pelo qual os homens pudessem ser puxados à superfície. A broca usada para perfurar o buraco de 17 e meia polegadas, pelo qual eles eventualmente pudessem ser alçados à superfície, tinha sido levada por vôo gratuitamente por uma das companhias de perfuração do bilionário Howard Hughes no Texas.

Bova morreu como resultado do desabamento na mina localizado a apenas meia milha da casa de Fellin e seu corpo nunca foi recuperado. Uma pedra lapidar tem sido erigida acima da área onde o desabamento havia ocorrido.

Fellin e Throne, que tinham estado no subterrâneo por um total de 329 horas e 17 minutos, tinham recebido telegramas do Presidente Kennedy, que seria assassinado em Dallas menos de três meses depois.

“Congratulações,” JFK tinha escrito para eles. “A estamina, coragem e espírito que vocês e seus resgatadores tem exibido nos dias recentes tem conquistado a admiração de todos os americanos. Desejo me unir a eles e expressar meus bons votos de todo o coração por sua rápida recuperação.”

O desmoronamento e o resgate tinham sido apresentados como parte de uma série de documentário para televisão “Survival!” em meados dos anos de 1960 e o programa – completo com filmes reais do resgate – tem sido televisionado várias vezes.

Ed Conrad já tem ousadamente informado a comunidade científica sobre a mortalmente errada propagação de sua teoria da evolução a respeito de onde veio o homem. Portanto, apenas é cabível e apropriado que esta webpage, que ele tem estado assinando pela tarefa de dizer aos cientistas – e a você – onde estamos indo.

Ed, você vê, é um arqui-inimigo da instituição científica porque ele tem descoberto ossos humanos e outros restos petrificados entre os veios de antracita da Pensilvania, uma evidência inegável que o homem é tão velho quanto o carvão.

E, obviamente, se nossos ancestrais existiram enquanto o carvão estava sendo formado a 280 milhões de anos atrás, a teoria de que nossos mais antigos ancestrais não humanos existiram a 65 milhões de anos é derrubada por um só golpe.

Infelizmente, diz Ed, a vasta maioria dos cientistas evita buscar a verdade  porque eles entendem que isto pode seriamente colocar em risco seus vestidos interesses.

Para encobrir seus traços, eles contantemente menosprezam qualquer tipo de evidência que não se enquadre bem no paradigma que eles estão tentando proteger.

Mas, até mesmo pior, alguns até mesmo adulteram qualquer evidência para ter certeza que ela desapareça.

Isto é precisamente o que Ed Conrad insiste que ele encontrou em suas lidas com a instituição científica durante estes dezessete anos passados e explica porque ele acusa a instituição de engano, desonestidade, conluio e conspiração.

Isto também explica porque em próprios news grupos prestigiados como talk.origins e sci.anthropoloogy, ele não hesita em chamar a isto de Instituição Pseudo-Científica.

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