Eco Terrorismo

A Terra como Arma nas Guerras do Século XXI

de Rahab S Hawa

Enquanto cientistas, governos e grupos preocupados se perturbam sobre as aumentadas emissões industriais de gases greenhouse e seus efeitos sobre o planeta, o papel dos militares na mudança climática tem sido ignorado.

‘Quando a crise ambiental ocorre, é geralmente apenas a economia civil que é chamada para retificar o equilíbrio, enquanto os programas militares raramente são chamados à tarefa”, diz a Dra. Rosalie Bertell, renomada cientista e ativista nuclear. Segundo ela, os militares tem se afastado da responsabilidade pela poluição do ambiente e pelos desastres ecológicos. Em seu livro intitulado ‘Planet Earth: The Latest Weapon of War’ (2000), ela citou exemplos da Guerra do Vietnã, da Guerra do Golfo e o bombardeio da OTAN em Kosovo. Estas guerras não destruiram apenas vidas e propriedades, elas tem contaminado grandes áreas de terra por muitos anos subsequentes.

Segundo a Dra. Bertell, as centenas de incêndios de petróleo durante a Guerra do Golfo foi “o pior evento de poluição feito pelo homem na história”. Isto levou a desastres ambientais e climáticos mundialmente. Mundialmente os cientistas previram monções mais ferozes devido ao maior aquecimento, chuva ácida, tempestades forçadas e severas inundações por todo o globo.

‘A tempo… um enorme tufão atingiu Bangladesh em 1o. de maio, matando mais de 100.000 pessoas… Os cientistas soviéticos relataram níveis muito altos de chuvas ácidas no Sul da Rússia. Imagens de satélite mostraram fumaça e neve escurecida no Paquistão e no norte da Índia”, ela disse.

‘Astronautas na cápsula espacial Atlantis relataram nevoeiro demais cercando a Terra… Pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências afirmaram que densas nuvens da Guerra do Golfo foram também reponsáveis pelas enchentes desastrosas que ocorreram no país deles”, lembra-se em seu livro a Dra. Bertell.

Pesadas tempestades tem sido relatadas sobre a Europa Oriental. “Há várias inundações severas da Bavaria a Checoslováquia com várias mortes, destruição de terras agrícolas e pontes que desapareceram. As ferrovias pela Áustria ficaram submersas e o Rio Danúbio alcançou alturas recordes”, ela acrescentou.

Tanto na Guerra do Golfo quanto no Kosovo, o urânio reduzido foi usado pelos EUA e as forças da OTAN em grande escala. Isto levou a contaminação da terra, ar e água com efeitos a longo prazo sobre a saúde humana: exatamente como no Vietnã, onde os militares americanos delberadamente alvejaram o ambiente e contaminaram milhões de acres de terra com o ‘Agente Laranja’ e outros químicos tóxicos.

Mas esta devastação empalidece em comparação com a destruição que os militares agora são capazes de inflingir ao planeta Terra.

Os vastos experimentos que os militares especialmente os militares dos EUA, tem estado conduzindo durante décadas envolvendo experimentos com a camada de ozonio, a manipulação do clima e o uso da tecnologia de onda para sondar dentro da própria terra, é a preparação para guerras que serão lançadas no século XXI.

Estes experimentos e pesquisa atmosféricas “não são apenas sobre excitantes explorações científicas. O espaço é o próximo campo de batalha, significando que os militares estão levando a guerra para o espaço. “Eles estão indo lutar no espaço”, ela cita.

‘Por causa do sigilo que envolve a pesquisa militar, nem sempre é fácil para o público entender as possíveis consequências”, diz a Dra. Bertell.

Começando em 1946 no Pacífico, a testagem nuclear atmosférica pelos EUA e mais tarde, pela União Soviética e o Reino Unido, tem danificado seriamente o ambiente”. Segundo a Dra. Bertell, “os 300 megatons de explosões nucleares entre 1945 e 1963 tem esvaziado a camada de ozonio em 4%” Embora o primeiro buraco de ozonio tenha começado na década de 1980, em 1986, os cientistas civis estabeleceram a existência de um segundo buraco de ozonio na Antártica. “Os cientistas tem estimado que a perda de 1% de ozonio resultaria em de 1 a 3% mais de radiação ultra-violeta chegando a terra”, ela escreve. ‘Isto aumentaria a taxa de câncer de pele e afetaria todas as formas de vida”, ela acrescentou.

Na década de 1990, os experimentos militares americanos com foguetes movidos a energia nuclear aumentaram e o lançamento de plutônio no espaço se tornou uma atividade de rotina. Estas missões espaciais movidas a energia nuclear eram altamente perigosas já que o plutônio pode ser disperso sobre grandes áreas da Terra em um acidente.

Segundo a Dra. Bertell, o primeiro maior acidente espacial que afetou seriamente a Terra aconteceu em abril de 1964 quando o foguete americano  SNAP-9A foi abortado e 17.000 curies de plutônio que ele estava carregando se espalharam sobre a Terra. O plutônio ainda é detectável no solo e ossos de pessoas e animais.

‘Em 1997, haviam em órbita dois foguetes SNAP-9A, cada um carregando 17.000 curies de plutônio e cada um planejando completar sua missão para dispersar o plutônio como o foguete de 1964 havia feito”, ela adverte. Por causa do sigilo que cerca estes planos espaciais, o público não está ciente dos perigos envolvidos nestes projetos, especialmente quando ‘a história do programa espacial está eivada de desastres’.

As armas de guerra no novo milênio envolveriam o uso do próprio planeta terra como uma arma, usando o poder dos processos naturais para a guerra.

Na Assembléia de Saúde dos Povos em dezembro de 2000 em Dhaka, Bangladesh, a Dra. Bertell revelou a uma audiência chocada e incrédula que “a mais recente arma no arsenal dos militares americanos é o próprio planeta Terra… e o clima será uma das armas mais destrutivas pelo ano de 2025”. A Dra. Bertell estava se referindo a como terremotos e tornados engenheirados podem criar a destruição sobre populações e nações.

Segundo o livro dela, as armas eletromagnéticas “tem a habilidade de transmitir efeitos explosivos e outros tais como indução de terremotos através de distâncias intercontinentais para qualquer alvo selecionado no globo com níveis de força equivalentes às maiores explosões nucleares”.

Pelos últimos 40 anos, os militares americanos tem realizado experimentos na atmosfera da Terra usando ondas e químicos. Tentativas de obter o controle sobre o clima, por meio da engenharia ambiental com experimentos envolvendo laser e químicos para avaliar se eles podiam danificar a camada de ozonio sobre o inimigo; causar danos às plantações e a saúde humana por meio da exposição aos raios ultra-violeta do sol, que tem sido realizadas pelos militares.

Químicos como o bário e o lítio tem sido liberados sobre a camada de ozonio criando espetaculares apresentações de luzes e iluminando nuvens artificiais, que foram vistas na América do Norte durante a a década de 1980 e início da de 1990. Estes compostos são os mais destrutivos da ‘camada de ozonio’ e causam posteriores mudanças químicas na atmosfera da Terra. Segundo a Dra. Bertell, ‘as alterações na atmosfera da Terra trazem mudanças correspondentes na atmosfera e clima da Terra’.

Um outro método é o uso de ondas eletromagnéticas de frequência muito baixa nos experimentos de modificação climática. Estas ondas podem passar pela terra sólida e os oceanos e tem sido usadas pelos militares para sondar a atmosfera superior e a estrutura interna da Terra. Por exemplo, estas ondas de frequência extremamente baixa [ELF], pulsadas, podem ser usadas para obter efeitos mecânicos e vibrações em grandes distâncias pela Terra. Elas podem manipular o clima, criando tempestades e chuvas torrenciais sobre uma determinada área. Estas ondas tem o potencial de gerar movimentos da terra e assim ‘tem a capacidade de causar distúrbios em vulcões e placas tectônicas , que por sua vez, tem um efeito sobre a atmosfera’, ela afirma. Por exemplo, os terremotos são conhecidos por interagirem  com a ionosfera [ atmosfera a 50-373 milhas sobre a superfície da Terra]. De fato, muitos terremotos que ocorreram nos anos recentes foram precedidos por certos fenômenos não explicados, diz a Dra. Bertell.

Alguns dos exemplos no livro dela incluem o terremoto de Tang Shan na China, que ocorreu em 28 de julho de 1976 e deixou 650.000 mortos. O evento catastrófico foi precedido por um brilho aéreo que disse ter sido causado pelos experimentos soviéticos com as ondas ELF para aquecer a ionosfera.

O outro foi o terremoto de San Francisco. Segundo a Dra. Bertell, ondas de frequência ultra baixa  não usuais foram detectadas na Califórnia em 12 de setembro de 1989. Estas ondas cresceram em intensidade e finalmente cederam em 5 de outubro. Em 17 de outubro, elas apareceram novamente com sinais tão fortes que sairam da escala. Três horas depois, ocorreu o terremoto.

De fato, um relato do  Washington Times de março de 1992 disse, satélites e sensores de terra detectaram misteriosas ondas de rádio ou relacionada atividade elétrica e magnética antes dos maiores terremotos no Sul da Califórnia, Armenia, Japão e Norte da Califórnia entre 1986 e 1989. O terremoto que atingiu Los Angeles em 17 de janeiro de 1994 também foi precedido por ondas de rádio não usuais e dois booms sônicos.

‘Estas estranhas coincidências nunca tem sido explicadas… assim parece altamente provável que alguns destes terremotos tenham sido o resultado de atividade humana, não de forças naturais”, disse a Dra. Bertell.

De forma impressionante, o Secretário de Defesa dos EUA, em 1997, comentou sobre novas ameaças oferecidas por organizações terrroristas ‘se engajando em um terrorismo de tipo ecológico através do qual eles possam alterar o clima, criar terremotos e vulcões remotamente pelo uso das ondas eletromagnéticas.”  “Os militares tem o hábito de acusar outros de terem as capacidades que eles já tem’, disse em resposta a Dra. Bertell. Estes experimentos pelos militares sobre a atmosfera da terra tem visto um aumento no clima maluco pelo globo, diz a Dra. Bertell.

‘Entre os anos de 1960 e 1990, os maiores desastres naturais tem tido suas taxas aumentadas por um fator de 10”, ela acrescenta. Segundo ela, o El Nino em 1997-98, que foi acusado pelas anormais condições climáticas mundialmente, foi realmente precedido por violentos rompimentos e desestabilização climática um ano antes.

Em 1996, Dra. Bertell descreveu a inundação severa que ocorreu no subcontinente indiano afetando Nepal, Índia e Bangladesh na qual milhões foram deixados desabrigados. Na China, as inundações mataram centenas enquanto dezenas de milhares tiveram suas casas e propriedades destruídas. Ao mesmo tempo, o Canadá foi atingido por chuvas torrenciais, inundações, tornados, granizo e temporais com trovões – tudo condições climáticas muito anormais destruindo propriedade, rebanhos e vidas.

Uma pesada queda de neve, não vista em décadas, apareceu na África do Sul, cortando os suprimentos de alimentos e levando vidas devido ao frio extremo.

Durante a semana que terminou em 19 de julho, os terremotos atingiram os Alpes Francês, Áustria, Sul da Itália, Nordeste da Índia, Japão, Indonésia, a península de Kamchatka e o Sul do México. Na Nova Zelândia, um vulcão entrou em erupção. Tremores foram relatados no Quênia, Alemanha, ilhas gregas, Turquia, norte da Sumatra, Bali, parte central das Filipinas, o Norte da Nova Zelândia, o leste do Japão, o centro do Chile, El Salvador e as Ilhas Aleutas, tudo isso dentro da semana que terminou em 26 de julho, ela acrescentou.

Segundo ela, “conquanto alguns dos eventos de 1996 possam ter sido ‘atos de Deus’, certamente, o volume completo e a ferocidade foi qualquer coisa, menos normal”. ‘Por causa da íntima conexão entre a atmosfera da Terra e seu clima, não é surpreendente descobrir que as atividades militares tem tido um impacto nos padrões climáticos regionais e locais”, escreve ela.

O fato de que as atividades militares podem causar um clima louco por acidente bem como deliberadamente como parte da guerra geofísica, é de fato uma perspectiva assustadora para o planeta. Mais ainda, quando sabemos tão pouco sobre ‘os ciclos naturais da Terra e o impacto das atividades humanas sobre ele para fazer boas provisões do que acontecerá quando as atividades humanas interferem com eles”, ela diz. Sobretudo, tais previsões são baseadas na história natural de nosso planeta e são sem significado diante da experimentação aleatória sobre os maiores sistemas da Terra na atmosfera superior e nas entranhas do planeta”, ela acrecenta.

Claramente, ‘os militares também estão contribuindo para alguns dos mais intratáveis problemas de sobrevivência no século XXI’, ela nota.

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O Código Da Vinci

Em Defesa do Código Da Vinci

de Dirk Vander Ploeg

17 de fevereiro de 2009

Muitos desmentidores tem pulado no vagão para criticar a novela ficcional de Dan Brown, O Código Da Vinci. O mais recente crítico é Philip Gardiner, autor de “The Shining Ones”, “The Serpent Grail”, e “Gnosis: The Secret of Solomon’s Temple Revealed”. Gardiner afirma que a novela de Brown sugere que o Santo Gral não é um cálice usado por Cristo na última Ceia, mas realmente a linhagem sanguínea de Jesus.

Brown afirma que isto está errado e que os autores de “Holy Blood, Holy Grail” (sobre o qual O Codigo Da Vinci é modelado mas segundo uma recente decisão da côrte não é plagiarizado] basearam a história dele em reentrepretar a frase Sang Real. Os autores de “Holy Blood, Holy Grail” sugerem que o termo possa significar sangue real ou sagrado. Brown insiste que o correto significado do termo era e ainda é o Santo Gral e que isto é provado pelo etmologista Sir Walter Skeat, a mais de cem anos atrás.

É esta afirmação que forma o núcleo da história, isto é, que a linhagem sanguínea real de Jesus realmente sobreviveu a crucificação que levou a assassinato, acobertamento e conspirações nos mais altos níveis da Igreja Romana. Brown dá pistas que Jesus e Maria Madalena eram realmente casados e que ela estava grávida e levou a semente real para a França.

Gardiner continua para criticar o Priorado de Sião e desmente as pistas sobre a feminilidade e os Cavaleiros Templários ocultas nas pinturas de Leonardo da Vinci.

Sang Real: Sangue Real ou Santo Gral

Mas estas são as verdadeiras mensagens interligads nas páginas do Códido Da Vinci e no “Holy Blood, Holy Grail”? Sugiro que elas não são. Não importa se o Priorado de Sião é autêntico ou não. Alguns grupos de indivíduos por meio de afiliações ou fraternidades tem mantido em segredo que o sangue real de Jesus, David e Abraão tem continuado pela história e até o dia presente. O que é de importância é que esta linhagem sanguínea é um mapa de estrada de volta no tempo que pode nos ensinar sobre nossa história, sistemas de crença e origens. Isto é o porque a Igreja Romana está com tanto medo desta novela e filme. Até mesmo uma pessoa com conhecimento rudimentar do Velho Testamento entende que o Geneses ressalta a genealogia de Adão, seus filhos e continuando pelos séculos até ao Rei David. Jesus, sabemos no Novo Testamento, era da linhagem sanguinea de David. O que não nos é dito é que esta lihagem sanguínea  foi passada de geração em geração por meio da linhagem materlinear [o sangue da mulher] da família. No caso de Jesus, sua mãe carregava o sangue matrilinear e assim o fez Maria Madalena. O sobrenome dela de Magdala se refere a um castelo, e ela nasceu de linhagem nobre e seus pais, que eram descendentes da linhagem de reis. Seu pai era chamado Ciro, e sua mãe Eucaris. Ela com seu irmão Lázaro e sua irmã Marta, possuiam o castelo de Magdala, que fica a duas milhas de Nazaré e Betania. Todos eles eram descendentes do Rei David e da linhagem sanguínea davídica. Não importa se Jesus e Maria Madalena eram ou não casados, a linhagem sanguínea teria continuado porque a Mãe de Jesus teve outros filhos, meninos e meninas.

A importância desta linhagem sanguínea é claramente ressaltada no Novo Testamento porque ele afirma que Jesus foi ungido por Maria Madalena que usou um óleo muito caro conhecido como ‘nardo genuino”. Portanto Maria estava anunciando que Jesus era um Rei, um rei ungido! É também de interesse notar que na tradição messiânica um rei não pode ser rei sem ser ungido por sua noiva. Agora, se Jesus era um rei hereditário dos judeus, um descendente direto do Rei David, os romanos definitivamente tinham uma ameaça genuína em suas mãos. A Igreja Romana tem ensinado e apenas disseminado uma doutrina afirmando que Jesus não era um rei real e não queria estabelecer uma terra natal judia, mas muito mais estava primariamente preocupado em estabelecer um reino nos Céus. Poncio Pilatos não estava preocupado com qualquer reino celestial; sua única preocupação era manter os judeus sob controle na Judéia. Quando a placa foi pregada na cruz, foi inscrita as palavras ‘rei dos judeus” e isto não pode ter sido um gesto de troça, mas uma declaração de fato. Também deve ser notado que a crucificação não era usada pelos romanos como punição capital para escravos e os piores criminosos. E a tortura [ser golpeado com um chicote anexado a implementos de ferro] não era tradicionalmente usado pelos soldados romanos antes da crucificação , o que significou um ódio genuíno pelo condenado.

Porque seria o conhecimento da continuação da linhagem sanguínea davídica tão ameaçador para a Igreja Romana?

A resposta é simples e é tão velha quanto a própria humanidade – poder.

Antes da formação da Igreja Romana os herdeiros da linhagem sanguínea real eram unanimemente aceitos pelo povo, seja comum ou gentio. Até mesmo a Igreja reconheceu a importância da herança da linhagem sanguínea real, ao estabelecer e manter a fundação da civilização, mas somente como se determinado ao reinado e rótulo hereditário à terra e propriedade.

Considere que se o reinado e o sacerdóciofossem passado através das idades da mãe para a filha, e se este herdeiro fosse reconhecido e aceito por todos, porque o mundo precisaria da Igreja Romana?  O público receberia sua orientação espiritual e liderança terrena do descendente direto de Deus na Terra. Este problema foi primeiramente abordado pela Igreja Romana quando um documento obscuro, alegadamente tendo sido escrito por Constantino, foi desenterrado por volta de 750-800 de nossa era, conhecido como Doação de Constantino, que garantia ao Papa a única soberania sobre a Europa Ocidetal, tornando todos os reis nada mais do que arrendatários das terras do papa.

A Doação de Constantino

A Doação de Constantino somente veio a proeminência quando Charles Martel morreu em 741. Charles Martel era uma das mais heróicas figuras na história francesa. Ele liderou o exército francês contra a invasão moura da França na Batalha de Tours-Poitiers em 732. Esta batalha se esgueira grande em nossa história ocidental. O filho de Charles Martel, Pepino III, que era o prefeito no palácio do Rei Childeric III, que era o último Rei Merovíngio, peticionou a Igreja que apoiasse seu pedido pela coroa. Segundo a “Doação de Constantino” o bispo de Roma agora tinha a autoridade, através de Constantino, não apenas de ser a suprema autoridade espiritual sobre a cristandade, mas também de se tornar o supremo poder secular para escolher e ungir reis! Ungir um rei tornou-se um pouco mais do que um gesto simbólico de conferir a graça divina a um governante. De fato, agora o santo óleo substituiu o sangue real.

Interessantemente, a coroação de Pepino III foi o início de uma das mais poderosas famílias na Europa e levou diretamente a dinastia Carolíngia. A maioria do povo acreditava que Carlos o Grande – Carlos Magno – foi a geneses dos Carolíngios, mas o real fundador foi Charles Martel.

A Igreja ela própria pleiteou a linhagem sanguínea Merovíngia em 496.  A linhagem sanguinea Merovingea pode ser rastreada à família de Jesus. Os reis Merovingios, pelo seu direito como transportadores da linhagem sanguinea real, passavam a realeza de geração a geração, e eram verdadeiramente servidores de seu povo. Pelos direitos de sua linhagem sanguínea, os Merovíngios se tornaram a maior ameaça à Igreja. Foi apenas a Doação de Constantino que permitiu que a Igreja traisse seu reconhecimento do verdadeiro sangue real. No comércio por lealdade e reconhecimento da Igreja, foi prometido aos Merovíngios a perpétua aliança e esta foi a aliança que eles quebraram quando eles permitiram que Pepino III fosse coroado rei.

Esta coroação [mais apropriadamente, uma usurpação] veio como resultado do assassinato do Rei-deus Merovíngio Dagoberto II (Le Deuxieme) que tinha se rebelado contra os ditados de Roma e reclamou o poder temporal e autoridade espiritual por meio da linhagem sanguínea real que corria em suas veias, se recusando a reconhecer Roma e o Papa como auto indicados “fazedores de reis’. A história completa do assassinato de Dagoberto II é contada em “Holy Blood, Holy Grail” e é parte integral da história do Santo Gral. Mais tarde, para assegurar a linhagem sanguínea real, Carlos Magno se casou com uma princesa merovíngia para assegurar a transmissão do sangue real através dele e, portanto, pelo intercasamento de todas as linhagens sanguíneas reais da Europa. Este detalhe significativo pode ser o que deu elevação [e alguma validade] ao conceito “dos direitos divinos dos Reis” pelos quais as linhagens sanguineas reais governaram a Europa sem interrupção até que a destruição e devastação do sistema de governo europeu pelas monarquias foi trazido pelos eventos da primeira guerra mundial. A Revolução bolchevista russa, durante a primeira guerra mundial marcou o fim do “divino direito dos reis” na Rússia pelo quase extermínio da linhagem sanguínea real dos Romanov com o assassinato do Tzar e de sua família pelos bolchevistas.

Todos estes novos poderes encontrados que a Igreja agora proclamou eram o resultado da destruição da linhagem sanguínea real. Igualmente importante para a continuação e gerenciamento da Igreja Romana era ameaçar as mulheres como cidadãs de segunda classe. As mulheres nas Igrejas cristãs iniciais davam sermões e testemunhos de Jesus e de seus ensinamentos. Ao eliminar o papel da linhagem sanguínea a Igreja diminuiu a importância da mulher e da feminilidade e pode então promover sua agenda completamente masculina.

Leonardo Da Vinci e o Priorado de Sião

Pode ser apenas coincidência, mas há inúmeros exemplos do feminino nas pinturas de Leonardo Da Vinci. Assim realmente não importa se Da Vinci realmente foi um grão mestre do Priorado de Sião, porque parece que ele deliberadamente deixou pistas apontando para o feminino. Outros especialistas encontram evidência de gravidez, o útero e a representação geométrica da fertilidade em seus trabalhos: A Última Ceia, a Adoração dos Magos e outros. Também, muito interessante, se não conclusivo, é o fato de que Da Vinci pintou os Cavaleiros Templários em algumas de suas pinturas. Que relevância isto tem para a história é desconhecido.

O Primeiro Homem e o Rei Sacerdote

O primeiro rei sacerdote foi Adão. Seu nome é derivado e Adama que significa Terra. Isto é a genese do sangue real ou sangue sagrado. Adão foi o primeiro homem moderno. Esta é uma verdade universalmente aceita por todas as fés religiosas. ‘A energia criativa estava destinada a ser profundamente envolvida e imersa em sangue”, afirma Carlos Suares em “The Cipher of Genesis”.

A Cabala insiste no significado do nome Adão: “dam” em hebreu significa sangue. Dentro dele está oculto o Aleph. Tudo isso é fácil de entender quando se sabe que toda vida é duas vidas e Adão é Aleph dentro do sangue”

A unica questão agora é como Adão se tornou o primeiro ser humano na Terra. Os paleontologistas e arqueologistas tem descoberto a evidência do Homem de Neanderthal e ele não é nada como nós. Nós somos diretamente relacionados ao Homos Erectus, mas de onde ele veio?

A história bíblica do Jardim do Éden sugere que Deus fez o homem de argila da Terra, os cabalistas interpretaram, pela associação de “dam” com “sangue” que Adão pode também ser considerado significar “Homem da Argila Vermelha” ou “terra vermelha”. Outros acreditam que os Nefilim na Bíblia depois de se cruzarem com as mulheres humanas criaram uma espécie inteiramente nova frequentemente referida na história e na mitologia como semideuses. Ainda outros acreditam que uma outra raça chamada Anunnaki alterou o DNA original do Homo Erectus e criou o homem moderno. Os Anunnaki acreditavam que ao indicar os governantes humanos eles podiam assegurar o serviço da humanidade a eles como deuses e comunicar seus ensinamentos e leis. Estes reis usariam uma tiara ou coroa, teriam um cetro e um bastão de pastor. O bastão simbolizaria que o Rei seria um pastor, cuidaria de seus súditos.

Os Editores da Bíblia da Igreja  Romana

Durante as últimas centenas de anos muitos textos bíblicos, incluindo os pergaminhos do Mar Morto, tem sido descobertos. Muitos destes livros não estão incluídos nos Novo e Velho Testamentos da Bíblia. Estes livros eram bem conhecidos e lidos por séculos depois da morte de Jesus, incluindo o Evangelho de Maria Madalena, o Evangelho de Tomás, o Evangelho da Verdade, o Evangelho de Felipe, o Evangelho de Pedro, o Evagelho dos Egípcios, o Evangelho dos Judeus, O Evagelho de Tiago, O Evangelho de Judas e o Evangelho de Hermes.

Muitos desses livros contam ou uma nova história, ou uma história diferente ou oferecem uma opinião diferente de uma história da Bíblia. Lembre que quando o Primeiro Concilio de Nicéia foi realizado em 325 os clérigos da Igreja Romana estavam compilando um livro de escrituras qaue reforçava seu ponto de vista singularmente estreito da cristandade. Esta opinião tinha que ser fácil de compreender e de ensinar. Igualmente, ele pode ser ambígua e deixada para interpretação. Seria o papel da Igreja estabelecer a doutrina, incluindo as personalidades e ensinamentos de Jesus e seus discípulos.

Os Cavaleiros Templários

Muitos acreditam que a Ordem dos Cavaleiros Templários foi criada apenas para o propósito de saquear o templo de Salomão. Esta teoria é controvertida e não aceita por Philip Gardiner. Mas recentemente assisti um programa que afirmou que os Cavaleiros Templários eram realmente os descendentes dos judeus massacrados pelos romanos na segunda rebelião de 132-135. Isto levou a destruição do segundo templo de Salomão e a negativa de entrada de judeus em Jerusalém.

Estes cavaleiros aparentemente tinham o conhecimento passado por milhares de anos de onde o tesouro de Salomão foi enterrado. Não sei se eles encontraram o conhecimento, o Santo Gral ou um grande tesouro, mas certamente isto valia o risco porque em apenas umas poucas gerações eles se tornaram a ordem mais rica na Igreja Romana.

No início do artigo de Gardiner ele faz uma pergunta: “A quem serve este Gral?” Em conclusão a este artigo darei a ele e a você a resposta; o gral serve ao rei, porque o rei e a terra são um! É irônico que a despeito de que lado do argumento você esteja sobre o Santo Gral ou o Sangue Real, ambos apoiem o rei e a linhagem sanguínea. E isto é o porque o Codigo Da Vinci é importante – ele causa o debate.

Com agradecimentos especiais a Robert Morningstar por suas contribuições a este artigo.

Published in: on fevereiro 19, 2009 at 1:27 pm  Comments (2)  
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Guerra ao Terror

A Guerra ao Terror é uma Farsa.

Paul Craig Roberts
Infowars

4 de fevereiro de 2009

Segundo a propaganda do governo americano, as células terroristas estão espalhadas por toda a América, tornando necessário ao governo espionar todos os americanos e violar as máximas proteções constitucionais. Entre as últimas palavras do presidente Bush, quando ele deixou o mandato, estava o aviso de que a América deve ser logo atacada novamente por terroristas islâmicos.

Hamas – Hamas é uma organização terrorista no mesmo sentido em que o governo israelense e o governo americano são organizações terrorisstas.

Se a América estivesse infestada de terroristas, nós não precisaríamos que o governo nos dissesse. Deveríamos saber isso de eventos. Se não há eventos, os avisos substitutos do governo americano para nos manter vivos e o medo que causa ao público visando aceitar guerras sem sentido, a infração da liberdade civil, os cartões nacionais de identidade, e as incoveniências e perseguições quando eles voam. A indicação mais óbvia de que não há células terroristas é que nem um único neoconservador tem sido assassinado.

Eu não aprovo assassinatos e estou envergonhado do governo de meu país por ele se engajar em assassinato político. Os EUA e Israel tem dado um mau exemplo para a al Qaeda seguir.

Os EUA lidam com a al Qaeda e com o Talibã assassinando os líderes deles, e Israel com o Hamas fazendo a mesma coisa. É razoável assumir que a al Qaeda lidaria com os instigadores e os líderes das guerras da América no Oriente Médio da mesma forma.

Hoje todo membro da al Qaeda está ciente da cumplicidade dos neoconservadores na morte e na devastação inflingida aos muçulmanos no Iraque, Afeganistão, Líbano e Gaza. Sobretudo, os neoconservadores são altamente visíveis e são alvos fáceis se comparados aos líderes do Hamas e do Hezbollah. Os neoconservadores tem sido identificados na media por anos, e como todo mundo sabe, listas múltiplas de seus nomes estão disponíveis online.

Os neoconservadores não tem proteção do Serviço Secreto. Pavoroso de se contemplar, mas seria uma brincadeira de crianças para a al Qaeada assassinar qualquer um ou todos neoconservadores. Ainda que os neoconservadores se movam por ai livremente, uma boa indicação de que os EUA não tem um problema terrorista.

Se, como constantemente alegam os neoconservadores, os terroristas podem contrabandear armas nucleares ou bombas sujas para dentro dos EUA com as quais criar o tumulto em nossas cidades, os terroristas podem adquirir armas com as quais assassinar qualquer neoconservador ou antigo funcionário do governo.

Ainda que, os neoconservadores, que são os americanos mais odiados pelos muçulmanos, permaneçam intocados.

A “guerra ao terror” é uma farsa que tem como frente o controle americano dos oleodutos, os lucros do complexo de segurança-militar, o assalto às liberdades civis para os fomentadores de um Estado Policial, e a expansão territorial de Israel.

Não existia al Qaeada no Iraque até que os americanos a levassem para lá quando invadiram e derrubaram Saddam Hussein, que mantinha a al Qaeda fora do Iraque. O Talibã não é uma organização terrorista, mas um movimento que tenta unificar o Afeganistão sob a lei muçulmana. Os únicos americanos ameaçados pelo Talibã são os americanos que Bush enviou para matar o Talibã e impor um Estado fantoche ao povo afegão.

Hamas é o governo democraticamente eleito da Palestina, ou do pouco que resta da Palestina depois das anexações ilegais de Israel. Hamas é uma organização terrorista no mesmo sentido que o governo israelense e o governo americano são organizações terroristas. Em um esforço para trazer o Hamas sob a hegemonia de Israel, Israel emprega o bombardeio de terror e os assassinatos contra os palestinos. Hamas responde ao terror de Israel com foguetes ineficazes feitos em casa.

Hezbollah representa os shiitas do sul do Líbano, uma outra área no Oriente Médio onde Israel busca expansão territorial.

Os EUA é que apelidam o Hasmas e o Hezbolah de “organizações terroristas” apenas porque os EUA estão do lado de Israel neste conflito. Não há base objetiva para o Departamento de Estado americano “achar” que o Hamas e o Hezbollah são organizações terroristas. Isto é meramente uma declaração de propaganda.

Os americanos e os israelenses não chamam seus bombardeios de terror aos civis. O que os americanos e os israelenses chamam de terror é a resposta do povo oprimido que está imóvel por causa de seus países serem governados por fantoches leais aos opressores. Estes povos, despossuídos de seus próprios países, não tem Departamentos de Defesa, Departamentos de Estados, cadeiras na ONU, ou vozes na imprensa principal. Eles podem se submeter a hegemonia estrangeira ou resistir em áreas limitadas disponíveis a eles.

O fato de que os EUA e Israel realizem uma propaganda infindável para evitar que esta verdade fundamental seja entendida, indica que são Israel e os EUA que estão errados e os palestinos, libaneses, iraquianos e afegãos que estão sendo prejudicados.

Os generais aposentados americanos que servem como propagandistas da guerra para a Fox News estão sempre afirmando que o Irã arma os insurgentes iraquianos e afegãos e ao Hamas. Mas onde estão as armas? Para lidar com os tanques americanos, os insurgentes tem que construir aparelhos explosivos feitos em casa de restos de partes de artilharia. Depois de seis anos de conflito os insurgentes ainda não tem armas contra as metralhadoras dos helicópteros americanos. Contraste este “armamento” com o armamento fornecido aos afegãos pelos americanos a três décadas atrás, quando eles estavam lutando para expulsar os soviéticos.

Os filmes do assalto assassino de Israel a Gaza mostram grandes números de habitantes de Gaza fugindo das bombas israelenses ou desenterrando os mortos e feridos, e nenhuma destas pessoas está armada. Uma pessoa pensaria que por agora cada palestino deveria estar armado, cada homem, mulher e criança. Ainda que todos os filmes do ataque israelense mostrem uma população desarmada. O Hamas tem que construir foguetes feitos em casa que são pouco mais do que um sinal de desafio. Se o Hamas estivesse armado pelo Irã, o assalto israelense em Gaza teria custado a Israel seus helicóipteros com metralhadoras, seus tanques e centenas de vidas de seus soldados.

Hamas é uma pequena organização armada de rifles de pequeno calibre incapaz de penetrar os blindados e armaduras. O Hamas é incapaz de deter pequenos bandos de assentadores israelenses quando eles descerem sobre as vilas palestinas do Banco Ocidental, expulsando os palestinos e se apropriando de sua terra.

O grande mistério é: porque depois de sessenta anos de opressão os palestinos ainda estão desarmados? Claramente, os países muçulmanos estão em cumplicidade com Israel e os EUA para manterem os palestinos desarmados.

A asserção sem suporte que o Irã forneça armas sofisticadas aos palestinos é como a asserção não apoiada que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa. Estas asserções são justificativas propagandisticas para matar civis árabes e destruir a infraestrutura civil árabe para asegurar que os EUA e Israel mentenham sua hegemonia no Oriente Médio.

Published in: on fevereiro 6, 2009 at 3:30 pm  Comments (3)  
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