Rennes-le-Chateaux

Rennes le Chateaux – A Vila Misteriosa.

Rennes le Chateaux é uma vila adormecida no topo de uma montanha no sudoeste da França, que tem um passado de certa forma misterioso. A área que cerca a vila é impregnada de história e as ruínas Visigodas e Templárias abundam. Este também é o coração do país Cátaro, cujos crentes foram massacrados pela Inquisição em uma das mais longas guerras da história. A vila uma vez abrigou uma população de 30.000 habitantes, mas hoje permanecem aproximadamente uns cem. Os franceses dizem que Rennes le Chateaux é para eles o que Glastonbury é para a Inglaterra.

Em 1o. de junho de 1885 a vila recebeu um novo sacerdote paroquial, chamado Francois Beringer Sauniere. Até 1891, Sauniere sub-existiu com uma modesta renda de 6 libras por ano. Ela parece ter vivido uma vida de certa forma idílica. Ele empregou uma jovem camponesa,  Marie Denarnaud como sua governante, que veio a ser sua companheira por uma longa vida e confidente.

Dentro de poucos meses de sua chegada, Sauniere esteve em problemas por pregar um sermão anti-republicano. Ele foi suspenso, mas reinstalado no verão seguinte. Quando ele primeiramente chegou em Rennes, a Igreja, construída em 1059 e dedicada a Santa Maria Madalena, estava em um estado de desespero. O teto vazava tanto que os paroquianos tinham que usar guarda-chuvas durante os cultos. Sauniere portanto embarcou em um programa de restauração.

As fontes variam sobre de onde vieram os fundos iniciais. Alguns dizem que eles vieram como resultado de tomar emprestado dinheiro dos fundos da vila. Segundo outros, ele recebeu uma doação de 300 francos da Condesa de Chambord, viúva de Henrique V, que ouviu a posição anti-republicana de Sauniere e decidiu pagar a ele uma visita.

Durante as restaurações da Igreja, o sineiro Antoine Captier, supostamente descobriu quatro pergaminhos ocultos dentro de um pilar do altar. Dois deles foram ditos conterem detalhes da linhagem sanguínea das famílias locais, remontando a 1644 e 1244 respectivamente [a data da queda de Montsegur, a última fortaleza Cátara]. Ambos também eram ditos conterem um código secreto. Os outros dois pergaminhos remanescentes foram ditos terem sido escritos e colocados lá pelo Abade Antoine Bigou, em algum tempo durante os anos de 1780. Algumas fontes sugerem que estes pergaminhos também continham detalhes de uma cripta oculta por baixo do altar, com uma lista de seus conteúdos.

Na medida em que a restauração continuava, um azulejo em frente do altar foi levantado. Por baixo dele foi encontrado um entalhe de um caveleiro montado em um cavalo e carregando uma criança, enquanto perto dele um sacerdote celebrava a missa. Isto tem se tornado conhecido como a Pedra do Cavaleiro. Quando a Pedra do Cavaleiro foi removida, algo de grande importância parece ter sido encontrado. Seja o que for que isso fosse, Sauniere despediu os trabalhadores da restauração. Então ele passou dez dias fazendo escavações ele mesmo.

Sauniere falou ao Bispo de Carcassone, Felix-Arsene Billard sobre os pergaminhos e foi chamado a Paris para se encontrar com representantes da Igreja. Eles o aconselharam a levar os pergaminhos para serem decodificados por um jovem homem chamado Emile Hoffet, que naquele tempo, estava em treinamento para o sacerdócio. Hoffet é sabido ter ligações com várias sociedades secretas com as quais entrou em contacto, entre outros,  Claude Debussy, que é murmurado ter sido Grão Mestre do misterioso Priorado de Sião, como mencionado no livro Holy Blood and Holy Grail, e mais tarde, no Código Da Vinci.

Durante seu tempo em Paris, Sauneire comprou cópias de três pinturas, uma das quais era “Os Pastores da Arcadia” de Nicholas Poussin. Esta pintura retrata uma cena de três pastores e uma pastora reunidos ao redor de uma tumba, que tem inscrita as palavras  ‘Et in Arcadia Ego’. Isso tem sido traduzido como ‘Na Arcadia Eu”. No fundo está uma série de picos que tem sido identificados como estando nas vizinhanças de Rennes le Chateaux. Durante os anos de 1970, a tumba na pintura foi localizada perto da vila de Arques, a seis milhas de Rennes le Chateaux. Infelizmente, ela não existe mais, já que o proprietário das terras se alimentou tanto com os caçadores de tesouro que ele a destruiu.

Notando que parecia estar faltando um verbo na tumba, os autores de “Holy Blood and the Holy Grail” imaginaram se isto pudesse ser um anagrama. Seguindo a mostra de um documentário baseado no trabalho deles, eles foram contactados por um espectador que já tinha arranjado as letras para formar  ‘I Tego Arcana Dei’. Em inglês isto significa : ‘Afaste-se! Eu escondo os Segredos de Deus”, criando a especulação que a tumba em algum tempo possa ter hospedado os restos de Jesus, ou de um de seus descendentes, assumindo que ele tivesse algum.

Em seu retorno a Rennes, Sauniere reassumiu suas restaurações. Ele também começou a gastar em uma escala sem precedentes. Ele construiu uma torre, a Tour Magdala [a Torre de Madalena] que se equilibra precariamente no lado de uma montanha, uma mansão conhecida como Vila Betania na qual ele viveu, jardins zoológicos  e uma biblioteca, bem como uma coleção de trabalhos de artes e antiguidades. Em tudo isso é dito que ele tenha gasto um excesso de 250.000 francos acima de sua renda declarada, uma soma extraordinária de dinheiro para um sacerdote paroquial comum. De onde veio isso é um completo mistério.

Ele também entreteve os vilarinhos e a nobreza igualmente. É dito que ele abriu várias contas bancárias, bem como investiu em ações e cotas de comércio. Seus visitantes incluiram o Secretário de Estado para Cultura Francês e o Arquiduque Johann von Hapsburg, um sobrinho do Imperador da Áustria. É murmurado que Sauniere e o Arquiduque abriram contas bancárias no mesmo dia, e que o Duque depositou uma quantia substancial na conta de Sauniere. Os pagamentos continuaram por vários anos, até mesmo depois que o arquiduque desapareceu.

Sauniere e Marie também escavaram no pátio da igreja a noite. A inscrição foi apagada na pedra da tumba de Marie, Marquesa de Blanchefort, e as pedras removidas. Marie havia se casado com o último Marquês de Blachefort em 1752. A família dele era descendente do Rei Visigodo Atulph, em cuja família o monarca Merovíngio Dagoberto II também havia se casado.  A pedra capital e a placa horizontal também havia sido colocada lá pelo Abade Antoine Bigou em 1791, dez anos depois que Marie havia morrido, pouco antes que Bigou fugisse para a Espanha, na véspera da Revolução Francesa.

Desconhecido por Sauniere embora, a inscrição na pedra na tumba já havia sido copiada. As pedras parecem conter um número de erros, com as palavras deliberadamente mal soletradas e as letras faltando. As últimas poucas palavras devem ler  ‘Requiescat in Pace’ ou ‘Decanse em Paz”, mas ao invés elas aparecem como ‘Requies Catin Pace’. Catin é a gíria francesa para meretriz.

O nome da família do marido de Marie é  D’Hautpaul  e também é mal soletrado como Dhaupoul. Poule também é uma gíria para prostituta, assim isso pode ser traduzido como “alta prostituta” . Talvez então isto tivese algo a ver com Maria Madalena, que é tradicionalmente vista como uma prostituta caída. Talvez isso tivesse a ver com a afirmação do Priorado que os Merovíngios são os descendentes dela.

Segundo os registros da Igreja, havia uma cripta sob a igreja onde membros da família D’Hautpaul, inclusive Marie, foram enterrados. Isto então significaria quje Marie teve duas tumbas. Quando Sauniere descobriu a Pedra do Cavaleiro, ele pode ter descoberto esta cripta e seus conteúdos. Se Marie foi enterrada na Igreja, então o que ou quem estava enterrado no pátio da igreja?

As autoridades da Igreja fizeram um olho cego às travessuras de Sauniere, mas quando o Bispo de Carcassone morreu, seu substituo pediu a Sauniere que explicasse sua riqueza. Ele declarou que ela tinha vindo sob a forma de doações, e se recusou a revelar seus benfeitores, afirmando que o dinheiro tinha sido doado sem o conhecimento das famílias deles. Se verdade, então eles eram indivíduos excepcionalmente ricos para que tais somas passassem desapercebidas do resto de suas famílias. O novo bispo então transferiu Sauniere para uma nova paróquia, mas ele se recusou a mudar. O Bispo então o acusou de simonia [vender missas] e Sauniere foi subsequentemente suspenso. Ele apelou ao Vaticano e foi reinstalado, sugerindo que eles sabiam o segredo de sua riqueza e de onde ela tinha vindo.

Em 17 de janeiro de 1917, com 65 anos, Sauniere sofreu um ataque cardíaco. Um sacerdote foi chamado para administrar os últimos sacramentos e ouvir sua confissão final. É dito que ele saiu pouco depois, visivelmente abalado, tendo se recusado a dar a absolvição. Sauniere viveu apenas mais cinco dias e morreu em 22 de janeiro.

A leitura de seu testamento foi avidamente antecipada, mas para surpresa de todo mundo ele foi declarado completamente sem dinheiro, já que antes de sua morte  toda sua riqueza havia sido transferida para sua governanta,  Marie Denarnaud.

Depois da Segunda Guerra Mundial, como meio de pegar os evasores de impostos e colaboradores do tempo de guerra, o governo francês emitiu uma nova moeda. Os cidadãos eram obrigados a contabilizarem todos os seus fundos quando trocavam a velha moeda pela nova. Marie foi dita ter sido vista no jardim da Vila Betania enterrando grandes quantidades do velho dinheiro.

Depois de sua morte, o corpo de Sauniere foi sentado ereto, a ar aberto, enquanto os vilarinhos passavam, cada um pegando as franjas de sua batina. Isto traz a mente a crença que os poderes sobrenaturais dos Merovíngios se estendiam até mesmo as franjas de suas vestes. Talvez então o próprio Sauniere fosse um descendente Merovingio? Talvez ele tivesse chantageado outros de descendência Merovíngia, extorquindo dinheiro para que ele não revelasse o paradeiro deles. Talvez a Igreja o estivese pagando para manter segredo a respeito da continuação desta linhagem.

Em 1946, a Villa foi vendida a Noel Corbu, um homem de negócios, com o entendimento que Marie podia continuar a viver lá pelo resto da vida dela. Segundo o escritor francês  Gerard de Sede, Corbu pode ter estado atuando em conluio com o Vaticano, que estava desesperado para por as mãos na propriedade. Corbu sugere que a Igreja havia feito várias tentativas de persudir Marie a vender, mas ela recusou.

Seja qual for a verdade, Corbu pediu ao Vaticano uma garantia e eles deram o passo não usual de enviar um embaixador papal diretamente a Carcassone para lidar com a matéria. Este não foi nenhum outro que o Cardeal Roncalli, que mais tarde se tornou o Papa João XXIII. A garantia foi inicialmente recusada mas o Vaticano mais tarde mudou de idéia, o que aumenta a especulação.

É dito que Marie prometeu a Corbu que antes que ela morresse ela contaria a ele um segredo que o tornaria um homem rico e poderoso. Contudo, em 29 de janeiro de 1953, aos 85 anos, ela sofreu um derrame que a deixou incapaz de falar. Para frustração de todo mundo, ela morreu pouco depois, levando o segredo com ela.

Quanto a Corbu, ele vendeu a Villa em 1962, e comprou um castelo que formalmente havia pertencido aos Cátaros. Em 28 de maio de 1968, um caminhão esmagou o carro dele. Segundo as testemunhas, o caminhão tinha estacionado ao longo da estrada. Quando o carro de Corbu passava, ele foi esmagado com ele ainda dentro.

Henry Lincoln, co-autor de “”Holy Blood and the Holy Grail”, primeiramente se tornou interessado nesta história em 1969. Em fevereiro de 1972, o primeiro dos três documentários foi mostrado, intitulado “O Tesouro Perdido de Jerusalém?”. Lincoln subsequentemente recebeu uma carta de um sacerdote anglicano aposentado que afirmou que o que Sauniere havia desenterrado era a prova de que Jesus não morreu na cruz. O sacerdote afirmou haver recebido esta informação de um colega clérigo anglicano,  Canon Alfred Leslie Lilley, que durante sua juventude havia trabalhado em Paris com  Emile Hoffet.

Os autores de “Holy Blood and the Holy Grail” tem por duas vezes tido os relevantes arquivos no Vaticano examinados para informação sobre Sauniere. Em ambas ocasiões, seus pesquisadores relataram que nada podia sr encontrado. Não havia registros nem mesmo que ele tivesse existido. Isto parece de certa forma estranho, e sugere que toda informação a respeito de Sauniere tinha sido por alguma razão deliberadamente removida.

Então permanecem duas perguntas: O que Sauniere descobriu? E de onde veio a riqueza dele?

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de Rennes-le-Château e o Priorado de Sião

de Steve Mizrach; editado por Morgana

http://www.dreamscape.com/morgana/metis.htmhttp://www.dreamscape.com/morgana/metis.htm

Aqui estão as linhas básicas do mistério de Rennes-le-Château. Foi claro que o Abade Berenger Sauniere, o sacerdote paroquial de uma pequena vila durante o final do século XIX e início do século XX, tinha recebido vastas somas de dinheiro para reconstruir a igreja local e também construir muitas estruturas na área, tais como sua Torre de Madalena (Tour Magdala). Sauniere morreu em 1917, deixando o segredo de onde ele obteve sua riqueza fabulosa com a sua governanta, Marie Denarnaud, que prometeu revelar isto em seu leito de morte – mas tristemente ela teve um derrame que a deixou paralisada e incapaz de falar antes de sua morte em 1953. A especulação foi abundante sobre a fonte de dinheiro da paróquia. Era ela o tesouro perdido dos Templários ou dos Cátaros naquela área? Pode ter sido o enterrado ouro visigodo? Ou ele estava chantageando a Igreja com algum segredo terrível?  A evidência que aponta para esta última possibilidade é que a confissão de Sauniere antes de sua morte foi tão chocante que o sacerdote que a ouviu negou a ele a absolvição e os últimos sacramentos.

O mistério de torna maior por uma série de pergaminhos descobertos pelo clérigo em 1891, que continham uma cifra facilmente descoberta. Eles aparentemente foram escritos por seu predecessor, o Abade Antoine Bigou, confessor de Marie d’Hautpoul, em 1781. (A mesma cifra aparece na pedra da tumba dela]. Os pergaminhos eram, diante disso, transcrições latinas de passagens dos Evangelhos, mas eles continham mistérios mais profundos. Sauniere também parece ter deixado outras ‘pistas’ no redesenho altamente não usual de sua igreja e de outras estruturas na área. Ocultos dentro destes pergaminhos em latim estava uma mensagem em francês:

“Este tesouro pertence a Dagoberto II Rei e ao Sião onde ele está morto.”

Dentro do segundo pergaminho está uma mensagem até mesmo mais estranha:

“Pastores sem tentação que ‘POUSSIN TENIERS’ mantém a chave da paz 681 pela cruz e este cavalo de Deus eu completo este demônio guardião nas maçãs azuis do meio dia”

Uma terceira cifra que aparece, não nos documentos, mas no Monumentos dos Pastores em Shugborough Hall, é o curioso “D.O.U.O.S.V.A.V.V.M” que nunca tem sido traduzido.

Há uma famosa pintura de Poussin intitulada “Les Bergers D’Arcadie” (os pastores da Arcadia) que os mostra ao redor de uma tumba contendo a misteriosa inscrição  “Et in Arcadia Ego…” Esta tumba parece ser uma réplica virtual de uma não diferente demais do lado direito fora de Rennes-le-Château. Três historiadores intrépidos buscaram muito longe e distante por outros para ajudarem a decifrar o enigma. É suficiente dizer que Lincoln, Baigent e Leigh fizeram um trabalho magistral em ‘desenterrar’ o Rei Merovíngio Dagoberto e ligar muitos mistérios da história com uma tese fantástica que assim pode ser afirmada: “Jesus e Maria Madalena, a legítima nobreza das Casas Judaicas de Benjamim e David, se casaram e deixaram herdeiros. Jesus não morreu na cruz mas foi para a Inglaterra ou Índia [veja Holy Blood, Holy Grail].

Os herdeiros de Madalena se casaram nas famílias visigodas daquele tempo e deram nascimento a sagrada família regente Merovíngia. Os Visigodos da área podem eles próprios terem descendido da Casa de Benjamim, que haviam fugido da região da Arcadia na Grécia e ido para o norte para dentro da França, mil anos antes. Os Merovíngios não foram dizimados pelos usurpadores Carolíngios e sua linhagem sobrevive em algumas outras famílias reais da Europa; aparentemente a meta da sociedade secreta intitulada Priorado de Sião é uma restauração Merovíngia na França. Nada como isso se parece com o mistério de Rennes. Mas nas mãos de Leigh, Lincoln e Baigent, parece envolver miríades de outros – a dissolução dos Templários, a queda dos Cátaros, o bizarro Manifesto Rosacruciano, e outras intrigas políticas da história francesa. Por isso parece que Sião tem um agravo contra a Igreja, que traiu a dinastia Merovíngia e coroou seus destruidores. Se Sauniere era um agente de Sião, isto pode explicar porque foi negada a ele a absolvição.

A Vila de Mistério

Henri Boudet, o Abade de Rennes-les-Bains (que é vizinho de Rennes-le-Château) que escreveu “A Verdadeira Linguagem Céltica e os Cromlech em Rennes-les-Bains” pode ter sido o cérebro por trás de Sauniere. Lincoln pensa que o livro dele possa oferecer a chave para o mistério. Boudet parece argumentar no livro a tese tola que os Celtas falavam Anglo-saxão – isto de fato é inglês – e que esta era a linguagem falada pelos filhos de Noé antes da Torre de Babel. Mas David Wood e Henry Lincoln concluem que o livro pode estar afirmando algo mais – que talvez haja uma linguagem universal antes do Dilúvio: Número [ou Medida]. E que a ‘chave’ para o “Cromlech” de Rennes-les-Bains pode ser a velha milha inglesa. Lincoln acredita que a metodologia pode desempenhar uma parte importante no mistério de Rennes-le-Château. De qualquer modo, outros autores tem notado que Boudet morreu sob circunstâncias estranhas, e que o seu livro pode ter sido pego e destruído pelo Bispo de Beausejour. Boudet, um erudito linguista, teria sido uma escolha lógica para Sauniere se aproximar com seus curiosos pergaminhos em latim.

Há uns poucos assassinatos terríveis que tem ocorrido na área para aumentar o ar de mistério. Um deles foi o do velho sacerdote Jean-Antoine-Maurice Gelis. Pelo fim de sua vida ele tornou-se um eremita paranóide e recluso; a única pessoa que ele admitia em seu prebistério era sua sobrinha, que lhe levava a comida. A despeito de suas absurdas precauções, alguém o surpreendeu na véspera de Todos Os Santos em 1897, o banhou com algumas linguas de fogo e lhe deu quatro golpes de machado; então, reverentemente, colocou o cadáver no solo com as mãos cruzadas sobre o peito. Seja quem for, saqueou o ambiente mas não levou qualquer dinheiro. Uma equipe de pesquisadores encontrou três cadáveres no jardim de Sauniere em 1956, todos eles mortos a tiros. Eram eles vítimas da Segunda Guerra Mundial? Ou algo mais? Noel Corbu, que cuidou de Marie Denarnaud depois de seu derrame paralisante, e que pode ter sabido de algo de seus incoerentes murmúrios agonizantes, foi morto em um horrendo acidente de automóvel em 1953 que alguns suspeitam não ter sido um acidente. O ‘ataque cardíaco’ de Sauniere em 1917 veio na data suspeita de 17 de janeiro [dia de Santo Antonio] e há pistas que o caixão foi encomendado antecipadamente. Um mensageiro que transportava dossiês secretos encontrados por Sauniere,  Fakhur el Islam, foi encontrado morto nos trilhos do trem fora de Melun, Alemanha Oriental em 1967.

Há muito mais coisas tantalizantes a respeito de Rennes-le-Château. Segundo um pesquisasdor, ela pode ser posta na forma de um ‘Navio do Morto” com um guerreiro com capacete nascido do mar. Ainda que outro pense que o Meridiano de Paris possa ter sido deliberadamente desenhado de forma que passe deliberadamente, a moda leiga, diretamente através de Rennes-le-Château, Arques e Conques. Ainda que outros vejam ligações entre o lugar e a Capela Rosslyn na Escócia ou Shugborough Hall em Staffordshire, Inglaterra. É sabido que Sauniere levou seus pergaminhos ao Abade Bieil, do seminário de São Suspílcio, que foi onde o sobrinho do Abade, Emile Hoffet lançou a rebelião modernista católica que eventualmente estabeleceria os trabalhos modernistas na lista dos banidos pelo Vaticano. O dia da Festa de São Suspílcio é 17 de janeiro, e esta é a data do súbito ataque de Sauniere. Hoffet foi o bispo de Bouges, sobre o meridiano de Paris, e em seu seminário  está um obelisco com uma linha de cobre marcando o ponto exato do alinhamento.

Códigos, Cifras e Escritos

Talvez os elementos mais enigmáticos mencionados no texto, como decodificados por Lionel Fanthorpe, seja a frase “Maçãs Azuis ao Meio Dia”. O código nos pergaminhos é apenas decifrado pelo uso do ‘tour do cavaleiro” – um enigma lógico onde se ‘pula’ um cavaleiro a cada quadrado em um tabuleiro de xadrez, uma vez e apenas uma vez. É um enigma que tem apenas uma solução – como o faz claramente o código. Mas a imagem do tabuleiro de xadrez em Rennes-le-Château é surpreendente…

Claramente, em algum grau, o enigma jaz no layout do redesenho da Igreja de Sauniere e seus outros projetos de construção. A igreja paroquial da vila tinha sido dedicada a Madalena em 1059; durante sua restauração, ele encontrou o misterioso pergaminho [supostamente] em um pilar oco visigodo debaixo da pedra do altar. Uma estátua do demônio Asmodeus guarda perto da porta. As placas apresentando as Estações da Cruz contêm inconsistências bizarras. Uma mostra uma criança envolvida em xadrez escocês. Uma outra tem Poncio Pilatos usando um véu. São José e Maria cada um é apresentado mantendo um Cristo criança, como se para aludir a velha lenda que Cristo tivesse um gêmeo. Outras estátuas são muito mais do que Santos esotéricos em posturas não usuais; São Roque apresenta sua coxa ferida [como o Rei do Gral Anfortas], Santo Antonio o Eremita tem um livro fechado, Santa Germaine solta um monte de rosas de seu avental, e Madalena é apresentada sustentando um vaso. A biblioteca e o lugar de estudo de Sauniere, a Torre Madalena, é colocada precariamente sobre um abismo precipício onde alguém seria tolo de construir tal estrutura, a menos…

O Uma Vez e Futuro Rei

Até recentemente, pouco era sabido sobre os reis Merovíngios, já que eles habitavam aquela época conhecida como Idade das Trevas. O fundador da linhagem real, Merovech, foi dito ser de dois pais – sua mãe, já grávida do Rei Chlodio, foi seduzida enquanto nadava no oceano por um Quinotauro, seja o que for que seja isso, e Merovech foi formado de algum modo pela união do sangue do Rei franco e aquele daquela misteriosa figura aquática. Como os Nazarenos da antiguidade, os monarcas Merovíngios nunca cortavam seu cabelo e tinham uma distinta marca de nascimento – dita ser uma cruz vermelha sobre as omoplatas. Seus robes eram franjados com franjas ditas terem mágicos podres curativos. Eles eram conhecidos como adeptos ocultos, e em uma tumba Merovíngia foi encontrado itens tais como uma cabeça de touro de ouro, uma bola de cristal e várias miniaturas de abelhas. Estranhamente, muitos cranios destes monarcas parecem ter sido ritualmente trepanados.

Os Sicambrianos, ancestrais dos Francos, eram conhecidos como o ‘Povo do Urso” por sua veneração a deusa ursa Arduina. A palavra Arcadia vem de Arkas, o deus patrono da área da Grécia, o filho da ninfa Calixto, irmã da caçadora Artemis. A constelação de Calixto também é conhecida por muitos como Ursa Maior, a Grande Ursa. O nome Artur vem do célta “arth”, relacionado a “Ursus”. Na lenda, os Merovíngios eram ditos descenderem dos Troianos e Homero relata que Tróia foi uma colônia fundada pelos Arcadianos. Os documentos ‘do priorado’ afirmam que os Arcadianos eram descendentes dos Benjamitas expulsos da Palestina por seus companheiros israelitas por idolatria. Arcadia também é conhecida como a fonte do Rio Alfaeus, ‘a corrente subterrânea” que figura tão proeminentemente na poesia de Coleridge e na literatura esotérica. Os Merovíngios eram ‘reis sagrados’ que reinavam mas não governavam, deixando a função secular de governar para chanceleres conhecidos como Prefeitos do Palácio. Foi um destes prefeitos, Pepino O Gordo, que fundou a dinastia que veio a suplanta-los – os Carolíngios.

Um dos grandes reis Merovíngios, Clovis, fechou um acordo com a nascente Igreja Romana. Ele devia subjugar os inimigos dela, os visigodos arianos e os pagãos lombardos e em troca do batismo na fé e do reconhecimento de seu direito de governar um novo império romano como “Novus Constantinus.”  Ainda que um de seus descendentes, Dagoberto II, foi assassinado por uma lança que atingiu seu olho [ou veneno pingado em seu ouvido – as narrativas variam] por ordens de Pepino. A Igreja endossou o assassinato, claramente traindo seu pacto com Clovis, e em troca reconheceu a família de usurpadores como legítima, culminando com a coração de Carlos Magno como Sagrado Imperador Romano. Foi buscado que a linhagem Merovíngia fosse extinta; em qualquer caso, ela foi retirada dos livros de história. Mas há alguma evidência que o filho de Dagoberto II, Siegebert IV, sobreviveu e que uma principalidade Merovíngia continuou a ser governada ma Setimania por Guillem de Gellone, um descendente — e ancestral — de Godfroi de Bouillon. Se são para serem acreditados os documentos do Priorado, a linhagem Merovíngia persiste até este dia, grandemente devido aos esforços de preserva-la por meio do intercasamento. A importância de tais alianças é a chave. Dagoberto se casou com a filha do Conde Visigodo de Razes, dando aos seus descendentes o título hereditário das terras que cercam  Rennes-le-Château.

A Arqui Conspiração

O Priorado de Notre Dame du Sion, ou Priorado de Sião, é dito ser uma conspiração por trás de muitos eventos que ocorreram em Rennes-le-Château. Segundo os próprios documentos do Priorado, sua história é longa e enrolada. Suas primeiras raízes estão em algum tipo de sociedade Hermética ou Gnóstica liderada por um homem chamado Ormus. Este indivíduo é dito ter reconciliado o paganismo e a cristandade. A história de Sião somente vem a foco na Idade Média. Em 1070, um grupo de monges da Calábria, Itália, liderados por um Príncipe Ursus, fundou a Abadia de Orval na França perto de Stenay, nas Ardenas. Estes monges são ditos terem formado a base para a Ordem de Sião, na qual eles foram “revestidos” em 1099 por Godfroi de Bouillion. Por quase cem anos, a Ordem do Templo [os Cavaleiros Templários] e o Sião aparentemente se unificaram sob uma liderança, embora seja dito que eles tenham se separado ‘ao cortar o elmo” em Gosors em 1188. [A Ordem Templária foi então destruída pelo Rei Felipe O Belo da França, em 1307]. O Sião parece ter estado no nexo de dois movimentos franceses anti-monárquicos, a Companhia do Santo Sacramento do século XVII [ agindo em benefício das famílias Guise-Lorraine] e o Fronde do século XVIII, bem como por trás de uma tentativa de fazer dos Hapsburgs imperadores de toda Europas no século XIX – o  Hieron du Val d’Or. Parece que há vastas conexões entre o Sião e numerosos estratos socio-culturais no pensamento europeu – o rosacrucianismo, a Livre Maçonaria, as lendas Arturianas e do Santo Gral, o Arcadianismo, o Catarismo, a Cavalaria etc.

Ainda que esta misteriosa sociedade secreta se trouxe a luz em 1956 e é listada no diretório francês das organizações sob o subtítulo de “Cavalaria das Regras Católicas e Instituições da União Independente e Tradicionalista”, que os franceses abreviam na sigla CIRCUIT – o nome da revista distribuída internamente entre os membros. Dependendo de que estatutos se considere, o Sião tem 9.481 membros em nove graus ou 1.093 em sete, com o membro supremo, o    “Nautonnier” ou Grão Mestre da Ordem sendo, até 1963, Jean Cocteau. Conquanto seja acreditado que o chefe tenha sido Pierre Plantard de St.-Clair até os tempos recentes, ele afirma ter deixado este posto em 1984, então não está claro quem dirige a organização agora. Mas seja quem for, ele tem tido ilustres predecessores: Jacques DeMolay, Leonardo de Vinci, Isaac Newton e Claude Debussy, entre outros! Plantard, em qualquer caso, parece ter desfrutado do ouvido de muitas pessoas influentes na política francesa contemporanea – deGaulle, Marcel Lefebvre, Francois Ducaud-Bourget, Andre Malraux e Alain Poher, e outros, muitos dos quais parecem te-lo conhecido por seus esforços com a Resistência durante a ocupação de Vichy. A despeito de seu registro, contudo, a organização permanece não rastreável, seu endereço dado e número levando a becos sem saída – o que pode levar alguém a supor porque o governo nunca se preocupou em verificar a informação.

Recentemente, algumas coisas interessantes tem vindo a luz sobre o Priorado de Sião. Uma é que a Grande Loja Suíça Alpina (GLA), o mais alto corpo da Livre Maçonaria suiça, [parente da Grande Loja da Inglaterra] pode ter sido o corpo recrutador para o Priorado. Ms é também dito que a OGLA seja o lugar de encontro dos “Gnomos de Zurique” que são ditos serem a Elite de Poder dos Banqueiros Suíços e dos financiadores internacionais. É dito por David Gallop que  a OGLA seja o corpo que controlava a Loja Maçonica P2 na Itália [o P2 controlava a polícia secreta italiana na década de 1970, recebia dinheiro da CIA e do KGB e pode ter tido ua mão no rapto de Aldo Moro pelas Brigadas Vermelhas, tinha 900 agentes em outros ramos do governo italiano e as mais altas posições no Vaticano, bombardeou uma estação de trem e tentou culpar os comunistas, usou o Banco do Vaticano para lavar o dinheiro do tráfico de drogas da Máfia, fomentou golpes fascistas na América do Sul, e é mais provavelmente ligada aos arqui-conservadores Cavaleiros de Malta e ao Opus Dei do Vaticano]. Lucio Gelli do P2 pode ter tido um papel na morte do Papa João Paulo I, e talvez até mesmo na tentativa de assassinato do Papa João Paulo II.

Uma as pessoas mais interessantes a escrever sobre o Priorado pode ser Michael Lamy. Ele afirma que Julio Verne foi membro tanto do Priorado quanto do Illuminati. Posteriormente, ele mantém que a política do Priorado deve ser entendida como “Orleanista’ que ele descreve como ‘anarquista, aristocrática e Nietzcheana’.     Talvez tudo isso se torne mais claro quando Lamy revela ao leitor que o verdadeiro segredo da vila de Rennes-le-Château é que o extinto Vulcão Monte Bugarach leva terra abaixo a um reino de superhomens.  Ean Begg sente que isso esteja relacionado com muitos dos sítios da Virgem Negra por toda Europa. Certamente, se o nome completo da organização é Priorado de Notre Dame du Sion, e se este é o sítio de Orval que está ligado a veneração da deusa ursa Arduina, venerada pelos francos sicambrianos da área e seus reis Merovíngios, então este pode ser o caso. Com certeza há pistas que “Notre Dame” não é a mãe de Jesus, mas Maria Betania ou Madalena, uma princesa da tribo de Benjamim, que é por si só notório para o surgimento da idolatria da deusa no período dos Juízes. Que Maria pode também ser conhecida pelos ciganos do Sul da França como uma das três “Maries-de-la-Mer,” que elas chamam de ‘Sara, a Egípcia”, aquela que o sol queimou.

Navegando e Pescando Através do Atlântico

O capítulo mais bizarro na história de Rennes-le-Château pode ter a ver com o mistério do Poço de Dinheiro em Oak Island exatamente fora da Nova Escócia. Segundo Michael Bradley, alguns dos mantenedores do Gral podem ter vindo ao Novo Mundo muito antes de Colombo [prova chave: espiga não flutua, ele nota]. Ele acredita que alguns Templários podem ter fugido para o Canadá depois da dissolução da Ordem deles, carregando o Gral. [O Poço de Dinheiro tem sido mais frequentemente associado com tesouros enterrados por piratas, mas como muitos sabem, o ícone do cranio e ossos cruzados da bandeira pirata de “Jolly Roger” há muito tem sido associado com a lenda Maçonica e Templária. O chamado Mapa Zeno do século XV mostra um cavaleiro com uma espada de pé onde está a Nova Escócia. [Os Sinclairs da Escócia são os senhores hereditários da Capela Rosslyn e são ditos serem descendentes dos Guardas Escoceses, um grupo leal a dinastia Stuart, que por sua vez é pensada ter contido membros convertidos da Ordem Templária que combateram com Robert o Bruce em Bannockburn, e que tem fornecido as bases da Livre Maçonaria]. No Poço de Dinheiro em Oak Island, uma misteriosa inscrição em pedra foi encontrada: ‘quarenta pés abaixo dois milhões de libras estão enterradas’. Cada companhia que tem tentado localizar este tesouro tem fracassado.

Juntamente com as supostas visitas do Príncipe Madoc de Gales e São Brendan da Irlanda, a viagem do  Principe Henrique O Navegador ao Novo Mundo com os irmãos Zeno fez esta uma das iúmeras viagens européias pré-colombianas. O mapa de Zeno, juntamente com aqueles traçados por navegadores viking, podem até mesmo ter ajudado Colombo a fazer seu caminho através do Atlântico. Recentemente, um “contactado UFO” no Canadá que se denomina apenas ‘Guardião” especulou selvagemente sobre alguma “Fraternidade do Gral” que tem estado operacional lá por séculos. Falando geograficamente, há de fato duas Oak Islands, cercando um rio central, na confluência do qual está uma misteriosa ruína, que parece ser um velho forte ou castelo. Parece que lá pode estar as margens ligando Rennes-le-Château e o Novo Mundo. Ultimamente, as idéias rosacrucianas por trás do experimento americano [como documentado por  Manly Palmer Hall)] podem ter raízes mais profundas arcadianas. Bradley aponta, mas ele não vem e diz, que o que está sob o Poço do Dinheiro pode ser o Gral.

Esta não a única trilha estranha no mistério de Rennes. Um pesquisador insiste que o inventor Barnes Wallis foi um dos mais recentes Grão Mestres do Sião. Ainda que um outro pense que valha a pena buscar as origens do povo Cajun da Louisiana. Outros tem até mesmo encontrado ligações com a chamada teoria Baconiana, que sugere que Sir Francis Bacon foi o autor das peças de Shakespeare. Os trabalhos de Bacon sugerem um experimento rosacruciano acontecendo no Novo Mundo. Fanthorpe parece acreditar que no máximo Rennes-Le-Chateaux possa ser uma “porta para o invisível” – um portal para outras dimensões, pela Tábua de Esmeralda, que ele especula pode ter sido um “tesseract” (uma representação tridimensional de uma figura da quarta dimensão].

O Reino Visigodo de Rhedae foi na área, e os Visigodos são conhecidos por terem se apoderado de alguma porção do tesouro do Templo [tomado pélos romanos durante a revolta judaica de 70] quando eles saquearam Roma no século V. Pode o tesouro ter sido a Arca da Aliança, escondida em Rennes? Alternativamente, o Pergaminho de Cobre da seita do Mar Morto [os essênios de Qumran] sugerem que algum do tesouro do Templo foi escondido antes da invasão romana. Podem os cristãos Nestorianos da área terem escondido a Arca e dado isso aos Templários para salvaguarda? Ou pode isso ter sido escondido sob os estábulos de Salomão sob a Mesquita de Omar, onde os Templários são sabidos terem escavado? Pode a Arca ser o item contrabandeado por dois Cátaros sob circunstâncias altamente perigosas pouco antes de sua irmandade cair em  Montsegur? A Arca pode não ter sido uma fonte de poder “extraterrestre”, como alguns autores tem afirmado, mas se está sob a posse do Sião, este é um segredo explosivo, para dizer o mínimo. De fato o Gral é a Arca sob um novo disfarce? Sião tem afirmado que eles tem itens “que serão devolvidos ao governo de Israel quando for o tempo certo’.

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Published in: on março 6, 2009 at 4:29 pm  Comments (10)  
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10 ComentáriosDeixe um comentário

  1. Os artigos, embora extensos, são muito bons. Estou lendo todos eles. Postei link na blogosfera The Blogger. Um abraço!!!

    • Agradeço muito a atenção recebida e espero continuar a poder postar materias interessantes. A razão de não ter máterias recentes é estar traduzindo mais um livro para postar no site irmão, reservado para este tipo de postagem. o Conspire.assim . Nele já tem um livro traduzido.

      Com carinho, sua amiga
      brancasnow

      • Muito boa esta matéria…
        Espero que um dia possamos compartilhar mais descobertas a respeito…
        Abraços…

  2. Embora, eu ja conhecesse, por me interessar pelo asunto, a maior parte do artigo, achei muito interessante a apresentação. a bem da verdade eu cheguei ao texto pesquisando o número 1070. Uma série de acontecimento notáveis ocorreram neste ano, que parece ser bastante importante para os místicos.
    Em 1070 completaram-se 1000 anos da destruição do templo de Salomão. Fatos notáveis ocorridos em 1070:
    – criação de uma escola de cabala em troyes;
    – nascimento de Hughes de Payen;
    – os monges vindos da calábria chegam em ORVAL;
    Coincidentemente, ou não, este foi o meu número no exército, por isso pesquiso tan to sobre o mesmo.
    eLinEi WInSton

  3. Fico feliz de ver este assunto reviver . Preciso contatar os irmãos parfaits.

  4. No mes de maio visitei pela primeira vez, digo isto porque pretendo retornar la, RENNES LE CHATEAU e tive a oportunidade de, inicialmente, verificar a beleza do caminho que vai de Carcassone à Cidade, ver LA TOUR DE MAGDALA, LA EGLISE DE LA MADELEI e o restaurante, onde almocei ouvindo um piano tocano por um inglês que vive no local foi maravilhoso.
    Após retornar a PARIS tive a chance de visitar a Catedrau de la Madeleine onde, magistralmente está retratada a datas de sua veneração. É FANTÁSTICO.
    e L i n E i W I n S t o n

  5. […] vezes, como aqueles documentários sobre a verdade por trás de Jesus Cristo e o mistério de Rennes-Le-Château, acabam sem absolutamente nenhuma […]

  6. Pretendo ir a Rennes-Le-Château, o mais breve possível.
    Adorei o estudo!
    Quando eu voltar pretendo ter mais informações!
    Até breve.

  7. Bastante longo o trabalho e (perdoai) um tanto ou quanto confuso. Mas, como exercício de pesquisa e “estória paralela”, parece que tem validade. Muitos dos parágrafos estão, integralmente, no livro de JIM MARRS “O governo Secreto” da editora Madras.

  8. […] vezes, como aqueles documentários sobre a verdade por trás de Jesus Cristo e o mistério de Rennes-Le-Château, acabam sem absolutamente nenhuma […]


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