Agenda de Controle Populacional

Agenda de Controle de População

Stanley K. Monteith, M.D.

Um dos conceitos mais difíceis de ser aceito é que existam seres humanos dedicados ao controle coercivo da população e genocídio. Muitos leitores reconhecerão que o governo americano está ajudando a financiar o programa da China Vermelha do aborto forçado, da esterilização forçada, do infanticídio, e controle do número dos nascidos vivos. Muitos leitores aceitarão o fato de que os EUA estão ajudando a financiar o “programa de controle familiar” da ONU mundialmente, que é uma forma de controle da população. Os homens e mulheres mais racionais, contudo, acharão impossível acreditar que tais programas sejam realmente parte de um plano mestre para matar grandes segmentos da população mundial.

Devo ter que admitir que estudei as políticas da AIDS [a doença do HIV] por mais de uma década antes que finalmente chegasse a tão horrível conclusão. A real motivação por trás dos esforços de bloquear a utilização das medidas padrão de saúde pública para controlar a posterior disseminação da epidemia de HIV era o “controle da população”. Este não foi para mim um conceito fácil de ser reconhecido, a despeito do fato que eu a muito tempo tinha reconhecido que o século XX tinha tido o mais sangrento período de cem anos em toda a história humana registrada.

Não foi senão até que eu viajasse para Elberton, Georgia, e ficasse dentro das sombra escuras do grande monumento de tipo druida construido lá, e lesse as palavras gravadas sobre os maciços pilares da estrutura que eu finalmente aceitei a verdade. Naquele ponto tornou-se óbvio que exatamente como o Senhor tem dado a humanidade os Dez Mandamentos para guiar nossas vidas, assim, também, aqueles do “lado negro” receberam suas instruções ‘daquele’ que eles veneram. Os dez programas ou ‘guias’ estão inscritos em oito linguas diferentes em quatro grandes pilares de granito da Stonehenge americana. Esta mensagem prevê um futuro aterrorizante para a humanidade, e explica porque os esforços de abordar a epidemia da AIDS de um ponto de vista lógico tem sido consistentemente impedidos.

Antes que você desdenhe isto, e rejeite minha sugestão como algum tipo de loucura, examine minhas referências e então tente desaprovar as minhas conclusões. Se as minhas alegações são infundadas, você logo reconhecerá o engano e voltará para suas atividades diárias, certo de que não existe motivo para preocupação. Por outro lado, deva eu determinar que minha avaliação está correta, ou até mesmo parcialmente correta, então você tem a obrigação moral de decidir exatamente que parte você pretende desempenhar em resposta ao aberto genocídio mundial – como você se protegerá, protegerá seus seres amados, e os incontáveis milhões de seres humanos indefesos pelo mundo que tem sido marcados para destruição.

Você nunca deve se esquecer do aviso registrado para posteridade de Martin Niemoeller, o ministro luterano que viveu na Alemanha de Hitler durante os anos de 1930 e 1940. Suas palavras ecoam até nós durante as décadas que se sucedem:

“Na Alemanha, primeiro eles vieram atrás dos comunistas, mas eu nada falei porque não era comunista; Então eles vieram atrás dos judeus, mas eu nada falei porque não era judeu; então eles vieram atrás dos unionistas, mas eu nada falei porque não era unionista; então eles vieram atrás dos católicos e eu nada falei porque eu era protestante; Então eles vieram atrás de mim e a este tempo não havia sobrado alguém para poder falar”.

Você notará que o Reverendo Niemoeller avisou que depois dos judeus os nazistas vieram a perseguir católicos e protestantes. Porque este fato nunca foi mencionado? A questão que eu mais frequentemente pergunto é, “Como pode você possivelmente acreditar que haja pessoas que pretendam matar grandes segmentos da população mundial?” Minha resposta realmente é muito simples. Tenho esta crença prque tenho lido os escritos deles. Acredito que eles estejam dizendo a verdade. Exatamente como Adolf Hitler escreveu seus planos para a Europa em  “Mein Kampf” (Meu Plano), assim, também, aqueles que pretendem depopular grandes segmentos da Terra tem escrito sobre a necessidade de limitar a população mundial. O fato de que a vasta maioria dos americanos nunca tenha ouvido falar do intento deles, das Pedras de Orientação em Elberton, ou do ‘Plano” e da “Hierarquia” atesta o grau de controle que existe sobre o povo americano que não tem permitido a este saber sobre as forças ocultas que estão trabalhando dentro de nossa sociedade hoje.

Margaret Sanger
e a Paternidade Planejada

Na medida em que você lê logo descobrirá que tenho primariamente confiado em material que pode ser prontamente encontrado em livros, entrevistas gravadas em aúdio, e fontes públicas de notícias. Se você gastar tempo em examinar as minhas referências logo descobrirá que elas são aquelas que publicamente tem sido advogadas para a eliminação de “sementes humanas” e ‘limpeza da sociedade”. De fato, neste mesmo dia o seu dinheiro de impostos é usado para financiar a Paternidade Planejada, uma organização fundada por Margaret Sanger. Durante a década de 1930 Margaret Sanger abertamente apoiou o plano nazista para a engenharia genética da população alemã e a propagação de uma “super raça”.  No “Relatório Anual” de 1985 da Paternidade Planejada os líderes desta organização proclamaram que eles estavam “orgulhosos de nosso passado e planejando nosso futuro”. Como pode alguém se declarar orgulhoso da organização fundada por Margaret Sanger quando a história registra que ela escreveu sobre a necessidade de: ‘sementes humanas’ … ‘cessação de caridade’… ‘… segregação de ‘idiotas, inadequados e mal ajustados” e ‘… a esterilização de raças geneticamente inferiores”.

Margaret Sanger publicou ‘Birth Control Review.” Nesta revista ela abertamente apoia um “programa de infanticídio” promovido pela Alemanha Nazista na década de 1930 e publicamente fez a propaganda da meta da supremacia branca ariana de Adolf Hitler. Nos anos antes da Segunda Guerra Mundial Margaret Sanger commissionou Ernst Rudin, um membro do Partido Nazista, e diretor dos temidos Programas de Experimentação Médica Alemães, para servir como conselheiro para a organização dela. No excelente livro dele “Anjo Assassino” George Grant faz a crônica da vida e escritos de Margaret Sanger, e dolorosamente documenta os planos de Sanger para a engenharia genética da raça humana. George Grante notou que nos anos de 1920 Sanger escreveu “o Pivô da Civilização” no que ela pedia: ‘a eliminação de sementes humanas’ para a ‘cessação de caridade’ porque isto prolongava as vidas dos não adequados, a segregação dos ‘idiotas, defeituosos e mal ajustados” e a esterilização das ‘raças geneticamente inferiores’.

Segundo George Grant, Margaret Sanger acreditava que os não adequados não deveriam ter permissão para se reproduzirem. De acordo, ela abriu uma clínica de controle de nascimentos em “a seção Brownsville de New York, uma área populada por recentemente imigrados eslavos, latinos, italianos e judeus. Ele alvejava os inadequados para a cruzada dela de ‘salvar o planeta’ “.

Dezenove anos depois, em 1939, Margaret Sanger organizou seu “Projeto Negro’, um programa destinado a eliminar membros do que ela acreditava ser uma raça inferior. Margareth Sanger justifiou sua proposta porque ela acreditava que “As massas de negros… particularmente no Sul, ainda se cruzam descuidada e desastrosamente, com o resultado de um aumento entre os negros, até mesmo maior que entre os brancos, é de uma porção da população menos inteligente e adequada…”

Margaret Sanger então passou a revelar que ela pretendia contratar três ou quatro ministros de cor “para viajar para vários enclaves negros e propagar o controle de nascimento”. Ela escreveu: “A mais bem sucedida abordagem educacional aos Negros é através do apelo religioso. Não queremos que a palavra saia que queremos exterminar a população negra, e o ministro é o homem que pode fortalecer esta idéia se ela até mesmo ocorrer a qualquer um de seus membros mais rebeldes”.

Na medida em que a organização de Margaret Sanger crescia em poder, influência e aceitação, ela começou a escrever sobre a necessidade de alvejar grupos religiosos para a destruição também, acreditando que as ‘raças disgenicas” deviam incluir os “Fundamentalistas e os Católicos” além dos “negros, hispânicos e índios americanos”.

Na medida em que os anos se passavam, Margaret Sanger se tornou crescentemente obsecada por suas crenças. Seu desgosto pela América pode ser visto em seus escritos quando ela escreveu: “O controle de nascimentos apela ao radical avançado porque ele é calculado a minar e questionar a autoridade das Igrejas Cristãs. Eu olho adiante para ver a humanidade livre algum dia da tirania do cristianismo não menos que do capitalismo”.  Margaret Sanger eventualmente abraçou não apenas o comunismo mas a Teosofia também. O que é Teosofia? É uma religião oculta e encoberta baseada no repúdio de Deus e veneração de Lucifer. Na América dos dias modernos, a teosofia é uma das mais poderosas forças ocultas trabalhando por trás das cenas nas cidades de New York, Washington DC e através da nação.

Quantas vezes tem sido dito a você que Adolf Hitler matou seis milhões de Judeus no Holocausto? O que provavelmente nunca tenha sido dito a você, contudo, é o segmento da tragédia do Holocausto registrado pelo Professor Norman Cohn em sua narrativa histórica do Holocausto Judeu, “Warrant for Genocide.” O Professor Cohn fez a crônica dos negros dias da Segunda Guerra Mundial, notando: Somente um terço dos civis mortos poelos nazistas e seus cúmplices eram judeus… Outras pessoas foram marcadas para dizimação, subjugação, e escravização e as perdas civis de alguns destes países chegaram a 11 ou 12% da população total’.

Se as estatísticas do Professor Cohn estão acuradas – e sinto ser correto que elas estão, porque outros pesquisadores judeus tem apresentado estatísticas similares – então porque os cristãos da América não tem sido permitidos aprenderem este fato em adição aos seis milhões de judeus mortos pelos nazistas, algo entre 7 e 12 milhões de não judeus que também foram brutalmente liquidados na Alemanha de Hitler?

Igualmente, ambos Margaret Sanger e Adolf Hitler eram energizados pelas mesmas “forças negras espirituais”. O fato de que a maioria de nossos cidadãos nunca tenham ouvido falar sobre Madame Blavatsky, teosofia, ou dos dois mais ardentes discípulos da teosofia que foram Adolf Hitler e Margaret Sanger, claramente reflete o grau de controle que existe sobre o povo americano quanto ao que ele deve ser permitido aprender sobre as forças ocultas a trabalho hoje em nossa nação.

Como um pesquisador sobre o assunto do oculto, eu recebo regularmente cartas e publicações de Lucis Trust. A Lucis Trust de hoje é uma extensão moderna da “Lucifer Publishing Company,” uma organização fundada por Alice Bailey durante os dias iniciais do século XX. Alice Bailey foi uma discípula de Madame Blavatsky e o líder nominal da Sociedade Teosófica entre o início dos anos de 1900 e o final dos anos de 1920. Porque o nome “LUCIFER” tem uma tal má conotação nos dias de hoje, Alice Bailey mudou o nome da organização dela de “The Lucifer Publishing Company” para “The Lucis Trust.”  A natureza e crença da organização dela, contudo, tem sempre permanecido a mesma. A  Lucis Trust de hoje é um dos maiores grupos de fachada pelo qual a teosofia trabalha para influenciar a vida aqui na América. As publicações da Lucis Trust regularmente se referem ao “Plano” para a humanidade que tem sido estabelecido pela “Hierarquia. Parte deste plano está inscritos nos grandes pilares de granito da Stonehenge americana em   Elberton, Georgia … “As Pedras de Orientação da Georgia”.

Uma discussão completa sobre os assuntos de controle da população e ocultismo está muito além desta curta monografia. A documentação completa sobre estes assuntos pode ser encontrada no meu livro que em breve será publicado  “None Dare Call It Genocide.” A este ponto permita-me oferecer uns poucos exemplos das opiniões expressadas por aqueles que publicamente advogam a redução da população e/ou genocídio.

David Graber, um pesquisador biologista do Serviço Nacional de Parques, foi citado no  Los Angeles Times Book Review Section, de 22 de outubro de 1982 como dizendo: “A felicidade humana e certamente a fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta selvagem e sadio. Conheço cientistas sociais que me lembram que as pessoas são parte da natureza, mas isto não é verdade… Temos nos tornado uma praga para nós mesmos e sobre a Terra… Até tal tempo quando o homo sapiens deva se decidir se reunir a natureza, alguns de nós apenas pode esperar que venha o virus certo”.

Michael Fox, quando por duas vezes foi o vice presidente da Sociedade Humana dos EUA escreveu, “A humanidade é o animal mais perigoso, destrutivo e não ético sobre a Terra”.

Em “The First Global Revolution,” publicado pelo Conselho do Clube de Roma, uma organização internacional elitista, os autores notam que: “Na busca de um novo inimigo que nos unisse, chegamos a idéia da poluição, a ameaça do aquecimento global, faltas de água, fome, e similares que se adequassem a lei. Todos estes perigos são causados pela intervenção humana … o real inimigo é portanto a própria humanidade…”

O Los Angeles Times de 5 de abril de 1994 citou o professor da Universidade de Cornell, David Pimentel, falando diante da Associação Americana para o Avanço da Ciência como tendo dito que, “A população mundial total não deve ser maior do que dois bilhões; muito mais do que os atuais 5.6 bilhões”.

No UNESCO Courier de novembro de 1991, Jacques Cousteau escreveu: “O dano que as pessoas causam ao planeta é uma função da demografia – é igual ao grau de desenvolvimento. Um americano sobrecarrega a Terra muito mais do que 20 habitantes de Bangladesh… Esta é uma coisa terrível de se dizer. Para estabilizar a população mundial, devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É uma coisa horrível de se dizer, mas é tão má quanto não dizer isto”.

Bertrand Russell, em seu livro, “The Impact of Science on Society,” escreveu, “Atualmente a população do mundo está aumentando… A guerra não mais tem tido um grande efeito sobre este aumento… Não finjo que o controle dos nascimentos seja o único meio pelo qual a população possa ser impedida de aumentar. Há outros… Se a Peste Negra pudesse ser disseminada pelo mundo uma vez mais em cada geração, os sobreviventes procriariam livremente sem tornar o mundo cheio demais… o estado de coisas pode ser de certo modo desagradável, mas o que é dele? Realmente as pessoas de altas mentes estão indiferentes ao sofrimento, especialmente os dos outros”.

Negative Population Growth Inc. de Teaneck, New Jersey recentemente circulou uma carta divulgando sua meta a longo prazo. “Acreditamos que nossa meta para os EUA não seja mais do que 150 milhões, o nosso tamanho em 1950. Para o mundo, acreditamos que nossa meta deva ser uma população de não mais do que dois bilhões, seu tamanho logo depois da virada do século XIX para o século XX”.

No Global Assessment Report da UNEP (um grupo de estudos patrocinado pela ONU) o rascunho da fase Um, seção 9, os autores citaram um especialista que sugeriu que “uma estimativa razoável para uma sociedade do mundo industrializado no presente padrão material de vida norte americano seria de um bilhão. Para o padrão mais frugal europeu, 2 a 3 bilhões seria possível”.

A Influência New Age

Falando em um grupo de discussão em mesa redonda na Conferência Gorbachev realizada em San Francisco no outono de 1996, um escritor New Age e filósofo, o  Dr. Sam Keen, afirmou que havia um forte acordo que as instituições religiosas tem que assumir a responsabilidade primária quanto a explosão da população. Ele continuou para dizer que, ‘Devemos falar muito mais claramente sobre a sexualidade, contracepção, sobre o aborto, sobre os valores que controlam a população por causa da crise ecológica, em resumo, esta é uma crise de população. Corte a população em 90% e não sobram pessoas suficientes para criar uma grande quantidade de dano ecológico”.

As observações de Mr. Keen foram recebidas com aplauso da audiência reunida composta grandemente de aderentes New Age, socialistas, internacionalistas e ocultistas. Muitos dos principais ocultistas de nosso mundo moderno compareceram a este encontro em São Francisco, um encontro organizado por  Mikhail Gorbachev, ex diretor da KGB soviética e mais tarde Presidente da Rússia.

Que mensagem é encontrada nas Pedras de Orientação da Georgia? Qual é o plano das ‘guias’? Se você ler a literatura ocultista você logo descobrirá que aqueles que veneram Lucifer hoje se referem a “Hierarquia” que guia tanto as ações quanto os assuntos do mundo. Quem são a ‘Hierarquia”? O Lucis Trust, antes a The Lucifer Publishing Company, recentemente enviou uma carta aos seus apoiadores declarando, “A Hierarquia espiritual faz uso definitivo de 12 períodos espirituais Festivais. Podemos aprender a cooperar com os membros da Hierarquia quando eles trabalham para trazer o divino plano à atenção dos homens e mulheres de boa vontade e aspiração espiritual em todos os lugares do mundo. A idéia da abordagem espiritual – da Hieraquia para a humanidade e da humanidade para a Hierarquia – é o princípio primário subjacente a meditação… o entendimento de como as energias espirituais que fluem de cada signo do zodíaco podem iluminar e inspirar corretamente as relações humanas.”

Os antigos druidas eram membros de uma religião ocultista; o círculo de monumentos em em Stonehenge na Inglaterra é ocultista; e a mensagem gravada na Stonehenge americana em Elverton, na Georgia é ocultista. Yoho Ono, a viúva de John Lenon, um homem que estava profundamente envolvido no oculto, tem escrito um musical com três movimentos dedicados a mensagem das Pedras de Orientação da Georgia. Ela foi recentemente citada como dizendo, “Quero que as pessoas conheçam as pedras… Ouvimos pelo mundo que nós podemos nos explodir e talvez o globo não mais existirá… este é um bom tempo para nos reafirmarmos conhecendo todas as coisas belas que estão neste país e as Pedras de Georgia simbolizam isto”.

Qual é a mensagem para o homem moderno que está gravada sobre os grandes pilares do monumento de tipo druida em Elberton? A primeira das guias diz: “Mantenha a humanidade abaixo dos 500 milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza. Isto significa que a inteira raça humana está em seu nível de climax para o permanente equilíbrio com a natureza”.

O Infame Estudo Tuskegee

Na história recente temos visto a influência doa advogados ocultos do controle da população aqui na América. Mas de forma alguma esta influência é melhor demonstrada do que no Estudo Tuskegee, um programa científico de pesquisa no qual 400 homens negros infectados pela sífilis foram recrutados pelo Serviço de Saúde Pública dos EUA em 1932. Foi dito aos participantes que eles seriam tratados de suas infecções, mas ao invés de tratarem a doença deles, todos os remédios foram retirados. Os homens negros foram ativamente evitados de obterem tratamento em outros lugares na medida em que os corpos deles, e os corpos de suas mulheres e filhos, eram sistematicamente arruinados pela doença.

Os homens malignos que conceberam este estudo bem ao estilo nazista justificaram a atrocidade deles ao alegarem que os cientistas precisavam saber como a sífilis não tratada progredia no corpo humano. Por um período de 40 anos, entre 1932 e 1972, o genocida estudo Tuskegeee continuou. Não foi senão em 1972, quando um dos jornal finalmente teve a coragem de trazer a público esta história, que o Estudo Tugeskeee foi finalmente terminado. Mas naquele tempo, apenas 125 dos originais 400 homens negros tinham sobrevido.

Até hoje, 24 anos depois do fim do grotesco experimento humano, nenhum dos perpetradores desta atrocidade tem até mesmo sido acusado ou indiciado por seus crimes. De volta a 1932, quando começou o Estuge Tuskegee, as idéias de Margareth Sanger já haviam começado a infectar as mentes e almas de médicos e cientistas aqui na América. Segundo o senso de moralidade de Maegareth Sanger, os experimentos em “sementes humanas” eram completamente justificados em nome da “ciência”.  Você honestamente acredita por um só momento que um tal experimento seria tolerado na América se os participantes tivessem sido homens brancos?

Um outro método muito mais eficaz de reduzir a população mundial foi projetado no início dos anos de 1960 por um grupo de ambientalistas e aderentes do controle populacional. Eles estabeleceram a proibição do uso de DDT para controle do mosquito e subsequentemente da malária depois que foi descoberto que este inseticida era extremamente eficaz em salvar vidas humanas.

Alexander King, presidente do  Clube de Roma, escreveu, “Minhas próprias dúvidas vieram quando o DDT foi introduzido. Na Guiana, dentro de dois anos, ele quase havia eliminado a malária. Então minha principal briga com o DDT, eu retrospecto, é que ele havia grandemente aumentado o problema da população”. Em 1970, A Academia Nacional de Ciências, em seu livro  “Life Sciences,” afirmou que, ‘em pouco mais do que duas décadas o DDT tem evitado 500 milhões de mortes devidas a malária”.

Para os advogados do controle da população, esta irresponsável preservação da vida humana era inconcebível, então eles resolveram considerar ilegal o uso do pesticida. Até 1970 todos os dados científicos confiáveis tinham consistentemente demonstrado que o DDT era completamente seguro para humanos e animais. De fato, o DDT era o pesticida mais seguro já conhecido pela humanidade. Sobretudo, ele era barato e podia ser amplamente usado nos países de Terceiro Mundo para controlar a diseminação de doenças transmitidas por insetos. Consequentemente, os aderentes do controle da população estabeleceram ter o DDT banido em nome de salvar o meio ambiente.

Você provavelmente tem lido as história concebidas que alegam que o DDT causou amolecimento das cascas de ovos, interferindo com o equilíbrio da natureza e ameaçando a humanidade de entrar na cadeia alimentar. Na verdade, todas estas histórias foram fabricadas e foram simplesmente parte de um programa cuidadosamente coordenado para bloquear o uso posterior do pesticida que salva vidas. Se você está interessado em saber a verdade a respeito da campanha mentirosa movida contra o DDT, sugiro que você compre uma cópia de minhas entrevistas em AUDIO com o Dr. J. Gordon Edwards. Dr. Edwards é um biologista de renome mundial que liderou a luta nos anos de 1960 para conter o programa de propaganda movido pelos ambientalistas e advogados do controle da população para banir o uso posterior do DDT. Você também pode comprar a excelenet monografia do Dr. Edward, “Remembering Silent Spring and its Consequences.”

William Ruckelshaus foi membro por um longo tempo do Fundo de Defesa Ambiental e Diretor deste mesmo Fundo [EPA]. Ele colocou na ilegalidade o uso posterior do DDT em 1972 a despeito da recomendação do presidente do comitê de investigação do EPA que por seis meses ouviu o testemunho sobre o uso do pesticida e havia determinado que o DDT era completamente seguro. Quando Ruckelshaus colocou na ilegalidade o uso posterior do DDT, ele assinou a sentença de morte para centenas de milhões de seres humanos indefesos vivendo noa países de Terceiro Mundo. Para aqueles energizados pelo lado escuro, contudo, a perda de centenas de milhões de vidas humanas era relativamente irrelevante.

Em sua excelente monografia, “Remembering Silent Spring and its Consequences,” o Professor J. Gordon Edwards citou de uma fala dada por Victor Yanconne, fundador do Fundo de Defesa Ambiental. Nesta conversa, Mr. Yanconne relatou uma história contada a ele por um repórter que havia perguntado ao Dr. Charles Wurster, um dos maiores oponentes do DDT, se um banimento do DDT não poderia realmente resultar em um uso muito maior de pesticidas muito mais tóxicos. Dr. Wurster é relatado ter respondido: “E dai? As pessoas são a causa de todos os problemas. Temos gente demais. Precisamos nos livrar de algumas delas e este é um meio tão bom quanto qualquer outro”. Quando perguntado pelo mesmo repórter, “Doutor, como você compara a morte de pessoas com a mera perda de aves?” Dr. Wurster é relatado ter respondido, “Isto realmente não faz muita diferença, porque os organo-fosforados agem localmente e apenas matam trabalhadores de fazenda e a maioria deles é de mexicanos e negros”. Quantas pessoas tem morrido nos últimos 25 anos desde que o uso do DDT foi considerado ilegal? Se a Academia Nacional de Ciências estava correta em sua avaliação de 1970 que 500 milhões de vidas tinham sido salvas durante um período de 20 anos, então nós provavelmente perdemos mais de 600 milhões de vidas durante estes 25 anos passados, desde que os advogados do controle da população tiveram sucesso em colocar na ilegalidade o DDT.

O Relacionamento Entre o Aborto, Carcinoma de Seio [Mama] e Controle de População

Permita-me oferecer um outro exemplo de um programa de controle da população ue está sendo promovido aqui nos EUA hoje. Muitos médicos tem expressado a preocupação deles sobre o aumento dramático do carcinoma de mama visto em mulheres em anos recentes.

A despeito do fato de que 18 estudos científicos publicados em revistas médicas domésticas e estrangeiras tem claramente demonstrado o relacionamento direto causal entre o abordo do primeiro trimestre e o câncer de mama, todos os esforços para disseminar esta informação aqui nos EUA tem sido bloqueados por aqueles a favor do aborto e do controle da população. No outono de 1996 uma novo trabalho científico lidando com uma meta análise de 23 estudos cientificos diferentes sobre o relacionamento entre abortos de primeiro trimestre e cancer de mama foi publicado em uma revista médica britânica.

Este estudo mostra claramente uma incidência mais alta de cancer de mama em mulheres que tiveram abortos no primeiro trimestre. Em resposta a esta publicação, a Associação Médica Americana [AMA], a Sociedade Americana de Cancer [ACS] e os advogados pró aborto e controle da população se reuniram em uma ímpia aliança para atacarem as conclusões dos autores, e bloquearem todos os esforços para disseminar esta informação ao público americano. Todas as organizações mencionadas acima continuam a opor esforços a terem médicos avisando as mulheres sobre riscos que elas enfrentam quando se submetem a abortos do primeiro trimestre. Antes de realizar todos os procedimentos cirúrgicos, na América é exigido o ‘consentimento por escrito’, exceto para o aborto.

A AMA. ACS, e o loby pró morte continuam a insistir que as mulheres não devem ser avisadas sobre o risco que elas próprias correm ao destruirem a vida de seus filhos ainda não nascidos. Porque há tal inconsistência? As atuais políticas de aborto na América são abslutamente necessárias para reduzir nossa população. Este é o porque uma criança menor pode ser retirada da escola e levada a uma clínica de aborto sem notificação aos pais, ainda que a mesma criança não possa receber um único comprimido de aspirina sem o consentimento dos pais. Isto tudo tem a ver com o controle da população.

O Controle da População Hoje na Rússia

Um outro exemplo dramático do controle da população é a tragédia que está sendo encenada na antiga União Soviética hoje a respeito da longevidade masculina. Na Rússia, o período de vida médio do homem russo tem caído precipitadamente durante as várias décadas passadas. A expectativa média de vida do homem americano é de de 74-78 anos de idade e no Japão é de 78 anos, mas o período médio de vida do homem russo tem caido de 68 anos na década de 1970 para 63.8 em 1985 e para 57.7 em 1994. É estimado que, se esta tendência continuar, o período médio de vida de um homem russo será de 53 anos pouco depois da virada do século. Você realmente acredita que esta redução do período de vida esteja acontecendo apenas por acidente? A verdadeira causa desta redução dramática no período de vida na Rússia será detalhada em meu futuro livro, “None Dare Call It Genocide.”

Os Massacres na África

Apenas temos que saber o que aconteceu ao povo de Ruanda entre abril e julho de 1994 para imaginar o que pode estar reservado para as pessoas aqui na América em algum tempo em um futuro não muito distante.

Depois que os Tutsis cristãos foram desarmados por um decreto governamental no início dos anos de 1990, as forças militares lideradas pelos Hutu começaram a massacrar esistematicamente os indefesos Tutsis. O massacre começou em abril de 1994 e continuou até julho de 1994. Usando facões muito mais que balas, as forças Hutu foram capazes de criar um estado de medo abjeto e terror dentro da indefesa população civil cristã na medida em que eles sistematicamente assassinavam centenas de milhares de Tutsis. A ONU imediamente reuniu audiências sobre o genocídio que estava acontecendo em Ruanda, mas Madeline Albright, a embaixadora americana para a ONU, argumentou com muita energia que as vizinhas nações africanas não deveriam ter permissão para intervir até que “a guerra civil chegasse ao fim”. Na realidade, de fato, não havia uma guerra civil porque aqueles que estavam sendo assassinados não tinham armas para se defenderem; era simplesmente uma questão de assassinato em massa.

Além de bloquear a intervenção pelas nações vizinhas, Madeline Albright também insistiu que a palavra ‘genocídio’ não devesse ser usada, e que as forças da ONU estacionadas em Ruanda não tivessem permissão para intervir. Nos três meses que se seguiram, entre metade e três quatros de milhão de pessoas foram sistematicamente desmembradas, feridas até a morte, e assassinadas na carnificina que se seguiu. Dezenas de milhares de cristãos foram assassinados em suas igrejas; dezenas de milhares foram assassinados em suas escolas e em seus hospitais. Em várias ocasiões, os soldados da ONU estacionados em Ruanda realmente entregaram pessoas indefesas sob a proteção deles a membros da milícia Hutu. Eles então permaneceram imóveis enquanto os acusados aos gritos eram feitos em pedaços. No fim da carnificina, em julho de 1994, o governo americano recompensou os assassinos Hutus com milhões de dólares em ajuda estrangeira. Estranhamente, a imprensa americana tem permanecido calada sobre o fato de que as políticas de nosso governo foram primariamente responsáveis por bloquear os esforços dos países africanos vizinhos de interferir. [para conhecer em detalhes este pavoroso massacre de Ruanda leia aqui neste blog ]

Há literalmente dúzias de outros exemplos de programas de controle de população que tem sido implementados pelo nosso mundo nos dias modernos pelos atuais ‘Malthusianos’ em seu esforço de assegurar que a população mundial seja dramaticamente reduzida. Até hoje é estimado que muito mais de um bbilhão de vidas humanas tenham sido exterminadas como resultado de programas mundiais de aborto financiados pelos EUA. Além disso, estamos começando a ver os efeitos devastadores da epidemia da AIDS na medida em que esta praga dos tempos modernos começa a depopular grandes áreas da Ásia e da África. Por causa da influência dos ocultos controladores da população, contudo, todos os esforços logicos dirigidos a epidemia da AIDS pelo mundo tem sido consistentemente bloqueados. Muito mais do que utilizar comprovados métodos de saúde pública usados em todas as outras doenças, os advogados do controle da população continuam a promover uma educação sexual hedonista e a distribuição de preservativos. Em maio de 1996 na publicação de “Special Warfare”, uma publicação do Centro e Escola de Guerra John F. Kennedy, foi notado que: “O futuro imediato pode apresentar outros assustadores desafios para as unidades de Assuntos Civis. Por causa de complicadas razões sociais e culturais, a AIDS já infecta uma alta proporção de funcionários civis e militares no Zaire, Uganda, Kenya, Zambia, e outros países da África Central. Em alguns ou todos estes países, as instituições do governo podem desmoronar nos próximos 10 a 15 anos. Se este padrão é repetido em outras áreas onde a AIDS está se espanhando em um nível alarmante, então o governo civil pode também se erodir e se quebrar em partes da África do Norte, Oriente Médio, Índia e Sudeste da Ásia”.

Permita-me asegura-lo que há realmente centenas de milhares de pessoas ocultamente energizadas pelo mundo hoje que honestamente acreditam que a compaixão humana seja uma coisa ultrapassada, e que as pessoas inferiores do mundo devam receber permissão para morrer ou serem exterminadas. Concluirei esta monografia citando os escritos do religioso inglês, Thomas Robert Malthus (1766-1834). Em seu “An Essay on the Principle of Population,” Malthus escreveu: “Todas as crianças nascidas, além daquelas necessárias para manter a população em um nível desejado, devem necessariamente perecer a menos que seja dado espaço para elas por meio da morte de pessoas adultas… Portanto… devemos facilitar, ao invés de tolamente e em vão nos comportando para impedir, a operação da natureza em produzir esta mortalidade…”.

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Published in: on maio 18, 2009 at 1:45 pm  Comments (1)  
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  1. Trágico, sem dúvida.


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