Novo Post: Jesus Histórico

Hoje postei no site conspire assim um artigo muito polêmico sobre o Jesus Histórico e o Jesus Mítico. Tenho este artigo já a bsatante tempo e não consegi localizar seu site e seu autor é desconhecido. O artigo, embora polêmico, até mesmo chocante sob o ponto de vista cristão, é soberbamente documentado e defendido . Boa leitura!

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Published in: on junho 14, 2009 at 1:17 pm  Comments (4)  
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  1. No assunto da não existência do Jesus histórico, além da argumentação disponível na Internet, evidentemente frutificada de laboriosas pesquisas, existia uma pergunta para a qual eu não encontrava resposta: por quê? Tudo tem a sua razão de ser, principalmente a instituição de uma nova cultura religiosa do vulto do cristianismo. Seria possível que o fundador desta crença jamais tivesse existido? Seria sim. Entretanto, para mim, faltava explorar o problema pelo seu lado mais inequívoco e digno de uma acurada apreciação ─ a necessidade de tal concepção. O jeito foi pesquisar. Investi alguns anos na dedicação dessa tarefa. Minha curiosidade aguçou-se por não encontrar livro algum voltado a esclarecer assunto tão relevante do ponto de vista histórico. A versão da História Universal me parecia um esparadrapo sobre uma antiga ferida. Destoava da cor e da natureza do tecido daquilo que nos é apresentado como História. O resumo dessa minha pesquisa está publicado na Internet, como um e-book, no site http://www.ebooksbrasil.org/ Clique em “Entrar” e depois em “Nacionais”. O título é Jesus Cristo – um presente de gregos, de Ivani de Araujo Medina. Minha tese oferece outra versão da história do cristianismo e é apresentada de forma simples para o leitor comum. Assim sendo, você terá a oportunidade de conhecer uma dissertação que escapa da forma usual de como o assunto é tradado.

    • Olá.por favor eu quero muito encontrar a matéria,Jesus histórico,jesus mítico,que se encontrava,no seu site,um amigo me recomendou,acho q.foi em novembro de 2009,eu entrei e até vi o artigo rapidamente,mas não foi possivel eu ler na época.se vc. puder me enviar via email,eu te agradeço muito.Um abraço.

  2. Bruno Bauer (1809-1882), filósofo, teólogo e historiador alemão, licenciado em teologia lecionava na universidade de Bonn. Por ser um investigador minucioso e um estudioso intelectualmente honesto, depois de investigar as fontes do Novo Testamento chegou à conclusão de que este livro era mais grego do que judeu e que Jesus Cristo era um mito criado no segundo século. Por causa disso perdeu o emprego de professor. O emérito historiador e professor da Sorbonne, Henri Irénèe Marrou (1904-1977), aconselhou aos futuros historiadores: “O historiador não avança sozinho ao encontro do passado. Aborda-o como representante do seu grupo.” Evidentemente, digo que ele “aconselhou” como um eufemismo, porque desde o quarto século da nossa Era a versão religiosa daquilo que se tornaria a história universal tornou-se obrigatória. A razão disso é que o cristianismo nunca foi uma simples religião, como se imagina. O cristianismo já nasceu como uma cultura religiosa. Uma religião como a umbanda, por exemplo, nunca deteve o poder civil, o cristianismo já. Tecnicamente o cristianismo se chama a nova cultura, surgiu como um antídoto ao judaísmo e um divisor de águas à cultura do mundo antigo. A preocupação número um de uma cultura que se impõe é a educação e conseqüentemente com o ensino. Todos os historiadores conhecidos são apaixonados cristãos, especialmente àqueles que se dedicaram à história da educação. A história tem o papel primordial na preservação do cristianismo e da filosofia que o sustenta. Toda documentação histórica encontra-se desde o quarto século sob a guarda da nova cultura que fez dela o que bem quis. Depois de dois mil anos, é inconcebível que nada além de Tácito, Plínio o Jovem, Suetônio e Flávio Josefo (reconhecidamente adulterado) puderam ser apresentados? O Talmude é uma obra tardia cuja preocupação era falar mal de Jesus para proteger o judeu menos culto da propaganda cristã. Não existe nada a respeito de Jesus nem sobre o chamado cristianismo judeu fora da história cristã. A defesa do Jesus histórico é na verdade o prosseguimento a um favorecimento ideológico. Como não existem argumentos históricos, argumentos os filosóficos sobram no meio acadêmico confundindo os inexperientes. Não são os historiadores engajados que dão historicidade a personagem algum, sim as evidências da sua passagem por esse mundo. Bruno Bauer era só uma andorinha, mas o verão é certo.

  3. O que se tem do Jesus histórico são apenas desculpas para a sua não confirmação como figura histórica. Quando não se tem um único motivo para justificar sua existência e diversos a contrariar, o que deve prevalecer?
    A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Conheça um pouco mais a respeito da origem da nossa cultura ocidental. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:
    https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark
    E adquira o seu exemplar em:
    http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1702&idProduto=1734


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