Crise de Alimentos e América Latina

A CRISE DE ALIMENTOS E A AMÉRICA LATINA
Uma crise real ou uma conspiração?

de Eduardo Dimas

15 de maio de 2008

“Controle o petróleo e você controlará as nações; controle a comida e você controlará as pessoas” — Henry Kissinger (1970)

Tenho conhecido esta frase de Kissinger por muitos bons anos. Confesso que até agora não tinha dado a ela muita importância. Mas ela é uma verdade absoluta, quase que um axioma, que pode se tornar uma terrível realidade.

A crise alimentar é real. O preço dos alientos sobre cada vez mais. As reservas caem. O mesmo acontece com o petróleo, o que coloca muitas nações e povos que não produzem comida ou petróleo em uma situação desesperadora. Este é o resutado de um conjunto de eventos aleatórios que coincidem em tempo, ou isto é o efeito de uma plano para o domínio mundial?

Se nos guiarmos pelas palavras de Kissinger, nos parece muito mais ser este último. E isto nos leva a nos perguntar outras coisas. Foi a idéia de aumentar a produção de etanol [lançada por George W. Bush em março de 2007] pela utilização de grãos básicos para a alimentação de humanos e de animais também uma coincidência?

É bem conhecido que para se produzir um litro de álcool para os motores ds carros, 1.2 litros de óleo combustível devem ser sacrificados. Em outras palavras, mais combustível do que o combustível produzido. Além do fato de que o etanol tem se tornado um bom negócio para a família Bush e os acólitos de Bush, e as oligarquias de vários países, este não é um meio de provocar uma maior falta de alimentos?

Será por acaso que as grandes corporações que comerciam alimentos e muitos investidores estejam especulando com o preço dos grãos, sabendo que esta especulação pode levar a morte de milhões de seres humanos? Segundo a ONU, a cada cinco segundos uma criança morre de fome ou de doenças relacionadas à fome.

Foi uma pura coincidência que o FMI, o Banco Mundial e a Organização Mundial de Comércio promoveram no chamado Terceiro Mundo a produção de comida para exportação, ao invés de garantir a produção de plantações que possam garantir comida às pessoas que as desenvolvem? De qualquer modo, eles deixam as nações mais pobres à mercê dos preços do mercado mundial.

No presente, 78 nações na Ásia, África, América Latina e Caribe tem um déficit em suas cestas básicas de alimentos, como resultado do alto preço dos alimentos e do abandono das plantações tradicionais. Em 37 destas nações a situação é particularmente difícil. Já tem havido manifestações e saques em lojas de alimentos e supermercados. Também repressão e morte. Você não pode nunca esquecer que a fome é o pior conselheiro.

Alguns países tem racionado o arroz, outros o milho e o trigo. Os grandes produtores asiáticos de arroz, tais como a Tailândia e o Vietnã, tem reduzido suas exportações para garantir o consumo doméstico. Aproximadamente 43% da produção de milho é usada para a alimentação de animais. Os especialistas dizem que aproximadamente 20% da colheita mundial de milho será usada para a produção de etanol. O que irá sobrar para os seres humanos?

Isto tudo é apenas um caso fortuito ou faz parte de um plano para o domínio mundial por meio da fome? O arroz é o alimento básico de três bilhões de pessoas. O trigo o é para centenas de milhões. No Peru, o Exército está fazendo pão de batata para tentar reduzir a demanda pelo trigo entre a população. No Haiti, uma mistura de lodo, sal e óleo vegetal é o alimento básico de centenas de milhares de pessoas. O lodo não é grátis. Ela custa 5 centavos um biscoito e causa dor abdominal e contém parasitas e outras doenças. O Haiti, um dos países mais pobres do mundo, produzia quase todo arroz que ele precisa antes das regras neoliberais do FMI e do Banco Mundial que lhe foram impostas. A cada ano, ele precisa de 400 mil toneladas e produz por volta de apenas 40 mil; o resto tem que ser importado. Aos preços atuais, não é surpresa que as pessoas tenham que comer biscoitos de lodo.

Os grandes produtores de alimentos, tais como os Estados Unidos e a União Européia, juntamente com o Brasil de Lula, dizem que a falta de grãos é causada por um aumento no consumo na China, Índia e outros países asiáticos. Sem dúvida, isto causa um ligeiro aumento dos preços. Se então assim o é, porque utilizar grãos para produzir etanol? Eles são alimentos que estão sendo negados a milhões de pessoas.

É verdade que os preços do petróleo cru também afetam o custo da produção e do transportte dos alimentos. Mas a quem culpar pelo fato que a instabilidade dos mercados – derivada da situação no Iraque, as ameaças a Venezuela e um possível ataque ao Irã – levam a especulação? Que país com menos de 5% da população mundial consume diariamente 25% do petróleo cru produzido no mundo?

Se o Irã for atacado o preço do petróleo cru poderia subir a 200 dólares o barril, um preço insustentável até mesmo para as economias mais desenvolvidas; uma verdadeira tragédia para as economias mais pobres. Alguns países, tal como a República Dominicana, Nicarágua, Honruras e El Salvador já estão vivenciando sérias dificuldades com combustível e alimentos, a despeito da ajuda altruísta fornecida pelo governo da Venezuela.

O recente “Encontro Alimentar” realizado em Manágua, reuniu governos da “Alternativa Bolivariana para as Américas ” [ALBA] e teve a presença de representantes de doze países, incluindo alguns presidentes, e foi destinada a unir os esforços para enfrentar a crise alimentar que cerca a humanidade.

Para a maioria dos participantes, a essência da crise alimentar reside na distribuição desigual da riqueza mundial e, acima de tudo, no modelo econômico neoliberal imposto por alguns países desenvolvidos ao resto do mundo nos últimos vinte anos. Com certeza, nem todo mundo concordou. O Presidente Oscar Arias da Costa Rica se distanciou do documento porque ele é um devoto do “livre comércio”. México e El Salvador também se distanciaram de um conjunto de propostas feitas pela delegação venezuelana que terminou em um adendo à Declaração Final.

Entre as propostas venezuelanas estava a a idéia de criar um banco de produtos agrícolas o que reduziria os custos dos pequenos e médios produtores e destinar 100 milhões de dólares através do Banco de ALBA para financiar projetos agricolas. Também, criar um plano dentro da PetroCaribe para financiar a produção de alimentos.

Até agora, a consciência tem sido despertada sobre a gravidade da situação alimentar e as medidas urgentes que precisam serem tomadas para impedir que os alimentos se tornem uma arma de guerra, ao menos na América Latina. De fato, a comida já é uma arma em muitas partes do mundo.

Em qualquer caso, preste atenção nas grandes corporações que produzem e comerciam alimentos. Preste atenção nas corporações que produzem sementes transgênicas, que estão impondo seus produtos pelo mundo, em detrimento das variedades naturais. Eles já estão presentes em muitos países na América Latina e no Caribe.

As sementes transgênicas fazem o fazendeiro totalmente dependente da corporação transnacional que as produzem, ele deve comprar as sementes, os fertilizantes e os inseticidas. Na Índia, 150.000 fazendeiros de algodão tem cometido suicído porque não puderam pagar suas dívidas com estas transnacionais.

As transnacionais estão no comando da dominar o suprimento de alimentos e, por extensão,como propôs Henry Kissinger, o domínio das pessoas. Em um documento secreto chamado Estudo de Segurança Nacional Memorando 200 (NSSM 200), Kissinger criou um plano de ação para a população mundial, destinado a controla-la e a reduzi-la em centenas de milhões de pessoas usando uma política de alimentos.

Kissinger queria reorganizar o mercado mundial de alimentos, destruir a agricultura familiar e substitui-la por grandes fazendas e fábricas dirigidas por transnacionais do agronegócio. Algo assim vem acontecendo desde o início da década de 1990 no México e outros países da América Latina. Você não pensa que é tempo de parar com isso? Deixo a resposta para você.

Anúncios
Published in: on setembro 8, 2009 at 4:21 pm  Comments (5)  
Tags: , ,

Agenda de Controle Populacional

Agenda de Controle de População

Stanley K. Monteith, M.D.

Um dos conceitos mais difíceis de ser aceito é que existam seres humanos dedicados ao controle coercivo da população e genocídio. Muitos leitores reconhecerão que o governo americano está ajudando a financiar o programa da China Vermelha do aborto forçado, da esterilização forçada, do infanticídio, e controle do número dos nascidos vivos. Muitos leitores aceitarão o fato de que os EUA estão ajudando a financiar o “programa de controle familiar” da ONU mundialmente, que é uma forma de controle da população. Os homens e mulheres mais racionais, contudo, acharão impossível acreditar que tais programas sejam realmente parte de um plano mestre para matar grandes segmentos da população mundial.

Devo ter que admitir que estudei as políticas da AIDS [a doença do HIV] por mais de uma década antes que finalmente chegasse a tão horrível conclusão. A real motivação por trás dos esforços de bloquear a utilização das medidas padrão de saúde pública para controlar a posterior disseminação da epidemia de HIV era o “controle da população”. Este não foi para mim um conceito fácil de ser reconhecido, a despeito do fato que eu a muito tempo tinha reconhecido que o século XX tinha tido o mais sangrento período de cem anos em toda a história humana registrada.

Não foi senão até que eu viajasse para Elberton, Georgia, e ficasse dentro das sombra escuras do grande monumento de tipo druida construido lá, e lesse as palavras gravadas sobre os maciços pilares da estrutura que eu finalmente aceitei a verdade. Naquele ponto tornou-se óbvio que exatamente como o Senhor tem dado a humanidade os Dez Mandamentos para guiar nossas vidas, assim, também, aqueles do “lado negro” receberam suas instruções ‘daquele’ que eles veneram. Os dez programas ou ‘guias’ estão inscritos em oito linguas diferentes em quatro grandes pilares de granito da Stonehenge americana. Esta mensagem prevê um futuro aterrorizante para a humanidade, e explica porque os esforços de abordar a epidemia da AIDS de um ponto de vista lógico tem sido consistentemente impedidos.

Antes que você desdenhe isto, e rejeite minha sugestão como algum tipo de loucura, examine minhas referências e então tente desaprovar as minhas conclusões. Se as minhas alegações são infundadas, você logo reconhecerá o engano e voltará para suas atividades diárias, certo de que não existe motivo para preocupação. Por outro lado, deva eu determinar que minha avaliação está correta, ou até mesmo parcialmente correta, então você tem a obrigação moral de decidir exatamente que parte você pretende desempenhar em resposta ao aberto genocídio mundial – como você se protegerá, protegerá seus seres amados, e os incontáveis milhões de seres humanos indefesos pelo mundo que tem sido marcados para destruição.

Você nunca deve se esquecer do aviso registrado para posteridade de Martin Niemoeller, o ministro luterano que viveu na Alemanha de Hitler durante os anos de 1930 e 1940. Suas palavras ecoam até nós durante as décadas que se sucedem:

“Na Alemanha, primeiro eles vieram atrás dos comunistas, mas eu nada falei porque não era comunista; Então eles vieram atrás dos judeus, mas eu nada falei porque não era judeu; então eles vieram atrás dos unionistas, mas eu nada falei porque não era unionista; então eles vieram atrás dos católicos e eu nada falei porque eu era protestante; Então eles vieram atrás de mim e a este tempo não havia sobrado alguém para poder falar”.

Você notará que o Reverendo Niemoeller avisou que depois dos judeus os nazistas vieram a perseguir católicos e protestantes. Porque este fato nunca foi mencionado? A questão que eu mais frequentemente pergunto é, “Como pode você possivelmente acreditar que haja pessoas que pretendam matar grandes segmentos da população mundial?” Minha resposta realmente é muito simples. Tenho esta crença prque tenho lido os escritos deles. Acredito que eles estejam dizendo a verdade. Exatamente como Adolf Hitler escreveu seus planos para a Europa em  “Mein Kampf” (Meu Plano), assim, também, aqueles que pretendem depopular grandes segmentos da Terra tem escrito sobre a necessidade de limitar a população mundial. O fato de que a vasta maioria dos americanos nunca tenha ouvido falar do intento deles, das Pedras de Orientação em Elberton, ou do ‘Plano” e da “Hierarquia” atesta o grau de controle que existe sobre o povo americano que não tem permitido a este saber sobre as forças ocultas que estão trabalhando dentro de nossa sociedade hoje.

Margaret Sanger
e a Paternidade Planejada

Na medida em que você lê logo descobrirá que tenho primariamente confiado em material que pode ser prontamente encontrado em livros, entrevistas gravadas em aúdio, e fontes públicas de notícias. Se você gastar tempo em examinar as minhas referências logo descobrirá que elas são aquelas que publicamente tem sido advogadas para a eliminação de “sementes humanas” e ‘limpeza da sociedade”. De fato, neste mesmo dia o seu dinheiro de impostos é usado para financiar a Paternidade Planejada, uma organização fundada por Margaret Sanger. Durante a década de 1930 Margaret Sanger abertamente apoiou o plano nazista para a engenharia genética da população alemã e a propagação de uma “super raça”.  No “Relatório Anual” de 1985 da Paternidade Planejada os líderes desta organização proclamaram que eles estavam “orgulhosos de nosso passado e planejando nosso futuro”. Como pode alguém se declarar orgulhoso da organização fundada por Margaret Sanger quando a história registra que ela escreveu sobre a necessidade de: ‘sementes humanas’ … ‘cessação de caridade’… ‘… segregação de ‘idiotas, inadequados e mal ajustados” e ‘… a esterilização de raças geneticamente inferiores”.

Margaret Sanger publicou ‘Birth Control Review.” Nesta revista ela abertamente apoia um “programa de infanticídio” promovido pela Alemanha Nazista na década de 1930 e publicamente fez a propaganda da meta da supremacia branca ariana de Adolf Hitler. Nos anos antes da Segunda Guerra Mundial Margaret Sanger commissionou Ernst Rudin, um membro do Partido Nazista, e diretor dos temidos Programas de Experimentação Médica Alemães, para servir como conselheiro para a organização dela. No excelente livro dele “Anjo Assassino” George Grant faz a crônica da vida e escritos de Margaret Sanger, e dolorosamente documenta os planos de Sanger para a engenharia genética da raça humana. George Grante notou que nos anos de 1920 Sanger escreveu “o Pivô da Civilização” no que ela pedia: ‘a eliminação de sementes humanas’ para a ‘cessação de caridade’ porque isto prolongava as vidas dos não adequados, a segregação dos ‘idiotas, defeituosos e mal ajustados” e a esterilização das ‘raças geneticamente inferiores’.

Segundo George Grant, Margaret Sanger acreditava que os não adequados não deveriam ter permissão para se reproduzirem. De acordo, ela abriu uma clínica de controle de nascimentos em “a seção Brownsville de New York, uma área populada por recentemente imigrados eslavos, latinos, italianos e judeus. Ele alvejava os inadequados para a cruzada dela de ‘salvar o planeta’ “.

Dezenove anos depois, em 1939, Margaret Sanger organizou seu “Projeto Negro’, um programa destinado a eliminar membros do que ela acreditava ser uma raça inferior. Margareth Sanger justifiou sua proposta porque ela acreditava que “As massas de negros… particularmente no Sul, ainda se cruzam descuidada e desastrosamente, com o resultado de um aumento entre os negros, até mesmo maior que entre os brancos, é de uma porção da população menos inteligente e adequada…”

Margaret Sanger então passou a revelar que ela pretendia contratar três ou quatro ministros de cor “para viajar para vários enclaves negros e propagar o controle de nascimento”. Ela escreveu: “A mais bem sucedida abordagem educacional aos Negros é através do apelo religioso. Não queremos que a palavra saia que queremos exterminar a população negra, e o ministro é o homem que pode fortalecer esta idéia se ela até mesmo ocorrer a qualquer um de seus membros mais rebeldes”.

Na medida em que a organização de Margaret Sanger crescia em poder, influência e aceitação, ela começou a escrever sobre a necessidade de alvejar grupos religiosos para a destruição também, acreditando que as ‘raças disgenicas” deviam incluir os “Fundamentalistas e os Católicos” além dos “negros, hispânicos e índios americanos”.

Na medida em que os anos se passavam, Margaret Sanger se tornou crescentemente obsecada por suas crenças. Seu desgosto pela América pode ser visto em seus escritos quando ela escreveu: “O controle de nascimentos apela ao radical avançado porque ele é calculado a minar e questionar a autoridade das Igrejas Cristãs. Eu olho adiante para ver a humanidade livre algum dia da tirania do cristianismo não menos que do capitalismo”.  Margaret Sanger eventualmente abraçou não apenas o comunismo mas a Teosofia também. O que é Teosofia? É uma religião oculta e encoberta baseada no repúdio de Deus e veneração de Lucifer. Na América dos dias modernos, a teosofia é uma das mais poderosas forças ocultas trabalhando por trás das cenas nas cidades de New York, Washington DC e através da nação.

Quantas vezes tem sido dito a você que Adolf Hitler matou seis milhões de Judeus no Holocausto? O que provavelmente nunca tenha sido dito a você, contudo, é o segmento da tragédia do Holocausto registrado pelo Professor Norman Cohn em sua narrativa histórica do Holocausto Judeu, “Warrant for Genocide.” O Professor Cohn fez a crônica dos negros dias da Segunda Guerra Mundial, notando: Somente um terço dos civis mortos poelos nazistas e seus cúmplices eram judeus… Outras pessoas foram marcadas para dizimação, subjugação, e escravização e as perdas civis de alguns destes países chegaram a 11 ou 12% da população total’.

Se as estatísticas do Professor Cohn estão acuradas – e sinto ser correto que elas estão, porque outros pesquisadores judeus tem apresentado estatísticas similares – então porque os cristãos da América não tem sido permitidos aprenderem este fato em adição aos seis milhões de judeus mortos pelos nazistas, algo entre 7 e 12 milhões de não judeus que também foram brutalmente liquidados na Alemanha de Hitler?

Igualmente, ambos Margaret Sanger e Adolf Hitler eram energizados pelas mesmas “forças negras espirituais”. O fato de que a maioria de nossos cidadãos nunca tenham ouvido falar sobre Madame Blavatsky, teosofia, ou dos dois mais ardentes discípulos da teosofia que foram Adolf Hitler e Margaret Sanger, claramente reflete o grau de controle que existe sobre o povo americano quanto ao que ele deve ser permitido aprender sobre as forças ocultas a trabalho hoje em nossa nação.

Como um pesquisador sobre o assunto do oculto, eu recebo regularmente cartas e publicações de Lucis Trust. A Lucis Trust de hoje é uma extensão moderna da “Lucifer Publishing Company,” uma organização fundada por Alice Bailey durante os dias iniciais do século XX. Alice Bailey foi uma discípula de Madame Blavatsky e o líder nominal da Sociedade Teosófica entre o início dos anos de 1900 e o final dos anos de 1920. Porque o nome “LUCIFER” tem uma tal má conotação nos dias de hoje, Alice Bailey mudou o nome da organização dela de “The Lucifer Publishing Company” para “The Lucis Trust.”  A natureza e crença da organização dela, contudo, tem sempre permanecido a mesma. A  Lucis Trust de hoje é um dos maiores grupos de fachada pelo qual a teosofia trabalha para influenciar a vida aqui na América. As publicações da Lucis Trust regularmente se referem ao “Plano” para a humanidade que tem sido estabelecido pela “Hierarquia. Parte deste plano está inscritos nos grandes pilares de granito da Stonehenge americana em   Elberton, Georgia … “As Pedras de Orientação da Georgia”.

Uma discussão completa sobre os assuntos de controle da população e ocultismo está muito além desta curta monografia. A documentação completa sobre estes assuntos pode ser encontrada no meu livro que em breve será publicado  “None Dare Call It Genocide.” A este ponto permita-me oferecer uns poucos exemplos das opiniões expressadas por aqueles que publicamente advogam a redução da população e/ou genocídio.

David Graber, um pesquisador biologista do Serviço Nacional de Parques, foi citado no  Los Angeles Times Book Review Section, de 22 de outubro de 1982 como dizendo: “A felicidade humana e certamente a fecundidade humana não são tão importantes quanto um planeta selvagem e sadio. Conheço cientistas sociais que me lembram que as pessoas são parte da natureza, mas isto não é verdade… Temos nos tornado uma praga para nós mesmos e sobre a Terra… Até tal tempo quando o homo sapiens deva se decidir se reunir a natureza, alguns de nós apenas pode esperar que venha o virus certo”.

Michael Fox, quando por duas vezes foi o vice presidente da Sociedade Humana dos EUA escreveu, “A humanidade é o animal mais perigoso, destrutivo e não ético sobre a Terra”.

Em “The First Global Revolution,” publicado pelo Conselho do Clube de Roma, uma organização internacional elitista, os autores notam que: “Na busca de um novo inimigo que nos unisse, chegamos a idéia da poluição, a ameaça do aquecimento global, faltas de água, fome, e similares que se adequassem a lei. Todos estes perigos são causados pela intervenção humana … o real inimigo é portanto a própria humanidade…”

O Los Angeles Times de 5 de abril de 1994 citou o professor da Universidade de Cornell, David Pimentel, falando diante da Associação Americana para o Avanço da Ciência como tendo dito que, “A população mundial total não deve ser maior do que dois bilhões; muito mais do que os atuais 5.6 bilhões”.

No UNESCO Courier de novembro de 1991, Jacques Cousteau escreveu: “O dano que as pessoas causam ao planeta é uma função da demografia – é igual ao grau de desenvolvimento. Um americano sobrecarrega a Terra muito mais do que 20 habitantes de Bangladesh… Esta é uma coisa terrível de se dizer. Para estabilizar a população mundial, devemos eliminar 350.000 pessoas por dia. É uma coisa horrível de se dizer, mas é tão má quanto não dizer isto”.

Bertrand Russell, em seu livro, “The Impact of Science on Society,” escreveu, “Atualmente a população do mundo está aumentando… A guerra não mais tem tido um grande efeito sobre este aumento… Não finjo que o controle dos nascimentos seja o único meio pelo qual a população possa ser impedida de aumentar. Há outros… Se a Peste Negra pudesse ser disseminada pelo mundo uma vez mais em cada geração, os sobreviventes procriariam livremente sem tornar o mundo cheio demais… o estado de coisas pode ser de certo modo desagradável, mas o que é dele? Realmente as pessoas de altas mentes estão indiferentes ao sofrimento, especialmente os dos outros”.

Negative Population Growth Inc. de Teaneck, New Jersey recentemente circulou uma carta divulgando sua meta a longo prazo. “Acreditamos que nossa meta para os EUA não seja mais do que 150 milhões, o nosso tamanho em 1950. Para o mundo, acreditamos que nossa meta deva ser uma população de não mais do que dois bilhões, seu tamanho logo depois da virada do século XIX para o século XX”.

No Global Assessment Report da UNEP (um grupo de estudos patrocinado pela ONU) o rascunho da fase Um, seção 9, os autores citaram um especialista que sugeriu que “uma estimativa razoável para uma sociedade do mundo industrializado no presente padrão material de vida norte americano seria de um bilhão. Para o padrão mais frugal europeu, 2 a 3 bilhões seria possível”.

A Influência New Age

Falando em um grupo de discussão em mesa redonda na Conferência Gorbachev realizada em San Francisco no outono de 1996, um escritor New Age e filósofo, o  Dr. Sam Keen, afirmou que havia um forte acordo que as instituições religiosas tem que assumir a responsabilidade primária quanto a explosão da população. Ele continuou para dizer que, ‘Devemos falar muito mais claramente sobre a sexualidade, contracepção, sobre o aborto, sobre os valores que controlam a população por causa da crise ecológica, em resumo, esta é uma crise de população. Corte a população em 90% e não sobram pessoas suficientes para criar uma grande quantidade de dano ecológico”.

As observações de Mr. Keen foram recebidas com aplauso da audiência reunida composta grandemente de aderentes New Age, socialistas, internacionalistas e ocultistas. Muitos dos principais ocultistas de nosso mundo moderno compareceram a este encontro em São Francisco, um encontro organizado por  Mikhail Gorbachev, ex diretor da KGB soviética e mais tarde Presidente da Rússia.

Que mensagem é encontrada nas Pedras de Orientação da Georgia? Qual é o plano das ‘guias’? Se você ler a literatura ocultista você logo descobrirá que aqueles que veneram Lucifer hoje se referem a “Hierarquia” que guia tanto as ações quanto os assuntos do mundo. Quem são a ‘Hierarquia”? O Lucis Trust, antes a The Lucifer Publishing Company, recentemente enviou uma carta aos seus apoiadores declarando, “A Hierarquia espiritual faz uso definitivo de 12 períodos espirituais Festivais. Podemos aprender a cooperar com os membros da Hierarquia quando eles trabalham para trazer o divino plano à atenção dos homens e mulheres de boa vontade e aspiração espiritual em todos os lugares do mundo. A idéia da abordagem espiritual – da Hieraquia para a humanidade e da humanidade para a Hierarquia – é o princípio primário subjacente a meditação… o entendimento de como as energias espirituais que fluem de cada signo do zodíaco podem iluminar e inspirar corretamente as relações humanas.”

Os antigos druidas eram membros de uma religião ocultista; o círculo de monumentos em em Stonehenge na Inglaterra é ocultista; e a mensagem gravada na Stonehenge americana em Elverton, na Georgia é ocultista. Yoho Ono, a viúva de John Lenon, um homem que estava profundamente envolvido no oculto, tem escrito um musical com três movimentos dedicados a mensagem das Pedras de Orientação da Georgia. Ela foi recentemente citada como dizendo, “Quero que as pessoas conheçam as pedras… Ouvimos pelo mundo que nós podemos nos explodir e talvez o globo não mais existirá… este é um bom tempo para nos reafirmarmos conhecendo todas as coisas belas que estão neste país e as Pedras de Georgia simbolizam isto”.

Qual é a mensagem para o homem moderno que está gravada sobre os grandes pilares do monumento de tipo druida em Elberton? A primeira das guias diz: “Mantenha a humanidade abaixo dos 500 milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza. Isto significa que a inteira raça humana está em seu nível de climax para o permanente equilíbrio com a natureza”.

O Infame Estudo Tuskegee

Na história recente temos visto a influência doa advogados ocultos do controle da população aqui na América. Mas de forma alguma esta influência é melhor demonstrada do que no Estudo Tuskegee, um programa científico de pesquisa no qual 400 homens negros infectados pela sífilis foram recrutados pelo Serviço de Saúde Pública dos EUA em 1932. Foi dito aos participantes que eles seriam tratados de suas infecções, mas ao invés de tratarem a doença deles, todos os remédios foram retirados. Os homens negros foram ativamente evitados de obterem tratamento em outros lugares na medida em que os corpos deles, e os corpos de suas mulheres e filhos, eram sistematicamente arruinados pela doença.

Os homens malignos que conceberam este estudo bem ao estilo nazista justificaram a atrocidade deles ao alegarem que os cientistas precisavam saber como a sífilis não tratada progredia no corpo humano. Por um período de 40 anos, entre 1932 e 1972, o genocida estudo Tuskegeee continuou. Não foi senão em 1972, quando um dos jornal finalmente teve a coragem de trazer a público esta história, que o Estudo Tugeskeee foi finalmente terminado. Mas naquele tempo, apenas 125 dos originais 400 homens negros tinham sobrevido.

Até hoje, 24 anos depois do fim do grotesco experimento humano, nenhum dos perpetradores desta atrocidade tem até mesmo sido acusado ou indiciado por seus crimes. De volta a 1932, quando começou o Estuge Tuskegee, as idéias de Margareth Sanger já haviam começado a infectar as mentes e almas de médicos e cientistas aqui na América. Segundo o senso de moralidade de Maegareth Sanger, os experimentos em “sementes humanas” eram completamente justificados em nome da “ciência”.  Você honestamente acredita por um só momento que um tal experimento seria tolerado na América se os participantes tivessem sido homens brancos?

Um outro método muito mais eficaz de reduzir a população mundial foi projetado no início dos anos de 1960 por um grupo de ambientalistas e aderentes do controle populacional. Eles estabeleceram a proibição do uso de DDT para controle do mosquito e subsequentemente da malária depois que foi descoberto que este inseticida era extremamente eficaz em salvar vidas humanas.

Alexander King, presidente do  Clube de Roma, escreveu, “Minhas próprias dúvidas vieram quando o DDT foi introduzido. Na Guiana, dentro de dois anos, ele quase havia eliminado a malária. Então minha principal briga com o DDT, eu retrospecto, é que ele havia grandemente aumentado o problema da população”. Em 1970, A Academia Nacional de Ciências, em seu livro  “Life Sciences,” afirmou que, ‘em pouco mais do que duas décadas o DDT tem evitado 500 milhões de mortes devidas a malária”.

Para os advogados do controle da população, esta irresponsável preservação da vida humana era inconcebível, então eles resolveram considerar ilegal o uso do pesticida. Até 1970 todos os dados científicos confiáveis tinham consistentemente demonstrado que o DDT era completamente seguro para humanos e animais. De fato, o DDT era o pesticida mais seguro já conhecido pela humanidade. Sobretudo, ele era barato e podia ser amplamente usado nos países de Terceiro Mundo para controlar a diseminação de doenças transmitidas por insetos. Consequentemente, os aderentes do controle da população estabeleceram ter o DDT banido em nome de salvar o meio ambiente.

Você provavelmente tem lido as história concebidas que alegam que o DDT causou amolecimento das cascas de ovos, interferindo com o equilíbrio da natureza e ameaçando a humanidade de entrar na cadeia alimentar. Na verdade, todas estas histórias foram fabricadas e foram simplesmente parte de um programa cuidadosamente coordenado para bloquear o uso posterior do pesticida que salva vidas. Se você está interessado em saber a verdade a respeito da campanha mentirosa movida contra o DDT, sugiro que você compre uma cópia de minhas entrevistas em AUDIO com o Dr. J. Gordon Edwards. Dr. Edwards é um biologista de renome mundial que liderou a luta nos anos de 1960 para conter o programa de propaganda movido pelos ambientalistas e advogados do controle da população para banir o uso posterior do DDT. Você também pode comprar a excelenet monografia do Dr. Edward, “Remembering Silent Spring and its Consequences.”

William Ruckelshaus foi membro por um longo tempo do Fundo de Defesa Ambiental e Diretor deste mesmo Fundo [EPA]. Ele colocou na ilegalidade o uso posterior do DDT em 1972 a despeito da recomendação do presidente do comitê de investigação do EPA que por seis meses ouviu o testemunho sobre o uso do pesticida e havia determinado que o DDT era completamente seguro. Quando Ruckelshaus colocou na ilegalidade o uso posterior do DDT, ele assinou a sentença de morte para centenas de milhões de seres humanos indefesos vivendo noa países de Terceiro Mundo. Para aqueles energizados pelo lado escuro, contudo, a perda de centenas de milhões de vidas humanas era relativamente irrelevante.

Em sua excelente monografia, “Remembering Silent Spring and its Consequences,” o Professor J. Gordon Edwards citou de uma fala dada por Victor Yanconne, fundador do Fundo de Defesa Ambiental. Nesta conversa, Mr. Yanconne relatou uma história contada a ele por um repórter que havia perguntado ao Dr. Charles Wurster, um dos maiores oponentes do DDT, se um banimento do DDT não poderia realmente resultar em um uso muito maior de pesticidas muito mais tóxicos. Dr. Wurster é relatado ter respondido: “E dai? As pessoas são a causa de todos os problemas. Temos gente demais. Precisamos nos livrar de algumas delas e este é um meio tão bom quanto qualquer outro”. Quando perguntado pelo mesmo repórter, “Doutor, como você compara a morte de pessoas com a mera perda de aves?” Dr. Wurster é relatado ter respondido, “Isto realmente não faz muita diferença, porque os organo-fosforados agem localmente e apenas matam trabalhadores de fazenda e a maioria deles é de mexicanos e negros”. Quantas pessoas tem morrido nos últimos 25 anos desde que o uso do DDT foi considerado ilegal? Se a Academia Nacional de Ciências estava correta em sua avaliação de 1970 que 500 milhões de vidas tinham sido salvas durante um período de 20 anos, então nós provavelmente perdemos mais de 600 milhões de vidas durante estes 25 anos passados, desde que os advogados do controle da população tiveram sucesso em colocar na ilegalidade o DDT.

O Relacionamento Entre o Aborto, Carcinoma de Seio [Mama] e Controle de População

Permita-me oferecer um outro exemplo de um programa de controle da população ue está sendo promovido aqui nos EUA hoje. Muitos médicos tem expressado a preocupação deles sobre o aumento dramático do carcinoma de mama visto em mulheres em anos recentes.

A despeito do fato de que 18 estudos científicos publicados em revistas médicas domésticas e estrangeiras tem claramente demonstrado o relacionamento direto causal entre o abordo do primeiro trimestre e o câncer de mama, todos os esforços para disseminar esta informação aqui nos EUA tem sido bloqueados por aqueles a favor do aborto e do controle da população. No outono de 1996 uma novo trabalho científico lidando com uma meta análise de 23 estudos cientificos diferentes sobre o relacionamento entre abortos de primeiro trimestre e cancer de mama foi publicado em uma revista médica britânica.

Este estudo mostra claramente uma incidência mais alta de cancer de mama em mulheres que tiveram abortos no primeiro trimestre. Em resposta a esta publicação, a Associação Médica Americana [AMA], a Sociedade Americana de Cancer [ACS] e os advogados pró aborto e controle da população se reuniram em uma ímpia aliança para atacarem as conclusões dos autores, e bloquearem todos os esforços para disseminar esta informação ao público americano. Todas as organizações mencionadas acima continuam a opor esforços a terem médicos avisando as mulheres sobre riscos que elas enfrentam quando se submetem a abortos do primeiro trimestre. Antes de realizar todos os procedimentos cirúrgicos, na América é exigido o ‘consentimento por escrito’, exceto para o aborto.

A AMA. ACS, e o loby pró morte continuam a insistir que as mulheres não devem ser avisadas sobre o risco que elas próprias correm ao destruirem a vida de seus filhos ainda não nascidos. Porque há tal inconsistência? As atuais políticas de aborto na América são abslutamente necessárias para reduzir nossa população. Este é o porque uma criança menor pode ser retirada da escola e levada a uma clínica de aborto sem notificação aos pais, ainda que a mesma criança não possa receber um único comprimido de aspirina sem o consentimento dos pais. Isto tudo tem a ver com o controle da população.

O Controle da População Hoje na Rússia

Um outro exemplo dramático do controle da população é a tragédia que está sendo encenada na antiga União Soviética hoje a respeito da longevidade masculina. Na Rússia, o período de vida médio do homem russo tem caído precipitadamente durante as várias décadas passadas. A expectativa média de vida do homem americano é de de 74-78 anos de idade e no Japão é de 78 anos, mas o período médio de vida do homem russo tem caido de 68 anos na década de 1970 para 63.8 em 1985 e para 57.7 em 1994. É estimado que, se esta tendência continuar, o período médio de vida de um homem russo será de 53 anos pouco depois da virada do século. Você realmente acredita que esta redução do período de vida esteja acontecendo apenas por acidente? A verdadeira causa desta redução dramática no período de vida na Rússia será detalhada em meu futuro livro, “None Dare Call It Genocide.”

Os Massacres na África

Apenas temos que saber o que aconteceu ao povo de Ruanda entre abril e julho de 1994 para imaginar o que pode estar reservado para as pessoas aqui na América em algum tempo em um futuro não muito distante.

Depois que os Tutsis cristãos foram desarmados por um decreto governamental no início dos anos de 1990, as forças militares lideradas pelos Hutu começaram a massacrar esistematicamente os indefesos Tutsis. O massacre começou em abril de 1994 e continuou até julho de 1994. Usando facões muito mais que balas, as forças Hutu foram capazes de criar um estado de medo abjeto e terror dentro da indefesa população civil cristã na medida em que eles sistematicamente assassinavam centenas de milhares de Tutsis. A ONU imediamente reuniu audiências sobre o genocídio que estava acontecendo em Ruanda, mas Madeline Albright, a embaixadora americana para a ONU, argumentou com muita energia que as vizinhas nações africanas não deveriam ter permissão para intervir até que “a guerra civil chegasse ao fim”. Na realidade, de fato, não havia uma guerra civil porque aqueles que estavam sendo assassinados não tinham armas para se defenderem; era simplesmente uma questão de assassinato em massa.

Além de bloquear a intervenção pelas nações vizinhas, Madeline Albright também insistiu que a palavra ‘genocídio’ não devesse ser usada, e que as forças da ONU estacionadas em Ruanda não tivessem permissão para intervir. Nos três meses que se seguiram, entre metade e três quatros de milhão de pessoas foram sistematicamente desmembradas, feridas até a morte, e assassinadas na carnificina que se seguiu. Dezenas de milhares de cristãos foram assassinados em suas igrejas; dezenas de milhares foram assassinados em suas escolas e em seus hospitais. Em várias ocasiões, os soldados da ONU estacionados em Ruanda realmente entregaram pessoas indefesas sob a proteção deles a membros da milícia Hutu. Eles então permaneceram imóveis enquanto os acusados aos gritos eram feitos em pedaços. No fim da carnificina, em julho de 1994, o governo americano recompensou os assassinos Hutus com milhões de dólares em ajuda estrangeira. Estranhamente, a imprensa americana tem permanecido calada sobre o fato de que as políticas de nosso governo foram primariamente responsáveis por bloquear os esforços dos países africanos vizinhos de interferir. [para conhecer em detalhes este pavoroso massacre de Ruanda leia aqui neste blog ]

Há literalmente dúzias de outros exemplos de programas de controle de população que tem sido implementados pelo nosso mundo nos dias modernos pelos atuais ‘Malthusianos’ em seu esforço de assegurar que a população mundial seja dramaticamente reduzida. Até hoje é estimado que muito mais de um bbilhão de vidas humanas tenham sido exterminadas como resultado de programas mundiais de aborto financiados pelos EUA. Além disso, estamos começando a ver os efeitos devastadores da epidemia da AIDS na medida em que esta praga dos tempos modernos começa a depopular grandes áreas da Ásia e da África. Por causa da influência dos ocultos controladores da população, contudo, todos os esforços logicos dirigidos a epidemia da AIDS pelo mundo tem sido consistentemente bloqueados. Muito mais do que utilizar comprovados métodos de saúde pública usados em todas as outras doenças, os advogados do controle da população continuam a promover uma educação sexual hedonista e a distribuição de preservativos. Em maio de 1996 na publicação de “Special Warfare”, uma publicação do Centro e Escola de Guerra John F. Kennedy, foi notado que: “O futuro imediato pode apresentar outros assustadores desafios para as unidades de Assuntos Civis. Por causa de complicadas razões sociais e culturais, a AIDS já infecta uma alta proporção de funcionários civis e militares no Zaire, Uganda, Kenya, Zambia, e outros países da África Central. Em alguns ou todos estes países, as instituições do governo podem desmoronar nos próximos 10 a 15 anos. Se este padrão é repetido em outras áreas onde a AIDS está se espanhando em um nível alarmante, então o governo civil pode também se erodir e se quebrar em partes da África do Norte, Oriente Médio, Índia e Sudeste da Ásia”.

Permita-me asegura-lo que há realmente centenas de milhares de pessoas ocultamente energizadas pelo mundo hoje que honestamente acreditam que a compaixão humana seja uma coisa ultrapassada, e que as pessoas inferiores do mundo devam receber permissão para morrer ou serem exterminadas. Concluirei esta monografia citando os escritos do religioso inglês, Thomas Robert Malthus (1766-1834). Em seu “An Essay on the Principle of Population,” Malthus escreveu: “Todas as crianças nascidas, além daquelas necessárias para manter a população em um nível desejado, devem necessariamente perecer a menos que seja dado espaço para elas por meio da morte de pessoas adultas… Portanto… devemos facilitar, ao invés de tolamente e em vão nos comportando para impedir, a operação da natureza em produzir esta mortalidade…”.

Published in: on maio 18, 2009 at 1:45 pm  Comments (1)  
Tags: , , , ,

Novas Gripes, Velhos Medos

O Alarmante Projeto do Pentágono: Bioguerra utilizando a Vacina da Gripe Aviária

F. William Engdahl

Global Research
15 de agosto de 2008

Há alarmante evidência acumulada por séria fonte científica que o governo dos EUA já está para fazer ou já tem “feito uma arma” da Gripe Aviária. Se os relatos são acurados, isto pode desencadear uma nova pandemia no planeta que pode ser mais devastadora do que a Gripe Espanhola de 1918, que matou estimadamente 30 milhões de pessoas mundialmente antes de eventualmente acabar. O Pentágono e o NIH realizam experimentos com os restos congelados do virus de 1918 que estão nas alturas da loucura científica. Estão os EUA perto de desencadear uma nova pandemia seletiva racial através do processo da vacinação obrigatória com a alegada vacina contra a Gripe Aviária?

“Dado a chocantemente óbvia falta de qualquer ameaça de um vírus não feito uma arma H5N1, como podemos explicar que a administração Bush gaste bilhões de dólares preparando cada um dos 50 Estados para o que ela chama de “inevitável pandemia de Gripe Aviária” que eles dizem poder matar metade ou mais de todos americanos e números similares de pessoas ao redor do globo?

Há razão para acreditar que seções do cartel da indústria farmacêutica internacional estejam agindo de acordo com os EUA para desenvolver uma subtância de virus H5N1 geneticamente modificado que possa desencadear uma pandemia criada pelo homem, talvez mais mortal do que a ‘Gripe Espanhola de 1918″ exigindo mais de 30 milhões de vidas.

Rima E. Laibow, MD, chefe da Natural Solutions Foundation, uma cidadã do grupo de vigilância monitorando a indústria farmacêutica afirma, “Nossa melhor inteligência é que a pandemica Gripe Aviária já tem sido criada por meio da engenharia genética nos Estados Unidos, fundindo o genoma mortal da Pandemia de 1918, mal chamada de Gripe Espanhola, com o DNA do inócuo virus H5N1 em um meio de crescimento de células de rins humanos, segundo os Institutos Nacionais de Saúde e o fabricante da vacina. Alguns virologistas acreditam que isto asseguraria que o virus mutante criado pelo homem reconheça células humanas e como invadi-las”.

Se verdadeiro, como ressalta Laibow, “Um fato básico virológico que não tem sido dito ao público é que é impossível fazer uma vacina contra um vírus que ainda não existe. Os esforços de Relações Públicas ao contrário, se uma vacina está sendo feita contra ao vírus da Gripe Aviária em sua forma pandemica, isto significa que o vírus pandemico já existe, pondo um fim na discussão”.

O genoma da pandemia de 1918, da chamada Gripe Espanhola, foi recentemente intencionalmente ressuscitado pelo governo dos Estados Unidos de um cadáver congelado que morreu da gripe em 1918 no Alasca. Por causa desta ‘ressurreição’, ambas a Gripe Aviária e sua vacina, agora são uma importante ameaça à saúde pública.

A Gripe Espanhola, que afinal não era espanhola, foi criada nos Estados Unidos por um programa anterior de bioarmas e injectada em sadiós jovens homens [isto é, soldados] como a primeira vacina obrigatória nos militares durante a Primeira Guerra Mundial. A Gripe Espanhola, que se originou em bases militares no Estado do Kansas, foi uma das epidemias mais mortais na história moderna. Também foi uma das mais bem sucedidas armas biológicas criadas, até agora.

Até esta data, há apenas por volta de 385 casos humanos de Gripe Aviária identificados mundialmente [assumindo que estas identificações sejam confiáveis, com certeza], com 243 mortes. Para apresentar o absurdo deste esforço em perspectiva Laibow ressalta, as mortes cardíacas súbitas, que os pesquisadores acreditam estarem pesadamente associadas ao consumo de aspartame, é a causa principal de morte que, segundo os Centros de Controle de Doenças [CDC], por exemplo, matou 460.000 americanos em 1999 e os números continuam aumentado ( veja http://www.cdc.gov/mmwr/preview/mmwrhtml/mm5106a3.htm.)

Mas o aspartame não está sob crítica. Interessantemente como uma nota de rodapé sobre o aspartame,  G.D. Searle, a companhia farmacêutica de Chicago esteve em perigo de perder sua licença concedida pela Administração de Drogas e Alimentos dos EUA [FDA] nos anos de 1980 até que Donald Rumsfeld, fora do Governo, foi indicado Presidente da Searle. Rumsfeld usou seus contactos em Washington para fazer com que a FDA aprovasse o aspartame, a despeito dos testes conhecidos mostrando os sérios efeitos sobre a saúde dos ratos teste.

Como documento em detalhes em meu livro, ‘Seeds of Destruction: The Hidden Agenda of Genetic Manipulation’, o mesmo Don Rumsfeld continuou para se tornar presidente e principal acionista de uma companhia farmacêutica na Califórnia, a Gilead Sciences Inc., que desenvolveu e patenteou em 1996 o TAMIFLU, primeiramente como uma droga contra a AIDS, e mais tarde como uma vacina contra a Gripe Aviária H5N1. Em 1997 Donald H. Rumsfeld foi indicado Presidente da Diretoria da Gilead Sciences, onde ele permaneceu até o início de 2001 quando se tornou Secretário de Defesa. Como Secretário, ele se recusou a vender suas ações naquele tempo em que ele esteve sob alegações de conflito de interesses quando ele ordenou que um bilhão de dólares em TAMIFLU fosse comprado para ser injetado nos militares americanos como uma ‘precaução’. Mas tarde foi provado que o TAMIFLU não era antídoto para H5N1 e seus efeitos colaterais eram algumas vezes muito severos.

Laibow acrescenta, “Dada a chocantemente óbvia falta de qualquer ameaça de um vírus H5N1 não feito arma, como podemos explicar que a administração Bush gastasse bilhões de dólares preparando cada um dos cinquenta Estados para o que ela chama de ‘inevitável pandemia de Gripe Aviária’ que eles dizem possa matar metade ou mais de todos americanos e números similares ao redor do globo? ”

De modo preocupante, em 3 de junho, a Associated Press relatou, “Tyson Foods Inc. tem começado a matar e enterrar as carcaças de 15.000 frangos de um rebanho que testou positivo para a exposição a uma cadeia de gripe aviária no noroeste do Arkansas, disseram funcionários na terça-feira.”

Tyson Foods é o maior produtor industrializado de galinhas no mundo e tem estado repetidamente sob ataque por suas condições não sanitárias de cruzamento e matança. Em janeiro de 2005, um Escritório de Contabilidade do Governo dos EUA (GAO) relatou ao Senado americano, “A Segurança na Indústria da Carne e Aves Domésticas”, concluindo que as fábricas de processamento de carne e aves domésticas nos EUA tem “uma das mais altas taxas de ferimentos e doenças em toda indústria”. Eles citaram a exposição a “químicos perigosos, sangue, matéria fecal, exacerbados pela pobre ventilação e frequentemente temperaturas extremas. Os trabalhadores tipicamente enfrentam condições perigosas, barulho alto, devem trabalhar em confinamentos estreitos com instrumentos agudos e maquinário perigoso”.

A industrialização dos frangos criados e mortos nos EUA tem progredido ao ponto que por volta de 2003 quando os primeiros casos de Gripe Aviária eram relatados na Ásia, cinco gigantes companhias de agronegócios multinacionais dominavam a produção da carne de frango nos EUA. As cinco companhias eram Tyson Foods, a maior do mundo;  Gold Kist Inc; Pilgrim’s Pride; ConAgra Poultry; e Perdue Farms. A maioria dos surtos de Gripe Aviária na Àsia tem sido rastreados de volta a tais centros industriais em massa de frangos.

Em maio deste ano,  Canadian Press relatou de Toronto, “Um experimento combinando virus H5N1 de Gripe Aviária e uma cadeia de gripe humana em um laboratório produziu um número surpreendente de virus híbridos que eram biologicamente capazes, um novo estudo revela. E conquanto nenhum destes virus prole fosse tão virulento quanto o original H5N1, aproximadamente um em cada cinco era letal aos camundongos em doses baixas, mostrando que eles retinham ao menos uma parte do poder de seu perigoso pai”.

O artigo de Toronto continua, “O trabalho sugere que sob as circunstâncias corretas – e não está claro quais sejam elas – os dois tipos de virus de gripe podem trocar genes de um modo que pode permitir ao H5N1 adquirir a capacidade de desencadear uma epidemia. Este processo é chamado de reagrupamento. ‘Este estudo está mostrando exatamente isto: Há um risco que este virus possa com sucesso se reagrupar com um vírus humano’, disse Richard Webby, diretor do centro de pesquiza da influenza da Organização Mundial de Saúde no Hospital St. Jude em Memphis, Tennessee.”

A Pesquisa de Bioarmas do Pentágono

Prof. Mathew Meselson, um professor de biologia molecular de Harward, e um cientista muito respeitado na área de guerra química e biológica, confirma que o governo dos EUA tem extensamente pesquisado e desenvolvido armas biologicas no passado. Meselson descreveu uma instalação americana, ao norte de Terre Haute, Indiana, construída em 1944 que teria produzido 50.000 bombas de quatro libras de antrax mensalmente uma vez em completa operação.

Meselson foi parte de uma equipe que provou a liberação acidental do antrax em uma instalação soviética em 1979, desaprovou acusações de guerra biológica no Laos e Cambodia nos anos de 1970 e foi a força diretora por trás de popularizar a Convenção de Armas Químicas em 1994.

Desde que assumiu o mandato, a administração Bush-Cheney tem feito muito para enfraquecer a Convenção das Armas Químicas bem como aquelas das armas biológicas. Um dos primeiros atos de George Bush como Presidente no início de 2001 foi se opor ao proposto Protocolo internacional de Armas Tóxicas e Biológicas, sem explicação, levando ao encerramento das conversas.

Em um estudo de 2004, a Associação Médica Britânica avisou que o mundo estava talvez a poucos anos de distância de “terríveis armas biológicas capazes de matar apenas pessoas de específicos grupos étnicos”, citando avanços na tecnologia genética das armas.

O Departamento de Segurança Doméstica dos EUA tem de forma bastante assustadora anunciado que está ordenando a produção e armazenamento de uma vacina para a influenza pandemica: “O Governo dos EUA está dando passos para minimizar a necessidade de tomar decisões de alocação das vacinas ao apoiar os esforços para aumentar a capacidade de produção da viacina contra a influenza. Custeio importante está sendo fornecido para desenvolver novas tecnologias de vacinas que permitam a produção suficiente da vacina da influenza para qualquer pessoa nos EUA que queira ser vacinada dentro de seis meses da declaração de uma pandemia”

O Curioso papel de Sanofi Pasteur

O Governo dos EUA tem estado financiando o desenvolvimento de uma vacina contra o H5N1 em uma base “de trilha rápida” desde 2004.  Sanofi Pasteur em Swiftwater, Pensilvânia, uma subsidiária da gigantesca companhia farmaceutica francesa, a terceira maior no mundo, fabricou uma vacina inativada feita do virus H5N1 isolado no Sudeste da Ásia em 2004.  Sanofi Pasteur, parte do grupo francês Sanofi Aventis, foi premiada pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos EUA, parte dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), NIAID para fabricar a vacina H5N1 em maio de 2004.

Em abril de 2007 o FDA aprovou a vacina de Sanofi Pasteur para H5N1 até mesmo embora um ano antes o FDA tenha citado [indiciado] a Sanofi Pasteur por produzir vacinas FLOUZONE contaminadas. A vacina H5N1 aprovada pelo FDA é por sí só aparentemente não eficaz no evento de uma transmissão de um surto de humano-para humano de Gripe Aviária. Ao anunciar a sua aprovação, o FRA declarou: “Duas injeções dadas em um intervalo de 28 dias pode fornecer ‘limitada’ proteção se uma pandemia ocorrer. Aproximadamente 45% das pessoas que receberam a vacina em um estudo desenvolveram uma resposta imune ao virus”.

Até agora o H5N1 não tem sofrido mutação para uma forma que possa facilmente ser transmitida de pessoa-a-pessoa. Então no que é que o Sanofi Pasteur e outros laboratórios sob contrato do governo dos EUA estão engajados? Seim o for, isto claramente pode ser classificado de top-secreto. A respeita revista britânica “New Scientist” comentou: “Se o H5N1 não sofrer mutação, não está claro se as vacinas desenvolvidas agora funcionarão contra uma cadeia pandemica. Os fabricantes podem talhar uma nova vacina para esta cadeia, mas os atuais métodos de produção levam meses”.

A revista notou que a pesquisa sobre a vacina do Sanofi foi realizada pelos Institutos Nacionais de Saúde como parte dos esforços do governo dos EUA para se preparar para uma pandemia de gripe.  A questão sliente é se eles “se preparam para uma epidemia de gripe” ou se eles preparam ‘uma epidemia de gripe”. Porque o governo americano está gastando milhares de dólares dos contribuntes para armazenar estas vacinas H5N1 que provavelmente não funcionarão contra um tal surto pandemico?

Em 2 de julho de 2008, o jornal London Daily Telegraph relatou, “Três médicos poloneses e seis enfermeiras estão enfrentando processo criminal depois que um número de pessoas sem teto morreram a seguir de testes médicos para uma vacina contra o virus da Gripe Aviária H5N1.”

O relato acrescentou que a equipe médica, da cidade nortista de Grudziadz, estava sendo investigada por testes médicos em 350 pessoas pobres e sem teto no ano passado, que os promotores dizem envolveram uma vacina não testada para um vírus altamente contagioso. As autoridades afirmam que as alegadas vítimas receberam três a serem testadas que eles pensavam ser uma convencional vacina contra a gripe mas, segundo os investigadores, era realmente uma droga contra a gripe. O diretor do centro dos sem teto de Grudziadz, Mieczyslaw Waclawski, disse a um jornal polonês que no ano passado, 21 pessoas do centro dele morreram, uma estatística muito acima da média de aproximadamente oito.

O relato polonês não especifica se esta vacina estava sendo desenvolvida sob contrato com o Departamento de Segurança Doméstica dos EUA pelo Sanofi-Pasteur. Contudo, é sabido que o Sanofi Pasteur tem estado produzindo grandes quantidades de uma tal vacina em uma fábrica que eles tem na China.

Dr. Laibow relata que a “Vacina Pata a Gripe Aviária Pandemica” foi programada ser liberada para os Estados Unidos este mês pelo fravricane francês da vacina, Sanofi Pasteur, de uma instalação que eles possuem na China, onde ela está sendo produzida. O Governo dos EUA divulgou seu plano para alocação da vacina em julho. Laibow teme que um cenário mais sinistro de uma liberação deliberada dos patógenos da Gripe Aviária sobre a população que possa ativar uma lei marcial e foçar uma vacinação com mortes resultantes de milhões que pode estar iminente.

A Gripe Espahola Reavivada pelo Pentágono

Em 2003 os cientistas do exército dos EUA recriaram o virus da Gripe Espanhola em laboratório. Segundo um relato naquele tempo pelo grupo de vigilância. O Projeto Sunshine que monitora a pesquisa de armas químicas e biológicas do governo dos Estados Unidos divulgou uma declaração que o virus da Gripe Espanhola que matou de 20 a 40 milhões de pessoas em 1918 esta atualmente sob reconstrução. Vários genes da gripe de 1918 extraordinariamente letal tem sido isolados e introduzidos nas cadeias contemporaneas de gripe. Estes se provaram serem letais para ratos, enquanto o vírus construido com os genes de atuais tipos de gripe dificilmente tinham qualquer efeito. Estes experimentos facilmente podem ser abusados para propósitos militares mas fornecem pouco benefício de um ponto de vista médico ou de saúde pública”.

Eles continuaram, “A Gripe Espanhola de 1918 foi altamente infecciosa e em comparação com os virus contemporanereos da gripe – mataram uma alta percentagem  daqueles infectados -, incluindo muitas pessoas mais jovens. Apenas a Gripe Espanholafez com que a expectativa média de vida nos EUA em 1918 caisse por dez anos. Daí, os virus da gripe serem percebidos hoje como uma séria ameaça de guerra biológica. Exatamente a dus semanas atrás, um fundo de pesquisa de 15 milhões de dólares foi concedido nos EUA para desenvolver medidas protetoras especialmente contra um ataque bioterrorista usando virus da gripe”.

A declaração acrescentou, “A despeito da natureza muito perigosa do virus de 1918, os esforços para reconstrui-lo começaram em meados dos anos de 1990 quando o Dr Jeffrey Taubenberger do Intituro de Patologia das Forças Armadas dos EUA em Washington DC teve sucesso em recuperar e sequenciar fragmentos do RNA viral de tecidos preservados das vítimas de 1918. Na corrente publicação da revista científica ‘Emerging Infectious Diseases’ os novos detalhes genéticos do vorus da gripe de 1918 serão publicados”.

Mas ainda mais amedrontador, eles relatam, “Mas depois [parcialmente] desenovelar a sequência genética do vírus, os cientistas deram um passo adiante e começaram a trazer de volta à vida o virus da gripe de 1918. Despercebido pelo público, eles tiveram sucesso em criar um virus vivo contendo dois genes de 1918 que se provaram ser muito letais em experimentos animais. Este experimento está apenas a um passo de distância de tirar completamente da garrafa o demonio de 1918”.

Eles concluem, “Uma ressuscitação da Gripa Espanhola não é necessária e nem garantida de um ponto de vista de saúde pública. Alegadamente, os experimentos recentes buscaram testar a eficácia das existentes drogas antivirais sobre a reconstrução do 1918. Mas há pouca necessidade para drogas antivirais contra a cadeia de 1918 se a cadeia de 1918 não tivesse em primeiro lugar sido recriada. “Simplesmente não faz qualquer sentido científico criar uma nova ameaça exatamente para desenvolver contramedidas para ela”, diz Jan van Aken, biologista do Projeto Sunshine, ‘A caraterização genética de cadeias de gripe tem importantes aplicações biomédicas. Mas não é justificável  recriar esta cadeia erradicada e particularmente perigosa que pode desencadear um tumulto se liberada, deliberada ou acidentalmente”.

Sinceramente vamos esperar que não, mas como o Prof. Stephen Block, biofísico da Universidade de Stanford com anos de experiência em pesquisa biológica classificada do Pentágono e do governo dos EUA ressaltou em um outro contexto,  “Somos tentados a dizer que ninguém em sua mente perfeita até mesmo usaria estas coisas”

Sanofi Pasteur entrega a vacina H5N1

Em 28 de abril deste ano em uma divulgação oficial à imprensa das sedes do Sanofi Pasteur em Swiftwater, Pensilvania e Lion, na França, a companhia declarou, “Sanofi Pasteur, a divisão de vacinas do grupo Sanofi-Aventis, anunciou hoje que o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA  (HHS) tem aceito o volume do antigeno H5N1 da vacina para produzir aproximadamente 38.5 milhões de doses da vacina para proteger contra uma nova cadeia de gripe aviária. Sanofi Pasteur tem um contrato de muitos anos com o HHS como parte deste programa pandemico e receberá um pagamento de 195.5 milhões de dolares no segundo quarto de 2008 pela aceitação do volume do lote de vacinas”.

Então, em 16 de junho deste ano, Sanofi Pasteur divulgou a seguinte liberação anunciando que ela doaria 60 milhões de doses da vacina H5N1 para a Organização Mundial de Saúde durante mais de três anos para o estabelecimento de um armazenamento global da vacina H5N1″

O presidente e CEO de Sanofi Pasteur, Wayne Pisano, disse na divulgação, “O vírus H5N1 está atualmente circulando em algumas das regiões mais pobres do mundo e um surto de influenza pandemica mais provavelmente atingiria populações vivendo em áreas com acesso limitado às vacinas. Esta doação das vacinas H5N1 visa se dirigir às necessidades destas populações mais vulneráveis. Além de apoiar os esforços dos governos”, acrescentou Pisano, “é essencial que a indústria colabore com organizações internacionais como a Organização Mundial de Saúde, a Fundação Bil e Melinda Gates e outros globais pagadores da saúde. Este é o melhor meio de construir um armazenamento de vacinas para as nações em desenvolvimento, prontas para serem empregadas no caso de um evento de um surto pandemico de gripe”.

A Fundação Bill e Melinda Gates, além de ser um apoiador financeiro da chamada Caverna da Semente para o Dia Final no Ártico, tem dedicado os bilhões da fundação para apoiar o controle da população especialmente na África. Entre outros projetos eles, bem como a Fundação Rockefeller estão financiando a Aliança para uma Revolução Verde na Àfrica, cujo chefe é o antigo Secretário Geral da ONU Kofi Annan.

Como o principal fabricante mundial da vacina contra a influenza, Sanofi Pasteur produz metade das vacinas contra a influenza distribuidas mundialmente. Nos EUA ela produziu mais de 40% da vacina contra a gripe distribuidas para a estação de gripe de 2007-2008. O fato de que o governo dos EUA tenha revivido o virus da Gripe Espanhola de 1918 indica que tudo seja possível. Há neste mundo algumas pessoas que não estão ‘em sua mente perfeita’. Deus proiba que este seja o caso.

F. William Engdahl é o autor de ‘Seeds of Destruction: the Hidden Agenda of Genetic Manipulation’
Ele pode ser contactado através de seu  website, http://www.engdahl.oilgeopolitics.net.

Published in: on maio 16, 2009 at 4:07 pm  Comments (1)  
Tags: , , ,

Codex Alimentarius

Codex Alimentarius: Controle da População sob o Disfarce da Proteção ao Consumidor.

Dr. Gregory Damato, Ph.D.
quarta-feira, 10 de setembro de 2008

(NaturalNews) Codeath (quero dizer, desculpe-me Codex) Alimentarius, o nome latino para Código dos Alimentos, é uma organização muito mal compreendida que a maioria das pessoas [incluindo aproximadamente quase todos os congressistas americanos] nunca ouviram falar sobre isto, nem se preocuparam em entender a verdadeira realidade desta organização de comércio extremamente poderosa. Do website oficial do Codex o propósito altruista desta comissão é “proteger a saúde dos consumidores e assegurar justas práticas comerciais, e promover a coordenação de todo o trabalho de padronização de alimentos realizado por organizações governamentais internacionais e não governamentais”. O Codex é um empreendimento conjunto [joint venture] regulado pela Organização Agrícola e Alimentar (FAO) e Organização Mundial de Saúde [OMS]

Uma Breve História do Codex

A história do Codex começou em 1893 quando o império austríaco-hungaro decidiu que precisava de um conjunto específico de orientações pelo qual as côrtes julgariam os casos que lidavam com alimentos. Este conjunto regulatório de mandados se tornou conhecido como Codex Alimentarius e foi efetivamente implementado até a queda do império em 1918. A ONU se encontrou em 1962 e decidiu que o Codex devia ser reimplementado mundialmente para proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do custeio do Codex se emana do FAO enquanto o outro terço vem da OMS.

Em 2002, o FAO e a OMS tinham sérias preocupações sobre a direção do Codex e contrataram um consultor externo para determinar sua performance desde 1962 e designar que direção tomar a organização de comércio. O consultor concluiu que o Codex devia ser imediatamente rasgado e eliminado. Este era o tempo no qual a grande indústria entendeu o completo potencial monetário desta organização e exerceu sua poderosa influência. A consequência atualizada foi um relatório suavizado pedindo que o Codex se dirigisse a 20 várias preocupações dentro da organização.

  • Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius tem encobertamente submetido seu papel como uma organização internacional de saúde pública e proteção do consumidor. Sob a proteção da grande indústria, o único  propósito subreptício do novo Codex é aumentar os lucros para as forças destrutivas corporativas globais enquanto controla o mundo por meio dos alimentos. O entendimento implícito da filosofia deles é que se você controla os alimentos, você controla o mundo.

O Codex Agora

O país mais dominante por trás da agenda do Codex é os EUA cujo propósito é beneficiar os interesses multinacionais como as Grandes Industrías Farmacêuticas, as Grandes Indústrias Químicas, os Grandes Agro-negócios e similares. No último encontro em Genebra os EUA recentemente assumiram a presidência do Codex o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade da saúde e continuará a promulgação da desinformação e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (GMOs) e nutrientes enquanto completam a tácita agenda de controle populacional. A razão pela qual os EUA continuam a dominar o Codex é porque os outros países falsamente acreditam que os EUA possuam a mais recente e mais segura tecnologia quando se trata de alimentos e portanto, seja o que for que os EUA peçam, seus aliados (União Européia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malaisia, Indonésia, Japão, Singapura) seguem a adotar quase que todo tempo.

Muitos dos países que desejam participar e querem ter uma voz para expressar as opiniões deles, não tem permissão para comparecerem aos encontros do Codex já que os EUA negam a maioria dos vistos para estes representantes, seja como for que eles se sintam a respeito disso. Muitos destes países [África do Sul, Suazilandia, Quenia, Gana, Egito, Cameron, Sudão e Nigéria] entendem que o Codex tem sido alterado de uma benévola organização alimentar para uma que é fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de que os encontros do Codex sejam mantidos por todo mundo também não é um acidente e permite que os EUA mantenha uma rédea curta sobre a agenda do Codex na medida em que os países menos viáveis economicamente não são capazes de participar.

A Ameaça Real

Enquanto a agenda esotérica da media está ocupada dirigindo os medos nos corações do mundo ao se focalizar no terrorismo, aquecimento global, salmonella, falta de alimentos, as reais ameaças estão clandestinamente se tornando uma realidade. Logo cada coisa que você coloque em sua boca [com a exceção dos remédios, com certeza] serão altamente reguladas pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. Os padrões do Codex são uma completa afronta a liberdade de uma comida e água limpas, ainda que estes regulamentos não tenham ainda um vigor legal internacional. Porque devemos nos preocupar? Este padrões mandatórios logo serão aplicados a cada país que seja membro da Organização Mundial de Comércio [OMC]. Se os países não seguirem estes padrões, então enormes sanções comerciais serão o resultado. Alguns padrões do Codex entrarão em vigor em 31 de dezembro de 2009  e uma vez iniciados serão completamente irrevogáveis; eles incluem:

  • * Todos os nutrientes [vitaminas e minerais] são para serem considerados toxinas/venenos e devem ser removidos de todo alimento porque o Codex proibe o uso de nutrientes “para evitar, tratar ou curar qualquer condição ou doença”.
  • * Toda comida [inclusive orgânica] deve ser irradiada, removendo todos os nutrientes tóxicos das alimentos [a menos que ingeridos localmente e crus].
  • * Os nutrientes permitidos serão limitados a uma Lista Positiva desenvolvida pelo Codex que incluirá tais nutrientes  benéficos como fluoreto [3.8 mg diariamente] desenvolvidos do desperdício ambiental. Todos os outros nutrientes serão proibidos nacionalmente e internacionalmente em todos os países membros do Codex
  • * Todos os nutrientes  (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, Zinco e Magnésio) que tenham qualquer impacto positivo na saúde do corpo serão considerados ilegais sob o Codex e são para serem reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana.
  • * Você não será capaz de obte-los em qualquer lugar no mundo, até mesmo com uma prescrição médica
  • * Todo anúncio sobre nutrição [incluindo escrito online ou em artigos de revistas científicas ou por conselho oral de um amigo, membro da família ou qualquer um] será ilegal. Isto inclui notícias de naturalnews.com sobre vitaminas e minerais e todas as consultas a nutricionistas.
  • * Todo o leite extraído diariamente das vacas deverá ser tratado com o hormonio de crescimento recombinante bovino da Monsanto
  • * Todos os animais usados para alimento serão tratados com potentes antibióticos e hormônios exógenos de crescimento.
  • * A reintrodução de pesticidas orgânicos mortais e carcinogêncos que em 1991, 176 países [incluindo os EUA] tem banido mundialmente, incluindo 7 dos 12 piores da Convenção de Estocolmo sobre Persistentes Pesticidas Organicos ( Hexachlorobenzeno, Toxafeno e Aldrin) serão permitidos retornarem aos alimentos em níveis elevados.
  • * Níveis tóxicos e perigosos de aflotoxina (0.5 ppb) no leite produzido por condições ruins de armazenamento do alimento animal serão permitidos. A aflotoxina é o segundo carcinogeno mais potente [não radioativo] conhecido pelo homem.
  • * O uso obrigatório de hormônios de crescimento e antibióticos em todos os rebanhos alientares, peixes etc.
  • * Implementação mundial de transgênicos não identificados nas plantações, animais, peixes a árvores
  • * Níveis elevados de resíduos de pesticidas e inseticidas que são tóxicos para humanos e animais.

Alguns exemplos de potenciais níveis de segurança permissíveis de nutrientes sob o Codex incluem:

* Niacina – limites superiores de 34 mcg diariamente (as doses eficazes diárias incluem 2000 e 3000 mcgs).

* Vitamina C – limite superior de 65 a 225 mcg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 mcgs).

* Vitamina D – limites superior de 5 µg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 µg).

* Vitamina E – limite superior de  15 IU de alfa tocoferol apenas por dia, até mesmo embora o alfa tocoferol por si só tem implicado no dano celular e é tóxico para o corpo (dose eficaz diária da mistura de tocoferóis incluem 10000 a 12000 IU).

A Porta Está Aberta para o Codex

Em 1995, a Administração de Alimentos e Remédios dos EUA (FDA) criou uma política ilegal declarando que os padrões internacionais  (i.e, Codex) substituiriam as leis dos EUA que governam todos os alimentos até mesmo se estes padrões fossem incompletos. Sobretudo, em 2004 os EUA aprovaram o Acordo de Comércio Livre Central Americano [ilegal sob a lei dos EUA mas legal sob a lei internacional] que exige que os EUA se adequem ao Codex em dezembro de 2009.

Uma vez estes padrões sejam adotados, não há meio de voltar aos antigos. Uma vez o cumprimento do  Codex comece em qualquer área, tão longe se permaneça um membro da Organização Mundial de Comercio, isto é totalmente irrevogável. Estes padrões são incapazes de serem repelidos, mudados ou alterados de qualquer forma.

O controle da população por dinheiro é o meio mais fácil de descrever o novo Codex que é governado pelos EUA e controlado pelas Grandes Indústrias Farmacêuticas e é provável reduzir a população a um nível sustentável de 500 milhões – uma redução de aproximadamente 93%. A FAO e a OMS tem a audácia de estimar que apenas pela introdução da orientação sobre as vitaminas e os minerais, um mínimo de de 3 bilhões de mortes [um bilhão por inanição e outros dois bilhões por doenças degenerativas preveníveis da nutrição, isto é, câncer, doença cardio-vascular e diabetes] resultarão.

Os alimentos degradados, desmineralizados, cheios de pesticidas e irradiados são o meio mais rápido e eficiente de causar uma lucrativa má nutrição, doenças degenerativas evitáveis cujo curso de ação nais apropriado é sempre farmacêutico. A morte pelo lucro é o nome deste jogo. A Grande Indústria Farmacêutica está esperando por esta oportunidade por anos.

Combatendo Isto Tudo

Dr. Rima Laibow, M.D., que é o diretor médico da Natural Solutions Foundation, tem tomado ação legal contra o governo dos EUA e continua a estar presente em cada encontro do Codex enquanto luta por nossa liberdade de saúde. No último encontro em Genebra ouviu algumas vozes dissidentes que estão cansadas dos EUA intimidarem todos os outros países no mundo com sua agenda de controle populacional. O Brasil e a China tem declarado que quando países menores e não representados são incapazes de comparecerem aos encontros do Codex [devido aos EUA não darem os vistos ou não terem os necessários meios monetários] então cada decisão tomada na ausência deles é inválida. Como um resultado, o Codex logo pode se desabar sob o peso de sua própria corrupção, mas a pressão precisa ser unilateralmente aplicada.

Dr. Rima também tem estado se encontrando com delegados de outros países e tornando-os cientes de algo chamado Padrões Particulares. Os Padrões Particulares permitem que países esbocem padrões alimentares que sejam mais seguros e altos do que aqueles determinados pelo Codex. Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as furadas e irrevogáveis orientações que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009.

O que você pode fazer?

O único meio de evitar tais eventos cataclísmicos é combater com a disseminação do conhecimento a todo mundo que você conhece. Não importa se eles ainda estão dormindo ou hipnotizados pela escravidão da vida diária ou ocupados demais para prestar atenção. O tempo de acordar é agora. O governo dos EUA e a media colaboradora tem estado tentando distrair a América enquanto todos estes padrões egrégios e obrigatórios estão sendo encobertamente aprovados. É tempo de agir e você pode fazer isto indo a (www.healthfreedomusa.org) e seguindo as mais recentes atualizações do Codex. Você também pode assinar uma petição legal aqui:

Um outro meio eficaz de fazer com  que a sua voz seja ouvida é enviar um email ou escrever para o seu congressista. Se você envia um email ao congresso isto ostensivamente será contado como 13.000 emails. O Congresso dos EUA acredita que para cada pessoa que ocupa seu tempo em escrever um email para eles há outras 13.000 pessoas que partilham de opiniões similares mas não ocupam tempo em promulga-las. Aqueles que vivem em outros países precisam contactar seus representantes para ter sua voz ouvida. É muito importante que uma ação rápida e vociferante seja tomada agora. Os tempos estão mudando muito rapidamente e a menos que nos unamos sobre este assunto podemos todos ter que começar a pensar sobre plantar nossos próprios alimentos em um futuro muito próximo para evitar o extermínio.

Contactos do Codex para tomada de Ação

Dr. F. Edward Scarbrough – U.S. Manager for Codex- U.S. Department of Agriculture – 4861-South Building- Washington, DC 20250- Phone: (202) 205-7760 – Fax: (202) 720-3157
Ed.scarbrough@fsis.usda.gov
website do codex

Comentários sobre o Codex e suas regulamentações destrutivas no website

Os Homens por Trás de Hitler

Os Homens por Trás de Hitler

Um alemão avisa o mundo

de Bernhard Schreiber

Bernhard Schreiber nasceu em 1942 em Stuttgart depois que seu pai morreu em ação como um oficial da Luftwaffe. Depois de sua educação na Alemanha, ele estudou jornalismo na América e viajou extensamente como jornalista freelance. Durante os últimos cinco anos ele tem estado pesquisando o material para este livro e decidiu publicar a edição alemã como o primeiro resultado de sua pesquisa. Ele continuará a pesquisa dele com colegas e tem recebido uma garantia [custeio] de uma grande universidade para este propósito. Quando seu trabalho não o leva ao exterior, ele vive com sua família na Alemanha.

Nota do tradutor da versão em inglês deste artigo: Quando primeiramente ouvi falar do trabalho de Bernhard Schreiber estava convencido que um trabalho nestas linhas era necessário em inglês. Encontrei Mr. Schreiber e ele consentiu que seu trabalho fosse traduzido e aqui estou eu, de fato, em débito com ele, por sua ajuda em assegurar o significado exato que foi posto em inglês. É um trabalho refrescante com um autor que pode checar a sua tradução. Ele tem editado certos erros e melhorado a seção dos documentos que ele sentiu estar faltando no original. Meus agradecimentos a C.S. Carr por sua ajuda na tradução dos documentos e a Miss P. Carter por datilografar e digitar.
H. R. Martindale

É meu desejo que este livro seja distribuido tão amplamente quanto possível; e assim eu não somente dou meu consentimento mas suplico a distribuição, tradução, publicação, reimpressão e citação deste livro em parte ou no todo por qualquer pessoa, grupo ou organização que possa desejar assim o fazer.

Infelizmente minha situação financeira não torna possível a distribuição deste livro tão amplamente quanto eu teria desejado, e espero que o passo que eu dei inspire outros a participarem ativamente neste aviso alemão ao mundo.
O AUTOR

Tenho tomado a liberdade de escanear este livro e publica-lo na internet porque, como o autor, acredito que ele deva ser lido e distribuido para tantas pessoas quanto possível antes que seja tarde demais. Tendo estado envolvida com a criação da página Eugenics Watch e tenho visto muitos links que tenho tentado ressaltar. Estou certa que muito eu tenha perdido. Também gostaria de ressaltar que não falo alemão, e qualquer palavra alemã teve que ser copiada verbatim de uma cópia imperfeita do original, e gostaria de agradecer a Dave Parry de Aberdeen por sua ajuda com estas traduções e prova de leitura. Se [quando] você encontrar qualquer erro apreciaria que você me enviase um email para que eu possa corrigi-los.
Liz Toolan

DEDICATÓRIA
Este livro é humildemente dedicado à memória de incontáveis pessoas comuns – estes homens, mulheres e crianças e bebês de muitas raças e crenças, cujas vidas foram tomadas porque eles eram considerados menos do que perfeitos e, portanto, indignos de viverem.

Espero que este pequeno livro servirá de seu próprio modo para manter viva a memória deles e que isto ajudará a nos lembrar a todos do preço que temos que pagar quando extremistas tem o poder de decidir sobre o direito de viver.

CAPÍTULO I

Excesso de Pessoas – o raciocínio básico por trás do estado mental que estamos para ver em ação tem suas origens nas teorias de Malthus, Darwin e Galton e o desenvolvimento das idéias deles por seus discípulos.

Malthus

Thomas Robert Malthus (1766-1834) era um economista político e historiador inglês que em 1798 publicou um livro chamado “Um Ensaio Sobre o Princípio da População”.Este documento começou uma reação contra os escritos anteriores de Godwin, Condorcet e outros que reforçaram os princípios da emancipação e iluminação que foram divulgados depois da Revolução Francesa. As teorias de Malthus levadas adiante aqui e nos trabalhos posteriores tem uma influência surpreendente até mesmo hoje.

Ele propôs que as pobreza, e portanto também o vício e a miséria, eram inevitáveis por causa o crescimento da população que sempre excederia a produção de alimentos. Os resultados do crescimento da população eram guerras, fome e doenças. Malthus propôs uma ‘abstinência sexual” para a classe trabalhadora como um meio pelo qual o excesso da população pudesse ser diminuído e o equilíbrio alcançado. Deste modo, as classes sociais “inferiores” eram tornadas totalmente responsáveis pela miséria social.

Esta solução estava baseada na hipótese que a população aumentava em progressão geométrica (2, 4, 8,16, 32, 64, 128 e assim por diante) enquanto a produção de alimentos aumentava em progressão aritmética (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e assim por diante). A situação já existente naquele tempo ficaria pior, segundo sua afirmações e alcançaria proporções alarmantes.

Malthus foi um dos primeiros, mas não foi o último, a partir de soluções econômicas daquele período, e buscar resolver problemas sociais, tais como a pobreza, pelo uso de medidas biológicas. Suas premissas, apresentadas como fatos e suas estatísticas com um ar de autoridade matemática, eram impressivas e convincentes, embora suas idéias fossem baseadas puramente em algumas pequenas viagens e menores observações. Contudo, a despeito da grande amostra e apresentação, alguns de seus críticos entenderam o absurdo de tudo isto. Ambas as taxas de crescimento eram arbitrárias, porque não haviam estatísticas para o crescimento da população ou produção de alimentos, antes ou durante aquele tempo, que permitissem prever o futuro. Fora isto, ninguém sabia quanta terra estava realmente cultivada ou parcialmente cultivada e quanta era estéril.

As apresentações de Malthus tiveram o impacto de uma bomba; suas explicações e diagramas geométricos e aritméticos tinham um efeito hipnótico, e somente uns poucos perguntaram em que se baseavam realmente suas declarações. Sua teoria havia retido um poder persuasivo em uma tal extensão que muitas de nossas autoridades atuais a utilizam como base de operação. Ainda que nem Malthus nem mais tarde seus discípulos até mesmo gerenciaram em levar adiante qualquer prova científica da teoria dele, e de fato excelentes cientistas por várias vezes tem desaprovado a teoria de Malthus e a ideologia resultante dela. .

Contudo, com o livro, Malthus criou uma atmosfera que não apenas evitava uma solução real dos problemas sociais, mas também promoveu uma legislação repressiva que piorou as condições dos pobres na Inglaterra. Foi raciocinado que as melhores condições para os pobres seria apenas desencoraja-los a se propagarem, colocando aqueles capazes de trabalhar em uma desvantagem. O Malthusianismo então se moveu adiante para alcançar seu maior triunfo em 1834 com uma nova lei fornecendo a instituição de casas de trabalho para os pobres, nas quais os sexos eram estritamente separados para se submeter a de outra forma, super-cruzamento. Este tipo de pensamento tem uma inerente desvalorização da vida humana pelo medo que a sempre crescente população das classes inferiores devorarão as pessoas ‘melhores” e mais civilizadas. Este tipo de filosofia, de fato, exigiu a chamada de medidas drásticas para lidar com o problema. Esta primeira ressurgência ocorreu uns 150 anos depois de sua morte, resultando no movimento de controle da natalidade, um princípio que é baseado no Malthusianismo. Depois da Segunda Guerra Mundial, a idéia novamente foi retomada e recebeu um novo momentum nas campanhas de “explosão populacional”.

Darwin

Charles Robert Darwin [1809-1882], naturalista inglês. Depois de anos de trabalho de pesquisa formulou em 1859 sua teoria da evolução em seu livro “A Origem das Espécie por meio da Seleção Natural ou a Preservação da Raça Favorecida na Luta pela Vida’. Sem naquele tempo realizar um estudo da humanidade, ele tentou explicar o desenvolvimento das formas de vida em termos de uma luta pela existência. O resultado desta luta seria a seleção natural daquelas espécies ou raças que estavam em triunfo sobre aquelas mais fracas, que pereceriam.

Durante a pesquisa dele ele encontrou o ensaio de Malthus e repentinamente viu que sua própria teoria podia ser estendida a toda vida na luta pela existência que seria inevitável se a produção de alimentos era para permanecer atrás da taxa de crescimento da população. E então Darwin tomou a doutrina de Malthus e fez dela a pedra fundamental de sua teoria. Em 1871 ele publicou seu grande livro seguinte intitulado “A Descendência do Homem e a Seleção em Relação ao Sexo” que era baseado em seu livro anterior, mas que lidava quase que exclusivamente com o homem. Neste livro, ele chegou a razoável conclusão que na estrutura física e comportamento fisiológico, não há diferença entre o homem e outros mamíferos. Contudo, a idéia também era aplicável a qualidades mentais e morais, o que mostra que ele estava em solo inaudível. Embora Darwin tenha sido um excelente naturalista, ele não era um filósofo muito bom. Em sua tentativa de explicar o desenvolvimento social do homem como uma luta pela existência e seleção por meios naturais, ele compôs o ero que Malthus havia feito em uma outra tentativa de aplicar uma solução biológica a problemas filosóficos e sociais. As especulações de Darwin, que podem ser encontradas em seu “Notebook”, que pensava ser uma secreção cerebral, é completamente sem base.

As teorias modernas da evolução finalmente tiveram sucesso em esclarecer esta confusão ao separar o desenvolvimento do homem em dois passos diferentes, animal e psico-social. A despeito disso, as teses de Darwin e daqueles seus seguidores tem sido muito influentes durante um longo período. Elas causaram uma mudança significativa no pensamento social daquele tempo, as consequências dos quais ainda podem ser sentidas hoje.

Galton

Francis Galton [1822-1911] foi um psicólogo inglês e meio-primo de Darwin. Muito errático em seus processos de pensamento, ele foi incapaz de completar a pesquisa em ao menos uma área. Dificilmente ele começaria um projeto de pesquisa antes de atirar a teoria e então se mover para um novo campo deixando prova da teoria para outros. Ele era tão fascinado pela teoria de Darwin, que ele passou um número não usualmente longo de anos tentando provar que as habilidades mentais eram hereditárias. Em 1869 ele publicou seu livro, “Gênio Hereditário” e em 1883 “Inquéritos da Faculdade Humana”. Em seu Inquéritos ele se dedicou a transferir suas teorias hereditárias de individuais para uma raça inteira.

Galton extendeu a teoria da seleção natural de Darwin em um conceito de deliberada intervenção social, que ele manteve ser a aplicação lógica da evolução da raça humama. Galton não tinha meios de se satisfazer em deixar a evolução seguir livremente seu curso. Tendo decidido melhorar a raça humana por cruzamento seletivo, trazido por meio da intervenção social, ele desenvolveu um assunto que chamou de Eugenia, o princípio do qual era encorajar um melhor estoque humano e desencorajar a reprodução dos tipos menos desejáveis; a raça inteira deveria ser melhorada.

Darwinismo Social

É a pseudo-ciência resultante da fusão da teoria evolucionária de Darwin com teorias sociais e políticas.

Charles Darwin era um homem muito humano, que provavelmente teria grandemente se enraivecido com os extremos a que suas teorias foram levadas. Ele havia cometido o erro trágico de tentar estender a lei biológica de esforço pela sobrevivência à vida social do homem. Ao fazer isto, ele colocou nas mãos dos “especialistas” de gerações posteriores, ao dar a eles a impressiva justificativa científica para as ações bárbaras deles de “seleção natural”, “preservação das raças favorecidas” e “luta pela vida”. Foram passagens do tipo em “A Descendência do Homem” que teriam sido as mais que bem recebidas por eles:

“Com selvagens, a fraqueza no corpo e mente logo são eliminadas; e aqueles que sobrevivem geralmente exibem um vigoroso estado de saúde. Nós, homens civilizados, por outro lado, fazemos o melhor possível para colocar em cheque o processo de eliminação; construímos asilos para os imbecis, os aleijados e os doentes; instituimos leis para os pobres; e nossos médicos exercem seu máximo talento para salvar a vida de todo mundo até o último momento. Há uma razão para acreditar que a vacinação tenha preservado milhares, que por uma constituição fraca, anteriormente haveriam sucumbido de varíola. Então os membros fracos das sociedades civilizadas propagam seu tipo. Ninguém que tenha pretendido cruzar animais domésticos duvidaria que isto deva ser altamente injurioso para a raça do homem. É surpreendente quão logo uma necessidade de cuidado, ou cuidado erradamente dirigido, leva a degeneração de uma raça doméstica; mas excetuando-se o caso do próprio homem, dificilmente alguém é tão ignorante que permita que seus piores animais cruzem.”

As teorias sociais baseadas na “sobrevivência dos mais aptos” tem estado circulando antes da publicação de “Origens das Espécies” e até mesmo antes do próprio Darwin. Herbert Spencer, um teórico social e cientista já havia proposto as implicações sociais desta teoria alguns anos antes do aparecimento do livro de Darwin:

“O bem-estar da humanidade existente, e desdobrando isto a sua máxima perfeição, são ambos assegurados pela mesma disciplina beneficente e severa na qual a criação animal a larga é o assunto; uma disciplina que está cruelmente a trabalho fora do bem; a lei da busca da felicidade que nunca se desvia de evitar o sofrimento parcial e temporário. A pobreza do incapaz, as aflições que vem sobre os imprudentes, a inanição do preguiçoso, e aqueles que colocam em seus ombros aparente dos fracos pelos fortes… são a deterioração de uma previdência que vê mais longe…”

Ou, em linguagem simples, o mais apto sobrevive. Em uma edição posterior de “Origem das Espécies” o próprio Darwin descreveu a frase “sobrevivência do mais apto’ de Spenders como sendo mais acurada do que a sua própria seleção natural. Finalmente, no trabalho de Darwin os teóricos sociais tem encontrado o raciocínio científico que empresta respeitabilidade aos argumentos deles. Esta fusão veio a ser conhecida como Darwinismo Social, um movimento que ganhou aumentado momentum com suas demandas por legislação social de acordo com o princípio que ‘o mais apto deve sobreviver” e seus efeitos foram calamitosos para as gerações posteriores.

Racismo e Higiene Racial

Embora as origens do racismo jazam muito longe na história, seu desenvolvimento moderno atual realmente começa com o francês, Arthur Count de Gobineau [1816-1882] que publicou seu clásico pronunciamento racista “Ensaio da Desigualdade das Raças Humanas” em 1853-1857. Grandemente mal interpretado por outros, ele escreveu de modo romântico sobre uma raça ariana de cabelos claros que era superior a todas as outras. Gobineau manteve que os remanescentes desta raça podem ser encontrados em vários países da Europa constituindo uma pequenina aristocracia racial que se deteriora sob o peso dominante das raças inferiores. Ele não fez afirmações especiais da superioridade dos arianos alemães, nem marcadamente denegriu outras raças. Seu racialismo abraçou não tanto raças quanto classes, a aristocracia versus o proletariado. Não obstante, as idéias dele foram amplamente distorcidas para se encaixarem nas teorias de superioridade racial de outros. Dificilmente percebido em seu próprio país, ele desfrutou de grande popularidade na Alemanha.

Como já temos visto, uma amálgama de idéias ocorreu brevemente antes da virada do século. O Darwinismo unido às teorias sociais se tornou o Darwinismo Social que por sua vez incluiu a Eugenia. Em 1890 o livro de Gobineau foi revivido e a Associação Gobineau foi fundada na Alemanha. Seus escritos eram popularizados naquele tempo por pan-germânicos, um grupo extremamente nacionalista e anti-semita que, embora pequeno em números, era muito forte, seus membros incluindo uma alta proporção de professores.

Em 1899, os discípulos de Gobineau, Houston Stewart Chamberlain [1855-1927], um inglês que tinha cidadania alemã, publicou seu trabalho em dois volumes, “As Fundações do Século XIX” em Alemão. Isto se mostrou imensamente popular e teve muitas edições. Partido das idéias floreadas de Gobineau, ele elevou a raça alemã a forma mais pura de arianismo e condenou as raças inferiores, os judeus e negros, como degenerados.

Chamberlain combinou o fato científico da existência de diferentes raças com um enriquecido significado místico anexado a uma raça, os Arianos, que supostamente haviam existido desde o amanhecer dos tempos. Estes Arianos místicos eram ditos serem responsáveis por todas as grandes culturas do passado, cada uma delas havendo declinado porque os Arianos permitiram que outras raças se misturassem com eles resultando na queda da civilização – Egito, Grécia e Roma todos pereceram.

A Eugenia, o Darwinismo Social e a Higiene Racial agora uniram as mãos, embora a Eugenia fosse a única entre elas que alguém pudesse chamar de ciência. Ela é um movimento que atraiu muitos médicos e eles tem dado nomes científicos para ajudar o Darwinismo Social em seu comprometimento de favorecer o mais apto, e os Eugenistas Raciais em seus esforços para melhorar a raça.

Deste ponto em diante, a Eugenia, o Darwinismo Social e a Higiene Racial se fundiram tão fortemente que se provaria uma atitude inútil tentar diferencia-los entre eles.

Em 1900 o fundador da Higiene Racial na Alemanha, o Dr. Alfred Ploetz, participou em um concurso de ensaio. Este concurso foi patrocinado pelo industrial Alfred Krupp,que deu um prêmio ao melhor ensaio sobre o assunto “O que podemos aprender dos princípios do Darwinismo para aplicação ao desenvolvimento da política interna e as leis de Estado?”

Muitas pessoas concorreram, e a maioria dos ensaios concordava que a impressão biológica e um grupo biologicamente apto deve manter uma prole pura para assegurar a posterior existência do Estado.

Wilhelm Schallmeyer, que ganhou o primeiro prêmio, interpretou a cultura da sociedade, a moralidade e até mesmo o “certo” e o “errado” em termos de luta pela sobrevivência. Ele queria que todas as leis estivessem alinhadas com estes conceitos para evitar que as raças brancas se degenerassem ao nível dos aborígenes australianos. Uma tal degeneração seria inevitável se a sociedade continuasse a estimular aos fisica ou mentalmente fracos. Seu colega, Dr. Alfred Ploetz, endossou o ensaio inteiro e apoiou a superioridade da raça caucasiana da qual, com certeza, ele excetuava os judeus, enquanto os Arianos eram aclamados como o ápice da perfeição da raça. Por exemplo, ele sugeriu que em tempos de guerra, para preservar a raça, somente aqueles racialmente inferiores deviam ser enviados ao front. Como os soldados na linha de frente eram geralmente mortos, isto preservaria a parte mais pura da raça de ser desnecessariamente enfraquecida. Ele posteriormente sugeriu um painel de médicos a estarem presentes no nascimento de cada criança para julgar se ela era ou não apta o bastante para viver, e se não fosse, a matasse.

As Sociedades Eugenicas

Em 1901 Galton deu uma palestra para a Sociedade Real Antropológica Inglesa ressaltando as várias possibilidades de melhorar o cruzamento humano sob as atuais condições sociais, legais e morais. Em 1904 a primeira cadeira em Eugenia e sociedade trabalhando com Eugenia foi instituída no University College, Londres, e estes levaram ao estabelecimento do Laboratório Galton de Eugenia Nacional em 1907. Logo os grupos de Eugenia começaram a se espalhar por todo mundo.

Em 1908 a Sociedade de Educação Eugenica (renomeada Sociedade Eugenica na década de 1920) foi fundada na Inglaterra e em 1910 o Escritório de Registro Eugenico nos EUA. Ambos institutos utilizavam os resultados do Laboratório Galton de Eugenia Nacional para propor aplicações práticas e eles fizeram sua tarefa ao propagandizar intensamente a idéia eugenica para o público.

Dr. Alfred Ploetz, o mesmo homem que ajudou Schallmeyer em seu ensaio premiado, em 1905 fundou a “Gesellschaft für Rassenhygiene” [Sociedade para Higiene Racial] na Alemanha. Mais tarde isto mudou seu nome para “Gesellschaft für Rassenhygiene (Eugenik)”. Esta mudança de nome aconteceu depois do anúncio de Galton que a higiene racial e a eugenia eram termos sinônimos. Estes termos utilizados na lingua alemã não eram apenas intercambiáveis, mas a higiene racial foi escolhida ser a tradução alemã da Eugenia. Como a higiene racial estava estreitamente ligada a antropologia política – uma pseudo-ciência desenvolvida por Gobineau – a eugenia foi usada como base científica sobre a qual as idéias racistas e politicas, especialmente aquelas dos nazistas, foram baseadas.

Em 1904 Dr. Alfred Ploetz fundou a revista científica “Archiv für Rassen-und Gesellschaftsbiologie” [Arquivo para Biologia Racial e Social] que depois de um ano de existência se tornou o órgão oficial da “Gesellschaft für Rassenhygiene” [Sociedade para Higiene Racial], que Ploetz havia criado. Um co-fundador desta sociedade foi o psiquiatra mais tarde de fama mundial e higienista racial, Professor Dr. Ernst Rüdin.

A Eugenia se Torna uma Terapia Mental

A psiquiatria já tinha uma forte fundação física, biológica e orgânica por este período. Emil Kraepelin, um aluno de Wundt, tinha anteriormente em um acordo com contemporâneos sugerido que a doença mental e física podia ser dividida em duas categorias, aquelas que tinham uma causa hereditária e aquelas causadas pelo ambiente.

Psiquiatras como Dr. Benedict Morel, Wilhelm Griesinger, Emil Kraepelin e Henry Maudsley no século XIX tinham ressaltado a hereditariedade, causas biológicas e orgânicas das doenças mentais. Seus princípios “científicos” tinham influência considerável na psiquiatria e são encontrados ecoados pels textos psiquiátricos do século XIX .

Com o início do século XX as formas mais brutais de tratamento psiquiátrico tinham começado a serem abandonadas. As banquetas giratórias, máquinas de bater na cabeça, chicotes e maças e instrumentos similares não tinham provado serem bem sucedidos, já que ninguém era curado. Quando mais e mais métodos de tratamento eram descartados a profissão subitamente tornou-se ciente que nenhum tratamento adequado podia ser encontrado para justificar a existência da profissão psiquiátrica. Quem primeiro teve a brilhante idéia é perdido nos anais não rastreáveis dos infindáveis jornais psiquiátricos e textos; mas toda a disciplina gradualmente se voltou para o assunto da hereditariedade, bem como para a eugenia como um método possível de eliminar a doença mental até mesmo se a doença mental não pudesse ser curada.

Vários princípios foram desenvolvidos em uma tentativa de evitar posteriores doenças mentais, alguns pioneirados por um grupo, outros por um outro, mas todos eles tentativas de resolver o problema da doença mental enquanto mantinham a fachada da teoria e prática científica.

“Os mentalmente doentes não devem se cruzar com os não mentalmente doentes”. Este slogan levou ao estabelecimento de colônias que separavam os insanos e mentalmente defeituosos do resto da sociedade.

Os apoiadores da eugenia também acreditavam que o resultado da procriação de uma pessoa mentalmente doente seria uma prole mentalmente doente. Se a prole não fosse mentalmente doente, o perigo de um gene recessivo que causasse o defeito mental nas gerações posteriores era demais como um perigo a ser tolerado.

“O elemento mentalmente doente na população está aumentando”. Este slogan levou a medidas que pretendiam diretamente inibir o nascimento de crianças mentalmente doentes. Isto levou a ua série de princípios escalando em força de sua aplicação: separação da sociedade, contenção, separação entre os sexos nas colônias dos defeituosos e esterilizações.

Higiene Mental

Clifford Beers, um antigo paciente mental, pesadamente fez campanha na América por um melhor tratamento para os mentalmente doentes. Um professor suiço-alemão operando na América, Adolf Meyer, apelidou o termo de “Higiene Mental”.

Em 1908 a Sociedade de Higiene Mental de Connecticut, o ponto inicial do movimento de higiene mental como um corpo organizado, foi fundada. Seus objetivos eram: melhorar o tratamento para os insanos, e proteger a saúde mental do público.

Na década de 1920, outros grupos foram formados em outros países – Canadá, França, Bélgica, Inglaterra, Bulgária, Dinamarca, Hungria, Checoslováquia, Itália, Rússia, Alemanha, Áustria, Suiça e Austrália. Por 1930, 24 países tinham Associações de Higiene Mental.

Rotineiramente estas associações tinham como especialistas médicos psiquiatras que esposavam a medicina eugenica e membros leigos que eram simultaneamente ativos nas Sociedades Eugenicas que por aquele tempo se tornaram muito numerosas.

Na França um dos líderes da higiene mental foi o Dr. Edouard Toulouse, na Grã Bretanha foi Miss Evelyn Fox, Secretária da Associação Central para Bem-Estar Mental. Ele tinha sido um membro ativo da Sociedade Eugenica antes da fundação do Conselho Nacional para Higiene Mental, do qual era era uma funcionária e fundadora, e finalmente foi reconhecida como líder do movimento de Higiene Mental como um todo. Entre os membros da diretoria do Conselho Nacional para Higiene Mental estava Sir Cyril Burt, que havia sido por onze anos membro da Sociedade Eugenica antes da fundação do Conselho Nacional. Mais tarde ele fundou o MENSA, um grupo de alto QI que esposa os princípios eugenicos. Dos relatórios anuais do Conselho Nacional para Higiene Mental podemos ver muitos nomes que também são comuns na Sociedade Eugenica, incluindo:

Dr. E. Mapother – eugenista ativo
Major Leonard Darwin – funcionário da Sociedade Eugenica
Dr. A. F. Tredgold – membro psiquiátrico da Sociedade Eugenica
Dr. Adolf Meyer – membro da Sociedade Eugenica

O movimento da Higiene Mental foi projetado fortemente dos movimentos eugenicos de qualquer país onde eles estivessem, e de fato, os movimentos de Higiene Mental eram permeados pelo pensamento eugenico. Em 1931 a firma publicadora Walter de Gruyter and Co. publicou “Handwörterbuch der Psychischen Hygiene und der Psychiatrischen Fürsorge” [O Livro de Mão de Higiene Mental e Cuidado Psiquiátrico] como um trabalho de referência psiquiátrica oficial contendo uma alta proporção de contribuidores eugenicamente orientados. São feitas frequentes referências neste livro à Eugenia, Casamentos Planejados, Hereditariedade, Degeneração etc. e sob o título de “higiene mental” encontramos o seguinte:

“Portanto a constituição hereditária de uma personalidade é o primeiro e mais eficaz ponto da intervenção profilática: no sentido da psiquiatria eugenica é necessário impedir as desfavoráveis combinações hereditárias e trazer as favoráveis, e especialmente evitar a propagação de traços hereditários de doença física e psicopatias socialmente inferiores.”

O princípio que a prevenção do nascimento de mentalmente doentes erradicaria a doença mental se tornou um princípio operante para cada grupo de higiene mental no mundo.

Na Alemanha, como em outros países, os teóricos e praticantes da Higiene Mental foram recrutados principalmente dos grupos eugenicamente orientados. Entre eles estava o psiquiatra Emil Kraepelin, um amigo íntimo de Dr. Alfred Ploetz e Dr. Ernst Rüdin, Professor de psiquiatria da Universidade de Munique, co-editor com Ploetz do “Archiv for Rassen-und Gesellschaftsbiologie” e co-fundador da Gesellschaft für Rassenhygiene (Eugenik) [Sociedade para Higiene Racial (Eugenics)]. Em 1933 o nazista Ministro do Interior do Reich, Wilhelm Frick, indicou Rüdin como seu representante honorário na mesa de diretores de duas uniões alemãs de higiene racial. Isto é até mesmo mais significativo que Rüdin foi indicado por Frick para trabalhar junto com o Ministério na reconstrução da raça alemã.

Pela ocasião do aniversário de 65 anos de Rüdin, Ploetz honrou suas obtenções no Archiv für Rassen-und Gesellschaftsbiologie:

“apenas recentemente ele recebeu a Medalha Goethe para Arte e Ciência do Führer `em reconhecimento a suas obtenções no desenvolvimento da Higiene Racial Alemã. O Ministro do Interior do Reich Dr. Frick enviou a ele o seguinte telegrama:

`Pelo pioneirismo infatigável da higiene racial e pioneirismo meritório de medidas de higiene racial do Terceiro Reich envio minhas mais sinceras congratulações em seu aniversário de 65 anos. Que você tenha muitos anos mais para continuar sua pesquisa pelo bem-estar da humanidade’

O Congresso de Psiquiatras Alemães, Neurologistas e Internistas em Wiesbaden o premiaram com a Medalha da Hereditariedade.”

Também o Dr. Luxenburger, um higienista racial bem conhecido e colega de Rüdin no Genealogical Department of the Deutsche Forschungsanstalt für Psychiatrie (Instituto Alemão de Pesquisa Psiquiatrica) no Instituto Kaiser-Wilhelm em Munique, e o Dr. W. Wlassack, higienista racial e expoente do movimento suiço de higiene mental, ambos teóricos de higiene mental com um background em higiene racial.

Estas opiniões extremas não eram, todavia, limitadas aos psiquiatras e higienistas raciais alemães. Nos exemplo seguintes um inglês e um suíço são representantes deste tipo de pensamento em outras nações.

O eugenista ingles Karl Pearson, primeiro Professor de Eugenia da Universidade de Londres, publicou seus pensamentos pela virada do século:

“Esta dependência de progresso pela sobrevivência da raça mais apta,terrivelmente negra como possa parecer a alguns de vocês, dá a luta pela existência suas caratecterísticas redentoras; isto está ferozmente retirado do cadinho de onde vem o velho metal.[quando a guerra acaba] a humanidade não mais progride de lá e nada checará a fertilidade da descendência inferior; a lei incansável da hereditariedade não será controlada e guiada pela seleção natural.”

e também

“A história me mostra um modo e apenas um modo, no qual um alto estado de civilização tem sido produzido, isto é a luta de raça contra raça e a sobrevivência da raça mais apta física e mentalmente. Se os homens querem saber se as raças inferiores do homem podem evoluir a um tipo superior, temo que o único curso é permitir que elas lutem entre elas.”

Em seu livro “As Fundações do Século XIX” o racista Houston Stewart Chamberlain citou o professor suiço August Forel com grande admiração e aprovação:

“Professor August Forel, o bem conhecido psiquiatra, tem feito estudos interessantes nos EUA e nas Ilhas das Índias Ocidentais, sobre a vitória das raças intelectualmente inferiores sobre as superiores por causa de sua grande virilidade. Embora o cérebro do negro seja mais fraco do que o do branco, ainda que seu poder generador e a predominância de suas qualidades nos descendentes são todas maiores do que aquelas nos brancos. A raça branca se isola [portanto] deles mais e mais estritamente, não apenas nas relações sexuais bem como em todas as outras relações, porque ela tem ao menos reconhecido que o cruzamento significa sua própria destruição.”. Forel mostra por inúmeros exemplos como é impossível para o negro assimilar a nossa civilização mais do que profundamente na pele, e como logo que ele é deixado a si próprio, ele em todos os lugares se degenera na “mais primitiva selvaregia africana” (para mais detalhes sobre este asunto, veja o livro interessante de Hesketh Pritchard, `Onde os Negros Governam os Brancos’, Haiti, 1900); qualquer um que tenha relido as frases de igualdade da humanidade etc., estremecerá quando aprender como os assuntos realmente permanecem tão logo os negros em um Estado obtêm a mão superior. E Forel, que era um cientista, é educado no dogma de uma humanidade em todos os lugares iguais, vem a conclusão: ‘Até mesmo para seu próprio bem os negros devem ser tratados pelo que eles são, um tipo inferior de homens absolutamente subordinados e incapazes de cultura. O que deve de uma vez por todas ser clara e abertamente afirmado.”. (veja a narrativa de sua jornada no livro de Harden, `Zukunft’, 17 de fevereiro de 1900)”.

Esterilização

A eugenia tem sido formulada e tornada conhecida por Galton em 1883. Durante os anos seguintes o assunto foi popularizado e logo depois da virada do século as organizações eugenicas foram criadas pelo mundo. O movimento atraiu um número crescente de apoiadores e aderentes particularmente na América e na Alemanha. E na extensão em que a organização crescia, eles alargaram sua esfera de influência política. A legislação de vários países começou a se orientar por princípios eugenicos e os parlamentos começaram a aprovar muitas leis de natureza puramente eugenica. Embora elas variassem em forma e execução, todas elas eram destinadas ao mesmo objetivo – os mentalmente deficientes e mentalmente doentes.

Leis de natureza geral forneceram a instituição de colônias, habilitando que os mentalmente deficientes ou doentes fossem segregados do resto da população, assim facilitando o controle e a proibição da procriação dos insanos, Duas de tais leis foram o Ato da Deficiência Mental da Grã Bretanha, aprovado em 1913 e o Ato das Desordens Mentais da África do Sul aprovado em 1916.

Outras leis foram muito mais definitivas e destinadas diretamente a esterilização do insano. Deve aqui ser notado que o termo “esterilização” na legislação de muitos Estados dos EUA inclui castração e centenas de tais emasculações já tinham sido realizadas.

Um exame das datas da legislação no caso da América mostra que isto ocorreu em duas ondas. A primeira começou com a aprovação da lei na Pennsylvania em 1905, que o governador imediatamente vetou. Contudo, outros Estados seguiram este exemplo e tiveram mais sucesso. A primeira onda alcançou seu pico em 1913, e então declinou logo depois [a guerra provavelmente tenha tomado a atenção dos assuntos domésticos em alguma extensão], e pouca atividade pode ser rastreada até 1920. A este ponto pareceria que o empurrão eugenicamente inspirado havia se auto-exaurido.

Contudo, com o crescimento do movimento de higiene mental [começando em 1908 em Connecticut e se espalhando pelo mundo na década de 1920] uma segunda fase mais vigorosa havia entrado. O movimento de Saúde Mental em cada país se tornou o lobista primário da causa eugenica, frequentemente fazendo o trabalho da linha de frente dos movimentos eugenicos e geralmente agindo como um grupo autoritário de pressão com o resultado que os princípios eugenicos começaram a aparecer novamente na legislação.

Ganhando momentum durante a década de 1920 uma segunda onda de atos e emendas aprovadas pelas legislaturas sob a pressão combinada dos movimentos entrelaçados eugenicos e de higiene mental. Por 1929 isto já havia alcançado seu pico na América mas com a influência acrescentada de um movimento de higiene mental mais amplamente baseado cujo aumento continuou por outras partes do mundo. Como um resultado, muitos países tinham aprovado ou considerado a aprovação de leis fornecendo a esterilização compulsória ou ocasionalmente voluntária dos mentalmente doentes ou defeituosos, alcoolatras, ou socialmente indesejáveis. Entre eles estavam a Alemanha, Austrália [vários Estados], Nova Zelândia, Canadá [várias províncias], Finlândia, Suécia e muitos Estados americanos. Além disso, a Noruega, Suécia e Suíça incluiram a castração em suas medidas.

Em 1932 o Ministro da Saúde da Inglaterra criou um comitê para examinar a questão inteira e os achados foram publicados em 1936. Contudo, nenhuma lei foi aprovada, provavelmente porque o público depois de ver em primeira mão as gloriosas obtenções do Estado baseado racial e eugenicamente na Alemanha nazista teria levantado um tremendo berreiro. Sem apoio popular e frequentemente com considerável oposição nas melhores oportunidades provou-se ser mais difícil aprovar leis depois de 1935. Como o original suposto propósito do movimento de higiene mental era melhorar o cuidado dos mentalmente doentes, foi desconcertantemente estranho que as primeiras leis aprovadas com base internacional por instigação do movimento de higiene mental fossem leis para esterilizar os mentalmente doentes e evitar que eles se reproduzissem.

Eutanásia

Enquanto o mundo inteiro estava sendo preparado pela propaganda para a esterilização do insano a aderente higiene mental e eugenia estava preparando o próximo passo.

Eutanásia por definição significa morte fácil. realmente é comprendido que ela deva ser uma maneira pacífica e indolor para alguém que é incurável e esteja morrendo. Isto é conhecido como a “morte misericordiosa”

Em 1895 Alfred Ploetz tinha, como temos visto, introduzido o Darwinismo Social na Alemanha e fundado a Higiene Racial. Em seu livro, “Fundamentos da Higiene Racial” ele pede a eliminação de processos contra seletivos, isto é, aqueles processos que eliminam os fortes em favor dos fracos. Entre eles estão incluidas a guerra e a proteção dos fracos e doentes. Como uma ilustração, ele dá o exemplo de um casal recém casado que dá a luz uma criança fraca ou mal formada a quem deve ser dada uma morte fácil com uma pequena dose de morfina por uma mesa de médicos.

Em 1922 Karl Binding um jurista e Alfred Hoche um psiquiatra escreveram: “A Libertação da Destruição da Vida Vazia de Valor”. (Die Freigabe der Vernichtung lebensunwerten Lebens). Eles argumentavam em favor da eutanásia que os desafortunados eram um fardo para eles próprios e para a sociedade e que sua partida não causaria grande perda, que o custo de manter estes inúteis era excessivo e que o Estado podia melhor gastar seu dinheiro em assuntos mais produtivos. Eles sentiam que os defeituosos física ou mentalmente deviam ser indolormente eliminados e exigiram a nulificação das barreiras religiosas e legais que permanecem neste sentido. Hoche era um psiquiatra influente e de autoridade e arguentou que as atitudes morais na direção da preservação da vida logo cairiam e a destruição das vidas inúteis se tornaria uma necessidade para a sobrevivência da sociedade.

Em uma conferência médica alemã em Karlsruhe em 1921 uma proposta foi apresentada para a legalização da eutanásia, mas foi rejeitada. Em um congresso psiquiátrico em Dresden em 1922 a mesma moção e relatório que havia sido apresentado em Karlsruhe foi novamente apresentado e rejeitado novamente. Quase ao mesmo tempo a Liga Monista [um de seus fundadores foi Ernst Haeckel convicto apoiador do Darwinismo Social] fez uma sugestão similar ao Reichstag novamente sem sucesso. Nos EUA, o Dr. Alexis Carrel um franco-americano ganhador do Prêmio Nobel que tinha estado na equipe do Instituto Rockefeller desde sua criação, publicou seu livro “Homem O Desconhecido” em 1935 e sua mensagem não pode ser dito ter se limitado ao consumo doméstico porque dento de três anos ele havia sido traduzido para nove outras linguas.

Em seu último capítulo “A Reconstrução do Homem”, Carrel repetidamente vê a eugenia como a solução para os doentes da sociedade. Ele sugere a remoção dos mentalmente doentes e criminosos para pequenas instituições de eutanásia que deveriam ser equipadas pelos gases apropriados:

“Permanece um problema não resolvido o imenso número de defeituosos e criminosos. Eles são uma carga enorme para parte da população que tem permanecido normal. Como já ressaltado, somas gigantescas são agora necessárias para manter prisões e asilos de insanos e proteger o público contra gangsteres e lunáticos. Porque preservamos estes seres inúteis e nocivos? O anormal evita o desenvolvimento do normal. Este fato deve ser claramente enfrentado. Porque a sociedade não pode dispor de criminosos e insanos de forma mais econômica? Não podemos continuar tentando separar o rsponsável do irresponsável, punir o culpado, poupar aqueles que embora tendo cometido um crime são pensados serem moralmente inocentes. Não somos capazes de julgar os homens. Contudo, a comunidade deve ser protegida contra elementos problemáticos e perigosos. Como isto pode ser feito? Certamente não por construir prisões maiores e mais confortáveis, apenas como a saúde real não pode ser promovida pelos hospitais maiores e mais científicos. Na Alemanha o governo tem tomado medidas enérgicas contra a multiplicação dos tipos inferiores, os insanos e criminosos. A solução ideal seria eliminar todos de tais indivíduos tão logo eles se provassem perigosos. A criminalidade e a insanidade podem ser evitadas apenas por um melhor conhecimento do homem, pela eugenia, pelas mudanças na educação e condições sociais. Enquanto isto, os criminosos ter que ser lidados efetivamente. Talvez as prisões devam ser abolidas. Elas podem ser substituidas por instituições menores e menos caras. O condicionamento de pequenos criminosos com o chicote ou algum procedimento mais científico, seguido de uma curta estada em um hospital pode ser suficiente para manter a ordem. Para aqueles que tem matado, roubado enquanto armados de pistolas ou metralhadoras, raptado crianças, privado os pobres de suas poupanças, enganado o público em assuntos importantes, deve ser econômica e humanamente dispostos em pequenas instituições eutanásicas equipadas dos apropriados gases. Um tratamento similar pode ser vantajosamente aplicado aos insanos, culpados de atos criminosos. A sociedade moderna não deve hesitar em se organizar com referência ao indivíduo normal. Sistemas filosóficos e preconceitos sentimentais dever ser abandonados diante de tal necessidade. O desenvolvimento da personalidade humana é o máximo propósito da civilização.”

CAPÍTULO III
O FÜHRER APARECE

Hitler e sua vida tem sido abordados por vários autores. Encaminho o leitor que está interessado em mais informação sobre eles. Contudo, é necessário brevemente recontar parte de sua história anterior para melhor entender os eventos que vieram a acontecer depois.

Adolf Hitler nasceu em 20 de abril de 1889; o filho de um oficial da aduana austríaca no centro superior da Áustria de Braunau perto do rio Innr. Vários movimentos da família resultaram que o jovem Hitler frequentasse inúmeras escolas. Uma delas foi em Linz de 1900 a 1904 onde ele ficou sob a influência do Professor Leopold Poetsch um pan-germânico extremamente radical (ele apoiava o movimento Pan-Germanico). Além de Poetsch vários outros professores eram fortemente anti-semitas e Hitler estava em uma idade impressionável e indubitavelmente absorveu as idéias deles e aquelas de um jornal anti-semita de Linz aque ele começou a ler regularmente naquele tempo.

Depois de deixar a escola ele passou os seguintes quatro anos fazendo seja o que for que lhe agradasse e passou a maior parte de seu tempo em Linz com a visita ocasional a Viena. Em 1908 ele se mudou para Viena onde alugou um espaço e fez uma tentativa sem sucesso para obter sua entrada na Academia de Arte de Viena.

Antes de deixar Viena em 1913, como o próprio Hitler revela em seu livro “Mein Kampf”, ele passou grande parte de seu tempo na Hofbibliothek (Biblioteca da Cidade) onde afirma ter estudado a história de um número de matérias, particular e crescentemente, teorias político-econômicas e trabalhos político-militares. Porque ele raramente mencionava o título de qualquer coisa que lesse, é difícil determinar quais eram os títulos reais dos livros, mas há pistas sobre isto. As similaridades entre as idéias de Hitler e aquelas de Gustave Le Bon (1841-1931) o psicólogo francês, são tão desconcertantes que podemos definitivamente tirar a concusão que ele estudou o livro de Le Bon “Psychologie des Foules” que foi traduzido para o alemão em 1908 sob o título “Psychologie der Massen” [Psicologia das Massas] e foi adquirido pela Hofbibliothek no mesmo ano.

Hitler, como já temos visto era bem versado na literatira pan-germânica e deve ter sido familiarizado com Gobineau. Também, Dietrich Eckart, um amigo íntimo e apoiador inicial, afirmou em uma brochura cruamente escrita em 1924, que entre outros trabalhos, Hitler tinha estudo o livro do escritor francês Vacher de Lapouge, “L’Aryen Son Role Social” publicado em 1899. Isto mais tarde foi traduzido em alemão em 1939 e publicado em Frankfurt sob o título “Der Arier und seine Bedeutung für die Gemeinschaft” [O Ariano e Seu Papel na Comunidade]. Lapouge parece ter tido um amplo campo de interesse. Além de ser um eugenista de liderança, ele também encontrou tempo para engajar sua atenção ao cru Darwinismo Social e racismo. Isto quase pode ter sido Hitler falando quando Lapouge afirmou em seu livro “a idéia de justiça… é uma ilusão. Nada existe além da força.” e “a raça, a nação, é tudo”.

Além destes tópicos, Hitler também certamente estava familiarizado com o asunto da geopolítica como formulada por seu originador inglês Sir Halford Mackinder e o expoente alemão Karl Haushofer. A geopolítica, um assunto relativamente desconhecido, foi baseada na teoria de que a política externa de um país era determinada por sua localização de materiais crus de recursos naturais e oportunidades; muito mais que por seu desenvovimento político ou visão de mundo. Karl Haushofer (1869-1946) que mais tarde veio a ser professor, conselheiro e amigo de Rudolf Hess, visitou Hitler na prisão Landsberg .

Quando Hitler deixou Viena ele era, como declarou mais tarde, um absoluto anti-semita e um inimigo jurado da ideologia marxista e era em sentimento muito pan-germânico. Sua visão de vida era fortemente aquela do Darwinismo Social, a Sociedade sendo vista como uma arena na qual grupos e indivíduos estavam engajados em uma luta interminável para avaliar a sua superioridade pela força e perspicácia.

Hitler tendo sido declarado impróprio para o Exército austríaco, mudou-se para Munique e lá se candidatou para o Reichswehr alemão e foi recrutado e introduzido como homem da infantaria em agosto de 1914. No fim da guerra ele retornou ao hospital militar de seu regimento em Munique onde realizou várias tarefas subalternas. Em junho de 1919 ele recebeu doutrinação política no “pensamento nacional” na Universidade de Munique do Departamento Educacional ou de Propaganda de um grupo de quartéis generais do Reichswehr bavaro.

Durante o curso, seu fanatismo e veemência atrairam a atenção dos organizadores que o recrutaram como homem V [alguém encarregado de designações especiais]. Logo depois disto, em julho, ele foi feito membro de um Comando de Iluminação para o campo de trânsito de Lechfeld, cujo dever era organizar instrução psico-política para os soldados que retornavam, no pensamento anti-socialista, nacionalista enquanto ao mesmo tempo sendo um campo de treinamento para o próprio pessoal do Comando na agitação e fala pública.

Além de seus deveres psico-políticos ele também realizou a tarefa de ser um agente confidencial e espião do grupo H.Q. que estava realizando uma observação cuidadosa dos grupos políticos locais. Para realizar isto, Hitler foi instruído a comparecer aos encontros do pequenino Partido dos Trabalhadores Alemães (D.A.P.). De início, ele ficava entediado com os encontros, mas na medida em que continuava a frequentar e foi arrolado como membro, seu interesse cresceu incansavelmente e seu envolvimento e atividades cresceram. Em um encontro público de fevereiro de 1920 ele anunciou seu programa de 25 pontos para o partido e por volta deste tempo o nome do partido foi mudado para Partido Social Nacionalista dos Trabalhadores Alemães (NSDAP) conhecido pelo nome mais familiar de Partido Nazista.

Liberado de exército em março de 1920 ele se entregou inegralmente a atividade do partido e continou para fazer um lance pela liderança do partido, no qual foi bem sucedido. Em 12921, ele foi para Berlim para dar uma palestra lá para o Clube Nacional ultra-conservador, e aqui estabeleceu os primeiros contactos com industriais e círculos de negócios. Durante os anos seguintes este círculo sempre crescente de apoiadores incluiu Fritz Thyssen, Alfred Hugenberg (jornais), Alfred Krupp (indúsrtia pesada) e outros. Há também alguma evidência para a crença de que Hitler visitou a Suíça durante o verão de 1923 para receber apoio financeiro.

Também em 1923 o abortado Munich Putsch, estagiado por Hitler, levou seu nome pela primeira vez além das fronteiras da Alemanha e deu a ele um curto período na prisão Landsberg, onde ele com a ajuda de Rudolf Hess ecreveu “Mein Kampf”. Como uma excelente ilustração do seu grau de absorção do Darwinismo Social, eugenia e ideias raciais que são fascinantes e túrgidas de ler. Aqui encontramos os argumentos familiares destes três grupos: a luta sem misericórdia de todas as formas de vida; a vitória do mais forte sobre o mais fraco; o rude desrespeito pelos direitos de outros; a ameaça judaica; a advocacia de técnicas para o cruzamento dos cidadãos superiores e assim por diante.

Depois de sua libertação da prisão em dezembro de 1924 Hitler se apressou em reavaliar seu controle sobre o partido. O suceso seguido durante os seguints poucos anos e, a despeito de vários retrocessos e dificuldades, a tomada do poder veio no ano de 1933.

CAPÍTULO IV
A SECRETA TOMADA DO PODER

Fora as falsidades pseudo-científicas, mito e engrandecimento do autor, o livro Mein Kampf de Hitler também contém a explicação de seu plano de ação. Aqui ele lida em detalhe com a propaganda, o princípio da liderança (Führer prinzip), a organização do movimento e sua estrutura, e depois da tomada do poder seus planos para a nação. E, depois de deixar a prisão Landsberg, Hitler continuou a estabelecer as fundações de seu Estado sombra.

Dentro da estrutura do partido, escritórios e instituições foram estabelecidos com órgão estreitamente paralelos aos órgão atuais do existente governo. Os oficiais do Partido eram indicados para uma ampla variedade de escritórios incluindo política legal, assuntos de saúde e raciais, educação etc. E organizações nazistas para profissões, membros da imprensa, professores, médicos etc também vieram a existir.

Em 1933 com tanta preparação por trás dele, o Partido Nazista estava em uma posição excelente de rapidamente consolidar seu controle do poder. Outros grupos viram a chance de estender seu controle e influência também, e eles também estavam preparados e prontos. A planta estava a mão, tudo o que era necessário era movimentar o programa para a máxima engrenagem para obter o resultado desejado. A revista da Sociedade de Higiene Racial e Eugenia deu boas vinda a ascensão de Hitler ao poder como um maior ganho para eles, já que ele estava tanto de acordo com seu próprio pensamento.

Em junho daquele ano, em uma reunião científica lidando com problemas eugenicos, Wilhelm Frick (Ministro do Interior) descreveu o número de crianças de mente frágil e defeituosas nascidas de país alemãos como sendo enorme. Segundo ele, algumas autoridades viam 1/5 da população alemã como sendo biologicamente imprópria. Eles deveriam ser evitados de se reproduzirem porque a prole deles não era mais desejável.

Um sinal de vitória foi contado pelo movimento de higiente mental e eugenico em 14 de julho de 1933, somente quatro meses depois das eleições de março que levaram os nazistas ao poder. Antes desta data havia sido, segunda a interpretação da maioria dos juízes, ilegal realizar esterilizações por razões eugenicas. Isto agora foi totalmente revertido pela aprovação da ‘Lei de Prevenção de Doença Hereditária na Prosperidade” ou como foi melhor conhecida, a Lei da Esterilização. O arquiteto chefe disso foi o Professor Ernst Rüdin, Professor de psiquiatria da Universidade de Munique, Diretor do Instituto de Genealogia e Demografia Kaiser-Wilhelm, e o Instituto de Pesquisa para a Psiquiatria. Rüdin estava entre os delegados alemães do Primeiro Congresso Internacional de Higiene Mental que foi realizado em Washington em 1930 e no qual ele urgiu uma integração intensificada da eugenia e higiene mental.

Um curto período depois de haver sido aprovada a Lei da Esterilização, ele publicou um comentário sobre o significado e propósito da lei juntamente com o advogado Dr. Falk Ruttke, diretor da Comissão para o Serviço de Saúde Pública do Ministério do Interior do Reich e Arthur Gütt, o especialista nazista em população e chefe de um departamento do governo no Ministério do Interior do Reich.

A própria lei era para vigorar a partir de 5 de janeiro de 1934. Muito compreensiva no escopo, seu principal propósito era limpar a nação dos elementos impuros e indesejáveis na direção da realização do ideal germânico.

As categorias das pessoas cobertas pela lei eram:

(1) Qualquer um que sofresse de doença hereditária podia ser esterilizado por meio de operação cirúrgica se pudesse ser esperado com alguma certeza, segundo as experiências da ciência médica, que sua posteridade sofreria de sérias doenças hereditárias físicas ou mentais.

(2) Pessoas podiam ser consideradas hereditariamente doentes no sentido desta lei se elas sofressem de qualquer uma das seguintes doenças:

(i) deficiência mental inata
(ii) esquizofrenia
(iii) insanidade maníaco-depressiva
(iv) epilepsia hereditária
(v) coréia de Huntington hereditária
(vi) cegueira hereditária
(vii) surdez hereditária
(viii) severa anormalidade física hereditária

(3) Posteriormente, pessoas podiam ser esterilizadas se sofressem de alcoolismo severo

A lei fornecia uma candidatura para as pessoas que buscassem serem esterilizadas e se elas fossem inaptas para agir ou declaradas incapazes de gerenciar seus assuntos por causa da deficiência mental ou ainda não houvesem completado 18 anos, o representante legal estava intitulado a se candidatar.

A esterilização também podia ser aplicada pelo médico oficial ou, no caso de um prisioneiro de um sanatório, ou prisão, pelo chefe da instituição.

Um inteiro sistema legal foi criado. As côrtes para a prevenção das doenças hereditárias foram instituídas e receberam o nome de “Erbgesundheitsgerichte” (Côrtes de Saúde Hereditária) e anexadas as existentes côrtes distritais bem como as Côrtes Superiores. Sentados nelas sempre havia um juis e dois médicos [geralmente psiquiatras] presentes nas audiências desta natureza na côrte. Testemunhas e especialistas podiam ser chamados pelas regras do procedimento civil que eram nomalmente aplicadas.

O Ato foi na ordem que se a côrte finalmente decidisse pela esterilização isto deveria ser realizado até mesmo contra a vontade da pessoa, fornecendo a aplicação que não tinha se originado apenas dele. Se outros métodos se provasem sem valor a aplicação da força era permitida.

Em seu livro “Into the Darkness – Nazi Germany Today”, Lothrop Stoddard, um Darvinista Social americano, racista e pró nazista tinha os seguintes comentários a fazer depois de uma visita a Alemanha onde ele tinha observado a saúde socializada e as côrtes eugenicas. Ele afirma que em uma conversa com um jovem homem a cargo da seção de tuberculose das sedes de serviço de saúde pública, foi lhe dito que:

“O tratamento dado a um paciente de tuberculose é parcialmente determinado por seu valor social. Se ele é um cidadão valioso e seu caso é curável nenhuma despesa é poupada. Se ele é considerado incurável ele é mantido confortável de fato mas nenhum esforço especial é feito em prolongar ligeiramente sua existência que não o beneficiará ou à sociedade. A Alemanha pode nutrir somente uma certa quantidade de vida humana em um dado tempo. Nós, Nacionais Socialistas, estamos no dever de estimular indivíduos de valor social e biológico.”

Stoddard ficou aparentemente impressionado pelas medidas de saúde tomadas pelos nazistas e mais tarde em seu livro ele reconta sua visita a Côrte Superior de Saúde Hereditária em Berlin-Charlottenburg. Tendo a muito tempo estado interessado nas aplicações práticas da biologia e eugenia ele tinha estudado bastante ao longo destas linhas. Ele fez investigações em primeira mão enquanto na Alemanha que incluiram discussões com importantes autoridades sobre a matéria. Estes incluiam porta-vozes oficiais tais como Frick e Darré e cientistas principais como Eugen Fischer, Fritz Lenz, Hans Günther e outros. Foi através das recomendações deles que ele foi capaz de se sentar ao lado dos juízes durante uma sessão da Alta Corte de Apelo Eugenico. Ele também citou o Professor Günther que escreveu:

“O ideal nórdico se torna para nós um ideal de unidade. Isto é o que é comum a todas as divisões do povo alemão de ascendência nórdica. A questão não é tanto se nós homens agora vivendo somos mais ou menos nórdicos; a questão que se nos coloca é se temos a coragem de estar prontos para as futuras gerações de um mundo que se limpou racial e eugenicamente”

Stoddard continuou para dizer –

“Sem tentar avaliar esta doutrina racial altamente controvertida [a respeito dos judeus], é justo dizer que o programa eugenico da Alemanha nazista é o experimento mais ambicioso e de maior alcance na eugenia até hoje tentado por qualquer nação.”

Stoddard continuou para descrever os vários aspectos das políticas eugenicas populacionais da Alemanha nazista, mas antes de encerrar sua pesquisa notou os aspectos psicológicos delas. Ele tinha encontrado que os governantes do Terceiro Reich não pararam as medidas legais e econômicas. Eles estavam cientes que a ideologia tinha que ser mobilizada para alcançar completamente a meta deles. Então o povo alemão era sistematicamente propagandizado para a reconstrução do que pode ser descrito como consciência racial e eugenica.

Como se as oito categorias da lei de esterilização, pelas quais alguém tinha o privilégio de ser esterilizado, não tivessem sido o suficiente, foi decidido em 24 de novembro de 1933 que “os ofensores habituais contra a moral pública” deviam ser castrados. A definição nazista das ofensas contra a moral pública também incluiram “poluição racial”

As ocorrência nos anos seguintes tornaram isto evidente, que os especialistas do nacional socialismo tinham muito mais medidas cuidadosas em mente do que a simples esterilização e castração como solução final para os problemas sociais.

As Leis de Nuremberg

A Alemanha de 1933 era um exemplo único do tipo de clima político no qual o movimento de higiene mental/eugenia podia se desenvolver. As condições econômicas não eram marcadamente diferentes de vários outros países no mundo mas em nenhum outro lugar havia a situação politica tão condutora à realização rápida e sem restrição de um paraíso eugenico. Embora a Lei da Esterilização tenha marcado uma maior vitória no estabelecimento de uma comunidade pura mentalmente, a ação ainda era necessária para assegurar a pureza racial. Isto veio em 1935 com as chamas Leis de Nuremberg.

Antes de 1933 os atos anti-judaicos pelos nazistas não tinham base legal sob a Constituição. Depois da tomada do poder começou uma corrente de legislação anti-judaica. Inicialmente elas diziam respeito a aposentadoria compulsória dos empregados do governo de origem “não ariana”, tentativas de definir os “não arianos” e questionários aos servidores civis para detalhes de seu background racial. Também durante este período a perseguição “espontanea” dos judeus continuou mas era grandemente desaprovada pelos líderes do Partido que preferiam resolver legalmente a questão. Até mesmo Julius Streicher, o notório e obsceno perseguidor de judeus publicamente condenou o uso de métodos não legais indo tão longe a ponto de acusar os perpetradores de serem eles próprios judeus!

O climax dos passos iniciais foi alcançado no dia da celebração do Partido em Nuremberg em 15 de setembro de 1935 quando Goering, para aclamar os oficiais reunidos do Partido, leu o que veio a ser conhecido como as Leis de Nuremberg. Já precedidas por uma variedade de leis de cidadania que começaram em 1933, as duas novas leis eram agudamente a ressaltar. A primeira, a Lei de Cidadania do Reich, dividia a nação em classes de cidadãos: aqueles que eram meramente sujeitos do Estado e aqueles que possuiam cidadania plena, o que incluia direitos políticos. Baseado nos fundamentos raciais e ideológicos esta lei, com uma só tacada, colocou todos os judeus na categoria de cidadãos de segunda classe.

A lei “Para a Proteção do Sangue e Honra Alemã” [a segunda das leis de Nuremberg é chamada abreviadamente de Lei de Proteção do Sangue] pretendia assegurar a pureza racial da nação por todo tempo. Fundamentalmente, tornava criminoso qualquer intercurso sexual entre ambos destes novos grupos do “Cidadãos do Reich” e os “Sujeitos” mas era destinada especificamente aos judeus. Fora isto, esta lei também servia como base para o isolamento posterior dos socialmente indesejáveis nos anos seguintes.

Isto continua sem dizer que Ernst Rüdin desenvergonhadamente clamou por Higiene Racial Alemã e Movimento Eugenico uma medida de responsabilidade para a inspiração destas leis. O objetivo da higiene racial era criar a fictícia raça ariana. De acordo com isto, todos os elementos “não arianos” tinham que ser desenraizados. Afora ter uma combinação errada de cromossomas, também parece ter sido um traço não ariano ou ter uma diferente combinação. Consequentemente, todas as minorias caiam nesta categoria, de liquidação, com a exceção dos judeus que eram declarados bodes expiatórios, começaram com os grupos menores e trabalharam daí em diante. Por causa disto, as grandes minorias foram deixadas com a crença que nunca chegaria a vez delas. Se os nazistas houvessem começado pela outra ponta, todo mundo teria sabido que era para estar no pescoço de todos e eles teriam se unido contra este procedimento quando os nazistas ainda não estavam firmemente estabelecidos.

Entre as minorias que foram consideradas não arianas estavam incluídos os ciganos, os maçons livres, as testemunhas de Jeová, judeus e cristãos. Um denominador comum destas religiões e minorias ideológicas é que todas elas acreditavam fortemente em algo espiritual e mental e orientavam suas vidas segundo esta crença. Eles eram improváveis de responderem a um mundo de sonho psiquiátrico e portanto não encontravam lugar na visão psiquiátrica da vida.

CAPÍTULO V
OS INÚTEIS ENGOLIDORES DE PÃO
(gíria das SS)

Se olharmos de novo para os numerosos caminhos das várias correntes de atividade tomando as primeiras três décadas do século XX, vemos que foi na década de 1930 que eles gradualmente se amalgamaram e uma tendência surgiu em uma certa direção [a esterilização dos mentalmente doentes, as Leis de Nuremberg etc] que estavam se esforçando para “até mesmo maiores alturas”. Os higienistas alemães raciais e mentais tinham preparado o terreno para um projeto totalmente abarcante que eles chamavam de “Programa de Eutanásia”, mas que mais acuradamente teria sido chamado de ‘Assassinato em Massa de Pacientes Mentais”.

Em 1921 os Professores Dr. Erwin Baur, Dr. Eugen Fischer e Dr. Fritz Lenz conjuntamente publicaram a primeira edição de seu livro de dois volumes “Ensinamento da Hereditariedade Humana e Higiene Racial” que foi internacionalmente reconhecido como um livro didático padrão e logo foi até mesmo utilizado nas universidades no exterior.

No segundo volume pelo Dr. Lenz, o primeiro Professor de Higiene Racial na Alemanha (a cadeira foi criada em 1923 na Universidade de Munique), sob o título “Seleção Humana e Higiene Racial (Eugenia)”, ele escreveu:

“Uma real restauração da saúde da raça não pode ser iniciada sem medidas generosas e a organização da higiene social-racial; mas estas são principalmente apenas introduzidas quando a idéia higiência racial tem se tornado conhecimento popular da população ou ao menos dos líderes mentais. Eles devem primeiro desenvolver um sentimento da falta de sentido de uma civilização que permite que uma raça se deteriore, uma ordem da sociedade e economia na qual não há respeito pelos intereses da vida eterna, que de fato frequentemente são detrimentais. A introdução da educação higiênica racial nas escolas secundárias e nas universidades pode efetivamente se opor a esta falta de educação; infelizmente, isto só será possível quando a importância da higiene racial se tornar conhecida nos lugares certos. Tão longe quanto este não seja o caso, o mais importante dever prático da higiene racial é a promulgação particular das idéis higienicas raciais. Tão logo uma convicção higienica racial tenha se tornado uma ideologia viva, então a organização higienica racial da vida, até mesmo da vida pública, acontecerá por si própria… Qualquer um que ame sua raça não pode desejar que ela caia em decadência. Ele deve entender que a diligência da raça é a primeira e incansável condição para a prosperidade da raça. Até mesmo a luta pela liberdade e a auto-avaliação da raça deve no caso final servir à raça. Quando em uma luta pelo poder o melhor sangue é sacificado sem substitui-lo, então isto não tem sentido… E quando o dano racial tem sido causado pela guerra, seja ela por erro ou por ser inevitável, deve ser a primeira preocupação daqueles que não querem ver a raça cega mas enxergando, até mesmo estes danos. Não é apenas a substituição em número, muito mais importante é a substituição da aptidão racial. Até mesmo isto exige o espírito do sacrifício e felizmente não há falta dele – há somente uma falta de entendimento.”

Uma breve olhada no background profissional e ideológico de ambos autores do primeiro volume se mostra muito interessante. Baur e Fischer ambos haviam trabalhado devotadamente no Instituto para Antropologia Kaiser-Wilhelm, Ensinamentos de Hereditariedade Humana e Eugenia, no qual Rüdin primeiro atuou como curador.

Baur, um biólogo, mais tarde se tornou o primeiro reitor nazista da Universidade de Berlim, onde Fischer mais tarde palestrou como um Professor de Antropologia. Em sua humilhação de conhecimento, Fischer afundou nas profundidades de elogiar Hans F.K. Günther, o autor de “Conhecimento Racial da Raça Alemã” que era um alvo popular do ridículo geral até mesmo na Alemanha, antes que os nazistas o promovessem a lecionar na universidade.

Mais tarde, em 1941, Dr. Otmar Freiherr von Verschuer, professor nazista e antigo colega de Baur, Fischer e Rüdin no supramencionado Instituto Kaiser-Wilhelm, apoiou o livro didático de Baur-Fischer-Lenz com calorosas recomendações.

Verschuer foi o fundador e primeiro diretor do Instituto de Biologia Hereditária e Pesquisa Racial na Universidade de Frankfurt, aberta em 1934. Até mesmo nada mais produzindo, mais tarde foi elevado a estrela no céu nazista: foi o antigo assistente do Dr. Joseph Mengele. Desta posição ele mais tarde avançou para uma entre os médicos mais infames no campo de concentração de Auschwitz, onde ele realizou experimentos com prisioneiros vivos e conscientes e torturou os prisioneiros do campo em benefício do “avanço científico”. Depois da guerra, Mengele conseguiu escapar dos Aliados e da Lei, fugindo da Alemanha via Itália para o Paraguai, se estabelecendo lá e adquirindo cidadania em seu novo país lar e aparentemente lá vive até hoje. O tempo de sua existência pacífica, contudo, esperançadamente logo estará acabado; o muito conhecido caçador de criminosos nazistas, Wiesenthal, está em sua trilha e não descansará até o haver pego.

No 12o. Encontro da Federação Internacional das Organizações Eugenicas, realizado em 1936 na Holanda, Verschuer compareceu como representante de seu Instituto junto com Ploetz, Rüdin e Fischer. Um dos trabalhos lidos neste encontro foi o do delegado colega Professor Karl Astel das SS de Himmler intitulado “Raça e Escritório de Reassentamento” (RuSHA).

Em 1923 Lenz deu um passo posterior na direção de seus empenhos em encontrar uma solução para os problemas raciais eugenicos ao declarar que a eutanásia definitivamente tinha seu lugar no plano de higiene racial. Os tambores da propaganda bateram sem parar, mas foi somente na década de 1930 que a campanha fatal da eutanásia irrompeu solta e muito além das fronteiras alemãs.

Em julho de 1931 a União dos Psiquiatras Bavaros realizou um Congresso na Universidade de Munique. V. Faltlhauser, psiquiatra e proponente ativo do movimento de higiene mental, que estava se esforçando ainda mais na direção da maior obtenção do programa da eutanásia, apresentou pensamentos nus e básicos por trás da campanha de esterilização e eutanásia nas seguintes palavras:

“Aqui somente discutiremos a esterilização. Basicamente ela representa somente um dos caminhos que levam na direção do objetivo. Vocês sabem que estas medidas são pesadamente opostas. Não somente é uma queixa não justificada que a questão da hereditariedade não possa ser suficientemente esclarecida, o obstáculo; os obstáculos residem muito mais nas já declaradas considerações éticas e de moral idológica, elas residem na preguiça das amplas massas e nas opiniões obsoletas que não desejo entrar em detalhes aqui. Este ponto de vista deve fazer com que avancemos cuidadosa mas incansavelmente. O que primariamente parece ser necessário é o trabalho educacional e a propaganda para as amplas massas, e os fatos tem que ser constantemente martelados sobre elas. E esta é também uma das muitas obrigações de nossa seção de bem-estar público, que deve ressaltar este fato na vida privada e em palestras. Também deve ser nossa tarefa imperativa pesquisar e tornar mais exatas as leis da hereditariedade e suas consequências finais. E portanto novamente uma tarefa especial cairá em nossa seção de bem-estar público. A este ponto não posso suprimir o comentário que deve haver outros métodos além deste hoje a disposição. Hoje os médicos do bem-estar estão atolados em suas tarefas sociais especialmente quando vocês consideram que eles tem que fazer o trabalho deles em um escritório subsidiário. Se a seção do bem-estar público é para fazer justiça às solicitações de pesquisa feitas para isto, então deve ser fornecido os meios e o pessoal. Sei o que estou exigindo a este tempo de meios escassos. Mas isto deve ser dito para evitar a culpa sendo colocada no bem-estar público na medida em que este falha em preencher as demandas que são feitas a ele.

Quando demandando a esterilização a ação compulsória no presente deve ser evitada; por outro lado, a esterilização voluntária deve ser promovida por todos os meios. Para isto uma clara e inequívoca precaução legal e de segurança deve ser criada. É muito evidente que até mesmo a esterilização voluntária deve ser baseada em certos pré-requisitos e precauções de segurança e que indicadores médicos claros e seguros devem estar presentes. O que estas precauções devem parecer, seja por um comissão ou não, se a comissão deve ou não consistir em médicos, médicos funcionários públicos ou uma mistura dele etc é uma questão a ser considerada e não é relevante para o princípio. Uma clara indicação será nos casos das descendências mais graves, que com o conhecimento de hoje devemos agora reconhecer terão uma alta probabilidade de pesados defeitos hereditários nos descendentes. Precisa apenas ser mencionada incidentalmente que a esterilização é apenas para ocorrer na forma de lesionar o duto espermático enquanto se preserva as gônadas ou a operação interruptora das trompas de Falópio. Toda a questão da esterilização compulsória possivelmente exigida nos casos de tendências criminosas e alta probabilidade de insanidade hereditária devem também ser consideradas. Isto contudo deve ocorrer apenas quando as amplas massas tem intensivamente sido trabalhadas pelos meios mencionados acima e tem se tornado maduras o suficiente para aceitarem tais idéias.

Muitos tem dito que a internação seja a única medida eficaz conta os portadores de massa hereditária tão má. Mas se excetuando o fato de que esta seja a medida preventiva mais cara, é realmente mais humana e uma violação menor do princípio da liberdade pessoal? Não estamos forçosamente proibindo a parte relativa de se procriar pela vida inteira?

Nos alemães não podemos negligenciar totalmente os eventos que ocorrem fora de nossas fronteiras. Uma série inteira de nações tem positivamente aceitado que as leis da hereditariedade de fato afetam o desenvolvimento da anormalidade mental e tem compreendido as consequências disto e criado leis de esterilização. Os americanos tem sido abordados pela coragem temerária por causa das leis que eles tem aprovado em 22 de seus Estados. Mas quando vemos que uma outra raça de outro modo fria e calculista como os Dinamarqueses aprovarem a lei da esterilização, como o cantão Waadt tem também feito isto, quando os ministros suecos estão seriamente lidando com o problema, então isto deve realente nos dar algo a pensar.

Antes que eu termine, devo me permitir uns poucos pequenos comentários que são forçados sobre mim como um objetivo de consciência. Acredito que devemos estar cientes [alertas] das expectativas exageradas do sucesso da esterilização. A esterilização, até mesmo compulsória, não será capaz de fechar todas as fontes de massas hereditárias más.”

O princípio usado aqui para atrair o público a aceitar a esterilização forçada é primeiro iniciar uma campanha de propaganda para a esterilização voluntária. Esta mesma regra também se aplica a eutanásia compulsória onde a propaganda começa com a introdução da eutanásia voluntária. Tanto a Alemanha quanto a Inglaterra estavam literalmente inundadas por campanhas de eutanásia.

Na Inglaterra, o Dr. Charles Killick Millard, Presidente da Sociedade dos Funcionários Médicos da Saúde, em sua fala oficial de 1931 trouxe a questão da eutanásia voluntária e propôs uma lei apropriada. Uns poucos anos mais tarde, ele se tornou um membro da Sociedade de Legislação da Eutanásia Voluntária e secretário honorário.

Em 1935 Lord Moynihan, Presidente do Real Colégio dos Cirurgiões, fundou a Sociedade da Eutanásia. Um ano mais tarde, esta sociedade encaminhou suas recomendações para um projeto de eutanásia para a Casa dos Lords. Entre outras coisas, isto dispunha sobre a possibilidade de pessoas incuravelmente doentes serem capazes de peticionar a um Escritório de Eutanásia do Ministério da Saúde para que este permitisse que eles fossem aliviados de seus sofrimentos. Isto sugeria que o aplicante devia, depois de consultar seus parentes próximos, lidar com seus bens e escolher dois conselheiros médicos e um médico. O Ministério daria seu consentimento para a morte misericordiosa ocorrer em um período de sete dias, tempo permitido para a chance de uma troca de vontade ou um apelo se os parentes assim o desejassem. Esta proposta felizmente foi derrotada.

Contudo, já em 1923, um passo nesta direção foi dado na Suíça e um esboço de uma tal lei foi apresentada na Dinamarca em 1924. Nos EUA, a Câmara dos Médicos do Estado do Illinois até mesmo requisitou a aprovação da morte misericordiosa. O ano de 1938 foi marcado pelo estabelecimento de uma Sociedade Americana para a Eutanásia, e em linhas similares, uma sociedade para a eutanásia voluntária foi fundada em Connecticut e rascunhos da lei foram apresentados aos parlamentos em Nebraska e Canadá em 1937. Na Alemanha, as atividades no campo da eutanásia alcançaram seu climax. Em 1934 Baur, que a muito tempo tinha advogado a lei da esterilização, previu que uma tal lei seria apenas o início.

A real campanha pela eutanásia na Alemanha tomou muitas formas. Filmes foram produzidos [entre outros, “Eu acuso”] que eram para tornar óbvio que havia membros da sociedade úteis e menos úteis, e pretendiam causar perplexidade da parte do espectador de porque alguém se preocupava em prolongar todas estas vidas improdutivas. Artigos em jornais informavam aos leitores os custos com os mentalmente doentes e mostravam claramente como o dinheiro poderia ser usado para coisa mais produtivas e criativas. A campanha foi tão intensa que alcançou os livros escolares, nos quais a natureza dos problemas era para dirigir a atenção do aluno a este assunto. Um tal exemplo é o livro didático de aritmética escrito em 1935 por Alfred Dorner, cuja série de questões distorcidas e disfarçadas eram para ter a desejada influência.

Assim vemos que a esterilização e a eutanásia não eram idéias exclusivas dos nazistas e nunca tinham sido. Elas eram idéias que eram apoiadas e promovidas pelo mundo inteiro por grupos com forte interesse no desenvolvimento progressivo da higiene mental e saúde mental. Não há dúvida que a eutanásia foi apoiada em muitos países, entre eles a América, Finlândia, Inglaterra, Dinamarca, Suécia, Noruega, Austrália e Nova Zelândia. A Alemanha, contudo, foi o único país no mundo no qual o clima político era tal que permitiu a materialização da meta final dos apoiadores da esterilização e da eutanásia.

As leis de esterilização ao mesmo tempo estavam preparando o terreno em outros países tais como os EUA [alguns Estados] para esforços muito maiores. Contudo o passo da esterilização ao assassinato é grande [embora aparentemente menor para alguém que estivesse completamente absorvido pelo estado mental do movimento de saúde mental]. Entretanto parece apenas lógico que alguém tentasse ganhar os políticos para novas ideias, para manipula-los e indica-los nos lugares certos, em ordem de chegarem ao objetivo desejado. Na Alemanha os políticos eram ideais para este propósito e consequentemente a ação andou muito mais rápido lá. Mas, como veremos mais tarde, por causa das atividades alemãs, a atitude em relação aos assuntos da esterilização e da eutanásia mudou logo depois da Segunda Guerra Mundial.

O passo seguinte, na direção do fim de 1938 e início de 1939, foi publicamente testado na Alemanha depois das infidáveis discussões e movimentos de propaganda. Uma carta endereçada a Adolf Hitler escrita por um homem chamado Knauer de Leipzig pedia a permissão para que um médico encurtasse a vida de seu filho que nasceu cego, parecendo ser idiota e tinha apenas partes de seus braços e pernas. A própria criança naquele tempo estava na Clínica Infantil da Universidade de Leipzig, que era chefiada pelo Professor Werner Catel, Professor de Neurologia e Psiquiatria da mesma universidade.

Naquele tempo Catel já era um expoente de eutanásia e tinha permanecido até este dia, cujo fato ele reconheceu em seu livro “Border Situations of Life – Contribution to the Problem of a Limited Euthanasia”. Foi Catel que fez a sugestão ao pai, ou ao menos focalizou a atenção deste nesta direção, para escrever uma carta ao Führer. Como uma resposta a esta carta, Hitler enviou seu médico, Professor Karl Brandt, a Leipzig e depois de consultas com Catel, pôs a criança para dormir.

Vários meses depois, Hitler assinou um documento autorizando o Dr. Karl Brandt e o líder do Reich, Philipp Bouhler a permitir a eutanásia em casos especiais. Est autorização foi supostamente assinada em outubro de 1939, mas foi datada com data prévia, para o início de setembro do mesmo ano. O documento realmente nada tinha além do que uma autorização e formulado de modo tal que um médico que realmente se sentisse ligado ao Juramento de Hipocrates o podia interpretar de tal modo que ninguém teria que morrer. A “ordem do Fuhrer”, como foi geralmente chamada, tinha aparentemente vindo depois de uma viva discussão entre Dr. Karl Brandt, Dr. Leonardo Conti e Philipp Bouhler e foi como se segue:

“Reichsleader Bouhler e Dr. Brandt M.D. estão encarregados com a responsabilidade de aumentar a autoridade de certos médicos a serem designados por nome de tal maneira que as pessoas que segundo o julgamento humano podem depois do mais cuidadoso diagnóstico de suas condições de doença serem concordadas para uma morte misericodiosa.”

Assinado – A. Hitler”.

A despeito disso, o documento foi visto não somente como base legal para crimes cometidos por psiquiatras na Alemanha nazista, mas mais tarde, nos julgamentos de Nuremberg e em outros casos da côrte, foi usado como uma justificativa quando o acusado tentava interpretar esta autorização como uma ordem.

A questão sobre a chamada “Ordem do Fuhrer” é geralmente abandonada pela declaração que Hitler queria alcançar uma de suas metas com este documento. Contudo, vários fatos contradizem esta teoria disseminada e devem ser mencionados neste contexto. Obviamente Hitler concordava ou ao menos simpatizava com os argumentos dos grupos eugenicamente orientados, que estavam tentando defender a esterilização e a eutanásia. Isto nós sabemos de suas anteriores atividades e estudos, mas ninguém pode acusa-lo de ter externado sua opinião nesta direção muito frequentemente. Ao contrário, ele raramente advertiu sobre isto. O documento real era muito vago, e não era nem mesmo claro de forma que as vítimas estivessem desesperançosamente mentalmente doentes, mas apenas se referia geralmente aos doentes incuráveis. O caso previamente mencionado de Knauer é o típico exemplo do modo de pensamento psiquiátrico e suas táticas.

O Terceiro Reich é realmente visto como um Estado monolítico, uma estrutura em pirâmide com Hitler no topo, seguido pela máquina administrativa do governo e suas organizações subordinadas, que formam uma base ampla, o inteiro sistema unificado e dinâmico. Como fato real, o Terceiro Reich era um sistema de agências, departamentos e ramos do governo todos em competição uns com os outros. Todos tentavam jogar um contra o outro por razões de prestígio, em ordem de ganhar o favor do Fuhrer ou aumentar o poder deles. O próprio Hiter divulgou diferentes versões da mesma ordem para manter seus subordinados divididos e em competição uns com os outros. Deste modo havia uma menor chance deles se tornarem perigosos para ele.

Hitler tinha propositadamente desarranjado toda a estrutura do Reich, com o objetivo de uma mudança de ênfase de função, uma tática que se provou bem sucedida em asegurar sua própria posição de poder. Fora dos reais escritórios do governo, os comitês do Partido Nazista estabelecidos antes da tomada do poder continuaram a existir, de forma que Hitler tinha duas organizações a sua disposição com funções grandemente entrelaçadas. A administração do Terceiro Reich, foi, portanto, uma confusão caótica de conflitos, ciúmes e duplicação de ações. Uma ordem que não era assumida por alguém e funcionasse ou passava adiante, ou apenas permanecia uma ordem e terminava na gaveta de alguma escrivaninha, nunca executada. Realmente, uma grande quantidade de esforço era necessária para fazer com que um monte de coisas fossem postas em movimento.

Adicionalmente, depois da tomada do poder, Hitler estava apenas interessado em atividades com as quais tinha afinidade e negligenciava outras atividades. Os ministros e funcionários frequentemente não o viam por longos períodos de tempo. No grau que Hitler se envolveu nos planos de expansão do Reich, ele tinha que lidar mais e mais com a solução de problemas militares e com assuntos diplomáticos. Seu interesse em iniciativas e matérias não militares declinou.

Então porque a atenção de Hitler inequivocamente estava em outras matérias, os especialistas que estavam continuamente exercendo pressão sobre os assuntos internos, tais como iniciar o assassinato em massa dos doentes mentais, também assumiram a responsabilidade disto. Isto foi afirmado por dois jornalistas americanos muito conhecidos e bem informados, William L. Shirer e Joseph Harsch, ambos ativos como correspondentes estrangeiros em Berlim naqueles anos.

Shirer coletou suas impressões em seu “Berlin Diary” publicado na Inglaterra em 1941. Até o fim de seu diário o autor lida com suas experiências com o programa da eutanásia. Ee escreve:

“O que ainda não está claro para mim é o motivo para estes assassinatos. Os próprios alemães propuseram três:

1. que eles estavam sendo realizados para poupar alimentos.
2. que eles foram feitos com o propósito de experimentar novos gases venenosos e raios da morte.
3. Que eles eram simplesmente o resultado dos nazistas extremos decidirem realizar suas idéias eugenicas e sociológicas.”

Shirer continua com suas opiniões e chega a conclusão:

“O primeiro motivo era absurdo já que a morte de 100.000 pessoas não pouparia tanta comida para uma nação cuja população é de 80 milhões. Além disso não havia uma falta aguda de alimentos na Alemanha. O segundo motivo é possível, embora eu duvide disso. Os gases venenosos podem ter sido usados para tirarem estes desafortunados do caminho, mas se foi assim, a experimentação foi apenas incidental. Muitos alemães com quem tenho falado pensam que algum gás que desfigure o corpo tenha sido usado, e esta seja a razão real pela qual os restos das vítimas tenham sido cremados. Mas não posso obter evidência real disso.”

E agora ele chega a uma seção muito interessante na qual ele escreve:

“O terceiro motivo parece-me o mais provável. Por anos um grupo de sociólogos radicais nazistas que foram instrumentais em estabelecerem as leis nazistas de esterilização tem pressionado por uma politica nacional de eliminar os mentalmente inadequados. Eles dizem terem discípulos entre muitos sociólogos em outras terras e talvez eles tenham.

O parágrafo dois da carta formulário enviada aos parentes claramente sustenta a estampa deste pensamento sociológico: “Em vista da natureza deste mal sério e incurável, a morte dele, que o poupou de uma longa vida em instituição, é para ser vista meramente como uma libertação.

Alguns sugerem um quarto motivo. Eles dizem que os cálculos nazistas revelam que para cada 3 ou 4 casos institucionais deve haver um alemão sadio para cuidar deles. Isto retira vários milhares de bons alemães de empregos mais lucrativos. Se os insanos fossem mortos, posteriormente foi argumentado pelos nazistas, haveria muito espaço hospitalar para os feridos de guerra se a guerra se prolongasse e grandes baixas ocorressem”

Esta informação que Shirer por alguma razão não considera e põe de lado como sendo absurda ou não importante, quando examinada se prova muito mais útil. Dos motivos que os alemães propalaram como razão deles para estes assassinatos, três se mantém sob exame.

O primeiro motivo, contudo, que eles estavam imbuídos em poupar alimentos, se originou antes das medidas serem iniciadas e assim parece uma conclusão bem lógica. Contudo, quando se olha o resultado e quando se compara 100.000 pacientes com 80 milhões de pessoas como fez Shirer, a coisa toda se mostra absurda.

A segunda razão, que os assassinatos foram cometidos para experimentar novos gases venenosos, também faz sentido. Nos estágios iniciais do programa de eutanásia muitos experimentos foram realizados para encontrar o meio mais eficaz e rápido de exterminar as vítimas.

O terceiro motivo que os próprios alemães ofereceram, foi que as ações assassinas eram o resultado dos extremos Nacionais Socialistas que queriam materializar suas idéias sociais e eugenicas-sociais. Como todo o programa foi mantido estritamente confidencial e portanto era conhecido por muito poucas pessoas, parece que os próprios nazistas o realizaram. Contudo, da história das preparações destas ações assassinas é óbvio [e no capítulo seguinte iremos a isto em detalhes] que foram os psiquiatras extremistas e os nazistas que juntos colocaram em ação estas idéias.

O quarto motivo oferecido a Shirer por alguns alemães que os novos gases usados deformavam os corpos e que esta foi a razão para a cremação dos restos mortais é também digna de ser examinada em mais detalhe. O novo gás que foi usado no início não era novo. De fato, era simples monóxido de carbono de motores de combustão que de fato deformam corpos. Os pacientes morriam geralmente sob condições que causavam deformação [alguns dos corpos se descoloriam e os fluidos e excrementos escapavam dos corpos]. é evidente que frequenetmente eles estivessem em uma condição que não permitisse que fossem postos em um caixão e transferidos. Um ponto posterior que deve ser considerado é que um tal cadáver, se entregue aos parentes, dificilmente teria permanecido para um exame para determinar a causa da morte, se a familia tivesse querido isto.

A coisa desagradável sobre o Diário de Shirer é que ele recebeu sua informação de alemães não como um rumor mas como fato, e obviamente obtidas de primeira mão. Ele descreve os nazista como sociólogos e provavelmente utiliza este termo como um termo coletivo que inclui psiquiatras, psicólogos, antropólogos, socio-higienistas e higienistas mentais. E sua conclusão é correta. Eles eram raciais, eles serviram como ferramentas para a aprovação das Leis de Esterilização, eles exerceram pressão para dirigir a política nacional na direção da eliminação dos mentalmente doentes e eles foram bem sucedidos em tudo isto. A afirmação de Shirer que os sociólogos alemães tinham muitos apoiadores no exterior também é válida.

Joseph Harsch o segundo jornalista americano em Berlim, confirma a informação de Shirer em seu livro “Pattern for Conquest”.

“Aqueles que propuseram o plano para eutanásia são entendidos como tendo pedido a Hitler um édito escrito, ou lei que oficialmente os autorizasse a procederem os assassinatos misericordiosos. Hitler é representado como tendo hesitado por várias semanas. Finalmente, duvidando que Hitler assinasse a ordem oficial, os proponentes do projeto esboçaram uma carta para ele assinar que meramente expressasse a aprovação geral de Hitler à teoria da eutanásia como meio de aliviar os incompetentes da carga da vida. Conquanto esta carta não tenha tido o caráter de lei, foi adequada na Alemanha nazista. O Führer tinha expressado aprovação a esta prática. Isto foi adiante”.

Seguindo o caso de Knauer, um grupo de especialistas competentes foi chamado a Chancelaria do Reich para formar um Comitê da Eutanásia. O psiquiatra, conselheiro ministerial de saúde no Ministério do Reich, SS Oberführer Dr. Herbert Linden, foi indicado como chefe. Mais tarde Linden era para atuar como ligação entre a Chancelaria e o Serviço de Saúde do Reich, que estava anexado ao Ministério do Interior e liderado pelo Doutor do Reich Führer Leonardo Conti.A fundação deste comitê foi o primeiro do que se tornou encontros regulares de conselheiros médicos para o propósito de melhor estimar as necesárias instalações técnicas e administrativas.

O Comitê de Linden consistia em:

Professor Hans Heinze, chefe do Instituto Mental Brandenberg.
Professor Werner Catel, Palestrante em Neurologia e Psiquiatria na Universidade Leipzig e chefe da Clínica Pediátrica em Leipzig.
Dr. Helmut Unger, Oftalmologista, autor de uma novela sobre a questão da eutanásia (“Mission and Conscience”) e oficial de ligação de imprensa para Reich Doctor Führer Dr. Wagner.
Dr. Ernst Wentzler, Pediatra.

Linden rapidamente expandiu o comitê com os seguintes elementos adicionais, especialistas em neurologia e psquiatria:

Professor Max de Crinis, palestrante em Neurologia e Psiquiatria na Universidade de Berlim, agente secreto e amigo de Waiter Schellenburg – que tinha um alto posto no Serviço Secreto Nazista. [o Dr. Crinis esteve envolvido no Incidente Venlo estagiado pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial onde dois agentes da inteligência britânica e um holandês foram raptados pelos alemães].
Professor Berthold Kihn, palestrante de Neurologia e Psiquiatria da Universidade de Jena.
Professor Carl Schneider, palestrante em Neurologia e Psiquiatria na Universidade Heidelberg .
Dr. Hermann Pfannmüller, que era assistente do Dr. Faltlhauser no Asilo em Kaufbeuren e como em 1938 Diretor do Hospital Mental Eglfing-Haar.
Dr. Bender – diretor do Hospital Mental Buch perto de Berlim.

Um curto tempo depois os conselheiros especiais para o T4 foram anexados:

Professor Werner Heyde, palestrante em Neurologia e Psiquiatria na Universidade Würzburg
Professor Paul Nitsche, palestrante em Psiquiatria da Universidade Halle a partir de 1939. Diretor do Instituto Sonnenstein perto de Pirna, que se tornou uma das escolas de assassinato.

Agora tendo o necessário aconselhamento de especialistas sobre o tamanho do problema, de números, qundo onde, como, quem, etc. a máquina administrativa do T4 foi reunida. O programa havia sido projetado e a tarefa podia começar.

CAPÍTULO VI
A MÁQUINA DA MORTE

Não há muito que seja conhecido sobre o T4 em comparação com outros aspectos da Alemanha Nazista e a Segunda Guerra Mundial; o que é pouco conhecido é a dificuldade de verificar entre as narrativas que são dados conflitantes e contraditórios. T4 de fato era a Chancelaria do Führer e as iniciais “T4” vieram do endereço completo que era Tiergartenstrasse 4, Berlim. Contudo, é importante ter em mente dois fatores quando tentar apreciar a falta de informação.

T4 era a fonte de ordens e medidas que eram “Geheime Reichssache” [Assuntos Secretos do Reich] e aqueles envolvidos que serviram como ferramentas em sua execução eram ligadas pelo silêncio. O programa da eutanásia foi considerado ser um deles, e está é uma das razões porque existe tão pouca informação, com tanto de conflitante, sober seus trabalhos e sua relação com a própria Chancelaria. Um segundo fator a se ter em mente é que a coisa toda foi planejada com grande cuidado antes de ser assinada a autorização por Hitler e de fato encontros envolvendo principais psiquiatras alemães tinham estado ocorrendo alguns meses antes da data de sua autorização. Como este era um programa muito completo, os criadores tinham suficientemente previsto dar os passos para encobrir seus rastros e esconder a evidência. Uma das idéias mais brilhantes deles foi finalmente designar o pessoal que tinham sido treinado no instituto de eutanásia, e que mais tarde continuou para coisas muito maiores, para teatros de guerra onde a sobrevivência era mais que certamente ser mínima. Muito pessoal foi designado para o front iugoslavo onde os partidários de Tito tinham uma reputação de nunca fazer prisioneiros, e muitissimos deles morreram lá.

O “Projeto T4” estava plenamente integrado na estrutura organizacional do Reich e caiu sob a seção IIb – “A Morte Misericordiosa” da Chancelaria do Führer [KdF]. Isto era dividido em dois departamentos: o administrativo chefiado por Philipp Bouhler, uma figura sombria (uma vez descrita como um dos ditadores dos ditadorores) e a seção médica chefiada pelo médico pessoal de Hitler, o Dr. Karl Brandt.

Em meados de 1939 a fase final das preparações administrativas do programa da eutanásia foi iniciado. Isto lidava quase inteiramente com ser mantido seguro e secreto. O povo alemão, sob nenhuma circunstância, podia suspeitar e o projeto era para continuar sem qualquer interferência. Foi portanto necessário disfarçar as atividades o máximo possível.

Os questionários já haviam sido preparados pelo comitê psiquiátrico e conselheiros, e em outubro eles foram enviados a instituições mentais da Alemanha. Estes questionários requeriam respostas a um número de perguntas, inclusive nome, status marital, nacionalidade, proximidade de parentesco, se era ou não regularmente visitado e por quem, quem tinha a responsabilidade financeira e a quanto tempo na instituição, quanto doente, o diagnóstico, sintomas principais, se estava contido ou não ao leito, se estava sob restrição, se estava sofrendo de uma doença ou queixa incurável, e se era ou não um ferido de guerra. E, qual a raça do paciente. Estes questionários foram preparados e enviados por um grupo de frente que operava sob o T4.

Em um clássico estilo psiquiátrico, quatro grupos de frente tinham sido criados para escudar a fonte real das operações do T4 contra um exame. A idéia sendo essencialmente que o próprio T4 divulgaria as ordens para o grupo de frente que então realizaria as medidas necessárias. Qualquer um que buscasse rastrear de volta na cadeia administrativa, a dizer, de um hospital onde os pacientes era levados para serem assassinados, chegaria a um destes quatro grupos de frente e as chances de obter qualquer informação mais atrás eram muito pequenas.

O grupo de frente que enviou os questionários, os tinha recebido de volta e manuseado, foi nomeado Realms Work Committee para Instituições de Cura e Cuidado. Isto se tornou a sede da inteira organização e foi começado para este propósito.

Havia uma organização paralela, um outro grupo de frente devotado exclusivamente ao assassinato de crianças, então obviamente era necessária a especialização nesta área e o grupo de frente composto por aqueles que tinham conhecimento e experiência com crianças. Isto foi conhecido sob o nome ambíguo de Realms Committee para Abordagem Científica da Doença Severa Devida a Hereditariedade e Constituição. Em associação com estas duas organizações estavam a Companhia de Caridade para Transporte dos Doentes que transportava os pacientes para os centros de matança, e a Fundação Caritativa para Cuidado Institucional que estava a cargo de fazer os arranjos finais.

O decreto do Ministério do Interior do Reich de 18 de agosto de 1939, que introduziu as exigências do registro dos recém natos deformados foi uma grande vantagem para o projeto infantil. De início, foi aplicado a crianças apenas até três anos, mas depois de 1941 este projeto incluiu jovens de 16 anos.

Estas quatro organizações encobertas protegeram o T4, a Chancelaria do Reich, e o comitê de eutanásia de descobertas indesejáveis. Aqueles que tomaram a iniciativa estavam muitos seguros que ninguém tinha tentado retraçar a cadeia administrativa, vamos dizer de um instituto cujos pacientes foram movidos para institutos de matança, ele provavelmente alcançariam uma das quatro organizações. As chance que alguém fosse muito mais adiante eram pequenas.

Ironicamente os parentes dos pacientes eram encarregados do custo da matança, sem contudo serem informados sobre o que eles estavam pagando. Os questionários que foram enviados foram completados pelos psiquiatras, médicos a cargo do paciente em asilos. Quando os questionários voltavam eram analisados por membros psiquiátricos e profissionais do T4 que eram principalmente importantes professores de psiquiatria das universidades alemãs. Todo o negócio estava em proteger o programa da eutanásia no qual ninguém de fato realmente examinou uma pessoa, em direta violação de qualquer abordagem médica ou avaliação psiquiátrica. O processamento dos questionários era feito muito rapidamente; por exemplo, um especialista entre 14 de novembro e 1o. de dezembro de 1940 avaliou 2.109 deles.

Do início do programa de eutanásia e por algum tempo durante ele, os judeus foram cuidadosamente excluídos de entre as pessoas e receberem a libertação “abençoada” de seus sofrimentos. A razão, aparentemente, foi que tal destino digno não era para ser dedicado aos indignos judeus, mas apenas aos alemães que se beneficiariam de uma tal medida humana. O programa da eutanásia era uma facada casual para resolver o problema social como uma medida de emergência, e isso foi mostrado pela abordagem e organização da coisa toda.

Ao tempo em que os questionários foram enviados, ou talvez até mesmo antes, um número de hospitais mentais e construções convenientes foram convertidos para uso posterior em centros de matança e escolas de assassinato. As câmaras da morte foram eregidas em construções disfarçadas de banhos de chuveiro e crematórios, ambos os quais eram idênticos aos que mais tarde seriam criados nos centro de matanças de judeus na Polônia.

Parece ter havido seis principais institutos de morte e escolas de assassinato, e eles estavam em Grafeneck, Hadamar, Hartheim (na Áustria), Brandenberg, Bernberg e Sonnenstein, O hospital do super-especialista Dr. Nitsche. O sistema parece ter funcionado na seguinte maneira.

Com base nas respostas dos questionários, o instituto de onde as respostas se originaram era informado que um certo número de pacientes seria removido, alegadamente para tornar leitos disponíveis para os feridos de guerra, ou removidos para melhor tratamento. Um número de razões era tornado conhecido ou exposto como razão para remoção. Estes pacientes eram coletados pelo organização de frente Companhia Caritativa de Transporte de Doentes, que então os levava a um destes centros de matança, onde eles eram exterminados dentro de poucas horas de sua chegada. Como uma camuflagem posterior, eles nem sempre eram levados diretamente para o centro de matança; em algumas ocasiões eles eram levados a um hospital intermediário onde as pessoas eram levadas a acreditarem que eles foram lá colocados para observação.

O número total de vítimas do programa da eutanásia é difícil de determinar, mas haviam de 300.000 a 320.000 pacientes mentais em 1939 e apenas 40.000 em 1946 o que parece indicar que a avaliação de 275.000 mortes mencionadas nos julgamentos de Nuremberg foram razoavelmente acuradas.

As vítimas não estavam confinadas a pacientes mentais incuravelmente doentes; na medida em que o programa progredia e ganhava momentum, outros indesejáveis foram incluidos. Era óbvio que tão grande oportunidade não seria perdida para incluir qualquer um mais que não fosse digno de viver. Entre aqueles pegos na armadilha dos institutos de assassinato estavam psicóticos, esquizofrênicos, pacientes sofrendo de enfermidades da senilidade, bem como epilépticos e outros pacienets sofrendo de uma variedade de desordens orgânicas neurológicas, incluindo as várias formas de paralisia infantil, parkinsonismo, esclerose múltipla e tumores cerebrais. Também sabemos que as crianças eram dispostas similarmente, quando orfanatos e reformatórios eram pesquisados por candidatos.

Deve ser mantido em mente que, segundo um especialista, ao menos 50% dos pacientes assassinados teriam, se lhes fosse permitido sobreviver, sido capazes de recuperar e dirigir vidas úteis.

Como temos visto, T4 estava em grande parte planejando disfarçar suas operações e aquelas dos centros de matança como hospitais mentais comuns e isto foi testificado nos julgamentos de Nuremberg por Viktor Brack, o chefe da inteira seção II da KdF e portanto uma das principais pessoas responsáveis pela execução do programa de eutanásia. Nos julgamentos de Nuremberg, ele testemunhou que os pacientes andavam calmamente com suas toalhas e permaneciam com seus pedaços de sabão sob os chuveiros esperando a água começar a cair.

Tenho sido capaz de encontrar mais material sobre algumas instituições de assassinato que outras, mas a seguinte narrativa pode ser tomada como justa representante de outras cinco instituições de assassinato. Hartheim estava situada perto de Linz que por sua vez estava perto do local de nascimento de Hitler na Áustria. Era um velho castelo dedicado como um asilo para os pobres de mente frágil e estúpidos em 1898. Hartheim, em companhia de outras instituições, não apenas servia como um instituto de assassinato e disposição de doentes mentais, mas também funcionava como uma escola de assassinato para o pessoal. Os diretores médicos a cargo de Hartheim eram dois, Dr. Rudolf Lohnauer, um austríaco que mais tarde se tornou especialista em 14fl3 do qual ouviremos mais depois, e o Dr. Georg Renno. Eles recebiam ordens diretamente de T4 e eram responsáveis pelo treinamento “médico” do pessoal. O treinamento da equipe era destinado a endurecer o pessoal psicologicamente para a experiência de ter que exterminar e observar as mortes de dezenas de milhares de pessoas, dia após dia, semana após semana, fora qualquer treinamento técnico dado a eles. Contudo, para as atividades posteriores em operação nas câmaras da morte e nos crematórios, era óbvio que eles estavam sendo escolados para coisas maiores nos trabalhos do Terceiro Reich. A maioria do pessoal envolvido em atividades posteriores tinha passado por uma dessas escolas de assassinato.

O oficial administrativo a cargo de Hartheim era o Capitão Christian Wirth, um antigo policial, que tinha sido selecionado pelo T4 para supervisionar o treinamento. Fora ser pago para dispor dos pacientes indesejáveis, e treinar pessoal, estes institutos também forneciam uma base para testes científicos para o aperfeiçoamento das técnicas e assassinato como visionadas por psiquiatras em comitês de eutanásia no T4. As mortes das vítimas eram estudadas clinicamente, fotografadas e aperfeiçoadas. Nos julgamentos dos crimes de guerra que aconteceram depois da guera na Alemanha, foi provado que nos campos de morte de Belzec, Sobibor e Treblinka, fotógrafos especiais também tiraram fotografias de pessoas sendo mortas por gases, exatamente como eles tinham feito em Hartheim e outros institutos. Além disso, experimentos aconteceram com várias misturas de gases para aperfeiçoar o mais eficaz. Durante estes testes, os psiquiatras com cronômetros observariam os pacientes morrerem por buracos na porta do porão que servia como câmara de gás em Hartheim, e o prolongamento da luta de morte era marcado de um décimo de um segundo. Imagens de baixo movimento foram tomadas e estudadas pelos especiaistas psiquiátricos do T4 em Berlim. Os cérebros das pessoas eram fotografados para verem exatamente quando a morte havia ocorrido. Nada era deixado ao acaso. Os psiquiatras eram muito cuidadosos.

O real treinamento dos estudantes continuava em uma progressão ordenada de familiarização. De início eles observavam o experimento como observadores, na medida em que o treinamento progredia, eles gradualmente passavam a participar dos reais assassinatos sendo realizados ao conduzir os pacientes para as câmaras de gás, soltar os gases, observar durante a luta de morte e finalmente ventilar as câmaras e remover os cadáveres. A seleção dos estudantes era realizada por oficiais nazistas de alto escalão que eram pessoal e diretamente responsáveis pela Chancelaria do Führer.

Toda a operação era envolvida na mais estreita segurança. Todo mundo envolvido entendia que não podia haver escorregadelas – não podia haver vazamento de informação, porque não estavam lidando com sub-humanos ou judeus; estas vítimas eram alemãs e austríacas e a reação pública seria muito forte. E de fato, quando o programa mais tarde se tornou óbvio para os habitantes nas vizinhanças dos institutos de assassinato, houve um berreiro contra eles.

Obviamente, depois de tão familiarizados com as mortes das vítimas, os estudantes se tornavam insensíveis aos gritos e súplicas dos assassinados. No processo de serem endurecidos, os estudantes eram estreitamente observados por ses professores que notavam as reações deles e faziam relatórios do progresso deles como alunos. Se os estudantes eram capazes de observar e participar nos assassinatos daqueles de suas próprias nacionalidades, até mesmo embora eles fossem loucos ou deformados eram de nacionalidade austríaca ou alemã, seria muito mais fácil fazer a mesma coisa com os “sub humanos”. Os estudantes que não completvam o curso porque eles se quebravam, eram enviados para o front de guerra onde o Comandante a cargo da unidade os designaria para uma agenda suicida. Isto responderia pela falta de pessoas com conciência voluntárias de se apresentarem para testemunhar no que tinham estado envolvidas.

O número total de vítimas de Hartheim é difícil de estimar, mas nos julgamentos de Dachau em 1947 foi dado testemunho que entre 30 a 40 humanos indesejáveis eram tratados no porão a cada dia. Como Hartheim esteve em operação por aproximadamente três anos, isto responderia a aproximadmente 30.000 pessoas. Hartheim também serviu a um outro propósito. Serviu como válvula de segurança quando as execuções que ocorriam nos campos de concentração vizinhos, tais como Mauthausen e Dachau, se tornaram mais do que a equipe poderia manejar. As vítimas eram enviadas a Hartheim e “despachadas” lá. Mais tarde, pelo fim da guerra, Hartheim se tornou apenas um outro lugar de extermínio, sua equipe e pessoal tendo sido designado para outros deveres. Ele era bem situado para uso pelo programa da eutanásia, ficando perto de uma ferrovia, mas não perto demais, e ao redor do castelo estavam umas poucas casas e fazendas. Ficava a 17 quilometros de Linz e de lá a apenas outros 23 quilometros de Mauthausen.

Ensinar o pessoal produziu perfeitos assassinos que eram usados para farejar carne queimada, que tinham aprendido como atrair as pessoas a serem levadas para suas mortes, e como suportarem os gritos e súplicas das vítimas. Os alunos eram naturalmente recompensados, não apenas com álcool e mulheres, que sempre estavam a mão para eles, mas também recebiam medalhas. Geralmente estas eram a Cruz de Ferro de Segunda Classe e, diferente de outras premiações nas quais haviam sido anotadas no registro a razão de terem sido atribuídas, nestes casos o ” Geheime Reichssache” [Assunto Secreto do Reich] era anotado na coluna apropriada.

Um das instituições assassinas, Hadamar, alcançou alguma notoriedade no tempo do programa da eutanásia. Em dezembro de 1939 um membro da Côrte de Apelos de Frankfurt-on-Main escreveu ao Ministro da Justiça se queixando sobre a situação. Ele disse que entre a população havia constantes discussões sobre a destruição dos socialmente inaptos, especialmente em lugares onde haviam instituições mentais. Os veículos usados para transportar os pacientes dos institutos mentais tinham vindo a ser reconhecidos pelos habitantes. Com carregamentos de vítimas convergindo para Hadamar, as coisas alcançaram um tal estado que até mesmo as crinças eram chamadas para se afastarem quando os ônibus passavam que ‘eles estavam levando algumas pessoas mais para serem gaseificadas”.

O escritor tinha obviamente encontrado o bastante para ser capaz de descrever em sua carta que haviam histórias circulando sobre as vítimas transportadas serem imediatamente despidas até a pele, vestidas em camisas de papel e imediatamente levadas a câmara de gás onde eram liquidadas por meio do gás ácido hidrociânico, e os cadáveres eram relatados serem movidos para crematórios por meio de cintos de segurança, seis corpos para cada fornalha. Ele também continuou para relatar rumores sobre futuras vítimas e acreditava que estas incluiam os habitanes de Casas para Idosos e outros. Interessantemente, o psiquiatra a cargo de Hadamar era o Dr. Adolf Wahlmann, um membro ativo do movimento alemão de higiene mental, que tinha demonstrado o tratamento pelo choque por cardiazol para delegados da Reunião Européia de Higiene Mental [que aconteceu em Munique em 1938).

Contudo, esta não foi a única carta de queixa, e muitas mais se seguiram quando a fumaça interminável atingia os céus nas vizinhanças dos institutos e indicava que algo obviamente terrivelmente errado estava acontecendo. Vários membros das comunidades [geralmente pessoas com alguma posição] enviaram queixas para seja quem for que eles pensassem estar em posição de agir. A principal fonte de queixas parece ter vindo da Igreja, e os protestos foram elevados por vários bispos e cardeais geralmente endereçados ao Ministério da Justiça. O Bispo de Limburg por exemplo, endereçou uma queixa ao Ministério da Justiça a respeito do instituto de Hadamar, e era muito similar àquela do membro da Côrte de Apelos, mencionado anteriormente, quando as crianças eram chamadas na medida em que as vans se aproximavam, somente agora os pais estavam até mesmo ameaçando as crianças que se elas não fossem muito brilhantes, elas seriam levadas a Hadamar.

Obviamente, com os protestos crescentes e queixas, a inteira operação estava recebendo publicidade demais e chegou um ponto em dezembro de 1941 que ocorreu uma mudança de procedimentos. E aqui vamos para outros mitos dos quais este período é cheio. É geralmente acreditado que na medida em que os protestos cresciam eles chegaram aos ouvidos do Führer que ordenou o fim das matanças. Contudo, se tivesse sido isto, as mortes parariam, mas os assassinatos não pararam. Elas simplesmente tomaram uma forma diferente. Muitos dos escritores e artigos que lidam com este período declaram que o programa terminou. O que realmente aconteceu foi que os mesmos objetivos eram produzidos por meios diferentes. As câmaras de gás não foram mais usadas e os crematórios caíram em desuso. Eles foram substituidos por injeções letais e até mesmo inanição, os corpos sendo dispostos por enterros em massa.

Tanto quato dizia respeito aos psiquiatras, o negócio continuava como o usual, e o programa da eutanásia continuou por toda a guerra, E na Bavária ele continuou até mesmo por uns poucos dias depois da guerra, quando crianças ainda estavam sendo assassinadas. Se Hitler tivesse ordenado o fim do programa, sua continuidade apenas mostra como os determinados psiquiatras estavam buscando seus próprios objetos a despeito da vontade dele.

Ação Especial 14f13

Depois que o Estado havia sido aliviado da desagradável carga de tantos destes indesejáveis, pacientes mentais e comedores inúteis, a operação, ainda sob a direção dos eminentes psiquiatras do T4, foi expandida sob o código 14f13. De ser limitada a hospitais mentais e instituições ela agora abarcava os prisioneiros alemães a austríacos e os judeus em campos de concentração que estavam doentes ou inválidos, geralmente como resultado das condições extenuantes destes campos. A data inicial para a operação 14f13 parece ter sido em algum tempo em dezembro de 1941. Comissões especiais compostas por psiquiatras anexados ao staff de Berlim do T4 foram despachados para os campos de concentração para limpar as baias médicas e locais de doentes por meio da seleção dos doentes e indesejáveis. Os pacientes selecionados geralmente eram despachados para um dos seis centros de matança e dispostos lá.

Em Auschwitz, por volta deste tempo, aproximadamente 800 pacientes no bloco infeccioso foram enviados às câmaras de morte. O testemunho foi dado em Nuremberg depois da guerra pelo médico de campo das SS em Dachau que pelo fim de 1941 uma comissão composta por quatro psiquiatras sob a liderança do Professor Dr. Werner Heyde, SS Standartenführer e palestrante em neurologia e psiquiatria da Universidade Würzburg, chegaram ao campo e imediatamente realizaram o negócio. Eles selecionaram várias centenas de pacientes incapazes de trabalhar que portanto foram transportados para as câmaras de gás e dispostos. A decisão para a seleção se baseava na capacidade do prisioneiro de realizar trabalho. Os judeus eram dispostos muito mais facilmente pela declaração que eles eram inimigos do Nacional Socialismo.

A evidência é mostrada em uma carta escrita pelo Dr. Fritz Mennecke, um membro desta comissão, datada de 25 de novembro de 1941, que ele escreveu de Buchenwald, um outro campo de concentração que eles visitaram. A carta foi endereçada a sua esposa e dá uma breve narrativa de seus deveres clínicos na comissão durante o dia:

“Ao meio dia tiramos tempo para almoçar e então continuamos nossos exames até 4.00 p.m. Examinei 105 pacientes enquanto Muller viu 78, de forma que terminamos o primeiro lote de 183 questionários. O segundo lote consistia em 1.200 judeus que não foram examinados e era o bastante pegar de seus documentos a razão para a prisão deles e colocar isto nos qustionários”.

Fora as pessoas já cobertas, a ação foi estendida para incluir adultos e crianças em asilos poloneses. Contudo,há pouca evidência disponível para mim sobre este tempo a respeito destes assassinos em particular, e está é uma área muito frutífera a ser examinada no futuro. Fora os próprios psiquiatras envolvidos no programa, outros também tiraram vantagem da rara oportunidade de tantos espécimens oferecidos a eles. Um deles foi o especialista cerebral Dr. Julius Hailervorden, Diretor do Instituto Kaiser Wilhelm em Dillenberg, Hessen-Nassau, que teve a boa sorte de obter centenas de cérebros dos centros de matança para uso em seu laboratório. Estes cérebros eram de pacientes mentais de várias instituições que tinham sido mortos pelo gás monóxido de carbono. Ele livremente admitiu que ele próprio havia iniciado esta colaboração no programa da eutanásia e afirmou:

“Ouvi que eles iriam fazer isto, assim fui até eles e disse: ‘olhe aqui agora, garotos (Menschenskinder), se vocês vão matar todas estas pessoas, ao menos retirem seus cérebros de forma que o material possa ser utilizado.” Eles me perguntaram: “quantos você pode examinar?” e então disse a eles “um número ilimitado – quanto mais, melhor.” Dei a eles fixadores, jarras, caixas e instruções para a remoção e conservação dos cérebros e então eles vieram trazendo-os em uma van de entrega de uma companhia de móveis. A Companhia Caritativa para Tranporte de Doentes trouxe os cérebros em grupos de 150 a 250 de cada vez… Havia um material maravilhoso entre estes cérebros belamente defeituosos, más formações e precoces doenças infantis. Com certeza aceitei estes cérebros. De onde eles vieram e como eles chegaram a mim realmente não era meu negócio.”

O desenvolvimento das ocorrências por este tempo mostra claramente que não havia limites para o entusiasmo que os psiquiatras em Berlim sentiam pelo T4. Quão patrióticos eles devem se ter considerado quando então decidiram colocar suas bravas equipes em ação no Leste, para ajudar os feridos no gelo e na neve. Como disse a sua esposa o Dr. Fritz Mennecke, em uma carta de 12 de janeiro de 1942.

“Desde o dia de anteontem uma grande delegação de nossa organização. chefiada por Herr Brack, está nos campos de batalha do Leste para ajudar a salvar nossos feridos no gelo e na neve. Eles incluem médicos, escriturários, enfermeiros e enfermeiras de Hadamar e Sonnenstein, um destacamento inteiro de 20-30 pessoas. Isto é top secreto. Somente estas pessoas que não podem ser poupadas foram excluídas. O Professor Nitsche lamenta que a equipe de nossa instituição em Eichberg tinha que ser retirada tão logo”.

Esta citação fala por ela mesma, quando se considera quem estava ajudando os feridos no gelo e na neve. Torna-se evidente que os soldados alemães no Leste estavam combatendo em três frentes: o exército russo, os partisans e os inimigos de seus próprios escalãos. Como se a matança da guerra não tivesse sido o bastante, agora comitês especiais eram colocados em ação para aliviar os soldados alemães feridos de sua dolorosa existência. Os soldados então não eram apenas reparados estrategicamente, mas também moralmente; se eles estivessem feridos, quem eles “ajudariam”?

CAPÍTULO VII
A SOLUÇÃO FINAL PSIQUIÁTRICA ATÉ A QUESTÃO JUDAICA

Os campos nazistas de extermínio precisam ser claramente distinguidos dos campos de concentração abertos uns poucos meses depois da ascensão nazista ao poder com o estabelecimento de Dachau (perto de Munique). Os campos de extermínio não tinham seguido em linha de progressão a dos campos de concentração, mas tinham uma evolução bem separada deles próprios, que até agora tem intrigado muitos estudantes do assunto. Contudo, com o que sabemos sobre os planos psiquiátricos podemos adequar o aparentemente sem precedentes neste lugar em uma sequência lógica do programa psiquiátrico-eugenico. Os campos de extermínio, o ápice do desenvolvimento da cadeia de evolução de esterilização, castração e eutanásia podem ser considerados serem o pleno florescer dos planos estabelecidos pelos psiquiatras e com base na experiência ganha no programa da eutanásia eram a perfeição do assassinato em uma reunião de linhas básicas.

Os nomes dos campos eram Belsec, Treblinka, Sobibor e Chelmno e eles foram criados entres 1941 e 1943. Um número de características distinguem estes campos de extermínio dos mais conhecidos campos de concentração incluindo as seguintes:

1. Todos eles eram situados na Polônia, geralmente em áreas desoladas e virtualmente desabitadas.
2. Seu único propósito era matar judeus o mais rapidamente, eficientemente, economicamente e lucrativamente possível.
3. Embora sendo dirigidos no local pelas SS e seus auxiliares, ordens diárias vinham de uma difernte fonte.

Sem entrar demais em detalhes aterrorizantes, seria bom dar uma breve imagem de como operavam os campos de extermínio.

Os campos pareciam-se muito estreitamente com uma linha de produção em massa em uma moderna fábrica industrial. Quando um transporte cheio de vítimas judias chegava na estação vizinha de “passageiros” eles eram levados ao campo e tinham que entregar seus valores e moeda supostamente para salva guarda. Eles eram então levados a salas de trocar roupas, despidos de suas roupas que mais tarde sendo enviadas à agências de axílio na Alemanha, e eram chicoteados para as câmaras de gás e gaseificados. Quando todos estavam mortos, as portas eram abertas e os corpos retirados e regados por mangueira pelos comandos judaicos, as bocas eram inspecionadas a procura de ouro, os dentes de ouro removidos e mais tarde enviados ao Reichsbank e as várias cavidades do corpo eram exploradas em busca de valores.

Antes de serem gaseificados, de fato, o cabelo era raspado das cabeças das mulheres. Isto havia sido descoberto ser útil para tricotar chinelos felpudos para as tripulações de U-boat. Tendo examinado os cadáveres em busca de valores, eles eram então carregados em vagões ferroviários e levados ao crematório. Depois de queimados, os ossos eram colocados em um moinho esmagador de ossos e ensacados e as cinzas também eram colocadas em sacos e ambos destes sacos eram enviados de volta para a Alemanha para serem utilizados como fertilizante. Havia até mesmo uma fórmula para ser usada: uma camada de cinza, uma camada de ossos e uma camada de terra.

Embora haja um número de outros casos a registro, devo dar apenas dois exemplos que mostram de onde vinham as ordens para os campos. Em 7 ou 8 de agosto de 1946, em Nuremberg, Sturmbannführer Georg Konrad Morgen, um juiz da SS deu evidência em benefício da SS como uma organização indiciada. Morgen tinha sido transferido em julho de 1943 das Cortes Militares das SS para a Policia Criminal por pedido de Himmler. Seu trabalho era a investigação de apropriação indevida nos campos de concentração. No acompanhamento destes casos de corrupção nestes campos, o argumento de Morgen nos julgamentos de Nuremberg foi que os campos de extermínio não eram de todo dirigidos pelas SS. Aparentemente no verão de 1943 ele ouviu de um comandante da Polícia de Segurança e SD na região de Lublin na Polônia que tinha estado em um casamento em um campo de trabalho judeu a que tinham comparecido 1.100 convidados, incluindo muitos homens das SS. Morgen surpreendido por esta história estranha olhou posteriormente e ao fazer isto encontrou um outro campo, ‘muito mais peculiar e impenetrável” que era dirigido por Christian Wirth, que confirmou a história do casamento judeu e explicou que isto era parte de um plano pelo qual Wirth esperava persuadir os judeus a servirem em campos onde eles ajudariam nos extermínios.

Embora os quatro campos já houvessem sido mencionados anteriormente nos julgamentos de Nuremberg, esta foi a primeira pista relativa a sua máxima sede. Morgen insistiu que a administração dos campos realmente não estava nas mãos das SS tendo visto as ordens diárias de Wirth. Elas não vinham do escritório de Himmler mas da Chancelaria do Führer (T4) e tinham sido assinadas “Blankenberg”. A evidência de Morgen foi a única pista das verdadeiras linhas de comando do programa de extermínio judeu.

Isto foi confirmado vários anos mais tarde no notório julgamento de Franz Stangl. Ele era um policial austríaco que automaticamente se tornou membro da Gestapo austriaca seguindo o Anschluss. Em novembro de 1940 ele foi transferido para a Fundação Geral de Cuidado Institucional, um dos grupos de frente do T4. Foi dito a ele para se reportar a um Dr. Werner no Reichskriminalpolizeiamt em Berlim.

Werner disse a ele que ele havia sido selecionado para um trabalho muito difícil e necessário de superintendente da polícia em um instituto especial administrado pela Fundação. Werner explicou a ele que a América e a Rússia tinham por algum tempo tido uma lei que lhes permitia assassinatos misericordiosos [isto de fato não era verdade] de pessoas que eram insanas ou muito deformadas. Ele explicou que a lei estava para ser aprovada na Alemanha em um futuro próximo mas isto iria ser feito somente depois de uma grande quantidade de preparação psicológica. Contudo, enquanto isso, a tarefa havia começado sob completo sigilo.

Ele então continuou para explicar que os pacientes selecionados para a ação eram cuidadosamente examinados e uma série de testes eram realizada por ao menos dos médicos e somente aqueles absolutamente incuráveis eram colocados sob uma morte indolor. Foi dito a Stangl que tudo que ele tinha a fazer era ser responsável pela lei e a ordem no instituto e realmente não se envolveria na operação, que seria realizada inteiramente pelos médicos. Ele era responsável por manter a máxima segurança.

Depois de sua conversa com Werner, Stangl se dirigiu ao KdF. Ele se recordu que pensou que fosse Brack quem o cumprimentou no T4, explicando a eles seus específicos deveres de polícia e deixando a ele a escolha de onde ele deveria ser postado. Ele escolheu ser postado na Áustria onde estaria perto de sua família. Ele recebeu um número de telefone e o nome de uma vila onde ele deveria ir e fazer o telefonema e receber instruções. Ele realizou as instruções para fazer contacto e foi mandado para Hartheim.

Depois da chegada ele se encontrou com os doutores e o Capitão Christian Wirth, que era o seu superior em seus deveres. Wirth apparentemente não se preocupou demais com as justificativas científicas que os psiquiatras empregavam, porque como ele disse, o sentimentalismo sobre tais pessoas lhe causava vômitos. Os dois oficiais médicos chefes era o Dr. Lohnauer e o Dr. Renno e além deles havia 14 enfermeiros; 7 homens e 7 mulheres. Hartheim se estabeleceu e dirigia o hospital onde os exames eram dados e o trabalho de Stangl era ver coisas tais como papéis de identidade e certificados de pacientes mentais se estavam feitos corretamente.

Depois de Hartheim, Stangl teve um breve tour de dever em um outro instituto de eutanásia, Bernberg e depois foi dito para se reportar de novo ao T4 para receber novas ordens. Na entrevista, ele foi informado que tinha uma escolha de voltar a seu antigo posto de polícia [onde de fato ele não se dava bem com seus superioes] ou ir para Lublin, na Polônia. Ele decidiu-se por Lublin e foi encaminhado para se reportar ao Superior SS e Chefe de Polícia Odilo Globocnik na sede da SS, Lublin. Globocnik deu a ele a tarefa de construir um novo campo de extermínio – Sobibor.

Logo depois de sua chegada no sítio que era para ser Sobibor, o pessoal da ação de eutanásia começou a chegar. Entre eles estavam muitos velhos amigos de Hartheim e o trabalho começou no campo no qual Stangl esteve no comando de maio até agosto de 1942, quando foi para Treblinka até agosto de 1943.

Embora ele tenha sido capaz de se evadir da justiça depois da guerra, ele finalmente foi pego e sentenciado em 1970 à prisão perpétua por co-responsabilidade na morte de 400.000 homens, mulheres e crianças em Treblinka, durante o ano de seu comando. É difícil chegar a até mesmo os totais aproximados do número de homens, mulheres e crianças que morreram nestes campos, mas as seguintes estatísticas da Comissão Polonesa para Crimes de Guerra darão alguma idéia da enormidade do crime:

Treblinka … … … … … … . 700.000-800.000
Sobibor … … … … … … … mais de 250.000
Belzec … … … … … … … .quase 600.000
Chelmno … … … … … … … mais de 300.000

Interessantemente alguns dos “estudantes” treinados nas escolas de assassinato foram mais tarde rastreados aos campos de extermínio: 130 em Belzec, 106 em Sobibor e 90 em Treblinka. Muitos deles haviam aprendido seus talentos em Hartheim.

Na medida em que a maré da guerra virava no Leste, houve muita atividade para evitar que os campos caíssem em mãos russas e fossem explorados para propósitos de propaganda. Precauções elaboradas foram tomadas para evitar isto por demolir o nível do sítio e geralmente alterar o panorama plantando árvores, arbustos etc. O pessoal dos campos foi dispersado em áreas de alto risco de guerra. O próprio Wirth é acreditado ter sido morto por partisans na Iugoslávia em 1944.

Entre os “burocratas da morte” houve a inevitável mistura para se evadir das forças Aliadas na medida em que elas se aproximavam do Reich. Alguns tiveram sucesso, outros não. Philip Bouhler cometeu suicídio quando os russos chegavam a Berlim e Leonardo Conti também em sua cela em Nuremberg. Karl Brandt foi pego, sentenciado e executado.

O julgamento Limburg planejado em 1961 estava preocupado com alguns principais burocratas e psiquiatras, um dos quais era o eminente psiquiatra Professor Dr. Werner Heyde, o super especialista do T4. Nos anos anteriores ele havia adotado um pseudônimo, sendo conhecido como Dr. Sawade e tinha praticado abertamente na Alemanha. Ele havia feito uma variedade de trabalho para uma agência estatal de seguros, e côrtes legais. Muitas pessoas, incluindo juízes, promotores, médicos, professores de universidade e altos oficiais do Estado conheciam sua identidade. E eles a preservaram em uma conspiração do silêncio. Enquanto aguardava julgamento, ele tentou escapar. Cinco dias antes do julgamento, enquanto foi deixado sem guarda, cometeu suicídio.

Seus co-acusados no julgamento também gerenciaram para escapar da justiça. Dr. Friedrich Tillman por 10 anos antes de 1945 Diretor de orfanatos em Cologne pulou [ou foi empurrado] de uma janela de décimo andar; um outro, o Dr. Bohne escapou na rota nazista para a América do Sul. O quarto acusado, Dr. Hans Hefelmann, chefe da seção IIb (“o assassinato misericordioso”) na Chancelaria do Führer foi declarado medicamente incapaz de comparecer ao julgamento devido a doença. Parece que pessoas em altos lugares não queriam que estes julgamentos acontecessem.

Uma outra personalidade que foi questionada durante a preparação do julgamento foi o Dr. Werner Villinger, que tinha sido creditado como sendo instrumental em iniciar o movimento de higiene mental na Alemanha pré guerra, e reiniciar o mesmo movimento depois da guerra. Um eminente psiquiatra que dois anos antes de Hitler chegar ao poder, tinha advogado a esterilização de pacientes com doenças hereditárias, ele estava convencido que as raízes do que chamamos temperamento e caráter jazem profundamente na constituição herdada. Ao mesmo tempo de seu questionamento para o julgamento Limburg tornou-se publicamente conhecido que ele estava implicado nos assassinatos da eutanásia de forma muito proeminente e ativa. Ele foi para as montanha e cometeu suicídio. Um antigo colega e assistente Dr. Helmut Ehrhardt, em um obituário publicado em um jornal “Der Nervenarzt” [The Nerve Doctor] explicou a perda para a humanidade de tal homem maravilhoso e humano.

Contudo, para aqueles que sobreviveram à guerra, não cometeram suicídio, e ainda estão soltos, há ao menos um lugar onde eles podem aparecer com impunidade em uma comunidade compreensiva que dá boas vindas aos seus talentos e partilham de seu ponto de vista.

CAPÍTULO VIII
A PHOENIX

“Especialmente desde a última guerra mundial temos feito muito para infiltrar as várias organizações sociais pelo país, e em seu trabalho e em seu ponto de vista pode-se ver claramente como os princípios para os quais esta sociedade e outras sustentaram no passado tem se tornado aceitos como parte do plano ordinário de trabalho destes vários corpos. Que é como deve ser, e enquanto podemos tomar o coração disto e podemos estar saudavelmente descontentes e entendermos que ainda há mais trabalho a ser feito ao longo desta linha. Similarmente temos feito um ataque útil a um número de profissões. As duas mais fáceis delas naturalmente são a profissão do ensino e da Igreja: as duas mais difíceis são a lei e a medicina…

Se estamos para nos infiltrar nas atividades profissionais e sociais de outras pessoas penso que devemos imitar os totalitários e organizar algum tipo de atividade de quinta coluna!”

John Rawlings Rees M.D.
Falando no Encontro Anual do Conseho Nacional de Higiene Mental – 18 de junho de 1940

Durante a guerra o nome Eugenia se tornou até mesmo mais pesadamente associado aos nazistas e consequentemente posteriormente começou um processo de “caiação”. O primeiro passo do qual foi a reconstituição dos vários Conselhos Nacionais de Higiene Mental. O primeiro a ser refundado foi a Associação Nacional Britânica de Saúde Mental. Mas antes que entremos em detalhes sobre isto, um pouco de história é importante.

Montagu Norman tinha sido o Governador do Banco da Inglaterra por muitos anos. Ele e seu principal auxiliar Otto Niemeyer (de origem alemã) tinha persistentemente apoiado o rearmamento da Alemanha, fez empréstimos para a Alemanha e encorajou os financiadores do City de Londres a fazerem o mesmo. Norman apoiou e financiou a causa alemã exatamente até a declaração de guerra.

Quando as tropas alemãs invadiram a Checoslováquia em setembro de 1938, a Alemanha clamou pelos bens checos. Eles se candidataram pelo Banco para Assentamentos Internacionais, do qual Norman era o diretor, para a liberação do ouro checo mantido no Banco da Inglaterra.

A idiotice financeira que seguiu deixaria qualquer um confuso, mas a consequência foi que seis milhões de libras do valor do ouro checo foram transferidas para o governo de Hitler, liberado por Norman.

Antes da guerra, Norman compareceu ao batizado de seu camarada de armas, Dr. Hjalmar Schacht, Ministro das Finanças e Presidente do Reichsbank, e em junho de 1942 era suspeito de ter visitado Schacht na Alemanha durante a guerra. Esta alegada visita sempre tem sido desmentida ao afirmar que Schacht de fato estava sendo mantido em um campo de concentração por discordar de Hitler, e obviamente Norman não teria sido capaz de visita-lo lá. Os documentos dos julgamentos de Nuremberg, contudo, mostram bem claramente que Schacht apenas foi enviado a um campo de concentração em 1944 – mais de dois anos depois da suspeitada visita de Norman. Se ele visitou ou não Schacht permanece um mistério, mas que ele apoiou financeiramente a Alemanha é um fato registrado.

Norman tinha se casado com Priscilla Koch de Gooreynd (agora Lady Norman) que era uma discípula da Dama Evelyn Fox, a muito tempo membro da sociedade de eugenia. Nas próprias palavras dela, ela era inteiramente dedicada a Evelyn Fox. E então Priscilla Norman tinha estado trabalhando no movimento de Higiene Mental desde a década de 1920.

As recomendações tinham sido colocadas adiante por Lord Feversham na semana que a guerra irrompeu, que a Associação Central para Higiene Mental e Associados Depois do Cuidado Mental devia se unir em uma associação. Então, durante a guerra, uma Associação Provisória para Saúde Mental foi formada sob a Presidência de Lady Norman.

No fim da guerra Montagu e Priscilla Norman se entregaram de todo coração ao estabelecimento de tal associação, como Lord Feversham tinha sugerido, na qual as relacionadas comissões foram unidas. Quando Montagu se aposentou em 1944, ele se dedicou inteiramente ao esquema da esposa e completou os métodos dela com seus próprios. De encontros em Thorpe Lodge, a casa dos Normans, a Associação Nacional para Saúde Mental [NAMH] se tornou uma realidade e a estrutura de mudanças similares a ocorrerem no resto do mundo. Otto Niemeyer foi feito Tesoureiro e a fase seguinte começou.

Por convite da NAMH, o comitê internacional para Higiene Mental realizou um congresso no Ministério da Saúde em Londres, onde formalmente se estabeleceu sob um novo nome, Federação Mundial para Saúde Mental – WFMH. Isto se tornou o coodenador internacional para os grupos nacionais de saúde mental e higiene mental em muitos países do mundo, e além de um novo nome, o encontro iniciou uma mudança na direção de suas atividades.

Já vemos o forte envolvimento do NAMH no WFMH, e na história futura o NAMH teve sucesso em exercer considerável influência nas atividades do WFMH.

Lady Norman foi indicada Diretora executiva da WFMH e com a sobrinha de Otto Niemeyer, Mary Appleby, como Secretária Geral da britânica NAMH, a corrente estava completa. A experiência anterior de Miss Appleby na seção alemã do Escritório do Exterior Britânico a serviria muito bem.

O primeiro presidente eleito do WFMH foi o Dr. John Rawlings Rees, um psiquiatra britânico que foi citado no início deste capítulo. A palestra completa detalha um plano onde cada higienista mental opera como um agente solitário, constantemete alimentando a propaganda para grupos e individuos particulares sem nomear o movimento de saúde mental como verdadeiro patrocinador.

Ele pede que a constante propaganda seja alimentada e a pressão colocada em: universidades, instituições educacionais, medicina, imprensa, parlamento, revistas e semanários, figuras literárias, cineastas, estudantes de medicina, funcionários públicos e líderes de uniões de comércio. Para alcançar as metas do movimento de Higiene Mental, sem que o movimento seja de qualquer forma mencionado.

Em 1948 quando ele foi eleito Presidente de WFMH ele aceitou a posição deste recém formado augusto corpo. O congresso no qual WFMH foi inaugurado foi o Terceiro Congresso Internacional de Saude Mental. Um vice-presidente do Congresso foi o Dr. Carl G. Jung que tem sido descrito pelo Dr. Conti como “representante da psiquiatria alemã sob os nazistas”. Ele tinham sido co-editor do Journal for Psychotherapy com o Dr. M.H. Goering, o primo do Marechal Hermann Goering. Há evidência definida que o Dr. Goering era completamente conhecedor dos assassinatos da eutanásia. Um outro dos delegados alemães ao congresso de 1948 foi o Dr. Friedrich Mauz, Professor de Psiquiatria na Universidade Koenigsburg. Ele negou sua ligação ao programa da eutanásia, sem condena-lo, ao indicar que seu convite a uma conferência sobre eutanásia não era uma evidência conclusiva de sua cumplicidade com tais atividades.

Dr. Adolf Wahlmann, um importante psiquiatra da Liga Européia para Higiene Mental teria comparecido, se ele não tivesse sido anteriormente julgado e preso pelo assassinato de poloneses e outros trabalhadores nesta instituição, Hadamar, que já tinha sido esvaziada pelos assassinatos em massa de todos os pacientes contidos lá então. Como já mencionei, a Instituição Hadamar treinou muitos oficiais de campos de extermínio em missões especiais do T4. Entre eles estava um homem chamado Gomerski que esteve engajado nos assassinatos de massa em Treblinka e Sobibor com tal talento, como resultado de seu treinamento, que ele foi apelidado “O Doutor”.

Graças a propaganda e educação social de eugenistas e curadores mentais, o assassinato de pacientes mentais nunca teria sido um assunto terrivelmente sério, e Wahlmann, um assassino em massa, foi libertado em 1954.

Dr. Paul Nitsche que também teria comparecido, já que era um membro importante do movimento de Higiene Mental, não tivesse sido o fato dele haver sido executado pelo assassinato em massa dos pacientes mentais em 1947.

Logo outros membros sobreviventes da velha gangue começaram a se reunir no WFMH.

Dr Werner Villinger tinha, depois da guerra se tornado um psiquiatra de fama mundial. Suas especialidades incluiam deliquência juvenil, orientação infantil e terapia de grupo. Ele também era professor de psiquiatria em Marburg e um membro muito importante do WFMH. Ele sentou-se na Conferência sobre a Criança e Juventude na Casa Branca dos EUA. Na conferência da WFMH sobre Saúde e Relações Humanas que aconteceu em Hiddesen-perto de-Detmold em 1951, ele foi co-presidente juntamente com Rees. Em 1952 ele foi um membro de um grupo do WFMH durante a Conferência Nual em Bruxelas. Doris Odlum, menbro da Educação Pública da Sociedade Eugenica e Miss Appleby, já mencionada, eram respectivamente presidente e secretária do grupo.

Em 1961 as Autoridades Federais Alemãs pegaram Villinger e depois de três sessões preliminares antes do julgamento Limburg, como já vimos, ele se atirou do topo de uma montanha perto de Innsbruck para sua morte. Seu apologista e autor de seu obituário Dr. Ehrhardt, também era um membro ativo do WFMH.

No livro “Contemporary European Psychiatry” (um livro sobre as diferentes práticas psiquiátricas na Europa) que foi publicado em 1961 nos EUA e Europa, o psiquiatra austríaco Dr. Hans Hoff afirma em seu capítulo sobre a Alemanha e a Áustria, a esterilização dos mentalmente doentes foi um procedimento científico tão longo quanto um psiquiatra foi conselheiro das Côrtes Eugenicas.

Como fez Ehrhard, Hoff elogia o trabalho de Villinger. Hoff era um apoiador ativo do WFMH, e em 1959 ele se tornou seu presidente. Logo depois da caiação do suicídio de Villinger, Hoff tentou até mesmo um emprego mais astucioso da caiação, no prefácio do livro de Ehrhardt “Euthanasie und Vernichtung Lebensunwerten Lebens” (Eutanásia e Destruição da Vida Indigna) ele dá a isto plena aprovação. Basicamente eles confundiram o inteiro assunto ao apontar que a questão da eutanásia é apenas médica e moral. Em 1968, Ehrhardt foi eleito para a Diretoria Executiva do WFMH. O livro foi favoravelmente revisado no jornal americano de psiquiatria.

Ehrhardt também elogiou o Dr. Max de Crinis como um “médico corajoso e enérgico” e falou de “comparativamente poucos pacientes mentais” mortos. De Crinis tinha sido com certeza um dos conselheiros do T4. Seu antigo assistente, Dr. Muller-Hegemann, foi deixado para trás da Cortina de Ferro depois que a Segunda Guerra Mundial acabou. Contudo, até mesmo tão assombrosa situação não pode parar o curso do progresso e por volta de 1969 Dr. Muller-Hegemann tem sido eleito para a Diretoria Executiva do WFMH.

Os apoiadores dos movimentos eugenicos de todo mundo que tinham moralmente apoiado os assassinatos em massa, correram para a WFMH e suas associações como membros em taxas alarmantes, de forma que os eutanásicos de ontem se tornaram os membros da saúde mental de hoje. Alguns deles esconderam sua afiliação a Sociedade Eugenica, mas outros não, e não esqueceram seus ideais. Outros novamente, para sermos justos, devem ter entendido seus erros e desapareceram da imagem, mas isto é apenas uma pequena percentagem.

Na Grã Bretanha os salvacionistas eugenicamente orientados que se tornaram apoiadores ativos da saúde mental eram:

Dr. Doris Odlum; Dr. E. Slater; Sir Aubrey Lewis; Dr. Lancelot Hogben; Miss Robina Addis; Lord e Lady Adrian; Lord Brain; Sir Russell Brain; Prof. C. Fraser Brockington; Dr. Felix W. Brown; Rt. Hon. Sir John Brunner; Prof. Cyril Burt; Comdr. and Mrs. B.R. Darwin; Lady Darwin; Prof. H.J. Eysenck; The Earl of Feversham; Miss Evelyn Fox; Dame Katherine Furse; The Earl of Iveagh; Dr. F.M. Martin; Dr. T.A. Munro; Lady Petrie; Dr. R.E. Pilkington; Kenneth Robinson; The Rt. Hon. Lord Justice Scott; Mrs H.M. Strickland; Prof. J.M. Tanner; Prof. Sir G.H. Thomson; Prof. R.M. Titmuss; Dr. J. Tizard; Dr. A.F. Tredgold; Dr. R.F. Tredgold; Dr. Isabel G.H. Wilson; Prof. R.C. Wofinden; Dr. T.L. Pilkington.

Na Alemanha Ocidental:

Dr. Werner Villinger (conselheiro do T4); Dr. Carl Jung; Dr. Werner Heyde (conselheiro do T4); Dr. Ehrhard (assistente de Villinger).

Na Alemanha Oriental:

Dr. Muller-Hegemann (assistente de De Crinis).

A Sociedade Alemã para Higiene Mental, contudo, foi dissolvida, seus membros espalhados para acobertamento e seus relatórios deixados incompletos. Até hoje nenhuma nova Sociedade Alemã tem sido fundada em uma base nacional.

Villinger tinha tentado coletar o movimento de Higiene Mental de volta em um só grupo, mas os assassinos não foram voluntários em se reunirem em uma sociedade alemã, onde facilmente eles podiam ser isolados como um cancer. Ao invés, eles preferiram a máscara de um grupo do qual eles podem dirigir campanhas similares em cada país do mundo, exatamente como tinham feito antes. Seus nomes ainda podem ser encontrados entre professores de psiquiatria nas universidades, equipes de institutos de pesquisa científica, e entre membros de associações profissionais.

Na Áustria:

Professor Hans Hoff.

No Canadá:

Dr. Karl Stern (que estudou na Alemanha com Ernst Rüdin).

Na Dinamarca:

Dr. Georg K. Stürup; Dr Pout Bonnevie; Dr. Paul J. Reiter; Dr. Erik Strömgren; Dr. Einar Geert-Jorgensen; Dr August Wimmer; Dr Kurt Fremming; Dr. Jens Chr. Smidt; Dr. Tage Kemp; Dr. Max Schmidt; Dr. G.E. Schroder.

Na Noruega:

Dr. Jan Mohr; Dr. J. Schutz-Larsen.

Nos EUA:

Dr. Walter C. Alvarez.

Em cada um destes países, e em outros, a Associação Nacional para Saúde Mental ou um grupo equivalente existiu que foi recrutado ao adotar alguém do grupo pelo WFMH.

Na Dinamarca, Louis Grandjean que tinha sido Diretor do Landsforeningen for Mentalhygiejne por 5 anos e 1/2 escreveu em 1954 “The Little Milieu” que era um estudo da hereditariedade familiar. No livro ele elogia Herman Lundborg e Sören Hansen ambos notórios vice-presidentes da Federação Internacional das Organizações Eugenicas.

Stürup da “Landsforeningen” dinamarquesa também teve uma interessante carreira. Imediatamente depois da guerra ele iniciou um estudo psiquiátrico dos dinamarqueses que tinham colaborado com os nazistas. Os registros e os resultados da insistência de Stürup foram declarados secretos. O efeito é que estes resultados não estão disponíveis para o público e ninguém pode identificar os colaboradores nazistas e o que aconteceu a eles.

Em 1960 Eggert Petersen, antigo agente operacional de guerra psicológica na Inteligência Militar Dinamarquesa, foi indicado diretor do “Landsforeningen” dinamarquês. Isto pode não ser significativo mas tem uma surpreendente semelhança com a britânica NAMH.

As associações profissionais de médicos e psiquiatras não foram imediatamente recrutadas, na medida a Diretoria do WFMH durante anos conteve muitos dos homens principais destas mesmas associações profissionais. A influência foi facilmente levada a Associação Psiquiátrica Americana, a Associação dos Neurologistas e Psiquiatras, a Deutsche Gesellschaft für Psychiatrie und Nervenheilkunde (Marburg), o Colégio Australiano e Neo-Zelandês de Psiquiatras, a Associação Canadense Psiquiátrica e muitas mais. Hoje muitas destas associações tem se unido aos escalões da WFMH e associações afiliadas. Permanecem apenas uns poucos grupos profissionais nas ciências mentais que não estão governados pelo hipnótico comando de “matar”.

A influência de um enorme corpo profissional não pode ser detido pela mera morte de um quarto de milhão de mortes de pacientes mentais e outros, e ao menos um milhão de judeus nos campos de extermínio do T4, isto não pode ser lentificado; mas os escalões estão reformando-se para a próxima matança social que desta vez pode não ser disfarçada em caridade. Lord Adrian, membro da Sociedade Eugenica, da britânica NAMH e da Sociedade de Eutanásia Voluntária, expressou este tipo de caridade em sua fala dada em 1956:

“…os serviços de saúde preventiva estão ligados para interferir com a liberdade individual… e se eles objetivam a saúde tanto física quanto mental eles devem estar preparados para separar mães de filhos e supervisionar as vidas das pessoas que gostariam de serem deixadas sozinhas”.

CAPÍTULO IX
O MESMO VELHO TOM

Neste meio tempo a Sociedade Eugenica na Inglaterra tinha ido para o subterrâneo. O Relatório Anual de 1945 mostra que a Sociedade não mais realizava propaganda pública ou no parlamento, mas somente em organizações relacionadas. A partir deste momento a Sociedade Eugenica se tornou um elemento oculto, delineando as linhas de propaganda de outras organizações.

Em 1957 Dr. C.P. Blacker, então Secretário Honorário da Sociedade, sugeriu uma retirada posterior no background, e a aderência a política da cripto-eugenia, isto é, por finanças e propaganda por trás das cenas.

Esta proposta foi adotada em 1960 e a Sociedade estabeleceu um programa amplamente disseminado de manipulação. Genética e Eugenia como tais – não por trás da ocultação da saúde mental – ainda estavam, no espírito de suas associações repulsivas, na mente pública, capaz de notável progresso. E as várias sociedades eugenicas florescem hoje.

Alguns dos braços muito bem conhecidos deste polvo são: a Fundação Memorial Marie Stopes, uma ramo subsidiário da Sociedade Eugenica, a Associação de Planejamento Familiar e a Fundação Internacional da Paternidade Planejada, que são pesadamente financiadas pela Sociedade Eugenica; a Fundação Galton, dirigida pela Sociedade Eugenica e outras.

Dr. C.P. Blacker, agora presidente da Sociedade Eugenica descobriu, enquanto um membro do comitê de investigação das atrocidades cometidas pelos doutores nazistas, que embora nenhum destes experimentos produzira conclusões científicas e embora os métodos usados pelos nazistas foram infelizes, a eutanásia dos insanos era aceitável.

Em uma fala a Sociedade Eugenica em 1951 ele ressaltou as três áreas seguintes em relação a Alemanha:

1. a esterilização sob o édito da lei em 1934.
2. Eutanásia dos pacientes mentais cronicamente doentes e daqueles similarmente deficientes.
3. Experimentos usando pessoas vivas para o propósito de desenvolver um método econômico de esterilização em massa.

Ele reconheceu que estava bem satisfeito com a área da esterilização legal, a lei governando o que ele pensava ser correto, exceto a esterilização com base racial – para Blacker naturalmente não houve tentativa de trasmitir um julgamento moral.

Sobre o assunto da eutanásia dos mentalmente doentes ele explica:

“…estas pessoas foram mortas misericordiosamente. A idéia da morte misericordiosa não é desconhecida neste país; de fato uma sociedade de base voluntária… existe para promove-la”

Não obstante, ele condena os experimentos com pessoas vivas por três razões específicas:

“a) Não era necessário usar seres humanos. Experimentos animais teriam preenchido o propósito também .
b) Nenhum resultado de menos interesse científico é registrado; nem em minha opinião eram prováveis de terem resultado até mesmo se mais tempo estivesse disponível
c) Os experimentos falharam em seu propósito primário de fornecer um método barato de esterilização em massa ou castração…”

Se examinarmos mais estreitamente esta condenação, é facilmente reconhecido que se tivesse sido o caso de que meios mais econômicos de esterilização em massa houvessem sido descobertos, os experimentos só poderiam ter sido condenados pela primeira razão apontada. Exceto isto, estes três pontos de vista implicavam que o desenvolvimento de um método de baixo custo de esterilização em massa representaria um produto científico de valor. Onde e sob que condições pode uma tal maravilhosa obtenção ser colocada em uso? Como se desejasse buscar sua trilha lógica e não verbalizada de pensamento, ele recomenda que a continuação da experimentação com uma das drogas da esterilização que estavam sendo usadas pelos doutores nazistas estariam perfeitamente em ordem.

O silêncio profundo e imensurável da profissão médica a respeito dos médicos alemães não encontra seu fundamento na falta de conhecimento do que aconteceu.

Hoje, esterilizações bem como eutanásia são encorajadas por razões eugenicas pelo pessoal médico, principalmente psiquiatras, mas de fato agora vestidas em trajes diferentes. Apenas como os construtores mestres do T4 foram para o subterrâneo depois da guerra e mais tarde emergiram como membros do WFMH, assim também o fizeram seus ideais e interesses.

A eugenia tem feito uma volta como um chamado campo experimental cujos produtos dão bebês de proveta, inseminação artificial etc. Os artigos na imprensa popular sobre a inseminação artificial e a engenharia genética no futuro, são muito comuns hoje. A esterilizaão tem sido rescussitada como parte do Programa da Paternidade Planejada. Seja onde for que alguém ouça o grito, “se não fizermos algo logo seremos inundados por pessoas” e a proclamação malthusiana: “se não controlarmos os nascimentos ficaremos sem alimentos” em nossos dias a chamada vai adiante, “se não começarmos a utilizar o controle da natalidade não teremos lugar onde permanecer.’.A melodia é a mesma, somente as palavras tem mudado.

A eutanásia tem aparecido novamente como uma organização caritativa fornecendo “a morte com dignidade”, um novo eufemismo, com o objetivo de dar a uma pessoa que está em um estado de saúde que exclue qualquer chance de ser curada a oportunidade de se permitir ser morta, mas somente de fato quando ela está em completo acordo com a medida. No caso de desequilíbio mental, um parente pode dar o consentimento. Mais uma vez os primeiros sinais de eutanásia forçada estão começando a serem visíveis, destinados aos mentalmente doentes.

Deve alguém estar interessado em obter uma imagem da corrente situação, ele deve ter uma olhada ao redor de seu país natal, e dos vizinhos, porque certamente ele encontrará algo ao longos das linhas de:

1. Uma associação nacional para saúde mental
2. uma sociedade ou grupo eugenico
3. Algum tipo de Liga de Reforma Pró Aborto
4. Ua associação para Esterilização Voluntária
5. Uma associação para Eutanásia Voluntária

Se os membros e comitês destas associações são entrecruzados ele verá que:

1. Muitos nomes se entrecruzam
2. Uma grande percentagem dos membros de 3, 4, e 5 acima se originam das seções 1 e 2
3. Eles constantemente realizam uma propaganda mútua e complementar.

Tome a Grã Bretanha como um exemplo concreto. O diretorado da Associação de Reforma da Lei do Aborto é compreendido de:

Prof. Glanville Williams – apoiador do NAMH e membro da Sociedade Eugenica.
Sir Julian Huxley – apoiador da NAMH, um oficial da Sociedade Eugenica e da Sociedade para a Eutanásia .
Baroness Stocks – membro do NAMH e palestrante da Fundação Galton.
Dr Eliot Slater – member da Sociedade Eugenica e de muitas outras.

O comitê executivo para a Sociedade pela Eutanásia:

Lord Adrian – membro do NAMH e da Sociedade Eugenica.
Prof. Glanville Williams – membro do NAMH e da Sociedade Eugenica.
Sir Julian Huxley- membro do NAMH e da Sociedade Eugenica.

No comitê executivo da Campanha de Controle da Natalidade figuram entre outros:

Prof. Eliot Slater – membro da Sociedade Eugenica.
Baronesa Stocks – membro do NAMH e da Sociedade Eugenica.
Prof. Glanville Williams – membro da Sociedade Eugenica e do NAMH.

Porque isto deva ser assim, o autor não sabe, mas são os homens médicos nestes grupos que fornecem o racicínio ‘científico’ e a metodologia que justifica e obtém os fins desejados. Nos EUA, em 1968, uma lei de eutanásia voluntária foi introduzida na Flórida e um eminente cirurgião e membro da Associação Médica Americana – AMA – argumentou a caso para ela:

Uma lei a ser intitulada

Um ato relacionado ao direito de morrer com dignidade; fornecido em uma data efetiva. A ser colocado em vigor pela Legislatura do Estado da Flórida:

Seção 1. Todas as pessoas naturais são iguais perante a lei e tem direitos inalienáveis, entre eles o direito de desfrutar e defender a vida e a liberdade, ser permitido morrer com dignidade, buscar a felicidade, ser recompensada pela indústria [trabalho], e adquirir posses e proteger a propriedade. Nenhuma pessoa deve ser privada de qualquer direito por causa de raça ou religião ou origem natural.
Seção 2. Qualquer pessoa com as mesmas formalidades como exigido pela lei para execução de última vontade ou testamento, pode executar um documento dirigindo que ele deve ter o direito a uma morte com dignidade, e que sua vida não deve ser prolongada além do ponto de uma existência significativa.
Seção 3. No evento de que qualquer pessoa seja incapaz de tomar tal decisão por incapacidade física ou mental, uma esposa ou pessoas de parentesco em primeiro grau devem ter a permissão de tomarem tal decisão, fornecido o consentimento escrito que é obtido de:

1. a esposa ou pessoa de parentesco em primeiro grau ou
2. no evento de (2) pessoas de parentesco em primeiro grau de ambas as pessoas ou
3. no evento de três ou mais pessoas de parentesco em primeiro grau da maioria destas pessoas.

Seção 4. Se qualquer pessoa é incapacitada e não há parentesco como disposto na seção 3, a morte com dignidade deve ser garantida a qualquer pessoa se na opinião de três médicos a prolongação da vida não tem sentido.
Seção 5. Qualquer documento executado deve ser registrado no cartório local em ordem de ser eficaz.
Section 6. Este ato passa a vigorar depois de se tornar lei.

Felizmente esta lei não foi aprovada e a AMA permanece silenciosa sobre o assunto, mas julgando o silêncio com o qual as atrocidades alemãs foram recebidas, posso prever seguramente que a AMA logo não oficialmente esposará a causa da eutanásia voluntária.

Em 1935 o editor do “Journal of the American Medical Association” observou que o médico médio frequentemente enfrentava o problema [da eutanásia] quando isto era um asunto entre ele e seu paciente e ele podia decidir de seu próprio modo sem qualquer interferência.

Os princípios e práticas são exatamente as mesmas aquelas que foram usadas pelos psiquiatras nazistas. Um especialista britânico recentemente argumentou o caso para a eutanásia até mesmo indo tão longe para dizer que certos defeituosos são uma carga para eles mesmos e outros [talvez o Estado] e portanto devem ser libertados de suas misérias.

África do Sul

Com o pleno apoio do Conselho Sul Africano para Saúde Mental e a Associação de Neurologistas e Psiquiatras, a África do Sul está pesadamente inclinada nesta direção de qualquer modo, terá leis de esterilização introduzidas antes de muito tempo. Desta vez a pesada propaganda pela esterilização está sendo promovida lá como uma continuação da história inicial da África do Sul. Em 1930 H.B. Fantham, Professor de Zoologia em Witwatersrand, escreveu na Revista Bem-Estar Infantil:

“…deve haver limitações da multiplicação daqueles definitivamente inferiores ou abaixo da média de boas qualidades de nascimento. Na África do Sul deve haver limitações ao pobre elemento branco.”

Em 1934 Dr. P.W. Laidler, Funcionário Médico de Saúde de East London, escreveu um artigo para “S.A. Tydskrif vir Geneeskundiges” pedindo uma lei de esterilização na África do Sul nos moldes da Alemanha. Algumas citações interessantes deste artigo:

“São os deficientes dos homens brancos que o arrastam para baixo.”
“A prevenção da família é essencial quando a descendência é pobre.”
“Uma diminuição do aumento dos inadequados aliviaria a carga dos contribuintes.”
“Estamos sobrecarregados de pobres com mentes normais ou defeituosas.Possivelmente estamos sobrecarregados para melhores classes de mentes.”
“O homem cotinua a carregar um fardo de deficientes.”

Em outubro de 1971 enquanto este livro estava sendo escrito, o Dr. Troskie um membro executivo do Conselho Africano Médico e Dentário pediu a eliminação sem misericórdia dos fracos elementos genéticos. Ele propôs a formação de um Comitê Genético composto de um juiz e especialistas médicos, sociológicos e religiosos para:

“evitar que estes pais deixem um fardo para a sociedade. O comitê tomaria a decisão por eles .”

Isto aparentemente não é uma idéia nova na África do Sul, já que tantos grupos estão envolvidos no debate sobre se deve haver ou não esterilização voluntária ou compulsória, e agora um grupo de sociólogos pretenda abordar o Primeiro Ministro sobre o problema.

O paralelo entre a Alemanha Nazista e a África do Sul está muito próximo.

EUA

O Instituto Rockefeller que apoia a AMA tem produzido resultados devastatadores domésticos e no exterior. Foi Rockefeller que financiou a fundação do Instituto Kaiser Wilhelm, e deu ao Professor Rüdin um andar inteiro da construção para sua pesquisa genética na década de 1920. O Movimento Alemão de Higiene Mental foi pesadamente subsidiado por Rockefeller e portanto colocado em uma posição de saúde para continuar suas metas e objetivos até o amargo fim. Posteriormente foi o Dr. Alexis Carrel do Instituto Rockefeller e vencedor de um prêmio Nobel que claramente aplaudiu as ações dos alemães e claramente advogou o assassinato em massa de pacientes mentais e prisioneiros.

Atualmente nos EUA a profissão psiquiátrica está fazendo um uso intenso de prisioneiros como material experimental para experimentos médicos com a aprovação da AMA. A família Rockefeller continua a subsidiar professores médicos psiquiátricos e um dos Rockefellers está na diretoria da Associação Nscional Americana para Saúde Mental. Em 1970, no Havaí, foi introduzida uma lei cuja palavreado exato disto era:

Uma Lei para um Ato Relativo ao Controle da População

Seção 1:
A legislação encontra

1. que o crescimento da população é o problema mais sério e desafiador para a humanidade hoje:
2. que o tempo necessário para a população mundial dobrar agora é de aproximadamente 35 anos;
3. que a “solução da taxa de mortalidade” por guerra, fome ou pestilência é uma inaceitável solução destrutiva para controlar o problema da natalidade;
4. que o controle da população é uma aceitável solução humanitária para o problema do crescimento populacional. O propósito deste Ato é controlar o tamanho da população deste Estado por um programa de regulação de nascimentos.

Seção 2:
Cada médico que atenda uma mulher residente neste Estadoao tempo de dar a luz neste Estado deve, se a mulher tem dois ou mais filhos vivos, realizar tal técnica médica ou operação que torne a mulher estéril.

Seção 3:
Este ato deve entrar em vigor em 1o. de julho de 1971.

Até mesmo entre as tendências de nossos vizinhos nesta direção podem ser reconhecidas. Na Suíça foi o Dr. André Repond que aplaudiu os esforços alemães, e tinha estado tão orgulhoso de seu trabalho em assegurar apenas casamentos bem eugenicamente acontecerem em cantões suiços.

A questão da eutanásia e da esterilização não são problemas de ontem a serem discutidos entre intelectuais como asuntos filosóficos ou históricos. Os psiquatras estão até mesmo mais fortes tendo começado a agitar mais e mais e mais altamente o direto de esterilizar e matar.

Em julho de 1972 Dr. T.L. Pilkington em “The Practitioner” pediu que assassinatos posteriores fossem cometidos:

“…parece haver claras indicações que os países tecnologicamente desenvolvidos serão rapidamente obrigados a reverem a complexidade da vida que eles criam, embarcar em um moderno programa eugenico destinado a tornar mais empinada a cauda do gráfico da distribuição normal do QI abaixo de 100 ou considerar alguma forma de eutanásia legalizada. É possível, com certeza, que a “solução final” combinará todos estes métodos crescentes de prevenção específica.”

A Marcha da Morte novamente tem começado.

Nota do Autor

Quando decidi escrever este livro, pretendia simplesmente registrar os eventos na Alemanha como uma aviso contra ocorrências similares que poderiam vir a ocorrer em outros países. Logo depois que eu tinha começado a me familiarizar com o assunto, entendi que estava enfrentando um problema que já havia alcançado proporções internacionais e que tinha até mesmo se entrincheirado profundamente na Grã Bretanha. Passei cinco anos na Inglaterra e no exterior para pesquisar a informação que agora estou tornando pública.

Talvez eu devesse ter escrito dois livros; talvez eu devesse ter continuado com as minhas investigações até que cada volume estivesse completamente documentado – não sei.

Ainda que os fatos permaneçam que os psiquiatras e os grupos “socialmente conscientes” cujas mãos estão mantidas com o sangue de milhões de pessoas, e que tem criado uma atmosfera na qual eventos similares podem acontecer em todas as outras partes do mundo, ainda estejam vivos hoje, e estão buscando as mesmas profissões de antes, somente em uma forma que é mais disfarçada.

Este livro não conteria tanto material sobre a Inglaterra se as minhas buscas não me tivessem dirigido para lá.

Outros podem sentir o desejo de levar meu trabalho adiante – e eu honestamente gosto de estimular isto.

As atuais atividades dos psiquiatras devem ser vistas sob uma nova luz quando eles levam em consideração o fato de que seus alegados objetivos caritativos podem ser uma ocultação de Invisibilidade destinada a camuflar os ominosos propósitos diante de seus colegas.

Os psiquiatras começaram inicialmente a trazer seu próprio serviço secreto a vida e infiltrar governos. Não quero elucidar em detalhes a teoria fora mencionada de que Hitler foi levado ao poder pela ação de um grupo secreto. Para aqueles que desejem ir adiante na pesquisa disso, este livro pode ser de considerável importância direta.

Em “Archives for Racial and Social Biology”, Volume 25, 1931, o psiquiatra Prof. F. Lenz esclarece o livro Mein Kampf de Hitler. Ele cita Hitler abundantemente e estabelece que Hitler é o homem que finalmente garante à Higiene Racial seu lugar de direito.

A opinião convenientemente aceita de que Hitler era a encarnação de todo mal que forçou seus sujeitos contra a vontade deles a realizarem as atrocidades historicamente singulares do Terceiro Reich. Esta consideração não é apenas imperfeita; ela também leva deliberadamente para longe dos fatos e os distorcem.

Parece impossível que um homem possa levar 60 milhões de pessoas sob seu encantamento, e torna-las indiferentes a tal assassinato em massa como foi trazido pelos psiquiatras sob o Terceiro Reich, sem algum apoio, até mesmo se apenas de algum grupo de interesse particular.

Do artigo de Lenz é óbvio como os futuros assassinos em massa,favorecidos por Hitler ao menos desde 1931, já tinham realizado o recondicionamento moral de sua marionete. O próprio Lenz diz em seu artigo sobre “Mein Kampf” “Naturalmente as idéias que Hitler ressalta não são novas”, mas com Hitler como uma marionete, os psiquiatras pela primeira vez se encontraram em posição de transformar seus secretos objetivos e intereses em realidade. Lenz encerra seu artigo com as palavras:

“Gostaria de acrescentar ao dizer: Hitler é realmente o primeiro político de influência realmente grande que tem reconecido a Higiene Racial como a obrigação principal de todos os políticos, e que quer resistir por isto energicamente.”

Se ou não a psiquiatria era o único grupo particular de interesse que ajudou Hitler na subida aoo poder ainda tem que ser explorado em detalhe. É um fato que Hitler tomou literalmente suas palavras. Contudo, até mesmo os psiquiatras não tinha uma garra tão estreita sobre Hitler para conseguirem que ele lhes desse mão livre para os assassinatos em massa, porque eles tinham que ir com suas atividades de matança em massa sobre as próprias costas e sem seu consentimento direto.

Hitler tinha acabado de chegar ao poder quando a “Deutsche Verband für psychische Hygiene” (União alemã para Saúde Mental), em uma sessão realizada em 16 de julho de 1933, mudou não apenas seu nome para para “Deutscher Verband far psychische Hygiene und Rassenhygiene” (Instituto Alemão para Saúde Mental e Higiene Racial) mas também seus oficiais. Prof. Dr. Sommer ficou para trás e o apoiador de Hitler, Ernst Rüdin tomou a liderança.

É evidente que a notícia memorial publicada por Rüdin para o falecido Ploetz em “Archiv für Rassen und Gesellschaftsbiologie” (Arquivos de Biologia Racial e Social), 1940, Volume I, apenas o quanto Hitler tinha tomado as teorias de higiene racial de seus mestres. Rüdin escreve: “é um destino trágico que Ploetz não esteja mais vivo para testemunhar a solução do problema do entendimento e cooperação entre os povos nórdicos, ele, que acreditava tão inabalavelmente na resoluta liderança de Adolf Hitler e na sua missão sagrada de higiene racial nacional e internacional.”

Hitler foi um homem mau e ninguém desejaria avaliar que ele não fosse responsável pelas coisas que aconteceram na Alemanha, mas culpar Hitler por todos os males é minimizar um número considerável daqueles que foram verdadeiramente responsáveis, pessoas que estavam sendo permitidas a buscarem seu curso de fins similares todos novamente – nada para dete-los.

Não quero dizer que entendo os motivos deles. Talvez um clérigo o faça. Ninguém os forçou a obedecer as ordens nos dias de hoje – eles não podem obedece-las de maneira alguma. Ainda que o padrão permaneça inalterado. O Fascismo e o Nazismo estavam resolvendo os problemas – com violência – e assim o estavam os psiquiatras.

Os nazistas podem ter sido debandados mas os psiquiatras continuam entre nós. Talvez esta seja a arma secreta que Goebbels gabou que levaria ao renascimento do Reich – não uma super bomba, um raio da morte, mas a planta para um estado escravo psiquiátrico.

Published in: on agosto 6, 2008 at 8:21 pm  Comments (2)  
Tags: , , , ,

Fatos Importantes da História Nazista

Fatos Importantes da História Nazista

A Sociedade Thule

do website

A Thule-Gesellschaft (Sociedade Thule) foi fundada em 17 de agosto de 1918, por Rudolf von Sebottendorff. Ele tinha erudição em ocultismo, misticismo islâmico, alquimia, rosacrucianismo e muito mais, na Turquia, onde também ele foi iniciado na Livre Maçonaria.

Seu nome original foi “Studiengruppe für germanisches Altertum” (Grupo de Estudo para a Antiguidade Alemã), mas logo começou a disseminar propaganda anti-republicana e anti-semita.

Um movimento para promover as idéias da Sociedade Thule entre os trabalhadores industriais e contrabalançar o Marxismo, foi formado em agosto de 1918 – o Círculo Político dos Trabalhadores, com o membro da Thule Karl Harrer como presidente. Deste círculo veio o Partido Alemão dos Trabalhadores em 1919.

Um ano depois isto se tornou o NSDAP sob a liderança de Adolf Hitler. Ele tinha membros dos altos escalões do partido, incluindo Rudolf Hess e Alfred Rosenberg, embora não Adolf Hitler. Serbottendorff afirmou, “Os membros da Sociedade Thule eram pessoas as quais Hitler primeiro se voltou e que primeiro se aliaram a Hitler.”

A bandeira da suástica adotada pela NSDAP era criação de um outro Thulista, o Dr Krohn.

Seu órgão de imprensa era o Münchener Beobachter (Munich Observer) que mais tarde veio a ser o Völkischer Beobachter (People’s Observer). A Sociedade Thule é conhecida por estar estreitamente ligada a sociedade secreta Germanenorden.

A Germanenorden era uma sociedade secreta na Alemanha do início do século XX. Ela era formada por muitos ocultistas alemães proeminentes em 1912, cujo símbolo era uma suástica, tinha uma estrutura fraternal hierárquica similar a Livre Maçonaria. Ela ensinava a seus iniciados nacionalistas as ideologias da superioridade da raça nórdica, o anti-semitismo, bem como filosofias ocultas e quase mágicas. Alguns dizem que o Deutsche Arbeiter-Partei (mais tarde o Partido Nazista) quando sob a liderança de Adolf Hitler era uma frente política, e de fato a organização refletia muitas ideologias do partido, incluindo o símbolo da suástica. A Sociedade Thule, uma outra sociedade secreta com ideologias similares e símbolos também era estreitamente ligada a este.

Com a vitória do Partido Nazista, a tradição oculta foi levada ao Terceiro Reich, principalmente pelas SS, cujo Reichsfuhrer, Himmler, era um ávido estudante do oculto. Um departamento de pesquisa do oculto das SS, o Ahnernerbe (Herança Ancestral) foi criado em 1935 com o Coronel das SS Wolfram von Sievers como chefe. A pesquisa do oculto levou os pesquisadores das SS tão longe quanto o Tibet. Sievers teve um livro de oração tântrico, o Bardo Thodol, lido sobre seu corpo depois de sua execução em Nuremberg.

O Nacional Socialismo e o Terceiro Reich representaram uma maior tentativa pelos altos adeptos esótericos de reestabelecerem uma cultura baseada nas Leis da Natureza, contra as forças anti-vida entricheiradas. Nada tão ambicioso tinha sido tentado desde a fundação da República Americana pelos adeptos Maçonicos.

As crenças do círculo interno da Sociedade Thule …

Thule era uma ilha legendária bem ao norte, similar a Atlântida, supostamente o centro de uma civilização de alto nível perdida. Mas nem todos os segredos desta civilização haviam sido completamente dizimados. Aqueles que permaneceram estavam sendo guardados por seres antigos e altamente inteligentes [ similares aos Mestres da Teosofia ou a Fraternidade Branca] .

Os verdadeiramente iniciados podiam estabelecer contacto com estes seres por meio de rituais mágico-místicos.

Os “Mestres” ou “Antigos” alegadamente seriam capazes de doar força e energia sobrenatural aos iniciados.

Com a ajuda destas energias a meta dos iniciados era criar uma raça de Super-homens de origem Ariana que exterminaria todas as raças inferiores.

Em 6 de abril de 1919, na Bavária, os socialistas da ala esquerda e os anarquistas proclamaram a República Soviética Bávara. Os cérebros da revolução eram um grupo de escritores que tinham pouca idéia da administração. A vida em Munique ficou caótica. A forças contra-revolucionárias, os brancos, composta de vários grupos de soldados descomissionados conhecidos como “Frei Corps”, equipados e financiados pela misteriosa Sociedade Thule, derrotaram o Soviet Bávaro dentro de uma questão de semanas.

Muitos outros soldados descomissionados esperaram a turbulência em barracas, Adolph Hitler entre eles. Depois que a República Bávara havia sido derrotada pelos Brancos, em maio, os superiores de Hitler o colocaram para trabalhar na comissão de investigação pós revolução. Suas acusações injetaram uma eficiência rude nas cortes “canguru” na medida em que ele apontava centenas de oficiais não comissionados e homens alistados que haviam simpatizado com os anarquistas e comunistas. Ele subsequenetmente foi enviado para frequentar especiais treinamentos e cursos anti-comunistas e seminários na Universidade que eram financiados pela administração Reichswehr e doadores privados da Sociedade Thule.

Isto levou a uma designação na divisão de inteligência do exército alemão pós guerra, para infiltrar grupos que podiam organizar as classes trabalhadoras enquanto os comunistas estavam fracos. Em um anoitecer de setembro de 1919, Hitler se virou no Sternecker Beer Hall onde membros e amigos do Partido dos Trabalhadores em germinação tinham se reunido. Ele discretamente ouviu a apresentação do engenheiro Gottfried Feder, um membro da Sociedade Thule, que falou sobre o controle judeu sobre o capital de empréstimo. Quando um dos outros membros do grupo foi chamado para a Bavária para irromper pelo resto da Alemanha, Hitler iniciou a ação. A atônita audiência parou enquanto suas observações altamente agressivas e oratória compelente se espalhava pela sala. Depois que Hitler tinha acabado sua arenga, o presidente e fundador do partido, Anton Drexler, imediatamente o convidou para um encontro do comitê de direção do partido realizado uns poucos dias mais tarde. Ele foi convidado a se unir ao comitê como seu sétimo membro responsável pelos anúncios e propaganda.

De volta a 1912, vários ocultistas alemães com inclinações radicais anti-semíticas decidiram formar uma loja “mágica” que ele denominaram Ordem dos Teutons, os principais fundadores eram Theodor Fritsch, o publicador de um jornal anti-semita; Philipp Stauff, aluno do racista Guido Von List, e Hermann Pohl, o chanceler da ordem. (Pohl cairia três anos depois para fundar sua própria loja bizarra, a Ordem Teutônica Walvater do Santo Gral.) A Ordem dos Teutons foi organizada ao longo das linhas dos Maçons Livres e Rosacrucianos, tendo diferentes graus de iniciação; somente pessoas que podiam documentar serem de ancestralidade puramente ariana eram permitidas se unirem.

Em 1915, Pohl foi unido a Rudolf Blauer, que tinha um passaporte turco e praticava a meditação sufi. Ele também lidava com astrologia e era um admirador de Lanz Von Liebenfels e Guido Von List, ambos patologicamente anti-semitas. Blauer estava com o nome de Rudolf Freiherr Von Seboottendorf. Ele era muito rico, embora a origem de sua fortuna seja desconhecida. Ele se tornou o Grão Mestre da Ordem Bavariana e ele fundou a Sociedade Thule, com a aprovação de Pohl em 1918.

Depois da revolução comunista bavara de 1918, a Sociedade Thule se tornou o centro da sub cultura contra-revolucionária. Uma rede de espionagem e armas foi organizada. As salas do Clube Thule se tornaram um ninho de resistência à revolução e à República Soviética de Munique.

O jornalista Karl Harrer recebeu a tarefa de fundar um círculo de trabalhadores políticos. Ele entendeu que os trabalhadores rejeitariam qualquer programa que fosse apresentado a eles por um membro da classe conservadora privilegiada. Harrer sabia que o mecânico Anton Drexler, que estva trabalhando para as ferrovias, era um anti-semita bem conhecido, chauvinista e proletário. Com Drexler como presidente nominal, Harrer fundou o Partido Alemão dos Trabalhadores em janeiro de 1919

O Partido Alemão dos Trabalhadores era somente uma das muitas associações fundadas e controladas pela Sociedade Thule. A Thule era a Mãe do Partido Socialista Alemão, liderado por Julius Streicher, e o radical de ala direita da Oberland Free Corps. Isto publicou o Munich Observer, que mais tarde veio a ser o National Observer. Hitler se tornou a personalidade mais proeminente no partido. Ele causou a queda de Harrer, e empurrou Drexler, o presidente nominal para posição lateral. Ele preencheu as posições chave com seus próprios amigos da Sociedade Thule e do Exército. Durante o verão de 1920, por sua sugestão, o partido foi renomeado Partido Alemão Trabalhador Nacional Socialista (NASDAP). O novo nome pretendia atrair igualmente nacionalistas e proletários.

Para ir adiante com o novo nome, o movimento de massa também exigia uma bandeira com um símbolo poderoso. Entre os muitos projetos levados sob consideração, Hitler escolheu um sugerido pelo membro da Thule, o Dr. Krohn: um fundo vermelho com um círculo branco no centro contendo uma suástica negra.

Hitler queria transformar o Partido Alemão dos Trabalhadores em um partido combatente de consciência de massa, mas Harrer e Drexler estavam hesitantes, devido em parte a sua pavorosa situação financeira. A Sociedade Thule ainda não estava fornecendo muito dinheiro e ninguém parecia saber como construir um partido de massa. Hitler arranjou dois encontros públicos em uma obscura cervejaria e ele esboçou folhetos e posteres, mas não havia real inovação.

Tudo isto mudou dramaticamente no fim do 1919 quando Hitler se encontrou com Dietrich Eckart. A maioria dos biógrafos tem subestimado a influência que Eckart exerceu sobre Hitler. Ele era um rico publicador e editor chefe de um jornal anti-semita que ele chamava “In Plain German”. Eckart era tanbém um ocultista convicto e um mestre de mágica. Como um iniciado, Eckart pertencia ao círculo interno da Sociedade Thule, bem como a outras ordens esotéricas.

Não pode haver dúvida que Eckart – que tinha sido alertado para Hitler por outros Thulistas – treinou Hitler em técnicas de auto-confiança, auto-projeção, oratória persuasiva, linguagem corporal e sofisma discursivo. Com estas ferramentas, em um curto período de tempo ele foi capaz de mudar o obscuro partido dos trabalhadores da atmosfera de um clube de cervejaria em um partido de massa. O palestrante leigo carregado de emoção tornou-se um orador especializado capaz de mesmerizar uma vasta audiência.

Ninguém deve subestimar a influência do ocultismo sobre Hitler. Sua subsequente rejeição dos Maçons Livres e movimentos esótericos, da Teosofia, da Antroposofia, necessariamente não significam o contrário. Os círculos ocultos a muito tem sido conhecidos como coberturas para espionagem e tráfico de influência. O aparato de espionagem de Hitler sob Canaris e Heydrich estava bem ciente destes condutos, particularmente da direção da Bretanha a qual tinha dentro de sua agência de inteligência MI5 um departamento conhecido como Escritório Oculto. Estas fontes potenciais de problemas foram purgadas da vida nazista e isto não deve ser tomado como significando que Hitler e as sociedades secretas nazistas não foram influenciadas pelos escritores místicos e ocultos tais como Madame Blavatsky, Houston Stewart Chamberlain, Guido Von List, Lanz Von Liebenfels, Rudolf Steiner, George Gurdjieff, Karl Haushofer e Theodor Fritsch. Embora Hitler mais tarde denunciase e ridicularizasse muitos deles, ele dedicou seu livro “Mein Kampf” ao seu professor Dietrich Eckart.

Um visitante frequente da Prisão Landsberg onde Hitler estava escrevendo Mein Kampf com a ajuda de Rudolf Hess, era o General Karl Haushofer, um professor universitário e diretor do Instituto de Geopolítica de Munique. Haushofer, Hitler e Hess tinham longas conversas juntos. Hess também guardou registros destas conversas. As demandas de Hitler por “Um Espaço Vivo Alemão” no leste às custas das nações eslavas eram baseadas nas teorias geopolíticas apredidas do professor.

Haushofer também havia se inclinado na direção esotérica; como adido militar no Japão, ele havia estudado o Zen-budismo. Ele também, tinha passado por iniciações nas mãos dos lamas do Tibet. Ele se tornou o segundo mentor esotérico de Hitler substituindo Dietrich Eckart. Em Berlim, Haushofer tinha fundado a Loja Luminosa ou a Sociedade Vril. O objetivo da loja era explorar as origens da raça ariana e realizar exercícios de concentração para despertar as forças de “Vril”. Haushofer era um estudante do mago russo e metafísico Gregor Ivanovich Gurdyev (George Gurdjieff).

Gurdjeiff e Haushofer sustentaram que eles mantinham contactos com secretas lojas tibetanas que possuiam o segredo do Super-homem. A loja incluia Hitler, Alfred Rosenberg, Himmler, Goring e o subsequente médico pessoal de Hitler, Dr. Morell. Era também sabido que Aleister Crowley e Gurdjieff tinham contacto com Hitler. Os não usuais poderes de sugestão de Hitler se tornam mais compreensíveis se temos em mente que ele tinha acesso a secretas técnicas psicológicas das lojas esotéricas. Haushofer ensinou a ele as técnicas de Gurdjieff que, por sua vez, eram baseadas nos ensinamentos dos sufis e dos lamas tibetanos – e o familiarizou com o ensinamento Zen da sociedade japonesa do Dragão Verde.

Na segunda metade do século anterior, pistas intrigantes sobre os secretos ensinamentos tibetanos tinham sido trazidas para o ocidente por Helena Blavatsky, que afirmava iniciação pelas mãos dos próprios lamas.

Blavatsky ensinava que seus Mestres Ocultos e Chefes Secretos tinham uma residência terrena na região do HIMALAIA.

Tão logo o movimento nazista teve fundos suficientes, começou a organizar um número de expedições ao Tibet e elas se sucediam praticamente sem interrupção até 1943. Uma das expressões mais tangíveis do interesse nazista no Tibet foi a adoção do partido de seu símbolo mais profundo e místico – a suástica.

A suástica é um dos símbolos mais antigos da humanidade, e exceto a cruz e o círculo, provavelmente o mais amplamente distribuído. É mostrado em fragmentos de cerâmica da Grécia datando do século VIII AC. Foi usada no Egito antigo, Índia e China. Os índios Navaho da América do Norte tem um tradicional padrão de suástica. Os feiticeiros árabe-islâmicos a utilizaram. Em tempos mais recentes, ela foi incorporada a bandeiras de certos Estados Bálticos.

A idéia para o uso da suástica pelos nazista veio de um dentista chamado Dr. Friedrich Krohn que era membro de uma ordem secreta alemã. Krohn produziu o desenho da forma atual na qual os nazistas vieram a utilizar o símbolo, que é revertida, girando na direção anti ponteiros do relogío. Os budistas sempre tem acreditado que este símbolo atraia sorte.

A palavra em sânscrito ‘suástica” significa boa fortuna e bem estar. Segundo a lenda cabalística e a teoria oculta, a força caótica pode ser evocada ao reverter o símbolo. E é o símbolo que apareceu na bandeira nazista e na insígnia do partido nazista, uma indicação para aqueles que tem olhos para verem, como a natureza oculta do Terceiro Third Reich.

– O Desconhecido Hitler Wulf Schwartzwaller

Sociedade Vril

Em novembro de 1996 recebi um vídeo sobre a Alemanha pré e pós Segunda Guerra Mundial e de uma organização secreta chamada Vril cujo nome é ligado a linhas de tempo atlante e uma de suas linguagens é composta de sons e cliques. O video mencionou que na Alemanha na virada do século e particularmente depois da Primeira Guerra Mundial, muitas sociedades secretas se desenvolveram. Um destes grupos era a Sociedade Vril.

Em 1917 quatro membros da Sociedade Vril se encontraram em um café em Viena. Havia uma mulher e três homens. A mulher era uma médium espiritual. Eles se encontraram sob um véu de mistério e segredo. Eles discutiram revelações secretas, a vinda de uma nova era, a Lança do Destino, a pedra negro violeta mágica, e fazer contacto com povos antigos de mundos distantes. Sua fonte de poder era o Sol Negro, um raio infinito de luz, o qual, embora invisível ao olho humano, existe na anti-matéria. O emblema da Vril se tornou o Sol Negro, uma filosofia secreta com milhares de anos de idade que forneceu a fundação na qual os praticantes ocultos do Terceiro Reich mais tarde se construiram. O símbolo do Sol Negro pode ser encontrado em muitos lugares de veneração assírios e babilônios. Eles apresentam um Sol Negro – a luz interna da cabeça do deus em forma de uma cruz. Isto não era muito diferente da Cruz dos Cavaleiros Alemães.

A mulher alegadamente canalizava a informação de alienígenas; depois que a Sociedade Thule foi criada, eles foram construir algo chamado Máquina Vril. Isto alegadamente era uma máquina de viagem no tempo interdimensional em forma de disco. Seu primeiro vôo alegadamente foi em 1934.

Grande parte do trabalho deles foi realizado na Floresta Negra. Os membros da Sociedade Thule foram alegadamente o primeiro grupo a tentar a engenharia reversa de uma espaçonave extraterrestre. “Um escritor alemão, John Von Helsing, descreve a descoberta de um disco acidentado na Floresta Negra em 1936 e diz que esta tecnologia foi tirada e combinada com a informação da Sociedade Vril que a tinha recebido por meio de canalização e foi feita em um projeto posterior chamado Haunebu.

O historia alemão de aeronaves Henry Stevens afirma, “Haunebu foi alegadamente o primeiro grande disco voador desenvolvido na Alemanha. Segundo os planos alegadamente obtidos dos arquivos classificados das SS, o Haunebu 1 tinha aproximadamente 75 pés de diâmetro e provavelmente decolou pela primeira vez em agosto de 1939, uma poucas semanas antes de começar a Segunda Guerra Mundial. “The Coming Race” (título original), foi reimpresso como “Vril: O Poder da Raça Futura”; é uma novela publicada em 1870 por Edward Bulwer-Lytton. A novela é um exemplo inicial de ficção científica, algumas vezes citada como a primeira neste gênero. Contudo, muitos leitores iniciais acreditaram que sua narrativa de uma raça mestre superior e subterrânea e que a forma de energia chamada Vril era acurada, na extensão que alguns teosofistas aceitaram o livro como verdade. Sobretudo, desde 1960, há uma teoria da conspiração sobre a Sociedade Vril.

As origens da versão nazista da teoria da raça mestre foram no século XIX teorias raciais do Conde Arthur de Gobineau, que argumentou que as culturas se degeneram quando raças distintas se misturam. Naquele tempo era acreditado que os povos do sul europeu eram racialmente misturados com os mouros não europeus de através do mar Meiterrâneo, enquanto os europeus do norte permaneciam puros. Proponentes da teoria nórdica posteriormente argumentaram que os povos nórdicos tinham desenvolvido tenacidade inata e determinação devido ao clima duro e desafiador no qual eles evoluiram. Assim o ideal racial destes teóricos eram os indivíduos altos, louros e de olhos azuis de aparência nórdica.

O filósofo alemão Arthur Schopenhauer foi um dos proponestes iniciais da teoria apresentando um modelo racial hierárquico da história, atribuindo a primazia da civilização as “raças brancas” que ganharam sua sensibilidade e inteligência pelo refinamento no rigoroso Norte.

A mais alta civilização e cultura, fora os antigos hindus e egípcios, são encontrados exclusivamente entre as raças brancas; e até mesmo com muitas pessoas escuras, a classe regente desta raça é mais clara na cor que as restantes e tem, portanto, evidentenmente emigrado, por exemplo, os Bramas, os Incas e os regentes das ilhas dos Mares do Sul. Tudo isto é devido ao fato que a necessidade é a mãe da invenção porque aquelas tribos migraram inicialmente para o norte e então gradualmente se tornaram brancas, tinham que desenvolver todos os seus poderes intelectuais e investir e aperfeiçoar todas as artes em sua luta com a necessidade, vontade e miséria, que em suas muitas formas foram trazidas pelo clima. Isto eles tinham que fazer para compor a parcimônia da natureza e tudo isto veio de sua alta civilização.

Não obstante, tais teóricos geralmente aceitavam que a variedade considerável de cor de cabelos e olhos existia até mesmo dentro das categorias raciais que eles reconheceram. Contrário ao mito popular, os nazistas não discriminavam entre os alemães que não eram louros de olhos azuis ou tinham apenas uma das características. Adolf Hitler e a maioria dos oficiais nazistas [sem mencionar a maioria dos alemães daquele tempo] tinham cabelos escuros e eram considerados ‘arianos”.

A postulada superioridade destes povos era dito torna-los líderes inatos, ou uma raça mestre. Outros autores, incluindo Guido von List (e seu associado Lanz von Liebenfels) e o teórico racial britânico Houston Stewart Chamberlain, todos os quais sentiam que a raça branca e os povos germânicos eram superiores a outros, e que dado a purificação da raça branca e do povo alemão das raças que estavam “poluindo” isto, uma nova era milenar do bons homens arianos chegaria.

O termo ariano deriva de povos antigos que viveram no Irã e no Vale Indus. Seguindo as idéias de Gobineau e outros, o teórico nazista Alfred Rosenberg afirmou que eles eram guerreiros dinâmicos que se originaram no clima do norte e de lá emigraram para o sul, eventualmente alcançando a Índia. Supostamente eles eram os ancestrais das antigas tribos germânicas, que partilhavam seus valores guerreiros. Construindo de Nietzsche, que declarou que “que é bem em ordem que não possuimos religião de oprimidas raças arianas, porque isto é uma contradição: uma raça mestre ou está no topo ou é destruída”. (The Will to Power, 145), Rosenberg afirmou que a cristandade era uma moralidade escrava semítica-alienigena imprópria a uma raça mestra guerreira ariana e então apoiou uma mistura de aspectos de ensinamentos vedicos e zoroastrianos, junto com o paganismo europeu pré cristão, que ele considerava ser distintivamente de caráter ariano.

Na Alemanha nazista, o casamento de um ariano com um “Untermensch” era proibido. Para manter a pureza da raça mestra alemã, a eugenia era praticada. Para eliminar cidadãos “defeituosos” o Programa de Eutanásia T-4 era administrado por Karl Brandt para livrar o país de pessoas mentalmente retardadas ou aqueles nascidos com deficiências genéticas, bem como aqueles condenados como inferiores racialmente. Adicionalmente, um programa de esterilização compulsória foi realizado e resultou em operações forçadas de centenas de milhares de indivíduos. Muitas destas políticas eram geralmente vistas estarem relacionadas ao que eventualmente veio a ser conhecido como Holocausto.

Os conceitos envolvidos nesta teoria da superioridade germânica são fortemente contestados. A maioria dos eruditos modernos não vêem ligação entre movimentos populacionais indo-europeus e as alegadas características raciais nórdicas.

Representações Fictícias

A ideologia da raça mestre ariana foi um pensamento comum entre o estrato educado e letrado do mundo ocidental até depois da Segunda Guerra Mundial. Tais teorias eram lugar comum na literatura de fantasia do início do século XX. Por exemplo, uma crença distinta do status da humanidade ariana como a raça mestre sublinha muitos dos trabalhos literários de fantasistas tais como H. P. Lovecraft e de Robert E. Howard. A mais famosa criação de Howard, Conan o Bárbaro, é suposto ter vivido entre a queda da Atlântida e a elevação dos filhos de Aria [isto é, os arianos]. Em sua história, ” Wings In The Night”, Howard também escreveu,

Os antigos impérios caem, as pessoas de pele escura esmaecem e até mesmo os demônios da antiguidade agarram seus últimos momentos , mas acima de tudo permanecem os bárbaros arianos, de pele branca, olhos frios, dominantes, os supremos homens combatentes da Terra.

Em outros casos, conquanto a frase “raça mestre” seja raramente utilizada, o tratamento desumano e bárbaro daqueles que não pertencem a esta raça mestre nos fascismos ficticios parecem implicar que tal ideologia esteja presente. A Dominação de Draca de S.M. Stirling é um imperio fictício que é explicitamente baseado no conceito da raça mestre. Depois da Primeira Guerra Mundial, no universo de Draka, os cidadãos de Draka adotam um ideologia que exige que toda a humanidade não Draka seja reduzida a uma escravidão absoluta. Os Escolhidos, das séries gerais anteriores de Stirling (que sem duvida inspiraram o Draka) retrata talvez uma visão mais realista do conceito da raça mestre, incluindo as consequências de uma tal política em uma sociedade. Os Escolhidos, que tratam as outras pessas com desprezo, as chamando de animais, são eventualmente destruídos por seus próprios escravos, o mais baixo entre os inferiores, a despeito das armas superiores dos Escolhidos, treinamento e séculos de cruzamento eugênico. A ficção fascista “Freedom Party” que governa os Estados Confederados da América na série do Império Americano de Harry Turtledove também ecoa o conceito.

O filme de James Bond, “Moonraker”, é uma outra narrativa fictícia de uma raça mestre – o vilão megalomaníaco é como Adolf Hitler, Sir Hugo Drax, pré selecionou um grupo diverso de astronautas treinados para se tornarem os progenitores de uma raça mestre que repopularia a Terra depois que o planeta fosse dizimado por um gás nervoso. Idéias similares são exploradas na ficção científica. Um episódio da série X-Files é intitulado Herrenvolk. Ele apresenta a história de cientistas nazistas salvos pelos americanos depois da guerra, durante a Operação Paperclip e suas ligações com alienígenas que os levaram a com sucesso criar uma raça superior de híbridos alienigenas/humanos. Similarmente, em “The Other Side”, um episódio de Stargate SG-1, os Eurondans são retratados como os supremacistas brancos que criaram uma população purificada de tipo nórdico, planejando aniquilar os outros povos, a que eles se referem como “cruzadores” por causa de seu cruzamento indiscriminado, em rejeição a eugenia.

Published in: on agosto 2, 2008 at 3:39 pm  Comments (8)  
Tags: , , ,

Consequências Mortais do Eco-imperialismo

AS Consequências Mortais do Eco-imperialismo

de Steven Milloy
Ciencia espúria de Fox New
Dezembro de 2003

A burocracia do aquecimento global da ONU está se encontrando [de férias?] em Milão, nesta semana, para ponderar como reviver o problemático tratado internacional do aquecimento global, conhecido como Protocolo de Quioto. Esta semana os noticiários trouxeram que a Rússia pode dizer “não” ao tratado todo e selar sua condenação.

“Um certo número de perguntas tem sido apresentadas sobre a ligação entre o dióxido de carbono e a mudança climática que não parece ser convincente e claramente estabelece sérias quebras no crescimento econômico que não parecem ser justificadas”, disse um auxiliar do Presidente russo Vladimir Putin.

As desvantagens científicas e econômicas são excelentes razões para rejeitar isto. Uma outra razão que não é mencionada muito frequentemente, contudo, está exposta de modo compelente por Paul Driessen em seu novo livro, “Eco-imperialismo: O Poder Verde e a Morte Negra.”

Driessen, um companheiro fellow da Fundação de Pesquisa Econômica Atlas e um antigo membro do Sierra Club e Crescimento Zero da População, revela como é ideológico o movimento ambiental – essencialmente composto por americanos e europeus ricos e de tendência esquerdista – quer impor suas opiniões a bilhões de latino americanos, asiáticos e africanos pobres.

O Eco-imperialismo viola os mais básicos direitos humanos destas pessoas, sustenta Driessen, e nega a elas oportunidades econômicas, a chance de vidas melhores e o direito de livrar seus países de doenças que já foram derrotadas a muito tempo atrás nos EUA e na Europa.

O ator de Hollywood e eco-imperialista Ed Begley, Jr., por exemplo, prega que “as duas formas mais abundantes de energia na Terra são a energia solar e eólica. Isto é muito mais barato para todo mundo na Africa ter a eletricidade da qual precisam, em suas cabanas”.

Drissen ressalta, todavia, que enquanto os painéis solares seriam um melhor melhoramento das condições atuais em muitas áreas do Terceiro Mundo, eles são muito similares a um band-aid para desenvolver a deficiência crítica elétrica mundial.

“Elas não podem possivelmente fornecer energia suficiente para qualquer coisa mais que as necessidades básicas, e a eletricidade fotovoltaica de grande escala é muito mais cara do que aquela produzida por carvão, gás natural, fábricas nucleares e usinas hidrelétricas. A energia eólica tem as mesmas deficiências. Para os paises empobrecidos onde uns poucos tem acesso a eletricidade, estas não são considerações vazias”, escreve Driessen.

O movimento ambiental “tem repetidamente usado a alegada ameaça de uma eco-catástrofe global – isto é, o aquecimento global -, para superar os desejos das pessoas que mais desesperadamente precisam de energia e progresso”, ele acrescenta.

Na província hindu de Gujarat, um projeto de represa foi parado por eco-ativistas que pressionaram as agências internacionais de empréstimo para retirar o apoio financeiro. A represa tinha que ser parada porque “ao mudar o caminho do rio, mataria pequenas criaturas ao longo de seus bancos e desarragairia um povo tribal na área”, disse uma eco-ativista orgulhosamente enfatizada.

“O povo local tribal, contudo, não pareceu apreciar a intervenção dela,” oferece Driessan. “Um residente zangadamente chamou o trabalho dos ativistas de crime contra a humanidade, porque o projeto teria fornecido eletricidade para 5.000 vilas; energia renovável de baixo custo para indústrias e usinas de tratamento de esgoto; irrigação para as plantações, a água potável para 35 milhões de pessoas.”

O livro de Driessen não está limitado ao aquecimento global e os problemas de energia do Terceiro Mundo. O capítulo “Mosquitos Sustentáveis – Pessoais Descartáveis”, descreve a tragédia em andamento da cruzada eco-ativista contra o DDT.

“Nosa família e comunidade está sofrendo e morrendo de malária, e europeus e ambientalistas demais só falam em proteger o ambiente”, diz uma mulher de negócios de 34 anos em Uganda, com malária. “Mas e quanto as pessoas? Os mosquitos estão por todos os lugares. Você pensa que está seguro e não está. Europeus e Americanos podem se proteger da malária e pesticidas. Mas nós não podemos”, ela acrescentou.

A mulher ugandense é apenas uma de mais de 300 milhões de vítimas anuais de malária no Terceiro Mundo. Entre 2 a 3 milhões morrem a cada ano. “Mais da metade das vítimas são crianças, que morrem a taxa de duas por minuto ou 3.000 por dia – o equivalente a 80 onibus escolares completamente lotados caindo de um penhasco a cada dia do ano”, explica Driessen.

A despeito da história de terror para a saúde em andamento, o Programa Ambiental da ONU, Banco Mundial, Greenpeace, Rede de Ação Pesticida, Fundo Mundial da Vida Selvagem, Médicos pela Responsabilidade Social e outros grupos eco-imperalistas se opõem ao uso do DDT – a única solução prática para a crise da malária. A atitude perturbadora dos eco-imperialistas em relação ao Terceiro Mundo talvez seja ainda mais assustadora como descrito por Robert S. Desowitz em um livro imperdível, “The Malaria Capers,” (W.W. Norton, 1991).

Desowitz relata que um funcionário da Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional chamado Edwin Cohn como tendo dito, “O Terceiro Mundo não necessitou de uma força de trabalho saudável porque há um excesso de tralhadores; é melhor que algumas pessoas fiquem doentes com a malária e dissemine as oportunidades de trabalho ao redor.”. Até mesmo mais bruscamente, Cohn relatadamente disse que as pessoas no Terceiro Mundo eram melhor mortas do que vivas e se reproduzindo tumultuadamente.”

Não deve haver dúvida, então, sobre o sub-título o eco-imperialismo: Poder Verde de fato significa Morte Negra.

Steven Milloy é o publicante de JunkScience.com, um erudito adjunto do Instituto Cato e autor de “Junk Science Judo: Self-defense Against Health Scares and Scams” (Cato Institute, 2001).

“O movimento ambiental que ajudei a fundar tem perdido sua objetividade, moralidade e humanidade. A dor e o sofrimento que isto está inflingindo a famílias nos países em desenvolvimento não devem mais ser tolerados por muito tempo. Este é o primeiro livro que tenho visto que conta a verdade e permanece na linha. é muito importante que ele seja lido por qualquer um que se importa com as pessoas e o progresso em nosso planeta.” – Patrick Moore, Greenpeace co-fundador

“Paul Driessen tem nos dado uma surpreendente força. Ele explora um dos problemas mais complexos de hoje: a demanda rica sensitiva ambientalmente exigindo que os pobres do Terceiro Mundo se auto alimentem, resolvendo seus problemas de saúde, e tomando seu lugar de direito entre os povos prósperos da Terra. O Eco-imperialismo fornece uma munição intelectual aterrorizante e é claramente escrita. É muito absorvente de se ler”. – Rabbi Daniel Lapin, Toward Tradition

“Os países em desenvolvimento precisam se libertar para tomar suas próprias decisões de como melhorar as vidas de seu povo. Os ativistas que nunca tiveram que se preocupar sobre inanição, malária e simples sobrevivência não tem direito de impor seus medos, preconceitos e ideologias aos pobres do mundo. Esta é a mensagem central deste livro. É uma mensagem que precisa ser amplamente disseminada”. – CS Prakash, Professor of plant genetics, Tuskegee University

“Tem chegado o tempo de manter estes radicais nos padrões civilizados de comportamento, acabar com a tolerância de suas políticas letais, e exigir que eles sejam responsabilizados pelos excessos deles, e a pobreza, doença e morte que eles tem inflingido aos pobres e indefesos. O eco-imperialismo é um começo excelente. Driessen faz um trabalho de mestre ao desnudar o manto de virtude dos radicais, dissecando suas falsas afirmações e exigindo deles os padrões morais e éticos que eles há muito tem exigido de todo mundo, exceto eles próprios. E ele faz isto com humor, ultraje e paixão. E sempre sem despedaçar quaisquer murros. Cada cidadão preocupado e fazedor de política deve ler este livro. Os ambientalistas o odiarão. As massas destituídas do mundo o amarão. E todo mundo será desafiado por ele a reeexaminar suas crenças e as afirmações da instiuição ambiental.” – Niger Innis, National Spokesman, Congress of Racial Equality (de sua introdução ao Eco-Imperialismo)

“Paul Driessen forçadamente faz o caso que o movimento ambientalista tem sido desnecessariamente anti-humano. O real desafio moral e técnico é salvar tanto o planea quanto as pessoas, e nos tem sido dados talentos intelectuais e societários para fazer isto. Esperançosamente, com o aumento da população mundial agora terminando, nós seremos livres para novamente sermos humanos” – Dennis Avery, Hudson Institute, autor de Saving the Planet With Pesticides and Plastic

“O mundo em desenvolvimento está se desenvolvendo! Como um sul-africano vivendo e trabalhando na África do Sul, vejo a cada dia a interação entre entre os negócios corporativos internacionais, modernos e avançados e o mundo do povo transicional rural se movendo para o desenvolvimento de uma existência em uma cabana de grama. Este processo é complexo e algumas pessoas do Primeiro Mundo estão propagando suas próprias agendas extremamente pessoais para ‘salvar o mundo’ frequentemente causando mais dano as economias em desenvolvimento do que uma sociedade que genuinamente se importa entende. Paul Driessen tem feito um trabalho soberbo de ver a imagem do nosso lado do oceano. Um país em desenvolvimento não precisa da opressão ideológica do Primeiro Mundo. Ele precisa se desenvolver na direção de suas próprias metas por meios de seu auto-respeito. Driessen deixa isto claro, com fatos e imagens temperadas de paixão e humor.” – Kelvin Kemm PhD, CEO: Stratek Business Strategy Consultants, Pretoria, South Africa.

“O Eco-Imperialismo: Poder Verde – Morte Negra é uma crítica sem barreiras ao que o autor chama de ‘ambientalismo ideologico”. Mas diferente dos outros livros, este livro desafia os eco-ativistas no que agora tem sido a fonte primária da força deles: a clara avaliação que eles representam tudo que é nobre, ético, socialmente responsável e sustentável, como até mesmo ordenado por Deus. Raramente poupando palavras Driessen demonstra que “longe de ser moral” as radicais políticas verdes, os princípios de táticas de pressão que perpetuam a pobreza, a miséria, a doença e a morte prematura de centenas de milhões de pessoas.” – Alan Caruba, National Anxiety Center, autor de Warning Signs

“Exatamente como os grupos ambientais tem bloqueado a apropriada diminuição das florestas e contribuído para os incêndios devastadores na Califórnia, os grupos também tem desempenhado um papel dominante em negar acesso aos instrumentos básicos de proteger e melhorar as vidas das pessoas mais pobres do mundo nos países em desenvolvimento. A cumplicidade e as consequências devastadoras das ações ambientais das ONGs são clara e precisamente documentadas no livro de Paul Driessen. Driessen está absolutamente correto em sua avaliação que as ações dos grupos ambientais não são submetidas a qualquer padrão de acurácia científica, comportamento ético, lei e governo. Os grupos ambientais tomam seu modelo de ação social/politico do modo do ativismo ambiental das décadas de 1960 e 1970, quando as afirmações mais selvagens de dano ambiental eram aceitas sem análise crítica. Esta abordagem do ativismo ambiental aborda grandes mudanças. Algumas são boas, mas outras estão devastadoramente erradas. A história do DDT é um exemplo de ativismo ambiental levado a consequências extremas e horríveis. O modelo do ativismo ambiental consiste em fabricações, uso seletivo ou claro mau uso da ciência, das ações legais, a intimidação dos cientistas e das corporações, a desobediência civil e uma convicção absoluta que todos os métodos encobertos e não éticos, política eram justificados para obter o bem maior. O mesmo modelo é usado hoje até mesmo na medida em que as consequências terríveis das ações ambientais se tornam crescentemente aparentes. Driessen está correto. Já é tempo que as organizações ambientais tenham que manter padrões já exigidos das corporações não lucrativas; que são conduta ética, respeito pela acurácia científica, responsabilidade e transparência.” – Donald R. Roberts, PhD, professor de saúde pública tropical.

“Driessen clara e talentosamente mostra como muitas afirmações falsas dos verdes se tornam política de governo no Primeiro Mundo. Em essência, a mensagem do eco-imperialismo é: é tempo que os negócios parem de estar tão atemorizados do extremismo verde que eles sentem como ser-mais-verde-que- você, e pedir desculpas por fazer negócios. Os negócios devem ser socialmente responsáveis e sob nenhuma circunstância deve ter uma atitude de quem não importa com o ambiente. Mas isto não pode ser a paranóia extrema entre o público, e Driessen claramente diz que os governos do Primeiro Mundo e diretorias de companhias não podem sacrificar vidas negras no interesse de promover uma correta imagem verde.” – Green & Gold Forum, Pretoria, South Africa

Published in: on julho 5, 2008 at 2:35 pm  Deixe um comentário  
Tags: , ,

Eugenia e Ambientalismo

Eugenia e Ambientalismo: para controle da qualidade e controle da quantidade

Old-Thinker News

30 de abril de 2008

A eugenia tem esmaecido com o tempo ou a pseudo ciência tem se transformado e ocultado sob novos auspícios? Alguns dos originais fundadores do controle da população eram eles próprios eugenistas? Como e quanto os eugenistas mudaram da era dos ideais de Galton para o controle Malthusiano da população? A história da eugenia é incrivelmente detalhada e extensa, mas certas matérias que não recebem tanta atenção quanto outras. Este artigo tenta responder estas perguntas e fornecer uma perspectiva mais ampla sobre estes assuntos importantes.

Do Controle da Qualidade para o Controle da Quantidade

Conquanto haja exemplos de eugenia ainda em prática em sua forma anterior a Segunda Guerra Mundial, os eugenistas foram forçados a escalar de volta a retórica e reestruturar as idéias deles depois da Segunda Guerra Mundial. As ações de Hitler embaraçaram os eugenistas na América o suficiente para que eles, ao menos publicamente, mudassem suas idéias.

A China atualmente tem as leis de eugenia da era de Galton em leis, onde somente pares pré aprovados podem casar e ter filhos. A Lei da República Popular da China sobre Cuidado de Saúde Maternal e Infantil declara que se os aprovados casais têm crianças condenadas a serem inferiores, eles tem que ser terminados.

Os EUA foram os primeiros a aprovarem leis de esterilização eugenica no Estado de Indiana em 1907. Em meados da década de 1930, 34 Estados haviam aprovado leis de esterilização obrigatória. Muitas das leis permaneceram ativas até 1974. A eugenia que oficialmente havia terminado, ainda permaneceu.

O Dr. David C. Reardon tem documentado a mudança no controle da população entre os eugenistas no capítulo cinco de seu trabalho em progresso, “A Conexão Eugênica: Formadores da Humanidade”. Ele escreve a respeito de suas práticas eugenicas anteriores nos EUA,

“Durante á década de 1930, a eugenia alcançou a altura de sua popularidade na America antes da Segunda Grande Guerra. Foi durante este período, quando o poder político era maior, que os eugenistas e os neo-Mathusianos se tornaram crescentemente radicais em suas demandas de eliminar os inapropriados, que eles chamavam de “uma raça de miseráveis crônicos, uma raça parasita para a comunidade”. As armas eugenicas a serem usadas nesta “guerra entre raças” eram crescentemente coercivas e destrutivas. Em 1932, no Terceiro Congresso Internacional de Eugenia na cidade de Nova Iorque, foram feitas propostas para evitar ‘a posterior diluição do conjunto genético americano” por aqueles que possuiam “genes inferiores” por meio da segregação, esterilização, controle da natalidade, aborto e até mesmo infanticídio”.

Reardon então documenta o descrédito da eugenia e a diminuição do tom da retórica vindo de seus apoiadores. Um dos fatores citados por Reardon que desestimulou o entusiasmo foi o alvejar as classes superiores para esterilização devido ao seu destronamento financeiro por causa da Grande Depressão. Reardon escreve,

“Repentinamente, muitos daqueles nas classes média e superior, que anteriormente julgaram a inapropriedade hereditária em base da pobreza econômica agora se viam empobrecidos. Estes “novos pobres” temiam que a seleção dos “impróprios” pudesssem ser confundida. Encontrando-se como a “aristocracia dos impróprios” pelos eugenistas, eles temiam que pudesem ser aqueles que sofressem a esterilização compulsória, não apenas os “verdadeiramente impróprios”.

James Lovelock, um proeminente ativista ambiental, recentemente fez manchetes com seus comentários nos quais ele chama uma iminente calamidade ambiental. Interessantemente, Lovelock afirmou que o mundo enfrenta uma crise ambiental grandemente trazida pela superpopulação na qual ele gostaria de ver que apenas “os melhores de nossa espécie’ sobrevivessem.

Isto nos trouxe uma era pós Segunda Guerra da eugenia. Os eugenistas que ainda sustentam os princípios desacreditados da eugenia, agora anexam estas idéias ao ambientalismo e ao controle da população em uma tentativa de levar adiante a eugenia de uma forma mais velada. O controle malthusiano da população agora foi enfatizado.

Os Rockefellers e os Osborns

Um ponto importante a ser estabelecido quando cobrindo estes asuntos é que as mesmas famílias que tinham anteriormente custeado e popularizado a eugenia na América antes da Segunda Guerra Mundial, mudaram seus recursos para custear e promover a redução da população e o controle depois da Segunda Guerra Mundial.

Várias famílias importantes são responsáveis por custear e promover a eugenia na América, principalmente as famílias Rockefeller, Carnegie, Harriman e Osborn. Duas famílias, os Rockefellers e os Osborns, são particularmente significativas. John D. Rockefeller Sr. contribuiu com uma grande quantidade de dinheiro para a construção do Laboratório da Baia de Cold Spring no início dos anos de 1900, que abrigou o Escritório de Registros Eugenicos de 1910-1944.

A influência de Rockefeller também se espalhou além mar para a Alemanha, onde o Instituto de Psiquiatria Kaiser Wilhelm para Eugenia, Antropologia e Hereditariedade Humana residiu. Grande parte do dinheiro para manter estas instalações vieram de Rockefeller.

Estes institutos se tornaram centros dos programas nazistas de eugenia durante o “reinado” de Adolf Hitler.

A influência da família Rockefeller continuou em 1945 quando John D. Rockefeller Jr. doou terra para a construção da ONU na cidade de Nova Iorque. A ONU desempenha um papel importante no controle mundial da população, um asunto que brevemente abordaremos.

Em 1952, John D. Rockefeller III, o filho mais velho de Rockefeller Jr., criou o Conselho da População. A organização declarou que o objetivo era buscar “…uma melhor compreensão dos problemas relacionados a população”. O primeiro presidente do Conselho foi Frederick Henry Osborn, que foi indicado pelo próprio John D. Rockefeller.

Osborn era um eugenista proeminente que ajudou a fundar a Sociedade Americana de Eugenia, agora chamada Sociedade para o Estudo da Biologia Social. Osborn chefiou o AES de 1946-1952, quando começou a colocar maior ênfase no controle da população, asinalando a mudança dos eugenistas pós segunda guerra.

Osborn escreveu em seu livro de 1968 ‘O Futuro da Hereditariedade Humana’ que “as metas da eugenia são mais provevelmente alcançadas sob um outro nome, diferente de eugenia”. O sobrinho de Frederick Henry Osborn, Henry Fairfield Osborn, carregou o bandeira do controle da população. Seu livro de 1948, “Nosso Planeta Saqueado” cobre muitas matérias que são atribuidas hoje aos ambientalistas. Osborn afirmava no livro que a super população destruirá o planeta e que medidas drástica devem ser tomadas para reprimir o crescimento da população. Ele toma um momento para refletir sobre a natureza bárbara de sua proposta sublinhada, mas afirma que isto terá que ser feito. Ele escreve,

“De fato, como todos sabemos, há dias momentosos e muitas coisas podem acontecer para controlar o crescimento da população, até mesmo incluindo o uso devastador de bombas atômicas em uma nova guerra. É difícl ajustar na mente de alguém a possibilidade que as atuais negociações ente as nações podem falhar em prevenir uma tal bárbara negativa da existência de direitos humanos, e que o problema de se pressionar as populações crescentes – talvez o mair problema encaracado pela humanidade hoje – não podem ser resolvidos hoje de modo que seja consistente com a humanidade.”

Steven C. Rockefeller, um membro da quarta geração da família, tem permanecido dedicado a história familiar de filantropia e promoção de controle da população. Ele desempenhou um papel principal na escita da Carta da Terra da ONU, e presidiu o Comitê Internacional de Delineamento da Carta da Terra de 1997 e 2000. Ele atualmente é membro da Comissão da Carta da Terra. Ecoando escritos passados de Osborn e outros, ele declarou em uma entrevista na Universidade Tilburg na Holanda que,

“Terceiro, a Carta da Terra reconhece que o aumento dramático da população humana está colocando grande pressão sobre a elasticidade dos sistema ecológicos e tem sobrecarregado sistemas sociais e econômicos”

A própria Carta da Terra diz, “um aumento sem precedentes na população humana está sobrecarregando os sistemas sociais e ecológicos. As fundações da segurança global estão ameaçadas. Estas tendências são perigosas mas não inevitáveis.”

Outros envolvidos na mudança pós Segunda Guerra Mundial

Antes de olharmos os exemplos recentes da redução da população sendo fundados e realizados, há outros indivíduos proeminentes que desempenharam um papel importante nesta mudança da eugenia para controle da população. Frank Notestein era um dos mais proeminentes indivíduos que fizeram o estudo da população ser uma prática institucional. A biografia dele resume sua numerosa afiliação, que inclue a Sociedade Americana de Eugenia.

“Ele foi um membro da Sociedade Americana de Eugenia, da Sociedade Americana de Filsofia, do Conselho das Relações Exteriores [CFR], do Instituto Interacional Estatístico, da União Internacional para Estudo Científico da População, da Associação de População da América e da Associação Century.”

Notestein também serviu como presidente do Conselho de População de John D. Rockefeller depois que Frederick Osborn saiu. Ele também foi o primeiro diretor da Divisão de População da ONU de 1946-1948. Em um trabalho escrito em 1969 por Notestein intitulado “O Problema do Controle da População”, ele ressaltou uma estratégia para depopular as populações alvo. Notestein admite que a modernização econômica “…traria para baixo automaticamente a taxa de natalidade”. Contudo, ele continua para afirmar que medidas mais dramáticas devem ser tomadas por causa que na sua opinião este método não seria suficientemente rápido. Ele escreve,

“Dado as existentes preferências no tamanho da família, os governos devem ir além do planejamento familiar voluntário. Para obter uma taxa de crescimento zero do crescimento da população, os governos terão que fazer mais do que persuadir; eles terão que coagir.” … ‘para impor mudanças mais drásticas em grande escala, implica em muitos riscos, não menos para o regime que as executa. O preço para este tipo de controle da população pode muito bem ser a instituição de um regime totalitário.”

Um outro indivíduo, Guy Irving Burch, que escreveu para a publicação da Revisão do Controle da População de Margaret Sanger, também desempenhou um papel chave. O livro de Burch de 1947, “Procriação Humana e Sobrevivência” combina as idéias de ambos, o controle da populaçao e a eugenia. Ele escreve,

“Parece que a ONU precisa fazer é recomendar a todas as nações que a adoção de leis que levarão a esterilização de todas as pessoas que são inadequadas, biologicamente ou socialmente, e encorajar a esterilização voluntária de pessoas normais que tem tido sua pare de filhos.”

Burch descreveu planos para atingir “as metas de paz” e os objetivos de segurança nacional por meio do controle da população. Argumentos similares e propostas são feitas em 1974, no Estudo de Segurança Nacional do Memorando 200 de Henry Kissinger, que foi influenciado pela Real Comissão sobre População de 1944. Burch afirma que, “… se voluntariamente formos manter o foco na paternidade indesejável… então a esterilização pode desempenhar uma parte maior no atingimento das metas de paz…”

Richard C. Reardon escreve novamente em seu trabalho em progresso Conexão Eugenica”, a respeito de Burch, apontando a mudança da era eugenica de Galton para o controle malthusiano da população,

“As idéias de Galton estavam se tornando impopulares, e assim as idéias de Malthus precisavam ser ressaltadas. Se o público não pode ser levado a acreditar na necissade do controle da quantidade, eles novamente aceitariam sua extensão lógica – o controle da qualidade. Assim em 1940, enquanto servia como diretor deseu Escritório de Referência de População e o editor de seu Boletim da População, Burch ajudou a fundar um outro “front de população” para os eugenisas – a Associação de Populaçao da América.

Operações de Redução da População Hoje

Em 1989 a pesquisa era conduzida pelo Instituto Nacional de Imunologia em New Delhi, Índia sobre o uso de transportadores tais como o toxóide tetânico e a difteria para contornar o sistema imunológico e entregar o hormônio feminino chamado gondotrofina coriônica (hCG).O trabalho de pesquisa foi realizado na Imprensa da Universidade Oxford em 1990 e foi intitulado “Contornar por um transportador alternativo da não resposta adquirida para a hCG com repetida imunização com vacina conjugada a do tétano”. Conquanto a hCG seja necessária para manter a gravidez, a injeção da hCG ligada ao toxóide tetânico desencadeia uma resposta imunológica e assim causa a esterilização.

A pesquisa NII citada acima usadas em quatro mulheres como sujeitos testes – que haviam sido esterilizadas cirurgicamente antes do experimento – e descobriram que doses múltiplas da vacina contra o tétano como transporte do hCG era necessário para obter os resultados desejados. A pesquisa também descobriu que se um transportador alternativo tal como o da difteria fosse usado como um estimulador em combinação com o tétano, a vacina da esterilização seria mais eficaz. A Fundação Rockefeller e o Conselho da População são listados no documento como dando custeio para a pesquisa.

O documento do Memorando de Segurança Nacional 200 de Henry Kissinger de 1974 cita “Contraceptivos injetáveis para as mulheres” como um método possível de redução e controle populacional. A depopulação, como decarado no documento, deve ser buscada porque isto seria nos “… interesses econômicos dos EUA”.
“Seja como for, a diminuição da pressão populacional… pode aumentar as perspectivas para tal estabilidade, a política da população pode se tornar relevante para suprimentos de recursos e interesses econômicos nos EUA.”

Em 04 de novembro de 1996 a publicação “Vaccine Weekly” trouxe um arigo intitulado “Estudo Sugere que as Mulheres que Foram Injetadas com Vacina Anti-tetânica Contaminada”. O artigo detalha uma investigação que foi realizada pela Associação Médica Filipina na descoberta do hCG nas vacinas antitetânicas. Conquanto o artigo diga que as vacinas foram “contaminadas”, a Fundação Rockefeller custeou a pesquisa citada acima, o que indica que isto não é caso de contaminação. Como relatado,

“Tem as mulheres das Filipinas, e possivelmente de outros lugares, sido usadas como cobaias subrepticiamente em uma campanha internacional anti-fertilidade? Um estudo médico das Filipinas sugeriu que este pode bem ser o caso. Um estudo realizado pela Associação Médica Filipina em benefício do Departamento de Saúde revelou que quase 20% da amostragem da vacina anti-tetânica testou positivo para o hormônio humano gonadotrafica croniônica (hCG), segundo Vida Humana Internacional. As vacinas contendo o hormônio imunizam as mulhers não somente contra o tétano, mas também contra a gravidez ao induzir o sistema imunológico a atacar o hormônio necesário para levar a termo a gravidez”.

A Tailândia está cheia de histórias de abortos e esterilização. Segundo a população local de Akha, as mulheres grávidas são forçadas a receberem a vacina anti-tetânica para obterem careeiras de identidade para seus filhos. A vacinacação frequentemente resulta em violentos abortos. Em um video, Matthew McDaniel, um ativista de direitos humanos que tem estado trabalhando com a população feminina de Akha, na Tailândia, fala com duas mulheres de people de Akha sobre a vacina anti-tetânica e os abortos resultantes.

O atual foco mundial no aquecimento global nos leva a um outro ângulo das atuais operações de controle da população. A China tem impulsionado suas políticas de planejamento familiar para cortar suas emissões de CO2 para 1.3 bilhões de toneladas, assim cortando seu impacto no suposto aquecimento global causado pelo homem. As políticas de controle de população da China, frequentemente brutais, tem sido apoiadas pelo empreendimento dos Rockefellers. O Washington Post relatou em 12 de outubro de 2000 que a Fundação Rockefeller tem doado dois milhões de dólares para atualizar uma fábrica farmacêutica chinesa que produz a droga abortiva RU-486. O Washington Post relata,

“RU-486 tem sido um ingrediente chave na estratégia de controle populacional da China por anos. Dos estimados dez milhões de abortos realizados anualmente na China, aproximadamente metade é realizada com o RU-486, disse Gao Ersheng, diretor do Instituto de Paternidade Planejada de Xangai”

Ted Turner recentemente fez manchetes quando afirmou que as políticas “voluntárias de um só filho” devem ser adotadas mundialmente para lentificar o crescimento da população. “vamos estabilizar a população. Em base voluntária, todo mundo mundialmente tem que prometer a si mesmo que um ou dos filhos é tudo”.

Na Austrália tem sido feitas propostas de cobrar impostos de pais que tem mais de um filho, como foi relatado pelo noticiário do CNS,

“Ter bebês é mau para o planeta, e os pais de mais de dois filhos devem ser tributados com uma taxa por nascimento e um imposto anual para a equilibrar “os gases greenhouse” que seus filhos serão responsáveis por todo seu período de vida.

Ao mesmo tempo, aqueles que usam e prescrevem procedimentos contraceptivos e e de esterilização devem receber uma redução de impostos por tais serviços favoráveis a redução dos gases greenhouse que ajudam a manter o tamanho da população diminuindo”.

Em uma apresentação de 1994 perante o Conselho de Negócios da ONU, David Rockefeller, filho de John D. Rockefeller Jr., tomou a palavra sobre a superpopulação como uma ameaça ao ambiente. Rockefeller também disse que “… o crescimento econômico irrefreável oferece uma ameaça posterior ao nosso ambiente”.

O que você tem lido aqui é uma coleção de poucos dos maiores pontos em uma história que se expande. Hoje, o controle da população – e os correspondentes movimentos ambientais – cresceram da mudaça pós Segunda Guerra Mundial da eugenia para os programas Malthusianos. A linha que liga os eugenistas ao ambientalismo é inconfundível. A redução da população está sendo usada pela elite como uma arma de guerra contra a competição, uma garantia da dominação continuada.

O Fracasso das Plantações de Trigo Pode Ser Total

O Fracasso das Plantações de Trigo Pode Ser Total, Experts Avisam

quinta feira, 24 de abril de 2008 10:03 a.m. EDT

No topo dos registros do aumento de preço do arroz e milho pela demanda de etanol, o trigo agora está se enferrujando nos campos da África.

Os agentes temem perdas totais das plantações e o fungo, conhecido como Ug99, agora está se espalhando.

Os preços do trigo tem estado em ascendência nesta semana, no topo dos preços já altos e os contratos futuros também se elevam pelo pânico da compra.

Experts temem que o custo do pão logo deve seguir este caminho do arroz, o preço que tem desencadeado rebeliões em alguns países e fazendo com que países cortem as exportações.

David Kotok, presidente e chefe de investimento de Cumberland Advisors, disse que o fungo mortal, Puccinia graminis, agora está se espalhando para algumas áreas do globo onde “as perdas das plantações são esperadas alcançarem 100%”

As perdas na África já estão em 70%, disse Kotok.

“As perdas da economia esperadas causadas por estes fungo estão agora em muitos bilhões e crescendo. Pior, há um medo intensificado de exacerbadas carências de comida em países pobres e emergentes do mundo”, disse Kotok em uma nota de pesquisa aos investidores.

“As ramificações são sérias. As rebeliões por comida continuam a se expandir pelo mundo. Vimos as mais recentes em Johannesburg.

“Tanto quanto estes desassossegos estejam relacionados aos aumentos dos preços, a carência real ainda esta por vir”.

No mês passado cientistas se reuniram no Oriente Médio para determinar as medidas para rastrearem o progresso do fungo Ug99,que foi descoberto em 1999 em Uganda.

O fungo tem se espalhado de seu ponto inicial de surto na África para a Ásia, inclusive para o Irã e Paquistão. Os esporos do fungo se disseminam pelos ventos, segundo relatos das revistas científicas.

Segundo o Escritório de Alimentos e Agricultura (FAO) da ONU, aproximadamente 1/4 da colheita global mundial de trigo está atualmente ameaçada pelo fungo.

Enquanto isto, os estoques globais de trigo estão baixos como não visto desde a metade do século, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA.

Os cientistas temem que os esporos possam se espalhar pelo vento e alcancem os EUA, Canadá e Europa.

“Levará de cinco a oito anos para engenheirar geneticamente a resistência”, disse  Kotok. “Neste interim, a agricultura americana enfrenta um risco mais alto.”

Kotok está peocupado que os governos ao redor do globo estejam reagindo a crise – “que ele acredita ser uma grande ameaça, tão grande quanto a gripe aviária” -, inapropriadamente por baixar artificialmente os preços do trigo doméstico, e elevar as taxas de exportação do trigo.

William Gamble, presidente de Estratégias Emergentes de Mercado, fala a MoneyNews que os mecanismos artificiais podem ser tão culpados pela crise como qualquer outra coisa.

“20  países tem posto os alimentos sob controle de preço ou restrições para exportação”, diz Gamble .

“Outros tem restrito os mercados de futuro. É que os políticos estão interferindo nos mercados para se protegerem, e isto causa problemas.”

Money News.Com

Published in: on abril 27, 2008 at 3:15 pm  Deixe um comentário  
Tags: , , , ,

Gripe Aviária

O pavor da Gripe Aviária é Politicamente Programado.
Um Ensaio Político e um Aviso de Saúde Pública.

do Dr. Leonard Horowitz

Global Research, 12 se outubro de 2005
Tetrahedron

Sumário

O pavor da Gripe Aviária: Politicamente Programado para um “Iatrogenicídio” Global

Se a Gripe Aviária se tornar mais do que uma pandemia ameaçadora, ela o terá feito assim por projeto político e econômico. Esta tese é apoiada pela atual maciça distorção da media atual, lucrando com as vacinas arriscadas e sem valor, grosseiramente esquecida dos dados evidenciando anteriores pragas feitas pelo homem incluindo SARS, Vírus do Nilo Ocidental, AIDS e mais; a continuidade de estudos genéticos cruzando mais vírus mutantes da gripe prováveis de irromper em um surto, dentro dos escândalos internos do comércio envolvendo a pandemicamente experiente Casa Branca funcionários da indústria farmacêutica, curiosamente com a imunidade destas entidades farmacêuticas no século passado para o cumprimento da lei e exame profundo da media principal, juntamente com os publicados oficialmente objetivos depopulacionais. Com as revelações de asserções avançadas neste ponto, o público está de antemão avisado contra este assassinato em massa auxiliado pels médicos que é melhor chamado de “iatrogenicídio”. Esta imposição genocida é esperada servir principalmente aos objetivos depopulacionais econômicos e políticos.

Background

Em abril de 2003, um experimento social chamado SARS, dito ter chegado da Ásia, pesadamente atingiu  Toronto. Eu estava lá durante a maior parte desta ameaçadoramente prevista gripe asiática. Esta doença bizarra de tipo pneumonia recebeu o nome de Síndrome Respiratória Aguda Severa [SARS]. Foi dito tratar-se da mais recente ameaça na série de ataques contínuos sobre a humanidade de “supergermes” misteriosamente mutantes.

Um estudo cuidadoso das correlações médicas e cientificas deste “surto” revelou algo incorreto, muito mais insidioso do que a SARS. Criticamente considerei a reação da media de Toronto como qualquer expert de Harward treinado na ciência comportamental de persuação da media deva considerar. A aflição tinha todos os sinais de um experimento de novela social realizado pelos bioterroristas de colarinho branco.

Pareceu claro para mim que esta manipulação sem precedentes da população efetivamente doutrinou as massas em apoio a grandemente ineficaz, embora constante da legislação, resposta de saúde pública em resposta ao avanço da chegado do “the Big One.” Por meio da “fraude da SARS”, repetidas referências foram feitas a agentes biológicos que poderiam facilitar a dizimação de aproximadamente 1/3 da população mundial. Tendo intensivamente revisto a literatura política sobre controle de população e os objetivos contemporâneos das lideranças industrialistas globais, notei que estas previsões estão próximas de acompanharem os atuais objetivos oficiais de redução de população.

A resposta do Canadá a SARS em 2003 foi, pela primeira vez na história, dirigida pela ONU e pela OMS. Tendo revisto os íntimos laços financeiros e adminstrativos entre estas organizaçãoes, a família Rockefeller, a Fundação Carnegie, e as principais indústrias farmacêuticas mundiais, “a raposa”, em essência reinou sobre as galinhas do Canadá.

A verdade sobre as pragas incluem o fato que “nenhuma grande pandemia evoluiu divorciada de levante socio-político”. A SARS avançou a agenda política mais do que uma emergência de saúde pública. Se agentes de saúde pública ardentemente pretendessem evitar estas novas doenças emergentes, ou tratá-las com  sucesso em suas raízes, repito, eles estudariam suas óbvias origens da arena da biotecnologia unida médica e militarmente. Um curso básico na sociologia médica simplesmente justifica este conselho utilitariano.

“Experts” vêm prevendo a chegada de uma super praga por décadas. O que foi altamente suspeito sobre a misteriosa e terrível chegada da SARS, contudo, foi tudo programado. Ela chegou sincronicamente com a guerra global ao terrorismo, e a guerra anglo-americana no Iraque. Pareceu uma distração conveniente do fato que mais cedo a administração Bush [a 1a.] tivesse embarcado para Saddam Hussein a maioria de seu mortal arsenal de armas biológicas inclusive antrax e Vírus do Nilo Ocidental. A SARS foi patognomônica (i.e., sintomática e característica) do que eu havia previsto e escrito no livro “Morte no Ar: Globalismo, Terrorismo e Guerra Tóxica” (Tetrahedron Publishing Group, 2001), um título profético que antecedeu por vários meses os ataques de 11 de setembro a América e forneceu uma análise contextual de certas ligações “globalistas” aos “surtos” recentes.

Em essência, forneci insight na ampla aplicação de uma nova forma de “bioterrorismo” institucionalizado consistente com uma guerra biológica patrocinada pelo estado. Saddam Hussein nos disse que tem exposto populações nas terras adjacentes com armas de destruição em massa de origem química ou biológica. A SARS e a ameaça atual da Gripe Aviária é aprovada pelos industrialistas petroquímicos, farmacêuticos, médicos e militares igualmente operando acima da lei em muitos casos documentados. Tendo testemunhado diante do Congresso dos EUA, pessoalmente experimentei como os principais industriais farmacêuticos dirigem os nossos representantes políticos e econômicos no governo. As doenças emergentes complementam a política da “Guerra ao Terrorismo” e a nossa cultura influenciada pelo bioterror. Esta agenda serve a dois objetivos primários: lucro e redução populacional.

A realidade Política versus a Orientação da Media

A loucura até mesmo crescente ao nosso redor é assustadoramente consistente com as recomendações dos “think tank” [grupo de expecialistas pensadores que formam opinião] globalistas para os atuais “conflitos de baixa intensidade”. A começar na década de 1960, “os substitutos econômicos para a militarização padrão” foram desejados e encontrados pelos principais industriais globais. Novas ameaças biológicas, a “guerra contra o terrorismo” e o número crescente de “desastres naturais” incluindo as ameaças baseadas no espaço e supertempestades foram consideradas como meio político e econômico comparado as duas grandes guerras mundiais. Estes “conflitos de baixa intensidade” foram decididamente mais gerenciáveis e economicamente viáveis. Por esta razão, especialmente sua lucratividade, eles são as opções principais entre os fazedores de política anglo americanos.

O protegido de Nelson Rockefeller, Henry Kissinger, por exemplo, quando Conselheiro de Segurança Nacional (NSA) de Richard Nixon, supervisionou a política externa ao mesmo tempo em que considerava as “necessidades” de redução da população do Terceiro Mundo para os EUA, Reino Unido, Alemanha e outros aliados. Ele foi indicado por Bush para dirigir a investigação da conspiração de 11 de setembro, uma reputada guerra criminosa, então selecionou a opção de ter a CIA para desenvolver armas biológicas onde os germes fossem mais mortais do que o da Gripe Aviária.

Por exemplo, em 1968, quando Kissinger requisitou e recebeu inteligência atualizada e útil sobre “agentes biológicos sintéticos” para guerra biológica e controle populacional, virus de gripe mutantes e recombinantes tinham acabado de ser engenheirados pelos pesquisadores do Programa Especial do Vírus do Câncer: O’Conner, Stewart, Kinard, Rauscher e outros. Durante este programa, virus de influenza e parainfluenza foram recombinados para rapidamente interagirem como vírus de leucemia [leucemia aguda linfocítica] para liberar armas que potencialmente disseminem o câncer , como a gripe, pelo espirro. Estes pesquisadores também misturaram vírus de câncer aviário [sarcoma] e os inocularam em humanos e macacos para determinar sua carcinogenicidade. Nos esforços relacionados, Raucher et al. usaram a radiação para aperfeiçoar o potencial causador de câncer do virus aviário. Estas incríveis realidades científicas tem sido oficialmente censuradas e geralmente negligenciadas pela media principal.

Similarmente, o Instituto da Ciência na Sociedade (IoSS) em Londres levantou a questão da origem de engenharia genética da SARS. “Pode a engenharia genética ter contribuido inadvertidamente para criar o vírus da SARS?”, eles perguntaram. “Este ponto não tem sido considerado até mesmo pelos experts coronavirologistas chamados para auxiliar a gerenciar a crise, agora sendo festejada e agravada pelas companhias farmacêuticas ávidas para desenvolverem vacinas. “Aqueles que moram em casas de vidro não atirem pedras; a ênfase acima é acrescentada para mostrar ao IoSS que eles “não tem considerado” o emprego intencional da SARS em seu porvir científico e alegadamente imparcial.

Conflitos de baixa intensidade, como a “Guerra contra a AIDS,” “Guerra contra Drogas,” “Guerra contra o Terrorismo,” “Guerra contra o Câncer,” e agora “Guerra contra a Gripe Aviária” exigem sofisticados sistemas de propaganda, empregando campanhas de medo para a aceitação social e apoio popular às políticas legisladas. Estas operações psicológicas [oficialmente chamado de PSYOPS] para “comando e controle da guerra” (tecnicamente chamado C2W), os experts aconselham, o melhor suporte para a emergente “Revolução em Assuntos Militares” (RMA). As capacidades RMA incluem “uma forma de escravidão humana’ na qual as populações mundiais cativas não saberiam que estão escravizadas.

A RMA indubitavelmente incorpora o uso de agentes químicos e biológicos debilitantes mais generosamente em benefício das indústrias de remédios e de vacinas. Um exemplo clássico são os pesticidas organofosforados tóxicos e carcinogênicos empregados contra populações humanas, destinados a alvejar “mosquitos”, na “Guerra contra o Vírus do Nilo Ocidental”. Tais agentes “não letais” de guerra biológica, como estes são lucros a serem feitos peelos industriais aliados médicos e farmacêuticos. As vítimas das exposições “não letais” morrem vagarosamente de doenças vagarosamente debilitantes. Hospitais caros e instalações de cuidados de saúde de longo prazo que virtualmente são campos de concentração. Os males gerados pelos “iatrogenicidas” incluem uma plétora de doenças auto imunes e os mais novos cânceres virtualmente inexistentes a 50 anos atrás. Este fato, somente, fortemente sugere uma agenda política e socio-econômica genocida.

Gripe Aviária para Lucro

Em resposta a SARS, o colega senior do Instituto Hudson em Washington, Michael Fumento, publicou uma tese econômica em Toronto relacionada ao que aqui tenho avançado: o “Super-bug ou Super Medo,” que ele escreveu foi pubicado no Nacional Post do Canadá. Os canadenses estavam avisados a “se manterem em quarentena”, usarem máscaras e em alguns casos, ficarem em casa. O Ministro de Saúde em Ontário declarou “uma emergência de saúde”, como a media apelidou o ‘assassino misterioso”, uma super pneumonia. “Recuando da histeria publicitária, Fumento perguntou e respondeu umas poucas questões reais… Quão letal, quão transmissível, e quão tratável é esta doença?” As respostas, ele concluiu, “não deixam base para excitação, muito menos pânico”. O mesmo pode ser dito para este novo curso da Gripe Aviária.

Letal?

Ao tempo em que escrevo este artigo, é dito que a Gripe Aviária tem matado aproximadamente 65 pessoas no sudeste asiático durante dois anos! Existe pouco ou nenhum dado sobre estes indivíduos que mais geralmente tinham condições médicas com comprometimento imunológico. Posteriormente, todas as mortes foram em países asiáticos com questionáveis serviços de saúde.

Ao contrário, outros tipos de gripe matam mais de 40.000 norte americanos anualmente, geralmente os mais velhos com o sistema imunológico comprometido.

Transmissível?

Segundo o USA Today (9 de outubro de 2005), agentes europeus de saúde estão trabalhando para conter o vírus da Gripe Aviária, que há bastante tempo não tem infectado alguém na região. “Embora, alegadamente mais de 140 milhões de aves têm morrido ou sido destruidas,….. e as perdas financeiras do setor de granjas tenha alcançado os US$10 bilhões”. Esta propaganda realmente admite, “o vírus atual, conhecido como H5N1, ainda não tem sofrido mutação ao ponto em que isto possa ser facilmente disseminado de pessoa a pessoa.” De fato, não é provável que tenha se disseminado de pessoa a pessoa além de durante a manipulação em laboratório!

Tratabilidade?

O Senado dos EUA já aprovou um pacote de US$ 3 bilhões para comprar vacinas e medicações antivirais e a administração [Executivo] também está preparando uma solicitação de adicionais 6 a 10 bilhões, segundo um atual relatório do BusinessWeek.

Até mesmo o USA Today reconhece, “ainda não existe vacina humana”. Então como o Senado americano está se apressando em gastar todos estes bilhões em uma vacina contra a Gripe Aviária?

Suponho que devemos supervisionar o fato de que o atual tipo assustador do H5N1 do vírus da gripe Aviária nunca tenha prontamente saltado de humano para humano, e nem também de aves comuns para humanos. Portanto, uma vacina eficaz somente pode ser preparada pela mutação deste vírus, assim criando o que o mundo mais teme. Deixe-me explicar…

Para fazer uma vacina que seja específica para os humanos contra o vírus mutante H5N1, você tem que começar com o vírus humano que não existe ainda, exceto, talvez, nos laboratórios farmacêuticos biomédico-militares. De fato, isto é precisamente o que está sendo preparado baseado nos novos relatos. Para produzir o patógeno humano, o vírus aviário deve ser cultivado por longos períodos de tempo em culturas de células humanas, então injetadas em macacos e por último em humanos para verificar se os sujeitos experimentais “pegam” a mesma gripe temida. Portanto, o vírus da gripe que atualmente o mundo teme mais que nenhum outro: 1) agora sendo preparado em laboratórios pagos por industriais com maciços incentivos para a construção da riqueza para “acidentalmente” libertar o vírus; ou 2) já tem sido preparado em tais laboratórios para tirar vantagem do atual medo e das vendas futuras que seguem a libertação do vírus.

Lembre-se, para ser eficaz contra um vírus, uma vacina tem que ser específica. Se as autoridades estavam agora para ter a cadeia principal do H5N1 da Gripe Aviária, que é temida se disseminar em alguma data futura e não há garantia de que quando eles desenvolvam a vacina e  o vírus não tenha sofrido uma mutação e permaneça suficientemente o mesmo para que a vacina seja eficaz. As mutações virais com o correr do tempo são uma função da novidade do agente. Os novos vírus feitos pelo homem, criações de laboratório, como estes preparados atualmente para os testes de vacina, são menos estáveis por não terem evoluido acima de um milênio. Portanto, o inteiro esforço da vacina é grandemente – se não inteiramente – uma farsa com motivos posteriores.

Lembre-se também, que a usabilidade de uma vacina exige anos, ou ao menos meses, de testagem na alvejada população. Os dados de danos por vacinas devem, ou podem, ser meticulosamente coletados durante este período para assegurar que a vacina não esteja matando ou prejudicando mais pessoas do que ajudando-as a se salvarem. Você pode seriamente acreditar que esta segurança será fornecida pelo governo ou agentes das indústrias farmacêuticas neste despertar pandêmico? A fracassada resposta da FEMA quanto ao furacão Katrina fica empalidecida em comparação com esta dúvida de saúde pública e a certeja de danos provocados pela vacina.

Disse “danos provocados pela vacina” por causa  da extensa lista de vacinações recentemente desenvolvidas, altamente apregoadas quando compradas pelo mercado, que apresentaram resultados terríveis. Esta lista inclui a primeira vacina contra a gripe suina, as vacinas polio, a vacina contra a varíola, a vacina contra a hepatite B e mais recentemente a vacina contra a Doença de Lyme que feriu aproximadamente 750.000 pessoas dentro de meses de sua liberação, antes de sua revisão pelo FDA.

A maioria  das pessoas deixa de entender que todas as vacinas contém uma lista de ingredientes que tipicamente aumentam a doença e morte humanas (i.e., morbidade e mortalidade). Estes ingredientes incluem elementos tóxicos e químicos como mercúrio, alumínio, formaldeído e formalina [usados para preservarem cadáveres], MSG, material genético estranho, proteinas arriscadas de vários tipos de bactérias, vírus e animais que tem sido cientificamente associados com o desencadeamento de doenças auto imunes e certos cânceres. Um corpo crescente de evidência científica fortemente sugere que as vacinas são grandemente responsáveis por aumentar os casos de autismo e outras desordens do aprendizado, fadiga crônica, fibromialgia, Lupus, MS, ALS, artrite reumatíode, asma, febre do feno, alergias, infecções crônicas do ouvido, diabetes tipo I e muitas, muitas mais pandemias. Estes males crônicos são ditos necessitarem de cuidados de saúde por um longo prazo e seus tratamentos causam tóxicos efeitos colaterais resultando nas doenças iatrogênicas que são líder na América. Isto é, as vacinas e outras invenções da indústria farmacêutica estão literalmente matando ou inabilitando milhões com pouco esforço da parte dos agentes do governo e as coortes deles nas indústrias farmacêuicas para impor uma disciplina.

Por tudo que sabemos, os governos estão ordenando uma vacina para gripe aviária que precisamente enviará esta pandemia para o mundo para afetar o controle da população. Tese absurda? Então leia.

BusinessWeek espera que a vacina contra a gripe Aviária armazenada por agentes do governo ajudarão a companhia Sanofi-Pasteur em benefício da Sanofi-Aventis e Chiron. “Tamiflu,” é relatado ser um antiviral fabricado por Roche, . . . considerado eficaz contra a Gripe Aviária. . . . Os EUA possuem o bastante para 4.3 milhões de pessoas, com mais a odenar. Mas BusinessWeek fracassou em relatar: 1) A segurança e eficácia da Tamiflu não tem sido determinada em pessoas com outras condições médicas crônicas – uma percentagem significativa da população americana – e os efeitos colaterais comuns desta droga incluem náusea, vômitos, diarrréia, bronquite, dores de estômago, tonteiras, dores de cabeça, e muito, muito mais;  2) Roche (Hoffman-LaRoche) foi declarada culpada ao fixar o preço dos suprimento mundial de vitaminas em 1999 como parte do cartel global petroquímico-farmacêutico que evoluiu da organização nazista I.G. Farben; e 3) Os colegas corporativos de Sanofi-Aventis incluem Merck, uma companhia que recebeu a parte do leão do tesouro de guerra dos nazistas ao fim da Segunda Guerra Mundial, cujos ganhos cairam depois da retirada no ano passado de sua mortal droga contra artrite conhecida como Vioxx. Segundo recentes relatos dos noticiários, Merck agora está associada a Sanofi-Aventis para produzir a primeira vacina contra um câncer sexualmente transmitido a ser dada a jovens pré púberes, meninos e meninas.  Merck é difamada por ter desenvolvido as primeiras vacinas contra a Hepatite B que desencadearam a pandemia internacional da AIDS segundo publicada pesquisa científica e surpreendentes documentos reimpressos no livro desse autor que é best seller nacional.

Nas semanas e meses que se seguiram os ataques de 11 de setembro, rastreei o “mistério” do amplamente publicado envio de antrax pelo correio pelo contratados de armas biológicas da CIA com laços com o britânico M16 , Porton Down, e com este mesmo cartel farmacêutico anglo-americano. As remessas por correio do anthrax desencadearam o terror do bioterrorismo pela América e economicamente serviu primariamente aos fabricantes de remédios e vacinas com links financeiros e administrativos aos lucradores da Gripe Aviária.

As pessoas voluntariamente abriram mão de seus direitos civis e liberdade pessoal no despertar de tais sustos engenheirados. A aprovação do “Ato de Segurança Doméstica” na América, e sua contraparte no Canadá, são exemplos clássicos desta direção societária, legislação forçada e egrégia manipulação.

Porque a Ásia?

Como é conveniente que a Ásia seja dita a origem, como com a  SARS, desta mais recente praga quando as relações chinesa-anglo-americanas estão tensas, para dizer o mínimo.

Nos dias que precederam a emergência dos primeiros casos de SARS, a América correu para a borda do Pacífico para impactar as agressões em escalada na península coreana. A China comunista – o parceiro comercial mais “favorecido” da America – é aliada politicamente com vários inimigos americanos, inclusive com aqueles que se diz possuírem armas de destruição em massa, incluindo o Iraque. Coincidência? Não provável quando vemos uma maior imagem política envolvendo o RMA da oligarquia anglo-americana, seus empreendimentos globais, e a instigação de “conflitos de baixa densidade” em termos planetários.

Considerem também o fato de que a media principal tem sido pesadamente influenciada, se não inteiramente controlada, por patrocinadores corporativos multinacinais que protegem e avançam os interesses de um número relativamente pequeno de entidades globais. Também lembre-se que o foco dos fornecedores de notícias, em qualquer dia ou hora, resulta das diretivas das agências de inteligência, segundo idôneas autoridades, incluindo a miríade de agentes aposentados e oficiais de inteligência. Assim, pergunte e responda as seguintes perguntas:

* Porque os militares americanos, a começar pelo Secretário de Defesa William Cohen durante os anos de Clinton, publicaram que a grande vulnerabilidade da América reside no reino das armas biológicas mantidas pels terroristas? Não é uma forma de traição contra os EUA confiar tais inteligências sensíveis a inimigos em potencial através da imprensa principal?

* Porque a media principal continua a antever a chegada do “Big One” – um vírus de influenza que produzirá uma super gripe que matará bilhões de pessoas, como o fez a Gripe Espanhola em 1918-19, enquanto ignora completamente indivíduos, organizações e laboratórios que tem trabalhado muito  para produzir estas armas de destruição em massa? Até mesmo o devastador vírus da Gripe Espanhola tem sido, literalmente, desenterrado para estudo posterior e, você supõe, emprego?

* Porque este vírus recebeu o nome de vírus da Gripe Espanhola se ele se originou, pelas narrativas históricas, no  Tibet em 1917? É dito que os jornais espanhóis estavam somente relatando a maior praga, devido a sua neutralidade política na primeira guerra mundial. Contudo, a Espanha era então a “querida” da América como hoje o é a China. A “Gripe Espanhola” foi assim chamada depois de duas décadas de disputa entre a América e a Espanha sobre a colonização das ilhas do Caribe, Havaí e Filipinas começando com a guerra hispano americana que acabou nas Filipinas em 1902. De fato, a grande Gripe Espanhola começou nos campos militares. Não parece que a história está se repetindo?

*Não faz sentido que a América esteja sendo manipulada, senão alvejada, para os propósitos das agendas globalistas, sendo que parte central destas agendas seja a redução populacional?

O “Big One”

Como mencionado acima, durante a década de 1960 e início da de 1970, os contratados de armas biológicas militares com íntimos laços as principais indústrias farmacêuticas, prepararam virus mutantes de influenza e parainfluenza recombinados com vírus da leucemia linfocítica aguda. Em outras palavras, eles armazenaram uma forma de vírus de câncer de rápida disseminação que também pode ser empregada.

Alternativamente, muitos especialistas em doenças infecciosas e agentes de saúde do governo, abstraídos desta realidade científica, dizem que esta Gripe Aviária pode ser a “Big One.” Vários dias atrás, a ONU divulgou um relatório que afirma que 150 milhões de pessoas mundialmente podem morrer desta Gripe Aviária.

Emma Ross da Associated Press relatou sobre a SARS quando a OMS lançou seu “plano de ataque para a crise” da Síndrome Respiratória Aguda Severa. A OMS, você pode recordar, é uma organização patrocinada pela ONU que tem sofrido os rumores de ter ajudado a disseminar a AIDS na África por meio de vacinas contaminadas contra hepatite B e/ou polio. Há uma quantidade razoável de evidencia para sustentar estes rumores.

Mais desconcertante, a ONU é conhecida por ser pesadamente influenciada pelos membros da família Rockefeller e os interesses deles petroquímicos e farmacêuticos. A história mostra que a fortuna dos Rockefeller foi construída no edifício da ONU em New York. Durante a Segunda Grande Guerra, a família Rockefeller e sua companhia Standard Oil ajudaram a Hitler muito mais que ajudaram os aliados, segundo registros da Corte. Um juiz federal julgou que Rockefeller cometeu traição contra os EUA. Depois da Segunda Grande Guerra, segundo o advogado John Loftus – um oficial investigador dos crimes nazistas de guerra – Nelson Rockefeller persuadiu o bloco da América do Sul nas Nações Unidas a votarem a favor da criação de Israel apenas para garantir o segredo de seu apoio aos nazistas. Mais cedo neste século, John D. Rockefeller se uniu a Prescott Bush e à família real britânica no patrocínio de iniciativas eugênicas  que deram crescimento aos programas de higiene racial de Hitler. Durante o mesmo período, a família de Rockefeller virtualmente monopolizou a medicina americana, a indústria farmacêutica americana e as indústras de câncer e genética.

Hoje, a família    Rockefeller, sua fundação, a ONU e a OMS permanecem na linha de frente da administração de “programas de população” destinados a reduzir populações mundiais a níveis mais gerenciáveis. Como para em uma campanha publicitária em “Foreign Affairs” – um renomado periódico político publicado pelo Conselho das Relações Exteriores e dirigido por David Rockefeller – a população dos EUA está sendo alvo de uma redução de 50%.

“Nós nunca tinhamos enfrentado nada desta escala com um tal alcance global”, disse o Dr. David Heymann, da OMS, não sobre a Gripe Aviária, mas sobre a SARS.

“Esta é a pimeira vez que uma rede global de laboratórios [postos externos de “vigilância” de doenças infecciosas dirigidos por Rockefeller] estão partilhando informação, amostras, sangue e imagens”, acrescentou o Dr. Klaus Stohr, um virologista da OMS coordenando internacionalmente os laboratórios. “Basicamente dia e noite, sem segredos, sem ciúmes, não há competição diante de uma emergência global de saúde. Esta é uma rede fenomenal”.

* O termo “iatrogenicídio” é derivado da combinação das palavras iatrogênese [que significa doença induzida pela medicina] e “genocídio’, definido como assassinato em massa e/ou escravização das pessoas por fatores econômicos, políticos e/ou  ideológicos.

Leonard G. Horowitz, D.M.D., M.A., M.P.H., é uma autoridade internacionalmente conhecida nos campos de saúde pública, ciência comportamental, virus emergentes e bioterrorismo. O  Dr. Horowitz é melhor conhecido pelo seu livro best seller nacional “Emerging Viruses: AIDS & Ebola – Nature, Accident or Intentional?” (Tetrahedron Press, 1998; que recentemente resultou em que o Escritório de Contabilidade Geral dos EUA investigasse sua teoria de que a AIDS foi feita pelo homem.) (veja: http://www.healingcelebrations.com/gao.htm ).

O trabalho do Dr. Horowitz no campo da conscientização dos riscos das vacinações tem feito com que ao menos três nações de Terceiro Mundo mudem suas políticas de vacinação. Seu perplexante testemunho diante do Congresso dos EUA, no Comitê de Reforma, literalmente fez com a audiência fizesse uma parada.  (veja: healingcelebrations.com). O Dr. Horowitz questionou os agentes governamentais de saúde a respeito dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) cujo relatório secreto mostra um link definitivo entre o ingrediente mercúrio (i.e., Thimerosal), comum à maioria das vacinas, e as taxas elevadíssimas de autimo e desordens comportamentais que afetam nossas crianças e o futuro de nossa nação.

Este artigo é uma cortesia fornecida pelo Dr. Leonard G. Horowitz e Tetrahedron Publishing Group. Seu copyright é liberado para distribuição disseminada.

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=1071

Published in: on abril 8, 2008 at 2:11 pm  Comments (1)  
Tags: , , ,