Aliens e UFOs em Porto Rico

Aspectos Importantes da Situação UFO/Alien em Porto Rico

Jorge Martin

PARTE UM

Explosão e terremoto anômalo – Como tudo isto começou

Em 31 de maio de 1987, às 1:55 P.M., os habitantes do sudoeste de Porto Rico foram abalados por um forte tremor e o som de uma alta explosão que parecia vir do subterrâneo. Milheres vivenciaram temerosos o inesperado fenômeno.

A media de imprensa relatou pesadamente sobre o terremoto, e publicou várias narrativas de vizinhos das cidades de Cabo Rojo, Lajas e Mayaguez, afirmando como o solo sacudiu e desceu por momentos enquanto eles ouviam a explosão. Também, as casas e construções na região racharam devido ao abalo.

Originalmente, o epicentro do temor foi localizado pelo Serviço Sismológico de Porto Rico em 81.000 pés profundamente sob a Laguna Cartagena, uma lagoa localizada entre as cidades de Lajas e Cabo Rojo, mas no dia seguinte o relato foi estranhamente mudado, afirmando que o epicentro do tremor e da explosão foi localizado fora do mar a oeste de Porto Rico, no Canal Mona. Esta súbita mudança de dados foi muito suspeita, na medida em que parecia que “alguém” queria desviar a atenção do local da Laguna Cartagena. Porque pensamos isto? As seguintes situações explicarão; junto com o terremoto, outros eventos se desdobraram naquele e nos dias seguintes, que não foram informados ao público, e depois de nos serem revelados durante a nossa investigação da área, deram uma aura mais ampla de mistério à situação.

No dia seguinte ao tremor e a explosão, no domingo, 1o. de junho de 1987, por volta das 10:00 P.M., um objeto voador não identificado enorme foi visto planando sobre a Laguna Cartagena. Muitas testemunhas, residentes em comunidades por todo ao redor do sítio, viram o incrível objeto enquanto ele permeneceu planando imóvel lá no céu noturno, de suas casas nas comunidades de Betances, Maguayo e outras.  Mr. Carlos Mercado, explicou o que ele e outros viram: “eu estava olhando na direção de Sierra Bermeja e a lagoa e muito repentinamente vi duas estrelas muito grandes e brilhantes ou luzes que estavam descendo muito vagarosamente lado a lado. Chamei minha mulher e peguei meus binóculos. As luzes estavam no fim de algo muito grande que parecia como um enorme cano prateado de aparência metálica. Isto era cilíndrico com duas grandes bolas de luz branco-esverdeada de cada lado. Debaixo do objeto estava algo como um luz avermelhada que girava.”

Mrs. Haydeé Alvarez, a esposa de Mercado, que também entrevistamos sobre o incidente, disse: “… elas eram como duas estrelas grandes, do tamanho de uma moeda de meio dólar, unidas por um longo cano metálico com luzes sob ele.”

“Mercado, sua família e vizinhos tem sido testemunhas de muitos incidentes UFO no setor porque eles vivem exatamente em frente de dois principais “pontos quentes” de UFO lá, a já mencionada Laguna Cartagena e a Sierra Bermeja, uma pequena cadeia de montanhas que por anos tem sido um local de muitos incidentes UFO relatados.

Mrs. Rosa Acosta, também uma residente da mesma comunidade, disse que: “Era realmente grande! Eu estava vendo isto a aproximadamente três quilometros de distância e pude ve-lo aproximadamente 6 polegadas de comprimento e distância… Foi incrivel! Esta coisa desceu e planou lá, imóvel sobre a Laguna Cartagena, no ar. Então, aproximadamente 15 minutos depois, ela voou e desapareceu ao sul, atrás de Sierra Bermeja. Isto não é novo aqui.

Estas luzes misteriosas e artefatos tem estado aqui por anos, especialmente naquele lugar. Tem havido ocasiões nas quais estou em minha rede, aqui no terraço, e repentinamente uma luz brilhante está brilhando acima de mim. Quando olho para cima, uma destas coisas, algo em forma de disco, está sobre mim e brilhando uma luz brilhante branca sobre mim. Isto tem acontecido um par de vezes… Porque eles fazem isto, não sei… e porque comigo… imagino sobre isto.”

Carlitos Muñoz, um jovem presente durante as entrevistas, explicou que toda a família dele tinha estado vendo este tipo de objeto por algum tempo: “aproximadamente um ano atrás [1986], uma noite, todos nós em casa vimos uma enorme plataforma, algo que desceu do céu e permaneceu sem movimento lá, sobre a Laguna Cartagena. Ele tinha luzes muito brilhantes amarelas e verdes, e muitos objetos luminosos menores estavam saindo da parte de baixo da plataforma e voando em diferentes direções. Eles continuaram indo e vindo daquela coisa. Depois de alguns minutos os objetos menores entraram no maior e este voou e desapareceu no céu. Isto acontece regularmente… e sempre sobre Sierra Bermeja e a Laguna.”

Muitas pessoas chamaram as estações de rádio locais para relatar o avistamento do enorme UFO sobre a lagoa, mas surpreendentemente, este objeto voltou outras duas noites consecutivas ao local, sempre as dez horas da noite e permanecendo imóvel sobre a lagoa a aproximadamente 500 pés de altitude, por alguns minutos e depois indo embora.

Círculos Enigmáticos e “RAIOS X” Irradiados

Alguns dias depois, movido pelos relatos das testemunhas indicando que os objetos sempre voavam sobre e por trás de Sierra Bermeja, próximo à Laguna Cartagena, fomos ao setor por trás da cadeia de montanhas, o setor de Olivares “e a área de depósito de lixo lá, já na municipalidade de Lajas, e próximo a área de veraneio de La Parguera”, também em Lajas. Enquanto investigávamos lá, fizemos uma descoberta inesperada, várias marcas perfeitamente circulares claramente definidas como se cortadas sobre o terreno que podiam ser claramente vistas em um campo próximo a Sierra Bermeja, em um setor de terra que pertencia a Mr. Fidel Avilés, um proprietário de terras e homem de negócios. Quando medidos, a maioria dos cículos eram de 35 a 40 pés de diâmetro e perfeitamente definidos por uma borda de 3 pés de largura quase que totalmente vazia de grama, na qual o solo parecia ter sido cozido por um grande calor e se tornado mais duro do que o solo fora da borda ao redor dele. Somente o solo dentro da borda parecia estar afetado, diferente. A pequena quantidade de grama ainda na área da borda estava totalmente seca e morta.

Quando perguntados, todos os vizinhos ficaram surpresos ao verem os círculos, que eles não haviam percebido antes. Os círculos pareciam ter se formado lá da noite para o dia. Os vizinhos declararam que nada sabiam sobre eles, que geralmente eles vão dormir cedo, assim eles não podiam dizer o que havia acontecido ou o que podia te-los formado, mas todos eles afirmaram que por várias noites, começando na noite depois do chamado “terremoto” e explosão eles tinham visto “… estranhas luzes e um objeto muito grande com muitas luzes coloridas planando no céu e voando sobre a Sierra Bermeja na direção de Cabo Rojo e da Laguna, para o outro lado da Sierra.” As descrições dos objetos vistos por eles eram similares aquelas dadas pelas testemunhas do outro lado da Serra, em direção às comunidades de Betances e Maguayo.

Mr. Roosevelt Acosta, seu irmão Heriberto e outros parentes que vivem no setor de Olivares todos atestaram isto, também indicando que em algumas ocasiões os vizinhos lá, bem como eles próprios, tinham visto estranhos seres pequenos que pareciam ter um leve brilho em seus corpos e que desapareciam muito rápido seja como fosse que fossem abordados pelas testemunhas.

Em uma ocasião Mrs. Dolín Acosta, uma outra residente do setor de Olivares, estava na varanda da casa dela e um raio brilhante de luz veio subitamente de cima e a engolfou. “Era uma luz muito brilhante – ela disse – e estava vindo de cima do teto da varanda. Havia um buraco no teto e eu estava olhando… Havia uma coisa lá em cima… algo como uma grande bola de luz e um raio de luz brilhante estava saindo dela e me iluminando. Quando olhei para mim… não pude acreditar! Eu pude ver meus ossos! Era como se eu olhasse para uma placa de raios X! Pude ver os ossos em meus dedos, em meus braços, meu corpo e meus pés! Este objeto estava lá em cima e pude ouvir um som suave saindo disto, algo como ar ejetado dele em intervalos, como pssss…pssss…pssss”. Ele então saiu, mas por uns minutos eu ainda pude ver assim. Minha irmã Eunice veio do quarto dela para ver o que estava causando a luz brilhante e nós duas pudemos ver dentro de nossos corpos, nossos ossos. Quando olhei para ela, ela não tinha olhos; pude claramente ver seus buracos oculares vazios, e ela viu a mesma coisa em mim. Depois de uns cinco minutos voltamos ao normal” Não foram sentidos efeitos posteriores por Dolín e sua irmã.

Mas vamos voltar aos círculos. Mr. Fidel Avilés, proprietário da terra onde eles apareceram, declarou: “Vivo aqui por cinquenta anos e nunca vi algo como isto. Estes círculos apareceram lá da noite para o dia depois da explosão e do tremor.”

Avilés tem uma pequena loja de alimentos lá em Olivares, e outros três círculos tem aparecido por trás da loja na manhã em que o entevistamos. Seu filho, Fillo Avilés, que trabalha na loja, explicou que nesta mesma manhã um jovem homem, muito nervoso, tinha vindo a loja e explicado que ele e outros estavam acampando com um grupo de amigos mais longe na estrada e foram para um passeio em sua motocicleta por volta das 3:00 A.M. Quando ele passou na frente da loja, ele viu que havia três estranhos objetos luminosos planando próximo ao solo por trás da loja. Segundo o que o jovem homem disse a Fillo, as coisas luminosas que ele viu eram “… redondas, sem som, e pareciam discos de cabeça para baixo, com uma luz brilhante amarelada se emanando deles”. Ele ficou assustado e deixou o lugar de uma vez.

Sobre os círculos que foram encontrados, primeiro havia oito círculos; dois dias depois havia doze deles. Intrigados, falamos sobre isto com os nossos amigos capitão Luis Irizarry, um certificado piloto de linha comercial com muitos anos de experiência e Julio César Rivera, um estudante de vôo. Eles concordaram em nos levar no avião de Irizarry para sobrevoar a área e tirar algumas fotos. Quando eles fizeram isto, ficaram surpresos com o que viram: havia 38 destes círculos lá no terreno! Eles pareciam totalmente simétricos e pareciam estar em pares. Alguns dias depois tomamos algumas amostras do solo nos círculos e as enviamos ao Programa da Divisão da Extensão Agrícola em Mayaguez, uma maior cidade perto de Cabo Rojo, em ordem de verificar se um tipo de cogumelo que encontramos no local poderia ter formado os círculos, mas foi confirmado pelo citologista do programa que o tipo de fungo envolvido não poderia te-los causado. Também, as amostras de terra mostraram que o Ph no solo havia mudado, mas apenas na área da borda. As outras amostras tiradas de dentro e de fora dos círculos eram totalmente normais. Mas havia outras coisas estranhas relativas ao chamado “terremoto”. Vamos ve-las.

Fumaça Azul Cobalto e Homens Misteriosos na Laguna Cartagena

Encontamos mais ângulos estranhos do que aconteceu antes, durante e depois do tremor de 31 de maio de 1987. Vários vizinhos do setor de Maguayo, perto de Laguna, afirmaram que na noite anterior a explosão e tremor eles tinham visto uma estranha grande bola vermelha de fogo que voava e fez várias voltas sobre a Laguna e então desceu de um modo controlado e vagaroso enquanto fazia um som de zumbido e desapareceu vagarosamente nas águas da Laguna Cartagena.

As 2:00 A.M., muitos residentes de Maguayo foram despertados por uma luz branca muito forte e muito brilhante que estava atravessando todas as janelas e aberturas nas casas deles. Curiosos, os vizinhos olharam para fora e ficaram surpresos pela vista de uma enorme nave tipo de disco voador que estava planando baixo sobre a lagoa, como se procurasse algo lá. Segundo todos eles, a nave estava coberta por uma brilhante luz branca e estava circulando na área muito vagarosamente. Depois de aproximadamente dois minutos, a nave foi embora, desaparecendo muito rapidamente no céu. No dia  seguinte, às 1:55 p.m. o tremor e a explosão ocorreram. Devemos nos lembrar que o epicentro do tremor e da explosão foi originalmente indicado pelas autoridades a 81.000 pés de profundidade sob a Laguna Cartagena… Um objeto não identificado foi visto entrando na lagoa, um outro objeto não identificado foi visto mais tarde naquela noite circulando e planando sobre a lagoa como se procurasse algo lá… e no dia seguinte uma explosão que as rochas de toda a região sentiram… ter se originado na Laguna Cartagena. O que realmente aconteceu neste lugar?

Depois deste incidente, muitos caças a jato, helicópteros e grandes aviões radar tipo AWACs estavam sendo vistos constantemente voando baixo e circulando acima da lagoa como se procurassem por algo lá, e os pescadores e vizinhos continuaram a relatar verem UFOs indo e vindo do mar, na linha costeira, bem como planando sobre a Sierra Bermeja e a Laguna Cartagena.

Várias rachaduras na terra apareceram depois de explosão, em diferentes lugares de Lajas e Cabo Rojo, e  muitas testemunhas afirmaram que uma fumaça de cor brilhante azul cobalto saiu com força destas rachaduras. Mr. Pedro Asencio Vargas, residente no setor “La 22”, de Llanos Tuna, Cabo Rojo, e que é um professor, afirmou que isto aconteceu na casa dele: “vi claramente, algumas rachaduras apareceram no solo de meu pátio e esta fumaça azul veio delas com força. Isto assustou a mim e a minha família. Temi que pudesse ser um vulcão se formando em minha terra. Algumas pessoas da Faculdade de Artes Mecânicas e Agrícolas de Mayaguez [parte do complexo da Universidade de Porto Rico especializado em engenharia e técnicas agrícolas] vieram examinar o que aconteceu, mas estranhamente, eles se recusaram a tirar amostras dos resíduos da fumaça azul e do pó que permaneceu em algumas plantas e no solo. Isto foi estranho, porque eles disseram que estavam investigando o que aconteceu… Então, porque eles se recusariam a tirar as amostras e analisa-las? Ainda não entendo o comportamento deles”.

Mas esta fumaça brilhante azul cobalto também saiu da Laguna Cartagena, segundo várias testemunhas. Mr. Carlos [Carlencho] Medina, junto com outros residentes da comunidade Maguayo, afirmou que depois da explosão lá houve uma brilhante fumaça azul cobalto saindo da lagoa [a fumaça azul cobalto não tem nada a ver com vulcanismo ou atividade sísmico-geológica], a lagoa foi cercada por um pessoal estranho e não identificado. Este pessoal era composto por alguns homens vestidos em uniformes  militares de camuflagem com suas etiquetas de identificação cobertas com fita adesiva, outros vestidos como civis em roupas comuns ou ternos elegantes, mas com botas de borracha acima dos joelhos, e ainda outros estavam vestidos de branco da cabeça aos pés com roupas de tipo anti-contaminação. Os homens vestidos com roupas anti-contaminação tinham espessas luvas cinza escuro e botas e estavam tirando amostras em enormes  frascos translúcidos da água da lagoa, lama e solo, bem como das plantas lá. Segundo as testemunhas, eles tinham algum tipo de “radio” que estavam usando para examinar algo na água, suas descrições dos ‘radios” nos lembraram os contadores de radiação.

Os militares e os homens de terno evitavam que alguém chegasse ao local dizendo que pessoal especial estava lá…. “… para investigar seja o que for que tenha acontecido lá” e que ninguém podia entrar na área. Medina e outros explicaram que no segundo dia um helicóptero militar verde escuro sem identificação foi trazido a área e uma grande bola metálica com algo que se parecia equipamento eletrônico nela foi abaixada na água e anexada a uma linha metálica muito longa que estava ligada ao helicóptero. O pessoal parecia procurar algo. As testemunhas também notaram que havia um número de vans de cor bege e veículos tipos Bronco com pequenas antenas de tipo parabólica girando no topo deles.

Mrs. Zulma Ramírez de Perez, que era, naquele tempo, uma das proprietárias, juntamente com a família dela, de parte da terra onde está localizada a Laguna Cartagena, foi ao local com a irmã dela para ver o que tinha acontecido porque elas tinham visto a fumaça brilhante azul saindo da lagoa em uma área onde há água [a mesma área onde foram Carlos Medina e outros]. Vários homens americanos vestidos em ternos escuros com uma etiqueta vermelha triangular no lado direito, algum tipo de agente americano, segundo as senhoras, as abordaram e ordenaram que elas deixassem o local de uma vez. Elas explicaram que a terra era delas e os agentes responderam que eles não se importavam, que elas teriam que sair de qualquer modo, e disseram que estavam tentando descobrir o que havia acontecido lá. Mas não foi oficialmente informado pelas autoridades que um tremor acontecera lá… ou não foi isto? Estes homens eram altos, caucasianos, louros e vestidos em ternos de boa aparência mas usavam o que já foi descrito como botas pretas de borracha. Eles também tinham maletas prateadas metálicas com eles, segundo as duas irmãs.

A este ponto Mrs. Ramírez disse algo muito importante, ela afirmou que a família inteira dela tinha estado vendo naves como disco voadores entrando e saindo das águas da Laguna Cartagena desde o ano de 1956. “De início elas eram muitos brilhantes e luminosas – ela disse -, e na medida em que elas vinham você podia definir mais claramente a forma delas. Elas eram em forma de disco, prateadas, metálicas, com domos translúcidos no topo e elas tinham muitas luzes maravilhosamente coloridas por volta delas. Elas faziam um som de soprar forte e rápido [como o vento]. Você pode ver pessoas, figuras dentro dos domos, porque em algumas ocasiões quando eles vem, gritamos para eles e eles param no ar em frente a nós. Tentamos relatar estas coisas que estamos vendo para a media, mas niguém presta atenção em nós e então, apenas deixamos como está.

“De fato, meu irmão Quintín, já falecido, em uma noite de 1964, gritou para eles que queria conhecer como eles eram para ver se realmente eram do espaço externo, como dizem as pessoas, e naquela mesma noite ele teve um encontro com eles. Ele foi se deitar e subitamente sentiu uma necessidade de ir à lagoa. Ele se vestiu, pegou seu jipe e dirigiu na direção da estrada de terra “Las Guanábanas”, para trás da lagoa. Saindo do jipe ele viu duas figuras se aproximando dele da lagoa. Eles eram homens brancos e altos, de aproximadamente entre 1.85 e 2.10 metros de altura. Eram homens de longos cabelos louros  e vestiam uma roupa prateada de uma única peça. Eles eram muito bonitos e delicados, quase de aparência feminina, ele disse.  Ele estava tão nervoso, que pediu que eles não se aproximassem mais. Eles sorriram docemente para ele e voltaram para a lagoa. Ele fugiu do local e na manhã seguinte explicou tudo para nós. Ele ficou muito desapontado porque não acreditamos nele. Depois disso, ele nunca mais disse nada para nós. Sabemos que ele teve outros encontros com estes seres porque algumas noites ele desaparecia na lagoa e não falava sobre o que estava fazendo lá a noite toda. Mas sabíamos que ele estava com “os amigos dele”, como ele costumava chama-los. Fico muito triste de agora ele já estar morto porque eu sei que ele ficaria feliz de ouvir todas as coisas que as pessoas estão dizendo sobre a lagoa e os aliens lá, porque isto sustenta tudo que ele disse.”

No dia seguinte à explosão e tremor, um helicóptero militar verde sem identificação pousou no topo de uma das montanhas de Sierra Bermeja, exatamente atrás da residência de Mr. Milton Velez. Velez, sua esposa e filhos todos viram vários homens vestidos em uniformes verdes millitares e botas usando boinas negras sairem do helicóptero e iniciarem a escanear o solo por toda a montanha com instrumentos que pareceram a Milton detectores de metal. “Eles pareciam para mim com as pessoas das forças especiais – declarou Velez-, eles estavam procurando algo lá em cima. Depois de aproximadamente uma hora, eles voltaram para o helicóptero sem qualquer explicação”. Em dias mais recentes Velez, sua família e vizinhos tem visto luminosos discos voadores que descem do céu de noite e permanecem imóveis perto de um  pequeno dirigível de radar instalado lá pelo governo. Depois de alguns minutos, os UFOs vão embora muito rapidamente. Isto tem se tornado um evento comum lá. Mais sobre este pequeno dirigivel de radar ligado a situação será discutida mais a frente neste relato.

Luzes da Terra?

Devido aos muitos avistamentos de objetos luminosos e repetidas explosões na área, as autoridades, isto por meio de explicações oficiais dadas por sismologistas, afirmaram que todos os avistamentos eram devidos a energias da terra liberadas para a atmosfera sobre estas áreas de falhas geológicas profundas subterraneamente. Segundo eles, a fricção nestas falhas produzia as luzes, desmentindo os avistamentos UFOs como erros de identificação por testemunhas incautas.

A situação real era que muitos dos avistamentos tinham a ver com objetos metálicos e definitivamente sólidos que voavam sobre as áreas de modo inteligentemente controlado. A maioria dos UFOs era em forma de disco ou de charuto. Outros foram descritos como bolas de luz ou bolas que também voavam de maneira controlada.

Mr. Luis Bonet, da cidade de Hormigueros, aproximadamente a 20 milhas de distância de Cabo Rojo, intrigado pelos incidentes na Laguna Cartagena, visitou o local tarde de noite para ver se ele podia ver algo estranho lá. Ao invés, ele vivenciou isto: “Depois da explosão, alguns dias mais tarde, eu fui lá para ver o que estava acontecendo. Estava andando na escuridão e repentinamente alguém me tocou nas costas. Isto me assustou e eu dei um grito. Seja o que fosse, ele respondeu em inglês e me perguntou quem eu era e o que estava fazendo lá, que eu tinha que sair de uma vez ou teria problemas. Eu disse a ele, um homem americano louro vestido em um bom terno negro e gravata, que eu estava investigando o que acontecera lá e ele me ordenou sair do local afirmando que eles [fossem eles quem fossem] estavam investigando se o que havia acontecido lá era algo natural ou algo mais. Eu não queria problemas e então fui embora.”

Dois policiais, um helicóptero negro e ‘agentes federais’

Também é a primeira vez que estamos revelando isso; entrevistamos um policial que estava na lagoa com um outro colega policial uns poucos dias antes da explosão. Algo aconteceu lá que eles nunca esquecerão.

Segundo o policial, eles tinham ido a lagoa para pescar, e repentinamente seu amigo e colega policial viu movimentos estranhos em um aclive de uma das montanhas de Sierra Bermeja e fumaça saindo do solo. Ele subiu a montanha para dar uma olhada e viu vários homens vestidos em roupas de aparência prateada com luvas e botas que estavam examinando algo na área com o que pareciam contadores geiger. Seu amigo o chamou e na medida em que ele subia a montanha ele percebeu alguns outros homens, vestidos similarmente, puxando três grandes rolos de espessos cabos elétricos ou de comunicação recobertos de borracha de várias polegadas de espessura em grandes caminhões negros. Os homens então entraram um dos cabos nas águas da lagoa, especificamente na área livre de grama que cresce na maioria da superfície. [a área onde a maioria doa avistamentos tem ocorrido e de onde Ramirez costumava ver UFOs entrando e saindo]. Os outros caminhões entraram em uma alameda de ranchos de gado lá a direita e dasapareceram de vista.

Naquele momento um helicóptero apareceu não se sabe de onde e alguém ordenou a eles, por meio de um alto falante, que parassem o que estivessem fazendo e saissem da montanha. O policial, cujo nome não revelo por óbvias razões de segurança, explicou que “era um grande helicóptero negro sem identificação. Alguém dentro dele tinha ordenado que parássemos e disse que sabiam que estávamos armados. Como eles sabiam de nossas armas conosco? Ainda não posso entender isto. Talvez eles tivessem algum tipo de equipamento no helicóptero que os capacitasse de saber isto. Nós descemos da montanha e eles pousaram perto de nós, muito rapidamente. Dois homens vestidos em macacões negros e armados pularam do helicóptero e pediram ao meu amigo para chegar mais perto. Eles eram brancos, de cabelos e bigotes escuros e de aparência hispânica. Ele se uniu a eles e voltou muito preocupado com uma aparência desapontada.

“Agora estamos em problemas – ele disse – eles são agentes federais.” Eu disse a ele para não se preocupar e ambos fomos para o helicóptero. Eles perguntaram o que estávamos fazendo e explicamos que éramos policiais fora do horário de trabalho pescando no local”. Eles responderam em um espanhol perfeito com sotaque portoriquenho: “vocês não podem ir lá em cima. Este é um local restrito sob controle do governo federal dos EUA e estamos fazendo um exerimento lá.” Que tipo de experimento, eles nunca disseram [esta declaração dos homens do helicóptero era uma mentira, porque a área não foi “arrendada” para o governo federal dos EUA por um ‘acordo’ entre o governo local portoriquenho e o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA até 6 de agosto de 1989.”].

O policial continuou a explicar: “Eles nos levaram para uma área lá entre duas montanhas na serra e havia uma tenda de acampamento. Um homem branco alto vestido em roupas militares saiu da tenda, ele parecia um oficial americano. Este homem falou a eles e percebemos que ele estava perguntando porque eles haviam nos levado lá. Ele parecia muito preocupado e aborrecido com a nossa presença”.

Depois de falar com o homem militar um dos homens os abordaram e a próxima coisa que se lembram é que estavam deitados com as faces no solo na estrada de terra que sai da Laguna Cartagena para a estrada 101. Nossos policial é o primeiro a reagir e quando ele está se recuperando ele ouviu um homem dizer em perfeito espanhol:  “Hey, eles estão acordando, vamos embora”. Então alguns homens entraram em uma carro e sairam muito rapidamente. Ambos policiais acordaram, mas permaneceram tontos por algum tempo, sentados lá na estrada de terra. Eles deixaram o local e nunca voltaram lá. O amigo do nosso policial permaneceu de certa forma tão perturbado depois da experiência, quemais tarde mudou-se para New York, e ele não tem voltado a Porto Rico.

“Não sei o que aconteceu. Estes homens fizeram algo conosco, porque não posso lembrar o que aconteceu depois que o homem com o oficial militar veio até nós na tenda de acampamento; somente que despertamos na estrada de terra e em um estado tonto. Era como se tivéssemos sido drogados e levados para lá. Agora posso dizer isto. Estou certo que de certa forma eles nos drogaram. Mas porque? Não vimos nada importante … penso… somente estes homens em roupas prateadas com os cabos entrando na água… Quem sabe… talvez isto seja o que eles não queriam que víssemos… e o oficial militar… E então, alguns dias depois a explosão e o terremoto lá… Tudo isto é estanho… muito estranho”, comentou o policial.

PARTE DOIS

Em 4 de março de 1988, as 2:00 P.M., uma outra forte explosão subterrânea foi sentida e ouvida na área de Lajas-Cabo Rojo. O radialista Raymond Stewart, da estação de rádio Super B em Lajas, descreveu a explosão como “incrível!”, afirmando que isto se parecia mais com uma explosão subterrânea do que com um terremoto. Muitas pessoas telefonaram para a estação de rádio para perguntar sobre a situação e também para relatar avistamentos de duas enormes bolas de luz laranja que desceram do céu e planaram sobre a Laguna Cartagena. Os avistamentos foram descartados pelas autoridades locais como observações dos planetas Júpiter e Vênus, não obstante o fato de que ambos os objetos tivessem um luz laranja e fossem observados se movendo no céu por centenas de testemunhas, muitas das quais de diferentes pontos de observação por toda a região. Analisando muitos relatos dados pelas testemunhas, chegamos a conclusão que ambos objetos estavam exatamente sobre a Laguna Cartagena quando avistados. Também, verificamos a posição de Júpiter e Vênus no céu naquele dia e eles estavam em posição astral a noroeste. Também, estes planetas tinham um brilho esbranquiçado, não laranja.

Ao mesmo tempo, esquadrões de jatos militares dos EUA começaram a voar baixo sobre a área e especialmente acima da Laguna Cartagena, juntamente com um grande avião militar verde com um disco redondo de radar no topo [Hawkeye, AWAC?]. Este tipo de radar é utilizado em missões especiais. Tudo isto preocupou os residentes na zona. O que esta aeronave especial de radar de reconhecimento está procurando na Laguna? Os jatos a estavam escoltando para proteção? Se assim foi, porque? Ninguém ainda sabe responder estas perguntas.

Depois destes “tremores”, o número de avistamentos e incidentes continuou a aumentar. Em um dos muitos avistamentos neste setor, na quarta-feira 8 de março de 1988, por volta das  5:40 P.M., Mr. Jesus Padilla e vários outros vizinhos da comunidade de Parcelas Betances observaram um estranho objeto em forma de pirâmide-triângulo negro com luzes coloridas voando sobre o setor e indo para oeste.

Em 1o. de abril de 1988, houve uma outra explosão e uma outra grande bola de fogo foi observada vindo do sul e planando sobre Sierra Bermeja. Vários residentes da comunidade de Betances viram um enorme objeto em forma de charuto com luzes coloridas e dois menores que vieram do primeiro que planou sobre a Laguna e então voou embora para o oeste, se posicionando por alguns minutos sobre a Sierra Bermeja, exatamente sobre o território, então sobre a construção de uma chamada estação de rádio “Voz da América”. O setor envolvido com esta estação de rádio “Voz da América” tem sido também um lugar de muitos avistamentos UFOs. Por alguma estranha razão, estes objetos parecem manter uma observação sobre a área. O governo dos EUA construiu algo lá, mas a anunciada estação de rádio nunca funcionou. A área está fora de limites para todo mundo, e ninguém sabe o que realmente foi construído lá. Depois de planar sobre as montanhas a luz menor entrou na maior e então o objeto principal voou embora para oeste, desaparecendo de vista. Entre as testemunhas destes avistamentos estavam Mrs. Dora Rodriguez Acosta, Mr. Edgardo Plaza, Miss Karen Mercado e Miss Marylin Acosta, e alguns outros.

Em novembro de 1988, quase 300 pessoas participando de uma reunião política viram um UFO luminoso  em forma de charuto planando sobre a comunidade de Betances, e então sobre a Sierra Bermeja e a lagoa, enquando liberava muitos objetos luminosos menores de seu interior. O avistamento durou meia hora.

Um enorme UFO em forma de Triângulo capturou e desapareceu com dois caças a jato dos EUA em Cabo Rojo

A situação continuou acontecendo e indo “em um crescendo” até a noite na qual dois caças a jato da Marinha dos EUA foram aparentemente abduzidos em pleno ar por um enorme UFO em forma de triângulo e desapareceram na frente de mais de 115 testemunhas que tinham aparecido neste momento. Este evento aconteceu na noite de 28 de dezembro de 1988, às 7:45 P.M.

Segundo a maioria das testemunhas, parecia haver três caças a jato evolvidos no incidente, dois deles desapareceram em pleno ar quando foram interceptados e fechados por um enorme UFO de forma triangular, e o terceiro fugiu da área voando para o norte, sendo caçado por várias grandes bolas vermelhas de luz, depois do que, um dos objetos ou seções voou fora muito rapidamente para o norte e então outro voou para leste, desaparecendo. Como os leitores devem entender, este incidente tem profundas implicações para todos nós, e é um dos mais importantes incidentes UFO relatados nos anos recentes em Porto Rico e no exterior.

O Governo dos EUA “arrenda” a área

Em 8 de agosto de 1989, depois do incidente entre os caças e o UFO, depois dos rumores neste sentido, a  Laguna Cartagena foi “arrendada” por um “acordo” para o Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, para “preservar” especies animais de lá em perigo de extinção. A área agora está sob controle dos EUA por este acordo por 50 anos, e possivelmente por mais 50 anos depois disto. Mais tarde, as autoridades federais tomaram o controle de outro ‘ponto quente” ufológico em Sierra Bermeja, um campo perto do setor Pitahaya-Olivares, na linha costeira, perto aos canais de mangue entre La Parguera e o farol de Cabo Rojo, uma outra área na qual muitos UFOs são vistos regularmente entrando e saindo da água, uma área que tem sido cuidadosamente observada por vasos da Marinha dos EUA e aviões, e por aqueles dias era restrita e colocada sob controle de inúmeras tropas militares americanas por vários meses, sem qualquer explicação [a área do farol]. A razão ‘oficial’ para controlar o campo na área de Pitahaya-Olivares ? As autoridades queriam localizar um aerostato, um potente dirigível de radar, naquela área para detectar e evitar o contrabando e drogas por ar e por mar. Eventualmente, o radar foi empregado e ancorado lá e local foi declarado fora dos limites para todo mundo. Coincidentemente, o mesmo tipo de aerostato ou dirigível de radar tem sido localizado em outros “pontos quentes” UFO nos EUA e em outros lugares. Um desses “lugares quentes” é a região de Gulf Breeze Pensacola, onde por alguns anos agora tem havido muita incidência UFO. Um outro local é Marfa, Texas. Mas isto é apenas uma coincidência? Um padrão estranho parece emergir de todas estas coincidências.

Desde então, em muitas ocasiões e muitas testemunhas, policiais, soldados e vizinhos da área, tem visto UFOs, ambos discos metálicos claramente definidos e objetos luminosos, voando próximo ao dirigível e planando sobre ele emitindo estranhos flashes de luz em um padrão similar aquele que o dirigível emite. Para alguns, isto parece como se os objetos aéreos estivessem se comunicando pelos flashes de luz. Algumas vezes os UFOs são caçados por aeronaves militares, mas como matéria de fato, seja como for que isto aconteça [os UFOs descendo e planando sobre o dirigível], o dirigivel funciona mal e tem que ser consertado. Segundo fontes internas, todos os sistemas de computador ficam em branco, eles se apagam, e tem que ser reprogramados. Para muitos, a razão real para esta instalação lá é uma diferente: a situação UFO na área. Um exemplo disto é o seguinte avistamento de Mr. Luis Collado e alguns outros residentes no setor de Olivares.

Uma nave estranha perto do Composto do Aerostato

Quando estávamos falando com Mr. Miguel Figueroa, um residente de Lajas, sobre um encontro que ele teve com vários aliens de tipo gray na estrada 101, perto de Laguna Cartagena, um outro homem, Mr. Luis Collado, se aproximou de nós para contar sobre algo que ele tinha visto na noite de 17 de agosto de 1991, quando ele viu uma nave estranha perto das instalações do aerostato.

Depois de nos ser apresentado por Mr. Benito Collado, ele nos guiou ao ponto exato onde ele viu a nave, em fronte do sítio de esvaziamento e perto da instalação do aerostato, explicando que: “eu estava dirigindo nesta estrada no setor de Olivares por volta das 2:00 A.M. depois de deixar a casa de alguns amigos no setor de Las Palmas e ir para casa… quando subitamente eu cheguei lá e vi uma coisa estranha lá em frente da montanha; parei meu carro e sai para ver melhor. O que vi era algo suspenso em pleno ar sobre a montanha que divide este setor do setor de La Parguera, exatamente na fazenda administrada por Freddie Guindín. Olhe, isto era algo como um daqueles chamados discos voadores, mas ele tinha algo no topo… Você sabe a parte superior cônica do chapéu das bruxas? Era algo assim, conico no topo e uma base circular ao redor dele. Era grande e tinha muitas luzes ao seu redor. Era metálico, como prateado. Mas a coisa mais estranha era que havia algo saindo sob ele, como uma névoa giratória que descia diretamente para a montanha, para o solo, em uma coluna, mas giratória, em uma coluna espiralada. Esta coluna era semi-luminosa. Era uma coluna de luz e nuvens ou névoa descendo do objeto… Acredito que esta coisa fosse um UFO [OVNI].”

Luis continou: “Disse para mim mesmo… que coisa estranha! Nunca tinha visto algo assim. E você podia ouvir um som de zumbido vindo daquela coisa. Ela apenas ficou lá, e depois de observar por algum tempo fui embora. Mas a coisa estava lá e estou certo que a vi. E os policiais que cuidam daquele lugar [as instalações do aerostatos] certamente também viram isto, porque aquela coisa estava no topo da montanha na entrada do lugar e assim eles tinham que ver isto, não tenho qualquer dúvida quanto a isto. Se eu ouvi o som de zumbido vindo de lá, na estrada, eles devem ter ouvido isto ainda mais alto onde estavam, porque estavam mais perto. Não sei, mas tenho um sentimento aqui que o aerostato nada tem a ver com o problema com drogas, como o governo quer que nós acreditemos. Penso que há algo a ver com os UFOs que estão sendo observados lá, talvez para manter um olho neles.”

Ele deixou claro que pela primeira vez ficou relutante em contar o que viu, temendo que ninguém acreditasse nele, mas depois de nos ouvir falando com Mr. Figueroa, ele entendeu a importância do que ele tinha visto relativo a situação UFO na área e mudou de idéia, pelo que nós lhe agradecemos profundamente.

A informação de Collado era muito interessante, mas nada havia para sustenta-la; felizmente, no mesmo dia enquanto visitámos a residência de Mr. Roosevelt Acosta, sua irmã Dolín [já mencionada como a mulher que recebeu um raio X de um UFO] e suas filhas e um genro afirmaram que nas primeiras horas de 17 de agosto de 1991, todos eles viram enquanto estavam indo para casa de Roosevelt uma estranha nave suspensa no ar sobre a montanha próxima das instalações do aerostato. Segundo eles, era por volta das    2:00 – 2:30 A.M. quando eles avistaram isto e era algo “como um disco voador com uma coisa pontuda no topo e com muitas luzes. Ela veio voando do oeste e então ficou suspensa sobre a montanha [ a mesma que nos foi identificada por Collado] e algo como uma fumaça desceu dele em um movimento giratório para o solo’.

O avistamento estava confirmado! Quatro testemunhas totalmente independentes viram o mesmo objeto relatado por Luis Collado na mesma hora e no mesmo lugar. Dolín Acosta e sua família afirmaram que eles observaram o UFO por aproximadamente uma hora, depois do que foram dormir, não sabendo o que aconteceu depois disso.

Também, entre outros, Mrs. Jocelyn Irizarry e a família dela, residentes na estrada 116 de Lajas, viram uma enorme nave disco voador no ar perto do dirigível em novembro de 1991. Por causa de todas estas situações a maioria dos residentes no sudoeste acredita que as instalações do dirigígel radar foram colocadas lá para observar a atividade UFO e tentar detectar as trajetórias dos UFOs e localizar as áreas exatas pelas quais eles entram ou saem constantemente do mar e da terra.

Tem sido relatada a presença alien direta na área? Sim, tem havido muita, e a seguir estão apenas exemplos.

Como já mencionei, Mr. Manuel Figueroa, um residente do setor de Palmarejo, em Lajas, teve um encontro próximo com vários aliens de tipo gray nas primeiras horas de 31 de agosto de 1990, quando ele estava dirigindo pela estrada 101, perto de Laguna Cartagena. As criaturas tinham sido observadas por várias outras pessoas na área, que disseram a ele sobre elas e a direção que elas haviam tomado andando pela estrada 101. Para surpresa dele, ele encontrou cinco aliens andando na estrada em frente a ela. Eles eram cinza, pequeninos, de aparência frágil, com grandes cabeças, orelhas pontudas, com uma boca como um corte e sem lábios, pequenas narinas no lugar do nariz, e grande olhos luminosos e amendoados, que projetavam uma brilhante luz branca… Elas tinham braços longos com mãos com apenas três dedos e ´pés também com apenas três dedos.

Na medida em que Figueroa dirigiu para mais perto deles, eles se viraram e olharem para ele com seus olhos brilhantes, que ele entendeu como um aviso para ele se manter afastado deles. Ele parou e então continuou seguindo-os a curta distância, amedrontado, mas também fascinado pelos seres. Naquele momento, eles todos se viraram para a esquerda e pularam sobre uma pequena ponte na estrada para dentro de um pequeno riacho que se ligava a Laguna Cartagena, desaparecendo lá. Ainda nervoso e chocado com o encontro, Figueroa foi embora para casa. Mas de manhã algo estranho aconteceu. Figueroa recebeu um telefonema em sua casa de um homem, que falavra espanhol com um sotaque americano, que disse a ele para não falar nada a qualquer pessoa sobre o que ele tinha visto e para onde os pequenos seres tinham ido [a Laguna Cartagena, o local da maioria dos incidentes UFO na área], que se ele falasse alguma coisa “algo ruim podia acontecer a ele”. Foi assim! Ele já estava assustado pelo que tinha visto, e então mais isto… O  que o preocupou mais foi como o homem misterioso tinha obtido tão rapidamente o telefone dele, porque a sua era uma linha particular e ainda mais, estava listada sob o nome de outra pessoa. Até mesmo assim, o homem que telefonou pediu para falar diretamente com ele, Mr. Miguel Figueroa. Como ele podia saber…? Figueroa ainda não pode explicar isto.

Neste momento Miguel Figueroa está convencido que o que ele viu nas horas iniciais de 31 de agosto de 1990 estava relacionado ao muitos incidentes UFO relatados no setor. De início, eu não falaria sobre isto, mas tenho visto os UFOs, discos voadores na área antes. E eu lhe digo, o que aconteceu aqui é real, e estes seres devem ter uma base ou algo subterrâneo nesta área. Não penso que eles sejam agressivos. Eu estava sozinho e a luz que eles emitiram indicou que eles eram poderosos; mesmo assim, eles não me prejudicaram. Eles podiam ter feito isto, mas não o fizeram. Foi apenas como se eles me dissessem; “não chegue mais perto,”  mas eles não queriam me machucar. Apenas desejaria que isto não tivesse acontecido… porque não pude lidar com isto. Eu gostaria de esquecer tudo isto.”

Coincidentemente, Timothy Good e eu, juntamente com outros investigadores, estávamos na mesma área no anoitecer de 31 de agosto de 1990, mas o relato sobre o caso não chegou ao nosso conhecimento senão dias depois.

“Duas criaturas estranhas examinando uma planta…”

Na noite de 13 de agosto de 1991, Mrs. Marisol Camacho, uma jovem mulher que vive atrás da comunidade de Maguayo, exatamente próximo à Laguna Cartagena, recebeu uma visita inesperada na casa dela de duas criaturas estranhas e esquisitas, como ela os descreveu.

“Eu estava dormindo – ela disse -, era por volta de 2:00 a.m., e ouvi barulhos estranhos lá fora, perto de minha varanda. Saí da cama e fui para a janela da varanda [com venezianas metálicas]. Lá estava alguém murmurando alguma coisa, uma língua estranha. Abri a janela muito vagarosamente e…Oh, meu Deus! Havia duas das criaturas mais esquisitas que você possa imaginar de pé lá na varanda! Eles estavam examinando uma das plantas que eu tenho e que eu chamo de Queijo Suiço [ o nome científico da planta é ‘Monsterosa deliciosa’, uma planta ornamental tropical com folhas com muitos buracos]. Eles estavam tirando folhas da planta e murmurando. Eles pareciam realmente interessados nisto. Eu estava surpresa e… não sei porque, não podia me mover, estava congelada lá… olhando para eles. Eles tinham aproximadamente 1.20 metro de altura e tinham grandes cabeças. As cabeças tinham a forma de ovo, grande no topo e com um queixo pequenino. Eles eram muito magros e pareciam ser de cor cinza, todo cinza, e estavam nus. Eles tinham grandes olhos alongados que se estreitavam para os lados da cabeça. Não havia pupilas ou branco nestes olhos. Suas faces eram chatas, com um pequeno corte como boca, sem lábios, e dois pequeninos buracos por nariz. Nunca senti qualquer medo, estava fascinada pelo que estava vendo. Eles pareciam crianças para mim! ”

Perguntada sobre as mãos deles, ela explicou que: “… eles tinham braços mais longos que os nossos, e longas mãos muito magras com quatro dedos longos. Eles não pareciam me perceber na janela. Eles pegaram as folhas da planta e sairam falando entre eles em uma linguagem muito rápida. Eles sairam andando vagarosamente na direção da Laguna Cartagena, entraram nos arbustos lá no fim da rua e desapareceram. Eu não podia acreditar isto! O que as pessoas andavam dizendo por aqui era verdade! Há aliens aqui! Eu os vi e estou certa do que vi. Depois que eles foram embora, pude me movimentar novamente. Voltei para cama e mais tarde contei o que tinha visto ao meu marido.”

Mas os aliens voltaram duas semanas depois: “novamente era tarde da noite – ela disse -, ouvi os mesmos sons, levantei-me e fui para a mesma janela que estava parcialmente fechada… e lá estavam eles novamente! Os mesmos ou outros idênticos a eles… mas senti que eram os mesmos. Eles estavam examinando a mesma planta novamente e falando naquele jargão murmurado… Mas desta vez eu fui capaz de me mover e tentei dizer algo a eles. Eu comecei a abrir as venezianas mas quando eles ouviram a janela se abrindo, eles olharam para mim muito rapidamente e então correram muito rápido descendo a rua na direção da Laguna Cartagena novamente, desaparecendo lá.

“Não sei o que eles querem, mas eles não parecem perigosos. Eles não me prejudicaram. E eles não machucaram meus cães, que dormiram todo tempo enquanto eles estavam aqui na varanda. Uma coisa é certa, eles já estão aqui, vivendo conosco. Devemos nos preparar para encarar este fato… e estou convencida que eles esão lá na Laguna Cartagena. E o território deles é lá.”

Uma semana depois desta segunda visita, muitos dos vizinhos dela testemunharam um disco brilhantemente colorido que planou por 3 minutos a alguns 15 metros acima da casa dela uma noite às 9:30 p.m.

Um Alien no Canal de Irrigação

A testemunha deste outro encontro é Mr. Ulises Pérez, um jovem homem que vive em Lajas. Em um anoitecer, às 11:30, ele estava em sua motocicleta em uma estrada de terra em um desolado rancho de gado no setor de Cuesta Blanca, localizado entre La Parguera e a Laguna Cartagena, quando: “… a moto caiu em um buraco cheio de água e emitiu faísca e desligou. Eu comecei a examina-la, porque ela não daria a partida, e depois de consertar o que eu acreditei ser a causa do  problema, quando eu estava novamente tentando dar a partida, olhei lá, para o canal de irrigação… e vi a coisa lá!

“O que eu vi foi algo como … algo que estava sentado ou agachado sobre um tronco de árvore lá na margem do canal. A pele da coisa parecia como se fosse crua. Você sabe, quando você corta sua pele, o corte parece esbranquiçado com pontos rosa-avermelhados nele? Era como a pela dele se parecia. Era uma pele branco pálida, sem cor, como aqueles lagartos salamandras pálidos? Exatamente assim. Olhamos um para o outro por um momento, sem nos mover. Eu estava apavorado com aquela coisa lá. Não tenho vergonha de admitir e tentei dar partida na moto para ir embora. Enquanto eu me movia, esta coisa pulou e desapareceu sobre os lírios de água do canal. A moto deu partida e eu fugi. Fui para casa e expliquei nervosamente o que tinha visto. Meus amigos e parentes não acreditaram em mim, mas eles foram até o  lugar comigo para ver. Vendo a trilha dos lírios de água esmagados eles acreditaram em mim e ficaram apavorados”.

Segundo Ulises a criatura era idêntica aquelas já descritas em encontros anteriores. “O que mais me impressionou foi a grande cabeça e aqueles olhos negros enormes que ela tinha”, ele declarou. Como em outros casos, há uma ligação com a Laguna Cartagena, porque o canal de irrigação no qual Ulises viu a criatura se liga com a lagoa.

Todos estes casos parecem implicar que este tipo de seres tem possivelmente estabelecido seu habitat profunadmente sob a Laguna Cartagena e outros corpos de água na região. Já tem sido declarado anteriormente por outros investigadores que este tipo de espécie de criatura pode ser anfíbia por natureza, devido as membranas descritas regularmente entre seus dedos por muitas testemunhas.

O Encontro de um Velho Homem com Vários “Grays”

Ainda um outro caso em Sierra Bermeja ou perto da lagoa é o de Mr. Eleuterio Acosta, um ancião de 80 anos muito sério que vive no setor de Olivares, exatamente em frente das instalações do dirigível radar, que confrontou cinco destas pequenas criaturas cinzas em sua casa. Eleuterio, agarrando um pesado bastão, ameaçou ataca-los gritando que saissem da casa dele. Neste momento ele se tornou ciente de um outro tipo de ser mais alto que disse algo em um rápido jargão aos outros. Então  os menores correram na direção da janela com venezianas, onde do lado de fora estava o mais alto e incrivelmente mudaram sua forma passando pela janela com venezianas! Então todas as seis criaturas fugiram correndo  muito rapidamente em direção das montanhas de Sierra Bermeja, atrás da casa dele.

Uma Abdução Evitada?

Há também o caso de encontro de Mrs. Albita Acosta. Albita, também uma residente do setor de Olivares, e que também é uma testemunha de muitos UFOs vistos perto do dirigível radar, lutou e evitou uma aparente tentativa de abdução dela por este tipo de criatura em maio de 1991.

Aliens na Plataforma de Ancoramento do Aerostato

Também há um encontro de alguns policiais que guardam o lugar com várias destas criaturas nas instalações do dirigível radar [aerostato], na seção de ancoragem do dirigível, depois que ele foi construído. Isto aconteceu em uma noite de abril de 1990. Um dos policiais percebeu à distância o que a ele parecia serem crianças brincando na plataforma de concreto para ancoragem do dirigível. Ele se aproximou do local em seu carro de patrulha e ligou os faróis, apenas para ver que não eram crianças, mas sim, criaturas realmente muito estranhas que tinham no máximo 1.2 metro de altura. Elas tinham grandes cabeças e eram de cor cinza. Os pequenos seres fugiram correndo em direções diferentes e o policial pediu ajuda pelo rádio, repetindo o código 1050. Quando a ajuda chegou, as criaturas já haviam desaparecido. Foi realizada uma extensa busca, mas sem resultado. Fomos capazes de entrevistarmos confidencialmente um os policiais envolvidos no incidente, que verificou os detalhes relatados aqui.

Alguns dias depois, um outro grupo de policiais lá viram um disco voador com uma aura dourada ao redor dele que quase pousou no território do aerostato. No dia seguinte, um outro daqueles círculos misteriosos apareceu no solo exatamente onde o UFO foi avistado. O círculo foi “apagado” do solo quando foram  dadas ordens para remove-lo pelo uso de uma escavadora mecânica.

Mas há mais narrativas importantes que parecem nos dar uma resposta sobre a razão para o que está acontecendo na área.  Uma é a seguinte.

“Eles me levaram a base deles…”

Mr. Carlos Manuel Mercado, também já mencionado, e uma das muitas testemunhas que viram a abdução de dois caças a jato dos EUA em pleno ar sobre a Laguna Cartagena por um enorme UFO triangular em dezembro de 1988, e que temos vindo a conhecer muito bem e respeitar como um homem sério e honesto, revelou durante a nossa entrevista com ele que algo chocante aconteceu a ele uma noite seis meses antes do incidente dos jatos que ele testemunhou. Esta outra experiência aconteceu em junho de 1988:

“Naquela noite eu estava tentando dormir, mas estava tão quente que eu não conseguia. Minha família já tinha ido dormir. Eu me levantei e me deitei no sofá na sala de estar, tentando  obter alguma fresca lá, mas sem resultado. Eu não conseguia dormir. Enquanto eu estava lá, repentinamente vi um flash de luz lá fora e ouvi um som de zumbido. Alguns momentos depois algo bateu três vezes nas venezianas da janela na minha frente. A metade superior das janelas estava aberta mas a metade inferior estava fechada e levantei e abri a janela… e lá estavam eles! Três pequenos homens olhando para mim… mas eles não eram humanos. Eu  estava surpreso, mas uma voz disse na minha mente “não se assuste, tudo está bem. Nada irá acontecer a você. Não se assuste. Vamos lhe mostrar uma coisa.” De início, fiquei surpreso, mas quando ouvi a voz fiquei calmo, muito calmo. Eles me pediram para sair, mas não com suas bocas, foi na minha mente. Abri a porta… senti que tinha que fazer isto, de alguma forma eu sabia que eles não me prejudicariam.”

Segundo Manuel, os pequenos seres tinham aproximadamente 1.20 metro de altura, com grandes cabeças em forma de pera, pele cinza pálido, e grandes olhos amendoados sem pupilas. Os seres não tinham orelhas e tinham um pequeno corte no lugar da boca. Eles tinham apenas duas pequenas narinas em lugar do nariz. Uma outra coisa: estes seres tinham como pequenas manchas na pele de sua face… “Como acne? Algo assim”, ele disse. Segundo ele os seres eram de forma humanóide mas seus braços eram um pouco mais longos que os dos humanos. Todos os três estavam vestidos em roupas de uma só peça muito justa e de cor bege, como mecânicos.” Somente suas mãos e cabeça estavam fora das roupas. Dois deles pegaram minhas mãos e desceram a estrada em frente da minha casa [em frente da Sierra Bermeja] eu… eu não posso acreditar nisto… Havia um disco voador lá! Ele estava sobre três pernas metálicas que desciam de sua parte de baixo. Era redondo, com um domo no topo dele e com janelas, e muitas luzes coloridas ao redor de sua borda. Você sabe a forma dos hidrantes de água? Esta é a forma que a coisa tinha. Havia uma abertura em sua parte de baixo de onde descia uma longa escada até o solo. Eles me pediram para subir a escada e fomos a bordo da nave… porque era uma nave… Havia outros deles lá, e o lugar estava cheio de máquinas com muitas luzes coloridas e painéis. Isto estava na área as muitas janelas, como uma cabine no domo. Os pequeninos seres me apresentaram a um ser mais alto que tinha aproximadamente a minha altura [1.79 metro]. Eu me senti mais confortável com ele porque, mesmo sendo como os outros, ele era mais alto e parecia um pouco mais humano. Este estava vestido com um robe branco e eles disseram que era o capitão médico deles.

“Este ser mais alto me explicou que eles não queriam me fazer mal, que eles apenas queriam me mostrar e dizer algo que mais tarde eu pudesse relatar a outras pessoas. Ele disse algo aos outros nos painéis e senti as pernas se elevando e um som de pinças, a abertura se fechou e nave começou a se mover. Eu estava impressionado mas não estava com medo. Eles de alguma forma me mantinham calmo. A nave disparou e acredito que iríamos muito longe, mas ao invés,  a nave se inclinou a esquerda e caiu na direção de Sierra Bermeja. Estava com medo de nos acidentarmos, mas um buraco apareceu em uma depressão do lado da montanha de El Cayúl e a nave continuou a descer e passou por um túnel e chegou a um grande lugar que parecia ser subterrâneo, como uma caverna muito longa e grande! Havia muitas estruturas como  barracas, construções dentro do lugar, e centenas, muitos dos pequeninos aliens estavam trabalhado como se em linhas de produção reunindo eletrônicos ou partes mecânicas, maquinário…

PARTE TRÊS

“Havia muitas naves lá embaixo, mas não como aviões ou helicópteros, não, não… Todas as naves eram em forma de disco ou triângulos ou hexágonos… .

“O ser alto explicou: “Como você pode ver, temos uma base aqui para a manutenção dos sistemas de nossas naves; temos estado aqui por um longo tempo e não preetndemos ir embora. Queremos que o povo da Terra saiba que não lhe desejamos mal e nem queremos conquista-los. Quremos alcançar vocês e estabelecer um relacionamento direto que será benéfico para ambas as partes. O povo da Terra pode ficar seguro que não desejamos fazer-lhe qualquer tipo de mal”. Eu disse: “porque eu, um homem simples, ninguém vai acreditar em mim.” E ele disse ‘Isto não importa. As pessoas o ouvirão, bem como a muitos outros que estamos contactando e trazendo aqui para ver a mesma coisa. Quando as pessoas com conhecimento ouvirem o que vocês, pessoas simples, como você se diz, estão dizendo, eles saberão que vocês estão dizendo a verdade.”

“Depois eles me trouxeram de volta para casa e antes de irem embora eles me disseram que voltariam algum dia. De início, fiquei com medo de falar sobre isso. Fiquei com medo que ninguém acreditasse em mim, até mesmo vocês… Somente falei sobre isto com a minha família. Mas quado aconteceu esta coisa com os jatos, eu me preocupei. Talvez isto tenha algo a ver com os sers lá embaixo, e sei, eu sinto, eles são bons e inofensivos. Sinto que eles não querm nos fazer mal, e saber que isto tudo pode ser importante, decidi falar e deixar que vocês saibam o que aconteceu”, disse finalmente Mercado.

Conhecemos um outro homem, um oficial militar de alto escalão na área oeste de Porto Rico, que supostamente foi levado [abduzido] a esta mesma base UFO subterrânea por este mesmo tipo de aliens. No entanto, não podemos revelar o nome dele aqui, para evitar que ele sofra qualquer tipo de perseguição, mas tudo que ele diz combina com os detalhes dados por Mr. Carlos Manuel Mercado, especialmente o lugar onde o aclive ad montanha se abre para a proposta base alien, na montanha El Cayúl.

Há também uma mulher que reside em Lajas e trabalha no governo municipal de Lajas que foi abduzida pelo mesmo tipo de aliens grays. Segundo ela, ela foi examinada por eles e levada a uma base subterrânea sob  Sierra Bermeja, localizando o mesmo lugar para a ‘entrada’ na montanha de ‘El Cayúl’. Todas estas são testemunhas independentes que não conhecem uma às outras mas tem dado o mesmo tipo de detalhes a respeito da base e da entrada.

Laguna Cartagena… Realmente há uma Base Alien Lá?

Como podemos ver, há bastante evidência circunstancial que suger que algo estranho e muito importante relacionado aos UFOs está acontecendo no sudoeste de Porto Rico, especialmenet na área de Lajas-Cabo Rojo. Na medida em que acontecem mais incidentes,mais pessoas lá acreditam que exista uma base UFO na área. Recentemente, uma fonte nos deu e a outros investigadores portoriquenhos um esboço do que ela acredita ser uma base UFO conjunta EUA/Alien sob a área de Sierra Bermeja – Laguna Cartagena a que ela teve acesso.

Uma outra fonte, um homem que consideramos muito série e responsável, nos contou como acidentalmente ganhou acesso, junto com um amigo pescador de La Parguera cujo último nome era Vega, a esta suposta instalação por uma abertura de ventilação supostamente oculta localizada perto do território. Nossas testemunhas, cujos nomes não podemos revelar por razões de segurança que serão lógicas para o leitos depois de ler um pouco mais este artigo, explicaram que realmente há aliens lá embaixo e que eles também haviam visto soldados americanos lá embaixo. Apavorados, eles fugiram do lugar preocupados de terem visto algo que não deviam.

Nossa fonte voltou ao  local alguns dias depois e encontrou a alegada abertura lacrada por um pesado pedaço de concreto. Alguns dias depois seu amigo, o pescador, foi encontrado morto pendurado por um pequeno prego enfiado na parede de sua casa em La Parguera. Segundo as autoridades, ele se enforcou com o cadarço de um de seus sapatos no prego. A coisa estranha foi que as mãos dele estavam livres e o prego no qual ele supostamente se enforcou estava muito abaixo de sua cabeça. Também, ninguém soube explicar como um prego tão pequeno pôde suportar o peso dele. Investigamos este caso e o irmão do homem morto, o pescador  Víctor “Lindo” Vega, que trabalha em La Parguera e que nós já conheciamos como testemunha de outros incidentes UFO lá, explicou que ninguém na família pôde entender a morte de seu irmão: “meu irmão não bebia qualquer coisa alcoólica até depois de ter visto seja o que for que ele viu lá embaixo nos mangues e no aerostato, e não usava qualquer droga; ele não estava deprimido e não tinha problemas emocionais ou sentimentais; além isso, ele tinha boa saúde. Então, porque isto? Não sei, mas algo não está claro nisto tudo”, disse Lindo.

Nos últimos meses de 1992, um forte programa de desinformação foi levado adiante por Mr. Aníbal Roman, o diretor do Escritório da Agência de Defesa Civil da área de Mayaguez e o tenente de polícia Rodríguez, dos quartéis de polícia de Lajas, usando toda media televisiva, de radio e de imprensa de Porto Rico para mostrar como mentiras e fabricações os relatos de testemunhas e investigadores sobre os UFOs e os aliens vistos na área e ridicularizar a situação, isto juntamente com oficiais do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA, tais como Mr. Fred Schaffner.

Enquanto isto estava sendo feito por Román, seu supervisor, Coronel José A. M. Nolla, Diretor da Agência Estatal de Defesa Civil de Porto Rico, enviou uma ordem diertiva interna para todos os escritórios regionais em Porto Rico declarando as orientações para uma investigação secreta sobre a situação UFO e os avistamentos dos USOs [objetos não identificados submersos] era real e importante. A cópia de tal diretiva nos foi dada por uma fonte dentro da Agência de Defesa Civil. A fonte explicou as descobertas, até mesmo depois afirmando que eles eram da responsabilidade da agência, estavam realmente para anáise peo Departamento de Defesa dos EUA e pela Força Aérea dos EUA. Deste modo, estas agências militares não seriam oficialmenet vistas como envolvidas com a investigação UFO.

Também, recentemente, o Coronel Nolla, que costumava ser o oficial de ligação da Guarda Nacional e Exército Reserva Portoriquenho com a Agência de Inteligência de Defesa dos EUA [DIA], similar a CIA nos militares americanos, declarou sob juramento em uma audiência no Senado de Porto Rico que os militares e a Agência de Defesa Civil tinham estado investigando os muitos avistamentos UFO e as mutilações de gado que tem acontecido em Porto Rico desde 1975.

O Programa de Desinformação  é Exposto

Por estes mesmos dias, Mr. Freddie Cruz, Diretor da Agência de Defesa Civil em Lajas, expôs este programa de desinformação de Roman e Rodriguez em uma entrevista que fizemos com ele sobre um importante incidente UFO que ele e várias outras pessoas testemunharam na tarde de terça-feira, 28 de abril de 1992, quando todos eles viram um caça a jato caçando um disco voador na área.

“Isto aconteceu às 5:00 P.M., – ele disse -, …eu estav a consertando meu caminhão aqui e ouvimos umm jato voando baixo. Uma das crianças disse “Hey!, ohe aquela coisa! todos nós olhamos para cima e vimos uma coisa como um disco voador sendo caçada por um jato militar [mostramos a todas as testemunhas várias fotografias de aviões a jato militares e segund elas era um f-14 Tomcat]. O disco era metálico, prateado, muito polido e estava como se brincase com o jato.

“Ele era um pouco maior que o jato, não muito [ teria uns 70 pés de diâmetro]. Ele pararia no ar repentinamente e quando o jato estava perto de alcança-lo, ele se moveria em frente muito rapidamente, parando de novo mais longe. O disco era justamente isto, um disco voador, como dois discos achatados unidos pelas bordas e tinha um domo no topo. Por um momento, na medida em que o jato estava novamente para alcança-lo, o disco se partiu no meio! A parte superior se separou da parte inferior e então cada parte ou seção voou embora, uma para sudoeste  outra para leste. O jato permaneceu circulando lá na área como se não soubesse o que fazer, e então voou para leste”.

Cruz declarou: “Isto me convenceu que eu devia falar o que eu sabia sobre a situação. Não é justo continuar com a desinformação de Roman e outros. Atualmente, há uma investigação secreta sendo realizada pela Agência de Defesa Civil de Porto Rico. Sei que tudo é verdade, porque eu próprio tenho visto os UFOs.”

A este ponto Cruz nos revelou outros eventos importantes que ele testemunhou, juntamente com várias outras pessoas. “Em novembro passado [1991], a polícia recebeu uma pista sobre a chegada esperada de estrangeiros ilegais vinda em barcos da República Dominicana no setor da prais de ‘El Papayo’, localizada entre La Parguera, Lajas e Guánica, um pouco mais a leste. Enquanto estávamos lá, às 9:00 p.m., vimos uma grande estrela brilhante no céu. Repentinamente, a estrela começou a desc er muito rapidamente e era uma coisa enorme!… Um UFO, um disco voador do tamanho de um estádio! Era muito brilhante e tinha luzes coloridas ao seu redor.

“Ele permaneceu lá imóvel a aproximadamente 7,6 metros da superfície do mar. Era grande, realmente grande, e permaneceu lá por aproximadamente meia hora. Então ele voou muito rapidamente para cima e desapareceu no céu. Isto realmente nos abalou. Serei honesto, quando aquela coisa desceu, engatinhei para baixo do meu caminhão e permaneci lá até que aquilo fosse embora.

“Também, Martin, temos observado a Laguna Cartagena e temos visto objetos redondos ou ovóides brilhantemente coloridos quando eles sobrevoam o lugar fazendo voltas em ângulos fechados… e algumas vezes eles entram na lagoa e desaparecem sob a água! Os UFOs estão lá, realmente estão lá! Então, isto é o porque não posso continuar calado enquanto Roman e outros ridicularizam e satirizam as pessoas que tem visto estas coisas lá! Isto não é justo. O nosso povo diz o que tem visto porque ele sabe que, seja o que for que esteja acontecendo por lá, é importante. Conheço a maioria destas pessoas e sei que elas são sérias, honestas e decentes. Elas merecem algum respeito.”

Finalmente, Mr. Cruz declarou que: “Há UFOs na Laguna Cartagena, e algo estranho está acontecendo nas instalações do aerostato radar! Se não,porque os caminhões brancos da NASA tem que entrar nos territórios do aerostato por volta das 2:00 a.m., escoltados por veículos jipe militares omni [hummers] , a um tempo quando ninguém os vê? Porque fazer isto de tal maneira escondida? O que faz a NASA em uma guerra anti-drogas? Nada que saibamos. Para mim, há uma base alien por lá e as autoridades sabem sobre isto ou algo assim, e eles não querem que ninguém mais saiba sobre o assunto.”

Como matéria de fato, um oficial da polícia de alto escalão da zona, explicou confidencialmente para nós que quando os policiais que foram selecionados para a segurança na entrada da estrada para a instalação do aerostato foram instruídos, isto foi feito por agentes federais dos EUA [supostamente do FBI] e ele, bem como os policiais, ficaram todos surpresos pelas muitas perguntas relacionadas a UFO e a alien que eles fizeram a eles. Eles perguntariam algumas coisas sobre a experiência pessoal do policial e perguntas pessoais, mas de repente eles mudavam a linha de questionamento para coisas assim: “Você tem visto UFOs ou discos voadores? Você tem sido contactado por aliens? Você acredita em UFOs? Alguém na sua família teve alguma experiência UFO? De tempos em tempos este tipo de questionamento voltaria em suas entrevistas e re-instruções, enquanto também usavam um polígrafo ou detector de mentira no policial durante as sessões de interregatório.

Como dissemos anteriormente, tudo isto é evidência circunstancial, mas evidência circunstancial que quando analisada junta e logicamente, fortemente sugere a possibilidade de realmente existir uma base alien na zona.     Os fatos mencionados são apenas uma pequena percentagem dos muitos incidentes relacionados a UFO e aliens lá. Para nós relatarmos toda esta informação sobre a situação exigiria um livro inteiro, mas para o leitor interessado, este relato dará uma idéia geral da importância do que está atualmente acontecendo na região sudoeste de Porto Rico.

Mas vamos ver alguns outros casos de outras regiões de Porto Rico.

Caçada de um UFO em “El Yunque”

Este incidente aconteceu em 4 de julho de 1989, e várias testemunhas que vivem no setor de Sabana / Yuquiyú da cidade de Luquillo, uma área próxima da Floresta Tropical Nacional Caribenha, no leste da ilha, foram capazes de ver quando um UFO descrito como “um objeto oval brilhante como uma estrela” foi caçado por dois caças a jato que foram enviados para intercepta-lo pela Estação Naval Roosevelt Roads em Ceiba, perto da área.

Segundo Mrs. Rosa Dávila de Quiñones, residente no setor de Sabana [a única testemunha que foi voluntária para ser identificada para o relato], neste noite houve um blecaute de energia elétrica na área e ela estava falando sobre isto com seus vizinhos quanto todos eles viram, por volta das  8:30 P.M. o UFO voado sobre a supramencionada floresta e a montanha El Yunque [famosa pelos muitos avistamentos UFO e incidentes que tem ocorrido lá]. Segundo eles o UFO estava muito brilhante e tinha uma forma oval. “De início ele parecia uma estrela branco-azulada muito grande e brilhante, mas então começou a se mover muito rapidamente e fazendo vários ângulos em alta velocidade e foi então que todos entenderam que isto era algo estranho, algo não normal”, disse Mrs. Dávila.

Ela continuou para explicar que depois de várias passagens e voltas sobre as montanhas lá na floresta tropical, o UFO começou a descer, se dirigindo diretamente em um ângulo de 45 graus na direção da montanha El Yunque, e então, todos viram dois caças a jato se aproximando da área do leste, se dirigindo para o UFO. Todas as testemunhas estavam certas que os caças a jato haviam sido enviados pela Estação Naval Roosevelt Roads, e os viram se aproximando do objeto luminoso. Naquele momento, o UFO mudou o curso em alta velocidade e se acendeu mais brilhantemente com uma luz branca, desaparecendo no céu sobre as montanhas Pitahaya, a sudeste da Montanha Luquillo, ainda sendo caçado pelos caças a jato. Todos os vizinhos ficaram atônitos com o que tinham visto.

Coincidentemente, eu estava no setor de El Yunque naquele mesmo dia examinando outras coisas relatadas para mim relativas aos UFOs lá, e por causa disso sou testemunha da falta de energia elétrica em Rio Grande e Luquillo, mas infelizmente, deixei o local às 7:30 P.M. e perdi o incidente do UFO com os caça a jato, porque de outra forma eu poderia ter sido capaz de filmar isto com a minha câmera.

“Bola de Luz” em Guavate

Na sexta-feira, 22 de junho de 1990, Mr. José Antonio Valdés, sua esposa Matilde e um oficial militar amigo deles que os estava visitando em cas, foram todos testemunhas de um ourto encontro UFO surpreendente.

Naquela tarde, às 6:30 P.M., os dois homens estavam fazendo alguns consertos na casa de madeira de Valdés no setor de “Los Piñeros”, em Guavate, Cayey, isto na parte centro leste da ilha de Porto Rico, quando de repente eles vira, uma grande e estranha “bola de luz” voar sobre a casa de Valdés a grande velocidade. A “bola” foi descrita por eles como “uma bola redonda de luz amarela brilhante com uma luz vermelha muito brilhante no centro”. Não foram observados mais detalhes sobre o UFO por eles. Segundo as testemunhas a “bola de luz” estava voando horizontalmente “em uma trajetória do nordeste para o sudoeste” e tão logo ela passou sobre eles, “apareceram quatro jatos militares como se uma trilha ou a caçando em alta velocidade”.

Os jatos foram descritos como de “… uma estranha cor azul-acinzentada metálica, com dois motores impulsionadores e todos eles tinham asas posicionadas para trás e voavam muito rapidamente”. Esta descrição combina com aquela dos caça a jato da Marinha dos EUA, os F-14 Tomcat. “Os jatos estavam voando muito baixo sobre a área e circulando no céu – segundo as testemunhas – como se procurassem por algo, então eles foram na mesma direção que a bola de luz tomou, para sudoeste, e desapareceram”. O aparente tamanho do UFO foi estimado como três vezes o tamanho de um dos jatos que eles viram. Então, como os F-14 são aproximadamente de 18,9 metros de comprimento, então o tamanho do UFO deve ter sido aproximadamente de 54,9 metros.

“Somente uns cinco ou seis minutos haviam se passado depois que os jatos voaram sobre a área quando todos eles viram um grande jato com uma coisa redonda achatada no topo voar sobre o mesmo setor e na mesma direção que o UFO e os caças a jato tinham previamente tomado”, disse Valdés. Segundo o oficial militar lá presente, que entrevistamos sobre o incidente, este último grande jato era um jato radar  AWAC, e ele, bem como as outras testemunhas estavam certos que o UFO estava sendo caçado tanto pelos caças a jato quanto pelo jato radar, todos eles certamente vindos da Estação Naval Roosevelt Roads.     O oficial declarou estar certo de que o que ele viu foi uma perseguição e uma operação de busca realizada pelos caças a jato e o jato AWAC.

“Venho frequentemente a esta área, e esta não é a primeira vez que vejo UFOs aqui. Em muitas ocasiões você pode ver estes objetos voando ao redor e subitamente descerem em certas áreas das montanhas e desaparecerem lá. Para mim as aeronaves militares, especialmente os jatos  AWAC, estão tentando localizar o lugar para onde este objeto possivelmente vá na área. Talvez elas vão para o subterrâneo aqui em algum lugar, e isto é o que eles estão verificando”, disse o oficial.

O UFO que eles todos observaram era totalmente sem som e muito brilhante. UFOs similares tem sido observados na região Guavate frequentemente, e tenho investigado um número de avistamentos registrados. Temos o nome e endereço do oficial, mas ele nos pediu para não revelar seu nome ou posto militar por causa do medo de possível perseguição devido a sua posição. Para aqueles interessados, temos várias testemunhas de nossa entrevista com ele sobre este incidente voluntárias para se apresentarem e verificaro que ele nos disse, se houver alguma necessidade de fazer assim.

O UFO Brincalhão

Em 28 de junho de 1990, Mr. Jose Rodríguez, residente no setor de Barrio Playita, em Yabucoa, a leste da ilha, também perto da Estação Naval Roosevelt, viu uma outra surpreendente caçada de UFO por caças a jato dos EUA. “O UFO brincou com os jatos, se esquivando deles em grande velocidade por uns poucos minutos e então se afastando muito rapidamente em grande velocidade e desapareceu na direção sudoeste, ainda sendo seguido pels jatos a distância”, ele disse durante a entrevista.

Encountro Perto da Base de Comunicações da Marinha em Juana Diaz

A seguinte narrativa nos foi dada por uma fonte confidencial, um oficial militar estacionado na Base de Comunicações e Reserva do Exército dos EUA de Fort Allen, em Juana Díaz, Porto Rico, no sul. Isto tinha a ver com um outro encontro UFO / caças a jato. Depois de concordar em não revelar o nome dele ou seu posto, ele explicou o que aconteceu na base na noite de 18 de julho de 1990 às 12:10 A.M.

Segundo o oficial, naquela noite os soldados e os oficiais estavam todos em suas barracas, exceto aqueles envolvidos em seus deveres, quando subitamente o perimetro da base se tornou iluminado por uma poderosa luz branca. Nossa fonte explicou que naquele momento um oficial de alto escalão deu uma ordem pelo sistema de intercomunicações para “… todo mundo ficar dentro das barracas e não sair ou de qualquer outra instalação da base sob qualquer circunstância”.

A luz era muito brilhante, mas quando a ordem foi dada ele já estava olhando por uma janela. O que ele viu lhe deu um choque.

“Em uma área da costa, exatamente acima da base e um pouco ao sul estava um objeto como um disco brilhantemente iluminado. Ele era circular e de aparência metálica… como se fosse de alumínio – ele afirmou -, e ee tinha o qe pareciam ser muitas janelas em sua mardem do centro com luzes amareladas brancas rodndo nelas. Na parte inferior do objeto havia uma turbina redonda como uma protusão com muitas luzes coloridas girando ao redor dela, e sob o objeto um raio muito brilhante de luz branco-rosada estava emergindo, descendo como se procurasse por algo. Esta mesma luz foi a que iluminou o perimetro da base.”

Ele ficou parado lá por um momento, não acreditando em seus olhos, ele explicou, quando repentinamente “… ouvi um som alto dos motores de jato e dois jatos voaram em grande velocidade sobre a base. Para mim [um homem com conhecimento de aeronaves militares] os jatos eram do tipo F-18, e foram despachados de algum lugar para examinar o UFO perto da base. Tão logo os jatos apareceram e foram na direção do UFO, o objeto partiu em grande velocidade para o oeste com o som de vento precipitando-se e sendo seguido pelos jatos. Este jatos devem ter sido enviados da Estação Naval de Roosevelt Roads, porque por tudo que sei não há F-18s na Base Aérea da Guarda Nacional de Muniz na Isla Verde. A propósito, estes F-18s devem ser de um porta-aviões participando dos exercícios militares UNITAS sendo realizados em Roosevelt Roads e na ilha Vieques, porque regularmente não há F-18s em Porto Rico.”

O que ele disse a seguir me surpreendeu: “algo grande está acontecendo aqui com toda esta atividade UFO. Recentemente, foi mostrado a todo pessoal militar em Fort Allen vários vídeos nos quais fomos informados da realidade sobre os UFOs. Eles mostraram um velho filme em branco e preto sobre um UFO acidentado que supostamente aconteceu no Novo México a muitos anos atrãs, e todos vimos a nave, que estava semi-enterrada no solo em um ângulo de 45 graus, e havia vários corpos da tripulação do UFO. Segundo o que eles nos mostraram estes seres tinham 1, 50 metro de altura, magros, muito pálidos e tinham grandes cabeças carecas. Eles tinham grandes olhos redondos e um pequeno nariz, mas não me recordo de boca ou orelhas.

“Eles também nos mostraram umm outro video de UFOs alegadamente filmado por eles ao redor da ilha. Eles queriam que nós soubéssemos que os UFOs são reais, mas eles não elaborariam quando pedimos mais detalhes. Você sabe; para mim, o que eles queriam [os oficiais que instruíram sobre UFOs] era que nós soubéssemos que era real e que os seres não são perfeitos, eles são falíveis, que suas naves se acidentam e que eles também morrem, que eles não são invulneráveis. Aparentemente eles queriam nos condicionar para a idéia que eles existem e aceitar a possibilidade de algum dia ter que intervir com eles. Os oficiais não diriam que estas eram naves alienígenas ou algo assim, apenas que elas eram reais e que o governo as tem observado estreitamente. Finalmente, eles nos disseram que eles estão esperando algo grande, eles não explicariam o que, mas tinha a ver com isto, e que se isto acontecesse nós teriamos que lidar com a situação e com as pessoas, o público”, disse o oficial.

Este relato confidencial foi mais tarde confirmado por outros duas fontes militares independentes que nos abordaram no UFO Photo Exhibit que partilhamos com Mr. John Timmerman, do CUFOS, no Plaza Las Américas Shopping Mall, em San Juan, Porto Rico, na semana de 13 a 18 de agosto de 1990. Eles afirmaram que grupos militares especiais na ilha tem recebido instruções oficiais sobre a situação UFO desde 1988, o ano no qual os caças a jato foram abduzidos pelo enorme UFO de forma triangular em Cabo Rojo e San Germán.

UFO Caçado por Helicópteros em Caguas

Aa 5:30 P.M. de 19 de dezembro de 1990, Mr. Mario Orlando Rodríguez, residente na área urbana de Bairoa Park, em Caguas, no centro-leste de Porto Rico, viu algo que ele nunca esquecerá. Segundo o relatyo dele, naquele entardecer ele estava trabalhando em casa no seu  estúdio [ele é um artista gráfico comercial free lance] quando ele ouviu o som de motores de helicóptero voando muito baixo sobre a casa dele. Curioso ele foi para fora para ver o que estava acontecendo e, para sua surpresa e espanto, ele testemunhou algo que ele nunca esperou ver.

“Quando sai, vi helicópteros militares verde escuro sem identificação, números ou identidades voando muito baixo sobre as casas. Eles se pareciam com helicópteros comuns usados pela Guarda Aérea Nacional de Porto Rico. Um deles tinha uma abertura de um de seus lados e havia um homem lá preso por agum tipo de cinto. O homem estava gritando algo que não pude ouvir por causa dos motores dos helicópteros, e ele estava apontando em uma direção específica. Quando olhei naquela direção havia uma coisa estranha lá… Era algo como uma grande bola, como uma grande pérola com uma aura amarelada a circundando, e no centro, no interior, havia como uma luz avermelhada. Era um UFO, não tenho dúvida quanto a isto. O UFO estava voando em uma trajetória de sudeste a noroeste e os helicopteros o estavam caçando.”

Perguntamos a Rodríguez se ele podia dizer algo sobre as dimensões do UFO e ele respondeu que: “A coisa era tão grande quanto um avião comercial jumbo 747 comparado aos helicópteros. E a coisa mais estranha era que isto estava voando totalmente ssem som, sem som de tudo.”

Zahíra Milagros Larregoity, uma menina de 13 anos, uma outra testemunha do incidente, explicou que “eu estava vindo a casa de Mario para pedir algum gelo  de erpente vi esta grande bola de luz amarela voando acima de mim sem qualquer barulho e voar sobre a montanha e desaparecer; então eu vi alguns helicópteros caçando a bola na mesma direção. Era uma uz muito bonita. Algo bom de se ver.”

A montanha sobre a qual isto aconteceu está ao norte da área urbana de Bairoa Park e Mirador Bairoa, e em ocasiões anteriores outros UFOs tem sido avistados sobre esta mesma montanha. Em uma ocasião eu mesmo fui testemunha de um tal avistamento em novembro de 1991.

Os helicópteros envolvidos devem ter sido da Guarda Aéra Nacional de Porto Rico ou de Roosevelt Roads, mas nenhum deles reconheceria um tal incidente ou sua participação na caçada. Um detalhe interessante é que o objeto visto por Rodríguez é similar aquele visto por José Antonio Valdés, sua esposa Matilde e o oficial militar em Guavate, Cayey, alguns meses antes.

“UFO Elétrico” em Carraízo

Para que os leitores tenham uma idéia posterior sobre a importância deste tipo de incidente acontecendo em Porto Rico, aqui elaboraremos sobre um incidente chocante que aconteceu em março de 1991 na cidade de  Trujillo Alto.

Isto aconteceu na noite de domingo, 17 de março de 1991. Tudo estava quieto e normal no setor Carraízo sector da cidade de Trujillo Alto. Mas depois da meia-noite houve uma súbita explosão de luzes, cores e um estranho som forte.

Por muitas milhas ao redor, a escuridão noturna se tornou iluminada e muito brilhante com uma luz de proporções incríveis. A distância, podia ser visto como o céu noturno tinha adquirido uma intensa cor turqueza-azul e ao mesmo tempo a energia elétrica falhou em vários setores a milhas de distância do lugar. Por uma vez tudo foi iluminado por uma uz muito brilhante esverdeada que se mudou em uma luz laranja. Acrescentando um toque espetacular a tudo isso, um brilhante raio de luz branca podia ser visto se projetando acima no céu, se movendo sa esquerda para direita e vice-versa, em uma movimento como um ventilador e com uniformidade. Isto foi visto por milhares de testemunhas por milhas ao redor de Trujillo Alto. Contudo, aqueles mais perto da área, e aqueles em lugares altos nos setores de Rio Piedras, Carolina e Trujillo Alto, viram algo ainda mais espetacular.

Diretamente sobre a sub-estação de energia elétrica localizada exatamente atrás da área urbana de El Conquistador, no setor Carraízo, estava um imenso UFO circular, imóvel em pleno ar e radiando uma quantidade intensa de luz. Muitos residentes de El Conquistador puderam ver como a energia elétrica da sub-estação estava sendo atraída para a estranha nave acima dela. Algo como uma cortina de energia elétrica estava fluindo para dentro da parte inferior do enorme objeto. Demorou alguns momentos para que as pessoas se reunissem nas cercanias da sub-estação, enquanto muitas outras telefonavam para a policia ou estações de rádio para relatarem o que estava acontecendo ou para pedirem informação sobre o fenômeno que estavam vendo.

PARTE QUATRO

Um daqueles presentes lá, Mr. Josue Marrero, descreveu tudo como algo retirado de um filme de Steven Spielberg: “Isto era enorme. E a luz era intensa como a luz do sol. Era como se a noite se tornasse dia. E a energia elétrica estava subindo em uma parede de faíscas e descargas elétricas subindo. Eu nunca tinha visto algo assim! Eu até mesmo tive que afastar meus olhos dele, a luz era brilhante demais e os feria.”

Mr. José Miranda, uma outra testemunha que mora na Avenida Diego Velázquez, em El Conquistador, afirmou que: “O que vi quando olhei pela janela de trás depois que a luz brilhante engolfou tudo, era algo o qual eu pude apenas ver aproximadamente um quarto de seu tamanho e forma. Ele estava imóvel lá no ceu e para mim era algo redondo, algum tipo estranho de nave com uma borda redonda metálica como níquel brilhante e na parte de baixo, que é o lado que eu pude ver melhor, seguindo aquela borda estava uma fina luz verde fosforescente e a seguir uma mais no centro onde uma outra luz azul-violeta fosforecente e em seu centro aquela luz muito poderosa branco brilhante, como a luz de solda. Eu vi isto e os raios elétricos, as descargas subindo, em cores, algo assim. Toda esta área era como se fosse dia claro, e as luzes mudavam de verde para azul e para laranja… assim. Eu vi isto lá em cima por trinta segundos… e então a energia elétrica falhou completamente e a coisa disparou para o norte em grande velocidade. Corri para a janela da frente para ver mas isto já tinha ido embora.

“Minha esposa, que tinha visto parte do que aconteceu, estava gritando na cama devido a impressão que isto causou nela, porque nunca tínhamos visto uma nave tão grande como aquela e tão perto pendurada sobre as nossas casas. Aquela coisa facilmente cobriria a maior parte da área porque era grande demais… Era enorme, de fato enorme. Não era nada como um avião ou algo assim. Para mim, o que vi foi uma nave alienígena, algo não normal… algo que não é deste planeta.”

Seu vizinho, Mr. Rafael Benítez, um psicólogo profissional que conhecemos pessoalmente, acrescentou sobre o que ele viu: ” Quando olhei para cima pela janela de trás, porque tudo era como se fosse dia claro e a energia elétrica estava faltando, vi algo como três fontes de luz muito brilhantes em seu centro sob isto. Também vi como uma parede de raios elétricos subindo, como diminutas capilaridades elétricas, pequeninas descargas elétricas subindo, e você podia ouvir um som de chhh, chhh, chhh, algo como quando você ouve eletricidade estática, algo como isso. A parede de eletricidade era mais larga em sua base e enquanto subia para aquela coisa no ar se tornava mais fina. Ao redor da coisa havia algo como uma nuvem que a rodeava.

“Esta coisa que eu vi não era algo que eu conheça como de tecnologia terrena. As luzes eram intensas demais… como faróis brilhando para baixo, mas realmente intenso, cegante. Para mim o que vi foi uma nave alien que nos visitou, absorveu a energia da estação elétrica, então carregou seja o que for que quisessem recarregar em sua nave, talvez eles tivessem problemas de energia, e foram embora.”

Danny Rodríguez, um jovem homem que vive perto da sub-estação, também viu os incríveis efeitos de luz lá quanto dos sistemas explodiram, mas infelizmente ele não olhou para cima de sua casa, não viu os objetos que muitos outros viram lá. Mas ele se lembra claramente que depois que este incidente terminou, ele pôde ver por vários minutos um estranho raio de luz verde fosforescente que descia do céu em um ângulo de 45 graus na direção da estação. O raio de luz estava vindo de noroeste. “Foi como um poderoso raio de flash de luz vindo do céu, e ficou lá por alguns minutos. Algo não natural aconteceu aqui” ele disse.

Mr. Genaro Bigas, também um vizinho que reside na Avenida Diego Velázquez, explicou que quando ele foi para sua varanda para ver o que estava acontecendo, ele viu, sobre seu teto, algo se estendendo sobre ele “… algo como um enorme semi-círculo de aproximadamente 180 graus. Ele ficou lá no ar sobre as casas. Naquele momento vi que estava mais escuro na parte de baixo e estava emitindo brilhantes luzes laranjas de seus lados por toda sua volta. Esta era a fonte de luz que estava iluminando tudo aqui. Havia algo sólido lá para cima, porque você podia ver em sua borda algumas luzes laranja e então acima disto você podia ver as nuvens e o céu, mas da borda para dentro você podia ver uma sólida superfície escura. Então, depois, algumas luzes brancas muito brilhantes apareceram lá na parte de baixo no centro dele.

“O que eu vi é compatível com o que é chamado de disco voador. Era enorme, realmente grande, tão grande quanto quase toda esta área residencial. Mas estava lá em cima e imóvel. Como podia ser, esta coisa lá em cima apenas parad no ar? Isto devia sr muito pesado… Era incrível, mas todos vimos isto. Uma outra coisa é que enquanto a coisa esteve lá em cima eu pude sentir uma sensação de calor, quando isto deixou a área todos sentimos uma brisa refrescante de vento no mesmo momento.

“Estou triste de não ter saído completamente, para dar uma olhada melhor nisto. Mas talvez seja o nosso instinto de proteção que me evitou de fazer isto. Isto eu posso dizer: se era algo alien, ele não era hostil, porque não nos causou mal, exceto pelos danos na sub-estação.”

Mrs. Evelyn Suárez, residente em Colinas de Fairview, também em Trujillo Alto, mas a aproximadamente a 3 milhas de distância de onde ocorreu o incidente, foi capaz de ver o objeto suspenso sobre o setor de  El Conquistador: “Quando eu vi, era enorme, enorme. Era redondo e seu metal externo parecia-se com cobre, com uma luminosidade laranja toda a seu redor. Se você viu o filme Starman, o UFO nele era algo como um enorme globo de luz vermelho-alaranjada com muitas luzes; era algo exatamente como isso. Ele também tinha luzes verdes e outras coloridas ao seu redor. Estou certa que havia outros objetos luminosos menores ao redor dele, muito perto dele. Oh! isto de fato era uma nave, que é o melhor meio de eu descrever isto para você. Nunca esperei ver algo assim, nunca mesmo.”

José e Sonia Adorno, que vivem no 15o. andar do condomínio Los Cedros, também em Trujillo Alto, a aproximadamente 5 milhas de distância, revelaram que viram isto do apartamento deles. Ela comentou: “Era por volta das 12:20 A.M., e subitamente tudo se tornou muito brilhante. Quando olhamos para fora vimos algo muito grande e redondo no ar cercado por algum tipo de nuvem. Havia uma luz brilhante amarelada, azulada que subia do solo para algo como uma enorme plataforma que estava lá em cima no ar sobre El Conquistador. Era algo redondo e um pouco achatado no topo com uma luz amarelo-alaranjada por toda sua volta. Eu estava assustada pelo que vi, e meu marido disse que não era nada, talvez apenas o mal funcionamento de um transformador elétrico, mas não era algo assim, era algo muito esquisito. Então aquela coisa voou para o norte e desapareceu em grande velocidade.

“Era algo enorme. Eu compararia seu tamanho com aquele do estacionamento do Trujillo Alto Plaza Shopping Center, mas de fato, na distância em que eu o estava vendo. Isto era quão grande era ele. Nunca tinha visto algo assim. Muito mais pessoas devem ter visto também.” Sonia estava certa, porque a vizinha dela, Mrs. Rosa Flores, também viu.

Ramses Díaz, um jovem que vive na área urbana de Ciudad Universitaria, nos arredores de Trujillo Alto, também viu isto juntamente com seu irmão: “Ele era luminoso – ele disse -, algo enorme em uma nuvem, realmente grande. Uma grande bola de luz laranja com muitas luzes menores nele. Eu telefonei para o Serviço Atmosférico Nacional em Isla Verde, e seus previsores disseram que não havia tempestade elétrica naquela noite e que eles não podiam explicar o que as pessoas estavam descrevendo e o que estava acontecendo. Depois que isto aconteceu, eu contactei o CUFOS, em Illinois, EUA, e falei com Mr. John Timmerman, que me enviou alguns formulários de relato para que eu preenchesse e especificasse os detalhes do que eu vira. Ele disse que se o que eu estava descrevendo era acurado, o que nós vimos foi um  UFO.”

Mr. Sergio Serrano viu tudo isso da estação de serviço de gasolina onde ele trabalha na Rua De Diego, em Sabana Llana, Rio Piedras. “Eu vi a coisa quando ea voava sobre nós indo para Trujillo Alto. Ela estava vindo do setor de El Yunque.” A testemunha descreveu um objeto similar ao descrito pelas outras testemunhas.

Muitos residentes da área  Covadonga Residential, em Trujillo Alto, entre eles Miss Elizabeth Torres, também viram este incrivel avistamento. ‘Foi belo”! – ela disse – Era umm disco voador. Quando tudo se tornou iluminado saimos para ver e vimos aquela coisa grande lá no ar, parada imóvel sobre as montanhas, sobre Carraízo. Era um disco, muito grande, com luz laranja e luzes menores trocando de cor por toda sua volta. Belo! Todo este lugar estava cheio de pessoas vendo a coisa lá.”

Mr. Luis Rodríguez, um guarda de segurança que patrulha o território de uma companhia em Carolina, perto da companhia Travenol, declarou que viu o objeto enquanto ele voava muito rápido para oeste, na direção de Trujillo Alto. Ele afirmou que era enorme, como uma bola de luz laranja com muitas luzes coloridas menores nele, e que parecia vir do oeste. ‘Aquela coisa veio de El Yunque. Era imensa. Eu ainda fico nervoso quando penso no que vi”, ele explicou.

Mr. Enzo Rizzo, que vive em Los Olmos Condominium, em Rio Piedras, a algumas seis milhas de distância de Carraízo, relatou também ter visto o incidente, observando: ” … o objeto e sua grande luminosidade, bem como uma série de raios muito potentes e brilhantes de luz branca saindo do topo dele e se projetando para cima no espaço enquanto se movia em uma movimento como o de um ventilador.” Rizzo, um italiano que havia chegado a Porto Rico por aqueles mesmos dias, disse que nunca antes em sua vida viu algo como aquilo da noite de domingo, 17 de março de 1991. “Foi uma vista incrível, algo fora deste mundo.”, ele disse.

Brigadas de Conserto de Sistema de Energia Elétrica

No dia seguinte, várias brigadas da Autoridade de Energia Elétrica de Porto Rico estavam reparando os danos na sub-estação, que chegaram a 355.000 dólares em perdas. Postes elétricos queimados, várias linhas de energia de alta voltagem, e um número de transformadores queimados estavam entre os equipamentos danificados. Entrevistamos dois supervisores e engenheiros da Autoridade de Energia Elétrica de Porto Rico lá sobre o que ocorreu, Mr. José Luis García e Mr. Orlando Lozada.

Segundo Lozada: “Ainda não podemos explicar o que causou todos estes danos, Não havia razão para isto acontecer como aconteceu. Primeiramente, houve um curto circuito muito poderoso devido ao aparente contacto entre duas linhas de alta voltagem que estavam longe o suficiente uma da outra para evitar que isto acontecesse… mas de alguma forma aconteceu. ”

Tecnicamente, a resposta dele já implicou que houve um fator misterioso envolvido com seja o que for o que aconteceu. Mas havia uma outra questão: se o que aconteceu foi um curto circuito, como foi oficialmente explicado, porque então os sistemas não se desligaram para evitar o acontecimento, ao invés de permitir que a energia elétrica continuasse a fluir como ela fez por vários minutos, aumentando a amperagem a níveis surpreendentes?

Para isto, o engenheiro García respondeu que: “Esta estação tem um sistema automático para evitar isto. Tão logo haja uma sobrecarga, este sistema supostamente corta o fluxo de energia. Contudo, o que aconteceu aqui foi de tal magnitude que o sistema de emergência não respondeu. Isto causou uma extrema sobrecarga de energia, e o nível de energia foi a infinito. Isto explica os danos aqui…”

Um outro supervisor lá disse que: “O que aconteceu apenas não foi natural. Não há explicação para como as coisas aconteceram aqui na noite passada.”

Depois de fazer contacto com “um suprvisor altamente posicionado da Autoridade de Energia Elétrica de Porto Rico, ele nos confidenciou que “os controladores ou “raisers” deixaram de funcionar lá, e que o tipo de falha que aconteceu aqui não é uma falha comum, até mesmo mais lá, onde o equipamento tem uma boa manutenção. Chamamos este tipo de descarga de “tiroteios”, e neste caso, porque os raisers falharam de operar, nós chamamos a isto exatamente assim: “tiroteios”. Mas em Porto Rico há muitos “tiroteios” devido a causas desconhecidas ou misteriosas. Algo que pode explicar isto é o que um empregado me disse relativo a ocorrências similares em Arecibo [aproximadamente a 40 milhas de San Juan]. Ele explicou o que ele viu quando um disco voador desceu e começou a absorver energia de uma outra sub-estação lá em Cruce Dávila, em Barceloneta, perto dos Laboratórios Farmacêuticos Abbot, com efeitos similares a estes vistos em Trujillo Alto.”

Tudo indica que um enorme UFO foi realmente observado por inúmeras testemunhas em Trujillo Alto e nas comunidades vizinhas, um UFO que aparentemente controlou de alguma forma os sistemas de emergência da sub-estação evitando que eles cortassem o fluxo de energia. A subsequente grande sobrecarga de energia foi aparentemente o que este objeto ou nave estava procurando, talvez para recarregar alguns sistemas internos ou para alguma outra coisa que nós nem mesmo podemos imaginar, por agora. A coisa importante aqui é que a partir deste momento mais de uma centena de testemunhas já tem se apresentado, todas elas dando descrições acuradas similares do objeto visto lá, testemunhas que estavam tão distantes quanto dez milhas e que não se conheciam entre elas. O Serviço Atmosférico Nacional confirmou que não houve tempestade elétrica na vizinhança de Porto Rico, e funcionários da Autoridade de Energia Elétrica de Porto Rico e do governo, explicaram oficialmente, tentando encobrir o incidente. Mas para os residentes das comunidades de El Conquistador e de Carraizo uma coisa está clara: eles estão certos de terem sido visitados por uma nave alien, possivelmente de origem extraterrestre.

Fenômeno Periférico

Além do avistamento vários outros fenômenos foram relatados:

1. Um número de residentes em  El Conquistador com ventiladores de tetos em suas casas relataram que os braços do ventilador se curvaram para cima enquanto o UFO esteve acima da casa deles, como se uma forte força magnética os atraisse.

2. Outras testemunhas relataram que seus ventiladores de mesa começaram a circular para trás, voltando ao normal depois que o UFO partiu.

3.  As máquinas de faz de telefone de algumas testemunhas começaram a trabalhar por conta própria e apagaram as mensagens gravadas.

4.Uma senhora residente em  El Conquistador e parente da testemunha José Miranda, que estava com uma placa de metal em sua cabeça devido a uma cirugia cerebral, afirma que enquanto o UFO esteve lá ela sentiu uma dor muito aguda na cabeça, sentindo-se melhor quando ele deixou o local.

5.No dia seguinte, depois de ter visto e fenômeno e o UFO lá, uma garota de 17 anos levitou em seu quarto, flutuou, e isto foi visto pela mãe dela.

Um outro detalhe interessante foi o comportamento apresentado pelos animais no setor. Muitos galos e cães dos vizinhos que lá eram conhecidos por seu comportamento barulhento, permaneceram totalmente silenciosos toda aquela noite até tarde do dia seguinte. Eles ficaram silenciosos e pareciam assustados. Ao menos dois shows especiais de entrevistas no radio foram transmitidos para as pessoas falarem sobre o que elas tinham visto e vivenciado. A maioria das narrativas foram similares as apresentadas aqui.

Há muitas perguntas ainda não respondidas sobre todos estes incidentes importantes apresentados neste relato, incidentes que são apenas uma fração de uma plétora de tais casos na ilha de Porto Rico. Mas sem dúvida estes eventos indicam que o fenômeno UFO/alien está muito perto da realidade diária de Porto Rico.

Por outro lado, cada dia recebemos mais relatos de jatos caçando UFOs e abduções/encontros com aliens por testemunhas idôneas e confiáveis por toda a ilha; apenas antes e terminar este relato, recebi mais um par, mas devido a falta de espaço aqui, não posso apresenta-los em detalhes. Algumas vezes, devido a quantidade de atividade UFO aqui, suponho se Porto Rico tenha sido selecionada como um lugar onde o  contacto aberto com uma espécie alien está sendo testado para examinar as reações e efeitos psicológicos e sociológicos de um tal contacto. Devemos nos lembrar que aqui, Porto Rico, é uma possessão territorial colonial dos EUA e é muito possível que “alguém” possa ter selecionado a ilha para um tal teste porque ela está sob a jurisdição dos EUA, e isto forneceria um exame muito de perto para o governo sobre a situação em desenvolvimento. Muitos acreditam que nos EUA e no exterior haja um acordo secreto entre o governo dos EUA e certas espécies de liens, e até mesmo embora não haja qualquer prova sólida específica sobre isto, há muita evidência circunstancial que etnde a implicar exatamente isto.

Na maioria dos incidentes descritos neste relato o relacionamento entre a situação UFO e a Estação Naval Roosevelt Roads, uma principal intalação militar dos EUA a leste de Porto Rico é evidente. Por causa disso, e relativo ao crescente número de incidentes UFO de todos os tipos e os muitos relatos de caças a jato caçando os UFOs, isto juntamente com o que algumas testemunhas tem visto relacionado aos UFOs vinda da estação naval, não posso ajudar além de supor e me perguntar: Estes caças a jato que são visto com os UFOs de fato estão caçando-os ou realmente os estão escoltando?

Abuções ET e Controle Mental

Os Controladores:
uma nova hipótese para a abdução alienígena

de Martin Cannon

Introdução

Um humorista tem apelidado o problema “A Terra e os Piratas”.

Os piratas, ostensivamente, são saqueadores de um outro sistema solar; suas vítimas incluem um número crescente de seres humanos perturbados que insistem que eles tem sido sequestrados por estes seres de outros mundos. Um cenário estranho – ainda que pelos trabalhos de tais autores como Budd Hopkins e Whitley Strieber, a “sindrome da abdução alienígena” tenha se apoderado da imaginação do público. De fato, histórias de contacto UFO ameaçam cair em moda, como tenho observado em todos os lugares, e elas ainda podem inflingir um formidável preço social sobre o narrador.

Algum tempo atrás, comecei a pesquisar estas queixas, concentrando meus estudos no ambiente político e social que cerca estes eventos. Na medida em que eu estudava, o projeto crescia e seu escopo se ampliava. De fato, comecei a sentir como se eu tivesse indo escavar em terreno familiar para desenterrar Gomorra.

Estas escavações podem ter expelido uma solução.

O PROBLEMA

Entre os ufologistas, o termo “abdução” tem vindo a se referir a uma experiência muito confusa, ou matriz de experiências, partilhadas por um estonteante número de indivíduos, que afirmam que viajantes das estrelas os tem arrancado de suas camas, ou de seus carros, e submetido-os a interrogatórios, exames quase-médicos e períodos de “instrução”. Geralmente é dito que estas sessões ocorram dentro da nave espacial alienígena; frequentemente as histórias incluem detalhes aterrorizantes reminiscentes das torturas infligidas nos campos de concentração da Alemanha. Os abduzidos frequentemente [mas não sempre] perdem toda a memória desses eventos; eles se acham de volta em suas camas ou carros, incapazes de responder pelas horas de “tempo perdido”. A hipnose, ou algum outro gatilho, pode trazer de volta estas horas assombradas em uma explosão de lembranças – e na medida em que a fumaça clarifica, um abduzido frequentemente localizará uma trilha de experiências similares, se estendendo todo caminho de volta à infância.

Talvez o fato mais estranho dessas histórias estranhas: muitos abduzidos, por todas as suas vívidas agonias recordadas, afirmam amar seus atormentadores alienígenas. Esta é a palavra que tenho que repetir: amor.

Dentro da comunidade de “ufologistas científicos” – estes solitários advogados de “tudo, menos ouvir” de um debate razoável e de mente aberta sobre assustos ufológicos – estes afirmam ter produzido um interesse cauteloso e uma respeitável moderação da espera de conclusão. Externo aos mais altos reinos da ufologia científica, a situação é bem diferente. Na imprensa popular, seja ela direta ou a media sensacionalista, dentro do reino jornalístico onde as matérias são definidas e a opinião pública é consolidada [a despeito de uma abordagem frequentemente superficial de assuntos que requerem evidência e investigação] os cenários de abdução tem despertado duas reações básicas: a do Crente e a do Cético.

Os Crentes – e aqui temos que notar que os “Crentes” e os “Abduzidos” são dois grupos cuja afiliação se entrelaça mas não é de forma alguma congruente – aceitam as histórias como face de valor. Eles aceitam, apesar da aparentemente absurdidade desssas histórias, as contradições internas, a obliquidade lógica da construção da narrativa, a severa descontinuidade da resposta emocional às ações descritas. Os Crentes acreditam, a despeito dos relatos que seus amados irmãos espaciais usam tácticas vis e desumanas de exames médicos – procedimentos sem sentido que a maioria de nós [e certamente a vanguarda de uma raça avançada] ficaria envergonhada de inflingir a um animal. Os Crentes acreditam, a despeito da dificuldade de reconciliar estas histórias preocupantes com seus próprios delírios de seres do mundo externo benevolentes.

Ocasionalmente, as notas rudes de uma racionalização são oferecidas; “os aliens não sabem o que estão fazendo”, ouvimos; ou “alguns aliens são maus”. Ainda que os Crentes confundam seu próprio raciocínio quando eles insistem em atribuir a sabedoria das idades e a beneficência dos anjos a seus amados visitantes. Os aliens alegadamente sabem bastante sobre a nossa sociedade para ir com o negócio deles não detectados pelas autoridades locais e o público geral. Eles se comunicam com os abduzidos na língua humana, preocupam-se com detalhes das vidas mais internas dos perceptivos – ainda que permaneçam tão ignorantes de nossa cultura para serem inconscientes dos básicos preceitos morais relativos a dignidade do individuo e seu direito a auto-determinação. Tas dicotomias não preocupam os Crentes: eles são fiéis e a fé é assumida ter seus mistérios.

SANCTA SIMPLICITAS.

Por outro lado, os Céticos descartam estas histórias imediatamente. Eles descartam, a despeito dos intrigantes detalhes confirmatórios: os eventos de múltiplas testemunhas, os traços físicos deixados pelos ufonautas, as cicatrizes e implantes deixados nos abduzidos. Os Céticos zombam, embora os abduzidos contem histórias similares em detalhes – até mesmo certos pequeninos detalhes, não conhecidos pelo público em geral.

Philip Klass é um negador que, embora seus aparecimentos em tais programas de televisão como NOVA e NIGHTLINE, tem estado em uma posição de afetar grande parte do debate público sobre os UFOs. Em seu trabalho interessante, mas pobremente documentado, sobre abduções, Klass afirma que a “abdução” é uma doença psicológica, disseminada por aqueles que escrevem sobre isso. Este argumento se assemelha exatamente a frequente avaliação da media profissional que o terrorismo se metastatiza pela exposição da media. Ainda que para todos os milhões de palavras expectoradas pelo grupo noticiarista sobre o assunto do terrorismo, as ações terroristas permaneçam de certa forma raras, como qualquer estatístico [embora poucos políticos] admitirá e a ligação verificável entre os crimes e sua cobertura permanece a ser encontrada. Por esta questão, tem havido livros – até mesmo bestsellers – sobre unicórnios e gnomos. As pessoas que afirmam verem estas coisas são poucas, mas os abduzidos são muitos.

Na minha opinião, tanto os Crentes quanto os Céticos perdem a história real. Ambos cometem o mesmo engano. Eles ligam o fenômeno da abdução à história de 40 anos de avistamentos UFOs, e eles aplicam seus preconceitos sobre o último para gerar a controvérsia sobre a primeira.

A primeira vista, a ligação parece natural. Não deveriam os nossos pensamentos sobre os UFOs colorirem os nossos pensamentos sobre as abduções alien? Não.

Eles bem podem ser dois assuntos em separado. Ou, muito mais, eles estão ligados apenas nisto: o mito do UFO tem fornecido uma eficaz história cobertura para um tipo de mistério inteiramente diferente. Remova-se da dialética Crente versus Cético e você verá a terceira alternativa.

Na medida em que examinamos esta alternativa, por necessidade nos afastaremos dos discos voadores. Devemos virar nossa face do paranormal e nos concentrarmos no oculto – se por oculto quisermos dizer secreto.

Proponho que os abduzidos de fato tem sido abduzidos. Ainda que eles também disseminem fantasia – ou, mais precisamente, eles tem recebido um conjunto de mentiras para repetir e acreditar. Se a minha hipótese se comprovar verdadeira, então devemos aceitar o seguinte: o rapto é real. A dor é real. A instrução é real. Mas os pequeninos seres gray de Zeti Reticuli não são reais; eles são construções, ‘mascaras de Halloween’, para disfarcar as faces reais dos controladores.  Os abdutores podem não ser visitantes do além; muito mais, eles podem ser um sintoma do carcinoma que enegrece o nosso corpo político.

A falha não está nas estrelas, mas em nós mesmos.

A HIPÓTESE

Existe uma evidência substancial que liga membros da comunidade de inteligência deste país [incluindo da CIA, DARPA e Escritório de Inteligência Naval] com a tecnologia esotérica do controle mental. Por décadas, “espiões psiquiatras” trabalhando por trás das cenas – em campus de universidades, em institutos patrocinados pela CIA e ainda mais sinistramente, em prisões – tem experimentado com o apagamento da memória, resistência hipnótica à tortura, soros da verdade, sugestão pós hipnótica, indução rápida da hipnose, estimulação eletrônica do cérebro, radiação não ionizante, indução intracerebral de vozes por microondas, e uma infinidade de tecnologias até mesmo mais perturbadoras. Alguns destes projetos explorando estas áreas foram ARTICHOKE, BLUEBIRD, PANDORA, MKDELTA, MKSEARCH e o infame MKULTRA.

Tenho lido aproximadamente cada livro disponível sobre estes projetos, bem como relevantes testemunhos congressionais. Também tenho passado muito tempo em bibliotecas de universidades pesquisando artigos relevantes, contactando outros pesquisadores [que graciosamente tem me permitido acesso aos arquivos deles] e realizado entrevistas. Sobretudo, viajei a Washington, DC para rever os arquivos que John Marks compilou quando escreveu “A BUSCA PELO CANDIDATO MANCHURIANO” [futuro documento-livro a ser traduzido e apresentado neste blog] . Estes arquivos incluem mais de 2.000 páginas de documentos, entrevistas, artigos científicos, cartas etc da CIA e do Departamento de Defesa. As opiniões apresentadas aqui são o resultado da pesquisa extensa e em andamento.

Como resultado desta pesquisa, tenho chegado as seguintes conclusões:

1. Embora o testemunho enganoso [e ocasionalmente perjúrio] diante do congresso indicassem que os esforços de lavagem cerebral da CIA encontraram pouco sucesso, inportantes avanços de fato foram feitos neste campo. Como uma vez admitiu o veterano da CIA, Miles Copeland, a um reporter, “o subcomitê congressional que foi a este tipo de coisa apenas obteve a mais rápida visão.”

2. A pesquisa clandestina em manipulação do pensamento não tem parado, a despeito dos protestos da CIA que não mais patrocine estes estudos. Victor Marchetti, um veterano de 14 anos com a CIA e autor da renomada exposição, “THE CIA AND THE CULT OF INTELLIGENCE”, confirmou em uma entrevista de 1977 que a pesquisa de controle mental continua e que as afirmações da CIA ao contrário são uma história de acobertamento.

3. A CIA não foi a única agência do governo envolvida nesta pesquisa. De fato, muitos ramos de nosso governo participaram nestes estudos – incluindo a NASA, a Comissão de Energia Atômica bem como todos os ramos do Departamento de Defesa.

Para estas conclusões anexaria o seguinte – não como um fato histórico firmemente estabelecido, mas como uma hipótese funcional e base para investigação:

4. O fenômeno da “abdução UFO” pode ser uma continuação das operações clandestinas de controle mental.

Reconheço as dificuldades que esta tese possa apresentar aqueles leitores emocionalmente dedicados a hipótese extraterrestre, ou para aqueles cuja Visão de Mundo política desautoriza qualquer de tais suspeitas. Ainda, o estudante de mente aberta das abduções deve considerar as possibilidades. Certamente, não estamos sendo de mente estreita se pedimos aos pesquisadores para exaurirem todas as explicações terrestres antes de olharem em direção dos céus.

Certamente, esta particular explicação pode, inicialmente, parecer tão bizarra quanto o próprio fenômeno. Mas convido o leitor cético a examinar o trabalho de George Estabrooks, um teórico produtivo sobre o uso da hipnose na guerra e um veterano do projeto MKULTRA. Estabrooks uma vez se divertiu durante uma festa ao secretamente hipnotizar dois amigos, que foram levados a acreditar que o Primeiro Ministro da Inglaterra tinha chegado. As vítimas de Estabrooks passaram horas conversando com ele, servindo drinks ao estimado visitante. Para os ufologistas, este incidente levanta uma questão inescapável: se as artes mesméricas podem com sucesso evocar um não existente Primeiro Ministro, porque não pode um representante de Pleiades ser similarmente induzido?

Mas há muito mais na tecnologia dos dias atuais de controle mental do que a mera hipnose – e muitas boas razões para suspeitar que as narrativas de abdução UFO sejam um artefato de continuados experimentos de lavagem cerebral e modificação do comportamento. Sobretudo, pretendo demonstrar que, ao usar a mitologia UFO como história cobertura, os experimentadores tem resolvido o maior problema com o trabalho realizado na década de 1950 – “o problema da disposição”, ou seja “o problema do que fazer com as vítimas”.

Se nestas páginas, pareço me desviar do assunto dos discos, peço paciência. Antes que eu tente ligar as abduções UFO com os experimentos de controle mental, devo primeiramente mostrar que esta tecnologia EXISTE. Grande parte do que vem a seguir é uma introdução ao tópico do controle mental – o que é e como funciona.

Parte II

A Tecnologia – UMA BREVE VISÃO GERAL

Nos primeiros dias da Segunda Guerra Mundial, George Estabrooks, da Universidade Colgate, escreveu ao Departamento de Guerra, descrevendo em termos sem pausas os usos possíveis da hipnose na guerra. O Exército ficou intrigado; Estabrooks tinha um trabalho. A verdadeira história da colaboração em tempos de guerra de Estabrooks com o CID, FBI e outras agência pode nunca vir a ser contada. Depois da guerra, ele queimou suas páginas de diário cobrindo os anos de 1940-45, e portanto evitando discutir seu continuado trabalho com o governo com alguém, até membros íntimos da família. Ocasionalmente, ele fortemente intimou que seu trabalho envolveu a criação de correios hipno-programados e partições de personalidade induzidas hipnoticamente, mas se ele teve sucesso nestas áreas permenece um ponto controvertido. Não obstante, o excêntrico e exibicionista Estabrooks permanece uma figura central na história inicial da pesquisa comportamental clandestina.

Mas isso não quer dizer que ele trabalhava sozinho. A Segunda Guerra Mundial foi o primeiro conflito no qual o cérebro humano se tornou um campo de batalha, onde forças invasoras eram lideradas pelos mais notáveis nomes em psicologia e farmacologia. De ambos os lados, a guerra atiçou esforços furiosos para criar ‘um soro da verdade” para uso no interrogatório dos prisioneiros. O General William “Wild Bill” Donovan, diretor do OSS, encarregou sua força tarefa – incluindo o Dr. Winifred Overhulser, Dr. Edward Strecker, Harry J. Anslinger e George White — de modificarem a percepção e o comportamento humano por meios químicos; o “gabinete de remédios” deles incluia escopolamina, peiote, barbituratos, mescalina e   marijuana. (esta pesquisa tinha seu lado divertido: os ‘guerreiros psíquicos” de Donovan realizaram muitos testes caros e extensos antes de decidirem qual era o método melhor de administrar o tetrahidrocanabinol, o ingrediente ativo da marijuana, era via o cigarro. Qualquer músico de jazz podia ter dito a eles bem mais].

Simultaneamente, os notórios médicos nazistas em Dachau experimentavam com a mescalina como meio de eliminar a vontade da vítima de resistir. Judeus, eslavos, ciganos e outros “indesejáveis” no campo, subrepticiamente recebiam a droga; mais tarde, a mescalina foi combinada com a hipnose. Os resultados destes testes ficaram disponíveis para os EUA depois da guerra. [cf. Operação PAPERCLIP, que transferiu milhares de pesquisadores da inteligência nazista e japonesa diretamente para a comunidade de inteligência dos EUA. “Os nossos alemães são melhores que os seus!” – DR. STRANGELOVE]

Em 1947, a Marinha realizou o primeiro programa conhecido pós guerra de controle mental. Este foi o Projeto CHAPTER, que continuou os experimentos de drogas. Décadas mais tarde, jornalistas e investigadores ainda não tem descoberto muita informação sobre este projeto – ou, de fato, sobre qualquer uma das excursões militares ou outras neste campo. Sabemos que o Exército eventualmente custeou as operações THIRD CHANCE e DERBY HAT; outros nomes de projetos permanecem misteriosos, embora a existência destes programas seja inquestionável.

A recém formada CIA mergulhou nesta piscina em 1950, com o Projeto BLUEBIRD, rebatizado ARTICHOKE em 1951. Para estabelecer uma “história cobertura” para esta pesquisa, a CIA custeou um esforço de propaganda destinado a convencer o mundo que o Bloco Comunista tinha divisado novos métodos insidiosos de redesenhar a vontade humana; os próprios esforços da CIA podiam portanto, se expostos, serem explicados como uma tentativa de captar o trabalho dos soviéticos e chineses. O promotor primário desta linha foi Edward Hunter, um empregado contratado da CIA que operava acobertadamente como jornalista, e mais tarde, um membro proeminente da Sociedade John Birch. (Hunter era um veterano do OSS no teatro da China – o mesmo solo de depósito que produziu Richard Helms, Howard Hunt, Mitch WerBell, Fred Chrisman, Paul Helliwell e uma variedade de outros dignos de nota que vieram a dominar esta terra estranha onde se encontram os mundos da inteligência e do extremismo de direita). Hunter ofereceu a “lavagem cerebral” como a explicação para as inúmeras confissões assinadas por prisioneiros de guerra americanos durante a Guerra da Coréia e geralmente a ONU desistiu da repatriação dos prisioneiros. Estas confissões alegavam que os EUA usaram guerra biológica no conflito coreano, uma afirmação que o público americano daquele tempo achou impossível aceitar. Muitos anos mais tarde, contudo, repórteres investigativos descobriram que especialistas japoneses em guerra biológica [que tinham disseminado um terror incalculável sobre a China conquistada durante a Segunda Guerra Mundial] tinham sido unidos ao aparato de segurança nacional americano – e que o conhecimento antevisto dos horripilantes experimentos de guerra biológica dos japoneses provavelmente FOI USADO na Coréia, exatamente como haviam indicado os soldados “da lavagem cerebral“. Então, agora sabemos que todo o pavor da lavagem cerebral de 1950 constituiu uma farsa prepetrada pela CIA sobre o povo americano. O diretor substituto da CIA Richard Helms admitiu em 1963, quando ele falou a Comissão Warren, que a pesquisa soviética de controle mental consistemente estava muitos anos atrás dos esforços americanos.

Quando o programa de controle mental da CIA foi transferido do Escritório de Segurança para a Equipe de Serviços Técnicos (TSS) em 1953, o nome mudou novamente — para MKULTRA. Muitos consideram este projeto polvo de amplo alcance – cujos tentáculos alcançavam os corredores de inúmeras universidades e se enrolavam nos pescoços de um exército de cientistas – foi a mais odiosa operação no catálogo de atrocidades da CIA. Através do MKULTRA, a Agência criou um programa de abrigo de um escopo positivamente joiciano, destinado a explorar todos os meios possíveis de invadir o que George Orwell uma vez chamou de “o espaço entre nossas orelhas” (Até mais tarde, em 1962, a pesquisa de controle mental foi transferida para o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento; os nomes dados ao projeto permanecem não revelados.)

O que foi estudado? Tudo — incluindo hipnose, condicionamento, privação sensorial, drogas, cultos religiosos, microondas, psicocirurgia, implantes cerebrais e até mesmo Percepção Extra Sensorial [ESP]. Quando o MKULTRA “vazou” ao público durante as grandes investigações da CIA da década de 1970, a atenção pública se concentrou mais pesadamente na experimentação com drogas e o trabalho com Percepção Extra Sensorial. O mistério ainda envolve uma outra área de estudo, a área que parece ter mais interessado o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimwento [ORD]: psicoeletrônica. Esta pesquisa pode se provar a chave para o nosso entendimento do fenômeno da abdução UFO.

IMPLANTES

Talvez as peças de evidência mais interessantes que cercam o fenômeno da abdução sejam os implantes intracerebrais alegadamente visíveis aos raios X e scans MRI de muitos abduzidos. De fato, os abduzidos frequentemente descrevem operações nas quais agulhas são inseridas no cérebro; ainda mais frequentemente, eles relatam a implantação de objetos estranhos pelas cavidades do sinus [pelo nariz] . Muitos especialistas em abdução assumem que estas incursões intracranianas devam ser o trabalho manual dos cientistas das estrelas. Infelizmente, estes pesquisadores tem falhado em se familiarizarem com certos avanços pouco proclamados da tecnologia terrestre.

Os implantes dos abduzidos sugerem fortemente uma linhagem tecnológica que pode ser rastreada a um aparelho conhecido como um “estimoreceptor”, inventado na década de 1950 e início da de 1960 por um cientista chamado Jose Delgado. O ‘estimoreceptor” é um eletrodo de profundidade em miniatura que pode receber e transmitir sinais eletrônicos pelas ondas FM de radio. Ao estimular um “estimoreceptor” corretamente posicionado, um operador externo pode alcançar um surpreendente grau de controle sobre as respostas do sujeito.

O mais famoso exemplo de um “estimoreceptor” em ação ocorreu em uma arena em Madri. Delgado “colocou o aparelho” no touro antes de entrar na arena, inteiramente desprotegido. Furioso, o touro se lançou contra o doutor e então parou, antes de alcança-lo. O técnico que se tornou toureiro tinha parado o animal ao simplesmente apertar o botão de uma caixa preta que tinha na mão.

O livro de Delgado, “Controle Físico da Mente: Em Direção a uma Sociedade Psicocivilizada” permanece o único livro popularmente escrito sobre implantes intracerebrais e a estimulação elétrica do cérebro (ESB). (o sinistro título do livro e as razões não convincentes para o controle mental em massa desencadearam uma reação desfavorável no público – o que pode ter detido outros pesquisadores de publicarem sobre este tema para uma audiência geral.) Conquanto o trabalho subsequente tenha desde então excedido as técnicas descritas neste livro, as obtenções de Delgado foram produtivas. Seus experimentos animais e humanos mostram claramente que o experimentador pode eletronicamente induzir emoções e comportamento: sob certas condições, os extremos do temperamento – raiva, luxúria, fadiga etc – podem ser desencadeados por um operador externo tão facilmente quanto um pianista toca um acorde C maior.

Delgado escreve: “A estimulação por radio de diferentes pontos na amigdala [cerebral] e no hipocampo em quatro pacientes produziram uma variedade de efeitos, inclusive sensações de prazer, sublimidade, profundidade, concentração pensativa, sentimentos estranhos, super relaxamento, visões coloridas, e outras respostas. A frase evocativa “visões coloridas” claramente indicam uma alucinação remotamente induzida; mais tarde detalharemos como estas alucinações podem ser controladas por um operador externo.

Falando em 1966 — e refletindo a pesquisa realizada nos anos anteriores – Delgado avaliou que seus experimentos ‘sustentam a desagradável conclusão que movimento, emoção e comportamento podem ser dirigidos por forças elétricas e que os humanos podem ser controlados como robôs ao toque de um botão.” Ele até mesmo profetizou o dia quando o controle de cérebro possa ser entregue a operadores não humanos, ao estabelecer a comunicação de radio de duas vias entre o cérebro implantado e um computador.

De um sujeito experimental, Delgado nota que “o paciente expressou sensações sucessivas de desmaio, medo e flutuação. Estes sentimentos de flutuação foram repetidamente evocados nos dias subsequentes pela estimulação do mesmo ponto… Os ufologistas podem reconhcer a similaridade dessa sequência de eventos de relatos de abduzidos dos minutos de abertura de suas experiências. Sob hipnose subsequente, o abduzido pode ser instruido a lembrar erradamente da causa de seu sentimento de flutuação.

Em uma série fascinante de experimentos, Delgado anexou um “estimoreceptor” a membrana timpânica, portanto transformando o ouvido em um tipo de microfone. Um assistente sussurraria “como está você?” no ouvido de um apropriado gato e Delgado poderia ouvir as palavras em um alto falante na sala próxima. A aplicação desta tecnologia ao comércio da espionagem deve ser prontamente aparente. Segundo Victor Marchetti, a Agência uma vez tentou uma extensão altamente sofisticada desta idéia básica, na qual os implantes de radio foram anexados a coclea de um gato para facilitar a captação de conversas específicas, livre de estranhos barulhos circunjacentes. Tais avanços exacerbam o nível já imposto da paranóia do Século XX: não apenas nossos telefones podem ser grampeados e a correspondência examinada, mas até mesmo Gatinho pode estar nos espionando!

Ainda que as ramificações desta tecnologia possam ir até mesmo mais profundo do que indique Marchetti. Presumo que se o ouvido interno de um sujeito desejável para ser grampeado possa se tornar um microfone,  ele também pode se tornar um alto falante – uma explicação possível para as vozes ouvidas pelos abduzidos. De fato, tenho pessoalmente visto um estranho implante opalescente dentro do canal auditivo de um abduzido. Não vejo razão para atribuir este aparelho a uma intrusão alienigena – mais do que provavelmente, os intrusos neste caso eram os herdeiros tecnológicos do legado de Delgado. De fato, não muitos anos depois dos experimentos de Delgado com o gato, Ralph Schwitzgebel divisou um “microfone na orelha’ pelo qual o terapeuta pode se comunicar com seu sujeito.

Outros pesquisadores tem feito notáveis contribuições a este campo.

Robert G. Heath, da Universidade Tulane, que tem implantado tanto quanto 125 eletrodos em seus sujeitos, obteve sua maior notoriedade ao tentar curar a homossexualidade por meio da Estimulação Eletrônica do Cérebro [ESB]. Em seus experimentos, ele descobriu que pode controlar a memória de seus pacientes [um feito o qual, aplicado ao contexto ufológico, pode responder pelo fenômeno do tempo perdido]; ele também pode induzir arrebatamento sexual, medo, prazer e alucinações.

Heath e um outro pesquisador, James Olds, tem independentemente ilustrado que as áreas do cérebro em e perto do hipotálamo tem, quando eletronicamente estimuladas, o que tem sido descrito como efeitos de “recompensa” e “aversão”. Tanto animais quanto homens, quando dado os meios de induzirem sua própria Estimulação Eletrônica do Cérebro dos centros cerebrais de prazer, se estimularão em tremendas taxas, ignorando tais necessidades básicas como sede e fome. [usando eletrodos fixos de sua própria invenção , John C. Lilly tinha conseguido efeitos similares já durante a década de 1950]. Qualquer um que tenha estudado o fenômeno da abdução se encontrará em território familiar aqui, porque as narrativas dos abduzidos são repletas de histórias de respostas sexuais impróprias e confusas em reação a estímulos extremamente dolorosos –  o condicionamento operante, em seu maior extremo, e mais insidioso, por aqui vemos uma forma de condicionamento na qual o manipulador se torna invisível. De fato a terapia aversiva de B.F. Skinner, remotamente aplicada, foi a prescrição de Heath para “curar” a homossexualidade.

Ralph Schwitzgebel e seu irmão Robert tem produzido uma panóplia de aparelhos para rastrear indivíduos por longos alcances; eles podem ser considerados os criadores dos aparelhos de “prisão eletrônica domiciliar” recentemente aprovados pelas côrtes. Os aparelhos de Schwitzgebel podem ser usados para rastrear todos os sinais físicos e neurológicos de um ‘paciente” dentro de um quarto de milha, portanto suspendendo as limitações de distância que restringiram Delgado.

No trabalho inicial de Ralph Schwitzgebel, a aplicação desta tecnologia da Estimulação Eletrônica Cerebral parece ter sido limitada aos incômodos implantes cerebrais com fios protusos. Mas esta tecnologia logo foi miniaturizada e foi proposto um esquema onde os radio receptores seriam montados nos postes de serviços através de uma dada cidade, portanto fornecendo uma capidade de monitoramento de 24 horas por dia. Como Heath, Schwitzgebel estava muito interessado na homossexualidade e no uso de aparelhos intracranianos para combater o desvio sexual. Mas ele também falou sinistramente em aplicar estes aparelhos a “pessoas socialmente problemáticas”… que, com certeza, pode significar qualquer um.

Bryan Robinson, do laboratório de primatas de Yerkes tem realizado uma fascinante pesquisa simiana sobre o uso da Estimulação Eletrônica Cerebral em um contexto social. Ele pode fazer com que as mães ignorem os filhos a despeito dos gritos dos bebês. Ele pode transformar a submissão em dominância e vice-versa.

Talvez o viajante mais perturbador neste campo mental seja Joseph A. Meyer, da NSA, o componente mais formidável e secreto do complexo de segurança nacional da América. Meyer tem proposto implantar a grosso modo metade de todos os americanos presos – não necessariamente condenados – por qualquer crime; os números dos “subscritos” [eufemismo dele] estaria em dezenas de milhões. Estes “subscritos” podem ser monitorados continuamente por computador seja onde for que forem. Meyer, que tem cuidadosamente trabalhado na economia deste sistema de implantação em massa, avalia que a contribuição do contribuinte deva ser reduzida ao forçar os “subscritos” a alugarem os implantes do Estado. Os implantes são mais baratos e mais eficientes do que a polícia, sugere Meyer, já que o chamado ao crime é incansável para os pobres habitantes urbanos – que, este cientista-espião admite de forma surpreendentemente cândida, =são fundamentalmente desnecessários em uma economia pós industrial. “Habitante urbano” pode ser um outro dos eufemismos de Meyer:  ele usa o Harlem de New York como sua comunidade modelo para trabalhar os detalhes deste sistema de gerenciamento mental.

IMPLANTES DOS ABDUZIDOS

Se vamos seriamente levar em conta as narrativas dos abduzidos sobre implantes cerebrais, devemos considerar a possibilidade que os implantadores, apropriadamente percebidos, não se parecem muito com os Grays apresentados nas capas dos livros de Strieber. Ao invés, os visitantes podem se assemelhar ao Dr. Meyer e sua irmandade. Podemos então ter uma explicação  tanto para os implantes cerebrais relatados pelos abduzidos e, como devemos ver, as “marcas de furo” e outras cicatrizes visíveis em outras partes do corpo dos abduzidos. Também teriamos uma explicação para os relatos de indivíduos  sofrendo uma mudança de personalidade depois do contacto com o fenômeno UFO.

Os céticos podem contrapor que o fator tempo das abduções UFO descarte esta possibilidade. Se as estimativas de tempo perdido estão corretas, as abduções raramente duram mais que uma a três horas. Será que um cirurgião cerebral, operando sob condições menos que ideais [talvez em uma unidade móvel] precisaria de mais tempo?

NÃO — não se formos aceitar as afirmações de um médico da Flórida chamado Daniel Man. Ele recentemente propôs uma solução para acabar com o problema das crianças desaparecidas, ao sugerir um programa onde os mais jovens da América seriam implantados com pequeninos transmissores para rastrear as crianças continuamente. Man bravateia que a operação pode ser feita no consultório e não demora mais que vinte minutos.

Concebidamente, isto possa demorar mais um pouco o campo.

UMA QUESTÃO DE CRONOMETRAGEM

A história de implante cerebral, como divisado da literatura aberta, é certamente inquietante. Ainda que esta história quase que certamente tenha sido censurada, e os dados manipulados de um modo de uma noite orweliana. Quando se lida com a pesquisa custeada pelos motores de segurança nacional, nunca se pode saber o verdadeiro dado de origem de qualquer avanço científico. Contudo, se ouvirmos cuidadosamente os cientistas que tem sido pioneiros na pesquisa, podemos ouvir sussurros, pálidos mas inconfundíveis, apontando que esta Estimulação Eletrônica do Cérebro remotamente aplicada se originou muito antes do que os estudos publicados indicam.

Em sua autobiografia “THE SCIENTIST”, John C. Lilly (que mais tarde alcançou um renome cultista por seu trabalho com golfinhos, drogas e privação sensorial) registra uma conversa que ele teve com o Diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental em 1953. O diretor pediu a Lilly para instruir a CIA, FBI, NSA e os vários serviços de inteligência militar sobre seu trabalho com o uso de eletrodos para estimular diretamente os centros de prazer e dor do cérebro. Lilly recusou, notando em sua resposta:

Dr. Antoine Remond, usando nossas técnicas em Paris, tem demonstrado que este método de estimulação do cérebro pode ser aplicado ao humano sem a ajuda de um neurocirurgião; ele está fazendo isto em seu consultório em Paris sem supervisão neurocirúrgica. Isto significa que qualquer um com o aparato apropriado pode realizar isto encobertamente em uma pessoa. Sinto que se esta técnica cair nas mãos das agências secretas eles teriam controle total sobre um ser humano e seriam capazes de mudar suas crenças extremamente rápido, deixando pouca evidência do que eles tinham feito.

A avaliação de Lilly de alta base moral aqui é interessante. A despeito de sua declarada fobia contra o sigilo, uma leitura cuidadosa do “THE SCIENTIST” revela que ele continuou a fazer trabalho útil para este aparato de segurança nacional. Seus experimentos de privação sensorial se expandiram no trabalho de Maitland Baldwin de ARTICHOKE, a até mesmo sua pesquisa com golfinhos tem – talvez inadvertidamente, se provado útil na guerra naval. Deve-se notar que o trabalho de Lilly com macacos recebeu uma classificação “secreta” e que o Instituto Nacional de Saúde Mental era um conduto comum de fundos da CIA.

Mas o aspecto mais importante da declaração de Lilly é sua data. 1953! A quanto tempo remonta a Estimulação Elétrica Cerebral por radio? Ah, ainda não tenho visto o trabalho de Remond — se ele estiver disponível na literatura aberta. Nos documentos tornados disponíveis por Marks, a mais inicial referência a Estimulação Elétrica Cerebral aplicada remotamente é um documento financeiro de 1959 pertencente ao sub-projeto 94 do MKULTRA. As descrições gerais de sub-projetos enviadas ao departamento financeiro da CIA raramente contêm muita informação e raramente mudam de ano a ano, nos deixando pouca idéia de quando este sub-projeto começou.

Infelizmente, até mesmo o Ato de Liberdade de Informação [FOIA] não pode pegar livremente muita informação sobre as técnicas eletrônicas de controle mental, embora saibamos que uma grande quantidade de estudos foi feita nesta área. Temos, por exemplo, apenas quatro páginas sobre o sub-projeto 94 – por comparação, uma verdadeira inundação de documentos foi liberada sobre o uso de drogas no controle mental. [seja onde for que um autor nos diga que o MKULTRA teve pouco sucesso, a referência é a testagem de drogas]. A este ponto, devo criticar John Marks: seu livro nunca menciona que a grosso modo 20 a 25% dos sub-projetos são “negros’ – isto é, pouca ou nenhuma informação foi tornada disponível, a despeito dos advogados e das solicitações sob o FOIA. Marks parece sentir que a única informação digna de se ter é a informação que ele recebeu. Sabemos, contudo, que a pesquisa em psicoeletrônica  foi de fato extensa, declarações das metas do projeto remontando aos dias de ARTICHOKE e BLUEBIRD claramente identificam esta área como uma alta prioridade. O informante anônimo de Marks, jocosamente apelidado “Deep Trance,” até mesmo disse a um entrevistador anterior que, começando em 1963, os esforços em controle mental da CIA e dos militares fortemente enfatizaram a eletrônica. Portanto assumo – não rispidamente espero – que os negros sub-projetos do MKULTRA são relativos a assuntos como implantes cerebrais, microondas, Estimulação Elétrica Cerebral e tecnologias relacionadas.

Faço uma questão de cronometragem e sigilo envolvido nesta pesquisa para enfatizar três pontos:

1. Podemos nunca vir a saber com certeza as verdadeiras datas de origem de vários métodos de lavagem cerebral – frequentemente, descobrimos que técnicas que parecem impossivelmente futurísticas realmente se originaram no século XIX. [a pesquisa pioneira em Estimulação Elétrica Cerebral foi realizada em 1898 por J.R. Ewald, professor de fisiologia em Straussbourg].

2. A literatura aberta certamente dá uma visão censurada da real pesquisa.

3. Pesquisadores clandestinos maravilhosamente custeados – sem as restrições da revisão de seus pares ou a necessidade de controles estritos – podem alcançar um progresso muito mais rápido do que os cientista “de fora”.

Os críticos potenciais devem manter estes pontos em mente se eles devam tentar invalidar a tese do controle mental das abduções UFO ao citar uma narrativa de abdução que é anterior a Delgado.

O DILEMA

Temos amplamente demonstrado, então, que já na década de 1960 – e possivelmente até antes – os cientistas tem tido a capacidade de criar implantes similares aqueles agora propostamente visíveis nos scans MRI dos abduzidos. De fato, não temos noção de exatamente quão avançada esta tecnologia tem se tornado, já que a imprensa popular parou de relatar sobre implantes cerebrais na década de 1970. A pesquisa sem dúvida tem continuado, a despeito de um modo menos público. De fato, cientistas tais como Delgado tem lançado seus olhos muito além dos implantes; os efeitos da Estimulação Elétrica Cerebral podem agora ser desencadeados com microondas e outras formas de radiação eletromagnética, usadas com e sem eletrodos.

Então porque — se tomamos a abdução UFO como face de valor – estão estes aliens avançados usando uma velha tecnologia, uma tecnologia terrena, uma tecnologia que logo pode se tornar obsoleta, se isto já não aconteceu? Sou lembrado dos encantadores anacronismos das velhas séries de Flash Gordon, onde espadas e espaçonaves se encontravam continuamente. Será que eles também assistem televisão em branco e preto em Zeta Reticuli?

HIPNOSE REMOTA

A hipnose fornece a chave [altamente controvertida] que abre a porta a muitas narrativas de abdução. E obviamente, se a minha tese está correta, a hipnose desempenha uma grande parte na própria abdução. Uma coisa sei com certeza: desde os dias mais iniciais do Projeto BLUEBIRD, os espiões-psiquiatras da CIA gastaram enormes somas para adquirir a maestria da arte de Mesmer.

Não posso dar aqui até mesmo um breve sumário da hipnose, nem até mesmo dos estudos da CIA nesta área. [infelizmente, as solicitações sob o FOIA foram muito mais bem sucedidas em abalar a informação solta sobre este tópico do que na área da psicoeletrônica]. Aqui, nos concentraremos em uma alegação particularmente intrigante – uma ouvida pálida mas persistentemente, pelos passados vinte anos por aqueles que investigariam o lado sombrio da política.

Se esta alegação se provar verdadeira, a hipnose não necessariamente é uma caso de pessoa a pessoa.

O abduzido — ou a vítima de controle mental — não necessariamente precisa ter contacto físico com um hipnólogo para que a sugestão hipnótica se efetue; o transe pode ser induzido, e as sugestões feitas, via transmissores intracerebrais descritos acima. O conceito soa como algo similar as mais masoquistas fantasias de Huxley ou Orwell. Ainda que a hipnose remota tenha sido primeiramente relatada – usando meios alegadamente parapsicológicos – já na década de 1930, por L.L. Vasilev, Professor de fisiologia da Universidade de Leningrad. Mais tarde, outros cientistas tentaram alcançar o mesmo objetivo, usando meios menos místicos.

Com o passar dos anos, certos jornalistas tem avaliado que a CIA tem adquirido a maestria de uma tecnologia chamada RHIC-EDOM. RHIC significa “Controle Intracerebral Radio Hipnótico” e EDOM quer dizer “Dissolução Eletrônica da Memória.” Juntas, estas técnicas podem — alegadamente — induzir remotamente o transe hipnótico, enviar sugestões ao sujeito e apagar toda a memória tanto do período de instrução quanto do ato que é solicitado ao sujeito realizar.

RHIC usa estimoreceptor, ou uma descendência miniaturizada daquela tecnologia para induzir um estado hipnótico. Interessantemente, esta técnica é também reputada envolver o uso de implantes intramusculares, um detalhe fortemente reminescente das “cicatrizes” mencionadas no livro de Budd Hopkins “MISSING TIME”. Aparentemente, estes implantes são estimulados para induzir uma sugestão pós hipnótica.

EDOM nada mais é que o próprio tempo perdido – o apagamento da memória da consciência pelo bloqueio da transmissão sináptica em certas áreas do cérebro. Ao danificar as sinapses cerebrais por uma abundância de acetilcolina, a transmissão neurocerebral ao longo selecionou caminhos que podem ser eficazmente parados. Segundo os proponentes do RHIC-EDOM, a produção da acetilcolina pode ser afetada por meios eletromagnéticos. [a pesquisa moderna nos efeitos psico-fisiológicos das microondas confirma esta proposição].

RHIC-EDOM existe? Em nossa discussão do trabalho de Delgado, já tenho citado um estranho pequeno livro publicado em 1969 intitulado “Estamos Controlados?” escrito por um Lincoln Lawrence, um antigo agente do FBI que se tornou jornalista. (O nome é um pseudônimo; conheço sua identidade real]. Este trabalho lida profundamente com RHIC-EDOM; uma comparação cuidadosa do trabalho de Lawrence com os arquivos do MKULTRA desclassificados dez anos depois, indica uma forte possibilidade de que o escritor de fato tem fontes internas.

Aqui está como Lawrence descreve RHIC em ação:

Esta é uma aplicação ultra sofisticada da sugestão pós hipnótica desencadeada a vontade pela transmissão de radio. Este é um estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente em intervalos pelo mesmo radio controle. Um indivíduo é trazido sob hipnose. Isto pode ser feito ou com o conhecimento dele ou sem, pelo uso da narco-hipnose, que pode entrar em jogo sob muitos disfarces. Ele então é programado para realizar certas ações e manter certas atitudes por meio do sinal de radio.

Outros autores tem mencionado esta técnica – especificamente Walter Bowart (em seu livro OPERATION MIND CONTROL) e o jornalista James Moore, que, em uma publicação de 1975 de um periódico chamado MODERN PEOPLE, afirmou ter um manual de 350 páginas, preparado em 1963, sobre RHIC-EDOM. Ele recebeu o manual de fontes da CIA, embora – interessantemente – a técnica é dita ter se originado dos militares.

A seguinte citação de Moore sobre RHIC deve se comprovar especialmente intrigante para os pesquisadores da abdução que se tem deparado com estranhas mudanças de personalidade nos abduzidos;

Medicamente, estes radio sinais são dirigidos a certas partes do cérebro. Quando uma parte de seu cérebro recebe um pequenino impulso elétrico de fonte externa, tal como uma visão, audição etc uma emoção é produzida – raiva à vista de uma gangue de garotos batendo em uma senhora, por exemplo. A mesma emoção de raiva pode ser criada por artificiais sinais de radio enviados ao seu cérebro por um controlador. Você pode instantaneamente sentir a mesma raiva calorosa-branca sem qualquer razão aparente.

As fontes de Lawrence partilharam até mesmo uma revelação mais tantalizante e assustadora:

…já está em uso um pequeno transmissor-gerador EDOM que pode ser escondido no corpo de uma pessoa. O contacto com  esta pessoa – um aperto de mão casual ou até mesmo um toque – transmite uma pequenina carga eletrônica mais um sinal ultrassônico que por um curto período perturbará a orientação no tempo da pessoa afetada.

Se RHIC-EDOM existe, vai um longo caminho para fornecer um raciocínio terreno para as abduções alienígenas – ou, ao menos, certos aspectos dela. O fenômeno do tempo perdido não é mais misterioso. Implantes dos abduzidos, tanto intracranianos quanto outros, são explicados. E note a referência a “estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente pelo mesmo radio comando.” Esta situação pode responder pelos repetidos abduzidos que, depois de seu encontro inicial, tem sessões regulares de tempo perdido e abduções – até mesmo quando o companheiro de cama permanece não perturbado.

No presente, não posso afirmar conclusivamente que RHIC-EDOM seja real. Ao meu conhecimento, o único questionamento oficial a um representante da CIA a respeito destas técnicas ocorreu em 1977, durante as audiências do Senado sobre os testes de drogas da CIA. O Senador Richard Schweicker teve o seguine intercâmbio com o Dr. Sidney Gottlieb, um importante administrador do MKULTRA:

SCHWEICKER: Alguns dos projetos sob o MKULTRA envolveram hipnose, está correto?

GOTTLIEB: Sim.

SCHWEICKER: Algum destes projetos envolveu algo chamado Controle Intracerebral Radio Hipnótico, que é uma combinação, como eu entendo, em termos leigos, de radio transmissões e hipnose.

GOTTLIEB: Minha resposta é “Não.”

SCHWEICKER: Nenhum seja qual for?

GOTTLIEB: Bem, estou tentando ser receptivo aos termos que você usou. Como eu me lembro disso, houve um corrente interesse, interesse em andamento, todo tempo no qual os efeitos sobre as pessoas permenecendo no campo da radio energia tem, e isto pode facilmente ter estado em algum lugar de muitos projetos, alguém que estivesse tentando ver se você podia hipnotizar alguém mais facilmente se ele estavesse sob a radiação do radio. Isto seria uma peça razoável de pesquisa a ser feita.

Schweicker continuou para mencionar que ele tinha ouvido testemunho que o radar [isto é, as microondas]  tinham sido usadas para varrer a memória em animais; Gottlieb respondeu, “posso acreditar nisto, Senador.”

A bajulações de Gottlieb não confortam muito. Em uma coisa, o bom doutor nem sempre forneceu um testemunho completamente cândido. [durante a mesma audiência ele declarou que 99% da pesquisa da CIA tinha sido abertamente publicada; se assim foi, porque existem tantos sub-projetos do MKULTRA que ainda estão “no escuro” e porque a Agência vai a extremos para proteger as identidades de seus cientistas? Também devemos reconhecer que as operações da CIA são compartimentalizadas com base na “necessidade de saber”; Gottlieb pode não ter tido acesso a informação requisitada por Schweicker. Note que a rubrica do MKULTRA circunscreveu a declaração de Gottlieb: RHIC-EDOM pode ter sido o foco de um outro programa. [houve vários outros: MKNAOMI, MKACTION, MKSEARCH, etc.] Também tenha em mente a revelação de “Deep Trance” que a CIA se concentrou em psicoeletrônica depois do término do MKULTRA em 1963. Ainda mais significativamente: RHIC-EDOM é descrito por Lawrence e Moore como um produto da pesquisa militar; Gottlieb falou apenas de assuntos pertencentes a CIA. Ele pode portanto ter falado verdadeiramente – ao menos em um extrito sentido técnico – enquanto ainda enganava os interlocutores congressionais.

Pessoalmente, acredito que a história de RHIC-EDOM merece uma grande quantidade de pesquisa posterior. Acho significativo que quando o Dr. Petter Lindstrom examinou os raios X de Robert Naesland, uma vítima sueca de implante cerebral, o médico autoritariamente tenha citado “WERE WE CONTROLLED?” em sua carta de resposta. Este é o mesmo Dr. Lindstrom notado pelo seu uso pioneiro de ultrassom em neurocirurgia. O livro de Lincoln Lawrence de fato tem recebido uma forte aprovação.

“OPERATION MIND CONTROL” de Bowart contém uma entrevista significativa com um agente de inteligência reconhecido nestas áreas. Garantidamente, o leitor tem todo direito de adotar uma atitude cética em relação a informação colhida de fontes anônimas; ainda que se deva notar que esta declaração de um agente operacional confirme, na parte pertinente, a tese de Lawrence.

Mais importantemente, a literatura aberta sobre sincronização da onda cerebral e os efeitos da radiação eletromagnética sobre o comportamento substanciam grande parte da história de RHIC-EDOM — como devemos ver.

ISTO É SINCRONIZAÇÃO

Robert Anton Wilson, um autor com um devotado seguimento cultista, recentemente tem promovido uma nova geração de ‘máquina mental” destinada a promover a criatividade, estimular o aprendizado e alterar a consciência –  isto é, fornecer uma droga – menos alta. Interessantemente, estas máquinas podem também induzir “experiências fora do corpo” na qual o usuário viaja mentalmente a um outro local enquanto seu corpo permanece em repouso. Esta tecnologia em rápido desenvolvimento tem disseminado o equivalente tecnológico da cultura das drogas; de fato os aficcionados do ruido eletrônico até mesmo têm sua própria revista, REALITY HACKERS. [agora acabada]. Fortemente suspeito que ainda ouviremos muito sobre estas máquinas no futuro.

Um de tais aparelhos é chamado “hemi-synch.” Esta invenção similar a um fone de ouvido produz frequências ligeiramente diferentes em cada ouvido; o cérebro calcula a diferença entre estas frequências, resultando em um ritmo conhecido como “batida bineural”. O cérebro se sincroniza com esta batida – isto é, o EEG do sujeito se lentifica ou acelera para acompanhar seu parceiro eletrônico.

O cérebro tem uma batida própria.

Este ritmo foi inicialmente descoberto pelo psiquiatra alemão Hans Berger, que registrou as voltagens cerebrais como parte de um estudo sobre telepatia. Ele notou duas frequências distintas: alpha (8-13 ciclos por segundo), associada a um estado relaxado e alerta e beta (14-30 ciclos por segundo), produzida durante os estados de agitação e intensa concentração mental. Mais tarde, outros ritmos foram notados, que são particularmente importantes para nossos atuais propósitos: theta (4-7 ciclos por segundo), um estado hipnogógico, e delta (.5 to 3.5 ciclos por segundo), geralmente encontrado em sujeitos adormecidos.

O hemi-synch — e as máquinas mentais relacionadas — podem produzir ondas alpha ou theta, a demanda, de acordo com a vontade do operador. Um cérebro apropriadamente sincronizado é muito mais responsivo á sugestão e é até mesmo provável de vivenciar vívidas alucinações.

Tenho falado com vários abduzidos que descrevem um efeito de “som estereofônico” – exatamente similar aquele produzido pelo hemi-synch – que precede muitos “encontros”. De fato, alguém geralmente administra o hemi-synch por meio de fones de ouvido, mas não vejo razão porque o efeito não possa ser transmitido via o acima descrito estimoreceptor. Novamente, lembro ao leitor sobre o abduzido que tinha um implante exatamente dentro do canal auditivo.

Há mais de um meio de sincronizar um cérebro. O excelente livro de Michael Hutchison – MEGA BRAIN – detalha as experiências pessoais do autor com muitos de tais aparelhos – o alpha-stim, TENS, o sincro-energizer, Tranquilite, etc. Ele se recorda de tonteiras, alucinações como as pinturas de Dali, como resultado de usar esta tecnologia de expansão mental; sobretudo, ele oferece um argumento sedutor que estes aparelhos possam representar uma verdadeira inovação no controle da consciência, portanto preenchendo totalmente o sonho alucinógeno da década de 1960.

Desejo evitar uma resposta automática inimiga da tecnologia a estas fascinantes caixas-de-maravilhas. Ao mesmo tempo, reconheço os perigos envolvidos. E quanto a possibilidade de um operador externo literalmente “mudar nossas mentes” ao alterar as nossas ondas cerebrais sem o nosso conhecimento ou permissão? Se estas máquinas podem induzir um estado hipnótico, como impedir que um hipnólogo talentoso faça uso dese estado?

Garantidamente, a maioria destes aparelhos exige alguma interação física com o sujeito. Mas um instrumento chamado Bio-Pacer pode, segundo  seu fabricante, produzir um número de frequências alteradoras do humor SEM estar anexada ao sujeito. De fato, o Bio-Pacer III (uma versão altamente energizada) pode afetar uma sala inteira. Este aparelho custa 275 dólares segundo a folha de preços mais recente disponível. Que tipo de máquina 27.500 dólares podem comprar? Ou 275.000? Que efeitos, que alcances pode uma máquina de um milhão de dólares ser capaz?

Certamente os militares tem este tipo de dinheiro. E eles certamente estão interessados neste tipo de tecnologia, segundo Michael Hutchison. A entrevista dele com um informante chamado Joseph Light despertou algumas revelações particularmente provocantes. Segundo Light:

Há elementos importantes na comunidade científica, pessoas poderosas, que estão muito interessadas nestas áreas… mas eles tem mantido a maior parte de seu trabalho em segredo. Porque tão logo eles comecem a publicar algumas destas coisas sensíveis, eles tem problemas nas vidas deles. Você vê, eles trabalham com custeios científicos, e se você acompanhar a pesquisa sendo realizada, você descobre que tão logo os cientistas publiquem algo, seus fundos são cortados… Há áreas na pesquisa biolétrica onde técnicas muito simples e aparelhos tem efeitos mentais surpreendentes. Concebidamente, se você é um pessoa enlouquecida com um pouco de base técnica, pode causar um monte de dano.

Esta última declaração é particularmente provocante. Em 1984, um violento grupo neo-nazista chamado “The Order” (responsável pelo assassinato do entrevistador Alan Berg) estabeleceu contacto com dois cientistas do governo engajados na pesquisa clandestina de projetar desequilíbrios químicos e tornar o indivíduo-alvo dócil por meio de certas frequências de ondas eletrônicas. Por cem mil dólares os cientistas foram voluntários em entregar esta informação.

Então, ao menos um grupo de indivíduos enlouquecidos quase dominou os bons.

DÊ ADEUS AO SEU CÉREBRO

Cada senador e representante do congresso tem um arquivo “wavie”. Assim também o tem muitos representantes estaduais. Os wavies tem até mesmo apresentado o caso deles a instituições tais como o Instituto Crístico.

E quem são os wavies?

Eles afirmam serem vítimas de bombardeio clandestino de radiação não-ionizante – ou microondas. Eles relatam mudanças súbitas nos estados psicológicos, alterações no padrão do sono, vozes intracerebrais  outros sons e efeitos fisiológicos. A maioria das pessoas nem mesmo entende quantos wavies existem neste país. Eu tenho falado com um número de wavies.

Eles são indivíduos perturbado buscando uma razão externa para seus problemas mentais? Talvez. De fato. Estou certo que este seja o caso em várias vezes. Mas o fato é que a literatura sobre os efeitos comportamentais das microondas, frequências extra baixas (ELF) e ultrassons é tal que não podemos simplesmente descartar todas as queixas.

Por décadas, a ciência e a indústria americanas tentaram convencer a população que as microondas não podem ter efeitos adversos sobre seres humanos a níveis sub termais – em outras palavras, a atitude foi “se isto não pode lhe queimar, não pode lhe danificar”. Esta abordagem se tornou crescentemente difícil de defender na medida em que se acumulavam os relatos de efeitos psicológicos induzidos por microondas. Os técnicos descreveram “ouvir” certas instalações de radar; usuários de telescópios de radar começaram a desenvolver cataratas em uma surpreendente alta taxa. Os soviéticos a muito haviam reconhecido os efeitos estranhos e as vezes sutis destas radio frequências, que é o porque seus padrões de exposição tem sempre sido mais restritos.

O bombardeio soviético de microondas da embaixada americana em Moscou fez com que a DARPA lançasse o Projeto PANDORA (mais tarde renomeado), cuja meta ostensiva era determinar se estas pulsações [reportadamente 10 ciclos por segundo] que os colocava no alcance alpha, podiam ser usadas para propósitos de controle mental. Suspeito que a “guerra da Rua Tchaikovsky,” como chamo isto, foi usada, ao menos em parte, como a história cobertura para a pesquisa de controle mental do DARPA, e que as histórias que flutuavam no noticiário [via, por exemplo, a coluna de Jack Anderson] sobre a lavagem cerebral remota soviética serviu aos mesmos propósitos de propaganda que os de Edward Hunter durante a década de 1950.

O que as microondas de baixo nível podem fazer a mente?

Segundo um relato do DIA liberado sob o FOIA, as microondas podem induzir alterações metabólicas, alterar as funções cerebrais, e interromper padrões de comportamento. PANDORA descobriu que as microondas pulsadas podem criar vazamentos na barreira sangue-cérebro, induzir ataques cardíacos, e criar uma desorganização comportamental. Em 1970, um cientista da Corporação RAND relatou que as microondas podem ser usadas para promover insônia, fadiga, irritabilidade, perda de memória e alucinações.

Talvez o trabalho mais significativo nesta área tenha sido produzido pelo Dr. W. Ross Adey da Universidade da Califórnia do Sul. Ele determinou que os estados comportamentais e emocionais podem ser alterados sem eletrodos  – simplesmente ao colocar o sujeito em um campo eletromágnético. Ao dirigir uma frequência transportadora para estimular o cérebro e usar a modulação da amplitude para “formar” a onda no mimetismo da desejada frequência do EEG, ele foi capaz de impor um ritmo theta de 4.5 ciclos por segundo em seus sujeitos – uma frequência que ele previamente mediu no hipocampo durante uma evitação de aprendizado. Assim, ele pode externamente condicionar a mente na direção de uma reação aversiva. [Adley também fez um extenso trabalho sobre o uso de eletrodos em animais]. Segundo um outro proeminente cientista de microondas,  Allen Frey, outras fequências podem — em estudos animais — induzir a docilidade. [cf USP #3,884,218 de Robert Monroe, METHOD OF INDUCING AND MAINTAINING VARIOUS STAGES OF SLEEP IN THE HUMAN BEING, granted 20 May 1975; resumo: um método de induzir o sono em ser humano onde um audio sinal é gerado compreendendo um som familiar agradavelmente repetitivo modulado por um padrão de sono ao EEG]

O controvertido pesquisador Andrijah Puharich avalia que “uma onda sino magnética fraca de (1 mW) 4 Hz modificará as ondas cerebrais humanas em 6 a 10 segundos. Os efeitos psicológicos de uma onda sino magnética de 4 Hz são negativos — causando tonteiras, náusea, dor de cabeça e podem levar ao vômito”. Ao contrário, uma onda sino magnética de 8Hz tem efeitos benéficos. Embora alguns escritores questionem a integridade de Puharich (talvez corretamente, considerando seu envolvimento com a história confusa de Uri Geller), suas afirmações aqui parecem estar em linha com o achado de outros experimentadores menos excêntricos.

Como escreve a jornalista investigativa Anne Keeler:

Frequências específicas em baixas intensidades podem previsivelmente influenciar os processos sensoriais… agradável-desagradável, contração-relaxamento, e excitação-calma podem ser criados por campos. Sentimentos negativos e evitação são fortes fenômenos biológicos e se relacionam à sobrevivência. Sentimentos são as verdadeiras bases das “tomadas de decisão” e frequentemente ocorrem como impressões abaixo dos patamares [isto é, subliminares]… Idéias, incluindo nomes, podem ser sincronizados com os sentimentos que os campos induzem.

Adey e compatriotas tem compilado uma biblioteca inteira de frequências e taxas de pulsação que podem afetar a mente e o sistema nervoso. Alguns desses efeitos podem ser extremamente bizarros. Por exemplo, o engenheiro Tom Jarski, em uma tentativa de replicar o trabalho produtivo de F. Cazzamali, descobriu que uma frequência particular causava uma sensação particular de toque de telefone nos ouvidos dos sujeitos – que se sentiam estranhamente compelidos a morderem os experimentadores! Por outro lado, o consciente da dieta pode ser intrigado pela descoberta de que os ratos expostos a ondas ELF deixam de ganhar peso normalmente.

Para nossos propósitos presentes, os achados da pesquisa eletromagnetica mais significativos dizem respeito aos sinais de microondas modulados por freqências hipnoidais do EEG. As microondas podem atuar como o aparelho hemi-synch previamente descrito – isto é, elas podem sincronizar o cérebro a certos ritmos theta. Não preciso enfatizar as implicações da sincronização remota do cérebro para ressoar como uma frequência condutora a dormir, ou a hipnose.

O transe pode ser remotamente induzido – mas ele pode ser dirigido? Sim.  Recorde-se das vozes intracerebrais mencionadas anteriormente em nossa discussão sobre Delgado. O mesmo efeito pode ser produzido pela “onda”. Frey demonstrou na década de 1960 que as microondas podem produzir barulhos como booms, assovios, zunidos, cochichos e outras estáticas intra-cerebrais [ este fenômeno é chamado “Efeito Frey”]; em 1973, o Dr. Joseph Sharp, do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed , expandiu o trabalho de Frey em um experimento onde o sujeito – neste caso, o próprio Sharp — “ouvia” e entendia palavras faladas enviadas via uma microonda pulsada análoga as vibrações de som do orador.

Dr. Robert Becker comenta que “um tal aparelho tem óbvia aplicação em operações encobertas destinadas a enlouquecer um alvo com “vozes” ou enviar instruções indectáveis a um assassino programado”. em outras palavras, agora temos, ao toque de um botão, a tecnologia para inflingir uma Luz de Gás eletrônica ou criar um verdadeiro CANDIDATO MANCHURIANO. De fato, a primeira capacidade pode de falto disfarçar a segunda. Quem ouvirá as vítimas, quando as alucinações induzidas eletrônicamente que ele recontam exatamente paralelas aos sinais clássicos da esquizofrenia paranóide e/ou epilepsia de lobo temporal?

Talvez a mais sinitra revelação, contudo, diga respeito ao misterioso trabalho de J.F. Schapitz, que em 1974 preencheu um plano para explorar a interação das frequências de radio e a hipnose. Ele propôs o seguinte:

Nesta investigação será mostrado que a palavra falada do hipnólogo pode ser transformada pela energia modulada eletro-magnética diretamente dentro das partes subconscientes do cérebro humano – isto é, sem empregar qualquer aparelhos técnicos para receber ou transcodificar as mensagens e sem que a pessoa exposta a uma tal influência tenha uma chance de controlar o input da informação conscientemente.

Ele ressaltou  um experimento, inocente em seus efeitos imediatos, ainda que assustador em suas implicações, onde os sujeitos seriam implantados com a sugestão subconsciente para sairem do laboratório e comprarem um item um particular; esta ação seria desencadeada por uma certa palavra chave ou ação. Schapitz sentiu que certos sujeitos racionalizariam o comportamento – em outras palavras, os sujeitos arrumariam uma desculpa, contudo tênue, para justificar suas ações como trabalho da vontade livre. Seus instintos sobre este último combinam perfeitamente com as descobertas dos hipnólogos profissionais.

O trabalho de Schapitz foi custeado pelo Departamento de Defesa. A despeito das solicitações do FOIA, os resultados nunca tem sido publicamente revelados.

PENSAMENTOS FINAIS SOBRE “A ONDA”

Devo novamente oferecer uma advertência sobre as possíveis disparidades entre o registro “oficial” dos efeitos psicológicos do eletromagnetismo e a história oculta. Mais uma vez, enfrentamos uma questão de cronometragem. A quanto tempo atrás realmente esta pesquisa começou?

Nos anos iniciais deste século, Nikola Tesla parece ter tropeçado em certos efeitos comportamentais da exposição eletromagnética. Cazamalli, mencionado anteriormente, realizou seus estudos na década de 1930. Em 1934, E.L. Chaffe e R.U. Light publicaram um trabalho sobre “Um Método de Controle Remoto da Estimulação Elétrica do Sistema Nervoso”. Desde o verdadeiro início de seu trabalho com microondas, os soviéticos exploraram os efeitos psicológicos mais sutis do eletromagnetismo – e a despeito dos balidos de certos alarmistas de extrema direita que uma ‘falha eletromagnética” nos separa dos avanços soviéticos, a literatura da Leste Europeu nesta área tem sido estreitamente monitorada por décadas pelo Ocidente. Os projetos ARTICHOKE/BLUEBIRD ressaltam, datando da década de 1950, proeminente a menção a necessidade de explorar todos os usos possíveis do espectro eletromagnético.

Um outro ponto digno de menção se refere a combinação de EMR e miniatura de eletrodos cerebrais. O pai do estimoreceptor, Dr. J.M.R. Delgado, tem recentemente realizado experimentos no qual macacos são expostos a campos eletromagnéticos, assim desencadeando uma ampla variedade de efeitos comportamentais – um macaco pode entrar em uma raiva vulcânica enquanto a uns poucos pé de distância, seu parceiro simiano começa a  adormecer. Fascinantemente, quando macacos com implantes cerebrais sentem ‘a onda’, os efeitos são grandemente intensificados. Aparentemente, estes pequeninos eletrodos podem atuar como amplificadores do efeito eletromagnético.

Este último ponto é importante para a nossa tese da “abdução alienígena”. Os críticos podem se opor que qualquer explosão de energia poderosa o suficiente para ter verdadeiramente efeitos remotos provavelmente também criaria uma reação térmica. Isto é, se um operador clandestino propagasse a ‘onda” de fora do quarto de dormir do abduzido. [vamos dizer, de um helicóptero em baixo vôo, ou de um caminhão viajando ao longo do carro do sujeito], a energia necessária para fazer o trabalho podia ser tal que a microonda cozinhasse o alvo antes de ter uma chance de lavar seus pensamentos. Nosso abduzido terminaria como a vítima de um ataque microondas no final da cabine de Jerzy Kozinsky.

Isto é uma crítica justa. Mas o trabalho de Delgado pode nos dar a solução. Uma vez o abduzido tenha sido implantado — e se vamos confiar nas narrativas da regressão hipnótica de todo, a primeira sessão de implantação pode ocorrer na infância – o chip no cérebro atuaria como um intensificador do sinal. Um tal indivíduo pode ter um número de experiências UFO enquanto seu parceiro de cama descansa confortavelmente.

Sobretudo, relatos recentes indican que um “waver” pode alcançar precisa acurácia sem o uso de implantes no estilo de Delgado. Em 1985, voluntários do Instituto de Pesquisa do Meio Oeste em Kansas City, Missouri, foram expostos a radiações microondas como parte de um experimento patrocinado pelo Departamento de Energia e Departamento da Saúde do Estado de New York. Como THE ARIZONA REPUBLIC descreveu o experimento, “um grupo combinado de controle sentou-se na mesma sala sem ser bombardeado pela radiação não ionizante”. Aparentemente, podemos focalizar muito estreitamente a “onda” — um fato que tem amplas implicações para os abduzidos.

Parte III

Aplicações

Então agora temos alguma idéia dos instrumentos disponíveis aos “espiões-psiquiatras”. Como estes instrumentos tem sido usados? Esta questão necessariamente envolve algum trabalho de detetive. A CIA, sob rigidez, forneceu alguma, embora não o suficiente, documentação de seus esforços para comandar “o espaço entre nossas orelhas”. Sabemos que estes esforços foram  extensos, de longo prazo, e ao menos parcialmente bem sucedidos. Sabemos também que estes experimentos envolveram o uso de sujeitos humanos. Mas quem e quando?

Um paradoxo desta linha de interrogatório é que, para muitos leitores, as vítimas despertam simpatia apenas enquanto permanecem anônimas. Intelectualmente, entendemos que o MKULTRA e seus projetos aliados devem ter afetado centenas, provavelmente milhares, de indivíduos. Ainda que reajamos com profunda suspeita seja quando for que um desses indivíduos se apresente e se identifique, ou seja quando for que um investigador independente argumente que o controle mental tem dirigido algumas pessoas dignas de nota a ações de outra forma inexplicáveis. Onde, o cético pode corretamente perguntar, está a documentação que sustenta tais acusações? A maioria da “trilha de papel” do MKULTRA foi (alegadamente) queimada por ordem de Richard Helms; o que sobrou tem sido censurado, deixando manchas de tinta preta seja onde for que os nomes tenham originalmente aparecido. Ao se queixarem de controle mental as vitimas podem, em sua maior parte, apenas nos dar seu testemunho – e quão confiável é este testemunho especialmente a luz do fato de que um dos propósitos do MKULTRA era induzir insanidade? Qualquer um avaliando que ele foi vitimizado pelo programa pode bem estar procurando uma desculpa extrínseca para sua própria psicopatologia. Se você diz que você é um louco fabricado, você estava provavelmente louco a começar com “Ardil 22″[um excelente livro].

Quando John Marks escreveu “THE SEARCH FOR “THE MANCHURIAN CANDIDATE”” ele recebeu inúmeras cartas de pessoas que insistiam que elas tinham sido drogadas, “ondeadas” ou de outra forma abusadas pela CIA ou os militares. A maior parte destas comunicações foi diretamente para o arquivo de lunáticos dele. Talvez muitas merecessem este destino; mas eu conheço ao menos um que não merecia.

Marks contudo, devota muita atenção a Val Orlikov, um entigo ‘paciente’ da mais notória figura dos anais dos crimes médicos americanos: Dr. Ewen Cameron, um cientista custeado pela CIA que chefiava o Instituto Memorial Allan da Universidade McGill, Montreal, Canadá. Cameron, um pesquisador de saúde mental altamente respeitado, experimentou uma técnica que ele chamou de “direção psíquica”, um programa de lavagem cerebral que envolvia inflingir a um sujeito uma repetição incessante de fitas gravadas com mensagens selecionadas, de 16 a 24 horas por dia, combinadas a um maciço tratamento por eletrochoque e LSD. Os cobaias deste projeto eram pacientes que tinham vindo para o Allan Memorial com queixas psicológicas relativamente menores. Os experimentos de Cameron fracassaram e suas teorias foram desacreditadas, o que pode explicar porque a CIA e seus apologistas agora se sintam mais confortáveis discutindo os esforços franquistenianos no  Allan Memorial, em oposição ao trabalho mais bem sucedido em outros lugares.

O testemunho de Orlikov tem recebido muita atenção respeitosa daqueles escritores que tem examinado MKULTRA, e muito corretamente. Quando estudei os arquivos no Arquivo de Securidade Nacional, fiquei particularmente familiarizado para ler as cartas originais dela a John Marks, e estas páginas tem levado a desmascarar um projeto especialmente sinistro da CIA. As cartas, bastante interessantemente, se provaram exatamente tão vagas, desconcatenadas e bizarras quanto a correspondência similar que os pesquisadores rotineiramente descartam. Orlikov não pode ser culpada pela natureza confusa de suas lembranças; uma certa quantidade de fog é para ser esperada. dado a natureza do crime perpetrado contra ela. O ponto importante é que a história dela, foi descoberta ser verdadeira. Porque as queixas dela desencadearam uma investigação enquanto aquelas queixas de outros foram prontamente descartadas? Talvez a resposta resida no fato de que o marido de Orlikov tenha se tornado um membro do parlamento canadense. Qualquer vítima da experimentação da CIA que deseje ser levada seriamente deve, talvez, primeiramente se assegurar de se casar bem.

De fato, podemos facilmente perdoar os prévios escritores e pesquisadores cujas pesquisas sobre o MKULTRA tem sido tendenciadas em favor da complacência. Mas não podemos permitir que este preconceito natural aleje a nossa atual investigação. Vamos examinar, então, umas poucas “histórias de horror” da literatura de controle mental e sublinhar as possíveis correlações com o testemunho do abduzido.

“O ANJO GUARDIÃO” DE PALLE HARDRUP

Como mencionado previamente, não tenho me aprofundado muito no assunto da hipnose neste trabalho – primariamente por causa das limitações de espaço e tempo, mas também por causa das discussões das possibilidades da hipnose per se tendem a nublar a matéria e seu uso em conjunto com as técnicas eletrônicas supramencionadas. Obviamante, contudo, a hipnose é uma arma maior no armamento do controlador mental; em um futuro trabalho em completa extensão, pretendo lidar com este assunto em muito maior profundidade.

É desnecessário dizer, um dos objetivos primários do MKULTRA e dos projetos relacionados era determinar se alguém podia induzir hipnoticamente outra pessoa a cometer um ato anti-social. Esta possibilidade permanece um dos assuntos mais acaloradamente debatidos em hipnose, porque a sabedoria convencional avalia que nenhum indivíduo pode ser hipnotizado para cometer uma ação que viole seu interior código moral. Martin Orne, editor do prestigiado INTERNATIONAL JOURNAL OF CLINICAL AND EXPERIMENTAL HYPNOSIS concorda com este axioma, e ele está em posição de codificar muito da opinião estabelecida sobre este tópico. Orne, contudo, é um veterano do MKULTRA, e sobretudo parece ter mentido – ao menos em suas comunicações originais – ao autor John Marks sobre seu envolvimento intencional no sub-projeto 94. Conquanto eu respeite grande parte do trabalho inovador de Orne, seus pronunciamentos não sustentam, ao menos para este leigo, uma inquestionabilidade olimpiana.

Para estar seguro, muitos outros especialistas em hipnotismo, não comprometidos com ligações a companhias, também descartam a possibilidade que ações anti-sociais possam ser induzidas. Mas um número de profissionais altamente experientes – incluindo Milton Kline, William Kroger, George Estabrooks, John Watkins e Herbert Spiegel — tem argumentado que tais ações, podem, ao menos em algum grau, serem desencadeadas por um manipulador externo.

Ocasionalmente, queixas de comportamento anti-social induzido hipnoticamente encontram seu caminho nas côrtes de justiça; em um tal caso, que levou à prisão do hipnotizador, foi a caso de Palle Hardrup. Este incidente ocorreu na Dinamarca em 1951. Palle Hardrup roubou um banco, matando um guarda no processo, e mais tarde afirmou que tinha sido instruído a fazer assim pelo hipnotizador Bjorn Nielsen. Nielsen eventualmente confessou ter engenheirado o crime como um teste para suas habilidades hipnóticas. O aspecto mais significativo deste incidente diz respeito a pose que Nielsen adoptou para trabalhar seu projeto malicioso. Durante as sessões de hipnose, Nielsen hipnoticamente sugeriu que ele era o “anjo da guarda” de Hardrup, representado pela letra X. Hardrup testemunhou que “há uma outra sala na porta do lado onde Nielsen e eu vamos falar por nós mesmos. É lá que meu espírito guardião geralmente vem e fala comigo. Nielsen diz que X tem uma tarefa para mim.”

Uma das tarefas que foi arranjada foi a da namorada de Hardrup ter sexo com o hipnotizador. As outras tarefas, envolviam assalto e assassinato. Nielsen convenceu sua vítima que X queria os fundos do roubo para serem utilizados em dignos objetivos políticos. No fim foi dito a Hardrup que os fins justificam os meios.

Compare este cenário com o típico caso do contactado, no qual os guardiães alienígenas convencem suas vítimas/sujeitos que o encontro eventualmente servirá a algum propósito não especificado. De fato, em minhas entrevistas com abduzidos que tem estabelecido um relacionamento a longo prazo com seus visitantes, tenho descoberto que alguns deles originalmente acreditavam que estivessem em contacto com guardiães angélicos como o de Hardrup. Somente nos anos recentes esta pose de anjo foi descartada e a verdadeira forma do alien foi revelada.

Assim temos um meio possível de superar a proposição de que a hipnose não possa induzir o comportamento anti-social. Se falta escrúpulos a um hipnotizador, e ele tem acesso a um sujeito particularmente suscetível, ele pode induzir uma realidade mal percebida. As ações que abjuramos no contexto diário se tornam aceitáveis em circunstâncias especiais: um cidadão que nunca poderia cometer um assassinato em rua na noite suburbana, se preparado no exército, mata no campo de batalha. Na hipnose, a mente se torna este campo de batalha. Nas palavras do Dr. John Watkins,

Nos comportamos com base em nossas percepções. Se as nossas percepções de uma situação podem ser alteradas de forma que nos faça mal construi-las, ou desenvolver uma falsa crença, então o nosso comportamento em relação a isto será drasticamente alterado. É precisamente nesta área de mudança das percepções que a modalidade hipnótica demonstrará seus efeitos mais poderososos. As alucinações tanto sob hipnose quanto pós hipnóticas podem facilmente serem induzidas no sujeito sugestionável. Pode ser feito que ele ignore o estímulo doloroso, aparentemente sendo incapaz de ouvir sons altos, e ver indivíduos que não estão presentes. Sobretudo, as atitudes e crenças podem ser iniciadas nele que são bem anormais e frequentemente contrárias aquelas anteriormente mantidas.

Se a hipnose tradicional, não auxiliada, pode alcançar tais mudanças na percepção, podemos facilmente imaginar as possibilidades inerentes a combinação das técnicas hipnóticas com a pesquisa psicoeletrônica previamente descrita.

Cientistas tais como Orne e Milton Erickson tem tomado matéria das avaliações de Watkins. Mas o caso  Hardrup pareceria sustentar Watkins. Se alguém pode ser convencido que ele, como Joana D’Arc, atua sob a influência de um alto poder sobrenatural, então capacidades anteriormente inimagináveis podem ser reveladas e as ações “impossíveis” podem ser desempenhadas. De fato, quando consideramos as extremas mudanças de personalidade – e ocasionalmente, as ações sinistras, desencadeadas por líderes de certos cultos, e grupos ocultos, entendemos a desejabilidade de instalar uma história cobertura hipnótica dentro de uma matriz sobrenatural. As pessoas farão por Deus – ou pelo Diabo, ou pelos Irmãos Espaciais – o que caso contrário não fariam.

A data do caso Hardrup coresponde a instituição de BLUEBIRD/ ARTICHOKE; não se precisa de muita imaginação para ver como este caso pode ter servido como um modelo para os cientistas pesquisando estes e os projetos subsequentes.

MEMÓRIA EM TELA

Segundo os arquivos desclassificados nos arquivos de Marks, uma maior dificuldade enfrentada pelos pesquisadores do MKULTRA diz respeito ao “problema da disposição”. Isto é, o que fazer com as vítimas da experimentação com eletrochoque, drogas e hipnose da CIA. A companhia lançou mão de tácticas caraterísticas mas desagradáveis: eles se desfizeram de seus cobaias humanas encarcerando-as em asilos para insanos, realizando lobotomias e ordenando “ações executivas”.

Uma solução mais sofisticada tinha que ser encontrada. Uma das metas dos esforços de controle mental da CIA era assegurar o apagamento da memória por meio da hipnose [e drogas, eletrônicos, lobotomias etc]. não apenas para ocultar o que aconteceu durante as sessões de programação/doutrinação experimentais que se provariam útil no campo. “A AMNÉSIA ERA UMA GRANDE META” confirma Victor Marchetti, que ressalta a sua utilidade em lidar com agentes contratados: “depois que você tem feito isto, a agência até mesmo não sabe o que ele está fazendo… você o envia dentro e ele faz o trabalho. Quando ele volta, você limpa sua cabeça”.

O grande problema: a despeito da amnésia hipnoticamente induzida, haveria vazamentos da memória – fragmentos de material represado se elevariam espontaneamente, em sonhos, flashbacks etc. Uma solução proposta: dar ao sujeito uma “memória em tela” , uma história falsa, assim, se ele começasse a recordar o material, ele o recordaria incorretamente.

Até mesmo o conservador Dr. Orne nota que:

A S [subjeito] que é capaz de desenvolver uma boa amnésia pós hipnótica também responderá a sugestões para se lembrar de eventos que realmente não aconteceram. Ao despertar, ele deixará de recordar os eventos reais do transe e ao invés se recordará dos eventos sugeridos. Se algum, este fenômeno é mais fácil de ser produzido do que a amnésia total, talvez porque isto elimine a sensação subjetiva de um espaço vazio na memória.

Não apenas as memórias em tela preenchem os desconfortáveiws brancos na lembrança do sujeito, elas protegerão contra qualquer revelação posterior. Um medo dos cientistas do MKULTRA era que o indivíduo hipno-programado usado como, vamos dizer, um correio, possa ser desprogramado por um outro hipnotizador que talvez trabalhe para o inimigo. Assim, os cientistas do MKULTRA decidiram instilar personalidades múltiplas – múltiplas histórias cobertura se você peferir – para confundir os hipnotizadores não autorizados.

Um caso usando esta técnica se centrou em um assassino chamado Luis Castillo, que, depois de sua captura nas Filipinas, foi extensamente entrevistado e estudado por especialistas a serviço do Escritório Nacional de Investigação, o equivalente do país ao nosso FBI. Foi descoberto que Castillo tinha ao menos quatro personalidades distintas, hipnoticamente instiladas; cada personalidade pode ser desencadeada por um pista específica. Em um estado, ele afirmou ser o Sgt. Manuel Angel Ramirez, do Comando Tático Estratégico Aéreo do Vietnã do Sul; supostamente, “Ramirez” era o filho ilegítimo de um certo oficial de alto escalão da CIA, que fumava cachimbo, cujas iniciais eram A.D. Uma outra personalidade afirmava ser um dos assassinos de John F. Kennedy.

O principal hipnólogo envolvido neste caso rotulou estes alter-egos hipnóticos de “estados zumbis”. O relato deste caso declarou que “o fenômeno zumbi referido aqui é um comportamento sonâmbulo apresentado pelo sujeito em uma resposta condicionada a uma série de palavras, frases, declarações, aparentemente desconhecido do sujeito em seu estado normal alerta.”

Depois da repatriação de Castillo para os EUA, o FBI afirmou que ele tinha fabricado a história. Em seu livro “OPERATION MIND CONTROL”, Walter Bowart faz um caso convincente contra as afirmações do FBI. Certamente muitos aspectos do caso de Castillo argumentam pela sua sinceridade – inclusive sua insensibilidade a dor induzida hipnoticamente, sua manutenção da história até mesmo quando severamente embriagado, e suas tentativas de suicídio aparentemente programadas.

Se Castillo contou a verdade, como acredito que ele o fez, então ele manifestou tanto a personalidade múltipla hipnoticamente induzida quanto uma pseudo-memória. A primeira permanece controvertida, mas a segunda tem sido repetidamente replicada em situações experimentais.

Este ponto é vitalmente importante para os estudantes do fenômeno da abdução. Não podemos assumir a acurácia das descrições das abduções dadas durante subsequentes regressões hipnóticas. Sobretudo, não podemos até mesmo assumir a acurácia das lembranças espontaneamente suscitadas [isto é, as memórias de abdução que não são desencadeadas pela regressão hipnótica]. De fato, os céticos responsáveis tem argumentado que a regressão hipnótica pode se provar inadvertidamente nociva, no que ela pode fechar no lugar uma falsa lembrança.  (Note, contudo, que outros profissionais psiquiatras consideram a regressão hipnótica a melhor técnica, contudo falha, em destrancar a amnésia. Da minha parte, mantenho uma atitude cautelosa e ambivalente na direção do uso da hipnose no trabalho do abuzido]

Garantidamente, é muito fácil para os desmentidores gritarem “confabulação” para desmentir o testemunho hipnótico que não se conforma a nossas pré concepções sobre o possível; não pretendo cometer o mesmo erro. Seja onde for que os céticos ofereçam o fenômeno da pseudo-memória para racionalizar as queixas de abdução, eles citam situações experimentais na qual a pseudo-memória foi originalmente criada por um hipnotizador. Estes experimentos não podem ser citados como prova que um indivíduo abduzido espontaneamente conjurou uma fantasia [o que justamente acontece para corresponder aos detalhes de centenas de “fantasias” similares]. Muito mais, os estudos de laboratório da criação da pseudo-memória provam o meu ponto: a pseudo-memória pode ser induzida por uma hipnose anterior.

Em outras palavras, um abduzido pode falar de aliens – quando a realidade foi algo inteiramente diferente.

Em correspondência comigo, um importante pesquisador de abdução escreveu de um caso no qual um abduzido se lembrou de ter visto um helicóptero se transformar em um UFO. Durante uma das poucas sessões de regressão a que compareci, ouvi uma narrativa exatamente similar. Hopkins argumentaria que o helicóptero era a “memória em tela” escondendo a horrorosa realidade do encontro UFO. Mas a navalha de Occam realmente corta deste modo? Não devemos também considerar a possibilidade de que o objeto em questão fosse realmente um helicóptero – que o abduzido foi instruído a se recordar como um UFO?

A SUPER ESPIÃ

Entre os paéis liberados do BLUEBIRD/ARTICHOKE/MKULTRA estava o seguinte memorando escrito a mão, não assinado e não datado:

Tenho desenvolvido uma técnica que é segura [livre de censura internacional]. Isto tem a ver com o condicionamento de nosso próprio povo. Posso realizar isto como o trabalho de um só homem.

O método é a produção de hipnose por meio de simples medicação oral. Então [sem nenhuma medicação posterior] a hipnose é reforçada diariamente durante os seguintes três ou quatro dias.

Cada indivíduo é condicionado contra revelar qualquer informação a um inimigo, até mesmo embora submetido a hipnose e drogas. Se preferível, ele pode ser condicionado a dar falsa informação muito mais que nenhuma informação.

Na margem deste documento, um dos assistentes de Marks escerveu, “Este é Wendt?” A referência aqui é a G. Richard Wendt, um professor empregado do projeto CHATTER que, em 1951, liderou tanto os empregados navais quanto os da CIA em uma caçada de controle mental, quando um experimento similar ao descrito acima falhou em produzir resultados.

Até mesmo se o memorando acima descreve um fracasso operacional [e as táticas descritas neste memo não parecem muito possível para mim], não devemos ficar complacentes. Agora sabemos que, em ao menos um caso, técnicas mais sofisticadas tornaram o cenário acima uma realidade.

Eu me refiro ao caso de Candy Jones.

A história dela deu origem ao menos a um livro e deve, um dia, dar origem a outro. Obviamente, não posso aqui dar todos os detalhes desta narrativa fascinante e assustadora. Mas a precisão é obrigatória. .

Ms. Jones (nascida Jessica Wilcox) obteve um status de estrela como modelo durante a Segunda Guerra Mundial, e mais tarde criou sua própria agência de modelos. Um homem do FBI pediu que ela se colocasse para ser usada como “correio” para o FBI e uma “outra agência do governo” [presumidamente, a CIA]; Candy, profundamente patriota, aceitou contentemente a proposta. Chegando as margens do mundo clandestino, Candy eventualmente entrou em contacto com um “Dr. Gilbert Jensen,” que trabalhava, por sua vez, com um “Dr. Marshall Burger.” (ambos os nomes são pseudônimos.) Desconhecido para ela, estes doutores tinham sido empregados como “espiões-psiquiatras” pela CIA. Usando uma entrevista de emprego como cobertura, Jensen induziu a hipnose, descobrindo que Candy era uma pessoa particularmente responsiva – e continuou a usa-la como outros cientistas usam um maccaco rhesus. Ela se tornou um sujeito teste para o programa de controle mental da CIA.

O trabalho dela — até onde é conhecido — era fornecer o serviço clandestino de correio. Estabrooks tem ressaltado a idéia básica anos antes; induzir a hipnose via uma técnica disfarçada, dar ao  mensageiro a informação a ser memorizada,e hipnoticamente apagar a mensagem da mente consciente e instalar uma sugestão pós hipnótica que a mensagem [agora enterrada dentro do subconsciente] seria trazida apenas por meio de uma pista específica. Se o hipnólogo pode criar um tal correio, a ultra segurança deve ser garantida, até mesmo a tortura não fará com que o mensageiro conte o que ele sabe porque ele não sabe que sabe. Segundo o altamente respeitado Dr. Milton Kline, “Realmente existe evidência que não tem sido publicada” provando que o agente secreto perfeito de Estabrooks pode ser com sucesso evocado.

Candy foi uma de tais histórias de sucesso. Sucesso, neste contexto, significa que ela pode ser – e foi – brutalmente torturada e abusada enquando realizava missões para a CIA. Todos os brinquedos do MKULTRA foram colocados no jogo: hipnose, drogas, condicionamento — e eletrônica. Usando estes aparelhos, Jensen e Burger geranciaram para: — instalar uma ‘personalidade duplicada” – criar a amnésia das sessões de programação e dos trabalhos de campo – tornando Candy em uma fanática cheia de ódio e viciada, o melhor meio de isola-la do resto da humanidade. [anteriormente, seus associados a consideravam uma pessoa profundamente tolerante e sua agência de modelos foi uma das primeiras a quebrar a barreira de cor], e – programa-la para cometer suicídio no fim de sua utilidade para a Agência. As técnicas de programação usadas nela foram falhas. Ele quebrou a segurança quando se casou com uma famosa personalidade do radio em New York, John Nebel, que, usando a regressão hipnótica, conseguiu trazer a verdade a tanto tempo represada. Eventualmente a ‘outra Candy’ disse adeus e a programação foi quebrada.

Os céticos podem achar a história de Candy tão incrível quanto as narrativas de abdução – afinal, um amador a tinha conduzido em uma regressão hipnótica, e a possibilidade de confabulação sempre se apresenta. Não obstante, sinto que a veracidade da narrativa dela tem sido estabelecida acima de qualquer dúvida razoável. Em suas sessões de regressão hipnótica ela se recordou de ser programada em um instituto ligado ao governo no norte da Califórnia – que, como mais tarde provaram as investigações de John Marks, esteve de fato pesadamente envolvido com a pesquisa de lavagem cerebal custeada pelo governo. O próprio Marks acredita na história de Candy — não menos, por causa dos detalhes dos métodos de programação que foram usados nela foram consubstanciados em documentos liberados depois do livro dela ter sido publicado. Entrevistas com Milton Kline, Dr. Frances Jakes, John Watkins e outros forneceram o testemunho que a programação de Candy Jones era provável — e Deep Trance substanciou a história.

Recentemente, o caso tem recebido uma importante confirmação indireta: investigadores interessados no acompanhamento da pesquisa tem preenchido solicitações sob o FOIA com a CIA para todos os papéis relacionados a Candy Jones. A agência admite ter um arquivo substancial sobre ela mas se recusa a liberar qualquer parte dele. Se a história dela fosse falsa, então porque a CIA estaria tão relutante em entregar a informação? De fato, porque, em primeiro lugar, eles teriam um arquivo?

A confirmação final da história de Candy exige uma revelação — uma que faço com alguma trepidação até mesmo embora o indivíduo nomeado esteja morto.

“Marshall Burger” era realmente o Dr. William Kroger.

Kroger, a muito tempo associado a instituição da espionagem, tinha escrito o seguinte em 1963:

…um bom sujeito pode ser hipnotizado para envio de informação secreta. A memória desta mensagem pode ser encoberta por uma amnésia artificialmente induzida. No evento que ele deva ser capturado, ele naturalmente não se lembrará que ele até mesmo recebeu a mensagem… contudo, desde que tenha sido dado a ele uma sugestão pós hipnótica, a mensagem estaria sujeita a ser recordada por meio de uma pista específica.

Se Candy tivesse de fato confabulado a história dela, porque ela nomearia este cientista em particular, que, escrevendo teoricamente em 1963, previu os eventos subsequentes da vida dela?

Depois do Caso Jones, Kroger transferiu sua base de operações para a UCLA — especificamente, para o Instituto Neuropsiquiátrico dirigido pelo Dr. Louis Jolyon West, um veterano do MKULTRA. Lá ele escreveu “Hipnose e Modificação de Comportamento’, com um prefácio de Martin Orne (um outro veterano do MKULTRA) e H.J. Eysenck (ainda um outro veterano do MKULTRA). O final desta obra contém pistas assustadoras das posibilidades inerentes de combinar a hipnose com a Estimulação Eletrônica Cerebral, implantes e condicionamento – embora Kroger seja cuidadoso ao ressaltar que ” não estamos interessados que o homem possa ser condicionado por recompensas e punições pela estimulação eletrônica cerebral para ser controlado como um robô”. Ele pode não estar interessado mas talvez nós devamos estar.

O controle de Candy Jones nos dá muita informação útil para nossa hipótese da abdução alienígena.

1. Suas sessões de tortura – inflingidas durante sua programação pelos seus mestres da CIA, e as missões por pessoas ainda misteriosas – parecem surpreendentemente similares a de outra forma exames ilógicamente dolorosos alegadamente realizados a bordo da espaçonave alienígena.

2. A personalidade dela muda a grosso modo parelelo aquelas experienciadas por certos abduzidos UFO.

3. A despeito de sua brutalização, ela permaneceu leal aos Drs. Jensen e Burger. Este comportamento surpreendente me lembra as primeiras entrevistas com abduzidos, durante as quais ouvi medonhas descrições de sessões de tortura UFO – seguidas de protestos de amor ilimitado pelos inflingidores da dor alienígenas. Como muitos abduzidos, Candy tinha que comparecer a sessões regulares de condicionamento. A repetida exposição à programação é necesária para efetuar o controle contínuo.

5. Para manter seu domínio total sobre a mente dela, os manuseadores de Candy a programaram para permanecer isolada. Especificamente, eles instilaram uma profunda paranóia em relação a outros seres humanos; os “externos” provavelmente eram inimigos para abusar dela. Tenho visto consistentemente este padrão em meu trabalho com abduzidos. Os céticos argumentariam que os medos  não razoáveis do abduzido provavelmente indiquem a esquizofrenia paranóide – um sintoma que pode, de fato, ter experiências alucinatórias. Mas a maioria dos abduzidos são facilmente hipnotizados enquanto os esquizofrênicos paranóides são extemamente difíceis de se submeterem a hipnose, segundo o Dr. Edward Simpson-Kallas, um psiquiatra com ampla experiência na área da hipnose forense. Se, contudo,  estes medos não razoáveis tenham sido hipnoticamente induzidos, a contradição é resolvida.

6. Candy era produto de uma infância infeliz, daí sua propensão para a personalidade múltipla. Muitos dos abduzidos repetidas vezes que tenho entrevistado tem similares histórias familiares deprimentes.

7. A história de Candy Jones também tem o que podemos chamar de uma “relevância negativa” para as narrativas de abdução. Porque os Controladores não estabeleceram uma história cobertura hipnótica, ou pseudo-memoria, os fatos verdadeiros do caso conseguiram se permear para a mente consciente dela. Não importa quão completa a amnésia pós hipnótica, o vazamento ocorrerá – daí a necessidade de uma história cobertura, uma falsa memória, para preencher a falha da lembrança. A CIA aprende com seus erros. A hipno-programação de Candy Jones se quebrou já em 1973 – o ano em que o “disfarce alien’ se tornou [se a minha hipótese está correta] o procedimento padrão de operação. [Milton Kline aceitou a história de Candy Jones, mas considerou o trabalho amadorístico e inconsistente com o melhor trabalho realizado naquele tempo. Talvez a maior falha tenha sido a falta de uma história cobertura como pseudo-memória?]

BASES DE SUSPEITA

Rumores sobre “bases subterrâneas” são tão quentes quanto pimenta no campo UFO exatamente agora, e várias destas histórias envolvem abduções.

Por exemplo, uma pequena apresentação do famoso caso UFO de Bentwaters envolve a abdução de um homem da força área chamado Larry Warren para uma cavidade subterrânea sob a base militar. Lá, conquanto no que ele mais tarde desceveu como “um estado um tanto drogado”, ele viu aliens e seres humanos – figuras militares – trabalhando lado a lado.

Tenho falado com uma outra abduzida, Nancy Wright, que alegadamente foi levada a uma câmara subterrânea dez milhas ao norte da base da força áerea de Edwards, Califórnia. Como este foi um evento de múltiplas testemunhas, e Ms. Wright não tinha tentado capitalizar a história para ganho financeiro, tendi a acreditar na história dela. Segundo a pesquisadora de abdução Miranda Parks, um casal de idade avançada vivendo nas vizinhanças também foi abduzido de modo exatamente similar.

Em 1979, Paul Bennewitz e Leo Sprinkle pesquisaram um caso de abdução particularmente controvertido envolvendo uma jovem mulher [nome não revelado] que aparentemente foi levada a uma instalação onde os alienígenas processam fluidos e partes corporais de uma mutilação de gado. Esta investigação parece ter levado a perseguição governamental de Bennewitz, na qual alguma forma de controle mental [ou, como já tenho anteriormene me referido a isto, “lus de gás eletrônica”] pode ter desempenhado uma parte.

A quem podemos responsabilizar por estas histórias de alegada desonestidade alienígena realizada em conjunto com os militares? Eu, por mim, não posso creditar as histórias geralmente não consubstanciadas de uma “conspiração cósmica” agora promulgada por ex agentes de inteligência tais como John Lear e William Cooper. Conquanto eu não possa avaliar insinceridade da parte destes homens, frequentemente imagino se eles tem sido usados como condutos – voluntários ou não – em um sofisticado esquema de desinformação.

Uma explicação mais simples, embora não menos assustadora, para a ‘base” das abduções pode ser encontrada na história do Dr. Louis Jolyon West, agora notório por sua perticipação nos experimentos com LSD do MKULTRA. Inspirado por “A Violência e o Cérebro” (um livro dos Drs. Frank Ervin e Vernon H. Mark que atribuiu um turbilhão interno em uma cidade a um “defeito genético’ dentro dos negros rebeldes], West propôs, em 1973, um Centro para Estudo e Redução da Violência, onde indivíduos potencialmente violentos podiam ser abordados profilaticamente.

E quem eram estes indivíduos? Segundo a proposta de West, os fatores dignos de nota indicando uma predisposição violenta eram “sexo [masculino], idade [jovem], etnicidade [negro] e urbanicidade.” Como lidar com eles? “… implantando pequeninos eletrodos profundamente no cérebro, a atividade elétrica pode ser acompanhada em áreas que não podem ser medidas pela superfície do escalpo… é até mesmo possível registrar mudanças bioelétricas nos cérebros dos sujeitos em livre movimento, pelo uso de técnicas de controle remoto…’ Ao monitorar remotamente os EEGs dos sujeitos, os episódios potencialmente violentos podem ser identificados.

Para os nossos propósitos, o aspecto mais significativo desta proposta tinha a ver com a locação. Em uma comunicação secreta ao Dr. J.M. Stubblebine, diretor do Departamento de Saúde do Estado da Califórnia (felizmente, esta carta foi ‘vazada” ao público], West revelou que ele pretendia hospedar o centro dele em uma abandonada base de mísseis Nike, cuja localização era acessível ainda que relativamente remota. “Este local é seguramente cercado”, escreveu West. “Estudos comparativos podem ser realizados fora de lá, em uma localização conveniente mas isolada, de programas modelo experimentais, para a alteração do comportamento indesejável.”

A gritaria pública deteve estes planos. Mas este esquema foi verdadeiramente eliminado? Ou ele meramente foi modificado, despido [temporariamente] de seus tons raciais e relocalizado a algum ponto menos acessível?

Uma coisa é certa: um “espião-psiquiatra” da CIA favoreceu a experimentação secreta do controle comportamental em uma remota instalação militar. Talvez alguém dentro das divisões de modificação comportamental da instituição da espionagem ainda pense altamente nesta idéia. Se assim for, o problema da disposição mais uma vez eleva sua horrível cabeça, devem os “visitantes” destas instalações até mesmo reaparecem na sociedade externa. Novamente, uma história coberura hipno-programada se provaria insubstituível.

A CONEXÃO ESCANDINAVA

Muitos livros tem sido escritos sobre os abduzidos, ainda que existam poucos sobre as vítimas de controle mental.Não posso entender esta situação; a realidade dos UFOs ainda é controvertida, ainda que a existência de controle mental tenha sido verificada em duas investigações congressionais [altamente comprometidas] e em milhares de documentos obtidos sob o FOIA. Não obstante, os abduzidos podem encontrar um ouvido simpático, enquanto os poucos que ousam se proclamar vítimas de conhecidos programas do governo raramente encontrem alguém que os ouçam. Nossos preconceitos sobre este assunto são lamentáveis, porque se ouvissemos os “controlados” ouviriamos muitos detalhes surprendentemente similares aqueles mencionados pelos abduzidos UFO.

Dois casos a ressaltar: Martti Koski e Robert Naeslund.

Koski, um cidadão finlandês, afirma ter sido vítima de uma experimentação de controle mental enquanto visitava o Canadá. Logo depois que a experiência dele começou, ele tentou transmitir sua situação ao mundo e chamar atenção para sua queixa. Poucos ouviram. Muitos detalhes dele eram bizarros, e não sendo um nativo de lingua inglesa, ele não podia se expressar convincentemente para aquele dos quais ele abordava por ajuda. Ainda que muitos aspectos de sua história correspondam estreitamente a detalhes conhecidos do MKULTRA e programas relacionados.

Naeslund, um cidadão sueco, conta uma história similar. Sobretudo, suas queixas foram sustentadas por um evidência especial: os raios X revelaram um implante em seu cérebro. Naeslund realmente foi ao extremo de ter seu implante testado por técnicos eletrônicos da Hewlett-Packard. Um cirurgião grego realizou a necessária trepanação para remover o aparelho.

Muitos aspectos das histórias de Koski e Naeslund correspondem a minha hipótese. Koski, por exemplo, a um ponto foi dito que os doutores que o afligiram eram realmente ‘aliens de Sirius”. Em um outro ponto, foi levado a acreditar que estava sob a direção do Senhor [como indiquei anteriormente, a manipulação da imagem religiosa pode ajudar a induzir o comportamento anti-social; o super-ego do sujeito pode ser nulificado se ele acredita que segue os comandos do alto. Tal manipulação pode explicar os aspectos mais bizarros da abdução de Betty Andreasson Luca].

O implante de Naeslund foi originalmente colocado através da cavidade nasal. Ele primeiro entendeu que algo terrível tinha acontecido a ele depois de uma experiência de tempo perdido seguida de um sangramento nasal.

Este detalhe será instantaneamente familiar a qualquer um que tenha estudado as abduções; tenho encontrado isto em minhas próprias conversas com abduzidos. Para um excelente exemplo na literatura UFO rencomendo ao leitor o caso de Susan Ransted, como detalhado por Kevin D. Randle no livro  THE UFO CASEBOOK; o background da alegada contactada Diane Tessman também é digno de nota a este respeito. Intrigantemente, tenho localizado uma referência na literatura aberta ao uso, em estudo animal, de eletrodos implantados nasalmente para a medida de efeitos da radiação eletromagnética.

Há outras declaradas vítimas de controle mental que mantém a evidência de implantes: note, especialmente, o caso fascinante de James Petit, um piloto ligado a CIA e alegado aluno de lavagem cerebral; os raios X de seu crânio tem revelado implantes no estilo daqueles dos abduzidos – apropriados, talvez, já que seu corpo tem cicatrizes do estilo daquelas dos abduzidos; igualmente, certos abduzidos darão, se permitidos por uma audiência completa e simpática, testemunho fortemente concordante com a narrativa de Koski.

HELICOPTEROS E DISCOS

A história bizarra de Rex Niles e sua irmã (cujo nome não aparece nas narrativas das notícias) pode lançar uma luz interessante em uma variedade de casos de abduzidos, particularmente naquele de Betty e Barney Hill. Niles, o proprietário vertiniginoso de uma firma sub-contratada de defesa Woodland Hills  (Rex Rep) foi apontado pelas autoridades investigando os subornos da indústria de defesa. Ele se tornou uma testemunha  extraordinariamente cooperativa na investigação – até que ele foi alvejado por seus inimigos, que alegadamente usaram psicoetrônica como perseguição.

O seguinte trecho do artigo do LOS ANGELES TIMES sobre Niles é particularmente compelente:

Ele [Niles] deu testemunho de sua irmã, uma mulher de Simi Valley que jurou que helicópteros tinham repetidamente circulado a casa dela. Um engenheiro mediu 250 watts de microondas na atmosfera fora da casa de Niles e descobriu um disco radioativo sob o para-lama de seu carro.

Um antigo colega da escola secundária, Lyn Silverman, afirmou que o computador da casa dela ficava desordenado quando Niles ficava de pé perto dele.

Não existem aliens nesta história – ainda que seja tão similar as histórias das abduções aliens! Os helicópteros de baixo vôo, de fato, são frequentemente relatados pelas vítimas de abdução – o caso de Betty Andreasson Luca fornece o exemplo mais bem conhecido. A desordenação de equipamento eletrônico também é frequentemente encontrada nos casos atribuídos a abdução; tenho falado independentemente com três mulheres que afirmam terem sido capazes de perturbar ou desligar televisões e estéreos simplesmente ao passar pelos aparelhos; uma mulher até mesmo afirmou que ela desligou sua televisão apenas ao apontar para ela.

Mas o disco radiativo é especialmente intrigante. Como recentemente explicou o antigo agente do FBI Ted Gunderson ao meu associado Alexander Constantine, discos magnéticos radiativos tem a muito sido usados pelos serviços clandestinos como indutores do cancer [assassinos silenciosos] – isto é, como instrumentos de assassinato. Não apenas isto. O disco lembra a alguém um pequeno detalhe do caso Hill – mais ou menos uma dúzia de pontos brilhantes, cada um do tamanho de um dolar de prata, encontrado na carroceria do carro dela diretamente depois da abdução. Uma agulha de bússola reagiu selvagemente quando colocada perto destes pontos. Eles poderiam ter marcado o local onde um aparelho eletromagnético ou radiativo, similar aquele encontrado por Niles, foi colocado no carro? (um tal aparelho pode ser mantido para localizar magneticamente, as impressões circulares). Se assim for, então a EMR desorientante pode ter ajudado a induzir o avistamento UFO dos Hills.

OS MILITARES E O CONTROLE MENTAL

Algum tempo atrás, frequentei sessões de regressão hipnótica nas quais o sujeito – um declarado abduzido UFO – recordava-se de ter sido submetido a uma misteriosa “operação cerebral” no hospital dos veteranos da Califórnia. A operação foi realizada por seres humanos, não por alienígenas. Interessantemente, este mesmo hospital foi mencionado em dois outros casos que encontrei. Estas outras queixas não foram feitas por abduzidos, mas por pessoas que alegadamente tem sido vítimas de experimentação de controle mental.

Um dos queixosos, um antigo SEAL da Marinha que realizou inúmeras missões perigosas no Vietnã, impressionou-me favoravelmente com a riqueza de detalhes da história dele. Este indivíduo – tenho me referido a ele como “o SEAL treinado” – tinha recebido treinamento militar especializado de combate em uma base militar na Califórnia. Ele afirma que em um ponto durante seu treinamento ele foi drogado, hipnotizado, posivelmente colocado sob alguma forma de controle eletrônico, e submetido a extremos de condicionamento operante de dor/prazer. Um detalhe peculiar da história dele diz respeito ao aspecto da “recompensa” do condicionamento. Quando apropriadamente aquiescente, ele recebia acesso sexual ilimitado a uma mulher, que diz o SEAL, também era vítima de lavagem cerebral.

Tão inacreditável quanto esta última afirmação possa ser, eu a considerei estranhamente ressonante quando mais tarde entrevistei uma proeminente abduzida no sul da Califórnia que bravamente me ofereceu detalhes de um incidente enigmático, embora muito delicado, do passado dela. Ainda uma mulher atraente, ele se recordou para mim – de fato, parecendo extremamente compelida a descrever – um antigo caso de amor com um jovem soldado em treinamento em uma base militar perto da casa dela. Ela não pode se recordar do nome do soldado. Tudo que ela se lembra é que um dia ele começou a morar na casa da família dela. Ela não tem idéia de como este arranjo começou, e seus pais nunca se sentiram confortáveis em discutir o assunto. Embora não atraída por este soldado, ela se sentia compelida a se tornar íntima dele, adotando uma atitude dócil e obediente que era bem fora do caráter dela. Mas tarde, o soldado foi em missões encobertas no Vietnã.

De fato, o desenvolvimento psico-sexual de uma pessoa jovem nunca é suave, e o incidente relatado acima pode meramente ter representado um solavavanco particularmente desapontador em uma estrada notóriamente áspera. Ainda, alguns dos detalhes desta história – particularmente a atitude dos pais, a mudança de personalidade da mulher, e seus subsequentes lapsos de memória — são surpreendentes, e trato com respeito a intuição do abduzido que este enigma menor em sua história pode, se apropriadamente entendido, lançar luz em suas posteriors experiências de tempo perdido.

Pode o “SEAL treinado” estar certo? Foi lá, é lá, um grupo de soldados hipno-programados realizando missões particularmente perigosas? E os programadores tem a sua disposição “uma senhora auxiliar”, por assim dizer, dos seguidores hipnotizados o campo?

Se a história do SEAL estivesse sozinha, os céticos poderiam facilmente descarta-la [já que eles não se sentem, como eu faço, face a face com o contador da história, ouvindo todos os detalhes horrendos e preocupantes]. Mas outros veteranos tem acrescentado as vozes deles a esta história terrível. Daniel Sheehan, do Instituto Crístico, afirma que sua organização tem falado com meia dúzia de indivíduos com narraivas similares as do meu informante SEAL. Todos tinham recebido “processamento”, por assim dizer, dentro do contexto do treinamento militar padrão; depois da programação e instrução especializada de combate por mercenários, os recrutas eram posto a espera para serem utilizados quando a situação pedisse – e algumas dessas situações ocorreram dentro dos EUA.

Walter Bowart começou sua pesquisa sobre controle mental colocando um anúncio em publicações no esilo de SOLDIER-OF-FORTUNE, pedindo correspondência de veteranos que vivenciaram inexplicáveis lapsos de memória ou estranhas técnicas de modificação de comportamento enquanto serviam no Vietnã; ele recebeu mais de cem respostas. Bowart devotou um capítulo inteiro a um desses correspondentes – um veterano da força aérea chamado David, que terminou seu período de quatro anos de serviço recordando-se apenas de ter passado tempo “tendo diversão, fazendo pesca de mergulho, deitando-se em praias, colhendo conchas… isto nunca eu comecei a entender até mais tarde que eu devo ter feito algo enquanto estava a serviço”. [um exemplo óbvio de memória em tela]. Ele também se referiu a uma namorada cujo nome não consegue se recordar a despeito do longo período e da profunda intimidade do caso. Os paralelos com a história do SEAL e as narrativas dos abduzidos devem ser óbvios.

Nós até mesmo temos uma confissão, de tipo, de um cientista que se especializou em um aspecto deste tipo de treinamento. O Ten. Comandante Thomas Narut, do Hospital Naval dos EUA na sede da OTAN em Naples, Flórida, admitiu durante uma palestra em Oslo que os recrutas em Naples eram submetidos a sessões de modificação do comportamento no estilo do filme “Laranja Mecânica”. Os soldados em treinamento eram amarrados nas cadeiras com seus olhos forçadamente abertos enquanto assistiam filmes de acidentes industriais e cerimônias africanas de circuncisão – filmes frequentemente usados por psicólogos como um meio de induzir stress em situações experimentais. Diferente do protagonista de Laranja Mecânica, que aprendeu a aversão ao sinal de violência, os soldados de Narut eram ensinados a aceitarem e apreciarem o banho de sangue, e ver isto com equinamidade. Técnicas similares foram usadas para desumanizar inimigos em potencial. Os graduados deste programa se tornaram, nas próprias palavras de Narut, “atiradores e assassinos”  a serem colocados nas embaixadas americanas pelo mundo.

Quando questionado pelos repórteres sobre estas afirmações, o governo americano negou a história; Narut – depois de um período incomunicável e aparente coação – mais tarde explicou aos jornalistas que ele tinha meramente falado teoricamente. Se assim foi, porque ele originalmente descreveu o procedimento de modificação de comportamento como um programa em andamento?

E conquanto possa parecer frívolo retornar ao assunto das abduções depois de examinar tais dados sinistros, devo lembrar ao leitor das muitas narrativas dos abduzidos nos quais eles relatam serem forçados a certos stress induzidos por filmes em movimentos. Os aliens, nos parece, tomaram algumas lições com o Dr. Narut.

Narut, de fato, se concentrou na programação seletiva de individuais soldados americanos; por outro lado do espectro do controle mental, especialistas do Departamento de Defesa também tem se concentrado em métodos de tornar batalhões inimigos inteiros ‘ineficazes para o combate”. O armamento eletromagnético, que pretende dizimar a agressão do inimigo, é a província do DARPA, sob a direção do Dr. Jack Verona. Estes projetos permanecem completamente misteriosos; sabemos, contudo, que uma operação, SLEEPING BEAUTY, empregou os serviços do Dr. Michael Persinger, um cientista que tem expressado opiniões interessantes sobre UFOs.

Persinger descobriu um método de usar ondas ELF para induzir as células MAST do cérebro a liberarem histamina, deva um comandante de campo de batalha desejar submeter seu inimigo a surtos em massa de vômito. O truque de Persinger pode fazer o trabalho ainda mais rápido do que um filme de Tobe Hooper. “A questão”, escreve o pesquisador de controle mental Larry Collins, “é como sair do ponto A e alcançar o ponto B sem violar um dos mais rigorosos mandamentos da ética do governo – não deve realizar experimentos como este em seres humanos.”

Se Collins tivesse estudado um pouco mais cuidadosamente, ele poderia entender que o governo nem sempre tem visto este mandamento como algo gravado na pedra. Como Milton Kline coloca isto:

Fatores éticos envolvidos na maioria das pesquisas seriam eliminados se tivessem resultados positivos. Estes fatores éticos nem sempre se mantém na pesquisa do governo. A pesquisa que tem dado resultados realmente positivos não tem sido limitada por restrições éticas.”

O MÁXIMO MOTIVO PARA O CONTROLE MENTAL

Os linhas dura da hipnose da escola de Orne quase certamente descartarão as narrativas precedentes dos veteranos do uso de hipnose, drogas e condicionamento comportamental nos combatentes americanos. Porque, os céticos perguntariam, qualquer um tentaria criar um Candidato Manchuriano quando os serviços militares, usando meios inteiramente convencionais, podem criar um Rambo? Sempre tem havido recrutas para as missões mais perigosas e então porque a necessidade da hipnose?

A necessidade, de fato, é absoluta.

O moderno campo de batalha tem pouco lugar para um soldado tradicional. O armamento avançado requer um crescente nível de sofisticação técnica, que por sua vez exige um operador de cabeça fria. Mas o combatente humano demais – embora capaz de atos extraordinários de coragem sob as condições mais estressantes imagináveis – não possui reservas inexauríveis de sangue frio. Eventualmente o colapso ocorre. As baixas psiquiátricas per capita tem aumentado dramaticamente a cada sucessivo conflito americano. Como escreve Richard Gabriel, o excelente historiador do papel da psiquiatria na guerra:

A guerra moderna tem se tornado tão letal e intensa que apenas os já insanos podem suporta-la… a Guerra moderna exigindo contínuo combate aumentará o grau de fadiga sobre o soldado a níveis desconhecidos. A fadiga física – especialmente a falta de sono – aumentará a taxa de baixas psiquiatricas enormemente. Outros fatores – altas taxas de fogo indireto, combate noturno, falta de comida, stress constante, grandes números de baixas – assegurarão que o número e baixas psiquiátricas alcançarão proporções desastrosas. E o número de baixas sobrecarregará a estrutura médica ao ponto do colapso.

A habilidade de tratar as baixas psiquiátricas acabarão por desaparecer. Não haverá áreas seguras nas quais tratar os soldados debilitados pelo colapso mental. A tecnologia da guerra moderna tem tornado tais locais funcionalmente obsoletos…

Segundo Gabriel, os militares prentendem enfrentar esta desafio ao criar “o soldado químico”, um zumbi projetado drogado em uniforme de combate:

Nos campos de batalha do futuro testemunharemos um verdadeiro embate de exércitos ignorantes, exércitos ignorantes de suas próprias emoções e até mesmo das razões pelas quais eles combatem. Os soldados de todos os lados serão reduzidos e autômatos sem medo químicos que lutam simplesmente porque eles não podem fazer nada mais… Uma vez o gênio químico esteja fora da garrafa, o completo alcance das ações físicas e mentais humanas  se tornarão alvos para o controle químico… Hoje já é possível por estimulação química ou elétrica aumentar os níveis de agressão do ser humano por estimular a amgdala, uma seção do cérebro conhecida pelo controle da agressão e da raiva. Tal “potencial engenharia humana” já é parcialmente realidade e o necessário conhecimento técnico aumenta a cada dia.

Conquanto esta passagem fale de drogas e eletrônicos, podemos seguramente assumir que os planejadores da batalha não se refrearão de usar qualquer outra técnica promissora.

Gabriel escreve principalmente sobre cenários de batalha em grande escala, mas baseado na informação dele, podemos com justiça deduzir que o soldado controlado mentalmente também desempenhe um papel no ataque cirurgico, a operação encoberta, a infiltração por trás das linhas inimigas por unidades das Forças Especiais. Em tais missões, o pessoal dos EUA tem crescentemente confiado na tortura como meio de interrogatório e intimidação. E tais barbarismos se tornam o procedimento padrão do combatente americano do futuro que precisará encontrar dentro dele mesmo reservas sem precedentes de brutalidade. Será que o recruta médio, retirado dos subúrbios da nação, e criado nos valores tradicionais possuirá tais reservas?

O Vietnã provou que o soldado, a despeito da barragem de propaganda que pretendia nublar o seu discernimento, sentirá a diferença entre lutar em legítima defesa e combater para proteger a hegemonia política. Para frustrar este entendimento, ou o tornar irrelevante, os planejadores militares devem retirar o combatente humano e substitui-lo por uma nova espécie de guerreiro. O soldado do futuro não terá discernimento, ele meramente fará. Ele não será um açougueiro, ele será a faca do açougueiro – uma ferramenta entre ferramentas, sem pensar e eficaz.

E é minha opinião que para criar este soldado do futuro, os controladores precisarão de um programa continuado, um destinado a testar cada novo método e a combinação de métodos para conquistar a mente humana.

Uma meta primária deste programa deve incluir a expansão da capacidade humana para o stress e a violência. Os sujeitos arrolados em tais procedimentos experimentais vivenciarão dor, e aprenderão a aceitar a dor.     Eventualmente, eles aprenderão a inflingi-la, sem remorso ou até mesmo lembrança. A nação que primeiro criar este novo soldado possuirá uma vantagem decisiva sobre o convencional campo de batalha – como a nação que primeiro desenvolver um meio de usar técnicas de controle mental em massa para inabilitar inteiros pelotões inimigos [e para apaziguar inteiras populações civis, tanto inimigas quanto domésticas]. Esta vital necessidade militar é a razão porque eu nunca acreditarei em qualquer reasseguração não convincente que nossos cientistas clandestinos tem percedido ou precedirão a pesquisa da modificação do comportamento. Esta pesquisa nunca será uma mera história. O que é passado no presente, e hoje é experimentação encoberta amanhã se tornará treinamento básico.

Um protótipo do futuro guerreiro pode já estar conosco. O SEAL da Marinha que eu entrevistei falou em horríveis detalhes de desmembramento sem emoção, de estupro como rotina, de assassinato sem afetar. E então esquecer que ele tinha matado. Até mesmo anos mais tarde, ele não pode ser recordar das histórias por trás das muitas feridas que tem no próprio corpo. Ele afirma que fosse onde fosse que ele necessitasse dos serviços do hospital dos veteranos, os médicos o re-hipnotizariam brevemente depois de sua admissão, enquanto um médico especificamente preparado para este trabalho examinaria seu histórico médico, que era altamente classificado e mantido sob sete chaves.

Segundo o testemunho do SEAL, seu bloqueio de memória quebrou pouco a pouco, como resultado de eventos complexos demais para serem contados aqui. Finalmente, anos depois do Vietnã, ele foi capaz de lembrar o que ele fez. A amnésia tinha sido uma benção.

Parte IV

Abducções

A imprensa e o público agora vêem os abduzidos como curiosidades na moda, ainda que a ciência, em sua maior parte, ainda bane suas histórias ao domínio dos danados, como Charles Fort definiu a danação. Assim também acontece com as queixosas vítimas do controle mental. A Voz da Autoridade nos diz que o MKULTRA pertence a história, como Asdrubal e Hitler, ameaçou uma vez, mas não mais. Qualquer um que insista ao contrário deve ser silenciado pela loquaz racionalização e seletiva desatenção.

Ainda que estes dois tópicos – abduções UFO e controle mental – tenham mais em comum do que seu mútuo ostracismo. Os dados se entrelaçam. Se pudésemos mapear este fenômeno em um diagrama Venn, veriamos uma intersseção surpreendentemente grande entre os dois círculos de informação. É a este entrelaçamento que busco me dirigir.

Note, contudo, que eu não posso de me dirigir a todos os outros assuntos importantes e interessantes levantados pela experiência da abdução UFO. Por exemplo, tenho escrito, admitidamente muito mais que vagamente, sobre os implantes nasais relatados pelos abduzidos – o tipo de detalhe que deve colocar uma narrativa na categoria de ‘alta estranheza”, e de fato, um detalhe central de minha tese. Mas que percentagem de vivenciadores falam de tais implantes? Uma análise verdadeiramente científica forneceria uma imagem. Infelizmente, não tenho recursos para compilar uma amostragem suficientemente grande de abduzidos dos quais retirar as estatísticas. Nem posso fazer uma análise qualitativa super arqueada medindo o valor dos relatos de “alta estranheza” contra outras queixas dos abduzidos. Tudo que posso fazer é notar a literatura disponível, e deixar o leitor imaginar, como eu o faço, se os compiladores da literatura se concentraram em casos excepcionais ou tenderam a favor das narrativas menos fantásticas dos abduzidos. Tenho suplementado as leituras da literatura de abdução com minhas próprias entrevistas dos vivenciadores – o que, já que abduzidos tendem a conhecer outros abduzidos, pode dar uma visao surpreendenetmente ampla do fenômeno. Esta visão tem sido ampliada até posteriormente as minhas conversas com outros membros da comunidade UFO.

De fato, devemos reconhecer a diferença entre testemunho e prova. Ninguém pode afirmar definitivamente que os relatos de abdução tenham uma base na realidade objetiva [contudo mal percebida]. Por fim, tudo o que temos são histórias. Algumas destas histórias podem ser de veracidade questionável; outras podem estar contaminadas pelas tendências do investigador, muitas são insuficientemente detalhadas. Nenhum trabalho de pesquisa pode resolver todas as controvérsias das abduções, e muitas batalhas necessárias devem ser lutadas em outros campos.

Ainda que o testemunho não vá embora – e certamente tenhamos o bastante para comparação. Mantenho que uma visão geral sem preconceito dos relatos de abdução na imprensa popular e no material menos familiar sobre controle mental demonstrará uma surpreendente correlação. Uma vez os pesquisadores da abdução tenha sido educados nos meios do MKULTRA (e este trabalho pretende ser um texto introdutório], eles podem notar um padrão similar. Se assim for, podemos então começar a escrever uma história revisionista do fenômeno.

O enigma da abdução contém dentro dele sub-mistérios que escorregam para dentro do cenário do controle mental com surpreendente facilidade, até mesmo elegância – mistérios que encaixam a hipótese ET tão desconfortavelmente quanto um tamanho de 10 pés se encaixa em um sapato de oito pés. Como temos visto, a tese do MKULTRA explica os relatos de implantes intracerebrais de abduzidos [particularmente relatos envolvendo sangramentos nasais], cicatrizes não usuais, comunicação telepática [isto é, vozes intracerebrais induzidas externamente] concorrentes com ou seguindo o encontro da abdução, alegações dos abduzidos geralmente ouvirem efeitos sonoros não usuais [similares aqueles criados por aparelhos hemi-synch e similares], desordenamento dos aparelhos eletrônicos nas casas dos abduzidos, mudanças de personalidade, “filmes de treinamento”, manipulação da imagem religiosa, e tempo perdido. Desnecessário dizer que a tese da experimentação governamental clandestina realmente responde pelas queixas dos abduzidos quanto a seres humanos “trabalhando” com os aliens, e pela perseguição do governo que desempenha um papel tão proeminente em certas narrativas de abdução.

Vamos olhar algumas correlações mais.

O CASO HILL E OS ALIENS AVANÇADOS

Mais cedo, perguntei, “Os aliens também assistem televisão em preto e branco?” em referência a seu alegado uso de implantes cerebrais ultrapassados no estilo tereno. Narrativas de abduzidos abundam com exemplos outros da “retro tecnologia” dos alienígenas. O exemplo mais surprendente pode ser encontrado no incidente de Betty e Barney Hill, os detalhes do qual são bem conhecidos demais aqui. Tudo o que já temos visto em nossa discussão do caso Rex Niles, a viagem interrompida dos Hills abunda em dados que, se reunidos, permite a construção de uma explicação alternativa.

A um ponto da alegada abdução UFO, os “examinadores” inseriram uma agulha no umbigo de Betty Hill, dizendo a ela que esta prática constituia um teste para gravidez. Alguns ufologistas imprudentemente assumiram que o ‘teste de gravidez” de Betty Hill fosse evidência de avançada tecnologia extraterrestre, já que em 1961 a narrativa dela é antecedente ao anúncio oficial da amniocentese, que de fato faz uso de uma agulha inserida no umbigo. Mas agora temos meios muito menos invasivos de testar a gravidez que a amniocentese. Verdadeiramente, a amniocentese ainda é usada algumas vezes para reunir informações sobre o feto, mas os controladores de uma tecnologia altamente evoluída certamente usariam outros métodos de determinar a existência da gravidez em primeiro lugar.

O testemunho de Betty Hill nos lembra de certas outras narrativas de abdução, que contém descrições de “curas” surpreendentemente similares aos procedimentos associados com as técnicas de terapia eletromagnética ainda experimentais, tais como aquelas descritas por Robert O. Becker em “THE BODY ELECTRIC”. Por exemplo, a abduzida Deanna Dube descreveu para mim uma regeneração de seu coração a muito tempo danificado relacionada a uma abdução; se ela tivesse estado familiarizada com o trabalho de Becker, ele poderia ter sido um pouco menos rápida em atribuir sua cura a influências de outro mundo.

Inovações médicas frequentemente são submetidas a anos de testes antes de sua descoberta “oficial”. Para alguns destes testes, encontrar voluntários apresenta um maior obstáculo. Se aceitarmos a proposição que o incidente Hill se originou em um estímulo externo e objetivo, devemos então nos perguntar que cenário é mais provável: Betty Hill encontrou seres humanos usando uma técnica dez anos a frente de seu tempo? Ou ela encontrou alienígenas [reputadamente a um bilhão de anos na nossa frente] usando uma ciência de eras anteriores do tempo deles?

Alguém também deve perguntar porque os alienígenas de Betty Hill parecessem não ter nenhum entendimento de conceitos humanos básicos [tais como nós medimos o tempo] – ainda que eles soubessem o bastante sobre nós para falarem inglês fluentemente e tenham domínio até de nossas gírias. Estes eram alienígenas reais ou eram humanos se engajando em teatralidades? Para tanto, porque Betty Hill originalmente se recordou de seus abdutores como humanóides e apenas mais tarde os descreveu como alienígenas?

O caso Hill forneceu uma peça de evidência particularmente controversa – o celebrado ‘mapa estelar” recordado por Betty Hill sob hipnose. Anos mais tarde, uma professora de Escola em Ohio chamada Marjorie Fish fez um engenhosa e aplaudível tentativa de descobrir uma combinação para este mapa pela construção de um elaborado modelo tridimensional dos sistemas estelares vizinhos; se ela teve sucesso premanece um assunto para um debate amigavel. Por agora, prefiro evitar tomar partido nesta disputa e me confinarei a insistir para que a resposta dos ufologistas pró ET (sem recorrer a respostas irrefletidas] um ponto levantado pela primeira vez por Jacques Vallee: O MAPA NÃO FAZ SENTIDO COMO AJUDA NAVEGACIONAL. Vallee nota que, até mesmo se nós concordemos com a interpretação de Fish, as estrelas não são desenhadas em escala – e em qualquer taxa, as espaçonaves alienígenas certamente devam ser navegadas do mesmo modo que guiamos nossas próprias espaçonaves: via computadores e telemetria. A validade da interpretação de Fish é irrelevante; o ponto é que qualquer um de tais mapas não teria valor para um viajente interestelar.

O trabalho de Fish levanta outras controvérsias: alegadamente o mapa aponta Zeta Reticuli como o sistema lar e apresenta Zeta Reticuli como uma única estrela, uma opinião consistente com a opinião científica da década de 1960. Ainda que nos últimos anos os cientistas tenham descoberto que Zeta Reticuli é binário. Sobretudo, como a nossa abduzida conseguiu se lembrar tão acuradamente de uma mapa complexo que ela só viu de passagem? Até mesmo permitindo a possibilidade da aumentada acurácia da lembrança sob a regressão hipnótica, o feito da memória aqui parece notável. Considere as circunstâncias da abdução: Kalka sob alucinógenos não podia ter concebido a visão de pesadelo que confrontou Betty Hill naquela noite — ainda que por alguma razão este particular arranjo de estrelas emergisse como sua lembrança mais intensamente detalhada da experiência.

Esta memória [se não confabulada durante a regressão, uma possibilidade que sempre devemos ponderar] somente é compreensível como um exemplo de Hipermnésia Artificialmente Induzida. Em outras palavras, Betty Hill foi dirigida a armazenar o mapa dentro de seu subconsciente. O celebrado mapa estelar pode ser reconhecido pelo que ele é; uma peça, um detalhe circunstancial aparentemente confirmatório para convence-la – ou a nós – da realidade de sua abdução.

Se eleva então a questão do motivo. Porque – se minha tese está correta – estes dois indivíduos reconhecidamente inócuos foram escolhidos para esta nova variedade dos velhos truques do MKULTRA?

A seleção, de fato, pode ter sido arbitrária. Ou talvez as circunstâncias agora irrecuperavelmente perdidas para a história tenham tornado o casal um alvo conveniente. Interessantemente, Barney Hill tinha se tornado amigo [por meio de funções na igreja] do chefe da inteligência da força área na base da força aérea de Pease; talvez este relacionamento levou os Hills a atenção de membros da comunidade de inteligência. Arguidamente, os Hills podem ter sido escolhidos por uma variedade de razões; como uma regra geral, os serviços clandestinos preferem satisfazer um número de coceiras com uma só coçadela.

De fato, a instituição da espionagem tinha uma razão compelente para se concentrar nos Hills. Barney Hill (um homem negro) e sua esposa mentinham posições importantes em várias organizações de direitos civis, inclindo a NAACP. A abdução aconteeu durante a década de 1960, quando a NAACP e grupos aliados caíram vítimas de uma crescente  série paranóide de ataques do FBI e outras agências governamentais [sob as operações COINTELPRO, CHAOS, GARDEN PLOT, etc.]. Naquele tempo, a infiltração nos grupos de direitos civis era uma tarefa extemamente difícil; enquanto os grupos mais esquerdistas forneciam alvos fáceis para as infiltrações do FBI, o agente operacional médio sob cobertura teria tido um tempo excepcionalmente difícil fazendo-se passar por um ativista negro [em 1961, as únicas pessoas negras na folha de pagamento do FBI eram os serventes na casa de J. Edgar Hoover.]

A luz desses fatos, devemos recordar a anedota de Victor Marchetti sobre o gato que a CIA tinha grampeado para som. Talvez um ambicioso cientista encoberto tenha proposto um experimento similar, no qual um ser humano desempenharia o papel que uma vez tinha sido destinado ao desafortunado felino? Como notou Estabrooks, o máximo agente de espionagem seria aquele que não soubesse ser um espião. Barney Hill, uma figura bem vista e com um QI quase a nível de gênio era uma aposta segura para obter um papel de liderança em qualquer grupo a que ele se unisse; ele teria sido notavelmente bem-posicionado, tinha muitos externos que desejavam usar seus ouvidos para ouvir aleatoriamente os proeminentes organizadores negros em suas discussões confidenciais.

De fato, muitos profissionais de inteligência se oporiam a esta sugestão ao nos lembrar que os abelhudos do movimento de direitos civis tinha monets de métodos menos excentricos: esconder microfones, empregos clandestinos, pagar por informação  etc. O ponto é válido. Mas se a tecnologia de criar um “microfone humano” foi desenvolvida por volta de 1961 – e há documentação sugerindo que este de fato é o caso – as agências de inteligência certamente teriam querido testar as possibilidades no campo. E considerando as espesas de tal teste, porque não realizar o experimento de um modo tal para colher o máximo benefício? Porque não escolher um Barney Hill?

ARMAS E OS ABDUZIDOS

Budd Hopkins contou a seguinte história durante sua palestra em Los Angeles na “Whole Life Expo.” Ele considera o caso “muito bom… muitas testemunhas corroborantes para partes disso”. Embora não, presumidamente, para esta parte:

O informante de Hopkins, depois de familiarizado com a abdução alienígena, recebeu uma arma dos alienígenas. Não uma arma de laser no estilo de Buck Rogers — isto era algo que Dirty Harry podia ter empacotado.

Foi dito ao abduzido para atirar em alguém. Não um pequeno gray cinza – um outro ser humano amarrado a uma cadeira. Os “visitantes” disseram ao seu abduzido armado que este cativo tinha feito “mal a Terra, e era uma pessoa má. Você tem que mata-lo”. Se o abduzido não fizesse o que lhe era pedido, ele nunca deixaria a nave.

O cativo proclamava sua inocência e suplicava por sua vida. O abduzido, pego no meio disso tudo, se tornou desapontado. [vale a pena ressaltar: ele parece ter ao menos considerado a solicitação dos aliens para atirar em alguém que ele nunca tinha visto]. Por último, o abduzido apontou a arma para os aliens e dise, “ninguém vai receber um tiro aqui”.

Segundo Hopkins, “Os aliens disseram, “Bom, muito bem”. Eles tomaram a arma dele o homem [presumidamente o cativo] se levantou, andou, desapareceu e eles continuaram para a próxima coisa”. Obviamente este pequeno drama tenha sido estagiado – um teste de algum tipo.

Submeto que este incidente surreal é inconpreensível tanto como um exemplo de uma incursão alien ou da confabulação “clássica”. O cenário descrito aqui exatamente paraleliza inúmeros experimentos na indução hipnótica de ação anti-social como revelado na literatura padrão da hipnose e nos documentos desclassificados do ARTICHOKE/MKULTRA. Por exemplo, compare a narrativa de Hopkins com o seguinte, no qual Ludwig Mayer, um proeminente pesquisador alemão da hipnose, descreve um experimento clássico na indução hipnótica de ação criminosa:

“Dei um révolver a um homem idoso e prontamente sugestionável que eu tinha hipnotizado. O revólver tinha sido apenas carregado por Mr. H. com uma cápsula de percussão. Expliquei ao sujeito, enquanto apontava para Mr. H., que Mr. H. era um homem muito mau que deveria levar umm tiro e morrer. Com grande determinação ele pegou o revólver e atirou diretamente em Mr. H. Mr. H. caiu, fingindo estar ferido. Eu então expliquei ao meu sujeito que o camarada não estava morto ainda e que ele devia dar um outro tiro, o que ele fez sem aviso posterior.”

De fato, se um especialista conservador de hipnose fosse pedido para comentar a narrativa acima, ele rapidamente ressaltaria que as sugestões hipnóticas que funcionam em situações experimentais não teriam facilmente sucesso fora do laboratório; em algum nível, o sujeito provavelmente sentiria se estava ou não desempenhando o jogo ou o real. Similarmente, um pesquisador conservador da abdução enfatizaria, ao revisar o material de Hopkins, os problemas inerentes em usar testemunho derivado durante a regressão, onde se esgueira a ameaça de confabulação. Concederei ambos argumentos – por enquanto – somente para insistir que eles nada tem a ver com assunto. O assunto de importância primária, o ponto surpreendente, que nem Klass nem Hopkins podem confrontar confortavelmente, é a covergência de detalhe entre o experimento de hipnose de Mayer e o evento de teste relacionado ao abduzido de Hopkins. Porque estas duas histórias são tão similares? Será que o bom Dr. Mayer tomou alunos de Sirius?.

Hopkins diz que ele conhece outros casos nos quais os abduzidos se encontraram em similares circunstâncias cruciais. Assim eu também.

Uma pessoa com a qual eu falei pode se lembrar [sem hipnose] de ter recebido uma arma dentro de uma bolsa e receber instruções que ela teria que usar a arma “em um trabalho”. Mais cedo em minhas entrevistas com ela [e sem nenhum estímulo meu] ela recitou uma aparente pista escavada dentro de sua consciência pelas “entidades” [como ela os chama]: “quando você ver a luz, faça isso de noite”, seguido do comando “execute”. [podemos apenas especular quantos comandos seriam usados no campo; discutiremos mais tarde o uso de indução hipnótica fotovoltaica]. Embora seus sentimentos pessoais em relação a armas de fogo fossem pessoalmente negativos, ela vividamente descreve períodos em sua vida diária quando ela sente uma necessidade não característica, ainda que avassaladora, de estar perto de uma arma – um desejo quase sexual de pegar uma e tocar o metal.

Ela não está sozinha. Um outro tornou-se tão afetado pela febre das armas que se tornou um guarda de segurança, apenas para estar perto das coisas. Os abduzidos com quem eu tenho falado ligam este repentino surgimento de ‘Ramboismo” à experiência UFO. Mas eu sugiro que a experiência UFO pode ser meramente uma história cobertura para um outro tipo de treinamento inteiramente diferente.

Uma das metas primárias de BLUEBIRD, ARTICHOKE e MKULTRA era determinar se o controle mental podia ser usado para facilitar a “ação executiva” – isto é, assassinato.

Não é difícil imaginar a reação da media se uma figura pública fosse assassinada por alguém agindo em benefício de “irmãos espaciais”. Quem ousaria falar em conspiração sob esta circunstância? Os controladores ocultos poderiam escolher uma estrutura de mito que se conforme a personalidade do abduzido, então fingir seres superiores, que sussurrariam a violência no ouvido do receptor. Usando este modo, o truque que os cientistas tais como Ludwig Mayer podem realizar no laboratório agora podem ser realizados no campo. Como o associado de Estabrooks, Jack Tracktir (professor de hipnoterapia da Universidade de Baylor) explicou a John Marks, os atos anti-sociais podem ser induzidos sem “consciência envolvida” uma vez o pretexto apropriado tenha sido criado.

“Eles pensarão que são os discos voadores”

Jenny Randles contribui com uma anedota da Grã Bretanha  que  se encaixa perfeitamente com esta hipótese.

Em 1965, “Margary” (um pseudônimo) vivia em Birmingham com seu marido, que uma noite disse a ela para se preparar para um “choque e um teste”. Como Randles descreve o que ela chama de um “caso hostil”:

Eles entraram no carro dele e ele partiu, embora a memória dela da viagem se tornasse brumosa e confusa e ela não saiba onde eles foram. Então ela estava em uma sala que estava mal iluminada e havia pessoas de pé ao longo de uma mesa comprida ou cama chata. Ela estava nisto e parecia “drogada” e incapaz de resistir. O mais memorável dos homens era alto e magro com um longo nariz e uma barba branca. Ele tinha espessas sobrancelhas e supostamente disse a Margary, “lembre-se das sobrancelhas, querida.” Um estranho exame médico, usando um equipamento estranho foi realizado nela.

O marido e os cientistas, usando (aparentemente) técnicas hipnóticas, inundaram a mente dela com imagens que, foi dito a ela, só poderiam ser entendidas no futuro. Segundo Randles, “A um ponto um dos “examinadores” na sala disse a Margary em um tom que fez com que parecesse que ele estivesse divertido, “Eles pensarão que são os discos voadores.” O marido também revelou que ele tinha uma segunda identidade. Depois da abdução, este marido [estou indo tão  longe para presumir que seu emprego era no MI6 ou alguma agência relacionada?) saiu e nunca foi visto novamente. Margary não se recordou da abdução até 1978.

Este caso pode apenas surpreender um pesquisador que insiste em encaixar todos os relatos de abdução na hipótese ET; uma vez nos libertemos deste tipo de presunção, as explicações vem facilmente. Interpreto este incidente como um caso no qual os controladores aplicaram a história cobertura do disco voador de modo negligente, ou a um sujeito insuficientemente receptivo. Se a minha tese está correta, a “farsa hipnótica” do UFO ainda era muito nova em 1965, particularmente fora dos EUA; talvez os manipuladores não tivesem ainda domínio disso. O estranho comentário sobre as sobrancelhas do cientista podem se referir a um item de disfarce doado para a ocasião. O hipnotizador inescrupuloso, inseguro de sua habilidade de induzir uma amnésia impenetrável –  e consciente do preço pago por seus antecessores na criminalidade mesmérica – compreensivelmente queria limitar suas apostas; ao indulgir na proprensão britânica para a teatralidade, ele posteriormente protegeria o anonimato.

Um incidente similar foi trazido a minha atenção pelo pesquisador Robert Durant. O trecho relevante de sua carta se segue:

Agora quero voltar a um caso que tenho estado investigando por vários meses. O sujeito é um abduzido. O cenário padrão da abdução. Duas vezes regredido sob hipnose, a primeira vez por um pesquisador bem conhecido de abdução. A segunda vez, por um psicólogo com ligações com a parapsicologia.

De fato das muitas horas de ouvir o sujeito, descobri que ela tinha um íntimo contacto pessoal durante um longo período de tempo com vários indivíduos que tem ligações com a inteligência federal. Ela foi hipnotizada a muitos anos atrás como parte de um programa de televisão devotado a hipnose. Suas abduções começaram brevemente depois que ela compareceu a várias sessões longas em um laboratório, onde, ostensivamente, ela foi testada para habilidades de Perceção Extrassensorial. Duas outras pessoas que foram testadas neste mesmo laboratório também tiveram abduções. Todos os três ouviram do pessoal do laboratório para se unirem a um grupo UFO local. Durante as abduções dela, o principal alien falava ao sujeito em lingua inglesa e de maneira normal, não por meio de telepatia. Ela reconheceu a voz, que era por uma vez aquela de seu amigo muito íntimo do ano anterior e que então estava empregado na CIA. A outra voz era a de um indivíduo que trabalha em Washington, que tem o que chamo de ligações muito fortes federais bem como um dedo em cada peça ufológica e que apenas acontecia dela dar de cara com ele no laboratório supramencionado. Ele também antecipou, no curso de conversas telefônicas, as abduções dela. Quando a mulher o confrontou sobre isto e a voz, ele afirmou ser psíquico.

A conexão com a Percepção Extrassensorial é sugestiva; os documentos do MKULTRA trazem um impressionante interesse da parte das agências de inteligência em assuntos parapsicológicos.

Alguns pesquisadores objetarão que tais exemplos são muito raros; a maioria das abduções não contêm tais indicações cobertas de envolvimento da inteligência. Mas os pesquisadores tem produrado por elas? Como mencionado na introdução, uma falsa dicotomia limita grande parte do pensamento ufológico; tão longo o argumento de uma abdução oscile entre a hipótese ET e as teorias puramente psicológicas, os pesquisadores não reconhecerão a relevância de certos itens chave dos dados de fundo.

UMA OLHADA NOS CONTROLADORES

Em uma entrevista comigo, um abduzido do norte da Califórnia – o chamarei “Peter” — relatou uma experiência a qual foi realizada não por um pequenino gray cinza, mas por um ser humano. O abduzido chamou a este homem “o doutor”. Ele deu uma descrição deste individuo e até mesmo forneceu um desenho.

Algum tempo depois que reuni esta informação, uma abduzida do sul da Califórnia me contou a história dela – que incluia a descrição do mesmo “doutor”. Os detalhes físicos eram tão desconcertantemente similares que eliminavam a coincidência. Esta mulher é um membro líder de um grupo UFO baseado em Los Angeles; três outras mulheres neste grupo relatam encontros de abdução com este mesmo indivíduo.

Talvez estas três mulheres fossem fantasiosas, se anexando a narrativa da outra. Mas meu informante do norte da Califórnia nunca se encontrou com nenhuma delas. Porque ele descreveria o mesmo “doutor”?

Uma das abduzidas com quem eu lidei insistiu, sob hipnose, que sua experiência de abdução a levou a uma certa casa na área de Los Angeles. Ela foi capaz de fornecer as direções da casa, até mesmo embora ela não tivesse memória consciente de até mesmo ter estado lá. Mais tarde eu soube que esta casa de fato  é ocupada por um cientista [e talvez mesmo atualmente] que realizou pesquisa clandestina sobre a tecnologia de controle mental.

Esta mesma abduzida descreveu uma clandestina operação cerebral de algum tipo a que ela foi submetida na infância. O neurocirurgião era um ser humano, não um alien. Ela até mesmo se recorda do nome dele [nota: não é o mesmo indivíduo a que me referi acima]. Quando eu ouvi o nome, ele nada significou para mim – mas mais tarde eu soube que realmente houve um cientista com este nome que se especializou na pesquisa de implante de eletrodo.

Licia Davidson é uma pessoa abduzida de bom pensamento e bem articulada, cuja história fascinante estreitamente paraleliza muitas encontradas na literatura das abduções – exceto por um detalhe não usual. Em uma entrevista comigo, ele descreveu uma lembrança deslocada de um ser humano, vestido normalmente, tendo na mão uma caixa preta com uma antena. Este estranho fragmento de memória não coincide com o impulso natural da narrativa dela. Pode esta lembrança representar um segmento muito breve da realidade acuradamente percebida interrompendo sua memória em tela hipnoticamente induzida? Peter claramente se recorda de uma caixa similar durante a abdução dele.

Interessantemente, Licia reside no subúrbio de Los Angeles de Tujunga Canyon, um local proeminente no mapa da abdução; muitos dos abduzidos tem falado de primeiramente terem experiência não usuais enquanto viviam naquela área. Perto de Tujunga Canyon, em Mt. Pacifico, está uma oculta antiga base de míssel Nike; mais de um abduzido tem descrito estranha e aparentemente inexplicável atividade militar neste local. O leitor recordar-se-á da ligação desta base de míssel Nike coma perturbadora história do Dr. L. Jolyon West, um veterano do MKULTRA.

CULTOS

Algus abduzidos com quem eu tenho falado tem sido direcionados a se unirem a certas seitas religiosas/filosóficas. Estes cultos frequentemente merecem um exame mais de perto.

Os líderes destes grupos tendem a ser ex agentes operacionais da CIA, ou veteranos das Forças Especiais. Eles frequentemente estão ligados por meio de relações pessoais, até mesmo embora eles esposem tradições amplamentes variadas. Tenho ouvido relatos perturbadores que os líderes de alguns destes grupos tem usado hipnose, drogas, ou “máquinas mentais” em seus cargos. Membros desses cultos tem relatado períodos de tempo perdido durante as cerimônias ou ‘períodos de estudo”.

Fortemente peço que os pesquisadores da abdução examinem estreitamente qualquer pequeno grupo oculto a que um abduzido possa se unir. Por exemplo, um líder familiar da marginalidade UFO – um homem bem conhecido por esposar a doutrina de “amor e luz” – é Virgil Armstrong, um amigo pessoal do General John Singlaub, o notório participante do caso Iran-Contra, que recentemente chefiou a neo-fascita Liga Mundial Anti-Comunista. Armstrong, que também acontece ser um antigo Boina Verde e antigo agente operacional da CIA, figurou em meu inquérito de um modo interessante: um abduzido conhecido meu foi dito – naturalmente, por suas “entidades” – para procurar este prota-voz UFO e se unir a suas atividades “sky-watch”, que, minha fonte alega, incluiu uma sessão de canalização em massa pretendendo enviar vibrações negativas debilitantes a Constantine Chernenko, então o líder da União Soviética. De fato, as vozes intracerebrais podem ter uma origem puramente psicológica, assim Armstrong dificilmente pode ser mantido para a tarefa da diretiva original dos abduzidos. Ainda, suas associações passadas com a inteligência militar inevitavelmente trazem perturbadoras possibilidades à mente.

Até mesmo mais sinistro do que os possíveis laços entre os cultos UFO e a comunidade de inteligência são as ligações do culto com o sombrio grupo “I AM”, fundado por Guy Ballard na década de 1930. Segundo o pesquisador David Stupple, “Se você olha hoje os grupos de contactados, você verá que os maiores e mais estáveis são na realidade novos grupos “I AM”, com algum tipo de ligação com a organização de Ballard.” Este culto, portanto, merece investigação.

“A Atividade Religiosa Possa Eu Ser [I AM] Religioso” de Guy Ballard cresceu, em grande parte fora das Camisas Prateadas [Silver Shirts] de William Dudley Pelly, uma organização americana NAZISTA. Embora o  próprio Ballard nunca tenha declarado abertamente uma afiliação nazista, seu movimento era tingido por uma filosofia política de extrema direita e em encontros secretos ele “decretou” a morte do Presidente Franklin Roosevelt. A filosofia “I AM” derivou da Teosofia e na estimativa deste autor tem mais do que uma semelhança curiosa com os ensinamentos baeados teosoficamente que informaram as lojas ocultas alemães proto nazistas.

Depois da guerra, Pelley (que havia sido aprisionado por sedição durante as hostilidades) chefiou uma organização de orientação oculta chamada “Soulcraft”, baseada em Noblesville, Indiana. Um outro empregado da “Soulcraft|” foi o controvertido contactado George Hunt Williamson (real nome: Michel d’Obrenovic),que foi o co-autor de “UFOs CONFIDENTIAL” com John McCoy, um proponente da teoria que uma conspiração bancária judaica estava evitando a revelação da solução do mistério UFO. Mais tarde, Williamson fundou a irmandade dos Sete Raios [de orientação I AM] no Peru. Um outro contactado famoso, George Van Tassel, estava associado com Pelley e com o notoriamente anti-semita Reverendo Wesley Swift (fundador do grupo que se metaforseou em “Aryan nations”).

A prole mais vísivel do I AM é a “Igreja Universal e Triunfante do Profeta” de Elizabeth Clare, um grupo melhor conhecido por suas maciças ocultações de armas em bunkers subterrâneos. CUT foi recentemente exposta em COVERT ACTION INFORMATION BULLETIN como um conduto para fundos da CIA, e segundo o pesquisador John Judge, tem laços com a organização aliada a Liga Mundial Anti-Comunista. O Profeta está se tornando envolvida na pesquisa da abdução e tem patrocinado as apresentações de Budd Hopkins e outros investigadores proeminentes. Em seu livro “O Relatório Armstrong: ETs e UFOs: Eles Precisam de Nós; Nós não Precisamos Deles”,Virgil Armstrong dirige abduzidos problemáticos para o grupo do Profeta. [talvez não insignificantemente, ele também sugere que abduzidos pragueados por implantes aliviem seus problemas ao se tornar uma força interna do  “I AM”].

Um outro canalizador UFO, Frederick Von Mierers, tem promulgado um culto de forte orientação I AM e um aparente jogo colateral envolvendo pedras preciosas superavaliadas. Mierers é um anti-semita que discute que o Holocausto nunca aconteceu e que os judeus controlam a riqueza do mundo.

UFORUM é uma organização de disco voadores popular entre os abduzidos da área de Los Angeles; sua fundadora é Penny Harper, um membro da radical inovadora Cientologia que liga os ensinamentos de L. Ron Hubbard com os pronunciamentos contra os “The Illuminati” (uma mítica sociedade secreta) e outros BETES NOIR familiares com a literatura da conspiração de direita. Harper dirige os membros do grupo dela  para lerem  “THE SPOTLIGHT”, um tablóide extremista (publicado pelo Lobby Liberty de Willis Carto) que nega a realidade do HOLOCAUSTO e propõe um esquema sionista para controlar o mundo.

Mais de um abduzido incauto tem caído em grupos como os listados acima. Não é difícil imaginar como alguns destes grupos questonáveis possam moldar a lembrança de um abduzido de sua experiência – e talvez ajudar a dirigir suas ações futuras.

Alguns abduzidos modernos, com queixas de outra forma fortes, afirmam encontros com aliens louros e nórdicos reminiscentes da era contactada inicial. Certamente a aparência nórdica destes aliens se deriva da duvidosa tradição espiritual de Van Tassell, Ballard, Pelley, McCoy, etc. Porque então alguns abduzidos modernos estão vendo estes mesmos seres de outro mundo UEBERMENSCHEN?

Um abduzido que conheço afirma ter tido experiências benéficas com estes aliens ‘louros” – que, ele acredita, venham originalmente de Pleiades. Interessanetmente, na década de 1960, o psicopaticamente anti-semita Rev. Wesley Swift previu esrta estranha distorção na história da abdução. Em uma sermão transmitido, ele falou longamente sobre UFOs, afirmando que existem bons e maus aliens. Os bons, ele insistiu, eram altos e louros Arianos – que vinham de PLEIADES. Ele fez seu pronunciamento muito antes das atuais tendências na história da abdução.

Podem algumas abduções serem realizadas por elementos de extrema direita dentro da instituição da segurança nacional? Tão desagradável quanto esta possibilidade possa ser, devemos notar que o “direito lunático” está representado em todos os outros meios de vida; certamente extremistas de direita tem tomado posição dentro do complexo militar e de inteligência também.

BASES PARA FUTURA PESQUISA

O inovador OPERATION TROJAN HORSE de John Keel, escrito em uma era quando os abduzidos ainda estavam sob a categoria dos contactados, inclui os seguintes dados intrigantes, observados pelo extenso trabalho de campo de Keel:

Os contactados frequentemente se encontra subitamente a milhas de casa sem saber como foram parar lá. Eles ou tem uma amnésia induzida, varrendo toda a memória da viagem, ou eles foram levados por algum meio e fizeram a viagem em um estado de blecaute. Se eles devessem encontrar um amigo no caminho, o amigo provavelmente notaria que seus olhos pareciam vitrificados e seu comportamento parecia peculiar. Mas se o amigo falasse com eles, receberia uma resposta curta.

Na linguagem do contactado este processo é chamado de estar sendo usado… tenho conhecido contactados silenciosos que desaparecem de suas casas por longos períodos e quando eles voltam, eles tem pouco ou nenhuma lembrança de onde eles estiveram. Uma moça me enviou um cartão das Ilhas Bahamas que me surpreendeu porque eu sabia que ela era muito pobre. Quando ela voltou, ela me disse que tinha apenas uma memória da viagem. Ela disse que se lembrava de ter tomado um jato no aeroporto mas ela não podia se recordar de entar no jato ou fazer a viagem – e lá os “índios” se encontraram com ela e pegaram sua bagagem… a próxima coisa de que ela sabia era estar novamente em casa.

De fato enigmático – a menos que tenha lido “THE CONTROL OF CANDY JONES”, que fala dos períodos de blecaute de Candy, durante os quais ela viajou a Taiwan como um correio da CIA, adotando sua segunda personalidade. A explicação de controle mental resolve perfeitamente todos os mistérios do trecho acima – exceto, talvez, a estranha lembrança sobre os “índios”.

UFO CONTACT AT PASCAGOULA de Hickson e Mendez contém a informação interessante que Charles Hickson acordou certa noite sentindo que ele estava na margem de recordar de alguma memória terrivelmente importante relativa ao encontro dele – ainda que ostensivamente ele possa recontar cada momento de sua aventura.

Hickson também recebeu  uma carta de um aparente abduzido que afirma que os aliens gray realmente são algum tipo de autômato – talvez um reconhecimento inconsciente da irrealidade da história cobertura induzida hipnoticamente. Sob esta luz, o filme COMMUNION — cujo livro base foi escrito por Whitley Strieber — toma um novo interesse: as sequências de abdução contêm imagens inexplicáveis indicando que os grays são realmente modelos ou “máscaras”.

COMMUNION e TRANSFORMATION contêm passagens detalhando o que parece ser no estilo da aventura de espionagem enevoadamente recordada de Candy-Jones, na qual Strieber era sequestrado por um  “treinador” e uma “enfermeira” (ambos seres humanos) que aparentemente o drogaram. Recorde-se do exemplo dos informantes de Keel. Sobretudo, TRANSFORMATION contém longas descrições de seres aliens trabalhando em aparente conluio com seres humanos.

A abduzida Christa Tilton também se recorda de sers humanos e aliens desempenhando uma parte na experiência dela. Até mesmo desde sua abdução, ela afirma, ela tem sido “sombreada” por um misterioso agente federal que ela chama de John Wallis. O marido de Christa, Tom Adams, tem confirmado a existência de  Wallis.

Em seu “REPORT ON COMMUNION”, Ed Conroy — que parece ter se tornado um participante e não meramente um observador do fenômeno – descreve a perseguição por helicópteros, que como já temos notado, parece ser uma ocorrência bem comum nas situações de abdução. Os pesquisadores despreocupadamente assumem que estes incidentes representem tentativas governamentais de espionar as vítimas UFO. Mas esta avaliação é ridícula. Os helicópteros são extremamente caros de se operar e os aparelhos de espionagem tem aperfeiçoado inúmeros métodos alternativos para reunir informação. Afinal, agora temos ums biblografia bem extensa dos esforços do FBI, CIA e militares em espionar inúmeros movimentos favorecendo uma mudança social doméstica. Porque não tem os veteranos de  CHAOS ou COINTELPRO (vítimas ou vitimizadores] falado de helicópteros? Obviamente os helicópteros servem a algum outro  propósito além da mera vigilância. Uma possibilidade pode ser a propagação de ondas eletromagnéticas que podem afetar as percepções/comportamentos de um indivíduo implantado. [de fato, tenho ouvido rumores de helicópteros sendo usados em operações eletrônicas e controle de multidão no Vietnã e em outros lugares; a informação está longe e ser difícil]

O contactado Eldon Kerfoot tem escrito sobre suas suspeitas que manipuladores humanos, não aliens, podem ser os máximos manipuladores engenheirando as experiências dele. Ele descreve uma estranha compulsão para matar um companhiro veterano do conflito coreano – um homem que Kerfoot não tinha qualquer razão lógica para desconfiar ou desgostar, ainda que ele sentisse que fosse um traidor de seu país. Felizmente, o assassinato nunca se materializou. Mas a situação paraleliza exatamente os incidentes descritos nos documentos liberados de ARTICHOKE sobre indução hipnótica remota do comportamento anti-social.

Uma última observação:

“Intercepte Mas não Atire” de Renato Vesco ressalta um cenário fascinante para a hipótese da arma secreta dos UFOs. Vesco ressalta que se estes aparelhos são um dia para serem usados em um conflito de superpoder, o poder atacante estaria bem servido pelo mito de que o UFO como uma arma extraterrestre, para a nação cercada não saberia a verdadeira natureza de seu oponente. Talvez, então, um propósito das abduções UFO seja engendrar e manter a lenda dos pequeninos grays aliens. Para os manipuladores ocultos, a abdução pode ser, nela e por ela mesma, um golpe de propaganda.

PENSAMENTOS FINAIS

Não insisto dogmaticamente no cenário que tenho ressaltado. Não quero dissuadir os pesquisadores da abdução de explorar outras avenidas – de fato, fortemente encorajo que tal trabalho continue. Nem posso facilmente responder por certos aspectos das narrativas de abdução – por exemplo, qualquer sugestão que eu possa oferecer a respeito dos relatos da experimentação genética seriam extremamente especulativos.

Mas insisto em uma audiência justa desta hipótese. A crítica é encorajada; a crítica que não destrói minha tese e a fará mais forte. Peço apenas que meus críticos se refreiem da preguiça intelectual; meras diferenças na visão mundial não constituem um ataque válido. Deus é encontrado nos detalhes.

Reconheço os perigos inerentes ao tornar pública esta tese. Novas e desagradáveis confabulações dos abduzidos podem resultar. Eu preferiria que a audiência para este trabalho fosse restrita aos pesquisadores da abdução, não as vítimas, que podem ser indevidamente influenciadas. Contudo, em uma sociedade que se orgulha da imprensa ostensivamente livre, tais restrições são impensáveis. Entretanto, apenas peço a qualquer vítima de abdução que possa ler este trabalho que tente uma objetividade sobrehumana. A tese que tenho ressaltado é promissora, e [deva a trepanação até mesmo nos fornecer um exemplo de um real implante de abduzido] suscetível de prova. Mas a minha não é a única hipótese. A tarefa não compensadora do abduzido é a de relatar o que ele ou ela tem vivenciado tão verdadeiramente quanto possível, não contaminado pela especulação externa.

Se uma futura investigação prove ou não que as abduções UFO sejam um produto da experimentação de controle  mental, sinto que este trabalho tenha, ao menos, fornecido evidência de um sério perigo que se apresenta para aqueles que mantém os ideais da liberdade individual. Não podemos mais ignorar esta ameaça.

Um espectro assalta as nações democráticas – o espectro do TECNOFASCISMO. Todos os poderes do império da espionagem e da instituição científica tem entrado nesta ímpia aliança para evocar este espectro; O psiquiatra e espião, Dulles e Delgado, especialistas em microondas e operadores clandestinos.

Uma mente é uma coisa terrível de se disperdiçar – e uma coisa pior de se comandar.

OVNIs e UFOs na água

USOs Ojetos Não Identicados Submersos

escrito por: B J Booth

fonte

“Dark Object” de Don Ledger e Chris Styles, Dell Publishing, ISBN: 0-440-23647-9

Uma das áreas mais menosprezadas do enigma UFO é a investigação dos USOs [OBJETOS NÃO IDENTIFICADOS SUBMERSOS]. Há casos muito bem documentados de UFOs em, ao redor e sob os oceanos e lagos de nosso planeta.

Nesta discussão, tentaremos pesquisar estes casos, e com esperança, lançar alguma luz no mistério escuro dos USOS.

O Acidente de Shag Harbor, Nova Scotia, 1967

Um evento extraordinário em 1967 praticamente colocaria a pequena vila pesqueira de Shag Harbor no mapa. Localizada na ponta sul da Nova Scotia, esta comunidade rural seria a anfritriã de um dos eventos UFO melhores documentados dos últimos trinta anos. Recebendo seu nome por causa do “shag”, um pássaro da família dos cormorões, a baía foi deixada fora da maioria dos mapas do tempo, mas tudo seria mudado de uma vez por todas. Esta pequenina comunidade pesqueira sempre tinha tido suas histórias… histórias de gigantes serpentes do mar, lulas comedoras de homens, e navios fantasma. A lista da cor local veria mais uma outra adição; uma história de uma visita de uma misteriosa nave voadora de origem desconhecida. Esta nave visitaria as águas de Shag Harbor, permanentemente estampando o nome da vila aos olhos públicos.

A primeira indicação desta misteriosa ocorrência viria de residentes locais que perceberam estranhas luzes alaranjadas no céu, na noite de 4 de outubro de 1967. A maioria das testemunhas concordou que houve quatro luzes alaranjadas naquele anoitecer. Cinco adolescentes observaram estes flashes de luz em sequência e as luzes então subitamente mergulharam em um ângulo de 45 graus na direção da superfície das águas. As testemunhas estavam surpresas que as luzes não mergulhassem dentro da água, mas pareciam flutuar sobre a água, aproximadamente a meia milha do litoral. As testemunhas inicialmente pensaram que elas estivessem observando um trágico acidente de avião, e rapidamente relataram a Polícia Montada Real Canadense, que estava localizada em Barrington Passage. Ironicamente, o Policial da Polícia Montada Ron Pound já havia testemunhado ele próprio as estranhas luzes quando dirigia na Rodovia 3 a caminho de Shag Harbor. Pound sentiu que ele estava vendo quatro luzes, todas anexadas a uma única nave voadora. Ele estimou que a nave devia ter uns sesenta pés de comprimento.

O policial Pound foi até o litoral para ver mais de perto a vista fenomenal. Ele estava acompanhado pelo Cabo da Polícia Victor Werbieki, o policial Ron O’Brien, e outros residentes locais. Pound claramente viu uma luz amarela vagarosamente se movendo sobre a água, deixando uma espuma amarelada em seu caminho. Todos os ohos estavam colados na luz, até que isso se movesse distante demais para ser vista, ou mergulhada nas águas geladas. O Cutter da Guarda Costeira  #101 e outros botes locais correram para o ponto do avistamento, mas ao tempo em que eles chegaram, a luz havia desaparecido. Nada mais pôde ser encontrado naquela noite e a busca foi suspensa às 3:00 AM. A Real Polícia Montada correu um exame de tráfego para o Centro de Coordenação de Resgate em Halifac, e o radar do NORAD em Baccaro, Nova Scotia. Foi dito a eles que não foi relatado nenhuma aeronave perdida naquela noite, seja civil ou militar.

No dia seguinte, o Centro de Coordenação de Resgate preencheu um relatório para a sede das Forças Canadenses em Ottawa. Este relatório afirmava que algo havia atingido a água em Shag Harbor, mas o objeto era de origem desconhecida. O HMCS Granby recebeu ordens para ir a Shag Harbor, onde mergulhadores procuraram no fundo do oceano por vários dias, mas sem resultados positivos. A história do misterioso acidente em Shag Harbor morreu tão rapidamente quanto tinha começado. Isto é, até 1993. Quando a história original se apagava dos jornais e noticiários, várias teorias foram apresentadas. Uma explicação era a de que uma espaçonave russa tinha se acidentado, o que explicaria a presença de um submarino russo na área. Havia também um rumor do envolvimento americano na investigação de acompanhamento, mas não houve declaração oficial dos EUA.

O incidente de Shag Harbor teria um novo alento de vida por meio dos esforços do investigador da MUFON Chris Styles. O caso o intrigou tanto que ele decidiu procurar por mais detalhes. Styles descobriu os nomes de muitas das tstemunhas originais através dos recortes de jornal, e foi capaz de entrevistar muitas delas. Styles foi auxiliado pelo investigador da MUFON Doug Ledger. Este dois homens descobririam alguma evidência extremamente compelente por meio de suas entrevistas. Eles descobriram que quando os mergulhadores do Granby terminaram seu trabalho, o caso não estava de todo encerrado. Os mergulhadores, juntamente com outras testemunhas, relataram estes eventos; o objeto que mergulhou nas águas da baía tinha logo deixado a área de Shag, viajando sob a água por umas 25 milhas para um ponto chamado Government Point, que fica perto de uma base de detecção de submarino. O objeto foi localizado pelo sonar lá, e vasos da marinha foram posicionados acima dele. Depois de um par de dias, os militares estavam planejando uma operação de salvamento, quando um segundo UFO se uniu ao primeiro. A crença comum naquele tempo era que a segunda nave havia chegado para prestar ajuda à primeira.

A este tempo, a Marinha decidiu esperar e observar. Depois de aproximadamente uma semana monitoranddo os dois UFOs, alguns dos vasos foram chamados para investigar um submarino russo que tinha entrado em águas canadenses. A este ponto, as duas naves submersas fizeram seu movimento. Elas fizeram seu caminho para o Golfo do Maine, e colocaram distância entre elas e os navios da Marinha que as caçavam; eles chegram a supérfície e dispararam no céu. Estes eventos extraordinários foram corroborados por muitas testemunhas, tanto civis quanto militares.  Infelizmente, os relatos foram dados confidencialmente. O pessoal ex militar temia a perda de suas pensões e as testemunhas civis temiam o ridículo e sua privacidade ser invadida. Os eventos não usuais de Shag Harbor comandam um importante lugar no estudo dos UFOs. Há pouca duvida que algo desconhecido caiu nas águas de Shag Harbor em 4 de outubro de 1967.

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Aliens Sob o Mar

fonte: jornal Daily Mail  (Reino Unido)
Data de publicação: 11 de novembro de 2000

Extraído de UNEARTHLY DISCLOSURE de Timothy Good, publicado por Century

Timothy Good 2000

Esqueça UFOs, alguma coisa muito estranha está acontecendo no Caribe. Os objetos submersos não identificados são a mais recente ameaça espacial? Julgue você mesmo os fatos.

Esta é a mais estranha teoria alien. Seres do espaço externo estabelecendo bases secretas na Terra, e viajando em naves que são muito como um lar sob o mar exatamente como o são nos céus. Além da crença? Mas um novo livro expondo esta idéia é escrito por uma das autoridades mundiais mais respeitadas sobre UFOs, Timothy Good, e suas descobertas são sustentadas por um dos principais homens militares britânicos, o Almirante aposentado da Frota Lord Hill-Norton. Aqui, no início de dois artigos, Good estabelece seu caso. Leia e tire suas conclusões…

Na manhã de 4 de setembro de 1971, quatro membros do Instituto Nacional Geográfico da Costa Rica estavam voando em um bimotor a 10,000 pés acima de Lake Cote, perto do vulcão Arenal, cujo acesso é proibido pelo Estado Centro Americano. Uma câmera especial mapeadora estava colocada sob o avião deles. Ela era automática e de grande formato, e a cada vinte segundos tomava uma outra fotografia do lago abaixo.

Quando as fotografias foram relevadas, uma das fotos mostrou o que parecia ser um disco metálico  de aproximadamente 160 pés [48,7 metros] de diâmetro, que tinha acabado de sair, ou estava a ponto de entrar, no lago. Ela tinha ficado desfocada e tinha feito uma manobra súbita no instante em que a foto foi tirada.

O objeto não aparecia nem na tomada anterior nem depois. Exames do negativo eliminaram truques de luz como explicação. O que os geógrafos tinham visto era um fenômeno extraordinário mas muito pouco conhecido – um objeto submerso não identificado [USO], que tem sido relatado há séculos. O que poucas pessoas entendem é que os USOs tem sido relatados a muito tempo.

Algumas vezes, como no misterioso incidente do Lake Cote, um UFO pode ser visto se transformando em um  USO e vice-versa.

O Lake Cote é extremamente profundo e tem havido inúmeros outros relatos de naves desconhecidas entrando ou saindo dele. Os pescadores locais, que passam horas no lago, tem visto vários objetos sob eles, com luzes coloridas. Algumas vezes o movimento destes objetos tem feito com que os homens percam o equilíbrio e se arrisquem a cair na água. Eles também tem sido culpados pela redução na população dos peixes.

Em uma manhã, por volta das 9 AM, dois homens ouviram um barulho metálico vindo do lago e viram um objeto emergir com a forma de um submarino com três domos em seu topo. Ele ficou lá por uns poucos segundos e então disparou na direção das montanhas ao norte.

Outros USOs tem sido vistos em lagos e mares abertos ao redor do mundo, algumas vezes aparecendo a luz, algumas vezes profundamente submersos, algumas vezes apenas sob a superfície, algumas vezes deslizando sobre a água – e algumas vezes, como em Lake Cote, entrando ou saindo.

Evidentemente, muitas vezes os objetos que estamos acostumados a chamar de UFO podem tão facilmente viajar na água tanto quanto no ar.

Em uma noite de 6 de novembro de 1973, um encontro único com um USO ocorreu fora da costa da América. Pescadores em Pascagoula, Mississippi, o relataram, e os guardas costeira o confirmaram. Houve nove testemunhas. O objeto era circular ou elíptico em forma, tinha aproximadmente 3,7 metros de comprimento e lançava um raio de uma luz âmbar. Os dois pescadores que deram o alarme disseram que ele se parecia “um mini submarino’ e que planou aproximadamente 1,20 metro sob eles na água. Ele estava tão perto que eles tentaram atingi-lo com seus remos. Contudo, a cada vez que eles tentavam fazer contacto, a luz sumia e reaparecia em outra posição. Quando os oficiais da guarda costeira foram chamados, eles também, tentaram atingir o USO. Eles tiveram sucesso e relataram que objeto, fosse o que fosse, era metálico. Os guardas costeira fizeram anotações detalhadas. O objeto, eles disseram, tinha uma forma como um paraquedas e se movia na velocidade de seis a oito nós, prontamente mergulhando para águas mais profundas. A intensidade de sua luz variava de nada a um brilho que as vezes era brilhante demais para se olhar. Quando uma tocha era iluminada para ele, a luz se apagava até que o raio fosse removido. “o fenômeno observado não era consistente com qualquer peixe conhecido, outra vida marinha ou luz de fonte conhecida”, concluiu o relatório da guarda costeira.

Então o que estava na água e porque estava lá?

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Há um lugar no mundo onde os relatos de UDOs são particularmente frequentes e particularmente estranhos.

de  Paul Stonehill*

Porto Rico, a chamada Ilha do Encantamento do Caribe, fica em um canto da área que se tornou conhecida como o Triângulo das Bermudas, famoso pelos desaparecimentos de navios e barcos, e pelo avistamento de ‘discos voadores’. É lá, nesta antiga colônia os EUA, cuja política e defesa são ainda inextrincavelmente ligadas a América, que grande parte da minha pesquisa sobre o fenômeno USO tem se concentrado.

Uma grande quantidade de atividade estranha ao redor da ilha tem se centralizado nos 28.000 acres de floresta tropical montanhosa conhecida como El Yunque, na costa nordeste.

Jose Orlando Golis, que trabalha para o governo porto-riquenho, vive perto de El Yunque. ‘Muitas pessoas tem visto UFOs voando sobre a água perto da superfície’, ele me contou. ‘Uma vez, a 1 hora da manhã, vimos um com muitas luzes coloridas voando perto do mar apenas acima da superfície.”

‘De início pensamos que fosse um barco. Parecia estar escuro embaixo e tinha luzes – a maioria era  vermelha mas outra era azul, no nível superior. Então ele fez um ângulo e se moveu para cima. Fez um som de zumbido e pareceu se dirigr para El Yunque.’

Felix Rivera é um mergulhador de uma companhia de salvamento baseada perto da Estação Aero-Naval Americana que faz fronteira com El Yunque, uma das muitas bases americanas na ilha. Ele me confirmou que UFOs e USOs tem sido frequentemente observados pelo pessoal militar americano.

‘SEALs da Marinha – as forças especiais de elite da América – tem visto USOs aqui’, ele revelou. “Alguns tem me dito que estas coisas frequentemente se aproximam de barcos, então disparam para longe. Elas se movem rápido demais sob a água para serem nossos.”

Um outro “ponto quente” de atividade é fora da costa sudoeste. Em uma área conhecida como Cayo Margarita, 15 milhas no Atlântico, muitos pescadores, bem como pilotos particulares e comerciais afirmam terem visto USOs entrando e emergindo do mar. O pescador Aristides Medina disse: ‘Uma vez, eu estava pescando tarde da noite e dois deles passaram sob o meu barco, radiando uma luz azul. Em outras ocasiões, eu os tenho visto quando emergem da água e voam para longe em grande velcidade”.

Ele também os tem visto mergulhando na água – e sempre na mesma área do mar. Seria como se os objetos tivessem preferências definidas de que parte do oceano eles escolherem para emergir e entrar.

Um avistamento notavelmente vívido foi relatado por um mergulhador chamado Inocencio Cataquet. Ele estava na água fora de Pena Blancas no nordeste da ilha quando encontrou o que pareceu ser uma nave submersível em forma de disco, jazendo no leito do mar. A nave parecia estar camuflada com um material similar a areia em ordem se misturar com suas cercanias. Perto dela estava um objeto retangular, com um cabo transparente, que se movia ao redor na água. Como se reagisse à presença dele, o cabo foi subitamente retraído. Amedrontado, Cataquet correu para a superfície – a tempo de ver o disco emergir da água com um alto som de zumbido e voar pra longe.

O que está acontecendo aqui? Se estranhas naves metálicas estão emergindo das águas ao redor de Porto Rico em algo como uma base regular, é inconcebível que as autoridades militares não estejam cientes disso. Algumas das bases americanas na área tem exatamente o tipo de equipamento necessário para rastrear um objeto do desconhecido. Por exemplo, há um enorme aerostato, ou balão amarrado com uma corda, que voa 15.000 pés acima da costa sodoeste da ilha, com instalações de radar penduradas sob ele que monitoram o tráfego aéreo. Um número de testemunhas afirma ter visto estranhos objetos voadores na vizinhança.

Porto Rico também é o lugar do único radio-telecóspio em Arecibo, uma cratera natural transformada em tigela parabólica de uma gigantesca antena receptora.  É o maior e mais sensível telescópio do mundo. Um dos papéis reconhecidos de Arecibo é o de um posto de audição para formas de vida alienígenas transmitindo do espaço externo. O projeto é conhecido como  SETI – a Busca por Inteligência Extraterrestre.

Ainda que, ironicamente, naves e seres não usuais tenham sido relatados ao redor do próprio radio observatório. Um grande objeto em forma de bumerangue foi visto ‘pendurado’ sobre o telescópio. Uma noite, testemunhas viram um enorme disco no céu, seguido de três objetos de forma triangular.

Será uma verdade paradoxal que, enquanto SETI procura seres extraterrestres a anos luz de distância, eles estejam operando em sua própria porta?

Em uma visita ao local em janeiro de 1999, entrevistei o Dr Jost Alonso do observatório. Ele me disse que muitas pessoas locais acreditam que o observatório seja um foco de atividade alienígena. “Este é um assunto complicado” ele disse. “Algumas vezes penso que experimentos militares sejam responsáveis pelo que as pessoas estão vendo. Há pessoas que dizem que é um acobertamento do governo americano. Quanto aos aliens, estatisticamente, tem que haver alguma coisa. Há entre 200 a 400 bilhões de estrelas em nossa galáxia e 10% delas são do mesmo tipo do nosso sol. Se existem outras formas de vida, é somente uma questão de tempo e de tecnologia antes que o contacto seja feito.”

Certamente, o sítio de Arecibo é um foco para fenômenos estranhos. Um dos mais estranhos aconteceu em março de 1993, quando um antigo piloto da British Airways, Graham Sheppard, vivenciou um misterioso “deslocamento lateral” tirando-o milhas do curso, enquanto voava sua leve aeronave Cessna 172 perto do telescópio. Sheppard, um navegador experiente cuja experiência tem quatro décadas, e inclui voar 747s, descreve este como o momento mais desnorteante de sua carreira. “Depois de passar acima do telescópio, um sentimento de desconforto e crescente confusão veio sobre mim. Passaram-se sem nenhuma idéia de minha posição, mas eu estava confiante que a costa oeste logo apareceria no ângulo direito do meu curso. Recordo-me do choque de ver a linha costeira, não no ângulo direito do meu curso, mas paralelo. Tornou-se alarmentemente claro que eu estava voando ao longo da costa sul. O erro de navegação aqui é enorme e deve ser impossível”, ele conta.

Uma video câmera a bordo confirma que a bússola de giro de Sheppard foi estabelecida para manter corretamente seu curso original. Esta câmera também confirma que ele estava voando a 2.200 pés – ainda que de algum modo ele tenha passado sobre montanhas com altura superior a 3.900 pés. Os instrumentos da aeronave pareciam normais, e mais tarde exames atmosféricos descartaram um vento frenético que pudesse te-lo soprado fora do curso. Nenhum dos pilotos para quem tenho enviado registros deste vôo pôde racionalizar o deslocamento.

Sir Mark Thomson, um antigo piloto a jato da Marinha Real que tem tomado um estreito interesse nos estranhos eventos ao redor de Porto Rico, está tão surpreso quanto impressionado. “Esta é uma das mais importantes peças de evidência que eu tenho visto. Não há explicação em nossas leis de física”, ele disse.

Pode um tal deslocamento aéreo estar ligado aos desaparecimentos que tem feito de toda a área do Triângulo das Bermudas  uma área tão notória – tal como o vôo dos bombardeiros-torpedos Grumman Avenger que desapareceram fora da costa da Flórida exatamente depois da Segunda Guerra Mundial?

Em Porto Rico, há aqueles que relatam incidentes que são igualmente sinistros e inexplicáveis. Entrevistei dois grupos de testemunhas que, em duas ocasiões distintas, em 1988, afirmam terem observado quando os jatos F-14 Grumman da Marinha dos EUA foram aparentemente ‘capturados ou de alguma forma absorvidos em meio vôo por uma grande aeronave desconhecida que eles estavam perseguindo”.

Talvez isso soe como fantasia. Mas em uma ocasião, ao menos, parece que objeto que causou um tal desaparecimento pode ter sido capturado pelo radar americano.

`MAYDAY, Mayday. Podemos ver um objeto estranho em nosso curso. Estamos perdidos. Mayday. Mayday’

Esta chamada desesperada veio às oito horas da noite [hora local] em 28 de junho de 1980. Jose Luis Maldonado Torres, um piloto de 31 anos que estava voando um avião Ercoupe 415-D, juntamente com um piloto estudante de 22 anos, indo de Santo Domingo para San Juan, o principal aeroporto de Porto Rico.

Tenho ouvido a fita de algumas transmissões Mayday do Ercoupe, vazada por uma fonte da Administração Fedral de Aviação, e a ansiedade dos pilotos é clara.

`Um estranho objeto em nosso curso nos fez mudar o curso já por três vezes diferentes… temos algo estranho a nossa frente… Estamos certos que novamente é a mesma coisa, senhor…’

Depois destas palavras, os pilotos não foram ouvidos novamente. Uma busca aérea e marítima não encontrou qualquer traço. Contudo, uma pista tantalizante reside no relatório oficial sobre o incidente.

Durante o alerta Mayday, a Estação Aero-Naval dos EUA em Roosevelt Roads em Porto Rico estava em contacto com os controladores de tráfego aéreo em San Juan. As 8.16pm, 11 minutos depois de última comunicação do Ercoupe, os americanos fizeram um intrigante comentário: “parece que podemos ver uns poucos deles lá fora…”

O que significava esta mensagem críptica? Isto sugere que a estação aérea tinha feito vários contactos por radar na área onde o avião desapareceu. Um deles, com certeza, era o Ercoupe. Mas o que eram os outros? Pode algum deles ter sido do estranho objeto, a coisa desorientadora que aparentemente engolfou o avião condenado?

Uma possibilidade é a de que a Marinha dos EUA tem estado monitorando seja qual for o estranho fenômeno que causou o desaparecimento do avião.

Jorge Martin, o principal investigador UFO da ilha, tem um importante contacto destro dos militares, um oficial de alto escalão ligado a Marinha dos EUA. Desta fonte, aprendemos que as autoridades americanas ficam cada vez mais alarmadas depois de um número de aeronaves militares, bem como aviões particulares, que desaparecerem na área a noroeste de Porto Rico como o Canal de San Juan.

Uma profunda rachadura no chão do oceano, o ponto mais inferior deste grande abismo estando a 30.000 pés de profundidade, muito mais sob o mar que o Monte Evereste está acima dele. Aqui está o ponto mais profundo do Oceano Atlântico. As pressões da água do mar lá esmagariam qualquer criatura da superfície, e qualquer submarino, exceto aqueles espacialmente construídos pelo homem.

Segundo a fonte de Martin, a Marinha e a Força Aérea descobriram que, em bases regulares, uma enorme nave em forma de disco sai do mar no canal, algumas vezes ficando estacionária sobre uma grande coluna de água antes de desaparecer ou submergir novamente. Se isto não fosse suficientemente desconcertante, há mais. Os pilotos que recebem ordens de abordar o objeto, têm seus jatos explodidos silenciosamente e desaparecem em pleno ar. Podem estas declarações perplexantes serem verdadeiras? E se são, que segredo terrível se esgueira sob o oceano?

Uma extensão de 100 milhas de água aberta divide Porto Rico da sua ilha vizinha, a República Domenicana. Esta extensão é conhecida como a Passagem Mona. Quase a meio caminho dela, a algumas 45 milhas a oeste do último cabo de Porto Rico, fica uma pequena ilha circular, inabitável. Seu nome é Ilha Mona. Ao tempo de sua última comunicação, o perdido avião Ercoupa estava exatamente a leste da ilha Mona.

Outras tripulações que atravessam a área tem relatado anomalias afetando o posicionamento delas. Um piloto de uma aeronave leve notou “um giro incontrolável” de sua bússola.

O oficial naval relacionado a Jorge Martin oferece uma explicação notável. Suas revelações sobre a Ilha Mona são bizarras, extraordinárias e quase além da crença. Mas quando eu mostrei meu dossiê de evidência ao Almirante de Frota britânica, Lord Hill-Norton, ums das figuras militares britânicas mais respeitadas, ele não teve hesitação em endossar meus achados.

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UFOs em Águas Soviéticas

Source: http://www.anomalist.com/reports/sovietufo.html

O Centro de Pesquisa Ufológica Russa tem obtido uma coleção de interessantes testemunhos de relatos de avistamentos dos arquivos secretos da Marinha Soviética. Estes arquivos tem alegadamente sido inacessíveis, até mesmo depois da queda da União Soviética, até recentemente.

Em agosto de 1965, uma tripulação do navio vapor RADUGA, enquanto navegava no Mar Vermelho, observou um fenômeno não usual. A aproximadamente duas milhas de distância, uma esfera feroz emergiu sob a água e planou sobre a superfície do mar, o iluminando. A esfera tinha um diâmetro de 60 metros e planava sobre o mar em uma altitude de 150 metros. Um gigantesco pilar de água se elevou quando a esfera emergiu do mar e caiu uns momentos depois.

Em dezembro de 1977, não longe da Ilha Novy Georgy, a tripulação do pesqueiro [traineira]  VASILY KISELEV também observou algo bem extraordinário. Se elevando verticalmente de sob a água estava um  objeto em forma de donut [rosquinha]. Seu diâmetro era de aproximadamente entre 300 e 500 metros. Ele planou em uma altitude de quatro a cinco quilômetros. A estação de radar da traineira imediatamente se tornou inoperante. O objeto planou sobre a área por três horas e então desapareceu instantaneamente.

O testemunho de Alexander G. Globa, um homem do mar do GORI, um petroleiro soviético, foi publicado na revista Zagadki Sfinksa (publicação # 3, 1992) em Odessa. Em junho de 1984, GORI estava no Mediterrâneo, a vinte milhas náuticas do Estreito de Gibraltar. As 16 horas, Globa estava a serviço e com ele estava o segundo em comando, S. Bolotov. Eles estavam de pé em observação na extensão da asa esquerda da ponte quando ambos observaram um estranho objeto policromático. Quando o objeto estava pela popa, ele parou repentinamente.  S. Bolotov estava excitado, sacundindo seus binóculos e gritando: “é um disco voador, um disco real, meu Deus, olhe logo, olhe!”

Globa olhou pelos seus próprios binóculos e viu, na distância sobre a popa, um objeto de forma achatada [isto me parece uma frigideira de cabeça para baixo]. O UFO estava brilhando com um briho metálico acizentado. A parte inferior da nave tinha uma precisa forma redonda, seu diâmetro não era maior que vinte metros. Ao redor da porção inferior dele, Globa observou “ondas” de protuberâncias na placa externa. A base do corpo do objeto consistia em dois hemi discos, o menor no topo; eles vagarosamente giravam em direções opostas. Na circunferência do disco inferior Globa observou inúmeras luzes brilhantes como contas. A atenção do homem do mar estava concentrada na parte inferior do UFO. Isto parecia que era liso, suave, sua cor aquela de uma gema de ovo, e no meio disto Globa discerniu uma mancha redonda como um núcleo. Na borda da parte inferior do UFO, que era facilmente visível, estava algo que se parecia um cano. Isto brilhava com  um cor rósea de brilho não natural, como um lâmpada de néon. O topo do meio do disco era coroado por algo de forma triangular. Parecia que isto se movia na mesma direção do disco inferior, mas em um passo muito menor.

Repentinamente, o UFO pulou várias vezes, como se movido por uma onda invisível. Muitas luzes iluminaram sua porção inferior. A tripulação do GORI tentou atrair a atenção do objeto usando um projetor de sinal. Mas a este tempo, o Capitão Sokolovky já estava no escritório com seus homens. Ele e seu segundo em comando estavam observando o objeto intensamente. Contudo, a atenção do UFO foi distraída por um outro navio, que se aproximava do lado esquerdo. Este era um navio árabe de carga, em seu caminho para a Grécia. Um minuto e meio depois, o objeto mudou sua trajetória de vôo, se inclinou a direita e ganhou velocidade subindo rapidamente. Os homens do mar soviéticos observaram que quando ele se elevou pelas nuvens, aparecendo e desaparecendo novamente, ele ocasionalmente brilharia nos raios do sol. A nave então se acendeu, como um fusível e partiu instantaneamente.

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Jim Speiser    http://www.ufocasebook.com/usstiru.html

A questão então é proposta frequentemente, porque não mais testemunhas militares se apresentam publicamente e fornecem nomes, datas e lugares? Certamente eles realmente não estão intimidados por tais ameaças vazias como JANAP 146-E, que fornece pesadas multas e sentenças de prisão por quebra de silêncio sobre um avistamento militar UFO. Certamente eles entendem a importância científica de seus avistamentos, que transcende qualquer consideração nacionalista ou militar. Se mais testemunhas militares se apresentarem, não é possível que eles não sejam realmente o que ufologistas dedicados nos tem feito acreditar? Esta é uma pergunta que me tenho feito.

ParaNet está profundamente em débito e honrada pelo usuário Bill Cooper de Fullerton, Califórnia, por isto, o primeiro relato conhecido de uma avistamento múltiplo militar que ocorreu a bordo do submarino  USS Tiru em 1966.

Em 1966 durante o mês do Festival Rose no Noroeste do Pacífico dos EUA, o USS Tiru SS-416 deixou Pearl Harbor em direção a Seattle, Washington. O subamarino atracou em um pier civil perto da área do centro de Seattle e milhares de pessoas visitaram o submarino durante sua estada em Seattle. Depois de seu serviço como “navio show” ele continuou para uma área atrás da baía onde realizou testes de torpedo. Acredito que esta área era chamada baía dabob mas não estou certo da pronúncia.

Incluo a informação acima porque isto deve ser mais fácil de pesquisar. Durante o cruzeiro de Pearl Harbor para Seattle, cinco tripulantes tiveram uma experiência não usual. Dunrante um tardio anoitecer o submarino estava cruzando na superfície a aproximadamente 10 nós quando o observador da esquerda relatou um contacto estranho no alcance de 2 milhas e relativo a 315 graus. O observador se recusou a falar ao OOD o que foi que ele tinha visto e ao invés insistiu que o observador de estibordo e o OOD deviam olhar a área.

Os três homens olharam pelos seus binóculos na direção da área e ficaram atônitos ao verem uma nave metálica maior que um campo de futebol cair das nuvens dentro do oceano. Ela realmente caiu pouco a pouco e quando atingiu a água e mergulhou sob a água, enormes geisers de água se elevaram no ar. Quando o observador da esquerda estava certo de que os outros a tinham visto, ele então contou ao ODD que ele tinha visto isto sair do oceano para as nuvens.

O OOD e o observador de estibordo ficaram sem fala. Dentro de uns poucos minutos contudo, todos eles ficaram excitados quando isto novamente se elevou de água e mergulhou na camada de nuvens. Ao mesmo tempo, um membro de tripulação abaixo interrogou a ponte sobre um contacto por radar na mesmo alcance e posição. O sonar também relatou estranhos ecos. O OOD chamou o Capitão para vir a ponte daquela vez. Ele também pediu uma câmera que foi enviada a ponte. O Capitão chegou na ponte dentro de dois minutos e o Oficial Chefe da Intendência estava com ele e com a câmera. Quase ao mesmo tempo o objeto emergiu das nuvens a caiu no oceano. Todos os cinco homens testemunharam isto. O oficial da Intendência tirou fotos quando isto se elevou das nuvens e então caiu de novo no oceano.

Os cinco homens obervaram por mais um tempo longo mas nada aconteceu. Logo o submarino se moveu fora do alcance visual e o Capitão disse a todas as testemunhas que elas nunca podia discutir o que tinham visto com qualquer pessoa e sob qualquer circunstância. Ele afimou que o incidente era informação classificada. O capitão então foi para baixo e enviou uma mensagem de rádio. Não havia dúvidas sobre o que havíamos visto. Era uma nave de metal com maquinário sobre e ao redor dela. Parecia ter janelas ou lentes colocadas em seu perímetro. Não fez qualquer barulho que pudéssemos ouvir. Ela não perturbou os sistemas elétricos do submarino nem afetou a bússola de giro. Parecia muito como um “navio” redondo voador e no mar ia como um navio.

Tinha a forma de um disco com uma tijela invertida no disco e era enorme. Eu nunca esquecerei enquanto viver. Quando primeiro vi esta nave acredito que meu coração parou de bater e fiquei aterrorizado. O nome do OOD era Ensign Ball. O observador a estibordo era uma marinheiro nativo americano que a tripulação chamava Geronimo. O observador da esquerda era um novo homem que deixou o submarino logo depois que voltamos a Pearl Harbor e seu nome era Cooper. Não lembro do nome do Capitão nem o do oficial da intendência.

Esta é a primeira vez que menciono isso desde que o capitão nos disse que era informação classificada. Até onde sei, isto nunca foi relatado ao público. Deve ser fácil verificar os fatos se você puder obter uma cópia do diário de bordo e/ou contactar outras testemunhas. Os nomes não devem ser difíceis de encontrar no diário do navio. Eu era o homem da esquerda. Devo dizer que senti um grande desconforto ao postar isto, muito com o senti no Vietnã, quando minha vida esteve em grande perigo.

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Aqui está um artigo recente sobre a presença UFO ao redor de Porto Rico, incluindo mais atividade USO:

Relato Científico Confirma a Presença Alien em Porto Rico?

de Jorge Martin     http://www.paranoiamagazine.com/alienpuertorico.html

Muitos dos objetos não identificados e fenômenos anômalos luminosos se originam na zona sul da ilha de Vieques, entrando e saindo do mar.

O objeto estava sugando a água do mar, e a água estava girando como uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, vinha de debaixo do objeto.

Dr. Mark Carlotto recententemente tornou público um excelente relatório e análise científica de várias anomalias que aparecem em vídeos das missões dos transportadores espaciais STS-48 e STS-80. (veja  Anomalous Phenomena In Space Shuttle Mission Sts-80 Video in Dr. Carlotto’s ‘New Frontiers in Science’ web page – newfrontiersinscience.com).

Algo que chamou a nossa atenção mais especiicamente naquele relatório foi o evento que ele identifica como o vídeo F-1 da missão STS-80, que se origina, segundo as descobertas do Dr. Carlotto, em uma área localizada a leste de Porto Rico, especificamente na zona sul da ilha de Vieques.

A ‘anomalia’ consiste em um grande objeto luminoso que parecia sair do mar no ponto localizado ao sul da ilha de Vieques, e ascende ao espaço, tudo enquanto estava sendo registrado pela câmera do transportador. Na medida em que ele se aproxima do transportador espacial, o objeto se inclina a sua esquerda e desaparece de vista.

Em nosso último livro de lingua inglesa, “Vieques:Uma Cobertura UFO Caribenha de Terceiro Grau”, relato sobre muitos incidentes relacionados UFO/ alien que tem ocorrido nesta mesma área. Acreditamos que os achados do Dr. Carlotto relativos ao evento F-1 são muito importantes porque confirmam a situação que temos estado relatando já a cinco anos: muitos dos objetos não identificados e fenômenos luminosos anômalos descritos no livro se originam precisamente na mesma zona, entrando e saindo do mar.

Tem havido muitos de tais importantes incidentes relatados pelos policiais do Estado de Porto Rico bem como pelos policiais municipais de Vieques, pessoal de segurança da Marinha, empregados do governo municipal de Vieques, e oficiais, pescadores, pilotos, protestantes civis pacifistas e muitos residentes.

A Ordem Secreta Especial do Presidente Clinton

Depois das prisões de muitos protestantes civis em Vieques em 4 de maio de 2000, outros eventos ocorreram, alguns dos quais surpreenderam  até mesmo os líderes políticos de Porto Rico. Um de tais eventos foi o bloqueio feito ao redor de Vieques por navios da guarda costeira dos EUA, não permitindo que os pescadores de Vieques fossem ao mar para ganhar seu sustento diário.

Um popular programa de rádio em Porto Rico, “Fuego Cruzado” (Crossfire), que analisa assuntos políticos e sociais, questionou a ação tomada pela guarda costeira. Durante o programa, o painelista Carlos Gallis, um analista pró independência, perguntou sob que ordens a guarda costeira dos EUA agiu de tal maneira, já que normalmente eles não são autorizados a fazerem um bloqueio.

Logo se tornou conhecido que a guarda costeira estava agindo sob uma ordem classificada divulgada pelo Presidente William Clinton, que declarou a zona de Vieques como “…uma em estado de rebelião.”  Porque atos pacíficos de desobediência civil seriam considerados atos de rebelião?, perguntaram os painelistas.

A chamada ordem especial secreta tinha sido divulgada pelo Presidente Clinton sob as determinações do Ato de Segurança Nacional dos EUA, e ela afirmava que a situação que ocorria em Vieques afetava perigosamente as relações dos EUA com uma outra nação, um poder estrangeiro, e enfatizou que isto era muito perigoso para o interesse de segurança nacional dos EUA.

O painel no programa de rádio perguntou que nação era esta, como tal declaração justificava para a divulgação da ordem “…isto não fez qualquer sentido”. Sem saber disso, o painel tocou um nervo sobre o assunto de Vieques; isto era algo nunca anteriormente discutido, tendo maiores implicações e que preocupavam os estrategistas da segurança nacional dos EUA.

A verdade é que nenhuma das nações que participaram dos exercício de bombardeio com a Marinha dos EUA e experimentaram as novas armas ao redor de Vieques representava qualquer perigo para os EUA. Então, a que nação, ou ‘poder estrangeiro” o Presidente Clinton estava se referindo quando divulgou esta ordem classificada, e porque ela foi classificada?

A resposta para isto pode muito bem estar que o poder estrangeiro ao qual o Presidente Clinton estava se referindo, fosse uma civilização alienígena representada por seres que parecem viver subterraneamente nas áreas da Floresta Tropical de El Yunque, na região leste de Porto Rico, e sob o mar ao redor da área de Vieques, várias milhas fora da costa oeste de Porto Rico.

Exemplos de tal presença na área são os UFOs em forma de triângulo suspensos sobre a pista aérea da Marinha americana e os UFOs que se elevam do mar. Entrevistamos o diretor da polícia municipal de Vieques, o oficial Wilfredo Feliciano, que nos informou de um série de importantes observações.

Triangular UFO

O primeiro avistamento aconteceu durante o verão de 1997 [por volta das 9 p.m.] quando Feliciano estava diringido seu carro na Rota 997, que vai do setor Esperanza para Isabel II. Na interseção de um lugar conhecido como Marta’s Alley, ele ficou ciente de uma intensa luz amarela pendurada imóvel no céu a alguma distância. Intrigado, ele parou o carro na margem esquerda da estrada para observar mais cuidadosamente a luz.

“Era um objeto real, triangular e grande”, ele declarou, “completamente engolfado em uma brilhante luz amarela… Parecia estar em uma altitude de aproximadamente 500 pés acima do solo, sobre uma propriedade pertencente a Camp Garcia. Deduzi a altitude baseado na altura de algumas árvores na área. O que mais me intrigou foi que a coisa estava suspensa exatamente sobre uma área onde a Marinha dos EUA tem uma pista aérea para seus aviões pousarem ou decolarem… E ali estava este objeto não identificado.

“Não havia exercícios militares naquela vez, então o que era o objeto, este triângulo de luz, o que estava fazendo ali, acima da pista aérea? Pensando estar observando algo que eu não devia, sai de lá de uma vez. Mas a partir daquele momento entendi que algo muito estranho está acontecendo em terras controladas pela Marinha dos EUA.

“Alguns dias mais tarde, minha esposa me disse que ela viu um objeto similar, também de noite, suspenso sobre o mesmo exato lugar que eu o tinha visto, sobre a pista área de Camp Garcia. No próximo fim de semana, quando eu estava dirigindo para casa da mãe dela, vimos um outro destes triângulos. Desta vez nossos filhos estavam conosco no carro; eles viram também.”

Feliciano e sua família observaram o objeto a uma distância de umas milhas, e até mesmo daquela distância, eles descreveram seu tamanho como de três a quatro pés de comprimento, o que indica que o objeto era muito grande. Ele também nos disse, como parte de seus deveres com a polícia municipal, ele tinha que patrulhar a terra a oeste de Vieques, até então sob o controle da Marinha dos EUA, e em muitas ocasiões ele testemunhou UFOs brilhantemente iluminados emergindo do mar no setor de Punta Arenas e voando em grande velocidade no céu noturno. Frequentemente os objetos fariam várias voltas rápidas antes de deixarem a área.

“Isto tem acontecido em muitas ocasiões, algumas vezes entre 9 e 11 PM e algumas vezes por volta das 2 ou 3 da manhã. Eles vem do mar de um ponto exatamente no meio entre Punta Arenas e a Estação Naval de Roosevelt Roads em Ceiba.”

Um Grande Disco Voador Absorve Água do Mar

A testemunha Carlos Zenin é um pescador de Vieques e um dos líderes envolvidos no movimento para remover a Marinha dos EUA da ilha. Tanto ele quanto os fihos dele sofreram períodos de prisão na prisão federal americana em Porto Rico por causa do comprometimento deles com esta causa.

Uma vez certo da seriedade de nossa investigação, Mr. Zenin nos deu o testemunho dele de algumas situações impressivas que ele testemunhou pessoalmente, comentando sobre o possível envolvimento da Marinha dos EUA com os incidentes UFO / alien vivenciados pelo povo de Vieques. Ele declarou:

“Este tipo de eventos tem estado ocorrendo aqui [em Vieques] por algum tempo. Não é algo novo. Em uma ocasião em 1996, eu estava pescando com outros pescadores fora no mar. Estávamos a um par de milhas ao sul de La Esperanza. Era por volta das 9:00 PM quando repentinamente vimos algo inesperado. Vimos várias esferas muito brilhantes que vieram do topo de Cerro Ventana (montanha localizada ao sul de Vieques).

“Estes globos de luz eram de tonalidade azul-esbranquiçada e pareciam vir diretamente do topo da montanha. Eles circulavam a montanha e voaram para o mar ao sul, voando exatamente sobre nós. Eles fizeram muitos círculos rápidos e voltas em ângulos. Você podia ouvir um ligeiro som de zumbido ou assovio, quase inaudível, que parecia vir deles.

“Depois disso, eles voltaram a Playa Grande e Cerro Ventana, áreas controladas pela Marinha dos EUA e desapareceram dentro da montanha. Foi como se eles tivessem se unido com o lado da montanha.

“O evento mais impressionante foi quando encontramos um enorme objeto a noite enquanto estávamos no mar pescando. Eu estava com Anibal Corcino e o pai dele, e tinhamos acabado de sair de La Esperanza.

“Eu não estava ciente do objeto inicialmente porque eu era o capitão e a cargo do leme daquela vez. Anibal e o pai dele o viram e gritaram. “Carlos, olhe isto!’ Eu olhei para trás e vi um tipo de nave enorme. Ela saiu do mar perto da lagoa de Playa Grande, ao sul, onde está instalado o sistema de radar ROTHR (Raytheon) da Marinha. Ela subiu de sua posição e começou a se mover mais perto de nós.

“Era uma nave enorme e extraordinária, imensa, com muitas luzes a seu redor. Era um disco voador, uma nave redonda como um disco, mas realmente enorme em tamanho. Ela estava a alguma distância de nós, mas claramente visível devido ao seu tamanho e as luzes que ela tinha por toda parte acima, luzes amarelas, vermelhas e azuis. A coisa peculiar sobre todo este objeto, este disco, era que estava retirando água do mar. A água na superfície do mar estava girando em um círculo, e pulando, como se fervesse. Era como um rodamoinho. Parecia estar subindo para dentro do disco em uma coluna de água.

“Todos nós estávamos impressionados. Foi a primeira vez em minha vida que vi algo assim. De onde nós estávamos ela parecia ter de 40 a 50 pés de diâmetro e estávamos a aproximadamente uma milha e meia dela. Isto pode lhe dar alguma idéia do tamanho.

“Mas o que MAIS me impressionou era que ela estava sugando a água do mar, e a água estava girando como em uma batedeira. Uma coluna de luz verde brilhante, similar aquela de um poderoso projetor, estava vindo da parte de baixo do objeto. Havia um buraco lá e o raio vinha para baixo, verticalmente. A água subia para o disco pelo raio de luz. Depois disso, o objeto voou para oeste em fantástica velocidade e desapareceu em uma questão de segundos.

“Muitas outras pessoas tem visto este tipo de naves, chamadas disco voadores, tanto na parte leste quanto na parte oeste de Vieques. Se analisarmos esta situação mais profundamente, podemos ver que estas são áreas controladas pela Marinha dos EUA e a Marinha nunca denunciou esta situação. Eles devem ter algum conhecimento do que está acontecendo. Eles apenas não parecem se importar com a presença deses objetos.

“Por causa disso devemos nos perguntar se há algum tipo de comunicação ou colaboração entre os ocupantes destas naves e as pessoas da Marinha dos EUA. Mas isto é difícil de avaliar. É uma situação complexa. Devemos nos perguntar o que está acontecendo e porque a Marinha nunca denuncia isto e eles [a Marinha] já estão aqui há 62 anos.

“Tudo isto nos faz imaginar se pode haver razões ocultas pelas quais a Marinha forçou os habitantes de Vieques para fora da terra deles para viverem em um pequeno pedaço de terra no centro da ilha. A Marinha controla as porções leste e oeste de Vieques que são grandes extensões de áreas desabitadas e restritas, também contendo montanhas e praias a quem ninguém tem acesso.

“Se estas coisas estão acontecendo nestas áreas e a Marinha dos EUA de alguma forma está envolvida, seria muito conveniente para eles tomarem estes lugares porque assim  ninguém veria e saberia o que estão fazendo lá. Também pode bem ser que o governo dos EUA e o pessoal da Marinha estejam estudando secretamente este tipo avançado de tecnologia, possivelmente de origem alienígena, na área de Vieques.

“Quem sabe? Talvez as coisas que temos visto aqui estejam relacionadas a novos protótipos de aeronaves que estão sendo secretamente desenvolvidas e testadas. Eles podem estar em contacto, se comunicando com a tripulação destas naves, os OVNIs (UFOs), e eles simplesmente não querem que o público saiba.

“Esta situação é muito séria. Fiquei calado desta vez porque as pessoas podem duvidar do que você diz sobre este tipo de coisa. Nem todo mundo tem a oportunidade de ver uma destas naves, especialmente uma tão grande como a que vimos.

“Meus filhos e eu temos sido presos apenas porque protestamos contra o que eles estão fazendo em Vieques. Estou ciente que as agências do governo americano tem manipulado a opinião pública, as pessoas que nunca testemunharam algo assim. Eles tentam fazer estas pessoas pensarem que nada disso (os UFO / a realidade alien) está acontecendo e que não é real. Eles usariam isto provavelmente para começar uma campanha de ridicularização contra nós e desacreditar a luta das pessoas de Vieques para alcançar o fim do exercício de bombardeio da Marinha. Por esta razão, deixei de fazer qualquer comentário até agora.

“Mas o povo de nosso país, especialmente de Vieques, me conhece, e eles sabem que tudo que faço é baseado em minhas convicções e meus princípios. Eles sabem que não estou publicamente orientado ou alguém que inventaria este tipo de coisa por causa das minhas preocupações que fazer uma tal coia feriria a nossa seriedade e portanto os nossos esforços de retirar a Marinha. Este é o nosso principal objetivo. Temos suportado muitos sacrifícios pessoais por causa da nossa causa.

“O momento tem vindo para discutir este assunto. A Marinha usa armas químicas e biológicas em Vieques, uma ilha habitada. O uso de tais armas é proibido perto de áreas populadas. Eles negaram isto até recentemente, quando foi verificado por documentos do Pentágono.

“Eles também usaram munição viva com urânio esvaziado, e negaram isto até que foi provado. Isto é porque, devido a tudo que temos visto aqui, eles podem estar usando Vieques para fazer contacto com estas naves e sua tripulação, e manter isto secreto. Talvez, se um grupo de indivíduos disciplinados tais como você investigue e descubra alguma coisa, a Marinha dos EUA pode se sentir forçada a revelar o que está acontecendo. Mas algo definitivamente está acontecendo, e de certa forma a Marinha dos EUA está envolvida, e não dirá o que seja isto.”

Outros Eventos Anômalos

Há muitos mais eventos relatados em meu livro, incluindo:

1. pousos de UFOs, seres humanóides no sistema de radar R.O.T.H.R. da Corporação Raytheon na Marinha dos EUA
2. chocantes revelações do pessoal de segurança da Marinha dos EUA sobre a presença UFO/alien em Vieques.
3. uma atividade conjunta alien/militares americanos?
4. Embates entre UFOs e caça-jatos dos EUA
5. Um aparente programa encoberto de contacto entre a Marinha dos EUA e os UFOs alienígenas e uma testagem avançada de tecnologia alienígena em Vieques.

Nota do Autor
A Marinha dos EUA tem parado suas manobras militares e de bombardeio em Vieques, mas exceto por um setor de terra na região oeste de Vieques, todas as outras terras anteriormente controladas e restritas por aquela agência militar foram transferidas para o Departamento do Interior dos EUA. Este departamento subsequentemente colocou isto sob o controle do Serviço de Pesca e Vida Selvagem dos EUA. A Agência de Pesca e Vida Selvagem tem convertido as áreas (Camp Garcia, o sítio de bombardeio e o setor de Playa Grande onde está localizado o sistema de radar ROTHR, bem como a lagoa Kian) em um refúgio para vida selvagem.

O acesso a estas áreas agora é até mesmo mais restrito ao público do que quando estava sob o controle da Marinha dos EUA. O que mais pode estar acontecendo que está endo escondido do povo de Porto Rico e do resto do mundo?

Jorge Martin é o Editor da revista  ENIGMAS del Milenio em Porto Rico.

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O UFO Brasileiro da Ilha de Trindade

fonte: Ronald Story’s, “The Encyclopedia of UFOs”, pages 366-369 UFOs & Water Case, Arkansas, 05-06-1897

Aqui está a história dos avistamentos de UFO na Ilha Trindade.

Trindade é uma pequena ilha deserta e rochosa localizada no meio do sul do Oceano Atlântico, entre a costa brasileira e o continente africano, a mais de 600 milhas da costa da Bahia. Durante a Segunda Guerra Mundial ela foi usada como uma base militar para os navios de guerra dos EUA e do Brasil no combate aos U-boats alemães. Depois do fim da guerra ela foi abandonada, permanecendo completamente deserta e esquecida até 1957. Em outubro daquele ano uma força tarefa da Marinha do Brasil chegou lá, sob o comando do Capitão de Corveta Carlos Alberto Bacellar. A Divisão de Hidrografia e Navegação do Ministério da Marinha tinha decidido construir um posto oceanográfico e uma estação meteorológica na ilha para pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico (IGY).

Em janeiro de 1958 o navio “Almirante Saldanha” deixou a baía do Rio de Janeiro e se dirigiu a Ilha de Trindade com uma tripulação de 300. O navio anteriormente havia sido um vaso de treinamento da Marinha do Brasil mas tinha sido convertido em uma unidade hidrográfica para ser usado na pesquisa relacionada ao Ano Internacional Geofísico. Ele era operado pela Divisão de Hidrografia e Navegação, e, desde otubro de 1957, tinha feito várias viagens a Trindade, a maioria delas relacionada aos estudos oceanográficos da Marinha para o Ano Internacional Geofísico.

Vários civis estavam a bordo do navio desta vez, oficialmente convidados para colaborarem nos estudos científicos que estavam em desenvolvimento na ilha. Um destes homens era Almiro Barauna, um fotógrafo e ex jornalista trabalhando como “free-lancer.” Ele também era um especialista em fotografia submarina.

Depois de uma viagem de rotina, o navio chegou na ilha e ficou lá por vários dias. Ele estava programado para voltar para o Rio em 16 de janeiro. Naquele dia, às 12:15 P.M., quando o navio estava se preparando para partir, um estranho objeto foi avistado simultaneamente por vários observadores reunidos no deck. O UFO veio na direção da ilha em alta velocidade, planou brevemente sobre um pico, desapareceu por trás dele por um curto tempo, e apareceu novamente para se mover afastando-se na direção do mar. Barauna estava tirando fotos das manobras do navio naquele momento. Ele avistou o UFO e tirou quatro fotos dele.

Barauna foi mais tarde entrevistado pelo repórter João Martins e suas declarações foram publicadas na revista brasileira “0 Cruzeiro” na publicação de 8 de março de 1958. Aqui está uma tradução da entrevista:

P. Mr. Barauna, quais foram as razões para sua presença a bordo do Navio Almirante Saldanha?

R. A Marinha tinha convidado várias equipes especializadas em caça submarina para visitar a Ilha de Trindade. Sou um membro do Icarai Club para Caça Submarina, e o nosso grupo foi convidado para a última viagem. Então em 8 de janeiro, quando o navio deixou o Rio, eu estava a bordo juntamente com os seguintes membros do meu grupo: Amilar Yieira Filho, capitão de nossa equipe, um empregado do governo [ele trabalhava na CACEX); Jose Teobaldo Viegas, instrutor do Aero Club de Niteroi e capitão aposentado da Força Aérea; Mauro Andrade, do London Bank; e Aloisio, um empregado municipal do Distrito Federal. Estavamos indo tentar bater alguns records em caça submarina. Pessoalmente, eu ia tirar fotografias submarinas para a Marinha e, também, escrever alguns artigos sobre a Ilha e as atividades dos cientistas trabalhando para o Ano Geofísico Internacional.

P. Haviam outros civis a bordo, além do seu grupo?

R. Sim. Havia o Professor Fernando, um geólogo, com dois assistentes, e também um fotógrafo e um repórter do jornal ‘Jornal do Brasil’. Os três cientistas deixaram o navio e foram para a ilha.

“P. Por favor, me conte qual foi a data do avistamento e o que aconteceu?

R. Foi em 16 de janeiro às 12:15 P.M. O navio estava se preparando para deixar a ilha, voltar para o Rio. Eu estava no deck observando as operações para levar a bordo o bote usado nas viagens entre o navio e a ilha [a ilha não tem uma baía]. O mar agitado. A atmosfera estava nublada, clara e sem sombras. Eu tinha minha câmera Rolleiflex 2.8, Modelo E, que era mantida dentro de uma caixa de alumínio para proteção contra os efeitos corrosivos da água e sal. Eu tinha deixado minha câmera Leica com lentes de telefoto em minha cabine uns poucos momentos antes. O deck estava cheio de marinheiros e oficiais. Repentinamente, Mr. Amilar Vieira e o Capitão Viegas me chamaram, apontando para um certo ponto no céu e gritando sobre um objeto brilhante que estava se aproximando da ilha. Neste mesmo momento, quando eu ainda estava me virando para ver o que era, o Tenente Homero, o dentista do navio, veio da proa em nossa direção, correndo, apontando para o céu e também gritando sobre o objeto que ele estava vendo. Ele estava tão perturbado e excitado que ele quase caiu depois de colidir com um cabo. Então eu finalmente fui capaz de localizar o objeto pelo flash de luz que ele emitia. Ele já estava perto da ilha. Ele brilhava em certos momentos, talvez mudando sua própria luz, não sei. Ele estava vindo sobre o mar, movendo-se na direção de um ponto chamado Crista do Galo. Eu tinha perdido trinta segundos procurando o objeto, mas a câmera já estava em minhas mãos, pronta, quando eu o avistei claramente silhuetado contra as nuvens. Tirei duas fotos antes que ele desaparecesse por traz do pico Desejado. Minha câmera estava estabelecida em uma velocidade de 125 [125o. de segundo] com uma abertura de f/8 e isto foi a causa de um erro de super exposição, como descobri depois.

“O objeto permaneceu fora de vista por uns poucos segundos – por trás do pico – reparecendo maior em tamanho e voando na direção oposta, mas baixo e mais perto do que antes, e movendo-se em uma velocidade maior. Tirei a terceira foto. A quarta e quinta foram perdidas, não por causa da velocidade que o disco estava se movendo, mas também por um outra razão: na confusão produzida como resultado do avistamento, eu estava sendo empurrado e puxado por outras pessoas que também tentavam localizar o objeto e, como uma consequência, fotografei apenas a ilha e o mar – não o objeto. Ele estava se movendo para fora do mar novamente, na direção da qual ele tinha vindo, e pareceu parar no meio do ar por um breve tempo. Naquele momento tirei minha última foto [a última do filme]. Depois de aproximadamente dez segundos, o objeto continuou a aumentar sua distância do navio, gradualmente diminuindo de tamanho e finalmente desaparecendo no horizonte.

P. Você ouviu algo não usual durante o avistamento? O objeto estava emitindo algum som?

R. Não estou certo, para ser honesto, por causa do barulho feito pelas ondas do mar contra as rochas da ilha, bem como pela gritaria a bordo do navio naquele tempo. Contudo, penso que nada ouvi além deses sons.

P. Qual era a cor do objeto?

R. Parecia ser de uma cor cinza escura, parecendo estar cercado – principalmente na área acima dele – por um tipo de condensação de vapor ou névoa esverdeada e fosforescente.

P. O objeto parecia ser metálico?

R. Sim. Obviamente era um objeto sólido.

P. Como ele estava voando? Alguma característica especial?

R. Sim. Ele mostrava um movimento ondulatório como se voasse através do céu, como o vôo de um morcego. E quando ele voltou, ele mudou a velocidade abruptamente, sem transição, como um salto.

P. Você sabe quantas pessoas a bordo do Almirante Saldanha avistaram o objeto?

R. O objeto foi avistado pr quase todas as pessoas no deck naquele tempo, incluindo o Tenente Homero, Capitão Viegas, e Amilar Vieira.

P. E o que aconteceu depois do avistamento?

R. O comandante do navo e vários oficiais da guarnição queriam ver o que eu tinha conseguido nas fotos. E eu também estava curioso, assim  decidi revelar o filme de uma vez, a bordo do navio. O processamento foi feito sob a supervisão de vários oficiais, inclusive o Comandante Carlos A. Bacellar. Mas somente os negativos foram vistos a bordo. A razão: não havia papel fotográfico para cópias no navio naquele tempo. Os negativos, contudo, foram vistos e examinados por toda a tripulação.

P.Você tinha os negativos em sua mãos?

R. Sim.

P. Você recebeu qualquer pressão para entregar estes negativos à autoridades navais?

R. Não. Comandante Saldanha da Gama e outros oficiais da Marinha a bordo foram muito gentis. Eles nunca tentaram obter os negativos de mim.

P. O que aconteceu quando o navio voltou ao Rio?

R. O navio primeiro parou em Vitória, no Espírito Santo. Como ele ia ficar lá por dois dias e depois viajar para o Rio, nós tivemos permissão – apenas os civis do grupo de caça submarina – de deixar o navio lá e tomar um ônibus para o resto da viagem. Mais tarde, dois dias depois da chegada do Almirante Saldanha ao Rio, o Comandante Bacellar (ex-comandante do posto naval em Trindade) apareceu na minha casa. Ele queria ver as ampliaçõs feitas dos negativos e pediu permissão para leva-las às autoridades navais. Dois dias mais tarde, eles me foram devolvidos com congratulações. Também foi solicitado que eu comparecesse ao Ministério da Marinha o mais cedo possível. Eles queriam me fazer certas perguntas e ver os negativos novamente.

P. E o que aconteceu lá?

R. Fui entrevistado por vários oficiais de alto escalão, que me fizeram todos os tipos de perguntas. Eu fui lá duas vezes. No primeiro encontro, eles solicitaram os negativos para exame. Eles foram enviados a uma organização civil, o Serviço Gramétrico do Aeroporto Cruzeiro do Sul, permanecendo lá por quatro dias. Os oficiais da Marinha me disseram que as análises provaram que eles eram genuínos – excluindo definitivamente a possibilidade de um truque ou falsificação. Na segunda visita, eles realizaram vários testes de tempo. Enquanto eu trabalhava com a minha Rolleiflex, tirando fotos nos mesmos intervalos de tempo que usei para fotografar o objeto, três oficiais da Marinha com cronômetros registraram os tempos. Eles chegaram a conclusão – baseados nos testes bem como nos estudos concernentes a posição do navio e exames de mapas da ilha – que o objeto estava voando em uma velocidade entre 900 e 1.000 km/hora [aproximadamente 600 mph]. O tamanho do objeto também foi estimado com base nos estudos relacionados com detalhes da ilha que também apareciam nas fotos, diagramas retirados de mapas, gráficos etc. O objeto tinha aproximadamente 120 pés de diâmetro e 24 pés de altura.

P. Você sabe algo sobre o relatório oficial sobre o caso?

R. Vi um dossiê que foi consultado muitas vezes durante o interrogatório. Contudo, não lí o que estava escrito lá. Também fui informado que as minhas fotos, misturadas com outras fotos, tinham sido mostradas a testemunhas do avistamento – para ser identificado. O resultado foi positivo.

P. Você sabe algo sobre qualquer foto de outras pessoas a bordo do navio?

R. Não. Além de mim, havia ao menos outras quatro pessoas com câmeras ao tempo do avistamento. Mas aparentemente eles não foram capazes de localizar o objeto a tempo, ou estavam paralisadas por suas emoções.

P. Você foi avisado contra algo pelas autoridades da Marinha? Houve alguma recomendação?

R. Sim. Eles me solicitaram para manter o assunto secreto por algum tempo. Eu tive permissão para publicar o caso somente depois da autorização da Marinha. A permissão foi dada, verbalmente, na noite de 15 de fevereiro pelo Comandante Bacellar. Eles fizeram apenas uma restrição, que eu não posso mencionar porque dei minha palavra.

P. Você sabe se o seu avistamento foi o primeiro sobre a Ilha de Trindade?

R. Fui informado de quatro outros avistamentos sobre a ilha durante os trinta dias anteriores o incidente de 16 de janeiro. Também fui informado de uma outra coisa: em um desses avistamentamentos o objeto foi fotografado por um sargento da Marinha. Sua foto nunca foi liberada e obviamente nunca será. As razões são evidentes. Além destes quatro avistamentos, também ouve um caso no radar. Um alvo voando em velocidade supersônica foi rastreado pelo radar do Almirante Saldanha em 15 de janeiro.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho na Ilha de Trindade?

R. Não. Lá eu era um convidado.

P. Você recebeu algum dinheiro da Marinha pelo seu trabalho fotográfico ou pelas ampliações que você fez para eles?

R. Não. Apenas recebi o papel fotográfico a ser usado para as ampliações.

P. Quantas ampliações você deu a eles?

R. 38.

P. Uma última pergunta: Que tipo de impressão você teve ao observar o disco voador?

R. Tenho certeza absoluta que era um objeto controlado – diretamente ou por controle remoto – mas muito bem operado em qualquer caso. A impressão geral das pessoas a bordo do navio foi a mesma: ele tinha vindo fazer uma estreita observação do navio.

Imediatamente depois de publicação das fotos, a Marinha Brasileira se recusou a dar qualquer declaração oficial confirmando ou negando o incidente. Contudo, as provas dos negativos originais foram enviadas a outras forças armadas pelo Presidente Kubitschek. Segundo a imprensa, a narração impressionou tanto o Presidente Kubitschek que ele se tornou convencido da veracidade do acontecimento.

Em 24 de fevereiro, três dias depois que as fotos foram publicadas pela primeira vez na imprensa, o Ministério da Marinha finalmente fez a seguinte declaração oficial: “Em referência aos relatos que apareceram na imprensa de que a Marinha faz oposição a divulgar os fatos relativos ao aparecimento de um objeto estranho sobre a Ilha de Trindade, este gabinete declara que tal informação não tem base. Este Ministério não tem motivo para impedir a divulgação das fotografias do referido objeto, tiradas por Almiro Barauna, que estava na Ilha de Trindade a convite da Marinha e na presença de um grande número de tripulantes do Almirante Saldanha de cujo deck as fotografias foram tomadas. Claramente, este Ministério não será capaz de fazer qualquer pronunciamento a respeito do objeto visto, porque as fotografias não constituem prova suficiente de tal propósito.”

Na manhã seguinte que as fotos do disco voador foram publicadas na imprensa [22 de fevereiro], o Almirante Saldanha partiu do Rio para continuar com sua missão ligada ao Ano Geofísico Internacional. Dois dias depois, contudo, o navio aportou em Santos [24 de fevereiro] para reparos de viagem; esta foi a primeira oportunidade que os jornalistas tiveram para entrevistar os oficiais e homens a bordo. O Adido Naval Assistente dos EUA estava em Santos naquele tempo, em ligação a visita do cutter da Guarda Costeira Westwind, e teve oportunidade de ir a bordo. O oficial comandante, o Capitão de Mar e Guerra Jose Santos Saldanha da Gama, não tinha visto o objeto e não estava comprometido. O oficial executivo não tinha visto também, mas chegando pouco depois tinha formado a opinião do que aqueles no deck tinham visto. O capitão havia relatado que seu secretário, o tenente comandante, tinha visto isto, mas este oficial, quando pessoalmente questionado, evitou discutir o assunto. Mais tarde, foi sabido que o fotógrafo foi acompanhado a sala escura por um oficial que esperou do lado de fora da porta enquanto Barauna revelava os negativos sozinho. Quando o oficial comandante do Westwind fez uma visita ao  Almirante Saldanha, o Capitão Saldanha da Gama discutiu livremente o incidente do disco voador e mostrou as provas originais aos solicitantes, mas não se comprometeu pessoalmente.

O Deputado Federal Sergio Magalhães enviou uma nota ao Ministério da Marinha em 27 de fevereiro, protestando a falha da Marinha em assegurar declarações juramentadas das testemunhas. “pela primeira vez na história do disco voador, o fenômeno foi assistido por um grande número de pessoas pertencentes a uma força militar, o que dá a estas fotografias um selo oficial. Ameaças à segurança nacional exigem uma atenção e ação oficial muito maior”, disse o deputado. No meio de toda publicidade, outros relatos de avistamento vieram a luz, incluindo um de um oficial naval que viu um UFO um mês antes do avistamento do Almirante Saldanha, fora da costa do Espírito Santo. O oficial comandante e a tripulação do Ata Tridente tinha visto um UFO vários dias antes do episódio do Almirante Saldanha, mas tinha mantido a informação secreta.

Published in: on setembro 22, 2008 at 4:23 pm  Deixe um comentário  
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Abduções ET ou do Governo?

Projeto Open Mind (MILABS): Algumas Abduções Alienígenas são Experimentos de Controle Mental do Governo?

de Katharina Wilson

A maioria das pessoas entende que como uma única entidade, o governo não está ciente da extensiva natureza do fenômeno UFO-ET. Embora seja seguro assumir que o conhecimento deles tem sido altamente compartimentalizado, há pessoas específicas dentro do governo [agências específicas e pessoal militar ligado a estas agências] que tem a “necessidade de saber”. É a estes indivíduos que estou me referindo quando falo sobre o alegado envolvimento do governo nas abduções. Os tipos de abdução que eles alegadamente realizam tem sido chamadas “MILABS.”

Há diferentes hipóteses sobre porque alguns abduzidos estão vendo pessoal militar durante suas supostas experiências alienígenas.

I. Quem eles estão vendo?

O pessoal militar…

a. …pode realmente ser ETs usando técnicas de camuflagem e mémorias em tela para enganar os abduzidos a acreditarem que o governo deles está envolvido.
b. …pode ser parte de uma agência secreta ou uma equipe militar que esteja envolvida em recuperar a informação dos abduzidos sobre os ETs
c. …pode estar trabalhando com alguns ETs
d. …pode ser híbrido –  uma combinação genética ou cruzada entre humanos e ETs, que vestem uniformes de tipo militar para confundir os abduzidos.
e. …pode ser parte de uma secreta agência humana ou equipe militar abduzindo humanos para criar a impressão que os ETs abduzem humanos; ou para disseminar a confusão a respeito da possível presença e atividades dos ETs na Terra; ou por alguma outra razão além do nosso atual entendimento.

II. Motivo

A despeito se nossos abdutores são humanos ou extraterrestres, os motivos possíveis para interagir com ou  nos abduzir incluem:

a. um estudo longitudinal: estudar as respostas psicológicas e fisiológicas dos abduzidos durante longos períodos de tempo
b. estudar diferentes tipos de respostas humanas e como elas se relacionam a diferenças culturais e socio-economicas
c. a criação de uma nova raça  (uma hipótese controversa)
d. a criação de um soldado “novo e melhor”
e. realizar experimentos físicos para testes secretos de:

(i) novas drogas e vacinas
(ii) técnicas de clonagem (pela coleta de tecidos e fluido)
(iii) modificação do comportamento / técnicas de “controle mental”
(iv) alterações e/ou mapeaento do genoma humano
(v) substâncias desconhecidas (talvez alienígenas)
(vi) induzir experiências paranormais

III. Manter Sigilo

Se estamos ou não lidando com extraterrestres ou com um nefasto grupo de poderosos seres humanos, parece haver subjacente uma campanha de desinformação.  Isto tem sido orquestrado para enganar os abduzidos – e portanto a comunidade de pesquisa e o público – sobre qual seja a verdade. Para afastar o foco da verdadeira agenda, os aliens podem querer que nós lembremos de termos visto humanos, e os humanos podem querer que nos lembremos de termos visto ETs.

IV. Ajudar a Humanidade

É duvidoso [mas não é impossível] que o grupo humano teria intenções de ajudar seus companheiros no futuro. A menos que o grupo humano tenha desenvolvido a tecnologia para olhar o futuro da humanidade, minha hipótese é que qualquer “propósito de ajuda” relacionado a este fenômeno incluiria um pequeno grupo de humanos que se separou do “nefasto grupo humano”, extraterrestres, seres espirituais ou todos os três.  É também sensível assumir que seres espirituais que venham em ambas formas positivas e negativas e possam também estar influenciando o completo fenômeno UFO-ET.

Pode ser esforços para mostrar aos abduzidos o que o futuro da humanidade reserva, talvez até mesmo demonstrar o que alguns ETs estão planejando fazer. Muitas das visões e sonhos de aprendizado que os abduzidos vivenciam ilustram que uma guerra catastrófica e mudanças na Terra ocorrerão em nosso futuro. Pela dessensibilização e treinamento, as visões, os sonhos de ensinamento e outros cenários podem ser instrumentos que os ETs estejam usando como meios de ajudarem os abduzidos a manterem um certo nível de funcionamento durante um futuro evento desta magnitude.

de Katharina Wilson © 1996

Notas:

[1] O termo “MILABS foi dado pelo Dr. Helmut_Lammer e significa “abduções militares.”

Além disso, o Dr. Steven Greer também tem lançado uma investigação sobre este assunto. Dr. Greer tem afirmado que ele tem informação de primeira mão de antigo pessoal militar que estão prontos para irem a registro como tendo ou conhecimento de primeira mão sobre isto ou a experiência direta sobre este assunto.

[2] As Opções (d) e (e) tem sido publicadas pelo Dr. Jacobs em seus livros. Venho com as mesmas hipóteses de minhas experiências e pesquisas pessoais. Se você é novo neste assunto e não leu os livros do Dr. Jacob, altamente recomendo os seguintes: David M. Jacobs, The UFO Controversy in America, (Indiana University Press, 1975); Secret Life: Firsthand Accounts of UFO Abductions, (1992), and The Threat, (1998); Simon & Schuster.

[3] Para propósitos de manter isto de certa forma conciso, tenho optado por não discutir o que acredito ser o impacto do espírito-mundo sobre o fenômeno UFO-ET. Minha razão é que não sou nem uma especialista em fenômeno paranormal nem em ensinamentos religiosos-espirituais. Contudo, acredito que seja possível qur algumas porções do fenômeno da abdução possam envolver uma ‘guerra espiritual’. Se você está interessado neste assunto, por favor procure “True Light Ministries” de Bobby Ripp e “CE 4 Research Group.” de  Wes Clark.Os links deles estão localizados em “Resources of the Personal Contact” deste website.

[4] “Experiências de aprendizado” pode ser um termo melhor, já que eles não são sonhos. Contudo, muitos abduzidos se sentem mais confortáveis chamando-os de sonhos. Os sonhos de aprendizado ocorrem dentro do contexto de uma abdução. O abduzido participa ativamente de um sonho de aprendizado ou experiência de aprendizado. Visões são normalmente mostradas aos abduzidos embora algumas vezes hava algum entrelaçamento entre os dois. O ponto principal é que as visões e sonhos de aprendizado são usados para transmitir um monte de informação durante um período de tempo relatvamente curto. Ambos podem ilustrar a verdade ou ser de uma natureza enganosa. A maioria dos abduzidos descreve ambos fenômenos como sendo incrivelmente vívidos e muitos se lembram de detalhes sobre eles.

Introdução

Não estou certa do que seja pior: acreditar que você tem sido abduzido e experimentado por ETs de um outro planeta ou suspeitar que você tem sido abduzido e experimentado por membros de nossa própria espécie. Talvez seja mais fácil para nós em um sentido psicológico, suspeitar que temos sido abduzidos e experimentados por alienígenas  porque de um modo estranho, podemos desculpar os aliens por não entenderem nossos costumes e por “não saber melhor”.

Quando ouvi minha primeira história sobre uma pessoa que acreditava que eles tinham sido experimentados por membros de nosso próprio gobverno, pensei ter ouvido tudo. Para mim, esta história era mais inacreditável e mais bizarra do que as histórias que eu tinha ouvido sobre as abduções alienígenas. O que esta pessoa disse era, que eles acreditavam que tinham sido expostos a microondas de pequenas caixas negras que tinham sido colocadas nas propriedades deles por agentes secretos do governo. Eles diziam que tinham sido irradiados por microondas como parte de um experimento secreto do governo. Eu descartei esta informação como vindo de alguém que estava paranóide e não dei a isso um outro pensamento. Durante este tempo de minha vida eu nada sabia sobre a experimentação de nosso governo em cidadãos americanos.

Pouco depois, decidi escrever sobre minhas experiências de abdução. Escrever meus livros levou vários meses e durante este tempo eu me mantive ocupada com a programação de apoio da abdução e me encontrei revivendo muitos eventos da vida que eu pensava que tinha posto para trás de mim por bem. Havia também certas experiências que há muito eu havia procurado uma explicação, mas nada encontrei.  Estas eram as minhas experiências de abdução com encontros alienígenas durante os quais eu vi militares e outro pessoal de aparência oficial. Em “The Alien Jigsaw”, uma das minhas conclusões foi a que eu tinha sido abduzida por alienígenas, e ou alguns membros do governo estavam trabalhando com eles, ou os aliens tem me manipulado para acreditar que o nosso governo esteja trabalhando com eles. Pouco eu entendia que este aspecto de minhas experiências alien me levariam a escrever este artigo hoje.

Um outro evento que me levou a escrever este artigo foi a minha correspodência com um pesquisador austríaco chamado Dr. Helmut_Lammer que atualmente está publicando um livro sobre controle mental e abduções alienígenas. Já que o Dr. Lammer me pediu para escrever para seu novo livro, eu precisava entender mais sobre o assunto de controle mental. Meu primeiro passo era ler. Depois de ler inúmeros livros e narrativas pessoais,entendi que precisava dar uma olhada mais profunda em algumas de minhas experiências de abdução.

Embora haja muitas diferenças impressionantes entre as experiências dos abduzidos e as vítimas de controle mental, há também alguns paralelos perturbadores. Como o Dr. Lammer e outros, estou preocupada com o que parece ser um claro entrelaçamento entre o que alguns abduzidos relatam e o que algumas vítimas de controle mental relatam.

O que eu quero fazer no Projeto Open Mind (MILABS) é determinar se os militares e outro pessoal do governo que os abduzidos relatam verem durante  suas experiências tem ambos o motivo e os meios de estarem lá.

Em “The Controllers” [Os Controladores, futuro artigo neste blog] Martin Cannon escreve, “a tarefa não recompensada dos abduzidos é relatar o que ele ou ela tem vivenciado tão verdadeiramente quanto possível, não contaminado pela especulação externa”.

A Parte Dois do Projeto Open Mind se focaliza nos sujeitos do controle do comportamento e controle mental. Nesta seção confio pesadamente no trabalho de outros pesquisadores e jornalistas. Para cada assunto que eu discuto há muitos livros, cada um com centenas de páginas. Para cada livro, há milhares de documentos e relatos que os pesquisadores e jornalistas tem laboriosamente localizado e meticulosamente estudado. Assim, para melhor entendimento desta mensagem tenho incluido uma seção sobre os autores  de forma que o leitor possa ganhar algum conhecimento básico sobre os mensageiros.

Tenho criado a seguinte linha do tempo porque é importante entender a história recente de nosso governo federal e como as atividades de certas agências fazem negócios. Quero deixar claro que o governo dos EUA certamente não é o único governo que tem permitido experiências em seus próprios cidadãos. Contudo, gostaria de lembrar ao leitor que somente na América temos o direito de expressarmos publicamente nossas crenças, idéias, preocupações sem medo de retribuição. Gostaria de manter este direito, e talvez ao ensinar a outros que o segredo gera a impunidade, nós não percamos este direito.

Minha linha de tempo termina em 1980 porque sinto que a maioria dos livros e informação sobre controle mental, UFOs e abduções alienígenas tem sido publicada ou televisionada desde 1980 pode ainda ser localizado. Finalmente, esta linha de tempo foi criada como um  rápido guia de referência para mostrar ao público quão bem o fenômeno UFO tem sido documentado, bem como tão bem o controle mental e comportamental tem sido estudado.

Em seu livro, “Flying Saucers from Outer Space”, o Major Donald Keyhoe faz referência a vários avistamentos que ocorreram durante os anos de 1800 e até mesmo afirma que objetos não usuais e luzes tem sido relatados por todo mundo tão cedo quanto nos anos de 1700.

1933 – A investigação oficial sobre objetos voadores não identificados  (UFOs) começou quando misteriosos “foguetes fantasmas” foram vistos sobre a Escandinávia, Bretanha e EUA.

1939 – Começou a Segunda Guerra Mundial

1941 – COI, o escritório de Coordenador da Informação foi criado pelo Presidente Roosevelt para o General William J. Donovan, emissário especial de Roosevelt. A meta de Donovan era lutar “a nova e importante guerra”. A guerra psicológica. Esta foi a guerra que eventualmente foi movida contra o povo americano.

1942 – Milhares de pessoas em Los Angeles, Califórnia, testemunharam um enorme UFO planando sobre a cidade. Foram disparadas 1.430 cargas de anti-aeronaves contra o UFO em uma tentativa de abater a nave. Isto falhou. A nave se moveu na direção de Santa Monica e então Long Beach, e então desapareceu de vista.

1942 – O OSS, Escritório de Serviços Estratégicos foi formado para substituir o COI. A carta de direitos para a guerra psicológica para o OSS foi criada. Durante seus três anos de existência, “ele desenvolveu guerra psicológica como uma arma eficaz contra a mente de populações civis e militares tanto estrangeiras quanto domésticas”.

1943 – pequenos veículos aéreos de origem desconhecida foram avistados por pilotos durante a Segunda Guerra Mundial. Nem os alemães, nem os britânicos, nem os americanos sabiam o que eles eram ou a quem pertenciam. Os pilotos apelidaram estes objetos de “foo fighters.” Neste mesmo ano, um objeto em forma de frigideira de torta foi visto por um jovem de 26 anos que estava na Marinha nas Ilhas Russell. Ele não relatou seu avistamento oficialmente até 1947.

A guerra tinha envolvido cada maior poder no mundo e estava rompendo adiante. Em uma tentativa de construir a primeira bomba atômica, o Projeto Manhattan decolava em pleno vôo. Um grande grupo de cientistas americanos e “refugiados europeus” teve sucesso em construir a primeira bomba atômica que acabou com a Segunda Guerra Mundial em 1945.  A Segunda Guerra Mundial não apenas ajudou a criar a primeira bomba atômica, também fez da ciência o fator de mobilização para a defesa de um país.

1945 – (Pós guerra) o OSS foi desmantelado e o Ato de Segurança Nacional criou a estrutura de comando para a Guerra Fria.

1946 – os “foguetes fantasmas” e outros objtos voadores não identificados continuaram a serem relatados sobre muitos países diferentes, mundialmente.

1947 – junho: o piloto veterano Kenneth Arnold teve um avistamento de nove objetos voadores brilhantes em forma de crescente voando em formação perto de Monte Rainier, Washington. Os objetos estavam viajando “ao menos em 1.200 milhas por hora.”

1947 – julho: a queda do que foi acreditado ser uma nave estraterrestre de origem desconhecida fez manchetes nos jornais. Isto agora é conhecido como “o Incidente de Roswell”. Apenas nos EUA, houve centenas de relatos de objetos voadores não identificados durante aquele ano.

1947 – setembro: A CIA, Agência Central de Inteligência foi criada para continuar de onde o OSS parou.  Segundo Good, “a CIA…foi criada no mesmo mês do  MJ-12.” Este ainda é um tópico calorosamente debatido. “MJ-12 (Majestic 12) foi um painel altamente secreto formado pelo Presidente Truman para investigar UFOs e relatar seus achados ao Presidente.”

1947 – Foi criado o Projeto SIGN. Este foi um estudo da Força Aérea sobre UFOs, sua performance e seu propósito. “Para preservar a segurança, uma ligação entre o Projeto SIGN e o Majestic 12 foi limitada a duas pessoas dentro da divisão de inetligência do Comando Material Aéreo.” “O Projeto SIGN foi criado para investigar [UFOs] e também esconder a verdade do público.”

1948 – Os pilotos de um DC-3 da Eastern Airlines relataram estarem em um curso de colisão com um objeto em forma de charuto ‘aproximadamente duas vezes o diâmetro de um B-29 sem superfícies protusas.” Segundo um dos pilotos, “ele parou com uma tremenda explosão de chamas de trás e disparou entre as nuvens, sua propulsão a jato balançando o nosso DC-3.”

1948 – o Projeto SIGN foi renomeado Projeto GRUDGE e o estudo da Força Aérea sobre UFOs foi realizado sob o nome código “Blue Book.” Na realidade, o Projeto GRUDGE não realizou um estudo sério sobre UFOs.

1948 – as intrusões de UFO começaram a ocorrer sobre bases militares sensíveis e instalações nucleares pelos EUA. Estas intrusões foram abordadas em um relatório secreto da CIA em 1952.

1948 – talvez 1949: o Projeto TWINKLE foi criado pela Força Aérea em resposta ao que ela pensava ser mísseis guiados extraterrestres que explodiram perto de Albuquerque, Novo México.

1950 – o Projeto BLUEBIRD foi aprovado pelo primeiro Diretor da CIA, Roscoe Hillenkoetter. Ele também aprovou o uso de fundos “não garantidos” [fora do orçamento] para pagar por suas áreas sensíveis. Isto começou o primeiro programa comportamental estruturado da CIA. Suas metas consistiam em “controlar um indivíduo ao ponto onde ele fará o que quisermos contra sua vontade e até mesmo contra as leis fundamentais da auto-preservação.” Alguns de seus sujeitos experimentais incluiramm prisioneiros de guerra norte coreanos e suspeitos agentes duplos.”

1951 – o Projeto GRUDGE é renomeado Projeto BLUEBOOK

1951 – pilotos militares americanos relataram UFOs perto da Islândia e em muitas locações através dos EUA.

1951 – o Projeto BLUEBIRD foi renomeado Projeto ARTICHOKE. O Diretor da CIA aprovou uma ligação com a Marinha e o Exército que estavam interessados em descobrir um soro da verdade. Uma outra ligação foi formada com a Força Aérea que queria estudar técnicas de interrogatório. A informação também foi trocada com os governos britânico e canadense.

Alguns sujeitos experimentais do Projeto ARTICHOKE incluiram: agentes suspeitos, agentes suspeitos de serem duplos. pessoas que tinham uma razão conhecida para o “engano”, estudantes universitários americanos [supostamentes nos testes mais benignos] e estrangeiros [já que a CIA era mais provável de tentar certos procedimentos neles do que em cidadãos americanos]. Experimentos “terminais” ou “para a morte” eram geralmente realizados lá fora, em outros países.

Segundo Bowart, o método de controle usado em dois agentes envolveu drogas e hipnose [narco-hipnose]. Os sujeitos eram hipnoticamente regredidos e feitos reviverem as experiências passadas. Sugestões pós hipnóticas eram dadas para induzir a amnésia total de seus interrogatórios. A CIA disse que estes experimentos foram “muito bem sucedidos”.

1951 – o Projeto CHATTER, um programa altamente clasificado da Marinha em busca de uma “droga da verdade” começou. Eles estavam procurando um meio de alguém falar rápido no caso de uma emergência de segurança. Estes experimentos usaram barbituratos, anfetaminas e heroína. As drogas eram fornecidas pelo Escritório de Narcóticos e companhias farmacêuticas. Alguns dos sujeitos experimentais incluiam os próprios cientistas, e a maioria estudantes.

1952 – uma outra onda de avistamentos UFO ocorreu neste ano. “Em 19 e 20 de julho os UFOs foram vistos por sobre todo Washington, D.C. por tripulações de várias aeronaves comerciais e foram rastreados pelo radar da base da Força Aérea de Andrewsbem como pelo Centro de Controle de Tráfego Aéreo no Aeroporto Nacional de Washington.”

1952 – A  NSA, a Agência de Segurança Nacional é criada como uma agência separadamente organizada dentro do Departamento de Defesa. Com sede em Fort Meade, Maryland, suas principais funções são proteger as comunicações do governo dos EUA e interceptar as comunicações estrangeiras. Eles tem a habilidade de monitorar, traduzir e decifrar as comunicações de qualquer tipo.

1952 – o Projeto CASTIGATE começou quando a Marinha e a CIA se uniram para testar uma “poção secreta”| que consistia em um depressor, um estimulante e o ingrediente ativo da marijuana. As drogas eram para ser administradas durante um período de três dias. O experimento foi realizado na Alemanha em uma base secreta da CIA em uma instalação militar. Os sujeitos experimentais incluiam um conhecido agente duplo, um suspeito agente duplo e três desertores. O Projeto CASTIGATE foi considerado um fracasso.

1952 – MKNAOMI (M-K significando controle mental.) O acordo do TSS com a Divisão de Operações Especiais  do centro de pesquisa biológica do Exército em Fort Detrick, Maryland, cujo negócio era produzir armas biológicas para uso da CIA.

TSS significa Equipe de Serviços Técnicos e era uma agência referida como ” os Magos da Máquina” similar ao  que “Q” é para James Bond.

1952 – em direção ao fim de 1952, a Força Aérea tinha mais de 1.500 novos relatos UFOs em seus arquivos e 303 deles eram não identificados. O avistamento sobre Washington D.C. mudou muito para a Força Aérea. Já que a puyblicidade era completa, um painel especial foi criado para desmentir oficialmente os UFOs. Esta painel foi patrocinado pela CIA e foi chamado “O Painel Robertson.”

1953 – O Painel Robertson disse: “O meta do desmentido resultaria na redução do interesse público em discos voadores, que hoje evoca uma forte reação psicológica. Esta educação poderia ser realizada pela media de massa tal como a televisão, imagens em movimento, artigos populares… Um tal programa deve tender a reduzir a atual credulidade do público e consequentemente sua suscetibilidade a uma propaganda hostil sagaz”.

Neste mesmo ano, um jato da Força Aérea desapareceu sobre o norte de Michigan enquanto tentava interceptar um UFO. Segundo Good, “…o incidente nunca tem sido explicado… nem os destroços e nem o piloto nunca foram encontrados.”

1953 – o Projeto CHATTER foi abandonado pela Marinha.

1953 – o MKULTRA, um programa da CIA para uso encoberto de armas químicas e biológicas começou. Bowart afirma, “Segundo documentos da CIA, MKULTRA era ‘um projeto de abrigo para custeio de projetos sensíveis’ e encoberta “política e procedimentos para o uso de bioquímicos em operações clandestinas…’ ” “MKULTRA era excetuado de controles financeiros normais da CIA e permitia que o TSS começasse projetos de pesquisa sem contratos ou acordos escritos.”

Como usual, MKDELTA e MKNAOMI já tinham sido estabelecidos antes que a CIA desse permissão especial para o MKULTRA. MKDELTA se tornou o braço operacional do MKULTRA.

MKULTRA se concentrava em drogas, especificamente LSD já que a CIA tinha uma fobia sobre o LSD acabar nas mãos dos russos. A CIA queria usar o LSD como uma arma. Os russos e a Guerra Fria eram usados como uma desculpa de segurança nacional para a maioria das ações da CIA. A CIA estudou centenas de outras drogas além do LSD, bem como experimentou com: “radiação, eletrochoque, psicologia, antropologia, sociologia, psiquiatria, sustâncias de perseguição e aparelhos e materiais paramilitares”.

Parece que os próprios cientistas apreciavam testar eles próprios as drogas, mas eles também usaram muitos pacientes de hospital, voluntários [a maioria estudantes], prisioneiros que eram geralmente pagos por sua participação com mais drogas, e eventualmente qualquer um que a CIA pudesse obter, sem o consentimento deles, com certeza. Os “cientistas” da CIA até mesmo se reduziram a cobrir de pó ou de spray incautos cidadãos americanos quando estes andavam nas ruas das cidades. Mais tarde eles estudariam como manipular genes, e desenvolver compostos que pudessem estimular ataques cardíacos e derrames.

1954 – “Em 5 de maio, dois objetos enormes manobraram a alta atitude sobre WASHINGTON  D.C. No dia seguinte o radar da Marinha rastreou uma máquina enorme circulando a 90.000 pés acima da capital… em junho… a mesma espaçonave ou uma similar voltou… desta vez ela permaneceu duas horas manobrando entre a capital e Baltimore”

1954 – o Projeto SIGMA foi alegadamente criado para estabelecer comunicações com os aliens. É dito ter encontrado “sucesso positivo”. Se os relatos de primeira e segunda mãos dos militares que tem sido baseados na instalação secreta de Groom Lake são verdadeiros, então o Projeto SIGMA de fato teve sucesso.

1957 – Um fazendeiro sul-americano chamado Antonio Villas-Boas foi abduzido por seres não humanos e levado a bordo de uma nave que tinha póusado em seu campo. Villas-Boas contou sua história aos externos pela primeira vez em 1958. Ainda se passariam quatro anos antes que a abdução de Betty e Barney Hill ocorresse nos EUA.

1958 – Major Donald Keyhoe, Diretor do Comitê Nacional de Investigações do Fenômeno Aéreo (NICAP), apareceu como convidado no “Armstrong Circle Theater Show.” Ele tinha planejado fazer um anúncio sobre o que o governo dos EUA sabia sobre os UFOs. Ele começou afirmando, “E agora vou revelar algo que nunca tem sido revelado antes… pelos últimos seis anos temos estado trabalhando com um comitê congressional investigando o segredo oficial sobre os UFOs…” Naquele momento o produtor do show (CBS) cortou o audio e o público não foi capaz de ouvir o resto da declaração do Major Keyhoe. Mais tarde foi determinado ter feito isso por causa da pressão dos porta-vozes da Força Aérea no interesse da segurança Nacional.

1961 – Enquanto dirigia para casa em New Hampshire do Canadá em uma noite de 1961, um casal chamado Betty e Barney Hill avistou um disco voador no céu. Depois de muitos meses de sofrimento eles buscaram ajuda psiquiátrica. Depois de várias regressões hipnóticas eles se recordaram de terem sido abduzidos por humanóides [mais tarde chamados aliens]. Este foi o primeiro caso relatado de abdução nos EUA. A história deles foi publicada em 1966.

1964 – MKULTRA se torna MKSEARCH. Muitos sub-projetos ficam sob MKULTRA enquanto os experimentos comportamentais mais sensíveis vão para MKSEARCH. Estes experimentos foram realizados em prisioneiros, pacientes de câncer terminal, e pessoas que eram descritas como ‘mentalmente defeituosas”. Eles também usaram ondas de radar em cérebros de macacos (que arriscava “cozinhar” o cérebro deles) e um cientista tomou a cabeça de um macaco e tentou coloca-la no corpo de outro. Outros experimentos envolveram estudar telepatia, radio frequências e memória.

1964 – Começaram os relatos de pessoas que diziam terem visto seres aliens em associação com UFOs. Relatos envolvendo misteriosos homens do governo que tentavam silenciar as testemunhas foram relatados também. Estes homens misteriosos tem sido chamados de MIBs ou “Men In Black.” Há uma especulação que estes MIBs sejam agentes da CIA ou homens de uma agência ainda mais sigilosa. Há também alguns ufologistas e pesquisadores da abdução que acreditam que os MIBs sejam realmente aliens disfarçados em humanos.

Neste mesmo ano um pouso de UFO ocorreu e deixou evidência física. O pouso ocorreu em Socorro, Novo México, e foi testemunhado por um policial chamado Lonnie Zamora. A Força Aérea esteve envolvida na investigação deste caso e ele permanece listado como não identificado.

1967 – Um homem chamado Stephen Michalak foi até um UFO pousado perto de Falcon Lake, Canadá. Quando ele tocou a nave uma explosão de ar quente saiu de uma grelha de escapamento e o atingiu. Ele imeiatamente ficou nauseado e com uma terrível dor de cabeça. A explosão do vapor quente criou uma marca de queimadura dolorosa em sua região do estomago.

Projeto MOONDUST, embora não seja dada nenhuma data de criação, é descrito por Good: “Este projeto era, e possivelmente ainda seja, um programa de destroços espaciais estrangeiros da Divisão de Tecnologia Externa da Base da Força Aérea de Wright-Patterson, Dayton, Ohio que pertence ao Comando de Sistema da Força Aérea dos EUA. Quanto sua função primária seja a recuperação de restos de mísseis e de satélites, há indicações que ela também tem estado envolvida a recuperação de artefatos mais exóticos. Alegadadamente o Projeto MOONDUST está envolvido na recuperação de UFOs acidentados.

1967 ou 1968, Projeto OFTEN/CHICKWIT foi iniciado pelo Corpo Químico do Exército e o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento da CIA para criar novos compostos de drogas “que possam ser usadas ofensivamente”. Os alucinógenos eram testados em prisioneiros na Pennsylvania, mas pouco é conhecido sobre os experimentos. “Documentos da CIA mencionam ´vários acidentes de laboratório’ nos quais uma droga designada EA-3167 produziu ‘prolongados efeitos psicóticos no pessoal do laboratório’

Pareceria que a  testagem de drogas da CIA continuou durante a década de 1970 porque há “um memorando da CIA datado de 8 de março de 1971 que indica que uma reserva de mais de 26.000 drogas tinha sido adquirida  ‘para futura testagem’

1969 – oficialmente terminou o Projeto BLUEBOOK. Já que ele tinha sido feito público, cada pesquisador sério agora sabe que o Projeto BLUEBOOK nada mais era que um acobertameno bem planejado de avistamentos UFO, fotografias UFO, vídeos UFO, e investigações UFO pelo governo dos EUA.

MKSEARCH continuou no início da década de 1970 e mais experimentos foram realizados sob o ORD, o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento.  Alguns destes experimentos consistiriam em implantar eletrodos nos cérebros de gatos, cachorros e répteis e controla-los remotamente. Os experimentos animais sempre foram [e ainda são] realizados primeiro e infamemente, mas não ouvimos sobre estas atrocidades.

Segundo Bowart, as seguintes agências estavam envolvidas nos projetos de pesquisa comportamental e de modificação do comportamento: o Departamento de Defesa; o Departamento do Trabalho; a Fundação Nacional de Ciências; a Administração dos Veteranos;; o Departamento da Saúde, Educação e Bem-estar; o Instituto Nacional de Saúde Mental; a Administração de Assistência ao Cumprimento da Lei [sob o Departamento de Justiça]. “Todas as agências acima eram denominadas em secretos documentos da CIA como aquelas que forneciam cobertura de pesquisa para o MKULTRA.”

1970 – pela década de 1970 uma onda de avistamentos UFO ocorreu na Bolívia, Espanha, Coréia, Irã e Peru.

1972 – o Projeto SNOWBIRD foi alegadamente criado para teste de vôo de naves aliens recuperadas e é dito estar continuando em Nevada. O Projeto AQUARIUS, que ainda está classificado, alegadamente também está relacionado ao estudo dos UFOs. Até agora sabemos que este seja um projeto classificado a longo prazo.

1973 – Enquanto pescavam uma noite em Pascagoula, Mississippi, Charles Hickson e Calvin Parker ouviram um som de ataque. Quando eles olharam na direção do som, para surpresa deles – eles viram uma nave se aproximando. Não havia barulho de motor, apenas uma uz pulsátil azul. Assim começou uma outra abdução de humanos por seres não humanos. O caso deles foi investigado pelo falecido Dr. Allen Hynek, Professor de Astronomia da Universidade Northwestern, um principal especialista em UFOs na América. O caso se tornou público, primeiro pela imprensa e então pelo próprio Charles Hickson.

1977 – Depois dos julgamentos e tribulações da CIA em meados dos anos de 1970, o Presidente Carter indicou seu antigo colega de turma em Annapolis, Almirante Stansfield Turner, chefe da comunidade de inetligência. Segundo Bowart, “Ao fazer isso ele deu ao Almirante tais poderes que nenhum outro Diretor de Inteligência na história dos EUA já tivesse possuído… Parecendo reorganizar a comunidade de inteligência sob Turner, ele meramente fortaleceu seu potencial totalitário.”

1980 – Durante o litígio contra a CIA pelos “Cidadãos Contra o Segredo UFO” (CAUS), um representante do NSA “admitiu em uma audiência na côrte que o NSA tinha encontrado um total de 239 documentos sobre UFOs que eram relevantes para as solicitações do FOIA.”

1980 – em dezembro, um objeto fogoso foi visto no céu noturno do Texas por uma mulher chamada Betty Cash, a amiga dela Vickie Landrum, e seu neto de sete anos Colby. O objeto tinha chamas disparando dele e as três testemunhas sairam do carro para ver melhor. O objeto tinha a forma de um diamante e fziam sons de bip. Ele estava cercado por 23 helicópteros Chinook que, estranhamente, pareciam estar escoltando a nave fogosa. Depois do avistamento deles, “Betty teve uma dor de cabeça cegante, dores em seu pescoço e nódulos na cabeça e escalpo pela queima de onde saia um fluido claro. Ele teve vômitos, diarréia e náusea. Quatro dias mais tarde ele foi admitida no hospital como vitima de queimadura … mais tarde … Betty desenvolveu câncer de mama e fez uma mastectomia.”

As testemunhas processaram o governo dos EUA, mas “o caso delas foi eventualmente arquivado com base em que nenhum tal objeto era possuido, operava ou estava no inventáro da Força Aérea, Marinha, Exército ou NASA.”

Geralmente é acreditado por muitos indivíduos, incluindo os autores de várias referências que tenho citado, que nem os projetos de controle mental nem seus projetos UFOs foram terminados na década de 1970. Porque o nosso governo permite que estas agências operem em segredo, não há imputabilidade. A meta destas porção do Projeto Open Mind (MILABS) é apresentar ao leitor as tecnologias que podem estar envolvidas em responder a pergunta: “Algumas abduções alienígenas são experimentos de controle mental do governo?” Até mesmo se decidirmos que todas as abduções alienígenas são realizadas por ETs, esta informação ainda será útil para o nosso entendimento de como os humanos podem ser controlados. Se decidirmos que algumas abduções são realizadas por uma força nefasta de dentro de nosso governo, ou que o fenômeno da abdução alienígena é um acobertamento para um projeto secreto sendo realizado por outros humanos, entender esta informação pode nos ajudar a terminar algumas ou todas estas atividades.

Tenho dividido a seguinte informação em sete seções. Por favor, comprenda que apenas estou dando uma breve história ou descrição de cada um destes assuntos já que há bastante informação publicada sobre todos eles – com a exceção da seção II – para escrever seis livros separados. A informação  que cobrirei inclui: I) Uma Breve História da Estimulação Eletrônica do Cérebro, II) Controle Intracerebral Radio Hipnótico e Dissolução Eletrônica da Memória, III) Aplicações da Eletroencefalografia, IV) Hipnose, V) Radiação Microondas, VI) Uma Defesa Duvidosa, e VII) Cirurgia Virtual – Realidade Virtual .

Seção I

Uma Breve História da Estimulação Eletrônica do Cérebro ou ESB

Em 1928, os cientistas descobriram o que eles chamaram um ‘centro de violência’ no hipotálamo do cérebro. Eles descobriram que quando a região posterior do hipotálamo do cérebro de um animal era destruído, o animal permanecia em um permanente estado de raiva. Logo, os cientistas descobriram que ao invés de destruir esta área do hipotálamo, tudo o que eles precisavam fazer era estimula-la para produzir os mesmos efeitos da raiva e o comportamento violento. Então veio a invenção de pequeninos eletrodos como agulhas que podem ser inseridos em qualquer parte do cérebro sem causar um dano permanente. Os cientistas descobriram que eles podiam conectar estes estimuladores cerebrais a um aparelho que habilitaria o animal a estimular seu próprio cérebro. Obviamente, quando era dada uma escolha aos animais, eles preferiam estimular outras áreas de seus cérebros tais como os centros do prazer do que os centros da violência ou da dor.

Com fundos doados pela Fundação Rockefeller à Universidade McGill, uma instalação psiquiátrica chamada Allan Memorial foi criada em 1943, e um Dr. Ewen Cameron se tornou o chefe da instalação. Com custeio adicional da CIA durante a década de 1950, Cameron usou técnicas experimentais em seus pacientes, muitos dos quais eram mulheres.

Uma das terapias de Cameron foi chamada “despadronização,” e foi descrita como “a quebra dos padrões existentes de comportamento, tanto os normais quanto os esquizofrênicos, por meio de eletrochoques particularmente intensivos, geralmente combinados com prolongada indução do sono por drogas” O que ele criou foram “vegetais mentais’.  Cameron deixou estas pessoas desafortunadas com muito poucas memórias. Contudo, ele não parou aqui.

Cameron então usaria uma outra técnica em seus pacientes que ele chamou de “direção psíquica”. Durante esta parte de sua “terapia” ele bombardearia o paciente com repetidas mensagens verbais que eram “emocionalmente carregadas” e mentalmente abusivas. Os pacientes eram forçados a ouvirem gravações de audio toda a noite assim que se deitavam [drogados] em suas camas porque Cameron ordenou que os auto-falantes fossem colocados sob os travesseiros. Depois de duas semanas ou mais, ele então forçaria os pacientes a ouvirem as chamadas fitas de direcionamento psíquico positivo aparentemente para induzir novos padrões de pensamento. Cameron victimizou seus pacientes pelo uso de técnicas não aprovadas de modificação comportamental.

Também durante as décadas de 1940 e 1950, um neuro-cirurgião (da Universidade McGill) chamado Wilder Penfield e seu colega realizaram experimentos de estimulação cerebral em cérebros expostos de pacientes durante a neuro-cirurgia. O que eles descobriram foi que os cérebros de seus pacientes podiam ser estimulados de um modo tal que eles se lembrariam de eventos passados. Os médicos também descobriram que os cérebros de seus pacientes podiam ser estimulados para faze-los vivenciar  “estranhos sentimentos de familiaridade”. Seus pacientes estavam alertas durante estes procedimentos, mas “eles relatavam que as coisas e as pessoas na sala de operação eram de certa forma familiares. Alguns disseram que eles sentiam que tudo ao redor deles tinha acontecido antes ou era parte de um sonho.”

A maior parte das pessoas que tem feito um curso básico de psicologia tem sido apresentada a José Manuel Rodriquez Delgado, o neurofisiologista que, em 1964, se tornou famoso por parar um touro em uma arena com um simples toque de um botão em uma caixa preta que Delgado tinha em suas mãos. Este “feito surpreendente” foi realizado pelo uso de aparelhos de estímulo eletrônico cerebral que tinham sido implantados no cérebro do touro. Ainda é uma matéria controversa se Delgado realmente controlou o comportamento do touro ou se o touro estava preocupado com a dor que ele vivenciava devido ao estímulo cerebral.

Quando Delgado chegou a Escola Médica da Universidade de Yale em 1950, o equipamento para realizar o estímulo cerebral era volumoso e caro. Logo, com a ajuda de Delgado e o custeio do Escritório de Pesquisa Naval, o equipamento se tornou muito menor e mais conveniente. Pela década de 1970 um inteiro aparelho estimulador do cérebro pode ser implantado sob a pele e permanecer lá a vida inteira do indivíduo.

Segundo Scheflin e Opton em “The Mind Manipulators”, uma das futuras previsões de Delgado incluia, “Computadores micro-miniaturizados que podem ser implantados sob a pele para fornecer o estímulo “a demanda” para específicos grupos neuronais sem perturbar o comportamento em andamento… [os cientistas serão capazes de] dar luz aos cegos… som aos surdos… e induzir prazer e amizade em seres humanos.”

Durante a década de 1970, uma pesquisa realizada por uma equipe de cientistas chefiada por William Dobelle “implantou 64 eletrodos em áreas do córtex visual de cérebros de voluntários totalmente cegos. A estimulação do córtex por um único eletrodo criou algumas experiências visuais primitivas, fazendo um sujeito ‘ver” um fosfeno – um pequenino ponto de luz brilhante que parecia estar localizado a vários pés diante da face do espectador. A equipe de Dobelle descobriu que se um número de eletrodos eram ativado ao mesmo tempo, os sujeitos podiam distinguir padrões significativos entre fosfenos que ocorriam simultaneamente… um sujeito que tinha ficado acidentalmente cego por vários anos antes foi capaz de ver vários padrões e formas, e até mesmo diferenciar as letras do alfabeto.

Os pesquisadores atualmente estão trabalhando em aparelhos mais sofisticados para ajudar os cegos a verem. Por exemplo, ‘uma pessoa cega um dia será provida com um olho artificial que consiste em uma camara de TV altamente miniaturizada montada em um revestimento de vidro. As imagens serão convertidas por um pequenino computador que enviará a informação ao cortex visual por meio de eletrodos implantados.”

Em 1975, um outro cientista trabalhando na Universidade de Tulane em New Orleans chamado Dr. Robert Heath também realizou experimentos envolvendo ESB. Dr. Health, cuja principal pesquisa era a psicobiologia da psicose e da violência, é considerado ser um cientista altamente controvertido. Por mais de 25 anos “ele implantou eletrodos de estímulo e registro profundamente nos cérebros de uma ampla variedade de pessoas.”

Ainda há um outro cientista trabalhando fervorosamente para controlar o comportamento humano durante a década de 1970 também. Contudo, este cientista, Joseph A. Meyer era um especialista em computador do  NSA. Scheflin e Opton escrevem, “[Meyer] propôs anexar aparelhos de rastreamento, que ele chama de ‘transponders,’ em metade de todos americanos que já tenham sido presos por crime diferente de violação de trânsito…” Os autores continuam sua discussão sobre os planos de Meyer, “Não nos precisamos preocupar com a opressão eletrônica, implica Meyer, porque já estamos em um permanenet estado de guerrilha. De um lado estão os habitantes das favelas que são uma sobra econômica, e do outro lado estamos o resto de nós. Se os habitantes das favelas que são os reais alvos do sistema de transponder, e eles já estão sujeitos a tanta punição pela polícia, côrtes, celas e prisões que o sistema do transponder seria um alívio.”

A seguir está uma lista parcial do que os cientistas tem alcançado usando aparelhos de estimulação cerebral:

A aceleração, diminuição ou parada do coração.
A inibição do instinto materno.
Ajustar o diâmetro da pupila a vontade.
Ajudar as vítimas de derrame a se recuperarem da paralisia.
Forças as pessoas a falarem, ficarem caladas, se tornarem amigaveis e se tornarem eroticamente              arrebatadas.
Induzir prazer, orgasmo e dor
Bloquar o processo de pensamento de um indivíduo
Evocar memórias e criar alucinações
Dramaticamente alterar o comportamento de um indivíduo

Segundo Bowart, “Em 1969 Dr. Delgado solicitou ao governo dos EUA para aumentar a pesquisa em ESB, [estimulação eletrônica do cérebro] para produzir a informação fundamental que daria nascimento a uma sociedade “psico-civilizada”. Ele disse que a pesquisa necessária não podia ser gerada pelos próprios cientistas, mas deveria ser promovida e organizada pela ação governamental declarando a conquista da mente humana uma meta nacional em paridade com a eliminação da pobreza ou o pouso do homem na lua.”

Pela década de 1970 era publicamente conhecido e provado que a estimulação cerebral podia dramaticamente alterar o comportamento dos seres humanos. A maioria dos casos sobre os quais lemos em livros de psicologia pop e textos de psicologia são meios positivos de usar a estimulação cerebral  para “eliminar sintomas de violência e agressão incontrolável”, ou outros comportamentos negativos que alguns cientistas incorretamente rotulam como “sintomas.”

Seção II

Controle Intracerebral Radio Hipnótico [RHIC] e Dissolução Eletrônica da Memória [EDOM]

Segundo Lincoln Lawrence, autor de “Were We Controlled?” “RHIC envolve o contacto de radio com o sujeito que tenha sido anteriormente hipnotizado e ensinado a realizar certas ações e manter certas atitudes. As sugestões pós hipnóticas são transmitidas por ondas de radio desencadeando certos comportamentos pré condicionados…” Em um artigo da revista Gallery de 1977 citado por Scheflin e Opton, Lawrence afirma, “a Dissolução Eletrônica da Memória altera o sentido de tempo ao emitir ondas de radio e tons de sinal ultra sônico que agem sobre os químicos do armazenamento da memória no cérebro.”

A Dissolução Eletrônica da Memória é realizada ao ‘danificar eletronicamente o cérebro” portanto fazedo com que o neuro transmissor acetilcolina,’para criar a estática que bloqueia a visão e os sons’. Você então não teria memória do que viu ou ouviu; sua mente estaria em branco.”

A acetilcolina foi o primeiro neurotransmissor a ser descoberto e é o neurotransmissor mais comum encontrado no cérebro. A acetilcolina é descrita como o neurotransmissor secretado pelos nervos motores para excitar os músculos esqueléticos e isto é ativado pelo nervo vago [ o décimo nervo craniano  na medula que enerva a maioria dos órgãos no abdomen] bem como os nervos que controlam a maioria dos órgãos internos.

Importante para nossa discussão, é que a acetilcolina é um dos primários neurotransmissores envolvidos na memória. A memória envolve partes diferentes do cérebro e quatro processos diferentes: 1) um registro sensorial, 2) a memória imediata, 3) a memória a curto prazo, e 4) a memória a longo prazo. Além disso, cada um desses quatro processos tem sua própria escala de tempo. Um outro neurotransmissor comum envolvido com o aprendizado e a memória é a norepinefrina. Há vários neurotransmissores e aminoácidos envolvidos com o aprendizado e a memória e cada um tem uma função específica. Parece lógico que se impulsos elétricos são usados para bombardear o cérebro de uma pessoa, um complexo órgão neuroquímico, isto afetará os neurotransmissores do indivíduo. Se estes níveis são suficientemente alterados, então a memória também pode ser afetada.

Até onde posso dizer, RHIC-EDOM primeiramente apareceu no livro de Lincoln Lawrence em 1967. Segundo Bowart, “Lawrence…pode ter tido muito mais evidência [sobre RHIC] que ele teve permissão para apresentar. Suas credenciais indicam que ele estava trabalhando em ligação com o Departamento de Defesa. Em 1975 um jornalista chamado James L. Moore afirmou ter recebido documentos secretos do poessoal da CIA descrevendo RHIC-EDOM. Se isto foi algum tipo de farsa elaborada, então  porque isto  apareceria quase dez anos depois e relacionado a CIA? Se isto foi um vazamento intencional, o que a agência podia ganhar ao liberar esta informação? Certamente seria de grande valor para a humanidade se Moore tivesse partilhado [ou partilhasse] estes documentos com outros pesquisadores.

Interessantemente, segundo Bowart, “Uma equipe de pesquisa e desenvolvimento do Laboratório de Biologia e Espaço da Universidade da Califórnia no Instituto de Pesquisa Cerebral em Los Angeles descobriu um meio de estimular o cérebro ao criar um campo elétrico com pletamente externo a cabeça. Dr. W. Ross Adey estimulou o cérebro com níveis de pulso elétrico que estavam muito abaixo daqueles que se pensava serem eficazes na velha técnica de implante.” Além disso, por volta de 1975, os cientistas também estavam testando uma primitiva máquina de “|leitura de pensamento” com resultados positivos.

Seção III

Aplicações Interessantes da Eletroencefalografia

O EEG fornece uma informação completa sobre o estado mental de uma pessoa e o EEG também pode nos dizer um pouco da resposta de uma pessoa a um estímulo específico. “Há, contudo, muito barulho de fundo na forma de espontâneas ondas cerebrais, e isto torna difícil identificar que mudanças nas ondas cerebrais estão ocorrendo devido a um estímulo específico. Uma variação relativamente nova no uso do EEG usa computadores para extrairem os barulhos de fundo de forma que as respostas das ondas cerebrais possam ser identificadas. Esets padrões de onda associados com estimulos específicos são chamados de potenciais evocados [ou respostas evocadas].

“Nas palavras de Edward Beck, um dos pioneiros das respostas evocadas, “uma qualidade única e identificadora… muitos indivíduos podem ser reconhecidos por características distintas  de suas respostas evocadas… Em outras palavras, a resposta evocada de uma pesoa é como uma impressão digital do cérebro.”

Esta idéia tem aplicações fascinantes se você está usando um implante cerebral  com capacidades do EEG para identificar um indivíduo. Não apenas você pode localizar a proximidade do indivíduo ao usar algo como o GPS, Sistema de Posicionamento Global, você pode monitorar suas respostas evocadas como parte de sua coleção de dados de bio-telimetria.

A resposta P300 ou onda P3, é uma “resposta de longa latência” que o seu cérebro tem a um estímulo. Isto pode ser criado por cliques, tons, flashes de luz ou pratcamente qualquer outro estímulo que uma pesoa possa detectar. Os cientistas são capazes de medir isto e é acreditado “representar uma atividade de tomada de decisão endógena do córtex”. Na década de 1970, os cientistas estavam estudando isto e outros meios de medir a atenção sob um custeio do Departamento de Defesa.

“No caso da questão P300… a distinção é entre um brinquedo eletrônico que pode detectar o estímulo sensorial ou a perspectiva muito mais interessante que o P300 represente uma das primeiras medidas objetivas da atividade cerebral correspondente a um ato da vontade. Se a segunda alternativa puder ser comprovada, os psicobiologistas possuiriam uma sonda eletrônica capaz de detectar o instante exato quando uma pessoa toma uma decisão. E, mais importante que tudo, eles saberiam antecipadamente de qualquer ação da parte da pessoa!

Durane minhas experiências de abdução, frequentemente pensei, “eles sabem o que eu vou fazer antes mesmo que eu o faça…” Isto é quão rapidamente os aliens pensam e respondem. Isto é telepatia ou é tecnologia? Eles são aliens ou são humanos?

Experimentos realizados no Centro de Medicina Comportamental de Yale mostram que “uma alteração neurofisiológica na atividade da onda cerebral ocorre e responde a uma atividade mental. Meramente imaginar que você está fazendo algo pode trazer a ativação cerebral similar ao que acontece quando realmente fazemos isso’. As palavras que são faladas e as imagens que são mostradas a um sujeito podem realm ente ter efeitos físicos sobre o sujeito, assim a terapia verbal pode ser uma terapia neural.’

O que pode ser aprendido ao colocar um sujeito em um “labirinto mental” e medir suas respostas evocadas ou sua onda P3? Uma coisa muito interessante que você pode estudar seria as respostas do indivíduo durante uma abdução ou uma percebida abdução por seres aliens, e como as respostas do sujeito diferem de uma experiência da vida normal. A despeito se ou não implantes são colocados nos cérebros das pessoas por seres alienígenas ou agentes de controle mental, a resposta evocada e a onda P3 são provavelmente apenas uma pequena representação dos dados que estão sendo coletados destes sujeitos.

Seção IV

Hipnose

A hipnose é frequentemente descrita como um estado de relaxamento durante o qual o indivíduo retém uma certa quantidade de controle. Contudo, o que o hipnólogo diz e como ele diz isso pode ter efeitos duradouros sobre o sujeito. As pessoas podem ser levadas a responderem perguntas de uma maneira particular enquanto estão sob hipnose. Considere as seguintes definições que tem sido publicadas em dos textos didáticos universitários de psicologia:

“Hipnose é um estado de sugestionabilidade aumentada no qual uma pessoa é de forma não usual voluntária a realizar as diretivas do hipnólogo, inclusive aquelas que alteram as percepções do ego e do ambiente”. Alguns dos efeitos reputados da hipnose incluem memória aumentada, redução da dor, melhoria da performance atlética, melhoria da performance escolar, e habilidade de lembrar dos estágio mais iniciais do desenvolvimento. Alguns pesquisadores acreditam que a hipnose pode também ser usada pelos terapeutas para criar divisões de personalidade em seus pacientes.

De fato, não estou implicando que os pesquisadores da abdução que usam a hipnose estejam fazendo algo como isso. Muito mais, esta discussão é destinada a apresentar ao leitor o que os cientistas afiliados á CIA tem feito no passado, e o quão poderosos podem ser os efeitos da hipnose sobre certos individuos.

A seguir um breve olhar em alguns cientistas que são notórios por seu trabalho com a hipnose.

Dr. George Estabrooks foi o chefe de psicologia da Universidade Colgate durante a década de 1930. Estabrooks afirmou que “A hipnose não funciona em todo mundo e que somente uma pessoa em cada cinco é um bom sujeito para ser colocado em transe profundo…” Além disso, a hipnose e a narco-hipnose [a combinação de drogas com a hipnose] tem sido demonstrado fazer os sujeitos acreditarem que estão falando com alguma outra pessoa que não é o cientista interrogador.

Durante os anos iniciais da Guerra Fria, a CIA descobriu seu primeiro “Tzar da pesquisa comportamental”. O nome dele era Morse Allen. Um dos primeiros sucessos dele foi fazer com que “jovens secretários da CIA permanecessem depois do horário do trabalho… provando para sua própria satisfação que [com o uso da hipnose] ele podia fazer com eles o que quisesse.”

Isto me leva de volta ao tempo em que eu estava revisando algumas transcrições da hipnose de uma outra abduzida. Durante as sessões dele de hipnose com um hipnólogo homem, ele me disse que enquanto sob hipnose, “o doutor a ama muito”. Logo depois desta sessão a mulher começou a sentir sentimentos deslocados de afeição em realação ao hipnólogo. É desnecessário dizer, isto perturbou grandemente esta mulher. Quando ela entendeu o que estava acontecendo, ela ficou incrédula, mas não tinha outro meio de explicar seus sentimentos. Levou várias semanas para que os sentimentos dela cedessem.

[Este é um exemplo de um hipnólogo que cometeu um engano durante a hipnose. Estou usando isso como uma ilustração do poder que a hipnose pode ter sobre um indivíduo em particular. Isto não deve ser mal interpretrado como um exemplo do que todos os pesquisadores de abdução fazem aos abduzidos enquanto estes estão sob hipnose.]

Durante o trabalho inicial de Morse Allen com a hipnose, sua meta era “…tomar um existente estado de ego – tal como um companheiro imaginário da infância – e construir isto em uma personalidade separada, desconhecida da primeira”. Allen então trabalharia com esta nova personalidade que ele criou e “a comandaria para realizar deveres específicos sobre os quais a personalidade principal de nada saberia. Haveria um vazamento inevitável entre as duas personalidades, particularmente nos sonhos; mas se o hipnólogo fosse suficientemente sagaz, ele poderia construir histórias cobertura e válvulas de segurança que evitariam que o sujeito agisse inconsistentemente”.

Isto foi o que foi feito com uma bela e talentosa mulher chamada Candy Jones durante a década de 1960. Candy Jones foi usada pela CIA como um correio e se tornou uma vítima de abuso e tortura por mais de dez anos. Seu caso foi estudado por Donald Bain e publicado em 1976.

Este vazamento de informação é pertinente a nossa discussão já que também se relaciona a abduções. Alguns pesquisadores da abdução acreditam que os aliens usam algum tipo de sugestão pós hipnótica de forma que os abduzidos não se lembrem de suas abduções. Contudo, sabemos da informação que tem sido relatada por abduzidos que muito da informação, tem, de fato, “vazado”.

Já que sem dúvida temos hipnólogos sagazes e aliens, talvez “histórias coberturas e válvulas de segurança” tem sido constrúidos durante o processo de indução de amnésia. Em outras palavras, como ressalta Martin Cannon em “The Controllers” bem como a Dra. Karla Turner fez em seu trabalho; devemos considerar a possibilidade que alguma informação que estamos obtendo dos abduzidos possam ser hisstórias cobertura, talvez até mesmo a informação para torar da trilha certa as nossas investigaçãoes. Cannon cita um Dr. Martin T. Orne para ilustrar este ponto:

[Você deve saber que o Dr. Orne foi o chefe do Comitê sobre Hipnose da Pesquisa Naval. Ele ajudou a desenvolver o uso coercivo do controle mental hipnótico para a CIA. O  Dr. Orne também recebeu grandes somas de dinheiro da CIA para apoiar sua pesquisa de hipnose em Harvard.] [93] Citando o Dr. Orne:

“A S [subjeito] que é capaz de desenvolver uma boa amnésia pós hipnótica também responderá a sugestões para se lembrar de eventos que realmente não ocorreram. Ao despertar, ele recordará os eventos sugeridos. Se algum, este fenômeno é mais fácil de produzir que a amnésia total, talvez porque isto elimine o sentimento subjetivo de um espaço vazio na memória.”

Este é um cenário confuso  a considerar se você é um abduzido ou um pesquisador da abdução. Não posso imaginar que um grupo de indivíduos queira admitir que possam ser tão manipulados por outros humanos ou aliens. Contudo, é importante para nós considerarmos que isto, de fato, possa estar ocorrendo. Não quero implicar que todas as abduções aliens possam ser explicadas por esta técnica, mas devemos olhar o que os humanos [e os aliens] são capazes de fazer. A este ponto, ainda somos deixados com as escolhas que ressaltei em “The Alien Jigsaw”: 1) os aliens estão nos manipulando para nos fazer acreditar que nosso governo está nos abduzindo, 2) O nosso governo realmente está nos abduzindo, 3) Tanto os aliens quanto o nosso governo estão nos abduzindo. Pesoalmente, não gosto de qualquer uma dessas escolhas.

Como documentado por John Marks, durante os anos de 1960 a Divisão de Contra-inteligência da CIA tinha três metas: “1) induzir a amnésia muito rapidamente em sujeitos involuntários; 2) criar uma amnésia durável; e 3) implantar sugestão pós hipnótica operacionalmente útil e durável.”

Certamente esta beve visão geral da hipnose, podemos ver que se agentes humanos do controle mental quissesem que alguém se lembrase de aliens ao invés de lembrarem de humanos, isto pode ser realizado. O mesmo é verdadeiro em relação aos aliens. Além disso, se um sujeito tem sido implantado com um implante altamente sofisticado, um grupo pode ter encontrado um meio de obter o sujeito a cada vez que seja necessário que ocorra uma abdução. É possível que eles possam ordenar que o sujeito vá até eles.

Seção V

Radiação Microondas

Microondas são compostas de radiação eletromagnética e tem um comprimento de onde de aproximadamente 12 para aproximadamente 0.04 polegadas [ entre os comprimentos de onda do infra-vermelho e do radio de ondas curtas]. O alcance da frequência é de 1.000 a 300.000 megahertz. As microondas são usadas para radaar, ligações de comunicação a distâncias moderadas e cozinhar.

As microondas podem :

Afetar o sistema nervoso central
Alterar o ritmo natural da onda cerebral no corpo
Induzir alucinações
Criar mudanças na percepção, inclusive uma perda no sentido de tempo
Alterar as secreções das glândulas endócrinas
Produzir alterações comportamentais.

Por dez anos, iniciando em 1962, os russos bombardearam a embaixada americana em Moscou com radiação microondas. A CIA sabia disso mas manteve isto em segredo para encobrir seus próprios experimentos com radiação. Esta “não ação” da CIA custou as vidas e a saúde de alguns de seus empregados que trabalhavam na embaixada americana em Moscou.

Simplesmente ler esta lista parcial do que as microondas podem fazer, podemos ver que se bastante microondas são dirigidas a um sujeito, pode-se induzir alucinações e talvez até mesmo um sentimento de ‘tempo perdido”. Se o indivíduo não presta atenção a tempo, eles podem assumir que tiveram uma experiência de abdução quando de fato foi algo mais. É possível então que um grupo nefasto de experimentadores pode fazer certos indivíduos acreditarem que estão sendo abduzidos por aliens se eles quiserem fazer assim.

Não posso deixar esta breve discussão sobre as microondas sem mencionar outras formas de tecnologia de ondas. Em 1995, o Dr. Nicholas Begich e Jeane Manning co-autoraram “Angels Don’t Play This HAARP”: Advanços na Tecnologia de Tesla. O livro deles c ontém muitíssima informação que eu não posso oferecer nesta visão geral nos detalhes que a pesquisa deles cobre. Cintudo, simplesmente ao ler o prefácio do Dr. Patrick Flanagan, aprende-se que ele desenvolveu uma máquina de telepatia eletrônica chamada Neurofone, há 37 anos atrás! Dr. Flanagan discute os problemas que ele teve com o governo para obter uma patente para sua nova invenção, a as cautelas que o público deve ter sobre o possível mal uso da tecnologia de HAARP.

Mas o que é HAARP?  É Programa de Pesquisa de Alta Frequência Ativa Auroral. O aparelho é destinado a irradiar mais do que 1.7 gigawatts (bilhões de watts) de energia irradiada na ionosfera – a camada eletricamente carregada sobre a atmosfera da Terra. O livro de Begich e Manningexamina os efeitos que tem as radio frequências sobre animais, humanos e meio ambiente.

Durante a primeira semana de setembro de 1996, CNN trouxe uma breve história sobre como as morsas estavam escorregando para suas mortes de vários penhascos ao longo da costa do Alasca. Eles mostraram o filme dos pobres animais escorregando e lutando todo o caminho da descida até a borda dos penhascos antes de fato serem atirados abaixo sobre as rochas. Durante a transmissão do noticiário, o repórter foi taxativo sobre o fato de que os animais nada tinham de errado e nem estavam se suicidando. Eles estavam simplesmente perdendo seu equilíbrio – todos de repente e em numeros recordes. Isto pode ter sidfo um efeito de HAARP? Estão os pobres animais sno irradiados com uma frequência específica que faz com que eles percam o equilíbrio [equilíbrio do ouvido interno] momentaneamente? Humanos e animais não merecem morrer a cada vez que o nosso governo projeta um novo brinquedo – ou arma – que é o que HAARP tem se mostrado ser.

Seção VI

Uma Defesa Duvidosa

Devido ao sistema individual de crenças, provavelmente sempre haverá pessoas que resistirão em acreditar nas abduções alien ígenas e no controle mental. Também existirão pessoas que tentarão desaprovar e até mesmo desacreditar estes indivídos. Porque não chama-los de completos mentirosos como o fazem os dementidores frequentemente, alguns céticos afirmam que as abduções nada mais são que “memórias” de episódios esquizofrênicos ou ilusões. O mesmo tem sido dito das vítimas do controle mental.

John Carpenter, John Mack, e o falecido Nicholas Spanos tem feito um trabalho digno de menção ao defender os abduzidos e explicar a verdade sobre a boa fé das desordens mentais e seu relacionamento com a abdução alien. E acredito que a Fundação William Bowart está lutando para educar o público sobre os experimentos de controle mental. Infelizmente, ainda há um outro obstáculo que todos nós teremos que ultrapassar em nossa jornada para a iluminação.

FMS ou Síndrome da Falsa Memória é uma ‘síndrome’ não comprovada que é popular para usar na tentativa de desacreditar vários assuntos desagradáveis, um dos quais é a “abdução alien”. Contudo, a Sindrome da Falsa Memória não é reconhecida oficialmente no  DSM-III-R, o Manual Diagnóstico e Estatístio das Desordens Mentais, de forma que como isto pode se tornar uma tal arma poderosa?

Lembre-se do Dr. Martin T. Orne, (que ajudou a CIA a desenvolver usos coercivos de controle mental hipnótico] de nossa discussão anterior sobre a hipnose? Você pode achar isto de certa forma um conflito de interesses saber que ele “é também um membro original da mesa de aconselhamento da Fundação da Síndrome da Falsa Memória..”

Autor de “Psychic Dictatorship in the U.S.A.”, Alex Constantine escreve, “O debate da memória recuperada foi discutido em uma conferência de 1993 sobre Desordem da Personalidade Múltipla. Richard Lowenstein, um psiquiatra da Escola Médica da Universidade de Maryland, argumentou que a Fundação é “dirigida para a media e dedicada a levar adiante a disinformação”.

Constantine afima, “A diretoria da FMSF é quase que inteiramente composta de antigos médicos militares e da CIA atualmente empregados pelas maiores universidades. Nenhum deles tem background em abuso ritual – seu interesse em comum é modificação do comportamento”.

Embora eu gostasse de ver mais referências citadas que apoiem todas as afirmações de Constantine, seu capítulo sobre a Síndrome da Falsa Memória e a ‘Fundação” por trás dela devem ser revisadas. “Acid Dreams” de Lee e Schlain e  The Search for “The Manchurian Candidate” de Marks verificam as ligações de Martin Orne e Louis Jolyon West com CIA, ambos os quais foram membros passados da Fundação da Falsa Memória.

Seção VII

Cirurgia Virtual – Realidade Virtual

Há uma nova operação na “cidade”  – quase. Ela é chamada de “cirugia da telepresença” e é esperada ter até mesmo maiores efeitos na medicina do que a laparoscopia teve quando entrou em pleno uso.

A cirurgia da telepresença é “uma nova tecnologia na qual umm  cirurgião humano manipula instrumentos cirurgicos que parecem se estender dentro de uma imagem tridimensional do corpo do paciente enquanto os computadores traaduzem perfeitamente os movimentos do cirugião nas ações paralelas de uma máquina que tem os reais instrumentos cirurgicos dentro de um paciente de carne e osso.”

O coronel do excército Rick Satava, que é um  cirurgião laparoscópico bem como um grente do programa da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do governo (ARPA) é conhecido ser o “pai da cirurgia da telepresença.”

O sistema da cirurgia da telepresença foi desenvolvido por uma companhia chamada  SRI, Instituto de Pesquisa Stanford na Califórnia. “O aparelho é uma criação de Phillip Green…que tem estado inventando equipamento para diagnóstico médico desde a década de 1960.”

A meta máxima é ter robôs cirurgicos remotamente operados que possibilitarão que os cirurgiões realizem  cirurgias a centenas de milhas de distância do paciente.

Uma outra revolução quieta, desta vez na fabricação de chips para computador, também está ocorrendo. Em janeiro de 1996, Popular Mechanics trouxe um pequeno artigo intitulado “Grampeando o Cérebro”. Este pequeno artigo explicou como os cientistas da Cal Tech criaram um chip de silicone que pode conter céllas nervosas enquanto ainda permitem que elas formem conexões interneurais. Seus chips “tem  16 cavidades de micro-máquinas, chamadas de neurodungeons, nas quais os neurônios imaturos são injetados. Cada topo da cavidade é coberto com uma grade que mantém o neuronio aprisionado, mas que permite que ele envie rebentos e se conectem a outros neuronios. Os pesquisadores ‘grampeiam’ com eletrodos na parte inferior de cada cavidade para “ouvir” o que os neuronios estão dizendo uns aos outros”.

Conquanto a cirurgia da telepresença ainda não tenha chegado – ao menos não em público – a realidade virtual já chegou. Pode ser argumentado que algumas das experiências que os abduzidos descrevem possam ser explicadas pela tecnologia da realidade virtual. Acredito que esta é uma possibilidade por causa da extensão na qual a tecnologia dos implantes tem sido estudada e desenvolvida. Além disso, a falacida Karla Turner, autora e pesquisadora de abduções, descreveu esta possibilidade em seu livro “Taken: Inside The Alien-Human Abduction Agenda”. Dr. Turner chamou estes tipos de experiência de Cenários de Realidade Virtual [VRS]

Se alguém tem sido implantado com um aparelho intracerebral, então os operadores do implante podem ser capazes de abduzir alguém “ao abduzir sua mente” enquanto o corpo da pessoa permanece na cama. A inexplicável vividez de algumas narrativas de abdução pode ser explicada pela implantação eletrônica de memórias no cérebro do abduzido. Certamente este pode não ser o caso de todas as abduções, mas pode explicar uma pequena porção das abduções.

Os raros casos que vem a mente são os daqueles indivíduos que parecem ter algum tipo de memória ou experiência a cada noite por semanas a fio. Podem estas pessoas serem levadas de suas casas a cada noite, noite após noite, sem ninguém ver qualquer coisa, ou a informação está sendo forçada na mente delas por akgum tipo de chip de realidade virtual? De um modo ou outro, o pobre indivíduo está vivendo um pesadelo.Como aprendemos em nossa discussão sobre eletroencefalografia, “as palavras que são faladas e a as imagens que são mostradas ao sujeitom podem realmente ter efeitos físicos sobre o sujeito, e então a terapia verbal pode ser uma terapia neural”.

Certaimente muitas abduções são físicas, na qual o indivíduo flutua através do teto ou da janela fechada para dentro de um UFO que plana. Relatos de abduções com múltiplsas testemunhas e participantes fortemente apoiam a realidade da abdução alienígena física. Contudo, é importante considerar que algumas abduções possam ser “abduções virtuais”. Devemos entender que a despeito de se a abdução é física ou mental, o abduzido [ou a vítima de controle mental] ainda vivencia os traumas físico e emocional relacionados a ela.

As Origens da Tecnologia

Segundo Walter Bowart, autor de “Operation Mind Control”, “Grealmente há um intervalo de vinte anos entre o desenvolvimento em laboratório de uma nova tecnologia e sua aplicação em massa”.  Begich e Manning tem um interessante linha de tempo para HAARP que inclui algumas das invenções de Nikola Telsa; eu tenho pesquisado as origens da laparotomia e laparoscopia [com descobertas interessantes] pela segunda metade do Projeto Open Mind.

Olhando para Trás

Um dos colegas de Delgado, Dr. Stuart Mackay publicou um livro em 1968 intitulado “Bio-Medical Telemetry”. Ele afirmou, “Entre os muitos instrumentos de telemetria sendo usados hoje estão a miniatura de transmissores de radio que podem ser engolidos, carregados externamente, ou implantados cirurgicamente em homens ou animais… Os transmissores introduzidos através das aberturas naturais do corpo humano podem sentir o PH do estomago, o local do sangramento ao longo do trato gastrointestinal, a intensidade da radiação, e as mudanças na pressão na bexiga devida a micção…” Dr. Mackay continuou para afirmar, “…é esperado que estas poucas palavras preliminares darão um sentimento do escopo desta atividade… as possibilidades são limitadas apenas pela imaginação do investigador.”

Repare também que P.M. Persson, um pesquisador do Instuituto de Pesquisa de Defesa Sueca ecreveu em um artigo em 1965: “Uma parte essencial da bio-telemetria abrange a transmissão de dados. Isto ocorre principalmente Acom a ajuda de um transmissor implantado cirurgicamente… a tecnologia tem sido desenvolvida muito extensamenet na pesquisa médica.”

Se a gente voltar ainda mais atrás no tempo, considere o seguinte: os implantes estavam sendo usados em pessoas não voluntárias ‘tão cedo quanto cinquenta an os atrás [como mostrado] nos raios X de operações que ocoreram, por exemplo, no Karolinska Hospital em 1946, ou no Hospital Infantil Sachska em 1948, ambos localizados em Estocolmo [Suécia]. … isto foi primeiramente descoberto por uma mãe depois de uma v isita não programada. Ao ouvir os gritos de sseu filho na sala de operações, ele correu entrando e descobriu uma equipe cirurgica e enfermeiras sob a chefia do médico senior Alm, que mandara que ela saísse, não, contudo, antes que ela testemunhasse como eles estavam dirigindo uma grande quantidade de eletrodos pela base do cranio ainda macio de seu filho”

Um caso muito bem documentado de implante de aparelho eletrônico em uma vítima não voluntária é o caso de Robert Naeslund. Naeslund foi involuntariamente implantado durante uma operação em Estocolmo, SUÉCIA,  durante o final da década de 1960. Ele tem os raios X que mostram claramente o transmissor em forma de cogumelo em seu cérebro. Citando Naeslund, “Tenho sido usado em um experimento médico que tem significado uito sofrimento e tem sido muito doloroso. A operação foi realizada pelo Dr. Curt Strand, que inseriu um objeto estranho, um chamado transmissor cerebral, em minha cabeça através de minha pasagem nasal direita.”

Quantas vezes nós temos ouvido abduzidos dolorosamenet relatarem como os aliens os implantaram colocando um pequeno  objeto  através de sua cavidade nasal e cavidade do sinus? Quantas vezes ignoramos esta informação vinda das alegadas vítimas de controle mental?

Parece que os implantes de vários tipos tem sido colocados em humanos, com ou sem o consentimento deles, ao menos desde a década de 1940. Segundo quem você perguntar, abduzido alien ou vítima de ontrole mental, é acreditado que eles tem sido colocados por médicos humanos ou aliens.

Os Mensageiros

Esta seção é destinada a fornecer ao leitor uma informação geral sobre os autores cujas referências e informação eu usei na primeira parte do Projeto Open Mind. Nem sempre fui capaz de obter informação pessoal sobre os autores e nestes casos, inclui mais informação sobre seus livros ou pesquisa.

Bain, Donald. The Control of Candy Jones. Chicago, Illinois: Playboy Press, (Distributed by Simon & Schuster, Inc. New York) 1976.

Jacket Highlights – “Bela e talentosa, Candy Jones era a principal modelo americana nas décadas de 1940 e 1950. Em um mês ela foi a capa de 11 revistas e se apresentou em uma peça da Broadway. Então ela entrou em tempos difíceis. Em 1960, ela relata, ele foi financeiramente receptiva a uma abordagem da CIA para agir como correio. Ela avalia que serviu à agência por 12 anos. Esta é a própria história de Candy deses anos tumultuosos, recriada das fitas feitas enquanto ela estava sob hipnose profunda… Foi enquanto estava sob hipnose que Candy falou de ser usada como uma cobaia em um programa de controle mental da CIA. Esta história assustadora foi retirada de mais de 200 horas de gravação durante os transes de Candy.”

“Sob hipnose, Candy relata como um médico da CIA partiu sua psique em duas personalidades distintas, criando duas mulheres em um só corpo a sua vontade. Ela conta de viajar a Taiwan onde foi torturada fisicamente; de ter sido posta a disposição da sede da Agência; de ser conduzida a tentar o suicídio durante uma tentativa de silencia-la… as revelações recentes dos experimentos de controle mental da CIA fazem da história dela inegavelmente plausível…..”

Tenho Tido Velhas Memórias Evocadas

Em junho de 1990, tive um encontro durante o qual eu estava de pé em minha sala de jantar perto da mesa. Em resumo, um gorducho doutor pequeno qe estava usando um qavental cirúrgico verde, inseriu dois pequenos postes de metal em minha boca por trás dos meus dentes e foi muito doloroso. Eu pude sentir a dor e a pressão em ambas as minhas têmporas quando subitamente, senti como se os aparelhos tivessem penetrado meu cérebro.

Eu me tornei muito emotiva e comecei a reviver velhas memórias. Era como se os eventos que vivenciei no passado estivessem ocorrendo naquele exato momento. Eu estava de pé em minha sala de estar, mas também estava em minha aula de psicologia. Então, subitamente, eu estava tocando em uma orquestra de uma Universidade que frequentei. Estava tocando minha clarineta e estava no meio de um concerto, mas ain da estava de pé na minha sala de estar e estava consciente dos dois eventos ocorrendo simultaneamente. O pequeno doutor humanóide estava estimulando os caminhos da mempória em meu cérebro.

Depois eu estava convencida que um dos aparelhos estava [preso no meu cérebro, achei-me em um hospital e estava vivenciando tanta dor que eu cai no chão. Naquele tempo, eu acreditava estar a bordo de uma nave alienígena mas dentro esta estrutura parecia um hospital.

Recuperei a consciência depois de ouvir a voz de uma criança dizer, ‘um humano morto?” em referência a mim deitada no chão.

Olhei para cima e vi uma mãe com uma criança de pé perto de mim e levantei. Então entrei em uma sala enorme por portas duplas onde vi muitas pessoas deitadas em mesas. Cada pessoa estava cercada por uma equipe de médicos. Eu pasei por uma mesa onde uma mulher negra estava deitada. Ele estava lutando para se levantar e um dos médicos tomou um bastão e tocou nela. Parecia que isto enviou uma corrente de eletricidade porque a mulher caiu para trás e novamente na cama, desmaiou.

Depois dessa experiência acordei em minha cama me ‘sentindo extremamente tonta”, como se eu tivesse sido drogada. Tive dor de cabeça e a minha mandíbula estava bastante dolorida e tive uma ligeira elevação da temperatura. Quando me olhei no espelho do banheiro não pude encontrar uma evidência física que o aparelho tinha estado em minha boca. Não havia sangue, marcas de punção ou arranhões por trás ds meus dentes, em minhas gengivas ou no céu da boca.

O Aviário

O Aviário

A Politica de Revelação UFO/ET divide a rede Encoberta

de Richard J. Boylan Ph.D.

Desde algum tempo na década de 1970, um pequeno grupo de indivíduos com cerdenciais de segurança extremamente altas, que estavam trabalhando em vários aspectos da pesquisa e política UFO, começou a interagir não oficialmente em base regulares para reunir informação. Os objetivos deles eram os de coordenarem os dados, verem a grande imagem, analizarem o significado dos UFOs e do contacto extraterrestre com a Terra, usando o conhecimento deles para obterem acesso à informação adicional sobre o super secreto Majestic-12 (MJ-12, o grupo máximo governamental de controle de informação e política sobre os UFOs) e consquistarem uma influência especial por meio de seu poder coletivo. Este grupo de elite de aproximadamente uma dúzia de indivíduos trabalhando em designações de segurança nacional se deram nomes-códigos, usando principalmente nome de aves. Coletivamente, eles vieram a ser conhecidos como “O Aviário“.

Um encontro recente do Aviário.
O relacionamento dos membros do Aviário com o Mj-12 é nebuloso. Mais de um pesquisador ufológico estima que algum entrelace na afiliação ocorreu, em outras palavras, que o MJ-12 tem silenciosamente infiltrado o Aviário para mante-lo sob controle. O Dr. Steven Greer, Diretor do CSETI, tem relatado que o grupo MJ-12 agora é chamado de PI-40. Este grupo hiper-classificado lida com a informação compartimentada mais sensível a respeito dos extraterrestres e é tão encoberto o acesso especial ao programa que, relatadamente, o presidente e o congresso não exercem qualquer controle sobre isto e só o conhecem por rumores. Dick D’Amato, o especialista para segurança nacional e internacional do Senador Robert Byrd e um membro do NSC, afirmou em 1991 que um “braço negro” incrivelmente poderoso do governo tem estado mantendo secreta a informação sobre os UFOs e também tem ilegalmente estado gastando somas enormes de dinheiro nesta operação. D’Amato disse que o NSC está tentando identificar este “braço negro”. Ironicamente, a resposta pode estar bem debaixo de seus narizes. É bem possível que o PI-40 exista dentro de um programa de acesso especial altamente compartimentado ainda que existam ligações informais com o Comitê ‘5240″ [projetos negros] do Conselho de Segurança Nacional. Conquanto possa haver algum entrelaçamento entre o Aviário e o grupo PI-40, eles permanecem duas entidades separadas. O PI-40 está claramente no topo; é o grupo de política e decisão que tem orquestrado o acobertamento UFO desde 1947, simultaneamente liberando pequenos fragmentos de informação UFO/ET para gradualmente condicionar o público ao despertar vagaroso do entendimento da realidade UFO. Relatos vazados de fontes próximas a alguns membros do Aviário, sugerem que há uma divisão dentro do grupo [o que muito bem pode espelhar uma divisão dentro do próprio PI-40]. Por um lado estão os membros do Aviário que sentem que a informação sobre os UFOs e os contactos ET devam ser amplamente reveladas. Eles sentem que o público está pronto para esta informação e que realmente possa manusear isto. Outros dentro do Aviário resistem a uma tal revelação. Eles não querem perder o poder do ‘monopólio de informação” dado a eles. Eles não recebem bem o estreito exame público de seu papel no acobertamento UFO também. Adicionalmente, alguns relatadamente tem se engajado em projetos e operações ilegais e injuriosos.

A divisão sobre a revelação está criando um clima no qual os vazamentos são crescentes, na medida em que alguns tentam forçar a revelação e estabelecer uma trilha de registro candura para eles mesmos com o público. A maioria dos membros do Aviário parece ser cientistas bem intencionados ou ex militares ou agentes de inteligência cujas carreiras remontam a Guerra Fria, que sem dúvida acreditam sinceramente que o segredo sobre os UFOs era vital. A seguir está uma lista dos relatados membros do Aviário:

  1. CORVO AZUL [Blue Jay]: Dr. Christopher “Kit” Green, MD, Ph.D; Chefe do Departamento de Ciências Biomédicas, General Motors, ex chefe dos arquivos UFO da CIA em “Escrivaninha Estranha.”
  2. PELICANO: Ron Pandolfi, vice diretor da CIA para a Divisão de Ciência e Tecnologia e atual guarda dos arquivos UFO na “Estranha Escrivaninha’; pode estar envolvido na iniciativa da Casa Branca de prontamente divulgar a informação UFO ao público.
  3. GAIVOTA [sea gull]: Bruce Maccabee, Ph.D., cientista pesquisador em física ótica e aplicações de armas a laser no Laboratório de Armas de Superfície da Marinha dos EUA, em Maryland; consultor de interpretação física e fotográfica da MUFON e prolífico autor de e consultor especialista de selecionados casos/tópicos vazados ou desinformáticos sobre UFO.
  4. CORUJA [owl]: Hal Puthoff, físico do Instituto de Pesquisa Avançada em Austin, Texas, que se especializa em energia do ponto-zero, um fenômeno físico de quantum/ressonância com relatado potencial para a energia acima da unidade [livre]
  5. PINGUIM [penguin]: John Alexander, Ph.D. em Ciências da Morte; Ten. Cel. do Comando de Segurança e Inteligência do Exército dos EUA, que é indubitavelmente uma cobertura militar para a Agência de Segurança Nacional [NSA]. O Cel. Alexander é o diretor do Departamento de Armas Não Letais do Laboratório Nacional de Los Alamos, e relatadamente tem estado envolvido na atividade de “visão remota” da contra-inteligência, guerra psíquica, projetos psicotrônicos e de controle mental com aplicações de segurança e militares.
  6. CHAPIM [chickadee]: Comandante C.B. Scott Jones, Ph.D., aposentado do USN, antigo oficial do Escritório de Inteligência Naval e outras agências; trinta anos de serviço na inteligência no exterior; envolvido na pesquisa e desenvolvimento de projetos do governo para a Agência de Defesa Nuclear, Agência de Inteligência de Defesa, Agência de Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa, e outras organizações; ex auxiliar do Sen. Clairborne Pell, que tem tido a muito tempo e permanentemente interesse em UFOs e no paranormal e tem tentado arranjar audiências congressionais sobre os UFOs.
  7. PAPAGAIO [parrot(?)]: Jacques Vallee, Ph.D., antígo astrofísico do GEPAN, a agência investigativa francesa sobre UFOs, que mais tarde se mudou para os EUA como principal investigador dos projetos da rede de computador do Departamento de Defesa; trabalhou com o famoso astrônomo Dr. J. Allen Hynek que saiu e denunciou o Projeto Blue Book militar como uma tela de fumaça de desinformação; prolífico autor sobre o assunto UFO, mais tarde mudando para explicações metafísicas para o fenômeno. [Nota: embora isto possa ser o consenso de nossos estimados colega, o erudito Dr. Richard J. Boylan, Ph.D., nós em Lodge temos o maior respeito por nosso querido irmão Jacques e sua deliciosa síntese iconoclática e maravilhosamente herética . -B:.B:.]
  8. FRANGO [chicken little]: Dan Smith, pesquisador civil ufológico e ligação voluntária entre fontes dentro da CIA, dos Comitês de Inteligência do Congresso e pesquisadores civis ufológicos. Smith continuamente troca informações e redes com pesquisadores chave ufológicos, serve como o interlocutor deles e partilha os achados deles e os seus próprios com suas fontes na CIA e no Capitólio. Indubitavelmente, outros “bens” e intermediários de baixo perfil do Aviário operam para a comunidade de interesse em UFO como seus ouvidos e bocas sub-rogadas entre o público geral.
  9. CONDOR: Capitão Bob Collins, Força Aérea dos EUA (aposentado); agente especial, Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI], engajado em operações de inteligência relacionados aos UFOs, relatadamente apareceu clandestinamente no programa de desinformação “UFO Cover-Up Live” produzido pela Kodak para uma rede de televisão.
  10. ÁGUIA RATOEIRA [buzzard(?)]: Gordon Novell, relatadamente um homem free-lance, e mais recentemente relatadamente envolvido em esquemas de Nova Energia [ponto-zero], e ligado a Bob Bigelow, um sombrio operador de cassinos em Las Vegas que relatadamente está investigando a alegada tenconologa da energia ET e a metalurgia do auminídeo de titânio para o investimento pessoal deles.
  11. FALCÃO; Sgt. Richard “Dick” Doty, Força Aérea dos EUA (aposentado); agente especial, Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI]; relatadamente tem se engajado em projetos de desinformação, inclusive relatadamente fazendo uma farsa com a produtora de TV Linda Howe a respeito da disponibilidade de uma gravação mostrando o pouso de um UFO na base da força aérea de Holloman, no Novo México. e alegadamente fazendo uma guerra psicológica em Albuquerque sobre o contratado de defesa eletrônica Paul Bennewitz.
  12. CACHORRO DE CAÇA [harrier(?)]: Dale Graff, especialista em tecnologia relacionada a UFO [alegado por Smith, Guiley, etc. ser um genuíno mau garoto do “Lado Negro” do DIA – B:.B:.] relatado por Dan Smith ser o chefe do Grupo militar de Trabalho em UFO no Laboratório Nacional de Los Alamos; há rumores de estar envolvido em programas psicotrônicos e de percepção extra-sensorial em Los Alamos; antigamente teve contratos de supervisão para a Agência de Inteligência de Defesa (DIA) na base da força aérea de Wright-Patterson; então foi chefe do departamento de Programas Especiais e de Teconologia de Defesa do DIA, antes de relatadamente ter sido dispensado do DIA. Atualmente Graff é relatado estar em contacto com o humano designado que se comunica com um extraterrestre residindo perto de Washington, DC em uma instalação subterrânea.
  13. ROUXINOL [nightingale(?)]: Jack Verona, ligação sombria entre o Capitólio e o Laboratório Nacional de Los Alamos, antes de ter recentemente ‘desaparecido’; relatadamente é o supervisor de Dale Graff: anteriormente envolvido no Projeto Sleeping Beauty, que pesquisou meios de inabilitar o pessoal alvo inimigo usando campos de energia eletromagnética de frequência precisa direta. (Segundo Dan Smith, ROUXINOL não é Jack Verona, mas bem pode ser George Wingfield, um pesquisador britânico UFO, que tem estabelecido uma reputação como um repórter cuidadoso das formações dos “crop circle”, informação UFO, e, mais recentemente, o desaparecimento em 1993 de um destroier transportador americano durante exércícios marítimos da OTAN, durante o qual um número de navios dos países membros patrulharam para encontrar os relatados enormes Objetos Submersos Não Identificados (USOs) do tamanho do petroleiro, que corriam sob as águas em velocidades impressionantes. Argumentando contra Mr.Wingfield ser o ROUXINOL está o fato que depois que Wingfield revelou o desaparecimento do destroier americano em um Congresso UFO em Nevada em dezembro de 1994, ele foi expulso da sala de conferência por dois pistoleiros e ordenado calar a boca.)
  14. ABUTRE [hawk]: Ernie Kellerstrauss, com credencial de segurança para a informação UFO; trabalhou na base da força aérea de Wright-Patterson na década de 1970 e relatadamente viveu com um extraterestre por um tempo – relatadamente ter trabalhado com Dale Graff (*cão de caça*?) e o Capitão Bob Collins (CONDOR), da Inteligência da Força Aérea, para fornecer informação UFO para o agente operacional da USAF/AFOSI de desinformação, o dito ufologista William Moore.
  15. PICA-PAU [woodpecker(?)]: Jaime Shandera, um pequeno produtor de cinema de Hollywood, que relatadamente é associado de William Moore. Shandera alegou que misteriosamente havia recebido um filme contendo documentos do MJ-12 em sua porta de uma fonte desconhecida. (Alguns consideram Moore o autor dos papéis de desinformação sobre o MJ-12.) Shandera foi apresentado no documentário UFO da televisão Kodak em 1989, ‘UFO Cover-Up Live’. Shandera é relatado ser, juntamente com Scott Jones e Dan Smith, um dos progressistas teologicamente orientados e pró revelação entre o Aviário.

O artigo acima apareceu inicialmente na publicação de nov/dez de Perceptions: Conquanto em outros lugares nosso querido Irmão Boylan posteriormente tenha declarado: Uma fonte frequentemente confiável de Washington, D.C., que devo chamar Beltway Throat (BT) [e que nós devemos chamar de Dan Smith – B:.B:.], está dialogando com um número de membros do Aviário, um grupo sombio de cientistas da industria de defesa e antigos e atuais oficiais militares e de inteligência, que tem acesso completo à informação UFO fortemente guardada, tecnologia e hardware, que nem mesmo o presidente conhece. Há relatadamente algum entrelaçamento entre os membros do grupo de controle, histórico e anteriormente autorizado, sobre UFOs, o “MJ-12” e o Aviário.

BT alega que vários membros do Aviário tem acesso ao Livro Amarelo [o que AT&T/Sandia não quer que você saiba – B:.B:.] e ao Livro Vermelho. O Livro Amarelo é relatado ser o registro físico de
comunicações de um extraterrestre, que foi recuperado de um UFO abatido e mantido sob custódia pelo MJ-12, antes que ele morresse vários anos depois. Este extraterrestre foi chamado EBE-1. Um segundo extraterrestre é relatado estar atualmente sob custódia do MJ-12, e ela é chamada EBE-2, mas BT a chama Charlene. Ela é a real autora do Livro Amarelo.

O Livro Amarelo é relatado ser um tipo de disco compacto holográfico, que pode projetar imagens da informação que ele contém. É alegado conter referências a eventos bíblicos, até mesmo incluindo a apresentação holográfica da crucificação de Cristo. O Livro Vermelho é um compêndio humano da informação derivada dos extraterrestres. Uma das previsões é que haverá uma grande fratura na sociedade humana como um resultado do contacto ET se tornar publicamente conhecido. Isto é suposto acontecer em 1997. Uma outra previsão relatada é que os ETs voltarão em um pouso formal pré-planejado em 24 de abril de 1997 em terra pública do sudoeste dos EUA, provavelmente na vizinhança da área de Mísseis de White Sands, Novo México. Os Livros Vermelho e Amarelo também são supostos de conterem a previsão que há um “Cavaleiro do Apocalipse” que deixou de chegar. (Os outros três, Guerra, Fome e Pestilência sem dúvida já chegaram a Terra.) O Cavaleiro remanescente é o Corredor Branco usando a Coroa, que é interpretado como a Segunda Vinda. Isto levanta profundas questões e preocupações dentro do Aviário. Isto significa o que um pouso formal dos ET em 1997 significa, ou é, a Segunda Vinda de Cristo? Será que os ET estão mantendo um ET com a consciência de Cristo? Os cristãos fundamentalistas estarão contra os ETs como supostas ameaças à supremacia de Cristo? Et cetera.

O Aviário está bem preocupado que os cristãos fundamentalistas vivenciarão um choque espiritual, se não ontológico, com a revelação da visitação ET, e sobre os conteúdos relatados dos Livros Vermelho e Amarelo, que contêm informação que sugere que Jesus tinha alguma ligação com os extraterrestres. Acrescentando mais combustível às preocupações do Aviário, BT relata que uma estação européia de televisão relatou que especialistas do Vaticano sobre as Profecias de Fátima mantiveram uma relatada instrução para representantes do governo do Reino Unido, França, Alemanha e EUA relativaaa à Terceira Profecia que ainda não foi publicamente anunciada. Esta profecia é dita lidar com a visitação ET. Um porta-voz do Vaticano relatadamente confirmou que tal instrução aconteceu. Alguns dentro do Aviário estão preocupados com as implicações teológicas e social-religiosas que podem ser as mais sérias resultantes de um aberto contacto extraterrestre.

BT,um cristão religioso, pessoalmente toma a perspectiva da Trindade nestes tempos. Ele vê a história como o Pai tendo se manifestado no início dos tempos; o Filho (Jesus) tendo se manifestado a dois mil anos atrás; e agora, no fim dos tempos, BT acredita que o Espírito Santo se Manifestará, possivelmente por meio de algum intermediário humano [a estranha ironia aqui é que “BT” se considere “O Eschaton” e “o Espírito Santo.” Embora nós não necessariamente concordemos com estas crenças esposadas por nosso querido irmão da física quântica, certamente defendemos seu direito de acreditar no que quiser. -B:.B:.]. Tenho advertido BT que o Livro do Apocalipse nos adverte quanto ao anti-Cristo se elevando no Fim dos Tempos, que tentará se passar pelo Cristo retornando. BT parece menos preocupado com isto do que com o problema do Espírito Santo ser claramente discernido pelos cristãos, como uma mudança de paradigma trazida pela ocorrência de um contacto aberto com ETs. Mais alegados vazamentos da fonte do Aviário, BT, estão a se seguir. [e em ainda um outro sagrado discurso eletrônico…] O informante que chamo Beltway Throat (BT), que vive na sombra do centro do poder do mundo (Washington, D.C.,no caso de você pensar que fosse Sedona), relata em sua recente entrevista com Chickadee do Aviário, (o aposentado comandante da inteligência naval C.B. Scott Jones, Ph.D.) Dr. Jones tem relatadamente fornecido a BT detalhes adicionais a respeito dos eventos que o Aviário acredita estarem por vir.

É relatado que o previsto pouso extraterrestre na quinta-feira, 24 de abril de 1997, seja o precursor de um a série de cataclismas em 1998. Sobretudo, o pouso de 1997 é a última chance para os poderes da Terra permitirem que suas populações saibam sobre as visitas extraterrestres; caso contrário, os ETs não serão capazes de ajudar a humanidade mitigar e sobreviver à série de cataclismas de 1998. BT diz que a estrutura do poder dos EUA está ciente dos avisos sobre a série de cataclismas de 1998. Uma maciça destruição planetária e humana é o curso padrão dos eventos; a menos que nós [nossos governos] convidem os ETs a aparecerem abertamente na Terra, os ETs não serão capazes de evitar ou mitigar a série de cataclismas de 1998. Os ETs querem ser convidados de modo pacífico. Eles não se imporão a nós pela força.

BT não entrou em detalhes sobre a natureza da série de cataclismas de 1998, exceto para dizer que ela é parcialmente composta de eventos de origem tecnológica [de fato, como se soletra HAARP…? -B:.B:.] e parcialmente de causas naturais. Quando sugeri que a série de cataclismas de 1998 poderia incluir maciços eventos sísmicos, aumentado vulcanismo, extremos atmosféricos de aquecimento global e efeitos aumentados da radiação do buraco na camada de ozônio, BT não contestou esta opinião.

A opinião do Dr. Jones é relatadamente que a resistência em admitir a visitação extraterrestre é significativa nos países desenvolvidos, mas que muitos no Aviário se preocupam sobre os tiranos dos países do Terceiro Mundo, que resistiriam violentamente à ameaça ao status quo (deles) apresentada pelo aberto reconhecimento da presença extraterrestre.

O Comandante Jones relatadamente ofereceu dois cenários de como o Aviário lidaria com o relatado pouso extraterrestre em 24 de abril de 1997; o cenário Um teria uma coalisão de internos (a liderança do MJ-12, o Aviário, e o bilionário de Las Vegas Robert Bigelow do Instituto NIDS ) constituem um grupo elite de contacto, que seria auto-indicado como representantes da Terra e negociariam com os extraterrestres durante o pouso. Fortemente protesto que uma tal abordagem elitista como o cenário Um seria repudiada pelos humanos e pelos ETS. O cenário Dois, segundo BT, seria que um Painel da Fita Azul seria criado como equipe de contacto para negociar entre ETs e humanos. Enfatizo que um tal painel precisaria ser amplamente representativo das pessoas da Terra, e deve ser democraticamente selecionado com afiliação mundial, tal como a ONU pode fazer.

Published in: on agosto 19, 2008 at 9:53 am  Comments (1)  
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Sobre Paul Bennewitz

A DESTRUIÇÃO MENTAL DE PAUL BENNEWITZ

compilado por Dee Finney

Richard Doty foi entrevistado no Art Bell Show em 26 de fevereiro de 2005

Pessoalmente ouvi tantas mentiras nesta entrevista, que apenas sabia que não podia deixar a informação permanecer como estava. Desde que tenho informação interna sobre os ETs por causa de um grupo de afiliações, amigos e experiências pessoais, mentira e desinformação não podem mais ser tolerados nos EUA a respeito dos acordos entre os ETs e o governo. Estes acordos podem ter sido permissíveis por causa da segurança nacional quando eles foram feitos, mas estas razões não são mais válidas, já que todos os outros países do mundo tem liberado a informação que eles estão retendo por todo este tempo. É tempo do povo americano saber a verdade! – Dee

Em 1980, Paul Bennewitz se tornou envolvido em observar e filmar objetos que ele tem avistado no solo e no ar perto da base da força aérea Kirtland em Manzano. Relatamente sua esposa estava também presente para testemunhar os primeiros pousos que ele testemunhou e filmou na área de Coyote Canyon. Subsequentemente, ele contacta Earnest Edwards da Policia de Segurança de Kirtland que, durante o período dos próximos poucos meses, se tornou preocupado e solicitou que os guardas da Área de Armazenaento de Armas de Manzano relatassem a ele qualquer avistamento de luzes aéreas não usuais. No início de agosto de 1980, três guardam relatam o avistamento de uma luz aérea que descia na Reserva Militar Sandia. Este é o primeiro avistamento descrito no formulário de queixa assinado por Richard Doty. Edwards relata o avistamento a Doty sem saber que Doty já tinha ouvido isto de Russ Curtis (Chefe de Segurança do Sandia) que um guarda de segurança do Sandia avistou um objeto em forma de disco perto de uma estrutura, apenas minutos depois do avistamento pelos três guardas de Manzano. Doty inclui estes relatos e vários outros em seu formulário de queixa e encaminha o relato à sede da AFOSI em Washington.

A partir deste ponto muitas outras pessoas se tornaram envolvidas. Bennewitz foi chamado para um encontro em Kirtland com vários maiores oficiais da força aérea e pessoal do Sandia estava presente, inclusive um Brigadeiro General. Earnest Edwards tem confirmado que os três guardas sob seu comando relataram o que foi descrito, e que o encontro aconteceu. Bennewitz tem confirmado que Doty e Jerry Miller vieram a sua casa para ver os seus materiais e lá há um documento assinado por Thomas A. Cseh, Comandante do Destacamento Investigativo da Base, para confirmar isto. Finalmente há um conjunto completo de documentos que foram liberados pela sede da AFOSI sob o acobertamento do Departamento da Força Aérea relacionado aos eventos descritos.

Ao menos uma pessoa que criou a história original de Dulce e a contou ao pesquisador UFO Paul Bennewitz, tem desde então admitido que a história era desinformação.

“…Bill Moore mais tarde afirmou em uma “confissão” que ele foi recrutado para desviar Paul Bennewitz dando a ele falsa informação. Ele afirmou que recebeu suas ordens de um agente do AFOSI, e que por quatro anos, ele foi pedido para alimentar a desinformação… para Bennewitz. Esta desinformação incluia a verificação das crenças de Bennewitz sobre os “grays” e a base subterrânea em Dulce.”

Em 1979 – 1980 (o registro do ano não está claro), Bennewitz e um psicólogo e ufólogo chamado Dr. Leo Sprinkle investigaram a história que uma mulher profundamente perturbada, chamada Myrna Hansen, contou a eles. Ela afirmava que ela e seu jovem filho tinham visto um UFO enquanto dirigiam em um estrada rural perto de Cimarron, no nordeste do New Mexico. Com a permissão da paciente, Dr. Sprinkle começou a hipnotiza-la, e durante um período de três meses, Bennewitz e Sprinkle ouviram uma história muito não usual.

Sob hipnose, a paciente disse que, não somente ela tinha visto vários UFOs naquele dia, mas tinha visto um gado ser abduzido e ela e seu filho também foram abduzidos e levados a uma base subterrânea secreta onde eles viram o gado sendo mutilado e drenado seu sangue e visto vasos contendo partes de corpos humanos. Ela posteriormente disse que algum tipo de implante fora colocado no corpo dela e de seu filho e que os ETs podiam controlar as mentes deles por meio destes aparelhos.

Bennewitz acreditou na história da mulher e pensou que de alguma forma isto pudese estar ligado as luzes que ele estava vendo sobre Manzano. Ele começou filmando as luzes, reunindo 2.600 pés de filmes. Ele também veio a acreditar que podia receber sinais da nave que ele observava. Ele construiu antenas e receptores para receber transmissões eletromagnéticas de baixa frequência que ele acreditavam virem da nave alienígena. Bennewitz chamou sua “missão” Projeto Beta. Aqueles que tem visto os filmes e ouvido as fitas das transmissões de rádio de baixa frequência dizem que não há dúvida que Bennewitz estava registrando um fenômeno real.

Em 24 de outubro de 1980, Bennewitz contactou a base da força aérea de Kirtland para fazer um relato do que ele sentia ser uma real ameaça contra a Área de Armazenagem de Armas de Manzano por UFOs. Ele primeiro se comunicou com o Major Ernest E. Edwards, que o encaminhou ao agente especial Richard C. Doty.

Em 1979, Paul Bennewitz operava uma pequena companhia de eletrônicos, o Thunder Scientific Laboratory, em Albuquerque, Novo México. Ele era um físico, um inventor e um pensador. Ele também tinha um ávido interesse em UFOs, e era um investigador para a APRO (Organização de Pesquisa do Fenômeno Aéreo – baseada no Arizona), o grupo UFO foi iniciado por Jim e Coral Lorenzen. De sua casa nos arredores de Albuquerque, Bennewitz tinha, juntamente com outros, visto luzes estranhas nos céus noturnos sobre a Área de Teste de Manzano, fora de Albuquerque. As luzes pareciam aparecer quase todo anoitecer e voar na direção de Coyote Canyon, também uma parte da base da força aérea de Kirtland que incluia o Laboratório Nacional Sandia e o Laboratório Phillips, ambos de pesquisa ultra top secreta.

Richard Doty e Jerry Miller, Conselheiro Científico do Centro de Teste e Avaliação da Força Aérea, em Kirtland, entrevistaram Bennewitz em sua casa na borda da base Manzano. Eles examinaram os filmes e fitas de Bennewitz, e Miller, um antigo investigador do projeto Bluebook na base da força aérea de Wright-Patterson, determinou que os filmes mostravam algum tipo de objeto aéreo não identificado. Eles notaram o conjunto de equipamento de observação eletrônica que Bennewitz tinha apontado para Manzano. O Escritório de Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI] declinou investigar posteriormente, mas programou uma inspeção dos dados de Bennewitz por pessoal de Wright-Patterson. AFOSI também fez um exame de background de Bennewitz.

Dando o passo que por último o levaram a seus problemas posteriores, Bennewitz escreveu um programa de computador que ele afirmou poder traduzir as transmissões de radio alienígenas. Ele agora veio a acreditar que estava inteceptando mensagens que os aliens estavam transmitindo para aparelhos de controle mental, tais como aqueles que Myrna Hansen declarou terem sido colocados nela e em seu filho.

Em 10 de novembro de 1980, Bennewitz apresentou sua evidência novamente, desta vez a um pessoal de alto escalão da força aérea, incluindo o Brigadeiro General William Brooksher. No relato deste encontro, é notado que Bennewitz foi aconselhado a se candidatar a uma bolsa da Força Aérea para estudar os fenômenos. Mais uma vez, contudo, o AFOSI declinou investigar o assunto eles próprios.

Bennewitz não desistiu tão facilmente. Além dos relatos regulares que ele estava enviando ao APRO, ele estava contactando o Senador Harrison Schmidt e o Senador Peter Domenici, bem como outros ufologistas tais como Linda Moulton Howe e John Lear.

Por 1982, APRO tinha decidido investigar as afirmações de Bennewitz. Eles enviaram William Moore, um de seus diretores e um antigo professor de teatro que se tornou escritor e ufologista, para falar com Bennewitz. Moore tinha conquistado uma certa fama no campo ufológico ao co-autorar com Charles Berlitz ‘The Philadelphia Experiment’ e ‘The Roswell Incident’.

Por agora, a história de Bennewitz tinha se tornado bem mais complicada. Ele disse a Moore que as transmissões aliens que ele havia recebido indicavam que dois tipos de aliens tinham invadido os EUA: os pacíficos “brancos” e os malignos “grays”. Os grays, que ele disse serem os responsáveis pelas mutilações de gado e as abduções de humanos, tinham um tratado com o governo americano que lhes permitiu construir uma secreta base subterrânea sob o Pico Archuleta na reserva indígena de Jicarillo perto de Dulce, Novo México. Os aliens, contudo, estavam prestes a quebrar o tratado …

Talvez a volta mais estranha nesta história é que Bill Moore mais tarde afirmou em uma “confissão” que ele foi recrutado por alguém cujo nome código era “Falcão” para desviar Paul Bennewitz dando a ele falsa informação. Ele afirmou que recebeu ordens de um agente da AFOSI, e que por quatro anos, ele foi pedido para alimentar com desinformação, inclusive documentos falsificados de “Aquarius” a Bennewitz. Esta desinformação incluiu a “verificação” das crenças de Bennewitz sobre os “grays” e a base subterrânea de Dulce.

Paul Bennewitz gradualmente se tornou mais e mais paranóide, afirmando que os aliens vinham pelas paredes de sua casa durante a noite e injetavam neles químicos. Ele comecou a manter armas e facas por toda a casa. Finalmente, ele foi hospitalizado por “exaustão”. É dito que ele se recuperou e agora se recusa a dar entrevistas ou ter qualquer coisa a ver com o assunto dos UFOs

Paul Bennewitz morreu em 23 de junho de 2003.

Como os Especialistas em Desinformação Disseminam o Medo dos UFOs
Anne Strieber

Sumário: Bill Moore, investigador e autor UFO, tem aprendido bastante sobre o acobertamento governamental da informação UFO por muitos anos. Uma grande parte deste acobertamento tem a ver com as agências de inteligência, tais como a CIA, e se referem à desinformação.

Em sua fala na convenção da MUFON em Las Vegas em 1o. julho de 1989, Mr. Moore tinha isto a dizer sobre o assunto: “A desinformação é um jogo bizarro e estranho. Aqueles que o jogam estão completamente cientes de que o sucesso da operação é dependente de lançar a falsa informação sobre um alvo ou “marca”, de tal modo que a pessoa aceitará isto como verdade e a repetirá, e até mesmo defenderá de outros como se fosse verdade. Um dos fatores chave em um esquema bem sucedido de desinformação é que ela deve conter alguns elementos da verdade em ordem de ser crível. Uma vez a informação é acreditada, o trabalho da contra-inteligência está completo. Eles podem simplesmente se retirarem em confiança que o trabalho sujo de espalhar suas sementes venenosas será feito por outros”.

Algumas das histórias mais assustadoras e bizarras sobre UFOs e visitantes podem bem serem mentiras que se originaram de especialistas em desinformação e são inocentemente disseminadas por pessoas crédulas que não se preocupam em examinar os fatos, mas que amam uma boa história. E algumas destas pessoas contando estas histórias podem não ser tão inocentes – eles podem ser especialistas em desinformação.

Conquanto não haja uma prova final que o governo americano tem patrocinado programas de desinformação referentes a UFOs, a evidência circunstancial está crescendo mais forte a cada dia. É uma questão de registro que ao menos um indivíduo espalha a desinformação neste campo enquanto trabalha como empregado do governo em um emprego relacionado a inteligência, e as revelações de Bill Moore e outros indicam que as falsas histórias tem sido plantadas entre os investigadores UFO por anos.

Certamente algo estranho aconteceu fora de Roswell, Novo México em julho de 1947, quando oficiais da Força Aérea recuperaram alguns destroços com propriedades que não se enquadram em qualquer tecnologia conhecida. Segundo o Coronel Jesse Marcel, que deu inúmeras entrevistas em videotape antes de morrer, e que foi o responsável pela recuperação dos destroços, o fato de sua extrema estranheza foi acobertado pela Força Aérea.

Este acobertamento aconteceu quando a Guerra Fria estava apenas começando e a América estava entrando em um período de quase-paranóia sobre a questão do expansionismo soviético. A obsessão da América pelo sigilo começou quando o Presidente Truman criou a Agência Central de Inteligência [CIA] em 1947 para obter informação sobre as ameaças sendo feitas pelos comunistas depois da Segunda Guerra Mundial. Até mesmo desde então, é dito aos americanos cada vez menos sobre a realidade em nosso governo. Como Norman Thomas, que sem sucesso concorreu à presidência muitas vezes, disse, “Quando os segredos se iniciam, a república para’. Podemos viver em uma democracia mas não podemos ter um efeito na política, a qual nada sabemos.

Quando Bill Moore se tornou um diretor da agora dormente APRO em 1979, ele se tornou familiarizado com o trabalho sendo feito por Paul Benewitz e o Dr. Leo Sprinkle com uma jovem mulher que se lembrava de ter sido abduzida e testemunhado mutilações de gado. Bennewitz tinha se convencido de que os aliens tinham implantado algum tipo de aparelho de comunicação na cabeça da mulher e e que eles estavam usando este aparelho para controlar as ações dela.

Já que Paul Bennewitz era um físico, ele tinha uma certa quantidade de aparelhos eletrônicos a sua disposição e ele estabeleceu determinar se ele poderia detectar sinais eletrmagnéticos que ele acreditava os aliens devessem estar usando para exercer o controle sobre as alegadas vítimas e tentar encontrar um meio de escudar as vítimas do controle destes sinais. Ele disse a APRO em 1979 que ele acreditava ter tido sucesso em detectar sinais de baixa frequência dos UFOs e havia começado a fazer cálculos sobre o tipo de eletrônicos e tecnologia de propulsão empregada pelos aliens. Ele também começou a tirar fotos das estranhas luzes manobrando na vizinhança da Instalação de Armazenamento de Armas Nucleares em Manzano, que é localizada a leste da base da força aérea de Kirtland em Albuquerque. Bennewitz tinha uma visão perfeita da base de armas de sua casa na seção de Four Hills da cidade.

Bill Moore diz, “Em setembro de 1980, fui abordado por um indivíduo muito bem colocado dentro da comunidade de inteligência, que afirmou estar diretamente ligado a um projeto de alto nível lidando com UFOs. Este indivíduo me disse que ele falava por um pequeno grupo de indivíduos similares que estavam desconfortáveis com a continuada cobertura do governo da verdade e indicou que ele e seu grupo gostariam de me ajudar com minha pesquisa sobre o assunto, na esperança e expectativa que eu pudesse ser capaz de ajuda-los a encontrar um meio de mudar a política prevalescente e levar os fatos ao público, sem violar qualquer lei no processo. O homem que agiu como ligação entre este grupo e eu era um agente das Investigações Especiais da Força Aérea [AFOSI] chamado Richard Doty. Eu sabia que estava sendo recrutado, mas naquele ponto não sabia para o que.”

Logo se tornou aparente para Bill que era esperado dele fornecer informação a este indivíduo sobre as atividades de Paul Bennewitz e da APRO em troca de receber “informação sensível’ [ou presumidamente classificada] sobre UFOs. Bill entendeu que, seja no que for que Bennewitz estivesse envolvido, ele era sujeito de considerável interesse da parte não de apenas uma, mas de várias agências do governo, e que eles estavam tentando ativamente neutraliza-lo bombardeando-o com o máximo de desinformação que ele fosse possível absorver. Bill decidiu participar, porque assim ele podia aprender mais sobre o processo de desinformação ao testemunha-lo em primeira mão.

Bennewitz, da sua parte, continuou a fazer o que pareciam ser declarações bizarras, a maioria das quais dava a cada aparecimento de ter sido influenciada por um pesado cobertor de desinformação misturado com uma pequena, mas significativa, quantidade de verdade. O problema sempre foi aquele de manter um nível principal e tentar tirar o fato da fantasia – algo que Paul Bennewitz teve um tempo difícil fazendo.

“Por 1981”, segundo Bill, “Paul estava reunindo dados de uma variedade de fontes e reunindo isto com a informação que estava sendo alimentada a ele por um número de pessoas do governo que, por alguma razão, ele parecia ter uma fé implícita e inabalável. A historia que emergiu desta mistura de fato, ficção, fantasia, diz-que-diz, dados reais e desinformação do governo foi absolutamente incrível! Ainda que de alguma forma, Paul acreditava nisto e estabeleceu uma cruzada de um homem só para contar ao mundo sobre os aliens malévolos do espaço que estavam em liga com o nosso governo para tomar o planeta. O que havia começado em 1979 como um esforço para aprender se o comportamento de uma mulher que afirmava que havia sido abduzida por UFOS alienígenas estava sendo influenciado por algum tipo de controle remoto por radio, tinha, no espaço de menos três anos, florescido em uma história que rivalizava o mais selvagem cenário de ficção científica que alguém pudesse imaginar.”

Bennewitz continuou com seus experimentos referentes aos sinais de rádio que ele estava recebendo e a fimagem que ele estava realizando das luzes não usuais. Ambos destes fenômenos pareciam estar largamente conectados às atividades dentro da base da força aérea de Kirtland e o complexo dos Laboratórios Nacionais, exatamente ao sul da cidade de Albuquerque. Bill sente que Bennewitz definitivamente estava recebendo algum tipo de sinal eletromagnético de baixa frequência em seu equipamento, e é igualmente certo que suas fotos e filmes apresentavam luzes não usuais, a maioria das quais enquanto planavam ou manobravam sobre o complexo de Kirtland/Sandia. A questão real é se esta evidência era suficiente para concluir que estes fenômenos estavam diretamente relacionados a atividade dos UFOs, ou se, de fato, as coisas estranhas que ele estava testemunhando tinham a ver com algum projeto de pesquisa clasificado do governo acontecendo lá por perto. Qualquer uma destas razões seria uma boa explicação para as atividades de contra-inteligência do governo neste caso.

Bill relata que a observação do governo das atividades de Paul, algumas das quais Paul foi astuto o suficiente para detectar e algumas das quais Bill aprendeu sobre, mas que Paul parecia não estar cientes delas, incluiam grampos e até mesmo invasão de residência. “Paul tomou estas atividades como prova positiva que ele estava em cima de algo grande. Infelizmente ele parecia grandemente inconsciente que as mesmas pessoas que iam a tais extremos para espiona-lo também tinham a capacidade de montar uma eficaz campanha de desinformação.”

Em qualquer caso, em meados de 1982, a história de Paul continha virtualmente todos os elementos encontrados na atual plantação de rumores que circulam na comunidade UFO por pessoas tais como John Lear. Havia dois grupos de aliens, um malevolente, um mais amigável. Os malevolentes, que são chamados de grays estavam realmente no controle e eles eram os responsáveis pelas mutilações de gado, abduções de humanos e os sinistros implantes de controle mental em humanos, por terem primeiro feito e quebrado um tratado secreto com o governo americano, para manter uma base subterrânea secreta em Dulce, Novo México, e por ter fornecido ao governo americano harware e armas espaciais alienígenas que ultimamente se mostraram defeituosas ou que eram usadas para quebrarem, assim deixando a civilização humana virtualmente indefesa contra a invasão.

Bill Moore diz, “Sei que este corpo inteiro de informação ser falso, porque estava em posição de observar grande parte do processo de desinformação na medida em que ele se desenrolava. E posso lhes dizer que isto era eficaz, porque observei Paul se tornar sistemticamente mais paranóide e mais emocionalmente instável na medida em que ele tentava assimilar o que estava acontecendo a ele. Ele tinha armas e facas por toda a casa, tinha instalado fechaduras extras em suas portas, e ele jurava que “eles” [os aliens] estavam vindo pelas suas paredes de noite e injetando nele odiosos químicos que o derrubavam por longos períodos de tempo. Ele começou a sofrer crescentes episódios de insonia. Eu sabia naquele tempo que ele não estava longe de um inevitável colapso nervoso. Sua saúde havia se deteriorado, ele tinha perdido um peso considerável, suas mãos tremiam como se de paralisia e sua aparencia estava horrível. Tentei aconselha-lo a deixar toda a coisa UFO antes que estivesse completamente destruido. Não muito depois ouvi que ele havia sido hospitalizado e estava sob cuidado psiquiátrico.”

A campanha de desinformação também foi eficaz porque ela assegurou que niguém na media principal ou na comunidade científica prestasse qualquer atenção nas afirmações estranhas que Paul Bennewitz fez. Assim os elementos da verdade que estavam contidos em seus experimentos se tornaram perdidos para sempre do público.

Os UFOs realmente estavam envolvidos em tudo isto? Bill diz que nós nunca realmente saberemos. Talvez Bennewitz tenha meramente esbarrado em sinais gerados por algum projeto sofisticado e de alto nível do governo cujo pessoal de segurança atirou a desinformação relacionada aos UFOs como máximo acobertamento. Ou talvez ele descobriu um real projeto UFO do governo que preferiu desinforma-lo para proteger o que estava fazendo. A única coisa que Bill sabe de sua experiência em primeira mão é que houve uma tremenda quantidade de desinformação do governo envolvida, e que uma grande proporção do que ainda hoje estamos ouvindo sobre os aliens malévolos, bases subterrâneas e tratados secretos com o governo americano tem suas raízes firmemente plantadas no caso de Bennewitz. “A corrente plantação de desinformação realmente não é nova; é apenas que um diferente grupo de pessoas está disseminando isto desta vez”, diz Moore.

De sua experiência, e de sua outra pesquisa, Bill tem chegado a conclusão que o pessoal da contra-inteligência do governo americano tem realizado mais uma vez, uma campanha de engano e desinformação contra o público americano sobre o fenômeno UFO por mais de 40 anos. Ele sente que as pessoas que tem sido responsáveis pela operação são indivíduos altamente colocados dentro da comunidade de inteligência. Há várias explicações possíveis para esta situação. Uma, a desinformação pode ser um acobertamento de segurança para um real projeto UFO que existe em um nivel muito alto e é conhecido por apenas uns poucos da elite. Dois, pode ser um projeto de segurança destinado a desviar da pesquisa real de alta tecnologia [não sendo UFO] e projetos de desenvolvimento. Terceiro, pode ser uma manipulação dos próprios UFOs alienígenas como parte de um plano a longo prazo para tornar a sociedade humana gradualmente consciente de sua presença aqui. A posição de Bill é que a verdade é melhor descrita em termos de uma combinação de todos os acima.

É um fato de que alguém poderoso está disseminando desinformação sobre os UFOs. Seria tolo acreditar em qualquer história com base em tão pouca evidência. Por outro lado, estas pessoas que tem vivenciado os visitantes em primeira mão precisam não se permitirem de serem convencidas que suas experiências são meras alucinações.

As pessoas que tem encontrado os visitantes conhecem o medo real que vem de confrontar o desconhecido. Não há razão porque eles devam ter que enfrentar um terror adicional de serem inundados por rumores sensacionais sobre aliens que começaram a dez anos atrás com a campanha de desinformação do governo contra um indivíduo.

O Falcão e o Trabalho da Neve, Parte 1

FACTÓIDE: Em 1947, a força aérea sabia que uma brilhante superfície metálica faz um objeto aparecer melhor ao radar, então eles usaram folha de alumínio para fazer refletores de radar para seus balões atmosféricos. Contudo, por 1955, eles tinham esquecido este fato, então eles pintaram os primeiros aviões espiões U-2 de prata, o que os teria tornado facilmente detectáveis pelo radar enquanto voavam sobre a União Soviética em missões de reconhecimento. Sua aparência prateada também fez com que as pessoas os confundissem com UFOs, segundo historiadores da CIA. Algum tempo mais tarde eles entenderam seu engano e começaram a pinta-los de preto, assim criando as primeiras aeronaves “stealth” (Uncle Phaed’s UFO Investigator’s Handbook)

Quem é o antigo agente especial da AFOSI Richard C. Doty?

Não é fácil encontrar informação sobre Doty antes de 1980. A única informação disponível é umas poucas migalhas em vários livros UFO mais a informação que pode ser antevista em quatro arquivos que estão online. Estes arquivos são os reputados papéis de dispensa da força aérea de Doty, uma entrevista telefônica que Phil Klass teve com Doty em 8 de janeiro de 1988, e duas cartas supostamente escritas por Doty (3 de março de 1989 e 4 de abril de 1989). Contudo, não há muita informação nestes arquivos.

Na transcrição da entrevista telefônica com Klass, Doty diz que seu pai, Edward Doty, esteve na Força Aérea, era um investigador do Projeto Bluebook, esteve na base da força aérea de Holloman de 1962 a 1964, e esteve envolvido na investigação de um caso de pouso de UFO em 1964 em Socorro, Novo México. Contudo, em uma carta datada de 3 de março de 1989, Doty diz que foi um tio, não seu pai, que foi um investigador do projeto Bluebook.

Nesta carta de 3 de março de 1989, Doty diz:

“Enquanto servia ao Distrito do AFOSI sede 70, em Weisbaden, Alemanha Ocidental, realizei deveres como um especialista em contra-espionagem. Em 1986, eu estava envolvido em uma operação sensível onde tentei realizar certos deveres que capacitariam nossa equipe a aprisionar possíveis agentes estrangeiros trabalhando contra os interesses dos EUA. Meus supervisores, contudo, viam minhas ações como sendo não autorizadas. Portanto, fui pedido para deixar o AFOSI, o que fiz voluntariamente. Aceitei uma posição na base da força aérea de Kirtland, em Albuquerque, NM, onde meu filho estava residindo com minha ex esposa.”

Aparentemente, Doty esteve em Kirtland ao menos duas vezes. Sabemos que ele estava lá em 1980, já que isto foi quando ocorreu o caso de Bennewitz, e aqui ele diz que foi transferido de volta para Kirtland em 1986.

Ele continua para dizer (alguém tinha dito que ele terminou seu serviço na força aérea como um cozinheiro):

Meus últimos dois anos de serviço foi no campo de serviços da carreira, mas não como um cozinheiro.

Sgt. Doty se retirou da força aérea em 1o. de outubro de 1988. Suas cartas dão uma caixa postal em Grants, Novo México como endereço de retorno. Ele diz em uma das cartas que ele não vive no Novo México, mas somente mantém um serviço de recebimento e envio lá. Uma de suas cartas diz que seu atual emprego envolve investigações, mas nada tem a ver com UFOs. Uma fonte não verificada disse que ele está na Polícia Estadual do Novo México em Grants.

A primeira vez que ouvimos falar de Richard C. Doty é no verão de 1980. Ele era o oficial do AFOSI que pegou o relato de Craig Weitzel de ter visto um UFO perto de Kirtland. Mais tarde em 1980, APRO recebeu uma carta anônima que enfeitava considravelmente o relato de Weitzel, tranformando-o de um relato de avistamento em um encontro estreito. Segundo Robert Hastings, a análise mais tarde mostrou que esta carta havia sido datilografada na mesma máquina de escrever que tinha sido usada paa digitar o original relato de avistamento de Weitzel. Este relato estava assinado por “Richard C. Doty.” A validade desta análise, no entanto, não está clara.

Pouco tempo depois do avistamento de Weitzel, Paul Bennewitz contactou a base de força aérea de Kirtland com suas história de UFOs sobre Manzano e de receber comunicações alienígenas de baixa frequência. Mais uma vez, o agente Doty foi o oficial do AFOSI designado para investigar.

Segundo William Moore, pelo tempo em que ele foi enviado para investigar as afirmações de Bennewitz em 1982, Doty tinha estado alimentando Bennewitz com desinformação por dois anos. Moore posteriormente afirma que ele foi recrutado por alguém que se auto-denominava Falcão, para ajudar na alimentação da desinformação sobre UFOs para Bennewitz, e que esta ligação com Falcão era Doty. Contudo, parece que Moore já havia conhecido Doty por ao menos um ano, já que ele afirma que Doty deu a ele uma cópia do Documento do Projeto Aquarius em fevereiro de 1981, segundo Curtis Peebles. A informação aqui é muito incompleta, e é, como melhor posso dizer, baseada inteiramente nas declarações de Moore.

Richard Doty diz que, seja o que for que ele fez, ele o fez sob ordens.

Se assim, qual era o propósito destas ordens? Parece quase certo que o intento era afastar a atenção dos reais avistamentos em Manzano e Coyote Canyon. PORQUE? O que estava sendo protegido? Estava a Força Aérea realmente testando UFOs em Manzano? Ou os UFOs estavam visitando Manzano? Ou armas SDI top secretas estavam sendo testadas em Manzano?

Uma coisa é certa. Quase tão logo começou o relacionamento entre Richard C. Doty e William L. Moore, cópias de supostos documentos clasificados do governo a respeito de UFOs repentinamente começaram a aparecer, como devemos ver na parte seguinte desta série:

O Falcão e o Trabalho na Neve, Parte 2

Ato I:

Em 1972,segundo o livro de Timothy Good, ‘Alien Contact’, os produtores de filmes Robert Emenegger e Allan Sandler foram abordados por oficiais da força aérea para fazerem um documentário sobre UFOs. A Força Aérea, parecia, agora estava pronta para revelar a verdade, pronta para abrir as portas do “Hangar 18” e da “sala azul”.

Os dois produtores foram, segundo eles, convidados ao Pentágono, onde eles se encontraram com os Coronéis da força aérea William Coleman e George Weinbrenner, que mostraram a eles filmes e fotos de aliens gray, inclusive um que eles disseram ter sobrevivido a um acidente e viveu por três anos.

Então, em 1973, Emenegger e Sadler foram convidados a base da força aérea de Norton, Califórnia, onde eles se encontraram com o chefe do AFOSI e Paul Shartle, ex chefe de segurança e chefe do programa audiovisual da base de Norton. Neste encontro, foi dito a eles que o filme existia de um pouso de um UFO em abril de 1964 na base da força aérea de Holloman, Alamogordo, Novo México. Quando a nave pousou, três aliens com olhos como os gato desceram e se comunicaram com o comandante da base e dois cientistas ao usar algum tipo de tradutor. Foi prometido a Emenegger e Sadker o uso deste filme para o documentário deles, mas a oferta foi retirada um pouco tempo depois.

Quando entrevistado em 1988, Paul Shartle diria que a força aérea teria dito a ele que o filme era uma ‘filmagem teatral” que tinha sido comprada para fazer um filme de treinamento.

Em uma entrevista telefônica com Phil Klass, Richard Doty supostamente disse que sua família estava na base da força aérea de Holloman em abril de 1964, presumidamente porque seu pai, Edward Doty, estava estacionado lá.

Ato II:

Em 09 de fevereiro de 1978, um documento curioso, uma aparente cópia em carbono de um documento oficial de relato de incidente da força aérea, chegou ao escritório do The National Enquirer em Lantana, Flórida. Acompanhando o documento estava uma carta não assinada datada de 29 de janeiro.

O relato e a carta descreviam um encontro estreito com um alien que supostamente aconteceu na base da força aérea de Ellsworth em Dakota do Sul em 16 de novembro de 1977.

Embora os nomes mencionados no relato fossem nomes reais de pessoas em dever ativo em Ellsworth, até mesmo o The National Enquirer pensou que o relato era uma farsa. Eles disseram:

“Encontramos mais de vinte discrepâncias e erros no relato – nomes errados, números, ocupações, layouts físicos e assim por diante. Se o alerta da opção de segurança mencionado no relato tivesse acontecido, isto teria envolvido todo o pessoal da segurança na base e todo mundo em Rapid City (População mais de 45.000 pessoas) teria sabido sobre isto.”

Segundo os supostos papéis de dispensa da força aérea de Doty, ele esteve estacionado em Ellsworth de 1976 a 1978. Segundo o livro de Jacques Vallee, ‘Revelations’, William Moore afirmou que Doty admitiu a ele ter falsificado o documento de Ellsworth. Contudo, supostamente há um relato do Inspetor Geral sobre este incidente que afirma que o perpetrador não foi Doty, mas alguém mais.

Ato III

Segundo o livro de Howard Blum, ‘Out There’, William Moore primeiro se tornou interessado em UFOs quando era adolescente, depois de ler sobre o acidente em Aztec no livro de Frank Scully, ‘Behind the Flying Saucers’. Ele se uniu a NICAP enquanto estava na faculdade na Universidade Thiel em Pennsylvania nos anos 60, e permaneceu como membro depois de começar sua carreira de professor em New York.

Nos anos 70, Bill Moore co-autorou The Philadelphia Experiment com Charles Berlitz. O livro se tornou um sucesso [um best-seller], e em 1979, Moore decidiu deixar seu emprego de professor em Minnesota e tentar se dedicar a escrever em tempo integral, sob seu assunto preferido, UFOs.

No Arizona, ele se uniu a APRO dos Lorenzen baseado em Tucson e logo se tornou um de seus diretores. Ele estava passando a maioria de seu tempo pesquisando eventos que tinham ocorrido em 1947 na vizinha Novo México para um outro livro que ele estava escrevendo com Berlitz, The Roswell Incident. Também auxiliando com este livro estava o muito conhecido ufologista Stanton Friedman. O livro foi publicado em 1980 e também foi um best-seller. Depois deste livro, Moore rompeu com Berlitz e ele e Friedman se associaram para continuar investigando o caso de Roswell por vários anos.

Depois que o livro se tornou popular, Moore apareceu em vários shows de entrevista no rádio sobre Roswell e UFOs. Ele relata que duas vezes, depois de aparecimentos no rádio no mês de setembro de 1980, ele recebeu telefonemas de alguém que disse apenas, ‘você é a única pessoa que tenho ouvido que parece estar no caminho certo”. O segundo telefonador sugeriu que eles se encontrassem. Moore dirigiu-se a uma cafeteria em Albuquerque e se encontrou, pela primeira vez, com o indivíduo que ele chama de Falcão.

O Falcão, que Moore disse que era um indivíduo altamente colocado na comunidade de inteligência que afirmava estar diretamente ligado a um projeto de alto nível do governo lidando com UFOs, se encontrou com Moore várias vezes durante um período de meses e então ofereceu a ele um acordo: ele e o grupo que ele representava ajudariam Moore em sua busca pela verdade sobre os UFOs se Moore consentisse em ajuda-los a alimentar a desinformação para, e por relatar a eles sobre… Paul Bennewitz! Segundo Moore, seu contacto durante isto não era para ser com o próprio Falcão, mas sim… com Richard C. Doty!

Moore alegadamente funcionava como algo de um “agente triplo” por aproximaadamente quatro anos, Ele era amigo de Paul Bennewitz enquanto relatava suas atividades tanto a APRO quanto a Doty, e alimentava Bennewitz com desinformação de Doty e/ou do Falcão. Moore mais tarde disse qur continuou com esta oferta porque ele a viu como sua única chance de obter informação interna sobre as atividades governamentais quanto aos UFOs.

O Falcão e o Trabalho na Neve, Parte 3

Arenque vermelho… Um arenque que é curado por fumaça fica vermelho. Ele também tem um odor estranho, e os cães de caça eram frequentemente treinados a seguir um odor por meio de um arenque vermelho que tinha sido arrastado ao longo do solo. Por outro lado da moeda, as pessoas que se opõem a caça da raposa, algumas vezes arrastam um arenque vermelho atravessando o caminho da raposa. Os cães desistem da raposa e seguem o cheiro do salmão. – (The Dictionary of Cliches by James Rogers)

Ato IV

Em fevereiro de 1981, segundo o livro de Curtis Peebles, ‘Watch the Skies’, Richard C. Doty deu a Bill Moore uma cópia de um documento em teletipo classificado que falava da secreta investigação do governo sobre os UFOs, de um projeto Aquarius e de algo chamado MJ-12. Esta foi a primeira menção conhecida a estes dois termos.

No ano seguinte, Moore e um antigo repórter do National Enquirer chamado Robert Pratt discutiram escrever uma novela sobre as aventuras de um oficial da inteligência da força aérea e chamar a isto Projeto Aquarius. Segundo Peebles, a novela foi realmente acabada mas nunca foi publicada.

Na primavera de 1982, uma estação de TV, a KPIX em San Francisco, contratou Moore como um consultor para um especial sobre UFOs. Moore, que agora estava vivendo em Los Angeles, foi auxiliado por seus amigos, Jaime Shandera, um produtor de televisão, e Stanton Friedman, o ufologista. Moore deu uma cópia do teletipo sobre Aquarius a KPIX, e eles pediram a força aérea para verificar sua autenticidade. Foi dito a KPIX pelo AFOSI que o documento era uma falsificação, que ele tinha várias falhas que o identificavam como tal. Moore, segundo Peebles, admitiu que ele tinha redigitado o documento e tinha acrescentado um “selo de data de aparência oficial”

Moore arranjou um encontro com Doty que incluiu Ron Lakis do KPIX e Peter Gersten, um advogado especializado em solicitações de documentos UFO sob o FOIA. Doty alegadamente disse a eles que ele tinha estado investigando UFOs por vários anos para o AFOSI e que ele tinha acesso a documentos top secretos relacionados a UFOs. Doty também alegadamente disse a eles sobre os tratados secretos como os aliens e que o Projeto Aquarius envolveu contactos com aliens. Ele relatadamente disse que sabia de três acidentes com UFOs que tinham sido recuperados e que corpos aliens estavam sob a posse do governo. Ele também mencionou que o governo praticava a desinformação e estava condicionando o público a aceitar os aliens.

Ato V

Na primavera de 1983, segundo Timothy Good em Alien Contact, William Moore recebeu um telefonema de alguém que disse que ele teria permissão para ver alguma informação importante se ele acompanhasse as instruções que lhes foram dadas. As instruções envolviam voar de um aeroporto a outro, obtendo instruções telefonicas para o próximo destino em cada parada, até finalmente chegar a um motel no norte do Estado de New York. A um certo tempo, um indivíduo chegou ao quarto do motel com um envelope contendo onze páginas. Foi dito a Moore:

“Você tem exatamente 19 minutos. Faça o que quiser com este material durante este tempo, mas no fim deste tempo, devo ter isto de volta. Depois disso, você estará livre para fazer o que quiser.”

As onze páginas eram algo chamado um documento ORCON top secreto intitulado Instruções Executivas. Assunto: Projeto Aquarius, datado de 14 de junho de 1977. Moore tinha permissão para fotografar os documentos e ler seus conteúdos para um gravador.

Os documentos detalhavam a recuperação de uma nave alienígena acidentada e um alien vivo em 1949, e a reuperação de uma nave alien completamente funcional em Utah em 1958. Ele detalhava vários “projetos” envolvidos com aliens e UFOs:

1. Projeto Bando: Estudos médicos de corpos aliens recuperados de acidentes e de um alien vivo resgatado de um acidente em 1949 no Novo México.
2. Projeto Sigma: Um projeto para estabelecer comunicações com os aliens.
3. Projeto Snowbird: O teste e vôo de uma nave alienígena recuperada.
4. Projeto Pounce: Um projeto de avaliação completa.

Note as similaridades deste documento com aquele mostrado a Linda Moulton Howe no próximo ato.

Ato VI

Em abril de 1983, Linda Moulton Howe, que tinha produzido um excelente documentário sobre mutilações de gado chamado ‘Strange Harvest’, estava trabalhando em um novo script sobre UFOs para a HBO. No anoitecer antes de seu encontro com o pessoal da HBO, Howe foi jantar com um advogado chamado Peter Gersten. Gersten disse a Howe que ele tinha se encontrado com Richard C. Doty, um agente do AFOSI na base da força aérea de Kirtland, e talvez Doty fosse voluntário para falar diante da câmera ou em alguma outra capacidade útil sobre um incidente UFO que supostamente havia ocorrido na base da força aérea de Ellsworth em Dakota no Sul em 1978. Gersten ofereceu-se para telefonar para ele e perguntar se ele estava disposto a se encontrar com Howe.

Arranjos foram feitos para que Howe voasse a Albuquerque em 9 de abril, onde Doty encontraria com ela no aeroporto. Doty não estava lá quando ela chegou, mas ele mais tarde a pegou na casa de Jerry Miller. Miller, um antigo investigador do Projeto Bluebook, era conhecido de Doty.

No caminho da casa de Miller para Kirtland, Howe perguntou a Doty, cujos modos ela disse estarem desafiadores e nervosos, se ele sabia alguma coisa sobre o pouso de Holloman. Doty relatadamente disse que isto aconteceu em 25 de abril de 1964, apenas 12 horas depois do famoso avistamento relatado pelo policial Lonnie Zamora em Socorro, Novo México. Pessoal militar e científico na base sabia que o pouso esta vindo, mas “alguém explodiu o tempo e as coordenadas” e uma “avançada nave de escolta militar” tinham chegado no tempo e lugar errado, e foi vista por Zamora.

Segundo Howe, quando eles chegaram a Kirtland, Doty levou-a a um pequeno escritório onde lhe mostrou um envelope marrom e disse: “meus superiores pediram-me que lhe mostrasse isto”. Ele retirou várias folhas de papel branco do envelope. Na medida em que ele as passava a Howe, ele a avisou que ela não podia copia-las; tudo que ela podia fazer era lê-las e fazer perguntas.

O documento era intitulado Papel de Instrução para o Presidente dos EUA. Ele descrevia quedas de UFO, corpos alien, e um alien que sobreviveu a um dos acidentes. O papel listava vários projetos UFO do governo:

Projeto Garnet: uma investigação da evolução humana.
Projeto Sigma: esforços para se comunicar com aliens.
Projeto Snowbird: Pesquisa e Desenvolvimento da tecnologia alien recuperada dos UFOs acidentados.
Projeto Aquarius: O programa que abriga o contacto alien.

Doty alegadamente disse a Howe que lhe seria dado vários milhares de pés de filme retirados de aliens, inclusive do pouso da base da força aérea de Holloman em 1964. Os filmes nunca se materializaram.

Howe diz que Doty também prometeu a ela uma entrevista com um Coronel que tinha se tornado amigo de um alien que sobreviveu a um acidente e viveu por três anos. A oferta nunca se materializou já que a entrevista foi seguidamente marcada e cancelada. A HBO disse a Howe que ela teria que ter toda a evidência em sua posse antes que eles autorizassem qualquer custeio. Doty finalmente disse a Howe que o projeto tinha acabado e o contrato de Howe com a HBO expirou.

Doty mais tarde negaria tudo isto, embora Howe tenha feito uma declaração juramentada que tudo isto ocorreu. Doty é dito ter sido aprovado no exame do polígrafo que apoiava sua versão da entrevista.

Ato VII

No livro de Jacques Vallee, ‘Revelations’, ele conta como, em 1985, Robert Emenegger foi abordado novamente pelo Coronel William Coleman, que agora estava aposentado e vivendo na Flórida, com ainda uma outra oferta. Se Emenegger pudesse convencer Allen Hynek e Vallee a se envolverem, então o governo liberaria a evidência “final” dos UFOs. Emenegger estava convecido que a oferta estava no nível, particularmente depois de um encontro com o General Glenn E, Miller, vice-diretor da Agência Audiovisual de Defesa (DAVA), mas Hynek e Vallee procederam cautelosamente.

Hynek foi convidado a base da força aérea de Norton na Califórnia para se encontrar com o General Miller e seu chefe, o diretor do DAVA, o General Robert Scott. Vallee foi mais tarde convidado a Norton também. Eles foram embora sem qualquer nova informação, apenas pistas e a impressão que eles tinham estado falando a dois contactados UFO de olhos selvagens mu

ito mais do que a dois oficiais da força aérea. Vallee ainda se intriga sobre o propósito destes encontros. Foram uma tentativa de avaliar o quanto sabiam Hynek e Vallee? Eram passos adiante na tentativa de desacreditar estes dois nomes principais da ufologia? Ou eram um jogo de azar aberto para injetar mais desinformação no campo? Enquanto isso, Moore, Shandera e Friedman estavam estudando os documentos de MJ-12….

Inseminação Alienígena?

Gravidez em Virgens e Problenas de DNA Alienígeno

Ted Twietmeyer

Se você nunca teve um bebê e ainda é uma virgem, avisarei a você agora sobre alguns fatos revelados nestes relatório que podem ser inquietantes. Contudo, os dados fornecidos aqui também podem ser úteis se você está sofrendo de alguns tipos de problemas médicos não explicados.

Se você é uma mulher adulta, dexe por um minuto a imaginação livre. Imagine-se sendo uma mulher virgem e sua menstruação começa a não vir como deveria. Já que você nunca teve um intercurso sexual, você imagina que algo está muito errado. Você marca uma consulta com um ginecologista para um exame; durante o exame, o doutor desenvolve um olhar atônito. Então, ele, passa por cima do que vê e lhe dá a notícia impossível, até mesmo embora ele lhe possa dizer que você permanece virgem, mas está grávida.

Depois de você ter este choque repentino de ser mãe, você começa a imaginar como isto pode ter sido possível. Vagarosamente você entende as inúmeras preocupações que serão parte de sua vida, como o aumento do tamanho de seu estômago, as perguntas, olhares e reprovações de amigos, familiares e colegas que sabem que você está grávida embora sozinha, as consultas com o gineco-obstetra, menos exercício físico em um futuro próximo, preocupações sobre defeitos de nascimento e o que fazer se eles ocorrerem – toda esta precupação às custas de um bebê que, em primeiro lugar, você não devia estar esperando. E se você é uma modelo, você tem até mesmo uma maior preocupação com a qual lidar.

Nesta era de promiscuidade, ninguém acreditará que você ficou grávida sem um intercurso sexual. Ainda pior, seu bebê não terá pai. E se você agora tem um namorado, você não o verá muito mais quando ele descobrir. Ele nunca acreditará que você engravidou sem intercurso. Repentinamente, você estará em um vôo solo em sua vida e descobrirá como é cruel o mundo onde vivemos.

Como uma virgem, acreditar estar grávida parecerá impossível. Você teve na vida real uma imaculada conceição, algo supostamente impossível e só encontrada na Bíblia.

Tudo isto é uma ficção? Na realidade, esta coisa horrível tem acontecido a um incontável número de mulheres. E após uma mãe virgem levar seu bebê por alguns meses, passando por todas as dificuldades da gravidez, uma manhã ela acorda e vivencia um outro choque – não há mais bebê. Ela rapidamente volta ao seu médico, que agora está totalmente perplexo depois de confirmar o fato. Nada na escola de medicina o preparou para isto. Não há parto, não há aborto: apenas sumiu. Agora ele também está por conta própria como você esteve. Se ele disser a alguém em sua profissão o que ele viu, será o motivo de riso na cidade.

Tal é o sofrimento e a experiência de incontáveis mulheres mundialmente, e provavelmente vem ocorrendo a séculos, senão milênios. Imagine a agonia da mulher no passado – tal como nos tempos vitorianos ou Quaker. Seria uma passagem segura para ser posta fora de casa e da cidade, ou apedrejada, porque ninguém acreditaria nela.

Mas a ciência sabe que assuntos biológicos como a gravidez não terminam depois do parto ou do aborto. A mãe pode carregar células fetais dentro de seu corpo por um longo tempo após o parto. Em um artigo recente de Scientific American a pesquisa relativa a descoberta da retenção das células fetais foi apresentada. Primeiro, é importante notar que o texto não cobriu a migração de células fetais da inseminação de um bebê alienígena. Este artigo apenas assume a responsabilidade da pesquisa atual, que uso aqui, na minha teoria.

Para as mulheres que tem um fator Rh diferente daquele do feto [mãe Rh- e feto Rh+], elas devem receber uma injeção depois do parto ou do aborto. Isto evita sérias complicações para os fetos futuros, causadas pela mistura de dois diferentes tipos sanguíneos na circulação materna [sensibilização].

O que acontece durante a gravidez é algo conhecido como microquimerismo fetal ou maternal. Isto não se refere às células sanguíneas vermelhas, mas às células tissulares. A plascenta não é uma barreira para a transferência de células como já se pensou. O microquimerismo materno ocorre quando as células da mãe entram no feto e permanecem lá. Com o microquimerismo fetal, as células do feto se movem através da plascenta para a mãe. O sangue circula livremente na mãe e no feto através da plascenta. Hoje isto está recebendo considerável pesquisa, já que sugere que isto possa contribuir para doenças e problemas de saúde para a mãe.

A pesquisa que descobriu que isto ocorre já tem uns 60 anos. Outras pesquisas remontam de 1893, quando um pesquisador alemão encontrou sinais de tal transferência nos pulmões de mulheres que morreram de desordem hipertensiva da gravidez. Em 1979, L. Herzenberg da Universidade Stanford descobriu células masculinas no sangue das mulheres que estavam grávidas de meninos. Na década de 1990 foi descoberto que “pequenos números de células estranhas sobrevivem indefinidamente em indivíduo sadios”. Note que a palavra “estranha” aqui pode significar quase que qualquer tipo de células.

As células adquiridas pela mãe podem durar por décadas e podem se tornar parte dos órgãos da mãe. Atualmente é acreditado que em alguns casos isto possa resultar em um ataque auto-imune, mas que também possam causar a cura em outros casos. Embora isto não seja especificamente afirmado no artigo, isto pode ser uma das causas de MS e outras desordens auto-imunes.

O Microquimerismo pode também funcionar de outro modo, quando as células da mãe estão presentes no feto. Isto não é o mesmo que o fato do bebê se desenvolver no útero da mãe, já que estas células adquiridas pelo feto são diferentes.

J. Lee Nelson que escreveu o artigo afirma que seus colegas encontraram células maternas em adultos que tinham um sistema imunológico normal, inclusive uma pessoa de 46 anos: “embora a maioria das células que se transferem vivam por um tempo limitado e morram, as células tronco são uma exceção. As células tronco podem se dividir e criar um número de tipo de células especializadas, tais como aquelas que constituem o sistema imunológico ou o tecido de um órgão. Células de longo prazo foram encontradas serem células tronco ou descendentes relacionados das células tronco nos sujeitos teste.”

A pesquisa atual mostra que a mãe carrega estas células em todos os órgãos, exceto no cérebro que ainda não foi confirmado. (Acredito na presença destas no cérebro e em outros órgãos na cabeça, incluindo os olhos, o que poderá ser confirmado no futuro. O sangue circula livremente do feto aqui também). Além dos órgãos, as células fetais também tem sido encontradas na pele, medula óssea, cérvice, tireóide e até mesmo glândulas salivares das mães.

Você provavelmente já fez uma ligação entre o possível microquimerismo fetal e a inseminação da gravidez alienígena. Para muitas mulheres que tem sido inseminadas [nem todas de modo diferente daquela que os fazendeiros inseminam o gado] não pára com uma gravidez. Este pesadelo pode acontecer muitas vezes a mesma mulher.

Isto é tão horrível de acontecer a uma mulher sozinha que, até onde eu saiba, ninguém até mesmo fez um filme sobre como isto pode acontecer na vida real. Contudo, alguns anos atrás algumas das vítimas da inseminação alienígena apareceram em um raro documentário para a televisão. Algumas mulheres no documentário disseram que elas consideraram cometer suicídio, e o documentário afirmou que ao menos uma realmente cometeu o suicídio depois de vários episódios de gravidez. Muitas mulheres tem se mudado para milhares de milhas de distância em uma tentativa de parar com as abduções, mas isto não tem resolvido o problema. Muitas mulheres são inseminadas novamente depois que um bebê é retirado delas durante uma noite.

Claramente, há seres na Terra e visitando a Terra que absolutamente não tem qualquer respeito pela vida humana, como o fazemos. De fato, somos como gado para eles.

O conhecimento disto pode ser usado como uma vantagem. Por exemplo, se as células alienígenas podem ser coletadas, um teste de DNA pode ser realizado com elas. Tal teste pode realmente mostrar como se parece um bebê alienígena, dizendo-nos quanto ele se parece ou não conosco.

Um outro uso para este conhecimento do DNA alienígena é que isto pode ser útil no combate de doenças de origem desconhecida. Frequentemente os pesquisadores simplesmente precisam saber onde procurar para começar o isolamento de um patógeno ou outro problema. As amostras de doenças erradicadas são mantidas em laboratório para este propósito: fornecer aos pesquisadores quantidades suficientes de patógenos para pesquisa.

Do artigo do Scientific American temos aprendido que células estranhas presentes nas mães são facilmente coletadas para pesquisa. Nesta base, um teste de DNA pode também ser realizado que possa determinar se as células são humanas ou alienígenas.

O trabalho detalhado descrito pelo Dr. Nelson nos mostra que este é um assunto muito complexo ainda sob pesquisa em andamento. Esta pesquisa também está recebendo intenso exame dos pesquisadores médicos. Conheço um cientista de renome mundial e tenho perguntado a ele se algumas doenças oculares podiam estar relacionadas ao microquimerismo em fêmeas. Até esta data não recebi ainda uma resposta.

Em um ensaio escrito por Dalya Rosner (um estudante de PhD da Universidade Cambridge em 2004,) ela estabeleceu um caso de problemas de doenças auto-imunes associado a presença de células estranhas no corpo: “Um número de estudos tem encontrado uma correlação entre a presença destas células que trespassam e um grupo de condições conhecidas como doenças auto-imunes nas quais o sistema imunológico se volta contra os próprios tecidos do corpo. Geralmente um órgão específico ou tecido é alvejado levando a doenças tais como o diabetes, que é causado pela destruição das células produtoras de insulina no pâncreas, ou a artrite reumatóide, na qual o sistema imunológico ataca nossas juntas.”

Ela também descreve as implicações de células estranhas no corpo: “sob circunstâncias normais o sistema imunológico é programado para conviver pacificamente com as células do próprio corpo e destruir apenas os invasores estranhos, tais como germes ou células com o DNA errado. As células que contém um DNA diferente podem crescer por mutação [o mecanismo que produz o câncer], transplante de ógão, inclusive transplante de medula óssea, ou através do microquimerismo.

Tais células expressam um padrão ligeiramente alterado dos marcadores químicos em suas superfícies, ajudando o sistema imunológico a identifica-las como estranhas e levando a um montante ataque imunológico que as destrói.

Dalya Rosner continua: “Uma vez os cientistas acreditaram que duas pessoas com o mesmo DNA [gêmeos idênticos] possuiam o mesmo potencial genético, até mesmo se eles estivessem vivendo em ambientes diferentes. O microquimerismo, contudo, lança dúvida sobre esta visão tradicional.”

Em conclusão, existe evidência suficiente para a pesquisa biológica hoje que mostra o efeito negativo de células estranhas no corpo. As células estranhas nas mães que se tem originado de fetos podem logicamente ter origem terrestre ou alienígena.

Naturalmente nem todas as mães apresentarão efeitos negativos pela presença de células estranhas, mas claramente algumas o fazem. Os efeitos negativos podem demorar anos para aparecerem e não é claramente entendido por enquanto. Provavemente seja a saúde do sistema imunológico da mãe e sua genética que determine se ela terá ou não problemas auto-imunes mais cedo ou mais tarde, na vida.

Corrado Balducci do Vaticano

Os Curiosos Discursos de Monsignor Corrado Balducci do Vaticano

Gordon Creighton, Flying Saucer Review, Volume 45/4, inverno de 2000

Resumo: Este importante prelado católico já foi bem conhecido por suas declarações anteriores, algum tempo atrás, que ele acreditava na presença de inteligências alienígenas interagindo com o planeta Terra.

O que provavelmente seja muito menos conhecido contudo é o fato que ele é o principal Exorcista e Demonologista do Vaticano – e isto torna algumas de suas observações mais recentes surpreendentes – para dizer o mínimo!

No Segundo Congresso Ufológico de Ancona, em 17 de abril de 2000, o tema para discussão foi “Civilização Alienígena: Entre a Dúvida e a Razão” e ele deu uma extensa entrevista lá, expressando suas opiniões muito claramente.

Ele declarou enfaticamente que *com certeza* os alienígenas e seus vasos definitivamente existem. E várias ocasiões ele já tinha expressado a opinião altamente inteligente que, entre a hierarquia dos homens e dos anjos, absolutamente “deve” existir uma escala considerável – uma grande hierarquia de vários outros graus ou níveis de seres – e estes bem podem ser os alienígenas agora em discusssão. Do ponto de vista ideológico, ele enfatizou, não pode haver dúvida sobre isto.

[Não vamos esquecer que no Velho Testamento e outros textos religiosos judaicos a fala não é meramente sobre “anjos” (*Malakheem*, mas também sobre *outras* categorias de seres celestiais – tais como os Querubins e os Serafins. Com meu limitado conhecimento de hebraico, tenho manuseado para dwscobrir muito pouco de fato sobre estas ou outras categorias de seres celestiais do velho panteão hebraico, e se alguém puder me ajudar a aprender mais, de fato ficarei muito grato. Suspeito que os velhos eruditos e sábios possam ter reconhecido até mesmo mais do que três graus de “seres celestiais”. G.C.]

A respeito da aceitação da idéia geral de vida em outros lugares do Cosmos, o Monsignor ressaltou que o sacerdote italiano santo Padre Pio, que foi famoso por sua *stigmata* e por sua cura milagrosa de doentes, que morreu a uns poucos anos atrás, tinha sempre tomado como garantida a existência de extraterrestres.

E muito tempo antes de dele, tinha havido – para citar apenas uns poucos exemplos – tais clérigos como o Cardeal Niccolo Cusano (1401-1464) que aceitavam os conceitos de “alienígenas” e “E.T.” e que escreveu sobre eles. E também tinha havido o astrônomo inicial jesuita Padre Angelo Secchi (1818-1899) que escreveu: “*É absurdo pensar que os outros mundos a nossa volta sejam desertos desabitados*”.

E de fato houve Giordano Bruno que morreu na fogueira por manter tais crenças.

Quando perguntado se a investigação sobre os fenômenos UFOs dele era puramente pessoal ou tinha sido baseada em sugestões oficiais do Vaticano, Monsignor Balducci – (não surpreendentemente) – apressou-se a enfatizar que tudo isto era puramente pessoal e que não existia nada oficial sobre isto [que dificilmente pode ser verdade, na medida em que nós do FSR temos ouvido, dos anos passados, que o Vaticano possui um departamento ativo devotado ao fenômeno UFO. De fato – como isto poderia ser diferente! G.C.]

Como já mencionado, este alto dignatário do Vaticano, Monsignor Balducci, e ele próprio se reconhece como o Demonologista número 1 do Vaticano, e ainda que pareça não haver uma única palavra em algo que ele tenha dito ou escrito que indique qualquer conhecimento de asuntos tais como rapto alienígena, cruzamento, hibridização, remoção de espermas e óvulos, implantes ou a perseguição disseminada de humanos por entidades UFO, mutilação de animais terrestres e horríveis mutilações humanas também.

O bom Monsignor possivelmente não pode estar sem o conhecimento destes aspectos do assunto. Assim conclui que somos obrigados a atribuir pouco valor as declarações dele, que parecem uma peça de manipulação das contas para dar uma melhor impressão dos negócios. Ou pior, ele brandamente nos tem dito que outras inteligências são mais ou menos certas de serem mais altas e mais puras e mais evoluídas do que somos – opiniões certamente muito bizarras para um exorcista!

Uma asserção interessante do Monsignor se relaciona às Aparições de Fatima em 1917 e outros “Fenômenos Marianos”. Ele rejeita agudamente a opinião [mantida por muitos ufologistas católicos na Espanha e em Portugal] que as ‘Aparições Marianas” pdem ser parte do fenômeno UFO. “*Mais certamente não*!” ele diz. “*Nossa Senhora pode fazer seja o que for que quiser e não precisa de UFOs!*”

Respondendo a outras perguntas sobre os principais perigos que hoje ameaçam a humanidade. Monsignor Balducci deixou claro que ele vê como perigo principal uma guerra contra o Ocidente, em algum tempo anes de 2003, um ataque aos EUA, pelos chineses ou árabes. [Sobre o que concordo 100%. com ele -G.C.]

O segundo maior perigo, ele concordou, era o impacto na Terra de um grande asteróide ou meteorito, que a maioria dos astrônomos lhe dirão muito francamente que é provável muito mais que devido a escala de tempo da Terra.

Como efeito de seus discursos, me senti obrigado a dizer que a discrepância entre os discursos do Monsignor e as realidades percebidas de nossa siituação já que sabemos isto depois de meio século de estudo, não podem somente ser mais infelizes, porque ele está ajudando a acalmar o público em uma aceitação passiva e do tipo de um transe de que os Demônios sejam atualmente nossos Senhores e Mestres, exatamente como toda a nossa media está zelosamente fazendo.

Assim me parece que uma imagem muito desonesta nos está sendo dada, e parece evidente que o Vaticano não tem mais intenção do que qualquer governo tem em escarecer, contar a verdade sobre os problemas enormes que ameaçam nossa espécie.

Então, de que lado está Balducci? Tudo isto não indica que, dentro do edifício cristão do Vaticano possam se esgueirar agentes de uma outra força possuida por uma motivação muito diferente e objetivos muito diferentes? Há inúmeras e perturbadoras indicações que este bem pode ser o caso. Em um deses dias posso decidir dar uma narrativa das surpreendentes experiências de um de meus amigos, o qual, aponta naquela direção. Os detalhes que tenho dado acima são retirados das declarações do Monsignor Balducci, divulgadas mais cedo neste verão [2000], sobre o Congresso de Ancona.

Estou em débito com Mr. Neil Cunningham de Edinburgh e com Paola Harris pela seguinte informação posterior que ele tem sido autorizado a nos transmitir pelo Dr. Steven Greer MD, Diretor do CSETI.

Juntamente coma pesquisadora e jornalista Paola Harris e o próprio cameraman dele, Peter Sorenson, Dr. Steven Greer foi convidado a se encontrar com Monsignor Balducci em sua casa em Roma em 23 de setembro, o propósito era que Monsignor desse uma entrevista e discutisse com o Dr. Greer os últimos planos para um projeto de maior revelação mundial a respeito da situação UFO.

Este projeto ambicioso incluirá a filmagem de grandes números de testemunhas militares, agentes de inteligência, pilotos comerciais, cientistas e até mesmo astronautas [americanos e soviéticos].

Estes planos, que já estão sendo colocados em operação, incluirão tais testemunhas da Itália bem como de outros principais países envolvidos. Dr. Greer tinha acabado de chegar a Itália vindo da Bretanha, onde ele tinha filmado várias pessoas, inclusive eu.

Aumentando posteriormente suas opiniões, Monsignor Balducci fez algumas observações sensíveis ao grupo, tais como:

“*Com certeza* deve haver *algo mais* ente nós e os anjos. E se há tais outros seres, eles são mais evoluídos do que nós.” “Estamos” diz Balducci, “no fundo da escada para nossa habilidade *de ver o bem mas fazer o mal*. É ilógico e um pouco arrogante acreditar que somos os únicos seres criados por Deus. *Já que toda a Cristandade é baseada em testemunha-testemunho, devemos entender como é importante o testemunho*. Seria uma tragédia se nos tornássemos suspeitosos de todas as pessoas que relatam que tem vivenciado algo não usual, como ver naves nos céus, porque existem algumas testemunhas idôneas que tem visto e tem declarado isto”.

A única crítica que tenho expressado (G.C.) sobre o Dr. Steven Greer tem sido porque frequentemente senti que ele me parece grandemente inconsciente do “lado negro” do fenômeno UFO, e assim fiquei deliciado ao ver que desta vez ele não falhou em fazer ao Monsignor Balducci a pergunta toda importante de “se o trabalho do Mal estava incluído no fenômeno UFO?” Mas fiquei perplexo mais uma vez ao ver a resposta de Monsignor Balducci a ele:

“O Mal não precisa de UFOs para se manifestar. Nem estão a maioria das testemunhas sofrendo de ilusões, e não tem razão para inventar tais coisas”. Ele concluiu dizendo que era lógico e desejável que “eles’ – “os outros” – devam existir, já que tudo que Deus cria dá glória a Deus, o Criador “.

Bem – Tenho que dizer que ainda acho tudo altamente insatisfatório. *Monsignor Balducci tem falhado totalmente em enfrentar o problema cardeal e central – o fato de termos tanta evidência e tão abundante que muito da atividade UFO é má e maligna pelos padrões que concebemos. Ele parece pensar que, apenas porque – como podemos ver – há alienígenas que possuem tecnologias maravilhosas, eles devem *ipso facto* também ser mais avançados que nós, moral e espiritualmente!

*Que bobagem de Balducci! Ele não se lembra que os nazistas da Alemanha e os comunistas da Rússia tiveram montes de cientistas de primeira linha e tecnologia imbatível! [G.C.]

Published in: on junho 23, 2008 at 12:46 pm  Deixe um comentário  
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Vaticano e os extraterrestres

Cientista do Vaticano diz que acreditar em Deus e em Alienígenas está Correto

de Philip PullellaWed
14 de maio de 2008

O astronomo chefe do Vaticano diz que não há conflito entre acreditar em Deus e na possibilidade de “irmãos extraterrestres” talvez mais evoluídos que os humanos.

“Na minha opinião esta possibilidade [de vida em outros planetas] existe, disse o padre jesuita de 45 anos, que é o chefe do observatório do Vaticano e conselheiro cientifico do Papa Benedito,
Rev. Jose Gabriel Funes.

“Como podemos excluir que a vida tem se desenvolvido em outro lugar,” ele disse ao jornal do Vaticano
“L’Osservatore Romano” em uma entrevista nesta edição de terça/quarta-feira, explicando que o grande número de galáxias com seus próprios planetas torna isto possível.

Perguntado se ele estava se referindo a seres similares aos humanos ou até mesmo mais evoluídos do que os humanos, ele disse: “Certamente, em uma universo tão grande mão é possível excluir esta hipótese”.

Na entrevista intitulada “O extraterrestre é meu irmão”, ele disse que não vê conflito entre a crença em tais seres e a fé em Deus.

“Apenas há uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus. Isto não está em contraste com a nossa fé porque não colocamos limites na liberdade criativa de Deus”, ele disse.

“Porque não podemos falar de um ‘irmão extraterrestre’?” Ele seria parte da criação,ele disse.

Funes, que dirige o observatório que é localizado no sul de Roma e no Arizona, manteve a possibilidade de que a raça humana pode realmente ser “a ovelha perdida” do universo.

“Pode haver outros seres que permaneçam em plena amizade com seu Criador”, ele disse.

O “BIG BANG”?

Os cristãos as vezes tem estado em conflito com os cientistas sobre se a Bíblia deve ser lida literalmente, e matérias tais como criacionismo versus evolução tem sido ardentemente debatidas por décadas.

A Inquisição condenou o astrônomo Galileu no século XVII por insistir que a Terra girava ao redor do Sol. A Igreja Católica não o reabilitou antes de 1992.

Funes disse que o diálogo entre a fé e a ciência pode ser melhorado se os cientistas aprendessem mais sobre a Bíblia e a Igreja se atualizasse com o progresso científico.

Funes, um Argentino, dise que ele como astrônomo acreditava que a explicação mais provável para o início do universo seja o “big bang”, a teoria que emanou a existência da matéria densa a bilhões de anos atrás.

Mas ele disse que isto não está em conflito com a fé em ‘Deus como Criador. Há um senso de criação. Não somos filhos de um acidente’… ele disse .

“Como astrônomo, continuo a acreditar que Deus é o Criador do universo e que não somos produto de algo casual, mas filhos de um bom pai que tem um projeto de amor em mente para nós”, ele disse.

Published in: on maio 22, 2008 at 1:30 pm  Comments (2)  
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