Criação de Personalidade Múltipla

Construindo o Candidato Manchuriano

A Criação Deliberada de Personalidade Múltipla por Psiquiatras

By: Colin A. Ross, M.D.

Este livro agora está completo e sob revisão em um publicante. A data de publicação é incerta como de 8 de outubro de 1999

Pela pesquisa na biblioteca da escola médica, livros fora de venda e solicitações preenchidas por meio do Ato de Liberdade de Informação [FOIA], tenho construído uma documentação compelente do fato de que a CIA e os agências militares de inteligência tem estado criando personalidades múltiplas experimentalmente e usando estes indivíduos em operações de “correio’ e e “infiltração”.

Os apêndices de Construção do Candidato Manchuriano fornecem a prova plena do fato de que o Candidato Manchuriano é real e tem sido criado pela CIA e os militares. A pesquisa documentada de controle mental inclui a colocação de eletrodos cerebrais em crianças tão jovens quando 11 anos de idade e controlar o comportamento dela por transmissores remotos; a administração de 150 mcg de LSD por dia a crianças de idade entre 7 e 11 anos por semanas ou meses, a cada vez; construir casas de segurança onde o pessoal da CIA observa prostitutas usarem truques com os clientes – as prostitutas dando aos clientes LSD sem que eles saibam disso; limpar a memória deles por meio de eletrochoques, e usar animais com eletrodos implantados no cérebro como sistemas de entrega de armas quimicas ou biológicas.

Uma listagem completa dos sub projetos do MKULTRA, a correspondência entre Estabrooks e J. Edgar Hoover e outros documentos estão incluídos nos apêndices do livro.

O texto seguinte é uma introdução ao livro:

INTRODUÇÃO

A maior meta dos programas de controle mental durante a Guerra Fria era criar sintomas dissociativos e desordens, inclusive a completa desordem dissociativa da identidade. O Candidato Manchuriano (Condon 1959/1988) é fato, não é ficção, e foi criado pela CIA na década de 1950 sob os programas de controle mental BLUEBIRD e ARTICHOKE. Experimentos com LSD, privação sensorial, tratamento eletroconvulsivo [eletrochoque], implante de eletrodos cerebrais e hipnose eram destinados a criar amnésia, despersonalização, mudanças na identidade e estados alterados de consciência.

O propósito deste livro é provar que a criação de dissociação controlada era a maior meta da pesquisa de controle mental. Outros autores, que não são especialistas em dissociação (Ross 1994; 1995; 1997), tem falhado em entender este fato.

A realidade da Candidato Manchuriano tem relevância direta para o nosso entendimento das desordens dissociativas. O Candidato Manchuriano é uma personalidade múltipla artificialmente criada experimentalmente, agora classificada na Associação Americana de Psiquiatria (1994) como Desordem Dissociativa da Identidade. A realidade do Candidato Manchuriano é uma evidência compelente para a realidade da Desordem Dissociativa de Identidade de Causa Iatrogênica. Se a condição tem sido criada deliberadamente pelos doutores do controle mental, então isto pode ser criado involuntariamente por terapias que mimetizam as condições e técnicas de controle mental.

Porque o assunto deste livro provavelmente provoque reações extremas, tenho tomado um grande cuidado de apresentar apenas os fatos que estão completamente documentados e baseados em informação objetiva e de domínio público. Experimentos para criar o Candidato Manchuriano, “super espiões”, devem ser entendidos em seu contexto social e histórico, que é o de experimentação de controle mental penetrante e sistemática, não por uns poucos doutores renegados, mas pelos líderes da psiquiatria e das maiores escolas médicas.

A literatura da participação psiquiátrica no controle mental realizado pela CIA e os militares é incompleta. Um inventário sistemático dos projetos e investigadores nunca foi tentado. Somente um trabalho científico sobre o assunto tem sido publicado e revisado por seus pares em revistas médicas (Prince, 1995) e somente um livro tem sido publicado nas imprensas acadêmicas na década de 1990 (Weinstein, 1990). Estes tratamentos do assunto tem um enfoque estreito. Outros livros e artigos sobre o assunto variam da erudição (Scheflin, 1982; Scheflin and Opton, 1978) ao popular (Thomas, 1989; Vankin, 1991; Winn, 1983). O último estudo sobre a matéria com uma ampla perspectiva apareceu a mais de uma década atrás. (Marks, 1988).

A participação de psiquiatras e escolas médicas na pesquisa de controle mental não foi uma questão de uns poucos doutores espalhados buscando linhas questionáveis de investigação. Nem os experimentos ocorreram em uma era prévia governada por diferentes padrões éticos do que aqueles prevalecentes na década de 1990. Mais que isto, a experimentação de controle mental foi sistemática, organizada e envolveu muitos psiquiatras principais e escolas médicas. Muitos psiquiatras principais devem ter sido diretamente cientes dos programas do Candidato Manchuriano.

Os experimentos de controle mental eram interligados com experimentos de radiação, e pesquisa em armas químicas e biológicas. O trabalho de controle mental foi custeado pela CIA, Exército, Marinha e Força Aérea e atualmente por outras agências incluindo o Serviço de Saúde Pública e a Fundação do Rito Escocês. Os psiquiatras, psicólogos, neurocirurgiões e outros contratados realizando o trabalho, eram abrangidos por uma ampla rede de médicos e grande parte da pesquisa foi publicada em revistas médicas.

Os contratantes do controle mental com credenciais top secretas incluiam a Associação Americana de Psiquiatria [APA] , ex presidentes da APA e a Sociedade para Psiquiatria Biológica, e os psiquiatras que tem recebido prêmios da Associação Psicológica Americana e da APA. Muitos dos doutores do controle mental tem sido objeto de obituários no Jornal Americano de Psiquiatria.

A responsabilidade clínica pelo experimentos de controle mental reside nos médicos, que deveriam ter sido constrangidos pelo Juramento de Hipócrates. Os interesses de Segurança Nacional são responsabilidade apropriada da CIA, e a CIA não é governada pelo Juramento de Hipocrates. Que a CIA criou Candidatos Manchurianos é um fato e fácil de entender e justificar sob a perspectiva de Segurança Nacional. Este livro não é sobre a CIA, os militares ou o governo. Ele não é baseado em uma teoria da conspiração e não favorece uma teoria de conspiração. Não sou um crítico da CIA e não estou relacionado aos imperativos de inteligência por trás dos programas do Candidato Manchuriano.

Em termos de política social e filosofia, grandemente admiro William Donovan, o pai da CIA (Brown, 1982; Hyde, 1962; Troy, 1996). Se o Ocidente não tivesse vencido a Guerra Fria, eu provavelmente teria morrido no Gulag muitos anos atrás. Não estou criticando a CIA ou os militares neste livro, porque não sou um especialista em assuntos de inteligência. Sou um psiquiatra especializado em desordens dissociativas.

Reiterando, meu foco é na psiquiatria e nas desordens dissociativas. A necessidade da pesquisa de inteligência e militar e o desenvolvimento nas áreas objeto de BLUEBIRD, ARTICHOKE, MKULTRA e MKSEARCH é auto evidente para mim. Meu intento é provar que o Candidato Manchuriano é real, e estabelecer programas para o Candidato Manchuriano em um conceito histórico e clínico. Estou interessado no que o Candidato Manchuriano possa nos ensinar sobre as desordens dissociativas, de uma perspectiva clínica.

Construindo o Candidato Manchuriano

Construindo o Candidato Manchuriano

A Criação Deliberada de Personalidade Múltipla por Psiquiatras

By: Colin A. Ross, M.D.

Este livro agora está completo e sob revisão em um publicante. A data de publicação é incerta como de 8 de outubro de 1999

Pela pesquisa na biblioteca da escola médica, livros fora de venda e solicitações preenchidas por meio do Ato de Liberdade de Informação [FOIA], tenho construído uma documentação compelente do fato de que a CIA e os agências militares de inteligência tem estado criando personalidades múltiplas experimentalmente e usando estes indivíduos em operações de “correio’ e e “infiltração”.

Os apêndices de Construção do Candidato Manchuriano fornecem a prova plena do fato de que o Candidato Manchuriano é real e tem sido criado pela CIA e os militares. A pesquisa documentada de controle mental inclui a colocação de eletrodos cerebrais em crianças tão jovens quando 11 anos de idade e controlar o comportamento dela por transmissores remotos; a administração de 150 mcg de LSD por dia a crianças de idade entre 7 e 11 anos por semanas ou meses, a cada vez; construir casas de segurança onde o pessoal da CIA observa prostitutas usarem truques com os clientes – as prostitutas dando aos clientes LSD sem que eles saibam disso; limpar a memória deles por meio de eletrochoques, e usar animais com eletrodos implantados no cérebro como sistemas de entrega de armas quimicas ou biológicas.

Uma listagem completa dos sub projetos do MKULTRA, a correspondência entre Estabrooks e J. Edgar Hoover e outros documentos estão incluídos nos apêndices do livro.

O texto seguinte é uma introdução ao livro:

INTRODUÇÃO

A maior meta dos programas de controle mental durante a Guerra Fria era criar sintomas dissociativos e desordens, inclusive a completa desordem dissociativa da identidade. O Candidato Manchuriano (Condon 1959/1988) é fato, não é ficção, e foi criado pela CIA na década de 1950 sob os programas de controle mental BLUEBIRD e ARTICHOKE. Experimentos com LSD, privação sensorial, tratamento eletroconvulsivo [eletrochoque], implante de eletrodos cerebrais e hipnose eram destinados a criar amnésia, despersonalização, mudanças na identidade e estados alterados de consciência.

O propósito deste livro é provar que a criação de dissociação controlada era a maior meta da pesquisa de controle mental. Outros autores, que não são especialistas em dissociação (Ross 1994; 1995; 1997), tem falhado em entender este fato.

A realidade da Candidato Manchuriano tem relevância direta para o nosso entendimento das desordens dissociativas. O Candidato Manchuriano é uma personalidade múltipla artificialmente criada experimentalmente, agora classificada na Associação Americana de Psiquiatria (1994) como Desordem Dissociativa da Identidade. A realidade do Candidato Manchuriano é uma evidência compelente para a realidade da Desordem Dissociativa de Identidade de Causa Iatrogênica. Se a condição tem sido criada deliberadamente pelos doutores do controle mental, então isto pode ser criado involuntariamente por terapias que mimetizam as condições e técnicas de controle mental.

Porque o assunto deste livro provavelmente provoque reações extremas, tenho tomado um grande cuidado de apresentar apenas os fatos que estão completamente documentados e baseados em informação objetiva e de domínio público. Experimentos para criar o Candidato Manchuriano, “super espiões”, devem ser entendidos em seu contexto social e histórico, que é o de experimentação de controle mental penetrante e sistemática, não por uns poucos doutores renegados, mas pelos líderes da psiquiatria e das maiores escolas médicas.

A literatura da participação psiquiátrica no controle mental realizado pela CIA e os militares é incompleta. Um inventário sistemático dos projetos e investigadores nunca foi tentado. Somente um trabalho científico sobre o assunto tem sido publicado e revisado por seus pares em revistas médicas (Prince, 1995) e somente um livro tem sido publicado nas imprensas acadêmicas na década de 1990 (Weinstein, 1990). Estes tratamentos do assunto tem um enfoque estreito. Outros livros e artigos sobre o assunto variam da erudição (Scheflin, 1982; Scheflin and Opton, 1978) ao popular (Thomas, 1989; Vankin, 1991; Winn, 1983). O último estudo sobre a matéria com uma ampla perspectiva apareceu a mais de uma década atrás. (Marks, 1988).

A participação de psiquiatras e escolas médicas na pesquisa de controle mental não foi uma questão de uns poucos doutores espalhados buscando linhas questionáveis de investigação. Nem os experimentos ocorreram em uma era prévia governada por diferentes padrões éticos do que aqueles prevalecentes na década de 1990. Mais que isto, a experimentação de controle mental foi sistemática, organizada e envolveu muitos psiquiatras principais e escolas médicas. Muitos psiquiatras principais devem ter sido diretamente cientes dos programas do Candidato Manchuriano.

Os experimentos de controle mental eram interligados com experimentos de radiação, e pesquisa em armas químicas e biológicas. O trabalho de controle mental foi custeado pela CIA, Exército, Marinha e Força Aérea e atualmente por outras agências incluindo o Serviço de Saúde Pública e a Fundação do Rito Escocês. Os psiquiatras, psicólogos, neurocirurgiões e outros contratados realizando o trabalho, eram abrangidos por uma ampla rede de médicos e grande parte da pesquisa foi publicada em revistas médicas.

Os contratantes do controle mental com credenciais top secretas incluiam a Associação Americana de Psiquiatria [APA] , ex presidentes da APA e a Sociedade para Psiquiatria Biológica, e os psiquiatras que tem recebido prêmios da Associação Psicológica Americana e da APA. Muitos dos doutores do controle mental tem sido objeto de obituários no Jornal Americano de Psiquiatria.

A responsabilidade clínica pelo experimentos de controle mental reside nos médicos, que deveriam ter sido constrangidos pelo Juramento de Hipócrates. Os interesses de Segurança Nacional são responsabilidade apropriada da CIA, e a CIA não é governada pelo Juramento de Hipocrates. Que a CIA criou Candidatos Manchurianos é um fato e fácil de entender e justificar sob a perspectiva de Segurança Nacional. Este livro não é sobre a CIA, os militares ou o governo. Ele não é baseado em uma teoria da conspiração e não favorece uma teoria de conspiração. Não sou um crítico da CIA e não estou relacionado aos imperativos de inteligência por trás dos programas do Candidato Manchuriano.

Em termos de política social e filosofia, grandemente admiro William Donovan, o pai da CIA (Brown, 1982; Hyde, 1962; Troy, 1996). Se o Ocidente não tivesse vencido a Guerra Fria, eu provavelmente teria morrido no Gulag muitos anos atrás. Não estou criticando a CIA ou os militares neste livro, porque não sou um especialista em assuntos de inteligência. Sou um psiquiatra especializado em desordens dissociativas.

Reiterando, meu foco é na psiquiatria e nas desordens dissociativas. A necessidade da pesquisa de inteligência e militar e o desenvolvimento nas áreas objeto de BLUEBIRD, ARTICHOKE, MKULTRA e MKSEARCH é auto evidente para mim. Meu intento é provar que o Candidato Manchuriano é real, e estabelecer programas para o Candidato Manchuriano em um conceito histórico e clínico. Estou interessado no que o Candidato Manchuriano possa nos ensinar sobre as desordens dissociativas, de uma perspectiva clínica.

Published in: on maio 7, 2008 at 8:55 pm  Comments (4)  
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