MKUltra e Controle Mental

Project MKUltra
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Documentos desclassificados do MKUltra
Projeto MKUltra foi o nome código de uma operação de pesquisa encoberta do governo dos EUA experimentando na engenharia comortamental de humanos [controle mental] através da Divisão de Inteligência Científica da CIA. O programa começou ainda na década de 1950, foi oficialmente sancionado em 1953, foi reduzido em escopo em 1964, encurtado oficialmente em 1967 e oficialmente paralisado em 1973.
O programa engajava muitas atividades ilegais. Em particular, utilizava cidadãos americanos e canadenses não voluntários como seus sujeitos teste, o que levou a uma controvérsia sobre sua legitimidade. O MKULTRA envolvia o uso de muitas metodologias para manipular o estado mental das pessoas e alterar funções cerebrais, incluindo a administração dissimulada de drogas [especialmente LSD] e outros químicos, hipnose, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual, bem como várias formas de tortura.
O escopo do Projeto MKUltra era amplo, com a pesquisa realizada em mais de 80 instituições, inclusive 44 faculdades e universidades, bem como hospitais, prisões e companhias farmacêuticas. A CIA operava através destas instituições usando organizações de fachada, embora algumas vezes oficiais principais destas instituições estivessem cientes do envolvimento da CIA.
O Projeto MKUltra foi primeiramente trazido à atenção pública em 1975 pelo Comitê Church do Congesso dos EUA e a comissão Gerald Ford para investigar as atividades da CIA dentro dos EUA. Esforços investigativos foram prejudicados pelo fato de que o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que os arquivos do MKUltra fossem destruidos em 1973; o Comitê Church e a Comissão de Investigações Rockefeller se basearam no testemunho juramentado de participantes diretos e no número relativamente pequeno de documentos que sobreviveram a ordem de destruição de Helms
Em 1977, uma solitação sob o Ato da Liberdade de Informação descobriu uma coleção de 20.000 documentos relacionados ao Projeto MKUltra, que levaram a audições no Senado mais tarde naquele mesmo ano. Em julho de 2001 alguma informação sobrevivente do MKUltra foi oficialmente desclassificada.
Background

Dr. Sidney Gottlieb aprovou o sub-projeto do MKUltra sobre LSD nesta carta de 9 de junho de 1953
Experimentos Precursores
Um programa precursor do MKUltra começou em 1945 quando a Agência Conjunta de Objetivos de Inteligência foi criada e recebeu a responsabilidade direta pela Operação Paperclip. A operação Paperclip era um programa que recrutava antigos cientistas nazistas, alguns dos quais especializados em tortura e lavagem cerebral, e vários que tinham sido identificados e processados como criminosos de guerra durante os Julgamentos de Nuremberg.
Vários projetos secretos do governo dos EUA nasceram da Operação Paperclip. Estes projetos incluíram Projeto CHATTER (criado em 1947), e Projeto BLUEBIRD (criado em 1950), que foi renomeado Projeto ARTICHOKE em 1951. O propósito deles era estudar controle mental, interrogatório, modificação de comportamento e tópicos relacionados.
MKUltra
O nome intencionalmente oblíquo do projeto da CIA é composto do dígrafo MK, significando que o projeto era patrocinado pelo Staff de Serviços Técnicos da Agência, seguido pela palavra Ultra [que anteriormente tinha sido usada para designar a mais secreta classificação de inteligência durante a segunda guerra mundial] Outros nomes criptografados incluem Projeto MKNAOMI e Projeto MKDELTA.
Chefiado por Sidney Gottlieb, o projeto MKUltra foi iniciado por ordem do diretor da CIA Allen Welsh Dulles em 13 de abril de 1953. Sua tarefa era desenvolver drogas controladoras da mente para uso contra o bloco soviético, grandemente em resposta ao uso alegado de técnicas de controle mental sobre os prisioneiros de guerra americanos na Coréia pelos chineses, soviéticos e norte-coreanos. A CIA queria usar métodos similares sobre seus próprios cativos. A CIA também estava interessada em ser capaz de manipular líderes estrangeiros com tais técnicas e mais tarde inventaria vários esquemas para drogar Fidel Castro. Os experimentos eram frequentemente realizados sem o conhecimento do sujeito. Em alguns casos, pesquisas acadêmicas sendo custeadas por meio de doações das organizações de fachada da CIA, não estavam cientes que seu trabalho estava sendo utilizado para outros propósitos.
Em 1964, o projeto foi renomeado MKSEARCH. O projeto tentava produzir uma perfeita “droga da verdade” para uso no interrogatório de suspeitos espiões soviéticos durante a Guerra Fria e geralmente explorar outras possibilidades de controle mental. Um outro esforço MKUltra, o Subprojeto 54, era o supersecreto programa da Marinha “Perfeita Concussão” que era suposto usar explosões de freqüência sub-aural para apagar a memória. Contudo, o programa nunca foi realizado.
Porque a maioria dos registros do MKUltra foram deliberadamente destruídos em 1973 por ordem do então diretor da CIA Richard Helms, tem sido difícil, se não imposível, para os investigadores alcançarem uma compreensão completa de mais de 150 sub-projetos de pesquisa individualmente custeados e patrocinados pelo MKUltra e programas relacionados da CIA.
O projeto começou durante um período do que foi descrito por Rupert Cornwell como uma “paranóia na CIA” quando a América havia perdido seu monopólio nuclear e o temor ao comunismo estava nas alturas. James Jesus Angleton, chefe da contra-inteligência da CIA acreditava que a organização havia sido infiltrada por uma “toupeira” nos mais altos níveis.
Objetivos
A Agência investiu milhões de dólares em estudos que examinavam métodos de influenciar e controlar a mente e no aperfeiçamento da habilidade deles em extrair informação de sujeitos resistentes durante interrogatório.
Alguns historiadores tem avaliado que a criação de um “Candidato Manchuriano” por meio de técnicas de controle mental era o objetivo do MKUltra e projetos relacionados da CIA. Alfred McCoy tem declarado que a CIA tentou focalizar a atenção da mídia nestes tipos de programas “ridículos” para que o público não visse o objetivo primário da pesquisa que era o de desenvolver métodos eficazes de tortura e interrogatório. Tais autores citam como um exemplo o Manual de interogatório KUBARK da CIA que se refere aos “estudos na Universidade McGill” e a maioria das técnicas recomendadas no KUBARK são extamente aquelas que o pesquisador Donald Ewen Cameron usou em seus sujeitos-teste [privação sensorial, drogas, isolamento etc].
Um dos documentos de 1955 do MKUltra dá uma indicação do tamanho e alcance do esforço; este documento se refere ao estudo de um conjunto de substãncias alteradoras da mente como se segue:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentam a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que fazem com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovem o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzem sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causam dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição peferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para o tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis para uma pessoa realizar uma atividade física.
Experimentos
Os documentos da CIA sugerem que meios “químicos, biológicos e radiológicos” foram investigados para o propósito de controle mental como parte do MKUltra. Um memorando secreto dava ao diretor do MKUltra mais de 6% do orçamento de pesquisa da CIA para o ano fiscal de 1953, sem supervisão ou contabilidade. Estimadamente 10 milhões de dólares [que ajustados pela inflação equivalem a 80 milhões] ou mais foram gastos.
Drogas
LSD

1953 – registro de experimentação
Inicialmente os esforços da CIA focalizaram-se no LSD, que mais tarde veio a dominar muitos dos programas do MKUltra. Os funcionários do Staff de Serviços Técnicos compreenderam que o LSD distorcia o senso de realidade de uma pessoa e eles se sentiram compelidos a saber se isso poderia ou não alterar a lealdade básica de uma pessoa. A CIA queria saber se eles podiam usar o LSD para fazer com que espiões russos desertassem contra a própria vontade e se os russos podiam fazer o mesmo com seus próprios agentes operacionais.
Uma vez que o Projeto MKUltra oficialmente foi iniciado em abril de 1953, os experimentos incluíram a administração do LSD a pacientes mentais, prisioneiros, viciados em drogas e prostitutas, “pessoas que não podiam se defender” como um agente expressou. Em um caso o LSD foi administrado a um paciente mental em Kentucky durante 174 dias. O LSD também foi administrado a funcionários da CIA, militares, doutores, outros agentes do governo e membros do púbico geral para estudar as reações deles. O LSD e outras drogas geralmente eram administrados sem o conhecimento do sujeito ou consentimento informado, uma violação do Código de Nuremberg que os EUA concordaram em seguir depois da segunda guerra mundial. O objetivo era encontrar drogas que irresistivelmente trouxesse confissões profundas ou acabasse com a clareza mental do sujeito e pudessem programa-lo como um Robô ou um “agente robô”.
No clímax da Operação Midnight, a CIA criou vários bordéis em San Francisco, Califórnia para obter uma seleção de homens que ficassem embaraçados demais para falar sobre os eventos. Os homens recebiam doses de LSD, os bordéis eram equipados por espelhos de uma só face [do outro lado podia-se ver tudo o que ocorria] e as sessões eram filmadas para serem vistas e estudadas mais tarde. Em outros experimentos onde pessoas recebiam o LSD sem o seu conhecimento, elas eram interrogadas sob luzes brilhantes com médicos ao fundo fazendo anotações. Era dito aos sujeitos que as “viagens” seriam estendidas indefinidamente se eles se recusassem a revelar seus segredos. As pessoas que foram interrogadas deste modo eram funcionários da CIA, militares americanos e agentes suspeitos de estarem trabalhando para o outro lado na Guerra Fria. A debilitação a longo prazo e várias mortes resultaram disso. Viciados em heroína eram subornados para tomarem o LSD com ofertas de mais heroína.
O Escritório de Segurança usou o LSD em interrogatories, mas o Dr. Sidney Gottlieb, o químico que dirigia o MKUltra, tinha outras idéias. Ele pensava que isto pudesse ser usado em operações cobertas. Já que os efeitos eram temporários, ele acreditava que o LSD pudesse ser dado aos altos oficiais e deste modo afetar o curso de encontros importantes, pronunciamentos etc. Como ele entendia que havia uma diferença no teste da droga em um laboratório e seu uso em operações clandestinas ele iniciou uma série de experimentos onde o LSD era dado a pessoas em estado normal sem aviso. De início, todo mundo nos Serviços Técnicos experimentou; um experimento típico envolvia duas pessoas em uma sala onde elas se observavam mutuamente por horas e faziam anotações. Na medida em que a experimentação progredia, foi alcançado um ponto onde externos eram drogados sem qualquer explicação e “viagens ácidas de surpresa” se tornaram algum tipo de ”acidente” funcional entre os agentes operacionais da CIA. Reações adversas ocorriam frequentemente, por exemplo, um agente operacional que recebeu o LSD no café da manhã, tornou-se psicótico e correu por Washington vendo monstros em cada carro que passava por ele. Incidentes como este reafirmaram que o LSD era uma arma perigosa, mas isso só os deixou mais entusiasmados. Os experimentos continuaram até mesmo depois que o Dr. Frank Olson, um cientista do exército que nunca antes havia tomado o LD, entrou em uma depressão profunda depois de uma “viagem surpresa” e mais tarde caiu de uma janela de um 13º andar. [não está claro se ele cometeu suicídio ou foi morto antes de ser atirado pela janela].
Algumas vezes a participação do sujeito era consensual e nestes casos eles parecem ter sido lançados a experimentos até mesmo mais extremos. Em um caso sete voluntários de Kentucky receberam LSD por 77 dias consecutivos.
Eventualmente o LSD foi descartado pelos pesquisadores do MKUlltra por seus resultados serem por demais imprevisíveis. Eles haviam desistido da noção que o LSD “fosse o segredo que revelaria o universo” mas ele ainda era uma parte do arsenal capa-e-espada. Contudo, por volta de 1962 a CIA e o Exército tinham desenvolvido uma série de super-alucinógenos tais como o altamente elogiado BZ que era pensado ser a maior promessa como arma de controle mental. Isto resultou na retirada de apoio por muitos acadêmicos e pesquisadores particulares e a pesquisa do LSD tornou-se menos uma prioridade também.
Outras drogas
Uma outra técnica investigada era administrar endovenosamente um barbiturato em um braço [esquerdo] e uma anfetamina no outro. Os barbituratos eram liberados primeiro na pessoa e tão logo a pessoa começava a dormir as anfetaminas eram liberadas. A pessoa então começava a balbuciar incoerentemente e algumas vezes era possível fazer perguntas e obter respostas úteis.
Outros experimentos envolviam drogas tais como o temazepam [usado sob o nome código MKSEARCH], heroína, morfina, MDMA, mescalina, psilobina, escopolamina, marijuana, álcool, pentotal sódico e ergina [no subprojeto 22].
Hipnose
Documentos desclassificados do MKUltra indicam que a hipnose foi estudada no início da década de 1950. As metas experimentais incluíam: criação de ”ansiedades induzidas hipnoticamente’, “habilidade aumentada de aprender e recordar matéria complexa escrita induzida hipnoticamente”, estudo da hipnose e exames do polígrafo, “habilidade hipnoticamente aumentada de observar e recordar arranjos complexos de objetos físicos” e o estudo do “relacionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose”. Os experimentos eram realizados com drogas indutoras da hipnose e com amnésia anterógrada e retrógrada quando sob influência de tais drogas.
OS EXPERIMENTOS CANADENSES

Donald Ewen Cameron em 1967
Os experimentos foram exportados ao Canadá quando a CIA recrutou o psiquiatra escocês Donald Ewen Cameron, criador do conceito da “direção psíquica” que a CIA achou particularmente interessante. Cameron tinha esperado ”corrigir” a esquizofrenia ao apagar as memórias existentes e reprogramar a psique. Ele vinha toda semana de Albany, New York a Montreal a trabalho do Allan Memorial Institute da McGill University e recebeu 69.000 dólares de 1957 a 1964 para realizar experimentos MKUltra lá. Além do LSD, Cameron também experimentou várias drogas paralisantes bem como terapia eletroconvulsiva [eletrochoques] com energia de 30 a 40 vezes a normalmente utilizada. Seus experimentos de “direcionamento” consistiam em colocar os sujeitos em um coma induzido por drogas durante semanas [mais de três meses em um caso] enquanto tocava fitas de barulhos ou simples declarações repetitivas. Seus experimentos eram tipicamente realizados em pacientes que haviam dado entrada no instituto por problemas menores tais como desordens de ansiedade e depressão pós-parto, muitos dos quais sofreram permanentemente devido as ações dele. Seus experimentos resultaram na incontinência das vítimas, amnésia, esquecimento de como falar, esquecimento de seus pais, e pensar que os seus interrogadores fossem os seus pais. Seu trabalho foi inspirado e eram o paralelo do psiquiatra britânico William Sargant do St Thomas’ Hospital, Londres e Belmont Hospital, Surrey, que também envolviam serviços de inteligência e que experimentavam intensamente em seus pacientes – sem o consentimento deles – causando danos similares de longo prazo.
Foi durante esta era que Cameron tornou-se mundialmente conhecido como o primeiro presidente da Associação Mundial de Psiquiatria bem como presidente de associações psiquiátricas americanas e canadenses. Cameron também havia sido um membro do tribunal médico de Nuremberg em 1946-1947.
Naomi Klein armenta em seu livro ”A Doutrina do Choque” que a pesquisa de Cameron e sua contribuição ao Projeto MKUltra não era realmente sobre controle mental e lavagem cerebral mas sobre projetar “um sistema cientificamente baseado para extrair informação de ”fontes resistentes”” Em outras palavras, tortura. Citando Alfred W. McCoy, Klein posteriormente escreveu que “despido de seus excessos bizarros, os experimentos do Dr. Cameron construídos sobre os “avanços” anteriores de Donald O. Hebb levaram ao fundamento científico do método em dois estágios de tortura psicológica da CIA”.

Frank Church chefiou o Comitê Church, uma inestigação das práticas dos serviços de inteligência dos EUA..
Em 1973, com o amplo pânico do governo causado pelo Watergate, o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que fossem destruídos os arquivos do MKUltra. Obedecendo esta ordem, a maioria dos documentos da CIA referentes a este projeto foram destruidos tornando impossível uma investigação completa do MKUltra. Um conjunto de aproximadamente 20.000 documentos sobreviveram à purga de Helms porque eles haviam sido incorretamente guardados em um edifício de registros financeiros e foram descobertos depois das solicitações sob o FOIA [ato do direito à liberdade de informação] em 1977. Esses documentos foram completamente investigados durante as audiências do Senado em 1977.
Em dezembro de 1974, The New York Times alegou que a CIA tinha realizado atividades domésticas ilegais, inclusive experimentos em cidadãos americanos na década de 1960. O relato imediatamente provocou investigações pelo Congresso dos EUA, sob a forma do Comitê Church e por uma comissão presidencial conhecida como Comissão Rockefeller que procurou atividades domésticas da CIA, o FBI e agências de inteligência relacionadas dos militares.
No verão de 1975, or relatórios do Comitê Church e da Comissão revelaram pela primeira vez ao público que a CIA e o Departamento de Defesa realizaram experimentos em sujeitos humanos cientes e involuntários como parte de um programa intensivo para influenciar e controlar o comportamento humano por meio do uso de drogas psicoativas tais como o LSD, mescalina e outros meios químicos, biológicos e psicológicos. Eles revelaram que ao menos um sujeito havia morrido depois da administração do LSD. Muito do que o Comitê Church e a Comissão Rockefeller aprenderam sobre o MKUltra foi contido em um relatório, preparado pelo escritório do Inspetor Geral em 1963, que havia sobrevivido à destruição dos registros ordenada em 1973. Contudo, ele continha poucos detalhes. Sidney Gottlieb, que havia se aposentado dois anos antes da CIA foi entrevistado pelo comitê mas declarou ter pouca lembrança das atividades do MKUltra. O comitê do congresso que investigou a pesquisa da CIA, presidido pelo Senador Frank Church, concluiu que “o consentimento prévio obviamente não foi obtido de qualquer um dos sujeitos”. O comitê notou que “dos experimentos patrocinados por esses pesquisadores… chama para a atenção a decisão pelas agências de não fixar orientações para os experimentos.” Seguindo as recomendações do Comitê Church o Pres. Gerald Ford em 1976 publicou a primeira Ordem Executiva sobre Atividades de Inteligência que, entre outras coisas, proibiu “experimentação com drogas em humanos, exceto com o consentimento informado em escrito e testemunhado por uma parte desinteressada, de cada sujeito humano” e de acordo com as orientações publicadas pela Comissão Nacional. Ordens subseqüentes de Carter e Reagan expandiram a diretiva a ser aplicada à experimentação humana.

1977 relatório do Senado dos EUA sobre o MKUltra
Em 1977, durante uma audiência realizada pelo Seleto Comitê do Senado sobre Inteligência para examinar o MKUltra, o Almirante Stansfield Turner, então diretor da CIA revelou que a Agência tinha encontrado um conjunto de registros, de aproximadamente 20.000 páginas, que havia sobrevido às ordens de destruição porque ele havia sido guardado em um centro de registros não geralmente utilizado para guarda de tal tipo de documento. Esses arquivos lidam com o financiamento dos projetos MKUltra e contêm poucos detalhes do projeto, contudo muito mais foi sabido a partir deles do que do relatório do Inspetor Geral em 1963.
Na tribuna do Senado em 1977 o Senador Ted Kennedy disse:
“O Diretor Substituto da CIA revelou que mais de 30 universidades e instituições estiveram envolvidas em um programa de “intensa testagem e experimentação” que incluía testes cobertos com drogas em cidadãos não voluntários “de todos os níveis sociais, altos e baixos, nativo americanos ou estrangeiros”. Vários destes testes envolveram a administração de LSD a “sujeitos não voluntários em situações sociais”. Ao menos uma morte, aquela do Dr. Olson, resultou destas atividades. A própria Agência reconheceu que esses testes fizeram pouco sentido científico. Os agentes fazendo o monitoramnto não eram observadores científicos qualificados.”
No Canadá, o assunto demorou muito mais para vir à superfície, tornando-se amplamente conhecido em 1984 em um show de notícias da ABC, The Fifth Estate. Foi sabido que não apenas a CIA havia custeado os esforços do Dr. Cameron, mas talvez até mesmo mais chocantemente, o governo canadense estava completamente ciente disso e mais tarde havia fornecido outros 500.000 dólares para continuar os experimentos. Esta revelação grandemente prejudicou os esforços das vítimas de processarem a CIA como o haviam feito suas contrapartes americanas, e o governo canadense eventualmente estabeleceu na corte uma indenização de cem mil dólares para cada uma das 127 vítimas. Nenhum dos registros pessoais do envolvimento do Dr. Cameron com o MKUltra sobreviveu, já que a família dele os destruiu depois de sua morte devido a um ataque cardíaco em 1967.
1984 – O Relatório do Escritório de Contabilidade Geral dos EUA
O Relatório foi publicado em 28 de setembro de 1984 e afirmava que entre 1940 e 1974 o DOD e outras agências de segurança nacional estudaram milhares de sujeitos humanos em testes e experimentos envolvendo substâncias de potencial nocivo.
A citação do estudo:
“Trabalhando com a CIA o Departamento de Defesa deu drogas alucinógenas a milhares de soldados “voluntários” durante as décadas de 1950 e 1960. Além do LSD o exército também testou o benzilato de quinuclidinila, um alucinógeno apelidado BZ. Muitos destes testes foram realizados sob o chamado programa MKUltra, estabelecido para conter os percebidos avanços chineses e soviético em técnicas de lavagem cerebral. Entre 1953 e 1964 o programa consistiu de 149 projetos envolvendo testes de drogas e outros estudos em sujitos humanos não voluntários.”
Mortes
Dado a destruição proposital pela CIA da maioria ds registros, fracassa seguir os protocolos de consentimento informado com milhares de participantes, a natureza não controlada dos experimentos e a falta de dados de acompanhamento, o impacto completo dos experimentos do MKUltra, inclusive mortes, nunca serão conhecidos.
Várias mortes conhecidas tem sido associadas ao projeto MKUltra, mais notavelmente aquela de Frank Olson. Olson, um pesquisador de armas bioquímicas e biológicas do exercito dos EUA, recebeu o LSD sem o seu consentimento ou conhecimento em novembro de 1953, como parte de um experimento da CIA e morreu sob circunstâncias suspeitas uma semana depois. Um médico da CIA designado para monitorar Olson afirmou ter estado adormecido em uma outra cama em um quarto de hotel na cidade de New York quando Olson jogou-se pela janela e caiu treze andares para a morte. Em 1953 a morte de Olson foi descrita como um suicídio que ocorreu durante um severo surto psicótico. A própria investigação interna da CIA concluiu que o chefe do MK ULTRA, o químico da CIA Sidney Gottlieb, tinha realizado experimento com LSD com anterior conhecimento de Olson, embora nem Olson nem outros homens que fizeram parte do experimento fossem informados da exata natureza da droga até 20 minutos depois de sua ingestão. O relatório posteriormente sugeriu que Gottlieb merecia uma repreensão porque tinha falhado em levar em conta as tendências suicidas já diagnosticadas de Olson, que podem ter sido exacerbadas pelo LSD.
A família de Olson contesta a versão oficial dos eventos. Eles sustentam que Olson foi assassinado porque, especialmente no rescaldo de sua experiência com o LSD ele havia se tornado um “risco de segurança” que podia divulgar segredos de Estado associados aos programas altamente classificados da CIA, muitos dos quais ele tinha conhecimento pessoal direto. Uns poucos dias antes de sua morte, Frank Olson deixou sua posição como chefe da Divisão de Operações Especiais em Detrick, Maryland (mais tarde Fort Detrick) por causa de uma severa crise moral a respeito de sua pesquisa em armas biológicas. Entre as preocupações de Olson estava o desenvolvimento de materiais de assassinato usados pela CIA, o uso pela CIA de materiais de guerra biológica em operações encobertas, a experimentação com armas biológicas em áreas populadas, colaboração com antigos cientistas nazistas sob a Operação Paperclip, a pesquisa de controle mental usando LSD, o uso de armas biológicas [inclusive antrax] durante a Guerra da Coréia e o uso de drogas psicoativas durante interrogatórios “terminais” sob um programa apelidado Projeto ARTICHOKE. Mais tarde a evidência forense conflitou com a versão oficial dos eventos; quando o corpo de Olson foi exumado em 1994 os ferimentos cranianos indicavam que Olson tinha perdido a consciência antes de sair pela janela. O legista declarou a morte de Olson como homicídio. Em 1975 a família de Olson recebeu uma indenização de 750.000 dólares e um pedido de desculpas do Presidente Gerald Ford e do diretor da CIA William Colby; embora suas desculpas fossem limitadas a questões do consentimento de Olson para a ingestão do LSD. Em 28 de novembro de 2012 a família de Olson abriu um processo contra o governo federal dos EUA pela morte enganosa de Frank Olson.
Em seu livro de 2009, A Terrible Mistake, o pesquisadorr H. P. Albarelli Jr. apóia a família de Olson e conclui que ele foi assassinado porque sua pessoal crise de consciência tornava provável que ele divulgasse segredos de Estado relativos a vários programas da CIA, principalmente entre eles os Projetos ARTICHOKE e um projeto do MKDELTA apelidado SPAN. Albarelli teoriza que o Projeto SPAN envolvia a contaminação de suprimentos alimentares e o uso de spray aerosolizado de uma potente mistura de LSD na vila de Pont-Saint-Esprit, França em agosto de 1951. Em 1951 o envenenamento nesta vila resultou em psicose em massa, 32 internações em instituições mentais e ao menos sete mortes. Albarelli escreve que Olson esteve envolvido com o desenvolvimento de sistemas aerosolisados de liberação e tinha estado presente em Pont-Saint-Esprit em agosto de 1951. Segundo Albarelli, vários meses antes de deixar sua posição, Olson tinha testemunhado um interrogatório terminal realizado na Alemanha sob o Projeto ARTICHOKE. Conquanto a maioria das fontes acadêmicas aceitem um envenenamento por ergot, mercúrio, micotoxinas ou tricloreto de nitrogênio como a causa da epidemia em Pont-Saint-Esprit, outros como o autor paranormal John Grant Fuller em The Day of Saint Anthony’s Fire têm chegado a conclusões similares ao de Albarelli.
Em 26 de abril de 1976, o Comitê Church do Senado dos EUA divulgou um relatório no qual declara:
“LSD foi um dos materiais testados no programa MKUltra. A fase final dos testes de LSD envolveram a administração disimulada a sujeitos não voluntários em estados normais de vida por oficiais sob cobertura do Escritório de Narcóticos trabalhando para a CIA.
Um procedimento especial, chamado MKDELTA, foi criado para estabelecer o uso dos materiais MKUltra no exterior. Tais materiais foram usados em um número de ocasiões. Porque os registros do MKUltra foram destruídos é impossível reconstituir o uso operacional dos materiais do MKUltra pela CIA no exterior; tem sido determinado que o uso desse materiais no exterior começou em 1953 e possivelmente já em 1950. As drogas eram primariamente usadas como auxiliar nos interrogatórios mas os materiais MKUltra/MKDelta também eram usado para propósitos de perseguição, descrédito ou incapacitação. Uma outra vítima conhecida do Projeto MKUltra foi Harold Blauer, um jogador de tênis profissional na cidade de New York que morreu em janeiro de 1953 como resultado de um experimento secreto do exército envolvendo MDA.”
Questões legais que envolvem o consentimento informado
As revelações sobre a CIA e o exército fizeram com que um número de sujeitos ou seus sobreviventes entrassem com processos contra o governo federal por realizar experimentos sem o consentimento informado. Embora o governo agressivamente, algumas vezes com sucesso, conseguisse evitar a responsabilidade legal, vários queixosos receberam compensação por ordem da justiça, acordo extra judicial ou atos do Congresso.
Anteriormente, a CIA e o exército tinham ativamente e com sucesso conseguido subtrair a informação incriminadora, até mesmo quando eles secretamente forneciam compensação às famílias. Um sujeito da experimentação com drogas, James Stanley, um sargento do exército, embora sem sucesso, processou. O governo argumentou que Stanley estava impedido de processar sob a doutrina legal – conhecida como Doutrina Feres, depois um caso na Suprema Corte em 1950, Feres x EUA – que proíbe membros das forças armadas de processarem o governo por qualquer dano que lhe seja inflingido por ”acidente no serviço”.
Em 1987, a Suprema Corte afirmou esta decisão por 5 votos a quatro quando negou o caso de Stanley. A maioria argumentou que um “teste para a responsabilidade que depende em tal extensão dos processos particulares podem versar em questão de disciplina militar e tomada de decisão tornando-se necessário inquérito judicial e portanto intrusão em assuntos militares”. Um dos votos a favor de Stanley, o Juiz William Brennan argumentou que a necessidade de preservar a disciplina militar não deve proteger o governo da responsabilidade e punição por sérias violações de direitos constitucionais.
Os julgamentos médicos de Nuremberg em 1947 profundamente impressionaram o mundo quanto a experimentação em sujeitos humanos não voluntários definitivamente foi considerada moral e legalmente inaceitável. O Tribunal Militar dos EUA estabeleceu o Código de Nuremberg como o padrão contra os cientistas alemães que realizaram experimentos em humanos… Em desafio a esse princípio, funcionários da inteligência militar… começaram disimuladamente a testar materiais químicos e biológicos, inclusive o LSD.
A Juíza Sandra Day O’Connor, escrevendo seu voto a favor de Stanley, afirmou:
“Nenhuma regra definida judicialmente deve isolar da responsabilidade a experimentação não voluntária humana alegada ter ocorrido neste caso. De fato, como observa o Juiz Brennan, os EUA desempenharam um papel instrumental na condenação criminal de oficiais nazistas que experimentaram em sujeitos humanos durante a segunda guerra mundial e os padrões que os Tribunais Militares de Nuremberg desenvolveram para julgar o comportamento dos acusados declarou que o “consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial… para satisfazer os conceitos morais, éticos e legais”. Se esse princípio é violado, o mínimo que a sociedade pode fazer é ver que as vítimas sejam compensadas, no máximo possível, por seus perpetradores. “
Este é o único caso da Suprema Corte que aborda a aplicação do Código de Nuremberg à experimentação patrocinada pelo governo dos EUA. Embora o processo não tenha tido sucesso, as opiniões contrárias fizeram com que o exército – e por associação o governo – percebesse que o uso de indivíduos sem o consentimento deles é inaceitável. A limitada aplicação do Código de Nuremberg nas cortes dos EUA não diminui o poder dos princípios defendidos pelo código, especialmente sob a luz de história do fracasso em seguir estes princípios que apareceram na mídia e na literatura profissional durante as décadas de 1960 e 1970 e as políticas eventualmente adotadas em meados da década de 1970.
Em um outro processo, Wayne Ritchie, um ex sherife dos EUA, depois de ouvir sobre a existência do projeto em 1990, alegou que a CIA colocou LSD em sua comida ou bebida em uma festa de Natal em 1957 que resultou em ele tentar cometer um assalto em um bar e sua subseqüente prisão. Conquanto o governo admitisse que de fato tenha ocorrido drogar pessoas sem o consentimento delas, o juiz distrital Marilyn Hall Patel achou que Rtchie não podia provar ter sido uma vítima do MKUltra ou que o LSD tenha causado sua tentativa de assalto e encerrou o caso em 2007.
Extensão da participação
44 faculdades ou universidades, 15 fundações de pesquisa ou companhias químicas ou farmacêuticas e similares inclusive Sandoz (agora Novartis) e Eli Lilly and Company, 12 hospitais ou clínicas [além daquelas associadas a universidades] e três prisões são conhecidos terem participado do MKUltra.
Sujeitos Notáveis

O autor Ken Kesey foi um participante voluntário dos experimentos com LSD
Uma quantidade considerável de evidência circunstancial sugere que Theodore Kaczynski, também conhecido como Unabomber, participou de experimentos MKUltra patrocinados pela CIA realizados na Universidade Harvard pelo outono de 1959 até a primavera de 1962. Durante a segunda guerra mundial Henry Murray, o principal pesquisador nos experimentos de Harvard, serviu nos Escritórios de Serviços Estratégicos (OSS), que foi o precursor da CIA. Murray solicitou um custeio da Marinha dos EUA e seus experimentos em Harvard fortemente se assemelhavam aqueles feitos pelo OSS. Começando com 16 anos, Kaczynski participou até os 21 com outros estudantes não graduados nos experimentos de Harward, que têm sido descritos como perturbadores e eticamente indefensáveis.
Merry Prankster Ken Kesey, autor de One Flew Over the Cuckoo’s Nest, foi voluntário em experimentos envolvendo o LSD e outras drogas psicodélicas no Hospital dos Veteranos em Menlo Park enquanto era estudante na vizinha Universidade Stanford. As experiências de Kesey quando sob influência do LSD o inspiraram a promover a droga fora do contexto dos experimentos MKUltra, que influenciaram o desenvolvimento da cultura hippie .
Robert Hunter é um letrista americano, compositor e cantor, tradutor e poeta melhor conhecido por sua asociação com Jerry Garcia e o Grateful Dead. Junto com Ken Kesey, Hunter também foi voluntário no MKUltra na Universidade Stanford. Os sujeitos teste em Stanford eram pagos para tomar LSD, psilocybina e mescalina, e então relatarem suas experiências. Estas experiências foram criativamente formadoras para Hunter:
“Sente-se vendo-se enrugar-se em uma púrpura com ondas de espuma e gotas de cristal macias quando caem em uma mar de uma nevoa matinal muito suave… e então um tipo de cascata ressonante como o tocar de sinos e então subitamente contemple o conglomerado em uma peróla de prata vibrante incompreensivelmente, cantantemente sangrantes felizes sinos ressonantes… Por minha fé, se isto é insanidade, então que o amor de Deus me permita permanecer insano. “
Cathy O’Brien afirma ter sido submetida ao programa desde a infância. Ela nomeia vários proeminentes paricipantes do governo em seu livro Trance Formation of America.
Candy Jones, uma modelo americana da moda e anfitriã do rádio, afirmou ter sido vítima de controle mental nos anos de 1960.
O mafioso de Boston James “Whitey” Bulger foi voluntário dos testes enquanto esteve na prisão.
Teorias da Conspiração
MKUltra desempenha uma parte em muitas teorias da conspiração dado sua natureza e a destruição da maioria dos registros.
Lawrence Teeter, advogado do assassino condenado Sirhan Sirhan, acreditava que Sirhan estava sob influência de hipnose quando atirou em Robert F. Kennedy em 1968. Teeter ligava o programa MKUltra da CIA a técnicas de controle mental que ele afirmou terem sido usadas para controlar Sirhan.
Jonestown, o local na Guiana do suicídio em massa do culto do Templo do Povo de Jim Jones , foi pensado ser um local de testes para os experimentos médicos e de controle mental do MKUltra depois do término oficial do programa. O Congressista Leo Ryan, um conhecido crítico da CIA, foi assassinado por membros do Templo do Povo depois de pessoalmente visitar Jonestown para investigar várias irregularidades relatadas.
Rescaldo
Em sua aposentadoria em 1972 Gottlieb descartou seu inteiro esforço no programa MKUltra da CIA como “inútil”. Embora a CIA insista que experimentos do tipo do MKUltra tenham sido abandonados, alguns observadores da CIA dizem haver pouca razão para acreditar que hoje eles não continuem sob nomes diferentes. Há 14 anos um veterano da CIA, Victor Marchetti, tem declarado em várias entrevistas que a CIA rotineiramente realiza campanhas de desinformação e que a pesquisa de controle mental da CIA continuou. Em uma entrevista em 1977 Marchetti especificamente chamou a declaração da CIA que o projeto MKUltra foi abandonado de “uma história cobertura”.

História do MKUltra
De Eric Jewell
http://www.redicecreations.com/specialreports/mk-ultra.html
Isto é superficial, mas é um trabalho de fato a respeito das atrocidades do controle mental perpetradas pelos mais escuros elementos do governo dos EUA do último meio século até hoje. O assunto é tão detalhado, documentado e disseminado que tomaria vários livros para abordar exaustivamente o assunto. Espero que este trabalho eduque o leitor e o municie com fatos suficientes para que ele possa posteriormente estudar o assunto. A intenção é documentar o assunto em áreas que provem a existência deste programa usado em uma escala individual e em escala em massa usado mundialmente.
UMA HISTÓRIA DO MKULTRA
Durante a década de 1940 a CIA produziu e desempenhou um papel de estrela no que então foi conhecido como OPERAÇÃO PAPERCLIP. Esta operação foi articulada em uma campanha de má direção. A má direção era simples. Os EUA levaram o mundo a procurar muitos dos oficiais militares nazistas que cometeram terríveis atrocidades contra seus prisioneiros em uma tentativa de condená-los como criminosos de guerra. Isto foi altamente tornado público com o fervor da mídia. Contudo, por trás das cenas, as comunidades americanas de inteligência estavam recrutando cientistas nazistas e renomados médicos e psiquiatras dos campos de concentração. Estes homens eram todos oficiais das SS de alto escalão que eram culpados de cometerem ofensas terríveis e de controle mental que ultrapassavam tudo que havia sido feito na guerra. Muitos destes homens estavam sendo recrutados para trabalhar para os EUA e eram os mesmos homens responsáveis pelos horrores de Auschwitz e outros campos. Eles receberam a opção de virem trabalhar em tais laboratórios como Los Alamos por muito mais dinheiro que haviam recebido dos alemães, ou serem processados na completa extensão da lei pelos seus crimes. Com certeza a decisão da maioria foi tomada quase instantaneamente.
MKUltra não é apenas uma teoria da conspiração. O projeto que ele abrangeu veio para expandir os trabalhos dos médicos nazistas e cientistas recrutados na OPERAÇÃO PAPERCLIP. É fato que a CIA propôs e realizou experimentação em controle mental de meados de 1940 em diante, usando cientistas alemães trazidos para os EUA. Em um grande grau isto é assunto de domínio e registro público e foi assunto de um comitê de investigação do Senado. O que realmente é revelado é certamente mais estranho e assustador do que a ficção. Em 1975 durante o primeiro encontro do comitê a respeito do MKUltra foi dito: “De seu início na década de 1950 até seu término em 1963 o programa da administração dissimulada de LSD a sujeitos humanos não voluntários demonstra o fracasso da liderança da CIA em prestar atenção adequada aos direitos dos indivíduos e fornecer eficaz orientação a seus empregados. Embora fosse sabido que a testagem era perigosa, as vidas e a sanidade dos sujeitos teste foram colocadas em risco e ignoradas… Embora fosse claro que as leis dos EUA estavam sendo violadas, a testagem continuou.”
A CIA dois anos depois, em 1977, descobriu-se novamente diante do Senado e homens chave foram questionados a respeito de seu papel na realização desses e outros “experimentos” tortuosos e de assassínio mental. Em 1975-1976 contudo George H.W. Bush foi indicado diretor da CIA a as audiências do Senado tem revelado que uma quantidade maciça de papéis de trabalhos concernentes aos projetos do MKUltra foi destruido. Deve ser notado que a história oficial afirmou que a maioria dos papéis de trabalho foi destruida em 1972. O interesse dos EUA em controle e manipulação mental pode ser rastreado ao Dr. A. Newton Richards em 1941. Este foi o ano em que o Serviço de Guerra Química se uniu ao Comitê de Pesquisa Médica. Richards era um liberal progressista e diretor que havia concluído existir a necessidade de progredir certos estudos a nível humano de experimentação. Por causa do horror e ultrage público que isto levantaria e para ser capaz de superar este obstáculo este tipo de operação com certeza mais tarde seria conhecido como ”operação negra”. Em 1942 Richards contactou o Secretário de Guerra Henry Simson requisitando aprovação para o uso de pessoal militar para experimentação envolvendo gases venenosos. Muitos milhares de soldados soferam tal “experimentação”. Em março de 1943 Vanevar Bush aprovou o plano de Richards para realizar “secretas experimentações médicas” em prisioneiros na penitenciária federal de Terre Houte, Indiana.
A Academia Nacional de Ciências tem estimado que desde a década de 1940 mais de 60.000 soldados foram submetidos a tais experimentos ameaçadores e encurtadores de vida. Também é estimado que talvez 20.000 soldados e seus dependentes foram intencionalmente expostos ao rádio. Os 80.000 soldados dos EUA não estavam sós nisso. A “experimentação” também foi realizada em presos, prostitutas e doentes mentais dos EUA. Pobres negros e brancos foram irradiados e desenvolveram câncer no que é conhecido como “experimental terminal” [experimentação para a morte].
Em 1953 PAPERCLIP começou a dar seus frutos com vários programas sancionados sob o então diretor da CIA – Allan Dulles. A operação Paperclip evoluiu para PROJETO “BLUEBIRD” [1949], PROJETO NAOMI [1950] E PROJETO ARTICHOKE [1951] e então em 1953 o MKULTRA se tornou o nome cobertura oficialmente designado para o projeto multifacetado, que operava sem qualquer restrição ou consideração humana. Quase 24 anos mais tarde, a CIA se encontraria convocada para responder sobre muitos destes projetos diante do Senado mas, infelizmente, eles foram encobertos e mais tarde esquecidos mas não sem que certos fatos escapassem. O programa MKUltra compreendia uma ampla gama de projetos, todos relativos a controle mental. A documentação revela que existiam ao menos 149 sub-projetos. Tudo, de lavagem cerebral e repatriotização para criar “correios” não voluntários de informação classificada ou tornar o cidadão médio comum em um assassino sem até mesmo saber estar sendo manipulado, era visto como “de que modo podemos fazer isto?” Isto era realizado por meio de uma dieta incessante de drogas, hipnose e trauma. Havia vários “especialistas” nazistas… médicos trabalhando para criar a raça perfeita e outros especializados em quebrar homens enquando ainda outros desenvolviam homens médios hipnoticamente preparados como bombas-relógio a serem disparadas para realizar as metas ocultas programadas.
Bio, Evidência e Testemunho
Dr. Joseph Mengele
Joseph Mengele começou seus estudos em filosofia, medicina e antropologia na Universidade de Munique em 1930. Durante esse tempo o Partido Nazista era o segundo partido politico mais popular na Alemanha. Foi durante este tempo que Munique esteve sob a magia de um amor anglo ferozmente apaixonado, ódio a minorias, falas hipnoticamente cativantes de Adolph Hitler. Mengele não perdeu tempo em abraçar o Nazismo e em 1931 se uniu aos “Capacetes de Aço”. Depois de se distinguir em batalha, Mengele foi para Auchwitz para estudar genética. Trabalhando como um oficial da sinistra SS, seu trabalho incluia a experimentação de remoção de genes defeituosos ou inferiores para substitui-los por genes superiores e vice-versa. Um dos objetivos máximos de seu trabalho era descobrir a fórmula genetica de criar uma super raça. Essa raça superior era para ser geneticamente criada para ser a raça mestra enquanto ao mesmo tempo criava uma raça escrava que pudesse realizar as tarefas menos glamurosas. Um dos seus primeiros atos como um official SS deixando sua marca após chegar a Auschwitz foi ordenar a morte de mil judeus; homens, mulheres e crianças. No fim da Guerra ele foi recrutado pela CIA e trabalhou grandemente no Brasil. A despeito de seu reino groseiramente abominável no infame campo de concentração e a quantidade maciça de evidência contra ele, ele nunca foi seriamente procurado como um criminoso de Guerra.
Sidney Gottleib
Gottleib foi um cientista alemão importado que tinha fortes laços com a inteligência dos EUA, um dos quais sendo Richard Helms, que era o director substituto das operações encobertas da CIA. Depois de ser recrutado para os EUA após a segunda Guerra mundial, Gotteib também chefiou a Divisão Química do MKUltra. Durante um tempo, Gottlieb foi superior de Mengele em Auschwitz. Depois de ser recrutado para os EUA Gotllieb substituiu Willis Gibbins para supervisionar MKUltra. Ele trabalhou intensamente com LSD até mesmo experimentando-o pessoalmente. A um ponto em sua carreira na CIA ele administrou grandes doses alteradoras da mente a seis colegas não voluntarios. O Dr. Frank Olson teve uma “viagem violentamente má” e precisou ser hospitalizado. Pouco depois de um exame por um tal Dr. Harold Abramson, Olson encontrou-se com ele em um quarto de hotel. Abramson declara que deu a Olson um bourbon e também benzedrina e que Olson tornou-se delirante e saltou da janela de um décimo terceiro andar.
Uma olhada íntima em alguns projetos passados do MKUltra
O seguinte documento desclassificado da CIA de 1955 nitidamente mostra as várias agendas de lavagem cerebral dos tipos de experimentação MKUltra. A desvalorização da vida humana está clara. Também ao acompanhar este documento e o testemunho posterior de pesquisadores que trabalharam nesta area, e a informação concernente aos “pais” da psiquiatria moderna, podemos ver que estas práticas tem se seguido aos dias modernos nas enfermarias psiquiátricas. O que também é visto como parte da experimentação é o desacreditar publicamente indivíduos à vontade. Isto provavelmente seja usado contra aqueles que estejam tentando resistir a agenda da Nova Ordem Mundial, expondo tais coisas, como o dúbio programa MKUltra.
Documento de 5 de maio de 1955
Uma porção do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de TSS/Divisão Química é devotada a descobrir os sguintes materiais e métodos:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentem a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que façam com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovam o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzam sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causem dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição preferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis de detector e inviabilizem uma pessoa realizar uma atividade física.
“O desenvolvimento de materiais deste tipo segue a prática padrão de tais casas éticas de drogas como [deletado, mas provavelmente Eli Lilly que anteriormente havia ajudado com tal experimentação]. É relativamente um procedimento de rotina desenvolver uma droga a ponto de teste humano. Geralmente as companhias farmacêuticas dependem dos serviços de medicos particulares para os testes clínicos finais. Os médicos são voluntários em assumirem a responsabilidade destes testes visando avançar a ciência da medicina. É difícil e algumas vezes impossível para o TSS/CD oferecer um tal induzimento a respeito destes produtos. Na prática, tem sido possível usar contratantes externos para as fases preliminaries deste trabalho. Contudo, a parte que envolve a testagem humana para a dosagem em níveis eficazes apresenta problemas de segurança que não podem ser praticados pelo contratante comum.
A proposta instalação [deletado] oferece uma oportunidade única para o manuseio seguro de tais testes além de muita vantagens ressaltadas na proposta do projeto. Os problemas de segurança mencionados acima são eliminados pelo fato que a responsabilidade pela testagem recairão completamente sobre o médico e o hospital. [deletado] permitirá que o pessoal TSS/CD supervione o trabalho muito estreitamente para se assegurar que todos os testes sejam realizados Segundo as práticas reconhecidas e compreendam as apropriadas salvaguardas.”
[fim do documento]
A seguir temos um memorando do Dr Sidney Gottleib em 1953 que ressalta projetos utilizando hipnose dentro do MKUltra.
DRAFT-SG/111 11 de maio de 1953
MEMORANDO PARA REGISTRO
ASSUNTO: VISITA AO PROJETO [Deletado]
1. Neste dia o escritor passou o dia observando experimentos com Mr. [deletado] no projeto [deletado] e planejando o trabalho do ano seguinte no projeto que Mr. [deletado] já submeteu sua proposta ao [deletado].
2.A imagem geral do presente status do projeto é uma de uma série cuidadosamente planejada de cinco maiores experimentos. A maioria do ano tem sido gasta em fazer a triagem e padronização de um grande número de sujeitos [aproximadamente 100] e nos meses entre agora e 1o. de setembro devemos ter muitos dados, de forma que estes cinco experimentos devam estar completados em 1o. de setembro. Os cinco experimentos são: [N representa o número de sujeitos envolvidos no experimento}
Experimento 1 – N-18 Ansiedades induzidas hipnoticamente a estarem completas em 1o. de setembro.
Experimento 2 – N-24 Aumento da habiidade de aprender e recordar material complexa escrita induzida hipnoticamente a estar completo em 1o. de setembro.
Experimento 3 – N-30 resposta ao polígrafo sob hipnose a estar completa em 15 de junho.
Experimento 4 – N-24 aumentada habilidade de observar e recordar um complexo arranjo de objetos físicos induzida hipnoticamente.
Experimento 5 – N-100 Relaticionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose.
3. O trabalho para o ano seguinte [1o. de setembro de 1953 a 1o. de junho de 1954] se concentrará em:
Experimento 6 – o problema do código morse, com ênfase em sujeitos de QI relativamente mais baixos do que em encontrados em voluntários da Universidade.
Experimento 7 – Recordação de informação hipnoticamente adquirida por sinais muito específicos.
[deletado] submeterá detalhados planos de pesquisa para todos os experimentos ainda não submetidos.
4. Um sistema de relatos foi decidido, recebíveis em junho, setembro e dezembro de 1953 e em março e junho de 1954. Esses relatos além de darem um sumário do progresso de cada um dos sete experimentos também incluem dados brutos obtidos do experimento. Quando cada experimento estiver completo um relatório final completo e organizado será enviado a nós.
5. Depois de 1o. de junho [deletado] o novo enderço sera: [deletado]
6. uma nova revista científica foi observada no escritório [deletado]:
Jornal de Hipnose Clínica e Experimental
Publicado a cada quarto mêses pela Sociedade para CF. & E.H.
O publicador é Woodrow Press, Inc.
227 E. 45th Street
New York 17, N.Y.
preço $6.00
Até o presente dois números publicados, Vol. 1 #1 Janeiro de 1953, e Vol. 1 #2 Abril de 1953.
7. Uma impresão muito favorável foi feita sobre o escritor pelo grupo. O projeto experimental de cada experimento é feito muito cuidadosamente e os padrões de detalhe e instrumentação parecem muito altos.
Sidney Gottlieb
Chefe da Divisão Química, TSS
[fim do documento]
A seguir temos uma entrevista com o Dr. George Estabrooks em 1971. Isto foi mais de um ano antes que os registros governamentais a respeito do MKUltra fossem relatadamente destruidos.
Vem a Era da Hipnose
Science Digest, Abril 1971 George H. Estabrooks, Ph.D., graduado em Harvard (1926) e Rhodes Scholar
Uma das aplicações mais fascinantes e perigosas da hipnose é o seu uso na inteligência militar. Este é um campo com o qual estou muito familiarizado por meio da formulação de orientações para as técnicas usadas pelos EUA em duas guerras mundiais. A comunicação durante uma Guerra sempre é uma dor de cabeça. Códigos podem ser quebrados. Um espião profissional pode ou não ser comprado. Seus próprios homens podem ter lealdade inquestionável mas seu julgamento sempre está aberto a questão. O “CORREIO HIPNÓTICO” por outro lado, fornece uma solução única. Eu estive envolvido em preparar muitos sujeitos para este trabalho durante a segunda Guerra mundial. Um caso bem sucedido envolveu um capitão do exército que chamarei George Smith. O capitão Smith passou por meses de treinamento. Ele era um sujeito excelente mas não entendia isso. Eu tinha que remover dele, por sugestão pós hipnótica, toda a lembrança de ter sido hipnotizado. Primeira vez que estive em sua unidade chamei o capitão a Washington e disse a ele que eles precisavam de um relatório sobre o equipamento mecânico da Divisão X aquartelada em Tóquio. Smith recebeu ordens de tomar o jato na manhã seguinte, pegar o relatório e retornar. Conscientemente, tudo o que ele sabia era a história que contou a esposa e amigos. Então o coloquei sob hipnose profunda e dei a ele – oralmente – uma mensagem vital a ser entregue diretamente em sua chegada a um certo coronel – vamos dizer que seu nome fosse Brown – da inteligência militar. Além de mim, o Coronel Brown era a única pessoa que podia hipnotizar o capitão Smith. Isto é “fechado”. Realizei isso ao dizer ao hipnotizado capitão: “Até ordens posteriores minhas, somente eu e o Coronel Brown podemos hipnotizar você. Usaremos uma frase sinal ”a lua está clara”. Toda vez que você ouvir esta frase de mim ou de Brown passará instantaneamente para a hipnose profunda”. Quando o capitão Smith acordou ele não tinha memória consciente do que havia acontecido durante o transe. Tudo que ele estava ciente era que precisava ir a Tóquio e pegar o relatório da Divisão. Em sua chegada lá, Smith apresentou-se a Brown que o hipnotizou com a frase sinal. Sob hipnose, Smith transmitiu minha menagem e recebeu de volta uma dele. Despertado, recebeu o relatório da Divisão e voltou para casa por um outro jato. Em casa eu o hipnotizei mais uma vez com a frase sinal e ele me transmitiu a resposta de Brown que ele obedientemente havia guardado em sua mente inconsciente. O sistema é virtualmente a prova de falhas. Como exempificado neste caso, a informação foi “trancada” no subconsciente de Smith para recuperação apenas por uma das duas pessoas que sabiam a combinação. O sujeito não tem memória consciente do que aconteceu e assim nada pode revelar. Ninguém mais pode hipnotiza-lo até mesmo que saiba a frase sinal.
Nem todas as aplicações do hipnotismo à inteligência militar são tão de tanto valor quanto esta. Talvez você já tenha lido “As Três Faces de Eva”. O livro foi baseado em um caso relatado em 1905 pelo Dr. Morton Prince do Hospital Geral de Massachusetts e Harvard. Ele perplexou todos no campo ao anunciar que havia curado uma mulher chamada Beauchamp de um problema de divisão de personalidade. Usando a sugestão pós-hipnótica para submergir uma faceta infantil e incompatível da paciente, ele havia sido capaz de tornar os dois outros lados de Mrs. Beauchamp compativeis e reuni-los em uma única personalidade coesa. Hipnólogos clínicos do mundo pularam no vagão da personalidade múltipla como uma fronteira fascinante. Por 1920 eles não apenas haviam aprendido a aplicar a sugestão pós-hipnótica para lidar com este problema estranho mas também haviam aprendido como partir certos indivíduos em múltiplas personalidades como Jeckyl-Hydes. O potencial para a inteligência militar tem sido digno de pesadelo. Durante a segunda Guerra mundial trabalhei com esta técnica com um tenente da marinha altamente vulnerável que chamarei Jones. Sob o olho observador da inteligência da marinha parti a personalide dele em Jones A e Jones B. Jones A, um marinheiro normal, tornou-se inteirmente diferente. Ele falava da doutrina comunista e a entendia. Ele era recebido entusiasticamente pelas células comunistas e recebeu uma dispensa desonrosa da marinha [que fazia parte dos planos] e se tornou um membro atuante do partido. O curinga era Jones B, a segunda personalidade, anteriormente aparente no mariner consciente. Sob hipnose, este Jones tinha sido cuidadosamente treinado por sugestão. Jones B era a personalidade mais profunda, conhecia os pensamentos de Jones A, era um Americano leal e foi marcado para nada dizer durante as fases concientes.
Tudo que eu tinha a fazer era hipnotizar o homem completo, entrar em contacto com Jones B – o Americano leal – e tinha um conduto direto do campo comunista. Isto funcionou maravilhosamente por mêses com esse sujeito, mas a técnica deu um tiro pela culatra. Conquanto não houvesse modo do inimigo expor a personalidade dupla de Jones, eles suspeitavam disso e utilizaram o mesmo truque conosco mais tarde. O uso de “hipnose desperta” na contra-inteligência durante a segunda Guerra mundial ocasionalmente tornou-se tão envolvida que até mesmo atingiu a minha credulidade. Entre os complôs mais complicados usados estava a prática de enviar um agente perfeitamente desperto e normal ao campo inimigo depois de haver sido cuidadosamente treinado na hipnose desperta para agir como a parte de um potential sujeito de hipnotismo. Treinado em auto-sugestão e auto-hipnose tal sujeito pode ser aprovado em cada teste utilizado para verificar uma pessoa hipnotizada. Usando isso, ele pode controlar o número de batimentos cardíacos, auto-anestesiar-se a um grau contra a dor de um choque elétrico ou tortura.
No caso de um official que chamaremos Cox, este contra-espião cuidadosamente preparado recebeu um título para indicar que ele tinha acesso a informação de alta prioridade. Ele foi plantado em um café internacional em um país na fronteira onde era certo existirem agentes inimigos. Ele falava demais, bebia muito, fez amizade com as garotas locais e fingia um interesse infantil no hipnotismo. A esperança era que ele entraria em uma situação onde agentes inimigos o raptasssem e tentassem hipnotiza-lo para extrair dele informação. Cox trabalhou tão bem que eles cairam no truque. Ele nunca se permitiu ser hipnotizado durante as tentativas. Enquanto fingia ser um sujeito hipnotizado do inimigo ele ia reunindo e transmitindo informação.
[fim da entrevista]
Mais Experimentação
Em 1942 o Dr.Winfred Overholser do OSS, o predecessor da CIA, começou uma pesquisa buscando um “soro da verdade” usando mescalina, uma droga derivada do cactus peyote. Isso se provou ineficaz como soro da verdade e eles começaram a experimentar doses líquidas concentradas e altamente potentes de marijuana. O governo dos EUA durante a segunda Guerra mundial plantou toneladas de marijuana. A história oficial é que ela seria usada para cordas e de fato o caule foi usado para fazer cordas, sacos etc. mas o broto e a folha eram concentrados para a criação de indoor, incolor e sem sabor “soro da verdade”. Em alguns casos isto foi muito eficazmente usado durante o interogatório de agentes duplos suspeitos e até mesmo entre cientistas que produziam o produto. Isto produzia reações contudo provadas serem instáveis que alcançavam resultados variados entre muitos sujeitos teste e portanto outros meios tinham que ser buscados.
1944 viu os primeiros esforços dos EUA em recrutarem cientistas nazistas ativamente nos campos nuclear e médico.
1950 viu a CIA unir forças ao Pentágono e um programa de modificação comportamental foi inicialmente chamado PROJETO BLUEBIRD. Os prisioneiros norte-coreanos de Guerra receberam barbituratos, benzedrina e foram hipnotizados antes do interrogatório. Uma outra meta deste programa era a indução de amnesia em sujeitos-teste para que eles não pudessem se recordar dos processos de droga e tortura. A terapia por eletrochoque também tornou-se parte da mistura.
1953 vui a transformação do OSS em CIA. Por agora eles haviam importado muitos dos cientistas nazistas que haviam chefiado programas de controle mental e lavagem cerebral com alguns registros dos campos de morte que não haviam sido destruidos. Segundo estes registros os alemães haviam obtido bons resultados usando mescaline e então mais uma vez a CIA voltou a prancheta para novos projetos. O PROJETO NAOMI tinha sido um projeto da CIA usando LSD. A este ponto ele fio renomeado “MK Ultra”. MK Ultra era agora uma operação abrangente envolvendo controle mental, modificação do comportamento e interrogatório. Seus métodos eram uma mistura de psicocirurgia, terapia por eletrochoque, uso de várias drogas ponderosas de alteração mental e hipnose enquanto seu fim era produzir a amnesia de forma que os sujeitos teste de nada suspeitassem.
1967 Na Universidade McGill o Dr Ewen Cameron realizou experimentação para o MK Ultra usando terapia por eletrochoque e privação sensorial.
1974 um contratante do Departamento de Defesa, J. Scapitz, buscou combinar a tecnologia MK Ultra com a tecnologia microondas para produzir efeitos em massa sobre a população mundial. Em 1994, exatamente vinte anos depois, o Departamento de Justiça começou a supervisionar o novo trabalho realizado no Alasca para um projeto chamado HAARP. HAARP é de fato uma enorme matriz microondas. A matriz foi novamente extensamente atualizada em 1998.
In 1988 o governo dos EUA finalmente estabeleceu um processo legal de oito anos contra eles pelos advogados de Washington – Joseph L. Rauh, Jr., e James C. Turner. O processo foi acordado for a da corte pelo valor de 750.000 dólares em benefício de cidadãos canadenses que foram vitimizados e sobreviveram à experimentação MKUltra realizada por Ewen Cameron, que também alcançou notoriedade como presidente da Associação Psicológica Americana e Canadense. For a da corte foi estabelcido o acordo por interesse da “segurança nacional”.
ENTRAM OS BUSH
O avô de G.W. Bush, Prescott Bush, e seu sogro, George Herbert Walker, inicialmente fizeram sua fortuna fornecendo à máquina de Guerra nazista enquanto esta seguia em sua conquista da Europa. O dinheiro de Bush forneceu aos nazista aço, petróleo, materiais, munições e até Pesott ser acusado pelo Ato do inimigo. A família Bush havia investido pesadamente na política e polícia do Terceiro Reich.
“A fortuna da família Bush veio do Terceiro Reich” – John Loftus, ex secretário substituto de justiça e president do Museu do Holocaqusto na Flórida citado no Sarasota Herald-Tribune 11/11/2000
A família Bush é ligada financeiramente ao grupo Carlyle, uma companhia de fachada de bin Laden que tem enriquecido seus investidores por meio dascompras dos contratantes de defesa. A media annual detida pelos investidores tem sido 34% e é especializada no aparato de armamentos e defesa, enriquecendo financeiramente a cada maior ação militar.
Quando George H.W. Bush tornou-se director da CIA em 1975, segundo sua biografia official, ele foi o primeiro externo da CIA a tornar-se diretor. De fato este era um tempo muito crítico para a CIA e também muito crítico para a Nova Ordem Mundial com seus planos de controle mental em massa que estavam para ser colocados em uso prático e os papéis sendo vazados a respeito da existência do MKUltra. Sem mencionar que vários doutores envolvidos já haviam falado publicamente a respeito destes diabólicos deveres. Certamente não era o tempo para um noviço, então esta parte de sua biografia é verdadeira? Não, segundo um memorando de J Edgar Hoover que se referia a um “Mr. George Bush da CIA” que era um agente da CIA envolvido com exilados cubanos que mais tarde tornaram-se envolvidos no infame fiasco da Baía dos Porcos. George Bush tem publicamente negado ser esse homem. Ele se recorda de por esse tempo estar no Texas mas nega lembranças posteriores. Com toda probabilidade a CIA não estava nas mãos de um noviço, mas possivelmente de um dos maiores agentes que já a serviram.
Já que Bush foi o homem da CIA acima dos exilados cubanos que se reuniram para o fracasso da Baía dos Porcos, em oposição direta a JFK e aos seus planos de rasgar a CIA. Se Kennedy repentinamente criasse para si um inimigo muito letal em George H.W. Bush? Se assim o foi, há muita ironia em tudo isso. JFK escreveu e implementou a Publicação #7277 do Departamento de Estado que é um projeto básico de 40 anos para a Nova Ordem Mundial. A História desde então tem provado que temos implementado e seguido os planos de Kennedy ao nono grau. Se Bush foi instrumental no assassinato de JFK, então o arquiteto da Nova Ordem Mundial foi na realidade assassinado pelo homem que levou isso adiante no mundo. Em numerosas ocsiões durante sua presidência George H.W. Bush orgulhosamente se referiu a Nova Ordem Mundial e levou o crédito por acelera-la. O ex presidente Bush pode estar ligado também a uma outra tentative de assassinato, e há alguns detalhes muitos intrigantes associados a um que vamos olhar.
Ronald Reagan estava em seu primeiro mandato como presidente. Seu principal oponente republicano era George H.W. Bush, e naquele tempo parecia haver certa animosidade entre os dois. Reagan havia declarado publicamente que nunca teria Bush como vice presidente. Com certeza Reagan era muito mais elegível. Ele era carismático e lidava bem com a imprensa. Ele tornou-se conhecido como um grande comunicador. Segundo o Lt. Col. “Bo” Gritz, depois de receber a aprovação republicana como candidate presidencial Reagan foi convidado para um enconrto com os Rockerfellers na cidade de New York City onde lhe foi dito,
“Se você não tomar o meu chefe da Comissão Trilateral ” (George Bush era o chefe da CFR, que a décadas vinha trabalhando para nos levar a Nova Ordem Mundial) “como seu parceiro candidate, o único meio pelo qual você verá a Casa Branca por dentro será como turista”
Com certeza Reagan aceitou Bush e apenas dois meses depois de assumir a presidência sofreu a tentativa de assassinato em 30 de maio de 1981. Quando o primeiro tiro foi ouvido um agente do service secreto empurrou Reagan para dentro de um veículo e não viu a dor no rosto dele mas James Brady recebeu um tiro na cabeça e outros dois auxiliares foram baleados também. A limousine presidencial acelerou e uma ambulância deixou a cena vários minutes depois levando Brady para o hospital. De algum modo a limousine presidencial chegou ao hospital 15 minutos depois de Brady ter chegado.
Segundo Kitty Kelly em sua biografia de Nancy Reagan.
“É seguro dizer que Nancy Reagan odiava o Vice Presidente George Bush – o ambicioso espião da CIA e seu ex director que tomou a presidência sem eleição. Este ódio era certamente uma motivação tão eficaz quanto qualquer soro da verdade. (o ex director da CIA Richard Helms, um dos vinte oficiais condenados da Casa Branca de Reagan/Bush no escândalo Irã-Contra [cocaína por armas/armazenamento da OTAN por dinheiro], testemunhou ao Congresso que a CIA com sucesso realizou 60.000 assassinatos. Assassinos controlados mentalmente [programa de tortura/psicologia MK-ULTRA] eram apenas uma da muitas especialidades encobertas da CIA. O staff da embaixada costa-riquenha de Bush/Reagan inclisive o embaixador dos EUA firam expulsos daquele país pelo crime de importer cocaína dos EUA. Como chefe da CIA Bush certamente era um dos mais hostis empregados do governo da América)”
Segundo o próprio Reagan, ele nunca sentiu dor ao ficar de pé na calçada e sim depois de tre sido jogado dentro da limosine, fora da linha de tiro, que ele sentiu o ferimento. O Lt. Col. Bo Gritz, que era o homem responsável por quebrar o permanecimento entre o cumprimento legal dos EUA e Randy Weaver que era um sob seu commando, relata as próprias palavras de Reagan, bem como uns poucos outros fatos conhecidos.
“Eu sabia que tinha sido ferido, mas pensei ter sido ferido pelo homem do Serviço Secreto ao meu lado no carro. Quando isso aconteceu, devo dizer que senti uma dor paralisante. Tenho descrito que é como se alguém o atingisse com um martelo. Mas a sensação, me pareceu, veio depois que eu já estava no carro e assim pensei que talvez a arma dele ou8 algo tivesse quebrado uma costela. Sentei-me e a dr não passava e subitamente eu estava tossindo sangue.”
É interessante que o Lt. Col. Gritz especifica que Reagan não recebeu um tiro de bala mas uma ponta fina. Isto certamente era inconsistente com a arma especificada como sendo usada por Hinkley. Um outro fato interessante se refere a ligação entre John Hinkley e enfermarias psiquiátricas. Lembre-se que as enfermarias psiquiátricas foram amplamente utilizadas pelo governo para realizar tal experimentação. Devemos também notar as práticas dos dias atuais nestas enfermarias e seu uso disseminado de drogas de alteração mental com estes passados experimentos cruéis e mortais que são terrivelmente familiares. Hinkley tinha estado entrando e saindo várias vezes destas enfermarias. Acrescente a isto a ligação entre a família de Hinkley e a família de Bush, que se beneficiou da tentative de assassinato e temos algumas implicações muito seriamente sádicas e malignas.
O pai de Hinkley era um homem muito rico e grande contribuidor das campanhas de Bush. Eles eram socialmente interativos. Um dia supostamente Hinkley atirou em Reagan e seu irmão jantou com Neil Bush, irmão de G.W. Bush e filho de George H.W. Bush. Isto por si só é suspeito e uma possível coincidência, mas quando ligado com o resto dos fatos há mais evidência circunstancial que condena muitas pessoas nas cortes legais. A este ponto pode ser ditto que os fatos vão além do circunstancial?
Este incidente [a tentative de assassinato de Reagan] de fato deu a George H.W. Bush a presidência e de fato foi depois deste evento que ele, Ollie North e outros fecharam os acordos de armas por drogas. É muito provável que uma vítima do MKUltra tenha se tornado o bode expiatório óbvio.
Na década de 1940, Eli Lilly pharmaceuticals supervisionou os experimentos MK Ultra usando mescaline e LSD. George Bush tinha sido diretor da Eli Lilly bem como diretor da CIA ao tempo em que muito trabalho de pesquisa a respeito do MKUltra acidentalmente apareceu. O legado do MKUltra passou de pai para filho? Há um laço interessante referente a G.W. Bush. Enquanto e Governador do Texas, ele supervisionou a execução de 130 presos.
Karla Faye Tucker foi uma esposa abusada que havia assassinado o marido, cumpriu pena de vários anos, entregou sua vida a Cristo e tinha um ministério muito eficaz na prisão. Cristãos de todas as nações estavam pedindo pela vida dela… até mesmo Pat Robertson tentou intervir e pediu a GW para parar a execução por ela. Ele não atendeu e ela foi executada. GW publicamente fez troça dela em uma entrevista de televisão. A verdade é que GW somente suspendeu uma execução durante seu mandato como Governador do Texas, a despeito de todas as afirmações legítimas de inocência envolvendo vários dos executados. A única execução que ele suspendeu foi a de Henry Lee Lucas, que era um comprovado assassino em massa e estava ligado a bem mais de trezentos assassinatos. Lucas afirmava que ele fazia parte de um anel que assassinou, sequestrou, canibalizou e praticava o Satanismo e que principais politicos estavam envolvidos. É muito provável que Lucas também fosse vítima da tecnologia do MK Ultra. Lucas afirma que a CIA estava envolvida. A verdade é que quando se compara os fatos do MKUltra como dados pelos homens envolvidos, com a vida de Henry Lee Lucas, vemos assustadoras similaridades no modo de operação, que é similar também às experiências de John Hinkley. Lucas entrava e saia de instituições mentais por vários anos de sua vida. Havia vezes em que ele era amarrado na cama e drogado por semanas a um ponto de não ter memória dos eventos que transpiraram durante sua estada. Estas eram as mesmas técnicas usadas, juntamente com a hipnose, para criar assassinos como foi afirmado pelos mesmos doutores que realizaram os “programas”.
Quem eram estes “principais politicos“ para quem ele trabalhava [e que também eram os mais íntimos adoradores de Satã], ele nunca nomeou publicamente, mas G.W. Bush deu a Henry Lee Lucas o ÚNICO perdão em seu recém encontrado comsrvadorismo compassivo. Parece que embora tão subitamente quanto ele encontrou a sua compaixão, ele novamente a perdeu depois da execução de Lucas quando as execuções foram reassumidas eem um passo frenético. Também G.W., sendo um membro da Skull and Bones não é um novice na atividade satânica.
Os fatos concernentes a vítimas sequestradas sendo levadas a Matemoros e Juarez, no México, revelados por Lucas foram estabelecidos anos mais tarde quando em uma fazenda abandonada localizada exatamente for a daquela cidade, o governo Americano começou a cavar corpos de homens e mulheres que haviam sido torturados e mortos. Parece ter havido estranhos privilégios garantidos a Lucas durante sua encarceração. Segundo Jim Boutwell, Sherife do Condado de Williamson, Texas, “Henry não era um prisioneiro comum”. Ele havia recebido uma cela de alta segurança e umas poucas amenidades especiais…”
Lucas tinha passado dez anos na prisão antes de ser condenado por assassinato e foi libertado em 1970. Elea firma que foi recrutado e treinado em um campo paramilitary no Everglades, Flórida. Talvez acrescentando peso a sua história, além dos fatos do MKUltra e como estas mesms técnicas foram documentadas serem usadas sobre ele, temos este testemunho de Lt. Comandante Thomas Narut tomado de Harry V. Martin e David Caul, “Mind Control”, Napa Valley Sentinel, Agosto-Novembro 1991″
.”A informação foi divulgada em uma conferência da OTAN em Oslo de 120 psicólogos de 11 nações da aliança… A Marinha forneceu todo custeio necessário, segundo Narut. Dr. Narut, em uma sessão de pergunta e resposta com reporteres de muitas nações, revelou como a Marinha estava secretamente programando grandes números de assassinos. Ele disse que os homens com os quais trabalhava com a Marinha estavam sendo preparados para ações tipo comando bem como operações encobertas nas embaixadas dos EUA mundialmente. Ele descreveu os homens que entraram em seu programa como “atiradores e assassinos” que podiam matar a um comando. A triagem cuidadosa dos sujeitos era realizada por psicólogos da Marinha através de registros militares… e muitos eram assassinos condenados cumprindo sentenças militares de prisão”.
[fim do artigo]
Um outro fato interessante que parece verificar a informação dada por Lucas a respeito de sequestro, assassinato e experimentação de controle mental sendo realizados em Matamoros e Juarez – México, envolve Rafael Resendez-Ramirez. Ele havia perseguido os sistemas de ferrovias no oeste Americano nos anos de 1980 matando e aleatoriamente aterrorizando todas as vítimas que viviam próximas a uma ferrovia na Califórnia. Ele se encaixa perfeitamente no cenário apresentado por Lucas. Ramirez era abertamente um adorador de Satã e um assassino de sangue frio. Ele surpreendentemente nasceu em Matamoros, México e atravessou a fronteira americana a partir de Juarez [México], as mesmas duas cidades que Lucas afirmava que os elementos escuros de nosso governo realizavam estas tarefas lamentáveis. Segundo a mãe de Ramirez, “estranhos” de uma fazenda vizinha fora de Matemoros o criaram. Tomando os fatos da história de Lucas e comparando-os com a história de Ramirez parece haver muito mais que coincidência. Certamente de acordo com os padrões de hoje, bastante evidência para indiciar o nosso governo por punição cruel e não usual e conspiração de assassinato entre outras várias acusações.
Isto nos traz da Operação Paperclip na década de 1940 ao tipo de manipulação do MKUltra e não importa o nome do projeto, pelos anos de 1980 e 1990. Isto também mostra o envolvimento de alto nível das agências de inteligência dos EUA inclusive indicando homens como G.H.W. Bush e provavelmente também seu filho G.W.
Trazendo a Atualização de Dados de Controle Mental em Massa
Até agora temos examinado uma história condensada de projetos individuais de controle mental realizados pelo governo dos EUA. Agora devemos fazer a pergunta: “E quanto ao controle mental em massa?”
Permita-me submeter que a manipulação mental individual tem servido aos elementos escuros de nosso governo e apenas tem servido para criar confusão e ansiedade em nossa sociedade pelas décadas recentes. Isto por sua vez tem feito com que a população dos EUA grite por mais e mais intervenção do governo, que parece ser o efeito trabalhado e esperado por aqueles que nos dirigem a uma Nova Ordem Mundial. Acrescente a isto a SDP #7277 de autoria do Presidente Kennedy em 1959 quando ele era Senador e é aparente que a criação da Nova Ordem Mundial não é uma agenda estrangeira, mas uma agenda do governo Americano. Devemos também ver que o CFR, a Comissão Trilateral, a Liga das Nações, a ONU e tais são TODOS criações do governo Americano. Para trazer estes nefastos mas bem estabelecidos planos de fruição contudo, isto parece mais do que necessário. Algo deve ser feito além do nível individual e até mesmo além do nível nacional. Alguns dos objetivos podem ser.:
A. Os povos do mundo e em cada nação individual devem ser segregados em numerous menores que possam ser facilmente manipulados por vários meios de técnicas psicológicas. Por exemplo, separar broncos de negros, ricos de pobres, protestantes de católicos, democrata de republicanos etc.
B. Estes grupos menores posteriormente podem ser divididos para criar ainda mais divisão o que permitirá a distração das massas como um todo e evitará que elas debandem juntas para resistir a agenda da Nova Ordem Mundial.
C. Achar um meio de estressar as massa para mantê-las distraídas dos eventos reais na busca da simples sobrevivência.
D. Achar um meio de posteriormente iludir as massas a um estado que as evite por conta própria e realmente examiner situações ao seu redor no mundo.
Estes são apenas uns poucos pontos principais dos problemas a que temos que nos dirigir e superar embora isto seja apenas um exemplo minúsculo. Contudo é esperança deste escritor mostrar ao leitor que estes problemas não têm sido abordados mas que eles já tem alcançado a “comunidade mundial”, especialmente os cidadãos dos EUA e realmente agora são nada mais do que uma sociedade adormecida por lavagem cerebral.
Entra HAARP
HAARP é um acrônimo para “Programa de Alta Frequência Ativa Auroral”. Segundo o website official do governo a respeito de HAARP, esta é um estação de pesquisa localizada em mais de trinta acres de terra de propriedade do Departamento de Defesa. Eles também estranhamente informam no mesmo site official “especialização técnica e serviços de contraltos públicos como requerido para gerenciamento, administração e avaliação do programa estão sendo fornecidos cooperativamente pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea e Laboratório de Pesquisa Naval e Escritório de Pesquisa Naval. Como HAARP consiste em muitos itens individuais de equipamento cientgífico, grandes e pequenos, há uma considerável lista de organizações comerciais, acadêmicas e de governo”
Podemos perguntar, “Qual é a instalação de pesquisa que pretende simplesmente estudar nossa atmosfera e o que ela está fazendo emu ma propriedade do Departamento de Defesa?” A resposta pode estar em revelar quais são as reais funções de HAARP. HAARP consiste em uma martiz de fases de 180 torres colocadas afastadas 80 polegadas em uma grade de 1000 a 1200 polegadas. Duas antennas que transmitem ondas ELF e VLF variando de 2.8 a 7 MHz (VLF) e de 7 a 10 MHz, (ELF) na atmosfera no alto de cada torre. A matriz recebe a energia de 30 abrigos, cada um responsável por seis torres. Cada abrigo contém seis pares de transmissores de 10 kW permitindo uma transmissão de 3600 kW da matriz. O sinal pode ser focalizado fortemente em uma única area ou disperse em um amplo alcance. Há vários de tais sítios disperses pelo mundo transmitindo ondas ELF.
A maioria que está familiarizada com HAARP contudo, geralmente está apenas familiarizada com a instalação no Alasca, pensando ser a única de tais instalações. Hoje em dia quase ninguém está ciente dos muitos outros sítios tais como os localizados em Porto Rico, África do Sul e vários na antiga União Soviética. É uma interessante nota lateral que o projeto foi concebido e experimentado com início na década de 1950, Segundo nosso próprio governo. Não coincidentemente este é o espaço de tempo que o MKUltra estava operand com carta branca e a pleno vapor. Qual é a importância deste HAARP no que se refere ao controle mental em massa? A resposta reside no efeito das ondas ELF no cérebro e no corpo humano.
Para entender os efeitos das ondas ELF sobre o cérebro humano, precisamos compreender primeiro um pouco a respeito de diferentes padrões e comprimentos de ondas, sob as quais normalmente os humanos funcionam.
Ondas Cerebrais DELTA – estão entre 0.5 a 4 ciclos por Segundo e são geradas na parte anterior do cérebro. O padrão é normalmente associado com o sono profundo e alguns místicos orientais alcançam este estado quando despertos mas emu ma meditação muito profunda.
Ondas Cerebrais THETA – estão entre 4 a 7 ciclos por segundo. Este padrão é associado ao sono leve e repouso profundo. Criatividade e pensamento inspirado frequentemente acompanham esse estado. Quantos entre vocês já estavam quase dormindo e subitamente tiveram uma idéia ou solução?
Ondas cerebrais ALPHA – são quase não existentes em crianças com menos de dez anos de idade. Este é o padrão de onda gerado de 7 a 12 ciclos por segundo. É um padrão muito interessante. É um padrão que evita a concentração. É altamente suscetível à sugestionabilidade. Em outras palavras, uma pessoa operando neste padrão é facilmente levada, mesmo contra sua vontade. Por alguma razão esses dias a maioria dos homens e das mulheres estão operando em suas horas acordados em um estado de onda alpha.
Ondas cerebrais BETA – estão de 13 a 27 ciclos por segundo. Estas ondas devem aparentemente ser o padrão ótimo para humanos andarem e trabalharem em suas horas acordados. Este padrão nos permite analisar coisas e situações e mais prontamente permitir que o cérebro humano se foque no estímulo externo. Está associado á atividade mental alerta.
Ondas cerebrais GAMMA – algumas vezes chamadas de ondas hiper-beta, operam acima de 27 ciclos por segundo. Elas podem ser associadas a hiperatividade ou súbitas explosões de atividade física.
Tendo isso em mente, é importante saber que o cérebro e o corpo se tornam afetados pelos estímulos ELF externos. Diferentes frequências têm diferentes efeitos bem como de um sentimento de eufoia a extrema vertigem e doença e confusão, acelerar o crescimento de células cancerosas, algumas vezes seis vezes ou mais. Um dos efeitos mais interessantes é o fato que as frequências entre 8 e 12 Hz podem realmente “arrastar” a onda cerebral humana.
O que queremos dizer com esse “arrastamento” do cérebro de alguém? Se o cérebro de alguém está operando a 15 ciclos por segundo dizemos que ele está operando no padrão de onda cerebral BETA. Isto também como vimos é o padrão ótimo para analise e pensamento e exame dos estímulos externos. Se esse cérebro que está operando normalmente for então exposto a ondas ELF na frequência de 8 a 12 ciclos por segundo, como um camaleão muda de cor, aassim também a onda cerebral muda de um padrão BETA para um padrão ALPHA, exatamente reproduzindo o padrão da fonte externa. Esta mudança ocorre em alguns cérebros imediatamente ao contacto externo.
Qual a importância destas descobertas?
O cérebro deve normalmente trabalhar no padrão BETA durante as horas normais de trabalho. Contudo uma fonte externa emitindo ondas ELF podem fazer com que ele vá para o padrão ALPHA que é o padrão que desanconselha a concentração, o foco e o exame profundo, colocando o sujeito em um estado que é muito fácil ser levado pela sugestão. Em outras palavras, a pessoa nesse estado pode facilmente sofrer lavagem cerebral. Elas não podem se focalizar nas realidades das coisas que estão acontecendo com elas e examinar estas coisas. Uma pessoa que viva neste estado vive uma vida estreita de comer, beber e ficar feliz e é facilmente entretida e distraída. Alguns sentam na frente da televisão devorando toda e qualquer propaganda que lhes apareça como alimento. Eles vivem uma vida mentalmente pobre e nem mesmo entendem isso porque se torna uma norma.
Os transmissores de HAARP, bem como os transmisores similares espalhados mundialmente transmitem em frequências variadas. As frequencias mais utilizadas estão dentro da variação que afeta o cérebro retirando-o do estado BETA e arrastando-o para o estado ALPHA. Para ver o efeito tudo o que precisamos fazer é observar a sociedade facilmente influenciada e zumbificada em que vivemos. Uma outra interessante nota lateral. Muitos leitores se lembrarão do velho commercial sobre a marijuana onde vemos resultados de eletroencefalogramas sendo mostrados. Vemos picos altamente consistentes e ouvimos as palavras, “Este é o seu cérebro.” Agora vemos o nivel dos picos descer até estar quase que uma linha reta e ouvimos as palavras “Este é o seu cérebro com a marijuana”. O que NÃO é explicado são os VERDADEIROS efeitos da marijuana sobre os padrões de ondas cerebrais. O que nós vemos sendo mostrado neste comercial são as ondas ALPHA. Segundo todos os estudos respeitáveis como o da Universidade de Cornell e muitos outros mais, a marijuana não abaixa o padrão ALPHA mas arrasta o cérebro de volta ao padrão BETA, onde ele realiza seu melhor pensamento e exame profundo. Ela [a onda BETA] permite um exame mais profundo. É também demonstrado que a marijuana melhora os efeitos malignos das frequências inferiores de onda ELF sobre o corpo humano tal como o fato de retardar o cancer.
Muitas questões são levantadas por estes fatos. Porque os EUA e a Rússia têm construido esses transmissores mundialmente? Sabendo que eles têm grandes homens de ciência podemos acreditar que eles não saibam dos efeitos de lavagem cerebral das ondas ELF que eles estão produzindo? Ou este padrão está afetando nossas mentes a ponto que nem mesmo fazemos estas perguntas ou examinemos profundamente ou msmo, simplesmente, nos importamos? A marijuana tem sido provado não funciana como vimos anteriormente nas técnicas de lavagem cerebral. Ela foi testada e abandonada por Sidney Gottleib e outros. Também é comprovado or pesquisas em universidades ela ser benéfica ao corpo e mover o cérebro do padrão ALPHA para seu apropriado padrão BETA. Será esta a razão pela qual tem sido rotulada pela principal pesquisa universitária que a mais segura e benéfica droga da Terra tenha sido condenada illegal?
Conclusão
Colocando fatos e questões em seu lugar apropriado juntamente com os fatos do programa MKUltra podemos ver que a inteligência dos EUA tem buscado por mais de meio século aprender como manipular, fazer lavagem cerebral e usar a humanidade. Isto surpreendentemente tem sido alcançado a nível individual e de massa da humanidade como um todo, mundialmente. Os efeitos de tudo isso têm sido perplexantes. Violentos atiradores têm sido criados para aterrorizar esta nação e de fato o mundo através das drogas e modernos esforços psicológicos. Estes mesmos homens tem sido libertados e voltam às ruas porque os poderes que têm inundado nosso sistema prisional com ofensores menores e não violentos criam uma desculpa para as libertações precoces. Assassinos em massa como Henry Lee Lucas, que tem ligaações COMPROVADAS com a experimentação MKUltra e politicos de alto nível tem sido francamente perdoados. Acrescente a isto que a sociedade é programada para viver no padrão cerebral ALPHA e não Beta pelo uso mudial de transmissores tipo HAARP. As pessoas não podem pensar em examiner profundamente e estão abetas à sugestão, então quando vemos a violência nas ruas e eventos programados como a tragédia de 11 de setembro, ao invés de olhar os fatos que brilham elas recebem a sugestão da lavagem cerebral da midia e pedem por ainda mais controle do governo.
As pessoas permitem atos tais como os Atos de Segurança Doméstica e os Atos Patriota serem aprovados, despindo-nos de nossas liberdades civs em nome da segurança de coisas criadas pelo seu próprio governo. Qual é a motivação de nossos politicos de alto nível que estão no conhecimento? A publicação #7277 do Departamento de Estado de autoria do senador JFK em 1959 e asumida como política dos EUA sob sua presidência em 1961 provam que a agenda official dos EUA é a de dominação mundial através da construção da ONU. Isto permite que a agenda em andamento para trazer a Nova Ordem Mundial continue não desafiada enquanto manipula e faz lavagem cerebral nas pessoas e o façam em nome da paz e da segurança. De fato, como foi profetizado, temos cometido contra o mundo, uma grande alucinação fazendo com que as populaces mundiais recebam e acreditem em mentiras.
Deus abençoe a todos
Eric Jewell
editor@endtimezwarriorz.com
sum14hizwrd@tcworks.net 28 de fevereiro de 2003

Origens e Técnicas do Controle Mental Monarch
http://vigilantcitizen.com/hidden-knowledge/origins-and-techniques-of-monarch-mind-control/

A Programação Monarch é um método de controle mental usado por numerosas organizações para propósitos encobertos. Ela é uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle mental desenvolvido pela CIA e testado em militares e civis. Os métodos são perplexantemente sádicos [seu inteiro propósito é traumatizar a vítima] e os resultados esperados são horripilantes: a criação de um escravo controlado mentalmente que pode ser desencadeado a qualquer tempo para realizar uma ação desejada pelo seu manipulador. Conquanto a midia ignore esse assunto, mais de dois milhões de americanos têm passado pelos horrores deste programa. Este artigo olha as origens da programação Monarch e alguns de seus métodos e simbolismo.

NOTA: Este artigo contém elementos perturbadores e podem desencadear sobreviventes do Monarch .
A programação Monarch é uma técnica de controle mental compreendendo elementos de Abuso Ritual Satânico [SRA] e Desordem Múltipla da Personalidade (MPD). Ela utiliza uma combinação de psicologia, neurociência e rituais ocultos para criar dentro dos escravos uma persona “alter” que possa ser desencadeada e programada pelos manipuladores. Os escravos Monarch são usados por várias organizações ligadas à elite mundial em campos tais como militar, escravidão sexual e indústria do entretenimento. Este artigo olhará as origens da programação Monarch, suas técnicas e seu simbolismo.
Origens
Através do curso da história, têm sido registradas várias narrativas que descrevem rituais e práticas que se assemelham a controle mental. Um dos escritos mais iniciais fazem referência ao uso do ocultismo para manipular a mente e podem ser encontrados no Livro dos Mortos egípcio. Este livro é uma compilação de rituais, pesadamente estudados pelas sociedades secretas modernas, que descreve métodos de tortura e intimidação [para criar trauma], o uso de poções [drogas] e lançamento de encantos [hipnotismo] que acabam resultando na escravidão do iniciado. Outros eventos atribuidos à magia negra, feitiçaria e possessão demoníaca [onde a vítima é animada por uma força externa] também são ancestrais da programação Monarch.
É, contudo, durante o século XX que o controle mental trnou-se uma ciência no sentido modern do termo, onde milhares de sujeitos têm sido sistematicamente observados, documentados e sofrido experimentos.
Um dos primeiros estudos metódicos de controle mental baseados em trauma foi realizado por Josef Mengele, um medico nazista que trabalhava nos campos de concentração. Ele inicialmente conquistou a notoriedade por ser um dos médicos das SS que supervisionava a seleção dos prisioneiros que chegavam, determinando quem seria morto e quem se tornaria um trabalhador escravo. Contudo, ele é mais conhecido por realizar horríveis experimentos em prisioneiros do campo, inclusive crianças, pelo que Mengele recebeu o apelido de “Anjo da Morte”.

Joseph Mengele, 1935
Mengele é infame por seus sórdidos experimentos em prisioneiros de campos de concentração, especialmente gêmeos. Contudo, uma parte de seu trabalho raramente é mencionada: a pesquisa em controle mental. Muito desta pesquisa foi confiscada pelos Aliados e ainda nos dias de hoje permanece classificada.
“DR. GREEN (Dr. Joseph Mengele): O mais importante programador, talvez a quem se deu o título de paid a Programação Monarch, foi Joseph Mengele, um médico ex-Nazista de Campos de Concentração. Milhares dos escravos mentalmente controlados do Monarch nos EUA tiveram o “Dr. Green” como seu programador principal.”
“Dr. Joseph Mengele, de notoriedade conquistada em Auschwitz, foi o principal desenvolvedor do Projeto Monarch baseado em trauma e outros programas de controle mental da CIA, como o MKUltra. Mengele e aproximadamente 5.000 outros nazistas de alto escalão mudaram-se secretamente para os EUA e América do Sul depois da segunda Guerra mundial em uma Operação chamada Paperclip. Os nazistas continuaram o trabalho deles em desenvolver controle mental e tecnlogias de foguete em secretas bases militares subterrâneas. A única coisa sobre a qual ouvimos falar foi o trabalho em foguetes e tecnologia especial de antigas celebridades nazistas como Warner Von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de inocentes foram discretamente mantidos fora da visão pública mas estavam ocupados nas instalações militares subterrâneas dos EUA que gradualmente se tornaram lares de milhares e mais milhares de crianças americanas raptadas nas ruas [aproximadamente um milhão por ano] e colocadas em celas com barras de ferro que vão do chão a teto como parte do “treinamento”. Estas crianças seriam utilizadas para avançar e aperfeiçoar as tecnologias de controle mental de Mengele. Certas crianças selecionadas [ao menos aquelas que sobreviveram ao “treinamento”] se tornariam futuros escravos controlados mentalmente que poderiam ser usados para milhares de tarefas diferentes variando desde escravidão sexual a assassinatos. Uma porção substancial destas crianças, que eram consideradas descartáveis, foram intecionalmente mortas na frente de outras crianças para traumatizar os restantes selecionados para total obediência e submissão”.
MK-ULTRA

Documento desclassificado do MK-Ultra
O escopo do MK-ULTRA nunca parou. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso foram usados de modo sistemático em muitos sujeitos, inclusive crianças.

Imagem desclasificada de um jovem sujeto sob o MK-ULTRA, 1961.
Embora as metas admitidas dos projetos fossem desenvolver métodos de tortura e interrogatório para serem usados em países inimigos, alguns historiadores avaliaram que o projeto se destinava a criar “Candidatos Manchurianos” programados para realizar vários atos tais como assassinatos e outras missões cobertas.
A declaração mais incriminadora dada por um oficial do governo sobre a possível existência do Projeto Monarch foi extraida por Anton Chaitkin, um escritor para a publicação The New Federalist. Quandoo ex diretor da CIA William Colby foi perguntado diretamente: “E quanto ao Monarch?” ele respondeu zangada e ambiguamente, “Paramos isto entre os anos de 1960 e início dos anos de 1970”.
Programação Monarch
Embora nunca tenha havido oficialmente a admissão da existência da programação Monarch, pesquisadores proeminentes têm documentado o uso sistemático de trauma sobre sujeitos para propósitos de controle mental. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, têm sido capazes de se “desprogramar” e têm vindo a publico para revelar os detalhes terríveis de suas provações. Os escravos Monarch são principalmente usados por organizações para realizarem operações como “bodes expiatórios” treinados para realizarem tarefas específicas, que não questionam ordens e nem se lembram de suas ações, e se descobertos, automaticamente cometem suicídio. Eles são os perfeitos bodes espiatórios para assassinatos de alto perfil [veja Sirhan Sirhan], candidatos ideais para prostituição, escravidão e produces particulars de cinema. Eles também são os perfeitos fantoches de performance para a indústria do entretenimento.
“O que posso dizer é que agora acredito que a programação ritual-abuso é disseminada, sistemática e muito organizada da informação altamente esoterica que não é publicada, não está em qualquer livro ou entrevista de televisão, que a temos encontrado por todo este país e ao menos em um país estrangeiro. As pessoas dizem, ”Qual é o propósito disso?” Minha melhor suposição é que o propósito seja que eles querem um exército de Candidatos Manchurianos, dezenas de milhares de robôs mentais que farão prostituição, cinema, contrabandearão narcóticos, se engajem no contrabando internacional de armas e todos os tipos de negócios muito lucrativos e eventualmente os megalomaníacos no alto acreditem que eles criarão uma Ordem Satânica que governará o mundo”.
Os programadores do Monarch causam um trauma intenso nos sujeitos através do uso de eletrochoque, tortura, abuso e jogos mentais para força-los a se dissociarem da realidade – uma resposta natural em algumas pessoas quando estão diante de uma dor insuportável. A habilidade do sujeito para se dissociar é uma exigência maior e é, aparentemente, mais prontamente encontrada em crianças que vêm de famílias com múltiplas gerações de abuso. A dissociação mental capacita os manipuladores de criar uma persona na psique do sujeito que então possa ser programado e desencadeado a vontade.
“A programação de controle mental baseada em trauma pode ser definida como uma tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima de processar concientemente [através da dor, terror, drogas, ilusão, privação sensorial, super estimulação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, fiação, estimulação cerebral e frequente experiências quase-morte] e então empregar a sugestão e/ou condicionamento clássico e operante [consistente em princípios de modificação comportamental bem estabelecidos] para implanter pensamentos, diretivas, percepções na mente inconsciente, frequentemente nas recém formadas identidades dissociadas induzidas pelo trauma, que forçam a vítima a sentir, pensar ou perceber coisas para os propósitos do programador. O objtivo é que a vítima siga as diretivas sem qualquer atividade consciente, inclusive a execução de atos em clara violação aos princípios morais da vítima, suas convicções espirituais e volição.
A instalação da programação de controle mental se baseia na capacidade da vítima em se dissociar, o que permite a criação de novas personalidades protegidas, mantidas e ocultadas programadas. As crianças que já apresentam dissociação são os candidatos ”primários” para programação.
O controle mental Monarch é encobertamente usado por vários grupos e organizações para vários propósitos. Segundo Fritz Springmeir estes grupos são conhecidos como “A Rede”e formam a espinha dorsal da Nova Ordem Mundial.
Origens do Nome
O programa Monarch recebeu este nome por causa de uma borboleta chamada Monarch – um inseto que começa sua vida como um verme [representando o potencial não desenvolvido] e depois de um período em um casulo [programação] renasce como maravilhosas borboletas [o escravo Monarch]. Algumas caraterísticas específicas da borboleta Monarca também são aplicáveis ao controle mental.
“Uma das razões primárias para esta programação de controle mental ter recebido o nome Monarch foi por causa da borboleta Monarca. A borboleta Monarca aprende onde ela nasceu [suas raízes] e passa esse conhecimento via genética a sua prole [de geração a geração]. Este foi um dos animais chave que surpreendeu os cientistas por esse conhecimento ser transmitido geneticamente. O programa Monarch é baseado em metas Illuminati e Nazistas para criar uma raça mestra em parte através da genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente [e pode] então é importante que sejam encontrados pais que possam passar o conhecimento correto às vítimas selecionadas para o controle mental Monarch”.
“Quando uma pessoa está passando por trauma induzido por eletrochoque, um sentimento de tontura é evidenciado; como se estivesse flutuando ou adejando como uma borboleta. Há também uma representação simbólica a respeito da transformação ou metamorfose desse belo inseto; de uma lagarta a um casulo [dormência, inatividade] a uma borboleta [nova criação] que voltará ao seu ponto de origem. Tal é o padrão migratório que torna esta espécie única.

Método

A vítima/sobrevivente é chamada um escravo” pelo programador/manipulador, que por sua vez é percebido como ”mestre” ou “deus”. Aproximadamente 75% das vítimas são femininas porque elas possuem uma tolerância mais alta a dor e tendem a dissociar mais facilmente do que os machos. Os manipuladores do Monarch buscam a compartimentalização da psique de seus sujeitos em alter personas múltiplas e separadas usando o trauma para causar mais dissociação.
A seguir uma lista parcial dessas formas de tortura:
1. Abuso e tortura
2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões etc ou enterro [frequente com uma abertura ou um tubo de ar para oxigênio]
3. Contenção por cordas, correntes, algemas etc.
4. Quase afogamento
5. Remoção da camadas superiores da pele
6. Calor ou frio extremo, inclusive submersão em água gelada e químicos que queimam
7. Fios
8. Luz cegante
9. Choque elétrico
10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos como sangue, urina, fezes, carne etc.
11. Pendurar em posições dolorosas de cabeça para baixo
12. Fome e sede
13. Privação do sono
14. Compressão com pesos e aparelhos
15. Privação sensorial
16. Drogas que criam ilusão, confusão e amnesia frequentemente dadas por injeção ou endovensamente
17. Ingestão ou administração intravenosa de químicos tóxicos para criar dor ou doenças, inclusive agents de quimioterapia
18. Pernas puxadas ou deslocadas
19. Experiências de quase morte, geralmente asfixia por choque ou afogamento com ressuscitação imediata
20. Aplicação de serpentes, aranhas, vermes, ratos e outros animais para induzir medo e nojo.
21. Forçado a realizar ou testemunhar abuso sexual, tortura ou sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.
22. Partipação forçada na escravidão
23. Abuso para engravidar; o feto então é abortado para uso ritual ou o bebê é levado para sacrifício ou escravização.
24. Abuso spiritual para fazer a vítima sentir-se possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios
25. Blafêmia das crenças judaico-cristãs e forma de veneração; dedicação a Satã ou outras deidades
26. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é mal, tal como convencer uma criança que Deus tem abusado dela
27. Cirurgia para torturer, experimentar ou causar a percepção de bombas ou implantes físicos ou espirituais
28. Danos ou ameaças de danos a família, amigos, seres amados, animais de estimação para forçar a obediência
29. Uso da ilusão ou realidade virtual para confundir e criar revelações não acreditáveis.
“A base para o sucesso da programação de controle mental Monarch é que diferentes personalidades ou partes de personalidade chamadas alters podem ser criadas sem que uma conheça a outra, cada uma assumindo o corpo em tempos diferentes. As paredes de amnésia são construidas por traumas, formam um escudo protetor de segredo que protege os abusadores de serem descobertos e evitam que as personalidades de frente, que mantêm o corpo a maior parte do tempo, conheçam seus sistemas ou alters que estejam sendo usados. O escudo do segredo permite que os membros do culto vivam e trabalhem ao redor de outras pessoas e permaneçam totalmente não detectados. Os alters de frente podem ser cristãos maravilhosos e os alters mais profundos podem ser o pior tipo de monstro satânico imaginável – um efeito Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Um grande acordo está em jogo ao manter o segredo da agência de inteligência ou grupo oculto que esteja controlando o escravo. A taxa de sucesso deste tipo de programação é alta mas quando ela falha, as falha são descartadas por meio de morte. Cada trauma ou tortura serve a um propósito. Uma grande quantidade de experimentação e pesquisa aconteceu para descobrir o que pode e o que não pode ser feito. Mapas foram feitos mostrando quanta tortura um dado peso corporal e uma dada idade pode suportar sem morrer.
“Devido ao trauma severo induzido pela terapia com eletrochoques, abuso e outros métodos, a mente se parte em personalidades alternadas desde o núcleo. Antigamente referida como Desordem da Personalidade Múltipla, é presentemente reconhecida como Desordem Dissociativa da Identidade e é a base para a programação Monarch. O condicionamento posterior da vítima é alcançado por meio de hipnotismo, coação de duplo vínculo, reverses prazer-dor, privação de alimentos, água, sono e sensorial juntamente com várias drogas que alteram certas funções mentais”.
A dissociação portanto é alcançada através do trauma do sujeito, usando abuso sistemático e terríveis rituais ocultos. Uma vez que ocorra no núcleo a divisão da personalidade, um “mundo interno” pode ser criado e alter personas podem ser programadas usando instrumentos como música, filmes [especialmente produções Disney] e contos de fadas. Estas ajudas audio e visuais aperfeiçoam o processo de programação usando imagens, símbolos, significados e conceitos. Alters criados podem ser acessados usando palavras-gatilho ou símbolos programados dentro da psique do sujeito pelo manipulador. Algumas das imagens internas mais comuns vistas pelos escravos de controle mental são árvores, a cabalística árvore da vida, giros infinitos, antigos símbolos e letras, teias de aranha, espelhos, vidros se partindo, mácaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, ampulhetas, relógios e robôs. Estes símbolos geralmente estão inseridos na cultura popular, filmes e videos por duas razões: dessensibilizar a maioria da população, usando programação sub-liminar e neuro-linguística e para deliberadamente construir gatilhos específicos e chaves para a programação base das crianças altamente impressionáveris do Monarch. Alguns dos filmes usados na programação Monarch incluem “o mágico de oz” “pinóquio”, “a bela adormecida” e “alice no país das maravilhas”.
Na cultura popular, referências veladas a programação Monarch frequentemente usam analogias ao Magico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Em cada caso, ao escravo é dado uma particular interpretação do roteiro do filme para aperfeiçoar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é ensinado que “em algum lugar sobre o arco iris” é o “lugar feliz” para onde os escravos do trauma dissociativo devem ir para escaparem dad or insuportável que é inflingida a eles. Usando o filme, os programadores encorajam os escravos a irem “além do arco iris” e dissociarem, efetivamente separando a mentes deles de seus corpos.
“Como mencionado anteriormente, o hipnotozador achará mais fácil hipnotizar crianças se eles sabem como fazer isso com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer às crianças pequenas, “imaginem vocês estão assistindo um favorite show de televisão”. Este é o porque os filmes de Disney e outros shows são tão importantes para os programadores. Eles são o perfeito instrumento hipnótico para alcançar a mente da criança e a dissociar na direção correta. Os programadores tem estado usando filmes quase todo dia para ajudar as crianças a aprenderem os roteiros hipnóticos. Para as crianças, ela precisam ser parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permite que a criança componha seu próprio ”imaginário” a sugestão hipnótica sera mais forte. Muito mais que dizer a uma criança a cor de um cachorro o programador pode perguntar para a criança. Isso é onde os livros e filmes são mostrados às crianças para ajudar em endurecer suas mentes na direção certa. Se o hipnotizador fala a uma criança, ele deve tomar uma precaução extra em não mudar o tom de voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes das Disney são usados para propósitos de programação. Alguns deles são especificamente destinados para controle mental”.
Em conclusão
É difícil permanecer objetivo quando descrevemos os horrors suportados pelos escravos Monarch. A extrema violência, o abuso, a tortura mental e os jogos sádicos inflingidos às vítimas por “notáveis cientistas” e oficiais de alto nível provam a existência de um verdadeiro ”lado escuro” nos poderes que são. A despeito das revelações, documentos e denunciadores, uma grande maioria da população ignora, descarta ou evita o assunto. Mais de dois milhões de americanos têm sido programados pelo controle mental através de trauma desde 1947 e a CIA publicamente admitiu os projetos de controle mental em 1970. Filmes como Candidato Manchuriano tem diretamente feito referência ao assunto, até mesmo apresentando técnicas reais, tais como eletrochoque, o uso de palavras gatilho e implantação de micro-chips. Várias figures públicas que vemos nas telas de nossas TVs e cinema são escravas de controle mental. Pessoas famosas como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan têm vindo a registro e revelaram suas experiências em conrtole mental… ainda que o público geral afirme que “isso não existe”.
A pesquisa e fundos investidos no projeto Monarch contudo apenas se aplicam a escravos controlados mentalmente. Muitas das técnicas de programação aperfeiçoadas nestes experimentos são aplicadas em uma escala em massa por meio da midia de massa. Principais noticiários, filmes, videos musicais, anúncios e shows de televisão são concebidos usando os dados mais avançados sobre o comportamento humano que já foram compilados. Muito disso veio da programação Monarch.

Published in: on junho 17, 2013 at 5:53 pm  Deixe um comentário  
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Abuções ET e Controle Mental

Os Controladores:
uma nova hipótese para a abdução alienígena

de Martin Cannon

Introdução

Um humorista tem apelidado o problema “A Terra e os Piratas”.

Os piratas, ostensivamente, são saqueadores de um outro sistema solar; suas vítimas incluem um número crescente de seres humanos perturbados que insistem que eles tem sido sequestrados por estes seres de outros mundos. Um cenário estranho – ainda que pelos trabalhos de tais autores como Budd Hopkins e Whitley Strieber, a “sindrome da abdução alienígena” tenha se apoderado da imaginação do público. De fato, histórias de contacto UFO ameaçam cair em moda, como tenho observado em todos os lugares, e elas ainda podem inflingir um formidável preço social sobre o narrador.

Algum tempo atrás, comecei a pesquisar estas queixas, concentrando meus estudos no ambiente político e social que cerca estes eventos. Na medida em que eu estudava, o projeto crescia e seu escopo se ampliava. De fato, comecei a sentir como se eu tivesse indo escavar em terreno familiar para desenterrar Gomorra.

Estas escavações podem ter expelido uma solução.

O PROBLEMA

Entre os ufologistas, o termo “abdução” tem vindo a se referir a uma experiência muito confusa, ou matriz de experiências, partilhadas por um estonteante número de indivíduos, que afirmam que viajantes das estrelas os tem arrancado de suas camas, ou de seus carros, e submetido-os a interrogatórios, exames quase-médicos e períodos de “instrução”. Geralmente é dito que estas sessões ocorram dentro da nave espacial alienígena; frequentemente as histórias incluem detalhes aterrorizantes reminiscentes das torturas infligidas nos campos de concentração da Alemanha. Os abduzidos frequentemente [mas não sempre] perdem toda a memória desses eventos; eles se acham de volta em suas camas ou carros, incapazes de responder pelas horas de “tempo perdido”. A hipnose, ou algum outro gatilho, pode trazer de volta estas horas assombradas em uma explosão de lembranças – e na medida em que a fumaça clarifica, um abduzido frequentemente localizará uma trilha de experiências similares, se estendendo todo caminho de volta à infância.

Talvez o fato mais estranho dessas histórias estranhas: muitos abduzidos, por todas as suas vívidas agonias recordadas, afirmam amar seus atormentadores alienígenas. Esta é a palavra que tenho que repetir: amor.

Dentro da comunidade de “ufologistas científicos” – estes solitários advogados de “tudo, menos ouvir” de um debate razoável e de mente aberta sobre assustos ufológicos – estes afirmam ter produzido um interesse cauteloso e uma respeitável moderação da espera de conclusão. Externo aos mais altos reinos da ufologia científica, a situação é bem diferente. Na imprensa popular, seja ela direta ou a media sensacionalista, dentro do reino jornalístico onde as matérias são definidas e a opinião pública é consolidada [a despeito de uma abordagem frequentemente superficial de assuntos que requerem evidência e investigação] os cenários de abdução tem despertado duas reações básicas: a do Crente e a do Cético.

Os Crentes – e aqui temos que notar que os “Crentes” e os “Abduzidos” são dois grupos cuja afiliação se entrelaça mas não é de forma alguma congruente – aceitam as histórias como face de valor. Eles aceitam, apesar da aparentemente absurdidade desssas histórias, as contradições internas, a obliquidade lógica da construção da narrativa, a severa descontinuidade da resposta emocional às ações descritas. Os Crentes acreditam, a despeito dos relatos que seus amados irmãos espaciais usam tácticas vis e desumanas de exames médicos – procedimentos sem sentido que a maioria de nós [e certamente a vanguarda de uma raça avançada] ficaria envergonhada de inflingir a um animal. Os Crentes acreditam, a despeito da dificuldade de reconciliar estas histórias preocupantes com seus próprios delírios de seres do mundo externo benevolentes.

Ocasionalmente, as notas rudes de uma racionalização são oferecidas; “os aliens não sabem o que estão fazendo”, ouvimos; ou “alguns aliens são maus”. Ainda que os Crentes confundam seu próprio raciocínio quando eles insistem em atribuir a sabedoria das idades e a beneficência dos anjos a seus amados visitantes. Os aliens alegadamente sabem bastante sobre a nossa sociedade para ir com o negócio deles não detectados pelas autoridades locais e o público geral. Eles se comunicam com os abduzidos na língua humana, preocupam-se com detalhes das vidas mais internas dos perceptivos – ainda que permaneçam tão ignorantes de nossa cultura para serem inconscientes dos básicos preceitos morais relativos a dignidade do individuo e seu direito a auto-determinação. Tas dicotomias não preocupam os Crentes: eles são fiéis e a fé é assumida ter seus mistérios.

SANCTA SIMPLICITAS.

Por outro lado, os Céticos descartam estas histórias imediatamente. Eles descartam, a despeito dos intrigantes detalhes confirmatórios: os eventos de múltiplas testemunhas, os traços físicos deixados pelos ufonautas, as cicatrizes e implantes deixados nos abduzidos. Os Céticos zombam, embora os abduzidos contem histórias similares em detalhes – até mesmo certos pequeninos detalhes, não conhecidos pelo público em geral.

Philip Klass é um negador que, embora seus aparecimentos em tais programas de televisão como NOVA e NIGHTLINE, tem estado em uma posição de afetar grande parte do debate público sobre os UFOs. Em seu trabalho interessante, mas pobremente documentado, sobre abduções, Klass afirma que a “abdução” é uma doença psicológica, disseminada por aqueles que escrevem sobre isso. Este argumento se assemelha exatamente a frequente avaliação da media profissional que o terrorismo se metastatiza pela exposição da media. Ainda que para todos os milhões de palavras expectoradas pelo grupo noticiarista sobre o assunto do terrorismo, as ações terroristas permaneçam de certa forma raras, como qualquer estatístico [embora poucos políticos] admitirá e a ligação verificável entre os crimes e sua cobertura permanece a ser encontrada. Por esta questão, tem havido livros – até mesmo bestsellers – sobre unicórnios e gnomos. As pessoas que afirmam verem estas coisas são poucas, mas os abduzidos são muitos.

Na minha opinião, tanto os Crentes quanto os Céticos perdem a história real. Ambos cometem o mesmo engano. Eles ligam o fenômeno da abdução à história de 40 anos de avistamentos UFOs, e eles aplicam seus preconceitos sobre o último para gerar a controvérsia sobre a primeira.

A primeira vista, a ligação parece natural. Não deveriam os nossos pensamentos sobre os UFOs colorirem os nossos pensamentos sobre as abduções alien? Não.

Eles bem podem ser dois assuntos em separado. Ou, muito mais, eles estão ligados apenas nisto: o mito do UFO tem fornecido uma eficaz história cobertura para um tipo de mistério inteiramente diferente. Remova-se da dialética Crente versus Cético e você verá a terceira alternativa.

Na medida em que examinamos esta alternativa, por necessidade nos afastaremos dos discos voadores. Devemos virar nossa face do paranormal e nos concentrarmos no oculto – se por oculto quisermos dizer secreto.

Proponho que os abduzidos de fato tem sido abduzidos. Ainda que eles também disseminem fantasia – ou, mais precisamente, eles tem recebido um conjunto de mentiras para repetir e acreditar. Se a minha hipótese se comprovar verdadeira, então devemos aceitar o seguinte: o rapto é real. A dor é real. A instrução é real. Mas os pequeninos seres gray de Zeti Reticuli não são reais; eles são construções, ‘mascaras de Halloween’, para disfarcar as faces reais dos controladores.  Os abdutores podem não ser visitantes do além; muito mais, eles podem ser um sintoma do carcinoma que enegrece o nosso corpo político.

A falha não está nas estrelas, mas em nós mesmos.

A HIPÓTESE

Existe uma evidência substancial que liga membros da comunidade de inteligência deste país [incluindo da CIA, DARPA e Escritório de Inteligência Naval] com a tecnologia esotérica do controle mental. Por décadas, “espiões psiquiatras” trabalhando por trás das cenas – em campus de universidades, em institutos patrocinados pela CIA e ainda mais sinistramente, em prisões – tem experimentado com o apagamento da memória, resistência hipnótica à tortura, soros da verdade, sugestão pós hipnótica, indução rápida da hipnose, estimulação eletrônica do cérebro, radiação não ionizante, indução intracerebral de vozes por microondas, e uma infinidade de tecnologias até mesmo mais perturbadoras. Alguns destes projetos explorando estas áreas foram ARTICHOKE, BLUEBIRD, PANDORA, MKDELTA, MKSEARCH e o infame MKULTRA.

Tenho lido aproximadamente cada livro disponível sobre estes projetos, bem como relevantes testemunhos congressionais. Também tenho passado muito tempo em bibliotecas de universidades pesquisando artigos relevantes, contactando outros pesquisadores [que graciosamente tem me permitido acesso aos arquivos deles] e realizado entrevistas. Sobretudo, viajei a Washington, DC para rever os arquivos que John Marks compilou quando escreveu “A BUSCA PELO CANDIDATO MANCHURIANO” [futuro documento-livro a ser traduzido e apresentado neste blog] . Estes arquivos incluem mais de 2.000 páginas de documentos, entrevistas, artigos científicos, cartas etc da CIA e do Departamento de Defesa. As opiniões apresentadas aqui são o resultado da pesquisa extensa e em andamento.

Como resultado desta pesquisa, tenho chegado as seguintes conclusões:

1. Embora o testemunho enganoso [e ocasionalmente perjúrio] diante do congresso indicassem que os esforços de lavagem cerebral da CIA encontraram pouco sucesso, inportantes avanços de fato foram feitos neste campo. Como uma vez admitiu o veterano da CIA, Miles Copeland, a um reporter, “o subcomitê congressional que foi a este tipo de coisa apenas obteve a mais rápida visão.”

2. A pesquisa clandestina em manipulação do pensamento não tem parado, a despeito dos protestos da CIA que não mais patrocine estes estudos. Victor Marchetti, um veterano de 14 anos com a CIA e autor da renomada exposição, “THE CIA AND THE CULT OF INTELLIGENCE”, confirmou em uma entrevista de 1977 que a pesquisa de controle mental continua e que as afirmações da CIA ao contrário são uma história de acobertamento.

3. A CIA não foi a única agência do governo envolvida nesta pesquisa. De fato, muitos ramos de nosso governo participaram nestes estudos – incluindo a NASA, a Comissão de Energia Atômica bem como todos os ramos do Departamento de Defesa.

Para estas conclusões anexaria o seguinte – não como um fato histórico firmemente estabelecido, mas como uma hipótese funcional e base para investigação:

4. O fenômeno da “abdução UFO” pode ser uma continuação das operações clandestinas de controle mental.

Reconheço as dificuldades que esta tese possa apresentar aqueles leitores emocionalmente dedicados a hipótese extraterrestre, ou para aqueles cuja Visão de Mundo política desautoriza qualquer de tais suspeitas. Ainda, o estudante de mente aberta das abduções deve considerar as possibilidades. Certamente, não estamos sendo de mente estreita se pedimos aos pesquisadores para exaurirem todas as explicações terrestres antes de olharem em direção dos céus.

Certamente, esta particular explicação pode, inicialmente, parecer tão bizarra quanto o próprio fenômeno. Mas convido o leitor cético a examinar o trabalho de George Estabrooks, um teórico produtivo sobre o uso da hipnose na guerra e um veterano do projeto MKULTRA. Estabrooks uma vez se divertiu durante uma festa ao secretamente hipnotizar dois amigos, que foram levados a acreditar que o Primeiro Ministro da Inglaterra tinha chegado. As vítimas de Estabrooks passaram horas conversando com ele, servindo drinks ao estimado visitante. Para os ufologistas, este incidente levanta uma questão inescapável: se as artes mesméricas podem com sucesso evocar um não existente Primeiro Ministro, porque não pode um representante de Pleiades ser similarmente induzido?

Mas há muito mais na tecnologia dos dias atuais de controle mental do que a mera hipnose – e muitas boas razões para suspeitar que as narrativas de abdução UFO sejam um artefato de continuados experimentos de lavagem cerebral e modificação do comportamento. Sobretudo, pretendo demonstrar que, ao usar a mitologia UFO como história cobertura, os experimentadores tem resolvido o maior problema com o trabalho realizado na década de 1950 – “o problema da disposição”, ou seja “o problema do que fazer com as vítimas”.

Se nestas páginas, pareço me desviar do assunto dos discos, peço paciência. Antes que eu tente ligar as abduções UFO com os experimentos de controle mental, devo primeiramente mostrar que esta tecnologia EXISTE. Grande parte do que vem a seguir é uma introdução ao tópico do controle mental – o que é e como funciona.

Parte II

A Tecnologia – UMA BREVE VISÃO GERAL

Nos primeiros dias da Segunda Guerra Mundial, George Estabrooks, da Universidade Colgate, escreveu ao Departamento de Guerra, descrevendo em termos sem pausas os usos possíveis da hipnose na guerra. O Exército ficou intrigado; Estabrooks tinha um trabalho. A verdadeira história da colaboração em tempos de guerra de Estabrooks com o CID, FBI e outras agência pode nunca vir a ser contada. Depois da guerra, ele queimou suas páginas de diário cobrindo os anos de 1940-45, e portanto evitando discutir seu continuado trabalho com o governo com alguém, até membros íntimos da família. Ocasionalmente, ele fortemente intimou que seu trabalho envolveu a criação de correios hipno-programados e partições de personalidade induzidas hipnoticamente, mas se ele teve sucesso nestas áreas permenece um ponto controvertido. Não obstante, o excêntrico e exibicionista Estabrooks permanece uma figura central na história inicial da pesquisa comportamental clandestina.

Mas isso não quer dizer que ele trabalhava sozinho. A Segunda Guerra Mundial foi o primeiro conflito no qual o cérebro humano se tornou um campo de batalha, onde forças invasoras eram lideradas pelos mais notáveis nomes em psicologia e farmacologia. De ambos os lados, a guerra atiçou esforços furiosos para criar ‘um soro da verdade” para uso no interrogatório dos prisioneiros. O General William “Wild Bill” Donovan, diretor do OSS, encarregou sua força tarefa – incluindo o Dr. Winifred Overhulser, Dr. Edward Strecker, Harry J. Anslinger e George White — de modificarem a percepção e o comportamento humano por meios químicos; o “gabinete de remédios” deles incluia escopolamina, peiote, barbituratos, mescalina e   marijuana. (esta pesquisa tinha seu lado divertido: os ‘guerreiros psíquicos” de Donovan realizaram muitos testes caros e extensos antes de decidirem qual era o método melhor de administrar o tetrahidrocanabinol, o ingrediente ativo da marijuana, era via o cigarro. Qualquer músico de jazz podia ter dito a eles bem mais].

Simultaneamente, os notórios médicos nazistas em Dachau experimentavam com a mescalina como meio de eliminar a vontade da vítima de resistir. Judeus, eslavos, ciganos e outros “indesejáveis” no campo, subrepticiamente recebiam a droga; mais tarde, a mescalina foi combinada com a hipnose. Os resultados destes testes ficaram disponíveis para os EUA depois da guerra. [cf. Operação PAPERCLIP, que transferiu milhares de pesquisadores da inteligência nazista e japonesa diretamente para a comunidade de inteligência dos EUA. “Os nossos alemães são melhores que os seus!” – DR. STRANGELOVE]

Em 1947, a Marinha realizou o primeiro programa conhecido pós guerra de controle mental. Este foi o Projeto CHAPTER, que continuou os experimentos de drogas. Décadas mais tarde, jornalistas e investigadores ainda não tem descoberto muita informação sobre este projeto – ou, de fato, sobre qualquer uma das excursões militares ou outras neste campo. Sabemos que o Exército eventualmente custeou as operações THIRD CHANCE e DERBY HAT; outros nomes de projetos permanecem misteriosos, embora a existência destes programas seja inquestionável.

A recém formada CIA mergulhou nesta piscina em 1950, com o Projeto BLUEBIRD, rebatizado ARTICHOKE em 1951. Para estabelecer uma “história cobertura” para esta pesquisa, a CIA custeou um esforço de propaganda destinado a convencer o mundo que o Bloco Comunista tinha divisado novos métodos insidiosos de redesenhar a vontade humana; os próprios esforços da CIA podiam portanto, se expostos, serem explicados como uma tentativa de captar o trabalho dos soviéticos e chineses. O promotor primário desta linha foi Edward Hunter, um empregado contratado da CIA que operava acobertadamente como jornalista, e mais tarde, um membro proeminente da Sociedade John Birch. (Hunter era um veterano do OSS no teatro da China – o mesmo solo de depósito que produziu Richard Helms, Howard Hunt, Mitch WerBell, Fred Chrisman, Paul Helliwell e uma variedade de outros dignos de nota que vieram a dominar esta terra estranha onde se encontram os mundos da inteligência e do extremismo de direita). Hunter ofereceu a “lavagem cerebral” como a explicação para as inúmeras confissões assinadas por prisioneiros de guerra americanos durante a Guerra da Coréia e geralmente a ONU desistiu da repatriação dos prisioneiros. Estas confissões alegavam que os EUA usaram guerra biológica no conflito coreano, uma afirmação que o público americano daquele tempo achou impossível aceitar. Muitos anos mais tarde, contudo, repórteres investigativos descobriram que especialistas japoneses em guerra biológica [que tinham disseminado um terror incalculável sobre a China conquistada durante a Segunda Guerra Mundial] tinham sido unidos ao aparato de segurança nacional americano – e que o conhecimento antevisto dos horripilantes experimentos de guerra biológica dos japoneses provavelmente FOI USADO na Coréia, exatamente como haviam indicado os soldados “da lavagem cerebral“. Então, agora sabemos que todo o pavor da lavagem cerebral de 1950 constituiu uma farsa prepetrada pela CIA sobre o povo americano. O diretor substituto da CIA Richard Helms admitiu em 1963, quando ele falou a Comissão Warren, que a pesquisa soviética de controle mental consistemente estava muitos anos atrás dos esforços americanos.

Quando o programa de controle mental da CIA foi transferido do Escritório de Segurança para a Equipe de Serviços Técnicos (TSS) em 1953, o nome mudou novamente — para MKULTRA. Muitos consideram este projeto polvo de amplo alcance – cujos tentáculos alcançavam os corredores de inúmeras universidades e se enrolavam nos pescoços de um exército de cientistas – foi a mais odiosa operação no catálogo de atrocidades da CIA. Através do MKULTRA, a Agência criou um programa de abrigo de um escopo positivamente joiciano, destinado a explorar todos os meios possíveis de invadir o que George Orwell uma vez chamou de “o espaço entre nossas orelhas” (Até mais tarde, em 1962, a pesquisa de controle mental foi transferida para o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimento; os nomes dados ao projeto permanecem não revelados.)

O que foi estudado? Tudo — incluindo hipnose, condicionamento, privação sensorial, drogas, cultos religiosos, microondas, psicocirurgia, implantes cerebrais e até mesmo Percepção Extra Sensorial [ESP]. Quando o MKULTRA “vazou” ao público durante as grandes investigações da CIA da década de 1970, a atenção pública se concentrou mais pesadamente na experimentação com drogas e o trabalho com Percepção Extra Sensorial. O mistério ainda envolve uma outra área de estudo, a área que parece ter mais interessado o Escritório de Pesquisa e Desenvolvimwento [ORD]: psicoeletrônica. Esta pesquisa pode se provar a chave para o nosso entendimento do fenômeno da abdução UFO.

IMPLANTES

Talvez as peças de evidência mais interessantes que cercam o fenômeno da abdução sejam os implantes intracerebrais alegadamente visíveis aos raios X e scans MRI de muitos abduzidos. De fato, os abduzidos frequentemente descrevem operações nas quais agulhas são inseridas no cérebro; ainda mais frequentemente, eles relatam a implantação de objetos estranhos pelas cavidades do sinus [pelo nariz] . Muitos especialistas em abdução assumem que estas incursões intracranianas devam ser o trabalho manual dos cientistas das estrelas. Infelizmente, estes pesquisadores tem falhado em se familiarizarem com certos avanços pouco proclamados da tecnologia terrestre.

Os implantes dos abduzidos sugerem fortemente uma linhagem tecnológica que pode ser rastreada a um aparelho conhecido como um “estimoreceptor”, inventado na década de 1950 e início da de 1960 por um cientista chamado Jose Delgado. O ‘estimoreceptor” é um eletrodo de profundidade em miniatura que pode receber e transmitir sinais eletrônicos pelas ondas FM de radio. Ao estimular um “estimoreceptor” corretamente posicionado, um operador externo pode alcançar um surpreendente grau de controle sobre as respostas do sujeito.

O mais famoso exemplo de um “estimoreceptor” em ação ocorreu em uma arena em Madri. Delgado “colocou o aparelho” no touro antes de entrar na arena, inteiramente desprotegido. Furioso, o touro se lançou contra o doutor e então parou, antes de alcança-lo. O técnico que se tornou toureiro tinha parado o animal ao simplesmente apertar o botão de uma caixa preta que tinha na mão.

O livro de Delgado, “Controle Físico da Mente: Em Direção a uma Sociedade Psicocivilizada” permanece o único livro popularmente escrito sobre implantes intracerebrais e a estimulação elétrica do cérebro (ESB). (o sinistro título do livro e as razões não convincentes para o controle mental em massa desencadearam uma reação desfavorável no público – o que pode ter detido outros pesquisadores de publicarem sobre este tema para uma audiência geral.) Conquanto o trabalho subsequente tenha desde então excedido as técnicas descritas neste livro, as obtenções de Delgado foram produtivas. Seus experimentos animais e humanos mostram claramente que o experimentador pode eletronicamente induzir emoções e comportamento: sob certas condições, os extremos do temperamento – raiva, luxúria, fadiga etc – podem ser desencadeados por um operador externo tão facilmente quanto um pianista toca um acorde C maior.

Delgado escreve: “A estimulação por radio de diferentes pontos na amigdala [cerebral] e no hipocampo em quatro pacientes produziram uma variedade de efeitos, inclusive sensações de prazer, sublimidade, profundidade, concentração pensativa, sentimentos estranhos, super relaxamento, visões coloridas, e outras respostas. A frase evocativa “visões coloridas” claramente indicam uma alucinação remotamente induzida; mais tarde detalharemos como estas alucinações podem ser controladas por um operador externo.

Falando em 1966 — e refletindo a pesquisa realizada nos anos anteriores – Delgado avaliou que seus experimentos ‘sustentam a desagradável conclusão que movimento, emoção e comportamento podem ser dirigidos por forças elétricas e que os humanos podem ser controlados como robôs ao toque de um botão.” Ele até mesmo profetizou o dia quando o controle de cérebro possa ser entregue a operadores não humanos, ao estabelecer a comunicação de radio de duas vias entre o cérebro implantado e um computador.

De um sujeito experimental, Delgado nota que “o paciente expressou sensações sucessivas de desmaio, medo e flutuação. Estes sentimentos de flutuação foram repetidamente evocados nos dias subsequentes pela estimulação do mesmo ponto… Os ufologistas podem reconhcer a similaridade dessa sequência de eventos de relatos de abduzidos dos minutos de abertura de suas experiências. Sob hipnose subsequente, o abduzido pode ser instruido a lembrar erradamente da causa de seu sentimento de flutuação.

Em uma série fascinante de experimentos, Delgado anexou um “estimoreceptor” a membrana timpânica, portanto transformando o ouvido em um tipo de microfone. Um assistente sussurraria “como está você?” no ouvido de um apropriado gato e Delgado poderia ouvir as palavras em um alto falante na sala próxima. A aplicação desta tecnologia ao comércio da espionagem deve ser prontamente aparente. Segundo Victor Marchetti, a Agência uma vez tentou uma extensão altamente sofisticada desta idéia básica, na qual os implantes de radio foram anexados a coclea de um gato para facilitar a captação de conversas específicas, livre de estranhos barulhos circunjacentes. Tais avanços exacerbam o nível já imposto da paranóia do Século XX: não apenas nossos telefones podem ser grampeados e a correspondência examinada, mas até mesmo Gatinho pode estar nos espionando!

Ainda que as ramificações desta tecnologia possam ir até mesmo mais profundo do que indique Marchetti. Presumo que se o ouvido interno de um sujeito desejável para ser grampeado possa se tornar um microfone,  ele também pode se tornar um alto falante – uma explicação possível para as vozes ouvidas pelos abduzidos. De fato, tenho pessoalmente visto um estranho implante opalescente dentro do canal auditivo de um abduzido. Não vejo razão para atribuir este aparelho a uma intrusão alienigena – mais do que provavelmente, os intrusos neste caso eram os herdeiros tecnológicos do legado de Delgado. De fato, não muitos anos depois dos experimentos de Delgado com o gato, Ralph Schwitzgebel divisou um “microfone na orelha’ pelo qual o terapeuta pode se comunicar com seu sujeito.

Outros pesquisadores tem feito notáveis contribuições a este campo.

Robert G. Heath, da Universidade Tulane, que tem implantado tanto quanto 125 eletrodos em seus sujeitos, obteve sua maior notoriedade ao tentar curar a homossexualidade por meio da Estimulação Eletrônica do Cérebro [ESB]. Em seus experimentos, ele descobriu que pode controlar a memória de seus pacientes [um feito o qual, aplicado ao contexto ufológico, pode responder pelo fenômeno do tempo perdido]; ele também pode induzir arrebatamento sexual, medo, prazer e alucinações.

Heath e um outro pesquisador, James Olds, tem independentemente ilustrado que as áreas do cérebro em e perto do hipotálamo tem, quando eletronicamente estimuladas, o que tem sido descrito como efeitos de “recompensa” e “aversão”. Tanto animais quanto homens, quando dado os meios de induzirem sua própria Estimulação Eletrônica do Cérebro dos centros cerebrais de prazer, se estimularão em tremendas taxas, ignorando tais necessidades básicas como sede e fome. [usando eletrodos fixos de sua própria invenção , John C. Lilly tinha conseguido efeitos similares já durante a década de 1950]. Qualquer um que tenha estudado o fenômeno da abdução se encontrará em território familiar aqui, porque as narrativas dos abduzidos são repletas de histórias de respostas sexuais impróprias e confusas em reação a estímulos extremamente dolorosos –  o condicionamento operante, em seu maior extremo, e mais insidioso, por aqui vemos uma forma de condicionamento na qual o manipulador se torna invisível. De fato a terapia aversiva de B.F. Skinner, remotamente aplicada, foi a prescrição de Heath para “curar” a homossexualidade.

Ralph Schwitzgebel e seu irmão Robert tem produzido uma panóplia de aparelhos para rastrear indivíduos por longos alcances; eles podem ser considerados os criadores dos aparelhos de “prisão eletrônica domiciliar” recentemente aprovados pelas côrtes. Os aparelhos de Schwitzgebel podem ser usados para rastrear todos os sinais físicos e neurológicos de um ‘paciente” dentro de um quarto de milha, portanto suspendendo as limitações de distância que restringiram Delgado.

No trabalho inicial de Ralph Schwitzgebel, a aplicação desta tecnologia da Estimulação Eletrônica Cerebral parece ter sido limitada aos incômodos implantes cerebrais com fios protusos. Mas esta tecnologia logo foi miniaturizada e foi proposto um esquema onde os radio receptores seriam montados nos postes de serviços através de uma dada cidade, portanto fornecendo uma capidade de monitoramento de 24 horas por dia. Como Heath, Schwitzgebel estava muito interessado na homossexualidade e no uso de aparelhos intracranianos para combater o desvio sexual. Mas ele também falou sinistramente em aplicar estes aparelhos a “pessoas socialmente problemáticas”… que, com certeza, pode significar qualquer um.

Bryan Robinson, do laboratório de primatas de Yerkes tem realizado uma fascinante pesquisa simiana sobre o uso da Estimulação Eletrônica Cerebral em um contexto social. Ele pode fazer com que as mães ignorem os filhos a despeito dos gritos dos bebês. Ele pode transformar a submissão em dominância e vice-versa.

Talvez o viajante mais perturbador neste campo mental seja Joseph A. Meyer, da NSA, o componente mais formidável e secreto do complexo de segurança nacional da América. Meyer tem proposto implantar a grosso modo metade de todos os americanos presos – não necessariamente condenados – por qualquer crime; os números dos “subscritos” [eufemismo dele] estaria em dezenas de milhões. Estes “subscritos” podem ser monitorados continuamente por computador seja onde for que forem. Meyer, que tem cuidadosamente trabalhado na economia deste sistema de implantação em massa, avalia que a contribuição do contribuinte deva ser reduzida ao forçar os “subscritos” a alugarem os implantes do Estado. Os implantes são mais baratos e mais eficientes do que a polícia, sugere Meyer, já que o chamado ao crime é incansável para os pobres habitantes urbanos – que, este cientista-espião admite de forma surpreendentemente cândida, =são fundamentalmente desnecessários em uma economia pós industrial. “Habitante urbano” pode ser um outro dos eufemismos de Meyer:  ele usa o Harlem de New York como sua comunidade modelo para trabalhar os detalhes deste sistema de gerenciamento mental.

IMPLANTES DOS ABDUZIDOS

Se vamos seriamente levar em conta as narrativas dos abduzidos sobre implantes cerebrais, devemos considerar a possibilidade que os implantadores, apropriadamente percebidos, não se parecem muito com os Grays apresentados nas capas dos livros de Strieber. Ao invés, os visitantes podem se assemelhar ao Dr. Meyer e sua irmandade. Podemos então ter uma explicação  tanto para os implantes cerebrais relatados pelos abduzidos e, como devemos ver, as “marcas de furo” e outras cicatrizes visíveis em outras partes do corpo dos abduzidos. Também teriamos uma explicação para os relatos de indivíduos  sofrendo uma mudança de personalidade depois do contacto com o fenômeno UFO.

Os céticos podem contrapor que o fator tempo das abduções UFO descarte esta possibilidade. Se as estimativas de tempo perdido estão corretas, as abduções raramente duram mais que uma a três horas. Será que um cirurgião cerebral, operando sob condições menos que ideais [talvez em uma unidade móvel] precisaria de mais tempo?

NÃO — não se formos aceitar as afirmações de um médico da Flórida chamado Daniel Man. Ele recentemente propôs uma solução para acabar com o problema das crianças desaparecidas, ao sugerir um programa onde os mais jovens da América seriam implantados com pequeninos transmissores para rastrear as crianças continuamente. Man bravateia que a operação pode ser feita no consultório e não demora mais que vinte minutos.

Concebidamente, isto possa demorar mais um pouco o campo.

UMA QUESTÃO DE CRONOMETRAGEM

A história de implante cerebral, como divisado da literatura aberta, é certamente inquietante. Ainda que esta história quase que certamente tenha sido censurada, e os dados manipulados de um modo de uma noite orweliana. Quando se lida com a pesquisa custeada pelos motores de segurança nacional, nunca se pode saber o verdadeiro dado de origem de qualquer avanço científico. Contudo, se ouvirmos cuidadosamente os cientistas que tem sido pioneiros na pesquisa, podemos ouvir sussurros, pálidos mas inconfundíveis, apontando que esta Estimulação Eletrônica do Cérebro remotamente aplicada se originou muito antes do que os estudos publicados indicam.

Em sua autobiografia “THE SCIENTIST”, John C. Lilly (que mais tarde alcançou um renome cultista por seu trabalho com golfinhos, drogas e privação sensorial) registra uma conversa que ele teve com o Diretor do Instituto Nacional de Saúde Mental em 1953. O diretor pediu a Lilly para instruir a CIA, FBI, NSA e os vários serviços de inteligência militar sobre seu trabalho com o uso de eletrodos para estimular diretamente os centros de prazer e dor do cérebro. Lilly recusou, notando em sua resposta:

Dr. Antoine Remond, usando nossas técnicas em Paris, tem demonstrado que este método de estimulação do cérebro pode ser aplicado ao humano sem a ajuda de um neurocirurgião; ele está fazendo isto em seu consultório em Paris sem supervisão neurocirúrgica. Isto significa que qualquer um com o aparato apropriado pode realizar isto encobertamente em uma pessoa. Sinto que se esta técnica cair nas mãos das agências secretas eles teriam controle total sobre um ser humano e seriam capazes de mudar suas crenças extremamente rápido, deixando pouca evidência do que eles tinham feito.

A avaliação de Lilly de alta base moral aqui é interessante. A despeito de sua declarada fobia contra o sigilo, uma leitura cuidadosa do “THE SCIENTIST” revela que ele continuou a fazer trabalho útil para este aparato de segurança nacional. Seus experimentos de privação sensorial se expandiram no trabalho de Maitland Baldwin de ARTICHOKE, a até mesmo sua pesquisa com golfinhos tem – talvez inadvertidamente, se provado útil na guerra naval. Deve-se notar que o trabalho de Lilly com macacos recebeu uma classificação “secreta” e que o Instituto Nacional de Saúde Mental era um conduto comum de fundos da CIA.

Mas o aspecto mais importante da declaração de Lilly é sua data. 1953! A quanto tempo remonta a Estimulação Elétrica Cerebral por radio? Ah, ainda não tenho visto o trabalho de Remond — se ele estiver disponível na literatura aberta. Nos documentos tornados disponíveis por Marks, a mais inicial referência a Estimulação Elétrica Cerebral aplicada remotamente é um documento financeiro de 1959 pertencente ao sub-projeto 94 do MKULTRA. As descrições gerais de sub-projetos enviadas ao departamento financeiro da CIA raramente contêm muita informação e raramente mudam de ano a ano, nos deixando pouca idéia de quando este sub-projeto começou.

Infelizmente, até mesmo o Ato de Liberdade de Informação [FOIA] não pode pegar livremente muita informação sobre as técnicas eletrônicas de controle mental, embora saibamos que uma grande quantidade de estudos foi feita nesta área. Temos, por exemplo, apenas quatro páginas sobre o sub-projeto 94 – por comparação, uma verdadeira inundação de documentos foi liberada sobre o uso de drogas no controle mental. [seja onde for que um autor nos diga que o MKULTRA teve pouco sucesso, a referência é a testagem de drogas]. A este ponto, devo criticar John Marks: seu livro nunca menciona que a grosso modo 20 a 25% dos sub-projetos são “negros’ – isto é, pouca ou nenhuma informação foi tornada disponível, a despeito dos advogados e das solicitações sob o FOIA. Marks parece sentir que a única informação digna de se ter é a informação que ele recebeu. Sabemos, contudo, que a pesquisa em psicoeletrônica  foi de fato extensa, declarações das metas do projeto remontando aos dias de ARTICHOKE e BLUEBIRD claramente identificam esta área como uma alta prioridade. O informante anônimo de Marks, jocosamente apelidado “Deep Trance,” até mesmo disse a um entrevistador anterior que, começando em 1963, os esforços em controle mental da CIA e dos militares fortemente enfatizaram a eletrônica. Portanto assumo – não rispidamente espero – que os negros sub-projetos do MKULTRA são relativos a assuntos como implantes cerebrais, microondas, Estimulação Elétrica Cerebral e tecnologias relacionadas.

Faço uma questão de cronometragem e sigilo envolvido nesta pesquisa para enfatizar três pontos:

1. Podemos nunca vir a saber com certeza as verdadeiras datas de origem de vários métodos de lavagem cerebral – frequentemente, descobrimos que técnicas que parecem impossivelmente futurísticas realmente se originaram no século XIX. [a pesquisa pioneira em Estimulação Elétrica Cerebral foi realizada em 1898 por J.R. Ewald, professor de fisiologia em Straussbourg].

2. A literatura aberta certamente dá uma visão censurada da real pesquisa.

3. Pesquisadores clandestinos maravilhosamente custeados – sem as restrições da revisão de seus pares ou a necessidade de controles estritos – podem alcançar um progresso muito mais rápido do que os cientista “de fora”.

Os críticos potenciais devem manter estes pontos em mente se eles devam tentar invalidar a tese do controle mental das abduções UFO ao citar uma narrativa de abdução que é anterior a Delgado.

O DILEMA

Temos amplamente demonstrado, então, que já na década de 1960 – e possivelmente até antes – os cientistas tem tido a capacidade de criar implantes similares aqueles agora propostamente visíveis nos scans MRI dos abduzidos. De fato, não temos noção de exatamente quão avançada esta tecnologia tem se tornado, já que a imprensa popular parou de relatar sobre implantes cerebrais na década de 1970. A pesquisa sem dúvida tem continuado, a despeito de um modo menos público. De fato, cientistas tais como Delgado tem lançado seus olhos muito além dos implantes; os efeitos da Estimulação Elétrica Cerebral podem agora ser desencadeados com microondas e outras formas de radiação eletromagnética, usadas com e sem eletrodos.

Então porque — se tomamos a abdução UFO como face de valor – estão estes aliens avançados usando uma velha tecnologia, uma tecnologia terrena, uma tecnologia que logo pode se tornar obsoleta, se isto já não aconteceu? Sou lembrado dos encantadores anacronismos das velhas séries de Flash Gordon, onde espadas e espaçonaves se encontravam continuamente. Será que eles também assistem televisão em branco e preto em Zeta Reticuli?

HIPNOSE REMOTA

A hipnose fornece a chave [altamente controvertida] que abre a porta a muitas narrativas de abdução. E obviamente, se a minha tese está correta, a hipnose desempenha uma grande parte na própria abdução. Uma coisa sei com certeza: desde os dias mais iniciais do Projeto BLUEBIRD, os espiões-psiquiatras da CIA gastaram enormes somas para adquirir a maestria da arte de Mesmer.

Não posso dar aqui até mesmo um breve sumário da hipnose, nem até mesmo dos estudos da CIA nesta área. [infelizmente, as solicitações sob o FOIA foram muito mais bem sucedidas em abalar a informação solta sobre este tópico do que na área da psicoeletrônica]. Aqui, nos concentraremos em uma alegação particularmente intrigante – uma ouvida pálida mas persistentemente, pelos passados vinte anos por aqueles que investigariam o lado sombrio da política.

Se esta alegação se provar verdadeira, a hipnose não necessariamente é uma caso de pessoa a pessoa.

O abduzido — ou a vítima de controle mental — não necessariamente precisa ter contacto físico com um hipnólogo para que a sugestão hipnótica se efetue; o transe pode ser induzido, e as sugestões feitas, via transmissores intracerebrais descritos acima. O conceito soa como algo similar as mais masoquistas fantasias de Huxley ou Orwell. Ainda que a hipnose remota tenha sido primeiramente relatada – usando meios alegadamente parapsicológicos – já na década de 1930, por L.L. Vasilev, Professor de fisiologia da Universidade de Leningrad. Mais tarde, outros cientistas tentaram alcançar o mesmo objetivo, usando meios menos místicos.

Com o passar dos anos, certos jornalistas tem avaliado que a CIA tem adquirido a maestria de uma tecnologia chamada RHIC-EDOM. RHIC significa “Controle Intracerebral Radio Hipnótico” e EDOM quer dizer “Dissolução Eletrônica da Memória.” Juntas, estas técnicas podem — alegadamente — induzir remotamente o transe hipnótico, enviar sugestões ao sujeito e apagar toda a memória tanto do período de instrução quanto do ato que é solicitado ao sujeito realizar.

RHIC usa estimoreceptor, ou uma descendência miniaturizada daquela tecnologia para induzir um estado hipnótico. Interessantemente, esta técnica é também reputada envolver o uso de implantes intramusculares, um detalhe fortemente reminescente das “cicatrizes” mencionadas no livro de Budd Hopkins “MISSING TIME”. Aparentemente, estes implantes são estimulados para induzir uma sugestão pós hipnótica.

EDOM nada mais é que o próprio tempo perdido – o apagamento da memória da consciência pelo bloqueio da transmissão sináptica em certas áreas do cérebro. Ao danificar as sinapses cerebrais por uma abundância de acetilcolina, a transmissão neurocerebral ao longo selecionou caminhos que podem ser eficazmente parados. Segundo os proponentes do RHIC-EDOM, a produção da acetilcolina pode ser afetada por meios eletromagnéticos. [a pesquisa moderna nos efeitos psico-fisiológicos das microondas confirma esta proposição].

RHIC-EDOM existe? Em nossa discussão do trabalho de Delgado, já tenho citado um estranho pequeno livro publicado em 1969 intitulado “Estamos Controlados?” escrito por um Lincoln Lawrence, um antigo agente do FBI que se tornou jornalista. (O nome é um pseudônimo; conheço sua identidade real]. Este trabalho lida profundamente com RHIC-EDOM; uma comparação cuidadosa do trabalho de Lawrence com os arquivos do MKULTRA desclassificados dez anos depois, indica uma forte possibilidade de que o escritor de fato tem fontes internas.

Aqui está como Lawrence descreve RHIC em ação:

Esta é uma aplicação ultra sofisticada da sugestão pós hipnótica desencadeada a vontade pela transmissão de radio. Este é um estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente em intervalos pelo mesmo radio controle. Um indivíduo é trazido sob hipnose. Isto pode ser feito ou com o conhecimento dele ou sem, pelo uso da narco-hipnose, que pode entrar em jogo sob muitos disfarces. Ele então é programado para realizar certas ações e manter certas atitudes por meio do sinal de radio.

Outros autores tem mencionado esta técnica – especificamente Walter Bowart (em seu livro OPERATION MIND CONTROL) e o jornalista James Moore, que, em uma publicação de 1975 de um periódico chamado MODERN PEOPLE, afirmou ter um manual de 350 páginas, preparado em 1963, sobre RHIC-EDOM. Ele recebeu o manual de fontes da CIA, embora – interessantemente – a técnica é dita ter se originado dos militares.

A seguinte citação de Moore sobre RHIC deve se comprovar especialmente intrigante para os pesquisadores da abdução que se tem deparado com estranhas mudanças de personalidade nos abduzidos;

Medicamente, estes radio sinais são dirigidos a certas partes do cérebro. Quando uma parte de seu cérebro recebe um pequenino impulso elétrico de fonte externa, tal como uma visão, audição etc uma emoção é produzida – raiva à vista de uma gangue de garotos batendo em uma senhora, por exemplo. A mesma emoção de raiva pode ser criada por artificiais sinais de radio enviados ao seu cérebro por um controlador. Você pode instantaneamente sentir a mesma raiva calorosa-branca sem qualquer razão aparente.

As fontes de Lawrence partilharam até mesmo uma revelação mais tantalizante e assustadora:

…já está em uso um pequeno transmissor-gerador EDOM que pode ser escondido no corpo de uma pessoa. O contacto com  esta pessoa – um aperto de mão casual ou até mesmo um toque – transmite uma pequenina carga eletrônica mais um sinal ultrassônico que por um curto período perturbará a orientação no tempo da pessoa afetada.

Se RHIC-EDOM existe, vai um longo caminho para fornecer um raciocínio terreno para as abduções alienígenas – ou, ao menos, certos aspectos dela. O fenômeno do tempo perdido não é mais misterioso. Implantes dos abduzidos, tanto intracranianos quanto outros, são explicados. E note a referência a “estado hipnótico recorrente, reinduzido automaticamente pelo mesmo radio comando.” Esta situação pode responder pelos repetidos abduzidos que, depois de seu encontro inicial, tem sessões regulares de tempo perdido e abduções – até mesmo quando o companheiro de cama permanece não perturbado.

No presente, não posso afirmar conclusivamente que RHIC-EDOM seja real. Ao meu conhecimento, o único questionamento oficial a um representante da CIA a respeito destas técnicas ocorreu em 1977, durante as audiências do Senado sobre os testes de drogas da CIA. O Senador Richard Schweicker teve o seguine intercâmbio com o Dr. Sidney Gottlieb, um importante administrador do MKULTRA:

SCHWEICKER: Alguns dos projetos sob o MKULTRA envolveram hipnose, está correto?

GOTTLIEB: Sim.

SCHWEICKER: Algum destes projetos envolveu algo chamado Controle Intracerebral Radio Hipnótico, que é uma combinação, como eu entendo, em termos leigos, de radio transmissões e hipnose.

GOTTLIEB: Minha resposta é “Não.”

SCHWEICKER: Nenhum seja qual for?

GOTTLIEB: Bem, estou tentando ser receptivo aos termos que você usou. Como eu me lembro disso, houve um corrente interesse, interesse em andamento, todo tempo no qual os efeitos sobre as pessoas permenecendo no campo da radio energia tem, e isto pode facilmente ter estado em algum lugar de muitos projetos, alguém que estivesse tentando ver se você podia hipnotizar alguém mais facilmente se ele estavesse sob a radiação do radio. Isto seria uma peça razoável de pesquisa a ser feita.

Schweicker continuou para mencionar que ele tinha ouvido testemunho que o radar [isto é, as microondas]  tinham sido usadas para varrer a memória em animais; Gottlieb respondeu, “posso acreditar nisto, Senador.”

A bajulações de Gottlieb não confortam muito. Em uma coisa, o bom doutor nem sempre forneceu um testemunho completamente cândido. [durante a mesma audiência ele declarou que 99% da pesquisa da CIA tinha sido abertamente publicada; se assim foi, porque existem tantos sub-projetos do MKULTRA que ainda estão “no escuro” e porque a Agência vai a extremos para proteger as identidades de seus cientistas? Também devemos reconhecer que as operações da CIA são compartimentalizadas com base na “necessidade de saber”; Gottlieb pode não ter tido acesso a informação requisitada por Schweicker. Note que a rubrica do MKULTRA circunscreveu a declaração de Gottlieb: RHIC-EDOM pode ter sido o foco de um outro programa. [houve vários outros: MKNAOMI, MKACTION, MKSEARCH, etc.] Também tenha em mente a revelação de “Deep Trance” que a CIA se concentrou em psicoeletrônica depois do término do MKULTRA em 1963. Ainda mais significativamente: RHIC-EDOM é descrito por Lawrence e Moore como um produto da pesquisa militar; Gottlieb falou apenas de assuntos pertencentes a CIA. Ele pode portanto ter falado verdadeiramente – ao menos em um extrito sentido técnico – enquanto ainda enganava os interlocutores congressionais.

Pessoalmente, acredito que a história de RHIC-EDOM merece uma grande quantidade de pesquisa posterior. Acho significativo que quando o Dr. Petter Lindstrom examinou os raios X de Robert Naesland, uma vítima sueca de implante cerebral, o médico autoritariamente tenha citado “WERE WE CONTROLLED?” em sua carta de resposta. Este é o mesmo Dr. Lindstrom notado pelo seu uso pioneiro de ultrassom em neurocirurgia. O livro de Lincoln Lawrence de fato tem recebido uma forte aprovação.

“OPERATION MIND CONTROL” de Bowart contém uma entrevista significativa com um agente de inteligência reconhecido nestas áreas. Garantidamente, o leitor tem todo direito de adotar uma atitude cética em relação a informação colhida de fontes anônimas; ainda que se deva notar que esta declaração de um agente operacional confirme, na parte pertinente, a tese de Lawrence.

Mais importantemente, a literatura aberta sobre sincronização da onda cerebral e os efeitos da radiação eletromagnética sobre o comportamento substanciam grande parte da história de RHIC-EDOM — como devemos ver.

ISTO É SINCRONIZAÇÃO

Robert Anton Wilson, um autor com um devotado seguimento cultista, recentemente tem promovido uma nova geração de ‘máquina mental” destinada a promover a criatividade, estimular o aprendizado e alterar a consciência –  isto é, fornecer uma droga – menos alta. Interessantemente, estas máquinas podem também induzir “experiências fora do corpo” na qual o usuário viaja mentalmente a um outro local enquanto seu corpo permanece em repouso. Esta tecnologia em rápido desenvolvimento tem disseminado o equivalente tecnológico da cultura das drogas; de fato os aficcionados do ruido eletrônico até mesmo têm sua própria revista, REALITY HACKERS. [agora acabada]. Fortemente suspeito que ainda ouviremos muito sobre estas máquinas no futuro.

Um de tais aparelhos é chamado “hemi-synch.” Esta invenção similar a um fone de ouvido produz frequências ligeiramente diferentes em cada ouvido; o cérebro calcula a diferença entre estas frequências, resultando em um ritmo conhecido como “batida bineural”. O cérebro se sincroniza com esta batida – isto é, o EEG do sujeito se lentifica ou acelera para acompanhar seu parceiro eletrônico.

O cérebro tem uma batida própria.

Este ritmo foi inicialmente descoberto pelo psiquiatra alemão Hans Berger, que registrou as voltagens cerebrais como parte de um estudo sobre telepatia. Ele notou duas frequências distintas: alpha (8-13 ciclos por segundo), associada a um estado relaxado e alerta e beta (14-30 ciclos por segundo), produzida durante os estados de agitação e intensa concentração mental. Mais tarde, outros ritmos foram notados, que são particularmente importantes para nossos atuais propósitos: theta (4-7 ciclos por segundo), um estado hipnogógico, e delta (.5 to 3.5 ciclos por segundo), geralmente encontrado em sujeitos adormecidos.

O hemi-synch — e as máquinas mentais relacionadas — podem produzir ondas alpha ou theta, a demanda, de acordo com a vontade do operador. Um cérebro apropriadamente sincronizado é muito mais responsivo á sugestão e é até mesmo provável de vivenciar vívidas alucinações.

Tenho falado com vários abduzidos que descrevem um efeito de “som estereofônico” – exatamente similar aquele produzido pelo hemi-synch – que precede muitos “encontros”. De fato, alguém geralmente administra o hemi-synch por meio de fones de ouvido, mas não vejo razão porque o efeito não possa ser transmitido via o acima descrito estimoreceptor. Novamente, lembro ao leitor sobre o abduzido que tinha um implante exatamente dentro do canal auditivo.

Há mais de um meio de sincronizar um cérebro. O excelente livro de Michael Hutchison – MEGA BRAIN – detalha as experiências pessoais do autor com muitos de tais aparelhos – o alpha-stim, TENS, o sincro-energizer, Tranquilite, etc. Ele se recorda de tonteiras, alucinações como as pinturas de Dali, como resultado de usar esta tecnologia de expansão mental; sobretudo, ele oferece um argumento sedutor que estes aparelhos possam representar uma verdadeira inovação no controle da consciência, portanto preenchendo totalmente o sonho alucinógeno da década de 1960.

Desejo evitar uma resposta automática inimiga da tecnologia a estas fascinantes caixas-de-maravilhas. Ao mesmo tempo, reconheço os perigos envolvidos. E quanto a possibilidade de um operador externo literalmente “mudar nossas mentes” ao alterar as nossas ondas cerebrais sem o nosso conhecimento ou permissão? Se estas máquinas podem induzir um estado hipnótico, como impedir que um hipnólogo talentoso faça uso dese estado?

Garantidamente, a maioria destes aparelhos exige alguma interação física com o sujeito. Mas um instrumento chamado Bio-Pacer pode, segundo  seu fabricante, produzir um número de frequências alteradoras do humor SEM estar anexada ao sujeito. De fato, o Bio-Pacer III (uma versão altamente energizada) pode afetar uma sala inteira. Este aparelho custa 275 dólares segundo a folha de preços mais recente disponível. Que tipo de máquina 27.500 dólares podem comprar? Ou 275.000? Que efeitos, que alcances pode uma máquina de um milhão de dólares ser capaz?

Certamente os militares tem este tipo de dinheiro. E eles certamente estão interessados neste tipo de tecnologia, segundo Michael Hutchison. A entrevista dele com um informante chamado Joseph Light despertou algumas revelações particularmente provocantes. Segundo Light:

Há elementos importantes na comunidade científica, pessoas poderosas, que estão muito interessadas nestas áreas… mas eles tem mantido a maior parte de seu trabalho em segredo. Porque tão logo eles comecem a publicar algumas destas coisas sensíveis, eles tem problemas nas vidas deles. Você vê, eles trabalham com custeios científicos, e se você acompanhar a pesquisa sendo realizada, você descobre que tão logo os cientistas publiquem algo, seus fundos são cortados… Há áreas na pesquisa biolétrica onde técnicas muito simples e aparelhos tem efeitos mentais surpreendentes. Concebidamente, se você é um pessoa enlouquecida com um pouco de base técnica, pode causar um monte de dano.

Esta última declaração é particularmente provocante. Em 1984, um violento grupo neo-nazista chamado “The Order” (responsável pelo assassinato do entrevistador Alan Berg) estabeleceu contacto com dois cientistas do governo engajados na pesquisa clandestina de projetar desequilíbrios químicos e tornar o indivíduo-alvo dócil por meio de certas frequências de ondas eletrônicas. Por cem mil dólares os cientistas foram voluntários em entregar esta informação.

Então, ao menos um grupo de indivíduos enlouquecidos quase dominou os bons.

DÊ ADEUS AO SEU CÉREBRO

Cada senador e representante do congresso tem um arquivo “wavie”. Assim também o tem muitos representantes estaduais. Os wavies tem até mesmo apresentado o caso deles a instituições tais como o Instituto Crístico.

E quem são os wavies?

Eles afirmam serem vítimas de bombardeio clandestino de radiação não-ionizante – ou microondas. Eles relatam mudanças súbitas nos estados psicológicos, alterações no padrão do sono, vozes intracerebrais  outros sons e efeitos fisiológicos. A maioria das pessoas nem mesmo entende quantos wavies existem neste país. Eu tenho falado com um número de wavies.

Eles são indivíduos perturbado buscando uma razão externa para seus problemas mentais? Talvez. De fato. Estou certo que este seja o caso em várias vezes. Mas o fato é que a literatura sobre os efeitos comportamentais das microondas, frequências extra baixas (ELF) e ultrassons é tal que não podemos simplesmente descartar todas as queixas.

Por décadas, a ciência e a indústria americanas tentaram convencer a população que as microondas não podem ter efeitos adversos sobre seres humanos a níveis sub termais – em outras palavras, a atitude foi “se isto não pode lhe queimar, não pode lhe danificar”. Esta abordagem se tornou crescentemente difícil de defender na medida em que se acumulavam os relatos de efeitos psicológicos induzidos por microondas. Os técnicos descreveram “ouvir” certas instalações de radar; usuários de telescópios de radar começaram a desenvolver cataratas em uma surpreendente alta taxa. Os soviéticos a muito haviam reconhecido os efeitos estranhos e as vezes sutis destas radio frequências, que é o porque seus padrões de exposição tem sempre sido mais restritos.

O bombardeio soviético de microondas da embaixada americana em Moscou fez com que a DARPA lançasse o Projeto PANDORA (mais tarde renomeado), cuja meta ostensiva era determinar se estas pulsações [reportadamente 10 ciclos por segundo] que os colocava no alcance alpha, podiam ser usadas para propósitos de controle mental. Suspeito que a “guerra da Rua Tchaikovsky,” como chamo isto, foi usada, ao menos em parte, como a história cobertura para a pesquisa de controle mental do DARPA, e que as histórias que flutuavam no noticiário [via, por exemplo, a coluna de Jack Anderson] sobre a lavagem cerebral remota soviética serviu aos mesmos propósitos de propaganda que os de Edward Hunter durante a década de 1950.

O que as microondas de baixo nível podem fazer a mente?

Segundo um relato do DIA liberado sob o FOIA, as microondas podem induzir alterações metabólicas, alterar as funções cerebrais, e interromper padrões de comportamento. PANDORA descobriu que as microondas pulsadas podem criar vazamentos na barreira sangue-cérebro, induzir ataques cardíacos, e criar uma desorganização comportamental. Em 1970, um cientista da Corporação RAND relatou que as microondas podem ser usadas para promover insônia, fadiga, irritabilidade, perda de memória e alucinações.

Talvez o trabalho mais significativo nesta área tenha sido produzido pelo Dr. W. Ross Adey da Universidade da Califórnia do Sul. Ele determinou que os estados comportamentais e emocionais podem ser alterados sem eletrodos  – simplesmente ao colocar o sujeito em um campo eletromágnético. Ao dirigir uma frequência transportadora para estimular o cérebro e usar a modulação da amplitude para “formar” a onda no mimetismo da desejada frequência do EEG, ele foi capaz de impor um ritmo theta de 4.5 ciclos por segundo em seus sujeitos – uma frequência que ele previamente mediu no hipocampo durante uma evitação de aprendizado. Assim, ele pode externamente condicionar a mente na direção de uma reação aversiva. [Adley também fez um extenso trabalho sobre o uso de eletrodos em animais]. Segundo um outro proeminente cientista de microondas,  Allen Frey, outras fequências podem — em estudos animais — induzir a docilidade. [cf USP #3,884,218 de Robert Monroe, METHOD OF INDUCING AND MAINTAINING VARIOUS STAGES OF SLEEP IN THE HUMAN BEING, granted 20 May 1975; resumo: um método de induzir o sono em ser humano onde um audio sinal é gerado compreendendo um som familiar agradavelmente repetitivo modulado por um padrão de sono ao EEG]

O controvertido pesquisador Andrijah Puharich avalia que “uma onda sino magnética fraca de (1 mW) 4 Hz modificará as ondas cerebrais humanas em 6 a 10 segundos. Os efeitos psicológicos de uma onda sino magnética de 4 Hz são negativos — causando tonteiras, náusea, dor de cabeça e podem levar ao vômito”. Ao contrário, uma onda sino magnética de 8Hz tem efeitos benéficos. Embora alguns escritores questionem a integridade de Puharich (talvez corretamente, considerando seu envolvimento com a história confusa de Uri Geller), suas afirmações aqui parecem estar em linha com o achado de outros experimentadores menos excêntricos.

Como escreve a jornalista investigativa Anne Keeler:

Frequências específicas em baixas intensidades podem previsivelmente influenciar os processos sensoriais… agradável-desagradável, contração-relaxamento, e excitação-calma podem ser criados por campos. Sentimentos negativos e evitação são fortes fenômenos biológicos e se relacionam à sobrevivência. Sentimentos são as verdadeiras bases das “tomadas de decisão” e frequentemente ocorrem como impressões abaixo dos patamares [isto é, subliminares]… Idéias, incluindo nomes, podem ser sincronizados com os sentimentos que os campos induzem.

Adey e compatriotas tem compilado uma biblioteca inteira de frequências e taxas de pulsação que podem afetar a mente e o sistema nervoso. Alguns desses efeitos podem ser extremamente bizarros. Por exemplo, o engenheiro Tom Jarski, em uma tentativa de replicar o trabalho produtivo de F. Cazzamali, descobriu que uma frequência particular causava uma sensação particular de toque de telefone nos ouvidos dos sujeitos – que se sentiam estranhamente compelidos a morderem os experimentadores! Por outro lado, o consciente da dieta pode ser intrigado pela descoberta de que os ratos expostos a ondas ELF deixam de ganhar peso normalmente.

Para nossos propósitos presentes, os achados da pesquisa eletromagnetica mais significativos dizem respeito aos sinais de microondas modulados por freqências hipnoidais do EEG. As microondas podem atuar como o aparelho hemi-synch previamente descrito – isto é, elas podem sincronizar o cérebro a certos ritmos theta. Não preciso enfatizar as implicações da sincronização remota do cérebro para ressoar como uma frequência condutora a dormir, ou a hipnose.

O transe pode ser remotamente induzido – mas ele pode ser dirigido? Sim.  Recorde-se das vozes intracerebrais mencionadas anteriormente em nossa discussão sobre Delgado. O mesmo efeito pode ser produzido pela “onda”. Frey demonstrou na década de 1960 que as microondas podem produzir barulhos como booms, assovios, zunidos, cochichos e outras estáticas intra-cerebrais [ este fenômeno é chamado “Efeito Frey”]; em 1973, o Dr. Joseph Sharp, do Instituto de Pesquisa do Exército Walter Reed , expandiu o trabalho de Frey em um experimento onde o sujeito – neste caso, o próprio Sharp — “ouvia” e entendia palavras faladas enviadas via uma microonda pulsada análoga as vibrações de som do orador.

Dr. Robert Becker comenta que “um tal aparelho tem óbvia aplicação em operações encobertas destinadas a enlouquecer um alvo com “vozes” ou enviar instruções indectáveis a um assassino programado”. em outras palavras, agora temos, ao toque de um botão, a tecnologia para inflingir uma Luz de Gás eletrônica ou criar um verdadeiro CANDIDATO MANCHURIANO. De fato, a primeira capacidade pode de falto disfarçar a segunda. Quem ouvirá as vítimas, quando as alucinações induzidas eletrônicamente que ele recontam exatamente paralelas aos sinais clássicos da esquizofrenia paranóide e/ou epilepsia de lobo temporal?

Talvez a mais sinitra revelação, contudo, diga respeito ao misterioso trabalho de J.F. Schapitz, que em 1974 preencheu um plano para explorar a interação das frequências de radio e a hipnose. Ele propôs o seguinte:

Nesta investigação será mostrado que a palavra falada do hipnólogo pode ser transformada pela energia modulada eletro-magnética diretamente dentro das partes subconscientes do cérebro humano – isto é, sem empregar qualquer aparelhos técnicos para receber ou transcodificar as mensagens e sem que a pessoa exposta a uma tal influência tenha uma chance de controlar o input da informação conscientemente.

Ele ressaltou  um experimento, inocente em seus efeitos imediatos, ainda que assustador em suas implicações, onde os sujeitos seriam implantados com a sugestão subconsciente para sairem do laboratório e comprarem um item um particular; esta ação seria desencadeada por uma certa palavra chave ou ação. Schapitz sentiu que certos sujeitos racionalizariam o comportamento – em outras palavras, os sujeitos arrumariam uma desculpa, contudo tênue, para justificar suas ações como trabalho da vontade livre. Seus instintos sobre este último combinam perfeitamente com as descobertas dos hipnólogos profissionais.

O trabalho de Schapitz foi custeado pelo Departamento de Defesa. A despeito das solicitações do FOIA, os resultados nunca tem sido publicamente revelados.

PENSAMENTOS FINAIS SOBRE “A ONDA”

Devo novamente oferecer uma advertência sobre as possíveis disparidades entre o registro “oficial” dos efeitos psicológicos do eletromagnetismo e a história oculta. Mais uma vez, enfrentamos uma questão de cronometragem. A quanto tempo atrás realmente esta pesquisa começou?

Nos anos iniciais deste século, Nikola Tesla parece ter tropeçado em certos efeitos comportamentais da exposição eletromagnética. Cazamalli, mencionado anteriormente, realizou seus estudos na década de 1930. Em 1934, E.L. Chaffe e R.U. Light publicaram um trabalho sobre “Um Método de Controle Remoto da Estimulação Elétrica do Sistema Nervoso”. Desde o verdadeiro início de seu trabalho com microondas, os soviéticos exploraram os efeitos psicológicos mais sutis do eletromagnetismo – e a despeito dos balidos de certos alarmistas de extrema direita que uma ‘falha eletromagnética” nos separa dos avanços soviéticos, a literatura da Leste Europeu nesta área tem sido estreitamente monitorada por décadas pelo Ocidente. Os projetos ARTICHOKE/BLUEBIRD ressaltam, datando da década de 1950, proeminente a menção a necessidade de explorar todos os usos possíveis do espectro eletromagnético.

Um outro ponto digno de menção se refere a combinação de EMR e miniatura de eletrodos cerebrais. O pai do estimoreceptor, Dr. J.M.R. Delgado, tem recentemente realizado experimentos no qual macacos são expostos a campos eletromagnéticos, assim desencadeando uma ampla variedade de efeitos comportamentais – um macaco pode entrar em uma raiva vulcânica enquanto a uns poucos pé de distância, seu parceiro simiano começa a  adormecer. Fascinantemente, quando macacos com implantes cerebrais sentem ‘a onda’, os efeitos são grandemente intensificados. Aparentemente, estes pequeninos eletrodos podem atuar como amplificadores do efeito eletromagnético.

Este último ponto é importante para a nossa tese da “abdução alienígena”. Os críticos podem se opor que qualquer explosão de energia poderosa o suficiente para ter verdadeiramente efeitos remotos provavelmente também criaria uma reação térmica. Isto é, se um operador clandestino propagasse a ‘onda” de fora do quarto de dormir do abduzido. [vamos dizer, de um helicóptero em baixo vôo, ou de um caminhão viajando ao longo do carro do sujeito], a energia necessária para fazer o trabalho podia ser tal que a microonda cozinhasse o alvo antes de ter uma chance de lavar seus pensamentos. Nosso abduzido terminaria como a vítima de um ataque microondas no final da cabine de Jerzy Kozinsky.

Isto é uma crítica justa. Mas o trabalho de Delgado pode nos dar a solução. Uma vez o abduzido tenha sido implantado — e se vamos confiar nas narrativas da regressão hipnótica de todo, a primeira sessão de implantação pode ocorrer na infância – o chip no cérebro atuaria como um intensificador do sinal. Um tal indivíduo pode ter um número de experiências UFO enquanto seu parceiro de cama descansa confortavelmente.

Sobretudo, relatos recentes indican que um “waver” pode alcançar precisa acurácia sem o uso de implantes no estilo de Delgado. Em 1985, voluntários do Instituto de Pesquisa do Meio Oeste em Kansas City, Missouri, foram expostos a radiações microondas como parte de um experimento patrocinado pelo Departamento de Energia e Departamento da Saúde do Estado de New York. Como THE ARIZONA REPUBLIC descreveu o experimento, “um grupo combinado de controle sentou-se na mesma sala sem ser bombardeado pela radiação não ionizante”. Aparentemente, podemos focalizar muito estreitamente a “onda” — um fato que tem amplas implicações para os abduzidos.

Parte III

Aplicações

Então agora temos alguma idéia dos instrumentos disponíveis aos “espiões-psiquiatras”. Como estes instrumentos tem sido usados? Esta questão necessariamente envolve algum trabalho de detetive. A CIA, sob rigidez, forneceu alguma, embora não o suficiente, documentação de seus esforços para comandar “o espaço entre nossas orelhas”. Sabemos que estes esforços foram  extensos, de longo prazo, e ao menos parcialmente bem sucedidos. Sabemos também que estes experimentos envolveram o uso de sujeitos humanos. Mas quem e quando?

Um paradoxo desta linha de interrogatório é que, para muitos leitores, as vítimas despertam simpatia apenas enquanto permanecem anônimas. Intelectualmente, entendemos que o MKULTRA e seus projetos aliados devem ter afetado centenas, provavelmente milhares, de indivíduos. Ainda que reajamos com profunda suspeita seja quando for que um desses indivíduos se apresente e se identifique, ou seja quando for que um investigador independente argumente que o controle mental tem dirigido algumas pessoas dignas de nota a ações de outra forma inexplicáveis. Onde, o cético pode corretamente perguntar, está a documentação que sustenta tais acusações? A maioria da “trilha de papel” do MKULTRA foi (alegadamente) queimada por ordem de Richard Helms; o que sobrou tem sido censurado, deixando manchas de tinta preta seja onde for que os nomes tenham originalmente aparecido. Ao se queixarem de controle mental as vitimas podem, em sua maior parte, apenas nos dar seu testemunho – e quão confiável é este testemunho especialmente a luz do fato de que um dos propósitos do MKULTRA era induzir insanidade? Qualquer um avaliando que ele foi vitimizado pelo programa pode bem estar procurando uma desculpa extrínseca para sua própria psicopatologia. Se você diz que você é um louco fabricado, você estava provavelmente louco a começar com “Ardil 22″[um excelente livro].

Quando John Marks escreveu “THE SEARCH FOR “THE MANCHURIAN CANDIDATE”” ele recebeu inúmeras cartas de pessoas que insistiam que elas tinham sido drogadas, “ondeadas” ou de outra forma abusadas pela CIA ou os militares. A maior parte destas comunicações foi diretamente para o arquivo de lunáticos dele. Talvez muitas merecessem este destino; mas eu conheço ao menos um que não merecia.

Marks contudo, devota muita atenção a Val Orlikov, um entigo ‘paciente’ da mais notória figura dos anais dos crimes médicos americanos: Dr. Ewen Cameron, um cientista custeado pela CIA que chefiava o Instituto Memorial Allan da Universidade McGill, Montreal, Canadá. Cameron, um pesquisador de saúde mental altamente respeitado, experimentou uma técnica que ele chamou de “direção psíquica”, um programa de lavagem cerebral que envolvia inflingir a um sujeito uma repetição incessante de fitas gravadas com mensagens selecionadas, de 16 a 24 horas por dia, combinadas a um maciço tratamento por eletrochoque e LSD. Os cobaias deste projeto eram pacientes que tinham vindo para o Allan Memorial com queixas psicológicas relativamente menores. Os experimentos de Cameron fracassaram e suas teorias foram desacreditadas, o que pode explicar porque a CIA e seus apologistas agora se sintam mais confortáveis discutindo os esforços franquistenianos no  Allan Memorial, em oposição ao trabalho mais bem sucedido em outros lugares.

O testemunho de Orlikov tem recebido muita atenção respeitosa daqueles escritores que tem examinado MKULTRA, e muito corretamente. Quando estudei os arquivos no Arquivo de Securidade Nacional, fiquei particularmente familiarizado para ler as cartas originais dela a John Marks, e estas páginas tem levado a desmascarar um projeto especialmente sinistro da CIA. As cartas, bastante interessantemente, se provaram exatamente tão vagas, desconcatenadas e bizarras quanto a correspondência similar que os pesquisadores rotineiramente descartam. Orlikov não pode ser culpada pela natureza confusa de suas lembranças; uma certa quantidade de fog é para ser esperada. dado a natureza do crime perpetrado contra ela. O ponto importante é que a história dela, foi descoberta ser verdadeira. Porque as queixas dela desencadearam uma investigação enquanto aquelas queixas de outros foram prontamente descartadas? Talvez a resposta resida no fato de que o marido de Orlikov tenha se tornado um membro do parlamento canadense. Qualquer vítima da experimentação da CIA que deseje ser levada seriamente deve, talvez, primeiramente se assegurar de se casar bem.

De fato, podemos facilmente perdoar os prévios escritores e pesquisadores cujas pesquisas sobre o MKULTRA tem sido tendenciadas em favor da complacência. Mas não podemos permitir que este preconceito natural aleje a nossa atual investigação. Vamos examinar, então, umas poucas “histórias de horror” da literatura de controle mental e sublinhar as possíveis correlações com o testemunho do abduzido.

“O ANJO GUARDIÃO” DE PALLE HARDRUP

Como mencionado previamente, não tenho me aprofundado muito no assunto da hipnose neste trabalho – primariamente por causa das limitações de espaço e tempo, mas também por causa das discussões das possibilidades da hipnose per se tendem a nublar a matéria e seu uso em conjunto com as técnicas eletrônicas supramencionadas. Obviamante, contudo, a hipnose é uma arma maior no armamento do controlador mental; em um futuro trabalho em completa extensão, pretendo lidar com este assunto em muito maior profundidade.

É desnecessário dizer, um dos objetivos primários do MKULTRA e dos projetos relacionados era determinar se alguém podia induzir hipnoticamente outra pessoa a cometer um ato anti-social. Esta possibilidade permanece um dos assuntos mais acaloradamente debatidos em hipnose, porque a sabedoria convencional avalia que nenhum indivíduo pode ser hipnotizado para cometer uma ação que viole seu interior código moral. Martin Orne, editor do prestigiado INTERNATIONAL JOURNAL OF CLINICAL AND EXPERIMENTAL HYPNOSIS concorda com este axioma, e ele está em posição de codificar muito da opinião estabelecida sobre este tópico. Orne, contudo, é um veterano do MKULTRA, e sobretudo parece ter mentido – ao menos em suas comunicações originais – ao autor John Marks sobre seu envolvimento intencional no sub-projeto 94. Conquanto eu respeite grande parte do trabalho inovador de Orne, seus pronunciamentos não sustentam, ao menos para este leigo, uma inquestionabilidade olimpiana.

Para estar seguro, muitos outros especialistas em hipnotismo, não comprometidos com ligações a companhias, também descartam a possibilidade que ações anti-sociais possam ser induzidas. Mas um número de profissionais altamente experientes – incluindo Milton Kline, William Kroger, George Estabrooks, John Watkins e Herbert Spiegel — tem argumentado que tais ações, podem, ao menos em algum grau, serem desencadeadas por um manipulador externo.

Ocasionalmente, queixas de comportamento anti-social induzido hipnoticamente encontram seu caminho nas côrtes de justiça; em um tal caso, que levou à prisão do hipnotizador, foi a caso de Palle Hardrup. Este incidente ocorreu na Dinamarca em 1951. Palle Hardrup roubou um banco, matando um guarda no processo, e mais tarde afirmou que tinha sido instruído a fazer assim pelo hipnotizador Bjorn Nielsen. Nielsen eventualmente confessou ter engenheirado o crime como um teste para suas habilidades hipnóticas. O aspecto mais significativo deste incidente diz respeito a pose que Nielsen adoptou para trabalhar seu projeto malicioso. Durante as sessões de hipnose, Nielsen hipnoticamente sugeriu que ele era o “anjo da guarda” de Hardrup, representado pela letra X. Hardrup testemunhou que “há uma outra sala na porta do lado onde Nielsen e eu vamos falar por nós mesmos. É lá que meu espírito guardião geralmente vem e fala comigo. Nielsen diz que X tem uma tarefa para mim.”

Uma das tarefas que foi arranjada foi a da namorada de Hardrup ter sexo com o hipnotizador. As outras tarefas, envolviam assalto e assassinato. Nielsen convenceu sua vítima que X queria os fundos do roubo para serem utilizados em dignos objetivos políticos. No fim foi dito a Hardrup que os fins justificam os meios.

Compare este cenário com o típico caso do contactado, no qual os guardiães alienígenas convencem suas vítimas/sujeitos que o encontro eventualmente servirá a algum propósito não especificado. De fato, em minhas entrevistas com abduzidos que tem estabelecido um relacionamento a longo prazo com seus visitantes, tenho descoberto que alguns deles originalmente acreditavam que estivessem em contacto com guardiães angélicos como o de Hardrup. Somente nos anos recentes esta pose de anjo foi descartada e a verdadeira forma do alien foi revelada.

Assim temos um meio possível de superar a proposição de que a hipnose não possa induzir o comportamento anti-social. Se falta escrúpulos a um hipnotizador, e ele tem acesso a um sujeito particularmente suscetível, ele pode induzir uma realidade mal percebida. As ações que abjuramos no contexto diário se tornam aceitáveis em circunstâncias especiais: um cidadão que nunca poderia cometer um assassinato em rua na noite suburbana, se preparado no exército, mata no campo de batalha. Na hipnose, a mente se torna este campo de batalha. Nas palavras do Dr. John Watkins,

Nos comportamos com base em nossas percepções. Se as nossas percepções de uma situação podem ser alteradas de forma que nos faça mal construi-las, ou desenvolver uma falsa crença, então o nosso comportamento em relação a isto será drasticamente alterado. É precisamente nesta área de mudança das percepções que a modalidade hipnótica demonstrará seus efeitos mais poderososos. As alucinações tanto sob hipnose quanto pós hipnóticas podem facilmente serem induzidas no sujeito sugestionável. Pode ser feito que ele ignore o estímulo doloroso, aparentemente sendo incapaz de ouvir sons altos, e ver indivíduos que não estão presentes. Sobretudo, as atitudes e crenças podem ser iniciadas nele que são bem anormais e frequentemente contrárias aquelas anteriormente mantidas.

Se a hipnose tradicional, não auxiliada, pode alcançar tais mudanças na percepção, podemos facilmente imaginar as possibilidades inerentes a combinação das técnicas hipnóticas com a pesquisa psicoeletrônica previamente descrita.

Cientistas tais como Orne e Milton Erickson tem tomado matéria das avaliações de Watkins. Mas o caso  Hardrup pareceria sustentar Watkins. Se alguém pode ser convencido que ele, como Joana D’Arc, atua sob a influência de um alto poder sobrenatural, então capacidades anteriormente inimagináveis podem ser reveladas e as ações “impossíveis” podem ser desempenhadas. De fato, quando consideramos as extremas mudanças de personalidade – e ocasionalmente, as ações sinistras, desencadeadas por líderes de certos cultos, e grupos ocultos, entendemos a desejabilidade de instalar uma história cobertura hipnótica dentro de uma matriz sobrenatural. As pessoas farão por Deus – ou pelo Diabo, ou pelos Irmãos Espaciais – o que caso contrário não fariam.

A data do caso Hardrup coresponde a instituição de BLUEBIRD/ ARTICHOKE; não se precisa de muita imaginação para ver como este caso pode ter servido como um modelo para os cientistas pesquisando estes e os projetos subsequentes.

MEMÓRIA EM TELA

Segundo os arquivos desclassificados nos arquivos de Marks, uma maior dificuldade enfrentada pelos pesquisadores do MKULTRA diz respeito ao “problema da disposição”. Isto é, o que fazer com as vítimas da experimentação com eletrochoque, drogas e hipnose da CIA. A companhia lançou mão de tácticas caraterísticas mas desagradáveis: eles se desfizeram de seus cobaias humanas encarcerando-as em asilos para insanos, realizando lobotomias e ordenando “ações executivas”.

Uma solução mais sofisticada tinha que ser encontrada. Uma das metas dos esforços de controle mental da CIA era assegurar o apagamento da memória por meio da hipnose [e drogas, eletrônicos, lobotomias etc]. não apenas para ocultar o que aconteceu durante as sessões de programação/doutrinação experimentais que se provariam útil no campo. “A AMNÉSIA ERA UMA GRANDE META” confirma Victor Marchetti, que ressalta a sua utilidade em lidar com agentes contratados: “depois que você tem feito isto, a agência até mesmo não sabe o que ele está fazendo… você o envia dentro e ele faz o trabalho. Quando ele volta, você limpa sua cabeça”.

O grande problema: a despeito da amnésia hipnoticamente induzida, haveria vazamentos da memória – fragmentos de material represado se elevariam espontaneamente, em sonhos, flashbacks etc. Uma solução proposta: dar ao sujeito uma “memória em tela” , uma história falsa, assim, se ele começasse a recordar o material, ele o recordaria incorretamente.

Até mesmo o conservador Dr. Orne nota que:

A S [subjeito] que é capaz de desenvolver uma boa amnésia pós hipnótica também responderá a sugestões para se lembrar de eventos que realmente não aconteceram. Ao despertar, ele deixará de recordar os eventos reais do transe e ao invés se recordará dos eventos sugeridos. Se algum, este fenômeno é mais fácil de ser produzido do que a amnésia total, talvez porque isto elimine a sensação subjetiva de um espaço vazio na memória.

Não apenas as memórias em tela preenchem os desconfortáveiws brancos na lembrança do sujeito, elas protegerão contra qualquer revelação posterior. Um medo dos cientistas do MKULTRA era que o indivíduo hipno-programado usado como, vamos dizer, um correio, possa ser desprogramado por um outro hipnotizador que talvez trabalhe para o inimigo. Assim, os cientistas do MKULTRA decidiram instilar personalidades múltiplas – múltiplas histórias cobertura se você peferir – para confundir os hipnotizadores não autorizados.

Um caso usando esta técnica se centrou em um assassino chamado Luis Castillo, que, depois de sua captura nas Filipinas, foi extensamente entrevistado e estudado por especialistas a serviço do Escritório Nacional de Investigação, o equivalente do país ao nosso FBI. Foi descoberto que Castillo tinha ao menos quatro personalidades distintas, hipnoticamente instiladas; cada personalidade pode ser desencadeada por um pista específica. Em um estado, ele afirmou ser o Sgt. Manuel Angel Ramirez, do Comando Tático Estratégico Aéreo do Vietnã do Sul; supostamente, “Ramirez” era o filho ilegítimo de um certo oficial de alto escalão da CIA, que fumava cachimbo, cujas iniciais eram A.D. Uma outra personalidade afirmava ser um dos assassinos de John F. Kennedy.

O principal hipnólogo envolvido neste caso rotulou estes alter-egos hipnóticos de “estados zumbis”. O relato deste caso declarou que “o fenômeno zumbi referido aqui é um comportamento sonâmbulo apresentado pelo sujeito em uma resposta condicionada a uma série de palavras, frases, declarações, aparentemente desconhecido do sujeito em seu estado normal alerta.”

Depois da repatriação de Castillo para os EUA, o FBI afirmou que ele tinha fabricado a história. Em seu livro “OPERATION MIND CONTROL”, Walter Bowart faz um caso convincente contra as afirmações do FBI. Certamente muitos aspectos do caso de Castillo argumentam pela sua sinceridade – inclusive sua insensibilidade a dor induzida hipnoticamente, sua manutenção da história até mesmo quando severamente embriagado, e suas tentativas de suicídio aparentemente programadas.

Se Castillo contou a verdade, como acredito que ele o fez, então ele manifestou tanto a personalidade múltipla hipnoticamente induzida quanto uma pseudo-memória. A primeira permanece controvertida, mas a segunda tem sido repetidamente replicada em situações experimentais.

Este ponto é vitalmente importante para os estudantes do fenômeno da abdução. Não podemos assumir a acurácia das descrições das abduções dadas durante subsequentes regressões hipnóticas. Sobretudo, não podemos até mesmo assumir a acurácia das lembranças espontaneamente suscitadas [isto é, as memórias de abdução que não são desencadeadas pela regressão hipnótica]. De fato, os céticos responsáveis tem argumentado que a regressão hipnótica pode se provar inadvertidamente nociva, no que ela pode fechar no lugar uma falsa lembrança.  (Note, contudo, que outros profissionais psiquiatras consideram a regressão hipnótica a melhor técnica, contudo falha, em destrancar a amnésia. Da minha parte, mantenho uma atitude cautelosa e ambivalente na direção do uso da hipnose no trabalho do abuzido]

Garantidamente, é muito fácil para os desmentidores gritarem “confabulação” para desmentir o testemunho hipnótico que não se conforma a nossas pré concepções sobre o possível; não pretendo cometer o mesmo erro. Seja onde for que os céticos ofereçam o fenômeno da pseudo-memória para racionalizar as queixas de abdução, eles citam situações experimentais na qual a pseudo-memória foi originalmente criada por um hipnotizador. Estes experimentos não podem ser citados como prova que um indivíduo abduzido espontaneamente conjurou uma fantasia [o que justamente acontece para corresponder aos detalhes de centenas de “fantasias” similares]. Muito mais, os estudos de laboratório da criação da pseudo-memória provam o meu ponto: a pseudo-memória pode ser induzida por uma hipnose anterior.

Em outras palavras, um abduzido pode falar de aliens – quando a realidade foi algo inteiramente diferente.

Em correspondência comigo, um importante pesquisador de abdução escreveu de um caso no qual um abduzido se lembrou de ter visto um helicóptero se transformar em um UFO. Durante uma das poucas sessões de regressão a que compareci, ouvi uma narrativa exatamente similar. Hopkins argumentaria que o helicóptero era a “memória em tela” escondendo a horrorosa realidade do encontro UFO. Mas a navalha de Occam realmente corta deste modo? Não devemos também considerar a possibilidade de que o objeto em questão fosse realmente um helicóptero – que o abduzido foi instruído a se recordar como um UFO?

A SUPER ESPIÃ

Entre os paéis liberados do BLUEBIRD/ARTICHOKE/MKULTRA estava o seguinte memorando escrito a mão, não assinado e não datado:

Tenho desenvolvido uma técnica que é segura [livre de censura internacional]. Isto tem a ver com o condicionamento de nosso próprio povo. Posso realizar isto como o trabalho de um só homem.

O método é a produção de hipnose por meio de simples medicação oral. Então [sem nenhuma medicação posterior] a hipnose é reforçada diariamente durante os seguintes três ou quatro dias.

Cada indivíduo é condicionado contra revelar qualquer informação a um inimigo, até mesmo embora submetido a hipnose e drogas. Se preferível, ele pode ser condicionado a dar falsa informação muito mais que nenhuma informação.

Na margem deste documento, um dos assistentes de Marks escerveu, “Este é Wendt?” A referência aqui é a G. Richard Wendt, um professor empregado do projeto CHATTER que, em 1951, liderou tanto os empregados navais quanto os da CIA em uma caçada de controle mental, quando um experimento similar ao descrito acima falhou em produzir resultados.

Até mesmo se o memorando acima descreve um fracasso operacional [e as táticas descritas neste memo não parecem muito possível para mim], não devemos ficar complacentes. Agora sabemos que, em ao menos um caso, técnicas mais sofisticadas tornaram o cenário acima uma realidade.

Eu me refiro ao caso de Candy Jones.

A história dela deu origem ao menos a um livro e deve, um dia, dar origem a outro. Obviamente, não posso aqui dar todos os detalhes desta narrativa fascinante e assustadora. Mas a precisão é obrigatória. .

Ms. Jones (nascida Jessica Wilcox) obteve um status de estrela como modelo durante a Segunda Guerra Mundial, e mais tarde criou sua própria agência de modelos. Um homem do FBI pediu que ela se colocasse para ser usada como “correio” para o FBI e uma “outra agência do governo” [presumidamente, a CIA]; Candy, profundamente patriota, aceitou contentemente a proposta. Chegando as margens do mundo clandestino, Candy eventualmente entrou em contacto com um “Dr. Gilbert Jensen,” que trabalhava, por sua vez, com um “Dr. Marshall Burger.” (ambos os nomes são pseudônimos.) Desconhecido para ela, estes doutores tinham sido empregados como “espiões-psiquiatras” pela CIA. Usando uma entrevista de emprego como cobertura, Jensen induziu a hipnose, descobrindo que Candy era uma pessoa particularmente responsiva – e continuou a usa-la como outros cientistas usam um maccaco rhesus. Ela se tornou um sujeito teste para o programa de controle mental da CIA.

O trabalho dela — até onde é conhecido — era fornecer o serviço clandestino de correio. Estabrooks tem ressaltado a idéia básica anos antes; induzir a hipnose via uma técnica disfarçada, dar ao  mensageiro a informação a ser memorizada,e hipnoticamente apagar a mensagem da mente consciente e instalar uma sugestão pós hipnótica que a mensagem [agora enterrada dentro do subconsciente] seria trazida apenas por meio de uma pista específica. Se o hipnólogo pode criar um tal correio, a ultra segurança deve ser garantida, até mesmo a tortura não fará com que o mensageiro conte o que ele sabe porque ele não sabe que sabe. Segundo o altamente respeitado Dr. Milton Kline, “Realmente existe evidência que não tem sido publicada” provando que o agente secreto perfeito de Estabrooks pode ser com sucesso evocado.

Candy foi uma de tais histórias de sucesso. Sucesso, neste contexto, significa que ela pode ser – e foi – brutalmente torturada e abusada enquando realizava missões para a CIA. Todos os brinquedos do MKULTRA foram colocados no jogo: hipnose, drogas, condicionamento — e eletrônica. Usando estes aparelhos, Jensen e Burger geranciaram para: — instalar uma ‘personalidade duplicada” – criar a amnésia das sessões de programação e dos trabalhos de campo – tornando Candy em uma fanática cheia de ódio e viciada, o melhor meio de isola-la do resto da humanidade. [anteriormente, seus associados a consideravam uma pessoa profundamente tolerante e sua agência de modelos foi uma das primeiras a quebrar a barreira de cor], e – programa-la para cometer suicídio no fim de sua utilidade para a Agência. As técnicas de programação usadas nela foram falhas. Ele quebrou a segurança quando se casou com uma famosa personalidade do radio em New York, John Nebel, que, usando a regressão hipnótica, conseguiu trazer a verdade a tanto tempo represada. Eventualmente a ‘outra Candy’ disse adeus e a programação foi quebrada.

Os céticos podem achar a história de Candy tão incrível quanto as narrativas de abdução – afinal, um amador a tinha conduzido em uma regressão hipnótica, e a possibilidade de confabulação sempre se apresenta. Não obstante, sinto que a veracidade da narrativa dela tem sido estabelecida acima de qualquer dúvida razoável. Em suas sessões de regressão hipnótica ela se recordou de ser programada em um instituto ligado ao governo no norte da Califórnia – que, como mais tarde provaram as investigações de John Marks, esteve de fato pesadamente envolvido com a pesquisa de lavagem cerebal custeada pelo governo. O próprio Marks acredita na história de Candy — não menos, por causa dos detalhes dos métodos de programação que foram usados nela foram consubstanciados em documentos liberados depois do livro dela ter sido publicado. Entrevistas com Milton Kline, Dr. Frances Jakes, John Watkins e outros forneceram o testemunho que a programação de Candy Jones era provável — e Deep Trance substanciou a história.

Recentemente, o caso tem recebido uma importante confirmação indireta: investigadores interessados no acompanhamento da pesquisa tem preenchido solicitações sob o FOIA com a CIA para todos os papéis relacionados a Candy Jones. A agência admite ter um arquivo substancial sobre ela mas se recusa a liberar qualquer parte dele. Se a história dela fosse falsa, então porque a CIA estaria tão relutante em entregar a informação? De fato, porque, em primeiro lugar, eles teriam um arquivo?

A confirmação final da história de Candy exige uma revelação — uma que faço com alguma trepidação até mesmo embora o indivíduo nomeado esteja morto.

“Marshall Burger” era realmente o Dr. William Kroger.

Kroger, a muito tempo associado a instituição da espionagem, tinha escrito o seguinte em 1963:

…um bom sujeito pode ser hipnotizado para envio de informação secreta. A memória desta mensagem pode ser encoberta por uma amnésia artificialmente induzida. No evento que ele deva ser capturado, ele naturalmente não se lembrará que ele até mesmo recebeu a mensagem… contudo, desde que tenha sido dado a ele uma sugestão pós hipnótica, a mensagem estaria sujeita a ser recordada por meio de uma pista específica.

Se Candy tivesse de fato confabulado a história dela, porque ela nomearia este cientista em particular, que, escrevendo teoricamente em 1963, previu os eventos subsequentes da vida dela?

Depois do Caso Jones, Kroger transferiu sua base de operações para a UCLA — especificamente, para o Instituto Neuropsiquiátrico dirigido pelo Dr. Louis Jolyon West, um veterano do MKULTRA. Lá ele escreveu “Hipnose e Modificação de Comportamento’, com um prefácio de Martin Orne (um outro veterano do MKULTRA) e H.J. Eysenck (ainda um outro veterano do MKULTRA). O final desta obra contém pistas assustadoras das posibilidades inerentes de combinar a hipnose com a Estimulação Eletrônica Cerebral, implantes e condicionamento – embora Kroger seja cuidadoso ao ressaltar que ” não estamos interessados que o homem possa ser condicionado por recompensas e punições pela estimulação eletrônica cerebral para ser controlado como um robô”. Ele pode não estar interessado mas talvez nós devamos estar.

O controle de Candy Jones nos dá muita informação útil para nossa hipótese da abdução alienígena.

1. Suas sessões de tortura – inflingidas durante sua programação pelos seus mestres da CIA, e as missões por pessoas ainda misteriosas – parecem surpreendentemente similares a de outra forma exames ilógicamente dolorosos alegadamente realizados a bordo da espaçonave alienígena.

2. A personalidade dela muda a grosso modo parelelo aquelas experienciadas por certos abduzidos UFO.

3. A despeito de sua brutalização, ela permaneceu leal aos Drs. Jensen e Burger. Este comportamento surpreendente me lembra as primeiras entrevistas com abduzidos, durante as quais ouvi medonhas descrições de sessões de tortura UFO – seguidas de protestos de amor ilimitado pelos inflingidores da dor alienígenas. Como muitos abduzidos, Candy tinha que comparecer a sessões regulares de condicionamento. A repetida exposição à programação é necesária para efetuar o controle contínuo.

5. Para manter seu domínio total sobre a mente dela, os manuseadores de Candy a programaram para permanecer isolada. Especificamente, eles instilaram uma profunda paranóia em relação a outros seres humanos; os “externos” provavelmente eram inimigos para abusar dela. Tenho visto consistentemente este padrão em meu trabalho com abduzidos. Os céticos argumentariam que os medos  não razoáveis do abduzido provavelmente indiquem a esquizofrenia paranóide – um sintoma que pode, de fato, ter experiências alucinatórias. Mas a maioria dos abduzidos são facilmente hipnotizados enquanto os esquizofrênicos paranóides são extemamente difíceis de se submeterem a hipnose, segundo o Dr. Edward Simpson-Kallas, um psiquiatra com ampla experiência na área da hipnose forense. Se, contudo,  estes medos não razoáveis tenham sido hipnoticamente induzidos, a contradição é resolvida.

6. Candy era produto de uma infância infeliz, daí sua propensão para a personalidade múltipla. Muitos dos abduzidos repetidas vezes que tenho entrevistado tem similares histórias familiares deprimentes.

7. A história de Candy Jones também tem o que podemos chamar de uma “relevância negativa” para as narrativas de abdução. Porque os Controladores não estabeleceram uma história cobertura hipnótica, ou pseudo-memoria, os fatos verdadeiros do caso conseguiram se permear para a mente consciente dela. Não importa quão completa a amnésia pós hipnótica, o vazamento ocorrerá – daí a necessidade de uma história cobertura, uma falsa memória, para preencher a falha da lembrança. A CIA aprende com seus erros. A hipno-programação de Candy Jones se quebrou já em 1973 – o ano em que o “disfarce alien’ se tornou [se a minha hipótese está correta] o procedimento padrão de operação. [Milton Kline aceitou a história de Candy Jones, mas considerou o trabalho amadorístico e inconsistente com o melhor trabalho realizado naquele tempo. Talvez a maior falha tenha sido a falta de uma história cobertura como pseudo-memória?]

BASES DE SUSPEITA

Rumores sobre “bases subterrâneas” são tão quentes quanto pimenta no campo UFO exatamente agora, e várias destas histórias envolvem abduções.

Por exemplo, uma pequena apresentação do famoso caso UFO de Bentwaters envolve a abdução de um homem da força área chamado Larry Warren para uma cavidade subterrânea sob a base militar. Lá, conquanto no que ele mais tarde desceveu como “um estado um tanto drogado”, ele viu aliens e seres humanos – figuras militares – trabalhando lado a lado.

Tenho falado com uma outra abduzida, Nancy Wright, que alegadamente foi levada a uma câmara subterrânea dez milhas ao norte da base da força áerea de Edwards, Califórnia. Como este foi um evento de múltiplas testemunhas, e Ms. Wright não tinha tentado capitalizar a história para ganho financeiro, tendi a acreditar na história dela. Segundo a pesquisadora de abdução Miranda Parks, um casal de idade avançada vivendo nas vizinhanças também foi abduzido de modo exatamente similar.

Em 1979, Paul Bennewitz e Leo Sprinkle pesquisaram um caso de abdução particularmente controvertido envolvendo uma jovem mulher [nome não revelado] que aparentemente foi levada a uma instalação onde os alienígenas processam fluidos e partes corporais de uma mutilação de gado. Esta investigação parece ter levado a perseguição governamental de Bennewitz, na qual alguma forma de controle mental [ou, como já tenho anteriormene me referido a isto, “lus de gás eletrônica”] pode ter desempenhado uma parte.

A quem podemos responsabilizar por estas histórias de alegada desonestidade alienígena realizada em conjunto com os militares? Eu, por mim, não posso creditar as histórias geralmente não consubstanciadas de uma “conspiração cósmica” agora promulgada por ex agentes de inteligência tais como John Lear e William Cooper. Conquanto eu não possa avaliar insinceridade da parte destes homens, frequentemente imagino se eles tem sido usados como condutos – voluntários ou não – em um sofisticado esquema de desinformação.

Uma explicação mais simples, embora não menos assustadora, para a ‘base” das abduções pode ser encontrada na história do Dr. Louis Jolyon West, agora notório por sua perticipação nos experimentos com LSD do MKULTRA. Inspirado por “A Violência e o Cérebro” (um livro dos Drs. Frank Ervin e Vernon H. Mark que atribuiu um turbilhão interno em uma cidade a um “defeito genético’ dentro dos negros rebeldes], West propôs, em 1973, um Centro para Estudo e Redução da Violência, onde indivíduos potencialmente violentos podiam ser abordados profilaticamente.

E quem eram estes indivíduos? Segundo a proposta de West, os fatores dignos de nota indicando uma predisposição violenta eram “sexo [masculino], idade [jovem], etnicidade [negro] e urbanicidade.” Como lidar com eles? “… implantando pequeninos eletrodos profundamente no cérebro, a atividade elétrica pode ser acompanhada em áreas que não podem ser medidas pela superfície do escalpo… é até mesmo possível registrar mudanças bioelétricas nos cérebros dos sujeitos em livre movimento, pelo uso de técnicas de controle remoto…’ Ao monitorar remotamente os EEGs dos sujeitos, os episódios potencialmente violentos podem ser identificados.

Para os nossos propósitos, o aspecto mais significativo desta proposta tinha a ver com a locação. Em uma comunicação secreta ao Dr. J.M. Stubblebine, diretor do Departamento de Saúde do Estado da Califórnia (felizmente, esta carta foi ‘vazada” ao público], West revelou que ele pretendia hospedar o centro dele em uma abandonada base de mísseis Nike, cuja localização era acessível ainda que relativamente remota. “Este local é seguramente cercado”, escreveu West. “Estudos comparativos podem ser realizados fora de lá, em uma localização conveniente mas isolada, de programas modelo experimentais, para a alteração do comportamento indesejável.”

A gritaria pública deteve estes planos. Mas este esquema foi verdadeiramente eliminado? Ou ele meramente foi modificado, despido [temporariamente] de seus tons raciais e relocalizado a algum ponto menos acessível?

Uma coisa é certa: um “espião-psiquiatra” da CIA favoreceu a experimentação secreta do controle comportamental em uma remota instalação militar. Talvez alguém dentro das divisões de modificação comportamental da instituição da espionagem ainda pense altamente nesta idéia. Se assim for, o problema da disposição mais uma vez eleva sua horrível cabeça, devem os “visitantes” destas instalações até mesmo reaparecem na sociedade externa. Novamente, uma história coberura hipno-programada se provaria insubstituível.

A CONEXÃO ESCANDINAVA

Muitos livros tem sido escritos sobre os abduzidos, ainda que existam poucos sobre as vítimas de controle mental.Não posso entender esta situação; a realidade dos UFOs ainda é controvertida, ainda que a existência de controle mental tenha sido verificada em duas investigações congressionais [altamente comprometidas] e em milhares de documentos obtidos sob o FOIA. Não obstante, os abduzidos podem encontrar um ouvido simpático, enquanto os poucos que ousam se proclamar vítimas de conhecidos programas do governo raramente encontrem alguém que os ouçam. Nossos preconceitos sobre este assunto são lamentáveis, porque se ouvissemos os “controlados” ouviriamos muitos detalhes surprendentemente similares aqueles mencionados pelos abduzidos UFO.

Dois casos a ressaltar: Martti Koski e Robert Naeslund.

Koski, um cidadão finlandês, afirma ter sido vítima de uma experimentação de controle mental enquanto visitava o Canadá. Logo depois que a experiência dele começou, ele tentou transmitir sua situação ao mundo e chamar atenção para sua queixa. Poucos ouviram. Muitos detalhes dele eram bizarros, e não sendo um nativo de lingua inglesa, ele não podia se expressar convincentemente para aquele dos quais ele abordava por ajuda. Ainda que muitos aspectos de sua história correspondam estreitamente a detalhes conhecidos do MKULTRA e programas relacionados.

Naeslund, um cidadão sueco, conta uma história similar. Sobretudo, suas queixas foram sustentadas por um evidência especial: os raios X revelaram um implante em seu cérebro. Naeslund realmente foi ao extremo de ter seu implante testado por técnicos eletrônicos da Hewlett-Packard. Um cirurgião grego realizou a necessária trepanação para remover o aparelho.

Muitos aspectos das histórias de Koski e Naeslund correspondem a minha hipótese. Koski, por exemplo, a um ponto foi dito que os doutores que o afligiram eram realmente ‘aliens de Sirius”. Em um outro ponto, foi levado a acreditar que estava sob a direção do Senhor [como indiquei anteriormente, a manipulação da imagem religiosa pode ajudar a induzir o comportamento anti-social; o super-ego do sujeito pode ser nulificado se ele acredita que segue os comandos do alto. Tal manipulação pode explicar os aspectos mais bizarros da abdução de Betty Andreasson Luca].

O implante de Naeslund foi originalmente colocado através da cavidade nasal. Ele primeiro entendeu que algo terrível tinha acontecido a ele depois de uma experiência de tempo perdido seguida de um sangramento nasal.

Este detalhe será instantaneamente familiar a qualquer um que tenha estudado as abduções; tenho encontrado isto em minhas próprias conversas com abduzidos. Para um excelente exemplo na literatura UFO rencomendo ao leitor o caso de Susan Ransted, como detalhado por Kevin D. Randle no livro  THE UFO CASEBOOK; o background da alegada contactada Diane Tessman também é digno de nota a este respeito. Intrigantemente, tenho localizado uma referência na literatura aberta ao uso, em estudo animal, de eletrodos implantados nasalmente para a medida de efeitos da radiação eletromagnética.

Há outras declaradas vítimas de controle mental que mantém a evidência de implantes: note, especialmente, o caso fascinante de James Petit, um piloto ligado a CIA e alegado aluno de lavagem cerebral; os raios X de seu crânio tem revelado implantes no estilo daqueles dos abduzidos – apropriados, talvez, já que seu corpo tem cicatrizes do estilo daquelas dos abduzidos; igualmente, certos abduzidos darão, se permitidos por uma audiência completa e simpática, testemunho fortemente concordante com a narrativa de Koski.

HELICOPTEROS E DISCOS

A história bizarra de Rex Niles e sua irmã (cujo nome não aparece nas narrativas das notícias) pode lançar uma luz interessante em uma variedade de casos de abduzidos, particularmente naquele de Betty e Barney Hill. Niles, o proprietário vertiniginoso de uma firma sub-contratada de defesa Woodland Hills  (Rex Rep) foi apontado pelas autoridades investigando os subornos da indústria de defesa. Ele se tornou uma testemunha  extraordinariamente cooperativa na investigação – até que ele foi alvejado por seus inimigos, que alegadamente usaram psicoetrônica como perseguição.

O seguinte trecho do artigo do LOS ANGELES TIMES sobre Niles é particularmente compelente:

Ele [Niles] deu testemunho de sua irmã, uma mulher de Simi Valley que jurou que helicópteros tinham repetidamente circulado a casa dela. Um engenheiro mediu 250 watts de microondas na atmosfera fora da casa de Niles e descobriu um disco radioativo sob o para-lama de seu carro.

Um antigo colega da escola secundária, Lyn Silverman, afirmou que o computador da casa dela ficava desordenado quando Niles ficava de pé perto dele.

Não existem aliens nesta história – ainda que seja tão similar as histórias das abduções aliens! Os helicópteros de baixo vôo, de fato, são frequentemente relatados pelas vítimas de abdução – o caso de Betty Andreasson Luca fornece o exemplo mais bem conhecido. A desordenação de equipamento eletrônico também é frequentemente encontrada nos casos atribuídos a abdução; tenho falado independentemente com três mulheres que afirmam terem sido capazes de perturbar ou desligar televisões e estéreos simplesmente ao passar pelos aparelhos; uma mulher até mesmo afirmou que ela desligou sua televisão apenas ao apontar para ela.

Mas o disco radiativo é especialmente intrigante. Como recentemente explicou o antigo agente do FBI Ted Gunderson ao meu associado Alexander Constantine, discos magnéticos radiativos tem a muito sido usados pelos serviços clandestinos como indutores do cancer [assassinos silenciosos] – isto é, como instrumentos de assassinato. Não apenas isto. O disco lembra a alguém um pequeno detalhe do caso Hill – mais ou menos uma dúzia de pontos brilhantes, cada um do tamanho de um dolar de prata, encontrado na carroceria do carro dela diretamente depois da abdução. Uma agulha de bússola reagiu selvagemente quando colocada perto destes pontos. Eles poderiam ter marcado o local onde um aparelho eletromagnético ou radiativo, similar aquele encontrado por Niles, foi colocado no carro? (um tal aparelho pode ser mantido para localizar magneticamente, as impressões circulares). Se assim for, então a EMR desorientante pode ter ajudado a induzir o avistamento UFO dos Hills.

OS MILITARES E O CONTROLE MENTAL

Algum tempo atrás, frequentei sessões de regressão hipnótica nas quais o sujeito – um declarado abduzido UFO – recordava-se de ter sido submetido a uma misteriosa “operação cerebral” no hospital dos veteranos da Califórnia. A operação foi realizada por seres humanos, não por alienígenas. Interessantemente, este mesmo hospital foi mencionado em dois outros casos que encontrei. Estas outras queixas não foram feitas por abduzidos, mas por pessoas que alegadamente tem sido vítimas de experimentação de controle mental.

Um dos queixosos, um antigo SEAL da Marinha que realizou inúmeras missões perigosas no Vietnã, impressionou-me favoravelmente com a riqueza de detalhes da história dele. Este indivíduo – tenho me referido a ele como “o SEAL treinado” – tinha recebido treinamento militar especializado de combate em uma base militar na Califórnia. Ele afirma que em um ponto durante seu treinamento ele foi drogado, hipnotizado, posivelmente colocado sob alguma forma de controle eletrônico, e submetido a extremos de condicionamento operante de dor/prazer. Um detalhe peculiar da história dele diz respeito ao aspecto da “recompensa” do condicionamento. Quando apropriadamente aquiescente, ele recebia acesso sexual ilimitado a uma mulher, que diz o SEAL, também era vítima de lavagem cerebral.

Tão inacreditável quanto esta última afirmação possa ser, eu a considerei estranhamente ressonante quando mais tarde entrevistei uma proeminente abduzida no sul da Califórnia que bravamente me ofereceu detalhes de um incidente enigmático, embora muito delicado, do passado dela. Ainda uma mulher atraente, ele se recordou para mim – de fato, parecendo extremamente compelida a descrever – um antigo caso de amor com um jovem soldado em treinamento em uma base militar perto da casa dela. Ela não pode se recordar do nome do soldado. Tudo que ela se lembra é que um dia ele começou a morar na casa da família dela. Ela não tem idéia de como este arranjo começou, e seus pais nunca se sentiram confortáveis em discutir o assunto. Embora não atraída por este soldado, ela se sentia compelida a se tornar íntima dele, adotando uma atitude dócil e obediente que era bem fora do caráter dela. Mas tarde, o soldado foi em missões encobertas no Vietnã.

De fato, o desenvolvimento psico-sexual de uma pessoa jovem nunca é suave, e o incidente relatado acima pode meramente ter representado um solavavanco particularmente desapontador em uma estrada notóriamente áspera. Ainda, alguns dos detalhes desta história – particularmente a atitude dos pais, a mudança de personalidade da mulher, e seus subsequentes lapsos de memória — são surpreendentes, e trato com respeito a intuição do abduzido que este enigma menor em sua história pode, se apropriadamente entendido, lançar luz em suas posteriors experiências de tempo perdido.

Pode o “SEAL treinado” estar certo? Foi lá, é lá, um grupo de soldados hipno-programados realizando missões particularmente perigosas? E os programadores tem a sua disposição “uma senhora auxiliar”, por assim dizer, dos seguidores hipnotizados o campo?

Se a história do SEAL estivesse sozinha, os céticos poderiam facilmente descarta-la [já que eles não se sentem, como eu faço, face a face com o contador da história, ouvindo todos os detalhes horrendos e preocupantes]. Mas outros veteranos tem acrescentado as vozes deles a esta história terrível. Daniel Sheehan, do Instituto Crístico, afirma que sua organização tem falado com meia dúzia de indivíduos com narraivas similares as do meu informante SEAL. Todos tinham recebido “processamento”, por assim dizer, dentro do contexto do treinamento militar padrão; depois da programação e instrução especializada de combate por mercenários, os recrutas eram posto a espera para serem utilizados quando a situação pedisse – e algumas dessas situações ocorreram dentro dos EUA.

Walter Bowart começou sua pesquisa sobre controle mental colocando um anúncio em publicações no esilo de SOLDIER-OF-FORTUNE, pedindo correspondência de veteranos que vivenciaram inexplicáveis lapsos de memória ou estranhas técnicas de modificação de comportamento enquanto serviam no Vietnã; ele recebeu mais de cem respostas. Bowart devotou um capítulo inteiro a um desses correspondentes – um veterano da força aérea chamado David, que terminou seu período de quatro anos de serviço recordando-se apenas de ter passado tempo “tendo diversão, fazendo pesca de mergulho, deitando-se em praias, colhendo conchas… isto nunca eu comecei a entender até mais tarde que eu devo ter feito algo enquanto estava a serviço”. [um exemplo óbvio de memória em tela]. Ele também se referiu a uma namorada cujo nome não consegue se recordar a despeito do longo período e da profunda intimidade do caso. Os paralelos com a história do SEAL e as narrativas dos abduzidos devem ser óbvios.

Nós até mesmo temos uma confissão, de tipo, de um cientista que se especializou em um aspecto deste tipo de treinamento. O Ten. Comandante Thomas Narut, do Hospital Naval dos EUA na sede da OTAN em Naples, Flórida, admitiu durante uma palestra em Oslo que os recrutas em Naples eram submetidos a sessões de modificação do comportamento no estilo do filme “Laranja Mecânica”. Os soldados em treinamento eram amarrados nas cadeiras com seus olhos forçadamente abertos enquanto assistiam filmes de acidentes industriais e cerimônias africanas de circuncisão – filmes frequentemente usados por psicólogos como um meio de induzir stress em situações experimentais. Diferente do protagonista de Laranja Mecânica, que aprendeu a aversão ao sinal de violência, os soldados de Narut eram ensinados a aceitarem e apreciarem o banho de sangue, e ver isto com equinamidade. Técnicas similares foram usadas para desumanizar inimigos em potencial. Os graduados deste programa se tornaram, nas próprias palavras de Narut, “atiradores e assassinos”  a serem colocados nas embaixadas americanas pelo mundo.

Quando questionado pelos repórteres sobre estas afirmações, o governo americano negou a história; Narut – depois de um período incomunicável e aparente coação – mais tarde explicou aos jornalistas que ele tinha meramente falado teoricamente. Se assim foi, porque ele originalmente descreveu o procedimento de modificação de comportamento como um programa em andamento?

E conquanto possa parecer frívolo retornar ao assunto das abduções depois de examinar tais dados sinistros, devo lembrar ao leitor das muitas narrativas dos abduzidos nos quais eles relatam serem forçados a certos stress induzidos por filmes em movimentos. Os aliens, nos parece, tomaram algumas lições com o Dr. Narut.

Narut, de fato, se concentrou na programação seletiva de individuais soldados americanos; por outro lado do espectro do controle mental, especialistas do Departamento de Defesa também tem se concentrado em métodos de tornar batalhões inimigos inteiros ‘ineficazes para o combate”. O armamento eletromagnético, que pretende dizimar a agressão do inimigo, é a província do DARPA, sob a direção do Dr. Jack Verona. Estes projetos permanecem completamente misteriosos; sabemos, contudo, que uma operação, SLEEPING BEAUTY, empregou os serviços do Dr. Michael Persinger, um cientista que tem expressado opiniões interessantes sobre UFOs.

Persinger descobriu um método de usar ondas ELF para induzir as células MAST do cérebro a liberarem histamina, deva um comandante de campo de batalha desejar submeter seu inimigo a surtos em massa de vômito. O truque de Persinger pode fazer o trabalho ainda mais rápido do que um filme de Tobe Hooper. “A questão”, escreve o pesquisador de controle mental Larry Collins, “é como sair do ponto A e alcançar o ponto B sem violar um dos mais rigorosos mandamentos da ética do governo – não deve realizar experimentos como este em seres humanos.”

Se Collins tivesse estudado um pouco mais cuidadosamente, ele poderia entender que o governo nem sempre tem visto este mandamento como algo gravado na pedra. Como Milton Kline coloca isto:

Fatores éticos envolvidos na maioria das pesquisas seriam eliminados se tivessem resultados positivos. Estes fatores éticos nem sempre se mantém na pesquisa do governo. A pesquisa que tem dado resultados realmente positivos não tem sido limitada por restrições éticas.”

O MÁXIMO MOTIVO PARA O CONTROLE MENTAL

Os linhas dura da hipnose da escola de Orne quase certamente descartarão as narrativas precedentes dos veteranos do uso de hipnose, drogas e condicionamento comportamental nos combatentes americanos. Porque, os céticos perguntariam, qualquer um tentaria criar um Candidato Manchuriano quando os serviços militares, usando meios inteiramente convencionais, podem criar um Rambo? Sempre tem havido recrutas para as missões mais perigosas e então porque a necessidade da hipnose?

A necessidade, de fato, é absoluta.

O moderno campo de batalha tem pouco lugar para um soldado tradicional. O armamento avançado requer um crescente nível de sofisticação técnica, que por sua vez exige um operador de cabeça fria. Mas o combatente humano demais – embora capaz de atos extraordinários de coragem sob as condições mais estressantes imagináveis – não possui reservas inexauríveis de sangue frio. Eventualmente o colapso ocorre. As baixas psiquiátricas per capita tem aumentado dramaticamente a cada sucessivo conflito americano. Como escreve Richard Gabriel, o excelente historiador do papel da psiquiatria na guerra:

A guerra moderna tem se tornado tão letal e intensa que apenas os já insanos podem suporta-la… a Guerra moderna exigindo contínuo combate aumentará o grau de fadiga sobre o soldado a níveis desconhecidos. A fadiga física – especialmente a falta de sono – aumentará a taxa de baixas psiquiatricas enormemente. Outros fatores – altas taxas de fogo indireto, combate noturno, falta de comida, stress constante, grandes números de baixas – assegurarão que o número e baixas psiquiátricas alcançarão proporções desastrosas. E o número de baixas sobrecarregará a estrutura médica ao ponto do colapso.

A habilidade de tratar as baixas psiquiátricas acabarão por desaparecer. Não haverá áreas seguras nas quais tratar os soldados debilitados pelo colapso mental. A tecnologia da guerra moderna tem tornado tais locais funcionalmente obsoletos…

Segundo Gabriel, os militares prentendem enfrentar esta desafio ao criar “o soldado químico”, um zumbi projetado drogado em uniforme de combate:

Nos campos de batalha do futuro testemunharemos um verdadeiro embate de exércitos ignorantes, exércitos ignorantes de suas próprias emoções e até mesmo das razões pelas quais eles combatem. Os soldados de todos os lados serão reduzidos e autômatos sem medo químicos que lutam simplesmente porque eles não podem fazer nada mais… Uma vez o gênio químico esteja fora da garrafa, o completo alcance das ações físicas e mentais humanas  se tornarão alvos para o controle químico… Hoje já é possível por estimulação química ou elétrica aumentar os níveis de agressão do ser humano por estimular a amgdala, uma seção do cérebro conhecida pelo controle da agressão e da raiva. Tal “potencial engenharia humana” já é parcialmente realidade e o necessário conhecimento técnico aumenta a cada dia.

Conquanto esta passagem fale de drogas e eletrônicos, podemos seguramente assumir que os planejadores da batalha não se refrearão de usar qualquer outra técnica promissora.

Gabriel escreve principalmente sobre cenários de batalha em grande escala, mas baseado na informação dele, podemos com justiça deduzir que o soldado controlado mentalmente também desempenhe um papel no ataque cirurgico, a operação encoberta, a infiltração por trás das linhas inimigas por unidades das Forças Especiais. Em tais missões, o pessoal dos EUA tem crescentemente confiado na tortura como meio de interrogatório e intimidação. E tais barbarismos se tornam o procedimento padrão do combatente americano do futuro que precisará encontrar dentro dele mesmo reservas sem precedentes de brutalidade. Será que o recruta médio, retirado dos subúrbios da nação, e criado nos valores tradicionais possuirá tais reservas?

O Vietnã provou que o soldado, a despeito da barragem de propaganda que pretendia nublar o seu discernimento, sentirá a diferença entre lutar em legítima defesa e combater para proteger a hegemonia política. Para frustrar este entendimento, ou o tornar irrelevante, os planejadores militares devem retirar o combatente humano e substitui-lo por uma nova espécie de guerreiro. O soldado do futuro não terá discernimento, ele meramente fará. Ele não será um açougueiro, ele será a faca do açougueiro – uma ferramenta entre ferramentas, sem pensar e eficaz.

E é minha opinião que para criar este soldado do futuro, os controladores precisarão de um programa continuado, um destinado a testar cada novo método e a combinação de métodos para conquistar a mente humana.

Uma meta primária deste programa deve incluir a expansão da capacidade humana para o stress e a violência. Os sujeitos arrolados em tais procedimentos experimentais vivenciarão dor, e aprenderão a aceitar a dor.     Eventualmente, eles aprenderão a inflingi-la, sem remorso ou até mesmo lembrança. A nação que primeiro criar este novo soldado possuirá uma vantagem decisiva sobre o convencional campo de batalha – como a nação que primeiro desenvolver um meio de usar técnicas de controle mental em massa para inabilitar inteiros pelotões inimigos [e para apaziguar inteiras populações civis, tanto inimigas quanto domésticas]. Esta vital necessidade militar é a razão porque eu nunca acreditarei em qualquer reasseguração não convincente que nossos cientistas clandestinos tem percedido ou precedirão a pesquisa da modificação do comportamento. Esta pesquisa nunca será uma mera história. O que é passado no presente, e hoje é experimentação encoberta amanhã se tornará treinamento básico.

Um protótipo do futuro guerreiro pode já estar conosco. O SEAL da Marinha que eu entrevistei falou em horríveis detalhes de desmembramento sem emoção, de estupro como rotina, de assassinato sem afetar. E então esquecer que ele tinha matado. Até mesmo anos mais tarde, ele não pode ser recordar das histórias por trás das muitas feridas que tem no próprio corpo. Ele afirma que fosse onde fosse que ele necessitasse dos serviços do hospital dos veteranos, os médicos o re-hipnotizariam brevemente depois de sua admissão, enquanto um médico especificamente preparado para este trabalho examinaria seu histórico médico, que era altamente classificado e mantido sob sete chaves.

Segundo o testemunho do SEAL, seu bloqueio de memória quebrou pouco a pouco, como resultado de eventos complexos demais para serem contados aqui. Finalmente, anos depois do Vietnã, ele foi capaz de lembrar o que ele fez. A amnésia tinha sido uma benção.

Parte IV

Abducções

A imprensa e o público agora vêem os abduzidos como curiosidades na moda, ainda que a ciência, em sua maior parte, ainda bane suas histórias ao domínio dos danados, como Charles Fort definiu a danação. Assim também acontece com as queixosas vítimas do controle mental. A Voz da Autoridade nos diz que o MKULTRA pertence a história, como Asdrubal e Hitler, ameaçou uma vez, mas não mais. Qualquer um que insista ao contrário deve ser silenciado pela loquaz racionalização e seletiva desatenção.

Ainda que estes dois tópicos – abduções UFO e controle mental – tenham mais em comum do que seu mútuo ostracismo. Os dados se entrelaçam. Se pudésemos mapear este fenômeno em um diagrama Venn, veriamos uma intersseção surpreendentemente grande entre os dois círculos de informação. É a este entrelaçamento que busco me dirigir.

Note, contudo, que eu não posso de me dirigir a todos os outros assuntos importantes e interessantes levantados pela experiência da abdução UFO. Por exemplo, tenho escrito, admitidamente muito mais que vagamente, sobre os implantes nasais relatados pelos abduzidos – o tipo de detalhe que deve colocar uma narrativa na categoria de ‘alta estranheza”, e de fato, um detalhe central de minha tese. Mas que percentagem de vivenciadores falam de tais implantes? Uma análise verdadeiramente científica forneceria uma imagem. Infelizmente, não tenho recursos para compilar uma amostragem suficientemente grande de abduzidos dos quais retirar as estatísticas. Nem posso fazer uma análise qualitativa super arqueada medindo o valor dos relatos de “alta estranheza” contra outras queixas dos abduzidos. Tudo que posso fazer é notar a literatura disponível, e deixar o leitor imaginar, como eu o faço, se os compiladores da literatura se concentraram em casos excepcionais ou tenderam a favor das narrativas menos fantásticas dos abduzidos. Tenho suplementado as leituras da literatura de abdução com minhas próprias entrevistas dos vivenciadores – o que, já que abduzidos tendem a conhecer outros abduzidos, pode dar uma visao surpreendenetmente ampla do fenômeno. Esta visão tem sido ampliada até posteriormente as minhas conversas com outros membros da comunidade UFO.

De fato, devemos reconhecer a diferença entre testemunho e prova. Ninguém pode afirmar definitivamente que os relatos de abdução tenham uma base na realidade objetiva [contudo mal percebida]. Por fim, tudo o que temos são histórias. Algumas destas histórias podem ser de veracidade questionável; outras podem estar contaminadas pelas tendências do investigador, muitas são insuficientemente detalhadas. Nenhum trabalho de pesquisa pode resolver todas as controvérsias das abduções, e muitas batalhas necessárias devem ser lutadas em outros campos.

Ainda que o testemunho não vá embora – e certamente tenhamos o bastante para comparação. Mantenho que uma visão geral sem preconceito dos relatos de abdução na imprensa popular e no material menos familiar sobre controle mental demonstrará uma surpreendente correlação. Uma vez os pesquisadores da abdução tenha sido educados nos meios do MKULTRA (e este trabalho pretende ser um texto introdutório], eles podem notar um padrão similar. Se assim for, podemos então começar a escrever uma história revisionista do fenômeno.

O enigma da abdução contém dentro dele sub-mistérios que escorregam para dentro do cenário do controle mental com surpreendente facilidade, até mesmo elegância – mistérios que encaixam a hipótese ET tão desconfortavelmente quanto um tamanho de 10 pés se encaixa em um sapato de oito pés. Como temos visto, a tese do MKULTRA explica os relatos de implantes intracerebrais de abduzidos [particularmente relatos envolvendo sangramentos nasais], cicatrizes não usuais, comunicação telepática [isto é, vozes intracerebrais induzidas externamente] concorrentes com ou seguindo o encontro da abdução, alegações dos abduzidos geralmente ouvirem efeitos sonoros não usuais [similares aqueles criados por aparelhos hemi-synch e similares], desordenamento dos aparelhos eletrônicos nas casas dos abduzidos, mudanças de personalidade, “filmes de treinamento”, manipulação da imagem religiosa, e tempo perdido. Desnecessário dizer que a tese da experimentação governamental clandestina realmente responde pelas queixas dos abduzidos quanto a seres humanos “trabalhando” com os aliens, e pela perseguição do governo que desempenha um papel tão proeminente em certas narrativas de abdução.

Vamos olhar algumas correlações mais.

O CASO HILL E OS ALIENS AVANÇADOS

Mais cedo, perguntei, “Os aliens também assistem televisão em preto e branco?” em referência a seu alegado uso de implantes cerebrais ultrapassados no estilo tereno. Narrativas de abduzidos abundam com exemplos outros da “retro tecnologia” dos alienígenas. O exemplo mais surprendente pode ser encontrado no incidente de Betty e Barney Hill, os detalhes do qual são bem conhecidos demais aqui. Tudo o que já temos visto em nossa discussão do caso Rex Niles, a viagem interrompida dos Hills abunda em dados que, se reunidos, permite a construção de uma explicação alternativa.

A um ponto da alegada abdução UFO, os “examinadores” inseriram uma agulha no umbigo de Betty Hill, dizendo a ela que esta prática constituia um teste para gravidez. Alguns ufologistas imprudentemente assumiram que o ‘teste de gravidez” de Betty Hill fosse evidência de avançada tecnologia extraterrestre, já que em 1961 a narrativa dela é antecedente ao anúncio oficial da amniocentese, que de fato faz uso de uma agulha inserida no umbigo. Mas agora temos meios muito menos invasivos de testar a gravidez que a amniocentese. Verdadeiramente, a amniocentese ainda é usada algumas vezes para reunir informações sobre o feto, mas os controladores de uma tecnologia altamente evoluída certamente usariam outros métodos de determinar a existência da gravidez em primeiro lugar.

O testemunho de Betty Hill nos lembra de certas outras narrativas de abdução, que contém descrições de “curas” surpreendentemente similares aos procedimentos associados com as técnicas de terapia eletromagnética ainda experimentais, tais como aquelas descritas por Robert O. Becker em “THE BODY ELECTRIC”. Por exemplo, a abduzida Deanna Dube descreveu para mim uma regeneração de seu coração a muito tempo danificado relacionada a uma abdução; se ela tivesse estado familiarizada com o trabalho de Becker, ele poderia ter sido um pouco menos rápida em atribuir sua cura a influências de outro mundo.

Inovações médicas frequentemente são submetidas a anos de testes antes de sua descoberta “oficial”. Para alguns destes testes, encontrar voluntários apresenta um maior obstáculo. Se aceitarmos a proposição que o incidente Hill se originou em um estímulo externo e objetivo, devemos então nos perguntar que cenário é mais provável: Betty Hill encontrou seres humanos usando uma técnica dez anos a frente de seu tempo? Ou ela encontrou alienígenas [reputadamente a um bilhão de anos na nossa frente] usando uma ciência de eras anteriores do tempo deles?

Alguém também deve perguntar porque os alienígenas de Betty Hill parecessem não ter nenhum entendimento de conceitos humanos básicos [tais como nós medimos o tempo] – ainda que eles soubessem o bastante sobre nós para falarem inglês fluentemente e tenham domínio até de nossas gírias. Estes eram alienígenas reais ou eram humanos se engajando em teatralidades? Para tanto, porque Betty Hill originalmente se recordou de seus abdutores como humanóides e apenas mais tarde os descreveu como alienígenas?

O caso Hill forneceu uma peça de evidência particularmente controversa – o celebrado ‘mapa estelar” recordado por Betty Hill sob hipnose. Anos mais tarde, uma professora de Escola em Ohio chamada Marjorie Fish fez um engenhosa e aplaudível tentativa de descobrir uma combinação para este mapa pela construção de um elaborado modelo tridimensional dos sistemas estelares vizinhos; se ela teve sucesso premanece um assunto para um debate amigavel. Por agora, prefiro evitar tomar partido nesta disputa e me confinarei a insistir para que a resposta dos ufologistas pró ET (sem recorrer a respostas irrefletidas] um ponto levantado pela primeira vez por Jacques Vallee: O MAPA NÃO FAZ SENTIDO COMO AJUDA NAVEGACIONAL. Vallee nota que, até mesmo se nós concordemos com a interpretação de Fish, as estrelas não são desenhadas em escala – e em qualquer taxa, as espaçonaves alienígenas certamente devam ser navegadas do mesmo modo que guiamos nossas próprias espaçonaves: via computadores e telemetria. A validade da interpretação de Fish é irrelevante; o ponto é que qualquer um de tais mapas não teria valor para um viajente interestelar.

O trabalho de Fish levanta outras controvérsias: alegadamente o mapa aponta Zeta Reticuli como o sistema lar e apresenta Zeta Reticuli como uma única estrela, uma opinião consistente com a opinião científica da década de 1960. Ainda que nos últimos anos os cientistas tenham descoberto que Zeta Reticuli é binário. Sobretudo, como a nossa abduzida conseguiu se lembrar tão acuradamente de uma mapa complexo que ela só viu de passagem? Até mesmo permitindo a possibilidade da aumentada acurácia da lembrança sob a regressão hipnótica, o feito da memória aqui parece notável. Considere as circunstâncias da abdução: Kalka sob alucinógenos não podia ter concebido a visão de pesadelo que confrontou Betty Hill naquela noite — ainda que por alguma razão este particular arranjo de estrelas emergisse como sua lembrança mais intensamente detalhada da experiência.

Esta memória [se não confabulada durante a regressão, uma possibilidade que sempre devemos ponderar] somente é compreensível como um exemplo de Hipermnésia Artificialmente Induzida. Em outras palavras, Betty Hill foi dirigida a armazenar o mapa dentro de seu subconsciente. O celebrado mapa estelar pode ser reconhecido pelo que ele é; uma peça, um detalhe circunstancial aparentemente confirmatório para convence-la – ou a nós – da realidade de sua abdução.

Se eleva então a questão do motivo. Porque – se minha tese está correta – estes dois indivíduos reconhecidamente inócuos foram escolhidos para esta nova variedade dos velhos truques do MKULTRA?

A seleção, de fato, pode ter sido arbitrária. Ou talvez as circunstâncias agora irrecuperavelmente perdidas para a história tenham tornado o casal um alvo conveniente. Interessantemente, Barney Hill tinha se tornado amigo [por meio de funções na igreja] do chefe da inteligência da força área na base da força aérea de Pease; talvez este relacionamento levou os Hills a atenção de membros da comunidade de inteligência. Arguidamente, os Hills podem ter sido escolhidos por uma variedade de razões; como uma regra geral, os serviços clandestinos preferem satisfazer um número de coceiras com uma só coçadela.

De fato, a instituição da espionagem tinha uma razão compelente para se concentrar nos Hills. Barney Hill (um homem negro) e sua esposa mentinham posições importantes em várias organizações de direitos civis, inclindo a NAACP. A abdução aconteeu durante a década de 1960, quando a NAACP e grupos aliados caíram vítimas de uma crescente  série paranóide de ataques do FBI e outras agências governamentais [sob as operações COINTELPRO, CHAOS, GARDEN PLOT, etc.]. Naquele tempo, a infiltração nos grupos de direitos civis era uma tarefa extemamente difícil; enquanto os grupos mais esquerdistas forneciam alvos fáceis para as infiltrações do FBI, o agente operacional médio sob cobertura teria tido um tempo excepcionalmente difícil fazendo-se passar por um ativista negro [em 1961, as únicas pessoas negras na folha de pagamento do FBI eram os serventes na casa de J. Edgar Hoover.]

A luz desses fatos, devemos recordar a anedota de Victor Marchetti sobre o gato que a CIA tinha grampeado para som. Talvez um ambicioso cientista encoberto tenha proposto um experimento similar, no qual um ser humano desempenharia o papel que uma vez tinha sido destinado ao desafortunado felino? Como notou Estabrooks, o máximo agente de espionagem seria aquele que não soubesse ser um espião. Barney Hill, uma figura bem vista e com um QI quase a nível de gênio era uma aposta segura para obter um papel de liderança em qualquer grupo a que ele se unisse; ele teria sido notavelmente bem-posicionado, tinha muitos externos que desejavam usar seus ouvidos para ouvir aleatoriamente os proeminentes organizadores negros em suas discussões confidenciais.

De fato, muitos profissionais de inteligência se oporiam a esta sugestão ao nos lembrar que os abelhudos do movimento de direitos civis tinha monets de métodos menos excentricos: esconder microfones, empregos clandestinos, pagar por informação  etc. O ponto é válido. Mas se a tecnologia de criar um “microfone humano” foi desenvolvida por volta de 1961 – e há documentação sugerindo que este de fato é o caso – as agências de inteligência certamente teriam querido testar as possibilidades no campo. E considerando as espesas de tal teste, porque não realizar o experimento de um modo tal para colher o máximo benefício? Porque não escolher um Barney Hill?

ARMAS E OS ABDUZIDOS

Budd Hopkins contou a seguinte história durante sua palestra em Los Angeles na “Whole Life Expo.” Ele considera o caso “muito bom… muitas testemunhas corroborantes para partes disso”. Embora não, presumidamente, para esta parte:

O informante de Hopkins, depois de familiarizado com a abdução alienígena, recebeu uma arma dos alienígenas. Não uma arma de laser no estilo de Buck Rogers — isto era algo que Dirty Harry podia ter empacotado.

Foi dito ao abduzido para atirar em alguém. Não um pequeno gray cinza – um outro ser humano amarrado a uma cadeira. Os “visitantes” disseram ao seu abduzido armado que este cativo tinha feito “mal a Terra, e era uma pessoa má. Você tem que mata-lo”. Se o abduzido não fizesse o que lhe era pedido, ele nunca deixaria a nave.

O cativo proclamava sua inocência e suplicava por sua vida. O abduzido, pego no meio disso tudo, se tornou desapontado. [vale a pena ressaltar: ele parece ter ao menos considerado a solicitação dos aliens para atirar em alguém que ele nunca tinha visto]. Por último, o abduzido apontou a arma para os aliens e dise, “ninguém vai receber um tiro aqui”.

Segundo Hopkins, “Os aliens disseram, “Bom, muito bem”. Eles tomaram a arma dele o homem [presumidamente o cativo] se levantou, andou, desapareceu e eles continuaram para a próxima coisa”. Obviamente este pequeno drama tenha sido estagiado – um teste de algum tipo.

Submeto que este incidente surreal é inconpreensível tanto como um exemplo de uma incursão alien ou da confabulação “clássica”. O cenário descrito aqui exatamente paraleliza inúmeros experimentos na indução hipnótica de ação anti-social como revelado na literatura padrão da hipnose e nos documentos desclassificados do ARTICHOKE/MKULTRA. Por exemplo, compare a narrativa de Hopkins com o seguinte, no qual Ludwig Mayer, um proeminente pesquisador alemão da hipnose, descreve um experimento clássico na indução hipnótica de ação criminosa:

“Dei um révolver a um homem idoso e prontamente sugestionável que eu tinha hipnotizado. O revólver tinha sido apenas carregado por Mr. H. com uma cápsula de percussão. Expliquei ao sujeito, enquanto apontava para Mr. H., que Mr. H. era um homem muito mau que deveria levar umm tiro e morrer. Com grande determinação ele pegou o revólver e atirou diretamente em Mr. H. Mr. H. caiu, fingindo estar ferido. Eu então expliquei ao meu sujeito que o camarada não estava morto ainda e que ele devia dar um outro tiro, o que ele fez sem aviso posterior.”

De fato, se um especialista conservador de hipnose fosse pedido para comentar a narrativa acima, ele rapidamente ressaltaria que as sugestões hipnóticas que funcionam em situações experimentais não teriam facilmente sucesso fora do laboratório; em algum nível, o sujeito provavelmente sentiria se estava ou não desempenhando o jogo ou o real. Similarmente, um pesquisador conservador da abdução enfatizaria, ao revisar o material de Hopkins, os problemas inerentes em usar testemunho derivado durante a regressão, onde se esgueira a ameaça de confabulação. Concederei ambos argumentos – por enquanto – somente para insistir que eles nada tem a ver com assunto. O assunto de importância primária, o ponto surpreendente, que nem Klass nem Hopkins podem confrontar confortavelmente, é a covergência de detalhe entre o experimento de hipnose de Mayer e o evento de teste relacionado ao abduzido de Hopkins. Porque estas duas histórias são tão similares? Será que o bom Dr. Mayer tomou alunos de Sirius?.

Hopkins diz que ele conhece outros casos nos quais os abduzidos se encontraram em similares circunstâncias cruciais. Assim eu também.

Uma pessoa com a qual eu falei pode se lembrar [sem hipnose] de ter recebido uma arma dentro de uma bolsa e receber instruções que ela teria que usar a arma “em um trabalho”. Mais cedo em minhas entrevistas com ela [e sem nenhum estímulo meu] ela recitou uma aparente pista escavada dentro de sua consciência pelas “entidades” [como ela os chama]: “quando você ver a luz, faça isso de noite”, seguido do comando “execute”. [podemos apenas especular quantos comandos seriam usados no campo; discutiremos mais tarde o uso de indução hipnótica fotovoltaica]. Embora seus sentimentos pessoais em relação a armas de fogo fossem pessoalmente negativos, ela vividamente descreve períodos em sua vida diária quando ela sente uma necessidade não característica, ainda que avassaladora, de estar perto de uma arma – um desejo quase sexual de pegar uma e tocar o metal.

Ela não está sozinha. Um outro tornou-se tão afetado pela febre das armas que se tornou um guarda de segurança, apenas para estar perto das coisas. Os abduzidos com quem eu tenho falado ligam este repentino surgimento de ‘Ramboismo” à experiência UFO. Mas eu sugiro que a experiência UFO pode ser meramente uma história cobertura para um outro tipo de treinamento inteiramente diferente.

Uma das metas primárias de BLUEBIRD, ARTICHOKE e MKULTRA era determinar se o controle mental podia ser usado para facilitar a “ação executiva” – isto é, assassinato.

Não é difícil imaginar a reação da media se uma figura pública fosse assassinada por alguém agindo em benefício de “irmãos espaciais”. Quem ousaria falar em conspiração sob esta circunstância? Os controladores ocultos poderiam escolher uma estrutura de mito que se conforme a personalidade do abduzido, então fingir seres superiores, que sussurrariam a violência no ouvido do receptor. Usando este modo, o truque que os cientistas tais como Ludwig Mayer podem realizar no laboratório agora podem ser realizados no campo. Como o associado de Estabrooks, Jack Tracktir (professor de hipnoterapia da Universidade de Baylor) explicou a John Marks, os atos anti-sociais podem ser induzidos sem “consciência envolvida” uma vez o pretexto apropriado tenha sido criado.

“Eles pensarão que são os discos voadores”

Jenny Randles contribui com uma anedota da Grã Bretanha  que  se encaixa perfeitamente com esta hipótese.

Em 1965, “Margary” (um pseudônimo) vivia em Birmingham com seu marido, que uma noite disse a ela para se preparar para um “choque e um teste”. Como Randles descreve o que ela chama de um “caso hostil”:

Eles entraram no carro dele e ele partiu, embora a memória dela da viagem se tornasse brumosa e confusa e ela não saiba onde eles foram. Então ela estava em uma sala que estava mal iluminada e havia pessoas de pé ao longo de uma mesa comprida ou cama chata. Ela estava nisto e parecia “drogada” e incapaz de resistir. O mais memorável dos homens era alto e magro com um longo nariz e uma barba branca. Ele tinha espessas sobrancelhas e supostamente disse a Margary, “lembre-se das sobrancelhas, querida.” Um estranho exame médico, usando um equipamento estranho foi realizado nela.

O marido e os cientistas, usando (aparentemente) técnicas hipnóticas, inundaram a mente dela com imagens que, foi dito a ela, só poderiam ser entendidas no futuro. Segundo Randles, “A um ponto um dos “examinadores” na sala disse a Margary em um tom que fez com que parecesse que ele estivesse divertido, “Eles pensarão que são os discos voadores.” O marido também revelou que ele tinha uma segunda identidade. Depois da abdução, este marido [estou indo tão  longe para presumir que seu emprego era no MI6 ou alguma agência relacionada?) saiu e nunca foi visto novamente. Margary não se recordou da abdução até 1978.

Este caso pode apenas surpreender um pesquisador que insiste em encaixar todos os relatos de abdução na hipótese ET; uma vez nos libertemos deste tipo de presunção, as explicações vem facilmente. Interpreto este incidente como um caso no qual os controladores aplicaram a história cobertura do disco voador de modo negligente, ou a um sujeito insuficientemente receptivo. Se a minha tese está correta, a “farsa hipnótica” do UFO ainda era muito nova em 1965, particularmente fora dos EUA; talvez os manipuladores não tivesem ainda domínio disso. O estranho comentário sobre as sobrancelhas do cientista podem se referir a um item de disfarce doado para a ocasião. O hipnotizador inescrupuloso, inseguro de sua habilidade de induzir uma amnésia impenetrável –  e consciente do preço pago por seus antecessores na criminalidade mesmérica – compreensivelmente queria limitar suas apostas; ao indulgir na proprensão britânica para a teatralidade, ele posteriormente protegeria o anonimato.

Um incidente similar foi trazido a minha atenção pelo pesquisador Robert Durant. O trecho relevante de sua carta se segue:

Agora quero voltar a um caso que tenho estado investigando por vários meses. O sujeito é um abduzido. O cenário padrão da abdução. Duas vezes regredido sob hipnose, a primeira vez por um pesquisador bem conhecido de abdução. A segunda vez, por um psicólogo com ligações com a parapsicologia.

De fato das muitas horas de ouvir o sujeito, descobri que ela tinha um íntimo contacto pessoal durante um longo período de tempo com vários indivíduos que tem ligações com a inteligência federal. Ela foi hipnotizada a muitos anos atrás como parte de um programa de televisão devotado a hipnose. Suas abduções começaram brevemente depois que ela compareceu a várias sessões longas em um laboratório, onde, ostensivamente, ela foi testada para habilidades de Perceção Extrassensorial. Duas outras pessoas que foram testadas neste mesmo laboratório também tiveram abduções. Todos os três ouviram do pessoal do laboratório para se unirem a um grupo UFO local. Durante as abduções dela, o principal alien falava ao sujeito em lingua inglesa e de maneira normal, não por meio de telepatia. Ela reconheceu a voz, que era por uma vez aquela de seu amigo muito íntimo do ano anterior e que então estava empregado na CIA. A outra voz era a de um indivíduo que trabalha em Washington, que tem o que chamo de ligações muito fortes federais bem como um dedo em cada peça ufológica e que apenas acontecia dela dar de cara com ele no laboratório supramencionado. Ele também antecipou, no curso de conversas telefônicas, as abduções dela. Quando a mulher o confrontou sobre isto e a voz, ele afirmou ser psíquico.

A conexão com a Percepção Extrassensorial é sugestiva; os documentos do MKULTRA trazem um impressionante interesse da parte das agências de inteligência em assuntos parapsicológicos.

Alguns pesquisadores objetarão que tais exemplos são muito raros; a maioria das abduções não contêm tais indicações cobertas de envolvimento da inteligência. Mas os pesquisadores tem produrado por elas? Como mencionado na introdução, uma falsa dicotomia limita grande parte do pensamento ufológico; tão longo o argumento de uma abdução oscile entre a hipótese ET e as teorias puramente psicológicas, os pesquisadores não reconhecerão a relevância de certos itens chave dos dados de fundo.

UMA OLHADA NOS CONTROLADORES

Em uma entrevista comigo, um abduzido do norte da Califórnia – o chamarei “Peter” — relatou uma experiência a qual foi realizada não por um pequenino gray cinza, mas por um ser humano. O abduzido chamou a este homem “o doutor”. Ele deu uma descrição deste individuo e até mesmo forneceu um desenho.

Algum tempo depois que reuni esta informação, uma abduzida do sul da Califórnia me contou a história dela – que incluia a descrição do mesmo “doutor”. Os detalhes físicos eram tão desconcertantemente similares que eliminavam a coincidência. Esta mulher é um membro líder de um grupo UFO baseado em Los Angeles; três outras mulheres neste grupo relatam encontros de abdução com este mesmo indivíduo.

Talvez estas três mulheres fossem fantasiosas, se anexando a narrativa da outra. Mas meu informante do norte da Califórnia nunca se encontrou com nenhuma delas. Porque ele descreveria o mesmo “doutor”?

Uma das abduzidas com quem eu lidei insistiu, sob hipnose, que sua experiência de abdução a levou a uma certa casa na área de Los Angeles. Ela foi capaz de fornecer as direções da casa, até mesmo embora ela não tivesse memória consciente de até mesmo ter estado lá. Mais tarde eu soube que esta casa de fato  é ocupada por um cientista [e talvez mesmo atualmente] que realizou pesquisa clandestina sobre a tecnologia de controle mental.

Esta mesma abduzida descreveu uma clandestina operação cerebral de algum tipo a que ela foi submetida na infância. O neurocirurgião era um ser humano, não um alien. Ela até mesmo se recorda do nome dele [nota: não é o mesmo indivíduo a que me referi acima]. Quando eu ouvi o nome, ele nada significou para mim – mas mais tarde eu soube que realmente houve um cientista com este nome que se especializou na pesquisa de implante de eletrodo.

Licia Davidson é uma pessoa abduzida de bom pensamento e bem articulada, cuja história fascinante estreitamente paraleliza muitas encontradas na literatura das abduções – exceto por um detalhe não usual. Em uma entrevista comigo, ele descreveu uma lembrança deslocada de um ser humano, vestido normalmente, tendo na mão uma caixa preta com uma antena. Este estranho fragmento de memória não coincide com o impulso natural da narrativa dela. Pode esta lembrança representar um segmento muito breve da realidade acuradamente percebida interrompendo sua memória em tela hipnoticamente induzida? Peter claramente se recorda de uma caixa similar durante a abdução dele.

Interessantemente, Licia reside no subúrbio de Los Angeles de Tujunga Canyon, um local proeminente no mapa da abdução; muitos dos abduzidos tem falado de primeiramente terem experiência não usuais enquanto viviam naquela área. Perto de Tujunga Canyon, em Mt. Pacifico, está uma oculta antiga base de míssel Nike; mais de um abduzido tem descrito estranha e aparentemente inexplicável atividade militar neste local. O leitor recordar-se-á da ligação desta base de míssel Nike coma perturbadora história do Dr. L. Jolyon West, um veterano do MKULTRA.

CULTOS

Algus abduzidos com quem eu tenho falado tem sido direcionados a se unirem a certas seitas religiosas/filosóficas. Estes cultos frequentemente merecem um exame mais de perto.

Os líderes destes grupos tendem a ser ex agentes operacionais da CIA, ou veteranos das Forças Especiais. Eles frequentemente estão ligados por meio de relações pessoais, até mesmo embora eles esposem tradições amplamentes variadas. Tenho ouvido relatos perturbadores que os líderes de alguns destes grupos tem usado hipnose, drogas, ou “máquinas mentais” em seus cargos. Membros desses cultos tem relatado períodos de tempo perdido durante as cerimônias ou ‘períodos de estudo”.

Fortemente peço que os pesquisadores da abdução examinem estreitamente qualquer pequeno grupo oculto a que um abduzido possa se unir. Por exemplo, um líder familiar da marginalidade UFO – um homem bem conhecido por esposar a doutrina de “amor e luz” – é Virgil Armstrong, um amigo pessoal do General John Singlaub, o notório participante do caso Iran-Contra, que recentemente chefiou a neo-fascita Liga Mundial Anti-Comunista. Armstrong, que também acontece ser um antigo Boina Verde e antigo agente operacional da CIA, figurou em meu inquérito de um modo interessante: um abduzido conhecido meu foi dito – naturalmente, por suas “entidades” – para procurar este prota-voz UFO e se unir a suas atividades “sky-watch”, que, minha fonte alega, incluiu uma sessão de canalização em massa pretendendo enviar vibrações negativas debilitantes a Constantine Chernenko, então o líder da União Soviética. De fato, as vozes intracerebrais podem ter uma origem puramente psicológica, assim Armstrong dificilmente pode ser mantido para a tarefa da diretiva original dos abduzidos. Ainda, suas associações passadas com a inteligência militar inevitavelmente trazem perturbadoras possibilidades à mente.

Até mesmo mais sinistro do que os possíveis laços entre os cultos UFO e a comunidade de inteligência são as ligações do culto com o sombrio grupo “I AM”, fundado por Guy Ballard na década de 1930. Segundo o pesquisador David Stupple, “Se você olha hoje os grupos de contactados, você verá que os maiores e mais estáveis são na realidade novos grupos “I AM”, com algum tipo de ligação com a organização de Ballard.” Este culto, portanto, merece investigação.

“A Atividade Religiosa Possa Eu Ser [I AM] Religioso” de Guy Ballard cresceu, em grande parte fora das Camisas Prateadas [Silver Shirts] de William Dudley Pelly, uma organização americana NAZISTA. Embora o  próprio Ballard nunca tenha declarado abertamente uma afiliação nazista, seu movimento era tingido por uma filosofia política de extrema direita e em encontros secretos ele “decretou” a morte do Presidente Franklin Roosevelt. A filosofia “I AM” derivou da Teosofia e na estimativa deste autor tem mais do que uma semelhança curiosa com os ensinamentos baeados teosoficamente que informaram as lojas ocultas alemães proto nazistas.

Depois da guerra, Pelley (que havia sido aprisionado por sedição durante as hostilidades) chefiou uma organização de orientação oculta chamada “Soulcraft”, baseada em Noblesville, Indiana. Um outro empregado da “Soulcraft|” foi o controvertido contactado George Hunt Williamson (real nome: Michel d’Obrenovic),que foi o co-autor de “UFOs CONFIDENTIAL” com John McCoy, um proponente da teoria que uma conspiração bancária judaica estava evitando a revelação da solução do mistério UFO. Mais tarde, Williamson fundou a irmandade dos Sete Raios [de orientação I AM] no Peru. Um outro contactado famoso, George Van Tassel, estava associado com Pelley e com o notoriamente anti-semita Reverendo Wesley Swift (fundador do grupo que se metaforseou em “Aryan nations”).

A prole mais vísivel do I AM é a “Igreja Universal e Triunfante do Profeta” de Elizabeth Clare, um grupo melhor conhecido por suas maciças ocultações de armas em bunkers subterrâneos. CUT foi recentemente exposta em COVERT ACTION INFORMATION BULLETIN como um conduto para fundos da CIA, e segundo o pesquisador John Judge, tem laços com a organização aliada a Liga Mundial Anti-Comunista. O Profeta está se tornando envolvida na pesquisa da abdução e tem patrocinado as apresentações de Budd Hopkins e outros investigadores proeminentes. Em seu livro “O Relatório Armstrong: ETs e UFOs: Eles Precisam de Nós; Nós não Precisamos Deles”,Virgil Armstrong dirige abduzidos problemáticos para o grupo do Profeta. [talvez não insignificantemente, ele também sugere que abduzidos pragueados por implantes aliviem seus problemas ao se tornar uma força interna do  “I AM”].

Um outro canalizador UFO, Frederick Von Mierers, tem promulgado um culto de forte orientação I AM e um aparente jogo colateral envolvendo pedras preciosas superavaliadas. Mierers é um anti-semita que discute que o Holocausto nunca aconteceu e que os judeus controlam a riqueza do mundo.

UFORUM é uma organização de disco voadores popular entre os abduzidos da área de Los Angeles; sua fundadora é Penny Harper, um membro da radical inovadora Cientologia que liga os ensinamentos de L. Ron Hubbard com os pronunciamentos contra os “The Illuminati” (uma mítica sociedade secreta) e outros BETES NOIR familiares com a literatura da conspiração de direita. Harper dirige os membros do grupo dela  para lerem  “THE SPOTLIGHT”, um tablóide extremista (publicado pelo Lobby Liberty de Willis Carto) que nega a realidade do HOLOCAUSTO e propõe um esquema sionista para controlar o mundo.

Mais de um abduzido incauto tem caído em grupos como os listados acima. Não é difícil imaginar como alguns destes grupos questonáveis possam moldar a lembrança de um abduzido de sua experiência – e talvez ajudar a dirigir suas ações futuras.

Alguns abduzidos modernos, com queixas de outra forma fortes, afirmam encontros com aliens louros e nórdicos reminiscentes da era contactada inicial. Certamente a aparência nórdica destes aliens se deriva da duvidosa tradição espiritual de Van Tassell, Ballard, Pelley, McCoy, etc. Porque então alguns abduzidos modernos estão vendo estes mesmos seres de outro mundo UEBERMENSCHEN?

Um abduzido que conheço afirma ter tido experiências benéficas com estes aliens ‘louros” – que, ele acredita, venham originalmente de Pleiades. Interessanetmente, na década de 1960, o psicopaticamente anti-semita Rev. Wesley Swift previu esrta estranha distorção na história da abdução. Em uma sermão transmitido, ele falou longamente sobre UFOs, afirmando que existem bons e maus aliens. Os bons, ele insistiu, eram altos e louros Arianos – que vinham de PLEIADES. Ele fez seu pronunciamento muito antes das atuais tendências na história da abdução.

Podem algumas abduções serem realizadas por elementos de extrema direita dentro da instituição da segurança nacional? Tão desagradável quanto esta possibilidade possa ser, devemos notar que o “direito lunático” está representado em todos os outros meios de vida; certamente extremistas de direita tem tomado posição dentro do complexo militar e de inteligência também.

BASES PARA FUTURA PESQUISA

O inovador OPERATION TROJAN HORSE de John Keel, escrito em uma era quando os abduzidos ainda estavam sob a categoria dos contactados, inclui os seguintes dados intrigantes, observados pelo extenso trabalho de campo de Keel:

Os contactados frequentemente se encontra subitamente a milhas de casa sem saber como foram parar lá. Eles ou tem uma amnésia induzida, varrendo toda a memória da viagem, ou eles foram levados por algum meio e fizeram a viagem em um estado de blecaute. Se eles devessem encontrar um amigo no caminho, o amigo provavelmente notaria que seus olhos pareciam vitrificados e seu comportamento parecia peculiar. Mas se o amigo falasse com eles, receberia uma resposta curta.

Na linguagem do contactado este processo é chamado de estar sendo usado… tenho conhecido contactados silenciosos que desaparecem de suas casas por longos períodos e quando eles voltam, eles tem pouco ou nenhuma lembrança de onde eles estiveram. Uma moça me enviou um cartão das Ilhas Bahamas que me surpreendeu porque eu sabia que ela era muito pobre. Quando ela voltou, ela me disse que tinha apenas uma memória da viagem. Ela disse que se lembrava de ter tomado um jato no aeroporto mas ela não podia se recordar de entar no jato ou fazer a viagem – e lá os “índios” se encontraram com ela e pegaram sua bagagem… a próxima coisa de que ela sabia era estar novamente em casa.

De fato enigmático – a menos que tenha lido “THE CONTROL OF CANDY JONES”, que fala dos períodos de blecaute de Candy, durante os quais ela viajou a Taiwan como um correio da CIA, adotando sua segunda personalidade. A explicação de controle mental resolve perfeitamente todos os mistérios do trecho acima – exceto, talvez, a estranha lembrança sobre os “índios”.

UFO CONTACT AT PASCAGOULA de Hickson e Mendez contém a informação interessante que Charles Hickson acordou certa noite sentindo que ele estava na margem de recordar de alguma memória terrivelmente importante relativa ao encontro dele – ainda que ostensivamente ele possa recontar cada momento de sua aventura.

Hickson também recebeu  uma carta de um aparente abduzido que afirma que os aliens gray realmente são algum tipo de autômato – talvez um reconhecimento inconsciente da irrealidade da história cobertura induzida hipnoticamente. Sob esta luz, o filme COMMUNION — cujo livro base foi escrito por Whitley Strieber — toma um novo interesse: as sequências de abdução contêm imagens inexplicáveis indicando que os grays são realmente modelos ou “máscaras”.

COMMUNION e TRANSFORMATION contêm passagens detalhando o que parece ser no estilo da aventura de espionagem enevoadamente recordada de Candy-Jones, na qual Strieber era sequestrado por um  “treinador” e uma “enfermeira” (ambos seres humanos) que aparentemente o drogaram. Recorde-se do exemplo dos informantes de Keel. Sobretudo, TRANSFORMATION contém longas descrições de seres aliens trabalhando em aparente conluio com seres humanos.

A abduzida Christa Tilton também se recorda de sers humanos e aliens desempenhando uma parte na experiência dela. Até mesmo desde sua abdução, ela afirma, ela tem sido “sombreada” por um misterioso agente federal que ela chama de John Wallis. O marido de Christa, Tom Adams, tem confirmado a existência de  Wallis.

Em seu “REPORT ON COMMUNION”, Ed Conroy — que parece ter se tornado um participante e não meramente um observador do fenômeno – descreve a perseguição por helicópteros, que como já temos notado, parece ser uma ocorrência bem comum nas situações de abdução. Os pesquisadores despreocupadamente assumem que estes incidentes representem tentativas governamentais de espionar as vítimas UFO. Mas esta avaliação é ridícula. Os helicópteros são extremamente caros de se operar e os aparelhos de espionagem tem aperfeiçoado inúmeros métodos alternativos para reunir informação. Afinal, agora temos ums biblografia bem extensa dos esforços do FBI, CIA e militares em espionar inúmeros movimentos favorecendo uma mudança social doméstica. Porque não tem os veteranos de  CHAOS ou COINTELPRO (vítimas ou vitimizadores] falado de helicópteros? Obviamente os helicópteros servem a algum outro  propósito além da mera vigilância. Uma possibilidade pode ser a propagação de ondas eletromagnéticas que podem afetar as percepções/comportamentos de um indivíduo implantado. [de fato, tenho ouvido rumores de helicópteros sendo usados em operações eletrônicas e controle de multidão no Vietnã e em outros lugares; a informação está longe e ser difícil]

O contactado Eldon Kerfoot tem escrito sobre suas suspeitas que manipuladores humanos, não aliens, podem ser os máximos manipuladores engenheirando as experiências dele. Ele descreve uma estranha compulsão para matar um companhiro veterano do conflito coreano – um homem que Kerfoot não tinha qualquer razão lógica para desconfiar ou desgostar, ainda que ele sentisse que fosse um traidor de seu país. Felizmente, o assassinato nunca se materializou. Mas a situação paraleliza exatamente os incidentes descritos nos documentos liberados de ARTICHOKE sobre indução hipnótica remota do comportamento anti-social.

Uma última observação:

“Intercepte Mas não Atire” de Renato Vesco ressalta um cenário fascinante para a hipótese da arma secreta dos UFOs. Vesco ressalta que se estes aparelhos são um dia para serem usados em um conflito de superpoder, o poder atacante estaria bem servido pelo mito de que o UFO como uma arma extraterrestre, para a nação cercada não saberia a verdadeira natureza de seu oponente. Talvez, então, um propósito das abduções UFO seja engendrar e manter a lenda dos pequeninos grays aliens. Para os manipuladores ocultos, a abdução pode ser, nela e por ela mesma, um golpe de propaganda.

PENSAMENTOS FINAIS

Não insisto dogmaticamente no cenário que tenho ressaltado. Não quero dissuadir os pesquisadores da abdução de explorar outras avenidas – de fato, fortemente encorajo que tal trabalho continue. Nem posso facilmente responder por certos aspectos das narrativas de abdução – por exemplo, qualquer sugestão que eu possa oferecer a respeito dos relatos da experimentação genética seriam extremamente especulativos.

Mas insisto em uma audiência justa desta hipótese. A crítica é encorajada; a crítica que não destrói minha tese e a fará mais forte. Peço apenas que meus críticos se refreiem da preguiça intelectual; meras diferenças na visão mundial não constituem um ataque válido. Deus é encontrado nos detalhes.

Reconheço os perigos inerentes ao tornar pública esta tese. Novas e desagradáveis confabulações dos abduzidos podem resultar. Eu preferiria que a audiência para este trabalho fosse restrita aos pesquisadores da abdução, não as vítimas, que podem ser indevidamente influenciadas. Contudo, em uma sociedade que se orgulha da imprensa ostensivamente livre, tais restrições são impensáveis. Entretanto, apenas peço a qualquer vítima de abdução que possa ler este trabalho que tente uma objetividade sobrehumana. A tese que tenho ressaltado é promissora, e [deva a trepanação até mesmo nos fornecer um exemplo de um real implante de abduzido] suscetível de prova. Mas a minha não é a única hipótese. A tarefa não compensadora do abduzido é a de relatar o que ele ou ela tem vivenciado tão verdadeiramente quanto possível, não contaminado pela especulação externa.

Se uma futura investigação prove ou não que as abduções UFO sejam um produto da experimentação de controle  mental, sinto que este trabalho tenha, ao menos, fornecido evidência de um sério perigo que se apresenta para aqueles que mantém os ideais da liberdade individual. Não podemos mais ignorar esta ameaça.

Um espectro assalta as nações democráticas – o espectro do TECNOFASCISMO. Todos os poderes do império da espionagem e da instituição científica tem entrado nesta ímpia aliança para evocar este espectro; O psiquiatra e espião, Dulles e Delgado, especialistas em microondas e operadores clandestinos.

Uma mente é uma coisa terrível de se disperdiçar – e uma coisa pior de se comandar.

MK Ultra, Os Bush e o Engano Mundial

MK Ultra, Os Bush e o Engano Mundial:

a profecia se desdobrando na medida em que o mundo é escravizado

de Eric Jewell

28 de fevereiro de 2003

Uma História do MK Ultra
2Thes.2 [11] “E por esta causa Deus deve enviar a eles a forte desilusão, que ele devem acreditar uma mentira”:

Este é um trabalho apressado, mas cheio de fatos a respeito das atrocidades do controle mental perpetrado pelos mais escuros elementos do governo americano, deste a última metade do século até os dias atuais. O assunto é tão detalhado, documentado e disseminado, que seriam necessários vários livros para abordar exaustivamente este assunto, mas minha esperança é que este trabalho educará o leitor e o armará com fatos suficientes que ele possa facilmente fazer estudos posteriores sobre o assunto. O intento é documentar o assunto em áreas que provem a existência deste programa usado em uma escala individual e em uma escala em massa sendo usada mundialmente.

Durante a década de 1940 a CIA produziu e desempenhou um papel de estrela no que então foi conhecido como “Operação Paperclip“. A Operação Paperclip dependeu de uma campanha de má orientação. Esta má orientação foi simples. Os EUA levou o mundo a buscar muitos dos oficiais militares nazistas que cometeram grandes atrocidades contra seus prisioneiros em uma tentativa de condena-los por crimes de guerra. Isto foi altamente publicado com o fervor da media. Contudo, por trás das cenas, as comunidades americanas de inteligência estavam recrutando cientistas nazistas e renomados médicos nazistas dos campos de concentração e psiquiatras. Estes homens eram todos oficiais nazistas de alto escalão das SS, que eram culpados de cometerem ofensas cinzentas e algumas vezes curvadoras da mente, todas elas durante a guerra. Muitos destes homens recrutados para trabalharem para nós eram os mesmos homens que eram os responsáveis pelos horrores cometidos em Auschwitz e outros campos. Eles receberam a opção de vir trabalhar para nós em tais laboratórios como Los Alamos por muito mais dinheiro do que eles recebiam dos alemães, ou serem processados na completa extensão da lei pelos crimes deles. De fato, a decisão da maioria foi quase que instantânea.

MK Ultra não é apenas uma teoria da conspiração. O projeto que ele abrange veio de expandir os trabalhos dos médicos nazistas e cientistas recrutados pela Operação Paperclip.

É um fato que a CIA propôs e realizou experimentação de controle mental de meados da década de 1940 em diante, usando os cientistas alemães trazidos a esta nação. Em um grande grau é uma questão de registro público e foi sempre uma matéria do Comitê de Investigação do Senado. O que realmente é revelado é certamente mais estranho e muito mais assustador do que a ficção.

Em 1975, durante o primeiro encontro do comitê do Senado a respeito do MK Ultra foi dito; “De seu inicio em 1950 até seu término em 1963, o programa da adminstração subreptícia de LSD a sujeitos humanos não voluntários e sem conhecimento disso demonstra uma falha da liderança da CIA em prestar atenção adequada aos direitos dos indivíduos e fornecer eficaz orientação aos empregados da CIA.

Embora fosse conhecido que a testagem era perigosa, as vidas e a sanidade dos sujeitos teste foram colocados em risco e ignorados… Embora fosse claro que as leis dos EUA estavam sendo violadas, os testes continuaram.”

A CIA, 2 dois anos mais tarde em 1977, se descobriu novamente diante do Senado e homens chave foram questionados a respeito do papel deles na realização destes e outros experimentos tortuosos e assassasinos mentais. Em 1975-1976, contudo, George H.W. Bush foi indicado diretor da CIA, e as audiências do Senado tem revelado que uma quantidade maciça de trabalhos científicos a respeito dos projetos Mk ultra tem sido destruídos. Deve ser notado que a história oficial afirmada pela maioria do trabalho científico foi destruída em 1972. O interesse dos EUA no controle mental e na manipulação mental pode ser rastreado ao Dr. A. Newton Richards em 1941. Este foi o ano que o Serviço de Guerra Química se uniu ao Comitê de Pesquisa Médica. Richards era o liberal progressista diretor que tinha concluido que havia a necessidade de progredir com certos estudos a nível de experimentação humana.

Por causa do horror e ultraje público que seria levantado, e para ser capaz de correr sem obstáculos, este tipo de operação de fato mais tarde se tornou conhecida como uma operação ‘negra”.

Em 1942 Richards contactou o Secretário de Guerra Henry Stimson requisitando aprovação para uso do pessoal militar para experimentação envolvendo gases venenosos. Por último, muitos múltiplos milhares de homens do serviço sofreram tal “experimentação”.

Em março de 1943, Vannevar Bush aprovou um plano de Richard para realizar secreta experimentação “medica” em prisioneiros da penitenciária federal em Terre Haute, Indiana.

A Academia Nacional de Ciências tem estimado que desde a década de 1940 mais de 60.000 homens a serviço foram submetidos a similares experimentos ameaçadores e encurtadores da vida. É posteriormente estimado que talvez tantos quantos 20.000 homens de serviço e seus dependentes foram intencionalmente expostos ao rádio. Considere também que estas estatísticas somente incluem a experimentação admitida. Os 80.000 homens americanos a serviço não estão sozinhos nisto. A “experimentação’ também foi realizada em prisioneiros, prostitutas e doentes mentais americanos. Os negros e brancos pobres foram irradiados e desenvolveram crescimentos cancerosos no que é conhecido como “experimentação” terminal… experimentação para a morte.

Em 1953 “paperclip” começou a produzir frutos com vários novos programas sancionados sob o então diretor da CIA Allan Dulles. Operação Paperclip evoluiu para o Projeto “Bluebird” (1949), projeto Naomi (1950, e projeto “Artichoke” (1951), e então MK Ultra (1953) se tornou oficialmente designado o nome código para todo este projeto multi-facetado que operou sem restrição ou qualquer consideração humana. Apenas uns 24 anos depois, a CIA se encontrou convocada para responder por alguns destes projetos diante comitês do Senado, mas infelizmente isto foi passado por alto, acobertado e depois esquecido, mas não antes de certos fatos escaparem.

O programa MK-Ultra agrupava uma ampla variedade de projetos, todos concernentes a controle mental. A documentação revela ao menos 149 sub-projetos. Tudo, desde lavagem cerebral e repatriotização, para criar correios involuntários de informação classificada, para tornar uma pessoa média em um assassino sem até mesmo saber que eles estavam sendo manipulados, foi visto como “como podemos fazer isto?”. Isto foi realizado por meio de uma dieta incansável de drogas, hipnose e trauma.

Havia vários especialistas nazistas… médicos trabalhando para fabricar genética para criar a raça perfeita, e outros se especializando em quebrar o homem, enquanto ainda outros desenvolviam hipnoticamente pessoas médias para realizarem metas encobertas pré estabelecidas.

Bios, Evidência e Testemunho

Dr. Joseph Mengele
Joseph Mengele começou seus estudos em filosofia, medicina e antropologia na Universidade de Munique em 1930. Durante este tempo o Partido Nazista era o segundo partido político mais popular na Alemanha. Foi durante este tempo que Munique estava sob o encanto ferozmente apaixonado e amante anglo, do ódio das minorias, de falas hipnoticamente cativantes de Adolph Hitler. Mengele não perdeu tempo abraçando o nazismo e em 1931 se uniu aos Capacetes de Aço.

Depois de se distinguir em batalha, Mengele chegou a Auschwitz para estudar genética. Trabalhando como um oficial da sinistra SS, seu trabalho incluia a experimentação de remoção de genes defeituosos ou inferiores e substitui-los por genes superiores e visa versa. Uma das metas máximas de seu trabalho era descobrir a fórmula genética para criar uma super raça. Esta raça superior era para ser geneticamente engenheirada para ser a raça mestra, enquanto ao mesmo tempo criava uma raça escrava para a realização das tarefas menos glamurosas.

Um de seus primeiros atos como um oficial das SS deixando sua marca ao chegar a Auschwitz, foi ordenar a morte de 1.000 judeus; homens, mulheres e crianças.

Ele foi recrutado pela CIA no fim da guerra, e trabalhou grandemente no Brasil. A despeito de seu abominável império no infame campo da morte e da quantidade maciça de evidência contra ele, ele nunca foi seriamente perseguido como um criminoso de guerra.

Sidney Gottleib
Gottleib foi um cientista alemão importado que teve laços muito fortes com a inteligência dos EUA, um dos quais era Richard Helms, que era o vice diretor das operaçõs encobertas da CIA. Após ser recrutado pelos EUA no fim da segunda guerra mundial, Gotleib também chefiou a Divisão Química do MK Ultra.

Gottleib foi por um tempo superior de Joseph Mengele em Auscwhitz. Depois de ser recrutado para os EUA, Gottleib substituiu Willis Gibbins para supervisionar o MK Ultra.

Ele trabalhou extensamente com o LSD, até mesmo pessoalmente o experimentando. A um ponto de sua carreira na CIA, ele escorregou grandes doses de drogas alteradoras da mente para seis de seus colegas, que de nada suspeitavam. O Dr. Frank Olson teve uma viagem violentamente má e precisou ser hospitalizado. Logo depois de um exame por um Dr. Harold Abramson, Olson encontrou-o em um quarto de hotel. Abramson afirma que ele deu a Olson um bourbon e lhe deu Benzedrina e que Olson então se tornou delirante novamente e saltou da janela do 10 andar para sua morte.

Uma Olhada Íntima em Alguns Projetos Passados do MK Ultra
O seguinte documento desclassificado da CIA de 1955 claramente mostra as várias agendas de lavagem cerebral dos tipos de experimentação do MK Ultra. A desvalorização da vida humana é clara. Também deste documento seguinte e do testemunho posterior de pesquisadores que trabalharam nesta área, e a informação concernente aos “pais” da psiquiatria moderna, podemos ver que estas práticas tem seguido pelo dias modernos das enfermarias psiquiátricas. É também visto que parte da experimentação incluiu desacreditar publicamente os indivíduos também. Isto provavelmente era para ser usado em indivíduos que estavam tentando permanecer no caminho da agenda da Nova Ordem Mundial, expondo coisas tais como o dúbio programa MK Ultra.

[O Documento começa]
RASCUNHO

[Deletado]

5 de maio de 1955

Uma porção do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da Divisão TSS/Química é devotada à descoberta dos seguintes materiais e métodos:

1. Substâncias que promoverão o pensamento ilógico e a impulsividade a ponto onde o recipiente será desacreditado em público.

2. Substâncias que aumentem a eficiência do processo de pensamento e da percepção.

3. Materiais que evitarão ou contra-agirão o efeito intoxicante do álcool.

4. Materiais que promoverão o efeito intoxicante do álcool.

5. Materiais que produzirão os sinais e sintomas de doenças reconhecidas de modo reversível de modo que possam ser usados para fingir-se enfermo, etc.

6. Materiais que tornarão a indicação da hipnose mais fácil ou de outro modo aperfeiçoem sua utilidade.

7. Substâncias que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos de suportarem privação, tortura e coação durante interrogatórios e a chamada “lavagem cerebral”.

8. Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos precedentes e durante seu uso.

9. Métodos físicos de produzir choque e confusão durante longos períodos de tempo e capaz de uso subreptício.

10. Substâncias que produzem inabilitações físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda, etc.

[quebra de página ]

-2-

11. Substâncias que produzirão pura euforia sem subsequente esvaziamento.

12. Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de modo tal que a tendência do recipiente se tornar dependente de uma outra pessoa seja aperfeiçoada.

13. Um material que cause confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter a fabricação sob questionamento.

14. Substâncias que diminuirão a ambição e a eficiência do trabalho geral de homens quando administrada em quantidades não detectáveis.

15. Substâncias que promoverão fraqueza ou distorção da visão ou faculdades da audição, preferivelmente sem efeitos permanentes.

16. Uma pílula de nocaute que possa subrepticiamente ser colocada em drinks, comidas, cigarros, como um aerossol etc que será segura de usar, fornecerá o máximo de amnésia e será apropriada para uso para agentes tipo base ad hoc.

17. Um material que possa subrepticiamente ser administrado pelas rotas acima e que em quantidades muito pequenas tornará impossível para um homem realizar qualquer atividade física, seja ela qual for.

O desenvolvimento de materiais deste tipo segue a prática padrão de tais casas farmacêuticas éticas como [deletado, mas possivelmente Eli Lilly que anteriormente havia auxiliado em tal experimentação]. É relativamente um procedimento de rotina desenvolver a droga a ponto de testagem humana. Ordinariamente, as casas farmacêuticas dependem dos serviços de médicos particulares para a final testagem clínica. Os médicos são voluntários em assumir a responsabilidade de tais testes para o avanço da ciência da medicina. É difícil e algumas vezes impossível para o TSS/CD oferecer um tal atrativo a respeito de seus produtos. Na prática, tem sido possível usar os contratados externos para as fases preliminares deste trabalho. Contudo, a parte que envolve a testagem humana em níveis eficazes de doses apresenta problemas de segurança que não podem ser manuseados pelo contratado comum.

[quebra de página]

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A instalação proposta [deletado] oferece uma oportunidade única para o manuseio seguro de uma tal testagem clínica em adição das muitas vantagens ressaltadas na proposta do projeto. Os problemas de segurança mencionados acima são eliminados pelo fato que a responsabilidade para a testagem ficará completamente com o médico e o hospital. [Deletado] permitirá que o pessoal do TSS/CD supervisione o trabalho muito estreitamente para se assegurar que todos os testes são realizados segundo as práticas reconhecidas e revestidos das adequadas salvaguardas.

[fim do documento]

A seguir temos um memorando do Dr Sidney Gottleib de 1953 que ressalta os projetos do MK Ultra utilizando hipnose.

[Começa o documento]

RASCUNHO-SG/111 11 de maio de 1953

MEMORANDUM PARA REGISTRO

Assunto: Visita ao Projeto [deletado]

1. Neste dia o escritor passou o dia observando experimentos com Mr. [deletado] sobre o projeto [deletado] e no planejamento do trabalho do próximo ano sobre o projeto (Mr. [deletado] já tem submetido sua proposta ao [deletado]).

2. A imagem geral do presente status do projeto é uma de uma série cuidadosamente planejada de cinco experimentos. A maioria do ano tem sido gasta em filtrar e padronizar um grande grupo de sujeitos [aproximadamente 100] e os meses entre agora e 1o. de setembro devem trazer muitos dados, de forma que estes cinco experimentos devem estar completos por 1o. de setembro. Os cinco experimentos são: (N é o número total de sujeitos envolvidos no experimento.)

Experimento 1 – N-18 Ansiedades hipnoticamente induzidas a serem completadas em 1o. de setembro.

Experimento 2 – N-24 Habilidade aumentada hipnoticamente de aprender e recordar material escrito complexo, a ser completado em 1o. de setembro.

Experimento 3 – N-30 Resposta ao polígrafo sob hipnose, a ser completada em 15 de juhno.

Experimento 4 – N-24 Habilidade aumentada hipnoticamente de observar e recordar um arranjo complexo de objetos físicos.

Experimento 5 – N-100 Relacionamento entre a personalidade e suscetibilidade à hipnose.

3. O trabalho para o próximo ano (1o. de setembro de 1953 a 1o.de junho de 1954) se concentrará em:

Experimento 6 – O problema do código morse, com a ênfase no QI relativamente menor dos sujeitos do que aquele encontrado nos voluntários das Universidades.

[quebra de página]

Experimento 7 – Recordação da informação adquirida hipnoticamente por sinais muito específicos.

[deletado] submeterá planos detalhados de pesquisa de todos os experimentos ainda não submetidos.

4. Um sistema de relatos foi decidido, recebíveis em junho, setembro e dezembro de 1953 e em março e junho de 1954. Estes relatos além de darem um sumário do progresso de cada um dos sete experimentos também incluirão dados crus obtidos em cada experimento. Ao completar qualquer experimento, um relato final, completo e organizado nos será enviado.

5. Depois de 1o. de junho, [deletado] o novo endereço será:

[deletado]

6. Uma nova revista científica foi observada no escritório de [deletado]:

Journal of Clinical and Experimental Hypnosis
publicado trimestralmente pela Sociedade para CF. & E.H.
publicante é Woodrow Press, Inc.
227 E. 45th Street
New York 17, N.Y.
Priço é $6.00
Até hoje, dois números foram publicados, Vol. 1 #1 Janeiro de 1953, e Vol. 1 #2 Abril de 1953.

7. Uma impressão muito favorável foi deixada sobre o escritor pelo grupo. O projeto experimental de cada experimento é muito cuidadosamente feito, e os padrões de detalhe e instrumentação parecem ser muito altos.

Sidney Gottlieb
Chefe da Divisão Química, TSS
Original Somente.

-2-

[Documento termina]

A seguir temos uma entrevista com o Dr. George Estabrooks. A seguir estão trechos de uma entrevista de 1971. Isto foi mais de um ano antes que os registros governamentais a respeito do MK Ultra fossem relatadamente destruídos.

A Hipnose Vem da Idade
Science Digest, Abril de 1971 George H. Estabrooks, Ph.D., graduado de Harvard (1926) e erudito de Rhodes

Uma das aplicações mais fascinantes e perigosas da hipnose é seu uso na inteligência militar. Este é um campo com o qual estou familiarizado por formular orientações para técnicas usadas pelos EUA nas duas guerras mundiais.

A comunicação na guerra é sempre uma dor de cabeça. Os códigos podem ser quebrados. Um espião profissional pode ou não permanecer comprado. Seu próprio homem pode ter uma lealdade inquestionável, mas seu julgamento é sempre uma questão em aberto. O “correio hipnótico”, por outro lado, fornece uma solução única. Eu estive envolvido ao preparar muitos sujeitos para este trabalho durante a segunda guerra mundial. Um caso bem sucedido envolveu um capitão do Corpo de Serviço do Exército que chamaremos George Smith.

Capitão Smith tinha se submetido a meses de treinamento. Ele foi um sujeito excelente mas não entendeu isto. Eu tinha removido dele, por sugestão pós hipnótica, toda lembrança de até mesmo ter sido hipnotizado.

Primeiro tive que o Corpo de Serviço chamasse o capitão a Washington e dissesse a ele que eles precisavam de um relato de um equipamento mecânico da Divisão X com sede em Tóquio. Smith foi ordenado sair por jato na manhã seguinte, pegar o relato e voltar. Conscientemente, isto era tudo que ele sabia, e esta foi a história que ele contou a sua esposa e amigos. Então eu o coloquei sob profunda hipnose e dei a ele – oralmente – uma mensagem vital a ser entregue diretamente em sua chegada ao Japão a um certo coronel – vamos dizer que o nome dele fosse Brown – da inteligência militar. Além de mim, o Coronel Brown era a única pessoa que podia hipnotizar o Capitão Smith. Isto é “fechando.” Eu realizei isto ao dizer ao hipnotizado capitão: “Até ordens posteriores minhas, somente o Coronel Brown e eu podemos hipnotizar você. Usaremos uma frase sinal ‘a lua está clara’. Seja onde for que você ouvir esta frase de Brown ou de mim você entrará instantaneamente em profunda hipnose. Quando o Capitão Smith acordou novamente ele não tinha memória consciente do que havia acontecido em transe. Tudo o que ele estava ciente era que devia se dirigir a Tóquio para pegar o relato da divisão.

Em sua chegada lá, Smith reportou-se a Brown, que o hipnotizou com a frase sinal. Sob hipnose, Smith enviou a minha mensagem e recebeu outra para levar de volta. Despertado, ele recebeu o relato da divisão e voltou para casa de jato. Lá eu o hipnotizei mais uma vez com a frase sinal e ele me deu a resposta de Brown que tinha sido obdedientemente guardada em sua mente sub-consciente. O sistema é virtualmente a prova de falhas. Como exemplificado neste caso, a informação foi fechada no sub-consciente de Smith para recuperação por somente duas pessoas que sabiam a combinação. O sujeito não tinha memória consciente do que aconteceu, assim não podia revelar segredos. Ninguém mais pode hipnotiza-lo, até mesmo se vierem a saber a frase sinal. Nem todas as aplicações do hipnotismo para a inteligência militar são tão limpas quanto esta. Talvez você tenha lido “As Três Faces de Eva”. O livro foi baseado em um caso relatado em 1905 pelo Dr. Morton Prince do Hospital Geral de Massachusetts e Harvard. Ele surpreendeu todo mundo no campo ao anunciar que ele havia curado uma mulher chamada Beauchamp de umm problema de divisão de personalidade. Usando a sugestão pós hipnótica para submergir uma faceta incompatível e infantil da paciente, ele tinha sido capaz de tornar os outros dois lados de Mrs. Beauchamp compatíveis, e reuni-los em uma única e coesa personalidade. Os hipnoterapeutas clínicos pelo mundo pularam na moda da personalidade múltipla como uma fronteira fascinante.

Pela década de 1920, não apenas eles tinham aprendido a aplicar a sugestão pós-hipnótica para lidar com este estranho problema, mas também tinham aprendido como partir certos indivíduos complexos em personalidades múltiplas como Jeckyl-Hydes. O potencial para a inteligência militar tem sido um pesadelo. Durante a segunda guerra mundial, trabalhei esta técnica com um vulnerável tenente da marinha que chamarei Jones. Sob o olho observador da inteligência da marinha eu parti sua personalidade em Jones A e Jones B. Jones A, uma vez um normal trabalhador da marinha, tornou-se inteiramente diferente. Ele falava da doutrina comunista e entendia disso. Ele foi recebido entusiasticamente por células comunistas, recebeu uma dispensa honrosa do Corpo e se tornou um membro do partido.

O cômico foi Jones B, a segunda personalidade, anteriormente aparente no Marine consciente. Sob hipnose, este Jones tinha sido cuidadosamente treinado por sugestão. Jones B era a personalidade mais profunda, conhecia todos os pensamentos de Jones A, foi um americano leal, e foi impresso a nada dizer durante as fases conscientes.

Tudo o que eu tinha a fazer era hipnotizar o homem inteiro, entrar em contacto com Jones B, o americano leal, e eu tinha um conduto diretamente para o campo comunista. Trabalhei maravilhosamente por meses com este sujeito, mas a técnica saiu pela culatra. Conquanto não houvesse meio de um inimigo expor a dupla personalidade de Jones, eles suspeitaram disso e jogaram o mesmo truque conosco mais tarde. O uso da “hipnose andante” na contra-inteligência durante a segunda guerra mundial ocasionalmente se tornou tão evoluida que ela exigiu demais até mesmo da minha credulidade. Entre os truques mais complicados usados, estava a prática de enviar um agente acordado perfeitamente normal ao campo inimigo depois dele ter sido cuidadosamente treinado em hipnose desperta para atuar a parte de um potencial sujeito hipnotismo. Treinado em auto-sugestão ou auto-hipnose, um tal sujeito pode passar em cada teste usado para localizar uma pessoa hipnotizada. Usando isto, ele pode controlar a taxa de seu batimento cardíaco, se anestesiar a um grau contra a dor de um choque elétrico ou tortura.

No caso de um oficial que chamaremos Cox, este um contra-espião cuidadosamente preparado, recebeu um título para indicar que ele tinha acesso a informação de top prioridade. Ele foi plantado em um café internacional em uma país de fronteira onde era certo existirem agentes inimigos. Ele falava demais, bebia bastante, fez amizade com as garotas locais e fingiu um interesse infantil em hipnotismo. A esperança era que ele cometesse um erro crasso na situação onde agentes inimigos o raptariam e tentariam hipnotiza-lo, para extrair a informação dele. Cox trabalhou tão bem que eles cairam no truque. Ele nunca se permitiu ser hipnotizado durante as sessões. Enquanto fingia ser um sujeito hipnotizado do inimigo, ele estava reunindo e realimentando informação.
[fim da entrevista]

Mais experimentação
Em 1942 o Dr.Winfred Overholser do OSS, o predecessor da CIA, começou a pesquisa da busca de um soro da verdade usando mescalina, uma droga derivada do cactus peyote. Isto se mostrou ineficaz como soro da verdade e eles começaram a experimentar com doses líquidas altamente concentradas de Marijuana. O governo dos EUA durante a segunda guerra mundial cresceu toneladas de marijuana. A história oficial era que ela seria usada para fazer cordas, sacos etc, mas o botão e a folha era concentrado para criar este soro da verdade sem cheiro e sem sabor. Em alguns casos isto foi muito efetivamente usado durante o interrogatório de suspeitos agentes duplos e até mesmo entre os próprios cientistas produzindo o produto. Suas reações produzidas contudo se provaram serem instáveis, conquistando vários resultados entre muitos sujeitos teste a um tal ponto que outros meios novamente tiveram que ser buscados.

1944 viu os primeiros esforços dos EUA em recrutar ativamente cientistas nazistas nos campos médicos e nuclear.

1950 viu a CIA unir forças com o Pentágono e um programa de modificação de comportamento foi iniciado chamado “Operação Bluebird”. Os prisioneiros de guerra norte coreanos eram cheios de barbituratos, benzedrina, e hipnotizados antes do interrogatório. Uma outra meta deste programa era induzir amnésia nos sujeitos teste de forma que eles não pudessem recordar os processos de drogueamento e tortura. A terapia por eletrochoque também se tornou uma parte da mistura.

1953 viu a transformação do OSS na CIA. Por agora eles tinham importado muitos doutores nazistas que tinham chefiado os programas de controle mental e lavagem cerebral ao longo de alguns registros dos campos de morte que não tinham sido destruídos. Segundo estes registros os alemães haviam obtido bons resultados usando mescalina, então mais uma vez a CIA voltou a mesa de projetos. O Projeto Naomi tinha sido um projeto de controle mental da CIA usando LSD 25. Foi a este ponto que o Projeto Naomi foi renomeado para o agora infame “MK Ultra”. MK Ultra era agora a operação de abrigo envolvendo controle mental, modificação de comportamento e interrogatório. Seus métodos eram uma mistura de psicocirurgia, eletrochoqueterapia, várias drogas poderosas alteradoras da mente e hipnose, enquanto no fim produzindo amnésia de forma que os sujeitos teste de nada suspeitavam.

1967 na Universidade McGill o Dr Ewen Cameron realizou experimentação para o MK Ultra usando eletrochoqueterapia, LSD e privação sensorial.

1974 um contratado do Departamento de Defesa, J. Scapitz, pretendeu combinar a tecnologia do MK Ultra com a tecnologia de microondas para produzir efeitos em massa na população do mundo. Em 1994, apenas 20 anos mais tarde, o Departamento de Justiça começou a supervisionar o novo trabalho realizado no Alasca para um projeto chamado HAARP. HAARP de fato é uma enorme disposição de microondas. A disposição foi atualizada novamente extensamente em 1998.

Em 1988 o governo dos EUA finalmente assentou um processo legal de 8 anos trazido contra ele pelos advogados de Washington Joseph L. Rauh, Jr., e James C. Turner. O processo foi assentado fora da corte pela mísera soma de 750 mil dólares e foi em benefício de oito cidadãos canadenses que foram vitimizados e sobreviveram às experiências do MK Ultra realizadas por Ewen Cameron, que também alcançou notoriedade como presidente das Associações Americana e Canadense de Psicologia. Foi assentado fora da corte no interesse da “segurança nacional”.

ENTRAM OS BUSHs
O avô de G.W. Bush, Prescott Bush, e seu padrasto, George Herbert Walker, inicialmente fizeram a fortuna deles suprindo a máquina de guerra nazista na medida em que abriam o caminho deles pela conquista da Europa. O dinheiro de Bush forneceu o aço nazista, o gás, os materiais, munições e e daí em diante, até Prescott ser acusado pelo ato de comerciar com o inimigo. A família Bush tinha investido pesdamente na política e políticos do Terceiro Reich.

“A fortuna da família Bush veio do Terceiro Reich” – John Loftus, ex Departamento de Justiça dos EUA, investigador de crimes nazistas de guerra e Presidente do Museu do Holocausto na Flórida citado no Sarasota Herald-Tribune 11/11/2000

A família Bush é ligada financeiramente ao Grupo Carlyle, uma companhia de fachada de Bin Laden que tem enriquecido seus investidores por meio de adquirir contratos de defesa. Seu rendimento médio anual para seus investidores tem sido 34% e, especializando-se em armamento e aparato de defesa, eles são enriquecidos financeiramente a cada maior ação militar.

Quando George H.W. Bush se tornou Diretor da CIA em 1975, segundo sua biografia oficial, ele foi mesmo o primeiro externo da CIA a ser indicado como diretor. De fato isto era um tempo muito crítico para a CIA e um tempo muito crítico para a Nova Ordem Mundial, na medida em que seus planos para controle mental em massa eram para serem colocados em uso prático, e os trabalhos estavam sendo vazados a respeito da existência do MK Ultra. Sem mencionar que vários doutores envolvidos nisto já haviam falado publicamente a respeito destes deveres diabólicos. Certamente este não era o tempo para um novato, então esta parte da biografia dele é verdadeira? Não, segundo um memorando de J Edgar Hoover que se referiu a um “Mr. George Bush da CIA” que era um agente envolvido com exilados cubanos que mais tarde se tornaram envolvidos no Fiasco da Baía dos Porcos. George Bush tem negado publicamente ser este homem. Ele se recorda de estar no Texas naquele tempo e nega lembrança posterior. Então por toda semelhança, a CIA não estava de todo nas mãos de um novato, mas possivelmente de um dos maiores agentes que já a serviram.

Já que Bush era o homem da CIA com os exilados cubanos que foram empurrados para o debacle da fracassada Baía dos Porcos, isto o colocou em oposição direta a JFK e seus planos de rasgar a CIA. Será que Kennedy repentinamente criou para ele mesmo um inimigo mortal em George H.W. Bush? Se assim for, há muita ironia nisto tudo. JFK escreveu e implementou a Publicação do Departamento de Estado #7277, que é a impressão básica de 40 anos para a Nova Ordem Mundial. A história desde então tem provado que temos implementado e seguido o plano de Kennedy para o nono grau. Se Bush foi instrumental no assassinato de JFK, então o arquiteto da Nova Ordem Mundial foi na realidade assassinado pelo homem que lançou isto pelo mundo. Em inúmeras ocasiões por sua presidência, George H.W. Bush se referiu orgulhosamente a Nova Ordem Mundial e creditou-se por liderar isto.

O ex Presidente Bush também pode ser ligado a uma outra tentativa de assassinato, e há alguns detalhes intrigantes associados com um que estamos para observar.

Ronald Reagan estava concorrendo ao seu primeiro mandato para presidente dos EUA, de fato, pelo partido republicano. Seu oponente republicano número Um era George H.W. Bush, e naquele tempo parecia haver uma certa animosidade entre os dois. Reagan havia declarado publicamente que ele nunca levaria Bush como seu vice-presidente. De fato, Reagan era mais elegível. Ele era carismático e manuseava bem a imprensa.Ele se tornou conhecido como um grande comunicador. Segundo o Ten. Cel. “Bo” Gritz, depois de receber a aprovação republicana como candidato presidencial, Reagan foi convidado para um encontro com os Rockerfellers na cidade de New York onde lhe foi dito,

“Se você não tomar meu chefe da Comissão Trilateral” (George Bush era então o chefe da CFR, que tinha estado trabalhando por décadas para nos levar sob uma Nova Ordem Mundial) “‘como seu companheiro de chapa, o único meio que o veremos dentro da Casa Branca será como turista”

De fato Reagan aceitou Bush como seu companheiro de chapa para vice-presidente, e foi apenas dois meses depois de sua posse, em 30 de março de 1981, que Reagan foi baleado. Quando o primeiro tiro atingiu um agente do serviço secreto atirando Reagan do veículo, não vimos uma mostra de dor na face dele, mas James Brady recebeu um tiro na cabeça e dois outros auxiliares foram baleados também. A limosine presidencial se acelerou e uma ambulância deixou a cena vários minutos depois se dirigindo ao mesmo hospital levando Brady. De algum modo a limosine chegou no hospital 15 minutos depois da chegada de Brady.

Segundo uma biografia sobre Nancy Reagan de Kitty Kelly.

“É seguro dizer que Nancy Reagan odiava o Vice Presidente George Bush — o ambicioso espião da CIA e ex diretor da CIA que tomou a presidência sem uma eleição. Este ódio foi certamente uma motivação tão eficaz quanto um soro da verdade. (o ex diretor da CIA Richard Helms, um dos vinte oficiais da Casa Branca de Reagan/Bush condenados no caso Irã-Contra [o escândalo de cocaína por drogas/armazenamento por dinheiro-OTAN], testemunhou perante o Congresso que a CIA realizou com sucesso mais de 60.000 assassinatos. Assassinos controlados mentais [o programa de psicologia e tortura do MK-ULTRA] era apenas uma das muitas especialidades da CIA. A equipe da embaixada da Costa Rica de Reagan e Bush – inclusive o embaixador – foi expulsa da nação pelo crime de importar cocaína para os EUA. Como chefe da CIA, Bush foi certamente um dos empregados mais brutais do governo dos EUA.

Segundo o próprio Reagan, ele nunca sentiu qualquer dor em permanecer na calçada, mas foi somente depois de ser atirado da limosine, fora da linha de fogo, que ele sentiu o ferimento. O Ten. Cel. Bo Gritz, que era o homem responsável por quebrar o impasse entre o Departamento de Cumprimento Legal dos EUA e Randy Weaver que estava sob seu comando, relata as próprias palavras de Reagan, bem como um pouco mais sobre fatos pouco conhecidos.

“Eu sabia que tinha sido ferido, mas pensei que tinha sido ferido pelo homem do Serviço Secreto chegando sobre mim no carro. Como foi isto, devo dizer que foi uma dor quase paralizante. Tenho descrito isto como se alguém o houvesse atingido com um martelo. Mas a sensação, assim me pareceu, veio depois que eu estava no carro e então eu pensei que talvez a arma dele ou algo tivesse quebrado uma costela. Sentei-me no assento, e a dor não desaparecia, e de repente, descobri que estava tossindo sangue”.

É interessante que o Ten. Cel. Gritz especifique que Reagan não foi atingido por uma bala mas sim por uma pequenina tabuleta. Isto certamente era inconsistente com a arma especificada como tendo sido usada por Hinkley. Um outro fato interessante diz respeito a ligação entre John Hinkley e enfermarias psíquiátricas. Lembre-se que as enfermarias psiquiátricas são amplamente utilizadas pelos governos para realizarem tal experimentação. Devemos também notar as práticas dos dias atuais nestas enfermarias e seu uso disseminado de drogas que curvam a mente com estes passados cruéis e mortais experimentos que são desconcertantemente similares. Hinkley tinha entrado e saido destas enfermarias várias vezes. Acrescente a isto a ligação entre a família de Hinkley com a família de Bush, que se beneficiou da tentativa de assassinato, e temos algumas implicações seriamente sádicas e malignas.

O pai de Hinkley era um homem muito rico e um enorme contribuidor das campanhas de Bush. Eles interagiam socialmente. No dia em que supostamente Hinkley atirou em Reagan, seu irmão estava para jantar com Neil Bush, irmão de G.W. Bush e filho de George H.W. Bush. Isto apenas é altamente suspeito e uma possível coincidência, mas quando ligado ao resto dos fatos há mais evidência circunstâncial que condena muitas pessoas em uma corte de justiça. A este ponto deve ser dito que os fatos vão muito além de circunstanciais…

Este incidente (a tentativa de assassinato de Reagan) de fato deu a George H.W. Bush a presidência, e de fato foi depois deste evento que ele, Ollie North e outros planejaram o negócio da troca de armas por drogas. É muito provável que uma vítima do MK Ultra tenha se tornado o óbvio bode expiatório.

Na década de 1940, a companhia farmacêutica Eli supervisionava os experimentos do MK Ultra usando mescalina e LSD. George Bush tinha sido um diretor da Eli Lilly bem como diretor da CIA ao tempo quando muito do trabalho científico a respeito do MK Ultra acidentalmente surgiu.

O legado do MK Ultra passou de pai para filho? Há um laço interessante a respeito de G.W. Bush. Enquanto governador do Texas, ele supervisionou a execução de 130 prisioneiros.

Karla Faye Tucker era uma esposa abusada que havia matado o marido, cumpriu vários anos de prisão, entregou sua vida a Cristo e tinha um ministéro muito eficaz na prisão. Os cristãos por toda a nação estavam pedindo pela vida dela… até mesmo Pat Robertson tentou intervir e pediu a GW por uma parada de execução para ela. Isto não resultou em nenhum bem e ela foi executadda e GW publicamente fez piada dela em uma entrevista de televisão. A verdade é que GW somente concedeu uma suspensão de execução durante todo o seu mandato como governador do Texas, a despeito de todas as queixas legítimas de inocência envolvendo vários daqueles que foram executados. A única suspensão de execução que ele garantiu foi para Henry Lee Lucas, que era um comprovado assassino em massa, e estava ligado a mais de 300 assassinatos. Lucas afirmou que havia tiros e que ele era parte de um anel que matava, raptava, canibalizava e praticava o Satanismo e que principais politicos estavam envolvidos. É muito provável que Lucas também fosse uma vítima da tecnologia do MK Ultra. Lucas afirma que a CIA estava envolvida. A verdade é que quando se compara os fatos do MK Ultra como dados pelos mesmos homens envolvidos, com a vida de Henry Lee Lucas vemos asustadoras similaridades no modo de operação que é similar também a experiência de John Hinkley. Lucas esteve entrando e saindo de instituições mentais por vários anos de sua vida. Houve vezes dele ficar amarrado na cama e drogado por semanas ao ponto em não ter memória dos eventos que transpiraram durante sua estada. Estas eram as mesmas técnicas utilizadas, juntamente com a hipnose, para criar assassinos, como foi declarado pelos mesmos doutores que realizaram os “programas”.

Quem eram estes altos politicos para os quais ele trabalhava [e que também eram adoradores de Satã] ele nunca declarou publicamente, mas G.W. Bush deu a Henry Lee Lucas o único perdão que ele manuseou em uma apresentação não caraterística de seu novo conservadorismo compassivo descoberto. Parece embora que exatamente como repentinamente ele descobriu esta compaixão, ele exatamente a perdeu novamente depois da execução de Lucas, na medida em que as execuções foram recomeçadas em um passo frenético. Também ele sendo um homem da Skull and Bones, ele não é nenhum novato na atividade satânica.

Os fatos relativos a vítimas raptadas sendo levadas a Matemoros e Juarez, no México revelados por Lucas foram estabelecidos nos anos seguintes quando em uma fazenda abandonada localizada exatamente fora daquela cidade, o governo americano começou a escavar corpos de homens e mulhers que haviam sido torturados e mortos. Parece que tem havido estranhos privilégios garantidos a Lucas durante sua prisão. Segundo Jim Boutwell, xerife do Condado Williamson, Texas, “Henry era um prisioneiro não usual. Ele recebeu uma cela de alta segurança e umas poucas amenidades especiais…”

Lucas tinha passado dez anos na prisão em um caso anterior de assassinato e foi libertado em 1970. Ele afirma que então foi recrutado e treinado em um campo paramilitar localizado nos Everglades da Flórida. Talvez acrescentando peso à história dele, além dos fatos do MK Ultra e como estas mesmas técnicas foram documentadas e usadas nele, temos este testemunho do Ten. Comandante Thomas Narut tirado de Harry V. Martin e David Caul, “Mind Control”, Napa Valley Sentinel, Agosto-Novembro de 1991″

.”A informação foi divulgada em uma Conferência da OTAN em Oslo de 120 psicólogos da aliança de 11 nações…A Marinha forneceu todos os fundos necessários, segundo Narut. Dr. Narut, em uma sessão de perguntas e respostas com repórtes de muitas nações, revelou como a Marinha estava secretamente preparando grandes números de assassinos. Ele disse que os homens com quem ele tinha trabalhado para Marinha estavam sendo preparados para operações tipo comando, bem como operações encobertas em embaixadas americanas mundialmente. Ele descreveu os homens que foram por este programa como “atiradores e assassinos” que podem matar sob comando. O exame cuidadoso dos sujeitos foi realizado por psicólogos da Marinha pelos registros militares… e muitos eram assassinos condenados cumprindo sentenças em prisão militar”.

[fim do artigo]

Um outro fato interessante que parece verificar a informação dada por Lucas a respeito dos raptos, assassinatos e experimentação de controle mental sendo realizados em Matamoros e Juarez, no México, envolve Rafael Resendez-Ramirez. Ele tinha seguido os sistemas ferroviários no oeste da América na década de 1980, matando viscosa e aleatoriamente na medida em que aterrorizava todos aqueles que viviam perto de uma linha ferroviária na Califórnia. Ele se encaixava perfeitamente no cenário dado por Lucas. Ramirez era abertamente um adorador de Satã, e um assassino de muito sangue frio. Ele surpreendentemente havia nascido em Matamoros [México] e atravessou a fronteira para os EUA por Juarez [México], as mesmas duas cidades que Lucas afirmou serem elementos negros do nosso governo para estas hediondas tarefas. Segundo a mãe de Ramirez, “estranhos” em uma fazenda fora de Matamoros o criaram. Ao tomar os fatos da história de Lucas e compara-los com os fatos da história de Ramirez, parece que temos muito mais que coincidência. Certamente segundo os padrões de hoje, batante evidência para indiciar o nosso governo por punição cruel e não usual e conspiração para assassinato, entre outras várias acusações.

Isto nos traz da Operação Paperclip nos anos de 1940 ao tipo de manipulação do MK Ultra, não importa o nome do projeto, passando pelas décadas de 1980 e 1990. Isto também mostra o alto nível de envolvimento das agências de inteligência dos EUA, inclusive indiciando homens tais como G.H.W. Bush bem como seu filho G.W.

Atualizando Isto com o Controle Mental em Massa

Então temos examinado uma história condensada dos projetos de controle mental individual realizados pelo governo dos EUA. Agora devemos fazer a pergunta: “E quanto ao controle mental em massa?”

Permita-me que submeta que a manipulação mental individual tem servido aos elementos negros de nosso governo bem, e tem apenas servido para criar confusão e ansiedade em nossa sociedade pelas décadas recentes. Isto, por sua vez, tem feito com que a população grite por mais e mais intervenção do governo, que parece ser o efeito trabalhado e esperado por aqueles que nos levariam a uma Nova Ordem Mundial. Acrescente a este SDP #7277 de autoria do Presidente Kennedy em 1959 quando ele era então Senador, e é aparente que trazer a Nova Ordem Mundial não é toda a agenda externa, mas uma agenda do governo americano. Devemos também ver que a Comissão Trilateral [CFR], a TLC, a Liga das Nações, a ONU são todas criações do governo americano. Para trazer à fruição estes nefastos planos bem colocados contudo, mais seria necessário. Algo deve ser feito além do nível individual, a até mesmo além do nível nacional. Alguns dos objetivos podem ser:

A. As pessoas do mundo em cada nação individual devem ser segregadas em grupos menores que possam ser facilmente manipulados por vários meios de técnicas psicológicas. Por exemplo, separando brancos de negros, pobres de ricos, protestantes de católicos, democratas de repblicanos etc.

B. Estes grupos menores podem posteriormente serem divididos para criarem até mesmo uma maior divisão, que permitirá a distração das massas como um todo e os manterá afastados em ordem de assegurar a agenda da Nova Ordem Mundial.

C. Achar um meio para stressar as massas para mante-las distraídas dos eventos reais em sua busca pela simples sobrevivência.

D. Achar um meio de posteriormente acalmar as massas em um estado que evite que elas pensem por conta própria examinando situações ao redor delas e do mundo.

Estes são apenas uns poucos pontos dos problemas que temos tido que nos enderessar e a consequência, embora este seja apenas um exemplo minúsculo. É a esperança do escritor mostrar ao leitor que estes problemas não tem sido apenas endereçados, mas que eles já tem sido abordados e a comunidade mundial, especialmente os cidadãos dos EUA, são na atualidade agora nada mais que uma sociedade adormecida pela lavagem cerebral.

Entra HAARP

HAARP é o acrônimo para “PROGRAMA DE PESQUISA DE ALTA FREQUÊNCIA ATIVA AURORAL”.Segundo o website oficial do governo relativo a HAARP, isto é uma estação de pesquisa localizada em mais de trinta acres de terra de propriedade do Departamento de Defesa do egoverno americano. Também somos estranhamente informados por este mesmo website oficial, “A especialização técnica e serviços de aquisição como necessários para o gerenciamento, administração e avaliação do programa estão sendo fornecidos cooperativamente pela Força Aérea [Laboratório de Pesquisa da Força Aérea] e a Marinha [Escritório de Pesquisa Naval e Laboratório de Pesquisa Naval]. Já que HAARP consiste em muitos itens individuais de equipamento científico, tannto grandes quanto pequenos, há uma lista considerável de organizações comerciais, acadêmicas e do governo.”

Podemos perguntar, “O que esta instalação de pesquisa pretendeu ao simplesmente estudar a nossa atmosfera fazendo isto em propriedade do Departamento de Defesa?” A resposta pode muito bem residir em revelar quais são as reais funções de HAARP. HAARP consiste emuma distribuição em fase de 180 torres colocadas afastadas 80 pés em uma grade de 1.000 pés por 1.200 pés. Tem duas antenas que transmitem ondas ELF e VLF, variando de 2.8 a 7 MHz (VLF) e de 7 a 10 MHz, (ELF) na atmosfera do topo de cada torre. A distribuição é energizada por 30 abrigos, cada um responsável pela energia de 6 torres. Cada abrigo contém 6 pares de transmissores de 10 kW, permitindo uma transmissão de 3600 kW da distribuição. O sinal pode ser focalizado fortemente em uma única área ou disperso em amplo alcance. Há vários de tais sítios colocados pelo mundo; sítios que transmitem ondas ELF mundialmente.

A maioria qwue está familiarizada com HAARP contudo, estão familiarizados apenas com o sítio no Alasca, pensando que esta seja a única instalação. Aproximadamente ninguém hoje está ciente dos muitos outros sítios localizados em Porto Rico, África do Sul, e os vários na antiga União soviética. É uma importante nota lateral que o projeto foi concebido e experimentado com o início nos anos de 1950, segundo nosso governo. Não coincidentemente, esta é a estrutura de tempo que o MK Ultra estava operando com carta branca e de vento em popa. Qual é a importância disso (HAARP) a respeito do controle mentalem massa? A resposta reside no efeito das ondas ELF tanto no cérebro humano quanto no corpo humano.

Para entender os efeitos das ondas ELF no cérebro humano, precisamos entender primeiro um pouco a respeito dos diferentes padrões e comprimentos de ondas, nos quais nós, humanos, normalmente funcionalmos.

Ondas Cerebrais DELTA estão na faixa de 0.5 a 4 ciclos por segundo, e são geradas da parte da frente do cérebro. Este padrão é geralmente associado com o sono profundo e alguns místicos orientais alcançam este estado enquanto despertos mas em profunda meditação.

Ondas Cerebrais THETA estão na faixa de 4 a 7 ciclos por segundo. Este padrão é associado ao sono leve e profundo repouso. A criatiidade e o pensamento innspirado frequentemente acompanham este estado. Quão frequentemente você está quase adormecido e uma idéia ou slução subitamente o atinge?

Ondas Cerebrais ALPHA são quase não existentes em crianças abaixo dos dez anos. Este padrão de onda está gerando em 7 a 12 ciclos por segundo. Este é um padrão muito interessante. É um padrão que evita a concentração. É altamente suscetível a sugestionabilidade. Em outras palavras, uma pessoa operando neste padrão é facilmente levada, até mesm o contra a vontade dela. Pode ser agradável e até meso eufórico. Por alguma razão nestes dias a maioria dos homens e mulheres estão operando pelas susas horas de despertar em um estado de onda alfa.

Ondas Cerebrais BETA tem uma ampla variedade de 13 a 27 ciclos por segundo. Estas ondas devem aparentemente ser o padrão ótimo para humanos andarem e trabalharem durante suas horas de vigília. Este padrão nos prermite analisar as coisas e situações e mais prontamente permitir que o cérebro humano se focalize em um estímulo externo. É associada com a atividade mental alerta.

Ondas Cerebrais GAMMA são algumas vezes chamadas de ondas hiper beta e operam acima de 27 ciclos por segundo. Estas podem ser associadas com hiperatividade ou rápidas explosões súbitas de atividade física.

Tendo isto em mente, é importante saber que tanto o cérebro quanto o crpo se tornam afetados peo estimulo ELF externo. Frequências diferentes tem efeitos diferentes bem como um sentimento de euforia, extrema vertigem e doença e confusão, acelaração do crescimento de células cancerosas, algumas vezes tanto quanto 6X ou mais. Um dos efeitos mais interessantes é o fato que as frequências entre 8 e 12 Hz podem realmente “carregar” a onda cerebral humana.

O que significa ‘carregar’ o cérebro de alguém? Se o cérebro de alguém está operando em 15 ciclos por segundo, dizemos que ele está operando em um padrão de onda cerebral Beta. Isto também como vimos é o padrão ótimo para análise e pensamento e exame do estímulo externo. Se este cérebro que está operando normalmente é então exposto a ondas ELF na frequência de 8 a 10 ciclos por segundo, como um camaleão muda a cor dele, assim também a onda cerebral muda do padrão Beta para o padrão Alfa, exatamente combinando-se com o padrão da fonte externa. Esta mudança acontece em alguns cérebros imediatamente depois do contacto externo.

Qual a importância destas descobertas?

O cérebro deve normalmente trabalhar no padrão Beta pelas horas normais de trabalho. Contudo, uma fonte externa emitindo ondas ELF podem fazer com que o cérebro passe para o padrão Alpha que é um padrão que não permite a concentração, o foco e o exame profundo; desta forma colocando o indivíduo em um estado onde muito facilmente é levado a sugestão. Em outras palavras, uma pessoa neste estado facilmente sofre uma lavagem cerebral.Ela não pode focar as realidades das coisas que estão acontecendo a ela e examina-las. Alguém que viva neste estado vive uma vida rasa de comer, beber e se alegrar, é facilmente entretida e distraída. Alguns sentam-se diante da televisão consumindo toda e qualquerb propaganda que for apresentada. A pessoa vive uma vida rasa e nem mesmo entende isto porque isto se torna a norma.

Os transmissores HAARP, bem com o os similares transmissores mundiais transmitem variando as frequências, As frequências mais usadas estão dentro do alcance que afetaria o cérebro o retirando do estado Beta para o Alpha. Para ver o efeito, tudo o que precisamos fazer é olhar esta sociedade zumbificada altamente influnciada onde vivemos. Uma outra nota lateral interessante. Muitos entre os leitores se lembrarão do velho com ercial sobre a marijuana, onde vemos serem apresentados os resultados dos eletroencefalogramas. Vemos altos picos consistentes e ouvimos as palavras, “Este é o seu cérebro”.

A seguir, vemos os picos se nivelarem até que tudo o que vemos é quase uma lihaa reta e ouvimos as palavras ominosas, “Est é o seu cérebro com a marijuana”. O que não é explicado é que os verdadeiros efeitos da marijuana nos padrões cerebrais humanos. O que vemos sendo apresentado no comercial são as ondas Alpha. Segundo todos os estudos idôneos como os da Universidade Cornell e muitos outros mais, a marijuana abaixa o padrão ALPHA mas atira o cérebro de volta ao Beta onde ele realiza seu melhor pensamento e profundo exame. Iste premite um exame mais profundo. Isto também tem sido mostrado melhorar os efeitos malignos da inferior onda de frequência ELF sobre o corpo humano tal como o fato de ser um retardador do câncer.

Muitas questões tem sido levantadas por estes fatos. Porque os EUA e a Rússia construiram estes transmissores mundialmente? Sabendo como são grandes os homens da ciência, acreditaremos que eles não saibam dos efeitos de lavagem cerebral das ondas ELF que eles estão produzindo? Ou este padrão está afetando nossas mentes a ponto que nem até mesmo questionaremos quando vemos as tecnicas mais iniciais de lavagem cerebral? Isto foi tentado e abandonado por Sidney Gottleib e outros. É provado por pesquisas em universidade ser benéfico ao corpo paa seu apropriado padrão Beta de onda cerebral. Esta é a razão que tem sido rotulada pela principal pesquisa universitária, como sendo a mais segura e mais benéfica droga na Terra que tem sido condenada ilegal?

Conclusão

Ao colocar estes fatos e questões em seus lugares apropriados juntamente com os fatos do programa MK Ultra podemos ver que a inteligência americana tem sabido por mais de meio século como manipular e fazer lavagem cerebral e usar a humanidade. Isto tem sido realizado surpreenentemente tanto no nívelindividual quanto sobre as massas da humanidade como um todo, mundialmente.

Os efeitos de tudo isto tem sido surpreendentes. Violentes homens atiradores tem sido criados para aterrorizar esta nação e de fato o mundo por meio de drogas e modernos esforços psicológicas. Estes mesmos homens tem sido libertados várias vezes e voltam às ruas porque os poderes que tem estado inundando nosso sistema de prisão com ofensores menores e menos violentos e portanto já criaram uma desculpa para libertações mais anteriores. Assassinos em massa como Henry Lee Lucas, que tem ligações provadas com a experimentação MK Ultra e politicos de alto nível, tem sido abertamente perdoados. Acrescente a isto que a sociedade é programada para viver em um padrão de onda cerebral Alpha e não Beta pelo uso dos transmissores de HAARP mundialmente. Eles não podem pensar para examinar profundamente, e estão abertos a sugestão, então quando vemos a violência nas ruas, e os eventos estagiados tais como a tragédia de 11 de setembro, ao invés de olharmos os fatos claros recebemos a sugestão da lavagem cerebral da media e pedimos por mais controle do governo.

Eles permitem atos ytais como os atos de Segurança Doméstica e os atos Patriotas serem aprovados, despindo-nos de nossos direitos civis em nome da segurança de coisas criadas pelo nosso próprio governo. Qual é a motivação de nosso alto nível politico que está no saber? A publicação do Departamento de Estado #7277, de autoria do Senador JFK em 1959 e entrada em vigor como a política americana sob sua presidência em 1961 prova que a agenda dos EUA é a de dominação mundial pelo uso da construção da ONU. Isto está dando permissão para a agenda incessante de trazer a Nova Ordem Mundial que continua sem ser desafiada, tudo enquanto se faz a lavagem cerebral e a manipulação das pessoas para pedir por isto emnome da paz e da segurança.

De fato como foi profetisado, temos perpetrado contra o mundo uma grande ilusão fazendo com que as populações mundiais recebam e acreditem em mentiras.

Deus abençoe a todos
Eric Jewell

Published in: on agosto 20, 2008 at 8:33 pm  Comments (5)  
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Implantes de Microchip

Implantes de Microchip, Controle Mental e Cibernética

– de Rauni-Leena Luukanen-Kilde, MD
Ex Chefe Médico da Finlândia
6 de dezembro de 2000

Em 1948 Norbert Weiner publicou um livro, Cibernética, definido como uma comunicação neurológica e teoria de controle já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, “Pai da Sociedade da Informação”, expressou sua preocupação em 1980 que nossa liberdade esteja ameaçada no estilo orweliano pela tecnologia cibernética desconhecida pela maioria das pessoas. Esta tecnologia liga os cérebros das pessoas por meio de microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.

Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974, no Estado de Ohio, EUA e também em Estocolmo, na Suécia. Os eletrodos cerebrais foram inseridos nos crânios de bebês em 1946 sem o conhecimento de seus pais. Nas décadas de 1950 e 1960, os implantes elétricos foram inseridos em cérebros de animais e de humanos, especificamente nos EUA, durante a pesquisa de modificação de comportamento, e funcionamento cerebral e corporal. Os métodos de controle mental foram usados em tentativas de mudar comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma importante meta dos serviços militares e de inteligência.

30 anos atrás, os implantes cerebrais que apareciam aos Raios X tinham o tamanho de um centímetro. Os implantes subsequentes ficaram do tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde de arsenídeo de galio. Hoje eles são pequenos o bastante para serem inseridos pelo pescoço ou costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante intervenções cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. É quase impossível detecta-los ou remove-los.

É tecnicamente possível para cada recém nascido ser injetado com um microchip, que pode então funcionar para identificar as pessoas pelo resto de sua vida. Tais planos estão sendo secretamente discutidos nos EUA sem o conhecimento do público das questões da privacidade que estão envolvidas. Na Suécia, o Primeiro Ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implantar prisioneiros, e o Diretor Geral de Inspeção de Dados, Jan Freese revelou uma casa de enfermagem onde os pacientes eram implantados em meados da década de 1980. A tecnologia é revelada no 47 Relatório Estatal Sueco de 1972, Statens Officiella Utradninger (SOU).

Seres humanos implantados podem ser seguidos a todos os lugares. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitoradas por supercomputadores, até mesmo alteradas através da mudança de frequências. As cobaias nos experimentos secretos tem incluido prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas cegas e surdas, homossexuais, mulheres sozinhas, idosos, e qualquer grupo considerado “marginal” pelos experimentadores da elite. As experiências publicadas com prisioneiros na Prisão Estadual de Utah estão chocando a consciência.

Os microchips de hoje operam por meio de ondas de radio de baixa frequência que os alvejam. Com a ajuda de satélites, a pesoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar no globo. Tal técnica foi testada em um certo número de pessoas durante a Guerra do Iraque, segundo o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica de inteligência pilotada (IMI), que é injetada nas pessoas. [mais cedo, durante a Guerra do Vietnã, soldados foram injetados com um chip Rambo, destinado a aumentar o fuxo de adrenalina na corrente sanguínea). Os supercomputadores de 20 bilhões bit/por segundo na Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) agora pode “ver e ouvir” o que os soldados vivenciam nos campos de batalha com um sistema de monitoramento remoto (RMS).

Qunado um micro chip de 5 micromilímetros [o diâmetro de um fio de cabelo é 50 micromilímetros] é colocado dentro do nervo ótico do olho, isto leva os impulsos do cérebro para incorporar as experiências, cheiros, visões e vozes das pessoas implantadas. Uma vez transferidos e armazenados no computador, ests neuroimpulsos podem ser projetados de volta para o cérebro da pessoa via o microchip a ser reexperienciado. Usando o sistema de monitoramento remoto , um operador de computador no solo pode enviar mensagens eletromagnéticas [codificadas como sinais] ao sistema nervoso, afetando a performance do alvo. Com o sistema de monitoramento remoto, as pessoas sadias podem ser induzidas a verem alucinações e ouvirem vozes em suas cabeças.

Cada pensamento, reação,audição e observação visual causa um certo potencial neurológico, pontas e padrões no cérebro e seus campos eletromagnéticos que agora podem ser decodificados em pensamentos, imagens e vozes.A esimulação eletromagnética pode portanto mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afetar a atividade muscular, causando dolorosas cãimbras musculares vivenciadas como tortura.

O sistema de vigilância eletrônica do NSA pode simutaneamente seguir e manipular milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma única frequência biolétrica de ressonância no cérebro, como temos únicas impressões digitais. Com a estimulação cerebral da frequência eletromagnética completamente codificada, os sinais eletromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro causando a desejada voz e efeitos visuais a serem vivenciados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra eletrônica. Os astronautas americanos foram implantados antes de serem enviados ao espaço para que seus pensamentos pudessem ser acompanhados e todas as emoções pudessem ser registradas 24 horas por dia.

O Washington Post relatou em maio de 1995 que o Príncipe William da Grã Bretanha foi implantado aos 12 anos. Assim, se ele fosse raptado, uma onda de radio com uma frequência específica pode ser alvejada para este microchip. O sinal do chip seria roteado por meio de um satélite até a tela do computador dos quartéis generais de polícia, onde os movimentos do Princípe seriam acompanhados. Ele realmente pode ser localizado em qualquer lugar no globo.

A media de massa não relatou que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece pelo resto de sua vida. A pessoa poe ser manipulada de muitos modos. Usando diferentes frequências, o controlador secreto deste equipamento pode até mesmo mudar a vida emocional de uma pessoa. Ela pode se tornar agressiva ou letárgica. A sexualidade pode ser artificialmente influenciada. Sinais de pensamento e pensamento subconsciente podem ser lidos, os sonhos afetados e até mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou o consentimento da pessoa implantada.

Um perfeito ciber-soldado pode então ser criado. Esta tecnologia secreta tem sido usada em certos países da OTAN desde a década de 1980 sem que as populações acadêmicas e civis tenham ouvido qualquer coisa sobre isto. Então, pouca informação sobre tais sistemas invasivos de controle mental está disponível nas revistas profissionais e acadêmicas.

O grupo de Sinais de Inteligência do NSA pode remotamente monitorar informação de cérebros humanos ao decodificar os potenciais evocados (3.50 HZ, 5 milliwatt) emitidos pelo cérebro. As experiências em prisioneiros em Gothenburg, Suécia e Vienna, Áustria tem sido descobertos terem evidentes lesões cerebrais. A diminuida circulação sanguínea e a falta de oxigênio nos lobos frontais direito resultam de onde os implantes cerebrais são geralmente operacionais. Um experimentador finlandês vivenciou atrofia cerebral e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigênio.

Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. A meta dos controladores mentais hoje é induzir as pessoas ou grupos alvo a agirem contra sua convicção e melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até mesmo serem programados para matar e depois de nada se lembrar do crime. Exemplos alarmantes deste fenômeno podem ser encontrados nos EUA.

Esta “guerra silenciosa” está sendo realizada contra civis e soldados não cientes por agências militares e de inteligência. Desde 1980, a estimulação eletrônica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas alvo sem seu conhecimento ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proibem a manipulação não consensual de seres humanos, até mesmo em prisões, sem falar nas populações civis.

Sob uma iniciativa do Senador americano John Glenn, as discussões começaram em janeiro de 1997 sobre os perigos de radiar populações civis. Alvejar as funções cerebrais das pessoas com campos eletromagnéticos e raios [de aviões, helicópteros, satélites, vans estacionadas, casas vizinhas, postes elefônicos, aparelhos elétricos, telefones celulares, TV, radio etc] é parte do problema de radiação que deve ser abordado nos corpos de governo democraticamente eleitos.

Além do controle mental eletrônico, métodos químicos também tem sido desenvolvidos. Drogas que alteram a mente e diferentes gases de cheiro que afetam a função cerebral negativamente podem ser ejetados em dutos de ar ou canos de água. Os vírus e as bactérias também tem sido testados deste modo em vários países.

A super tecnologia de hoje, ligando as nossas funções cerebrais via microchips (ou até mesmo sem eles, segundo tecnologia mais recente) a computadores via satélites nos EUA e em Israel, oferece a maior ameaça a humanidade. Os supercomputadores mais recentes são poderosos o bastante para monitorar a inteira população mundial. O que acontecerá quando pessoas são tentadas por falsas premissas para permitir microchips em seus corpos? Uma isca será a carteira de identidade por meio de microchip. A legislação compulsória tem até mesmo sido proposta nos EUA para criminalizar a remoção de um implante de identidade.

Estamos prontos para a robotização da humanidade e a total remoção da privacidade, inclusive da liberdade de pensamento? Quantos de nós desejariam ceder nossas vidas inteiras, inclusive os nossos pensamentos mais secretos ao Big Brother? Ainda que já exista a tecnologia para criar uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas encobertos de comunicação neurológica estão em lugar para conter o pensamento independente e controlar a atividade política e social em benefício de interesses militares e auto-serviços privados.

Quando nossas funções cerebrais já estão conectadas a supercomputadores por meio de raio implantes e microchips, será tarde demais para protestar. Esta ameaça pode ser derrotada somente por educar o público, usando a literatura disponível em biotelemetria trocada em congressos internacionais.

Uma das razões pelas quais esta tecnologia tem permanecido um segredo de Estado secreto é o prestígio disseminado do Manual VI de Estatítica Diagnóstica psiquiátrico produzido pela Associação Americana de Psquiatria (APA) e impresso em 18 linguas. Os psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência dos EUA sem dúvida participaram em escrever e revisar este manual. Esta “bíblia” psiquiatra encoberta o desenvolvimnto secreto das tecnologias de controle mental ao rotular alguns de seus efeitos como sintomas da esquizofrenia paranóide.

As vítimas da experimentação de controle são portanto rotineiramente diagnosticadas como mentalmente doentes por médicos que aprenderam os sintomas da lista de DSM na escola médica. Os médicos não tem sido academicamente preparados para que o paciente pode estar dizendo a verdade quando relata estar sendo alvo contra a vontade dele ou sendo usado como cobaia para formas eletrônicas, químicas e bacteriológicas de guera psicológica.

O tempo está se esgotando para mudar a direção da medicina militar, asegurando o futuro da liberdade humana.

Este artigo foi originalmente publicado na edição de 36 anos da revista científica filandesa SPEKULA (1999). SPEKULA (circulação 6500) é uma publicação dos estudantes de medicina do Norte da Finlândia e dos médicos da Universidade Oulu OLK (Oulun Laaketieteellinen Kilta). E enviado a todos estudantes de medicina da Finlândia e todos o médicos do Norte da Finlândia.

Published in: on junho 25, 2008 at 9:11 pm  Comments (20)  
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Projeto Montauk

Estação da Força Aérea em Montauk
Ativa ou Não?
de John A. Quinn

Introdução

Para ter as coisas começadas do jeito certo (e colocar o leitor em um apropriado estado mental) esta pergunta deve ser respondida antecipadamente, tão simples e diretamente quanto possível; a resposta é sim… e não; e aqui está a história.

Dentro dos últimos dois anos, vários incidentes de natureza profundamente perturbadora e altamente irregular tem ocorrido em Camp Hero/Estação da Força Aérea Montauk, uma instalação ostensivamente abandonada na ponta extremo sul de Long Island e perto do histórico farol do Ponto Montauk. Esta área é atualmente administrada pelo sistema de parques do Estado de New York e é de fato um designado parque estadual, ao menos no papel. Dois destes incidentes envolveram mulheres, uma das quais estava acompanhada por seus filhos, sendo interpeladas, perseguidas e ameaçadas com armas por pessoal militar ou do governo, não identificado, enquanto estavam nas vizinhanças. Disseram a elas que elas violaram áreas restritas e top secretas e estavam sujeitas a serem presas; contudo nenhuma prisão foi feita. Um tal incidente envolvendo armas aconteceu dentro do ano passado [1996] quando uma jovem mulher estava andando no chamado parque estadual. Um evento similar mas sem armas automáticas aconteceu em meados de 1995 quando uma família que passeava encontrou um agente de segurança, também não identificado, que abusivaente perseguiu a família e a ameaçou de prisão pela mesma alegada violação; novamente, não foram feitas prisões. Em abril de 1966, em um esforço para se manterem atualizados sobre o status da área, esta família novamente entrou na porção restrita do Parque Estadual de Camp Hero, e mais um vez foi abordada por um guada não uniformizado que os advertiu que eles estavam invadindo uma área fora dos limites de acesso ao público e que deveriam sair imediatamente. Isto se seguiu em um número inexplicavelmente grande de eventos similares em anos recentes. Existe testemunho muito bem consubstanciado – pelo menos remontando a 25 anos atrás -, de atividades bizarras, inconstitucionais e horríveis secretamente realizadas pelo governo sombrio e agências militares neste local.

Além das conhecidas bases militares [da marinha americana] de Camp Hero e a Estação da Força Aérea de Montauk, os planos e registros do Corpo de Engenheiros do Exército americano estabelecem uma prova conclusiva da existência de ao menos quatro níveis de intalações subterrâneas sob Camp Hero, e segundo fontes informadas, mais de três níveis adicionais tem sido acrescentados na década de 1990. Montauk é geologicamente distinta do resto de Long Island e está no topo de uma montanha submersa pelo mar, assim há muito leito rochoso onde descer. Camp Hero foi uma instalação do exército americano criada antes da Segunda Guerra Mundial e a Base da Força Aérea de Montauk foi criada dentro de seu perímetro na medida em que o exército se retirou do local na década de 1950. A Base da Força Aérea esteve oficialmente ativa somente até 1989, e os registros federais não mostram qualquer fonte legítima de custeio existente após este tempo para manter ativo a base e seu sistema de radar SAGE que tinha se tornado obsoleto, ainda que documentos recuperados da Força Aérea e inúmeras testemunhas verifiquem sem sombra de dúvida que a Estação da Força Aérea estava ainda ativa muito depois de então.

Recentemente tem emergido muita evidência que indica que a base e as instalações subterrâneas estavam e ainda são usadas para uma quantidade tremenda de pesquisa classificada top secreta e experimentação (muito disto cai sob o patrocínio do apelidado Projeto Phenix] em física quântica e de partículas [simulação de buracos negros], campos elétricos superpoderosos, controle do clima, psicotrônica [interface mente e máquina], genética, e controle mental baseado em drogas e eletrônica. A preponderância desta evidência fortemente sugere que um grande quantidade destas atividades tem sido deliberadamente malevolente tanto para os fins desejados e quanto os meios, e tem utilizado sujeitos não voluntários e até mesmo indefesos – incluindo as vezes, jovens raptados das comunidades adjacentes. Certos experimentos na dobra controlada de nosso espaço-tempo contínuo tiveram tais efeitos devastadores e consequências potenciais surpreendentemente inconcebíveis que vários internos do projeto conspiraram para sabotar os procedimentos em agosto de 1983, forçando o abandono total, mas que acabou sendo temporário.

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Sem Piqueniques no Parque Estadual de Camp Hero

É uma questão de registro público que o governo federal entregou a propriedade de Camp Hero/Estação da Força Aérea de Montauk para o Estado de New York, para uso da terra como um parque público em 1984, ainda que segundo os termos do acordo registrados nos escritórios do Condado de Suffolk em Riverhead, N.Y., o governo federal retenha todos os direitos a toda propriedade sob a superfície da terra – somente a superfície foi realmente doada ao Estado de New York. O acordo também determina que o governo federal pode reclamar a superfície da terra por razões de segurança nacional, se necessário.

13 anos depois desta transferência, ao menos 2/3 do chamado parque permanece fora dos limites permitidos ao público! Isto mesmo é uma violação ao regulamento dos parques estaduais de New York, e a restrição é feita cumprir severamente por uma variedade de autoridades, que algumas vezes apontam armas. Técnicos eletrônicos tem monitorado e registrado radio frequências extremamente não usuais e não ortodoxas e outras transmissões eletromagnéticas que se emanam diretamente desta supostamente abandonada e restrita propriedade atualmente, o que indica atividades muito semelhantes aquelas que são alegadas ocorrerem lá. Novas linhas telefônicas e linhas de energia de alta alta capacidade com um gigawatt metro tem sido instaladas nesta alegada área abandonada e fora de limites bem recentemente, e as testemunhas observaram uma unidade de radar de partícula de raio altamente avançada da Cardion Corp. por um período de ao menos quatro meses em 1994. Investigadores receberam várias explicações para a razão disto de funcionários da Cardion (Siemens), e uma testemunha ouviu de um guarda de segurança que a unidade tinha estado funcionando mal no subterrâneo e assim foi trazida para a superfície para testes, e eu pessoalmente vi e ouvi com meus próprios olhos e ouvidos estas bizarras e complexas transmissões de sinais EM/RF monitoradas e rastreadas por receptores que localizam a direção e outros equipamentos.

O metro elétrico com capacidade de gigawatt está em uma estrutura afirmada ser um prédio de manutenção de equipamentos pelo funcionários do parque estadual: um dos poucos prédios funcionais dentro da área restrita. Gigawatts de energia elétrica é uma quantidade tremenda de energia – bastante para suprir uma grande cidade, mas onde está esta cidade em Montauk Point? Aparentemente, no subterrâneo. Investigadores das atividades clandestinas avaliam que se gigawatts de eletricidade fossem descarregados (utilizados) dentro de um único prédio, ele seria demolido completamente pelo fogo em tempo record. Eles apontam para a existência de uma linha de energia e gigawatt metro como evidênia clara de operações secretas, ilícitas, inconstitucionais na Estação da Força Aérea. Em junho de 1996 esta avaliação foi confirmada como fato por um homem de serviço da LILCO, a companhhia de energia elétrica para a área de Montauk (e virtualmente toda Long Island). Um leitor de linha e metro para a vizinhança de Camp Hero, afirmou que ele e seus supervisores estavam cientes que uma quantidade tremenda de eletricidade é utilizada por esta linha de energia e registrada pelo metro. Ele também notou que também não é possível em absoluto que seja para a manutenção de um único edifício de manutenção que use tanta energia para operações de equipamentos ou outras atividades legítimas concebíveis de parques estaduais.

Fato Estranho da Ciência

A pesquisa e a experimentação alegada haver ocorrido na instalação subterrânea debaixo de Camp Hero, que inclui manipulações de tempo e interdimensionais e viagem, podem sem dúvida atingir certos leitores como ficção científica; contudo, um exame cuidadoso dos mais recentes conceitos e desenvolvimentos na física quântica mostra um apoio disseminado às teorias que fornecem esta possibilidade , até mesmo similaridade, do desenvolvimento de métodos para realizar viagem no tempo e em outras dimensões. Por exemplo, em março de 1994, “Scientific American” publicou um trabalho científico de David Deutsch e Michael Lockwood que concluiram claramente que nada nas atualmente conhecidas leis da Física, proibe tais excursões. De fato, o peso da prova é agora sobre os duvidosos do tempo e da viagem dimensional que dizem que isto é impossível. Várias grandes mentes na Física contemporânea – incluindo mas não se limitando a Nick Herbert, Kip Thorne, Frank Tipler, Fred Allen Wolf, Michio Kaku, Steven Hawking, e Paul Halpern — postulam que a viagem no tempo pode de fato ser alcançada. Pode ser dito conclusivamente, provado além da dúvida dentro da estrutura da ciência contemporânea, que existem dimensões paralelas – realidades prováveis, aparentemente infinita em número, e nosso familiar espaço tempo continuum em 3D é apenas uma manifestação.

Fundamentalmente, é a nossa consciência que de algum modo literalmente traz a existência a dimensão ou ralidade que vivenciamos, manifestando-a do que são para nós reinos de potenciais infinitos. Isto foi demonstrado em uma fórmula matemática conhecida como Prova de Von Neumann, desenvolvida pelo físico húngaro Janus Eric Von Neumann e publicada na década de 1930 em seu livro “Fundamentos Matemáticos da Física Quântica”, conhecida até hoje como a “bíblia” entre os físicos quânticos. Outros desenvolvimentos tem demonstrado que o tempo como é geralmente concebido, uma progressão linear do passado para o presente e deste para o futuro, em última instância não existe. Experimentos realizados na Universidade de Columbia na década de 1970 provaram que uma decisão tomada por um pesquisador/observador que determina se um fóton tem ou não viajado como uma onda ou uma partícula (causando ou não causando interferência de onda], e o que é feito depois que o fóton é emitido dentro de um aparelho multi espelhado (o que retarda consideravelmente sua viagem), também determinará o estado do fóton ao tempo em que ele é emitido – mostrando que o presente afeta o passado e então o futuro pode afetar o presente. Portanto, todo tempo é realmente simultâneo; o que chamamos de passado e futuro existem agora. O passado não foi embora e o futuro não está por vir. Então onde eles estão? Em uma outra dimensão. Alterações similares aos conceitos tradicionais sobre espaço, em particular vastas distâncias, devem suceder de tais fatos cientificamente aceitos.

Um outro campo de pesquisa usada intensamente em projetos top secretos envolvendo tecnologias ultra avançadas é aquele de Nikola Tesla, um verdadeiro gênio científico e verdadeiro pai de nosso sistema elétrico atual de corrente alternada, que já na virada do século anterior relatadamente desenvolveu tais tecnologias como raio de partícula e aparelhos anti-gravidade, transmissão de energia sem fio, psicotrônica e energia “livre”, para nomear uns poucos. Grande parte de seu trabalho permanece apenas obscuramente compreendido por muitos cientistas até mesmo hoje. Tesla e suas invenções figuraram proeminentemente no lendário “Philadelphia Experiment” que foi de fato parte da pesquisa do Projeto Phoenix.

Deve ser ressaltado por estes revisionistas que descontam a realidade do “Philadelphia Experiment” e também aqueles cujas mentes se assombram com a contemplação de tais assuntos, que há uma ampla evidência em se falando apenas de registro público (jornais, revistas, periódicos, etc.), mostrando que nas décadas de 1930 e início da de 1940 a Inteligência Naval e outras agências estiveram de fato completamente devotadas na pesquisa da tecnologia de ocultação ao radar com os principais físicos da época, incluindo John Hutchenson, Emil Kurtenhour, Albert Einstein, Von Neumann e Tesla. Embora não seja discutido então ou agora, a literal invisibilidade à visão foi também um assunto de consideravel interesse neste trabalho. Os locais desta pesquisa foram primeiramente a Universidade de Chicago e então mais tarde o Instituto Para Assuntos Avançados, uma organização de fachada para grupos conectados ao conclave de “um governo mundial” – o Conselho de Rhodes.

É certamente digno de nota que Tesla, que mantinha instalações de pesquisa em Shoreham, Long Island, falou de seus contactos com e inspiração de fontes extraterrestres.

Isto nos leva ao que talvez seja a avaliação mais incrível a respeito de tais comportamentos super secretos como o Projeto Phoenix, incluindo o Philadelphia Experiment e mais tarde, as atividades de Montauk – o envolvimento do governo secreto e agências internacionais com várias espécies alienígenas em inúmeros destes empreendimentos, até mesmo a anteriormente bem documentada queda de UFO em Roswell, New Mexico em julho de 1947. Não obstante, nenhuma pessoa racional e inteligente pode continuar a ignorar a existência de naves aeroespaciais excepcionalmente avançadas, aparentemente de origem não terrestre em sua maior parte, bem como a grande quantidade de testemunho de milhares de pessoas normais e sadias de contactos em algum grau com frequentes seres humanóides embora não terrenos operando tais naves; ignorar tais fatos é estar em negativa. Certamente uma tal condição de negativa da parte de tantos tem sido deliberada e unilateralmente instigada pelos governos, em particular pelos serviços de inteligência por inúmeras razões. A razão mais frequentemente citada e aceitável é a afirmação da grande preocupação sobre o efeito das notícias da existência de seres extraterrestres (e suas associadas tecnologias avançadas e habilidades) possa ter sobre os fundamentos sociais, políticos e econômicos da civilização humana. Tradução: aqueles no controle tem medo que eles possam não se manter assim. Uma razão mais compelente seria esconder o fato de que muitas das agências supra mencionadas tem aderido a atividades colaboradoras e a tratados com grupos de alguns destes seres extraterrestres. Uma percentagem da tecnologia usada no Projeto Phoenix e também na aeronave Stealth é dito ser derivado de fontes alienígenas e acusações tem sido feitas por pessoas como John Lear, filho do inventor do Lear Jet e mantenedor dos maiores records da aviação [que voou muitas missões para a CIA e saberia], que em troca desta tecnologia o governo deu a certos alienígenas permissão para abduzirem e realizarem experiências em cidadãos. Embora a ocorrência de abduções seja inegável por agora, uma quantidade surpreendente de evidência mostra que de fato pessoas muito humanas associadas a certas agências mlitares ou governamentais são responsáveis por muito – se não pela maioria -, do chamado fenômeno da abdução. fPreston Nichols diz que a inforação dele indica que 2/3 das ‘abduções alienígenas” realmente são realizadas pelas agências do governo – sem nenhum envolvimento alienígena.]

A totalidade da evidência nesta conjuntura indica que ao menos umas poucas raças extraterrestres estão presentemente se movendo em grande velocidade ao redor dos arredores gerais da Terra. O presidente de Buena Vista (Disney), Michael Eisner aparece pessoalmente em um vídeo promocional de 1996 da Disney para uma exibição completamente reprojetada e interativa de “Tomorrowland” apresentando cenários extraterestres e de abdução, durante a qual ele acusa direta e claramente o governo americano de enganar e mentir para o público a respeito da existência de extraterrestres e sua presença aqui, por muitos anos. Sua delaração continua com uma chamada para que as pessoas aceitem a verdade inevitável e aprendam a lidar com isto, sem ajuda ou orientação de qualquer fonte oficial ou governamental que possa ser esperada. (Algo novo aqui?)

Whitley Strieber, o autor de best sellers dos livros de não ficção “Communion” e “Breakthrough” reforçou esta opinião enquanto falava no programa de rádio Dreamland de Art Bell – que alienígenas de qualquer espécie que estejam conectados com as agências secretas militares ou governamentais, geralmente são más notícias e aqueles que não estão assim conectados podem ser OK, ou ao menos, gozarem do benefício da dúvida.

A Caixa de Pandora

Algumas das informações mais surpreendentes agora disponíveis a respeito de uma tal pesquisa classificada e experimentação em física ultra avançada, e tecnologias resultantes,e os usos das quais foram colocadas, podem ser encontradas em livros de Preston Nichols e Peter Moon, que fornecem profundos detalhes das atividades recentes do Projeto Phoenix. Seguindo o “Philadelphia Experiment” em 1943, uma tentativa inicial de tornar invisível [invisibilidade ao radar] e segundo algumas fontes também de invisibilidade literal, que pela maioria responde haver terminado em um fracaso incontrolável e de pesadelo, tal que a pesquisa interdimensional foi posta a espera enquanto era desenvolvida a bomba atômica e até que fosse vencida a Segunda Guerra Mundial, certamente contra o Japão. [a respeito da guerra contra a Alemanha nazista, contudo, a consequência não foi tão completa e decisiva como os livros de história podem nos ter feito acreditar – certamente nenhuma bomba atômica foi lançada – e devemos procurar mais sobre isto posteriormente). No final da década de 1940, entendendo que as linhas de pesquisa do Projeto Phoenix, se apropriadamente canalizadas, controladas e desenvolvidas, tinham possibilidades surpreendentes e inimagináveis, as agências clandestinas do governo reabriram a caixa de Pandora.

Os piores problemas encontrados durante o “Philadelphia Experiment” foram os efeitos extraordinariamente dstrutivos e bizarros sobre os seres humanos que estavam a bordo do navio militar que foi usado no experimento. Alegadamente, navio e tripulação desapareceram da vista por algum tempo; danos psicológicos devastadores bem como horríveis resultados físicos que atingiram os marinheiros que foram anexados ao metal do navio quando ele reapareceu [rematerializou] foram relatadamente alguns destes efeitos. Janus Von Neumann, que era o diretor do “Philadelphia Experiment”, (depois que Tesla havia saido desgostoso por sua preocupação sobre os efeitos sobre as pessoas) foi chamado para descobrir mais a respeito de como os seres humanos eram impactados ao entrarem em outras dimensões de tempo-espaço e para desenolver tecnologia que pudesse permitir que pessoas fizessem isto sem danos severos. Von Neumann, que diferentemente de Tesla tinha pouco costume com a metaísica ou a parapsicologia, logo se descobriu incapaz de chegar a termos com os aspectos psíquicos e espirituais dos seres humanos além dos níveis material e físico. É suficiente dizer que alguns elementos de uma pessoa, frequentemente chamados de espírito ou alma, devem permanecer em sintonia com seu original fechamento no tempo-espaço, que começa ao tempo da concepção física [incarnação] enquanto se transfere ou retorna de outras dimensões, se tais resultados destrutivos em ampla escala devam ser evitados. Von Neumann, exercendo mais uma vez suas prodigiosas capacidades mentais, chegou ao primeiro computador mundial, que tinha a capacidade de calcular certos fatores de referência de tempo e espaço com absoluta precisão – uma necessidade para o que era para ser realizado; além disso, equipamento psicotrônico foi criado que podia receber, reconfigurar e transmitir frequências do tipo de rádio gerada por pensamentos da mente humana [frequências que existem e podem ser captadas pelo que geralmente é chamado “física” [não, elas não são todas falsas); e por extensão, aparelhos que podiam externa e artificialmente alterar ou “controlar” as mentes das pessoas.

Entre os objetivos iniciais do Projeto Phoenix tem sido (e ainda são! [veja informação sobre o Projeto HAARP posteriormente]) obter capacidades de controle climático. Agências secretas do governo dos EUA e grupos associados receberam um grande impulso nesta área, e no desenvolvimento das tecnologias psicotrônicas em geral, da pesquisa e do trabalho de Wilhelm Reich, um verdadeiro gênio em vários campos: científico, médico, psicológico e metafísico. Reich demonstrou por extensa experimentação que uma forma de eneria de radio-frequência que ele chamou de “orgonio” era responsavél por estados psicológicos mentais bem como por coisas como condições climáticas. A respeito das condições climáticas, Reich doou sua tecnologia de “quebra de nuvem” para o governo americano sem compensação financeira, já que ele próprio estava buscando outras implicações de suas descobertas. (Parcialmente devido a pressão da Associação Americana de Medicina [A.M.A.], Reich foi sem misericórdia caçado e perseguido por agentes federais e seu laboratório foi destruído; ele foi aprisionado, entre outras acusações, por praticar medicina sem licença.) A tecnologia de controle climático de Reich foi utilizada e posteriormente desenvolvida pelo governo, e integrada a outros aspectos do projeto Phoenix.

Alguns pesquisadores,incluindo Preston Nichols, avaliam que as tecnologias do Projeto Phoenix foram desenvolvidas e aperfeiçoadas em seu mais alto grau, e em sua maior parte em Long Island no Laboratório Nacional Brookhaven e outras instalações. Grande parte disto foi legitimamente custeada até a década de 1960, quando o Congresso, ao ser informado pelos Laboratórios Brookhaven, Siemens/ITT, A.I.L. e outros contratados do estado avançado de desenvolvimento e da grande eficácia dos aspectos de controle mental e da psicotrônica, prudentemente decidiu terminar tal pesquisa de uma vez, para o bem de ao menos esta tecnologia cair em mãos erradas e ser usadda de modo inaceitável. Isto pode ter sido uma das poucas recentes ações congressionais apresentando alguma determinação real, mas infelizmente, a tecnologia já havia caído nas mãos erradas. Consternados pela ação do Congresso, os diretores do projeto abordaram certos membros da inteligência e das hierarquias militares em segredo e inconstitucionalmente conspiraram para continuar a experimentação, novamente em segredo, na recentemente fechada Estação da Força Aérea de Montauk. Janus Von Neumann foi mais uma vez o diretor científico já que as avenidas de pesquisa do Projeto Phoenix eram levadas a extraordinariamente novas alturas. Isto, o chamado Projeto Montauk, especificamente lidava em sua maior parte com psicotrônica e áreas interdimensionais de experimentação. Experimentos de controle mental eletromagnético usando transmissões de radio frequência altamente energizadas eram realizadas continuamente sobre homens de serviço visitantes e mulheres “convidadas” para a base para R&R; sobre a população grandemente nas comunidades vizinhas; e mais incrivelmente, em inúmeras crianças abduzidas [raptadas]. Sobretudo, pelo final da década de 1970, foi ralizada experimentação muito avançada na “dobradura” controlada de espaço-tempo, usando algumas idéias e invenções de Tesla [ morto a muito tempo], Von Neumann e outros. Correntes elétricas tremendamendamente poderosas fluindo em configurações específicas geravam campos eletromagnéticos que criavam em efeito um funcional “objeto de viagem espacial”. Para mais uma vez simplificar, a física era novamente utilizada para visualizar e estabilizar a “destinação alvo” em uma diferente dimensão espaço-tempo na qual o vortex seria então focalizado. O cilindro de viagem espacial, um conceito formulado pelo físico supramencionado Frank Tipler, é atualmente um dos modelos teóricos mais amplamente aceitos na física quantum de como criar um “buraco negro” artificial e controlável, e asim alcançar a mudança espaço-tempo e dimensional e até mesmo a habilidade de efetuar alterações e manipulação de nosso espaço-tempo continuum.

Há indicações definidas e testemunho que as instalações militares em Montauk Point foram o local da pesquisa psicológica e de controle mental até mesmo antes de 1969; segundo os pesquisadores de Camp Hero, tem sido sabido que uma base “psíquica” tem até mesmo existido desde sua origem não muito depois que o governo federal adquiriu a terra em 1910 por meio de uma flagrante burla, fraude e engano praticada contra seus legítimos proprietários – a tribo indígena Montauk. Evidência substancial de inúmeras fontes mostra que as agências de inteligência do nosso governo são responsáveis por um surpreendemente sortimento de experimentos de controle mental e projetos, ao menos a cinquenta anos. O Napa (Califórnia) Sentinel publicou uma longa série em 1991 que forneceu uma visão geral muito compreensível do “estado de arte” geral das atividades em controle mental nos EUA; o Washington Post tem apresentado uma boa cobertura sobre os diabólicos abusos da CIA e do NSA neste campo. As audiências do Comitê Church do Senado durante a década de 1970 sobre as práticas da CIA, NSA e similares em tais assuntos, realmente só arranharam a superfície de um aspecto sórdido, brutal e pouco conhecido dos registros dos serviços de inteligência dos EUA neste tipo de experimentação – quase sempre envolvendo completo abuso abjeto e desrespeito aos direitos humanos, civis e constitucionais. Em 1994 o Comitê do Senado de Assuntos dos Veteranos [presidido por John D. Rockefeller] realizou audiências sobre as práticas de grupos militares e de inteligência a respeito da utilização de sujeitos involuntários em uma parte substancial da chamada pesquisa realizada em campos tais como a testagem dos efeitos das armas químicas e biológicas e os usos de drogas e as configuradas transmissões eletromagnéticas e de radio frequência no controle mental [e corporal].

Em Montauk, para simplificar consideravelmente, a agenda básica de “pesquisa” era como se segue. Psíquicos extremamente dotados e rigorosamente treinados eram atraídos por meio do equipamento psicotrônico para computadores que convertiam as formas de ondas de seus pensamentos em código digital de computador, e também reestabeleciam formas de ondas a transmissores excepcionalmente altamente energizados eletromagneticamente ou por radiofrequência que transmitiam pensamento, sinais alteradores da consciência e da mente. Segundo narrativas, certos experimentos alcançaram a materialização, em níveis variados de estabilidade e solidez, de objetos visualizados pelos psiquícos cujos pensamentos eram irradiados, bem como efeitos de teleportação. [o website da IBM em maio de 1997 apresentou uma sinopse da pesquisa dela e pretendido desenvolvimento da tecnologia da teleportação]

Parte disso soa muito excitante, surpreendente e até mesmo maravilhoso, e certamente de alguns modos provavelmente o seja. Contudo, em grande extensão, tais atividades foram e são feitas absolutamente sem qualquer consideração com os efeitos que as pessoas experimentem; sobretudo, este trabalho é feito com a plena intenção de usar as capacidades e o conhecimento obtidos para mais inteligentemente e completamente subjugar a humanidade com um controle cada vez mais poderoso e invasivo de nossa consciência; de fato, e literalmente se lembrarmos da Prova de Von Neumann, “a engenharia da realidade”. Segundo Nichols, um engenheiro radio-eletrônico inquestionavelmente brilhante que trabalhou frequentemente no Projeto Montauk em um estado mental alterado enquando simultaneamente trabalhava no Laboratório Nacional Brookhaven (tal consciência alternativa pode ser obtida com variações das tecnologias psicotrônicas) – e também segundo outros participantes em primeira mão em certos destes experimentos – alguns dos mais jovens abduzidos e tão viciosamente abusados nestas atividades morreram como resultado e foram enterrados em massa no sitio! A tragédia humana atestada aqui começa a rivalizar as indeléveis atrocidades dos massacres de Pol-Pot ou Auschwitz e Bergen-Belsen em seu horror e brutalidade. O fato de que isto tenha sido feito a crianças americanas e em solo americano por agências ligadas, contudo tenuamente, a nosso governo é virtualmente inimaginável; ainda que temos descoberto, muitas das avaliações feitas pelos investigadores de Phoenix/ Montauk tenham sido examinadas e verficadas.

Como mencionado, o Projeto Montauk ruiu e foi queimado em agosto de 1983, sabotado certamente de dentro por alguns participantes chave que não podiam mais tolerar o que estava acontecendo. Um túnel do tempo exatamente ligado ao “Philadelphia Experiment” exatamente quarenta anos antes [12 de agosto de 1943] foi alegadamente alcançado então – aparentemente uma tentativa de projetar operadores para repararem ou desfazerem os danos que eles sentiam terem sido feitos ao espaço-tempo continuum durante o experimento de 1943; entretanto, o projeto terminou temporariamente, como descrito, com a superfície da propriedade sendo doada ao Estado de Nova Iorque.

Os paradoxos abundam

Até mesmo uma breve descrição deste local revelará maciças inconsistências e ofuscantes anomalias na atual administração da área dos Parques Estaduais de Nova Iorque: uma série de investigações da instalação de aproximadamente 400 acres mostra que sua designação e administração é muito irregular e suspeita. Embora seja supostamente uma instalação abandonada, tóxica e perigosa, fora dos limites do público até que seja limpa, virtualmente nenhuma limpeza tem sido realizada depois de 13 anos. A entrada de veículos tem um portão de alta segurança e é cercado com cadeados de combinação e está pesadamente cheio de avisos postados de “entrada restrita” e “não ultrapasse”, ainda que a cerca e os avisos que delineiem e identifiquem a área restrita sejam pontilhados ou não existentes ao longo de milhares de pés da fronteira [ironicamente, especialmente nas áreas residenciais]. Ao mesmo tempo, inúmeras autoridades patrulham a base continuamente, mas de uma forma como se estivessem “fora de serviço”. Eles geralmente não usam emblemas que os identifiquem ou uniformes e assim é algo não oficial – não necessário de se identificarem ou a fonte de sua autoridade; avisos para se manter fora da área e ameaças de prisão [e mais] são enviadas “não oficialmente” mas com muita força. A Polícia Estadual de Nova Iorque, a Polícia Estadual de Parques e a Polícia Municipal de East Hampton também patrulham a área e cumprem a restrição “fora dos limites”. Parece óbvio que o perímetro desta área restrita é tão desigualmente e irregularmente identificado e patrulhado para evitar chamar uma atenção indevida a este local.

Funcionários dos Parques Estaduais de Nova Iorque, incluindo o supervisor do parque George Larsen, são extremamente evasivos e enganosos quando questionados sobre o status real da área, bem como sobre a administração dela. Quintais nas vizinhanças diretamente adjacentes da Estação da Força Aérea de Montauk tem caminhos que levam diretamente a supostas áreas restritas, ou propriedade perigosa, do qual existe evidência filmada em videotape. Também, a uma maior exceção ao cumprimento legal da restrição da área fora de imite, e considerando as acusações feitas a respeito de algumas atividades aqui, é uma exceção mais que sinistra. Crianças e adolescentes tem sido localizados muito frequentemente dentro do perímetro e não são retirados ou até mesmo abordados quando observados pelo pessoal da segurança. Evidência filmada existe disso, e também de crianças dirigindo bicicletas e subindo nas estruturas da chamas área restrita, tóxica e perigosa, que aparentemente não está fora dos limites para eles.A Guarda Nacional e outras unidades militares realizam o que parece ser legítimos exercícios de treinamento na propriedade. Estas pessoas estão sendo submetidas a tal ambiente inseguro, tóxico e perigoso? Não parece ser provável, mas se assim for, aqui temos um outro fato escandaloso, bizarro e desperador para acrescentar a longa lista de tal relato ocorrer regularmente neste local. Bem como há uma quantidade substancial de testemunho de residentes das redondezas que descrevem o que parece ser uma atividade noturna, em andamento, não legítima, envolvendo pessoal militar/do governo não identificado na base.

Informação de Apoio

Certos incidentes tem vindo a luz durante os últimos poucos anos que dão apoio posterior a algumas das alegações sobre as atividades do Projeto Montauk. Ramos da CIA, NSA e outras agências tem reconhecido que realizaram inúmeras e extensas experimentações em controle mental em algumas locações nas décadas de 1960 e 1970, inclusive a infame pesquisa feita no Instituto Memorial Allen e na Universidade McGill em Montreal, Canadá. Dr. Euen Cameron era o chefe mestre de cerimônias lá, em um outro cenário estranhamente reminiscente da Alemanha nazista no que havia de pior – e não sem razão, como descobriremos.

Para os não esclarecidos, há quantidade substancial de informação e evidência sobre literalmente incontáveis projetos e subprojetos realizados pelas agências federais de inteligência de pesquisa e experimentação em todas as formas concebíveis de controle mental – usando tudo desde o contrle encoberto da informação básica disponivel a sociedade como um todo de fontes fundamentais como livros, revistas, TV, rádio, jornais etc., até drogas e eletromagnetismo e um culto altamente estruturado como “sistema de crença” em grupos de controle. ( Jonestown, o massacre da Guiana [aproximadamente 700 das mais de 900 vítimas foram de homicídio, não de suicídio) em 1979, como exemplo principal do projeto de controle mental mais drogas empregadas em um culto da CIA que perdeu o controle – o que talvez tenha sido a idéia! – um fato estudiosamente evitado na maior parte da cobertura da media da tragédia.) Usando sinais de radio frequência ou eletromagnéticos [e drogas] tecnologias funcionais tem sido desenvolvidas que podem: manipular os estados psicológicos básicos; interferir com o funcionamento mental coerente e com os reflexos motores; controlar o sistema nervoso autônomo; transmitir palavras audíveis diretamente ao cérebro vio microondas pulsadas; criar [psicotrônica] links mente-computador [utilizado pela Força Aérea com pilotos combatentes e computadores de vôo e demonstrado na TV]; interface diretamente com os processos de pensamento conscientes e o subconscientes; plantar mensagens subliminares – especialmente quando os alvos estão em sono REM… tudo isto em adição a outras atividades e capacidades anteriormente ressaltadas.

De particular interesse são as filas de computadores de nanotecnologia extremamente avançada da NSA que, usando links com satélites, podem localizar, catalogar, rastrear e escanear literalmente qualquer um nos EUA, ao ler [e registrar ou correlacionar/combinar] a única assinatura bio-eletromagnética possuida por qualquer um e por todos seres vivos, e pelo monitoramento de estado mental, físico e emocional através de sutis leituras evocadas de eletroencefalogramas captados por um escaneamente extremamente sensível. Os indivíduos alvos podem então ser “interfaceados” por meio da tecnologias de eletromagnetismo/radio frequência ressaltadas. A lista não termina, e este relato é apenas relativo aos aspectos de controle mental de Montauk, então devemos continuar. Indico aos leitores as bibliotecas públicas para alguma informação posterior sobre os projetos de controle mental do governo.

Os pesquisadores do Projeto Montauk avaliam que os mais jovens abduzidos para uso nos experimentos, primeiramente tinham demolido completamente seus espíritos, psiques, personalidades, senso de ego, e integridade mental por meio de um abuso psicossexual severo, intensivamente cuidadoso e orquestrado até que estivessem apropriados para serem “reunidos” “reprogramados” via supercomputadores usando a psicotrônica, realidade virtual eletromagnética e de rádio frequência e tecnologias “tecno-psíquicas” para o desejado perfil psicológico, realizado como necessário; para uso em experimentação interdimensional, como cobaias no infindável trabalho de controle mental e psicotrônica, como agentes adormecidos que podem ser ativados por uma variedade de meios – inclusive pelo uso de receptores implantados, e como “um exército secreto” que pode ser convocado pelo governo secreto em tempos de crises severas e não usuais; se eles de fato sobrevivessem a experiência difícil. Isto é a maior confirmação que este seja realmente um método estabelecido e usado frequentemente [em outros projetos de controle mental documentados] de serviços de inteligência para criar agentes controlados mentalmente, frequentemente totalmente involuntários a serem usados em espionagem, assassinatos e similares. Falsas instalações de cuidados infantis e grupos falsos “quase religiosos” tem sido fortemente implicados como métodos utilizados por agências de inteligência com a CIA para obter acesso aos apropriados mais jovens em situações que exigem parâmetros de controle.

Em 1978, virtualmente o inteiro Estado do Oregon foi submetido a transmissões eletromagnéticas verdadeiramente não comuns que tinham efeitos destabilizantes e negativos no humor e estado mental de uma grande percentagem da população. Isto foi monitorado e rigorosamente relatado por inúmeros grupos tais como a polícia, bombeiros, serviços de emergência,estações de rádio e TV etc. A situação naquele tempo recebeu ampla cobertura da imprensa e os sinais foram eventualmente rastreados a um transmissor da marinha dos EUA na Califórnia!

A respeito destas habilidades “psíquicas” das agencia do governo, o San Francisco Examiner no domingo, 24 de dezembro de 1995, apresentou a primeira parte de um artigo sobre um programa da CIA no Instituto de Pesquisa Stanford e outras instalações que treinaram e desenvolveram habilidades psíquicas no programa de forma que eles pudessem serem usados como “espiões psíquicos’. Chamado Stargate, o programa floresceu na década de 1980 e foi especialmene bem sucedido em tais atividades como “visão remota” e outros fenômenos associados a percepção extrassensorial. Outros experimentos incluiram psicocinese [movimentar objetos com a força do pensamento], onde processos aleatórios eram influenciados pela mente, e também controle mental por interferência psíquica. Sentir onde um alvo estava e o que estava fazendo eram outras habilidades pesquisadas neste programa. Uma grande quantidade de informação sobre visão remota e outras operações psíquicas diretamente controladas, frequentemente realizadas por pessoal militar ou de inteligência, tem se tornado públicas aproximadmente no ano passado.

A publicação de agosto de 1995 de Popular Science trouxe uma peça que forneceu muita informação sobre um recente projeto do governo chamado HAARP (Programa de Pesquisa Aural de Alta Frequência Ativa]; informação que novamente impulsiona certas avaliações feitas pelos investigadores de Montauk/ Phoenix . Além disso, das capacidades e funções esotéricas mas de certo modo mais mundanas tornadas públicas a respeito desta tecnologia, a inteira ionosfera da Terra pode ser configurada para realizar um receptor de frequência incrivelmente poderoso, de ultra amplo espectro, global ao radiar energia de raio em alta frequência na ionosfera.

O Projeto HAARP está sendo operado pela marinha e a força aérea, junto com o laboratório Phillips e adicionais participantes. A tecnologia de HAARP causa tremendas mudanças de energia em regiões específicas da ionosfera, permitindo que isto seja configurado como uma lente virtual, um espelho virtual, um transmissor, e outros meios. As metas publicadas de aparência inócua das atividades de HAARP são camufladas pela evidência produzida pelos autores do livro recente “Os Anjos Não Tocam Eta HARPA”. Segundo os documentos descobertos pelo Dr. Nick Begich e Jeann Manning no curso da pesquisa deles, alguns dos objetivos deste projeto, detalhados em documentos oficiais internos da força aérea, incluem, entre outros horrores, utilizar vários sinais eletromagnéticos (RF) para causar efeitos deletérios, injuriosos mental e fisicamente e até mesmo fisicamente letais sobre grupos alvo da população, não excluindo os chamados “inimigos domésticos”. Também diretamente indicado em certos documentos é o uso de transmissões para interagir com e “interrogar” as mentes de grupos alvos. Isto significa controle mental eletromagnético. Tais atividades podem ser implementadas em qualquer lugar na face da Terra. Outras aplicações potenciais para a tecnologia de HAARP incluem:

1. Aperfeiçoamento de ou interferência com as comunicações – bem desenvolvimento de novos tipos de transmissão de rádio.

2. Manipulação de padrões climáticos.

3. Armas relacionadas e usos de controle mental como supramencionado.

4. Tomografia penetrante da Terra – uma função como raio X que pode revelar, por exemplo, a existência de instalações subterrâneas [como Montauk!], bem como depósitos de petróleo e de minerais.

5. “Empurrar o envelope” em termos de bombear energia eletromagnética na ionosfera apenas para ver o que acontece.

Segundo a vasta maioria dos cientistas [independentes de qualquer afiliação governamental] entrevistados pelos autores, o potencial para um dano catastrófico e em bola de neve à ionosfera e de fato a inteira rede de vida inter-relacionada eletromagneticamente neste planeta como um resultado deste projeto em particular é extremo. Isto é uma atividade horripilante que tem inimagináveis riscos ambientais globais, bem como certos objetivos completamente inconstitucionais. Leia “Angels Don’t Play This HAARP” de Dr. Nicholas Begich e Jeann Manning para conhecer a história inteira.

A tecnologia de HAARP pode ser capaz de muitos ou todos os efeitos e procesos dos Projetos Phoenix/ Montauk, bem como modificação genética, “polícia cerebral” e outras funções similarmente assustadoras. Nick Begich e Jeann Manning tem relatado transmissões de 435 megahertz que tem sido monitoradas em associação a atividade de HAARP; sinais que Mr. Nichols tem determinado estejam diretamente no alcance da interface mental e tem sido usados extensamente no controle mental e a experimentação psicológica que tenho relatado. As implicações disto são incríveis e horripilantes, já que o potencial agora existe para implementar tais funções em uma base mundial.

Turtle Cove

Investigadores do Projeto Montauk afirmam que a localização de Montauk Point foi escolhida não por acaso, mas porque este é um “ponto de energia” muito importante na Terra, devido a fatores geomagnéticos de grande significado científico.

É de conhecimento comum e um fato aceitado em geofísica e ciências relacionadas que certas áreas da superfície da Terra são “pontos quentes” goemagnéticos onde ocorrem anomalias gravitacionais, magnéticas e eletromagnéticas, incluindo efeitos em certas atividades eletromagnéticaas e de radio frequência, e isto é um fato das razões pimárias citadas nos proponentes de HAARP para a situação da principal [como a conhecemos!] instalação HAARP em Gakona, Alasca.

Richard Hoagland, um ex cientista da NASA que reuniu uma equipe que tem feito grande parte de pesquisa intensiva no que parece ser uma face similar a da Esfinge, pirâmides e outras estruturas na superfície marciana, tem decifrado uma fórmula matemática codificada em ângulos e relacionamentos de estruturas que compõem o complexo marciano [conhecido como Cidonia] que ele chama de geometria tetraédrica ou física tetraédrica. Os elementos básicos da fórmula são [e eu simplifico consideravelmente], como uma esfera tal como um planeta é rotado em seu eixo, pontos específicos na esfera se tornam o foco ou portal para o processo de subida natural de energia que se origina em outras dimensões. A mais notável destas coincidências com onde os pontos do tetraedro incritos dentro da esfera se intersectam a superfície da esfera. Outros que os polos, estes pontos estariam a 19.5 graus de latitude norte e sul. Na Terra isto é as Ilhas Havaianas, em Júpiter é a Grande Mancha Vermelha, e assim por diante. Segundo a fórmula tetraédria outras locações também são pontos de “poder”, incluindo a própria Cidonia. Na Terra alguns pontos adicionais incluem Gizé [as famosas pirâmides] no Egito , Machu Pichu (na mesma longitude que Montauk) e Stonehenge.

Quando os colonizadores ingleses e europeus alcançaram as costas leste de Long Island nos anos de 1600, os índios Montauk e outras tribos estreitamente relacionadas viviam na região. Os Montauks são uma tribo Algonquina, reconhecida no fato que muitos Algonquins sejam a tribo primária ou liderante. Grante quantidade de indios nativo americanos, incluindo os Montauks e a minoria dos Algonquins, acreditam que Turtle Cove, imediatamente adjacente a e entre Montauk Point e Camp Hero, seja de fato uma maior ponto de “poder” – um “stargate” ou vortex interdimensional e fonte de nossa realidade ou criação. Os índios Montauk são considerados os guardiães deste ponto. (o mundo criado, como muitas tribos o conheciam, era a América do Norte,que foi chamada de Ilha da Tartaruga).

Um ponto importante é que os chefes dos Montauks tem mantido o nome de Faraó através da história deles, muito antes que qualquer pessoa branca tivesse chegado para partilhar tal nome com eles, e o nome Faraó agora aparece em algum outro lugar da Terra exceto o Egito. A evidência arqeológica indica que os índios Montauks habitavam esta região continuamente por ao menos 8.000 anos. Como Montauk é geologicamente distinto de Long Island e da América do Norte, pode ser teoricamente um remanescente da dos Atlantes do Egito e Montauk. Narrativas históricas de séculos anteriores atestam estruturas piramidais que existiram em ou perto de Turtle Cove, e vários anciãos da tribo se recordam de ouvir sobre elas: contudo elas foram relatadas serem uma formação linear – não circular que seria mais provável se elas fossem construções nativo americanas. Preston Nichols e Peter Moon teorizam no livro deles “Projeto Montauk”que as pirâmides de Montauk podem ter sido construídas por uma sociedade extraterrestre, e que os índios Montauk são um remanescente de uma civilização atlante muito antiga, como o foi o Egito Antigo. A pesquisa deles traz inúmeras conexões com Marte e também com as pirâmides e a face similar a Esfinge que são o foco do trabalho de Hoagland.

Este local, nos tempos antigos e atualmente, e as atividades que as agências secretas do governo [com seus extensos laços com fraternidades de tipo maçonico e senhores extraterrestres por trás delas – como escrito no livro “Deuses do Éden” de William Bramley) estão alegadamente realizando são vitalmente importantes para a raça humana e seu futuro na Terra.

Uma outra curiosidade é o nome “Camp Hero”. A palavra “hero” é derivada da palavra grega para o deus egipcio Horus, entre quais atributos estavam a habilidade de ver outras realidades bem como adiante e para trás no tempo. Embora este nome tenha sido dado a região relativamente recentemente pelo governo federal (leia: Theodore Roosevelt — um Mestre Maçom que possuia uma grande parte da terra tribal muito próxima a Turtle Cove) certamente se correlaciona perfeitamente com o que os índios Montauk e outras tribos acreditavam sobre este local. Como notado, Camp Hero foi conhecido por ser uma “base psíquica” desde sua iniciação como uma instalação militar do governo.

Parece que os membros de certas organizações ou agências ou sabiam que este era um ponto muito significativo na Terra ou logo descobriram isto, e durante centenas de anos sistemática e deliberadamente manipularam os índios Montauk para deixarem suas terras tribais e campos de enterros a leste do que agora é o pequeno vilarejo de Montauk. Thomas Jefferson fez um esforço substancial no iníio dos anos de 1800 para ir pessoalmente a Montauk e registrar o máximo possível da história de Montauk, linguagem e cultura. [embora a lingua dos indios Montauk agora tenham quase desaparecio completamente, há indicações substanciais que era de fato Vril, a assim chamada linguagem enoquiana de extrema antiguidade]. Obviamente Jefferson, um outro Mestre Maçom, considerou ser o material muito importante. Jefferson mais tarde afirmou haver perdido grande parte do material em um acidente de barco, mas isto parece estranho porque ele nunca voltou a Montauk para refazer o trabalho perdido se isto fosse tão mportante em primeiro lugar, e pudesse indicar que sua história não era verdadeira e que a informação estivesse escondida longe.

A Destruição Sistemática de Uma Tribo

As maquinações contra a tribo e as tentativas incansáveis de afastar os indios Montauk da terra de Montauk Point e vice versa culminaram em uma decisão judicial ultrajante e indenfensável em 1900 da côrte de Nova Iorque que declarou os índios Montauk estarem “extintos” até mesmo enquanto alguns se sentavam na sala da côrte; uma tática particular usada contra nenhuma outra tribo da América do Norte. Significativamente, a construção de instalações militares em Turtle Cove começaram quase que imediatamente depois desta decisão da côrte. De fato, centenas de Montauks ainda estão vivos hoje, e este é um fator definitivo na decisão do governo federal de devolver ao Estado de Nova Iorque a base da Estação da Força Aérea de Camp Hero/Montauk depois de seu suposto abandono das instalações de superfície. Há uma existente lei federal chamada de Ato do Não Intercurso que diz que a propriedade de qualquer terra uma vez habitada pelos índios americanos que seja ocupada e então abandonada pelo governo dos EUA, deve reverter aos seus habitantes originais; neste caso seriam os índios Montauk, exceto que eles estão covenientemente “extintos” por ordem judicial.Contudo uma ordem judicial do Estado de Nova Iorque não necessáriamente se aplica acima do governo federal. Obviamente o governo federal não quer que os índios tenham a propriedade que interferiria seriamente nas operações clandestinas lá. Se os Montauks pudesem, como estão tentando fazer, obter o pleno reconhecimento legal como uma tribo existente, o governo federal seria obrigado a se curvar aos termos do Ato do Não Intercurso e devolver a propriedade de Camp Hero a eles, a quem ela obviamente pertence – sem qualquer divertido negócio sobre reter os direitos às instalações subterrâneas.

Envolvimento do Secreto Governo Mundial

Segundo muitos daqueles que tem investigado os inúmeros projetos, programas e tais que tem sido discutidos neste artigo, existe algum tipo de supergoverno internacional mundial oculto por trás das cenas do grande estágio mundial, por assim dizer; puxando as cordas que tem um impacto substancial na consequência de muitos eventos mundiais – eventos frequentemente instigados e manipulados por estes mesmos grupos. Muito pouco, se algo, que pode ter qualquer efeito significativo sobre a raça humana socialmente, politicamenete, economicamente ou até mesmo espiritualmente apenas acontece a menos que este grupo oculto de controle pretenda que isto aconteça, ou permita. Um fenômeno como o do Terceiro Reich defintivamente cairia nesta categoria. Não apenas muitas pessoas proeminentes abertamente apoiaram Hitler e alguns dos objetivos declarados do movimento nazista antes da deflagração da Segunda Guerra Mundial na Europa, mas depois da guerra incontáveis milhares de membros de alto escalão do partido nazista, principais cientistas e agentes de inteligência vieram para os EUA e trabalharam para o governo americano, e não apenas nos campos aeroespaciais como geralmente é pensado. De fato, nossos serviços de inteligência receberam a maior infusão de todas, incorporando o maior número de ex agentes nazistas, muitos dos métodos e técnicas nazistas de inteligência bem como uma vasta quantidade de “pesquisa” e dados resultantes de um dos mais abomináveis projetos daquele tempo – os campos nazistas de morte. Muitas alegações e rumores continuam a persistir que inúmeros outros nazistas de alto escalão escaparam para vários países da América do Sul e novamente auxiliaram a inteligência americana e as agências militares onde eles continuam a fomentar eventos realizados para sua intenções inabaláveis políticas e filosóficas.

Acoplado ao fato de que não houve rendição completa e incondicional do Terceiro Reich, somente um acordo de cessar fogo, podemos admitir a possibilidade que há mais da história do que o que foi publicamente revelado – e talvez os nazistas não foram realmente derrotados mas foram em alguma extensão incorporados ao nosso governo, e atividades tais como os Projetos Phoenix e Montauk realmente tenham ido para o subterrâneo depois disto. Há inegáveis fortes implicações de um substancial elemento nazista/ariano em muitos destes comportamentos, que em alguma extensão podem talvez terem infiltrado nosso governo depois do fim da Segunda Guerra Mundial.

Obviamente “Top-Secret”

Uma conclusão que razoavelmente pode ser tirada desta riqueza de evidência que é irradiantemente óbvia; certos grupos clandestinos ou agências tem conduzido e continuam a realizar atividades extremamente sensíveis e classificadas como “top-secret” nas instalações sob a Estação da força áerea Camp Hero/Montauk com a cooperação tácita e as vezes, a assistência do sistema de parques estaduais de Nova Iorque bem como vários outros corpos governamentais.

Existem claras evidências sobre como exatamente as atividades tem sido e estão sendo realizadas no Projeto Phoenix/ Montauk (e outos tais), que agências são responsáveis, e quem mais provavelmente sejam as vítimas desta pesquisa que será difícil se apresentarem e tomarão uma investigação sustentável e intensa por pessoas dedicadas; certamente devemos esperar que as agências e grupos envolvidos sejam menos que sinceros e honestos a respeito de qualquer coisa relacionada. Contudo, incidentes de intimidação, ameaças e abusos de armas apontadas diretamente contra os nossos cidadãos, tais como aqueles descritos no início deste relato, são facilmente verificáveis: eles são um ultraje absoluto e inaceitável e fortemente indicam que algo muito asqueiroso e secreto ainda está acontecendo certamente nas instalações subterrâneas dos laboratórios de Montauk e indubitavelmente em outros lugares pelo mundo. Tais incidentes representam uma óbvia violação de todo contrato implícito e explícito entre qualquer governo legítimo e seu povo; o tempo está a muito vencido para a cidadania local e nacional dar uma olhada profunda e séria na real situação em tais locais e nas maiores ramificações, assistidas, espera-se por uma imprensa livre e legítima, preocupada e sensível as organizações locais. Devemos exigir uma auditoria pública completa destas atividades atrozes daqueles que forem descobertos responsáveis, além da restituição ás partes feridas de qualquer meio possivel.

Se agências secretas operando sem o conhecimento ou consentimento de qualquer autoridade constitucionalmente eleita pretendem ou continuam suas atividades clandestinas, ilegais, inconstitucionais neste local, ao menos as áreas devem ser clara e inequivocamente determinadas, cercadas, tendo avisos e patrulhadas como tal. Isto é o que está sendo feito fora do perímetro da Area 51 da Base da Força Aérea de Nellis em Nevada, onde em maio de 1996 a Força Aérea tomou 4.000 acres do Escritório de Gerencialmento de Terras (BLM) adjacentes a Area 51 e top-secret S4 em Nellis. Esta ação foi tomada para evitar que o público chegasse perto demais da pesquisa altamente classificada que envolve naves aeroespaciais terrestres [ou não] que apresentam características anti-gravidade, testemunhadas por muitos milhares de pessoas anteriormente.

De fato, experimentos realizados em sujeitos não voluntários e indefesos e mais definitivamente o uso de crianças sequestradas em qualquer um de tais experimentos devem cessar imediatamente e aqueles responsáveis levados à justiça. O modo totalmente sorrateiro que a Estação de Camp Hero/Montauk está sendo administrada é o suficiente para indicar que coisas muito desagradáveis e maliciosas estão acontecendo diferentemente da situação de Nellis e em Montauk eles não querem que você saiba que há algo que supostamente você não deve saber!

A família mencionada no início deste relato que foi submetida ao comportamento abusivo, impróprio e completamente não profissional por supostos empregados dos parques do estado de Nova Iorque, em abril de 1995, está movendo ação legal como resultado do incidente. As investigações preiminares tem fracassado em encontrar qualquer registro válido do emprego dos parques estaduais de Nova Iorque para este indivíduo. Sobretudo, ele se identificou como um empregado da Estação da Força Aérea de Montauk – uma designação federal para a supostamente a muito abandonada instalação! Estas conversas foram gravadas.

Do mesmo modo, em uma recente investida a vizinhança da entrada principal da base feita para posterior “espionagem”, fui momentaneamente surpreendido quando um veículo de manutenção dos Parques Estaduais de Nova Iorque saiu pelo portão e o motorista parou para me perguntar o que estava fazendo lá [ os novos sinais de aviso de “área restrita” marcando o “velho” perímetro interno da propriedade da base estão aproximadamente 300 jardas atrás da estrada de entrada, diretamente passando um desvio para a pequena vizinhança próxima.] Dei uma desculpa que estava procurando a Avenida Washington, uma das ruas na área adjacente de habitações, e ele replicou: “Penso que seja de volta a estrada a direita.Isto aqui é uma base da força aérea!” E de fato é!

Custeio Ilegal

Inúmeras matérias colaterais tem sido levantadas pelos investigadores do Projeto Montauk. Um dos mais notáveis é o custeio destas secretas e inconstitucionais operações que vem grandemente da importação e venda de temendas quantidades de drogas pesadas ilegais. A polícia de East Hampton e outras agências locais de cumprimento legal tem sido acusadas por alguns de “olhar para o outro lado” quando os barcos dos contrabandistas de drogas descarregam em inúmeras praias remotas de Eastern Long Island a noite, assinaladas por fogueiras acesas pelas turmas que pegam a carga no litoral. Leis que proibem fogueiras noturnas nas praias nesta área são notoriamente descumpridas, para grande consternação de uma grande proporção dos residentes de East Hampton e funcionários: e apenas um carro rápido ou avião vai embora; é o maior e mais densamente povoado mercado local no país – a cidade de Nova Iorque. Segundo uma fonte informada do Departamento de Justiça, a área de Long Island, N.Y.tem literalmente zero casos federais de contrabando de drogas pendentes, e há muito poucos, se algum , casos já por inúmeros anos na área de Long Island. Isto de fato está em flagrante contrastraste com as fronteiras e linhas costeiras dos EUA para ser visto com alguma suspeita. Elementos do crime organizado (Máfia) trabalhando em conjunto com unidades clandestinas da NSA e CIA, alegadamente estão conectados a estes aspectos do Projeto Montauk e também uma percentagem de vítimas procuradas para experimentação, que notadamente envolve o uso de jovens adolescentes masculinos e caucasianos.

Tecnologia do Raio de Partícula

No fronte científico há forte evidência, detalhada por Nichols em seu livro mais recente, que indica que aceleradores de patículas estão em uso na base da força aérea de Montauk e nas instalações vizinhas – tais como os Laboratórios Brookhaven – para fornecer energia aos experimentos tridimensionais, armas de raios de partícula,transmissões HAARP e sistemas exóticos de radar de raio de partícula.

As peculiariedades e falta de qualquer resposta crível a queda do vôo 800 da TWA tem levado muitos investigadores das atividades clandestinas em Long Island a suspeitarem do envolvimento das operações do Projeto Montauk na queda; em particular, o uso de armas de raios de partículas, energizados por estes aceleradores de partícula subterrâneos. Segundo a informaçãode um ex agente federal ligado ao Projeto Montauk, certamente as operações dos raios de partícula causaram a queda. Este aspecto do Projeto Montauk não tem sido pesquisado profundamente neste relato; em “Pyramids of Montauk”, Preston Nichols fornece alguma informação sobre o assunto geral. E no que e por quem estas armas estão usadas contrariamente? Mr. Nichols me disse que em agosto de 1995 ele foi informado diretamente por um coronel da força aérea estacionado em Montauk chamado Ciel Roth que a tecnologia do raio de partícula estava sendo desenvolvida para uso como arma em um esforço maciço contra malévolos extraterrestres – aparentemente os “grays”. (Quem é mais malevolente, se os “greys ou ou o governo secreto, é uma questão em aberto). Os investigadores apontam um número muito alto realmente não usual na queda de UFOs em Long Island como uma indicação que isto de fato possa ser verdadeiro. As suspeitas são que o vôo 800 da TWA pode ter sido atingido durante as operações de raios de partículas. (Alguns investigadores não estão certos que tenha sido acidental, já que certos agentes de inteligência aparentemente estavam a bordo. Também é possível que uma arma menos exótica seja a responsável pela queda). A área de Long Island onde o jato caiu, Westhampton, tem sido identificada por Nichols e outros como tendo acelerador de partícula e tecnologia de raio de partícula operando nas instalações subterrâneas, e está próxima aos Laboratórios Nacionais de Brookhaven, citado como sem qualquer dúvida um maior participante nas operações clandestinas nesta região.

Severos e extensos incêndios de bosques nesta área de Long Island em agosto de 1995 foram alegadamente causados por certas operações [ou má funções] de raio de partícula/acelerador, e de fato os fogos foram a razão primária pela qual foi pedido a Mr. Nichols que se encontrasse com o Cel. Roth. Isto aparentemente foi uma tentativa da parte da Força Aérea para avaliar se Nichols podia ou não obter alguma luz do que estava indo errado com uma série interligada de aceleradores subterrâneos entre Brookhaven e Montauk Point.

Cavando a Verdade

Vários grupos investigativos do congresso tem começado a olhar as acusações feitas a respeito da Estação da Força Aérea Camp Hero/Montauk, devido em grande parte a informação nos livros de Preston Nichols e Peter Moon e nas narrativas oferecidas por inúmeras testemunhas. Mr. Nichols e outros tem conhecimento em primeira mão do que transpirou e transpira lá e eles continuam no esforço de revelar o uso clandestino da instalação subterrânea vastamente bem documentada e muito grande lá. Acusações tem sido feitas que os investigadores congressionais estão atualmente sendo ludibriados, enganados e claramente mentidos em suas tentativas de terminar como esta base permaneceu em um status operacional depois de ter sido fechada em 1969, e em suas tentativas de descobrir que tipos de atividades tem sido e estão sendo realizadas lá, depois que o custeio legítimo de qualquer operação na propriedde federal tinha terminado.

As pessoas responsáveis ou envolvidas em disseminar as informações sobre o Projeto Montauk, como o cientista Alfred Bielek, Preston Nichols, e certos jornalistas, tem sido submetidas a uma variedade de perturbadoras e sempre nocivas retaliações. Mr. Bielek, que tinha sido empregado das agências do governo e organizações particulares como um cientista de pesquisa e que tem feito uma grande quantidade da investigação do inteiro Projeto Phoenix, tem tido sua residência bombardeada por transmissões extraordinariamente complexas e anormais eletromagnéticas e de radio frequência, monitorado e gravado por técnicos eletrônicos o que tem tido um severo efeito detrimental físico e psicológico nele. Mr. Nichols tem sobrevivido a todos os tipos de críticas ultrajantes, infelizmente nem todas elas metafóricas, por todos os meios. Em setembro de 1995 e novamente em maio de 1996, tentativas foram feitas contra a vida dele; a primeira por um meio de um programado auto acidente que deixou Nichols seriamente ferido [agora já se recuperou inteiramente] e a segunda por meio de um ataque de um gás nervoso, realizado pelo motorista de um carro que cortou Nichols enquanto ele estava dirigindo – obrigando-o a parar e então liberando o gás.

Um residente local da área de Montauk, ativo em tornar pública a informação sobre o Projeto Montauk foi ameaçado e intimidado em uma residencia particular e mensagens bizarras deixadas na propriedade, depois que ele de certa forma tinha sido identificado como a pessoa responsável por postar boletins de propaganda e avisos públicos detalhando os maiores aspectos do projeto. Devido ao número de medidas extremamente protetoras, este indivíduo tem mantido secreta sua identidade, ele e seu advogado sentem que tem havido algum grau de enolvimento oficial a nível governamental [mais provavelmente a inteligência federal], para que ele tenha sido rastreado a residência onde de fato era apenas um hóspede naquele tempo.

Um número de construções e instalações na área geral de Montauk são ditas pelos investigadores estarem ligadas subterrâneamente por meio de túneis ao complexo subterrâneo central, entre eles um prédio da Inteligência Naval no centro, datando da Segunda Guera Mundial, que no presente é ostensivamente um condomínio particular de residências. Foi aqui de fato que Preston Nichols se encontrou com pessoal da Força Aérea em agosto de 1995, a respeito dos incêndios dos bosques. Há documentação irrefutável que tais túneis existem e se extendem muito além das propriedade de Camp Hero/Estação da Força Aérea. Minhas próprias inestigações me provaram que há defato maiores inconsistências e peculiaridades rodeando certas destas construções e suas supostas funções – contudo, no interesse da brevidade não falarei mais sobre isto agora. A inteira área de vila de Montauk, que está aproximadamente a 5 milhas a oeste da Estação da Força Aérea e do Farol, era basicamente um campo militar (Camp Wykoff) mais cedo neste século XX; aproximadamente uma milha ao norte da cidade no litoral estava a base naval que se tornou local de extensas operações de submarinos durante a Segunda Guerra Mundial. Todas estas instalações e outras estavam ou estão conectadas por meio de redes de túneis sob a área inteira.

Jornais locais apresentaram vários artigos sobre a situação da Estação da Força Aérea Montauk no ano passado; depois que foi publicado o primeiro artigo do ‘Independent’ de East Hampton no verão passado, eles receberam um telefonema de uma mulher – com medo de se identificar, que disse a eles que estava feliz desta informação ter vindo a tona; disse também que o marido dela estava trabalhando na instalação subterrânea e que ela sabia que existiam nove níveis subterrâneos e que alguns deles eram de vasto tamanho.

Published in: on maio 24, 2008 at 2:46 pm  Comments (4)  
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Construindo o Candidato Manchuriano

Construindo o Candidato Manchuriano

A Criação Deliberada de Personalidade Múltipla por Psiquiatras

By: Colin A. Ross, M.D.

Este livro agora está completo e sob revisão em um publicante. A data de publicação é incerta como de 8 de outubro de 1999

Pela pesquisa na biblioteca da escola médica, livros fora de venda e solicitações preenchidas por meio do Ato de Liberdade de Informação [FOIA], tenho construído uma documentação compelente do fato de que a CIA e os agências militares de inteligência tem estado criando personalidades múltiplas experimentalmente e usando estes indivíduos em operações de “correio’ e e “infiltração”.

Os apêndices de Construção do Candidato Manchuriano fornecem a prova plena do fato de que o Candidato Manchuriano é real e tem sido criado pela CIA e os militares. A pesquisa documentada de controle mental inclui a colocação de eletrodos cerebrais em crianças tão jovens quando 11 anos de idade e controlar o comportamento dela por transmissores remotos; a administração de 150 mcg de LSD por dia a crianças de idade entre 7 e 11 anos por semanas ou meses, a cada vez; construir casas de segurança onde o pessoal da CIA observa prostitutas usarem truques com os clientes – as prostitutas dando aos clientes LSD sem que eles saibam disso; limpar a memória deles por meio de eletrochoques, e usar animais com eletrodos implantados no cérebro como sistemas de entrega de armas quimicas ou biológicas.

Uma listagem completa dos sub projetos do MKULTRA, a correspondência entre Estabrooks e J. Edgar Hoover e outros documentos estão incluídos nos apêndices do livro.

O texto seguinte é uma introdução ao livro:

INTRODUÇÃO

A maior meta dos programas de controle mental durante a Guerra Fria era criar sintomas dissociativos e desordens, inclusive a completa desordem dissociativa da identidade. O Candidato Manchuriano (Condon 1959/1988) é fato, não é ficção, e foi criado pela CIA na década de 1950 sob os programas de controle mental BLUEBIRD e ARTICHOKE. Experimentos com LSD, privação sensorial, tratamento eletroconvulsivo [eletrochoque], implante de eletrodos cerebrais e hipnose eram destinados a criar amnésia, despersonalização, mudanças na identidade e estados alterados de consciência.

O propósito deste livro é provar que a criação de dissociação controlada era a maior meta da pesquisa de controle mental. Outros autores, que não são especialistas em dissociação (Ross 1994; 1995; 1997), tem falhado em entender este fato.

A realidade da Candidato Manchuriano tem relevância direta para o nosso entendimento das desordens dissociativas. O Candidato Manchuriano é uma personalidade múltipla artificialmente criada experimentalmente, agora classificada na Associação Americana de Psiquiatria (1994) como Desordem Dissociativa da Identidade. A realidade do Candidato Manchuriano é uma evidência compelente para a realidade da Desordem Dissociativa de Identidade de Causa Iatrogênica. Se a condição tem sido criada deliberadamente pelos doutores do controle mental, então isto pode ser criado involuntariamente por terapias que mimetizam as condições e técnicas de controle mental.

Porque o assunto deste livro provavelmente provoque reações extremas, tenho tomado um grande cuidado de apresentar apenas os fatos que estão completamente documentados e baseados em informação objetiva e de domínio público. Experimentos para criar o Candidato Manchuriano, “super espiões”, devem ser entendidos em seu contexto social e histórico, que é o de experimentação de controle mental penetrante e sistemática, não por uns poucos doutores renegados, mas pelos líderes da psiquiatria e das maiores escolas médicas.

A literatura da participação psiquiátrica no controle mental realizado pela CIA e os militares é incompleta. Um inventário sistemático dos projetos e investigadores nunca foi tentado. Somente um trabalho científico sobre o assunto tem sido publicado e revisado por seus pares em revistas médicas (Prince, 1995) e somente um livro tem sido publicado nas imprensas acadêmicas na década de 1990 (Weinstein, 1990). Estes tratamentos do assunto tem um enfoque estreito. Outros livros e artigos sobre o assunto variam da erudição (Scheflin, 1982; Scheflin and Opton, 1978) ao popular (Thomas, 1989; Vankin, 1991; Winn, 1983). O último estudo sobre a matéria com uma ampla perspectiva apareceu a mais de uma década atrás. (Marks, 1988).

A participação de psiquiatras e escolas médicas na pesquisa de controle mental não foi uma questão de uns poucos doutores espalhados buscando linhas questionáveis de investigação. Nem os experimentos ocorreram em uma era prévia governada por diferentes padrões éticos do que aqueles prevalecentes na década de 1990. Mais que isto, a experimentação de controle mental foi sistemática, organizada e envolveu muitos psiquiatras principais e escolas médicas. Muitos psiquiatras principais devem ter sido diretamente cientes dos programas do Candidato Manchuriano.

Os experimentos de controle mental eram interligados com experimentos de radiação, e pesquisa em armas químicas e biológicas. O trabalho de controle mental foi custeado pela CIA, Exército, Marinha e Força Aérea e atualmente por outras agências incluindo o Serviço de Saúde Pública e a Fundação do Rito Escocês. Os psiquiatras, psicólogos, neurocirurgiões e outros contratados realizando o trabalho, eram abrangidos por uma ampla rede de médicos e grande parte da pesquisa foi publicada em revistas médicas.

Os contratantes do controle mental com credenciais top secretas incluiam a Associação Americana de Psiquiatria [APA] , ex presidentes da APA e a Sociedade para Psiquiatria Biológica, e os psiquiatras que tem recebido prêmios da Associação Psicológica Americana e da APA. Muitos dos doutores do controle mental tem sido objeto de obituários no Jornal Americano de Psiquiatria.

A responsabilidade clínica pelo experimentos de controle mental reside nos médicos, que deveriam ter sido constrangidos pelo Juramento de Hipócrates. Os interesses de Segurança Nacional são responsabilidade apropriada da CIA, e a CIA não é governada pelo Juramento de Hipocrates. Que a CIA criou Candidatos Manchurianos é um fato e fácil de entender e justificar sob a perspectiva de Segurança Nacional. Este livro não é sobre a CIA, os militares ou o governo. Ele não é baseado em uma teoria da conspiração e não favorece uma teoria de conspiração. Não sou um crítico da CIA e não estou relacionado aos imperativos de inteligência por trás dos programas do Candidato Manchuriano.

Em termos de política social e filosofia, grandemente admiro William Donovan, o pai da CIA (Brown, 1982; Hyde, 1962; Troy, 1996). Se o Ocidente não tivesse vencido a Guerra Fria, eu provavelmente teria morrido no Gulag muitos anos atrás. Não estou criticando a CIA ou os militares neste livro, porque não sou um especialista em assuntos de inteligência. Sou um psiquiatra especializado em desordens dissociativas.

Reiterando, meu foco é na psiquiatria e nas desordens dissociativas. A necessidade da pesquisa de inteligência e militar e o desenvolvimento nas áreas objeto de BLUEBIRD, ARTICHOKE, MKULTRA e MKSEARCH é auto evidente para mim. Meu intento é provar que o Candidato Manchuriano é real, e estabelecer programas para o Candidato Manchuriano em um conceito histórico e clínico. Estou interessado no que o Candidato Manchuriano possa nos ensinar sobre as desordens dissociativas, de uma perspectiva clínica.

Published in: on maio 7, 2008 at 8:55 pm  Comments (4)  
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