MKUltra e Controle Mental

Project MKUltra
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Documentos desclassificados do MKUltra
Projeto MKUltra foi o nome código de uma operação de pesquisa encoberta do governo dos EUA experimentando na engenharia comortamental de humanos [controle mental] através da Divisão de Inteligência Científica da CIA. O programa começou ainda na década de 1950, foi oficialmente sancionado em 1953, foi reduzido em escopo em 1964, encurtado oficialmente em 1967 e oficialmente paralisado em 1973.
O programa engajava muitas atividades ilegais. Em particular, utilizava cidadãos americanos e canadenses não voluntários como seus sujeitos teste, o que levou a uma controvérsia sobre sua legitimidade. O MKULTRA envolvia o uso de muitas metodologias para manipular o estado mental das pessoas e alterar funções cerebrais, incluindo a administração dissimulada de drogas [especialmente LSD] e outros químicos, hipnose, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual, bem como várias formas de tortura.
O escopo do Projeto MKUltra era amplo, com a pesquisa realizada em mais de 80 instituições, inclusive 44 faculdades e universidades, bem como hospitais, prisões e companhias farmacêuticas. A CIA operava através destas instituições usando organizações de fachada, embora algumas vezes oficiais principais destas instituições estivessem cientes do envolvimento da CIA.
O Projeto MKUltra foi primeiramente trazido à atenção pública em 1975 pelo Comitê Church do Congesso dos EUA e a comissão Gerald Ford para investigar as atividades da CIA dentro dos EUA. Esforços investigativos foram prejudicados pelo fato de que o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que os arquivos do MKUltra fossem destruidos em 1973; o Comitê Church e a Comissão de Investigações Rockefeller se basearam no testemunho juramentado de participantes diretos e no número relativamente pequeno de documentos que sobreviveram a ordem de destruição de Helms
Em 1977, uma solitação sob o Ato da Liberdade de Informação descobriu uma coleção de 20.000 documentos relacionados ao Projeto MKUltra, que levaram a audições no Senado mais tarde naquele mesmo ano. Em julho de 2001 alguma informação sobrevivente do MKUltra foi oficialmente desclassificada.
Background

Dr. Sidney Gottlieb aprovou o sub-projeto do MKUltra sobre LSD nesta carta de 9 de junho de 1953
Experimentos Precursores
Um programa precursor do MKUltra começou em 1945 quando a Agência Conjunta de Objetivos de Inteligência foi criada e recebeu a responsabilidade direta pela Operação Paperclip. A operação Paperclip era um programa que recrutava antigos cientistas nazistas, alguns dos quais especializados em tortura e lavagem cerebral, e vários que tinham sido identificados e processados como criminosos de guerra durante os Julgamentos de Nuremberg.
Vários projetos secretos do governo dos EUA nasceram da Operação Paperclip. Estes projetos incluíram Projeto CHATTER (criado em 1947), e Projeto BLUEBIRD (criado em 1950), que foi renomeado Projeto ARTICHOKE em 1951. O propósito deles era estudar controle mental, interrogatório, modificação de comportamento e tópicos relacionados.
MKUltra
O nome intencionalmente oblíquo do projeto da CIA é composto do dígrafo MK, significando que o projeto era patrocinado pelo Staff de Serviços Técnicos da Agência, seguido pela palavra Ultra [que anteriormente tinha sido usada para designar a mais secreta classificação de inteligência durante a segunda guerra mundial] Outros nomes criptografados incluem Projeto MKNAOMI e Projeto MKDELTA.
Chefiado por Sidney Gottlieb, o projeto MKUltra foi iniciado por ordem do diretor da CIA Allen Welsh Dulles em 13 de abril de 1953. Sua tarefa era desenvolver drogas controladoras da mente para uso contra o bloco soviético, grandemente em resposta ao uso alegado de técnicas de controle mental sobre os prisioneiros de guerra americanos na Coréia pelos chineses, soviéticos e norte-coreanos. A CIA queria usar métodos similares sobre seus próprios cativos. A CIA também estava interessada em ser capaz de manipular líderes estrangeiros com tais técnicas e mais tarde inventaria vários esquemas para drogar Fidel Castro. Os experimentos eram frequentemente realizados sem o conhecimento do sujeito. Em alguns casos, pesquisas acadêmicas sendo custeadas por meio de doações das organizações de fachada da CIA, não estavam cientes que seu trabalho estava sendo utilizado para outros propósitos.
Em 1964, o projeto foi renomeado MKSEARCH. O projeto tentava produzir uma perfeita “droga da verdade” para uso no interrogatório de suspeitos espiões soviéticos durante a Guerra Fria e geralmente explorar outras possibilidades de controle mental. Um outro esforço MKUltra, o Subprojeto 54, era o supersecreto programa da Marinha “Perfeita Concussão” que era suposto usar explosões de freqüência sub-aural para apagar a memória. Contudo, o programa nunca foi realizado.
Porque a maioria dos registros do MKUltra foram deliberadamente destruídos em 1973 por ordem do então diretor da CIA Richard Helms, tem sido difícil, se não imposível, para os investigadores alcançarem uma compreensão completa de mais de 150 sub-projetos de pesquisa individualmente custeados e patrocinados pelo MKUltra e programas relacionados da CIA.
O projeto começou durante um período do que foi descrito por Rupert Cornwell como uma “paranóia na CIA” quando a América havia perdido seu monopólio nuclear e o temor ao comunismo estava nas alturas. James Jesus Angleton, chefe da contra-inteligência da CIA acreditava que a organização havia sido infiltrada por uma “toupeira” nos mais altos níveis.
Objetivos
A Agência investiu milhões de dólares em estudos que examinavam métodos de influenciar e controlar a mente e no aperfeiçamento da habilidade deles em extrair informação de sujeitos resistentes durante interrogatório.
Alguns historiadores tem avaliado que a criação de um “Candidato Manchuriano” por meio de técnicas de controle mental era o objetivo do MKUltra e projetos relacionados da CIA. Alfred McCoy tem declarado que a CIA tentou focalizar a atenção da mídia nestes tipos de programas “ridículos” para que o público não visse o objetivo primário da pesquisa que era o de desenvolver métodos eficazes de tortura e interrogatório. Tais autores citam como um exemplo o Manual de interogatório KUBARK da CIA que se refere aos “estudos na Universidade McGill” e a maioria das técnicas recomendadas no KUBARK são extamente aquelas que o pesquisador Donald Ewen Cameron usou em seus sujeitos-teste [privação sensorial, drogas, isolamento etc].
Um dos documentos de 1955 do MKUltra dá uma indicação do tamanho e alcance do esforço; este documento se refere ao estudo de um conjunto de substãncias alteradoras da mente como se segue:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentam a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que fazem com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovem o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzem sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causam dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição peferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para o tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis para uma pessoa realizar uma atividade física.
Experimentos
Os documentos da CIA sugerem que meios “químicos, biológicos e radiológicos” foram investigados para o propósito de controle mental como parte do MKUltra. Um memorando secreto dava ao diretor do MKUltra mais de 6% do orçamento de pesquisa da CIA para o ano fiscal de 1953, sem supervisão ou contabilidade. Estimadamente 10 milhões de dólares [que ajustados pela inflação equivalem a 80 milhões] ou mais foram gastos.
Drogas
LSD

1953 – registro de experimentação
Inicialmente os esforços da CIA focalizaram-se no LSD, que mais tarde veio a dominar muitos dos programas do MKUltra. Os funcionários do Staff de Serviços Técnicos compreenderam que o LSD distorcia o senso de realidade de uma pessoa e eles se sentiram compelidos a saber se isso poderia ou não alterar a lealdade básica de uma pessoa. A CIA queria saber se eles podiam usar o LSD para fazer com que espiões russos desertassem contra a própria vontade e se os russos podiam fazer o mesmo com seus próprios agentes operacionais.
Uma vez que o Projeto MKUltra oficialmente foi iniciado em abril de 1953, os experimentos incluíram a administração do LSD a pacientes mentais, prisioneiros, viciados em drogas e prostitutas, “pessoas que não podiam se defender” como um agente expressou. Em um caso o LSD foi administrado a um paciente mental em Kentucky durante 174 dias. O LSD também foi administrado a funcionários da CIA, militares, doutores, outros agentes do governo e membros do púbico geral para estudar as reações deles. O LSD e outras drogas geralmente eram administrados sem o conhecimento do sujeito ou consentimento informado, uma violação do Código de Nuremberg que os EUA concordaram em seguir depois da segunda guerra mundial. O objetivo era encontrar drogas que irresistivelmente trouxesse confissões profundas ou acabasse com a clareza mental do sujeito e pudessem programa-lo como um Robô ou um “agente robô”.
No clímax da Operação Midnight, a CIA criou vários bordéis em San Francisco, Califórnia para obter uma seleção de homens que ficassem embaraçados demais para falar sobre os eventos. Os homens recebiam doses de LSD, os bordéis eram equipados por espelhos de uma só face [do outro lado podia-se ver tudo o que ocorria] e as sessões eram filmadas para serem vistas e estudadas mais tarde. Em outros experimentos onde pessoas recebiam o LSD sem o seu conhecimento, elas eram interrogadas sob luzes brilhantes com médicos ao fundo fazendo anotações. Era dito aos sujeitos que as “viagens” seriam estendidas indefinidamente se eles se recusassem a revelar seus segredos. As pessoas que foram interrogadas deste modo eram funcionários da CIA, militares americanos e agentes suspeitos de estarem trabalhando para o outro lado na Guerra Fria. A debilitação a longo prazo e várias mortes resultaram disso. Viciados em heroína eram subornados para tomarem o LSD com ofertas de mais heroína.
O Escritório de Segurança usou o LSD em interrogatories, mas o Dr. Sidney Gottlieb, o químico que dirigia o MKUltra, tinha outras idéias. Ele pensava que isto pudesse ser usado em operações cobertas. Já que os efeitos eram temporários, ele acreditava que o LSD pudesse ser dado aos altos oficiais e deste modo afetar o curso de encontros importantes, pronunciamentos etc. Como ele entendia que havia uma diferença no teste da droga em um laboratório e seu uso em operações clandestinas ele iniciou uma série de experimentos onde o LSD era dado a pessoas em estado normal sem aviso. De início, todo mundo nos Serviços Técnicos experimentou; um experimento típico envolvia duas pessoas em uma sala onde elas se observavam mutuamente por horas e faziam anotações. Na medida em que a experimentação progredia, foi alcançado um ponto onde externos eram drogados sem qualquer explicação e “viagens ácidas de surpresa” se tornaram algum tipo de ”acidente” funcional entre os agentes operacionais da CIA. Reações adversas ocorriam frequentemente, por exemplo, um agente operacional que recebeu o LSD no café da manhã, tornou-se psicótico e correu por Washington vendo monstros em cada carro que passava por ele. Incidentes como este reafirmaram que o LSD era uma arma perigosa, mas isso só os deixou mais entusiasmados. Os experimentos continuaram até mesmo depois que o Dr. Frank Olson, um cientista do exército que nunca antes havia tomado o LD, entrou em uma depressão profunda depois de uma “viagem surpresa” e mais tarde caiu de uma janela de um 13º andar. [não está claro se ele cometeu suicídio ou foi morto antes de ser atirado pela janela].
Algumas vezes a participação do sujeito era consensual e nestes casos eles parecem ter sido lançados a experimentos até mesmo mais extremos. Em um caso sete voluntários de Kentucky receberam LSD por 77 dias consecutivos.
Eventualmente o LSD foi descartado pelos pesquisadores do MKUlltra por seus resultados serem por demais imprevisíveis. Eles haviam desistido da noção que o LSD “fosse o segredo que revelaria o universo” mas ele ainda era uma parte do arsenal capa-e-espada. Contudo, por volta de 1962 a CIA e o Exército tinham desenvolvido uma série de super-alucinógenos tais como o altamente elogiado BZ que era pensado ser a maior promessa como arma de controle mental. Isto resultou na retirada de apoio por muitos acadêmicos e pesquisadores particulares e a pesquisa do LSD tornou-se menos uma prioridade também.
Outras drogas
Uma outra técnica investigada era administrar endovenosamente um barbiturato em um braço [esquerdo] e uma anfetamina no outro. Os barbituratos eram liberados primeiro na pessoa e tão logo a pessoa começava a dormir as anfetaminas eram liberadas. A pessoa então começava a balbuciar incoerentemente e algumas vezes era possível fazer perguntas e obter respostas úteis.
Outros experimentos envolviam drogas tais como o temazepam [usado sob o nome código MKSEARCH], heroína, morfina, MDMA, mescalina, psilobina, escopolamina, marijuana, álcool, pentotal sódico e ergina [no subprojeto 22].
Hipnose
Documentos desclassificados do MKUltra indicam que a hipnose foi estudada no início da década de 1950. As metas experimentais incluíam: criação de ”ansiedades induzidas hipnoticamente’, “habilidade aumentada de aprender e recordar matéria complexa escrita induzida hipnoticamente”, estudo da hipnose e exames do polígrafo, “habilidade hipnoticamente aumentada de observar e recordar arranjos complexos de objetos físicos” e o estudo do “relacionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose”. Os experimentos eram realizados com drogas indutoras da hipnose e com amnésia anterógrada e retrógrada quando sob influência de tais drogas.
OS EXPERIMENTOS CANADENSES

Donald Ewen Cameron em 1967
Os experimentos foram exportados ao Canadá quando a CIA recrutou o psiquiatra escocês Donald Ewen Cameron, criador do conceito da “direção psíquica” que a CIA achou particularmente interessante. Cameron tinha esperado ”corrigir” a esquizofrenia ao apagar as memórias existentes e reprogramar a psique. Ele vinha toda semana de Albany, New York a Montreal a trabalho do Allan Memorial Institute da McGill University e recebeu 69.000 dólares de 1957 a 1964 para realizar experimentos MKUltra lá. Além do LSD, Cameron também experimentou várias drogas paralisantes bem como terapia eletroconvulsiva [eletrochoques] com energia de 30 a 40 vezes a normalmente utilizada. Seus experimentos de “direcionamento” consistiam em colocar os sujeitos em um coma induzido por drogas durante semanas [mais de três meses em um caso] enquanto tocava fitas de barulhos ou simples declarações repetitivas. Seus experimentos eram tipicamente realizados em pacientes que haviam dado entrada no instituto por problemas menores tais como desordens de ansiedade e depressão pós-parto, muitos dos quais sofreram permanentemente devido as ações dele. Seus experimentos resultaram na incontinência das vítimas, amnésia, esquecimento de como falar, esquecimento de seus pais, e pensar que os seus interrogadores fossem os seus pais. Seu trabalho foi inspirado e eram o paralelo do psiquiatra britânico William Sargant do St Thomas’ Hospital, Londres e Belmont Hospital, Surrey, que também envolviam serviços de inteligência e que experimentavam intensamente em seus pacientes – sem o consentimento deles – causando danos similares de longo prazo.
Foi durante esta era que Cameron tornou-se mundialmente conhecido como o primeiro presidente da Associação Mundial de Psiquiatria bem como presidente de associações psiquiátricas americanas e canadenses. Cameron também havia sido um membro do tribunal médico de Nuremberg em 1946-1947.
Naomi Klein armenta em seu livro ”A Doutrina do Choque” que a pesquisa de Cameron e sua contribuição ao Projeto MKUltra não era realmente sobre controle mental e lavagem cerebral mas sobre projetar “um sistema cientificamente baseado para extrair informação de ”fontes resistentes”” Em outras palavras, tortura. Citando Alfred W. McCoy, Klein posteriormente escreveu que “despido de seus excessos bizarros, os experimentos do Dr. Cameron construídos sobre os “avanços” anteriores de Donald O. Hebb levaram ao fundamento científico do método em dois estágios de tortura psicológica da CIA”.

Frank Church chefiou o Comitê Church, uma inestigação das práticas dos serviços de inteligência dos EUA..
Em 1973, com o amplo pânico do governo causado pelo Watergate, o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que fossem destruídos os arquivos do MKUltra. Obedecendo esta ordem, a maioria dos documentos da CIA referentes a este projeto foram destruidos tornando impossível uma investigação completa do MKUltra. Um conjunto de aproximadamente 20.000 documentos sobreviveram à purga de Helms porque eles haviam sido incorretamente guardados em um edifício de registros financeiros e foram descobertos depois das solicitações sob o FOIA [ato do direito à liberdade de informação] em 1977. Esses documentos foram completamente investigados durante as audiências do Senado em 1977.
Em dezembro de 1974, The New York Times alegou que a CIA tinha realizado atividades domésticas ilegais, inclusive experimentos em cidadãos americanos na década de 1960. O relato imediatamente provocou investigações pelo Congresso dos EUA, sob a forma do Comitê Church e por uma comissão presidencial conhecida como Comissão Rockefeller que procurou atividades domésticas da CIA, o FBI e agências de inteligência relacionadas dos militares.
No verão de 1975, or relatórios do Comitê Church e da Comissão revelaram pela primeira vez ao público que a CIA e o Departamento de Defesa realizaram experimentos em sujeitos humanos cientes e involuntários como parte de um programa intensivo para influenciar e controlar o comportamento humano por meio do uso de drogas psicoativas tais como o LSD, mescalina e outros meios químicos, biológicos e psicológicos. Eles revelaram que ao menos um sujeito havia morrido depois da administração do LSD. Muito do que o Comitê Church e a Comissão Rockefeller aprenderam sobre o MKUltra foi contido em um relatório, preparado pelo escritório do Inspetor Geral em 1963, que havia sobrevivido à destruição dos registros ordenada em 1973. Contudo, ele continha poucos detalhes. Sidney Gottlieb, que havia se aposentado dois anos antes da CIA foi entrevistado pelo comitê mas declarou ter pouca lembrança das atividades do MKUltra. O comitê do congresso que investigou a pesquisa da CIA, presidido pelo Senador Frank Church, concluiu que “o consentimento prévio obviamente não foi obtido de qualquer um dos sujeitos”. O comitê notou que “dos experimentos patrocinados por esses pesquisadores… chama para a atenção a decisão pelas agências de não fixar orientações para os experimentos.” Seguindo as recomendações do Comitê Church o Pres. Gerald Ford em 1976 publicou a primeira Ordem Executiva sobre Atividades de Inteligência que, entre outras coisas, proibiu “experimentação com drogas em humanos, exceto com o consentimento informado em escrito e testemunhado por uma parte desinteressada, de cada sujeito humano” e de acordo com as orientações publicadas pela Comissão Nacional. Ordens subseqüentes de Carter e Reagan expandiram a diretiva a ser aplicada à experimentação humana.

1977 relatório do Senado dos EUA sobre o MKUltra
Em 1977, durante uma audiência realizada pelo Seleto Comitê do Senado sobre Inteligência para examinar o MKUltra, o Almirante Stansfield Turner, então diretor da CIA revelou que a Agência tinha encontrado um conjunto de registros, de aproximadamente 20.000 páginas, que havia sobrevido às ordens de destruição porque ele havia sido guardado em um centro de registros não geralmente utilizado para guarda de tal tipo de documento. Esses arquivos lidam com o financiamento dos projetos MKUltra e contêm poucos detalhes do projeto, contudo muito mais foi sabido a partir deles do que do relatório do Inspetor Geral em 1963.
Na tribuna do Senado em 1977 o Senador Ted Kennedy disse:
“O Diretor Substituto da CIA revelou que mais de 30 universidades e instituições estiveram envolvidas em um programa de “intensa testagem e experimentação” que incluía testes cobertos com drogas em cidadãos não voluntários “de todos os níveis sociais, altos e baixos, nativo americanos ou estrangeiros”. Vários destes testes envolveram a administração de LSD a “sujeitos não voluntários em situações sociais”. Ao menos uma morte, aquela do Dr. Olson, resultou destas atividades. A própria Agência reconheceu que esses testes fizeram pouco sentido científico. Os agentes fazendo o monitoramnto não eram observadores científicos qualificados.”
No Canadá, o assunto demorou muito mais para vir à superfície, tornando-se amplamente conhecido em 1984 em um show de notícias da ABC, The Fifth Estate. Foi sabido que não apenas a CIA havia custeado os esforços do Dr. Cameron, mas talvez até mesmo mais chocantemente, o governo canadense estava completamente ciente disso e mais tarde havia fornecido outros 500.000 dólares para continuar os experimentos. Esta revelação grandemente prejudicou os esforços das vítimas de processarem a CIA como o haviam feito suas contrapartes americanas, e o governo canadense eventualmente estabeleceu na corte uma indenização de cem mil dólares para cada uma das 127 vítimas. Nenhum dos registros pessoais do envolvimento do Dr. Cameron com o MKUltra sobreviveu, já que a família dele os destruiu depois de sua morte devido a um ataque cardíaco em 1967.
1984 – O Relatório do Escritório de Contabilidade Geral dos EUA
O Relatório foi publicado em 28 de setembro de 1984 e afirmava que entre 1940 e 1974 o DOD e outras agências de segurança nacional estudaram milhares de sujeitos humanos em testes e experimentos envolvendo substâncias de potencial nocivo.
A citação do estudo:
“Trabalhando com a CIA o Departamento de Defesa deu drogas alucinógenas a milhares de soldados “voluntários” durante as décadas de 1950 e 1960. Além do LSD o exército também testou o benzilato de quinuclidinila, um alucinógeno apelidado BZ. Muitos destes testes foram realizados sob o chamado programa MKUltra, estabelecido para conter os percebidos avanços chineses e soviético em técnicas de lavagem cerebral. Entre 1953 e 1964 o programa consistiu de 149 projetos envolvendo testes de drogas e outros estudos em sujitos humanos não voluntários.”
Mortes
Dado a destruição proposital pela CIA da maioria ds registros, fracassa seguir os protocolos de consentimento informado com milhares de participantes, a natureza não controlada dos experimentos e a falta de dados de acompanhamento, o impacto completo dos experimentos do MKUltra, inclusive mortes, nunca serão conhecidos.
Várias mortes conhecidas tem sido associadas ao projeto MKUltra, mais notavelmente aquela de Frank Olson. Olson, um pesquisador de armas bioquímicas e biológicas do exercito dos EUA, recebeu o LSD sem o seu consentimento ou conhecimento em novembro de 1953, como parte de um experimento da CIA e morreu sob circunstâncias suspeitas uma semana depois. Um médico da CIA designado para monitorar Olson afirmou ter estado adormecido em uma outra cama em um quarto de hotel na cidade de New York quando Olson jogou-se pela janela e caiu treze andares para a morte. Em 1953 a morte de Olson foi descrita como um suicídio que ocorreu durante um severo surto psicótico. A própria investigação interna da CIA concluiu que o chefe do MK ULTRA, o químico da CIA Sidney Gottlieb, tinha realizado experimento com LSD com anterior conhecimento de Olson, embora nem Olson nem outros homens que fizeram parte do experimento fossem informados da exata natureza da droga até 20 minutos depois de sua ingestão. O relatório posteriormente sugeriu que Gottlieb merecia uma repreensão porque tinha falhado em levar em conta as tendências suicidas já diagnosticadas de Olson, que podem ter sido exacerbadas pelo LSD.
A família de Olson contesta a versão oficial dos eventos. Eles sustentam que Olson foi assassinado porque, especialmente no rescaldo de sua experiência com o LSD ele havia se tornado um “risco de segurança” que podia divulgar segredos de Estado associados aos programas altamente classificados da CIA, muitos dos quais ele tinha conhecimento pessoal direto. Uns poucos dias antes de sua morte, Frank Olson deixou sua posição como chefe da Divisão de Operações Especiais em Detrick, Maryland (mais tarde Fort Detrick) por causa de uma severa crise moral a respeito de sua pesquisa em armas biológicas. Entre as preocupações de Olson estava o desenvolvimento de materiais de assassinato usados pela CIA, o uso pela CIA de materiais de guerra biológica em operações encobertas, a experimentação com armas biológicas em áreas populadas, colaboração com antigos cientistas nazistas sob a Operação Paperclip, a pesquisa de controle mental usando LSD, o uso de armas biológicas [inclusive antrax] durante a Guerra da Coréia e o uso de drogas psicoativas durante interrogatórios “terminais” sob um programa apelidado Projeto ARTICHOKE. Mais tarde a evidência forense conflitou com a versão oficial dos eventos; quando o corpo de Olson foi exumado em 1994 os ferimentos cranianos indicavam que Olson tinha perdido a consciência antes de sair pela janela. O legista declarou a morte de Olson como homicídio. Em 1975 a família de Olson recebeu uma indenização de 750.000 dólares e um pedido de desculpas do Presidente Gerald Ford e do diretor da CIA William Colby; embora suas desculpas fossem limitadas a questões do consentimento de Olson para a ingestão do LSD. Em 28 de novembro de 2012 a família de Olson abriu um processo contra o governo federal dos EUA pela morte enganosa de Frank Olson.
Em seu livro de 2009, A Terrible Mistake, o pesquisadorr H. P. Albarelli Jr. apóia a família de Olson e conclui que ele foi assassinado porque sua pessoal crise de consciência tornava provável que ele divulgasse segredos de Estado relativos a vários programas da CIA, principalmente entre eles os Projetos ARTICHOKE e um projeto do MKDELTA apelidado SPAN. Albarelli teoriza que o Projeto SPAN envolvia a contaminação de suprimentos alimentares e o uso de spray aerosolizado de uma potente mistura de LSD na vila de Pont-Saint-Esprit, França em agosto de 1951. Em 1951 o envenenamento nesta vila resultou em psicose em massa, 32 internações em instituições mentais e ao menos sete mortes. Albarelli escreve que Olson esteve envolvido com o desenvolvimento de sistemas aerosolisados de liberação e tinha estado presente em Pont-Saint-Esprit em agosto de 1951. Segundo Albarelli, vários meses antes de deixar sua posição, Olson tinha testemunhado um interrogatório terminal realizado na Alemanha sob o Projeto ARTICHOKE. Conquanto a maioria das fontes acadêmicas aceitem um envenenamento por ergot, mercúrio, micotoxinas ou tricloreto de nitrogênio como a causa da epidemia em Pont-Saint-Esprit, outros como o autor paranormal John Grant Fuller em The Day of Saint Anthony’s Fire têm chegado a conclusões similares ao de Albarelli.
Em 26 de abril de 1976, o Comitê Church do Senado dos EUA divulgou um relatório no qual declara:
“LSD foi um dos materiais testados no programa MKUltra. A fase final dos testes de LSD envolveram a administração disimulada a sujeitos não voluntários em estados normais de vida por oficiais sob cobertura do Escritório de Narcóticos trabalhando para a CIA.
Um procedimento especial, chamado MKDELTA, foi criado para estabelecer o uso dos materiais MKUltra no exterior. Tais materiais foram usados em um número de ocasiões. Porque os registros do MKUltra foram destruídos é impossível reconstituir o uso operacional dos materiais do MKUltra pela CIA no exterior; tem sido determinado que o uso desse materiais no exterior começou em 1953 e possivelmente já em 1950. As drogas eram primariamente usadas como auxiliar nos interrogatórios mas os materiais MKUltra/MKDelta também eram usado para propósitos de perseguição, descrédito ou incapacitação. Uma outra vítima conhecida do Projeto MKUltra foi Harold Blauer, um jogador de tênis profissional na cidade de New York que morreu em janeiro de 1953 como resultado de um experimento secreto do exército envolvendo MDA.”
Questões legais que envolvem o consentimento informado
As revelações sobre a CIA e o exército fizeram com que um número de sujeitos ou seus sobreviventes entrassem com processos contra o governo federal por realizar experimentos sem o consentimento informado. Embora o governo agressivamente, algumas vezes com sucesso, conseguisse evitar a responsabilidade legal, vários queixosos receberam compensação por ordem da justiça, acordo extra judicial ou atos do Congresso.
Anteriormente, a CIA e o exército tinham ativamente e com sucesso conseguido subtrair a informação incriminadora, até mesmo quando eles secretamente forneciam compensação às famílias. Um sujeito da experimentação com drogas, James Stanley, um sargento do exército, embora sem sucesso, processou. O governo argumentou que Stanley estava impedido de processar sob a doutrina legal – conhecida como Doutrina Feres, depois um caso na Suprema Corte em 1950, Feres x EUA – que proíbe membros das forças armadas de processarem o governo por qualquer dano que lhe seja inflingido por ”acidente no serviço”.
Em 1987, a Suprema Corte afirmou esta decisão por 5 votos a quatro quando negou o caso de Stanley. A maioria argumentou que um “teste para a responsabilidade que depende em tal extensão dos processos particulares podem versar em questão de disciplina militar e tomada de decisão tornando-se necessário inquérito judicial e portanto intrusão em assuntos militares”. Um dos votos a favor de Stanley, o Juiz William Brennan argumentou que a necessidade de preservar a disciplina militar não deve proteger o governo da responsabilidade e punição por sérias violações de direitos constitucionais.
Os julgamentos médicos de Nuremberg em 1947 profundamente impressionaram o mundo quanto a experimentação em sujeitos humanos não voluntários definitivamente foi considerada moral e legalmente inaceitável. O Tribunal Militar dos EUA estabeleceu o Código de Nuremberg como o padrão contra os cientistas alemães que realizaram experimentos em humanos… Em desafio a esse princípio, funcionários da inteligência militar… começaram disimuladamente a testar materiais químicos e biológicos, inclusive o LSD.
A Juíza Sandra Day O’Connor, escrevendo seu voto a favor de Stanley, afirmou:
“Nenhuma regra definida judicialmente deve isolar da responsabilidade a experimentação não voluntária humana alegada ter ocorrido neste caso. De fato, como observa o Juiz Brennan, os EUA desempenharam um papel instrumental na condenação criminal de oficiais nazistas que experimentaram em sujeitos humanos durante a segunda guerra mundial e os padrões que os Tribunais Militares de Nuremberg desenvolveram para julgar o comportamento dos acusados declarou que o “consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial… para satisfazer os conceitos morais, éticos e legais”. Se esse princípio é violado, o mínimo que a sociedade pode fazer é ver que as vítimas sejam compensadas, no máximo possível, por seus perpetradores. “
Este é o único caso da Suprema Corte que aborda a aplicação do Código de Nuremberg à experimentação patrocinada pelo governo dos EUA. Embora o processo não tenha tido sucesso, as opiniões contrárias fizeram com que o exército – e por associação o governo – percebesse que o uso de indivíduos sem o consentimento deles é inaceitável. A limitada aplicação do Código de Nuremberg nas cortes dos EUA não diminui o poder dos princípios defendidos pelo código, especialmente sob a luz de história do fracasso em seguir estes princípios que apareceram na mídia e na literatura profissional durante as décadas de 1960 e 1970 e as políticas eventualmente adotadas em meados da década de 1970.
Em um outro processo, Wayne Ritchie, um ex sherife dos EUA, depois de ouvir sobre a existência do projeto em 1990, alegou que a CIA colocou LSD em sua comida ou bebida em uma festa de Natal em 1957 que resultou em ele tentar cometer um assalto em um bar e sua subseqüente prisão. Conquanto o governo admitisse que de fato tenha ocorrido drogar pessoas sem o consentimento delas, o juiz distrital Marilyn Hall Patel achou que Rtchie não podia provar ter sido uma vítima do MKUltra ou que o LSD tenha causado sua tentativa de assalto e encerrou o caso em 2007.
Extensão da participação
44 faculdades ou universidades, 15 fundações de pesquisa ou companhias químicas ou farmacêuticas e similares inclusive Sandoz (agora Novartis) e Eli Lilly and Company, 12 hospitais ou clínicas [além daquelas associadas a universidades] e três prisões são conhecidos terem participado do MKUltra.
Sujeitos Notáveis

O autor Ken Kesey foi um participante voluntário dos experimentos com LSD
Uma quantidade considerável de evidência circunstancial sugere que Theodore Kaczynski, também conhecido como Unabomber, participou de experimentos MKUltra patrocinados pela CIA realizados na Universidade Harvard pelo outono de 1959 até a primavera de 1962. Durante a segunda guerra mundial Henry Murray, o principal pesquisador nos experimentos de Harvard, serviu nos Escritórios de Serviços Estratégicos (OSS), que foi o precursor da CIA. Murray solicitou um custeio da Marinha dos EUA e seus experimentos em Harvard fortemente se assemelhavam aqueles feitos pelo OSS. Começando com 16 anos, Kaczynski participou até os 21 com outros estudantes não graduados nos experimentos de Harward, que têm sido descritos como perturbadores e eticamente indefensáveis.
Merry Prankster Ken Kesey, autor de One Flew Over the Cuckoo’s Nest, foi voluntário em experimentos envolvendo o LSD e outras drogas psicodélicas no Hospital dos Veteranos em Menlo Park enquanto era estudante na vizinha Universidade Stanford. As experiências de Kesey quando sob influência do LSD o inspiraram a promover a droga fora do contexto dos experimentos MKUltra, que influenciaram o desenvolvimento da cultura hippie .
Robert Hunter é um letrista americano, compositor e cantor, tradutor e poeta melhor conhecido por sua asociação com Jerry Garcia e o Grateful Dead. Junto com Ken Kesey, Hunter também foi voluntário no MKUltra na Universidade Stanford. Os sujeitos teste em Stanford eram pagos para tomar LSD, psilocybina e mescalina, e então relatarem suas experiências. Estas experiências foram criativamente formadoras para Hunter:
“Sente-se vendo-se enrugar-se em uma púrpura com ondas de espuma e gotas de cristal macias quando caem em uma mar de uma nevoa matinal muito suave… e então um tipo de cascata ressonante como o tocar de sinos e então subitamente contemple o conglomerado em uma peróla de prata vibrante incompreensivelmente, cantantemente sangrantes felizes sinos ressonantes… Por minha fé, se isto é insanidade, então que o amor de Deus me permita permanecer insano. “
Cathy O’Brien afirma ter sido submetida ao programa desde a infância. Ela nomeia vários proeminentes paricipantes do governo em seu livro Trance Formation of America.
Candy Jones, uma modelo americana da moda e anfitriã do rádio, afirmou ter sido vítima de controle mental nos anos de 1960.
O mafioso de Boston James “Whitey” Bulger foi voluntário dos testes enquanto esteve na prisão.
Teorias da Conspiração
MKUltra desempenha uma parte em muitas teorias da conspiração dado sua natureza e a destruição da maioria dos registros.
Lawrence Teeter, advogado do assassino condenado Sirhan Sirhan, acreditava que Sirhan estava sob influência de hipnose quando atirou em Robert F. Kennedy em 1968. Teeter ligava o programa MKUltra da CIA a técnicas de controle mental que ele afirmou terem sido usadas para controlar Sirhan.
Jonestown, o local na Guiana do suicídio em massa do culto do Templo do Povo de Jim Jones , foi pensado ser um local de testes para os experimentos médicos e de controle mental do MKUltra depois do término oficial do programa. O Congressista Leo Ryan, um conhecido crítico da CIA, foi assassinado por membros do Templo do Povo depois de pessoalmente visitar Jonestown para investigar várias irregularidades relatadas.
Rescaldo
Em sua aposentadoria em 1972 Gottlieb descartou seu inteiro esforço no programa MKUltra da CIA como “inútil”. Embora a CIA insista que experimentos do tipo do MKUltra tenham sido abandonados, alguns observadores da CIA dizem haver pouca razão para acreditar que hoje eles não continuem sob nomes diferentes. Há 14 anos um veterano da CIA, Victor Marchetti, tem declarado em várias entrevistas que a CIA rotineiramente realiza campanhas de desinformação e que a pesquisa de controle mental da CIA continuou. Em uma entrevista em 1977 Marchetti especificamente chamou a declaração da CIA que o projeto MKUltra foi abandonado de “uma história cobertura”.

História do MKUltra
De Eric Jewell
http://www.redicecreations.com/specialreports/mk-ultra.html
Isto é superficial, mas é um trabalho de fato a respeito das atrocidades do controle mental perpetradas pelos mais escuros elementos do governo dos EUA do último meio século até hoje. O assunto é tão detalhado, documentado e disseminado que tomaria vários livros para abordar exaustivamente o assunto. Espero que este trabalho eduque o leitor e o municie com fatos suficientes para que ele possa posteriormente estudar o assunto. A intenção é documentar o assunto em áreas que provem a existência deste programa usado em uma escala individual e em escala em massa usado mundialmente.
UMA HISTÓRIA DO MKULTRA
Durante a década de 1940 a CIA produziu e desempenhou um papel de estrela no que então foi conhecido como OPERAÇÃO PAPERCLIP. Esta operação foi articulada em uma campanha de má direção. A má direção era simples. Os EUA levaram o mundo a procurar muitos dos oficiais militares nazistas que cometeram terríveis atrocidades contra seus prisioneiros em uma tentativa de condená-los como criminosos de guerra. Isto foi altamente tornado público com o fervor da mídia. Contudo, por trás das cenas, as comunidades americanas de inteligência estavam recrutando cientistas nazistas e renomados médicos e psiquiatras dos campos de concentração. Estes homens eram todos oficiais das SS de alto escalão que eram culpados de cometerem ofensas terríveis e de controle mental que ultrapassavam tudo que havia sido feito na guerra. Muitos destes homens estavam sendo recrutados para trabalhar para os EUA e eram os mesmos homens responsáveis pelos horrores de Auschwitz e outros campos. Eles receberam a opção de virem trabalhar em tais laboratórios como Los Alamos por muito mais dinheiro que haviam recebido dos alemães, ou serem processados na completa extensão da lei pelos seus crimes. Com certeza a decisão da maioria foi tomada quase instantaneamente.
MKUltra não é apenas uma teoria da conspiração. O projeto que ele abrangeu veio para expandir os trabalhos dos médicos nazistas e cientistas recrutados na OPERAÇÃO PAPERCLIP. É fato que a CIA propôs e realizou experimentação em controle mental de meados de 1940 em diante, usando cientistas alemães trazidos para os EUA. Em um grande grau isto é assunto de domínio e registro público e foi assunto de um comitê de investigação do Senado. O que realmente é revelado é certamente mais estranho e assustador do que a ficção. Em 1975 durante o primeiro encontro do comitê a respeito do MKUltra foi dito: “De seu início na década de 1950 até seu término em 1963 o programa da administração dissimulada de LSD a sujeitos humanos não voluntários demonstra o fracasso da liderança da CIA em prestar atenção adequada aos direitos dos indivíduos e fornecer eficaz orientação a seus empregados. Embora fosse sabido que a testagem era perigosa, as vidas e a sanidade dos sujeitos teste foram colocadas em risco e ignoradas… Embora fosse claro que as leis dos EUA estavam sendo violadas, a testagem continuou.”
A CIA dois anos depois, em 1977, descobriu-se novamente diante do Senado e homens chave foram questionados a respeito de seu papel na realização desses e outros “experimentos” tortuosos e de assassínio mental. Em 1975-1976 contudo George H.W. Bush foi indicado diretor da CIA a as audiências do Senado tem revelado que uma quantidade maciça de papéis de trabalhos concernentes aos projetos do MKUltra foi destruido. Deve ser notado que a história oficial afirmou que a maioria dos papéis de trabalho foi destruida em 1972. O interesse dos EUA em controle e manipulação mental pode ser rastreado ao Dr. A. Newton Richards em 1941. Este foi o ano em que o Serviço de Guerra Química se uniu ao Comitê de Pesquisa Médica. Richards era um liberal progressista e diretor que havia concluído existir a necessidade de progredir certos estudos a nível humano de experimentação. Por causa do horror e ultrage público que isto levantaria e para ser capaz de superar este obstáculo este tipo de operação com certeza mais tarde seria conhecido como ”operação negra”. Em 1942 Richards contactou o Secretário de Guerra Henry Simson requisitando aprovação para o uso de pessoal militar para experimentação envolvendo gases venenosos. Muitos milhares de soldados soferam tal “experimentação”. Em março de 1943 Vanevar Bush aprovou o plano de Richards para realizar “secretas experimentações médicas” em prisioneiros na penitenciária federal de Terre Houte, Indiana.
A Academia Nacional de Ciências tem estimado que desde a década de 1940 mais de 60.000 soldados foram submetidos a tais experimentos ameaçadores e encurtadores de vida. Também é estimado que talvez 20.000 soldados e seus dependentes foram intencionalmente expostos ao rádio. Os 80.000 soldados dos EUA não estavam sós nisso. A “experimentação” também foi realizada em presos, prostitutas e doentes mentais dos EUA. Pobres negros e brancos foram irradiados e desenvolveram câncer no que é conhecido como “experimental terminal” [experimentação para a morte].
Em 1953 PAPERCLIP começou a dar seus frutos com vários programas sancionados sob o então diretor da CIA – Allan Dulles. A operação Paperclip evoluiu para PROJETO “BLUEBIRD” [1949], PROJETO NAOMI [1950] E PROJETO ARTICHOKE [1951] e então em 1953 o MKULTRA se tornou o nome cobertura oficialmente designado para o projeto multifacetado, que operava sem qualquer restrição ou consideração humana. Quase 24 anos mais tarde, a CIA se encontraria convocada para responder sobre muitos destes projetos diante do Senado mas, infelizmente, eles foram encobertos e mais tarde esquecidos mas não sem que certos fatos escapassem. O programa MKUltra compreendia uma ampla gama de projetos, todos relativos a controle mental. A documentação revela que existiam ao menos 149 sub-projetos. Tudo, de lavagem cerebral e repatriotização para criar “correios” não voluntários de informação classificada ou tornar o cidadão médio comum em um assassino sem até mesmo saber estar sendo manipulado, era visto como “de que modo podemos fazer isto?” Isto era realizado por meio de uma dieta incessante de drogas, hipnose e trauma. Havia vários “especialistas” nazistas… médicos trabalhando para criar a raça perfeita e outros especializados em quebrar homens enquando ainda outros desenvolviam homens médios hipnoticamente preparados como bombas-relógio a serem disparadas para realizar as metas ocultas programadas.
Bio, Evidência e Testemunho
Dr. Joseph Mengele
Joseph Mengele começou seus estudos em filosofia, medicina e antropologia na Universidade de Munique em 1930. Durante esse tempo o Partido Nazista era o segundo partido politico mais popular na Alemanha. Foi durante este tempo que Munique esteve sob a magia de um amor anglo ferozmente apaixonado, ódio a minorias, falas hipnoticamente cativantes de Adolph Hitler. Mengele não perdeu tempo em abraçar o Nazismo e em 1931 se uniu aos “Capacetes de Aço”. Depois de se distinguir em batalha, Mengele foi para Auchwitz para estudar genética. Trabalhando como um oficial da sinistra SS, seu trabalho incluia a experimentação de remoção de genes defeituosos ou inferiores para substitui-los por genes superiores e vice-versa. Um dos objetivos máximos de seu trabalho era descobrir a fórmula genetica de criar uma super raça. Essa raça superior era para ser geneticamente criada para ser a raça mestra enquanto ao mesmo tempo criava uma raça escrava que pudesse realizar as tarefas menos glamurosas. Um dos seus primeiros atos como um official SS deixando sua marca após chegar a Auschwitz foi ordenar a morte de mil judeus; homens, mulheres e crianças. No fim da Guerra ele foi recrutado pela CIA e trabalhou grandemente no Brasil. A despeito de seu reino groseiramente abominável no infame campo de concentração e a quantidade maciça de evidência contra ele, ele nunca foi seriamente procurado como um criminoso de Guerra.
Sidney Gottleib
Gottleib foi um cientista alemão importado que tinha fortes laços com a inteligência dos EUA, um dos quais sendo Richard Helms, que era o director substituto das operações encobertas da CIA. Depois de ser recrutado para os EUA após a segunda Guerra mundial, Gotteib também chefiou a Divisão Química do MKUltra. Durante um tempo, Gottlieb foi superior de Mengele em Auschwitz. Depois de ser recrutado para os EUA Gotllieb substituiu Willis Gibbins para supervisionar MKUltra. Ele trabalhou intensamente com LSD até mesmo experimentando-o pessoalmente. A um ponto em sua carreira na CIA ele administrou grandes doses alteradoras da mente a seis colegas não voluntarios. O Dr. Frank Olson teve uma “viagem violentamente má” e precisou ser hospitalizado. Pouco depois de um exame por um tal Dr. Harold Abramson, Olson encontrou-se com ele em um quarto de hotel. Abramson declara que deu a Olson um bourbon e também benzedrina e que Olson tornou-se delirante e saltou da janela de um décimo terceiro andar.
Uma olhada íntima em alguns projetos passados do MKUltra
O seguinte documento desclassificado da CIA de 1955 nitidamente mostra as várias agendas de lavagem cerebral dos tipos de experimentação MKUltra. A desvalorização da vida humana está clara. Também ao acompanhar este documento e o testemunho posterior de pesquisadores que trabalharam nesta area, e a informação concernente aos “pais” da psiquiatria moderna, podemos ver que estas práticas tem se seguido aos dias modernos nas enfermarias psiquiátricas. O que também é visto como parte da experimentação é o desacreditar publicamente indivíduos à vontade. Isto provavelmente seja usado contra aqueles que estejam tentando resistir a agenda da Nova Ordem Mundial, expondo tais coisas, como o dúbio programa MKUltra.
Documento de 5 de maio de 1955
Uma porção do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de TSS/Divisão Química é devotada a descobrir os sguintes materiais e métodos:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentem a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que façam com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovam o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzam sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causem dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição preferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis de detector e inviabilizem uma pessoa realizar uma atividade física.
“O desenvolvimento de materiais deste tipo segue a prática padrão de tais casas éticas de drogas como [deletado, mas provavelmente Eli Lilly que anteriormente havia ajudado com tal experimentação]. É relativamente um procedimento de rotina desenvolver uma droga a ponto de teste humano. Geralmente as companhias farmacêuticas dependem dos serviços de medicos particulares para os testes clínicos finais. Os médicos são voluntários em assumirem a responsabilidade destes testes visando avançar a ciência da medicina. É difícil e algumas vezes impossível para o TSS/CD oferecer um tal induzimento a respeito destes produtos. Na prática, tem sido possível usar contratantes externos para as fases preliminaries deste trabalho. Contudo, a parte que envolve a testagem humana para a dosagem em níveis eficazes apresenta problemas de segurança que não podem ser praticados pelo contratante comum.
A proposta instalação [deletado] oferece uma oportunidade única para o manuseio seguro de tais testes além de muita vantagens ressaltadas na proposta do projeto. Os problemas de segurança mencionados acima são eliminados pelo fato que a responsabilidade pela testagem recairão completamente sobre o médico e o hospital. [deletado] permitirá que o pessoal TSS/CD supervione o trabalho muito estreitamente para se assegurar que todos os testes sejam realizados Segundo as práticas reconhecidas e compreendam as apropriadas salvaguardas.”
[fim do documento]
A seguir temos um memorando do Dr Sidney Gottleib em 1953 que ressalta projetos utilizando hipnose dentro do MKUltra.
DRAFT-SG/111 11 de maio de 1953
MEMORANDO PARA REGISTRO
ASSUNTO: VISITA AO PROJETO [Deletado]
1. Neste dia o escritor passou o dia observando experimentos com Mr. [deletado] no projeto [deletado] e planejando o trabalho do ano seguinte no projeto que Mr. [deletado] já submeteu sua proposta ao [deletado].
2.A imagem geral do presente status do projeto é uma de uma série cuidadosamente planejada de cinco maiores experimentos. A maioria do ano tem sido gasta em fazer a triagem e padronização de um grande número de sujeitos [aproximadamente 100] e nos meses entre agora e 1o. de setembro devemos ter muitos dados, de forma que estes cinco experimentos devam estar completados em 1o. de setembro. Os cinco experimentos são: [N representa o número de sujeitos envolvidos no experimento}
Experimento 1 – N-18 Ansiedades induzidas hipnoticamente a estarem completas em 1o. de setembro.
Experimento 2 – N-24 Aumento da habiidade de aprender e recordar material complexa escrita induzida hipnoticamente a estar completo em 1o. de setembro.
Experimento 3 – N-30 resposta ao polígrafo sob hipnose a estar completa em 15 de junho.
Experimento 4 – N-24 aumentada habilidade de observar e recordar um complexo arranjo de objetos físicos induzida hipnoticamente.
Experimento 5 – N-100 Relaticionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose.
3. O trabalho para o ano seguinte [1o. de setembro de 1953 a 1o. de junho de 1954] se concentrará em:
Experimento 6 – o problema do código morse, com ênfase em sujeitos de QI relativamente mais baixos do que em encontrados em voluntários da Universidade.
Experimento 7 – Recordação de informação hipnoticamente adquirida por sinais muito específicos.
[deletado] submeterá detalhados planos de pesquisa para todos os experimentos ainda não submetidos.
4. Um sistema de relatos foi decidido, recebíveis em junho, setembro e dezembro de 1953 e em março e junho de 1954. Esses relatos além de darem um sumário do progresso de cada um dos sete experimentos também incluem dados brutos obtidos do experimento. Quando cada experimento estiver completo um relatório final completo e organizado será enviado a nós.
5. Depois de 1o. de junho [deletado] o novo enderço sera: [deletado]
6. uma nova revista científica foi observada no escritório [deletado]:
Jornal de Hipnose Clínica e Experimental
Publicado a cada quarto mêses pela Sociedade para CF. & E.H.
O publicador é Woodrow Press, Inc.
227 E. 45th Street
New York 17, N.Y.
preço $6.00
Até o presente dois números publicados, Vol. 1 #1 Janeiro de 1953, e Vol. 1 #2 Abril de 1953.
7. Uma impresão muito favorável foi feita sobre o escritor pelo grupo. O projeto experimental de cada experimento é feito muito cuidadosamente e os padrões de detalhe e instrumentação parecem muito altos.
Sidney Gottlieb
Chefe da Divisão Química, TSS
[fim do documento]
A seguir temos uma entrevista com o Dr. George Estabrooks em 1971. Isto foi mais de um ano antes que os registros governamentais a respeito do MKUltra fossem relatadamente destruidos.
Vem a Era da Hipnose
Science Digest, Abril 1971 George H. Estabrooks, Ph.D., graduado em Harvard (1926) e Rhodes Scholar
Uma das aplicações mais fascinantes e perigosas da hipnose é o seu uso na inteligência militar. Este é um campo com o qual estou muito familiarizado por meio da formulação de orientações para as técnicas usadas pelos EUA em duas guerras mundiais. A comunicação durante uma Guerra sempre é uma dor de cabeça. Códigos podem ser quebrados. Um espião profissional pode ou não ser comprado. Seus próprios homens podem ter lealdade inquestionável mas seu julgamento sempre está aberto a questão. O “CORREIO HIPNÓTICO” por outro lado, fornece uma solução única. Eu estive envolvido em preparar muitos sujeitos para este trabalho durante a segunda Guerra mundial. Um caso bem sucedido envolveu um capitão do exército que chamarei George Smith. O capitão Smith passou por meses de treinamento. Ele era um sujeito excelente mas não entendia isso. Eu tinha que remover dele, por sugestão pós hipnótica, toda a lembrança de ter sido hipnotizado. Primeira vez que estive em sua unidade chamei o capitão a Washington e disse a ele que eles precisavam de um relatório sobre o equipamento mecânico da Divisão X aquartelada em Tóquio. Smith recebeu ordens de tomar o jato na manhã seguinte, pegar o relatório e retornar. Conscientemente, tudo o que ele sabia era a história que contou a esposa e amigos. Então o coloquei sob hipnose profunda e dei a ele – oralmente – uma mensagem vital a ser entregue diretamente em sua chegada a um certo coronel – vamos dizer que seu nome fosse Brown – da inteligência militar. Além de mim, o Coronel Brown era a única pessoa que podia hipnotizar o capitão Smith. Isto é “fechado”. Realizei isso ao dizer ao hipnotizado capitão: “Até ordens posteriores minhas, somente eu e o Coronel Brown podemos hipnotizar você. Usaremos uma frase sinal ”a lua está clara”. Toda vez que você ouvir esta frase de mim ou de Brown passará instantaneamente para a hipnose profunda”. Quando o capitão Smith acordou ele não tinha memória consciente do que havia acontecido durante o transe. Tudo que ele estava ciente era que precisava ir a Tóquio e pegar o relatório da Divisão. Em sua chegada lá, Smith apresentou-se a Brown que o hipnotizou com a frase sinal. Sob hipnose, Smith transmitiu minha menagem e recebeu de volta uma dele. Despertado, recebeu o relatório da Divisão e voltou para casa por um outro jato. Em casa eu o hipnotizei mais uma vez com a frase sinal e ele me transmitiu a resposta de Brown que ele obedientemente havia guardado em sua mente inconsciente. O sistema é virtualmente a prova de falhas. Como exempificado neste caso, a informação foi “trancada” no subconsciente de Smith para recuperação apenas por uma das duas pessoas que sabiam a combinação. O sujeito não tem memória consciente do que aconteceu e assim nada pode revelar. Ninguém mais pode hipnotiza-lo até mesmo que saiba a frase sinal.
Nem todas as aplicações do hipnotismo à inteligência militar são tão de tanto valor quanto esta. Talvez você já tenha lido “As Três Faces de Eva”. O livro foi baseado em um caso relatado em 1905 pelo Dr. Morton Prince do Hospital Geral de Massachusetts e Harvard. Ele perplexou todos no campo ao anunciar que havia curado uma mulher chamada Beauchamp de um problema de divisão de personalidade. Usando a sugestão pós-hipnótica para submergir uma faceta infantil e incompatível da paciente, ele havia sido capaz de tornar os dois outros lados de Mrs. Beauchamp compativeis e reuni-los em uma única personalidade coesa. Hipnólogos clínicos do mundo pularam no vagão da personalidade múltipla como uma fronteira fascinante. Por 1920 eles não apenas haviam aprendido a aplicar a sugestão pós-hipnótica para lidar com este problema estranho mas também haviam aprendido como partir certos indivíduos em múltiplas personalidades como Jeckyl-Hydes. O potencial para a inteligência militar tem sido digno de pesadelo. Durante a segunda Guerra mundial trabalhei com esta técnica com um tenente da marinha altamente vulnerável que chamarei Jones. Sob o olho observador da inteligência da marinha parti a personalide dele em Jones A e Jones B. Jones A, um marinheiro normal, tornou-se inteirmente diferente. Ele falava da doutrina comunista e a entendia. Ele era recebido entusiasticamente pelas células comunistas e recebeu uma dispensa desonrosa da marinha [que fazia parte dos planos] e se tornou um membro atuante do partido. O curinga era Jones B, a segunda personalidade, anteriormente aparente no mariner consciente. Sob hipnose, este Jones tinha sido cuidadosamente treinado por sugestão. Jones B era a personalidade mais profunda, conhecia os pensamentos de Jones A, era um Americano leal e foi marcado para nada dizer durante as fases concientes.
Tudo que eu tinha a fazer era hipnotizar o homem completo, entrar em contacto com Jones B – o Americano leal – e tinha um conduto direto do campo comunista. Isto funcionou maravilhosamente por mêses com esse sujeito, mas a técnica deu um tiro pela culatra. Conquanto não houvesse modo do inimigo expor a personalidade dupla de Jones, eles suspeitavam disso e utilizaram o mesmo truque conosco mais tarde. O uso de “hipnose desperta” na contra-inteligência durante a segunda Guerra mundial ocasionalmente tornou-se tão envolvida que até mesmo atingiu a minha credulidade. Entre os complôs mais complicados usados estava a prática de enviar um agente perfeitamente desperto e normal ao campo inimigo depois de haver sido cuidadosamente treinado na hipnose desperta para agir como a parte de um potential sujeito de hipnotismo. Treinado em auto-sugestão e auto-hipnose tal sujeito pode ser aprovado em cada teste utilizado para verificar uma pessoa hipnotizada. Usando isso, ele pode controlar o número de batimentos cardíacos, auto-anestesiar-se a um grau contra a dor de um choque elétrico ou tortura.
No caso de um official que chamaremos Cox, este contra-espião cuidadosamente preparado recebeu um título para indicar que ele tinha acesso a informação de alta prioridade. Ele foi plantado em um café internacional em um país na fronteira onde era certo existirem agentes inimigos. Ele falava demais, bebia muito, fez amizade com as garotas locais e fingia um interesse infantil no hipnotismo. A esperança era que ele entraria em uma situação onde agentes inimigos o raptasssem e tentassem hipnotiza-lo para extrair dele informação. Cox trabalhou tão bem que eles cairam no truque. Ele nunca se permitiu ser hipnotizado durante as tentativas. Enquanto fingia ser um sujeito hipnotizado do inimigo ele ia reunindo e transmitindo informação.
[fim da entrevista]
Mais Experimentação
Em 1942 o Dr.Winfred Overholser do OSS, o predecessor da CIA, começou uma pesquisa buscando um “soro da verdade” usando mescalina, uma droga derivada do cactus peyote. Isso se provou ineficaz como soro da verdade e eles começaram a experimentar doses líquidas concentradas e altamente potentes de marijuana. O governo dos EUA durante a segunda Guerra mundial plantou toneladas de marijuana. A história oficial é que ela seria usada para cordas e de fato o caule foi usado para fazer cordas, sacos etc. mas o broto e a folha eram concentrados para a criação de indoor, incolor e sem sabor “soro da verdade”. Em alguns casos isto foi muito eficazmente usado durante o interogatório de agentes duplos suspeitos e até mesmo entre cientistas que produziam o produto. Isto produzia reações contudo provadas serem instáveis que alcançavam resultados variados entre muitos sujeitos teste e portanto outros meios tinham que ser buscados.
1944 viu os primeiros esforços dos EUA em recrutarem cientistas nazistas ativamente nos campos nuclear e médico.
1950 viu a CIA unir forças ao Pentágono e um programa de modificação comportamental foi inicialmente chamado PROJETO BLUEBIRD. Os prisioneiros norte-coreanos de Guerra receberam barbituratos, benzedrina e foram hipnotizados antes do interrogatório. Uma outra meta deste programa era a indução de amnesia em sujeitos-teste para que eles não pudessem se recordar dos processos de droga e tortura. A terapia por eletrochoque também tornou-se parte da mistura.
1953 vui a transformação do OSS em CIA. Por agora eles haviam importado muitos dos cientistas nazistas que haviam chefiado programas de controle mental e lavagem cerebral com alguns registros dos campos de morte que não haviam sido destruidos. Segundo estes registros os alemães haviam obtido bons resultados usando mescaline e então mais uma vez a CIA voltou a prancheta para novos projetos. O PROJETO NAOMI tinha sido um projeto da CIA usando LSD. A este ponto ele fio renomeado “MK Ultra”. MK Ultra era agora uma operação abrangente envolvendo controle mental, modificação do comportamento e interrogatório. Seus métodos eram uma mistura de psicocirurgia, terapia por eletrochoque, uso de várias drogas ponderosas de alteração mental e hipnose enquanto seu fim era produzir a amnesia de forma que os sujeitos teste de nada suspeitassem.
1967 Na Universidade McGill o Dr Ewen Cameron realizou experimentação para o MK Ultra usando terapia por eletrochoque e privação sensorial.
1974 um contratante do Departamento de Defesa, J. Scapitz, buscou combinar a tecnologia MK Ultra com a tecnologia microondas para produzir efeitos em massa sobre a população mundial. Em 1994, exatamente vinte anos depois, o Departamento de Justiça começou a supervisionar o novo trabalho realizado no Alasca para um projeto chamado HAARP. HAARP é de fato uma enorme matriz microondas. A matriz foi novamente extensamente atualizada em 1998.
In 1988 o governo dos EUA finalmente estabeleceu um processo legal de oito anos contra eles pelos advogados de Washington – Joseph L. Rauh, Jr., e James C. Turner. O processo foi acordado for a da corte pelo valor de 750.000 dólares em benefício de cidadãos canadenses que foram vitimizados e sobreviveram à experimentação MKUltra realizada por Ewen Cameron, que também alcançou notoriedade como presidente da Associação Psicológica Americana e Canadense. For a da corte foi estabelcido o acordo por interesse da “segurança nacional”.
ENTRAM OS BUSH
O avô de G.W. Bush, Prescott Bush, e seu sogro, George Herbert Walker, inicialmente fizeram sua fortuna fornecendo à máquina de Guerra nazista enquanto esta seguia em sua conquista da Europa. O dinheiro de Bush forneceu aos nazista aço, petróleo, materiais, munições e até Pesott ser acusado pelo Ato do inimigo. A família Bush havia investido pesadamente na política e polícia do Terceiro Reich.
“A fortuna da família Bush veio do Terceiro Reich” – John Loftus, ex secretário substituto de justiça e president do Museu do Holocaqusto na Flórida citado no Sarasota Herald-Tribune 11/11/2000
A família Bush é ligada financeiramente ao grupo Carlyle, uma companhia de fachada de bin Laden que tem enriquecido seus investidores por meio dascompras dos contratantes de defesa. A media annual detida pelos investidores tem sido 34% e é especializada no aparato de armamentos e defesa, enriquecendo financeiramente a cada maior ação militar.
Quando George H.W. Bush tornou-se director da CIA em 1975, segundo sua biografia official, ele foi o primeiro externo da CIA a tornar-se diretor. De fato este era um tempo muito crítico para a CIA e também muito crítico para a Nova Ordem Mundial com seus planos de controle mental em massa que estavam para ser colocados em uso prático e os papéis sendo vazados a respeito da existência do MKUltra. Sem mencionar que vários doutores envolvidos já haviam falado publicamente a respeito destes diabólicos deveres. Certamente não era o tempo para um noviço, então esta parte de sua biografia é verdadeira? Não, segundo um memorando de J Edgar Hoover que se referia a um “Mr. George Bush da CIA” que era um agente da CIA envolvido com exilados cubanos que mais tarde tornaram-se envolvidos no infame fiasco da Baía dos Porcos. George Bush tem publicamente negado ser esse homem. Ele se recorda de por esse tempo estar no Texas mas nega lembranças posteriores. Com toda probabilidade a CIA não estava nas mãos de um noviço, mas possivelmente de um dos maiores agentes que já a serviram.
Já que Bush foi o homem da CIA acima dos exilados cubanos que se reuniram para o fracasso da Baía dos Porcos, em oposição direta a JFK e aos seus planos de rasgar a CIA. Se Kennedy repentinamente criasse para si um inimigo muito letal em George H.W. Bush? Se assim o foi, há muita ironia em tudo isso. JFK escreveu e implementou a Publicação #7277 do Departamento de Estado que é um projeto básico de 40 anos para a Nova Ordem Mundial. A História desde então tem provado que temos implementado e seguido os planos de Kennedy ao nono grau. Se Bush foi instrumental no assassinato de JFK, então o arquiteto da Nova Ordem Mundial foi na realidade assassinado pelo homem que levou isso adiante no mundo. Em numerosas ocsiões durante sua presidência George H.W. Bush orgulhosamente se referiu a Nova Ordem Mundial e levou o crédito por acelera-la. O ex presidente Bush pode estar ligado também a uma outra tentative de assassinato, e há alguns detalhes muitos intrigantes associados a um que vamos olhar.
Ronald Reagan estava em seu primeiro mandato como presidente. Seu principal oponente republicano era George H.W. Bush, e naquele tempo parecia haver certa animosidade entre os dois. Reagan havia declarado publicamente que nunca teria Bush como vice presidente. Com certeza Reagan era muito mais elegível. Ele era carismático e lidava bem com a imprensa. Ele tornou-se conhecido como um grande comunicador. Segundo o Lt. Col. “Bo” Gritz, depois de receber a aprovação republicana como candidate presidencial Reagan foi convidado para um enconrto com os Rockerfellers na cidade de New York City onde lhe foi dito,
“Se você não tomar o meu chefe da Comissão Trilateral ” (George Bush era o chefe da CFR, que a décadas vinha trabalhando para nos levar a Nova Ordem Mundial) “como seu parceiro candidate, o único meio pelo qual você verá a Casa Branca por dentro será como turista”
Com certeza Reagan aceitou Bush e apenas dois meses depois de assumir a presidência sofreu a tentativa de assassinato em 30 de maio de 1981. Quando o primeiro tiro foi ouvido um agente do service secreto empurrou Reagan para dentro de um veículo e não viu a dor no rosto dele mas James Brady recebeu um tiro na cabeça e outros dois auxiliares foram baleados também. A limousine presidencial acelerou e uma ambulância deixou a cena vários minutes depois levando Brady para o hospital. De algum modo a limousine presidencial chegou ao hospital 15 minutos depois de Brady ter chegado.
Segundo Kitty Kelly em sua biografia de Nancy Reagan.
“É seguro dizer que Nancy Reagan odiava o Vice Presidente George Bush – o ambicioso espião da CIA e seu ex director que tomou a presidência sem eleição. Este ódio era certamente uma motivação tão eficaz quanto qualquer soro da verdade. (o ex director da CIA Richard Helms, um dos vinte oficiais condenados da Casa Branca de Reagan/Bush no escândalo Irã-Contra [cocaína por armas/armazenamento da OTAN por dinheiro], testemunhou ao Congresso que a CIA com sucesso realizou 60.000 assassinatos. Assassinos controlados mentalmente [programa de tortura/psicologia MK-ULTRA] eram apenas uma da muitas especialidades encobertas da CIA. O staff da embaixada costa-riquenha de Bush/Reagan inclisive o embaixador dos EUA firam expulsos daquele país pelo crime de importer cocaína dos EUA. Como chefe da CIA Bush certamente era um dos mais hostis empregados do governo da América)”
Segundo o próprio Reagan, ele nunca sentiu dor ao ficar de pé na calçada e sim depois de tre sido jogado dentro da limosine, fora da linha de tiro, que ele sentiu o ferimento. O Lt. Col. Bo Gritz, que era o homem responsável por quebrar o permanecimento entre o cumprimento legal dos EUA e Randy Weaver que era um sob seu commando, relata as próprias palavras de Reagan, bem como uns poucos outros fatos conhecidos.
“Eu sabia que tinha sido ferido, mas pensei ter sido ferido pelo homem do Serviço Secreto ao meu lado no carro. Quando isso aconteceu, devo dizer que senti uma dor paralisante. Tenho descrito que é como se alguém o atingisse com um martelo. Mas a sensação, me pareceu, veio depois que eu já estava no carro e assim pensei que talvez a arma dele ou8 algo tivesse quebrado uma costela. Sentei-me e a dr não passava e subitamente eu estava tossindo sangue.”
É interessante que o Lt. Col. Gritz especifica que Reagan não recebeu um tiro de bala mas uma ponta fina. Isto certamente era inconsistente com a arma especificada como sendo usada por Hinkley. Um outro fato interessante se refere a ligação entre John Hinkley e enfermarias psiquiátricas. Lembre-se que as enfermarias psiquiátricas foram amplamente utilizadas pelo governo para realizar tal experimentação. Devemos também notar as práticas dos dias atuais nestas enfermarias e seu uso disseminado de drogas de alteração mental com estes passados experimentos cruéis e mortais que são terrivelmente familiares. Hinkley tinha estado entrando e saindo várias vezes destas enfermarias. Acrescente a isto a ligação entre a família de Hinkley e a família de Bush, que se beneficiou da tentative de assassinato e temos algumas implicações muito seriamente sádicas e malignas.
O pai de Hinkley era um homem muito rico e grande contribuidor das campanhas de Bush. Eles eram socialmente interativos. Um dia supostamente Hinkley atirou em Reagan e seu irmão jantou com Neil Bush, irmão de G.W. Bush e filho de George H.W. Bush. Isto por si só é suspeito e uma possível coincidência, mas quando ligado com o resto dos fatos há mais evidência circunstancial que condena muitas pessoas nas cortes legais. A este ponto pode ser ditto que os fatos vão além do circunstancial?
Este incidente [a tentative de assassinato de Reagan] de fato deu a George H.W. Bush a presidência e de fato foi depois deste evento que ele, Ollie North e outros fecharam os acordos de armas por drogas. É muito provável que uma vítima do MKUltra tenha se tornado o bode expiatório óbvio.
Na década de 1940, Eli Lilly pharmaceuticals supervisionou os experimentos MK Ultra usando mescaline e LSD. George Bush tinha sido diretor da Eli Lilly bem como diretor da CIA ao tempo em que muito trabalho de pesquisa a respeito do MKUltra acidentalmente apareceu. O legado do MKUltra passou de pai para filho? Há um laço interessante referente a G.W. Bush. Enquanto e Governador do Texas, ele supervisionou a execução de 130 presos.
Karla Faye Tucker foi uma esposa abusada que havia assassinado o marido, cumpriu pena de vários anos, entregou sua vida a Cristo e tinha um ministério muito eficaz na prisão. Cristãos de todas as nações estavam pedindo pela vida dela… até mesmo Pat Robertson tentou intervir e pediu a GW para parar a execução por ela. Ele não atendeu e ela foi executada. GW publicamente fez troça dela em uma entrevista de televisão. A verdade é que GW somente suspendeu uma execução durante seu mandato como Governador do Texas, a despeito de todas as afirmações legítimas de inocência envolvendo vários dos executados. A única execução que ele suspendeu foi a de Henry Lee Lucas, que era um comprovado assassino em massa e estava ligado a bem mais de trezentos assassinatos. Lucas afirmava que ele fazia parte de um anel que assassinou, sequestrou, canibalizou e praticava o Satanismo e que principais politicos estavam envolvidos. É muito provável que Lucas também fosse vítima da tecnologia do MK Ultra. Lucas afirma que a CIA estava envolvida. A verdade é que quando se compara os fatos do MKUltra como dados pelos homens envolvidos, com a vida de Henry Lee Lucas, vemos assustadoras similaridades no modo de operação, que é similar também às experiências de John Hinkley. Lucas entrava e saia de instituições mentais por vários anos de sua vida. Havia vezes em que ele era amarrado na cama e drogado por semanas a um ponto de não ter memória dos eventos que transpiraram durante sua estada. Estas eram as mesmas técnicas usadas, juntamente com a hipnose, para criar assassinos como foi afirmado pelos mesmos doutores que realizaram os “programas”.
Quem eram estes “principais politicos“ para quem ele trabalhava [e que também eram os mais íntimos adoradores de Satã], ele nunca nomeou publicamente, mas G.W. Bush deu a Henry Lee Lucas o ÚNICO perdão em seu recém encontrado comsrvadorismo compassivo. Parece que embora tão subitamente quanto ele encontrou a sua compaixão, ele novamente a perdeu depois da execução de Lucas quando as execuções foram reassumidas eem um passo frenético. Também G.W., sendo um membro da Skull and Bones não é um novice na atividade satânica.
Os fatos concernentes a vítimas sequestradas sendo levadas a Matemoros e Juarez, no México, revelados por Lucas foram estabelecidos anos mais tarde quando em uma fazenda abandonada localizada exatamente for a daquela cidade, o governo Americano começou a cavar corpos de homens e mulheres que haviam sido torturados e mortos. Parece ter havido estranhos privilégios garantidos a Lucas durante sua encarceração. Segundo Jim Boutwell, Sherife do Condado de Williamson, Texas, “Henry não era um prisioneiro comum”. Ele havia recebido uma cela de alta segurança e umas poucas amenidades especiais…”
Lucas tinha passado dez anos na prisão antes de ser condenado por assassinato e foi libertado em 1970. Elea firma que foi recrutado e treinado em um campo paramilitary no Everglades, Flórida. Talvez acrescentando peso a sua história, além dos fatos do MKUltra e como estas mesms técnicas foram documentadas serem usadas sobre ele, temos este testemunho de Lt. Comandante Thomas Narut tomado de Harry V. Martin e David Caul, “Mind Control”, Napa Valley Sentinel, Agosto-Novembro 1991″
.”A informação foi divulgada em uma conferência da OTAN em Oslo de 120 psicólogos de 11 nações da aliança… A Marinha forneceu todo custeio necessário, segundo Narut. Dr. Narut, em uma sessão de pergunta e resposta com reporteres de muitas nações, revelou como a Marinha estava secretamente programando grandes números de assassinos. Ele disse que os homens com os quais trabalhava com a Marinha estavam sendo preparados para ações tipo comando bem como operações encobertas nas embaixadas dos EUA mundialmente. Ele descreveu os homens que entraram em seu programa como “atiradores e assassinos” que podiam matar a um comando. A triagem cuidadosa dos sujeitos era realizada por psicólogos da Marinha através de registros militares… e muitos eram assassinos condenados cumprindo sentenças militares de prisão”.
[fim do artigo]
Um outro fato interessante que parece verificar a informação dada por Lucas a respeito de sequestro, assassinato e experimentação de controle mental sendo realizados em Matamoros e Juarez – México, envolve Rafael Resendez-Ramirez. Ele havia perseguido os sistemas de ferrovias no oeste Americano nos anos de 1980 matando e aleatoriamente aterrorizando todas as vítimas que viviam próximas a uma ferrovia na Califórnia. Ele se encaixa perfeitamente no cenário apresentado por Lucas. Ramirez era abertamente um adorador de Satã e um assassino de sangue frio. Ele surpreendentemente nasceu em Matamoros, México e atravessou a fronteira americana a partir de Juarez [México], as mesmas duas cidades que Lucas afirmava que os elementos escuros de nosso governo realizavam estas tarefas lamentáveis. Segundo a mãe de Ramirez, “estranhos” de uma fazenda vizinha fora de Matemoros o criaram. Tomando os fatos da história de Lucas e comparando-os com a história de Ramirez parece haver muito mais que coincidência. Certamente de acordo com os padrões de hoje, bastante evidência para indiciar o nosso governo por punição cruel e não usual e conspiração de assassinato entre outras várias acusações.
Isto nos traz da Operação Paperclip na década de 1940 ao tipo de manipulação do MKUltra e não importa o nome do projeto, pelos anos de 1980 e 1990. Isto também mostra o envolvimento de alto nível das agências de inteligência dos EUA inclusive indicando homens como G.H.W. Bush e provavelmente também seu filho G.W.
Trazendo a Atualização de Dados de Controle Mental em Massa
Até agora temos examinado uma história condensada de projetos individuais de controle mental realizados pelo governo dos EUA. Agora devemos fazer a pergunta: “E quanto ao controle mental em massa?”
Permita-me submeter que a manipulação mental individual tem servido aos elementos escuros de nosso governo e apenas tem servido para criar confusão e ansiedade em nossa sociedade pelas décadas recentes. Isto por sua vez tem feito com que a população dos EUA grite por mais e mais intervenção do governo, que parece ser o efeito trabalhado e esperado por aqueles que nos dirigem a uma Nova Ordem Mundial. Acrescente a isto a SDP #7277 de autoria do Presidente Kennedy em 1959 quando ele era Senador e é aparente que a criação da Nova Ordem Mundial não é uma agenda estrangeira, mas uma agenda do governo Americano. Devemos também ver que o CFR, a Comissão Trilateral, a Liga das Nações, a ONU e tais são TODOS criações do governo Americano. Para trazer estes nefastos mas bem estabelecidos planos de fruição contudo, isto parece mais do que necessário. Algo deve ser feito além do nível individual e até mesmo além do nível nacional. Alguns dos objetivos podem ser.:
A. Os povos do mundo e em cada nação individual devem ser segregados em numerous menores que possam ser facilmente manipulados por vários meios de técnicas psicológicas. Por exemplo, separar broncos de negros, ricos de pobres, protestantes de católicos, democrata de republicanos etc.
B. Estes grupos menores posteriormente podem ser divididos para criar ainda mais divisão o que permitirá a distração das massas como um todo e evitará que elas debandem juntas para resistir a agenda da Nova Ordem Mundial.
C. Achar um meio de estressar as massa para mantê-las distraídas dos eventos reais na busca da simples sobrevivência.
D. Achar um meio de posteriormente iludir as massas a um estado que as evite por conta própria e realmente examiner situações ao seu redor no mundo.
Estes são apenas uns poucos pontos principais dos problemas a que temos que nos dirigir e superar embora isto seja apenas um exemplo minúsculo. Contudo é esperança deste escritor mostrar ao leitor que estes problemas não têm sido abordados mas que eles já tem alcançado a “comunidade mundial”, especialmente os cidadãos dos EUA e realmente agora são nada mais do que uma sociedade adormecida por lavagem cerebral.
Entra HAARP
HAARP é um acrônimo para “Programa de Alta Frequência Ativa Auroral”. Segundo o website official do governo a respeito de HAARP, esta é um estação de pesquisa localizada em mais de trinta acres de terra de propriedade do Departamento de Defesa. Eles também estranhamente informam no mesmo site official “especialização técnica e serviços de contraltos públicos como requerido para gerenciamento, administração e avaliação do programa estão sendo fornecidos cooperativamente pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea e Laboratório de Pesquisa Naval e Escritório de Pesquisa Naval. Como HAARP consiste em muitos itens individuais de equipamento cientgífico, grandes e pequenos, há uma considerável lista de organizações comerciais, acadêmicas e de governo”
Podemos perguntar, “Qual é a instalação de pesquisa que pretende simplesmente estudar nossa atmosfera e o que ela está fazendo emu ma propriedade do Departamento de Defesa?” A resposta pode estar em revelar quais são as reais funções de HAARP. HAARP consiste em uma martiz de fases de 180 torres colocadas afastadas 80 polegadas em uma grade de 1000 a 1200 polegadas. Duas antennas que transmitem ondas ELF e VLF variando de 2.8 a 7 MHz (VLF) e de 7 a 10 MHz, (ELF) na atmosfera no alto de cada torre. A matriz recebe a energia de 30 abrigos, cada um responsável por seis torres. Cada abrigo contém seis pares de transmissores de 10 kW permitindo uma transmissão de 3600 kW da matriz. O sinal pode ser focalizado fortemente em uma única area ou disperse em um amplo alcance. Há vários de tais sítios disperses pelo mundo transmitindo ondas ELF.
A maioria que está familiarizada com HAARP contudo, geralmente está apenas familiarizada com a instalação no Alasca, pensando ser a única de tais instalações. Hoje em dia quase ninguém está ciente dos muitos outros sítios tais como os localizados em Porto Rico, África do Sul e vários na antiga União Soviética. É uma interessante nota lateral que o projeto foi concebido e experimentado com início na década de 1950, Segundo nosso próprio governo. Não coincidentemente este é o espaço de tempo que o MKUltra estava operand com carta branca e a pleno vapor. Qual é a importância deste HAARP no que se refere ao controle mental em massa? A resposta reside no efeito das ondas ELF no cérebro e no corpo humano.
Para entender os efeitos das ondas ELF sobre o cérebro humano, precisamos compreender primeiro um pouco a respeito de diferentes padrões e comprimentos de ondas, sob as quais normalmente os humanos funcionam.
Ondas Cerebrais DELTA – estão entre 0.5 a 4 ciclos por Segundo e são geradas na parte anterior do cérebro. O padrão é normalmente associado com o sono profundo e alguns místicos orientais alcançam este estado quando despertos mas emu ma meditação muito profunda.
Ondas Cerebrais THETA – estão entre 4 a 7 ciclos por segundo. Este padrão é associado ao sono leve e repouso profundo. Criatividade e pensamento inspirado frequentemente acompanham esse estado. Quantos entre vocês já estavam quase dormindo e subitamente tiveram uma idéia ou solução?
Ondas cerebrais ALPHA – são quase não existentes em crianças com menos de dez anos de idade. Este é o padrão de onda gerado de 7 a 12 ciclos por segundo. É um padrão muito interessante. É um padrão que evita a concentração. É altamente suscetível à sugestionabilidade. Em outras palavras, uma pessoa operando neste padrão é facilmente levada, mesmo contra sua vontade. Por alguma razão esses dias a maioria dos homens e das mulheres estão operando em suas horas acordados em um estado de onda alpha.
Ondas cerebrais BETA – estão de 13 a 27 ciclos por segundo. Estas ondas devem aparentemente ser o padrão ótimo para humanos andarem e trabalharem em suas horas acordados. Este padrão nos permite analisar coisas e situações e mais prontamente permitir que o cérebro humano se foque no estímulo externo. Está associado á atividade mental alerta.
Ondas cerebrais GAMMA – algumas vezes chamadas de ondas hiper-beta, operam acima de 27 ciclos por segundo. Elas podem ser associadas a hiperatividade ou súbitas explosões de atividade física.
Tendo isso em mente, é importante saber que o cérebro e o corpo se tornam afetados pelos estímulos ELF externos. Diferentes frequências têm diferentes efeitos bem como de um sentimento de eufoia a extrema vertigem e doença e confusão, acelerar o crescimento de células cancerosas, algumas vezes seis vezes ou mais. Um dos efeitos mais interessantes é o fato que as frequências entre 8 e 12 Hz podem realmente “arrastar” a onda cerebral humana.
O que queremos dizer com esse “arrastamento” do cérebro de alguém? Se o cérebro de alguém está operando a 15 ciclos por segundo dizemos que ele está operando no padrão de onda cerebral BETA. Isto também como vimos é o padrão ótimo para analise e pensamento e exame dos estímulos externos. Se esse cérebro que está operando normalmente for então exposto a ondas ELF na frequência de 8 a 12 ciclos por segundo, como um camaleão muda de cor, aassim também a onda cerebral muda de um padrão BETA para um padrão ALPHA, exatamente reproduzindo o padrão da fonte externa. Esta mudança ocorre em alguns cérebros imediatamente ao contacto externo.
Qual a importância destas descobertas?
O cérebro deve normalmente trabalhar no padrão BETA durante as horas normais de trabalho. Contudo uma fonte externa emitindo ondas ELF podem fazer com que ele vá para o padrão ALPHA que é o padrão que desanconselha a concentração, o foco e o exame profundo, colocando o sujeito em um estado que é muito fácil ser levado pela sugestão. Em outras palavras, a pessoa nesse estado pode facilmente sofrer lavagem cerebral. Elas não podem se focalizar nas realidades das coisas que estão acontecendo com elas e examinar estas coisas. Uma pessoa que viva neste estado vive uma vida estreita de comer, beber e ficar feliz e é facilmente entretida e distraída. Alguns sentam na frente da televisão devorando toda e qualquer propaganda que lhes apareça como alimento. Eles vivem uma vida mentalmente pobre e nem mesmo entendem isso porque se torna uma norma.
Os transmissores de HAARP, bem como os transmisores similares espalhados mundialmente transmitem em frequências variadas. As frequencias mais utilizadas estão dentro da variação que afeta o cérebro retirando-o do estado BETA e arrastando-o para o estado ALPHA. Para ver o efeito tudo o que precisamos fazer é observar a sociedade facilmente influenciada e zumbificada em que vivemos. Uma outra interessante nota lateral. Muitos leitores se lembrarão do velho commercial sobre a marijuana onde vemos resultados de eletroencefalogramas sendo mostrados. Vemos picos altamente consistentes e ouvimos as palavras, “Este é o seu cérebro.” Agora vemos o nivel dos picos descer até estar quase que uma linha reta e ouvimos as palavras “Este é o seu cérebro com a marijuana”. O que NÃO é explicado são os VERDADEIROS efeitos da marijuana sobre os padrões de ondas cerebrais. O que nós vemos sendo mostrado neste comercial são as ondas ALPHA. Segundo todos os estudos respeitáveis como o da Universidade de Cornell e muitos outros mais, a marijuana não abaixa o padrão ALPHA mas arrasta o cérebro de volta ao padrão BETA, onde ele realiza seu melhor pensamento e exame profundo. Ela [a onda BETA] permite um exame mais profundo. É também demonstrado que a marijuana melhora os efeitos malignos das frequências inferiores de onda ELF sobre o corpo humano tal como o fato de retardar o cancer.
Muitas questões são levantadas por estes fatos. Porque os EUA e a Rússia têm construido esses transmissores mundialmente? Sabendo que eles têm grandes homens de ciência podemos acreditar que eles não saibam dos efeitos de lavagem cerebral das ondas ELF que eles estão produzindo? Ou este padrão está afetando nossas mentes a ponto que nem mesmo fazemos estas perguntas ou examinemos profundamente ou msmo, simplesmente, nos importamos? A marijuana tem sido provado não funciana como vimos anteriormente nas técnicas de lavagem cerebral. Ela foi testada e abandonada por Sidney Gottleib e outros. Também é comprovado or pesquisas em universidades ela ser benéfica ao corpo e mover o cérebro do padrão ALPHA para seu apropriado padrão BETA. Será esta a razão pela qual tem sido rotulada pela principal pesquisa universitária que a mais segura e benéfica droga da Terra tenha sido condenada illegal?
Conclusão
Colocando fatos e questões em seu lugar apropriado juntamente com os fatos do programa MKUltra podemos ver que a inteligência dos EUA tem buscado por mais de meio século aprender como manipular, fazer lavagem cerebral e usar a humanidade. Isto surpreendentemente tem sido alcançado a nível individual e de massa da humanidade como um todo, mundialmente. Os efeitos de tudo isso têm sido perplexantes. Violentos atiradores têm sido criados para aterrorizar esta nação e de fato o mundo através das drogas e modernos esforços psicológicos. Estes mesmos homens tem sido libertados e voltam às ruas porque os poderes que têm inundado nosso sistema prisional com ofensores menores e não violentos criam uma desculpa para as libertações precoces. Assassinos em massa como Henry Lee Lucas, que tem ligaações COMPROVADAS com a experimentação MKUltra e politicos de alto nível tem sido francamente perdoados. Acrescente a isto que a sociedade é programada para viver no padrão cerebral ALPHA e não Beta pelo uso mudial de transmissores tipo HAARP. As pessoas não podem pensar em examiner profundamente e estão abetas à sugestão, então quando vemos a violência nas ruas e eventos programados como a tragédia de 11 de setembro, ao invés de olhar os fatos que brilham elas recebem a sugestão da lavagem cerebral da midia e pedem por ainda mais controle do governo.
As pessoas permitem atos tais como os Atos de Segurança Doméstica e os Atos Patriota serem aprovados, despindo-nos de nossas liberdades civs em nome da segurança de coisas criadas pelo seu próprio governo. Qual é a motivação de nossos politicos de alto nível que estão no conhecimento? A publicação #7277 do Departamento de Estado de autoria do senador JFK em 1959 e asumida como política dos EUA sob sua presidência em 1961 provam que a agenda official dos EUA é a de dominação mundial através da construção da ONU. Isto permite que a agenda em andamento para trazer a Nova Ordem Mundial continue não desafiada enquanto manipula e faz lavagem cerebral nas pessoas e o façam em nome da paz e da segurança. De fato, como foi profetizado, temos cometido contra o mundo, uma grande alucinação fazendo com que as populaces mundiais recebam e acreditem em mentiras.
Deus abençoe a todos
Eric Jewell
editor@endtimezwarriorz.com
sum14hizwrd@tcworks.net 28 de fevereiro de 2003

Origens e Técnicas do Controle Mental Monarch
http://vigilantcitizen.com/hidden-knowledge/origins-and-techniques-of-monarch-mind-control/

A Programação Monarch é um método de controle mental usado por numerosas organizações para propósitos encobertos. Ela é uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle mental desenvolvido pela CIA e testado em militares e civis. Os métodos são perplexantemente sádicos [seu inteiro propósito é traumatizar a vítima] e os resultados esperados são horripilantes: a criação de um escravo controlado mentalmente que pode ser desencadeado a qualquer tempo para realizar uma ação desejada pelo seu manipulador. Conquanto a midia ignore esse assunto, mais de dois milhões de americanos têm passado pelos horrores deste programa. Este artigo olha as origens da programação Monarch e alguns de seus métodos e simbolismo.

NOTA: Este artigo contém elementos perturbadores e podem desencadear sobreviventes do Monarch .
A programação Monarch é uma técnica de controle mental compreendendo elementos de Abuso Ritual Satânico [SRA] e Desordem Múltipla da Personalidade (MPD). Ela utiliza uma combinação de psicologia, neurociência e rituais ocultos para criar dentro dos escravos uma persona “alter” que possa ser desencadeada e programada pelos manipuladores. Os escravos Monarch são usados por várias organizações ligadas à elite mundial em campos tais como militar, escravidão sexual e indústria do entretenimento. Este artigo olhará as origens da programação Monarch, suas técnicas e seu simbolismo.
Origens
Através do curso da história, têm sido registradas várias narrativas que descrevem rituais e práticas que se assemelham a controle mental. Um dos escritos mais iniciais fazem referência ao uso do ocultismo para manipular a mente e podem ser encontrados no Livro dos Mortos egípcio. Este livro é uma compilação de rituais, pesadamente estudados pelas sociedades secretas modernas, que descreve métodos de tortura e intimidação [para criar trauma], o uso de poções [drogas] e lançamento de encantos [hipnotismo] que acabam resultando na escravidão do iniciado. Outros eventos atribuidos à magia negra, feitiçaria e possessão demoníaca [onde a vítima é animada por uma força externa] também são ancestrais da programação Monarch.
É, contudo, durante o século XX que o controle mental trnou-se uma ciência no sentido modern do termo, onde milhares de sujeitos têm sido sistematicamente observados, documentados e sofrido experimentos.
Um dos primeiros estudos metódicos de controle mental baseados em trauma foi realizado por Josef Mengele, um medico nazista que trabalhava nos campos de concentração. Ele inicialmente conquistou a notoriedade por ser um dos médicos das SS que supervisionava a seleção dos prisioneiros que chegavam, determinando quem seria morto e quem se tornaria um trabalhador escravo. Contudo, ele é mais conhecido por realizar horríveis experimentos em prisioneiros do campo, inclusive crianças, pelo que Mengele recebeu o apelido de “Anjo da Morte”.

Joseph Mengele, 1935
Mengele é infame por seus sórdidos experimentos em prisioneiros de campos de concentração, especialmente gêmeos. Contudo, uma parte de seu trabalho raramente é mencionada: a pesquisa em controle mental. Muito desta pesquisa foi confiscada pelos Aliados e ainda nos dias de hoje permanece classificada.
“DR. GREEN (Dr. Joseph Mengele): O mais importante programador, talvez a quem se deu o título de paid a Programação Monarch, foi Joseph Mengele, um médico ex-Nazista de Campos de Concentração. Milhares dos escravos mentalmente controlados do Monarch nos EUA tiveram o “Dr. Green” como seu programador principal.”
“Dr. Joseph Mengele, de notoriedade conquistada em Auschwitz, foi o principal desenvolvedor do Projeto Monarch baseado em trauma e outros programas de controle mental da CIA, como o MKUltra. Mengele e aproximadamente 5.000 outros nazistas de alto escalão mudaram-se secretamente para os EUA e América do Sul depois da segunda Guerra mundial em uma Operação chamada Paperclip. Os nazistas continuaram o trabalho deles em desenvolver controle mental e tecnlogias de foguete em secretas bases militares subterrâneas. A única coisa sobre a qual ouvimos falar foi o trabalho em foguetes e tecnologia especial de antigas celebridades nazistas como Warner Von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de inocentes foram discretamente mantidos fora da visão pública mas estavam ocupados nas instalações militares subterrâneas dos EUA que gradualmente se tornaram lares de milhares e mais milhares de crianças americanas raptadas nas ruas [aproximadamente um milhão por ano] e colocadas em celas com barras de ferro que vão do chão a teto como parte do “treinamento”. Estas crianças seriam utilizadas para avançar e aperfeiçoar as tecnologias de controle mental de Mengele. Certas crianças selecionadas [ao menos aquelas que sobreviveram ao “treinamento”] se tornariam futuros escravos controlados mentalmente que poderiam ser usados para milhares de tarefas diferentes variando desde escravidão sexual a assassinatos. Uma porção substancial destas crianças, que eram consideradas descartáveis, foram intecionalmente mortas na frente de outras crianças para traumatizar os restantes selecionados para total obediência e submissão”.
MK-ULTRA

Documento desclassificado do MK-Ultra
O escopo do MK-ULTRA nunca parou. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso foram usados de modo sistemático em muitos sujeitos, inclusive crianças.

Imagem desclasificada de um jovem sujeto sob o MK-ULTRA, 1961.
Embora as metas admitidas dos projetos fossem desenvolver métodos de tortura e interrogatório para serem usados em países inimigos, alguns historiadores avaliaram que o projeto se destinava a criar “Candidatos Manchurianos” programados para realizar vários atos tais como assassinatos e outras missões cobertas.
A declaração mais incriminadora dada por um oficial do governo sobre a possível existência do Projeto Monarch foi extraida por Anton Chaitkin, um escritor para a publicação The New Federalist. Quandoo ex diretor da CIA William Colby foi perguntado diretamente: “E quanto ao Monarch?” ele respondeu zangada e ambiguamente, “Paramos isto entre os anos de 1960 e início dos anos de 1970”.
Programação Monarch
Embora nunca tenha havido oficialmente a admissão da existência da programação Monarch, pesquisadores proeminentes têm documentado o uso sistemático de trauma sobre sujeitos para propósitos de controle mental. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, têm sido capazes de se “desprogramar” e têm vindo a publico para revelar os detalhes terríveis de suas provações. Os escravos Monarch são principalmente usados por organizações para realizarem operações como “bodes expiatórios” treinados para realizarem tarefas específicas, que não questionam ordens e nem se lembram de suas ações, e se descobertos, automaticamente cometem suicídio. Eles são os perfeitos bodes espiatórios para assassinatos de alto perfil [veja Sirhan Sirhan], candidatos ideais para prostituição, escravidão e produces particulars de cinema. Eles também são os perfeitos fantoches de performance para a indústria do entretenimento.
“O que posso dizer é que agora acredito que a programação ritual-abuso é disseminada, sistemática e muito organizada da informação altamente esoterica que não é publicada, não está em qualquer livro ou entrevista de televisão, que a temos encontrado por todo este país e ao menos em um país estrangeiro. As pessoas dizem, ”Qual é o propósito disso?” Minha melhor suposição é que o propósito seja que eles querem um exército de Candidatos Manchurianos, dezenas de milhares de robôs mentais que farão prostituição, cinema, contrabandearão narcóticos, se engajem no contrabando internacional de armas e todos os tipos de negócios muito lucrativos e eventualmente os megalomaníacos no alto acreditem que eles criarão uma Ordem Satânica que governará o mundo”.
Os programadores do Monarch causam um trauma intenso nos sujeitos através do uso de eletrochoque, tortura, abuso e jogos mentais para força-los a se dissociarem da realidade – uma resposta natural em algumas pessoas quando estão diante de uma dor insuportável. A habilidade do sujeito para se dissociar é uma exigência maior e é, aparentemente, mais prontamente encontrada em crianças que vêm de famílias com múltiplas gerações de abuso. A dissociação mental capacita os manipuladores de criar uma persona na psique do sujeito que então possa ser programado e desencadeado a vontade.
“A programação de controle mental baseada em trauma pode ser definida como uma tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima de processar concientemente [através da dor, terror, drogas, ilusão, privação sensorial, super estimulação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, fiação, estimulação cerebral e frequente experiências quase-morte] e então empregar a sugestão e/ou condicionamento clássico e operante [consistente em princípios de modificação comportamental bem estabelecidos] para implanter pensamentos, diretivas, percepções na mente inconsciente, frequentemente nas recém formadas identidades dissociadas induzidas pelo trauma, que forçam a vítima a sentir, pensar ou perceber coisas para os propósitos do programador. O objtivo é que a vítima siga as diretivas sem qualquer atividade consciente, inclusive a execução de atos em clara violação aos princípios morais da vítima, suas convicções espirituais e volição.
A instalação da programação de controle mental se baseia na capacidade da vítima em se dissociar, o que permite a criação de novas personalidades protegidas, mantidas e ocultadas programadas. As crianças que já apresentam dissociação são os candidatos ”primários” para programação.
O controle mental Monarch é encobertamente usado por vários grupos e organizações para vários propósitos. Segundo Fritz Springmeir estes grupos são conhecidos como “A Rede”e formam a espinha dorsal da Nova Ordem Mundial.
Origens do Nome
O programa Monarch recebeu este nome por causa de uma borboleta chamada Monarch – um inseto que começa sua vida como um verme [representando o potencial não desenvolvido] e depois de um período em um casulo [programação] renasce como maravilhosas borboletas [o escravo Monarch]. Algumas caraterísticas específicas da borboleta Monarca também são aplicáveis ao controle mental.
“Uma das razões primárias para esta programação de controle mental ter recebido o nome Monarch foi por causa da borboleta Monarca. A borboleta Monarca aprende onde ela nasceu [suas raízes] e passa esse conhecimento via genética a sua prole [de geração a geração]. Este foi um dos animais chave que surpreendeu os cientistas por esse conhecimento ser transmitido geneticamente. O programa Monarch é baseado em metas Illuminati e Nazistas para criar uma raça mestra em parte através da genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente [e pode] então é importante que sejam encontrados pais que possam passar o conhecimento correto às vítimas selecionadas para o controle mental Monarch”.
“Quando uma pessoa está passando por trauma induzido por eletrochoque, um sentimento de tontura é evidenciado; como se estivesse flutuando ou adejando como uma borboleta. Há também uma representação simbólica a respeito da transformação ou metamorfose desse belo inseto; de uma lagarta a um casulo [dormência, inatividade] a uma borboleta [nova criação] que voltará ao seu ponto de origem. Tal é o padrão migratório que torna esta espécie única.

Método

A vítima/sobrevivente é chamada um escravo” pelo programador/manipulador, que por sua vez é percebido como ”mestre” ou “deus”. Aproximadamente 75% das vítimas são femininas porque elas possuem uma tolerância mais alta a dor e tendem a dissociar mais facilmente do que os machos. Os manipuladores do Monarch buscam a compartimentalização da psique de seus sujeitos em alter personas múltiplas e separadas usando o trauma para causar mais dissociação.
A seguir uma lista parcial dessas formas de tortura:
1. Abuso e tortura
2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões etc ou enterro [frequente com uma abertura ou um tubo de ar para oxigênio]
3. Contenção por cordas, correntes, algemas etc.
4. Quase afogamento
5. Remoção da camadas superiores da pele
6. Calor ou frio extremo, inclusive submersão em água gelada e químicos que queimam
7. Fios
8. Luz cegante
9. Choque elétrico
10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos como sangue, urina, fezes, carne etc.
11. Pendurar em posições dolorosas de cabeça para baixo
12. Fome e sede
13. Privação do sono
14. Compressão com pesos e aparelhos
15. Privação sensorial
16. Drogas que criam ilusão, confusão e amnesia frequentemente dadas por injeção ou endovensamente
17. Ingestão ou administração intravenosa de químicos tóxicos para criar dor ou doenças, inclusive agents de quimioterapia
18. Pernas puxadas ou deslocadas
19. Experiências de quase morte, geralmente asfixia por choque ou afogamento com ressuscitação imediata
20. Aplicação de serpentes, aranhas, vermes, ratos e outros animais para induzir medo e nojo.
21. Forçado a realizar ou testemunhar abuso sexual, tortura ou sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.
22. Partipação forçada na escravidão
23. Abuso para engravidar; o feto então é abortado para uso ritual ou o bebê é levado para sacrifício ou escravização.
24. Abuso spiritual para fazer a vítima sentir-se possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios
25. Blafêmia das crenças judaico-cristãs e forma de veneração; dedicação a Satã ou outras deidades
26. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é mal, tal como convencer uma criança que Deus tem abusado dela
27. Cirurgia para torturer, experimentar ou causar a percepção de bombas ou implantes físicos ou espirituais
28. Danos ou ameaças de danos a família, amigos, seres amados, animais de estimação para forçar a obediência
29. Uso da ilusão ou realidade virtual para confundir e criar revelações não acreditáveis.
“A base para o sucesso da programação de controle mental Monarch é que diferentes personalidades ou partes de personalidade chamadas alters podem ser criadas sem que uma conheça a outra, cada uma assumindo o corpo em tempos diferentes. As paredes de amnésia são construidas por traumas, formam um escudo protetor de segredo que protege os abusadores de serem descobertos e evitam que as personalidades de frente, que mantêm o corpo a maior parte do tempo, conheçam seus sistemas ou alters que estejam sendo usados. O escudo do segredo permite que os membros do culto vivam e trabalhem ao redor de outras pessoas e permaneçam totalmente não detectados. Os alters de frente podem ser cristãos maravilhosos e os alters mais profundos podem ser o pior tipo de monstro satânico imaginável – um efeito Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Um grande acordo está em jogo ao manter o segredo da agência de inteligência ou grupo oculto que esteja controlando o escravo. A taxa de sucesso deste tipo de programação é alta mas quando ela falha, as falha são descartadas por meio de morte. Cada trauma ou tortura serve a um propósito. Uma grande quantidade de experimentação e pesquisa aconteceu para descobrir o que pode e o que não pode ser feito. Mapas foram feitos mostrando quanta tortura um dado peso corporal e uma dada idade pode suportar sem morrer.
“Devido ao trauma severo induzido pela terapia com eletrochoques, abuso e outros métodos, a mente se parte em personalidades alternadas desde o núcleo. Antigamente referida como Desordem da Personalidade Múltipla, é presentemente reconhecida como Desordem Dissociativa da Identidade e é a base para a programação Monarch. O condicionamento posterior da vítima é alcançado por meio de hipnotismo, coação de duplo vínculo, reverses prazer-dor, privação de alimentos, água, sono e sensorial juntamente com várias drogas que alteram certas funções mentais”.
A dissociação portanto é alcançada através do trauma do sujeito, usando abuso sistemático e terríveis rituais ocultos. Uma vez que ocorra no núcleo a divisão da personalidade, um “mundo interno” pode ser criado e alter personas podem ser programadas usando instrumentos como música, filmes [especialmente produções Disney] e contos de fadas. Estas ajudas audio e visuais aperfeiçoam o processo de programação usando imagens, símbolos, significados e conceitos. Alters criados podem ser acessados usando palavras-gatilho ou símbolos programados dentro da psique do sujeito pelo manipulador. Algumas das imagens internas mais comuns vistas pelos escravos de controle mental são árvores, a cabalística árvore da vida, giros infinitos, antigos símbolos e letras, teias de aranha, espelhos, vidros se partindo, mácaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, ampulhetas, relógios e robôs. Estes símbolos geralmente estão inseridos na cultura popular, filmes e videos por duas razões: dessensibilizar a maioria da população, usando programação sub-liminar e neuro-linguística e para deliberadamente construir gatilhos específicos e chaves para a programação base das crianças altamente impressionáveris do Monarch. Alguns dos filmes usados na programação Monarch incluem “o mágico de oz” “pinóquio”, “a bela adormecida” e “alice no país das maravilhas”.
Na cultura popular, referências veladas a programação Monarch frequentemente usam analogias ao Magico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Em cada caso, ao escravo é dado uma particular interpretação do roteiro do filme para aperfeiçoar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é ensinado que “em algum lugar sobre o arco iris” é o “lugar feliz” para onde os escravos do trauma dissociativo devem ir para escaparem dad or insuportável que é inflingida a eles. Usando o filme, os programadores encorajam os escravos a irem “além do arco iris” e dissociarem, efetivamente separando a mentes deles de seus corpos.
“Como mencionado anteriormente, o hipnotozador achará mais fácil hipnotizar crianças se eles sabem como fazer isso com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer às crianças pequenas, “imaginem vocês estão assistindo um favorite show de televisão”. Este é o porque os filmes de Disney e outros shows são tão importantes para os programadores. Eles são o perfeito instrumento hipnótico para alcançar a mente da criança e a dissociar na direção correta. Os programadores tem estado usando filmes quase todo dia para ajudar as crianças a aprenderem os roteiros hipnóticos. Para as crianças, ela precisam ser parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permite que a criança componha seu próprio ”imaginário” a sugestão hipnótica sera mais forte. Muito mais que dizer a uma criança a cor de um cachorro o programador pode perguntar para a criança. Isso é onde os livros e filmes são mostrados às crianças para ajudar em endurecer suas mentes na direção certa. Se o hipnotizador fala a uma criança, ele deve tomar uma precaução extra em não mudar o tom de voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes das Disney são usados para propósitos de programação. Alguns deles são especificamente destinados para controle mental”.
Em conclusão
É difícil permanecer objetivo quando descrevemos os horrors suportados pelos escravos Monarch. A extrema violência, o abuso, a tortura mental e os jogos sádicos inflingidos às vítimas por “notáveis cientistas” e oficiais de alto nível provam a existência de um verdadeiro ”lado escuro” nos poderes que são. A despeito das revelações, documentos e denunciadores, uma grande maioria da população ignora, descarta ou evita o assunto. Mais de dois milhões de americanos têm sido programados pelo controle mental através de trauma desde 1947 e a CIA publicamente admitiu os projetos de controle mental em 1970. Filmes como Candidato Manchuriano tem diretamente feito referência ao assunto, até mesmo apresentando técnicas reais, tais como eletrochoque, o uso de palavras gatilho e implantação de micro-chips. Várias figures públicas que vemos nas telas de nossas TVs e cinema são escravas de controle mental. Pessoas famosas como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan têm vindo a registro e revelaram suas experiências em conrtole mental… ainda que o público geral afirme que “isso não existe”.
A pesquisa e fundos investidos no projeto Monarch contudo apenas se aplicam a escravos controlados mentalmente. Muitas das técnicas de programação aperfeiçoadas nestes experimentos são aplicadas em uma escala em massa por meio da midia de massa. Principais noticiários, filmes, videos musicais, anúncios e shows de televisão são concebidos usando os dados mais avançados sobre o comportamento humano que já foram compilados. Muito disso veio da programação Monarch.

Published in: on junho 17, 2013 at 5:53 pm  Deixe um comentário  
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