Depopulação de um Planeta

Depopulação de um planeta

http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_depopu01.htm#inicio

Rick Martin

 

Parte I

Perspectiva Histórica
11/19/95

 

 

Muitos escritores tem falado de planos intencionais de certas elites para reduzir a população mundial; este é um tema recorrente entre os chamados ‘teóricos da conspiração’.

 

Há freqüentes referências aos ‘comedores inúteis’, o que inclui uma parcela expressiva da humanidade. A maioria deles, quando ouvem sobre os complôs para depopular o planeta, simplesmente dizem sob suas respirações, ‘Sim, certo” ou mais frequentemente 4enquanto sacodem as cabeças, ‘Vocês estão malucos’.

 

Mas quando há um exame cuidadoso dos escritos de autores proeminentes deste século, as peças do quebra-cabeças certamente se encaixam – peças que sustentam a afirmação que há certos indivíduos, se não governos inteiros, que tem implementado um programa de genocídio global em um esforço de salvar e proteger ‘recursos’.

O que vocês lêem nesta série sobre a Depopulação de um Planeta são escritos selecionados de uma ampla variedade de pontos de vista comparados e inclinações políticas. Estarei utilizando os próprios documentos deles, as próprias palavrs deles, para tecer um tecido que, no fim, será a tapeçaria de clareza inegável para aqueles com olhos de ver.

Sem o fundamento histórico sobre o qual embasar o entendimento, a escrita dos atuais esforços para a depopulação, através do uso de vírus e micro-organismos, tudo teria menor importância. Então, por favor, esteja conosco enquanto lê e chegaremos juntos. Entendo que algum deste material inicial possa parecer árido, mas é importante para um entendimento mais amplo desse aunto crítico e oportuno.

 

 THOMAS MALTHUS

Thomas Robert Malthus foi uma pessoa da Igreja Estatal Inglesa e um economista que viveu no período de 1766-1834. Ele é mais conhecido por seu escrito Um Ensaio Sobre o Princípio da População publicado em 1798.

 

Sua idéia principal é que a população aumenta mais rapidamente do que os suprimentos de alimentos. Então, ele afirmava, sempre haveria mais pessoas no mundo a serem alimentadas do que o possível e as guerras e doenças seriam necessárias para matar a população extra.

Malthus não afirma ser a origem dessa idéia embora ela tenha vindo a ser conhecida como Teoria Malthusiana. Ele baseou seu argumento nos trabalhos de Condorcet, David Hume, Adam Smith, Defoe, Sir James Steuart, Townsend, Franklin e outros. O Ensaio de Malthus sugeriu a Charles Darwin o relacionamento entre o progresso e a sobrevivência dos mais aptos. Esta foi a idéia básica da teoria da evolução de Darwin. 

GEORG WILHELM HEGEL

Voltando a Nova Eciclopédia Amercana lemos:

Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831), Filósofo alemão do idealismo que teve uma enorme influência no pensamento e história dos séculos XIX  e XX. Durante sua vida ele era famoso por suas palestras profissionais na Universidade de Berlim e ele escreveu sobre lógica, ética, história, religião e estética.

 

A principal caraterística da filosofia de Hegel era o método dialético pelo qual uma idéia [tese] era desafiada por seu oposto [antítese] e as duas se reconciliavam em uma terceira idéia [síntese] que reunia as duas. Hegel encontrou este método nos trabalhos da mente, como um procedimento lógico, e nos trabalhos de história do mundo, nos quais para Hegel eram o processo do desenvolvimento e realização do World Spirit(Weltgeist).

 

Os principais trabalhos de Hegelforam Fenomenologia da Mente (1807) e Filosofia do Direito (1821). Seu mais importante seguidor foi Marx.”

 

No livro editado por Carl J. Friedrich intitulado A Filosofia de HegelHegel escreve  em A Filosofia da História,

“Na filosofia cristã Deus se revelou, dando ao homem o conhecimento do que Ele é de forma a não ser mais isolado e secreto. Com esta possibilidade de conhece-Lo, Deus tem nos imposto o dever de conhece-Lo. O desenvolvimento do espírito pensamento, que tem se iniciado desta base, da revelação do Ser Divino, deve por último progredir ao ponto onde o que foi inicialmente apresentado ao espírito em sentimento e imaginação é comprendido pelo pensamento.  Se tem ou não chegado o tempo de alcançar este conhecimento depende se ou não o termo final do mundo tem entrado em uma realidade verdadeira de modo geralmente válido e consciente”.

 

Hegel conclui com,

“A História Mundial, com todo drama cambiante de suas histórias, está no processo do desenvolvimento e realização do espírito. É a verdadeira Teodicidade, a justificativa de Deus na história, Somente este insight pode reconciliar o espírito com a história mundial e a realidade atual, o que tem acontecido, e está acontecendo todo dia, não é apenas sem Deus mas é essencialmente o trabalho de Deus”. 

 

Em seu trabalho Uma História da Filosofia OcidentalBertrand Russell  escreve,

“Por todo o inteiro período depois da morte de Hegel, a maioria da filosofia acadêmica permaneceu tradicional, e portanto não muito importante. A filosofia impericista britânica foi dominante na Inglaterra até quase o fim do século e na França até um tempo pouco menor; então, gradualmente Kant e Hegel conquistaram as universidades francesas e inglesas bem como os professores da filosofia técnica” 

 

Russell continua,

 

“[Condorcet 1743-1794]… foi também o inventor da Teoria da População de Malthus, que, contudo, não deu a ele as sombrias conseqüências que deu a Malthus, porque ele a aciplou à necessidade de controle da natalidade. O pai de  Malthus foi um discípulo de Condorcet, e foi desse modo que Malthus veio a conhecer a teoria”.  

 

De Hegel, Russell escreve em parte,,

“Hegel não significava apenas isso, em algumas situações, uma nação não pode corretamente evitar de ir à guerra. Ele significa muito mais do que isso. Ele é oposto a criação de instituições – que evitariam tais situações se elevarem, porque ele pensa que seja uma boa coisa haver guerras de tmpos em tempos. A guerra, diz Hegel, é a condição na qual levamos seriamente a vaidade das coisas e bens temporais. [Esta visão é para ser contrastada com a teoria oposta, de que todas as guerras têm causas econômicas] . A guerra tem um valor moral positivo:”A guerra tem a mais alta importância se através dela a saúde moral das pessoas está preservada na sua indiferença na direção de estabilizar determinações finitas.” 

 

Ainda citando Bertrand Russell, “Os Radicais Fiolsóficos” eram uma escola de transição.

 

O sistema deles deu nacimento a dois outros, de mais importância do que o deles, chamado Darwinismo e Socialismo.  O Darwinismo foi uma aplicação a inteira vida animal e vegetal da Teoria da População de Malthus que é part integral da política e economia dos Benthamitas – ima competição livre global, na qual a vitória vem dos animais mais se assemelharem a capitalistas bem sucedidos.

 

O próprio Darwin foi influenciado por Malthus, e estava em geral simpatia com os Filósofos Radicais. Contudo, havia uma grande diferença entre a competição admirada pelos economistas ortodoxos e a luta pela sobrevivência que Darwin proclamou ser omotivo da evolução. A “competição livre” na economia ortodoxa é uma concepção muito artificial encoberta por restrições legais.

 

Você pode vender por menos que um competidor, mas não pode mata-lo. Você não pode usar as forças armadas do Estado para lhe ajudarem a obter melhores produtos estrangeiros manufaturados. Aqueles que não têm a boa sorte de possuir capital não devem buscar melhorar sua condição pela revolução.

 

A ’livre competição’ como é compreendida pelos Benthamitas, não era realmente livre. A competição darwiniana não era esta de tipo limitado, não havia regras contra bater abaixo da cintura. A estrutura de leis não existe entre animais nem a guerra é excluída como um método competitivo.

 

O uso do Estado para assegurar a vitória na competição era contra as regras como concebidas peols Benthamitas, mas não pode ser excluída da luta darwiniana. De fato, embora o próprio Darwin fosse um liberal, e embora Nietzsche nunca o tenha mencionado exceto com desprezo, a Sobrevivência dos Mais Aptos de Darwin levou, quando cuidadoamente assimilada, a algo muito mais parecido com a filosofia de Nietzsche do que com a de Bentham.

 

Esses desenvolvimentos, contudo, pertencem a um período posterior, já que Origens das Espécies de Darwin foi publicado em 1859 e sua implicações políticas não foram inicialmente percebidas.”

 

 KARL MARX


Em seus escritos de 1843 sobre Os Manuscritos  Kreuznach: Crítica a Filosofia do Direiro de Hegel Karl Marx diz:

 

“A Democracia é a verdade da monarquia; a monarquia não é a verdade da democracia. A Momarquia é forçada a ser democracia como um próprio non sequitur dentro de si mesma, embora o momento monárquico não seja non sequitur dentro da democracia. A democracia, pode ser entendida em seus próprios termos; a monarquia não pode. Na democracia nenhum de seus momentos adquire um significado outro do que aquele que é apropriado a ela. Cada um realmente é um momento dentro do inteiro demos. Na monarquia, uma parte determina o caráter do todo. A inteira constituição tem que tomar forma desta firme fundação. A democracia é o tipo ou espécie de constituição. A monarquia é uma variedade e de fato, uma variedade má. Domocracia é “forma e conteúdo”. A monarquia é suposta ser apenas forma mas falsifica o conteúdo.

.
“Na monarquia, o todo, o povo, é submetido a um de seus modos particulares de existência, aquele da constituição política. Na democracia, por outro lado, a própria constituição aparece como única determinação, e de fato, como auto-determinação  do povo. Na monarquia temos o povo da constituição e na democracia temos a constituição do povo.

 

A Democracia é o enigma de todas constituições resolvido. Na democracia a constituição é sempre baseada em sua real fundação, no homem real e no pov o real, não nela mesma, segundo sua essência, mas na sua existência e realidade; é postulada como autônoma. A constituição é vista como ela é, um produto livremente criado do homem.

 

Podemos dizer que em alguns aspectos isto também é verdade da monarquia constitucional, mas o que especificamente diferencia a democracia é o fato que na democracia a constituição é o único momento particular na existência do povo e que a constituição política por si só não constitui o Estado..

“Hegel começa com o Estado e torna o homem dentro do Estado subjetivizado, a democracia começa com o homem e torna o Estado objetivisado dentro do homem. Exatamente como a religião não cria o homem mas o homem cria a religião, assim a contituição não cria o povo mas o pov o cria a constituição. Em certos aspectos, a democracia sustenta a mesma relação a todas as outras formas de Estado como o cristianismo sustenta todas as outras religiões. O cristianismo  é uma religião por excelência, o home deificado como uma particular religião.

 

Similarmente, a democracia é a essência de toda constiuição, é o homem socializado como uma constituição particular. A democracia está relacionada a outra instituições como um espécie está relacionada a suas variedades. Mas na democracia a própria espécie parece como uma forma particular de existência, como portanto aquele que se parece como um tipo particular de vis-a-vis  outra existências individuais que não correspondem a sua essência.

 

A democracia é o Velho Testamento em relação a todas a outras formas de Estado.  O homem não existe pela lei, mas a lei existe pelo homem. Na democracia a lei é a existência do homem, enquanto em outras formas de Estado o homem é a existência da lei. Ete é o marco fundamental distintivo da democracia”.

 

Marx conclui,

“Em todos Estados outros do que a democracia, o Estado, a lei, a constituição é dominante sem realmente dominar, isso é, sem penetrar materialmente o conteúdo das remanescentes esfers não políticas: na democracia a constiuição, a lei e o próprio Estado como uma constituição política é apena uma auto-determinação do povo, um conteúdo particular dele.

“Incidentemente, é auto-evidente que todas as formas de Estado têm a democracia como sua verdade, e são portanto não verdadeiras na medida em q2ue são não democráticas.”

 

Em uma correspondência de 1843, que foi uma troca de cartas entre Marx, Ruge e Bakunin a respeito das perspectivas de emancipação social e política, Marx escreve, 

 

“A auto-estima e a liberdade do homem devem ser despertadas mais uma vez no coração desses homens. Somente este sentimento, que desapareceu do mundo com os gregos e desapareceu em névoas azuis do paraíso com o cristianismo, pode mais uma vez transformar a sociedade em uma camaradagem de homens trabalhando para seus mais altos propósits, um Estado democrático.

“Estas pessoas, por outro lado, que não se sentem se tornarem homens apêndices de seus mestres, como um rebanho de escravos ou cavalos. Os mestres hereditários são o ponto desta inteira sociedade. Este mundo pertence a eles. Eles o tomam como é e como isso se sente. Eles e tomam na medida em que se acham e permanecem onde seus pés tem crescido, sobre os pescoços daqueles animais políticos que não conhecem outro destino do que serem sujeitados, leais a serviço de seus mestres.

“O mundo de Filistinos e um reino político de animais; se temos que reconhecer sua existência então não temos alternativa além de simplesmente aceitar o status quo. Séculos de barbarimo criaram e formaram isso e isto agora existe como um sistema consistente, cujo princípio é o mundo desumanizado. O perfeito mundo de Filistina, nossa Alemanha, naturalmente tinha que defasar muito atrás da Revolução Francesa, que restaurou o próprio homem.

 

Um Aristóteles alemão que tiraria sua política de nossa condições escreveria na primeira página:

’O homem é um animal social mas completamente apolítico”.

 

Marx continua,

“Com certeza, nas vezes quando o Estado político como tal nasce, violentamente, da sociedade civil, quando homens lutam para se libertar sob a forma de auto-libertação política, o Estado deve prosseguir para abolir e destruir a religião. Mas ele somente o faz no modo que abole a propriedade privada, estabelecendo um máximo, aravés de confisco ou tributação progressiva, exatamente como ele aboliu a vida ao estabelecer a guilhotina.

 

Em momentos quando a vida política tem um sentimento especialmente forte  de sua própria impostãncia, ela busca reprimir seus presupostos, a sociedade civil e seus elementos, e se constituir como uma vida-espécie real e harmoniosa do homem. Ela só pode fazer isso ao entrar em violenta contradição com suas próprias condições de existência; ela só pode fazer isso declarando a revolução como sendo permanente e o drama político portanto necessariamente termina com a restauração da religião, da propriedade privada e de todos os elementos da sociedade civil exatamente como a guerra termina com a paz…

“Como temos mostrado, então, esta emancipação política da religião deixa que a religião permaneça, até mesmo se não como religião privilegiada. A contradição na qual se acha o seguidor de uma religião específica em relação a sua cidadania é apenas um aspecto da contradição universal secular entre o Estado político e a sociedade civil. A consumação de Estado cristão como um Estado que se reconhece como Estado e se abstrai da religião de seus membros. A emancipação do Estado da religião não é a emancipação do homem real da religião”.

 

Em Capital, Marx escreve,

A população trabalhadora portanto produz, ao longo da acumulação de capital produzido pelo trabalho, os meios pelos quais isso mesmo é  feito relativamente surpéfluo, que se transforma em um relativo excedente de população, e ao fazer isso o faz em uma extensão crescente.Esta é a lei peculiar ao modo capitalista de produção e de fato um modo muito específico de produção que tem suas leis específicas de população, histricamente validas apenas dentro de seus próprios limites.

 

Uma lei abstrata de população existe para plantas e animais somente, e apenas na medida vem que o homem não interfira com eles. 

Bertrand Russell escreve em A História da Filosofia Ocidental  ,

“A filosofia da história segundo Marx é uma mistura das economias de Hegel e britânica. Como Hegel, ele pensa que o mundo se desenvolve de acordo com uma fórmula dialética, mas discorda totalmente de Hegel quanto a força motora deste desenvolvimento. Hegel acreditava em uma entidade  mítica chamada Espírito, que faz com que a história humana se desenvolva segundo estágios da dialética como estabelecido na lógica de Hegel. Porque o Espírito iria por estes estágios não está claro. Pode-se tentar supor que o Espírito esteja tentando compreender Hegel, e que cada estágio a grosso modo objetifica o que tem sido lido. A dialética de Marx nada tginha desta qualidade exceto a inevitabilidade. Para Marx, a matéria e não o Espírito, é a força motora. Mas é uma matéria em um sentido peculiar daquela que estamos considerando, não a matéria completamente desumanizada dos atomicistas. Ito significa que, para Marx, a força motora é realmente uma relação entre o homem e a matéria, do que a parte mais importante é seu modo de produção. Deste modo, o materialismo de Marx, na prática, se torna economia.

 

A SOCIEDADE FABIANA

Em um de seus Ensaios Fabianos [a Sociedade Fabiana], intitulado Economia, George Bernard Shaw escreveu o seguinte em 1889,

 

“Toda análise econômica começa com o cultivo da terra. Para o olho da mente do astrônomo a Terra é uma bola girando no espaço sem motivos ulteriores. Para o olho corpóreo do cultivador primitivo, ela é uma vasta planície verde, da qual, ao usar uma enxada nela, o trigo e outros materiais comestíveis podem ser trazidos à primavera”.

Shaw continua,

“Foi o aumento da população que disseminou o cultivo e a civilização do centro da linha de neve, e por final forçou os homens a se venderem aos senhores do solo: esta é a mesma força que continua a multiplicar homens quando seus valores de troca fracassam vagarosamente e certamente até desaparecerem juntos – até mesmo quando escravos negros como bens móveis são libertados quando não valia mais a pena os manter em uma terra onde homens de todas as cores estavam sendo tidos por nada. Esta é a condição de nossos trabalhadores ingleses hoje: eles não são até mesmo terrivelmente baratos, eles são sem valor e podem ser tidos por nada’. 

 

Sobre super-população Shaw escreve,

“A introdução do sistema capitalista é um sinal que a exploração do trabalhador recebendo um salário apenas para subsistência tem se tornado uma principal arte de vida entre os acionistas de direitos de inquilinos. Isso também produz uma promessa  ilusória de emprego infindável que cega o proletariado para aquelas conseqüências desastrosas da multiplicação rápida que são óbvias para o pequeno agricultor e o proprietário camponês. Mas de fato quanto mais vocês degradam os trabalhadores, roubando deles todo prazer artístico, e todas as chances de respeito e admiração de seus companheiros, mais vocês os jogam de volta, imprudentes, a um prazer e um laço humano deixado para eles – a gratificação de seu instinto para o produção de frescos suprimentos de carne humana. Vocês aplaudirão este instinto como divino até que o último suprimento excessivo se torne um incômodo: então vem uma praga de homens, e vocês subhitamente descobrem que o instinto é diabólico e começam a gritar “super população”.

 

Mas seus escravos estão além de se importarem com seus gritos: eles cruzam como coelhos; e a pobreza de sua prole é feita de sujeira, feiúra, desonestidade, doença, obscenidade, bebedeira e assassinato. No meio das riquezas que o trabalho deles é roubado para vocês, a miséria deles se eleva também e sufoca vocês. Sua retirada em desgosto para a outra extremidade da cidade afastando-se deles; vocês indicam carruagens especiais em nossas ferrovias e assentos especiais em suas igrejas e teatros longe deles; vocês estabelecem suas vidas a parte da deles por cada barreira de classe que vocês imaginem; e eles formam um enxame a sua volta; suas faces ficam estampadas com seu nojo e suspeita habitual deles;seus ouvidos estão tão cheios com a linguagem do mais vil neles que você respira isso quando perde o auto-controle: eles envenenam sua vida tão sem remorso quanto vocês sacrificaram a deles impiedosamente. Vocês começam a acreditar intensamente no diabo. Então vem o terror da revolta deles; a perfuração e armar de corpos deles para conter o restante; a prisão, o hospital, paroxismos de frenética coação seguidos de paroxismos de caridade frenética. E neste meio tempo a população continua a aumentar!”  

 

 

GEORGE ORWELL

No clásico de George Orwell Animal Farm, ele escreve,

 

“Agora camaradas, qual é a natureza desta vida nossa? Vamos encarar isso: nossas vidas são miseráveis, laboriosas e curtas.  Nascemos, recemos alimento apenas para manter alento em nossos corpos, e aqueles de nós que são capazes disso, são forçados a trabalhar até o último átomo de nossa força; e no mesmo instante que a nossa utilidade chega ao fim somos mortos com horrível crueldade. Nenhum animal na Inglaterra conhece o o significado de felicidade ou lazer depois de um ano de idade. Nenhum animal na Inglaterra é livre. A vida de um animal é miséria e escravidão; esta é a plena verdade.  Mas isto é simplesmente parte da ordem da natureza? Este é o porquê destqa terra nossa ser tão pobre que não pode sustentar uma vida decente para aqueles que a habitam?  Não, camaradas, mil vezes não! O solo da Inglaterra é fértil, seu clima é bom, ele é capaz de fornecer comida em abundância para um número imensamente maior de animais do que o daqueles que agora o habitam. Esta única fazenda nossa suportaria uma dúzia de cavalos , vinte vacas, centenas de carneiros – e todos eles vivendo em um conforto e dignidade que quase está além de nossa imaginação. Porque então continuamos nesta condição miseráved? Quase o inteiro produto de nosso trabalho é roubado de nos pelos humanos.  Lá, camaradas está a resposta para os nossos problemas. Isto se resume em uma única palavra – o homem. O homem é o único inimigo que temos. Tire o homem de cena e a raiz e causa da fome e excesso de trabalho é abolida para sempre.

 

“O homem é a única criatura que consome sem produzir. Ele não dá leite, não pôe ovos, é fraco demais para puxar o arado, não pode correr rápido o suficiente para pegar coelhos. Ainda que seja o senhor sobre todos os outros animais.Ele os coloca para trabalhar e dá a eles o mínimo para não morrerem de fome   e o resto guarda para ele mesmo. Nosso trabalho lavra o solo, nosso estrume o fertiliza, e ainda que nem um de nós possua mais do que a própria pele. Vocês vacas que estão diante de mim, quantos litros de leite produziram durante o últgimo ano?  E o que aconteceu com o leite que devia estar alimentando seus resistentes bezerros? Cada gota desceu pela garganta de nossos inimigos. E vocês galinhas, quanto ovos puseram no último ano e quanto destes ovos chocaram?  O resto todo foi para o mercado para trazer dinheiro para Jones e seus homens.

 

E você, Clover, onde estão os quatro potros que você teve, que deveriam ter sido o suporte e o prazer de sua velhice? Cada um foi vendido com um ano d idade – você nunca verá qualquer  um deles novamente. Em troca de seus quatro confinamentos e todo seu trabalho no campo, o que você tem exceto as magras rações e um estábulo?

“E até mesmo com as vidas miseráveis que vivemos não nos é permitido alcançar nosso tempo natural de vida. Eu tenho doze anos e tenho tido 400 filhos. Tal é a vida natural de um porco. Ma nem um só animal escapa afinal da faca cruel. Vocês jovens porquinhos que estão sentados na minha frente,  cada um  estará gritando  suas vidas dentro de um ano. Para todo horror que todos nós devemos chegar – vacas, porcos, galinhas, carneiros, todos. Até mesmo cavalos e cachorros não tem destino melhor.

 

Você, Boxer, no mesmo dia que seus grandes músculos perderem sua energia, Jones o venderá ao açougueiro que cortará sua garganta e daráaos cães de caça. Quanto aos cachorros, quando ficarem velhos e sem dentes, Jones colocará uma pedra em seus pescoços e os afogará no poço mais Então não está claro como cristal, camaradas, que todos os males dessa vida vem da tirania dos seres humanos? Somente ficando livres dos homens o produto do nosso trabalho será nosso. Quase do dia para noite nos tornaremos ricos e livres. O que então devemos fazer? Porque, trabalhar noite e dia, corpo e alma para derrubar a raça humana. Esta é a mensagempara vocês, camaradas, Rebelião!

 

Não sei quando a Rebelião virá, pode ser uma semana ou uma centena de anos, mas sei, certamente como vejo esta palha sob o meu pé, que mais cedo ou mais tarde a justiça será feita. Fixe seus olho nisso, camaradas, por todo resto curto de nossas vidas!  E acima de tudo passe esta minha mensagem para aqueles que virão depois de vocês para que as futuras gerações possam levar adiante a guerra até serem vitoriosas. E lembrem-se camaradas, sua resolução nunca deve esmorecer. Nenhum argumento deve afastar vocês. Nunca ouça quando eles lhe disserem que os homens e os animais tem um interesse comum, que a prosperidade de um é a do outro. É tudo mentira. O homem não serve aos interesses de nenhhum criatura além dele mesmo. E entre nós animais há uma perfeita unidade, perfeita camaradagem na luta. Todos os homens são inimigos. Todos animais são camaradas.” 

ALDOUS HUXLEY

No prefácio de 1946 [segunda edição] da novela clássica Bravo Novo Mundo  primeiro publicada em 1932, o autor Aldous Huxley escreve,

 

De fato não existe qualquer razão porque os novos totalitários devam se assemelhar aos velhos. O governo por clubes e esquadrões de fogo, pela fome artificial, prisão em massa e deportação em massa não ,é meramente desumano [ninguém  hoje em dia se importa muito com isso] mas demostravelmente é ineficiente e numa era de tecnologia avançada, a ineficiência é o pecado contra o Espírito Santo. Um Estado totalitário realmente eficiente seria um no qual os todo poderosos executivos dos patrões políticos e seu exército de gerentes controlam uma população de escravos que não têm de ser coagidos porque amam sua servidão. Fazer com que eles a amem é a tarefa designada, nos Estados totalitários dos dia atuais, para os ministros da propaganda, editores de jornais e professores de escola. Mas seus métodos são crus e não científicos. A velha bravata Jesuíta que se eles fossem escolarizar as crianças eles poderiam responder as opiniões religiosas do homem, era produto de um pensamento voluntarioso.  E o pedagogo moderno é provavelmente bem menos eficiente em condicionar o reflexo de seus pupilos do que os padres reverendos que educaram Voltaire. Os maiores triunfos da propaganda têm sido realizados, não por fazer algo, mas por se refrear de fazer. Grande é a verdade, mas ainda maior, de um ponto de vista prático, é o silêncio sobre a verdade. Ao simplesmente não mencionar certos assuntos, ao baixar o que Mr. Churchill chama de “cortina de ferro” entre as massas e tais fatos ou argumentos que os patrões locais  vêem como indesejáveis, os propagandistas totalitários tem influenciado a opinião muito mais efetivamente do que o poderiam ter feito pelas mais eloqüentes denúncias, as mais compelentes contestações lógicas.

 

Mas o silêncio não é o bastante. Se a perseguição, a liquidação e outros sintomas de atrito social devem serb evitados, os lados positivos da propaganda devem ser tão efetivos quanto negativo. O mais importante Projeto Manhattan do futuro serão os vastos inquéritos patrocinados pelo governo os quais os políticos e cientistas participantes chamarão “o problema da felicidade” – em outras palavras, o problema de fazer as pessoas amarem sua servidão. Sem segurança econômica, o amor á servidão não pode possivelment vir a exisrtência, por amor da brevidade. Presumo que os todo podreosos executivos e seus gerentes  terão sucesso em resolver o problema da segurança permanente. Mas a segurança tende a muito rapidamente ser tomada como garantia. Sua obtenção é meramente uma revolução superficial e externa. O amor à servidão não pode ser estabelecido  exceto como resultado de uma profunda e pessoal revolução nas mentes e corpos humanos. Para trazer esta revolução precisamos, entre outras coisas, das seguintes descobertas e invenções:

 

Primeiro, uma técnica grandemente aperfeiçoada de sugestão – através do condicionamento infantil e mais tarde, com a ajuda de drogas, tais como escopolamina.

  • Segundo, uma ciência completamente desenvolvida das diferenças humanas, capacitando os gerentes do governo a designar a um dado indivíduo seu lugar apropriado na hierarquia social e econômica [pinos redondos em buracos qauadrados tendem a ter pensamentos perigosos sobre o sistema social e infectar  outros com seu descontentamento].
  • Terceiro [desde que a realidade, contudo utópica, é algo na qual a pessoas sentem a necessidade de tirar bons e freqüentes dias de descanso], um substituto para o álcool e outros narcóticos, algo a uma vez menos nocivo e mais doador de prazer do que o gim ou a heroína.
  • E quarto [este seria um projeto a longo prazo, que levaria gerações de controle totalitário para chegar a uma conclusão bem sucedida] um sistema a prova de falhas de eugenia, destinado a padronizar o produto humano e assim facilitar a tarefa dos gerentes.

 

Em Bravo Novo Mundo  a padronização do produto humano tem sido levada ao extremos fantásticos mas não talvez impossíveis. 

 

Técnica e ideologicamente ainda temos um longo caminho até bebês engarrafados e grupos Bokanovsky de semi-idiotas. Mas nos tempos muito adiante quem sabe o que pode estar acontecendo?

 

Enquanto isso as outras feições características de um mundo mais feliz e mais estável – os equivalentes de soma e hipnopedia e o sistema de castelo científico – estão provavelmente não mais do que a três gerações a frente. Nem mesmo a promiscuidade sexual de Bravo Novo Mundo parece tão distante. [permita-me lembar que foi escrito em 1946] .

 

Já existem certa cidades americanas nas quais o número de divórcios é igual ao número de casamentos. Em poucos anos, sem dúvida, licenças de casamento serão vendidas como licenças de cachorros, boas para um período de doze meses, sem qualquer lei contra trocar cachorros ou manter mais de um animal de cada vez. Na medida em que diminui a liberdade política e econômica, a liberdade sexual tende a aumentar compensatoriamente. E o ditador [a menos que ele precise de disparadores de canhão e famílias que colonizem territórios vazios ou conquistados]  fará bem em encorajar tal liberdade. Em conjunção com a liberdade para sonhar acordado sob a influência de dopar e filmes e rádio, isso ajudará a reconciliar seus sujeitos com a servidão que é o seu destino.

“Todas as coisas consideraram como se olhasse através da Utopia e estivessem mais distantes de nós do que ninguém, apenas quinze anos atrás, do que pode ter imaginado. Então, projetei isso seiscentos anos no futuro. Hoje parece bem possível que o horror pode estar sobre nós dentro de um único século. Isto é, refreamos de nos explodir em pedacinhos no intervalo. 

 

De fato, a menos que escolhamos decentralizar e usar ciência aplicada, não como fim para os quais os seres humanos estão a fazerem os meios, mas como meios para produzir uma raça de indivíduos livres, temos apenas duas alternativas para escolher uma:

  • Ou um número de totalitarismos nacional e militarizado tendo como sua raiz o terror da bomba atômica e como conseqüência a destruição da civilização [o estado de guerra é limitado; a perpetuação do militarismo]
  • Ou um totalitarismo supra-nacional chamado à existência pelo caos social resultante do rápido progresso tecnológico em geral e da revolução atômica em particular, e desenvolvimento, sob a necessidade de eficiência e estabilidade, em um bem estar-tirania de Utopia. Você paga o seu dinheiro e faz sua escolha”.

 

Mark Twain em The Mysterious Stranger escreve,

“E ao que ele deseja ser equivalente?” disse Satã, com sua risada maligna. “Nada afinal. Você nada ganha; você sempre vem de onde vai. Por um milhão de anos a raça tem ido monotonamente propagando-se e monotonamente reformando sua falta de lógica maçante para qual fim? Nenhuma sabedoria pode imaginar! Quem lucra com isso? Ninguém, além de uma parcela de pequenos monarcas e nobres usurpadores que lhe desprezam; sentem-se contaminados se você os toca, batem a porta na sua cara se você supostamente bater; aqueles de quem você é escravo, luta por eles, morre por eles, e não têm vergonha disso, mas estão orgulhosos; cuja existência é um perpétuo insulto a você e você tem medo deles; que são os mendicantes na direção de sua almas ainda que assumam para vocês ares de benfeitores em relação ao mendigo; que se dirigem a vocês em uma linguagem de mestre para escravo e tem uma linguagem de resposta de escravo para o mestre; que são venerados por você com sua boca, enquanto em seu coração vocês se desprezam por isso.

 

O primeiro homem era um hipócrita e um covarde, qualidades que ainda não falharam em sua linha, esta é a fundação sobre a qual todas as civilizações tem sido construídas.”

 

Em uma palestra intitulada A Explosão da População, realizada em Santa Barbara, Califórnia. em 1959, Aldous Huxley dise,

 

“Hoje quero passar pelo que está acontecendo a espécie humana e pensar um pouco sobre o que a nossa filosofia e ética sobre o assunto devem ser. Esta palestra é essencialmente sobre números humanos e sua relação ao bem-estar humano e valores humanos em geral. É desnecessário dizer, qualquer estimativa acurada de números humanos é muito recente, mas podemos extrapolar no passado e chegar ao que parecem ser conclusões bem justas. Embora haja alguma amplas margens de diferença entre os especialistas, os números a que eles chegaram estão a grosso modo de acordo. Eles concordam que nos dias pré-agricultura, por exemplo, nos tempos do Paleolítico inferior, quando o homem era uma criatura coletora de comida, não havia mais de vinte milhões de seres humanos no planeta. Em tempos Paleolíticos posteriores, depois de haver sido inventada a caçada organizada, o número provavelmente dobrou. Podemos fazer uma grosseira estimativa do que um povo de caçada organizada pode fazer porque sabemos quantos índios estavam presentes na América do Norte quando chegou o primeiro homem branco – não mais do que um  milhão no inteiro continente. Isto nos dá uma indicação da densidade populacional extremamente baixa em uma economia de caça.

 

“A Grande Revolução veio por volta de 6.000 A.C. com a invenção da agricultura e a criação de cidades no milênio seguinte. Por volta de 1.000 A.C. depois de cinco mil anos de agricultura, havia provavelmente cem milhões de pessoas no mundo.

“Pelo início da era cristã, esta estatística tinha um pouco mais que dobrado; estava algo em torno de 200 milhões a 250 milhões – menos da metade da atual população da China. A população cresceu muito gradualmente nos anos seguintes; algumas vezes houve longos períodos de não variação e algumas vezes até mesmo existiram períodos de decréscimos, como nos anos que se seguiram imediatamente a 1348, quando a Morte Negra matou 30% da população da Europa e ninguém sabe quanto da população da Ásia.

“Pelo tempo em que os ‘pais missionários’ chegaram a este país, é estimado que a população do mundo fosse duas vezes a que teria sido no primeiro dia de Natal – isso é dizer, ela havia dobrado em  1600 anos, uma taxa de crescimento extremamente vagarosa. Mas daquele tempo em diante, de meados do século XVII, com o início da revolução industrial e a primeira importação de alimentos da terras recentemente desenvolvidas do Novo Mundo, a população começou a crescer mais rapidamente do que em qualquer tempo anterior o havia feito. 

“Ao tempo em que foi assinada a Declaração de Independência, a estatística da população humana mundial estava por volta de setecentos milhões; e4la deve ter ultrapassado a marca de um bilhão no século XIX e estava em um bilhão e quatrocentos milhões quando nasci na década de 1890. O fato desconcertante é que desde aquele tempo a população do planeta dobrou novamente. Ela agora está em torno de 2 bilhões e 800 milhões e a taxa de crescimento agora é tal que provavelmente ela dobre novamente em menos de cinqüenta anos. Então as taxas de aumento tem crescido ao longo desse aumento absoluto em números.”

[Por favor, lembre-se: isso foi escrito em 1859. Atualmente a população mundial está rapidamente se aproximando de sete bilhões – contudo estes são não números não oficiais. No ano 2.000 chegará aos oito bilhões]

 

Ainda citando Huxley:

 

“Vamos nos perguntar quais são as alternativas práticas para confrontar este problema de crescimento populacional. Uma alternativa é nada fazer sobre isso e deixar as coisas irem como estão, mas a conseqüências desse curso são muito claras: o problema será resolvido pela natureza do modo que a natureza sempre resolve os problemas de super população – quando qualquer população animal tende a morrer de fome e sofrer serveras epidemias e doenças episódicas.

 

“Na população humana, podemos divisar que o cheque natural sobre o crescimento ilimitado da população será exatamente este: haverá pestilência, fome, e como somos seres humanos e não animais, haverá guerra organizada que reduzirá os números para o que a Terra pode suportar. O que a natureza nos ensina é que é extremamente perigoso contrariar qualquer um de seus equilíbrios naturais e estamos no processo de contrariar um equilíbrio fundamental de maneira mais drática e alarmante.

 

A questão é:

Vamos restaurar o equilíbrio de modo natural, que é brutal e inteiramente anti-humano ou vamos restaura-lo de um modo humano, racional e inteligente? Se deixarmos as coisas como estão a natureza certamente resolverá o problema do modo dela e não do nosso.

 

“Uma outra alternativa é aumentar a produções industrial e agrícola para que elas possam corresponder ao aumento da população. Esta solução, contudo, seria muito similar ao que acontece em Alice no País das Maravilhas, Lembre-se de Alice e da Rainha Vermelha correndo uma tremenda corrida. Para surpresa de Alice, quando elas estavam correndo até completamente perder o fôlego, ela estavam exatamente no mesmo lugar e Alice diz: “Bem… em nosso país… você geralmnte chega a algum lugar mais – se você corre muito rápido por um longo tempo como estamos fazendo”.

 

”Que tipo de país vagaroso!”, disse a Rainha. “Aqui, você vê, toma toda corrida que você pode fazer, para se manter no mesmo lugar. Se você quiser ir a algum outro lugar deve correr o dobro da rapidez de agora!”

 

“Esta é uma parábola cósmica da situação extrememente trágica na qual nos encontramos. Temos que trabalhar, colocar um esforço enorme apenas para permanecer onde estamos. E onde estamos é a mais indesejável posição porque, como o indicam as mais recentes estatísticas publicadas pela ONU, algo como dois terços da humanidade agora vivem em uma dieta de duas mil calorias ou menos por dia, que – o ideal sendo na vizinhança de três mil – é defitivamente uma dieta de subnutrição.” 

 

Posteriormente em sua fala, novamente citando Huxley:

 

“A terceira alternativa é tentar aumentar a produção o máximo possível e ao mesmo tempo tentar reeestabelecer o equilíbrio entre  taxa de natalidade e a taxa de morte por meios menos horrorosos do que aqueles usados pela natureza – por métodos humanos e inteligentes. Em conexão a isso é interessante notar que a idéia de limitar o crescimento da população não é nova. Em muitas grandes sociedades primitivas, e até mesmo em muitas sociedades altamente civilizadas da antiguidade, onde a super-poulação local era uma ameaça, embora menos temíveis do que os meios naturais, o mais comum era o infanticídio – matar ou abandonar nas montanhas as crianças indesejáveis, filhos do sexo errado, crianças que pareciam nascer com uma ligeira deficiência ou outra. O aborto também era muito comum. 

 

E havia muitas sociedadesna quais estritas injunções religiosas impunham longos períodos de continência sexual entre o nascimento de cada filho. Mas nos séculos XIX e XX vários métodos de controle da natalidade menos temíveis em sua natureza  têm sido divisados, e é fato teoricamente concebível que tais métodos podem ser aplicados pelo mundo inteiro.

“O que é teoricamente possível, contudo, é frequentemente mais praticamente impossível. Há dificuldades colossais no modo de implementar em grande escala qualquer política de limitação de população; embora o controle de mortes seja extremamente fácil sob modernas circunstâncias, o controle da natalidade é extremamente difícil. A razão é muito simples: o controle de mortes – por exemplo, o controle de doenças infecciosas – pode ser realizado por um punhado de especialistas e uma bem pequena força de trabalho de pessoas sem qualificação e requer um pequeno gasto de capital.”

 

Novamente, Huxley,

 

“O problema do controle das taxas de natalidade é infinitamente complexo. Não é meramente um problema da medicina, da química, da bioquímica, da fisiologia; ele também é um problema da sociologia,da psicologia, da teologia e da educação. Ele tem que ser atacado simultaneamente de dez frentes se quiser ter eperança de resolver isso.” 

 

E continua mais tarde Huxley,

 

“Meramente de um ponto de vista temporal e técnico, estamos obviamente em um local muito estreito. Mas também temos que considerar o ponto de vista político. Sem dúvida temos que ter um acordo mundial ou regional sobre a política geral de população para ter algum controle satisfatório da situação como um todo. Mas absolutamente não há perspectiva atualmente de chegarmos a um tal acordo político.”  

 

Huxley continua,

 

“Agora temos que nos perguntar qual atitude deve ser tomada em relação a esses problemas. Chegamos a outra extremidade da ponte. Passamos do mundo dos fatos para o mundo dos valores. O que pensamos sobre isso tudo depende inteiramente sobre o que vemos como o fim e o propósito da vida humana. Se acreditamos que o fim e o propósito da vida humana é avançar o poder político e o nacionalismo, então provavelmente devemos precisar de uma grande quantidade de alimentadores de  canhão até mesmo embora esta proposição se torne mais do que duvidosa à luz de uma guerra nuclear. Mas se, como a maioria de nós concorda, o fim da vida humana seja realizar as potencialidades individuais aos seus limites e do melhor modo possível, e criar uma sociedade que torne possível tal realização e modo filosófico sobre o problema da população. Vemos que em muitos casos o esforço para elevar a qualidade humana está sendo impedido pelo mero aumento da quantidade humana, onde a qualidade é muito frequentemente incompatível com a qualidade. Temos visto que a mera quantidade faz das potencialidades educacionais do mundo algo irrealizável.

 Temos visto que a pressão de números enormes sobre os recursos torna quase impossível melhorar o padrão material de vida, que deve ter que se elevar a um mínimo se qualquer uma das altas possibilidades devem ser realizadas; embora seja bem verdade que o homem não pode viver apenas de pão, ainda menos pode viver sem pão, e se simplesmente não podemos fornecer o pão adequado, não podemos fornecer nada mais. Somente quando ele tem o pão, sua barriga está cheia, há a esperança de algo mais emergindo da situação humana. Então há o problema político. Está muito claro que quando a população pressiona mais e mais pesadamente sobre recursos, a situação econômica tende a se tornar cada vez mais precária. Quando há uma tendência nas situações precárias para os governos centralizados assumirem cada vez mais controle, há portanto uma tendência na direção de formas totalitárias de governo que certamente nós, no ocidente, achamos muito indesejáveis.

 

Mas quando você pergunta se a democracia é possível em uma população onde dois terços das pessoas estão vivendo com 2.000 calorias por dia e um terço vive acima de três mil calorias, a resposta é não, porque a pessoas que vivem com menos de duas mil calorias simplesmente não têm energia suficiente para participar da vida política do país e assim são governadas pelos bem alimentados e energéticos. Novamente a quantidade milita contra a qualidade.”

 

E mais tarde,

 

“Finalmente o aumento ilimitado dos números humanos praticamente garante que nossos recursos planetários sejam destruídos e que dentro de cem ou duzentos anos uma espécie humana imensamente hipertrofiada terá se tornado um tipo de câncer a arruinará o quase organismo no qual vive. Esta é a mais depressiva previsão e possibilidade.

“Penso que alguém pode dizer sobre este último ponto que o problema de qualidade e quantidade é realmente um problema religioso. Porque, afinal, o que é a religião que uma preocupação com o destino do indivíduo e com o destino da sociedade e raça a groso modo? Isto é resumido muito claramente no Evangelho quando nos é dito que o Reino de Deus está dentro de nós mas ao mesmo tempo que é nossa tarefa contribuir para a fundação do Reino de Deus sobre a Terra. Não podemos negligenciar qualquer um destes dois aspectos do destino humano. Se negligenciarmos o aspecto geral e quantitativo da população, nos condenamos, ou certamente a nossos filhos e netos, como indivíduos. Nós os condenaremos a um tipo de vida que devemos considerar intolerável e que presumivelmente eles também julgarão intolerável.

“Não há certas objeções teológicas a limitação de população. A maioria da organizações religiosas no mundo de hoje, dentro e fora do grupo cristão, a aceitam. Mas a Igreja Católico Romana não aceita qualquer método de controle de população exceto o que foi promulgado e tornado permitido em 1932 – o chamado método do ritmo. Infelizmente, onde este método do ritmo tem sido tentado em uma escala considerável em um país sub-desenvolvido como a Índia, ele não tem se mostrado muito eficaz.

 

O fato de que a Igreja reconheça este problema foi apresentado muito claramente em 1954 ao tempo do primeiro Congreso da Nações sobre População, que aconteceu em Roma quando falecido Papa, em uma alocução com os delegados, deixou bem claro que o problema da população era muito grave e que ele recomendava a consideração dos fiéis”

 

E mais tarde,

 

“Podemos concluir, então, ao falar em super população, esse é muito claramente um dos mais graves problemas que nos confrontam e a escolha diante de nós é ou deixar o problema ser resolvido pela natureza do modo mais terrivelmente possível ou encontrar algum método humano e inteligente de resolver isso, simultaneamente aumentando a produção e equilibrando a taxa de natalidade com a taxa de mortalidade, e de algum modo ou outro formando uma concordada política internacional sobre o assunto. Os pré requisitos mais importantes para uma tal solução são antes de tudo a consciência do problema e então a compreensão que este é profundamente um problema religioso, um problema do destino humano. Nossa esperança, como sempre, é realisticamente idealista.”

 

 

 CARTA AO SECRETÁRIO GERAL DA ONU U THANT

 

30 de agosto de 1965

Meu Caro Mr. Secretário Geral:

 

O governo dos EUA reconhece a importância singular dos encontros da Segunda Conferencia sobre População Mundial da ONU e apresenta seu pleno apoio a sua grande tarefa.

Como disse a ONU em San Francisco, devemos agora começar a enfrentar francamente os problemas multiplicados de nossa multiplicação de população. Nosso governo assegura a sua conferência o nosso completo suporte a ONU e suas agências em seus esforços em alcançar um mundo melhor ao trazer o equilíbrio dos recursos mundiais com a população mundial. 

Ao estender meus melhores desejos para o sucesso de sua conferência, é minha fervente esperança que sua grande reunião de especialistas em população contribuirão significativamente ao conhecimento necessário para resolver este problema transcendente. Segundo, somente a busca pela paz é o maior desafio da humanidade. Esta semana, o encontro em Belgrado  carrega com ele as esperanças da humanidade.

Sinceramente, 
Lyndon B. Johnson

[Presidente]

 

 

 

PAPA PAULO VI

 

HUMANAE VITAE (1968)

“As mudanças que tem acontecido são de fato dignas de nota  e de tipo variado. Em primeiro lugar, há um rápido desenvolvimento demográfico. O medo é mostrado por muitos que população mundial esteja crescendo mais rapidamente do que os recursos disponíveis, com crescente socorro para muita famílias e países desenvolvidos de forma que a tentação das autoridades em conter esta raiva com medidas radicais é grande. Sobretudo, condições de trabalho e habitação, bem como exigências aumentadas no campo econômico e da educação,  frequentemente faz com que uma educação apropriada a um elevado número de crianças hoje seja difícil.

“Este novo estado de coisas dá aumento a novas questões. Garantidas as condições de vida hoje, e garantindo o significado no qual as relações conjugais tem com respeito a harmonia entre marido e mulher e sua fidelidade mútua, não seria uma revisão de normas éticas para forçar o que agora é visto ser apropriado, especialmente quando isso é considerado que não podem ser observados sem sacrifícios, algumas vezes sacrifícios heróicos?

“…o amor conjugal exige do marido e da mulher uma consciência de sua missão de “paternidade responsável”, que hoje é muito apropriadamente insistida, e qua também deve ser exatamente compreendida. Consequentemente isto deve ser considerado sob diferentes aspectos que são legítimos e interligados. 

“Em relação aos processos biológicos, a paternidade responsável significa o conhecimento e o respeito de suas funções; o intelecto humano descobre, no poder de dar a vida, leis biológicas que são parte da pessoa humana.

“Em relação às tendências de instinto ou paixão, a paternidade responsável significa o domínio necessário que a razão e a vontade devem exercer sobre eles.

“Em relação as condições física, econômica, psicológica e social, a paternidade responsável é exercida, pela decisão deliberada e generosa para aumentar uma família numerosa ou pela decisão, tomada por graves motivos e com o devido respeito para a lei moral, evitar por um tempo ou até mesmo por um período indeterminado, um novo nascimento.

“Estes atos, pelos quais marido e mulher estão unidos em casta intimidade e pelos meios pelos quais a vida é transmitida, são, como o conselho recordou, “nobres e dignos”, e eles não cessam de ser legítimos se, por causas independentes da vontade do casal eles não forem fecundos desde que eles sempre permaneçam ordenados na direção de expressar e consolidar sua união. De fato, como a experiência testemunha, nm todo ato sexual é seguido por uma nova vida.

 

Deus sabiamente tem disposto leis naturais e ritmos de fecundidade que, deles próprios, causam uma separação na sucessão de nascimentos. Não obstante a igreja, chamando os homens de volta à observação da normas da lei natural, como interpretado por sua constante doutrina, ensina que cada e todo ato do casamento (“qui libet matrimonii usus“) deve permanecer aberto à transmissão de vida.

“Em conformidade com estes marcos na visão humana e cristã do casamento, devemos mais uma vez declarar que a interrupção direta do processo gerador já começou, e, acima de tudo, o aborto diretamente desejado e procurado, até mesmo se por razões terapêuticas, estão absolutamente excluídos dos meios lícitos de regular o nascimento.

 

“Igualmente a serem excluídos, como o ensinamento da autoridade da igreja tem frequentemente declarado, está a esterilização direta, seja perpétua ou temporária, seja do homem ou da mulher.

“Similarmente excluída está cada ação que, ou em antecipação ao ato conjugal ou em sua realização, ou no desenvolvimento de suas conseqüências naturais, propõe, se como um fim ou um meio, tornar a procriação impossível. 

“Para os governantes, que são aqueles principalmente responsáveis pelo bem comum, e que devem fazer o máximo para salvaguardar os bons costumes morais, dizemos: não permitam que a moralidade de seu povo seja degradada; não permitam que por meios legais pratique-se o contrário às leis naturais e divinas e que estes meios legais sejam inrtoduzidos na célula fundamental: a família.  Bem outro é o caminho no qual autoridades públicas podem e devem contribuir para a solução do problema demográfico: o meio de uma política previdente da família, de uma sábia educação das pessoas a respeito da lei moral e da liberdade dos cidadãos.

“Todos estamos bem conscientes das sérias dificuldades vivenciadas pelas autoridades públicas a este respeito, especialmente nos países em desenvolvimento. A sua legítima preocupação devotamos nossa carta encíclica “Populorum Progressio.”

 

Mas com nosso predecessor, o Papa João XXIII, repetimos: Nenhuma solução para estas dificuldades é aceitável que “violente a dignidade essencial do homem’ e seja baseada apenas em uma “amarga concepção materialista do próprio homem e de sua vida”. A única solução possível a esta questão é uma que divise o progresso social e econômico dos indivíduos e de toda raça humana, e que respeite e promova os valores humanos.

“Nem pode alguém, sem grave injustiça, considerar que a Divina Providência seja responsável pelo que depende, ao invés, da falta de sabedoria do governo, de um insuficiente senso de justiça social, sobre o monopólio egoístico ou novamente a infolência culposa em confrontar os esforços e ascrifícios necessários para assegurar a elevação dos padrões de vida de uma pessoa e de todos os seus filhos.” Paulus PP.VI.

 U THANT

 

“Não desejo parecer super dramático, mas apenas posso concluir da informação que me é disponível como Secretário Geral, que os membros da ONU tenham talvez apenas mais dez anos nos quais subordinar suas antigas disputas e lançarem uma parceria global para conter a corrida armamentista, conter a explosão da população, e fornecer o necessário momentum para os esforços de desenvolvimento. Se uma tal parceria não for criada na próxima década, então temo muito que os problemas que tenho mencionado terão alcançado tais enormes proporções que estarão além de nossa capacidade de controle.”

 

U Thant

1969

 

CONFERÊNCIA SOBRE POPULAÇÃO MUNDIAL DA ONU  

 (1974)

 

Resoluções e Recomendações

A Conferência Sobre a População Mundial tendo o devido respeito pelas aspirações humanas por uma melhor qualidade de vida e rápido desenvolvimento sócio-econômico, e levando em consideração o interrelacionamento entre situações populacionais e desenvolvimento sócio-econômico, decide o seguinte Plano de Ação da População Mundial como um instrumento de política dentro do conceito mais amplo de estratégias internacionalmente adotadas para o progresso nacional e internacional. 

 

OBJETIVOS E POLÍTICAS DE POPULAÇÃO

 

Recomendações para Ação

 

Crescimento Populacional

Segundo  projeções médias da ONU quanto a população, pouca mudança é esperada ocorrer em taxas médias de crescimento populacional seja nas regiões desenvolvidas ou em desenvolvimento por 1985. Segundo a projeções de baixa variável da ONU, é estimado que como um resultado de desenvolvimento social e econômico e políticas populacionais como as relatadas por países no Segundo Inquérito sobre População da ONU, as taxas de crescimento nos países em desenvolvimento como um todo podem declinar do presente nível de 2.4% ao ano para 2% por volta de 1985 e baixo de 0.7% ano nos países desenvolvidos. Neste caso, a taxa mundial de população declinaria de 2% para aproximadamente 1.7%. Os países que consideram que suas atuais os esperadas taxas de crescimento populacional dificultam seus objetivos de promover o bem estar humano são convidados, se eles ainda não o foram, a considerar a adoção de políticas de população, dentro da estrutura do desenvolvimento socioeconômico, que são consistentes com os direitos humanos básicos e valores.

Países que visam obter taxas baixas ou moderadas de crescimento populacional devem tentar alcançar isso através de um baixo nível de taxas de natalidade e de mortalidade. Países que desejem  aumentar sua taxa de crescimento populacional devem, quando a mortalidade é alta, concentrar esforços na redução da mortalidade e quando apropriado, encorajar um aumento na fertilidade e a imigração.

Reconhecer que o uso per capita dos recursos mundiais é muito mais alto nos países desenvolvidos do que em aqueles em desenvolvimento, é solicitado aos países desenvolvidos que adotem apropriadas políticas de população, consumo e investimento tendo em mente a necessidade do fundamental melhoramento da equidade internacional. Consistente com a Proclamação da Conferência Internacional sobre Direitos Humanos, a Declaração de Progresso Social e Desenvolvimento, os alvos relevantesda Segunda Década de Desenvolvimento da ONU e outros instrumentos sobre o assunto, é recomendado que todos países:   

 

  1. Respeitem e assegurem, a despeito de sua principais metas demográficas, o direito das pessoas para determinar, de maneira livre, responsável e informada,  o número e espassamento de seus filhos.
  2. Encorajar educação apropriada concernente a uma paternidade responsável e disponibilizar para as pessoas que assim desejem conselhos e os meios de obte-los.
  3. Assegurar que este planejamento familiar, serviços médicos e sociais relacionadosd não apenas para a prevenção de gravidez indesejada ma também a eliminação da esterilidade não voluntária e sub-fecundidade para que todos os casais tenham permissão para terem o número desejado de filhos e que a adoção de crianças seja facilitada.  
  4. Buscar assegurar a possibilidade continuada de variações no tamanho da família quando um baixo nível de fertilidade tem sido estabelecido ou é um objetivo político.
  5. Fazer uso, onde quer que seja necessário e apropriado, de pessoal adequadamente treinado e pessoal auxiliar de saúde, extensão rural, trabalhadore sociais e da economia doméstica, canais não governamentaiss, para ajudar a fornecer serviços de planejamento familiar e aconselhar os usuários de contraceptivos.
  6.   Assegurar que a informação e a educação em mplanejamento familiar e outros assuntos que afetem a fertilidade sejam baseadas em conhecimento científico válido e comprovado e incluam uma narrativa completa de qualquer risco que possa estar envolvido no uso ou não uso de contraceptivos.

 

É recomendado que países que desejam afetar os níveis de fertilidade deem prioridade na implementação de programas de desenvolvimento e estratégias educacionais e de saúde que, conquanto contribuintes para o crescimento econômico e mais altos padrões de vida, têm um impacto decisivo  sobre as tendências demográficas, inclusive a família. É solicitada a cooperação internacional para dar prioridade na assistência de tais esforços nacionais para que estes programas e estratégias possam ser levados a efeito.

 

 

Conquanto reconhecendo a diversidade das condições sociais, culturais, políticas e econômica entre países e regiões, não obstante é concordado que as seguintes metas de desenvolvimento gralmente têm um efeito sobre o contexto sócio-econômico de decisões reprodutivas que tendem a moderar os níveis de fertilidade:

  1. A redução da mortalidade infantil paarticularmente por meio de nutrição melhorada, medidas sanitárias, cuidado materno-infantil e educação materna.
  2. A completa integração das mulheres ao processo de desenvolvimento, particularmente por meio de sua maior participação nas oportunidades educacionais, sociais, econômicas e políticas e especialmente por meio da remoção de obstáculos ao seu emprego no setor não agrícola sempre que possível. Neste contexto, leis e políticas nacionais, bem como relevantes recomendações internacionais, devem ser revistas para eliminar a descriminação e remover obstáculos a educação, treinamento, emprego e progressão na carreira para mulheres.
  3.  A promoção da justiça social, mobilidade social e desenvolvimento social por meio de uma ampla participação da população no desenvolvimento e uma distribuição mais equitativa de renda, terra, serviços sociais e amenidades.
  4. A promoção de amplas oportunidades educacionais para os jovens de ambos os sexos, e a extensão de formas públicas de educação pré escolar para a geração que cresce. 
  5. A eliminação do trabalho infantil e do abuso infantil e o estabelecimento da segurança social e benefícios aos velhos.
  6. O estabelecimento de um apropriado limite inferior para idade para casamento.

 

As projeções do futuro declinam nas taxas de crescimento de população, e estas concernentes a aumentada expectativa de vida, são consistentes com o declínio na taxa de nascimento de países em desenvolvimento como um todo do presente nível de 38 por mil para 30 por mil por 1985; nestas projeções taxas de natalidade nos países desenvolvidos permanecem na região de 15 por mil.

 

Para alcançar em 1985 estes níveis de fertilidade precisaria de substanciais esforços nacionais, por estes países a que diz respeito, no campo do desenvolvimento sócio-econômico e políticas populacionais, suportadas, por solicitação, uma adequada assistência internacional. Tais esforços também devem ser solicitados para alcançar o aumento da expectativa de vida.

À luz dos princípios deste Plano de Ação, os países que conideram suas taxas de natalidade detrimentais para seus propósitos nacionais são convidados a considerar estabelecer metas quantitativas e implementar políticas que possam levar ao alcance de tais objetivos por 1985.

 

Nada deve interferir com a soberania de qualquer governo em adotar ou não tais metas quantitativas .

 

 

 

MENSAGEM AO CONGRESSO DE JIMMY CARTER

23 de maio de 1977

População Mundial

“O rápido crescimento da população é um maior problema ambiental de proporções mundiais. A população mundial aumentou de três para qauatro bilhões nos últimos quinze anos, substancialmente cancelando a expansão mundial de produção de alimentos e o crescimento econômico no mesmo período. 

“Sem controlar o crescimento da população, as perspectivas de comida suficiente, abrigo, e outras necessidades básicas de todas as pessoas do mundo são sombrias. Onde a existência já é pobre e precária, os esforços para obter as necessidades da vida frequentemente degradam o meio ambiente para as gerações vindouras.

“Com certeza  é direito de cada nação detreminar suas próprias políticas, mas estamos preparados para responder prontamente e completamente a todas as solicitações de assistência em programas de população e saúde.

 

Por minha direção, o Departamento de Estado e a Agência para o Desenvolvimento Internacional estão prontos a cooperar através de organizações internacionais, organizações particulares voluntárias ou contactos diretos com outros governos.” 

 

CONSIDERE ISTO


Na página  65 de Populaçãao: Pontos de Vista Opostos,  lemos,

 

“Segundo a ONU, que segue estas coisas estreitamente, aproximadamente cinco bilhões e trezentos milhões de pessoas viverão em nosso planeta por 1990. Por novembro de 1992 este número terá crescido para 5.3 bilhões, uma adição quase igual a população dos EUA. Ou ninguém, inclusive a ONU, tem uma bola de cristal confiável que revela precisamente como os números humanos mudarão. Ainda, as pessoas têm que planejar o seu futuro, e assim os analistas e computadores da ONU estão atarefados imaginado o que pode acontecer. Uma posibilidade que eles consideram é que no futuro a taxas mundiais de fertilidade permanecerão no que eram em 1990. As conseqüências disto, com o acompanhante declínio na taxas de mortalidade, são surpreendentes. Por 2025, quando minha filha de agora dezesseis anos acabar de ter todos os filhos que terá, o mundo teria onze bilhões de pessoas: o dobro de seu número hoje.

 

Uma outra “dobragem” ocorreria em um pouco mais do que 25 anos, quando segmentos de crescimento rápido da poúlação se tornam uma maior proporção do total. No centenário de minha filha, em 2076, a população humana teria mais do dobrado novamente, passando de 46 bilhões. Por 2150 haveria 694.213.000.000 de nós, um pouco mais de 125 vezes nossa atual população.”

 

 PRÍNCIPE PHILLIP DA GRÃ BRETANHA

Em 30 de março de 1990, o The Washington Post relatou o Príncipe Phillip como tendo feito a seguinte declaração:

“Estamos constantemente sendo lembrados da situação do pobre, do faminto, do sem teto e do doente. O que não faz manchetes é que mesmo se a proporção destas pessoas desafortunadas permaneça a mesma em relação à população total, seu número está inclinado a aumentar já que o tamanho da população como um todo aumenta. A melhor esperança de limitar o aumento no número de tais pessoas seria se a população mundial pudesse ser estabilizada.”

 

Parte II

O Que você não vê não pode lhe ferir!
22/11/95

 

Roger Walsh, M.D., Ph.D., em um capítulo intitulado Sobrevivência Humana: uma Análise Psico-evolucionária que apareceu no livro Sobrevivência Humana e Evolução da Consciência,  escreve

 

“O grande experimento na consciência, evolução humana, agora está de pé diante do precipício de sua própria criação. A mesma consciência que lutou por milhões de anos para assegurar a sobrevivência humana agora está à beira de esgotar os recursos do planeta, tornar inabitável seu meio ambiente, e criar os instrumentos de sua própria auto-eliminação. Pode esta consciência desenvolver a sabedoria para não fazermos estas coisas? Podemos estimular suficiente auto-entendimento para reduzir nossa destrutividade e amudurecer rapidamente para nos levar através desta crise evolutiva? Há certamente as mais cruciais questões de nosso tempo, de qualquer tempo. Hoje enfrentamos uma ameaça global de má nutrição, super população, falta de recursos, poluição, uma ecologia perturbada e armas nucleares.

 

No tempo atual, quinze a vinte milhões de pessoas morrem a cada ano de má nutrição e causa relacionadas; outros seiscentos milhões estão cronicamente famintos e bilhões vivem na pobreza sem abrigo adequado, educação ou cuidado médico. (Brandt, 1980; Presidential Commission on World Hunger, 1979).

 

Esta situação é exacerbada por uma população em explosão que acrescenta outro bilhão de pessoas a cada 13 anos, esvazia os recursos naturais em uma taxa sempre acelerada, afeta “virtualmente cada aspecto do Eco-sistema da Terra incluindo, talvez, o mais sério desenvolvimento meio ambiental… uma deterioração acelerada e perda de recursos esenciais para a agricultura”. (Council on Environmental Quality, 1979)

 

Desertificação, poluição, chuva ácida, aquecimento greenhouse estão entre os mais óbvios efeitos.
Ofuscando tudo isto paira a ameaça nuclear, o equivalente a alguns 20 bilhões de toneladas de TNT [o bastante para encher um trem cargueiro com o comprimento de quatro milhões de milhas], controlada por sistemas de alarme, e criando sobras altamente radioativas para as quais não existe locais de armazenamento, consumindo mais de 660 bilhões de dólares a cada ano em gastos militares e ameaçando um uicídio global. (Schell, 1982; Sivard, 1983; Walsh, 1984).

 

Por comparação, a quantidade total de TNT lançada na segunda guerra mundial era apenas de 3 milhões de toneladas [ menos que uma única grande ogiva nuclear] 

 

A Comissão Presidencial sobre a Fome Mundial  (1979) estimou que seis bilhões de dólares por ano, ou alguns quatro dias de gastos militares, podem erradicar a fome mundial. Conquanto não se negue o papel das forças políticas, econômicas e militares em nossa sociedade, o fato crucial sobre estas crises globais é que todas elas têm origens psicológicas. Nosso próprio comportamento tem criado estas ameaças e, assim, uma abordagem psicológica pode ser essencial para a compreensão e reversão delas. E na extensão em que estas ameaças são determinadas por forças psicológicas dentro de nós e entre nós, elas realmente são sintomas – sintomas de nosso  estado mental individual e coletivo. Estes sintomas globais refletem e expressam as crenças e percepções falhas, medos e fantasias, defesas e negativas, que formam e deformam  nosso comportamento individual e coletivo. O estado do mundo reflete nosso estado mental; nossas crises coletivas espelham nossa consciência coletiva.” 

Em um livro intitulado População – Pontos de Vista Opostos em um capítulo escrito por Jacques-Yves Cousteau que apareceu pela primeira vez na edição de novembro de 1992 de Populi. Neste artigo, Cousteau escreve,

 

A PREVISÃO DE MALTHUS TEM SE TORNADO VERDADEIRA

“O que está acontecendo agora é uma conseqüência da natureza exponencial do crescimento populacional enquanto os recursos disponíveis obedecem uma progressão linear e são limitados, como profetizou o economista britânico Thomas Robert Malthus a quase duzentos anos atrás.

 

Os avisos foram repetidos pelo Clube de Roma depois da segunda guerra mundial e substanciados por Norman Borlaug, pai da Revolução Verde; em sua fala de aceitação do Premio Nobel em Estocolmo, dirigida aos líderes do mundo, ele insistiu que nós tínhamos apenas trinta anos para conter a ameaça demográfica.

“Vinte anos se passaram deste então, e Borlaug me disse, e não apenas os líderes não tomaram qualquer ação que fosse, ma eles até mesmo evitaram discutir o assunto. Desde então, a situação tem piorado.”     

 

Novamente, Cousteau,

 

SOLUÇÕES DEVEM SER ENCONTRADAS PARA CONTER O CRESCIMENTO POPULACIONAL

 

Se quisermos que nosso precário comprometimento tenha sucesso, devemos convencer todos seres humanos a participarem de nossa aventura, devemos urgentemente encontrar soluções para conter a explosão populacional que tem uma influência direta no empobrecimento das comunidades menos favorecidas.   Caso contrário, o ressentimento genralizado gerará ódio, e o pior genocídio imaginável, envolvendo bilhões de pessoas, será inevitável. Devemos ter coragem de enfrentar a situação, os os líderes do mundo, tendo participado da Conferência do Rio, entendem que o que está em jogo é litralmente salvar a espécie humana e aceitam a necessidade de tomar decisões drásticas, não convencionais e impopulares ou o iminente desastre temido pelas academias científicas britânicas e americanas se precipitará.”

 

Cousteau conclui com:

“O crescimento descontrolado da população e a pobreza não devem ser combatidos de dentro, da Europa, da América do Norte ou de qualquer nação; ele deve ser atacado de fora – pelas agências internacionais ajudadas no trabalho formidável por organizações não governamentais competentes e completamente independentes.

“Uma política mundial inspirada pela eco-biologia e eco-sociologia é a única capaz de direcionar nosso perigoso curso em direção a uma era dourada, protegendo a diversidade cultural e biológica enquanto orgulhosamente iça a cores da humanidade.” ´

 

 

GUERRA QUÍMICA E BIOLÓGICA

No livro de 1982, A Mais alta Forma de Matança – A História Secreta da Guerra Química e Biológica [Hill and Wang Publishers, 19 Union Square West, New York 10003], que é uma obra prima de pesquisa, Robert Harris e Jeremy Paxman escrevem,

 

“Em nenhuma guerra futura os militares serão capazes de ignorar o gás venenoso. Esta  é uma mais alta forma de matança. “ [Professor Fritz Haber, pioneiro do gás na guerra, ao receber o Premio Nobel da Química em1919.]

“A mais velha instalação de guerra química do mundo ocupa 7.000 acres do interior na margem sul da planície de Salisbury, conhecida como Porton Down [Inglaterra]Mais de 700 homens e mulheres trabalham lá em laboratórios e escritórios espalhados em 200 prédios. Há polícia e bombeiros, um hospital, uma biblioteca, uma agência do Banco Lloyds, um arquivo detalhado com milhares de relatórios e fotografias; há até mesmo um cinema para milhares de filmes tomados durante experimentos. Eles são o resíduo de mais d seis décadas de pesquisa, geralmente na vanguarda do conhecimento científico contemporâneo. Embora tenha havido muitas tempestades políticas e várias tentativas de fechamento, Porton tem sobrevivido – prova do permanente fascínio militar pelos gases venenosos, mesmo em um país que agora oficialmente não tem armass químicas.

“Foi em janeiro de 1916 quando o Escritório de Guerra compulsoriamente comprou os iniciais 3.000 acres de terra entre a pequeninas vilas de Porton e Miston e começou a limpar o local para o que agora conhecemos como Solo Experimental do Departamento de Guerra.”

 

Mais tarde no capítulo,

 

“Esta foi uma admissão crucial. Não importa quão altamente os britânicos, ou qualquer outra nação, renunciaram ao gás na guerra em público, em segredo eles se sentiram inc linados a darem aos seus cientistas uma mão livre para continuarem divisando as armas mais mortais que eles pudessem, com bases no que eles tinham inicialmente inventado, antes que contra-medidas possam ser preparadas.

Porton Down fez uso desta lógica entre 1919 e 1939 para realizar uma massa de pesquisa ofensiva, desenvolvendo granadas de gás e bombas manuais de contaminação; uma bomba de fumaça aérea tóxica carregada com um novo arsênico apelidada DM foi testada; armas anti-tanque foram produzidas e Porton produziu um tanque spray para aeronave capaz de dispersar gá mustarda de uma altura de 15.000 pés.

 

Ao mesmo tempo da primeira guerra mundial – o projetor Livens, o morteiro, o escudo químico e até mesmo o cilindro – foram todos modificados e melhorados.”

 

Vários parágrafos depois,

 

“O gás mustarda, “o Rei dos Gases” empregado na maioria de humanos voluntários. Apenas um experimento em 1924 envolveu quarenta homens”.  

 

E em outubro de 1929,

“dois sujeitos receberam copiosas aplicações de mustarda crua que praticamente cobriram o aspecto interno do antebraço. Depois de limpar a mustarda líquida grosseiramente com um pequeno tufo de gordura de unção [de sete semanas] era ligeiramente esfregada com os dedos sobre a área… Isto é apenas uma seleção aleatória do tipo de trabalho que era feito na Bretanha. 

 

Pesquisa similar estava sendo realizada por todo mundo. A Itália estabeleceu o Servizio Chimico Militare em1923 com uma extensiva base de testes ao norte do país. A principal instalação francesa de guerra química era o Atelier de Pyrotechnic du Bouchet perto de Paris.

 

A Marinha japonesa começou a trabalhar em armas químicas em 1923 e o exército a seguiu em 1925. Na Alemanha, a despeito do fato que o Instituto Kaiser Wilhelm de Haber tinha sido fechado e, 1919, limitado trabalho defensivo continuou, mais tarde para formar a base do esforço ofensivo alemão. E em 1924, a Administração Químico-Militar do Exército Vermelho foi estabelecida e as tropas químicas russas foram estacionadas em cada sede provincial do exército.

As armas químicas não eram meramente pesquisadas e desenvolvidas – elas eram usadas. No início de 1919 os britânicos empregaram o aparelho M [que produzia nuvens de fumaça de arsênico] em Archangel quando intervieram na Guerra Civil Russa, jogando latas de aeroplanos dentro de densas florestas. O Exército Branco anti-bolchevista estava equipado com escudos de gás britânicos, e o Exército Vermelho também foi alegado ter usado químicos.

Mais tarde em 1919, Foulkes foi despachado para a Índia, e em agosto urgiu que o Escritório de Guerra usasse químicos contra os afegãos e homens de tribos em rebelião na fronteira norte-oeste:

 

“A ignorância, falta de instrução e disciplina e a ausência de proteção dos afegãos e homens tribais indubitavelmente aprfeiçoarão as baixas produzindo o valor do gás de mustarda na luta e fronteira.”

 

[Novamente no fim do capítulo:]

 

“Finalmente em maio de 1925, sob os auspícios da Ligas da Nações, uma conferência sobre o comércio internacional de arma foi realizada em Genebra. Liderados pelos EUA, os delegados cfoncordaram em tentar e combater o problema do gás venenoso, como os americanos o colocaram, “a esperança de reduzir a barbaridade na guerra moderna”.

 

Depois de um mês de disputas em comitês legais e militares – durante o qual a delegação polonesa vendo longe também sugeriu o banimento das armas biológicas, então pouco mais que uma teoria – os delegados se reuniram para em 17 de junho assinar o que permanece até hoje como a mais forte restrição legal sobre guerra química e biológica:

 

Os sub-assinados plenipotenciários, no nome de seus respectivos governos: seja qual for o uso de gases venenosos, afixiantes  ou outros, e de todos os líquidos análogos, materiais ou aparelhos, têm sido justificadamente condenados pela opinião geral do mundo civilizado.

Onde quer que a proibição de tal isso tenha sido declarada em Tratados nos quais a maioria dos poderes do mundo são partes. Para finalizar que esta proibição deva ser universalmente aceita como parte da lei internacional, abrangendo igualmente a consciência e prática das nações.

 

Declaro Que as Altas Partes Contratantes, até onde elas já não sejam partes de Tratados proibindo tal uso, aceitem esta proibição, concordem em extender esta proibição ao uso de métodos bacteriológicos de guerra e concordem em se interligarem segundo os termos desta declaração…”

38 poderes assinaram o Protocolo de Genebra entre eles os  EUA, Império Britânico, França, Alemanha, Itália, Japão e Canadá; a insipiente URSS não compareceu. 

“A assinatura do Protocolo de Genebra em 1925”, como o expressou  um especialista, “foi a mais alta marca d’água da hostilidade pública em direção da guerra química”.  Infelizmente, o lobby anti-gás tinha subestimado a força dos interesses que se uniam contra eles. Meramente assinar o Protocolo não era o bastante para faze-lo determinante – os governos individuais tinham que ratifica-lo. Em muitos casos isso significava uma lacuna de tempo de no mínimo um ano, e foi neste período que os apoiadores das armas químicas atacaram novamente. O Serviço de Guerra Química dos EUA [CWS] lançou um lobby altamente eficaz. Eles alistaram o apoio de associações de veteranos e da Sociedade Química Americana [cujo executivo declarou que “a proibição da guerra química significava o abandono de métodos humanos para os velhos horrores da batalha”]. Como sempre tem acontecido desde então, a luta por armas químicas foi representada como uma luta por geral preparação militar.

 

Senadores se uniram à campanha do CWS, entre eles o presidente do Comitê de Assuntos Militares que abriu seu ataque sobre a ratificação  no debate do Senado com uma referência ao Tratado de Washington de 1922:

 

“Penso que é justo dizer que em 1922 havia muita histeria e muita desinformação a respeito da guerra química”.

 

Outros Senadores se levantaram aprovadoramente quanto as resoluções que eles haviam recibido atacando o Protocolo de Genebra – da Associação dos Cirurgiões Militares, Legião Americana, Veteranos das Guerras Estrangeiras dos EUA, Associação dos Oficiais de Reserva dos EUA e Ordem Militar da Guerra Mundial. Sob tal fogo pesado, o Departamento não viu outra alternativa a não ser retirar o Protocolo para reintroduzi-lo em um momento mais favorável. Isso não aconteceu até 1970, 45 anos depois da Conferência de Genebra, que o Protocolo foi novamente submetido para ratificação do Senado e demorou mais cinco anos para que isso fosse alcançado. 

O Japão seguiu o exemplo da América e recusou-se a ratificar [ele finalmente o fez em maio de 1970]. Na Europa, os vários países se olhavam cautelosamente. A França ratificou primeiro, em 1926. Dois anos depois, a Itália o fez, a URSS declarou que ela também se considerava ligada pelo Protocolo. Somente depois que a Alemanha ratificou em 1929 que a Bretanha se sentiu capaz de aceitar o Protocolo: em 9 de abril de 1930, cinco anos depois da Conferência, a Bretanha se alinhou. 

Muitos dos Estados que ratificaram o Protocolo – inclusive França, Grã Bretanha e URSS – apenas o fizeram após acrescentar duas importantes reservas:

  1. Que o acordo não seria considerado compulsório a menos que o país que eles estavam combatendo também houvesse ratificado o Protocolo;
  2. Que se qualquer outro país os atacasse usando armas químicas ou biológicas eles se reservavam o direito de responder da mesma forma.

 

[mais tarde no capítulo:]

Este trabalho “defensivo” incluía ”melhoramentos de muitas armas da primeira guerra mundial, incluindo escudos de gás, bombas morteiro, projetores Livens e geradores de fumaça tóxica” e o desenvolvimento do “aparato para o spray de gá mustarda para aeronaves, bombas de muitos tipos, escudos de combustão aérea de gás mustarda, granadas de gás e armas para atacar tanques.”  As várias invenções eram testadas no norte de Gales, Escócfia e nas instalações espalhadas pelo Império, notavelmente norte da Índia, Aústrália e Oriente Médio.

O comprometimento da maioria dos governos do mundo em nunca iniciar o uso de gás venenoso nunca parou a pesquisa. Ele apenas fez com que o assunto se tornasse mais sensível e portanto mais secreto. Em 1928 os alemães começaram a colaborar com os russos em uma série de testes super secretos chamado “Projeto Tomka” em um lugar na URSS a uns vinte quilômetros de  Volsk. Pelos seguintes cinco anos, aproximadamente trinta especialistas alemães viveram e trabalharam juntamente “com um número maior de equipe soviética” principalmente engajados em testar o gás mustarda. As medidas de segurança ao redor do Projeto Tomka “eram tais que qualquer um de seus participantes que falasse sobre isso a alguém de fora estava arriscado à punição capital”.

No Japão, a produção experimental do gás mustarda foi iniciada em 1928 em  Tandanoumi Arsenal. Seis anos depois os japoneses estavam fabricando uma tonelada por semana em Lewisite; por 1937 a saída tinha aumentado para duas toneladas por dia.

 

Intensa testagem – inclusive testes em condições tropicais em Formosa em 1930 – resultaram no desenvolvimento de uma terrível matriz de armas de gás: 

  • Foguetes capazes de liberar dez litros de agentes a mais de duas milhas. 
  • Aparelhos para emitir um “fog” de gás
  • Lança chamas modificados para arremessar jatos de cianeto de hidrogênio
  • Bombas spray de mustarda que liberavam correntes de gás enquanto gentilmente flutuavam para a terra anexadas a paraquedas. 
  • Reboques de contaminação remotamente controlados capazes de lançar mustarda em faixas de sete metros de largura
  • O  “Masuka Dan“, uma arma portátil anti-tanque carregada de um quilo de cianeto de hidrogênio

 

E então,

 

“Agora há pouca dúvida que de 1937 em diante os japoneses fizeram uso intenivo de gás venenoso em sua guerra contra os chineses. Em outubro de 1937 a China fez um protesto formal para a Liga das Nações.

 

E, dois parágrafos depois,

 

“Os italianos fizeram uso de químicos em sua invasão da Absínia do mesmo modo. Em 1935 e 1936, 700 toneladas de gás foram embarcadas, a maioria disso para uso pela força aérea italiana. Primeiro v ieram as bombas de mustarda em forma de torpedos.

 

Em um capítulo posterior de Uma Mais Alta Forma de Matança, vem:

 

“O barulho de 14.000 aviões avançando em ordem aberta. Mas em Kurfurstendamm e no Eight Arrondissement, a explosão de bombas de antrax dificilmente é mais alta do que o estourar de um saco de papel”. – Aldous Huxley, Brave New World (1932).

 

A história de guerra química e biologica tem originado algumas histórias estranhas, mas poucas são tão bizarras quanto aquelas que cercam uma pequena ilha na costa noroeste da Escócia. Ela fica em sua baía bem protegida, perto da vila de pescadores de Aultbea – um afloramento de rocha, bem coberto com vegetação, 300 pés de altura, uma e meia milhas de comprimento e uma milha de largura. Leva aproximadamente vinte minutos para ser alcançada pelos barcos pesqueiros de Aultbea. Quando você se aproxima é possível ver a forma de centenas de aves marinhas que fazem ninho em seu litoral. Seus chamados são o único om que quebra o silêncio. Uma vez é dito que a ilha já foi moradia de onze famílias. Hoje, o único sinal de habitação é a ruína de um chalé.

.
Esta ilha abandonada é Gruinard. Graças a séries de experimentos secretos de tempos de guerra – os detalhes ainda são clasificados – ninguém tem permissão de morar ali ou até mesmo de chegar lá

 

Novamente, mais tarde no capítulo,

 

“O antrax a muito tempo tem sido considerado o mais apropriado para uma arma biológica.  Uma década antes,  Aldous Huxley tinha previsto uma guerra envolvendo bombas de antrax. Até mesmo antes disso, em 1925,  Winston Churchill escreveu sobre “pestilências metodicamente preparadas e deliberadamente lançadas sobre o homem e a besta…”

 

Ferrugem para destruir plantações, antrax para matar cavalos e gado, praga para envenenar não apenas exércitos mas distritos inteiros – tais são a linhas pelas quais a ciência militar está sem remorso  algum avançando.” 

 

Do mesmo capítulo,

 

“Em julho de 1942 as alegações dos chineses foram aprovadas por  Winston Churchill. Dois dias depois ele as teve colocadas na agenda do Conselho de Guerra do Pacífico.

“O crescente alarme em Londres e Washington que os japoneses estavam a beira de iniciar guerra biológica deu uma urgência acrescentada ao primeiro teste de bomba antrax em Gruinard neste verão. Até então o esforço Aliado de guerra biológica tinha significativamente ficado atrás dos japoneses, mas de 1942 em diante o programa biológico anglo-americano começou a competir com o Projeto Manhattan pela principal prioridade de desenvolvimento. 

O projeto britânico de guerra biológica nasceu em 12 de fevereiro de 1934 em um encontro de Chefes de Staff. Por dois anos, uma Conferência sobre Desarmamento em Genebra tinha estado discutindo meios de finalmente livrar o mundo das armas químicas. A guerra biológica também havia sido incluída e em vista disso,  Sir Maurice Hankey disse aos Chefes de Serviço “que ele estava considerando se ou não poderia estar certo considerar as possibilidades  e potencialidades dessa forma de guerra”.

 

Do mesmo capítulo,

“Em outubro o CID aprovou, e Hankey tornou-se o presidente do recém criado Comitê de Guerra Microbiológica. Em março de 1937 o Comitê submeteu seu primeiro relatório, especificamente sobre a praga, antrax e doença de pé-e-boca. Embora ele concluísse que ”pelo tempo sendo… as dificuldades práticas de introduzir bactérias dentro deste país em uma grande escala eram tais que poderiam considerar uma tentativa improvável”, eles urgiam que os estoques de soro fossem construídos para enfrentar qualquer potencial ameaça.  De 1937 a 1940 a Bretanha começou a armazenar vacinas, fungicidas e inseticidas  contra ataque biológico.

“Em abril de 1938 o Comitê produziu um segundo relatório, e em junho, Hanley circulou “Propostas para um Serviço de Emergência Bacteriológica para operar na guerra”: a ênfase estava na defesa. O tom ainda era baixo:

 

Winston Churchill em uma minuta “Most Secret” aos Chefes de Staff em 6 de julho de 1944:

 

“… Pode levar várias semanas ou até mesmo meses antes que eu lhes peça para banhar a Alemanha com gás venenoso, e se fizermos isso, vamos faze-lo 100%. Enquanto isso, quero o assunto estudado com sangue frio  pelas pessoas sensíveis e não pelo particular conjunto de derrotistas cantadores de salmos uniformizados que correm agora ali e agora ali”.

 

Novamente de Uma Mais Alta Forma de Matança

 

“No fim da guerra, apenas os britânicos haviam fabricado 70 milhões de mácaras de gás, 40 milhões de latas do óleo anti-gás e armazenado 40.000 toneladas de água sanitária para descontaminação; dez milhões de folhetos tinham sido preparados para distribuição imediata no evento de um ataque químico, e por um arranjo de longo prazo a BBC teria interrompido os programas com avisos sobre gás especialmente preparados. O planejamento de contingênia cobria os menores detalhes”. 

 

Mais tarde no mesmo capítulo,

 

“Na véspera do Natal de 1949, a Rádio Moscou anunciou que doze prisioneiros de guerra japoneses seriam acusados de fazer guerra biológica na China. Os russos afirmavam que os japoneses tinham estado produzindo vastas quantidades de bactérias, e tinham planejado fazer guerra biológica contra os Aliados.

 

As alegações tornaram-se mais específicas na semana seguinte. Três dias depois a Rádio Moscou afirmou que o Destacamento 731 do Exército de Kwantung tinha usado prisioneiros de guerra para horripilantes experimentos de guerra biológica, e então, no dia seguinte, que um dos prisioneiros havia confessado a seus interrogadores que a unidade havia sido criada por ordens do próprio Imperador. Em 29 de dezembro o jornal Pravda chegou ao ponto 

 

Os EUA estavam protegendo outros criminosos de guerra japoneses e eles próprios se engajando na pesquisa da guerra biológica.

 

Ainda mais tarde,

 

“Nos dias iniciais depois da segunda guerra mundial era extremamente difícil para os britânicos ou americanos examinarem muitas das queixas surpreendentes que eles obtinham dos arquivos alemães capturados. Contudo, eles concluíram, que havia mais do que evidência adequada que a União Soviética tinha estado, e ainda estava, engajada em alguma forma de pesquisa de guerra biológica. Embora pouco fosse conhecido da natureza do trabalho contemporâneo, era pensado que os russos mantiveram seis locais para pesquisa de guerra biológica, a maioria deles no Ural. Os britânicos e americanos reconheceram  que sua inteligência era inadequada. Mas a evidência foi julgada mais do que suficiente para justificar a continuação de um trabalho similar no Ocidente. Quando eles vieram a avaliar a vulnerabilidade do Reino Unido a um potencial ataque de germes eles descobriram que Londres, contendo mais de 12% da população, estava a apenas 500 milhas da bases aéreas do leste da Alemanha ocupado pelos soviéticos. 

 

Quando o Comitê Conjunto de Guerra Técnica avaliou como era possível ser fácil um ataque retaliatório, eles entenderam que os alvos civis  contra os quais os aparelhos bacterianos seriam mais eficazes estavam dispersos ao longo da enorme expansão da União Soviética. Até mesmo usando as bases aéreas britânicas em Nicósia [Chipre] e Peshawar (Ìndia), havia apenas uma cidade soviética de mais de 100.000 habitantes dentro do alcance de 500 milhas e somente 35 de tais centros de população dentro do alcance de mil milhas. Claramente, no mínimo, deveria haver um maior programa de pesquisa visando o desenvolvimento de alguma defesa. A inteligência, era livremente admitido, era inadequada. Mas nem tal reticência encontrou seu caminho   nas histórias que começaram a aparecer na imprensa, [uma manchete]

 

RÚSSIA RELATADA PRODUZINDO ‘AGENTES DE DOENÇA’ PARA GUERRA


Em oito “estações bacterianas militares”, uma delas um navio fantasma no Oceano Ártico, a União Soviética está produzindo em massa enormes quantidades de “agentes de doenças” para uso agressivo contra soldados e civis do mundo livre.  Em particular, o Exército Vermelho está armazenando duas específicas “armas biológicas”  com a quais espera atacar em explosão estratégica e vencer decisivamente qualquer futura guerra até mesmo antes que esta comece oficialmente. 

 

Pulando vários parágrafos,

 

“Parece haver pouca dúvida que a União Soviética realizou extensa pesquisa em guerra bacteriológica na década de 1930 e 1940. Foi sentido como legítimo concluir que tal pesquisa improvavelmente parou em algum ponto arbitrário depois da segunda guerra mundial. Mas a firme inteligência sugere que a natureza do trabalho estava notalvelmente faltando.

“Para a maioria dos microbiologistas militares dos anos pós guerra desenvolverem armas biológicas ‘retaliatórias’ contra ameaças que nem eles sabiam existirem, e então tentarem desenvolver defesas não contra as armas de um futuro potencial inimigo, mas contra as doença que eles próprios refinaram.” 

 

Novamente mais tarde,

 

Certamente durante os anos de 1950, os russos estavam esperando que armas químicas e biologicas fossem usadas contra eles pelo Ocidente. Em 1956 o Marechal  Zhukov disse ao Vigésimo Congresso do Partido:  

 

“A guerra futura, se eles a desencadearem, será caracterizada pelo uso maciço das forças aéreas, várias armas de foguetes e vários meios de destruição em massa, tais como armas atômicas, termonucleares, químicas e bacteriológicas.”

 

Zhukov não disse que a União Soviética planejava usar estas armas. Por 1960 o chefe da Pesquisa do Exército dos EUA estava dizendo durante um inquérito do Congresso:

 

“Sabemos que os soviéticos estão colocando uma alta prioridade no desenvolvimento de armas letais e não letais, e que o armazenamento destas armas consiste de aproximadamente um sexto de munições químicas”. Se era verdade que um sexto da quantidade total de armas disponíveis na União Soviética era composto de escudos químicos e bombas, isso representava uma ameaça alarmante para os EUA e seus aliados da OTAN. Alguns anos depois esta estimativa tinha concluído que os EUA eram “altamente vulneráveis” a um ataque biológico em uma guerra. Eles ressaltaram que desde o fim da guerra muito pouco trabalho novo tinha sido feito para produzir uma bomba biológica. Eles acreditavam, demoraria “aproximadamente um ano de intenso esforço” antes que a América pudesse mover uma guerra biológica.

 

Na verdade, não havia qualquer evidência dura que qualquer inimigo potencial tivesse desenvolvido uma arma biológica, mas poderiam os EUA enfrentarem os riscos de não ter a sua e alguém a poderia desenvolver em algum lugar? 
O argumento era persuasivo. Em outubro de 1950 o Secretário de Defesa aceitou uma proposta para a construção de uma fábrica onde manufaturar doença. O Congresso secretamente votou noventa milhões de dólares, a serem gastos renovando um arsenal da segunda guerra mundial perto do pequeno centro algodoeiro de Pine Bluff, no Estado do meio-oeste de  Arkansas.

 

A nova fábrica de guerra biológica tinha dez andares, três deles construídos subterraneamente. Era equipada de dez fermentadores para a produção em massa de bactérias a curto prazo, embora a fábrica nunca tenha sido usada em sua plena capacidade. As pessoas locais na cidade de Pine Bluff  tinham alguma idéia do propósito da nova fábrica do exército sendo construída descendo a estrada, mas em gral havia, como mais tarde expressou o Pentágono “uma relutância em tornar público o programa”. As primeiras armas biológicas estavam prontas no ano seguinte, embora elas não fossem destinadas a atacar não humanos, mas fábricas. Em 1950 os cientistas de Camp Detrick [ Maryland] tinham submetido um relatório super secreto a Junta de Chefes de Staff sobre o trabalho que eles haviam desenvolvido sobre uma “bomba pombo”. Em uma tentativa de desrtuir os estoques de alimentos do inimigo os cientistas haviam pulverizado as penas de pombos com esporos de ferrugem de cereal, uma doença que ataca plantações.  Os pesquisadores descobriram que até mesmo depois de cem milhas de vôo, permaneciam nas penas dos pombos esporos suficientes para infectar a aveia deixada em suas gaiolas. Então eles haviam experimentado lançar os pombos de uma aeronave sobre as Ilhas Virgens. Finalmente eles dispensaram com aves vivas e simplesmente encheram uma ‘bomba cluster’ com penas contaminadas de perus. Em cada um destes testes bizarros os homens de Camp Detrick concluíram que bastante da doença sobreviveu à jornada para infectar a plantação alvo. Em 1951 a primeiras bombas ant-plantação foram colocadas em produção pela força aérea americana.

 

Os EUA haviam estabelecido no primeiro tempo de paz a linha de produção de arma biológica. Mais tarde, os cientistas de Fort Detrick descobriram um trinidadiano que havia sido infectado pela febre amarela em 1954 e mais tarde havia se recuperado. Eles tiraram o soro do trinidadiano e injetaram em macacos; eles removeram o plasma infectado no qual deixaram cair larvas de mosquito. Os mosquitos infectados eram então encorajados a morderem camundongos de laboratório para transmitir a doença. Esta engenhosa técnica de pesquisa em saúde pública funcionou. Os camundongos devidamente infectados contraíram a doença [febre amarela].

Laboratórios foram construídos em Fort Detrick onde colônias de mosquitos aedes aegypti eram alimentadas com uma dieta de xarope e sangue.  Eles punham seus ovos em toalhas úmidas de papel. Os ovos se transformariam em larvas e eventualmente em uma nova geração de mosquitos. Os laboratórios de Fort Detrick podiam produzir  meio milhão de mosquitos por mês e pela metade dos anos 1950 um plano havia sido criado para uma fábrica produzir cento e trinta milhões de mosquitos por mês. 

 

Uma vez os mosquitos haviam sido infectados com a febre amarela, os Corpos Químicos planejavam lança-los em um inimigo por meio de “bombas cluster” lançadas de uma aeronave e de uma ogiva de um míssil “Sergeant”.

Para testar a efetividade desta arma extraordinária, o exército precisava saber se os mosquitos podiam ser baseados em morder as pessoas. Durante 1956 eles realizaram uma série de testes nos quais mosquitos fêmeas não infectadas eram liberadas primeiramente em uma área residencial de Savannah, Georgia, e então lançadas de uma aeronave sobre uma área ao alcance de bombardeio da Flórida.

 

“Dentro de um dia”, segundo um relatório secreto do Corpo Químico, “os mosquitos haviam  se disseminado em uma distência de uma a duas milhas e mordido muitas pessoas”. Os efeitos de soltar mosquitos infectados podem Sr imaginados. A febre amarela, como notou o Corpo Químico, é “uma doença altamente perigosa”, no mínimo causando temperaturas muito altas, dor de cabeça e vômitos. Em aproximadamente um terço dos casos relatados naquele tempo, a febre amarela havia se provado fatal.

Nem os mosquitos eram os únicos insetos conscritos ao serviço do exército. Em 1956 o exército começou a investigar a possibilidade de cruzar 50 milhões de pulgas em uma semana, presumivelmente para disseminar a praga. Pelo fim dos anos de 1950 os laboratórios de Fort Detrick eram ditos conterem mosquitos infectados pela febre amarela, malária e dengue [uma doença viral aguda conhecida como  Breakbone Fever para a qual não há cura]; pulgas infectadas pela praga; carrapatos contaminados com tularemia e pulgas infectadas com cólera, antrax e desinteria.

 

Posteriormente no livro Uma Mais Alta Forma de Matança, lemos:

 

“A Guerra do Vietnã pode ter representado o perfeito laboratório de campo para homens como o General Rothschild testarem suas teorias sobre semear nuvens com antrax. Mas não havia evidência suficiente do modo como as tropas americanas e sul vietnamitas também poderiam ser afetadas para descartar isso.  Ao invés, os laboratórios de guerra biológica concentraram seus esforços no desenvolvimento de doenças incapacitantes que derrubariam o inimigo pela doença durante dias ou semanas. Por alguns anos os laboratórios em Fort Detrick tem estado trabalhando com enterotoxinas causando envenenenamento alimentar, em teoria militar, como o colocou um proponente, “um camarada que esteja vomitando seu estômago não conegue mirar um rifle contra você.”  Por 1964 eles acreditavam que uma arma baseada nesta teoria era possível. Mas por agora uma outra doença incapacitante parecia um melhor candidato”.

 

Vários parágrafos depois, lemos:

“Os resultados da pesquisa continuada podem ser vistos nos mapas da Base de Testes Dugway no Utah, parte da qual fio marcada “área permanente bio contaminada”, depois de experimentos com antrax  em meados dos anos de 1960. No Pacífico mais testes foramrealizados com “agentes quentes” – um jargão para as reais armas biológicas – em um número de ilhas desertas.  

Os resultados destes testes ainda permanecem classificados com base em que eles revelam a fraqueza nas defesas americanas. Por março de 1967 Fort Detrick havia desenvolvido uma ogiva bacteriologica para o míssil Sergeant capaz de enviar doença a mais de cem milhas atrás das linhas inimigas.  

O Departamento de Defesa havia justificado a corridaq acelerada para armas biológicas nos anos de 1960 dizendo que não havia perspectiva de qualquer tratado ser alcançado que fosse aceitável para os EUA. Desde que qualquer argumento para o banimento das armas biológicas era improvável, eles argumentavam, os EUA deveriam continuar seu trabalho de pesquisa.  

“Eles estavam errados. Em 1968 o assunto de guerra química e biológica apareceu para discussão no 18º. Comitê de Desarmamento das Nações em Genebra. Tentativas prévias de chegar a um acordo sobre um tratado internacional para banir as armas químicas e biológicas foram incluídas no mesmo tratado. Já que as armas de gás já haviam sido usadas durante a guerra, provado-se eficazes, e foram armazenadas em grande escala, elas eriam muito mais difíceis de colocar na ilegalidade do que a armas biológicas, que estavam longe de serem comprovadas satisfatoriamente já que nunca haviam sido usadas em guerra. Os britânicos propuseram que os dois asuntos fossem separados e introduziram um esboço da Convenção de Armas Biologicas que deveria comprometer todos os Estados signatários a renunciarem as armas por todo tempo. Inicialmente houve uma pesada oposição dos russos e seus aliados do leste europeu, e pouco entusiasmo aberto de Washington. Os britânicos e canadenses, que haviam compartilhado sua perícia na guerra bacteriológica com os americanos, não obstante argumentaram ao Presidente Nixon que um tratado internacional agora era uma possibilidade real. O que eles precisavam, disseram, era um gesto de boa vontade. Nixon já estava sob pressão sobre o assunto das armas químicas e biológicas e enfrentando crescente oposição doméstica.

Em 25 de novembro de 1969 Nixon emitiu a seguinte declaração: 

“A humanidade”, ele disse, “já carrega em suas próprias mãos sementes demais de sua própria destruição”.

 

Os EUA estavam dando um passo na causa de paz mundial.

 

“Os EUA”, ele continuou, “devem renunciar ao uso de agentes biológicos letais e armas, e a todos ou outros métodos de guerra biológica”.

 

Este foi um gesto corajoso, que forneceu o esporão pelo qual os britânicos tinham estado esperando.

As laboriosas negociações no Palais des Nations, Genebra, receberam um impulso considerável com o anúncio de Nixon. Dentro de dis anos a URSS tinha abandonado sua oposição à convenção da guerra biológica. Em 4 de abril de 1972 representantes dos dois países assinaram um empreeendimento que eles “nunca, em qualquer circunstância, desenvolveriam, produziriam, armazenariam ou de qualquer modo adquiririam ou reteriam qualquer arma biológica”.

 

Mais de oitenta países seguiram assinando. A Convenção de Armas Biológicas foi um triunfo, porque diferente de muitos outros acordos para controle de armas que meramente restringiam o desenvolvimento e emprego de novas armas, removeu uma categoria de armamentos dos arsenais mundiais.

Ao tempo em que o acordo foi finalmente assinado, a pesquisa que havia começado com um pequeno grupo de biólogos ponderando sua contribuição para a guerra contra Hitler tinha produzido um conjunto de doenças capazes de se espalhar pelo mundo. Além das infecções que destruiriam trigo e arroz, antrax, febre amarela, tularemia, brucelose, febre Q e encefalomielite eqüina venezuelana todas haviam sido ”padronizadas” para uso contra o homem. O planos haviam sido postos para seu uso atrás das linhas inimigas no evento de uma outra guerra na Europa.

Em Pine Bluff Arsenal no Arkansas o maquinário que por vinte anos tinha sido utilizado para produção em massa de doenças foi usado para transformar os germes em lama inofensiva, que foi espalhada sobre o solo enquanto um oficial de relações públicas do exército explicava que bom fertilizante isso poderia ser. E em uma pequena e sombria ilha fora da costa da Escócia os sinais de aviso tiveram que ser repintados. .

 

[Novamente:]

 

A despeito do fato que tais maiores poderes como França e China ainda não tinham assinado [início de 1982], grandemente por causa que eles consideravam os procedimentos de verificação serem inadequados, a Convenção sobre Armas Biológicas de 1972 foi uma maior obtenção.   

 

Uma das determinações do tratado comprometia os 87 países signatários a “continuarem negociações de boa fé”  com vistas a obterem um acordo imilar de banimento das armas químicas.A Assembléia Geral da Onu otimiscamente apelidou a década de 1970 de “a década do desarmamento”. No campo da guerra química ela mais apropriadamente deveria ter sido chamada de “década da desconfiança”.

 

[Mais tarde:]

 

Em janeiro de 1978 um correspondente da agência de notícias Reuters relatou da sede da OTAN que “especialistas científicos” tinham lhe informado que os russos estavam desenvolvendo “três novas doenças horríveis para a guerra… febre de Lassa, que segundo as fontes, mata 35% das pessoas atacadas; febre Ebola, que mata 70% e a mortal febre Marburg [doença do macaco verde]“.

Não surpreendentemente, o efeito destas alegações foi lançar uma séria dúvida sobre o valor de tentar negociar um segundo tratado com a URSS para banir a guerra de gás.

De fato, no verão de 1978 apareceu uma história sugerindo que a decisão original de Nixon de parar o desenvolvimento de novas armas químicas e biológicas tinha sido o trabalho de espiões soviéticos. “Segundo oficiais da inteligência dos EUA”, disse o NEW YORK TIMES, “a URSS tentou influenciar então – o Presidente Richard Nixon em 1969 para parar o desenvolvimento de armas químicas e biológicas ao transmitir informação através de agentes duplos  trabalhando no FBI”. O jornal sustentava que o diretor do FBI,

J. Edgar Hoover, tinha pessoalmente transportado a informação para Nixon. Conquanto ninguém no staff da Casa Branca de Nixon fosse capaz de se recordar de ter estado recebendo qualquer informação sobre armas químicas e biológicas de agentes do FBI, o relato do NEW YORK TIMES foi suficiente para crescer a inquietação sobre o que os russos podiam estar a fazer. Logo houve uma cascata de histórias positivas sobre preparações soviéticas para guerra biológica. Um oficial do exército polonês afirmou que agentes da KGB lhe diseram que especialistas em guerra biológica tinham sido colocados em Cuba. Então em outubro de 1979 veio a mais sensacional alegação de todas. A incipiente revista de notícias britânica NOW! Estampou em sua capa a manchete “Exclusivo: Desastre da secreta guerra biológica da Rússia”. Ela relatava que, “centenas de pessoas são relatadas terem morrido, e milhares sofreram ferimentos sérios como resultado de um acidente que ocorreu neste verão em uma fábrica que envolvia a produção de armas biológicas na cidade siberiana de Novosibirsk“. As autoridades soviéticas haviam tentado abafar o acidente, dizia a revista, mas a informação havia sido obtida de um “viajante que estava naquela cidade nesta época”. Este ”viajante” afirmava que os corpos dos mortos foram enviados a seus familiares em caixões lacrados. Aqueles pouco que haviam conseguido dar uma olhada nos corpos os haviam descrito como ”cobertos de manchas marrons”. 

 

[E novamente :]

 

Na metade final da década de 1970 emergiu um grupo de teóricos militares que acreditavam que a ameaça da guerra química russa fosse um dos maiores perigos não reconhecidos para o Ocidente. Em tons crescentemente estridentes eles começaram a argumentar a  favor do rearmamento químico dentro da OTAN. Uma das mais contidas análises da ameaça soviética foi feita pelo Professor John Erickson, uma reconhecida autoridade sobre Exército Soviético. Erickson estimava que houvesse 80.000 soldados especialistas no Exército Vermelho, comandadas pelo General V.K. Pikalov, cujo serviço em campo de batalha era descontaminar homens, mãquinas e armamentos de químicos. Havia mil intervalos onde tropas soviéticas treinavam para combater em um campo de batalha contaminado. Tanques soviéticos e carros blindados eram equipados de elaborados lacres e sistemas de despressurização para mante-los livres de gás. O treinamento químico era considerado tão seriamente que os soldados soviéticos, ele descobriu, tinham sido queimados pelo gás real usado em treinamento. Erickson notou que os russos ”constantemente enfatisam o provável uso pelo inimigo – presumivelmente a OTAN – de armas químicas”, ainda que a OTAN, tenha apenas um pequeno número  de tais armas. Sobretudo, o treinamento russo enfatizava a defesa não apenas contra o gás nervoso mas também contra agentes no sangue e pulmão inicialmente desenvolvidos durante a primeira guerra mundial, e agora não importantes no armazenamento da OTAN. Erickson decidiu que, “a atração da arma química pareceria estar crescente para o comando soviético”

 

 [E continuando mais tarde:]

 

A convicção era crescente entre os “falcões” na OTAN que a decisão de parar de expandir o arsenal químico tinha dado um perio refém á sorte. Em 1980 os britânicos abriram uma proposta destinando 7.000 acres de guerra química na área de treinamento de  Battle Run”  nas montanhas Wiltshire  ao longo de Porton Down. O Exército dos EUA abriu uma escola de treinamento especializado em química no Alabama. O Corpo Químico dos EUA que na década de 1970 havia sido reduzido para 2.000 foi aumentado para quase seis mil em 1981.

 

Em 1979  os comandantes da OTAN jogavam seus jogos bianuais simulando o início da Terceira guerra mundial. Sob o nome código “Wintex“,  o exercício envolveu apenas generais, servidores civis e políticos que tomariam decisões críticas sobre como a guerra deveria ser lutada. Nas salas de operações da Europa e América do Norte eles encenaram como responderiam a uma escalante crise internacional que finalmente lançassem a OTAN e o Pacto de Varsóvia um contra o outro em uma guerra aberta. Na medida em que as hostilidades se intensificassem, alguém na sede da OTAN alimentaria a nova informação ao plano de guerra que estivesse sendo divisado pelos tomadores de decisão em seus bunkers de concreto: o exército soviético havia lançado um ataque com armas químicas. Qual seria a resposta da OTAN?

 

A escolha alarmava todo mundo – os pequenos membros da OTAN que não gostavam do gás mas queriam evitar uma guerra nuclear a todos os custos,  e os poderes nucleares da OTAN onde muitos sentiam que uma resposta apropriada era atacar o campo de batalha com armas nucleares, o que por si só corria o risco de convidar um contra-ataque soviérico nuclear em escala completa. 

O então supremo comandante da OTAN, General Alexander Haig, que logo se tornaria o Secretário de Estado do Presidente Reagan, disse aos repórteres em 1978 que a habilidade da OTAN de fazer guerra com químicos era “muito fraca”. “Em algum ponto do futuro próximo isto terá que ser reavaliado”. Seu sucessor como comandante supremo foi mais longe: “Devemos ser capazes de responder com armas químicas e eles devem saber de nossa capacidade de responder”.

 

Dez anos depois da decisão de Nixon de suspender a fabricação de armamento químico, pelo fim da chamada “década do desarmamenrto” , os advogados do rearmamento químico incluíam algumas da mais importantes figura na instituição militar. Já havia uma arma desenvolvida para suprir as deficiências que os generais viam ao seu redor. A idéia era simples, e, por 1970, já tinha vinte anos. 

 

[Em  conclusão:]

Crescente cinismo sobre as intenções soviéticas já haviam levado na década de 1970 a uma instância mais agressiva. Lembrando a oposição às arma químicas que havia ido levantada durante a década de 1960, e reconhecendo que qualquer nova geração precisaria estar baseada na Europa, o Pentágono omeçou as discussões com os britânicos. Embora a negociações iniciais com o governo Callaghan não levarem a nada, as discussões sobre a possível localização das armas químicas na Bretanha foram reabertas depois da eleição de 1979 que trouxe ao poder Margaret Thatcher. Pelo verão de 1980 o Secretário de Defesa britânico estava publicamente ruminando sobre o tamanho e o poder do arsenal químico soviético. Neste verão os britânicos realizaram uma série de encontros com suas contrapartes americanas que resultaram no apoio britânico ás propostas do Pentágono para começar a produção de uma nova geração de armas de gás. Por dezembro de 1980 o Secretário de Defesa britânico tinha finalmente sido  convertido a causa do rearmamento químico.  Até mesmo antes das alegações de T2, o clima havia mudado tanto que em 1980 o Pentágono não incluiu as propostas para uma nova fábrica para produção de gás binário em sua  solicitação de verbas para o ano seguinte. Não havia necessidade. Quando a proposta de orçamento chegou ao congresso para aprovação, políticos mais ávidos endossaram uma sugestão para escrever nos planos do orçamento começar uma nova fábrica capaz de produzir 20.000 rodadas de escudos de agente gás binário nervoso de 150 mm.  A cada mês. O inteiro debate em ambas as casa demorou menos de três horas.

 

Pelo tempo das alegações de T2 aparecerem até mesmo Richard Nixon, o homem que parecia ter detido a corrida das armas químicas em 1969, acreditava que seus esforços tinham sido em vão e que os russos haviam se rearmado enquanto os EUA permaneceram parados. Nos governos passados terem justificado a continuação da pesquisa de gás e germes apmtando para as armas que eles acreditavam que o inimigo possuía. O planos para o rearmamento químico no Ocidente já haviam avançado. A menos que negociações de desarmamento repentinamente mostrarem-se frutíferas, o clima presente de supeita pode fornecer o perfeito meio de cultura no qual criar uma nova geração de armas.   

 

 

RELATÓRIO DE IRON MOUNTAIN

Em 1967,  o Relatório de Iron Mountain Sobre a Posibilidade e a Desejabilidade da Paz foi publicado.

 

O relatório disse, em parte:

 

“Como temos indicado, a proeminência do conceito da guerra como a principal força organizadora na maioria das sociedades tem sido insuficientemente apreciada. Isto também é verdadeiro sobre seus efeitos extensivos através de muitas atividades não militares da sociedade. Estes efeitos são menos aparentes nas complexas sociedades industriais como a nossa do que nas culturas primitivas, as atividades da quais podem ser mais facilmente e completamente compreendidas.”   

E também,

 

Um outro possível sub-rogado para o controle de potenciais inimigos da sociedade é a reintrodução, em alguma forma consistente com a tecnologia moderna e processos políticos, da escravidão. Até agora, isto tem sido sugerido somente na ficção, notavelmente nos trabalhos de Wells, Huxley, Orwell, e outros engajados na antecipação imaginativa da sociologia do futuro. Mas as fantasias projetadas em Brave New World e 1984  tem parecido cada vez menos implausíveis durante anos desde sua publicação. A tradicional associação da escravidão com antiga culturas pré industriais não deve nos cegar a sua adaptabilidade á formas avançadas de organização social, nem deve sua igualmente tradicional incompatibilidade com valores morais e econômicos ocidentais.

 

É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma sofisticada forma de escravidão possa ser um pré requisito  aboluto para o controle social de um mundo em paz. Como uma matéria prática, a conversão do código da disciplina militar em uma forma eufemizada de escravidão necesitaria surpreendentemente de pouca revisão, o primeiro passo lógico seria a adoção de alguma forma de serviço militar universal.  

 

Do relatório de Iron Mountain,, sob o título de Ecológico,

 

Considerando  as deficiências da guerra como um mecanismo de controle seletivo da população, pode parecer que prováveis substitutos para esta função devam ser comparativamente simples. Esquematicamente assim o ,é, mas o problema do momento certo para a transição a um novo instrumento de equilíbrio ecológico torna a possibilidade de substituição menos certa. 

  
Deve ser lembrado que a limitação da guerra nessa função é inteiramente eugênica.  A guerra não tem sido geneticamente progressiva. Mas como um sistema grosseiro de controle de população para preservar a espécie não pode razoavelmente penalizado.  E, como tem sido ressaltado, a própria natureza da guerra está em transição.

 

As atuais tendências em guerra – o crescente bombardeio estratégico de civis e a maior importância militar agora anexada à destruição de fontes de suprimento [em oposição a puramente bases e pessoal militar] – fortemente sugerem  que um melhoramento verdadeiramente qualitativo está se consolidando. Assumindo  que o sistema de guerra deva continuar, é mais do que provável que a qualidade  regressivamente seletiva da guerra terá sido revertida, na medida em que as vítimas se tornem mais geneticamente representativas de suas sociedades.

Não há questão senão uma exigência universal que a procriação seja limitada aos produtos de inseminação artificial que forneceriam um substituto completamente adequado de controle para níveis de população. Tal sistema reprodutivo, com certeza, teria adicionado a vantagem de ser mais suscetível ao direto gerenciamento eugênico. É previsível o desenvolvimento posterior – a concepção e crescimento embrionário ocorrendo inteiramente sob condições laboratoriais – estenderia esses controles a conclusão lógica. A função ecológica da guerra sob estas circunstâncias não apenas seria superada e substituída.

O indicado passo intermediário – total controle da concepção com uma variante da “pílula” via suprimentos de água ou certos alimentos essenciais, deslocamento por um “antídoto” controlado – já está em desenvolvimento. Pareceria não existir necessidade previsível de reverter qualquer uma das práticas fora de moda referidas na seção anterior [infanticídio etc] na medida em que isso possa ter sido se a posibilidade da transição á paz tinha se elevado duas gerações atrás. A questão real aqui, portanto, não diz respeito a viabilidade deste substituto da guerra, mas a problemas políticos envolvidos em realizar isso. Isso não pode ser estabelecido enquanto o sistema da guerra ainda esteja em vigor. A razão para isto é simples: o excesso de população é o material da guerra. Tão longe qualquer sociedade deva contemplar até mesmo a mais remota possibilidade de guerra, ela deve retr o máximo populacional suportável, até mesmo se assim o fazendo agrave criticamente a responsabilidade econômica. 

 

Isto é um paroxismo, em vista do papel da guerra em reduzir o excesso de população, mas é prontamente compreendido. A guerra tem os controles gerais sobre o nível da população, mas também o interesse ecológico de qualquer sociedade isolada em manter sua hegemonia vis-a-vis outras sociedades.  A analogia óbvia pode ser vista em uma economia de livre empreendimento. As práticas danosas a sociedade como um todo – competitivas e monopolistas – são cúmplices pelos motivos econômicos conflitantes dos interesses individuais do capital.

 

O precedente óbvio pode ser encontrado nas dificuldades políticas aparentemente irracionais que têm bloqueado a adoção universal de simples métodos de controle da natalidade.  Nações em necessidade desesperada de elevar taxas desfavoráveis de produção versus consumo não obstante são indispostas na superada eficácia para apostarem suas possíveis exigências militares de mais de vinte anos para este propósito. O controle unilateral da população, como praticado no Japão antigo e em outras sociedades isoladas, está fora de questão nos dias de hoje. 

Já que a solução eugênica não pode ser alcançada até a transição para um sistema de paz aconteça, porque não esperar? Deve-se qualificar a inclinação para concordar. Como notamos anteriormente, a real possibilidade de uma crise global sem precedentes de insuficiência já existe, a qual o sistema da guerra não será capaz de superar. Se isto deve vir a passar diante de uma transição concordada para a paz estar completa, o resultado pode ser irrevogavelmente desastroso. Claramente não há solução para este dilema; é um risco que devemos correr. Mas isso tende a sustentar a visão que se é tomada uma decisão para eliminar o sistema de guerra, será melhor que seja mais cedo do que mais tarde.

 

 

 

O CLUBE DE ROMA

O documento de 1972 intitulado “Os Limites ao Crescimento – Um Relatório para o Projeto do Clube de Roma sobre a Situação Difícil da Humanidade”, diz:

 

“Os problemas que U Thant menciona – corrida armamentista, deterioração do meio ambiente, explosão populacional e estagnação econômica – são frequentemente citados como os problemas centrais de longo prazo do homem moderno. Muitas pessoas acreditam que o curso futuro da sociedade humana, talvez mesmo até da sobrevivência da sociedade humana, depende da velocidade e eficácia com que o mundo responda a estes assuntos. E ainda que apenas uma pequena fração da população mundial esteja ativamente preocupada com a compreensão destes problemas ou buscar suja soluções”.  

 

O relatório continua,

 

As seguintes conclusões tem emergido de nosso trabalho até aqui. Não somos de modo algum o primeiro grupo a afirmar isso. Durante várias décadas passadas, pessoas tem olhado para o mundo com uma perspectiva global e a longo prazo e tem chegado as mesmas conclusões. Não obstante, a vasta maioria dos fazedores de políticas parecem estar ativamente perseguindo metas que são inconsistentes com este resultado. Nossas conclusões são:

 

Se as atuais tendências de crescimento na população mundial, industrialização, poluição, produção de alimentos e depleção de recursos continuarem sem ser desafiadas, o limite de crescimento deste planeta era alcançado em walgum ponto dos próximos cem anos. O resultado mais provável será um declínio súbito e incontrolável da população e da capacidade industrial.

 

  1. É possível alterar estas tendências de crescimento e estabelecer uma condição de estabilidade ecológica e econômica que seja sustentável no futuro. O estado de equilíbrio global pode ser designado de forma que as necessidades básicas materiais de cada pessoa na Terra tenha uma oportunidade igual de realizar seu potencial humano individual.
     
  2. Se a pessoas do mundo decidirem esforçar-se para este segundo resultado em vez do primeiro, quanto mais cedo começarem a trabalhar para atingir isso, maiores serão as chances de sucesso. 

 

Estas conclusões são de longo alcance e levantam tantas perguntas para estudo posterior que francamente estamos oprimidos pela enormidade do trabalho que deve ser feito. Esperamos que este livro servirá aos interesses de outras pessoas, em muitos campos de estudo e muitos países do mundo,para levantar espaço e estabelecer horizontes de suas preocupações e juntar-se a nós no entendemento e preparação de um período de grande transição – a transição para o crescimento do equilíbrio global.

O Relatório conclui com,

 

Como nós, os patrocinadores deste projeto, avaliamos o relatório?

 

Não podemos falar definitivamente por todos nossos colegas do Clube de Roma, porque há diferença de interesse, ênfase e julgamento entre eles. Mas, a despeito da natureza preliminar desse relatório, os limites de alguns de seus dados e a inerente complexidadedo sistema mundial que ele tenta descrever, estamos convencidos da importância de suas conclusões principais. Cremos que ele contém uma mensagem de muito mais profundo significado do que uma mera comparação de dimensões, uma mensagem relevante a todos os aspectos da atual situação difícil humana. Embora aqui possamos expressar apenas nossas opiniões preliminares, reconhecendo que elas ainda requerem uma grande dose de reflexão e ordenamento, estamos de acordo nos seguintes pontos:

 

  1. Estamos convencidos que a compreensão das restrições quantitativas do meio ambiente e da trágicas conequências de uma superação é essencial para a iniciação de novas formas de pensamento  que levarão a uma revisão fundamental do comportamento humano e por implicação, do inteiro tecido da sociedade dos dias atuais. É somente agora que, tendo começado a entender algo das interações entre os crescimentos demográfico e o econômico e tendo alcançado níveis sem precedentes de ambos, o homem é forçado a levar em consideração as dimensões limitadas deste planeta e os “tetos” para sua prensença e atividade nele. Pela primeira vez, tem se tornado vital inquirir o custo do irrestrito crescimento material e considerar alternativas para sua continuação.

 

  1.  Estamos convencidos que a pressão demográfica no mundo já tenha alcançado tais altos níveis, e sobretudo seja tão desigualmente distribuída, que isso por si só deva compelir a humanidade a buscar um estado de equilíbrio em nosso planeta. Áreas sub-populadas ainda existem; mas, coniderando o mundo como um todo, o ponto crítico no crescimento populacional está se aproximando, se já não foi alcançado. Com certeza não existe um claro ótimo, nível de população a longo prazo; muito mais, há uma série de equilíbrios entre níveis de população, padrões sociais e materiais, liberdade pessoal e outros elementos que compõem a qualidade de vida.  Dado o estoque finito e em diminuição dos recursos não renováveis e o espaço finito de nosso globo, o princípio deve ser geralmente aceito que números crescentes de pessoas eventualmente implicam em um padrão de vida mais baixo e uma problemáticaq mais complexa. Por outro lado, nenhum valor humano fundamental estaria ameaçado por igualar o crescimento demográfico.
     
  2. Reconhecemos que o equilíbrio do mundo só pode se tornar uma realidade se muitos dos chamados países em desenvolvimento sejam substancialmente melhorados, em termos absoluto e relativo às nações economicamente desenvolvidas e afirmamos que este melhoramento pode ser alcançado apenas através de uma estratégia global. Com pouco esforço global, a lacunas explosivas e desigualdades já existentes continuarão a e tornar maiores. A conseqüência só pode ser desastre, seja devido ao egoísmo de países individuais que continuam a agor puramente em prol dos próprios interesses, ou de uma luta de poder entre as nações desenvolvidas e aquelas em desenvolvimento. O sistema mundial simplesmente não é suficientemente amplo  nem generoso o bastante para acomodar por muito mais tempo tal comportamento egoísta e conflitivo de seus habitantes. Quanto mais perto chegamos dos limites materiais do planeta, mais difícil será abordar o problema. 

 

  1. Afirmamos que o assunto global do desenvolvimento é, contudo tão estreitamente interligado a outros assuntos globais que uma estratégia completa deve ser envolvida para atacar todos problemas maiores, inclusive e em particular aqueles do relacionamento do homem com o meio ambiente. Com a população mundial dobrando em um pouco mais de trinta anos, a sociedade dificilmente conciliará as necessidades com as expectativas de tantas pessoas em tão curto período. Provavelmente tentaremos satisfazer estas demandas super explorando nosso meio ambiente natural e desta forma lesando a capacidade de sustententação da vida da Terra. Daí, em ambos os lados da equação homem-meio ambiente, a situação tenderá a piorar perigosamente. Não podemos esperar soluções tecnológicas que apenas nos retirem deste círculo vicioso. A estratégia para lidar com estes dois assuntos chave de desenvolvimento e meio ambiente deve ser concebida como um conjunto.

 

  1. Reconhecemos que a problemática complexa do mundo é em grande extensão composta por elementos que não podem ser expressos em termos mensuráveis. Não obstante, acreditamos que a abordagem predominantemente quantitativa utilizada neste relatório seja um instrumento indispensável para o entendimento da operação da problemática. Esperamos que tal conhecimento possa levar a maestria de seus elementos. Embora todos os maiores assuntos mundiais estejam fundamentalmente ligados, ainda não foi descoberto um método para lidar com o todo eficazmente. A abordagem que adotamos pode ser extremamente útil na reformulação de nosso pensamento sobre a inteira situação difícil humana. Isto nos permite definir os equilíbrios que devem existir dentro da sociedade humana e entre esta sociedade e seu habitat; perceber as conseqüências que podem derivar de quando tais equilíbrios são rompidos.

 

  1. Unanimimente estamos convencidos que o redirecionamento rápido e radical da atual situação mundial presentemente desequilibrada e perigosamente deteriorada é a tarefa primária que a humanidade deva enfrentar. Nossa atual situação é tão complexa e é tanto o reflexo das atividades múltiplas do homem, contudo, nenhuma combinação de medidas e ferramentas puramente técnicas, legais ou econômicas pode trazer um melhoramento substancial. São necessárias abordagens inteiramente novas para rediercionar a sociedade em direção a metas de equilíbrio muito mais do que de crescimento. Uma tal reorganização envolve um esforço supremo de compreensão, imaginação e resolução moral e política. Acreditamos que este esforço seja possível e esperamos que esta publicação ajude a mobilizar forças para tornar isso possível.

 

  1. Este esforço supremo é um desafio para nossa geração. Ele não pode ser passado para a próxima. O esforço deve ser resolutamente assumido sem demora e o importante redirecionamento deve ser alcançado durante esta década. Embora o esforço possa inicialmente se focar nas implicações do crescimento, a totalidade da problemática do mundo tem que ser endereçada. Acreditamos no fato que a necessidade rapidamente tornará evidente para a inovação social encontrar e combinar o desafio técnico, para a reforma radical das instituições e processos políticos em todos os níveis, do mais alto, aquele da política mundial. Estamos confiantes que a nossa geração aceitará este deafio se compreendermos as consequências trágicas  que a inação podem trazer.

 

  1. Não temos dúvida que se a humanidade embarcar em um novo curso, apropriadas medidas internacionais e planejamento a longo prazo serão necessários em uma escala e escopo sem precedentes. Um tal esforço pede o comportamento conjunto de todos os povos, eja qual for sua cultura, sistema econômico ou nível de desenvolvimento. Mas a maior responsabilidade deve ficar com as nações mais desenvolvidas não porque elas tenham mais visão ou humanidade, mas porque, tendo propagado a síndrome do crescimento, elas ainda estão na frente do progresso que sustenta isso. Na medida em que maiores insights  sobre a condições e trabalho do sistema mundial são desenvolvidos, estas nações começarão a entender que, em um mundo que fundamentalmente precisa de estabilidade, seu mais alto platô de desenvolvimento só pode ser justificado ou tolerado se elas servem não como a plataforma de lançamento para alcançar áreasaté mesmo mais altas das quais organizar uma distribuição mais igual da riqueza e renda mundialmente. 

 

  1. Inequivocamente sustentamos a contenção que uma pausa imposta às espirais de crescimento mundial econômico e demográficfo não deve nos levar ao congelamento do status quo do desenvolvimento econômico das nações mundiais. Se uma tal proposta fosse apresentada pelas nações ricas, seria tomada como um ato final de neocolonialismo. O alcance de um estado harmonioso de equilíbrio global econômico, social e ecológico deve ser uma ação conjunta baseada na convicção conjunta que beneficie a todos. A maior liderança será demandada dos países economicamente desenvolvidos, e o primeiro passo em direção a uma meta global será que eles encorajem uma desaceleração no crescimento de sua própria saída material e ao mesmo tempo, ajude as nações em desenvolvimento em seus esforços de avançarem mais rapidamente sua economias.

 

10. Finalmente afirmamos que qualquer tentativa deliberada de alcançar um estado racional e duradouro de equilíbrio através de medidas planejadas, muito mais que através do acaso ou da catástrofe, deve ser baseada em uma mudança básica de valores e metas a níveis individual, nacional e mundial. Talvez esta mudança já esteja no ar, embora fracamente perceptível. Mas nossa tradição, educação, atividades atuais e interesses farão a transformação trabalhosa e vagarosa. Somente a compreensão real da condição humana em seu ponto de virada na história pode fornecer motivação suficiente para as pessoas aceitarem sacrifícios individuais e as mudanças nas estruturas de poder econômico e político necessárias ao alcance de um estado de equilíbrio.

.

Com certeza permanece a questão se ou não a situação mundial está de fato tão séria quanto este livro e nossos comentários indicam.

 

Acreditamos firmemente que os avisos contidos neste livro sejam amplamente justificados e que a metas e ações de nossa atual civilização apenas podem agravar os problemas do futuro. Mas certamente feicaríamos felizes demais se nossas avaliações se provem sombrias demais.

Em qualquer evento, nossa postura é uma de preocupação muito grave, mas não de desespero. O relatório descreve uma altrenativa para o crescimento não avaliado e desastroso e avança alguns pensamentos  sobre mudanças políticas que posam produzir um estado de equilíbrio estável para a humanidade. O relatório indica que isso possa estar dentro do nosso alcance para fornecer a populações razoavelmente grandes uma boa vida material mais oportunidades para um desenvolvimento ilimitado individual e social. Estamos em substancial acordo com esta opinião, embora sejamos realistas o bastante para não sermos levados por especulações puramente científicas ou éticas. O conceito de uma sociedade em um permanente estado de equilíbrio econômico e ecológico pode parecer fácil de atingir, embora a realidade seja tão distante de nossa experiência quanto o exige a revolução copernicaniana da mente. Traduzindo a idéia para a ação, portanto, é uma tarefa cheia de esmagadoras dificuldades e complexidades.

 

Podemos falar seriamente sobre onde iniciar apenas quando a mensagem dos Limites de Crescimento e seu sentido de extrema urgência sejam aceitos por um grande corpo de opinião científica, política e popular em muitos países. A transição em qualquer caso provavelmente será dolorosa e exigirá demandas extremas sobre a ingenuidade e determinação humanas. Como temos mencionado, apenas a convicção de que não há outra avenida para a sobrevivência pode liberar as forças moral, intelectual e criativa necessárias para iniciar esta tarefa humana sem precedentes.

Mas devemos sublinhar o desafio muito mais do que a dificuldade de mapear a estrada para uma sociedade estado estável. Acreditamos que um número inesperadamente grande de homens e mulheres de todas as idades e condições estará pronto para responder ao desafio e ávido para discutir não se mas que podemos criar este novo futuro. 

O Clube de Roma planeja apoiar tal atividade de muitos modos. Uma pesquisa substancial já foi iniciada no MIT sobre dinâmica mundial  e será continuada pelo MIT e outros estudos realizados na Europa, Canadá, América Latina, URSS e Japão. 

 

E, já que a iluminaçãointelectual é sem efeito se não for também política, o Clube de Roma também encorajárá a criação de um fórum mundial onde estadistas, fazedores de política e cientistas possam discutir os perigos e esperanças para o futuro sistema global sem a restrições da negociação formal intergovernamental.  O último pensamento que desejamos oferecer é que o homem deve explorar ele mesmo – suas metas e valores – na medida em que o mundo busca mudar. A dedicação a ambas tarefas deve ser infindável. O ponto crucial do assunto não é apenas se a espécie humana sobreviverá, mas até mesmo muito mais se ela pode sobreviver sem cair em um estado de existência inútil.

O Comitê Executivo do Clube de Roma:

  • Alexander King
  • Saburo Okita
  • Aurelio Peccei
  • Eduard Pestel
  • Hugo Thiemann
  • Carroll Wilson

 

Parte III

Sem Respostas Fáceis!
11/28/95
 

Papa João Paulo II disse,

“O grito comum, que é justamente feito em benefício de direitos humanos – por exemplo, o direito à saúde, a moradia, ao trabalho, a família, a cultura – é falso e ilusório se o direito à vida, o direito e condição mais básico para todos

[Christifidelis laici. no. 38].

 

Em 1974, o relatório do Clube de Roma foi publicado.  

 

Escrito por Mihajlo Besarvic e Eduard Pestel, ele diz, em parte [citando:]

 

Repentinamente – virtualmente do dia para a noite quando medido em uma escala histórica – a humanidade  se confronta com uma multitude de crises sem precedentes: a crise da população, a crise do meio ambiente, a crise mundial de alimentos, a crise de energia, a crise de matérias primas, para nomear apenas algumas. Novas crises aparecem enquanto as velhas se esgueiram com os efeitos espalhando-se a cada canto da Terra até que elas aparecem na ponta do fato como crises globais, mundiais.

 

As tentativas de solucionar isoladamente qualquer uma delas tem se provado serem temporárias e às custas de outras; facilitar a escassez  de energia ou matéria prima  por medidas que piorem a condição do meio ambiente,significa, realmente, nada resolver. As soluções reais são aparentemente interdependentes; coletivamente, a inteira multitude de crises parece constituir uma única crise-síndrome global do desenvolvimento mundial. A intensidade da crise no desenvolvimento mundial global e a evasividade de medidas eficazes para uma solução desafiam as premissas que a muito têm  sidoas mais fundamentais na orientação da sociedade humana. Embora estas permissas tenham  pavimentado o caminho para o progresso humano no passado, elas tembém têm, finalmente, levado às atuais condições

 

Portanto, a humanidade parece estar no ponto de virada: continuar na velha estrada – isto é, seguir a rota tradicional, não desafiada, para o futuro – ou iniciar um novo caminho.

[fim da citação.]

 

Pulando vários parágrafos,

 

“Sobre certos assuntos do crescimento parece existir um acordo universal. Considere, por exemplo, o assunto do crescimento populacional. Poucos discutiriam a posição que a população global não pode e não deve ser permitida crescer não examinada para sempre. Que a população deva se nivelar em algumm tempo, isto é, que o crescimento populacional deve parar, é uma visão que está ganhando aqeitação universal

Continando, [citando:]

De fato a dependencia do homem à natureza é muito profunda; seu uso e mal uso dos recursos é somente uma parte da imagem. Na medida em que o homem tem se tornado a força dominante em desenhar os sistemas de vida na Terra, sua ascensão tem sido acompanhada pela redução da biodiversidade no planeta. As espécies que não são percebidas estarem a serviço do homem tem sido sistematicamente reduzidas em número ou eliminadas. Se esta tendência continuar, logo a Terra será habitada por um diminuído número de espécies

 

Hoje o nosso entendimento é muito maior do que o dos nossos ancestrais que a existência de toda vida sobre a Terra – a nossa incluída – depende da estabilidade do sistema ecológico. Uma Terra com menos habitantes diversos pode não conter a estabilidade essencial para a adaptação e sobrevivência. E e nosso ecosistema se rompe – até mesmo se apenas temporariamente – o efeito sobre a humanidade pode ser calamitoso. A máxima ironia confrontando o homem tecnológico pode bem residir no fato que as mais potentes ameaças da Natureza ao bem estar humano não são seu poder destrutivo – terremotos, tornados e furacões – mas a fragilidade da teia de vida, a delicadeza daquelas meadas que ligam espécie a espécie e que compreende os laços dinâmicos que relacionam os reinos animado e inanimado tão intrincavelmente no processo de vida. 

[fim da citação.]

 

RESUMO SOBRE A INTERFERÊNCIA DO HOMEM SOBRE A NATUREZA

Continuando com  A Humanidade em Um Ponto de Virada, [citação:]

Sendo “uma parte da natureza”, o homem sempre tem afetado e sempre tem sido afetado pelo seu meio ambiente. Contudo, devido ao aumento desproporcional nos números e devido a aumentada sofisticação da intervenção humana nos processos naturais, a interferência do homem está tomando uma dimensão completamente nova com conseqüências imprevisíveis e potencialmente catastróficas; este é o começo que causa preocupação de uma fonte insuspeita: os cientistas que originaram e desenvolveram tais técnicas de intervenção. Um bom exemplo é o mais recente apelo de um grupo de micro-biologistas á comunidade científica mundial ao todo para se refrear de conduzir experimentos que envolvam a inserção de bactéria em genes que são resistentes a antibióticos ou genes de vírus. [lembre-se, isto foi escrito  em 1974] . O perigo potencial a quem diretamente este apelo se dirige é devido ao fato que as bactérias frequentemente usadas nos experimentos científicos deste tipo é um habitante comum no intestino humano.

 

Uma perspectiva de tal bactéria resistente escapar e infectar a população deve ser levada em consideração; isto implica na possibilidad de soltar novas pragas no mundo. O evento foi apropriadamente contemplado pelos próprios cientistas como um marco histórico para restringir a condução de experimentos puramente por amos à curiosidade científica. Isto representa uma reversão  da querida tradição que nada deva interferir com a “busca pela verdade” pela ciência.  Contudo, até mesmo se os experimentos nos quais são criados bactérias novas e resistentes sejam a prova de falhas, existe um perigo real em:

 

  1. O potencial de usar uma tal técnica nova para guerra biológica;
  2.  A possibilidade de tais experimentos serem realizados fora de um laboratório apropriadamente controlado.

 

Embora o uso de técnicas com menos de um ano ainda esteja na mãos de especialistas, isso “dentro de poucos anos será um projeto de escola secudária”.

 

Os solenes avisos de alto nível contra a condução de tais experimentos cujas conseqüências não possam ser previstas dificilmente serão considerados para os deter. Mas há muitos outros, até mesmo se considerados menos espetaculares, exemplos de conseqüências desconhecidas e potencialmente nocivas da intervenção humana na natureza.

 

A CRISE DE ALIMENTOS

Continuando de A Humanidade em Um Ponto de Virada,

“O mais precioso de todos os recursos é a comida. Dado até mesmo as mais otimistas projeções para o crescimento populacional durante os próximos cinqüenta anos, a demanda mundial por este recurso aumentará sete vezes. Mas para agarrar a seriedade do problema da comida e compreender a corrente de demanda por comida que se imporá sobre o sistema mundial, não devemos olhar apenas para o futuro: a situação já é crítica.”.

 

Posteriormente no documento,

Nossa análise no computador, grávida de otimismo, mostra claramente que a crise de comida no Sul da Ásia tem piorado. A despeito de todos os avanços assumidos, assumidos a disponibilidade de fertilizante e terra apropriada, assumido a falta de um desastre interveniente, o déficit em proteínas continuará a aumentar; pelo ano 2025 ele passará de 50 milhões de toneladas anualmente. Tais déficits nunca serão cobertos por importação; para pagar por esta quantidade de importação o Sul da Ásia teria que gastar um terço de seu total output econômico e três vezes o que ganha com exportação. Mas até mesmo se o Sul da Ásia tivesse este tipo de dinheiro, os problemas físicos de manusear estas quantidades de comida seriam incríveis. Em um ano a região teria que importar 500 milhões de toneladas de grãos – duas vezes a tionelagem total de todas as mercadorias que agora estão sendo embarcadas dos EUA. E isso assumindo que a quantidade de grãos cresceria para a exportação em outros lugares – 500 milhões de toneladas, afinal, é maior do que a total produção de grãos do inteiro mundo desenvolvido. Sobretudo, estas quantidades teriam que ser enviadas a cada ano, em quantidades crescentes, sem fim. Em resumo, seria impossível.

Mas o que aconteceria se estas importações não estivessem disponíveis? Esta pergunta forma a base de nosso segundo, ou ”trágico” cenário. Todas as nossas presunções otimistas tem premanecido, exceto que assumimos que a importação de grãos será parte da imagem. A catástrofe iniciaria na década de 1980 e chegaria ao pico em torno de 2010: mortes relacionadas a escassez de alimentos seriam o dobro da taxa normal de mortalidade. Entretanto, a taxa de mortalidade declinará, mas apenas porque as mortes anteriores reduziram a taxa de natalidade para a próxima geração. Ou falando mais cruamente, mas simplesmente, as pessoas que estariam tendo bebês morreram quando eram bebês. O número de mortes relacionadas á comida em um período de cinqüenta anos terminando em 2025 seria, apenas na faixa etária de 0 a 15, aproximadamente 500 milhões de crianças.

[fim da citação.]

 

Em novembro de 1995 a newsletter Forecast HighlightsLarry Acker escreve:

“Onde está o trigo?

Resposta: Algumas plantações mundiais de trigo em 1995 foram danificadas ou destruídas pelo mau tempo, doenças ou insetos. As necessidades da China de trigo devido a seca que dura de outubro de 1994 até o presente. A plantação soviética de trigo encolheu significativamente devido a seca e insetos. O trigo da Austrália queimou em uma severa seca. A plantação do Canadá  foi danificada pela seca e o Orange Blossom Midge (um inseto). Muito da plantação da Europa foi inundada em fevereiro último e o resto queimou na seca seis meses depois. Finalmente a plantação de inverno da Argentina ficou 120 dias sem água – o que arruinou de todo a plantação de 1995.

“Quem sobrou com algum trigo?

Resposta: os EUA. Como até mesmo as plantações dos EUA tiveram problemas e muito do trigo centrado no cinturão do Difícil Inverno Vermelho no Kansas esteja bem seco quando isso está sendo escrito. Variedades diferentes de trigo tiveram problemas em 1995 e a maioria viu redução em sua plantação total. Os EUA são o único país que ainda tem quantidades consideráveis de trigo para venda. Há mais demanda mundial do que os EUA possam atender. Uma explosão está para acontecer nas bolsas de comércio e alguns eventos viciosos podem ocorrer antes disso tudo acabar. Mantenha um olho na China; eles precisam montes de trigo e eles terão que obter a maioria disso dos EUA se eles quiserem trigo”.

 

Voltando a Humanidade no Ponto de Virada,

 

“No sumário, a única solução possível para a situação de alimentos mundial exige::

  1. Uma abordagem global do problema;
  2. Ajuda de investimento muito mais que ajuda de produtos, exceto para alimentos;
  3. O desenvolvimento de uma economia equilibrada para todas as regiões;
  4. Uma eficaz política populacional;
  5. Diversificação mundial da indústria levando a um sistema verdadeiramente global.

 

“Somente a combinação apropriada destas medidas pode levar a uma solução. A omissão de qualquer uma medida certamente levará ao desastre. Mas a correntes sobre a capacidade de produção global de alimentos serão afrouxadas se os hábitos alimentares na parte afluente do mundo mudassem, tornassem-se menos desperdiçadores.”

 

Devemos calorosamente dar boas vindas a este relatório de Mihajlo Mesarovic e Eduard Pestel para o Clube de Roma. Ele marca um importante novo passo em direção ao entendimento da natureza global e dos sistemas humanos dentro dos quais vivemos. E ele aparece como um livro para ampla distribuição em tempo oportuno. Sob o impacto da piora das situações mundiais, a opinião pública tem grandemente amadurecido nos últimos poucos anos. Contudo, os tomadores de decisão em cada país e na instituição mundial geralmente, embora forçados a encarar as duras realidades de nossa era, ainda estão relutantes em renovar seu pensamento e modo de ação. O trabalho de Mesarovic-Pestel os confrontará com uma compelente estrutura de referências que dificilmente podem ser ignoradas, oferecendo a eles ao mesmo tempo um novo instrumento potencialmente poderoso para testar a validade ou a futilidade de suas opiniões e suas políticas na estrutura do mundo real. 

E continuando,

Os resultados até hoje, contudo, já são muito importantes. Os autores tem concentrado em vários grupos de problemas que, se não adequadamente atendidos, podem, por si só, provocar desastres inimagináveis. Sustentados por esta pesquisa intensiva e estudo, certamente as conclusões básicas tem sido alcançadas. Elas confirmam os avisos anteriores do Clube de Roma.  Dois deles devem ser citados aqui:

 

 

  1. Nenhum redirecionamento fundamental da condições mundiais e perspectivas humanas é possível, exceto por uma cooperação mundial em um contexto global e com longas visões.
  2.  Os custos, não apenas em termos econômicos e políticos, mas em sofrimento humano também, que resultarão da demora em tomar decisões iniciais, são simplesmente desastrosos

Como pode uma verdadeira comunidade mundial emergir, ou até mesmo nossa atual sociedade humana sobreviver quando isso está cavalgado por injustiças profundas e intoleráveis, superpopulação e mega fomes enquanto é aleijada pela escassez de energia e de materiais e devorada pela inflação? Que explosões ou quebras ocorrerão, e onde e quando, agora que a tecnologia de guerra nuclear e a violência civil estão desconrtolando o passo da sabedoria e estabilidade política?

As estranhezas parecem estar contra o homem. Ainda que estejamos moderadamente esperançosos. Os ventos da mudança já começaram a soprar. Uma consciência gentil e ansiosa está evoluindo para sugerir que as mudanças fundamentais terão que acontecer na ordem do mundo e suas estruturas de poder, na distribuição de riqueza e renda, em nosso comportamento. Talvez apenas um novo e iluminado humanismo possa permitir que a humanidade negocie esta transição sem lacerações irreparáveis.

Na ONU, por exemplo, novos conceitos tais como o da ”segurança econômica coletiva mundial” como uma necessidade correlacionada a segurança política, e uma inovadora “carta de deveres e direitos” dos Estados membros estão sob consideração. Em abril de 1974 uma sessão especial da Assembléia emitiu uma declaração sobre a instituição de “uma nova ordem econômica internacional”. E conferências mundiais da ONU – primeiro sobre o homem e seu meio ambiente, seguida por estudos sobre população, comida e lei dos mares, com sessões planejadas sobre energia e materiais, assentamentos humanos etc – se dirigiram aos problemas e soluções globais.

Há fermentos de uma revolução inevitável nas relações internacionais; eles proclamam um gerenciamento diferente da sociedade humana. Em fevereiro passabo em Salsburgo o Clube de Roma realizou um encontro com principais estadistas de diferentes países e culturas para discutirem os problemas globais e alternativas a longo prazo para a sociedade humana. A declaração conclusiva interpretou o encontro como indicando inequivocamente que “um novo espírito de soldariedade ativa e cooperação” entre todos os povos e nações – chamado Espírito de Salsburgo – é indispensável para a humanidade enfrentar o desafio de nosso tempo.  

 

 

COMITÊ DOS 300

No compreeenivo trabalho do Dr. John Coleman, A Hierarquia dos Conspiradores – A História do Comitê dos 300ele escreve:

 

O Comitê dos 300 já havia ab-rogado as decisões de vida e morte para ele mesmo e Peccei sabia disso. Ele anteriormente assim o havia indicado em seu livro, Limites de Crescimento. Peccei descartou completamente o progresso industrial e agrícola e em seu lugar exigiu que o mundo ficasse sob um conselho coordenante, a testemunhar, o Clube de Roma e suas instituições OTAN em um só governo mundial.

Os recursos naturais teriam que ser alocados ob os auspícios do planejamento global. Os Estados nação poderiam ou aceitar o domínio do Clube de Roma ou sobreviver pela lei da selva e lutar para sobreviver. Em seu primeiro “caso teste”, Meadows e Forrestor planejaram a guerra árabe-israelense de 1973 em fenefício do RIIA para agudament trazer um lar a um mundo onde recursos naturais como mo petróleo no futuro estaria sob controle dos planejadores, com certeza significando, sob o controle do Comitê dos 300.

O Instituto Tavistock foi chamado para uma consulta com Peccei e para ela foram convidados McGeorge Bundy, Homer Perlmutter e o Dr. Alexander King. De Londres Peccei viajou para a Casa Branca onde se encontrou com o presidente e seu gabinete, seguido por uma visita ao Departamento de Estado onde conferenciou com o Secretário de Estado, o serviço de inteligência do Departamento do Estado e o Conselho de Planejamento da Política do Estado. Então, desde o início, o governo dos EUA estava completamente ciente dos planos do Comitê dos 300 para este país. O que deve responder a pregunta frequentemente feita, “Por que o nosso governo permite que o Clube de Roma opere de uma maneira subversiva nos EUA?”

 

As políticas econômica e monetária de Volcker eram um reflexo daquelas de Sir Geoffrey Howe, Chanceler do Exchequer  e membro do Comitê dos 300. Isto serve para ilustrar como a Bretanha tem controlado os EUA, começando logo depois da Guerra de 1812, e continua a exercer controle sobre este país artavés das políticas do Comitê dos 300. 

Quais são as metas do secreto grupo de elite, os herdeiros do Iluminismo [o Vento Conquistador Moriah], o Culto de Dionísio, o Culto de Ísis, Catarismo, Bogomilismo? 

 

Este grupo de elite que se chama Os Olimpianos [eles acreditam verdadeirament que sejam iguais em poder e estatura aos legendários deuses do Olimpo, que têm, como o deus deles Lúcifer, estabelecido-se acima do verdadeiro Deus] acreditando absolutamente que tenham sido encarregados com a implementação do seguinte por direito divino:

  1. Um Só Governo Mundial – a Nova Ordem Mundial com uma igreja unificada e sistema monetário sob sua direção. Não muitas pessoa estão conscientes que Um Só Governo Mundial começou a estabelecer sua “igreja” nas décadas de 1920 e 1930, porque eles entenderam a necessidade de uma crença religiosa inerente a humanidade ter uma tomada e, portanto, criar um corpo de “igreja” para canalizar esta crença na direção desejada por eles
  2. A proferida destruição de toda identidade nacional e orgulho nacional.
  3. A destruição da religião e mais especificamente da religião cristã, com uma exceção, sua própria criação mencionada acima.
  4. O controle de cada uma pessoa por meio de controle mental e o que Brzezinski chama de “tecnotronica”  que criaria humanos como robôs e um sistema de terror ao lado do que o Terror Vermelho de Felix Dzerzinski pareceria um brinquedo infantil.
  5. E por fim  toda a industrialização e produção de energia elétrica gerada por usinas nucleares no que eles chamam “a sociedade pós industrial de crescimento zero”. As exceções são o computador e indústrias de serviço. As indústrias dos EUA que permaneçam serão exportadas para países como o México onde abundante trabalho escravo está disponível. Os desempregados no limiar da destruição industrial ou se tornarão viciados em ópio-heróina e/ou cocaína ou se tornarão estatíticas no processo de eliminação que hoje conhecemos como Relatório Global 2000
  6. Legalização de drogas e pornografia.
  7. Depopulação de grandes cidades segundo o teste realizado pelo regime de Pol Pot no Cambodia. É interessante notar que os planos genocidas de Pol Pot foram desenhados aqui nos EUA por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma. Também é interessante que o Comitê esteja presentemente buscando reinstalar os carniceiros de Pol Pot no Cambodia.
  8. Supressão de todo desenvolvimento científico exceto aqueles considerados benéticos pelo Comitê. Um alvo especial é a energia nuclear para fins pacíficos. Particularmente odiados são os experimentos de fusão presentemente sendo desdenhados e ridicularizados pelo Comitê e seus abutres da imprensa. O desenvolvimento da tocha fusão explodiria a concepção do Comitê de “limitados recursos naturais”. Uma tocha fusão apropriadamente usada pode criar recursos naturais ilimitados e inexplorados para a maioria das substâncias originais a partir de substâncias mais comuns. Os usos da tocha fusão são uma legião e beneficiaria a humanidade de uma maneira que ainda não é nem mais remotamente conhecida pelo público.
  9. Causar por muitos meios de guerras limitadas em países avançados, e or meio de inanição e doenças nos países de Terceiro Mundo, a morte de três bilhões de pessoas pelo ano 2000, pessoas que eles chamam “comedores inúteis”.  O Comitê dos 300 comissionou Cirus Vance para escrever um trabalho sobre este assunto: como melhor realizar este genocídio. O trabalho foi produzido sob o título Relatório Global  2000 e foi aceito e aprovado para ação pelo Presidente Carter, para e em benefício do governo dos EUA, aceito por Edwin Muskie, o então Secretário de Estado. Sob os termos do Relatório Global 2.000 a população dos EUA deve ser reduzida para cem milhões pelo ano de 2050.

10. Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar os trabalhadores na classe trabalhista criando o desemprego em massa. Na medida em que o emprego encolhe devido a políticas pós industriais de crescimento zero introduzidas pelo Clube de Roma, os trabalhadores desmoralizados e desencorajados se refugiarão no álcool e nas drogas. A juventude será encorajada através de música rock e drogas a s rebelar contra o status quo, assim condenando e eventualmente destruindo a unidade familiar. A esse respeito o Comitê dos 300 comissionou o Instituto Tavistock para perparar um projeto sobre como isso pode ser alcançado. O Tavistock dirigiu a Pesquisa Stanford para realizar o trabalho sob a direção do Professor Willis Harmon. Seu trabalho mais tarde veio a ser conhecido como A Conspiração Aquariana.

11. Impedir que as pessoas possam decidir seus próprios destinos através de uma crise criada após outra e então “gerenciar” tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população na extensão onde diantes de tantas escolhas, resultará uma apatia em escala maciça. No caso dos EUA, já existe uma agência para gerenciamento de crise, a FEMA cuja existencia foi revelada em 1980. Falarmos mais depois sobre a FEMA.

12. Introduzir novos cultos e continuar a impulsionar aqueles já existentes, que incluem gangsters da música rock tais como o degenerado Rolling Stones de Mick Jagger [ um grupo muito favorecido pela Nobreza Negra] e tdos grupos de rock criados pelo Tavistock que começaram com os Beatles.

13. Continuar o culto do fundamentalismo cristão começado pelo servidor da Companhia britânica da Índia Oriental, Darby, que seráa mal utilizado para fortalecer o Estado sionista de Israel por meio de identificar os judeus através do mito ”povo escolhido por Deus” e através da doação de quantidades substanciais de dinheiro   para o que eles erroneamente acreditam seja uma causa religiosa para avanço do cristianismo.

14. Pressionar a disseminação de cultos religiosos tais como Irmandade Muçulmana, Fundamentalismo Islâmico, Sikhs, para realizarem experimentos tipo Jim Jones e o Filho de Sam – tipos de assassinos. Vale notar que o falecido Aiatolá Khomeini foi uma criação da inteligência britânica, inteligência militar Divisão 6, geralmente conhecida como MI-6, como relatei em meu trabalho de 1985, O Que Realmente Aconteceu no Irã.

15. Exportar idéias de “libertação reilgiosa” por todo mundo para condenar todas as religiões existentes mas muito especialmente a religião cristã. Isto começou com a “Teologia Jesuita da Libertação” que trouxe a queda do governo da família Somoza na Nicarágua e que hoje está destruindo El Salvador, agora já a 25 anos em uma guerra civil, Costa Rica e Honduras. Uma entidade muito ativamente engajada pe a chamada teologia da libertação que é um missão de orientação marxista  de Mary Knoll. Ela responde pela intensa atenção da mídia ao assassinato de quatro chamadas freiras de Mary Knoll em El Salvador a poucos anos atrás. As quatro freiras eram agentes comunistas subversivas e suas atividades foram amplamente documentadas pelo governo de El Salvador. A imprensa dos EUA e a mídia de notícias se recusaram a dar qualquer espaço ou cobertura a massa de documentação de posse do governo salvadorenho, documentação que provava o que as freiras da Missão Mary Knoll estavam fazendo no país. Mary Knoll está em serviço em muitos países e desempenha um papel principal em trazer o comunismo a países como Rodésia, Moçambique, Angola e África do Sul.

16. Causar um colapso total nas economias mundiais e engendrar o total caos político.

17. Tomar o controle de todas as políticas estrangeiras e domésticas dos EUA.

18. Dar pleno apoio a instituições upra nacionais tais como ONU, FMI, BIS, Corte Mundial e, tanto quanto possível, tornar a instituições locais menos efetivas até coloca-las sob o manto da ONU.

19. Penetrar e subverter todos os governos e trabalhar dentro deles para destruir a soberana integridade das nações representadas por eles. .

20. Organizar um aparato terrorista mundial e negociar com os terroristas onde quer que ocorram atividades terroristas. Será recordado que foi Bettino Craxi que persuadiu os governos italiano e americano para negociar com os seqüestradores das Brigadas Vermelhas do Primeiro Ministro Moro e General Dozier. O General Dozier está sob ordens de não falar sobre o que aconteceu a ele.  Se ele quebrasse este silêncio, ele sem dúvida daria um “exemplo horrível” sobre a maneira com que Kissinger lidou com Aldo Moro, Ali Bhutto e General Zia ul Haq.

  1. Tomar o controle da educação na América com o intento e o propósito de completamente a destruir.

 

Muitas destas metas que enumerei pela primeira vez em 1969 já tem sido alcançadas ou estão em seu caminho de serem alcançadas.

 

De especial interesse no programa do Comitê dos 300 é o núcleo de sua política econômica que grandemente é baseada nos ensinamentos de Malthus, o filho de britânico que chegou a proeminência na Companhia britânica das Índias Orientais sobre a qual se modelou o Comitê dos 300. Malthus sustentava que o progresso do homem está ligado a capacidade natural da Terra de sustentar um dado número de pessoas e além deste ponto os recursos limitados da Terra seriam rapidamente esvaziados.

 

Uma vez estes recursos fossem consumidos, seria impossível substitui-los. Daí, observou Malthus, é necessário limitar as populações dentro da fronteiras da diminuição dos recursos naturais. Isso continua sem dizer que a elites não se permitiriam serem ameaçadas por uma florescente população de ”comedores inúteis” , daí o “abate”  dever ser praticado. Como afirmei anteriomente, o “abate” está acontecendo hoje, usando os métodos exigidos pelo Relatório Global 2000. Todos os planos do Comitê se encontram na encruzilhada de Malthus e Frederick Von Hayek, um outro economista do apocalipse e treva patrocinado pelo Clube de Roma. Von Hayek, austríaco, a muito tem estado sob o controle de David Rockefeller  e suas teorias são muito bem aceitas nos EUA.

 

Segundo Von Hayek, ta plataforma econômica dos EUA deve ser baseada em:

  1. Mercados Negros urbanos
  2. Pequena indústrias tipo Hong Kong utilizando trabalho de suor-loja
  3. Comércio Turístico
  4. Zonas de Livre Empreendimento onde especuladores possam operar sem obstáculos e onde possa florescer o comércio de drogas.
  5. Fim de toda atividade industrial
  6. Fechamento de todas a usinas nucleares. 

 

As idéias de Von Hayek se encaixam perfeitamente com aquelas do Clube de Roma e talvez seja este o porquê ele é tão bem promovido nos círculos direitistas neste país. O manto de Von Hayek está sendo passado a um novo e mais jovem economista, Jeoffrey Sachs, que foi  enviado a Polônia para assumir o que Von Hayek deixou.  Será recordado que o Clube de Roma organizou a crise econômica polonesa que levou a desestabilização política do país. Exatamente o mesmo planejamento econômico, se alguém assim o ousar chamar,  será forçado sobre a Rússia mas se for encontrada uma oposição disseminada o velho sistema de preço-apoio rapidamente será restaurado.

O Comitê dos 300 ordenou que o Clube de Roma usasse o nacionalismo polonês como um instrumento para destruir a Igreja Católica e pavimentar o caminho para as tropas russas reocuparem o país. O movimento “Solidariedade” foi uma criação de Zbigniew Brzezinski do Comitê dos 300 que escolheu o nome para a “união de comércio” e selecionou seus organizadores e titulares de escritório. O “Solidariedade” não é um “movimento trabalhista” embora trabalhadores do estaleiro de Gdank foram usados para lança-lo, ele é muito mais uma organização de alto perfil político, criada para trazer mudanças forçadas na preparação para o advento de Um Só Governo Mundial. A maioria dos líderes do Soiidariedade são descendentes de judeus bolchevistas de Odessa e não se sobressaiam por odiar o comunismo. Isto ajuda a entender a cobertura saturada fornecida pela mídia de notícias dos EUA.

 

O Professor Sachs fez com que o processo avançasse um passo, assegurando a escravidão econômica a uma Polõnia recentemente libertada do domínio da URSS. Agora a Polônia tornou-se escrava dos EUA.  Tudo o que tem acontecido se resume em que o mestre mudou.

Brzezinski é o autor de um livro que deve ser lido por cada americano interessado no futuro desse país. Intitulado A Era Tecnotronica, ele foi comissionado pelo Clube de Roma.  .

 

Este livro é um anúncio aberto dos modos e métodos a serem usados para controlar os EUA no futuro. Também existe a grave “denúncia” de clonagem e “robotóides”, isso é, pessoas que parecemm e agem como pessoas mas não o são.  Brzezinski, falando do Comitê dos 300 disse que os EUA estão se movendo para “uma era diferente de sseus predecessores; estamos nos movendo em direção a uma era tectronica que facilmente pode se tornar uma ditadura.”

 

Relatei completamente sobre A Era Tectrônica em 1981 e mencionei em minhas newsletters várias vezes.

Brzezinski continuou para dizer que nossa sociedade “está agora em uma revolução da informação baseada  no foco de diversão, espetáculos de cfobertura [cobertura por saturação de eventos esportivos] que fornecem um ”opiaceo” para as massas crescentemente sem propósito.” Será que ele era um outro vidente ou profeta, será que podia ver o futuro?

 

A resposta é NÃO. O que ele escreveu em seu livro foi simplesmente copiado do projeto de construção do Comitê dos 300 entregue para execução ao Clube de Roma. Não é verdade que já em 1991 nós já tenhamos uma massa sem propósito de cidadãos? Podemos dizer que trinta milhões de desempregados e quatro milhões de pessoas sem teto são “uma massa sem propósito” ou ao menos o núcleo de uma. Em adição a religião, “o ópio das massas” que Lenin e Marx reconheciam como necessário, agora temos o ópio da massa de espectadores de esporte, desenfreada luxúria sexual, música rock e uma inteira geração de  viciados em drogas.

 

Sexo estúpido e uma epidemia de usuários de drogas foram criados para distrair as pessoas do que está acontecendo ao seu redor. Em A Era Tectrônica Brzezinski fala sobre “as massas” como se as pessoas fossem algum tipo de objeto – que é posivelmente como somos vistos pelo Comitê dos 300. Ele continuamente se refere à necessidade  de nos controlar – “as massas”.

A um ponto, ele tira o gato do saco:

“Ao mesmo tempo a capacidade de afirmar o controle político e social sobre o indivíduo aumenta vastamente. Logo será possível afirmar um controle quase contínuo sobre cada cidadão e manter arquivos atualizados, contendo até mesmo os detalhes mais pessoais sobre saúde e comportamento pessoal de cada cidadão além dos demais dados costumeiros. “Estes arquivos serão sujeitos a retirada instantânea pelas autoridades. O Poder gravitará nas mãos daqueles que possuem a informação. Nossas instituições existentes serão suplantadas pelas instituições de gerenciamento pré crise, a tarefa das quais será identificar antecipadamente as prováveis crises sociais e desenvolver programas para lidar com elas [isso descreve a estrutura da FEMA que veio muito depois]. Isso encorajará as tendências das próximas várias décadas na direção da Era Tectrônica, uma ditadura, deixando menos espaço para os procedimentos políticos que conhecemos. Finalmente, olhando adiante para o fim do século, a possibilidade de controle mental bioquímico e “mexidas” genéticas no homem, inclusive seres que funcionarão como homens e raciocinem também como eles, pode  dar elevação a algumas questões difíceis. “ 

Brzezinski não estava escrevendo como um cidadão comum, mas como Conselheiro de Segurança Nacional de Carter e um membro de liderança do Clube de Roma e do Comitê dos 300; também como membro da Nobreza Negra Polonesa.

 

Seu livro explica como a América deve deixar sua base industrial e entrar no que é chamado de “uma distinta nova era histórica”.

 

Novamente citando do Comitê dos 300:

 

Também em 1971, em uma data posterior, a Mitchell Energy and Development Corporation anunciou sua estratégia de energia em um encontro do Clube de Roma. O tema recorrente: “Limite de Crescimento dos EUA”. Então para coroar tudo, a Primeira Conferência Global sobre o Futuro foi realizada em julho de 1980; compareceram 4.000 engenheiros sociais e membros de formação de pensamento, todos os quais eram membros de ou afiliados a instituições operando sob a cobertura de organizaçõers do Clube de Roma. A Primeira Conferência Global Sobre o Futuro tinha a benção da Casa Branca que realizou sua própria conferência baseada nos transcritos do primeiro fórum Global. Isto foi chamado de “Comissão da Casa Branca sobre a década de 1980” e oficialmente  recomendou as políticas do Clube de Roma como “um guia para futuras políticas dos EUA” e até mesmo foi mais longe para dizer que a economia dos EUA estava se afastando da fase industrial. Isto ecoava o tema de Sir Peter Vickers Hall e Zbigniew Brzezinski  e fornece prova posterior do controle exercido pelo Comitê dos 300 sobre os assuntos dos EUA, domésticos e externos. Como disse em 1981, estamos estabelecidos, política, social e economicamente para permanecermos trancados nos planos do Clube de Roma.

 

O CLUBE DE ROMA


Em “Em Rota para a Ocupação Global: uma Ligação de Governo de Alto Escalão Expõe a Agenda Secreta para Unificação Mundial”, escrito por Gary H. Kah, o Clube de Roma é descrito como: O Clube de Roma é uma outra organização que tem uma alta prcentagem de seus membros oriunda do Conselho das Relações Exteriores.[CFR]

 

O Clube de Roma [COR] afirma ser uma organização informal de menos de cem pessoas que são, em suas próprias palavras, “cientistas, educadores, economistas, humanistas, industriais e servidores civis nacionais e internacionacionais…” Incluidos entre estes tem sido membros da família Rockefeller. Há aproximadamente 25 membros do CFR que pertencem a asociação americana do Clube de Roma. O Clube teve seu início em abril de 1968 quando líderes de dez países diferentes se reuniram em Romaa convite de Aurelio Peccei, um proeminente industrial italiano com estreitos laços com a Fiat [esta é uma companhia que merece ser observada] e a Corporações Olivetti. A organização afirma ter soluções para a paz e prosperidade mundial. Contudo, estas soluções sempre parecem promover o conceito de um governo mundial às custas da soberania nacional.

 

O Clube de Roma tem sido encarregado da tarefa de supervisionar a regionalização e unificação do mundo inteiro; portanto pode ser dito que o Clube esteja um passo  adiante dos Bilderberg na hierarquia de “um mundo” [Peccei tem sido um associado íntimo dos Bilderbergers.] Até onde fui capaz de determinar, a maioria das diretivas para o planejamento de um só governo mundial  estão atualmente vindo do Clube de Roma.

As descobertas e recomendações do Club são publicadas de tempos em tempos em especial, relatórios altamente confidenciais que são enviados a elite do poder para serem implementados. Em 17 de setembro de 1973 o Clube liberou um tal relatório, intitulado Modelo Adaptativo e Regionalizado do Sistema Global Mundial, preparado pelos membros do COR Mihajlo Mesarovic e Eduard Pestel. O documento revela que o Clube tem dividido o mundo em dez regiões políticas/econômicas as quais se refere como “reinos”. Conquanto estes “reinos” não sejam concretos e possam ainda ocorrer mudanças, isso nos dá uma idéia do que está a frente. Se referindo ao estudo de Mesarovic-Pestel, Aurelio Peccei, o fundador do Clube, afirma:

Seu modelo mundial, baseado nos novos desenvolvimentos da teoria de sistemas hierárquicos multinível, divide o mundo em dez regiões interdependentes de coerência política, econômica ou ambiental… Com certeza será reconhecido que estes ainda são modelos protótipos. Mesarovic e Pestel têm assumido uma tarefa hercúlea. A completa implementação do trabalho deles levará muitos anos .   

 

SENADOR JESSE HELMS

Em 15 de dezembro de 1987, o Senador Helms pronunciou-se no Congresso em parte com os seguintes comentários: 

Esta campanha contra o povo americano – contra tradicionais valores e cultura americanos – é uma sistemática guerra psicológica. Ela é orquestrada por uma vasta matriz de interesses compreendendo não apenas o estabelecimento Oriental mas também a ala esquerda. Entre este grupo encontramos o Departamento de Estado, o Departamento de Comércio, centros bancários de dinheiro e corporações multinacionais, a mídia, a instituição educacional, a indústria de entertenimento e as grandes instituições isentas de impostos. Senhor Presidente, um exame cuidadoso do que está acontecendo por trás das cenas revela que todos estes interesses estão trabalhando de acordo com os mestres do Kremlin para criar o que aqlguns chamam de Nova Ordem Mundial. Organizações particulares tais como:

  • O Conselho das Relações Estrangeiras
  • O Real Instituto de Assuntos Internacionais   
  • A Comissão Trilateral
  • A Conferência Dartmouth
  • O InstitutoAspen para Estudos Humanistas
  • O Instituto Atlantico
  • O Grupo Bilderberg

 

…servem para disseminar e coordenar os planos para esta chamada Nova Ordem Mundial em negócios poderosos, círculos financeiros, acadêmicos e oficiais.

A campanha psicológica  que estou descrevendo, como tenho dito, é o trabalho de grupos dentro do estabelecimento Oriental, esta amálgama amorfa de riqueza e conexões sociais cujo poder reside em seu controle sobre nosso sistema financeiro e sobre uma grande porção de nosso setor industrial. O principal instrumento deste controle sobre a economia e dinheiro americanos é o Sistema do Federal Reserve.  As políticas e os setores industriais, primariamente as corporações multinacionais, são influenciadas pelos bancos centrais de dinheiro através de financiamento de débitos e através de grandes blocos de ações pelos departamentos de trust de bancos centrais de dinheiro. Qualquer um familiarizado com a história americana, particularmente a história econômica Americana, não pode deixar de perceber o controle sobre o Departamento de Estado e da CIA que Wall Street parece exercer…  

A influência de internos do estabelecimento na nossa política externa tem se tornado um fato de nossa vida atual. Esta influência invasiva corre contrária a real segurança nacional de longo prazo de nosso país. Esta é uma influência que, se não verificada, pode subverter nossa ordem constitucional. 

O ponto de vista do estabelecimento hoje é chamado globalismo. Não muito tempo atrás, este ponto de vista era chamado de “um só governo mundial” por seus críticos. A frase não mais está em moda entre os sofisticados, ainda que a frase ”um só governo mundial” ainda esteja apta porque nada tem mudado nas mentes e nas ações daqueles que promovem as políticas consistentes com estes “mandamentos” fundamentais.

Senhor Presidente, no ponto de vista globalista, nações Estados e fronteiras nacionais não servem para nada. As filosofias políticas e princípios políticos parecem ter se tornado simplesmente relativos. De fato, até mesmo constituições são irrelevantes para o exercício do poder. A liberdade e a tirania são vistas como necessariamente nem boas nem más, e certamente não são um componente da política. Neste ponto de vista, as atividades das forças financeiras internacionais e industriais devem ser orientadas para trazer este desenho de um mundo – com a convergência dos sistemas soviético e americano como sua peça central – sendo….

 

Todos os assuntos para este Clube são a maximização dos lucros resultantes da prática do que pode ser descrito como capitalismo financeiro, um sistema que repousa sobre dois pilares de débito e monopólio. Isto não é o capitalismo real. Isto é uma estrada para concentração econômica e escravidão política.

 

 

A ORDEM MUNDIAL


No livro de Eustace Mullins A Ordem Mundial – Nossos Governantes Secretos , ele escreve:

Em 1985, como uma seqüela da história do Sistema Federal Reserve, este escritor publicou  A Ordem Mundial como um compêndio de informação adicional sobre o assunto. Nunca me ocorreu chama-lo de Nova Ordem Mundial porque minhas pesquisas tinham traçado suas depredações a cinco mil anos atrás. Talvez em resposta a exposições deste volume, o porta-voz da Irmandade da Morte veio a público com suas declarações por uma Nova Ordem Mundial que essencialmente era o Bravo Novo Mundo descrito por  Aldous Huxley em sua novela.

 

Por trás de todas a demandas para esta nova ordem estavam os mesmos imperativos, como listados pelo Professor Stanley Hoffmann, em Primazia ou Ordem Mundial,

“O que terá que acontecer é uma adaptação gradual do sistema social, político e econômico dos EUA aos imperativos da ordem mundial.”

 

Como ressalta o Professor Hoffmann, os EUA são o alvo primário dos mísseis da Nova Ordem Mundial orque eles ainda retêm, embora pervertido e distorcido, o maquinário essencial para uma república que fornece a liberdade de seus cidadãos. As atuais metas da Ordem foram originadas por Lord Castlereagh no Congresso de Viena de 1815, quando ele levou a Europa ao vitorioso Poder do Dinheiro, como exemplificado pela Casa de Rothschild

 

Este  foi o “equilíbrio de poder” que nunca foi equilíbrio mas muito mais um sistema mundial de controle a ser manipulado ao prazer dos conspiradores.

 

Henry Kissinger tem estado atarefadamente revivendo este programa para controle renovado, como ele escreveu em uma peça de pensamento para Newsweek, em 28 de janeiro de 1991,

“Agora enfrentamos um novo equilíbrio de poder. Hoje ele traduz a noção de uma nova ordem mundial que emergirá de um conjunto de arranjos legais para serem  salvaguardados pela segurança coletiva”.

 

Quando asseclas da Ordem Mundial tais como Henry Kissinger pedem “segurança coletiva” o que realmente estão buscando é uma ordem protetiva por trás da qual eles possam seguramente realizar suas depredações contra toda humanidade. Isto foi muito relutantemente identificado pelo Presidente George Bush, depois de meses de se esquivar das perguntas sobre a nova ordem mundial., que ele publicamente havia pedido, quando finalmente ele afirmou que na reaLidade isso era a “força de paz da ONU”. Isto nos leva de volta a segunda guerra mundial, que produziu a ONU.

 

Walter Millis, em Estrada para a Guerra – América 1914 a 1917 posteriormente removeu este programa para a primeira guerra mundial, quando ele escreveu,

 

“A única justificativa do Coronel (Edward Mandel House) para preparar tal banho de sangue de seus compatriotas foi sua esperança em estabelecer um “novo mundo de paz e esprança como resultado”’.

 

Note o chamado por ”segurança” mais uma vez, este é o grito de criminosos internac ionais por proteção enquanto eles realizam seu trabalho universal de sabotagem e destruição. 

 

House tinha primeiramente posto o programa em seu livro, Philip Dru – Administrator, no qual Dru, (o próprio House) torna-se a força guia por trás do governo e o dirige para a metas da nova ordem. As mesmas forças estabeleceram a segunda guerra mundial, da qual emergiu a ONU  como o novo garantidor da “segurança coletiva”.

 

O Dicionário de Random House nos conta que a ONU foi criada em Washington, em 2 de janeiro de 1942, quando 26 nações se aliaram contra o Eixo, ou poderes fascistas. Em A Linguagem Americana, H.L. Mencken diz que foi o Presidente Roosevelt que deu o termo Nações Unidas em uma conferência com o primeiro ministro  r Winston Churchill na Casa Branca em dezembro de 1941, na véspera do ataque a Pearl Harbour que nos manipulou para dentro da segunda guerra mundial.

 

A ONU tornou-se uma entidade muito ativa na conferência de Dumbarton Oaks em 1944, quando a Grã Bretanha, os EUA e a Rússia a colocaram em movimento como um ditador financeiro. Se a ONU tivesse sido criada para combater o fascismo sua missão teria terminado em 1945 quando o frascismo fio derrotado pela força militar.

 

Fascismo deriva de um feixe de varas que os antigos oficiais romanos carregavam para a corte para punir infratores. Assim, historicamente fascismo significa lei e ordem, a regra da lei, e o intento de punir criminosos. Isto, com certeza é o que os conspiradores da nova ordem mundial querem evitar a todos os custos.  O Dicionário Inglês Oxford define fascismo como ”um corpo de nacionalistas italianos que foi organizado em 1919 para se opor ao comunismo na Itália”. Outras definições simplesmente afirmam que os fascistas eram “organizados para combater o bolchevismo”. Então a ONU foi essencilmente criada para batalhar contra os “anti-comunistas” como exemplificado pela Alemanha, Itália e Japão. Quando esta meta foi alcançada em 1945  a ONU deixou de ter uma missão histórica. Não obstante, ela continuou a funcionar e os Rockefellers doaram a parcela mais cara de propriedade imobiliária em Manhattan para sua sede. Foi sobre este pano de fundo que o Governador de New York, Nelson Aldrich Rockefeller, se diriguiu em um encontro no Sheraton Park Hotel em 26 de julho de 1968, no qual pediu a criação de ”uma nova ordem mundial.”

Rockefeller ignorou o fato que foi Adolf Hitler que havia apresentado este título como “Minha Nova Ordem” para a Europa. A frase foi um atratativo para um de nossos políticos, como revelou o Presidente Bush quando se dirigiu ao Congresso em 11 de setembro de 1990 em uma fala transmitida nacionalmente pela televisão na qual ele pediu “uma nova ordem… um mundo bem diferente do que conhecemos… uma nova ordem mundial”. 

 

Ele continuou para reiterar esta demanda em subsequentes fala à nação pela televisão,  declarando em 29 de janeiro de 1981 em sua fala anual de Estado de União: ”esta é uma grande idéia – uma nova ordem mundial onde diversas nações são reunidas em comum para alcançar aspirações universais da humanidade, paz e segurança, liberdade e o governo da lei”. 

Ele repetiu esta toxina em 1 de fevereiro de 1992 em três pronunciamentos isolados no mesmo dia, nos quais ele enfatizoua chamada pela nova ordem mundial. Ele modestamente se refreou de ressaltar que esta não era uma fase nova, e que já havia sido adotada pelo Congresso em 1782 para o Grande Selo dos EUA, a pirâmide incompleta com seu olho oculto e a frase “Novus Ordo Seclorum” sob ela, identificando esta nação como  comprometida com uma “nova ordem mundial”  ou uma nova ordem para eras que aparentemente dependem da conclusão da pirâmide. Este símbolo data de 1976, quando

Adam Weishaupt, fundador da seita Iluminatti formulou um programa notavelmente similar ao dos conspiradores atuais da nova ordem mundial. 

 

Weishaupt  pedia:

  1. “Abolição de todas as monarquias e todos governos ordenados.
  2.   Abolição da propriedade privada e heranças.
  3. Abolição do patriotismo e do nacionalismo
  4. Abolição da vida familiar e da instituição do casamento e o estabelecimento da educação comunitária das crianças.
  5. Abolição de toda religião.”

 

Dificilmente foi acidental que os Rothschilds quando contrataram Karl Marx e a Liga dos Homens Justos para formular um programa, receberam o Manifesto Comunista de 1848, que continha a fórmula acima. As atividades de Weishaupt tinham tomado o movimento da maçonaria livre em 1782, que então se tornou um dos veículos para colocar em vigor este programa. Sua verdadeira origem no antigo despotismo oriental foi revelada na página editorial do Washington Post, de 5 de janeiro de 1992, quando o filosofo Nathan Gardels avertiu que,

“a área ideal para a nova ordem mundial seria a China, não os EUA.” Gardels ressalta que o Marxismo foi um produto da filoofia ocidental, isto é, Hegel, mas que uma ordem mundial produziria um despotismo oriental. Ele suportou sua tese com citações do primeiro ministro japonês, que se queixava que “abstratas noções de direitos humanos” não devem interferir com a política estrangeira e dos líderes chineses que denunciaram demandas por liberdade independente como “lixo”.

O Presidente Bush modestamente ressalta que um de seus auxiliares, Brent Scowcroft, seja o autor da frase mágica, “nova ordem mundial”.

 

A revista People, de 25 de novembro de 1991 disse,

“A influência de Scowcroft primeiramente tornou-se evidente no ano passado, várias semanas depois da invasão do Kuwait. Novamente, enquanto pescavam, ele e Bush chegaram com a idéia de uma “nova ordem mundial”, uma frase  ambiciosa que pretende sugerir uma nova política externa dos EUA na era pós Guerra Fria.”   

  

PARA GOVERNAR O MUNDO

Novamente, citando de A Ordem Mundial – Nossos Governantes Secretos de Eustice Mullins .

Cinco homens governam o mundo. Este Conselho dos Cinco consiste de Barão Guy de Rothschild, Evelyn de Rothschild, George Pratt Shultz, Robert Roosa (da família Bush da firma de Brown Brothers Harriman) e um lugar vago enquanto escrevo. Nos últimos vários anos, membros do Conselho tem morrido, inclusive Averill Harriman, Lord Victor Rothschild, e o Príncipe Thurn und Taxis de Regensburg, Alemanha. Nenhum deles tem mandato público mas eles escolhem quem deve governar as nações. Estes cinco homens compreendem o ápice da pirâmide de poder, a Ordem Mundial. Podemos perguntar, porque deve haver uma Ordem Mundial? Não é suficiente manter o poder absoluto sobre uma única nação ou um grupo de nações? A resposta é NÃO, por causa da natureza da viagem internacional, comércio internacional e finanças internacionais.

 

A viagem internacional exige que uma pessoa possa viajar em paz de uma nação para outra, sem ser molestada. Casos excepcionais de anarquia, revolução ou guerra, esta exigência pode ser geralmente alcançada. O comércio internacional necessita que os comerciantes de uma nação possam ir a outra nação, transacionar seus negóciose retornarem com seus produtos e lucros. Esta exigência também é alcançada. Senão, as nações ofendidas podem exercer força militar como o fez a Grã Bretanha nas Guerras do Ópio. É a terceira exigência, a das finanças internacionacionais que pedem a existência da Nova Ordem. Nos dias iniciais, quando o comércio internacional consistia de escambo, pagamento em ouro ou prata ou pirataria , a tomada de bens pela força, não havia necessidade de um árbitro mundial para determinar o valor dos instrumentos de comércio.   O desenvolvimento do papel moeda, ações, obrigações, aceitações e outros instrumentos negociáveis precisava de um poder, capaz de exercer influência em qualquer lugar do mundo, para declarar que um pedaço de papel representava um bilhão de dólares de riqueza real. Uma entrada em um computador, disparada de Londres para New York, afirma que alguém possui cinco bilhões de dólares para alguém mais. Sem um genuíno poder bancário,, tal soma nunca seria coletada, a despeito da factualidade ou moralidade do débito. Como ninguém da Máfia pode dizer a você, você não pode coletar a menos que esteja voluntário para quebrar as pernas. A Ordem Mundial sempre está preparada para quebrar pernas, e as quebram, aos milhões. 

O que teria acontecido aos iniciais assentadores na América se eles tivessem ido aos indígenas e dito,

“De-nos seus produtos e atos para nossos lares e terra. Em troca nós lhe daremos este belo pedaço de papel impresso”.

Os indígenas os atacariam. Se eles chegassem liderados por  um Pizzaro ou um Cortes, eles tomariam a terra sem um só pedaço de papel.

A Ordem Mundial governa com seu pedaço de papel, mas por trás de cada papel está uma força que pode ser empregada em qualquer lugar do mundo. A força pode ser disfarçada por vários subterfúgios como acordos internacionais, associações ou outras camuflagens, mas sua  base é sempre força. 

A Ordem Mundial governa através de uma técnica simples: Dividir para Conquistar. Cada divisão natural e não natural entre pessoas, cada ocasião por ódio ou cobiça, é explorada e exacerbada ao limite. A polarização de grupos raciais e étnicos nos EUA é acelerada por uma enchente de decretos governamentais, originando na fundação de “estudos”  que apenas são destinados a colocar americano contra americano.

 

Somente deste modo a Ordem Mundial pode manter suas garras de ferro sobre as vidas diárias da pessoas. A Ordem Mundial também governa pelo principio do livro 1984 – nenhum grupo de duas ou mais pessoas pode se reunir a menos que exista presente um representante da Ordem Mundial –Se você iniciar um clube de criadores de leão, a Ordem enviará alguém que será discretamente útil, evitando tomar a posição de frente e que se oferecerá para pagar o aluguel do local de encontro ou imprimir as minutas. Em grupos mais radicais, o representante da Ordem será o primeiro a sugerir dinamitar um edifício, assassinar um oficial ou outra ação violenta. O terrorismo internacional do Partido Comunista originou um pequeno clube de trabalhadores alem~´aes e franceses em Paris, dedicados a ler e discutir discretamente, até que Karl Marx se juntou a eles. Ele então fio convertido em um grupo revolucionário. Este exemplo explica a determinação da Ordem em não permitir um grupo, mesmo insignificante, permanecer não monitorado.

 

A Ordem Mundial adotou a dialética Hegeliana, a dialética do materialismo que vê o mundo como Poder, e o o Mundo como Realidade. Ela nega todos os outros poderes e todas as outras realidades. Ela funciona no príncipio da Tese, Antítese e Síntese que resulta quando a tese e a antítese são jogadas uma contra a outra para uma conseqüência pré determinada. Assim a Ordem Mundial organiza e financia grupos judaicos; organiza grupos comunistas; então organiza e financia grupos anti-comunistas. Não é necessário que a Ordem jogue  um grupo contra outro, eles se buscam mutuamente como mísseis que buscam o calor e tentam se destruir mutuamente. 

 

Ao controlar o tamanho e os recursos de cada grupo a Ordem Mundial sempre pode determinar a conseqüência. Nesta técnica, os membros da Ordem Mundial são frequentementes identificados com um lado ou outro. John Foster Dulles arranjou financiamento para Hitler, mas ele nunca foi um nazista.David Rockefeller  pode ser saudado em Moscou, mas não é um comunista. Contudo, a Ordem sempre se posiciona do lado vencedor. Um traço distintivo de um membro da Ordem Mundial, embora ele possa não ser admitido, é que ele não acredita em nada, exceto na Ordem Mundial. Um outro traço distintivo é seu absoluto desprezo por alguém que realmente acredite nos princípios do comunismo, sionismo, cristianismo, ou qualquer gupo nacional, religioso ou fraterno embora a Ordem tenha membros em posições de controle em todos estes grupos.

 

Se você é um cristão sincero, sionista ou muçulmano a Ordem Mundial lhe vê como um idiota não merecedor de respeito. Você pode e será usado, mas nunca será respeitado. Tem levado séculos de esforço paciente para que a Ordem Mundial tenha atingido o poder que exerce hoje. Sua origem como força internacional remonta aos fenícios comerciantes de escravos, continua pelas famílias Phnariot do Império Bizantino, então pelos comerciantes e banqueiros venezianos e genoveses da Idade Média, que se mudaram para Espanha e Portugal e mais tarde para Inglaterra e Escócia. Pelo século XIV, os genoveses controlavam os senhores de terra escoceses.

 

A família imperial do Império Bizantino, os Paleologos [significando “a palavra”] foram atacados pela facção gnóstica cuja filosofia materialista de Aristóteles fi a precursora da dialética Hegeliana e do Marxismo. Os Paleologos devotamente acreditavam na fé cristã, como expressada pelo Rito Ortodoxo.

 

Os exércitos materialistas veneziano e genovês com a ajuda de “infiéis” turcos, saquearam e conquistaram Constantinopla, a legendária Cidade de Deus. Os sobreviventes bizantinos recriaram sua cultura na Rússia, com Moscou como a Terceira Roma com seus líderes Romanov [nova Roma] com o objetivo oculto da primeira guerra mundial. Os vitoriosos foram embora com um bilhão de dólares da fortuna Romanov depois de alcançar a derrota do odiado inimigo, a Igreja Ortodoxa.

Durante a Idade Média, os centros europeus de poder coalesceram em dois campos, os Gibelinos que sustentavam a família Hoehenstaufen do Imperador [uma adaptação itaiana do nome de Weinblingen, o nome da propriedade Hohenstaufen], e os Guelphs, de Welf, o príncipe alemão que competiu com Frederico pelo controle do Sagrado Império Romano. O Papa aliou-se com os Guelphs contra os Gibelinos resultando em sua vitória. Toda a história moderna repousa diretamente na luta entre estes dois poderes. Os Guelphs, também chamados Neri, ou Negros Guelphs, e Nobreza Negra  eram os normandos que conquistaram a Inglaterra no século XI; os genoveses que apoiaram Robert Bruce em sua conquista da Escócia e que apoiaram Guilherme de Orange em sua tomada do trono da Inglaterra. A vitória de Guilherme resultou na formação do Banco da Inglaterra e na Companhia das Índias Orientais que tem governado o mundo desde o século XVII.

 

Cada subseqüente golpe de Estado, revolução e guerra tem centralizado na batalha dos Guelphs para manter e aperfeiçoar seu poder, que é agora a Ordem Mundial. O poder dos Guelphs cresceu através de seu controle internacional de bancos e comércio.. Ele foi estendido através dos centros italianos ao norte de Florença, na Lombardia, que se tornaram grandes centros financeiros. Todos os banqueiros italianos, inclusive os genoveses, venezianos e milaneses eram chamados de Lombardos.. Lombard, em alemão, significa “papel de valor monetário” (Wertpapiere)”; os Lombardos eram banqueiros do inteiro mundo medieval. A história moderna começa com a transferência de suas operações norte para Hamburgo, Amsterdam e finalmente Londres. As grandes fortuna americanas se originaram com o comércio escravo dos Guelphs para as colônias. Muitos dos comerciantes de escravos dobravam-se em pirataria.  Trinity Church, cujo principal sacrfistão mais tarde foi J.P. Morgan, era originalmente conhecida como “a igreja dos piratas”.

 

O Capt. William Kidd forneceu o material para construção em 1697 e um lugar foi reservado para ele. Ele foi preso no ano seguinte e pendurado em correntes em Newgate. Em 1711, um mercado escravo foi criado em Wall Street perto da Igreja e lá funcionou por muitos anos. Duas das mais poderosas influências no mundo de hoje, são o comércio internacional de drogas que começou com a Companhia das Índias Orientais e a espionagem internacional que começou com o Banco da Inglaterra. 

 

 QUALIDADE DE VIDA


No livro de 1969, População, Evolução e Controle da Natalidade: uma Colagem de Idéias Controversas, o autor Harrison Brown escreve,

Se formos voluntários para nos amontoarmos estritamente próximos, comer alimentos que tenham pouca semelhança aos alimentos que comemos hoje, sermos privados de “luxos” simples como lareiras, jardins e gramados, uma população mundial de cinqüenta bilhões de pessoas não estará fora de questão. E se realmente coloquemos nossas mentes no problema podemos construir ilhas flutuantes onde pessoas possam viver e onde fazendas de algas possam funcionar e talvez cem bilhões de pessoas possam ser atendidas. Se estabelecermos limites estritos às atividades físicas para que as necesidades calóricas possam ser mantidas em níveis muito baixos, talvez possamos fornecer para 200 bilhões de pessoas.

 

OLHE OS NÚMEROS


No livro de Michael Tobias Terceira Guerra Mundial – População e Biofera no Fim do Milênio, (publicado em 1994 por Bear & Co, Santa Fe, NM) [N.B.- não parece estar disponível agora) está escrito, “É estimado que a cada segundo mais de 28 pessoas nascem e dez morrem; a cada hora mais de 11.000 recém nascidos choram. Cada dia mais de um milhão de concepções humanas são acreditadas acontecerem, resultando em aproximadamente 350.000 novos casos de doenças venéreas e mais de 150.000 abortos. Entre estes recém nascidos, a cada dia 35.000 morrerrão de inanição, 26.000 deles crianças. Enquanto isso, a cada vinte e quatro horas,  o passo da guerra contra o planeta aumenta, algumas vezes em maiores afrontas, outras vezes imperceptivelmente, ao menos para os nossos padrões limitados de percepção. Esta guerra inclui a perda de 57 milhões de toneladas de solo de cobertura e oitenta milhas quadradas de floresta tropical e a criação de 70 milhas quadradas de deserto vierualmente sem vida – todo dia. Nas atuais taxas de natalidade e de mortalidade, o mundo está adicionando uma cidade de Los Angeles a cada três semanas.

 

Se as taxas médias de crescimento humano forem continuar no curso atual [a chamada variante de fertilidade] a população mundial alcançará no mínimo dez bilhões pelo ano de 2030, 20 bilhões por 2070, 40 bilhões por 2110 e 80 bilhões pelo ano de 2150.”

 

Parte IV

Emerge uma Imagem
20/12/95
 

 

Em seu livro de 1957 Novas Garrafas para Vinho NovoJulian Huxley escreve,

 

TRANSHUMANISMO

 

Como um resultado de milhares de milhões de anos de evolução, o universo está se tornando auto-consciente, capaz de entender algo de sua história passada e seu possível futuro. Esta auto-consciência cósmica está sendo realizada em um pequeno fragmento do universo – em um pouco de nós seres humanos. Talvez isso tenha sido compreendido em outros lugares também, através da criaturas vivas conscientes em planetas e outras estrelas. Mas neste planeta, isso nunca aconteceu anteriomente. A evolução neste planeta é uma história da compreensão de sempre novas possibilidades para a matéria da qual é feita a Terra [e o resto do universo] – vida; força, velocidade e consciência; a emergência da mente, muito antes que o homem a tenha sinhado, com a produção de cor, beleza, comunicação, cuidado maternal e os inícios da inteligência e do insight.  E finalmente, durante os últimos sons do relógio cósmico, algo inteiramente novo e revolucionário, seres humanos com suas capacidades de pensamento conceitual e linguagem, para a auto-consciência e propósito, acumulando e germinando a experiência consciente. Não podemos esquecer que a espécie humana é radicalmente diferente de qualquer animal microscópico que viveu a milhares de anos atrás quando elas vinham de um fragmento de pedra ou metal.

O novo entendimento do universo tem vindo através do novo conhecimento reunido na última centena de anos – por psicólogos, biólogos, e outros cientistas, por arqueologistas, antropólogos e historiadores. Isto tem definido a responsabilidade e o destino do homem – ser um agente para o resto do mundo na tarefa de entender suas possibilidades inerentes tão completamente quanto possível.  É como se o homem tivesse sido subitamente indicado o diretor gerente do maior negócio de todos os negócios da evolução – indicado sem ser perguntado se assim o queria, e sem aviso próprio ou preparação.Ainda mais, ele não pode recusar a tarefa. Queira ele ou não, esteja ou não consciente do que está fazendo, ele está no ponto de fato de determinar a direção futura da evolução sobre a Terra. Este é seu destino inescapável, e quanto mais cedo ele compreenda isso e inicie a acreditar nisso, o melhor para todos a quem diz respeito.

 

SOCIALISMO

“Construiremos a Nova Ordem Mundial peça por peça exatamente sob os narizes deles”  (o povo americano).

 

“A casa da Nova Ordem Mundial terá que ser construída de baixo para cima muito mais que de cima para baixo. Uma corrida final ao redor da soberania, erodindo peça por peça, realizará muito mais do que o velho ataque frontal” 

Richard Gardner, importante socoalista americano, Assuntos Externos – (CFR), Abril 1974]

 

[Continuando a citar do livro de Coleman:]

“Há uma narrativa de vários objetivos socialistas estabelecidos pelo britânica Sociedade Fabiana, cujo moto é, “faça a pressa vagarosamente”. Quando pedido para explicar o comunismo Lenin respondeu: ”O comunismo é o socialimo com pressa”. Socialismo agora tem estado em progresso mais que o comunismo.

“Socialismo é uma revolução sem métodos abertamente violentos mas não obstante comete a máxima violência à psique da nação. Este é um movimento governado pela invisibilidade. Seu baixo avanço nos EUA de seu lar base na Inglaterra foi quase imperceptível nos anos de 1950. O movimento Socialista Fabiano permanece distinto dos chamados grupos de Partidos Socialistas e seu rateamento para frente foi então quase imperceptível para a maioria dos americanos. “Quando você fere um comunista, um socialista sangra”. Este é um dizer dos dias iniciais do Socialismo Fabiano.

“Socialismo ardentemente dá as boas vindas a proliferação de poder cenrtal de governo que ees lutam para garantir a eles mesmos, sempre fingindo que seja para o bem comum. Os EUA e a Bretanha estão completamente até a borda de falsos profetas empurrando a Nova Ordem Mundial.

 

Estes missionários socialistas pregam a paz, humanitarismo e o bem comum. Completamente cientes que eles nunca podem superar a resistência do povo americano ao comunismo por meios diretos, os insidiosos Socialistas Fabianos sabiam que tinham que e mover silenciosa e vagarosamente e evitar alertar as pessoas quanto aos seus objetivos reais. Então  foi adotado o “socialismo científico” como meio de superar os EUA e marca-lo como o principal país socialista no mundo.  “Até onde o Socialismo Fabiano tem tido sucesso, e onde permanecemos hoje é dito neste livro [Socialismo: Estrada para a Servidão]. Os Presidentes Wilson, Roosevelt, Eisenhower, Carter. Kennedy e Johnson eram servidores voluntários  e ávidos do Socialismo Fabiano. O manto deles foi passado ao Presidente Clinton. Democracia e Socialimo caminham lado a lado. Todos os presidentes dos EUA desde Wilson tem repetidamente afirmado que os EUA são uma democracia, quando de fato, é uma República Confederada. O Socialismo Fabiano dirige o destino do mundo de um modo que é disfarçado para torna-lo irreconhecível. O Socialismo é o autor do imposto de renda progressivo, da destruição da nacionalidade e é o autor do chamado mercado livre.”

 

 JULIAN HUXLEY


Novamente citando de Novas Garrafas para Vinhos Novos, escrito em 1957:

“Mas o homem não vive apenas de pão. Ele necessita poder, abrigo e roupa e além de todas as exigências materiais ele precisa de espaço e beleza, esporte e recreação, interesse e diversão. A população excessiva pode erodir estas coisas. A partir de agora, o rápido aumento da população tem levado a cidades hipertrofiadas, tão grandes que estão começando a derrotar seus próprios fins; elas estão produzindo desconforto, ineficiência e tensão nervosa bem como separando milhões de pessoas de qualquer contacto real ou sentido de unidade com a natureza.

“O aumento da população também ameaça os espaços abertos do mundo e a beleza da natureza inexplorada. Em pequenos países com alta densidade demográfica, como a Inglaterra, a pressão sobre o mero espaço  está se tornando aguda. Mas até mesmo em países mais novos ou menos densamente habitados o processo de erosão e de destruição está acontecendo, frequentemente em taxas alarmantes. Em qualquer lugar, até mesmo na África, a vida selvagem- não meramente o grande jogo, mas a vida selvagem em geral – está encolhendo e frequentemente sendo exterminada: as montanhas do mundo estão sendo agora invadidas por projetos de hidroelétricas; suas florestas cortadas ou comercializadas; sua selvageria infiltrada por fazendeiros, mineradores, turistas e outros invasores.

 

Até mesmo a riqueza cultural do mundo está sendo empobrecida. A pressão da população está sendo traduzida em pressões econômicas e sociais, que estão forçando a produção em massa de produtos em cada canto do globo, empurrando as pessoas para assumirem hábitos e vestes ocidentais, assolapando antigos ideais culturais e destruindo a arte e o artesanato tradicional.  

“De fato, uma vez comecemos a olhar o problema da população como um todo e todas as suas implicações, nos encontramos pressionados a uma reconsideração  dos valores humanos em geral. Primeiro de tudo devemos rejeitar a idéia que a mera quantidade de seres humanos é de valor a parte da qualidade de vida deles. Então, depois de ter entendido que toda existência é um processo de transformação ou evolução, que a espécie humana em sua evolução cultural está continuando e estendendo o processo da evolução biológicada qual ela cresceu, que a personalidade humana bem deenvolvida é o mais alto produto do processo evolucionário do qual temos conhecimento, mas que o indivíduo humano não pode alcançar o desenvolvimento completo exceto em um meio ambiental fornecido por uma sociedade adequada, nos encontramos inevitavelmente dirigidos ao ideal de cumprimento – o maior cumprimento para mais indivíduos humanos completamente desenvolvidos.

“Concordantemente, os valores que devemos buscar são aqueles que permitam ou promovam o maior cumprimento humano. Alimento e saúde, energia e laser são suas bases necessárias: seus valores-metas são o conhecimento e o interesse, a beleza e a expressão emocional, a integração interna e a participação externa, a alegria e o sentimento de importância. Na prática estes valores frequentemente entram em competição e até mesmo conflito; assim, para alcançar um maior cumprimento precisamos de um padrão de cfompromisso e ajuste mútuo entre valores.

“O espaço e os recursos de nosso planeta são limitados. Alguns devemos por de lado para a satisfação das necessidades materiais do homem – por alimento, matéria prima e energia. Mas outros devem ser reservados para satisfações máximas –o desfrute de uma natureza não explorada e bom cenário, o interesse da vida selvagem, viagem, recreação satisfatória, beleza em lugar da feiúra das construções humanas e a preservação da variedade de cultura humana e de monumentos de grandeza antiga.

“Na prática isto significa limitar o uso de algumas áreas. Você não pode utilizar campos arados para pousar aeronaves; não pode plantar em áreas de construção; não pode permitir a exploração de desenvolvimentos irrestritos em Parques Nacionais ou santuários naturais. A longo prazo não pode evitar de pagar o preço pelo crescimento irrestrito de números humanos e este preço é ruinoso.

“Frequentemente é avaliado que a ciência pode não ter preocupações com estes valores. Ao conrtário, em todos os campos de Ciência Social, e de um modo diferente, onde quer que as aplicações da Ciência Natural toquem os asuntos sociais e afetem a existência humana, a ciência deve levar m conta estes valores ou não estará fazendo satisfatoriamente seu serviço.

 

O problema da população torna isso óbvio. Tão logo recordemos que a população é meramente um termo coletivo para as agressões dos seres humanoa vivos, nos encontraremos pensando sobre as relações entre quantidade e qualidade-quantidade dos seres humanos na população e a qualidade das vidas que eles levam: em outras palavras, valores

.
“Embora possa parecer que tenho pintado a imagem da população mundial em cores sombrias, há eperança. Exatamente como  a horrível destrutividade da guerra atômica agora está promovendo uma reconsideração da guerra em geral, parece provável que leve ao abandono de toda guerra como um instrumento de política nacional, assim eu previria que a ameaça da super população aos valores humanos como saúde, padrão de vida e amenidades desencadeará uma reconsideração dos valores em geral e eventualmente leve a um novo valor-sistema para a existência humana. Mas o tempo está na essência do contrato. Se antes do fim do século a taxa de aumento humano não tiver sido abaixada, ao invés de crescer continuamente, valores demais terão sido danificados ou destruídos que será difícil recria-los, sem falar de construir um novo sistema melhor.  

 

VIETNÃ

A Guerra do Vietnã pode ter acabado mas continua a clamar suas vítimas. Os veteranos, que estavam no ápice de sua condição física quando combateram no Vietnã, agora estão doentes e morrendo – não por ferimentos inflingidos pelo inimigo mas pelo herbicida insidioso e venenoso que foi lançado obre o interior do país daquela nação partida pela guerra. Durante a guerra, aviões americanos lançaram estimados doze milhões de galões do defoliante Agente Laranja sobre aproximadamente cinco milhões de acres do Vietnã em uma tentativa de não permitir cobertura protetora ao inimigo. Os soldados americanos abaixo – frequentemente cercados por um fog do herbicida – eram avisados que o herbicida era inofensivo. Mas não era.  

 

Citando do livro de Fred Wilcox de  1989 : Esperando um Exército para Morrer – A Tragédia do Agente Laranja

 

Em 1970 quando a ordem de parar de usar o Agente Laranja no Vietnã do Sul foi divulgada, os militares americanos foram deixados com milhares de tambores de 55 galões contendo heerbicida. Alguns destes barris foram estocados na Ilha Johnton no Pacífico, enquanto outros foram para o Centro Batalhão de Construção Naval em Gulfport, Mississipi.

 

Mas os tambores começaram a enferrujar e seu conteúdo começou a vazar tornando imperativo que algo mais “final” fosse feito sobre os estoques em excesso do herbicida Laranja. Em fevereiro de 1972, a Comissão de Controle da Poluição e do Ar de Mississipi ordenou que o Agente Laranja estocado em Gulfport fosse removido imediatamente. Diante disso, a Força Aérea tentou retornar os estoques remanescentes do Agente Laranja aos seus fabricantes que se recusaram a aceitar a oferta. Os oficiais da força aérea também sugeriram que os herbicidas em excesso fossem dispostos “por uma disposição prudente do herbicida Laranja para uso de terras de propriedade privada ou do governo”. Este plano também falhou e sete anos depois que os barris foram removidos do Vietnã, a EPA finalmente garantiu a força aérea uma permissão para incinerar os estoques remanescentes do Agente Laranja no navio de construção alemã Vulcnus no Pacífico Sul.  Mas ao tempo da permissão mais de 5.000 tambores contendo mais de 250.000 galões do Agente  Laranja haviam se estragado.

 

Na primeira “Conferência de Desfoliação” patrocinada pelo Departamento de Defesa tendo a presença de várias companhias química [entre elas  Dow e Monsanto],  o General Fred J. Delmore, commandante geral do Exército dos EUA do Edgewood Arsenal, me disse que o Departamento de Defesa queria assegurar aos representantes das companhias que seja como for isso fosse usado como defoliantes seria “perfeitamente inócuo para homens e animais ao mesmo tempo que fizesse seu trabalho”.

 

Albert Hayward, chefe do escritório de coordenação do programa em   Fort Detrick, disse a conferência que “ela vai sem dizer que os materiais devem ser aplicados por solo e spray aéreo, que eles devem ser logisticamente possível e que devem ser não tóxicos para humanos e animais de criação nas áreas afetadas”. Em uma divulgação a imprensa em 1964 Dow avaliou que seu  2,4,5-T era absolutamente não tóxico para humanos e animais mas por 1965 a companhia confirmou que ele continha TCDD. Dow também admitiu que não tinha informado ao USDA or ao Departamento de Defesa que havia descoberto que o 2,4,5-T estava contaminado por TCDD.

A ação de classe [processo legal movido pelos veteranos do Vietnã] não é apenas único mas irônico de muitos modos: 2.5 milhões de veteranos do Vietnã processando companhias químicas que estavam, teoricamente, fabricando um produto que salvaria vidas americanas no Vietnã; o advogado chefe dos veteranos confiando que ele obtivesse sua informação mais incriminatória sobre os efeitos da dioxina de cientistas que tenham trabalhado para um dos contratantes de guerra, e as companhias químicas argumentando que estavam apenas “seguindo ordens” quando fizeram o Agente Laranja, algumas vezes   era de 15 a 15.000 vezes contaminado com a dioxina do que o  2,4,5-T vendido para uso doméstico.

 

Embora a ação de classe tenha sido movida em benefício de todos veteranos que serviram no Vietnã, o número de veteranos que eram listados como doentes ou morrendo ao tempo da entrevista era de aproximadamente de 40.000. A maioria dos veteranos indubitavelmente será acrescentada a esta lista no futuro. 

 

QUÍMICO E BIOLÓGICO

No livro de Robert Harris e Jeremy Paxman “Uma mais Alta Forma de Matança – A História Secreta da Guerra Química e Biológica”  lemos,

 

A história secreta da guerra química e biológica demonstra poucas coisas tão claramente como o meio pelo qual descobertas que podem causar o bem estar humano podem ser usadas para divisar instrumentos até mesmo mais sofisticados de morte. As descobertas na ciência veterinária são voltadas para o desenvolvimento de novas armas biológicas. Um pesticida em potencial é transformado em agente nervoso. Ainda que a atual geração de armas seja baseada em descobertas científicas feitas a cinqüenta anos atrás; até o final dos anos de 1970 químicos americanos e britânicos ainda estão tentando produzir um antídoto para o soman, um agente que foi inicialmente desenvolvido nos laboratórios da Alemanha nazista. Tão horríveis os efeitos das armas de hoje possam ser, contudo elas são capazes de refinamento infinito. O atual arsenal pode ser enorme: o estoque “inadequado” de gás nervoso nos EUA é suficiente para matar a inteira população do mundo quatro vezes.

É no campo da guerra biológica que as possibilidades mais assustadoras se apresentam. Agora a quase trinta anos da momentosa descoberta de Crick e Watson da estrutura em “dupla hélice do DNA”, a molécula que controla a hereditariedade. A descoberta, ate onde sabemos, não tem sido aplicada aos negócios da guerrra. Mas nos laboratórios civisis europeus e americanos os biólogos estão regularmente adulterando a própria natureza da vida através de “partição de genes” ou DNA recombinante. Issso tem sido chamado de a mais surpreendente descoberta desde que o homem partiu o átomo. Deve ser a inovação, como a física atômica, ser aplicada para a guerra, as implicações escassamente sustentam o pensamento sobre issso. Já em 1962, quarenta cientistas fram empregados nos laboratórios de guerra biológica do exército dos EUA, em uma pesquisa em tempo integral. Muitos outros, foi dito, “apreciam as implicações da genética para seu próprio trabalho”. As implicações se tornaram mais específicas sete anos depois, quando um porta-voz do Departamento de Defesa afirmou que a engenharia genética pode resolver uma das maiores desvantagens da guerra biológica, que é limitada a doenças que ocorrem naturalmente em algum lugar do mundo.

 

Dentro de cinco a dez anos, provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que pode diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo causador de doença. Mais importante disso é que ele será refratário [sem possibilidade de tratamento]  aos processos imunológicos e terapêuticos dos quais dependemos para manter nossa liberdade relativa à doença infecciosa.

A possibilidade de um tal ”super germe” pode ter sido com sucesso produzido em um laboratório em algum lugar do mundo nos anos desde que esta avaliação foi feita é uma que não deve ser tão prontamente posta de lado.

 

Em  Phoenix Journal #65, A Última Praga Sobre o Homem: AIDS e Instrumentos Relacionados de Morte, Hatonn escreve [citando:]

 

AIDS é, por toda definição, uma “praga”!

 

Ela afetará a sociedade de modos que vocês nem mesmo podem imaginar. Não há cura dentro de sua garra e não há perspectivas de uma vacina – isso será a seguir cuidadoamente discutido.

 

Até mesmo as projeções científicas otimistas não há esperança para os próximos quinze ou vinte anos, na melhor das hipóteses. É projetado pelos especialistas em saúde pública que mais de 2.4 bilhões de pessoas, metade da população mundial, morrerão pelo vírus da AIDS e mutações deste vírus dentro deste período de tempo. Não há uma imagem bonita para qualquer padrão. A devastação econômica é iminente para os sistemas médicos de saúde, instituições de seguro e todos os serviços relacionados dentro da próxima década. Agora, alguma informação chocante para a maioria de vocês, recém interessados leitores que se sentem seguros em seus relacionamentos singulares e no conforto de um preservativo. Se as coisas não mudarem radical e imediatamente o que vocês realmente estão destinados é extinção.  

  • AIDS não pode ser evitada, nem muito impactada pelo uso de preservativos.
  • AIDS não é uma doença venérea
  • AIDS não é uma doença  homossexual
  • AIDS não veio de qualquer mordida de um macaco africano

 

Ela veio de um laboratório organizado pelo homem através do entrecruzamento de vírus de gado e carneiro. O vírus da AIDS foi especificamente soicitado, produzido, empregado e agora ameaça a extinção de espécies. Vocês estão se dirigindo a pior catástrofe da história de nosso mundo.

 

O primeiro caso oficialmente diagnosticado foi em San Francisco em 1981. Na realidade fio algo assim. O vírus da AIDS apareceu em New York em 1978, San Francisco e Los Angeles em 1980. Ele apareceu em homossexuais jovens, brancos e de sexo masculino entre as idades de vinte e quarenta anos com corportamento promiscuo. Simultaneamente ao seu aparecimento estava sendo realizado um estudo com a vacina contra a Hepatite B em New York em 1978 e em San Francisco e Los Angeles em 1980 – entre homossexuais brancos, jovens, de sexo masculino com idade entre 20 e 40 anos. Certamente você se perguntará se há um relacionamento enrte o estudo de vacinação contra a Hepatite B e o subseqüente surto da AIDS na mesma população e exatamente no mesmo tempo.

Posteriormente, seguiu exatamente  os passos da irupção da doença em áreas do Terceiro Mundo tais como África e Haiti na década de 1970. Os gays da Costa Oeste, particularmente em San Francisco, fizeram do Haiti um maior lugar de diversão e férias durante aquele período, sendo portanto atingidos de duas direções.

 

Em meados da década de 1970, um surto de varíola foi epidêmico disseminando-se a muitos outros setores. Foi criada uma organização chamada Organizaçã0o Mundial de Saúde [OMS] que fez todo um esforço para vacinar milhares e milhares de pessoas, entre elas 15.000 haitianos que estavam trabalhando na África naquele tempo.

Você tem que ter algum entendimento de vírus, bactérias, origem da célula humana, cultura de tecido e manipulação de todas estas coisas dentro de um laboratório..

Abordando o que é o vírus da AIDS, o vírus tem uma morfologia que na reaidade é a de um retrovírus tipo D. Então o que são vírus? Algumas pessoas estão convencidas que eu não devo confundir vocês, que os vírus são s menores micro-organismos replicantes. Isto significa que eles são pensados seres os menores organismos que exigem outra células nas quais possam se desenvolver. Estes vírus não são capazes de se desenvolver por conta própria, fora de tecido vivo; esta é a convicção atual dos cientistas. O vírus devem habitar uma outra célula para potencial crescimento e reprodução.

Bactérias, fungus e outros organismos realmente são capazes de crescer fora de tecido; em outras palavras, eles não precisam habitar tecidos para se reproduzir. Eles podem crescer em placas de culturas de tecido tais como bactérias. Os vírus devem crescer dentro do tecido que exige que haja um ser humano vivo ou tecido animal no qual eles possam se replicar. 

Retrovirus significa que ele é um pequeno organismo repicante que cresce dentro do tecido vivo. Mas o que significa o termo retro? No caso deste vírus em particular, ele sustenta o fato que o conteúdo dentro do vírus da AIDS, e outras chamadas retroviroses humanas, ou outras retroviroses animais, são pequenas enzimas conhecidas como transcriptase reversa. É daonde vem a palavra retro. Esta enzima no vírus da AIDS que realmente é responsável pela duplicação dos genes do vírus da AIDS que estão sob a forma de RNA, diferente da forma humana. O material genético humano cresce na forma de DNA.

Se o vírus da AIDS se insere no material humano, de algum modo depois da infecção da célula, o que acontece é que esta enzima duplica o RNA do vírus da AIDS na forma de DNA e realmente insere isto no DNA humano. O genes do vírus da AIDS entram e realmente são duplicados na forma DNA, copiados pela transcriptase reversa. Esta informação é então inserida na composição genética da célula humana. Isto agora é  um vírus da AIDS residindo dentro dos genes humanos que então enviam um sinal para a produção de um NOVO VIRUS DA AIDS. Leia cuidadoasmente – um novo vírus da AIDS!

Além da AIDS a informação genética de todos os retrovírus é copiada dentro da forma DNA pela transcriptase reversa inserida nos genes e subseqüente produção de novos vírus. Vamos generalizar um pouco de informação aqui para melhor compreensão. A Virologia é o ,estudo dos vírus que lida com pequeninos organismos vivos visíveis apenas pelo uso dos mais poderosos microscópios eletrônicos de nosso planeta na medida em que você reconheça agora as limitações científicas. Milhões de vírus da AIDS podem caber na cabeça de um alfinete. O vírus da AIDS é particularmente mortal para os humanos por causa de sua habilidade em invadir e neutralizar células humanas, mas a habilidade do vírus em colocar seu próprio material genético dentro da estrutura genética das células humanas assim permitindo que o vírus use a célula humana como um tipo de fábrica de vírus reproduzindo-se  das matérias primas da célula humana.  

 

DR. EVA SNEAD


Em seu livro de dois volumes, corajoso e bem documentado Alguns o Chamam AIDS – Eu Chamo de Assassinato  Dr. Eva Snead escreve:

 

Segundo Guerra Química e Biológica, Experimentos Médicos e Controle da População  de Robert Lederer’s  , “A guerra química e biológica dos EUA tem sido usada primariamente para operações de contra-insurgência contra povos do Terceiro Mundo lutando por auto-determinação, e desestabilização de governos do Terceiro Mundo que têm  frustrado o domínio dos EUA.

 

Isto tem sido dirigido em ataque direto contra vários adversários; registros iniciais nos levam a 1863, quando colonos brancos deram cobertores infectados por varíola aos nativo americanos que buscavam relações amigáveis. Muitos morreram como resultado”. A tática foi repetida durante a “Trilha de Lágrimas” dos anos de 1800. Os exemplos são numerosos e abomináveis e minha mente entretém a possibilidade que até mesmo a grande epidemia de gripe que varreu o planeta em 1917-1919 foi o resultado de deliberado ou acidental acidentes biológicos; soldados como transportadores de inumeráveis e impreviíveis micro-organimos, transmitidos pelo que era chamado de profilaxia e terapia do soro, vacinas cruas administradas a pessoas que eram imune suprimidas pela administração de tantos antígenos, bem como reações entre hospedeiro e ennxertos aos soros, e o uso de lindane (Kwell) e outros matadores de parasitas.

Não apenas a Guerra Química e Biológica é doentia para suas vítimas, mas pode seriamente colocar em perigo aqueles que contam a terrível verdade. “Em 1958 a administração Eisenhower pressionou acusações de sedição contra três americanos que tinham publicado acuasções de guerra biológica no China Monthly Review, John W. Powell, Sylvia Powell e Julian Schuman, mas falhou em obter a condenação deles”

Uma interessante conexão entre a guerra química e biológica e as doenças vitais,  inclusive AIDS,  é derivada da relatada infestação de porcos cubanos com a febre suína africana em 1971 e 1980. O vírus da febre suína africana foi encontrado em alguns casos de AIDS e os pesquisadores que trabalharam na leitura de tais conexões se encontraram atacados pela academia.

 
Alguns pesquisadores acreditam que um dos lugares mais perigosos da Terra, por causa de suas armas biológicas contra animais de criação e fábricas de alimentos, seja Plum Island, N.Y., onde exercícios em bio guerrra como descritos acima, são alegadamente praticados.

Lederer descreve as fantasia dos militares na busca de uma máxima arma. Em 1969, um oficial militar testemunhou diante do Congresso: “Dentro de cinco a dez anos,, provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que possa diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo conhecido causador de doença. O mais importante disso é que ele pode ser refratário [resistente] aos processos imunológicos e terapêuticos dos quais dependemos para mantermos nossa relativa liberdade da doença infecciosa”. 

 

Antes de receber o nome de AISD, o Porton Down Laboratories, a guerra química e biológica do exército britânico relatou a bem sucedida transmissão de genes entre diferentes cepas de bacilo da praga.

 

Em 1985 um estudo do governo dos EUA relatou à Comisssão de Revisão de Guerra Química do presidente “a previsiva probabiildade de novos agentes sendo desenvolvidos para os quais vacinas ou conrta agentes não sejam conhecidos ou disponíveis.” 

Em novembro de 1970, Carl A. Larson reportadamente escreveu na Military Review que,

“armas químicas étnicas… seriam designadas a explorar diferenças que ocorrem naturalmente na vulnerabilidade enre grupos específicos de população.”

 

Reportadamente a África do Sul fez a pesquisa pioneira de doenças que só afligiam pessoas negras.

O fingimento que a AIDS exista como uma realidade independente, e que seja sexualmente transmitida tem sido usado para convencer as pessoas a usarem preservativos. Além do propósito declarado de tal prática, os preservativos são contraceptivos que reduzem a taxa de natalidade. As pessoas que não praticariam voluntariamente o controle da natalidade em virtude de suas convicções religiosas podem ser seduzidas por uma crença em higiene, a praticarem involuntariamente o planejamento familiar.

 

“O controle da população no Terceiro Mundo tem sido uma meta política dos oficiais dos EUA por muitos anos. Em 1977, Ray Ravenhott, diretor do programa de população para a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (AID), publicamente anunciou que a meta de sua agência era esterilizar um quarto das mulheres do mundo.

 

Ele admitiu, em essência, que isso era necessário  para proteger interesse corporativos dos EUA da ameaça de revoluções espalhadas pelo desemprego crônico.

Desde o início, estes grupos listados como alvos primários e disseminadores da AIDS têm publicado artigos propondo teorias “guerra química e biológica –AIDS” com variados graus de reflexão e documentação. Acusações e negativas avançam e recuam, a maioria delas indicando ao local melhor candidato para a criação de um vírus nocivo pode ser Fort Detrick, Maryland, e que as ações cobertas foram chamadas “Operation Firm Hand”.

 

Este último pedacinho de informação, tão irônica que a pessoas tendem a se referir aos homens gays como “pulsos limpos”, foi fornecido por uma carta anônima por alguém se dizendo um ex empregado do Laboratório de Guerra Biologica do Exército dos EUA em  Fort Detrick.

As vezes os cientistas lidam com planos muito estranhos. Embora não em Fort Detrick mas em Cold Spring Harbor, Long Island, N.Y., os cientista tem escrito e feito trabalhos sobre um MMMV (Virus Maligno Monstro Múltiplo). Isto foi uma análise do que seria necessário para criar tal monstruosidade. 

 

O papel da CIA no Congo Belga tinha sido previamente discutido. Além da informação que emergiu das Audiências do Comitê Franck Church em 1976, Lederer nos conta que,

“Serge Mukendi, representante americano do Partido de Trabalhadores e Camponeses do Congo, o país agora conhecido como Zaire, aponta que a CIA tentou envenenar Lumumba e seus experimentos MKUltra tornaram razoável o possível uso posterior de guerra química e biológica no Congo-Zaire.

 

Ele notou que a Agência para o Desenvolvimento Internacional comissionou um estudo pela Escola de Estudos Internacionais da Universidade Columbia para examinar as posssibilidades de limitar o crescimento populacional do Congo-Zaire para “evitar a fome.” Como um exemplo, ele citou o despejo de resíduos radioativos altamente tóxicos no Congo-Zaire. AIDS, ele acusou, podeter sido a máxima medida populacional.

 

Fui informada que o The New York Times de 29 de janeiro de 1987, publicou uma história sobre o fato que o Zaire estava apoiando testes de imunização contra o vírus da AIDS. Este teste, cujos detalhes foram cuidadosamente mantidos em segredo, foi administrado por doze europeus e cfongoleses, inclusive o diretor médico Dr. Daniel Zagury. Alegadamente ele havia se auto-injetado com o produto. As inoculações tem a vantagem de alvos diretos que podem ser facilmente identificados e estudados, e que não tem meio de controlar ou conhecer a substância que estão recebendo. O pesquisador tem uma enorme latitude para administrar qualquer substância de sua escolha  e chama-la do nome que desejar.

Campanhas de vacinação não são apenas excelente disfarce para guerra biológica, elas próprias podem ser letais armas biológicas.

 

As teorias de Lederer sobre a origem da AIDS podem ser sumarizadas:

 

Teoria número um é apresentada por dois pesquisadores microbiologistas da Alemanha Oriental,  Jacob e Lilli Segal, que aceitam a exitência da AIDS e seu agente causal o HIV, mas insistem que isso foi um erro crasso militar. Teorias similares têm sido apresentadas por Robert Strecker e Sir John Scale, que por sua vez acusam a União Soviética por tal invenção. 

Ultimamente, o próprio Lederer ressalta que a inteira teoria artificial do HIV repousa na assunção que de fato o HIV seja o vírus que causa a AIDS, uma teoria que se torna crescentemente questionável. .

 
A segunda teoria: a Dioxina é um dos componentes do tristemente famoso Agente Laranja e também um sub-produto do PCP quando esta substância é queimada. Um par de veteranos do Vietnã são mencionados pelo autor  (Dave Bergh e Eal Zela Tex Aldredge) como proponentes da origem tóxica da AIDS.

Segundo estudos do EPA mencionados por Lederer, sítios de despejo de dioxina estão estreitamente paralelos a áreas de alta incidência de AIDS.

Susan Cavin, uma jornalista de uma revista lésbica, cita “mais de 23 sintomas de exposição indireta a dioxina paralelo aqueles de AIDS”.

 

O autor cita,

 

“sarcomas de tecido mole, perda de peso, desordens pulmonares, depleção de timo e baço, dano no fígado, desordens cerebrais e alterações da personalidade – resistência dramaticamente diminuída à infecção – severa depleção dos linfócitos T e leocócitos – infecções por fungos e linfomas”.

 

O artigo relata que,

“Veteranos do Vietnã estão experienciando linfomas em uma taxa um terço mais alta do que o esperado”.

 

Pouco que ninguém entenda que as vítimas tinham previamente sido inoculados com SV40 e abenovirus que se tornam ativados com a dioxina! 

Muito interessantemente,

“O CDC usa o modelo da Hepatite B para explicar a AIDS, isso é, ambas doenças afetam grupos muito similares”.

 

Tenha isso ocorrido a alguém seguir as trilhas da vacina da Hepatite, a gamas globulinas, as outras vacinas, os produtos animais de vacinação etc e estudar como eles se entrelaçam com a AIDS?

A terceira teoria de Lederer,

“foi desenvolvida por Mark E. Whiteside, M.D., e Caroline MacLeod, M.D., M.P.H., co-diretores do Instituto de Medicina Tropical em Miami, Flórida.”

Suas principais áreas de pesquisa foram Miami e Belle Glade (o centro com o maior percentual per capita de AIDS nos EUA).

Whiteside veementemente discorda da teoria de transmissão hetero sexual, oferecida para explicar a disseminação da AIDS em  Belle Glade, Fl., onde a população que é altamente afetada imita uma faixa que atravessa as populações de Terceiro Mundo. Ele diz que estes estudos são ”seriamente falhos por esmagador viés, controles inadequados e falta de dados de projeção” particularmente questionando o relacionamento entre a alta perecentagem de AIDS infantil em crianças cujas mães testam negativo na distribuição africana [ principalmente hetero sexual] de casos de AIDS, e as afirmações dogmáticas pelo governo da teoria da trasmissão sexual e o confinamento não usual da AIDS em Belle Glade em apenas uma vizinhança.

 

Alguns dos fatos simplesmente não podem ser reconciliados com a existente sabedoria convencional.

Estes pesquisadores acreditam, relata Lederer,

 

“que a AIDS seja uma doença ambiental baseada no trópico, causada ao menos por duas arbor viroses [vírus em insetos] chamadas maguari e dengue, ambas endêmicas nas regiões tropicais – o meio primário de transmissão sendo picadas de insetos sugadores de sangue – levando o vírus de pessoa a pessoa.” A AIDS corresponde ao cinturão de insetos em muitas partes do mundo. Antes dos dias modernos da AIDS, a região de maior densidade do sarcoma de Kaposi era na fronteira do Zaire com a Uganda.  Tais tumores tropicais de sarcoma de Kaposi e linfoma de Burkitt sempre estiveram ligados a condições ambientais – a distribuição destes tumores s correlacionam com a malária e infecção por arbo virus [transmissão por insetos]. Uma correlação entre os anticorpos do HTLV-III/LAV (HIV) e os anticorpos da malária também é notada. Uma outra correlação percebida por estes pesquisadores é a desconcertante similitude da AIDS com aquela da Tuberculose Pulmonar.

Quando Whiteside e MacLeod testaram pacientes da Flórida para mais de cinqüenta arbor-virus eles descobriram que uma porcentagem muito alta testaram positivo para os vírus da dengue e de maguari.

 

O vírus da dengue causa uma doença dolorosa similar a uma gripe severa; o vírus maguari não se sabe causar doenças em animais ou humanos mas pertencem a uma família associada com o Sarcoma de Kaposi.

Os anticorpos da dengue encontrados eram de dois tipos de vírus da dengue: Dengue  I e Dengue II que tem feito um pouco da suspeita viagem internacional.

“Dengue tipo I – tinha estado limitada ao Sudeste da Ásia e África até 1977, quando apareceu na Jamaica, Cuba e Porto Rico. Ele mais tarde se espalhou para o Haiti e outras ilhas caribenhas. “

Uma epidemia ocorreu em Cuba em 1977 que não foi apenas a primeira de Dengue I mas a primeira epidemia de dengue desde 1944. A Dengue tipo II era bem comum em uma forma mediana, mas em 1981 Cuba teve uma epidemia sem precedentes do tipo II ob a “forma de choque hemorrágico com sangramento interno e choque” –  que resultou em 300.000 doentes e 158 mortes inclusive 101 crianças abaixo dos quinze anos.

Os autores suspeitam que o movimento de tropas cubanas em Angola em 1977 possa ter causado algum deste salto transoceânico.

Em 1982 uma investigação do CAIB concluiu que a epidemia de dengue hemorrágico tipo II de 1981 em Cuba e outra de 1977 eram, “quase certamente o resultado de guerra biológica dos EUA. O laboratório de guerra biológica do exercito dos EUA em Fort Detrick, Maryland, por anos tem feito experimentos com doenças transmitidas por insetos em geral e Dengue em particular. Na década de 1950, o exército realizou testes de campo liberando enormes quantidades de mosquitos em comunidades negras da Georgia e da Flórida. Também foi relatado que a Dengue tipo I tinha sido isolada no Sul do Pacífico em 1974. Este relato apareceu no Boletim da Organização Mundial de Saúde em 1980. 

Vale a pena mencionar que a Rússia alegadamente produziu a máxima arma de guerra química e biológica na forma de um vírus mutante da Dengue conhecido como D7 que pode ter encontrado seu caminho para diferentes países pelo movimento de tropas ou outros meios. Se uma epidemia como esta causa grande preocupação porque demorar seis anos para tornar pública esta informação? Lederer questiona a validade da ligação Dengue-Maguari AIDS, porque países com altos níveis de Dengue têm baixos níveis de AIDS. Contudo, alguns pesquisadores estão atisfeitos que as arboviroses e a transmissão através de insetos sejam co-fatores, no mínimo, para a epidemia de AIDS. 

 

MAIS SOBRE AIDS

No novo livro do Prof. Robert O’Driscol Corrupção no Canadá , aparece um artigo escrito por J. L. Read intitulado Estratégia para Redução da População da Nova Ordem Mundial: AIDS:

 

Em  1938 O Sub-comitê de Recursos Nacionais sobre Problemas de População (NRS) recomendou em seu relatório ao Presidente Roosevelt que uma apropriada ação legislativa deva ser tomada a respeito dos problemas gobais de população. O NRS afirmou que,

“a transição de uma crescente população para um nível decrescente ou estacionário pode ser por inteiro um benefício para a vida da nação.”

Em 1970 o microbiologista Dr. MacArthur solicitou ao Comitê de Apropriações da Casa dinheiro para pesquisa molecular biológica com estas palavras:

“Dentro de cincoa dez anos provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que possa diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo conhecido causador de doença. E o que é mais importante, ele deve ser refratário aos processos iminológicos e terapêuticos  dos quais dependemos para manter nossa relativa liberdade de uma doença infecciosa”

 

O que é um virus?

 

Em seu livro Caçada ao Virus, AIDS, Cãnceres e Retrovirus Humanos , o Dr. Robert C. Gallo (o doutor a quem é creditada a descoberta da AIDS) afirma que os vírus são “obrigatoriamente parasitas celulares”. Isto significa que eles precisam de um outro meio para crescer e se reproduzir; portanto, eles invadem uma célula viva e a usam como sua casa. Os vírus são os menores organismos vivos conhecidos, precisando de um microscópio eletrônico ou aparelho similar que aumente 50.000 vezes para serem vistos. O vírus podem viver fora do, tecido vivo sob a forma de cristal indefinidamente. 

AIDS é também conhecida como HTLV-III ou Virus Linfotrófico de Células T que ataca as células T-4 do sistema imunológico. Um retrovírus é um vírus que tem uma enzima especial, a transcriptase reversa, que é capaz de se incorporar no DNA da célula hospedeira e assim usar o DNA dessa célula para produzir mais vírus; as células B são parte do sistema imunológico que ajudam a produzir anticorpos protetores.

 

As células T-4 do sistema imunológico são linfócitos, ou pequenas células sanguíneas brancas, que agem sobre os hormônios na glândula timo antes que eles alcancem a corrente sanguínea. As células T-4 ajudam a acelerar a produção de anticorpos pelas células B. Portanto, se as células T-4 são destruídas o corpo é incapaz de ajudar as células B na produção de anticorpos e morrerão por uma infecção oportunista.

Os vírus são conhecidos por ficarem latentes no organismo infectado. Assim, embora eles estejam presentes e potencialmente nocivos, eles estão dormentes, não buscando células para reprodução. A AIDS é sabida ter de três a cinco anos de incubação antes que o vírus comece ativamente a se reproduzir e danificar o sistema imunológico pela infecção.

Em 1972 na Convenção de Guerra Biológica foi decidido desmantelar nossos arsenais de guerra biológica. 

 

Robert Harris e Jeremy Paxman ressaltaram em Uma Mais Alta Forma de Matança

“Com a decisão de renunciar para sempre a guerra biológica, ´Fort Detrick tem sido transferido para o civil Instituto Nacional do Câncer. Mas parte do campo permaneceu secreta. Aqui o exército estabeleceu o Instituto de Pesquisa Médica Sobre Doenças Infecciosas do Exército, onde umpequeno grupo de biólogos continuariam a trabalhar nessas doenças que pragueiam a humanidade…”

 

Segundo o Dr. William C. Douglass em sua newsletter The Cutting Edge,

“O Instituto Nacional do Cãncer em colaboração com a OMS fizeram o vírus da AIDS em seus laboratórios em Fort Detrick, Maryland, tendo sido o principal laboratório responsável por todos os testes de guerra biológica do governo dos EUA .”

 

Dr. Douglass continua para afirmar,

“Eles combinaram retrovírus mortais, o vírus da leucemia bovina e o virus visna de carneiros e os injetaram em culturas de tecidos humanos”. 

 

Dr. Robert Strecker tem estudado intensamente o vírus da AIDS.

 

Em seu vídeo, The Strecker Memorandum, ele revela que na década de 1970,  

“O Registro Dinamarquês de Câncer [um painel internacional de especialistas] notou que é possível visualizar a mutação de um vírus em uma variedade de alta contagiosidade ao homem resultando em uma pandemia de doença neo-plástica antes que possamos desenvolver uma vacina”. 

 

Dr. Strecker concorre com o conceito de que a AIDS foi criada em um laboratório a partir do vírus bovino e do vírus visna através de um DNA recombinante.

Não apenas a OMS, via Fort Detrick, foi responsável pela criação da AIDS, mas também há esmagadora evidência que ela também foi responsável pela introdução deliberada e inicial da AIDS na população mundial. Em 1987, o editor de Science, Pearce Wright escreveu um artigo “vacina contra varíola desencadeou o vírus da AIDS”.

 

A OMS começou um programa de 13 anos de vacinação contra a varíola em países do Terceiro Mundo terminando em 1981. A vacina contra a varíola estava contaminada com o vírus da AIDS. Embora a OMS tenha admitido através de sua própria investigação que a vacina estava contaminada, ela tem suprimido sua descobertas. O artigo de Wright, que ligava o programa de vacinação e o aumento do número de vítimas da AIDS, especialmente na África, não apareceu na imprensa dos EUA. Uma conexão posterior apareceu no livro de,Cel. T.E. Bearden  Aids Biological Warfare.

 

Ele afirma ,

“A teoria da vacinação anti-variólica responderia pela posição dos Estados centro africanos como os países mais aflingidos, porque o Brasil tornou-se o pais mais afetado da América Latina e como o Haiti tornou-se a rota de disseminação da AIDS para os EUA; o Brasil, o único país sul americano coberto pela campanha de erradicação, tem a mais alta incidência de AIDS naquela região.” 

 

A poluição da vacina, inclusive da vacina Salk para pólio é extensivamente coberta em um vídeo da  Dr. Eva Snead intitulado AIDS: O Outro Lado da História.

 

Ela revela como a vacina pólio antes de 1962 era conhecida estar contaminada com SV-40 (vírus simiano 40). O virus contaminou a vacina porque a vacina da pólio era desenvolvida em células de rins de macaco e o virus simiano ou do macaco contaminou a vacina que era dada ao público.

 

Dr. Snead também ressalta que a pesquisa tem mostrado que o SV-40 é idealmente apropriado para manipulação genética, partição e criação de híbridos ou mutantes. Já que é conhecido que o vírus da AIDS, ou HTLV-III tem criado muitas cepas mutantes desde sua descoberta original, há uma possível conexão entre o vírus SV-40 e a contaminação ampla e obrigatória das vacinas pólio dadas. Novamente a informação de contaminação da vacina pólio pelo perigoso vírus simiano foi retirada do público, embora o governo estivesse bem ciente deste fato.

 
O governo quer nos fazer acreditar que a AIDS iniciou-se na população homossexual e de lá tenha se disseminado. Para ajudar a criar esta realidade, os Centros de Controle de Doença [CDC] estabeleceram um programa de inoculação em 1978 que tihna como alvo a população homossexual.  O Dr. W. Szmuness, chefe do banco de sangue de New York, divisou as regras para o estudo de vacinação contra a Hepatite B. Ela era para ser administrada a homens homossexuais não monogâmicos entre as idades de 20 e 40 anos. Mais de mil foram inoculados. O Dr. Alan Cantwell relata em seu livro AIDS e os Doutores da Saúde que,

“os homossexuais recentemente liberados estavam ansiosos em cooperar com o governo em assuntos da saúde gay… dentro de uma década, a maioria dos homens no experimento estariam condenados a morrer.”

 

O CDC admitiu em 1984 que no mínimo 60% daqueles que receberam a vacina contra a Hepatite B estavam infectados pela AIDS. Eles desde então têm se recusado a dar qualquer outra informação sobre o assunto. 

 

ALDOUS HUXLEY

Em 1959, durante uma palestra realizada em Santa Barbara, Califórnia,  Aldous Huxley disse, em parte:

 

“Em geral, pode-se dizer que é apenas quando seres humanos são ameaçados por alguém mais que eles estão prontos para se unirem e aceitar privações de curto prazo; eles estão prontos para se unirem sob a ameaça de guerra e catástrofe. Indubitavelmente, a melhor coisa para um governo mundial sob a lei seria uma invasão vinda de Marte. Infelizmente, isso é mais do que improvável acontecer. Mas é possível nos persuadir que depois de todos os seres humanos srem seus próprios marcianos, que com a super população e super organização e super tecnilização, estamos cometendo imensas agressões conrta nós mesmos? Podemos nos unir contra nós para nossos mais altos interesses? Isto pode ser possível, que o que vemos como uma tubulação de tempo de paz na seja de fato uma tubulação de tempo de paz, ma que haja uma ameaça real pendurada sobre todos nós todo tempo contra a especulação remota, mas é possível que tal argumento possa finalmente persuadir as pessoas a dar o passo para obter algo juntas e formar um governo em que todos devam viver juntos sob a lei”.

 

 

O RELATÓRIO GLOBAL 2000 AO PRESIDENTE

ENTRANDO NO SÉCULO XXI

 

COMISSÃO SOBRE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO E O FUTURO AMERICANO (1970)

Em julho de 1969 o Presidente Nixon enviou ao Congresso uma primeira mensagem histórica sobre população, recomendando o estabelecimento de uma legislação de uma comissão de faixa azul para examinar o crescimento da população da nação e o impacto que terá  ano futuro americano.  

 

John D. Rockefeller III, que havia iniciado o Conselho de População, tem estado urgindo desde  os dias iniciais da administração Eisenhower que uma tal comissão fosse estabelecida. Lyndon Johnson tinha se recusado a ver  Rockefeller em 1964, mas por 1968, ele estava pronto para manter a pressão e estabeleceu o Comitê Presidencial Sobre População e Planejamento Familiar: a Transição da Preocupação para a Ação. Isto recomendou que os serviços de planejamento familiar fossem estendidos a cada mulher americana incapaz de arcar com seus custos. Ele também recomendou o aumento  nos orçamentos do HEW e do Escritório de Oportunidade Econômica para o propósito de pesquisa de população. O relatório foi liberado sem publicidade em janeiro de 1969, exatamente antes de acabar o mandato de Johnson. Ele não se encontrou com, o comitê para receber o relatório nem deu qualquer declaração sobre isso.

Em 1969, a pressão de Rockefeller por uma comissão presidencial teve a cumplicidade do conselheiro presidencial Moynihan, que convenceu Nixon que era tempo de enfrentar os problemas de população. O presidente pediu em sua mensagem ao congresso que fosse designada uma comissão para desenvolver projeções de população e estimar o impacto de um aumento antecipado de cem milhões na população dos EUA pelo ano 2000.

 

Neste ínterim, o presidente pedia mais pesquisa “sobre métodos de controle da natalidade” e pelo estabelecimento, como objetivo máximo nacional, de “provisão de adequados serviços de planejamento familiar dentro dos próximos cinco anos para todos aqueles que os desejassem mas não pudessem pagar.”

 

Em sua mensagem ao Congresso, Nixon declarou:

Um dos mais sérios desafios ao destino humano neste último terço deste século será o crescimento da população. Seja qual for a resposta do homem a este desafio será a causa de orgulho ou desespero no ano 2000 e dependerá muito do que façamos hoje. Se agora começarmos nosso trabalho de modo apropriado, e se continuarmos a devotar uma considerável quantidade de atenção e energia a este problema, então a humanidade será capaz de superar este desafio que tem desafiado tantos na longa marcha da civilização.

 

Quando o Congresso aprovou uma lei em  março de 1970 criando a Comissão sobre Crescimento da População e o Futuro Americano, o Presidente Nixon nomeou John D. Rockefeller III presidente do grupo de 24 membros.

A conclusão da Comissão foi que não resultaria qualquer benefício substancial para o continuado crescimento da população da nação.

 

“O problema da população, e o crescimento ético com mo qual está intimamente relacionado, reflete as mais profundas condições externas e os mais fundamentais valores político, econômico e filosóficos. Consequentemente, melhorar a qualidade de nossa existência enquanto crescemos vagarosamente, exigirá nada menos do que a reformulação básica dos valores americanos. “  

 

As mais de 60 recomendações da Comissão incluíam:

 

A criação de um Escritório de Crescimento de População e Distribuição dentro do Escritório Executivo do Presidente.

 

O estabelecimento, dentro do Instituto Nacional de Saúde, de um Instituto Nacional de Ciências de População para fornecer uma adequada estrutura institucional para a implementação de um programa grandemente expansivo de pesquisa em população.

 

Legislação pelo Congresso estabelecendo um Conselho de Conselheiros Sociais com uma das principais funções sendo o monitoramento das variáveis demográficas. 

 

A adição de um censo no meio da década sobre população

 

Planejamento nacional para uma população estabilizada

 

Estas recomendações foram ofuscadas, ao menos na publicidade dada a elas, pelas recomendações que os estados adotassem legislação permitindo que menores, “recebam informação profilática e preventiva e serviços apropriados sensíveis a suas necessidades e precupações” e que “ as presentes leis estaduais que restringem o aborto sejam liberalizadas ao longo das linhas do estatuto de New York, e tal aborto seja realizado por solicitação por médicos devidamente licenciados sob condições de segurança médica”.

 

A Comissão também recomendou que o aborto fosse coberto pelos planos de saúde, e que os governos federal, estaduais e municipais tivessem fundos disponíveis para sustentar os abortosd nos estados com estatutos liberalizados.

O Presidente Nixon não estava feliz com o relatório da comissão divulgado em março de 1972 e no início de sua campanha para reeleição grandemente por causa das recomendações de aborto liberalizado e o fornecimento de contraceptivos a adolescentes. [em 1972 esta era uma questão maior até mesmo que o aborto]. 

O Presidente encontrou-se apenas por alguns minutos com  Mr. Rockefeller. He superficiamente recebeu o relatório da comissão mas divulgou uma declaração o repudiando, Nenhuma palavra de apoio foi adiante para o conceito de população est6abilizada que ele havia apoiado em 1969.

Embora todos os membros da comissão tenham mostrado seu apoio ao assinar o relatório, vários membros escreveram declarações minoritárias sobre certas recomendações, especialmente sobre o aborto. A comissão debateu estes dois assuntos controversos, já que estas reomendações não eram de maior importância demográfica. Mas o presidente Rockefeller sentiu que este era somente o direito da maioria da comissão ser capaz de emitir uma opinião sobre todos os assuntos relevantes.

O tempo para o relatório foi desafortunado no que durante os três anos desde a menagem sobre população de Nixon, o público tinha vindo a concordar sobre a estabilização do crescimento da população e a meta de uma família de dois filhos já havia sido alcançada nas estatísticas. A comissão não fez recomendações sobre recursos e áreas de meio ambiente.

 

O diretor subtituto da equipe de Comissão da População, Robert Parke, sentiu que os volumes de relatório e pesquisa fizeram uma base forte para esforços futuros em enfrentar os problemas de crescimento populacional. E ele acreditava que a comissão e sua equipe tinham aprendido ao menos uma lição de valor: uma comissão estudando uma matéria controversa não deve publicar Sr relatório durante uma campanha presidencial. 

COMISSÃO NACIONAL SOBRE POLÍTICA DE MATERIAIS (1970)

O Congresso legislou uma nova comissão nacional sobre política de materiais no outono de 1970 como parte do Ato de Recuperação de Recursos.

Esta comissão não tentou um inventário de recursos materiais e atualizar a Comissão Paley; muito mais, ela concentrou sua atenção na área política e enfatizou os apectos ambientais de problemas com recursos, uma área que a comissão Paley havia ignorado. A nova comissão foi contratada para um estudo da demanda estimada de dez produtos pelo ano 2000. As maiores recomendações da comissão, quando ela foi relatada ao presidente e ao congresso em junho de 1973, eram principalmente diretivas política gerais: “Atingir um equilíbrio entre a necessidade de produzir bens e a necessidade de proteger o meio ambiente modificando o sistema de materiais para que todos os recursos, inclusive o meio ambiente, sejam pagos pelos usuários”.

 

Lutar por um equilíbrio entre o suprimento de materiais e a demanda pelo seu uso por uma aumentada produção de materiais primários e pela conservação através de acelerar a reciclagem dos desperdícios e maior eficiência no uso de materiais. Gerenciar a política dos materiais mais efetivamente ao reconhecer os complexos interrelacionamentos do sistema materiais-energia-meio ambiente de forma que as ordens legais executivas e práticas administrativas reforcem a política e não a contra-ataquem.

 

 

INSTITUTO INTERNACIONAL PARA ANÁLISE  APLICADA DE SISTEMAS [IIASA] (1972)

Um  instituto único com uma abordagem holística de problemas comuns que não podem ser resolvidos apenas por um país é o IIASA. O Instituto está situado próximo a Viena, Áustria e apóia aproximadamente cem cientistas de pesquisa. Ele é considerado não governamental porque seus membros são instituições científicas de nações participantes e não próprias entidades de governo. Ele foi fundado em outubro de 1972 pela iniciativa de academias de ciência ou instituições equivalentes em 12 nações inhdustriais, do Oriente e do Ocidente [desde então, instituições de cinco outros países tem se juntado ao instituto].

 

A Academia de Ciências da URSS e a Academia Nacional de Ciências dos EUA [fundada pela Fundação Nacional de Ciencias] contribuem com a maior parte do apoio financeiro e fontes particulares tais como fundações filantrópicas e corporativas contribuem com aproximadamente um milhão de dólares por ano. Os programas do IIASA são classificados ou como programas “globais” [programas que afetam e podem ser resolvidos apenas por ações de mais de uma nação] e “universais”  [aqueles que afetam e podem ser resolvidos por ações individuais ma que todas as nações partilhem]. Como indica o nome do instituto, sua pesquia científica e estudo se concentram em aplicar métodos modernos de análise aos problemas contemporâneos da sociedade, usando instrumentos de gerenciamento moderno, tais como teoria de sistemas, pesquisa de operações e cibernética. A ênfase é colocada em tentar etablecer uma ponte entre a lacunas existentes entre os cientistas e os tomadores de decisões

 

Os resultados dos estudos são amplamente comunicados através de publicações distribuídas por membros de instituições científicas, e um esforço é feito para informar os não especialistas dos resultados dos estudos dos problemas internacionais. Dois atuais maiores projetos globais são sobre sistemas de energia e alimentos e agricultura. O projeto de energia está se concentrando em encontrar estratégias para a transição nos próximos 15 a 50 anos de uma economia energética baseada em petróleo, gás e carvão convencional para uma economia baseada em recursos virtualmente inexauríveis – solar, nuclear e geotérmica – bem como, em alguma extensão, novas fontes de carvão.

 

As atividades de pesquisa incluem o estudo de implicações de sistema da exploração de escarsos recursos energéticos,estudos de demanda de energia,  tal como aquele projetos de demanda global de energia a respeito da regiões em desenvolvimento, crescimento da população mundial e mudanças no estilo de vida; e um estudo de estratégias relacionadas a problema do risco nuclear para os tomadores de decisão. O relatório final do projeto sobre energia é esperado em 1979.

 
Embora o IIASA seja composto por representantes científicos das nações industriais, o programa de alimentos e agricultura diz respeito também a um número de países menos desenvolvidos que têm economias agrícolas. Os objetivos do programa são avaliar a natureza e as dimensões da situação mundial de alimentos, estudar alternativas de atuação política a níveis nacional, regional e global que possam aliviar os existentes e emergentes problemas de alimentos, e determinar como atender as necessidades nutricionais da crescente população global.  

Projetos típicos incluem o desenvolvimento de um modelo de interdependência dinâmica entre os padrões de migração e assentamento humanos e a tecnologia agrícola, identificando e mensurando a conseqüências ambientais do uso da água na agricultura como constrangimentos sobre as estruturas agrícolas de alguns países menos desenvolvidos piloto – descrevendo os objetivos da políticas agrícola deles e divisando o planejamento de  modelos apropriados para estimativa das conseqüências de políticas nacionais alternativas.

 

COMISSÃO NACIONAL SOBRE SUPRIMENTOS E ESCASSEZ
COMITÊ DE ACONSELHAMENTO SOBRE PROCESSOS DE POLÍTICA DE CRESCIMENTO NACIONAL  (1975)

Uma outra iniciativa da era Nixon-Ford no campo de materiais com um maior objetivo nacional foi o Comitê Nacional sobre Suprimentos e Escassez e seu separado Comitê de Aconselhamento Sobre Processos de Política de Crescimento Nacional. Estas atividades, como a Comissão Nacional sobre Política de Materiais de 1971-73, foram concebidos pelo Congresso. A Comissão não tentou qualquer nova coleta de dados ou fez projeções de oferta-demanda  para o futuro. Ao invés, ela analisou a informação  disponível, concluindo que ”vemos pouca razão para temer que o mundo fique sem recursos naturais durante o próximo quarto de século.” O relatório da Comissão foi publicado na primeira semana de 1977.

Em seu relatório ao presidente e ao congresso, o Comitê de Aconselhamento urgiu que a nação não se torne uma sociedade planejada mas uma sociedade planejadora. O planejamento adequado e aberto para o futuro resultaria em menos interferência do governo e a necessidade de intervenção do governo seria mais considerada, mais oportuna e menos de mão pesada. A principal recomendação do relatório era pela institunacionalização do procsso de planejamento em uma agência independente do ramo executivo a ser criada pelo Congresso e chamada Comissão Nacional de Crescimento e Desenvolvimento.

 

A nova comissão teria a incumbência “de examinar matérias emergentes de desenvolvimento e crescimento a médio e longo prazo, sugerir alternativas possíveis para o Congresso, o Presidente e o público.”

 

[Ainda citando do Relatório Global 2000 ao Presidente dos UA – Entrando no Século XXI, publicado em 1980:]

 

ALGUMAS OBSERVAÇÕES

Pelos últimos 70 anos a liderança da nação tem percebido periodicamente a necessidade de uma análise de longo prazo dos problemas relacionados aos recursos naturais, população ou meio ambiente. Em sua maior parte, estes assuntos têm sido endereçados em uma base ad hoc por comissões indicadas pelo presidente e outros grupos temporários para estudar a situação, fazer relatórios e então serem debandadas. Como um resultado, os tomadores de decisão continuam a lidar primariamente com os problemas imediatos enquanto a consideração sobre como se preparar para as condições que possam existir em 10, 20 ou 30 anos no futuro é adiada pela falta de informação sistemática ou adequada sobre a opções disponíveis e sobre as escolhas alternativas de impacto social, econômico e ambiental.

As comissões orientadas para o futuro ou os grupos de estudo têm geralmente estudado os problemas dos recursos naturais separadamente dos problemas relacionados à população e ao meio ambiente. Sempre tem havido um reconhecimento insuficiente da interrelação entre estes três assuntos. Cada ano sucessivo, na medida em que os problemas se tornam mais complexos e as interrelações mais envolvidas, a necessidade de uma abordagem holística para a tomada de decisão se torna mais urgente.

A maioria das análises de problemas futuros em população,  recursos naturais e meio ambiente têm sido feitas apenas em base nacional. O Presidente Truman reconheceu a necessidade de avaliar as implicações globais dos recursos naturais quando ele construiu sua Comissão de Política de Materiais em 1951 para fazer seu estudo da política internacional de materiais no escopo, no mínimo na extensão de considerar as necessidades e os recursos da nações amigas. Mas conquanto os efeitos nocivos do crescimento da população, esgotamento de recursos e poluição disseminada atravessam fronteiras e oceanos, a abordagem internacional para o planejamento de soluções a longo prazo para estes problemas continuam a ser negligenciadas.

Quando comissões ou outros corpos têm sido criados para considerar os problemas a longo prazo da população, recursos naturais e meio ambiente, sua efetividade tem sido dificultada pela falta de determinações para acompanhamento de suas recomendações. Em vários casos os chefes de comissões sentiram tão fortemente a necessidade de instituições que fossem adiante que eles criaram organizações privadas.

Uma recomendação tem sido feita por virtualmente toda comissão presidencial sobre população, recursos naturais ou meio ambiente: o estabelecimento de um corpo permanente em algum lugar alto do ramo executivo para realizar continua pesquisa e análise futuras. Embora a idéia da localização de um tal corpo tenha variado, as propostas geralmente têm indicado que uma instituição com acesso ao presidente pode explorar metas potenciais, buscar tendências, olhar possibilidades alternativas para realizar os objetivos estabelecidos.

Uma instituição permanente teria muito mais liberdade na escolha do momento de apresentar novas idéias e assim evitar os problemas relacionados com a política e o tempo apropriado que frequentemente tem frustrado as atividades das comissões temporárias. O interesse de um presidente ou congresso ou o público provaram ser muito maiores no tempo em que um estudo é iniciado do que quando ele é completado – a Comissão de Política de Materiais foi indicada pelo Presidente Truman em janeiro de 1951, quando o envolvimento militar na Coréia tinha introduzido os temores de escassez que ainda estavam frescos nas mentes dos administradores e do público seguindo a segunda guerra mundial. Mas quando o relatório da comissão foi para o presidente em junho de 1952 o assunto da escassez  tinha perdido sua prioridade na preocupação do público. Quando o Presidente Nixon enviou uma mensagem ao Congresso pedindo a criação de uma comissão para estudar o crescimento populacional, o assunto era politicamente atraente na medida em que o público estava preocupado com a elevação das taxas de natalidade. Mas ao tempo em que o relatório foi submetido, as estatísticas mostravam que as taxas nacionais de natalidade já haviam declinado a uma taxa de estabilidade – dois filhos por família – e o assunto tinha menos importância política.

 

Um outro fator de tempo desfavorável foi que o relatório foi enviado ao presidente no início de sua campanha para reeleição em 1972, e algumas recomendações da comissão levantavam a controvérsia, fazendo com que o presidente repudiasse o trabalho da comissão.  Por outro lado, a liberação do relatório da Comissão de Revisão dos Recursos de Recreação ao Ar Livre veio a um tempo quando a popularidade da recreação ao ar livre estava “bombando” e o Congresso dava boas vindas as soluções encontradas para os problemas relacionados ao uso de terras públicas para a recreação crescente, parques nacionais e florestas nacionais.

 

Um outro problema de tempo apropriado foram as freqüentes longas demoras entre a solicitação de uma comissão e sua criação, ou entre o tempo em que a lei era aprovada e o presidente indicava os membros públicos. Algumas vezes o período permitido para o estudo era curto demais, como com a preparação de um Relatório Social. Este estudo também ocorreu dentro de um problema de tempo oportuno: tendo sido iniciado por um presidente, o estudo foi então submetidono fim de seu mandato ou ao seu sucessor.

Por todas estas razões, muitos observadores tem demandado a instituição por lei de um grupo permanente na Escritório Executivo do presidente para institucionalizar a coordenação a longo prazo de considerações holísticas e globais de população, recursos e meio ambiente e assuntos relacionados. 

MAIORES ACHADOS E CONCLUSÕES DO RELATÓRIO GLOBAL 2000


Se as atuais tendências continuarem, o mundo em 2000 será mais apinhado, mais poluído, menos estável economicamente e mais vulnerável ao rompimento do que o mundo em que ora vivemos. Sérios estresses envolvendo  população, recursos e meio ambiente estão claramente visíveis a frente. A despeito da maior saída material, os povos do mundo serão mais pobres de muitos modos do que eles são hoje.

 

Para centenas de milhões de desesperadamente pobres, a obtenção de alimentos e outras necessidades da vida não serão melhores. Para muitos será até pior. Barrando os avanços revolucionários em tecnologia, a vida para a maioria de pessoas na Terra será mais precária em 2000 do que agora – a menos que as nações do mundo atuem decisivamente para alterar as tendências atuais. Isto, em essência, é a imagem que emerge das projeções do governo dos EUA das prováveis mudanças na população mundial, recursos e meio ambiente pelo fim do século, como apresentada no Relatório Global 2000. Eles não prevêem o que acontecerá. Muito mais, eles apresentam condições que são prováveis de se desenvolverem se não houver mudanças nas políticas públicas, instituições ou taxas de avanço tecnológico e se não houver guerras ou outros  maiores rompimentos. Uma consciência mais aguda da natureza das tendências atuais, contudo, pode introduzir mudanças que alterem estas tendências e a projetada conseqüência.

O crescimento rápido da população mundial dificilmente terá se alterado pelo ano 2000. A população mundial crescerá de quatro bilhões em 1975 para 6.5 bilhões em 2000, um aumento de mais de cinqüenta por cento. 90% deste crescimento ocorrerá nos países mais pobres. A produção mundial de alimentos é projetada para crescer 90% durante os trinta anos entre 1970 e 2000. Ao mesmo tempo, os preços reais dos alimentos são esperados dobrarem. A terra arável aumentará apenas 4% por 2000, ainda que a aumentada produção de alimentos terá vindo de rendimentos mais elevados – fertilizantes, pesticidas, energia para irrigação e combustível para maquinário – dependam pesadamente de petróleo e gás.

Durante a década de 1990 a produção mundial de petróleose aproximará da estimativa geológica de capacidade máxima de produção, até mesmo rapidamente aumentado os preços do petróleo. O estudo projeta que as mais ricas nações industralizadas erão capazes de demandar bastante petróleo e outros suprimentos comerciais de energia na década de 1990. Com os esperados aumentos de preço, muitos países menos desenvolvidos terão dificuldades crescentes de obter as necessidades de energia. Porque um quarto da humanidade depende primariamente de madeira para combustível, o panorama é desolador. As necessidades de madeira-combustível excederão os suprimentos disponíveis em quase 25% na virada do século. Conquanto os recursos finitos mundiais de combustível – carvão, petróleo, gás, areias de alcatrão, urânio – sejam teoricamente suficientes por séculos, eles não estão uniformemente distribuídos; eles oferecem problemas difíceis econômicos e ambientais e eles variam grandemente em sua aptidão para exploração e uso.

 

Os recursos minerais não combustíveis geralmente parecem suficientes para atender a demandas projetadas para 2000 mas descobertas posteriores e investimentos serão necessários para manter reservas. Além disso, os custos de produção aumentarão com os preços de energia e pode  tornar não econômicos alguns recursos minerais não energéticos. O quarto da população mundial que habita os países industriais continuará a absorver três quartos da produção mineral mundial.

 

A escassez de água regional tornar-se-á mais severa. No período 1970-2000 o crescimento populacional sozinho causará que a necessidade de água dobre em quase metade do mundo. Ainda maiores aumentos serão necessários para melhorar padrões de vida. Em muitos países não desenvolvidos os suprimentos de água se tornarão crescentemente erráticos por 2000 como resultado da intensiva deflorestação. O desenvolvimento de novos suprimentos de água se tornarão mais custosos virtualmente em todos os lugares. Perdas significativas das florestas mundiais continuarão durante os próximos vinte anos na medida em que a demanda por produtos florestais e madeira-combustível aumente.

A séria deterioração de solos agrícolas que ocorre mundialmente, devido a erosão, perda de matéria orgânica, desertificação, salinização, alcalinização e  encharcamento. Já uma área de plantio e grama aproximadamente do tamanho do Maine está se tornando árida a cada ano e a disseminação de condições tipo deserto é provável acelerar.

As concentrações atmosféricas de dióxido de carbono e os químicos que provocam a depleção do ozônio são esperados aumentarem em taxas que podem altera o clima mundial e a atmosfera superior significativamente por 2050. A chuva ácida da aumentada combustão de combustíveis fósseis [especialmente carvão] ameaça danificar lagos, solos e plantações. Mateiais radioativos e outros materiais nocivos apresentam problemas de segurança e para a saúde em números crescentes de países.

Extinções de espécies de animais e plantas aumentarão dramaticamente. O futuro apresentado pelas projeções do governo dos EUA, brevemente ressaltadas acima, podem realmente destacar os problemas iminentes.

Nas taxas de crescimento atuais e projetadas, a população mundial alcançaria dez bilhões em 2030 e se aproximaria dos 30 bilhões pelo fim do século XXI. Estes níveis correspondem estreitamente às estimativas da Academia Nacional de Ciências dos EUA da capacidade máxima de suportar do inteiro planeta. De fato, os problemas de preservar a capacidade de sustentação da Terra e manter a possibilidade de uma vida decente para os seres humanos que a habitam são enormes e estão sobre nós. Ainda que haja razão para esperança. Deve ser enfatizado que as projeções do estudo Global 2000 são baseadas na presunção de políticas que contemplem a estabilização da população, a conservação de recursos e proteção do meio ambiente  que dvem permanecer essencialmente não desafiadas no fim do século.

Os EUA, possuindo a maior economia global, podem esperar que suas políticas tenham uma influência significativa nas tendências globais. Uma prioridade igualmente importante para os EUA é cooperar generosa e justamente com outras nações – paricularmente nas áreas de comércio, investimento e asistência – na busca de soluções para muitos problemas que se estendem além de suas fronteiras nacionais.

 

Com suas limitações e aproximações a grosso modo, o relatório Global 2000 pode ser visto como não mais do que um reconhecimento do futuro: não obstante suas conclusões são reforçadas por achados similares de outros estudos globais recentes que foram examinados no curso do estudo Global 2000. Todos estes estudos estão em acordo geral com a natureza dos problemas e as ameaças que eles oferecem ao bem estar futuro da humanidade. A evidência disponívl não deixa dúvida que o mundo – inclusive esta nação – enfrenta problemas enormes, urgentes e complexos nas décadas imediatamente a frente. Mundanças imediata e vigorosas na política pública ao redor do mundo são necessárias para evitar ou minimizar estes problemas antes que eles se tornem não gerenciáveis. Longos tempos de direcionamento ao necessários para uma ação efetiva.   Se a decisões forem retardadas até que os problemas se tornem piores, as opções para uma ação eficaz serão severamente reduzidas.

 

 

Parte V

A ONU TOCA O ALARME
26/12/1995
 

 

No livro deles, Curando o Planeta – Estratégias para Resolver a Crise AmbientalPaul e Anne Ehrlich escreveram:

 

“Neste século, a humanidade tem se tornado uma verdadeira força planetária ecológica, seus efeitos indo muito além da transformação do panorama para incluir a alteração da composição da atmosfera globalmente, interferindo com os ciclos nutrientes planetários, modificando o clima e exterminando outras formas de vida. Em sua perpectiva histórica, a mudança – de uma escala de impacto modesta para uma esmagadora, e de um impacto positivo para um negativo em sua capacidade de sustentabilidade – foi quase instantânea e monumental: as atividades humanas agora parecem estar baixando a capacidade de sustentação a longo prazo e incluindo riscos em uma escala inimaginável a menos de um período de vida atrás.”

 

E também, mais tarde:

 

“Controlar o crescimento populacional é crítico. Não podemos enfatizar tão fortemente que recursos significativos devam ser direcionados para programas que limitem o crescimento da população nos EUA e no mundo. Por causa das lacunas  construídas no tempo, a menos que o impulso nos números humanos seja parado logo e um encolhimento gradual da população comece, não há esperança de resolver os problemas discutidos neste volume.”

 

Do lado do impacto ambiental da discussão, os Ehrlichs escreveram:

Medido pelo uso comercial da energia,cada americano, em média, causa 70 vezes mais dano ambiental que um ugandense ou laociano, 20 vezes mais do que um hindu e dez vezes mais que um chinês; aproximadamente o o dobro dos cidadãos do Japão, Reino Unido, França, Suécia ou Austrália.

 

Os americanos usam mais de 50% de energia que os cidadãos soviéticos [que não obtante tem causado até mesmo mais protesto por usar isso com eficiência mínima e virtualmente sem eforço de evitar dano ambiental]. Em termos de uso de energia per capita somente o Canadá, Luxemburgo e uns poucos produtores de petróleo estão realmente em nossa liga. Visto ob esta luz, os EUA são o país mais superpopuloso do mundo. Eles são a quarta maior nação em população, agora tendo mais de 250 milhões de pessoas e cada americano conome mais das riquezas da Terra do que quaquer uma da ourtas “dez grandes” nações… Por causa de sua combinação de uma enorme população, grande influência e tecnologias nocivas, os EUA têm o maior impacto de qualquer nação sobre o frágil meio ambiente da Terra e seus recursos limitados.  

 

 

ECO-92 … CARTA DA TERRA  (20 de setembro de 1991)

Em setembro de 1991,como uma preliminar a Conferência da Terra da ONU realizada no Brasil em 1992,as asociações dos EUA, Canadá e Iowa na ONU patrocinaram uma Audiência Pública no Meio Oeste em  Des Moines, Iowa. Na audiência de Iowa, realizada em cooperação com o Secretariado da Conferência da ONU no Brasil, um documento mais do que surpreendente foi circulado particularmente entre alguns dos representantes. Esse documento revela o pensamento da ONU sobre população mundial. 

 

O tempo é de presionar. O Clube de Roma foi fundado em 1968, Limitação ao Crescimento foi escrito em 1979, mas tem sido feito um progresso insuficiente na redução da população.
 

  1. Dado a instabilidades globais, incluindo aquelas do antigo bloco soviético, a necessidade de controle firme de tecnologia mundial, armamento e recursos naturais agora é abolutamente obrigatório. A redução imediata da população mundial, segundo as recomendações de meados dos anos de 1970 do Fundo Draper, devem ser imediatamente colocadas em vigor. 
  2. A atual vasta superpopulação, agora muito além da capacidade de sustentabilidade mundial, não pode ser respondida por reduções futuras  na taxa de natalidade devidas a contracepção, aborto e esterilização ma devem ser encontradas no presente pela redução nos números existentes atualmente.  Isto deve ser feito por qualquer meio que seja necessário.
  3. O assunto é falsamente debatido entre uma abordagem política e uma cultural para população e recursos, quando de fato, enfrentados pela teimosa obstrução e expedientes políticos do dia-a-dia que fazem a maioria dos líderes dos países mais pobres e populosos do mundo não confiáveis, o assunto é de cooperação obrigatória. 

D.  A cooperação obrigatória não é debatível com as 186 nações, a maioria      dos líderes são irresolutos, condicionados por culturas locais e faltantes de noções apropriadas da Nova Ordem Mundial. O debate significa retardar e falificar nossos objetivos e propósitos. 

O mesmo documento direciona que a seguinte política deve ser implementada:

  1. O Conselho de Segurança da ONU, liderado pelos maiores poderes nações anglo-saxônicos, decretarão que daqui em diante o Conselho de Segurança infomará todas as nações que seu  sofrimento sobre população tem acabado, que todas as nacos tem cotas para redução em base anual, que entratá em vigor pelo Conselho de Segurança um embargo total ou seletivo de itens de crédito de comércio incluindo alimentos e remédios, ou pela força militar, quando necessária. 
  2. O Conselho de Segurança da ONU informará todas as nações que a noções desatualizadas de toda soberania nacional serão descartadas e que o Conselho de Segurança tem completa juridição legal, militar e econômica em qualquer região do mundoe que isso será colocado em vigor pelas maiores nações do Conselho de Segurança.  
  3. O Conselho de Segurança da ONU tomará posse de todos os recursos naturais, inclusive cabeceiras de água e grandes florestas, para serem usados e preservados para bem da maiores nações do Conselho de Segurança.   
  4. O Conselho de Segurança da ONU explicará que nem todas as raças e pessoas são iguais, nem devem elas ser . [soa notavelmente similar a Fazenda Animal de George Orwell].Aquelas raças que se provem superiores por obtenções superiores devem governar as raças inferiores, cuidando delas sobre o sofrimento na medida em que ela cooperarem com o Conselho de Segurança. Tomadores de decisão, inclusive sistema bancário, comércio, taxas de moedas e planos de desenvolvimento econômico serão feitos em mordomia pelas nações maiores.   
  5. Tudo acima constitue a Nova Ordem Mundial, na qual, todas as nações, regiões e raças cooperarão com as decisões das nações maiores do Conselho de Segurança. 

O propósito deste documento é demonstrar que a ação retardada pode ser fatal. Tudo pode ser perdido se a mera oposição das raças menores for tolerada e vacilações desafortunadas de nossos camaradas mais próximos seja causa para heitação. A declaração aberta do intento seguida por força deciiva é a solução final. Isto deve ser feito antes que qualquer choque atinja nossos mercados financeiro, toldando nossa credibilidade e talvez diminuindo nossa força.

 

CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

Em 22 de dezembro de 1989, a Resolução 44/228 intitulada Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU foi adotada sem um voto. Esta resolução pedia que o Encontro da Terra fosse realizado no Brasil em 1992 e criava o Dia da Terra em 5 de junho de 1992. Vamos olhar os conteúdos desta resolução tremendamente importante da ONU, ainda que pouco conhecida.  [Nota: entendo que a maioria das “resoluções” sejam puramente escrita. Este não é o caso – bem, talvez um pouco. Leia e fique surpreso com o amplo impacto avassalador para todos. Devido a importância e o escopo desta resolução decidi incluir aqui a maioria do documento]

 

Recordando sua resolução 43/196 de 20 de dezembro de 1988 em uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento da ONU,

Tomando nota da decisão 15/3 de 25 de maio de 1989 do Conselho Diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU 161/ [A/44/25] sobre uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Tomando nota também da resolução 1989/87 de 26 de julho de 1989 do Conselho Econômico e Social  sobre uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Tomando nota da resolução 1989/101 de julho do Conselho Econômico e Social intitulada “Fortalecendo a Cooperação Internacional sobre meio ambiente: provisão de adicionais recursos financeiros para os países em desenvolvimento”,   

Recordando também a resolução da Assembléia Geral 42/186 de 11 de dezembro de 1987 sobre Perspectiva Ambiental do Ano 2000 e além sobre o relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento,   162/[A/42/427],

Tomando nota do relatório do Secretário Geral sobre a questão de realização de uma conferência da ONU sobre meio ambiente e desenvolvimento, 163/[A/44/256/1989/66],

Consciente das opiniões expressadas pelos Governos no debate em plenário realizado em sua 44ª. Sessão sobre a realização de uma conferência da ONU  sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Recordando a Declaração da Conferência da ONU  sobre Meio Ambiente Humano, 164/,

Profundamente preocupado pela deterioração continuada do estado do meio ambiente e a séria degradação dos sistemas globais sustentadores da vidaq, bem como pelas tendências que, se isso for permitido continuar, podem romper o equilíbrio ecológico global, colocar em risco as qualidades sustentadoras de vida da Terra e levar a uma catástrofe ecológica, reconhecer que a ação global urgente é vital para proteger o equilíbrio ecológico da Terra,

Reconhecer a importância de todos os paíes para proteção e aperfeiçoamento do meio ambiente,

 

Reconhecer também que o caráter gobal dos problemas ambientais, incluindo alterações climáticas, depleção de ozônio, poluição além fronteiras do ar e da água, a contaminação dos oceanos e mares  e a degradação dos recursos da terra, incluindo seca e desertificação, exige ações em todos os níveis, inclusive global, regional e nacional e envolvendo o comprometimento e participação de todos os países,

 

Gravemente preocupado que a maiores causas da continuada deterioração do meio ambiente é o padrão de produção e consumo, particularmente nos países industrializados,

Ressaltando que a pobreza e a degradação ambiental estão estreitamente correlacionadas e que a proteção ambiental nos países em desenvolvimento deve, em seu contexto, ser vista como parte integral do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isolada dele,

Reconhecendo que medidas a serem tomadas a nível internacional para a proteção e aperfeiçoamento do meio ambiente devem considerar completamente os atuais desequilíbrios nos padrões globais de produção e consumo,

Afirmando que a reponsabillidade para conter, reduzir e eliminar o dano ambiental global deve nascer dos países que causam tais danos, deve estar em relação ao dano causado e deve estar de acordo com suas respectivas capacidades e responabilidades, [baseado na afirmação acima de Ehrlich, isso soa muito que a América pagará por isso] 

 

Reconhecendo o impacto ambiental de materiais remanescentes de guerra e a necessidade de posterior cooperação internacional para a remoção deles,

Ressaltando a importância para todos os países tomarem medidas eficazes para proteção, restauração e aperfeiçoamento do meio ambiente de acordo cfom sua respectivas capacidades, enquanto ao mesmo tempo reconhecem os esforços sendo feitos em todos os países a este respeito, incluindo a cooperação internacional entre países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento,

Ressaltando a necessidade de uma cooperação internacional eficaz na área da pesquisa, desenvolvimento e aplicação de boas tecnologias ambientais,

Consciente do papel crucial da ciência e tecnologia no campo da proteção ambiental e da necessidade dos países em desenvolvimento, em particular, a respeito do acesso favorável a boas tecnologias ambientais, processos, equipamentos,  pesquisa e perícia através da cooperação internacional destinada a avançar os esforços globais da proteção ambiental inclusive do uso de meios inovadores e eficazes,

Reconhecendo que recursos financeiros novos e adicionais terão que ser canalizados para os países em desenvolvimento para assegurar a plena participação deles nos esforços globais para proteção ambiental,

 

Decide realizar uma Conferência Nacional Unida sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de duas semanas de duração e no mais alto nível possível de participação para coincidir com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho de 1992;

 

  1. Aceita com profunda apreciação a generosa oferta do Governo do Brasil de hospedar a Conferência,
     
  2. Afirma que a Conferência deve elaborar estratégias e medidas para deter e reverter os efeitos da degradação ambiental no contexto de fortalecer os esforços nacionais e internacionais em promover um bom desenvolvimento ambientalmente sustentável em todos os países;

 

  1. Afirma que a proteção e aperfiçoamento do meio ambiente são maiores assuntos que afetam o bem estar dos povos e o desenvolvimento econômico através do mundo;
     
  2. Também afirma que a promoção do crescimento econômico nos países em desenvolvimento é essencial para se dirigir aos problemas ambientais de degradação;
     
  3. Posteriormente afirma a importância de um meio ambiente econômico internacional sustentável que resultaria no crescimento econômico sustentável e desenvolvimento em todos os países para proteção e bom gerenciamento do meio ambiente;

 

  1. Reafirma que os Estados têm, de acordo com a Carta da ONU e os princípios aplicáveis da lei internacional, o direito soberano de explorar seus próprios recursos seguindo sua políticas ambientais, e também reafirma a responsabilidade deles de assegurar que as atividades dentro de sua jurisdição  ou controle não causem danos ao meio ambiente de outros Estados or de áreas além dos limites da jurisdição nacional e a necessidade dos Estados desempenharem seu devido papel na proteção e preservação do meio ambiente regional e global de acordo com suas capacidades e responsabilidades específicas;
     
  2. Afirma a responsabilidade dos Estados pelos danos ao meio ambiente e recursos naturais causados por atividads dentro da jurisdição deles ou controle através de interferência transfronteiras, de acordo com a legislação nacional e apicavel lei internacional; 
     
  3. Nota que a maior parte de emissões de poluentes no meio ambiente, inclusive resíduos tóxicos e nocivos, são originados nos países desenvolvidos e portanto reconhece que estes países têm a responsabilidade principal em combater tal poluição;

 

  1.  Ressalta que o maior empreendimento industrial, inclusive cooporações transnacionais, são frequentemente os repositórios de escassos talentos técnicos para a preservação e aperfeiçoamento do meio ambiente, realizando atividades em setores que têm um impacto no meio ambiente, e que por extensão, têm responsabilidades específicas e que, neste contexto, é necessário que sejam encorajados os esforços e mobilizados para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente em todos os países;
     

10. Reafirma que o sério endividamento dos países em desenvolvimento, outros países com sérios problemas nos serviços de débitos, tem que ser urgente e eficientemente abordado para capacitar estes países de contribuírem completamente e de acordo com a capacidade deles e responsabilidades para o esforço global para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente;

 

11. Afirma que a luz de tudo acima, as seguintes matérias ambientais, que não estão listadas em qualquer ordem de prioridade, estão entre aquelas de maior preocupação na manutenção da qualidade do meio ambiente da Terra e especialmente na obtenção de um desenvolvimento ambientalmente bom e sustentável em todos os países:

  1. Proteção da atmosfera para combater a mudança climática, depleção da camada de ozônio e poluição do ar transfronteiras
  2. Proteção da qualidade e do suprimento de recursos de água potável 
  3. Proteção dos oceanos e todos os tipos de mares, incluindo os mares intrnos ou semi-internos e de áreas costeiras e de proteção, o uso racional e o desenvolvimento de seus recursos vivos 
  4. Proteção e gerenciamento de recursos da terra combatendo a deflorestação, a desertificação e a seca
  5. Conservação da diversidade biológica
  6. Bom gerencialmento ambiental da biotecnologia
  7. Bom gerenciamento ambiental de resíduos, particularmente resíduos nocivos, e de químicos tóxicos bem como a prevenção do tráfico internacional ilegal de produtos e resíduos perigosos e tóxicos 
  8. Melhoramento do ambiente de vida e trabalho das probres favelas urbanas e áreas rurais, através da erradicação da pobreza implementando programas de desenvolvimento urbano e rural bem como tomando outras medidas apropriadas em todos os níveis necessários para impedir a degradação do meio ambiente
  9. Proteção das condições da saúde humana e melhoramento da qualidade de vida

 

12. Enfatiza a necessidade de fortalecimento da cooperação internacional para o gerenciamento do meio ambiente assegurando ua proteção e aperfeiçoamento e a necessidade de explorar o assunto dos benefícios derivados de atividades, inclusive pesquisa e desenvolvimento, relacionados a proteção e desenvolvimento da diversidade biológica;
 

13. Reafirma a necessidade de fortalecer a cooperação internacional, particularmente entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento,  na pesquisa, desenvolvimento e  utilização de boas tecnologias ambientais; 

14. Decide que a Conferência, ao abordar assuntos ambientais no contexto do desenvolvimento, deve ter os seguintes objetivos:

 

  1. Examinar o estado do meio ambiente e alterações que tenham ocorrido  desde a Conferência da ONU de 1972 sobre Meio Ambiente Humano e desde a adoção de tais acordos internacionais tal como o Plano de Ação de Combate a Desertificação, 165/[1977-A/Conf. 74/36] a Convenção de Viena para Proteção da Camada de Ozonio, adotada em 22 de março de 1985, e o Protocolo de Montreal Sobre Substancias que Depletam a Camada de Ozonio adotado em 16 de setembro de 1987, levando em consideração as ações tomadas por todos os países e organizações intergovernamentais para proteger e avançar o meio ambiente
  2. Identificar as estratégias a serem coordenadas regional e globalmente, como apropriadas, para ação conjunta em lidar com maiores assuntos ambientais nos processos de desenvolvimento sócio-econômico de todos os países dentro de uma particular estrutura de tempo
  3. Recomendar medidas a serem tomadas a nível nacional e internacional para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente, levando em conideração as necessidades específicas dos países em desenvolvimento através do desenvolvimento e implementação de políticas para o bom desenvolvimento ambiental e sustentável com ênfase epecial na incorporação de preocupações ambientais no processo de desenvolvimento sócio-econômico e da várias políticas setoriais e a ação preventiva na fontes de degradação ambiental, claramente identificando as fontes de tal degradação e adoção de apropriadas medidasremediais em todos os países 
  4. Promover o desenvolvimento posterior da lei ambiental internacional levando em consideração a Declaração da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente Humano, 166/ [U.N. pub. sales no. E.73.II.A.14] bem como as necessidades especiais e preocupações dos países em desenvolvimento e examinar, neste contexto, a possibilidade de elaboração de direitos e obrigações gerais dos Estados, como apropriado, no campo do meio ambiente, também levando em consideração os relevantes instrumentos legais internacionais existentes
  5. Examinar meios e modos posteriores para melhorar a cooperação no campo da proteção e avanço do meio ambiente entre países vizinhos com vistas a eliminar efeitos ambientais adversos
  6. Examinar estratégias para ação nacional e internacional com vistas de chegar a acordos específicos por Governos para atividades definidas para lidar com maiores asuntos ambientais para restaurar o equilíbrio ecológico global e evitar a deterioração posterior do ambiente, levando em consideração o fato que a maior parte da atual emissão de poluentes no ambiente, inclusive de resíduos tóxicos e nocivos se origina nos países desenvolvidos e assim reconhecendo que estes países têm a principal responsabilidade em combater tal poluição
  7. Concordar ser de alta prioridade o controle da seca e da deserfificação e considerar todos os meios necessários, inclusive os recursos financeiros, científicos e tecnológicos para deter e reverter os processos de desertificação com vistas a preservar o equilíbrio ecológico do planeta
  8. Examinar o relacionamento entre a degradação ambiental e a estrutura do meio ambiente econômico internacional, com vistas a assegurar uma abordagem mais integrada dos problemas de desenvolvimento-e-meio-ambiente em relevantes fóruns internacionais sem introduzir novas formas de condicionalidade
  9. Examinar estratégias para ação nacional e internacional com uma visão de chegar a acordos e compromissos específicos pelos Governos e pelas organizações intergovernamentais que resultariam em um bom desenvolvimento ambiental e sustentável em todos os países, com uma visão de combater a pobreza e melhorar a qualidade de vida tendo em mente que a incorporação de preocupações ambientais e considerações no planejamento e políticas do desenvolvimento não devam ser usadas para introduzir novas formas de condicionalidade na ajuda ou no desenvolvimento financeiro e não devem servir como pretexto para criar barreiras não justificadas para o comércio
    1. Identificar modos e meios de fornecer novos e adicionais recursos financeiros, particularmente aos países em desenvolvimento, para bons programas e projetos de desenvolvimento ambiental de acordo com objetivos, prioridades e planos nacionais de desenvolvimento e considerar meios de estabelecer um monitoramento eficaz da implementação da provisão de tais novos e adicionais recursos financeiros, particularmente nos países em desenvolvimento, para assim capacitar a comunidade internacional em tomar apropriada ação posterior com base em dados acurados e confiáveis 

……………………………………

 

A Seção II, a seção final da resolução continua a ressaltar a logística específica dos Comitês para os participantes e meios de coordenar a Conferência e as ações futuras. 

 

AGENDA 21 – O ENCONTRO DA TERRA


No livro, Agenda 21: O Encontro da Terra Estratégia para Salvar nosso Planeta, editado por Daniel Sitarz, encontramos:

A Agenda 21 é, primeira e mais importantemente, um documento de esperança.

 

Adotada no Encontro da Terra no Brasil [1992] por nações representando mais de 98% da população da Terra, é seu principal plano global confrontar e superar problemas econômicos e ecológicos do final do século XX. Ela fornece uma planta compreensiva para a humanidade usar para forjar seu caminho para o próximo século procedendo mais gentilmente sobre a Terra. Na medida em que seus programas de varredura sejam implementados mundialmente, isso evntualmente causará impacto em cada atividade humana sobre o planeta. Mudanças profundas e dramáticas na sociedade humana são propostas  por este monumental acordo histórico. O entendimento destas mudanças é essencial para nos guiar a todos dentro do futuro de nosso frágil planeta.  

A humanidade está em uma encruzilhada de enorme conseqüência. Nunca anteriormente a civilização tem enfrentado uma matriz de problemas tão críticos quanto esses que agora encaramos. Tão proibido e portentoso quanto isso possa soar, o que está em jogo é nada menos do que a sobrevivência global da espécie humana. Os efeitos dos impactos sobre a Terra têm se acelerado a taxas jamais vistas até mesmo a um punhado de décadas atrás. Onde uma vez a Natureza parecia para sempre a força dominante sobre a Terra, a evidência está rapidamente se acumulando que a influência humana sobre a natureza tem chegado a um ponto onde as forças naturais brevemente serão superadas.

 

Apenas muito recentemente os cidadãos da Terra têm começado a apreciar o perigo potncial e profundo do impacto humano sobre nosso planeta. O equilíbrio de nosso planeta está em risco, na medida em que está subjugado por forças tão profundas quanto mudança climática e proteção atmosférica diante de prejudiciais raios solares. Maiores mudanças no equilíbrio ecológico do mundo estão ocorrendo muito rapidamente, mais rapidamente em muitos casos do que a habilidade da humanidade em avaliar estes perigos.

A despeito dos percebidos sentimentos de superioridade sobre a natureza, a humanidade permanece total e completamente dependente do mundo natural. Precisamos da bondade da natureza para sobreviver neste planeta. Precisamos de ar puro para respirar, água potável para beber, solo fértil para fornecer nosso sustento. O impacto humano sobre estas substâncias vitais tem chegado ao ponto de causar um dano potencialmente irreversível. Cientistas do mundo todo, em cada país da Terra, estão documentando os perigos de ignorar nossa dependência do mundo natural.

Há uma forte evidência da comunidade científica mundial que a humanidade está próxima demais de atravessar certos limiares ecológicos para sustentação da vida sobre a Terra. A camada de ozônio da Terra, nossa única proteção dos raios nocivos do sol, está sendo esvaziada. A erosão maciça está causando uma rápida perda de solo fértil de nosso planeta e com isso uma queda potencialmente drástica na produção de alimentos para as pessoas do mundo. A vasta destruição das florestas mundiais está contribuindo para a disseminação de desertos mundiai, aumento da perda de biodiversidade e dificultando a habilidade da atmosfera da Terra em se auto-limpar. Os vastos oceanos do planeta estão perdendo sua vida animal em uma taxa acelerada e estão rapidamente alcançando seu limite de habilidade de absorver o resíduo humano.

 

Os animais e plantas terrestres de nosso planeta estão vivenciando uma taxa de extinção nunca vista sobre a Terra desde o tempo dos dinosauros; as extinções trazidas não apenas por eventos cataclísmicos da natureza mas pelo impacto de uma única epécie: homo-sapiens. A poluição aumentada do ar, água e terra por resíduos nocivos e tóxicos estão causando problemas de saúde mundialmente que só agora começam a ser compreendidos. Todos estes problemas estão sendo intensificados pelo crescimento explosivo do número de seres humano na última metade do século XX. Pela primeira vez na história, a humanidade deve enfrentar o risco de destruir não intencionalmente a base de vida na Terra. O consenso científico global é que se os níveis atuais de deterioração ambiental continuarem, as delicadas condições sustentadoras de vida deste planeta entrarão em colapso. Este é um potencial assustador. Evitar um tal colapso  é um desafio surpreendente para a comunidade global.

 

[Continuando a citar porções da Agenda 21:]

 

Em dezembro de 1989, a Assembléia Geral da ONU confrontou esta tarefa. A urgência do problemas de desenvolvimento e meio ambiente  despertaram as nações do mundo para clamar por um encontro sem precedentes – um encontro de todas as nações da Terra –  o Encontro da Terra. A Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento foi estabelecida para junho de 1992 no Rio de Janeiro, Brasil.

O escopo de freqüência a este encontro histórico claramente define a importância da tarefa. Ele foi, muito simplesmente, a maior reunião de Chefes de Estado da história da vida na Terra. Em 13 de junho de 1992, aproximadamente 100 líderes mundiais se reuniram em mesa redonda  no Rio de Janeiro no maior encontro face-a-face de líderes nacionais na história da diplomacia internacional.

A Agenda 21 não é um documento estático. Ela é um plano de ação. Isto significa ser um instrumento para guiar o desenvolvimento da Terra de maneira sustentável. Reconhecendo a natureza global dos problemas ambientais que desafiam a humanidade, ela é baseada na premissa que o desenvolvimento sustentável da Terra não é simplesmente uma opção: é uma exigência – uma exigência crescentemente imposta pelos limites da natureza em aborver a punição que os humanos inflingem a ela.

 

A Agenda 21 também é baseada na premissa que o desenvolvimento sustentável da Terra é inteiramente possível. A transição para uma civilização global em equilíbrio com a natureza será uma tarefa excessivamente difícil mas a Agenda 21 é o alerta global coletivo de que não há outra alternativa. Devemos alinhar a civilização humana com o equilíbrio natural de nosso planeta  e devemos fazer isso muito rapidamente se quisermos evitar um declínio irreversível na qualidade de vida da Terra.

O nítido objetivo da Agenda 21 é parar e reverter o dano ambiental ao nosso planeta e o desenvolvimento sustentável em todos os países da Terra. Essa agenda é uma planta para ação em todas as áreas relacionadas ao desenvolimento sustentável de nosso planeta no século XXI. Ela chama por mudanças específicas nas atividades de todas as pessoas. Ela inclui medidas e incentivos concretos para reduzir o impacto ambiental das nações industrializadas, revitalizar o desenvolvimento nas nações em desenvolvimento, eliminar mundialmente a pobreza e estabilizar o nível de população humana.

A execução efetiva da Agenda 21 exigirá uma profunda reorientação de toda sociedade humana, diferente de qualquer coisa que o mundo já vivenciou – uma mudança maior nas prioridades de governos e de indivíduos e um reemprego sem precedentes de recursos humanos e financeiros. Esta mudança exigirá que uma preocupação quanto as conseqüências ambientais de cada ação humana seja integrada aos tomadores de decisão individuais e coletivos a cada nível.

A implementação bem sucedida das ações de longo alcance propostas pela Agenda 21 exigirão a participação ativa das pessoas pelo mundo a nível local, regional e global. Há medidas que são dirigidas a todos os níveis da sociedade – de corpos internacionais como a ONU e o Banco Mundial a grupos locais e indivíduos.

 

Há ações específicas que pretendem sejam tomadas pelas corporações multinacionais e empreeendedores, por instituições financeiras e investidores individuais, por companhias de alta tecnologia e povos indígenas, por trabalhadores e uniões trabalhistas, por fazendeiros e consumidores, por governantes e legisladores, por estudantes e escolas, por cientistas, por mulheres, por crianças – em resumo, por cada pessoa na Terra. Os níveis e padrões globais do consumo e produção humanos devem ser compatíveis com as capacidades finitas da Terra.

Na medida em que a população humana aumenta, haverá maior pressão das pessoas pelo mundo para alcançarem um padrão de vida mais alto. Se o modelo de estilo de vida para esta população crescente está baseado nosatuais níveis excessivos de consumo e nos inficientes métodos de produção dos países industrializados, os limiriares do desastre econômico e ambiental logo serão alcançados.   

 

Padrões sustentáveis de consumo  e métodos eficientes de produção devem ser desenvolvidos em toda sociedades.

Uma das mais importantes causas raiz da intensificação do impacto humano sobre nosso planeta é o crescimento sem precededentes do número de seres humanos nos últimos cinqüenta anos.  A população mundial agora está crescendo aproximadamente cem milhões de pessoas a cada ano. Pressões populacionais estão colocando um crescente stress sobre os sistemas ecológicos do planeta. 

 

Todos países devem melhorar sua habilidade em avaliar o impacto ambiental de suas taxas de crescimento populacional e implementar políticas apropriadas para estabilizar as populações.  O crescimento em espiral da população mundial é o combustível para o crescimento da produção e consumo globais.

 

As demandas rapidamente crescentes pelos recursos naturais, emprego, educação e serviços sociais tornam qualquer   tentativa de proteger os recursos naturais e melhorar o padrão de vida muito difícil. Há uma necessidade imediata de desenvolver estratégias destinadas a controlar o crescimento da população mundial. Há uma demanda urgente de aumentar a conciência entre os tomadores de decisão do papel crítico que a população desempenha na proteção ambiental e nos assuntos de desenvolvimento.

 

[Então, sob Políticas Nacionais de População, encontramos:]

 

Os existentes planos para um desenvolvimento sustentável geralmente têm reconhecido que a população é um fator vital que influencia os padrões de consumo, produção, estilos de vida e sustentabilidade a longo prazo. Muito mais atenção, contudo, deve ser dada ao assunto da população na formulação de uma política geral e o projeto dos planos de desenvolvimento global. Todas nações do mundo tem que melhorar sua capacidade de avaliar as implicações de seus padrões populacionais. As conseqüências a longo prazo do crescimento populacional devem ser completamente assumidas por todas nações..

 

Elas devem rapidamente formular e implementar programas apropriados para lidar com o inevitável crescimento do número de população. Ao mesmo tempo, devem ser incorporadas medidas que tragam a estabilização da população humana. As conseqüências completas do crescimento populacional devem ser compreendidas e levadas em consideração em todos níveis de tomada de decisão. 

 

[Agenda 21 termina com:]

 

Nos próximos poucos anos, os princípios básicos da Agenda 21 começarão a influenciar a tomada de decisão em todos níveis da sociedade.

 

Um profundo entendimento do racional por trás do impulso para um desenvolvimento global sustentável habilitará cada pessoa a contribuir para o sucesso dos programas da Agenda 21. Para que os programas de longo alcance da  Agenda 21 sejam bem sucedidos, uma preocupação com o meio ambiente deve estar integrada a cada ação humana e a cada decisão pessoal.

  • O que fabricamos
  • O que compramos
  • O que usamos
  • Como viajamos
  • O que comemos
  • Quem escolhemo como líderes,

…estas e uma miríade de outras questões diárias devem começar a serem respondidas com o reconhecimento que cada ação humana tem um impacto sobre o meio ambiente e todas as outras pessoas.

 

A humanidade tem chegado ao ponto onde deve começar a tarefa difícil e exigente de tomar responsabilidade por toda e cada uma de suas ações. O números de seres humanos agora estão fazendo com que nossas ações coletivas tenham um efeito sem precedentes sobre o planeta. Na medida em que a humanidade se aproxima do fim do século, ela é colocada em uma encruzilhada de magnitude impar. A própria existência da vida humana podem muito bem depender de que direção seja tomada nos próximos poucos anos. Sem questão, o caráter e a qualidade da vida humana neste planeta está em jogo. 

 

O potencial para catástrofe é enorme. Contudo, as possibilidades de sucesso são encorajadoras. A Agenda 21 é por si só um monumento à habilidade da humanidade em se juntar ao esforço global para resolver os maiores problemas da civilização. Cada um de nós, agora, temos a oportunidade e a responsabilidade de ajudar a formatar o futuro da vida em nosso frágil planeta. As consequências de nossas decisões coletivas serão nossa herança.

 

VACINAS

Em seu livro, Vacinas: Elas Realmente são Eficazes?Neil Miller (Centro Nacional de Informação sobre Vacina) escreve:

 

Uma breve revisão dos dados apresentados neste livro indicam que:

 

  1. Muitas das vacinas não são a verdadeira causa do declínio na incidência de doença. Medidas aumentadas nutricionais e sanitárias provavelmente merecem crédito. Algumas doenças também mpodem ter seus próprios ciclos evolutivos; a natureza virulenta da doença virgem é transformada em uma doença “domada” na medida em que membros da população são expostos a ela e ganham uma imunidade “hereditária”.
  2. Nenhuma vacina pode conferir imunidade genuína. Frequentemente o oposto é verdadeiro; a vacina aumenta a chance de contrair a doença. (As “taxas de eficácia de vacina” publicadas são enganosas. Elas frequentemente são avaliadas por medicação de níveis de anticorpos no sangue – não pela comparação de taxas de infecção entre pessoas vacinadas e não vacinadas.)
  3. Todas as vacinas podem produzir efeitos colaterais. Os níveis de reação variam de “inchaço” no local da injeção a dano cerebral e morte.
  4. Os efeitos a longo prazo das vacinas são desconhecidos. Particularmente pertubardoras são as implicações que vacinas podem ser devastadoras para o sistema imunológico de jovens crianças. Foram apresentados estudos mostrando defeituosa proteção a saúde depois das injeções. A diminuição das defesas físicas pode ser responsável por um novo tipo de doenças autoimunes. Outros estudos mostraram danos ao cérebro e sistema nervoso depois das injeções – encefalite pós vacinal. Isto, por sua vez,  faz com que um grande número de crianças cresçam com inabilidades físicas, mentais e emocionais de graus variáveis. Todas estas condições afetam o indivíduo, a família e a sociedade.
  5. Várias vacinas podem ser especialmente perigosas. Não obstante, o complexo médico-indutrial continua a manter sua prática enganosa de desconsiderar as reações às vacinas. De fato, médicos recentemente sugeriram que eles estavam justificados ao administrarem vacinas novas e não comprovadas ao declararem não ser ético retira-las! Enquanto isso, programas criativos sobre os méritos das vacinas permanecem um negócio lucrativo. Por exemplo, a Associação Americana de Medicina admite que as “vacinas adultas precisam de um chamariz”. Os médicos do Controle de Doenças sugerem um slogan cativante, como “Vacinas não são apenas coisas de crianças”. Nossos fazedores de política tem feito lobby por leis contra a liberdade de escolha. Seus padrões de coação e ngativa são notórios entre os iluminados membros da população [pais que questionam as vacinas] embora tristemente seus despertares tenham lhe custado muito caro – frequentemente a vida ou saúde de suas próprias crianças.  

 

 

ASSASSINATO POR INJEÇÃO

Em seu livro Assassinato por Injeção – A História da Conspiração Médica contra a AméricaEustace Mullins escreve:

 

Um dos poucos médicos que tem ousado se posicionar contra o Medicina Moderna Monopólio Médico, o Dr. Robert S. Mendelsohn, dramatizou seu posicionamento contra a Medicina Moderna ao defini-la como “uma igreja que tem Quatro Águas Sagradas”.

 

A primeira delas ele listou como Vacinação. Dr Mendelsohn chamou a vacinação de ”segurança questionável”.  Contudo, outros médicos têm sido mais explícitos. É notável que os interesses de Rockefeller tem lutado artavés do século XIX para tornar compulsórias estas Quatro Águas Sagradas nos EUA, ignorando todos os protestos e avisos de seus perigos. Destes quatro itens, que bem podem ser chamados os “Quatro Cavaleiros do Apocalipse” porque eles são bem conhecidos por trazerem a morte e a destruição em seu despertar, o mais pernicioso nos seus efeitos a longo prazo bem pode ser a prática da imunização. Esta prática vai diretamente contra a descorberta de especialistas modernos da medicina holística que o corpo tem uma defesa imunológica natural contra a doença. 

 

A Igreja da Medicina Moderna afirma que nós apenas podemos ser absolvidos do perigo da infecção pela Sagrada Água da vacinação, injetando no sistema um corpo estranho de infecção, que então realizará o Milagre Médico e conferirá imunidade perpétua, daí o termo “imunização”.

 

A maior heresia que qualquer médico pode cometer e expressar publicamente qualquer dúvida a qualquer uma das quatro “águas sagradas”, mas a mais profundamente entrincheirada na moderna prática médica é indubitavelmente os numerosos programas de vacinação.  Elas também são as mais consistentemente lucrativas operações do Monopólio Médico.

 

Ainda que um outro médico, o Dr. Henry R. Bybee, de Norfolk, Virginia, tenha declarado publicamente,

“Minha honesta opinião é que a vacina é a causa de mais doença e sofrimento do que qualquer coisa que eu possa citar. Acredito que doenças tais como o câncer, sífilis e muitas outras condições de doença sejam resultados diretos da vacinação. Ainda que no Estado da Virginia, e em muitos outros Estados, os país sejam compelidos a submeterem seus filhos a este procedimento  enquanto a profisão médica não apenas recebe seu pagamento por este serviço, mas também faça esplêndidos e projetivos pacientes para o futuro.’

 

De Londres vem uma observação alarmante de um médico de excelente reputação e longa experiência.

 

Dr. Herbert Snow, cirurgião sênior do Hospital do Câncer em Londres, expressou sua preocupação,

 

“nos anos recentes muitos homens e mulheres na flor da vida têm subitamente caídos mortos, frequentemente depois de comparecer a uma festa ou um banquete. Estou convencido que 80% destas mortes sejam causadas pela inoculação ou vacinação a que eles foram submetidos.   Elas são bem conhecidas causarem doença grave e permanente do coração. O legista sempre descreve isso como “causas naturais”.

 

Você não pode encontrar qualquer um de tais avisos nos livros didáticos de medicina ou livros populares sobre saúde. De fato, este escritor foi capaz de localizar isso em um pequeno volume enterrado nas prateleiras da Biblioteca do Congresso. Ainda que uma observação ominosa da instituição médica e do médico  deva ser o mais amplamente circulada quanto possível, nem que seja apenas para ser atacada por aqueles que refutem a premissa. Ao menos isso não pode ser atacado pela Instituição como charlatanismo porque o Dr. Snow não está tentando vender algum substituto para a vacina mas meramente advertindo de seus perigos.

Um outro médico, o Dr. W.B. Clarke de Indiana, acha que

 

“O câncer era praticamente desconhecido até que a vacinação compulsória por varíola bovina começou a ser introduzida. Tenho tido que lidar com nomínimo 200 casos de câncer e nunca vi um caso de câncer em pessoa não vacinada”.

 

No mínimo, temos uma inovação para o que a Sociedade Americana do Câncer está buscando, a grandes custos, e por tantos anos. O Dr. Clarke nunca tem visto um caso de câncer em uma pessoa não vacinada. Isto não uma pista que deva ser explorada?

Na terra onde soa a liberdade, ou é suposta soar, é até mesmo mais surpreendente descobrir que cada cidadão é compelido a e submeter ao ritual da vacinação obrigatória. Aqui novamente, estamos falando de uma civilização que agora está sendo visitada por duas pragas: a praga do câncer e a praga da AIDS, ainda que a vacinação compulsória não ofereça proteção contra as pragas que nos ameaçam. É um adeus a coqueluche, a difteria e um alô a AIDS. 

 

O Monopólio Médico está buscando desesperadamente por algum tipo de “imunização” contra estas pragas e sem dúvida eventualmente surgirá algum tipo de vacina que será mais pavorosa que a doença. Desde seu aparecimento nossos mais imortantes especialistas médicos tem orgulhosamente nos informado que a AIDS é incurável, que é dificilmente a abordagem que esperamos daqueles que demandam que aceitemos a infalibilidade deles em todas as coisas a ver com medicina.

Um outro médico muito conhecido, o Dr. J.M. Peebles de San Francisco, tem escrito um livro sobre vacinas onde ele diz,

 

“A prática de vacinação, empurrada para frente em todas ocasiões pela profissão médica através da conivência política que a torna obrigatória pelo Estado, não apenas tem se tornado a principal ameaça e o maior perigo à saúde para a geração que está crescendo, mas igualmente o maior ultraje às liberdades pessoais do cidadão americano; a vacinação obrigatória, o envenenamento das correntes carmezim do sistema humano com linfa bruta extraída sobre a estranha paixão que isso poderia evitar a varíola, foi um dos mais escuros borrões que desfiguraram o século último”

 

Dr. Peebles se refere ao fato de que a vacina da varíola foi uma da mais peculiares “invenções ou descobertas da Era do  Iluminismo”. Contido, como tenho resaltado em A Praga de Canaan , a Idade do Iluminismo foi meramente o mais recente programa do Culto de Baal  e seus rituais de sacrifício infantil, que, sob um disfarce ou outro, tem agora estado conosco por alguns cinco mil anos. Por causa de seu objetivo, o Monopólio Médico também é conhecido como “A Sociedade para Crianças Incapacitadas”.

Talvez o comentário mais revelador do criticismo do Dr. Peebles seja sua referência a “linfa extraída bruta”. Aqui pode haver alguma conexão entre a injeção desta substância e a disseminação de um forma até então desconhecida de câncer, o cãncer de gânglios linfáticos? Este tipo de câncer não é apenas uma da versões mais usualmente encontradas desta doença; ele é também um dos mais difíceis de tratar porque ele se espalha rapidamente por todo o inteiro sistema. Um diagnóstico de câncer de gânglios linfáticos agora significa uma virtual sentença de morte.

Em um artigo de Science, de 4 de março de 1977, Jonas e Darrell Salk avisaram que,

“Vacinas de vírus vivos contra influenza ou poliomielite podem em cada instância produzir a doença que pretendem evitar…  o vírus vivo contra sarampo e caxumba pode produzir efeitos colaterais como encefalite [dano cerebral] Se as vacinas apresentam um tal risco claro e presente às crianças que são forçadas a se submeterem a elas, devemos examinar as forças que exigem que elas se submetam.

 

Nos EUA, vacinas são ativa e incessantemente promovidas como solução para todas doenças infecciosas por tais governos e agências como Centro de Controle das Doenças na Georgia, por HEW, USPHS, FDA, AMA e OMS.

 

Historiadores médicos tem finalmente chegado a relutante conclusão que a grande epidemia de gripe de 1918 foi somente atribuível ao uso disseminado de vacinas. Foi na primeira guerra que a vacinação foi obrigatória para todos os homens a serviço [militares]. O  Boston Herald relatou que 47 soldados tinham sido mortos pela vacinação em um mês. Como resultado, os hospitais militares estavam cheios, não por feridos em combate,  mas baixas pela vacina. A epidemia foi chamada “gripe espanhola”, uma apelação deliberadamente enganosa, que pretendia na verdade ocultar sua origem.  Esta epidemia de gripe exigiu vinte milhões de vítimas; aqueles que sobreviveram elas aqueles que haviam recusado a vacina. Em anos recentes, epidemias anuais recorrentes de gripe foram renomeadas “gripe russa”. Por alguma razão, os russos nunca protestaram, talvez por que Rockfeller faça viagens regulares a Moscou para estabelcer a linha do Partido.

Os perigos da vacinação já são conhecidos.

 

A revista Plain Talk nota que,

 

“durante a guerra franco-prussiana cada soldado alemão foi vacinado. O resultado foi que 53.288 homens sadios desenvolveram varíola. A taxa de mortalidade foi alta”

 

No que agora é conhecido como “o grande massacre da gripe suína”, o presidente Gerald Ford, foi alistado para persuadir o público a comparecer a campanha nacional de vacinação. A força motriz por trás do esquema era um lucro de 135 milhões de dólares para os maiores fabricantes farmacêuticos. Eles tinham uma vacina para “gripe suína” que os suspeitosos criadores de porcos tinham se recusado a receber, temerosos que isso pudesse dizimar  seu negócio. Os fabricantes tinham tentado vender isso ao criadores por 80 milhões de dólares mas como eles não aceitaram comprar ele se voltarem para outro mrcado: o humano. O ímpeto para a vacina nacional da gripe suína veio diretamente do Centro de Controle de Doenças [CDC], na Georgia. Talvez coincidentemente, Jimmy Carter, um membro da Comissão Trilateral estava então planejando sua campanha presidencial na Georgia.

 

O incumbente presidente,  Gerald Ford, tinha todas as vantagens de uma burocracia maciça para ajuda-lo em sua campanha de eleição, enquanto o ineficaz e pouco conhecido  Jimmy Carter não oferecia séria ameaça a eleição. Repentinamente, fora de Atlanta, veio o plano do CDC para uma campanha nacional de imunização contra “gripe suína”.  O fatoé que não existia um único caso conhecido de “gripe suína” nos EUA, mas isso não deteve o Monopolio Medico. A ressaltar ainda, os criadores de suínos ainda estavam chocados pelas demonstrações da vacina  em uns poucos porcos que bhaviam entrado em colapso e morrido.

 

Pode-se imaginar as conferências ansiosas nas sedes das grandes indústrias farmacêuticas, até que um jovem brilhante ressaltou:

 

“Bem, se os criadores de suínos não irão injetar a vacina nos animais deles, nosso único outro mercado é injetar a vacina nas pessoas”.

 

A campanha da gripe suína patrocinada por Ford quase teve uma morte prematura quando um servidor público consciente, o Dr. Anthony Morris, anteriormente do HEW e agora ativgo como diretor do Escritório de Virus do FDA declarou que não podia exdistir uma autêntica vacina para gripe suína porque eles nunca tiveram qualquer caso de gripe uína na qual pudessem testa-la.  Dr. Morris então foi a público com sua  declaração que “em ponto algum existe vacina eficaz contra gripe suína”.  Ele foi prontamente despedido mas o dano já havia sido feito. O controle de danos coube ao grande humanitárioWalter Cronkite, e ao presidente dos EUA que combinaram suas forças para virem aom resgate do Monopólio Médico. Walter Cronkite recebeu em seu programa o presidente Ford para clamar ao povo americano a se submeter á inoculação da vacina contra gripe suína.

 

A CBS então ou mais tarde nunca pode encontrar qualquer razão para levar ao ar qualquer análise ou crítica científica da vacina da gripe suína, que foi identificada conter muitos venenos tóxicos, incluindo partículas de proteínas estranhas vitais, formaldeído, timerosal [um derivado do venenoso mercúrio], polisorbato e mais umas oitenta substâncias.

Enquanto isso, de volta ao laboratório de vírus, depois que o Dr. Anthony Morris tinha sido sumariamente despedido,uma equipe especial de trabalhadores tinha se apressado em esvaziar quatro salas nas quais ele havia realizado os testes. O laboratório estava cheio de animais cujos registros verificavam suas afirmações e representavam três anos de pesquisas constantes. Todos os animais foram imediatamente destruídos e os registros queimados. Eles não foram até salgar toda área porque acreditaram que seu trabalho havia sido feito.

Em 15 de abril de 1976 o Congresso aprovou  a Lei Pública 94-266, que forneceu 135 mihões de dólares dos contribuintes para pagar uma campanha nacional de vacinação da gripe suína. HEW era para distribuir a vacina para os Estados e agências locais em base nacional para inoculação e sem custo. As agências de seguro então foram a público com seus avisos que não segurariam as firma farmacêuticas contra possíveis estudos dos resultados da inoculação da vacina para gripe suína porque nenhum estudo tinha sido realizado que pudesse prever seus efeitos.

 

Foi para enganar a companhias de seguro que a CBS teve Gerald Ford fazendo seu apelo apaixonado a 215 milhões de americanos para se salvarem enquanto ainda era tempo, e correrem para o amigável departamento local de saúde e receber de graça a vacina. Esta pode ter sido a hora máxima da CBS em sua distinta carreira de “serviço público”.

Mal havia a campanha de vacinação da gripe suína ter acabado, os relatos de consequências começaram a aparecer. Dentro de poucos meses, queixas totalizando ações de 1.3 bilhões de dólares tinham sido apresentadas pelas vítimas que sofreram paralisia em consequência da vacina. As autoridades médicas se provaram iguais ao desafio, elas pularam em defesa do Monopólio Médico dando a nova epidemia o nome de “Síndrome de Guillain-Barre”.  

 

Desde então tem havido crescentes especulações que a epidemia da AIDS que começou pouco depois da garantias públicas de Ford fosse meramente uma variação viral da vacina da gripe suína. E quanto ao grande perpetrador do Grande Massacre da Gripe Suina, o Presidene Gerald Ford?

 

Como a pessoa lógica a quem acusar pela catástrofe, Ford tinha que suportar uma torrente de criticismo público  que muito naturalmente resultou em sua derrota na eleição [ele anteriormente havia sido indicado quando agentes da operação internacional de drogas expulsaram Nixon do mandato]. O desconhecido  Jimmy Carter, familiar apenas para os membros supersecretos seu companheiros na Comissão Trilateral, ganhou a eleição devido a raiva contra Gerald Ford. Carter se provou ser um desastre nacional quase tão sério quanto a epidemia de gripe suína, enquanto Ford aposentou-se da vida pública. Ele não apenas perdeu a eleição; também foi condenado a passar o resto de sua vida  em Palm Springs Golf.

No Seminário dos Escritores de Ciências anual ACS, o Dr. Robert W. Simpson, da Universidade Rutgers, advertiu que,

 

“programas de imunização contra gripe, sarampo, caxumba e pólio podem realmente estarem semeando humanos com RNA para formar pro-virus que então se tornarão células latentes pelo corpo.. então eles se tornarão ativados como uma variedade de doenças incluindo lupus, câncer, reumatimo e artrite”.

 

Esta foi uma notável verificação do aviso anterior do Dr. Herbert Snow de Londres mais de cinqüenta anos antes. 

 

Ele havia observado efeitos a longo prazo da vacina, abrigando-se no coração e outras partes do corpo, que eventualmente resultariam em dano fatal ao coração. As vacinas se tornam uma bomba relógio no sistema, como um pus do que agora é conhecido como “virus lento”, que pode demorar trinta anos para se tornar virulento. Quando chega o tempo, a vítima é derrubada por uma investida fatal, frequentemente sem aviso anterior, seja por ataque  cardíaco ou outra doença.

Herbert M. Shelton escreveu em  1938 em seu livro, Exploração do Sofrimento Humano tque,

“Vaccine é pus – séptico ou inerte – se inerte não pegará – se séptico, produz infecção “

Isto explica porque algumas crianças têm que voltar e receber uma segunda inoculação porque a primeira “não pegou” – ela não foi suficientemente venenosa e não infectou o corpo. Shelton diz que a inoculação causa doença do sono, paralisia infantil, hemofagia ou tétano.

O Cirugião Geral dos EUA, Leonard Scheele, em 1955 na convenção anual da AMA ressaltou,

 

“Nenhum lote de vacina pode se provar segura antes de ser administrada a crianças”.

 

James R. Shannon do Instituto Nacional de Saúde declarou que,

 

“A única vacina segura ´re a que nunca é usada”.

 

Com o advento da vacina Salk contra pólio na década de 1950 foi assegurado aos pais americanos que o problema havia sido resolvido e que seus filhos agora estavam seguros.

 

Os seguintes processos contra os fabricantes farmacêuticos receberam pouca publicidade. David versus Wyeth Labs, um processo envolvendo a vacina pólio 3 Sabin foi julgado a favor do queixoso  David. Um processo contra o Lederle Lab envolvendo a Vacina Orimune foi julgado e deu ao queixoso dez mil dólares. Em dóis casos envolvendo a vacina  Quadrigen do Parke-Davis’ o produto foi descoberto ser defeituoso. Em 1962, Parke-Davis parou toda produção de  Quadrigen.

 

O médico solitário,  Dr. William Koch, declarou que,

 

“A injeção de qualquer soro, vacina ou até mesmo penicilina tem mostrado um aumento muito marcante na incidência de pólio, no mínimo 400%”

 

O CDC ficou fora da vista por algum tempo depois do Grande Massacre da Gripe Suína e apenas emergiu mais estridentemente do que nunca quando um novo programa de susto sobre os perigos de uma outra praga, que fi chamada Doença dos Legionários, surgiu no Hotel Bellevue Stratford em Filadélfia.

 

 

VIRUS SUÍNO

****ALERTA****

Na manchete de 18 de dezembro de 1995 do San Francisco Examiner  lemos a seguinte história da Associated Press [AP]:

 

Virus Suíno Oferecem Ameaça de uma Epidemia Global de Gripe

 

Erros de porcos e de humanos ao unir DNA podem disseminar nova cepa.

 

WASHINGTON

 

Isto pode começar em um porco em uma remota fazenda na Ásia. Um vírus de gripe humana e um vírus suíno de algum modo se alojam próximos um do outro na garganta de um criador de porcos. Os dois vírus trocam DNA formando uma única combinação genética. Repentinamente nasceu um novo tipo de gripe.

Com um simples fungar pelo porco, a nova gripe está no ar e é introduzida no mundo. Inalado pelo fazendeiro, ele rapidamente se reproduz aos milhões e é transportado para a cidade, transmitido a outros humanos e então corre pela cidade nas passagens brônquicas de um viajante. Dentro de dias, milhares de humanos estão tremendo, tossindo e com febre do novo virus. O erro continua a de disseminar para estações de trem, aeroportos e navios. Dentro de poucas semanas um vírus criado por acaso naquele remoto porco está derrubando pessoa  nos seis continentes.

Muitos especialistas dizem, Isto é como a nova pandemia – a epidemia mundial – ou gripe assassina pode acontecer. De tempos em tempos, a centenas de anos, nova formas de erro na gripe tem irrompido e matado milhões. Agora, dizem os especialistas, o mundo pode ser atrasado pelo que está para acontecer novamente.

Na era dos antibióticos e das vacinas a maioria das pessoas vêem a gripe com perigosa apensa para os velhos, os muito jovens e aqueles já doentes. Mas para os especialistas isso apresenta uma constante ameaça a todos.

 

“A gripe na última década tem assumido algo de um ststus secundário”, disse o Dr. John LaMentague  Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas.

 

“Mas nós que temos que lidar com a infcção reconhecemos seu poder”. O virus da gripe, ele disse, “está constantemente mudando, é dinâmico e muito cheio de recursos’.    

 

MAIS SOBRE  VIRUS

No livro da Dra. Eva Snead Alguns Chamam de AIDS – Eu Chamo de Assassinato, lemos [citando porções de vários capítulos:]

 

Vacinas, Amigas ou Inimigas?

Sob  o título “Vacinas Más?” um jornal tão conservador quanto o Newsweek expõe o assunto da  contaminação das vacinas com micróbios retrovirais. “Pode qualquer estoque mundial de vacina estar contaminada por retrovírus animais similares ao da AIDS?” ele pergunta. Fala sobre a solicitação de 

Jeremy Rifkin que a OMS teste suas vacinas contra varíola para tais contaminantes.

No caso da peocupação de Rifkin sobre a vacinação antivariólica, a principal preocupação era encontrar possíveis “BIV” estreitamente relacionados ao vírus humano da AIDS – e pessoas sob alto risco de exposição, comoos embaladores de carne, para anticorpos BIV. Substância sanguínea tipo A e “algumas outras proteínas” são materiais inesperadamente presentes em culturas usadas na fabricação de vacinas. Os humanos tem diversos grupos sanguíneos, os mais bem conhecidos são A B e O. Os grupos sanguíneos determinam compatibilidade ou falta dela nas transfusões de sangue. Sangue e tecidos animais contêm uma substância que é muito similar a substãncia do tipo sanguíneo A. Substâncias com uma estrutura protéica promovem a produção de anticorpo, quando injetadas.

 

Alguns aspectos desse assunto foram discutidos no encontro do NCI em 1967 pelo  Dr. J.P. Fox, que estava intrigado sobre certos mixovirus as quais tinham aparecido antígenos a eles. Ele questionou se eles provocavam respostas anticorpos nos receptores. “As vacinas cruas de gripe que temos estado usando no passado contêm uma substância sanguínea tipo A… esta substância também é encontrada em embriões de galinha. Então, ou o vírus da gripe tem nele substância grupo A ou a vacina transporta algum embrião de galinha com ela. E ressaltei que há muita proteína de embrião de galinha na vacina acabada da gripe e a substância  provavelmente vem dos tecidos do embrião de galinha; isso pode er eliminado como um problema significativo SE o vírus da gripe seja desenvolvido em um substrato mais limpo ou seja purificado. Cetamente os mixovirus transportam alguma da proteína hospedeira.”

 

Novamente, a falta de controle do procedimento e a acurácia científica ao empalecedoras. Penso que um açougueiro coloca mais ênfase em apropriadamente cirtar um lado do bife do que um laboratório de cultura de cfélulas em supervisionar a acurácia de tal empreendimento perigoso. 

Adenovirus e SV-40, Uma Combinação Perigosa

Um expediente favorito usado pelos virologistas e outros “cientistas” que deejam esconder seus ”esqueletos no armário”, é que a infecção inter-espécies com vírus é difícil. Eles geralmente se referem a um único teste de vírus, não ao uso de sistemas virais. Por exemplo, embora o adenovirus humano infecte rins de macaco muito mais que pobremente, se o SV-40 é adicionado a infecção humana pelo adenovirus se torna mais forte e lótica [destrutiva] de células. Segundo Fox and Baum,

 

“A habilidade do material genético do SV-40 genetic em aumentar o rendimento do adenovirus em 100 ou 1.000 vezes tem sido chamada de realce”. Por outro lado, estoques de  E46 e SP2 de uma certa cepa de adenovirus [tipo 7] pode induzir a informação do antígeno de tumor [antígeno T] do papavirus SV40 nas células de rim de macaco africano verde  (GMK).

 

O que realmente acontece é que um novo vírus pode se formar quando um adenovirus adquire novo material genético do vírus 8V-40. Estas combinações virais eram chamadas de híbridos em 1965, embora hoje sejam referidas como recombinantes. Desde que temos estabelecido esta equivalência, devemos nos tornar cientes, neste momento, que a engenharia genética estava viva e bem muito antes que tenhamos usado este termo e na total ausência de qualquer preocupações ou restrições para contenção.

 

O impacto que isso pode ter tido no ambiente está se manifestando nas pragas dos anos oitenta e noventa.

 

Já que o SV-40 dá tal efeito de realce ao adenovirus, e os híbridos [combinações a quem hoje chamamos de recombinantes] do SV-40 e do adenovirus são enconrtados nas células dos rins de macacos usados no processo de fabricação da vacina, muitos virologistas tem pesquisado outras combinações de SF-40 e outros viru. Eles enconrtaram várias, incluindo o vírus do sarampo + SV-40, virus espumoso + SV-40 e reovirus + SV-40.

 

SV-40 é um grande misturador! 

 

[E por último, mas certamente não menos, da Dra. Snead:]

 

A Conexão do Virus da Febre Suína  Africana (ASFV)

Alguns pacientes de  “AIDS”  abrigam vírus da febre suína similar aquele encontrado em certos centros especializados de pesquisa.

Um cientista que trabalhou em Uganda em 1985, relatou ao Senador Ted Kennedy sobre uma guerra civil naquele país, que foi acompanhada de uma epidemia de vírus da febre suína africana. Ao mesmo tempo, os casos de AIDS estavam sendo relatados em números alarmantes. O pesquisador percebeu que os suínos estavam correndo livremente nos pátios da pessoas. Esta informação foi publicada no New York Native de 30 de setembro de 1985.

Estes fatos não foram particularmente apreciados pelo estabelecimento médico e aqueles que ousaram buscar esta linha de pensamento foram repreendidos mais do que um modo.

Dr. C.L.V. Martins, que pesquisou os fenômenos ocorrendo em suínos, estudou o comportamento de um elemento celular que protege o corpo: os macrófagos.

.

“Perda da função dos macrófagos durante a infecção pode ser importante  na determinação da resistência ou sucetibilidade de um hospedeiro”.

 

Em todos os estudos realizados por este autor, os macrófagos não apenas tinham a função reduzida mas eles também mantinham o virus em um estado latente. Estes estudos foram realizados em suínos, não em humanos. Já que alguém deve ser exposto aos tecidos e fluidos vivos de porco para adquirir estes vírus, a maioria das pessoas assumiram que ela não podiam er infectadas por estes organismos no curso diário de suas vidas

 

 

Mas a verdade está em outra parte. Com a usual hipocrisia tão característica das burocracias, os humanos são, por um lado, frequentemente avisados dos perigos inerentes do cozimento impróprio da carne de porco e por outro lado, recebem “suco suíno” desde seu nascimento por comando direto das autoridades de saúde. Impossível?

 

Todas as vacinas são tratadas com tripsina, extratos crus de estômagos de suínos. A insulina e outros biológicos de origem Porcina são outras fontes. Aqueles que ousaram sugerir que a AIDS pudesse ter alguma conexão com a gripe suína foram violentamente repreendidos pelos poderes do “monopólio da saúde e da doença”.

 

A reação violenta do estabelecimento  contra aqueles que primeiro encontraram vírus porcinos em pacientes de AIDS e então informaram ao público é altamente suspeita e pode sugerir que algum acobertamento esteja acontecendo. 

 

 

PESTE NEGRA NECESSÁRIA

Em um recorte de jornal com o título acima, de fonte desconhecida, onde se lê “trecho do Dr. Aurelio Peccei da revista News Watch do Clube de Roma de 2 de janeiro de 1995,” lemos o seguinte,

 

Sir Julian Huxley disse,

 

“A superpopulação, em minha opinião, é a mais séria ameaça ao inteiro futuro de nossa espécie”.

 

O projeto, chamado MK-NAOMI, foi realizado em Fort Detrick, Maryland. AIDS foi feito para reduzir a população.

As populações especificamente alvejadas eram a negra, a hispânica e a homossexual.

A doença incurável da AIDS tem se disseminado com a ajuda voluntária de agências internacionais cujas políticas pedem uma redução drástica da população, usando qualquer meio necessário. Já, especialistas médicos dizem que 30 milhões de pessoas na África tem sido infectadas com o vírus da AIDS.

A OMS foi criada em 1948 com a ajuda do Dr. John Rawlings Rees, o especialista em guerra psicológica cujo notório Instituto Tavistock e Clínica em Londres usaram técnicas de lavagem cerebral como meios de realizar políticas raciais de genocídio. Desde sua criação, a afiliação e políticas da OMS tem se entrelaçado com aquelas da UNESCO, criada em 1946 pelo racista britânico Julian Huxley, como um veículo para dizimar as populações do Terceiro Mundo com uma nova Idade das Trevas de fome e pestilência.

Cada uma das organizações nomeadas foi criada como um projeto das redes “liberais” britânicas de Bertrand Russell e companhia cujas explícitas políticas declaradas de controle de população incluíam um chamado publicado de Russell pela “criação de uma Morte Negra a cada cinqüenta anos” para travar a população negra e amarela.

A razão de ser do Clube de Roma é dizimar metade da raça humana neste século.

 

Várias recomendações super secretas foram feitas pelo Dr. Aurelio Peccei do Clube de Roma. Ele advogou que fosse introduzida uma praga que tivesse o mesmo efeito da famosa Morte Negra da história.

 

A principal recomendação era desenvolver um micróbio que atacasse o sistema imunológico e assim tornar impossível o desenvolvimento de uma vacina.

 

PRAGAS PASSADAS


No livro de  Michael Tobias A Terceira Guerra Mundial – População e Biosfera no Fim do Milênio, ele escreve:  

 

Até recentemente, os seres humanos eram muito uma parte desse sistema biológico de veificações e equilíbrios que parecem sustentar firme para todos os organimos.

 

Quatro inclemências primárias mantiveram o Homo Sapiens em relativa calma quanto a população: alta mortalidade infantil, guerra, fome e doença, todas contribuindo para diminuir a expectativa de vida. A Peste Negra (Pasteurella pestis) foi transmitida da rota tibetana da seda para uma baía na Sicília em 1347. Os roedores respondem por 50% de todos os mamíferos e foi o amigável rato, transportador da pulga do rato (Xenopsylla cheopis), que causou tal demolição. No mínimo 30% da população humana morreu – 50% entre a Islãndia e a Índia. Explosão e crescimento precisam operar segundo escassez de alimentos e a fome resultante. A doença, atuando obre um hospedeiro, ou uma densa rede de hopedeiros, desempenha um papel similar na manutenção das populações. Não diferente das traça e dos lemmings,  os europeus testemunharam um espetacular reavivamento de suas populações dentro de um século da Praga, excedendo seus números anteriores a ela.

Uma alteração climática no século XVIII na Escandinávia alegadamente compeliu os ratos cinzentos noruegueses [que não carregam a praga] e encontrarem passagem para a Europa ocidental onde eles com sucesso depuseram o rato negro indígena carregador da pulga, assim eliminando a ameaça mais incisiva para a população humana.

 

“Mais do que qualquer transportador único, é a invasão humana que ultimamente precipita a emergência de vírus assassinos”, escreve Stephen S. Morse.

No  Japão (encefalite japonesa), Argentina (febre hemorrágica), EUA  (vírus Seoul em Baltimore), Panamá (encefalomielite eqüina venezuelana), e em quase qualquer outro país, a conexão entre a aumentada destruição ecológica e a súbita exposição de humanos a bactérias, protozoários, fungos e vírus a muito tempo iolados ou dormentes, tem sido identificados.  

Nunca antestem havido uma tal ávida troca de “informação” entre grande espécie (Homo Sapiens) e micróbios. Mais de cem zoonoses [infecções animais transmitidas a humanos] e mais de 520 arbovirus conhecidos naturais de artrópodes, no mínimo cem tem mostrado causar doença nas pessoas. Algumas estão entre as doenças mais mortais encontradas. Em 1976 no Zaire e no Sudão 90% daqueles infectados pelo vírus Ebola morreram horrivelmente dentro de semanas.

O mais recente incidente de praga, causada pela bactéria Yersinia pestis, ocorreu na Índia na virada do século XX e matou mais de dez milhões de pessoas. Ao mesmo tempo,  um pequeno surto ocorreu entre os chineses em San Francisco. Um outro surto de magnitude daquele da Índia tem sido postulado para os EUA.

Em 1918 ima pandemia de gripa A exigiu mundialmente vinte milhões de vidas em menos de um ano. Foi acreditado que ele se originou nos EUA, foi para a França e então voltou aos EUA onde rapidamente se espalhou de New York a Califórnia.

 

Desde então tem havido sérios surtos globais de gripe em, no mínimo, cinco ocasiões.

 

Enquanto eu estava trabalhando nesta porção da história da depopulação, Hatonn escreveu “Disastre na Vestimenta da Gripe”. O oportuno aviso de Hatonn enfatiza a importância imediata desse assunto atualmente a disposição. É por esta razão que eu tenho escolhido de algum modo expandir a Parte V para incluir muita manchetes atuais e alarmantes sobre este mesmo assunto de vírus e doenças atuais.   

 

E AGORA UMA OLHADA EM ALGUMAS MANCHETES ATUAIS 

 

Doenças Globais próximas a ”crise”, teste sanguíneo disse

 

Em uma história de 2 de dezembro de 1995 do The Toronto Star, escrita por  Nick Pron, lemos:

 

A disseminação mundial de doenças infecciosas está alcançando níveis de “crise” e nenhum país está imune ao problema, disse uma comissão federal ontem.

 

Os canadenses tem que “parar de pensar em nós em termos de isolamento do resto do mundo e nos ligarmos no que está acontecendo ao redor do planeta”, disse o Dr. Kevin Kain em um inquérito realizado pelo Ministro da Justiça Horace Krever, que está testando a segurança do sistema de sangue do Canadá.

 

Funcionários Advertem quanto a um vírus mortal para crianças

 

Em 8 de dezembro de1995 no  New York Times, lemos:

 

Um vírus respiratório de inverno que mata aproximadamente 4.500 crianças por ano nos EUA tem aparecido mais uma vez, com casos já relatados pelo paísm, disseram ontem funcionários federais da saúde. Os funcionários do CDC aqui, disseram que o vírus sincicial respiratório ou RSV fez com que 90.000 crianças sejam hospitalizadas a cada ano com doença do trato respiratório inferior.

 

Dr. Tom Torok, um epidemiologista médico do CDC disse que o vírus pode também causar séria doença respiratória nos velhos e naqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos. 

 

“O RSV está sendo sub avaliado como causa de doença respiratória em adultos e sua real magnitude não tem sido bem estudada”, ele disse.

 

Durante o último mês, o vírus tem sido encontrado em todos 44 Estados que relatam resultados de testes para ele. A atividade geralmente começa em novembro, tem seu pico em final de janeiro e meados de fevereiro e continua até abril ou começo de maio.

Dr. Torok disse que o vírus era mais difícil de distinguir do da gripe quando ele ocorre em adultos. “Realmente não sabemos se há ou não bons indicadores clínicos de RSV versus gripe”, ele disse.

Os pesquisadores estão trabalhando em vacinas para proteger do vírus respiratório e estão estudando os efeitos de dar a crianças um soro com anticorpos contra isso.

 

13.000 por dia infectados pelo HIV

 

Um dos cinco transportadores do vírus mortal vive no sudeste asiático. Na edição de 1 de dezembro de 1995 do Calgary Herald lemos:

 

Aproximadamente 13 mil pessoas diária e mundialmente são infectadas pelo vírus causador da AIDS e o sudeste asiático rapidamente está se tornando a principal zona de incidência da doença , disse um importante especialista americano na quinta-feira.

Jonathan Mann, diretor da Coalizão Global de Políticas para AIDS, um grupo independente de pesquisa baseado na Escola de Saúde Pública de Harward, disse que um dos cinco transportadores do vírus HIV vive no sudeste asiático. “Estimamos que durante 1995 aproximadamente 4.7 milhões de pessoas se tornarão recentemente infectadas pelo HIV ao redor do mundo. Se isso continuar, haverá de 70 a 80 milhões de pessoas pelo ano 2000.”

 

Pragas Afligem a América Latina para desespero dos especialistas

 

Em um artigo de 29 de novembro de 1995 da Montreal Gazette, escrito por Laurie Goering lemos:

 

Manaus Brasil – Isso começa com uma febre, como centenas de pragas menos mortais. Então vem uma crescente fraqueza. A pele fica amarelada. No abdômen, o sangramento interno começa. Logo o sangue brota do corpo pelos olhos e no infindável vômito negro. Em Nove de dez casos, o fígado se dissolve e a vítima morre. Não é Ebola. É a Febre Negra de Labrea, apenas uma de uma meia dúzia de doenças mortais virais pouco entendidas, que emergem da floresta tropical da América Latina. “As pessoas todo tempo estão indo e vindo da floresta tropical com febres estranhas das quais ninguém sabe algo”, disse Bedsy Dutary Thatcher, um especialista em malária do Instituto Nacional de Pesquisa Amazônica em Manaus. “Se começarmos a procurar por elas podemos isolar uma nova variedade a cada semana”. Talvez nunca tenha a batalha contra a doença parecido tão sombria como exatamente agora na América Latina e em grande parte do Terceiro Mundo. Por todo o planeta, novas doenças estão aparecendo em um passo assustador,  dizem os especialistas. Até mesmo mais perturbador: velhos flagelos que já haviam sido relegados pela história estão fazendo um reaparecimento, particularmente na América Latina.

A Tuberculose, pensada conquistada depois da introdução de novos medicamentos na década de 1940, tem voltado e está se disseminando fora de controle. A malária, uma da mais velhas pragas do mundo, também está fazendo um retorno. A América Latina relatou mais de um milhão de casos novos no ano passado; metade deles no Brasil.

Na Nicarágua e em Honduras, uma misteriosa doença caracterizada por calafrios, febre e sangramento severo no pulmões tem sido tentativamente identificada como leptospirose, uma doença animal conrtaída pelo contacto com resíduos animais. O   surto matou 16 pessoas e adoeceu mais de duas mil nos dois países nos últimos dois meses. Um surto similar no Brasil matou mais de 40 pessoas em fevereiro.

Na Colombia, o que parece ter sido um surto de encefalite eqüina transmitida por mosquito matou no mínimo 26 pessoas e fez com que outras 13.000 buscassem tratamento em setembro.

No México e em grande parte da América Latina a febre dengue, caracterizada por febre alta e intensa dor no corpo tem atacado aproximadamente 200.000 pessoas este ano e está ameaçando se mkover para os EUA. Uma variante mortal da doença, a febre hemorrágica dengue, tem atacado outras 3.500 pessoas.

Na Guiana, uma doença não identificada caracterizada por febre alta, vômitos e convulsões matou cinco jovens crianças e ameaçou ou8tras 8 no hospital leste da Guiana este mês.

“As doenças de comunicação obrigatória estão ressurgindo” disse Dan Epstein, um porta-vozs da Organização Panamericana de Saúde, baseada em Washington, D.C. “Temos tido uma série de febres hemorrágicas, inclusive dengue, e os problemas continuam a aumentar”. 

 

Virus Mortal

Segundo surto de Ebola verificado

 

Em um recorte de jornal que nos foi enviado esta semana, lemos a seguinte história da Associated Press:

Os especialistas estão tentando conter um surto do mortal vírus Ebola na Libéria e estão investigando relatos em um segundo l8ugar, disse um porta-voz da OMS.

 

Ebola domado – por agora

Em janeiro de 1996 na edição de Discover aparece um artigo com o título acima. Este artigo começa com,

 

“O filme de praga da última primavera,  Outbreak, teve que competir com o gancho da vida real: um aparecimento, no Zaire, do temido vírus Ebola”.

 

Contido dentro deste artigo sobre o Ebola, está um outro artigo escrito por Sarah Richardson intitulado  “Surto Quebra Ossos”, que abre com:

 

“Enquanto o mortal Ebola vírus do Zaire está faiscando brevemente, um flagelo vital muito mais disseminado está ameaçando as Américas. Em 1995 a febre dengue, apelidada “febre quebra ossos” pela terrível dor articular que causa, alcançou proporções epidêmicas na América Latina e países do Caribe adoecendo mais de 140.000 pessoas e matando 38”.

 

Você tem percebido que a CNN, nos últimos dois ou três meses, tem apresentado programas especiais de meia hora sobre o Ebola no Zaire? Coincidência? Eles disseram não ser uma questão de se mais sim de quando o vírus Ebola atacará os EUA. Também tenha em mente o que  Peter Kawaja tem dito sobre a Doença da Guerra do Golfo – sendo uma forma de Ebola Reston, uma forma de ação mais lenta do Ebola.

 

HEPATITE

No anúncio de uma página que apareceu em 11 de janeiro de 1996 da revista Rolling Stone, lemos:

 

“Cinco milhões de americanos têm hepatite. Você tem?” 

 

Em outra manchete de 29 de novembro de 1995 da The Montreal Gazette:

 

Australianos exultam enquanto um vírus mortal ataca coelhos

Broken Hill, Austrália – Isto soa como um roteiro de filme de terror: um vírus mortal escapa de um laboratório de risco biológico. Os cadáveres enchem o panorama na medida em que a praga se espalha pelo continente. Mas, muito mais que fugir apavorados, os australianos estão celebrando um vírus que está dizimando os coelhos pelo outback. A praga real, dizem as pessoas, é a população de coelhos.

 

“Isto é história e olhamos para trás este mês e dizemos que esta foi uma coisa maravilhosa”, disse o criador de carneiros David Lord.

 

Em um artigo de jornal que nos foi enviado por fax, de 24 de dezembro de 1995 do Chicago Tribune, escrito por  Kenan Heise, lemos:

 

Obituários

George B. Craig, Jr., 65; especialista em mosquitos vetores de doenças.

George B. Craig, Jr., 65, um entomologista e professor de biologia na Universidade de Notre Dame, foi um especialista de renome mundial sobre mosquitos, especialmente aqueles que transmitem doenças tais como ,febre amarela, dengue e encefalites. Um residente em South Bend, Indiana, ele morreu na quinta-feira em um encontro da Sociedade Americana de Entomologistas em Las Vegas. O Professor Craig tem expressado em seu criticismo o fracasso do país em controlar a disseminação do Aedes albopictus, ou mosquito tigre asiático. Esta espécie, assim chamada pelas listas nas pernas e corpos dos mosquitos, provavelmente invadiu os EUA em um embarque de pneus usados enviados a Houston vindos do Japão em 1985. Embora raros no norte, os mosquitos têm sido vistos na área de Chicago. Eles algumas vezes transportam doença mortais tais como dengue e várias formas de encefalite.

Professor Craig co-escreveu um relatório em 1992 para o jornal Science que estabeleceu que a espécie havia transportado uma séria doença para este país – a encefalite eqüina do leste. Em uma entrevista em 1992 a Tribune, ele relatou que metade daqueles que se recuperam da doença “têm cérebros destruídos”  e que de “todos os tipos de encefalite este de longe é o pior”.

Mais recentemente, ele tinha estado dirigindo a pesquisa da febre epidêmica de dengue hemorrágico que começou no México e atravessou para os EUA  bem como de uma encefalite epidêmica em Michigan e um surto de encefalite LaCrosse na Virginia Ocidental.

 

Cavalos, tratadores mortos por vírus misterioso

 

Em um artigo de 5 de dezembro de 1995 do Daily Times of Harrison, Arkansasescrito pelo escritor da AP Peter James Spielmann,

Sydney, Australia

 

– Primeiro os cavalos perderam o apetite depois eles começaram a ter contrações musculares. Isso se transformou em convulsões, os animais caindo contra seus estábulos. Dentro de duas semanas, tiveram hemorragia nos pulmões e se afogaram em seu próprio sangue, que britava de suas bocas e narina. Então a doença atacou os tratadores, abrindo buracos nos pulmões deles, que chocaram até a morte. 

Foi a primeira vez na história médica que um vírus anteriomente desconhecido pela ciência repentinamente apareceu em um mamífero e então pulou para outro com tal efeito mortal, matando dis tratadores de cavalos. O culpado: um tipo de morbilivirus, da família do vírus que inclui o sarampo, destempero canino e praga do gado. Mas não está claro porque de repente ele apareceu tão virulento e porque se adaptou para matar humanos e quando atacará novamente.

 

Mais sobre Ebola

No livro de John ColemanSocialismo: A Estrada para Escravidão, lemos:   

 

A população  mundial que está em “excesso aos requerimentos” – e isso inclui os EUA – já está sendo dizimada por vírus mutantes fabricados em laboratório que estão matando centenas de milhares de pessoas. Este processo será acelerado nos termos da planta genocida do Relatório Global 2000 do Clube de Roma depois que multidões tenham servido ao seu propósito. Os experimentos começaram em  Sierra Leone com o vírus mutante da febre Lassa e visna que está sendo aperfeiçoado nos laboratórios da Universidade Harvard em agosto de 1994.Um vírus novo e mais mortal do que o da AIDS está para ser liberado.

Já liberados e trabalhando com eficiência mortal estão os novos vírus de gripe. Estes vírus mutantes de gripe são acreditados serem 100% mais eficazes do que o vírus da gripe espanhola testados nas tropas francesas marroquinas nos dia finais da primeira guerra mundial. Como o vírus da febre Lassa, o vírus da gripe espanhola saiu do controle e em 1919 varreu o mundo matando mais pessoas do que o número total de baixas militares de ambos os lados da primeira guerra mundial. Nada o deteve. As baixas nos EUA foram horrendas. Uma em cada sete pessoas nas grandes cidades da América foi eliminada pela gripe espanhola. As pessoas caiam de manhã com febre e um cansaço debilitante. Dentro de dois dias, elas morriam – aos milhões.

Quem sabe quando o novo vírus mutante atacará? Em 1995 ou talvez no verão de 1966? Ninguém sabe. Também esperando nas asas está a febre Ebola, seu nome apropriado, “Ebola Zaire” por causa do país africano onde primeiro apareceu. A febre Ebola não pode ser parada, é um assassino sem misericórdia que age rápido e deixa a vítima horrivelmente contorcida e sangrando por todas aberturas do corpo.

 

Recentemente, o  Ebola Zaire tem emergido nos EUA, mas a mídia de notícias e o CDC falam pouco sobre isso. Experimentos de pesquisa tem estado em andamento com o vírus Ebola no Instituto de Pesquisa Médica do Exército dos EUA envolvendo outros vírus altamente perigosos.

Qual o propósito por trás de libertar estes vírus pavorosamente mortais?

A razão é o controle da população e pelas declarações dadas por Lord Bertrand Russell, Robert S. McNamara e H.G. Wells, os novos vírus assassinos são meramente o que estes homens dizem que esta chegando. Aos olhos do Comitê dos 300 e camarilha socialista há gente demais indesejável na Terra. Ma esta não é a história inteira. A razão real por trás desse alarmante genocídio global em massa é criar um clima de instabilbidade. Desestabilizar nações, fazer com que os corações das pessoas batam com medo. A guerra é parte do plano e em 1994 a guerra está em toda as partes. Não há paz na Terra.

 

Parte VI

O Capítulo Final
29/12/95

 

Em um artigo de jornal de 3 de dezembro de 1995 do Calgary Herald, escrito por Mark Hume, lemos:

 

Perigo Nuclear

 

O Relógio do Juízo Final agora mostra sinais de avançar em direção novamente a meia noite.  No Relógio do Juízo Final não há tempo depois da meia moite. Não há um novo amanhã. O relógio, que ilustra a extensão do perigo nuclear no mundo, está congelado em dezessete minutos para a meia noite. Os ponteiros, estabelecidos pelo Boletim dos Cientistas Atômicos apenas se movem depois de um longo debate. Alguns dos mais importantes cientistas mundiais se reunirão esta semana na Universidade de Chicago para discutir o que é esperado ser o primeiro movimento dos ponteiros desde 1991.

A maioria das pessoas pensa que os ponteiros avançarão novamente, pela primira vez em uma década marcada por um série de retroações. Em 1984 com a aceleração da corrida armamentista, o tempo fio colocado em três minutos para a meia noite. Por 1988 com um tratado soviético-EUA limitando o alcance intermediário das forças nucleares, ele recuou para seis minutos para meia noite.   1990 viu o relógio ir para 10 para meia noite com o fim da Guerra Fria e finalmente em 1991 com a assinatura do tratado de redução de armas estratégicas ele chegou ao seu tempo atual.

 

“Eu o colocaria perto da meia noite agora”, disse John Mate, um manifestante anti nuclear do Greenpeace International, que acredita que o relógio esteja novamente avançando. “A menos que a França e outros assinem um compreensivo traado de teste e banimento, penso que haja uma enorme ameaça”. Mate não é um especialista em segurança global mas ele obtém mais de uma visão avançada da ameaça do que a maioria, tendo acabado de voltar do Pacífico Sul onde protestou contra o mais recente teste nuclear da França.

 

Na noite em que a França explodiu a mais recente bomba nuclear do mundo, Mate estava a bordo de um pequeno iate exatamente a 20 km da zona de exclusão do atol de Mururea, na Polinésia Francesa. A esta distância, pôde ver o brilho das luzes da instalação francesa de testes nucleares.

Mate disse que ao observar a radiância elétrica quente se refletindo nas águas do Oceano Pacífico Sul ele se encheu de temor. “Vi Mururea como um lugar que simboliza o maior mal que a humanidade pode perpetrar ao planeta; eu costumo me referir ao programa de testes como loucura nuclear ma indo a Mururea, agora digo exatamente que isso é o mal”.

 

Bill Epstein sentiu os tremores político em New York, onde pelos passados 25 anos ele serviu ao governo canadense nos comitês da ONU preocupados com a proliferação nuclear. Epstein disse que ao ignorar a opinião mundial e continuar a construir seu arsenal nuclear, a França tornou mais fácil para outros países fazerem a mesma coisa. “No mundo hoje, há 40 países que têm a capacidade de fazer uma arma nuclear se assim o decidirem. A maioria deles não faz, porque têm assinado o tratado de não proliferação nuclear. Ma eles podem se retirar do tratado dando uma aviso anterior de três meses e alguns deles têm avisado agora que podem fazer isso. ”

 

Epstein disse que se ele estivesse estabelecendo hoje o relógio ele colocaria o ponteiro do minuto  adiantado cinco minutos – isso é, 12 minutos para meia noite.  “Com o fim da Guerra Fria muitas pessoas pensaram que a paz tivesse começado mais ainda existe um perigo muito real aqui”, disse Epstein.

 

SÍNDROME DA GUERRA DO GOLFO

Em seu [Pentágono] relatório datado de 14 de julho de 1995, intitulado O Acobertamento da Síndrome da Guerra do Golfo – Uma Questão de Integridade Nacional, o Dr. Lindsey Arison escreve:

 

A Síndrome da Guerra do Golfo é a conseqüência direta à saúde da exposição prolongada [crônica] aoa níveis baixos [não letais] de agentes químicos e biológicos liberados diretamente pelo ataque aos iraquianos via mísseis, foguetes, artilharia ou munições aéreas e queda de bombas aliadas das instalações iraquianas de guerra química durante os 38 dias de guerra aérea.

Os efeitos destas exposições foram exacerbados pelos efeitos colatrerais sinérgicos e deletérios das não comprovadas pílulas de brometo de piridostigmina [pílulas pré tratamento de agente nervoso que foram administradas não voluntariamente], as vacinações também njão voluntárias e investigativas de toxoíde botulínico, vacinas de antrax e resíduos de urânio enfraquecido principalmente de veículos de campo de batalha danificados pelas munições de urânio enfraquecido capaz de romper blindagem e, em muito menor extensão, outros riscos ambientais  tais como coontaminação pelo incêndio do petróleo, pesticidas, petroquímicos e radiação eletromagnética de radares e equipamento de comunicação.

O número infinito de combinações e permutações dos efeitos da exposição crônica aos níveis baixos e não letais de agentes nervosos químicos cumulativamente eficazes, agentes bolha, agentes biológicos e “coquetéis” acoplados aos efeitos das pílulas de agente nervoso, vacinas botulínicas e antrax, poeira de urânio enfraquecido e outros contaminantes ambientais têm produzido variação infinita na sintomatologia nos veteranos da Guerra do Golfo. Daí, a “doença misteriosa”. Há, contudo, uma causa principal. O Departamento de Defesa continua a negar que agentes químicos e biológicos tenham sido usados na Guerra do Golfo. O Departamento de Defesa está mentindo aos veteranos e suas famílias, ao Congresso e ao povo americano sobre a exposição de soldados americanos a agentes químicos e biológicos durante a Guerra do Golfo.  

 

DOENÇA DA GUERRA DO GOLFO – EBOLA RESTON


Em um documento recebido de Peter Kawaja intitulado O Mais Triste Capítulo na História da América Está Sendo Escrito Agora,  lemos:

 

A Doença da Guerra do Golfo é uma doença transmissível, espalhando-se pior do que a AIDS, por mero contacto casual, ou por estar perto de alguém que tosse. Você pode se infectar simplesmente ao esbarrar em alguém em uma loja. Seus filhos podem ser infectados em uma parque de diversão ou na escola. O Mycoplasma incognitus contém a maioria do envelope do HIV (AIDS), que foi violado por humanos. Ele, por projeto, é um agente de guerra. O nosso governo está envolvido neste grande crime e acobertamento. Um pânico nacional/mundial está para ser criado, de tal magnitude que ameace a nossa própria existência. Este mesmo governo apresentará uma solução; eles terão um “antídoto”, um tratamento mas apenas para aqueles que aceitem o cartão de identidade médica para serem tratados; todos os outros serão considerados um perigo para sociedade, caçados, aprisionados ou mortos.

 

Os americanos receberão bem esta solução e entregarão seus vizinhos e amigos para sobreviverem. Ao mesmo tempo, este instrumento suspenderá a constituição dos EUA e permitirá o governo da ONU,  a Nova Ordem Mundial, um só governo mundial.

A América será escravizada. Aproximadamente 40% [segundo fontes confidenciais] da população americana já tem um transportador de uma forma [ou outra] de HIV bem como agora existe mais de 2000 cepas, efetivamente fazendo quase metade da população um tranportador para infectar outros  [exemplo] Ebola Reston, uma agente mortal de ação lenta que leva anos para se manifestar e que mata com dores piores que o Ebola Zaire, que é de ação rápida.

O governo já está vazando histórias nos noticiários por meio da mídia principal avisando a América: não é se, mas QUANDO brevemente enfrentaremos um surto mundial. Eles estão lhge preparando para o que eles já sabem e já planejaram. O que eles estão dizendo, todavia, é que isto acontecerá por acidente, por causa das viagens aérea e os americanos estão acreditando nisso.

 

 

SATÉLITES ESPIÕES ESTUDAM A NATUREZA

Em um artigo escrito por William J. Broad em 28 de novembro de 1995 no Denver Post, reimpresso pelo New York Times, lemos:

 

Com a Guerra Fria se apagando da memória, os satélites espiões nacionais estão voltando sua atenção para a natureza. Além de espiar os usuais alvos militares, eles estão monitorando fenômenos tais como nuvens, glaciais, gelo no mar, desertos e floresta tropicais para reunir pistas sobre as alterações climáticas a longo prazo e ameaças ecológicas. Pelo pedido de urgência do Vice Presidente Gore e com o apoio do congresso os novos programas estão dirigindo os satélites espiões para estudarem aproximadamente duas dúzias de lugares ecologicamente sensíveis ao redor do mundo. Por agora, eles monitoram aproximadamente 500 lugares.

Os cientistas estão programando os satélites para estudarem diversos habitats vulneráveis a mudança e dano ambientais, inclusive alguns que são remotos e proibidos [Estão falando da Antártica?]

“Em termos de cruzar espadas em arados este é um bom exemplo do que pensamos”, disse o Dr. Jeff Dozier, deão da escola de ciência ambiental da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e um membro da equipe de gerenciamento do programa. Os dados serão arquivadods para as futuras gerações de cientistas e permanecerão por agora secretos para esconder as habilidades dos sistemas de reconhecimento das nações, dizem os cientistas.  

Especialistas em inteligência sempre tentam ocultar as habilidades exata de seus sistemas de reconhecimento de modo que seus inimigos possam ser menos prováveis de conhece-los e de como se evadir e contra agir a eles. Em qualquer evento, os dados serão mais interessantes nas décadas futuras porque eles buscam revelar a tendências com o correr do tempo. O programa escolhe áreas da Terra que são pensadas serem mais partiularmente reveladoras de mudança no mundo natural e repetidamente as fotografa em uma programação pré fixada, em alguns casos, sazonalmente. Os dados estão sendo coletados por décadas e na teoria revelam mudanças sutis que caso contrário poderiam ser perdidas.

 

A TERRA EM EQUILÍBRIO

Em seu livro Terra em Equilíbrio – Ecologia e Espírito Humano, o então Senador Gore escreve:

 

“Tenho vindo a acreditar que devemos tomar uma ação nítida e inequívoca: devemos fazer do resgate do meio ambiente o princípio central organizador para a civilização. Se vamos ou não realizar isso, estamos agora engajados em uma batalha épica para o direito do equilíbrio de nossa Terra e a maré desta batalha apenas mudará quando a maioria das pessoas  no mundo se tornarem suficientemente engajadas por um senso partilhado do perigo urgente e se unirem um um esforço total”.

 

Sobre o assunto da população, Mr. Gore escreve:

“A primeira meta estratégica deve ser a estabilização da população mundial, com políticas destinadas a criar em cada nação do mundo as condições necessárias para a chamada “transição demográfica” – a mudança histórica e bem documentada  de um equilíbrio dinâmico das altas taxas de natalidade e taxas de mortalidade a um equilíbrio estável de baixas taxas de natalidade e taxas de mortalidade.”

 

E também,

“Nenhum objetivo é mais crucial para a cura do meio ambiente global do que a estabilização da população humana. A rápida explosão no número de pessoas desde o início da revolução científica – e especialmente durante a última metade deste século – é o mais claro exemplo da mudança dramática no completo relacionamento entre a espécie humana e o sistema ecológico da Terra.”

 

Gore começa sua declaração de conclusão com,

 

“A vida sempre está em movimento e mudança. Alimentada pelos frutos do sol e do solo, da água e do ar, estamos constantemente crescendo e criando, destruindo e morrendo, nutrindo e organizando. E na medida em que mudamos, o mundo muda conosco. A comunidade humana cresce até mesmo maior e maior complexa e ao faze-lo, demanda até mesmo muito mais do mundo natural.  A cada dia, nos aprofundamos mais profundamente nos recursos do mundo, exigimos mais recursos para uso e geramos mais resíduos de cada tipo de processo. A mudança gera mudança e então alimenta seu próprio momentum até que finalmente o inteiro globo parece estar se acelerando na direção de algum tipo de transformação profunda”.  

 

AS PEDRAS GUIA DA GEORGIA

 

MENSSAGEM E MISTÉRIO PARA HUMANIDADE  

 

[citando:]

A reputação do Granito de Elberton como uma das melhores pedras fundamentais do mundo, na localização geográfica do condado de Elbert, o destino parece ser os elementos chave porque um dos mais não usuais monumentos da nação fosse revelado perto de  Elberton. Ele também é chamado de “Stonehenge da América”, por causa dos monumentos misteriosos na Inglaterra que por eras têm intrigado os homens. As Pedras Guia da Georgia têm atraído publicidade nacional e promessas de se tornarem uma maior atração turística.  Solenes em tamanho e cheias de enigmas, elas revelaram a nação no inverno de 1979. Elas agora continuam um mistério e assim permanecerão quando o homem parar de registrar sua história.  O monumento gigantesco de seis peças, de 19 pés de altura em um bela colina do interior a oito milhas ao norte de Elberton proclama uma mensagem para a conservação da humanidade. Sua origem e patrocinadores são desconhecidos; outro mistério.

 

 

 

Os componentes foram fabricados “Pirãmide de Gratino Azul” da Elberton Granite Finishing Company, Inc. a firma do presidente, Joe H. FendleySr., disse que o projeto foi um dos mais desafiadores – parcialmente por causa da magnitude dos materiais e parcialmente por causa das especificações exatas do misterioso grupo de patrocinadores, “e estas especificações eram tão precisas que ela tiveram que ser compiladas por especialistas em pedras bem como em construção\”, disse Fendley.

Ele disse que tudo isso começou no anoitecer de uma sexta-feira em junho quando um homem bem vestido e articulado foi ao seu escritório em  Tate Street Extension em Elberton e queria saber o custo da construção de uma grande monumento para conservação. Ele se identificou como “Mr. Christian.”

 

Ele disse a Fendley que representava um pequeno grupo de americanos leais que viviam fora da Georgia e que queriam permanecer anônimos e que escilheu o nome “Christian” por ser cristão.

 

Ele perguntou qual o banco operacional de Fendley e Joe o colocou em contacto com os bancos locais. Wyatt C. Martin, Presidente do Granite City Bank, foi selecionado por  “Mr. Christian” para ser o intremediário do projeto misterioso. Segundo Martin, o homem compareceu ao seu escritório trinta minutos depois, explicou o projeto e disse que depois da construção ele esperava que outros grupos de mente de conservação erigissem até mesmo outras pedras em um outro anel e levassem a mensagem em mais línguas.  Ele disse a Martin que qwueria que o monumento fosse erigido em uma área remota, fora dos principais centros turísticos. O cavalheiro também disse que a Georgia fora selecionada por causa do excelente granito, clima geralmente suave e o fato de que sua avó fosse da Georgia.

Martin persuadiu o homem misterioso que o condado de Elbert fosse o local ideal para o memorial e ele concordou. Mais tarde ele voltou e com Martin inspecionou locais. “Mr. Christian“, que agora se chamava “R. C. Christian”, escolheu um lote de cinco acres de uma fazenda de Wayne Mullenix. Este é o ponto mais alto no condado Elbert.

 

Umas poucas semanas depois  Martin contactou Fendley e disse a ele que já havia fundos depositados em uma conta e começaram imediatamente a trabalhar. Martin prometeu que quando o projeto estivesse completo ele enviaria seu arquivo aos patrocinadores anônimos e o segredo nunca seria conhecido. Ele disse que Christian havia lhe dito que os patrocinadores tinham planejado o monumento por anos e então as “dez guias” para a conservação da humanidade e da Terra foram cuidadosamente expressas como um apelo moralista a todos os povos, a despeito da nacionalidade, religião ou política.

 

AS GUIAS EXPLICADAS NA MENSAGEM

 

As determinações da mensagem proclamada no monumento são em 12 linguas, incluindo aramaico, babilônio cuneiforme, hierógifos egípcios, grego clássico, inglês, russo, hebraico, árabe, hndi, chinês, espanhol e swuali.

As guias, seguidas pelos preceitos explanatórios, são as seguintes. As palavras são exatamente as que os partocinadores forneceram.

 

Manter a humanidade abaixo dos quinhentos milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza.

Significa a inteira raça humana em seu nível máximo para o equilíbrio permanente com a natureza.

Guiar a reprodução sabiamente – melhorar o mais sasudável e a diversidade.
Sem entrar em detalhes ainda não descobertos, isso significa que a humanidade deve aplicar razão e conhecimento para guiar sua própria reprodução.

A humanidade unida com uma nova linguagem viva

Uma linguagem viva cresce e muda com o conhecimento avançado. Uma nova linguagem será desenvolvida e não necessariamente precise ser adaptada de qualquer língua agora existente.

 

Governe a paixão, fé, tradição – e todas as coisas com razão moderada 
“A fé” aqui pode ser usada em um sentido religioso. Muito frequentemente as pessoas são governadas por uma fé cega até mesmo quando pode ser contrário a razão. Aqui a razão deve ser moderada pela compaixão – mas deve prevalecer. 

Proteger as pessoas e nações com leis e cortes justas 

As cortes devem considerar a justiça bem como a lei.

Deixe que todas as nações que governem internamente resolvam as diputas externas em uma corte mundial  .

As nações individuais devem estar livres para desenvolverem seu próprio destino doméstico do modo que seu povo quiser – mas não podem abusar de seus vizinhos

Evitar leis mesquinhas e representantes inúteis.

Auto-explicativo

 

Equilibrar os direitos pessoais com os deveres sociais

Os indivíduos têm uma preocupação natural com seu bem estar pessoal mas o homem é um animal social e também deve estar preocupado com o grupo. O fracasso da sociedade ignifica o fracasso de seus cidadãos individuais.

Premie a verdade – beleza – amor – busca da harmonia com o infinito
O infinito aqui significa o Ser Supremo – cuja vontade é manifestada no trabalho do cosmos – e buscarmos por Ele.

Não ser um câncer na Terra – Deixar espaço para a natureza

Em nosso tempo, o crescimento da humanidade está destruindo as condições naturais da Terra que tem promovido toda vida existente. Dvemos restaurar o equilíbrio fundamentado.

 

CONSIDERE ISSO

Conquanto possa parecer que tenho apresentado muitos escritos divergentes e não relacionados nesta série sobre depopulação de um planeta, acredito que por agora vocês verão a conexão direta e como, mais uma vez, a frase de Little Crow, “tudo está ligado a tudo”, é reafirmada.

O trabalho de base estabelecido por Thomas Malthus, Georg Hegel, Karl Marx, a Sociedade Fabiana, George Orwell, Bertrand Russell e Aldous Huxley, foi realizado como temas através de incontáveis publicações a respeito do assunto da população.

Quando examinamos os incontáveis livros sobre população se torna exceivamente claro que, por mais de um século, mentes grandes e outras nem tão grandes assim têm colocado sua concentração neste asssunto crítico que enfrenta, e agora bate na face de, nosso planeta vivo Gaia [Shan]. O que permanece fora dos refletores quando fazemos a revisão total desses tratados sobre o assunto da população é a total ausência de Deus.

 

Ele nunca é mencionado nem incluído na equação de esperança e reolução. Sabemos que Deus também tem um plano para 2000, ainda que alguns digam que isso soe banal, como algum retorno do renascido. Mas aqueles que CONHECEM Deus, conhecem que o plano de Deus está muito além do alcance do conhecimento dos homens e que Sua magnificência brilhará como o sol do meio-dia.

 

Ao invés da inclusão e da esperança em Deus na equação para o equilíbrio, nos são apresentada imagens de massas domesticadas que, como lemmings, se movem em direção ao seu detino em um dado momento. Sempre as conclusões são as mesmas – reduzir o crescimento populacional ou enfrentar a ruína.

 

Bem, temos certeza que graças a lugares como Porton DownInglaterra; Fort DetrickMaryland; e a OMS os instrumentos para morte e destruição estão trancados, carregados e dispensados aos inocentes adormecidos nos países do Terceiro Mundo enquanto olhos confiantes olham aqueles que aplicam a injeções e dizem em sua língua nativa: “obrigada” enquanto a contagem regressiva para sua morte começa.

Será que nesta série tentei ser um agente disseminador do medo? Longe disso. Entrei nesta série completamente “aberto” para encontrar qualquer evidência apresentada a mim e acredito que a evidência por agora é tão esmagadora que até mesmo os mais céticos considerem seguro dizer, “Eles realmente estão tentando nos matar!”

 

E os instrumentos a disposição deles atravessam todas as fronteiras e vem em tais formas divergentes como: carrapatos e pulgas transmissoras de doenças, nuvens de gás, água potável contaminada, transmissão através da carme e armas nucleares sujas. A agenda para depopulação certamente está a caminho e se acelerando rapidamente. E também, o assunto é tão grande, tão preponderante em escopo, que mais simplesmente eles se resignam e abanam as mãos no ar dizendo “não há nada que eu possa fazer quanto a isso”.  

Não é por acidente que recentemente a CNN tenha apresentado vários especiais sobre o virus Ebola. O público está sendo preparado psicologicamente para surtos maciços, aqui e ali. A este ponto do tempo, com tudo o que já tem sido desencadeado sobre nós, os surtos são inevitáveis.

Aqueles no poder e controle desse mundo não sabem como criar mas são extremamente proficientes em destruição e esse é o caminho que eles estão seguindo. Eles podem fazer declarações que soem maravilhosas sobre a necessidade de proteger a Mãe Terra tal como vocês leram na Agenda 21 (que afetará todo mundo), mas o custo em vidas humanas é imnsurável.

Vocês por agora saberão que os assuntos que nos confrontam são tão complexos, tão interligados que não existe respostas fáceis. Mas quem ao Aurelio Peccei, Eduard Pestel, Hugo Thiemann, Carroll Wilson, Alexander King, Saburo Okita do Clube de Roma para ditar á humanidade que a diminuição das massas é necessária? Não advogo a violência mas já houve tempo na história quando crimes de tal alta traição contra a humanidade eram abordados de modo muito preciso.

 

No mínimo, aqueles tais como os membros do Clube de Roma devem ser chamados para responder diante de uma Corte Mundial. Mas então, suponho seguindo esta linha de raciocínio posteriormente, as acusações teriam que incluir os administradores de tais instalações como  Porton Down, Fort Detrick, e talvez até mesmo a própria OMS. Obviamente, no mundo atual,isso não irá acontecer.

É apenas por meio dos esforços corajosos e altruístas de eruditos brilhantes como Eustace Mullins, Dra. Eva Snead, Dr. John Coleman, Robert Harris e Jeremy Paxan, para nomear apenas alguns, que chegamos ao outro lado da história que nos permite uma compreensão verdadeira. Sob o negro manto da segurança nacional todos os modos de males ocultos, esperando esfregar a própria essência da vida animada como a conhecemos.

Para propósitos da nossa discussão aqui, vamos ver a marcha de Louis Farrakhan em Washington. A maioria das pessoas sabia e esperava que houvesse maiores problemas, revolta, rebelião e para usar a frase de Gary Wean, intciar “revoltas raciais e revolução.” Mas o que aconteceu? O melhor exemplo de uma assembléia pacífica jamais testemunhada antes.

 

Como o agora vice presidente Al Gore notou em seu livro Terra em Equilíbio – Ecologia e Espírito Humano,

“Sir Crispin Tickell, um importante diplomata e ambientalista britânico notou em uma fala a Real Sociedade em Londres em 1989 notou que “uma pesada concentração de pessoas no presente está na baixas linhas costeiras ao longo do grande sistema de rios do mundo. Aproximadamente um terço da humanidade vive dentro de km da linha costeira.

 

Uma elevação do nível do mar de apenas 25 centimetros teria efeitos substanciais – um problema de uma ordem de magnitude que ninguém algum dia teve que enfrentar – em virtualmente todos países os números crescentes de refugiados lançaria uma sombra escura e se alongando.”

 

 Com certeza a maioria dos escritos sobre o assunto da população não leva em consideração que a Mãe Terra/Gaia dê seus próprios passos para fazer o equilíbrio do planeta. Esses passos incluem maciças mudanças geofísicas sob a forma de deslocamento da placas tectônicas, onde máres, massas de terra que se elevam e afundam, e sim, um possível deslocamento polar or deslocamento do pólo magnético. Sabemos que os pólos magnéticos estão, agora, em um estado de fluxo e extremamente instáveis.

 

 

CONCLUSÃO

Segundo a profecia Hopi, 1996 é para ser, “a segunda migração ao novo mundo que estará levando por trás da Grande Mãe Terra aqueles que estão escolhendo manter o poder neste planeta dentro do espaço do todo Sagrado Doze”. Será que as Pedras Guia da Georgia servirão como legado da humanidade, como algum marcador histórico para futuras gerações descobrirem e decifrarem? Ou elas fornecerão a sabedoria necessária para a humanidade começar a se mover para uma civilização mais próxima de sua verdadeira origem, mais alta que o homem universal em estreita conexão com Deus?  

 

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Published in: on julho 9, 2013 at 5:16 pm  Deixe um comentário  
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Comida Controlada

O genocida plano de controle da comida de Henry Kissinger em 1974

http://www.schillerinstitute.org/food_for_peace/kiss_nssm_jb_1995.html

Este artigo apareceu como parte de uma apresentação em 8 de dezembro de 1995, material de Executive Intelligence Review, e circulou extensamente pelo Schiller Insitute Food for Peace Movement. Aqui é reimpresso como parte do pacote “Quem é Responsável pela Falta Mundial de Comida?

de Joseph Brewda
8 de dezembro de 1995

Em 10 de dezembro de 1974, o Conselho de Segurança Nacional sob Henry Kissinger completou um estudo classificado de 200 páginas: O Memorandum 200: Implicações do Crescimento da População Mundial para os Interreses Externos e de Segurança dos EUA. O estudo falsamente clamou que o crescimento da população nos chamados Países Menos Desenvolvidos era uma grave ameaça para a segurança nacional dos EUA. Adotado como política oficial em novembro de 1975 pelo Presidente Gerald Ford, NSSM 200 ressaltou um plano encoberto para reduzir o crescimento da população naqueles países por meio do controle de nascimentos, e também, implícitamente, guerra e fome. Brent Scowcroft, que tinha então substituído Kissinger como conselheiro de segurança nacional (o mesmo posto Scowcroft foi mantido na administração Bush), foi posto a cargo para implementar o plano. O Diretor da CIA, George Bush, recebeu ordem de auxiliar Scowcroft, bem como os secretários de Estado, Tesouro, Defesa e Agricultura.

Os falsos argumentos que Kissinger avançou não eram originais. Uma de suas maiores fontes era a Real Comissão Sobre População, que o Rei George VI tinha criado em 1944 para considerar que medidas deviam ser tomadas no interesse nacional para influenciar a tendência futura da população. A comissão descobriu que a Bretanha estava gravemente ameaçada pelo crescimento populacional em suas colônias, já que um país populoso tem vantagens decididas sobre um país esparsamente populado para a produção industrial. Os esforços combinados para aumentar a população e a industrialização de suas colônias, foi avisado, podia ser decisivo em seus efeitos sobre o prestígio e a influência do Ocidente, especialmente afetando a força militar e a segurança.

NSSM 200 similarmente concluiu que os EUA estavam ameaçados pelo crescimento populacional em seu antigo setor colonial. Este memorandum presta atenção especial em 13 países chave, nos quais os EUA tinham um especial interesse político e estratégico: Índia, Bangladesh, Paquistão, Indonésia, Tailândia, Filipinas, Turquia, Nigéria, Egito, Etiópia, México, Brasil e Colômbia. Ele afirmava que o crescimento da população nestes Estados era especialmente preocupante, desde que isto poderia rapidamente aumentar sua relativa força política, econômica e militar.

Por exemplo, Nigéria: Já o país mais populoso do continente, com estimados 55 milhões de pessoas em 1970, a população nigeriana ao fim do século está projetada para alcançar 135 milhões. Isto sugere um papel crescentemente estratégico e político para a Nigéria ao menos na África. Ou o Brasil: o Brasil claramente dominou o continente demograficamente. O estudo advertiu quanto a um crescente status de poder para o Brasil na América Latina e no cenário internacional durante os próximos 25 anos.

Comida como Armamento
Há várias medidas que Kissinger advogou para lidar com esta alegada ameaça, mais proeminentemente, controle da natalidade e programas relacionados a redução de população. Ele também advertiu que as taxas de crescimento populacional são prováveis de aumentar apreciavelmente antes de começarem a declinar, até mesmo se tais medidas fossem adotadas.

Uma segunda medida era encurtar os suprimentos de comida para os Estados alvo, em parte para forçar cumplicidade com as políticas de controle de natalidade: há também algum precedente estabelecido ao levar em consideração a performance do planejamento familiar na avaliação das solicitações de assistência da AID [a agência americana para Desenvolvimento Internacional) e grupos consultores. Já que o crescimento populacional é o maior determinante do aumento da demanda por comida, a alocação de escarsos recursos do PL 480 deve levar em conta os recursos dos quais um país esteja dando passos no controle da população bem como na produção de comida. Nestas relações sensíveis, contudo, é importante no estilo, bem como em substância, em evitar o aparecimento da coerção.

Programas obrigatórios podem ser necessários e devem ser consideradas estas possibilidades agora, continuou o documento, acrescentando, “A comida deveria ser considerada um instrumento de poder nacional?… Os EUA estão preparados para aceitarem o racionamento da comida para ajudar os povos que não podem ou não controlam seus crescimentos populacionais? ”

Kissinger também previu um retorno de fome que pode fazer uma dependência excessiva dos programas de controle de população algo desnecessário. “O rápido crescimento populacional e a vagarosa produção de comida nos países em desenvolvimento, juntamente com a deterioração aguda da situação global de alimentos em 1972 e 1973, tem levantado sérias preocupações sobre a habilidade do mundo de se alimentar adequadamente no próximo quarto de século e além”, ele relatou.

A causa deste déficit vindouro não é natural, contudo, mas um resultado da política financeira ocidental. “Investimentos de capital para irrigação e infraestrutura e necessidades de organização para contínuos melhoramentos nas produções agrícolas podem estar além da capacidade administrativa e financeira de muitos LDCs. Para algumas das áreas sob a mais pesada pressão populacional, há pouca ou nenhuma perspectiva para cambios de ganhos estrangeiros para cobrir as constantes necessidades aumentadas de importação de comida.”

“É questionável,” Kissinger regozijou-se, “se os países doadores de ajuda estarão preparados para fornecer o tipo de ajuda massiva de alimento chamada pelas projeções de importação em uma base de continuação a longo prazo. Consequetentemente, a fome em larga escala de um tipo não experienciado por várias décadas, um tipo que o mundo pensou estar definitivamente banido, é a fome previsível que tem de fato vindo a passar.”

Eis o memorandum;

Conselho de Segurança Nacional
WASHINGTON, D.C. 20506

24 de abril de 1974

Estudo de Segurança Nacional Memorandum 200
————————————–

Para: O Secretário de Defesa
O Secretário de Agricultura
O Diretor da Inteligência Central
O Secretário Adjunto de Estado
Administrador, Agência para o Desenvolvimento Internacional

ASSUNTO: Implicações do Crescimento Mundial da População para a Segurança dos EUA e Interesses Externos

O Presidente tem dirigido um estudo do impacto do crescimento da população mundial sobre a Segurança dos EUA e seus Interesses Externos. O estudo deve olhar adiante ao menos até o ano 2000, e usar várias projeções razoáveis alternativas do crescimento da população.

Em termos de cada projeção, o estudo deve avaliar:

– o correspondente ritmo de desenvolvimento, especialmente nos países mais pobres;

– a demanda das exportações americanas, especialmente de comidda e problemas de comércio que os EUA podem enfrentar se elevando da competição por recursos; e

– a probabilidade que o crescimento da população ou desequilíbrios produzirão inquietantes políticas externas e instabilidade internacional.

O estudo deve focalizar nas implicações políticas e econômicas internacionais do crescimento populacional muito mais que nos aspectos ecológicos, sociológicos e outros.

O estudo então ofereceria os possíveis cursos de ação para os EUA ao lidar com a matéria da população externa, particularmente nos países em desenvolvimento, com especial atenção a estas questões:

– Que tal, se alguma, novas iniciativas pelos EUA sejam necessárias para concentrar a atenção internacional ao problema da população?

– Podem as inovações tecnológicas ou o desenvolvimento reduzirem o crescimento ou melhorarem seus efeitos?

– Podem os EUA melhorarem sua assistência no campo da população e se podem, de que forma e através de quais agências — bilateral, multilateral, privada?

O estudo deve levar em conta as preocupações do Presidente que a política da população seja uma preocupação humana intimamente relacionada a dignidade do indivíduo e o objetivo dos EUA é trabalhar estreitamente com outros, muito mais do que procurar impor nossas opiniões a outros.

O Presidente tem dirigido que o estudo deva ser acompanhado pelo NSC sob o Comitê dos Sub secretários. Ao Presidente e Sub Secretários do Comitê é solicitado levar adiante este estudo junto com as recomendações de ação do comitê, não mais tarde que 24 de maio de 1974, para a consideração do Presidente.

HENRY A. KISSINGER

cc: Presidente e Chefes de Juntas de Equipe.

NSSM 200:

IMPLICAÇÕES DO CRESCIMENTO MUNDIAL DA POPULAÇÃO PARA A SEGURANÇA DOS EUA E INTERESSES EXTERNOS

10 DE DEZEMBRO DE 1974

CLASSIFICADO POR Harry C. Blaney, III
SULEITO A REGRA GERAL DE DESCLASSIFICAÇÃO DA ORDEM EXECUTIVA 11652
AUTOMATICAMENTE REBAIXADO A CADA INTERVALO DE DOIS ANOS E DESCLASSIFICADO N-
eM 31 DE DEZEMBRO DE T1980.

Este documento só pode ser desclassificado pela Casa Branca
———————————————————-

Declassificado/liberado em 7/3/89
———–
sob as determinações da E.O. 12356
por F. Graboske, Conselho de Segurança Nacional

Published in: on abril 5, 2008 at 4:52 pm  Deixe um comentário  
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Bomba Genética

A Bomba Geneticamente Modificada
de Thom Hartmann

Imagine uma bomba que somente mate caucasianos de cabelos vermelhos. Ou pessoas baixas. Ou árabes. Ou chineses.

Agora imagine que esta bomba pode ser colocada em qualquer lugar do mundo, e dentro de dias, semanas ou meses mate cada pessoa no planeta que se encaixe no perfil da bomba, embora o resto de nós estaria seguro. E que a bomba possa ir silenciosamente, sem ninguém entender que ela tenha sido lançada – ou até mesmo onde ela foi lançada – até que suas vítimas comecem a morrer em números de massa.

Quem imaginaria tal coisa?

Paul Wolfowitz, é um. William Kristol é outro.

E, a história mostra, quando os homens que definem a política militar americana a partir das sombras colocam suas vistas em algo, isto é digno de nossa atenção.

Tenho cabelos e olhos castanhos, ambos determinados por genes específicos, e há provavelmente outros marcadores profundamente dentro de meu DNA que mostraria a um geneticista que a maioria dos meus ancestrais era norueguesa, gaulesa e inglesa. Conquanto não haja um gene para raça, há inúmeros genes para vários componentes do que chamamos de raça – cabelo e textura do cabelo, pele e cor dos olhos, forma do nariz e olhos, predisposições ou imunidades a doenças como Anemia Falciforme ou Sindome de Tay-Sachs, e similares.

Quando criar uma bomba genética para alvejar grupos especícos, tais perfis genéticos são realmente muito mais sutis e mais acurados do que a tosca pseudo categoria que chamamos de raça. Entre os homens chamados Cohen por todo mundo, por exemplo, os pesquisadores tem encontrado um específico perfil genético ligando-os a um ancestral comum. Um outro grupo com um perfil genético comum a ele são as pessoas com ADHD (“O Gene Edison”), que unicamente partilham variações comuns herdadas nos seus genes reguladores de dopamina a despeito de sua raça aparente, geografia ou etnicidade.

Então, qualquer um que é parte de um grupo que partilha um perfil genético pode estar em risco no futuro, sugerem os autores de Projeto para Um Novo Século Americano (PNAC) em um relatório intitulado “Reconstruindo as Defesas da América: Estratégia, Forças e Recursos para um Novo Século”.

O relatório nota que, “Muito se tem escrito nos anos recentes sobre a necessidade de transformar as convencionais forças armadas dos EUA para tirar vantagem da “revolução em assuntos militares…” Eles ressaltam que nossos militares requerem uma dramática transformação, antes que percamos nossa habilidade de combater futuras guerras não convencionais. Alguns podem lutar no ciberespaço, outros sob a água e outros no espaço externo. E alguns até mesmo dentro de nossos corpos.

Considere o que aconteceria se houvesse um vírus ou bactéria que somente infectasse um tipo particular de pessoas, matando, incapacitando, ou esterilizando apenas aqueles de um particular perfil genético. Considere o alavancamento político que uma nação teria se eles pudessem crivelmente ameaçar de extinção a todas as pessoas do mundo com olhos amendoados, ou de esterilização a todo mundo com um gene que os rastreie a um ancestral comum ou uma região.

Três anos atrás, Wolfowitz, Kristol e os colegas deles sugeriram que isto é algo que o Pentágono deve pensar. Não apenas guerra biológica, mas guerra genética.

E isto não está limitado apenas a guerra: Imagine como uma terraformação genética poderia substituir a diplomacia, poderia até mesmo tornar irrelevante a ONU se inteiros grupos étnicos fossem dizimados ou pudessem ser controlados pela ameaça de extinção. Ou como isto pode mudar a face da política se um organismo fica livre e mata todas as pessoas de uma particular minoria que tendam a votar para um determinado partido.

Armas de alvos genéticos poderiam mudar para sempre a política mundial, segundo o PNAC.

“E,” o relatório deles ressalta, “formas avançadas de guerra biológica que possam alvejar específicos genotipos podem transformar a guerra biológica do reino do terror em uma ferramenta útil de politica.”

Dado que Kristol, Wolfowitz, e seus conservadores associados do PNAC como Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Richard Perle, Eliot Abrams, Jeb Bush e John Bolton já nos comprou duas de suas recomendações anteriores em 1998 – a tomada do Iraque e o enorme aumento dos gastos com Defesa – é tentador supor se esta é uma outra idéia politicamente útil sendo explorada pelo Pentágono.

Ou talvez não teriamos que saber. Ao menos aqueles de nós com parentes politicamente problemáticos.

Thom Hartmann é um autor premiado e de best sellers e anfitrião de um talk show diário que é oposto a Rush Limbaugh em cidades de costa a costa.

www.thomhartmann.com

Seu livro mais recente (Setembro de 2003) é “The Edison Gene.” Este artigo é copyright de Thom Hartmann, mas a permissão é garantida para reimprimir, email, blog, ou web media tanto que o crédito seja anexado e o título não alterado.

Published in: on abril 5, 2008 at 4:43 pm  Deixe um comentário  
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Uso do Urânio Reduzido

Será que a Destruição de Hospitais e Registros Públicos no Iraque é uma cobertura para os impactos causados à saude pelo uso do urânio reduzido?

Uma chamada para observadores independentes documentem o possível baixo nível de radiação como fator de doenças no Iraque relacionadas aos uso ilegal de armas de urânio reduzido.

PRESS RELEASE 25 de abril de 2003

Press Release divulgada pela Associação dos Advogados Humanitários , Inc, uma organização não governamental creditada à ONU .

O saque não verificado de hospitais e a quase que total destruição de Ministérios e outros centros que armazenam registros públicos de saúde, tem desmantelado o sistema de saúde pública iraquiana além do reconhecimento, e tem intrigado a opinião pública. Isto foi uma falha operacional? Ou foi um evento deliberadamente programado? Para os ativistas que trabalham em uma campanha de banir permanentemente o uso das armas de urânio reduzido, a destruição dos hospitais e dos dados fundamentais de saúde pública servem a um óbvio propósito legal. O saque tem tornado impossível para os hospitais funcionarem atualmente, e obstrui a habilidade de documentar ou relatar sintomas ligados ao uso do urânio reduzido ou outras armas mais experimentais utilizadas pelos miliatares americanos e do Reino Unido.

Encorajando as suspeitas, a Agência para o Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) tem contratado a Organização Mundial de Saúde [OMS] para identificar as necessidades imediatas de saúde, ao custo de US$10 milhões. Isto levanta a preocupação sobre um conflito de interesse. Qualquer reunião de dados dos impactos imediatos na saúde provocados pelo urânio reduzido está sendo pago pelo EUA, que é a maior entidade potencialmente relacionável aos custos relativos a estes impactos. Este conflito de interesses pode comprometer as metas da H.R. 1483, uma lei introduzida ppor um congressista americano, Jim McDermott (D-WA) que exige estudos sobre os efeitos na saúde das munições de urânio reduzido.

As vistas alvejadas pelos saques e queima (Ministério do Planejamento, Informação, Saúde etc) suportam as especulações que uma tentativa planejada tem sido feita para destruir dados cruciais. Os Ministérios do Petróleo e do Interior, pesadamente guardados pelos tanques e soldados americanos para evitar o saque, e a completa ausência de guardas militares em outros locais públicos que foram saqueados e destruídos pelo fogo, sugere a deliberada destruição da infra estrutura iraquiana.

Os dados de saúde anteriores a Segunda Guerra do Golfo são críticos para estabelecer uma linha de base mostrando os aumentos nos níveis de câncer e defeitos de nascimento neste período pós Segunda Guerra do Golfo. Previsivelmente, o bombardeio direto de cidades com armas de urânio causará maiores aumentos do que na Primeira Guerra do Golfo onde as armas de urânio reduzido foram usadas em campos de batalha ao sul de Basra. Os aumentos nas quantidades usadas e o alvejamento de cidades acelerará o aparecimento e intensificará os números de doenças e mortes relacionadas ás exposições ao urânio reduzido.

Armamento de urânio reduzido, bombas cluster, e bombas de combustão aérea tem sido declaradas violações da lei internacional pelos experts da ONU sentados na sub comissão de Proteção e Promoção dos Direitos Humanos. Relatórios e estudos do Secretário Geral da ONU e da Sub comissão acompanharam relatórios de altos níveis de câncer e defeitos de nascimento depois da introdução em 1991 de armas de urânio reduzido pelos EUA e Reino Unido durante a Primeira Guerra do Golfo.

A advogada Karen Parker, que desde 1996 tem argumentado perante a ONU a ilegalidade do uso do urânio reduzido, afirma: ” Desde que a sub comissão da ONU pela primeira vez descobriu que as armas de urânio reduzido violam as leis internacionais, a evidência contra estas armas tem se tornado ainda mais fortes. Tenho sempre pensado que os EUA lutaram tão duramente para manter as sanções de regime contra o Iraque em parte devido à necessidade de encobrir tanto quanto possível os efeitos do urânio reduzido no Iraque. Agora a destruição de hospitais e de registros compilados por cientistas iraquianos sobre o urânio reduzido apoiam a conclusão que a meta americana é encobrir a verdade sobre estas armas. E como tem afirmado o comitê internacional da Cruz Vermelha, é dever das forças dos EUA protegerem hospitais. O absoluto fracasso de assim fazer é uma maior violação das Convenções de Genebra.

Leuren Moret, expert independente sobre urânio reduzido, ex cientista em Livermore Nuclear Weapons Lab, comenta que o uso de armamento de urânio reduzido na Primeira Guerra do Golfo quebrou o tabu de 46 anos contra o uso militar de armas radiológicas no campo de batalha. Um mês depois do desastre no World Trade Center o World Net Daily relatou que no passado setembro de 2001, o Presidente G W Bush e o Presidente russo Vladimir Putin concordaram que os EUA podiam usar armas táticas nucleares no Afganistão ao mesmo tempo em que os russos as poderiam usar na Chechênia. Ela ressalta que os EUA tem minuaturizado armas termonucleares em seu arsenal para serem usadas contra bunkers e outros alvos mas a este tempo o seu uso foi banido pelo Congresso. Ela comentou que o uso de urânio reduzido na primeira Guerra do Golfo “estabeleceu um precedente militar que pode ser usado para facilitar uma transição para o uso de armas nucleares de quarta geração”.

Com a H.R. 1483, uma lei introduzida pelo congressista americano Jim McDermott (D-WA) exigindo estudos dos efeitos sobre a saúde das munições de urânio reduzido, torna-se imperativo para os físicos trabalharem imediatamente em um documento que relate qualquer sintoma inicial que humanos possam apresentar depois de haverem sido expostos a contaminação destas armas radioativas. Fontes indicam que neste conflito foram utilizadas 5 vezes a quantidade empregada na primeira guerra do Golfo. O urânio reduzido em mísseis cruise e outras armas se tornam aerossóis no impacto causando a inalação de grandes quantidades de partículas radiativas superfinas e enviando pequeninos fragmentos de urânio pelo corpo, como uma faca fatiando manteiga. Os sintomas iniciais serão principalmente neurológicos, mostrando-se como dores de cabeça, fraqueza, tonteira e fatiga muscular. Os efeitos a longo prazo são câncer, defeitos de nascimento, dano neurológico ou de nervos, e outras doenças de radiação relacionadas tais como Sindrome da Fatiga Crônica, dores musculares e articulares, erupções, danos neurológicos, distúrbios do humor, infecções, danos nos pulmões e rins, problemas de visão, deficiências auto-imunes, perda de sentimento, etc.

Nesta atual Guerra do Golfo, qualquer tropa com sintomas de doença de baixo nível de radiação será relatado a sua unidade. Seus sintomas serão negados pelos militares com estando ligados a exposição ao urânio reduzido, porque a política americana tem sido a de negar que estas armas causem doenças. Os médicos civis e militares foram treinados na Primeira Guerra do Golfo para definir o tipo neurológico de doença como desordem de stress pós traumático, e deixar os fragmentos radiativos nos corpos dos veteranos. Pode ser esperado que os EUA repitam esta política.

Douk Rokke, ex chefe do projeto de armas de urânio reduzido do Exército, que tem feito campanha contra o uso destas armas, relata que as tropas americanas estão ficando doentes já com um série de sintomas da Guerra do Golfo.

Philippa Winkler, uma analista política e a muito tempo ativista contra este armamento, pede imediatos estudos independentes:” é imperativo que cientistas de saúde independentes observem, testem e entrevistem soldados da Segunda Guerra do Golfo, cidadãos iraquianos e médicos no Iraque, jornalistas, escudos humanos e outras pessoas voluntárias para sintomas ligados a exposição ao urânio reduzido e o possível uso de armas exóticas.”

Um estudo de Meio Ambiente realizado pelo ONU e publicado em março de 2003, encontrou urânio reduzido no ar e na água do solo na Bosnia-Herzegovina sete anos depois que as armas foram disparadas.

A ONU diz que os dados sugerem que é “altamente improvável” que o urânio reduzido posa estar ligado aos problemas de saúde relatados. Mas recomenda coletar os fragmentos de urânio reduzido, cobrindo os pontos contaminados com asfalto ou solo limpo e manter registros dos sítios contaminados.

Muitos veteranos das guerras do Golfo e de Kosovo acreditam que o urânio reduzido os deixou seriamente doentes.

Ray Bristow foi testado no Canadá para urânio reduzido. Ele tem a mente aberta sobre seu papel em sua condição. Mas ele diz:” Permaneci na Arábia Saudita durante a guerra. Nunca fui ao Iraque ou ao Kuwait, onde esta munições foram usadas. Mas os teses mostraram, em termos leigos, que tenho sido exposto mais de 100 vezes uma exposição segura ao urânio reduzido”

Published in: on abril 5, 2008 at 4:28 pm  Deixe um comentário  
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