A ARCA DE CRISTO
A MITOLOGIA, SIMBOLISMO E PROFECIA DO PLANETA X E A IDADE DO TERROR
WILLIAM HENRY
Dedicado a
Sarabeth.
2002
“Com Este Sinal Crie a Paz”
SCALA DEI
Nashville
1. DO FIM DO CÈU
Segundo o mito Sumério e Babilonio, nossa realidade se eleva do porvir de um incrível pesadelo cósmico. A detalhada narrativa deles fala da conquista e da matança da Grande Deusa Mãe [planeta] pelo Planeta X, um misterioso planeta esbravejante que balança longe, ao lado de nosso sistema solar e que é esperado logo retornar ao nosso sistema solar. Uma enorme incerteza acompanha este evento. Os Sumérios são um povo principalmente desconhecido pela maioria. Suas origens são incertas até mesmo para os eruditos. Se o planeta X está mesmo em seu caminho, contudo, as histórias sobre os deuses deles e as lembranças do começo da humanidade contêm uma orientação essencial para nossos tempos. Hà cinco mil anos atrás os astrônomos sumérios fizeram tabletes de argila cozida e que os pesquisadores dos selos de cilindro de cristal dizem representar o nosso sistema solar. Eles mostram onze globos circulando uma grande estrela raiada, presumidamente representando o Sol. A moderna astronomia apenas reconhece nove planetas no sistema solar – Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão este último, recentemente, desconsidrado como planeta, o que gerou uma polêmica ainda em aberto nos círculos academicos]. Não foi senão em 1781 que a astronomia moderna descobriu Urano, em 1846 descobriu Netuno e apenas em 1930 aconteceu a descoberta de Plutão. Se fomos incluir a Lua como um planeta, o que parece que os sumérios tenham feito, então temos um total de dez planetas orbitando atualmente o Sol. Isto nos deixa com um planeta; um planeta muito maior do que a Terra mas menor do que Júpiter e Saturno que os sumérios representavam entre Marte e Júpiter.
Seja quem for que inspirou os sumérios a fazerem estes selos parece também ter inspirado os poetas sacerdotais, que o erudito sumério Zecharia Sitchin mantém, numerou os planetas de nosso sistema solar de fora para dentro, na medida em que eles se aproximavam da Terra vindos de fora de nosso sistema solar. Nenhum nome é dado nos selos de cilindro para os corpos representados neles. Deixou esta tarefa para os poetas, ou as musas deles, preencherem os vazios. Sitchin, que começou publicando suas interpretações poéticas destas histórias em 1976 em sua série ‘Cronicas da Terra’ composta de cinco livros, revolucionou o estudo do Enuma Elisha, o ‘Geneses Babilonio’, e do Geneses Hebreu ao apresentar a história da Criação cujas implicações literalmente podem transformar a raça humana. Seu trabalho controvertido constitui uma potencial maior inovação em nosso entendimento de questões fundamentais que sempre tem perplexado a humanidade: Quem somos nós? Como chegamos aqui? Como voltamos para casa? Nestes velhos textos aprendemos que o planetas extra localizado entre Marte e Júpiter é chamado TIAMAT, uma deusa que tem duas faces. Na tradição patriarcal ela é chamada ‘o monstro’, e ‘a serpente dragão do caos’, enquanto na tradição matriarcal ela é chamada a ‘donzela da vida’ e é descrita em termos brilhantes como um cintilante prêmio a prestar atenção: a primordial deusa do mar que enfrentaria um destino similar ao da Atlântida. O Enuma Elisha fala como o Armagedon atingiu a deusa. Ela foi violentamente partida em pedaços. Uma metade de TIAMAT foi demolida e se tornou o cinturão de asteróides, “o bracelete martelado’ ou o campo de restos planetários que circula entre Marte e Júpiter. A outra metade tornou-se a Terra. Em outras palavras, Sitchin diz que a Terra é TIAMAT reencarnada. O Torah também se refere a esta destruição aludindo ao Planeta X como os sumérios o fazem, como ‘O Senhor’:
‘Os Céus evidenciam a glória do Senhor, o Bracelete Martelado proclama seu trabalho manual’. Muito atraentemente o Torah acrescenta: ‘Do fim dos céus Ele se emana. O martelamento desta deusa é atribuido ao primeiro ferreiro ou alquimista que ‘martelou’ ou muito mais ‘lançou’ o mundo. Seu nome é EA, o senhor da sabedoria e da mineração e metalurgia. Na recontagem babilonica desta história o filho de EA, Marduk, um outro nome para o Planeta X, usurpou a autoridade de seu pai e levou o crédito pela matança deste dragão; a original guerra no céu é mais tarde descrita no Livro da Revelação. Depois do confronto, diz Sitchin, o Planeta X permaneceu em nosso sistema solar em uma vasta órbita elíptica de 3.600 anos – o que o torna muito obscuro para ser visto. Ele é um décimo segundo planeta em nosso sistema solar, o décimo a partir do Sol. Dai ele ser chamado de Planeta X, o numeral romano para dez. EA é a figura central em nossa investigação. Interessantementemente, EA era realmente o nome da deusa antes que fosse usado para um deus masculino. A associação original de EA com a deusa é refletida em sua presença no Oriente, Pascoa, Terra [east, easter, earth] e todas estas palavras sendo associadas ao Divino Feminino. Os tabletes de argila cozida deixados pelos sumérios, e interpretados por Sitchin, nos contam que depois do cataclisma que formou a Terra, EA liderou um grupo de seres interplanetários do Planeta X que desceram no dragão ferido para semear uma nova civilização. Sitchin estima que isto ocorreu a alguns 450.000 anos atrás. Os sumérios chamavam EA e os primeiros representantes do Planeta X que desceram à Terra de An-nun-aki, ou os Filhos de Anu ou Ana, significando “O Povo do Deus da Luz’. A raça Ana foi conhecida por vários nomes. Na Grécia, os Annodoti. Na história céltica, os Tuatha de Danaan. Nas escrituras semíticas (Torah, Talmud, Velho Testamento e os textos apócrifos como o Livro de Enoque), eles eram chamados Nephilim, Gigantes, os Filhos de Deus, Os Observadores. Eles são descritos como vindo e indo das estrelas em ferozes veículos voadores. Eles tem armas de destruição em massa, que eles usam um contra o outro. Eles usam roupas de alta tecnologia com anexos simbolizando asas, chifres, e até mesmo escamas de peixe. Cada um destes símbolos indica o poder divino e o sangue real. A Bíblia também os chama de Els, uma antiga palavra que é encontrada em muitas outras linguas incluindo o sumério EL, ‘luminosidade’ ‘brilho’; o babilonio ELLU, ‘o brilhante’, ‘ um ser brilhante’; o velho gaulês ELLU, ‘um ser brilhante ‘ e o inglês ELF, ’ser brilhante’. Eu me referirei a eles como Os Brilhantes. Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra para procurar ouro para consertar uma crise atmosférica no Planeta X. De início ele diz: “EA tentou minerar o ouro das águas da Terra. Quando o resultado não foi satisfatório, seu meio-irmão ENLIL veio à Terra, para assumir o comando, e mudou as operações para a África, onde o ouro era abundante [e ainda é]. Quando o trabalho tornou-se intenso demais para os antigos astronautas, EA geneticamente alterou os proto-humanos que então habitavam o planeta, criando a humanidade como uma raça escrava.
O intercâmbio do termo bíblico El e o sumério Os Brilhantes ilumina muito do mito previamente enodoado e a escritura, particularmente as quatro citações quintessenciais do livro do Geneses 1:1 ‘ No início os Brilhantes criaram o céu e a Terra’. 1:26 ‘Os Brilhants disseram: Vamos faze-los a nossa imagem, na semelhança de nós’. 2:8 ‘YAHWEH (o líder dos Brilhantes] plantou um Jardim no Oriente’. 5:24 ‘Enoque andou com Os Brilhantes. Então ele desapareceu porque Os Brilhantes o levaram embora’. Dos registros sumérios Sitchin conjectura que algum tempo depois da chegada deles, EA e sua parceira, a deusa Ninharsag, começaram a experimentar com o selvagem Homo eretus que eles encontraram habitando as regiões do Delta da África. Estes experimentos levaram a criação de um ‘lulu’ ou ‘um misto’, um híbrido que se tornou um trabalhador primitivo e culminou em algum tempo por volta de 300.000 AC com o protótipo que os sumérios chamam de Adapa, o ‘homem modelo’, e que os hebreus chamam de Adão. Há pouca dúvida de que EA e Ninharsag pretendiam que sua criação inicial, chamada ‘lulu’ realizasse o trabalho duro em benefício do planeta lar deles. Contudo, em algum ponto eles parecem ter mudado de idéia sobre usar a escravidão espiritual como meio de resolver o problema atmosférico do planeta X. Em uma drástica mudança de coração, eles abruptamente foram a um outro extremo. Sitchin reconta que EA e Ninharsag não estavam contentes em permitir que a criação deles continuasse escrava. Eles estabeleceram um curso para retirar sua criação do laço espiritual ao criar um ser avançado por meio da pesquisa genética, formando com eles uma ligação mais estreita e uma maior semelhança com os Brilhantes. Usando seu próprio material genético, EA e Ninharsag chegaram a um novo ‘modelo perfeito’ de terrenos chamados Adapa. A este tempo, Adapa foi ordenado como alto sacerdote em Eridu. Ele era conhecido ter adquirido uma sabedoria igual a de seu pai, porque EA o tinha ‘aperfeiçado com um amplo entendimento, revelando todos os projetos da Terra; a Sabedoria foi dada a ele’. Nos é dito que Adapa diariamente frequentava o santuário em Eridu. Ele posteriormente recebeu a missão de espalhar seu conhecimento para a humanidade. Segundo a história suméria, foi neste templo em Eridu que EA, o mestre dos segredos de todo conhecimento cientifico, guardava o ‘me’ – o cristal – como objetos, algumas vezes usados como ornamentos ao corpo dos deuses, no qual o conhecimento como a medicina, astronomia, astrologia, e construção do templo estavam contidos. Adapa foi apelidado NUN.ME ou ‘Aquele que decifrou o Me’. ENLIL chamado ‘príncipe da Terra’ cujo comando faz o céu tremer, é militarista, gerencial, e totalmente oposto a EA, o sonhador. Ele estava furioso com EA por criar esta raça escrava [que ele transformou em objeto sexual]. Ele foi ameaçado pelo aparecimento de Adapa.
Há uma declaração interessante no Popol Vuh maia que reflete os pensamentos de ENLIL sobre o assunto de seus ‘escravos’ que se tornaram perfeitos: ‘Não é bom que as nossas criaturas devam saber disso. Devam eles por acaso serem iguais a nós, seus criadores, que podemos ver distante, que conhecemos tudo e tudo vemos?’ ‘Devem eles serem deuses?” Um antigo nome para este seres é o povo irlandês ’sidhe’. Eles são considerados serem descendentes diretos ou reencarnações dos Brilhantes. Evans-Wentz nota que este povo sidhe é descrito como uma raça de aparência majestosa e maravilhosa beleza, em forma humana, ainda que de natureza divina. Eles são divididos em duas classes: aqueles que são brilhantes, e aqueles que são opalescentes e parecem acesos por uma luz dentro deles próprios. A palavra sidh nos informa da natureza dos ensinamentos proibidos que EA desejou ensinar. Sidh parece estar relacionado ao latim sedes e ao sânscrito siddha, ambas as palavras significando poder. O termo sânscrito siddhi carrega o sigignificado de “realização’ ou ‘perfeição’. Na literatura hindu este termo é usado para denotar as habilidades que os indivíduos auto-realizados ou espiritualmente perfeitos possuem e usam sem egoismo. Os eruditos que tem acompanhado os ‘anos perdidos’ de Jesus tem mostrado que ele recebeu treinamento na Índia de mestres hindus e budistas. Eles ensinaram a ele as habilidades yogi chamadas ashta-siddhi. Estes oitos poderes eram: Animan, a habilidade de fazer alguém infinitamente pequeno em um instante; Mahiman, o poder de crescer infinitamente grande a sua vontade; Laghiman, desafiar a lei da gravidade, a levitação; Prapti, o poder de tocar qualquer objeto a qualquer distância, tal como cavar um punhado da poeira de Marte; Prakamya, a habilidade de mergulhar no solo sólido e se mover nele como se fosse no ar ou na água; Vashitva, o controle total sobre os elementos; Ishitritva, a habilidade para criar ou destruir a matéria; Kamavasayitva, a materialiação instantanea dos desejos.
EA flutua por um pilar. Por causa do envolvimento genético de EA e sua doação dos segredos das estrelas, a humanidade da Terra pode ser elevada ao nível do desenvolvimento intelectual dos deuses. A possibilidade de sua criação poder até mesmo excedido seus supervisores extraterrestres é evidenciada pela declaração de Jesus, ‘aquele que acredita em mim também fará os trabalhos que faço; e os maiores trabalhos do que estes ele fará, porque eu vou ao Pai”.
Por causa de seu desejo de ensinar estas poderosas habilidades à humanidade EA foi rotulado como ‘A Serpente’. Este conhecimento e as habilidades que ele representa, é a verdadeira razão porque ENLIL, que se tornou YAHWEH na tradição hebraica, estava tão enraivecido e ameaçado. Por esta interpretação, EA estava criando ou ativando uma super raça, lembrada pelos Essênios como ‘Os Filhos da Luz’ e por outras tradições em termos similares. O bastão mágico como a elegância desta hipótese tem sido usado para explicar a falta de evidência esquelética entre o Homo eretus e o Homo sapiens, uma criatura que no piscar dos olhos, ou ao acenar um bastão, desenvolveu um cérebro enorme e verdadeiramente aperfeiçou suas faculdades. Não existe um elo perdido. A evolução foi acelerada por nossos amigáveis bioengenheiros vizinhos. Houve um salto quantum orquestrado pelos colonizadores do Planeta X que se tornaram os deuses e deusas do antigo mito e da escritura. [É desconhecido se eles realizaram esta alteração com as bençãos do Grande Criador]. Pelos meus mais de dez anos de estudos do que pode ser visto como a Hipótese de Sitchin tenho ponderado várias questões a respeito da busca por ouro dos Brilhantes e a criação deles da humanidade como uma raça escrava para obter este elemento. Primeiro, porque viajar até a Terra por um elemento que é reputado ser de grande quantidade nos asteróides do Espaço? Segundo, porque viajar tudo isto pelo ouro? Porque não por muitos outros recursos abundantes na Terra? Água por exemplo. Terceiro, ao invés de fazer alguma arriscada bioengenharia e combinar o próprio DNA deles com aquele dos proto-humanos que já habitavam a Terra, porque os Brilhantes simplesmente não construiram máquinas ou robôs para fazerem o trabalho? Se eles eram capazes de construir espaçonaves, porque não construiriam robôs também?
Falando economicamente um clone que se auto-gerava, tal como os primeiros humanos, era uma solução mais barata e eficiente do que robôs mecânicos. Contudo, o custo é superado pelo risco envolvido em criar uma criatura com poderes iguais ou até mesmo ultrapassando os seus próprios; o que Sitchin avalia, foi uma das objeções de ENLIL ao processo genético de seu meio-irmão EA. A chave para esta história, no que diga respeito a esta investigação, é a habilidade de EA como um alquimista. Aceitando a teoria de que EA e outros Brilhantes do Planeta X eram reais inteligências ou seres de uma civilização tecnologicamente, embora não moralmente, avançada, tenho questionado porque um metalúrgico ou artesão de genes da reputada maestria de EA precisaria afinal minerar ouro. Como o pai da alquimia ele certamente tinha a habilidade de fabricar ouro dos metais base. De fato, tão ligado à arte da alquimia ele era, que esta arte pode ser pensada de uma religião de Mistério de EA. Minha abordagem desta história reside no entendimento que, como os egípcios, os sumérios eram completos expoentes do ‘trocadilho’ [jogo de palavras], uma técnica literária que dá vários significados ao uso de uma frase economica ou simbolo. Eles provavelmente aprenderam isto de EA; o Ouro, por exemplo, simbolizado por este símbolo, é um ‘trocadilho’ alquímico ou símbolo para alma, e para Sol. Sol é um termo alquimico para a essência da vida escondida no ouro. Esta essência é chamada tinc-tura rubea (a tintura vermelha), vermelho para o sol alquímico [e o Planeta X]. Esta substância sol pinga do Sol e produz limões, laranjas, vinho, e, no reino mineral, ouro. Nos humanos é o ‘brilho’ ou o ‘corpo lucente’ e é similar ao Espírito Santo. Similarmente, é a matéria prima, o ouro, do qual somos feitos, e o ouro que EA estava buscando.
Isto pode explicar porque algumas pessoas acreditaram que a carne dos deuses era feita de ouro, como o fizeram os antigos egípcios que acreditavam que os corpos de seus faraós eram feitos de ouro. Uma outra chave para decifrar o significado alquímico da atividade mineradora de EA é fornecida quando lembramos que a água, o elemento em que EA primeiro tentou minerar o ouro, é frequentemente usada como uma metáfora para ‘mãe’ e para ‘almas’. Os antigos, particularmente os magos herméticos, afirmavam que as águas maternas em combinação com a Terra maternal criava as almas. Os oceanos de TIAMAT foram descritos como um útero cheio do fluido da criação. Se, simbolicamente, a água representa as almas como é o Sol, a essência da vida. Sob esta luz, quando o Planeta X dividiu a pedra de TIAMAT em dois ela liberou um oceano de almas, sangue ou essência cósmica no cosmos. Isto é verificado na versão grega do nome de TIAMAT – Demeter – o cortar ou dividir um círculo em dois, ou Dia [partir] mater [mãe, matéria]. Além de An, os sumérios chamavam o Planeta X de Nibiru [O Planeta que Atravessa]. O nome moderno para este planeta, X, é portanto bem sincronico. A cruz diagonal com braços de igual comprimento é um símbolo muito antigo. Compare sua associação com a divisão, com seu uso como um sinal de multiplicação desde o início do século XVII [A Iluminação] e a lei da polaridade dos significados dos glifos elementares se torna evidente. Como um hieróglifo egípcio ele significa dividir e quebrar em partes, e foi visto no baú de Osiris, o deus salvador que foi cortado em quatorze pedaços. Este sinal tem um amplo espectro de significados de confrontação, anulação e poderes opostos para os desconhecedores e não familiarizados.
Aqui tem um número de meios pelos quais o X é usado: um cruzamento entre espécies diferentes ou raças [em botânica e biologia], jogadas [no xadrez], não pode continuar [sinal para o código de emergência aérea], desconhecido [matemática], e pessoa desconhecida [Mr ou Mrs X]. Como veremos a cruz diagonal é também usada como um símbolo para Cristo, cujo corpo é simbolizado pelo pão na cerimônia da Eucaristia e é partido ao meio. Cada um destes significados, particularmente o último, é relevante para a história do Planeta X e TIAMAT, que é associada com a vinda ou advento do ‘Senhor’. Minha premissa é que os seres do Planeta X estavam interessados em salvarem almas. Um dos títulos originais de EA era ‘Casa das águas’. Permitindo o intercâmbio de águas e almas se torna que EA era o Senhor das Almas. Substituindo alma por ouro, como o fazem os alquimistas, é concebível que a alegada crise planetária que o Planeta X estava enfrentado fosse espiritual e não material. Fazer ouro ou a aquisição ao lado, a busca do alquimista é a busca para transmutar a alma dele em uma forma mais alta, uma apoteose, ou se fazer de Deus. Simplesmente, pergunto, que tal se a atmosfera decadente do Planeta X que EA estava tentando reparar com ouro fosse realmente uma atmosfera de alma em deterioração? Suponha que o Planeta X estava vivenciado uma crise de alma e que EA veio à Terra em busca de almas para tornar a encher seu planeta natal. O propósito posterior que as almas que ele pretendia recuperar foram uma vez residentes em TIAMAT e agora estavam embebidas na Terra. A parceira de EA, Ninharsag que tem o título de Nin-ti-nugga, ‘a senhora da vida’ ou “Ela que Dá Vida aos Mortos’ pode fazer um estranho sentido, simultaneamente reforça minha tese e aponta para o papel especial dela como representante do Planeta X. A mitologia de TIAMAT leva a conclusão que este era um planeta que uma vez foi uma das Pleiades, um grupamento de estrelas que também eram chamado de Filhas de Atlas, Atlantis ou Atlantida.
Na história de TIAMAT aprendemos de um planeta e um grupo de almas que afundam na noite, das quais houve sobreviventes, que se engajaram em uma longa marcha para se reagruparem, e reclamar uma coleção de instrumentos de poder para ajudar a reconstruir a civilização deles de forma que as almas pudessem voltar para casa. A história de TIAMAT, o antigo mundo lar Pleiadiano, é a história da Atlandida nas estrelas. As Pleiades estão localizadas na constelação de Touro. Elas eram acreditadas serem os povos mais iniciais a serem compostos em seis estrelas visíveis, mais uma sétima, invisível. Agora sabemos que havia realmente centenas de estrelas neste belo agrupamento, o que pode explicar porque os antigos também a chamavam de Colméia de Abelhas. O ocultista do século XIII, Michael Scot, uma vez proclamou que o mel cai do ar para as flores, e então é coletado pelas abelhas. Para nós, isto soa poético. Contudo, Scot estava escrevendo na linguagem dos Pássaros ou Bardos [a linguagem dos poetas]. Esta é a linguagem dos alquimistas, segundo Fulcanelli. Nesta linguagem a abelha é um símbolo antigo para a alma humana, as flores são o corpo humano e o mel é o alimento que alimenta as almas. Muitos grupos ocultos, inclusive os Merovíngios e os Rosacrucianos, incorporaram o símbolo da abelha, especialmente a abelha planando sobre uma rosa, como símbolo da alma humana. Ela é um emblema de Demeter ou TIAMAT. A colméia de abelhas é um símbolo relacionado. A colméia representa não apenas a natureza industriosa da abelha, mas também a ‘alma coletiva’. A maioria das palavras antigas para alma são femininas: psique, pneuma, anima, alma. Isto é porque os antigos acreditavam que cada homem tinha uma alma feminina derivada da Deusa Mãe [TIAMAT] para a Mãe Terra. Isto faz um sentido perfeito se a Terra é TIAMAT reencarnada. [Isto também dá substância posterior às religiões iniciais veneradoras da deusa]. Mais tarde, as religiões patriarcais [Enlilitas] entraram em cena para escrever a versão deles de Deus como um homem idoso de barbas brancas controlador e julgador sentado em um trono, eles imaginaram a alma como a ‘respiração’, ´o alento’, o pneuma que é um deus masculino que pode dar nascimento, por assim dizer. Os sumérios entendiam a alma como sendo a verdadeira fonte da consciência, personalidade e inteligência. Os tabletes sumérios de fato mencionam uma alma em conexão com a criação do Homo sapiens: ‘você tem assassinado um deus juntamente com sua personalidade [ser espiritual] que eu tenho removido seu trabalho pesado, tenho imposto seu sofrimento ao homem’. Uma perplexante faceta moral deste problema , argumenta o advogado William Bramley em seu livro “Os Deuses do Eden ‘ [veja o livro completo traduzido aqui neste blog] ‘era como garantir a estes escravos bastante inteligência para permitir que eles funcionassem sem dar a eles a consciência de seu verdadeiro potencial espiritual. Afinal, Bramley pergunta, que entidade espiritual auto consciente concordaria com uma vida de escravidão? Baseado em como as coisas eram feitas na sociedade humana, Bramley propôs que as almas usadas para dar vida a estes escravos eram criminosas, desviadas, prisioneiros de guerra, grupos raciais e sociais detestados, não conformistas, ou outros indesejáveis. A proposição de Bramley, conquanto inteiramente concebível, simplesmente não desperta muita verdade em mim; particularmente quando o mito de TIAMAT é criado. Intuitivamente, ele também não cai como algo que EA ou Ninharsag fariam. Ao invés de desviados, sugiro que as almas que EA e Ninharsag cuidaram e implantaram nos primeiros corpos humanos estavam ligadas à Terra pela destruição de TIAMAT.
A acompanhante ilustração suméria mostra EA e Ninharsag de pé juntos na frente de um pilar. Pendurado do pulso de Ninharsag está o símbolo omega dela, o ‘cortador’, um instrumento usado pelas parteiras na antiguidade para cortar o cordão umbilical. Como Sitchin ressalta no seu livro ‘O Décimo Segundo Planeta’ ela aparece de pé na frente de algums tubos de laboratório ou jarros. È útil saber o que representa a idéia do ‘amor’ para os sumérios que desenhavam um simples jarro ou container com uma tocha acesa dentro para indicar o calor fermentante da gestação no útero.
E.A. e Ninharsag no laboratório genético deles? Nesta cena estamos vendo o processo de gestação de um ovo fértil ocorrendo neste jarro? Ou, isto possivelmente seja algum tipo de avançado equipamento médico? Isto de fato é um jarro? Isto talvez seja um Santo Gral, ou vaso da Vida, alguma forma de armazenamento de almas? Isto possivelmente nos permite entreter a idéia que o bastão que EA está acenando também seja alguma forma de tecnologia avançada. De fato, nesta cena nos é dito pelos sumérios, EA está acenando seu cetro exaltado, o bastão com Grupo de Trabalho. Este é o caduceu alquimico com as serpentes enroladas. Entre outras coisas, esta lenda nos conta que os caduceus podem ser usados para infundir a força da vida à matéria inerte e conduzir as almas entre dimensões!
Deus [EA?], com a Taça da Vida na mão, tosta o nascimento de um homem com os braços esticados de um pilar. Isto é alguma forma de tecnologia? Isto está no selo de por volta de 2334-2154 AC. na Biblioteca Pierpont Morgan, New York.
Como suas contrapartes egípcias Hathor e Isis, Ninharsag foi retratada como a Grande Vaca, o símbolo para a deusa criadora Pleiadiana. Ela tem sido reverenciada como criadora. As ações e os títulos dela sugerem que ela é o verdadeiro poder por trás de EA. Ela é chamada: a construtora daquilo que tem Respiração [uma palavra código para alma], a Carpinteira da Humanidade, a Carpinteira do Coração, A Trabalhadora do Cobre dos Deuses, a Trabalhadora do Cobre da Terra, e a Senhora da Cerâmica. Ninharsag foi mais tarde renomeada o arcanjo Gabri-EL [o Herói de Deus] na tradição judaico-cristã. Agora, isto é fascinante. Gabri-El apareceu à Virgem Maria alertando-a que ela logo conceberia o Cristo criança, Jesus. No ano 600 de nossa era ela visitou o profeta Maomé e ditou o Alcorão para ele. Quando Gabri-El escoltou Maomé até o céu do topo do Monte Moriah [Meru] em Jerusalém, uma magnífica escada/pilar apareceu. Ele então voou ao céu em um Pégaso de face feminina. O resumo cósmico de Gabri-El afirma que ela é um dos quatro anjos especiais chamados Serafim [porque 'ser' significa 'serpente' ou 'alto ser' e 'rafa' significa 'curador'], popularmente conhecido como ‘as divinas ferozes serpentes da iluminação’. Esta deusa sábia foi identificada com a própria serpente. Originalmente, diz Barbara Walker em sua Enciclopédia de Mitos e Segredos das Mulheres, a palavra ’seraph’ era acreditada significar a serpente relampago fertilizando o ovo Terra, e mais tarde foi interpretada como anjo. Na Anunciação por Bartel Bruyn, Gabri-El acena o bastão caduceu do Serafim e transporta a alma de Cristo ao longo do Espírito Santo, simbolizado por uma pomba, para dentro do corpo de Maria. Este episódio pode ser interpretado como um exemplo da antiga inseminação artificial ou manipulação genética.
Neste cenário, EA e Ninharsag não projetam o corpo humano meramente como um instrumento para minerar ouro. Ao invés, ele modificou o corpo humano como uma arca ou vaso para a alma. Alquimicamente, isto é uma máquina de ressurreição ou “fluidor de almas” destinado a elevar as almas de TIAMAT da Terra e leva-las de volta para casa. Esta é uma idéia mitológica muito antiga, nota o famoso psiquiatra suiço Dr. Carl Jung, que o herói, quando a luz da vida é extinta, vai viver como uma serpente ou é venerado como uma serpente. Uma outra idéia primitiva disseminada é a forma de serpente dos espíritos dos mortos. Esta idéia deu elevação ao trocadilho nas palavras heraicas nahash (serpente) e nashamah (alma). Isto também ilumina a ‘elevação da serpente’ encontrada em tantos contextos. Os ensinamentos antigos revelam que uma serpente [ou alma] não pode ficar ereta por sua própria conta. Por analogia, uma serpente precisa de uma árvore para levantar seu caminho na direção do mundo do espírito, acima. Então, a coluna dorsal humana representa uma árvore ou fluidor no qual a força espiritual da vida ou alma pode ascender. E então vem a associação com a serpente e a Árvore da Vida e a alma e a rosa. A menos que ela tenha um veículo no qual ela possa ascender, uma serpente [ou alma] é condenada ao isolamento nos mundos inferiores. Igualmente, um corpo sem uma animação espiritual é um salto sem sigificado de compostos químicos. Deste modo, o corpo humano, como o conteiner da força da vida prolongada pelo DNA, é um receptáculo e um fluidor do amor. O florescimento da flor humana representa a manifestação e disseminação do amor no universo. Isto possivelmente explique porque EA e Ninharsag foram descritos como ‘jardineiros’. Neste cenário quando nos é dito que EA veio à Terra para minerar ouro isto aponta para seu verdadeiro propósito: para minerar ou salvar almas. Estou propondo que EA e os Brilhantes do Planeta X que o acompanharam vieram à Terra para resgatarem as almas de TIAMAT.
A serpente [ou alma] da Terra torna-se celestial; com asas ela pode voar, e permite que as múmias retornem às estrelas. Repare no símbolo do ouro em sua cabeça. Isto cria uma clara imagem de EA como criador de uma raça de seres no verdadeiro início da história humana cujo propósito é avançar a raça humana. Ele foi o primeiro Salvador da Terra, ou Cristo em grego. O propósito dele era geneticamente ‘fabricar’ o corpo humano em sua forma presente e não criar uma raça escrava; era para criar um veículo de resgate ou arca para a alma voltar para casa. Durante suas periódicas visitas de retorno a esta parte do sistema solar o Planeta X se encontra com almas adicionais. É o corpo humano a Arca de Cristo? Ou esta arca é algo mais que o corpo humano foi projetado para interagir? Sitchin discute que o Planeta X era o lar de uma civilização enormemente avançada; iremos adiante para postular que TIAMAT também o era. Para chegar ao núcleo desta investigação devemos considerar a calamidade de TIAMAT como sendo muito mais do que um cataclisma físico planetário. Devemos considerar que havia almas que pertenciam ou eram residentes em TIAMAT. Michael Cremo e Richard Thompson, autores de ‘Forbidden Archaeology: The Hidden History of the Human Race’ apresentam a evidência para uma presença humana na Terra remontando a 600 milhões de anos atrás. É possível que esta evidência, tais como a impressão de sapatos e vasos metálicos embebidos em minas de carvão ou de ouro milhas profundas na Terra, representem restos do cataclisma de TIAMAT? Somente sob esta perspectiva há um significado interno e inter-relações entre a história de TIAMAT/Terra e o Planeta X e isto ganhe relevância em nosso mundo. Somos os sobreviventes do cataclisma de TIAMAT. Somos as almas que o Planeta X está preparando para encontrar. Como estamos nos preparando para este encontro? Interessantemente, os mesmos elementos raiz para ’serpente’ e ‘alma’ aparecem na palavra árabe ‘nashr’, que se refere á tradição Sufi de depositar bolsos de conhecimento em uma técnica espalhada [nashr]. A raiz árabe NASHR, da qual a palavra deriva, também significa ‘expandir, disseminar, apresentar, propagar, revivicar, dispersar, e tornar-se verde depois da chuva [ou iniciação]. Verde é a cor do cobre. Na escritura hebraica a serpente que é elevada pode ser uma referência ao DNA. Isto sugere que verde era a cor da serpente abrasada da cura elevada por Moisés. Esta conexão terá uma importância enorme momentaneamente. Além de projetar o corpo humano como um fluidor de alma, ou uma Arca de Cristo, proponho que EA e Ninharsag implantaram o conhecimento científico dentro de nosso DNA para ativar esta flor ou arca, e transformar o homem médio em um Brilhante. O significado de preparar o ego de alguém para o encontro com os Brilhantes também está aqui contido. Ele é ativado nos sonhos. Minha base para esta proposta tem a ver com o repetido aparecimento nas história alquimicas de um livro de cobre.
Um dos dos mais impressivos exemplos de uma transmutação aparentemente genuina de metais base em ouro está entre as mais completamente documentadas – aquela de Nicholas Flamel de Paris. Flamel nasceu por volta de 1330. Em suas próprias palavras, ele descreve muito candidamente como não apenas ele desenhou a alquimia, mas como, depois de ‘apenas’ vinte e quatro anos de pesquisa, encorajado por sua esposa, Perronelle, ele finalmente descobriu o segredo de fazer ouro. Flamel era um copiador de manuscritos e um comerciante de livros. Uma noite, ele teve um sonho no qual um anjo apareceu a ele e lhe mostrou um grande livro de capa de cobre com páginas de pequenas cascas de árvore, e gravado com estranhos caracteres hieróglificos. O anjo disse a ele que um dia ele entenderia as páginas do livro. Quando ele foi foi para tocar o livro, este desapareceu em uma aura de luz juntamente com a figura angélica. Por anos Flamel foi assombrado pelo sonho até que um dia o livro apareceu na livraria dele. Isto foi o começo do trabalho da vida de Flamel e o início de sua obtenção da Pedra Filosofal. Uma outra figura chave na história alquímica que encontrou o ‘livro de cobre’ é o Dr. Carl G. Jung, que propôs a idéia do ‘inconsciente coletivo’, o cérebro global, ou o que eu me refiro como Esfera do Pensamento. Em meu livro ‘The Atomic Christ: F.D.R.’s Search for the Secret Temple of the Christ Light’, explorei o interesse de Jung nos sonhos alquímicos de Wolfgang Pauli, um paciente de Jung, e um físico que estabeleceu um considerável trabalho de base na teoria atômica. Neste livro notei que muitas das chaves símbolos do Projeto Manhattan são idênticas ao simbolismo que é encontrado nas antigas religiões de mistério, mitologia, folclore, contos de fadas e especialmente o simbolismo do Santo Gral e a alquimia. O Dr. Jung pessoalmente vivenciou este simbolismo e o ‘livro de cobre’ em seus sonhos. Em seu livro autobiográfico “Memórias, Sonhos, Reflexões’, ele escreveu: “Antes que eu descobrisse a alquimia, tive uma série de sonhos que repetidamente lidavam com o mesmo tema. Ao lado da minha casa existia outra, o que é dizer, uma outra ala ou anexo que era estranho para mim. A cada vez eu imaginaria porque eu não conhecia esta casa, embora aparentemente ela sempre houvesse estado lá. Finalmente veio um sonho no qual eu alcancei a outra ala. Lá eu descobri uma maravilhosa biblioteca, datando principalmente dos séculos XVI e XVII. Volumes grandes e gordos, em pele de porco, ficavam nas paredes. Entre eles estava um número de livros embelezados com gravuras de cobre de um caráter estranho, e ilustrações contendo curiosos símbolos que eu nunca antes havia visto. Naquele tempo eu não sabia a que eles se referiam. Somente muito mais tarde eu os reconheci como símbolos alquimicos. No sonho eu estava consciente apenas da fascinação exercida por eles e por toda a biblioteca’.
As experiências de Flamel e Jung são virtualmente idênticas – o livro, as gravuras de cobre, os símbolos estranhos, as ilustrações e as letras. Em ambos os casos os homens foram motivados a começar um intenso estudo da alquimia. Jung realmente recriou a bibliotca que ele viu em seu sonho. Seus trabalhos sobre alquimia são considerados serem clássicos no campo. Uma importante chave mitológica para as histórias de Jung e Flamel gira ao redor de Ninharsag. Na tradição hindu, esta Deusa Serpente era conhecida ter tido ajudantes chamados Nagas que eram representados como sereias. Estes Nagas [o inverso de 'sagan' ou pessoa sábia] preservavam coleções de pedras preciosas e livros sagrados em palácios sob a água que continham os meios para retornar ao útero dela. Uma destas serpentes guardava o Livro de Thoth, o deus egipcio da alquimia, consistindo nas chaves para o céu escritas nas figuras hieróglifas e símbolos que davam ao iniciado o controle sobre o destino deles ao expandir a consciência deles. Na tradição grega Thoth torna-se Hermes, o guardião das Encruzilhadas, simbolizado por um X. Os sumérios o chamavam Ningishzidda, “O Senhor da Chave ou Arfetato da Vida’. Ele era o filho de EA. Os Maçons Livres dizem que Thoth/Hermes possuia todo o conhecimento secreto sob a abóbada celestial [o céu]. Ele projetava o seu conhecimento no que eu chamo de Esfera do Pensamento e no Jung chamava de ‘inconsciente coletivo’. Esta é uma forma de Internet cósmica. Interessantemente, os egípcios chamam Thoth ‘O Senhor da Rede” [Net]. O livro dele é atribuído a Ninharsag, a Trabalhadora do Cobre dos Deuses. A reunião destas pistas me sugere que Ninhursag implantou o Livro de Cobre dentro de nosso DNA, ou que o nosso DNA seja um sintonizador do conhecimento contido na Esfera de Pensamento. Depois da iniciação nós nos tornamos ‘verdes’. Seguramente este livro contém a informação sobre o Planeta X e TIAMAT. A concorrente abertura da Esfera de Pensamento por meio da Internet e a decifração do Livro da Vida DNA, viu o Projeto Genoma Humano, corresponde a esta profecia dada pelo profeta Daniel do Velho Testamento que teve numerosas visões para ‘os tempos do fim’. Daniel foi instruido a calar as palavras, e selar o livro, até o tempo do fim… e o conhecimento deva aumentar. Esta é uma das linhas mais importantes e populares de toda profecia. Presumidamente, este conhecimento diz respeito a uma forma de avançada ciência sagrada da alma. Hoje, o nosso conhecimento está aumentando. Ele está se duplicando mais rápido do que podemos imaginar. A maioria dos historiadores concorda que o total do conhecimento humano dobrou uma vez entre 4.000 AC e o tempo de Jesus. Então, a partir do nascimento de Jesus até 1750 ele dobrou novamente. De 1750 a 1900 ele novamente dobrou. De 1900 a 1950 ele dobrou novamente. Podemos ver o período de tempo que ele leva para o conhecimento humano dobrar a seguir . Agora, de fato é um fato aceito que o conhecimento dobre a aproximadmente cada dois anos.
Jesus parece se referir muito frequentemente a Daniel. Um assunto favorito de ambos é o julgamento. “Agora é o julgamento deste mundo; agora o governante deste mundo será expulso. E eu, quando sou elevado da Terra, dirigirei todas as pessoas para mim.” No livro de Daniel lemos: “A côrte sentou-se no julgamento, e os livros foram abertos”. Jesus ecoa isto ao dizer que quando os livros são abertos, ‘Agora é o julgamento deste mundo’. O julgamento claramente se refere a elevação [ou entendimento] da serpente [DNA? Nossa alma?] e possivelmente a elevação ou abertura dos livros da Esfera do Pensamento. A abertura do Livro da Vida verde ou cobre, nosso DNA, tem mudado o nosso relacionamento com o universo. Temos os códigos da criação nas palmas de nossas mãos. Isto é o que quer dizer Dia do Julgamento? Além disso, um outro efeito mais notável de iluminação da Esfera de Pensamento torna-se possível. Jesus declara: “Estou na porta e bato: se alguém ouvir minha voz e abrir a porta eu virei até ele e ele estará comigo’. Em Revelação 4:1 le-se “depois disso eu olhei, e prestei atenção, uma porta foi aberta no céu’. E Jesus estava lá esperando. Há uma relação entre aquele que se levantou e aquele que está na porta? Mais fantasticamente, os dois são a mesma coisa? Ele é EA? Está o conhecimento de como abrir a porta do céu implantado dentro do nosso DNA? Isto é que o João queria dizer quando disse: “Ninguém tem subido ao céu exceto aquele que desceu do céu, o Filho do Homem”. Imediatamente depois disto lemos: “E exatamente como Moisés elevou a serpente [a alma?] no deserto assim deve o Filho do Homem ser elevado que quem quer que seja que acredite nele tenha a vida eterna”. “Quando você eleva o Filho do Homem [o Cristo] então você entenderá que Eu sou ele”. “E quando Eu sou elevado sobre a Terra, levarei todas as pessoas para mim’.
Na medida em que abordamos os mistério da Arca de Cristo devemos descobrir que o Planeta X é o assunto similar desta e de outras profecias, embora muitos que subscrevem estes profecias provavelmente não estejam cientes que o Planeta X e os Brilhantes, particularmente EA, são os verdadeiros sujeitos. Um exemplo de como a mitologia do Planeta X é escondida dos cristãos Gnósticos, incluindo os seguidores de João Batista, os Mandeanos que chamavam EA de ‘Olho da Luz ‘ ou ‘Rei da Luz’ e realizavam ritos religiosos dedicados a ele. A trilha das origens dos Mandeanos nos leva a Suméria, nos dias presente é o Iraque. A truilha do destino deles nos leva à América. Eles são índios de pele branca, olhos azuis conhecidos como Mandeanos que trouxeram os antigos segredos com eles para a nova Terra Prometida ou Nova Atlantida O nome deles é em aramaico e significa ‘conhecimento’ , isto é, uma tradução do grego ‘gnose’. É altamente importante reconhecer que um nome alternativo para os Mandeanos era Saba. “Sabian’ é uma palavra derivada do verbo aramaico-mandeu ’saba’ que significa ‘batizado’ ou ‘tingido’ ou ‘imerso na água’. Então, os Sabianos Mandeanos significam aqueles que eram batizados no conhecimento de Deus e que conheciam a religião de Deus. João Batista, com certeza, foi o precursor e quem batizou Jesus. Logicamente, isto nos leva a uma pergunta altamente importante: Quando João batizou Jesus ele também o iniciou na religião de EA? Se assim o foi, quais são os fundamentos desta religião extraterrestre e que veio a ser este ensinamento de misterio quando o ‘cristianismo’ foi organizado e seus princípios foram formulados?
O Olho da Luz Gnóstico, EA, é o mesmo olho de luz que aparece no logo do emprendimento americano nas costas da nota de um dólar. Devemos responder esta pergunta na medida em que continuemos. Como uma matéria de fato, descobriremos que a mitologia, o simbolismo e a profecia de todas as três religiões patriarcais [judaismo, cristianismo e o islã] podem ser rastreadas ao Enuma Elisha, que reduziu o épico cósmico de TIAMAT e do Planeta X a uma história terrena de política sacerdotal. Embora sua popularidade não fosse tão grande quanto outros épicos como Gilgamesh, a história do deus-rei que busca os segredos da imortalidade, que foi levado a distantes partes do mundo, os observadores notam que seu aparecimento estabeleceu o tom para a Idade do Ferro como uma de conflito entre a mitologia mais antiga da Mãe Deusa e a nova idade dos deuses pais semitas e arianos. A grandiosidade dos deuses pai e de seu sacerdócio, batalharam pela supremacia na Suméria, Irã, Índia, Anatolia, Canaã e Grécia. O épico ofereceu a primeira evidência completa da mudança de deuses. Isto representa o fim de uma longa fase cultural na qual a Deusa Mãe, cuja imagem era a do mar e a do dragão-serpente, foi transformada através de muitos séculos na Mãe Demônio a ser evitada a todos os custos. O primeiro assalto foi o do Planeta X. Os útimos assaltos foram o dos hebreus e dos cristãos Paulinos dos séculos IV e V que a história de TIAMAT [ juntamente com a religião de mistério de EA] foi finalmente suprimida e quase que esquecida. Infelizmente, ao longo desta supressão veio a detenção do tremendo conhecimento esotérico da pré história humana e do potencial humano. Matar o grande dragão vermelho como TIAMAT é descrito no Livro da Revelação, entretanto, também representa o conflito entre a luz e a escuridão dentro do DNA de cada um de nós. Somos desafiados a superar a natureza escura e atingir a auto-maestria por meio da libertação do conhecimento interno ou esotérico dentro de nossos individuais ‘livros de cobre’. Na mitologia um objeto [geralmente uma pedra ou grupamento de uvas, simbolizava o sinal da Palavra] representada pela serpente ou dragão dos segredos de TIAMAT, algumas vezes perto de uma árvore. Este objeto e árvore frequentemente simbolizam o portal para o céu, o ponto onde a conexão [um arca ou arco] é estabelido entre o Céu e a arca da Terra e a imortalidade é alcançada. [para fazer a conexão com o arco, pense em Buda que foi iluminado aob a árvore bo, a árvore da iluminação. A busca por este arco o arco [arca] de nossas buscas primárias nas páginas que se seguem, que começa com o conhecimento de nós mesmos com TIAMAT.
2. O PESADELO DE TIAMAT
Muitos estão provavelmente familiarizados com TIAMAT sob o disfarce de vários nomes, incluindo MAMA, ‘A Senhora dos Deuses’ [caldeu ] e MAYA, a ‘Mãe das águas’ [maia]. Na tradição hebraica TIAMAT é chamada MARAH [o mar, a mãe, a matéria] que é a raiz de Miriam ou Maria. O significado da palavra acadiana TIAMAT e da palavra hebraica ‘tahom’ é o mesmo: ‘a profundidade’. No Geneses, é sobre as águas da profundidade que, no início, se move a alma de Deus, aparentemente feminina. Um outro título hebraico desta Grande Sepente é Leviatã, cuja regeneração foi estabelecida por Moisés e desmantelada por Hezekiah. A despeito de séculos de desmantelamento e ofuscação do mito e história pelas autoridades políticas e religiosas a lembrança do pesadelo de Marah ou Tiamat permanece profunda dentro da psique humana. O alquimista Paracelso afirma que rodas das constelações do céu estão dentro de cada um de nós. “O Sol é o coração’, ele escreve, e os outros planetas do sistema solar estão dentro do cérebro. Tiamat e o Planeta X igualmente estão dentro de nós também. A história permanece embebida na linguagem. Exceto fora de lugar os artefatos, registrados da ‘maligna’ destruição de Tiamat podem ser descobertos nos chips e fosséis de palavras usadas na linguagem moderna. Considere por exemplo o francês ‘cauchemar’ ou o inglês pesadelo [nightmare]. O alemão mahrt (‘mare’) é um espírito mau do Submundo. Então há o velho eslavonico mora, ‘feiticeira’; o russo mora ‘fantasma’; o polonês mora, o checo mura, ‘pesadelo’; o latim mors, mortis, morte; o velho irlandes maran, morte, praga; o lituano matas, morte, pestilência; e o sinistro Mo[r]igain. Cada uma destas palavras codifica o ‘pesadelo do Marah ou Tiamat”, e a visão patriarcal da deusa do caos. O significado destes nomes soam como lembranças de um mau casamento ou avisos de condenação. Em contraste, quando a palavra mare é interpretada do ponto de vista matriarcal isto toma um tom inteiramente diferente. Marte é uma palavra egípcia tanto para “águas” e ‘amor mãe’. Um dos mais velho nomes do Egito era Ta-mera, Terra das águas, que pode ser interpretada como Terra do Amor ou Grandes Mães. Maria era o Grande Peixe e dava ao nascimento aos deuses, mais tarde sereias, que eram representados como meio-humanos e meio-peixes, inclusive EA, chamado Oannes [pomba] pelos babilonios, mostram o oposto como um deus macho na roupa de peixe, e Jesus. Um homem sereia nadador. Um detalhe de um relevo de pedra do palácio do rei Assírio Sargão II, por volta de 700 AC.
E.A. (o babilonio Oannes) foi retratado como um homem sereia, meio humano, meio peixe. Desenhado pelo arqueologista Sir Austen Henry Layard de um monumental relevo de pedra, um de um par flanqueando uma porta do templo do deus Ninurta na cidade assíria de Kalhu [o moderno Nimrud], aonde eles tinham sido eregidos durante o reinado de Rei Assurbanipal II [reinou 883-859 AC].
Os sacerdotes de EA vestidos em roupas de peixe administram um pilar, o Eixo da Vida, enquanto uma nave voadora plana acima. Selo de por volta de 2000 AC. Está na biblioteca Pierpont Morgan, New York.
Jesus, que é simbolizado pelo peixe da bexiga, emerge ou o símbolo do peixe na Catedral de Chartres.
Mil histórias avisam que aqueles que possuem as sereias, e o conhecimento delas, são atraidos para sua condenação. Mari era o nome básico da deusa para os caldeus. Nos tempos saxônicos mare era escrito mere, que significa puro, verdadeiro e também lago. Na tradição do Santo Gral a Dama do Lago doou Excalibur, a sagrada espada do Rei Arthur, sobre ele [que ele arrancou de uma pedra]. Camelot, a cidade maravilhosa do Rei Arthur, era uma cidade de amor [mer]. Havia, diz Tennyson, nenhum portão como este sob o céu. Toda a Àsia chamava a água [mer] um elemento feminino, a original matéria primordial, que os gregos chamavam arche. Tales de Mileto, considerado um dos sete homens sábios do mundo antigo, disse que a água era a primeira causa ou arche. Ele desenvolveu uma forma inicial de teoria atômica baseada nesta idéia. A mãe de Jesus, Maria, também recebeu o título de “ARCA OU ARCO” ou ‘Portão do Céu’ em [arche, arca], Revelação 11:19 – “E o templo de Deus foi aberto no céu, e havia visto no templo a Arca de seu Testamento.” Quando os trocadilhos e significados alternados da Arca são esclarecidos, isto traz até mesmo mais excitação à profecia: “E o Templo de Deus foi aberto do céu, e ou o Portão de lá foi visto no templo da Arca do Céu”. Os Cátaros [Os Puros] do sul da França que disseram que Jesus veio da pura terra do AMOR, veneravam a deusa e afirmavam possuir os segredos de Jesus que ele entregou e que eles interpretavam em sua linguagem especial. As forças opostas de ROMA, a Igreja, os exterminaram e tentaram destruir estes ensinamentos. Em “As Paredes de Cristal da Côrte de Cristo” eu apresentei a evidência que os Cátaros eram os descendentes espirituais de EA.
Os misteriosos Cavaleiros Templários protegeram os Cátaros e partilhavam de muitos dos ensinamentos Cátaros. Estes Cavaleiros de Cristo recuperaram e preservaram os segredos uma vez abrigados sob o Templo de Salomão no alto do Monte Moriah [Marah] em Jerusalém. O símbolo deles, dois cavaleiros em um único cavalo, é amplamente pensado ser um símbolo de seu estado empobrecido ou pobre. Isto é contradito pela riqueza enorme de ambos os fundadores da Ordem e da própria Ordem. Os Templários eram cavaleiros ´puros’ que guardavam os segredos da arca ou portão de Deus, a Arca Cristo.
O Selo dos Cavaleiros Templários: dois cavaleiros em um cavalo. A mitologia de Tiamat pode revelar uma outra camada de significado por trás do logo templário. A palavra mare também significa cavalo. Em sânscrito a palavra harit significa a luz da manhã, o brilho, o resplendor e também significa cavalo. Cavalo por ser resolvido em Horus [Horse], o egípcio deus da luz, e filho de Isis/Stella Mari que era uma de um grupo de deusas egípcias chamadas Ha-Hor e Eros, o deus do Amor. Em islandês cavalo é hrosss, em holandês ros e em alemão ross e ros significa sabedoria. Quando ele tinha 40 anos o profeta Maomé recebeu suas primeiras revelações divinas em uma caverna no monte Hira. As sacerdotisas de Mare, inclusive a principal apóstola de Jesus, Maria Madalena, eram chamadas Horae [as sacerdotisas prostitutas], as guardiãs do Axis Mundi, o Pilar da Escada para o Céu, pelos gregos, em babilonio harines; entre os semitas elas eram as ‘prostitutas’ chamadas hor, que, muito maravilhosamente, significa buraco. A lebre [hare em inglês] é um símbolo de guia das almas que abre buracos no espaço como acontece em Alice no País das Maravilhas. Mergulhar no sagrado buraco da deusa, cheio de água, era mergulhar no mistério do máximo segredo da vida. Isto pode explicar a palavra hebraica para cavalo também signifique ‘explicar’. Ao comungar com a Deusa em seu buraco sagrado um humano pode alcançar a iluminação espiritual chamada horasis. Esta última definição é especialmente provocante já que, como veremos, a inteira mitologia e simbolismo dos Brilhantes gira ao redor de portões ou ‘buracos’ no tecido do tempo-espaço – a própria Deusa. Este Brilhantes eram possuidores de extraordinário conhecimento científico e alquimico, ensinamentos de iluminação. Mostrarei que os Templários recuperaram este conhecimento. Das descrições deles das ‘águas sagradas’ são surpreendentemente familiares aos portões estelares e buracos de minhoca, a celebrada Ponte Einstein-Rosen apresentada em tais filmes favoritos como Stargate e Contact. Estes “buracos no espaço’ ou buracos no corpo da deusa – são sistemas de túneis que ligam duas regiões de espaço-tempo e ligam universos. O cavalo, particularmente o cavalo branco no qual Cristo monta em seu retorno em Revelação 19:11 simboliza os segredos da completa revelação ou revolução da morte ao renascimento e ascensão. Carregando homens e mulheres em suas costas, o cavalo branco se torna a ressurreição, o vaso, veículo, arca, arche ou Arca de Cristo que o corpo humano é projetado para escalar. Isto pode explicar porque o cavalo branco é visto na tradição shamânica como um condutor de almas e apoteose, Fazedor de Deus, o ritual de elevar o salvador morto sacrificial ao céu. Todas as grandes figuras messiânicas montam um cavalo branco. O hindu Kalki, o futuro avatar de Vishnu, será um cavalo branco; enquanto é esperado em sua segunda vinda, o Profeta Maomé, que foi elevado aos céus nas costas da égua branca voadora Al Borak do Monte Mariah em Jerusalém, também estará cavalgando um cavalo branco. Por último, o cavalo branco que Buda montou na Grande Partida, sem cavaleiro, corresponde ao próprio Buda. Todos eles, obviamente, cavalgam o mesmo cavalo branco. Interessantemente, em hebreu Jesus é chamado de naggar, um termo interpretado como carpinteiro, mas que também significa ‘criador’ . Este termo atraiu minha atenção pela razão de que um cavalo é chamado ‘nag’. O sufixo ‘ar’, é o mesmo significando ‘luz’, Reunidos em naggar, é o ‘criador da luz’ ou ‘cavalo da luz’. Desta Luz Jesus emerge como um criador da Arca de Cristo. Como um ’segundo Adão’ ou ’segundo Adapa’ esta era uma antiga arte alquimica que ele aprendeu dos Brilhantes. Dado a conexão de Maria com Mare ou Tiamat, este simbolismo provavelmente não foi escolhido por acaso. Particularmente quando o cavalo branco é intercambiado com o buraco branco.
Um buraco branco é um poço abundante de energia cósmica. É um buraco negro correndo para trás no tempo [um buraco negro negativo]. Exatamente como os buracos negros engolem todas as coisas inexoravelmente, assim também os buracos brancos as cospem para fora. Matematicamente foi pensado que teoricamente se poderia viajar através de um buraco negro, passar através de um túnel de conexão, e emergir de um buraco branco em uma outra parte do universo. A idéia da viagem pelo buraco negro foi substituída nos anos de 1980 pelo buraco de minhoca. Misticamente, o acesso a tal portal estelar nos empurraria acima da escada evolucionária, habilitando-nos a nos unir aos imortais e viajar por bilhões e bilhões de galáxias, as células que compõem o corpo da deusa. Uma matéria importante aos físicos envolvidos nos projetos dos buracos de minhoca envolve a escudagem dos passageiros das interações dos materiais exóticos que compõem a garganta destes túneis. Esta substância pode ter um efeito nocivo sobre os seres humanos. Os cientistas propõem três modos possíveis de lidar com este problema. Um seria escudar os passageiros através de um túnel protetor, por exemplo. O segundo modo seria concentrar a matéria exótica em uma área ou usar tipos especiais de matéria exótica que fossem menos nocivos. A terceira solução é lidar com esta matéria que seria mantida o mais distante possível e evitar o contacto humano com ela. Como tenho investigado em outros lugares, e explorarei em mais detalhes nas páginas a seguir, os mitos e a escritura que se referem aos Brilhantes aludem a construção deles e o uso de buracos de minhoca. A solução deles para proteger os passageiros da matéria exótica não tem sido pensada pelos modernos projetistas. Eles transformavam o passageiro, o ser humano, em um Brilhante. Os mitos dos Brilhantes sugerem alguma forma de engenharia genética que desencadeava uma mudança do humano ao Homo Cristos que protegia o cavalgante da matéria exótica e os capacitava a escalar a antiga escada, ou correr o cavalo branco, até o céu. Simplesmente, não podemos andar casualmente por uma destas portas de água, portais estelares, buracos brancos ou portas espaciais de luz ou sabedoria como geralmente retratado nos cinemas. Ao invés, um extraordinário treinamento mental, físico e emocional foi realizado como preparatório para esta excursão. O resultado foi a transformação de um humano em um ser puro. EA e Ninharsag eram ‘artesãos dos genes’ que projetaram esta transformação. Os mitos e a escritura indicam que esta transformação pode acontecer em um instante elevando o humano ao nível dos deuses. Como notado, EA grandemente se opunha ao seu meio-irmão ENLIL que desejava manter a humanidade em um nível de escravos e objetos sexuais. Uma história bíblica que ilustra este conflito é a história de Sodoma e Gomorra. A Bíblia passa por grandes dores para tornar explícito o ponto que o Senhor MELQUISEDEK, o Rei de Salém, que pode ser igualado a EA, iniciou Abraão e sua esposa Sara nos mistérios do Santo Gral. Depois disto Abraão se tornou o novo e melhorado Abra-H-am. Sara se tornou SaraH. O “H” simboliza a escada do céu. Ao mesmo tempo, em que EA está criando este milagre para Abraão e Sarah, o Senhor [ENLIL?] repentinamente assume uma personalidade sinistra. Ele despacha dois anjos que o acompanhavam para visitar o sobrinho de Abraão, Lot, na vizinha Sodoma e Gomorra. Dentro de dias, os cidadãos destas cidades gemeas sofreriam um holocausto, a existência deles seria apagada da memória humana por um premeditado e evitável desastre do céu em proporções atomicas. Em uma cena reminescente da obliteração de Hiroshima e Nagazaki, no amanhecer de uma manhã, na medida em que Abraão olhava para o vale abaixo, o fogo desceu do Senhor lá do céu. A fumaça da terra subiu como a fumaça de uma fornalha. Sodoma e Gomorra não existiam mais.
Como um resultado da explosão de luz do Senhor que causou a destruição de Sodoma e Gomorra, a esposa de Lot transformou-se em um pilar de sal. Gerações após gerações tem ouvido que os cidadãos de Sodoma e Gomorra eram perversos fornicadores que desobedeceram ao Senhor [ENLIL ?] e receberam o aviso do que aconteceria se eles desobedecessem Deus. Será que aqui ouvimos a história inteira? Quando procuramos no dicionário pela palavra ’saltation’ [movimento súbito] isto significa uma súbita modificação genética. A mutação descrita na história da esposa de Lot pode ser algo da ordem da transformação da crisálida em borboleta ou Homo sapiens em Homo Cristo. Desta perspectiva esta história reflete um outro episódio nos antagonismos continuados entre ENLIL e EA. Se EA estava ensinando os principios de Fazer Deus em Sodoma e Gomorra, ENLIL muito certamente teria estado fazendo algo para impedi-lo. O nome de Lot significa ‘oculto’. Frequentemente, as sociedades secretas tinham uma boa razão para ocultar o conhecimento desta mutação em um labirinto de simbolismo esotérico. Isto faz de alguém um deus, e um oponente formidável à existente ordem mundial. O mau uso deste conhecimento pode facilmente transformar a existência de alguém em uma câmara de tortura. A iluminação repentina pode atingir como uma raio sem aviso prévio destruindo toda limitação. Nos tempos antigos a energia que produziu esta transformação, simbolizada pelo ‘H’, era bem conhecida e era ligada a Tiamat. Coo uma evidência deste ‘conjunto de instrumentos’ de ‘pão e vinho’ Melquisedek, como Jesus, pode ter sido um sacerdote de Mari ou Maria, que originalmente possuia estes instrumentos e foi o dispenasdor da caridade ou compaixão, uma pura e branca energia que podia transformar o ser humano em um ‘cavalo branco’. Interessantemente, sem o ‘c’ de charis [caridade] temos haris, compaixão, e pode ser reduzida a HRS, ou cavalo. Charis é encontrada no título de Jesus, Cristo, Crhisto ou Charist. Esta era a raiz de eu-charis-t [eucaristia], a cermônia realizada por Melquisedek e por Jesus na última Ceia quando ele pingou o vinho para os discípulos beberem, dizendo, “este é o meu sangue [DNA] E Jesus disse, ‘aquele que comer minha carne e beber o meu sangue eu o levantarei no ultimo dia”. Esta foi a cerimionia que representou o Santo Gral, o vaso ou arca da imortalidade. Esta cerimonia pode ser rastreada ao Egito e a tradição da deusa Maat, a personificação da Verdade ou Justiça no antigo Egito. Como doadora da lei, Maat era comparável a Tiamat que deu os sagrados tablets [ME] para o primeiro Rei dos deuses. Aqueles que viviam por Maat tomavam uma bebida sacramental que conferia a pureza ritual exatamente como beber o vinho na celebração cristã da eucaristia traz a renovação. A poção de Maat trouxe a vida depois da morte às pessoas pacíficas, mas trazia a morte às pessoas violentas. Retrabalhando ou repalavreando a profecia de Revelação 19:11 revela que o Cristo que cavalga o cavalo branco, a redentora compaixão e sabedoria, emerge de um buraco branco montado em pura onda de luz que nos ilumina ao desencadear o conhecimento armazenado em nosso DNA, o ‘livro de cobre’. Esta onda ou cavalo brancos proclama a chegada do Planeta X, ou como o Senhor da Arca das Águas ou Portal do Céu. Mostrarei que EA é o técnico que guia este buraco, cabo ou conduto de luz. Como a história das sereias avisa, a condenação segue aqueles que estão despreparados para estas energias. Um crença firmemente estabelecida na memória popular pelo mundo associa o cavalo branco com o início do tempo, e daí a criação da humanidade. As histórias falam sobre isto se elevando das entranhas da Terra [os restos do corpo da deusa Tiamat que formaram a Terra, segundo os sumérios] ou das profundezas do mar.
Na nova placa neo-babilonica mostrada aqui vemos os emblemas dos deuses no mais superior registro. Na parte inferior vemos um cavalo montando um dragão na medida enm que ele corre no rio do Submundo. Uma figura com serpentes em cada mão monta o cavalo. Os sacerdotes em roupas de peixe cuidam de um corpo no próximo registro. Vale notar que na China há uma longa tradição de intercambiar o dragão e o cavalo. Há o Longo Ma, o chinês cavalo-dragão que trouxe o Ho- t’u – um plano do rio, também chamado Ma- t’u ou plano de um cavalo para Yu o Grande. A palavra Matu tem uma clara conexão com Tiamat. Em muitas outras histórias chinesas de Li-sao de Chu-yuan a Si-yu Chi, os cavalos tomam o lugar dos dragões. Em ambos os casos eles tomam parte na busca pelo conhecimento da imortalidade. Não é coincidência que os precursores das sociedades secretas, os buscadores iniciais da alquimia Taoista, [Tao signifa 'o caminho'] usavam o disfarce de ‘comerciantes de cavalos’, não aquele de Mat-so, que apresentaram o ensinamento Zen à China, foi chamado no trocadilho sobre seu nome ‘ o jovem potro’. Os sumérios tinham bem um número de nomes diferentes para este outro mundo que é acessado por meio do cavalo-dragão: arali, irkalla, kukku, ekur e ganzir. Caso contrário isto era simplesmente conhecido como a Terra ou ‘terra sem retorno’ ou ‘mundo inferior’. De várias fontes aprendemos que havia uma escada que descia do portão do e-kur [do qual a palavra ganzir é usada]. Segundo os sumérios, era possível abrir um buraco no solo que daria a alguém o acesso ao Submundo, também conhecido como APSU, que como veremos, é um outro nome para o centro galático, dando elevação a noção que estes buracos ligavam a Terra ao Céu. O poema sumério “A Descida de Inanna ao Submundo’ [também preservado na versão acadiana "A Descida de Ishtar"] descreveu em detalhes as espetaculares circunstâncias dos deuses que superavam as leis da natureza ao descerem ao Submundo e retornarem. No Egito, o ka era considerado o gemeo da alma. Cada ser humano tem um ‘ego inferior’ [o ba] e um imortal Ego Superior. O ego inferior reside no corpo físico. O Ego Superior reside no céu. Ele está mais perto de Deus. Platão ensinou que este gemeo era o nosso Espírito Guardião. O mais surpreendente, e menos conhecido dos exemplos de cavalo-homem vem da tribo Dogon da África que veneravam EA como Oannes. Uma gravação Dogon retrata Orosongo [literalmente canção da luz], o cavaleiro dos céus, caindo dos céus com a arca, que desce do céu com todos os originais das coisas vivas [talvez a origem da palavra arquétipo]. O iniciado percebe que ele contém um grupo de sinais, uma linha denteada com a superfície significando a vibração da matéria, luz e água. A vibração representa a espiral descendente do ‘ferreiro’ que trouxe a Arca. Este é EA. O cavalo branco com asas da história grega, Pégaso, é um outro exemplo familiar desta tradição. Pégaso nasceu do ’sábio sangue’ da Deusa Lua da cabeça da Medusa quando Poseidon, o fundador da Atlantida e um outro nome para EA, misturou seu sangue com a areia do mar. A Medusa era a deusa serpente representando a ’sabedoria feminina’ [em sâncrito medha, em grego meyis, em egípcio met ou Maat] Tiamat inscrita nos todos poderosos tabletes ou Pedras do Destino. Daí, Pégaso, nasceu de Tiamat. Pégaso foi chamado Pegae, a sacerdotisa e a água que cuidou do riacho sagrado chamado Pega no templo de Osiris em Abidos, Egito. Osiris era o deus egípcio cujo corpo foi cortado em pedaços, como Tiamat e ressuscitou ou foi reunido por Isis. A tradição associa a ferradura do cavalo em forma de um crescente lunar com a boa sorte e isto tem sua origem na história de Tiamat.
Hindus, árabes e celtas viam a forma ionica da ferradura como um símbolo do Grante Portal da Deusa. Os gregos adotaram este símbolo como a última letra de seu alfabeto, o Omega, que literalmente é o Grande OM, a palavra da criação começando o ciclo seguinte da vida. O significado do símbolo da ferradura foi que, tendo entrado na Porta no fim da vida [o Omega] a alma renasceria como uma nova criança [Alfa] através da mesma porta. Quando Jesus é identificado como o Alfa e o Omega isto representa um ‘cortar e colar’ da tradição anterior do planeta explodido. O duplo significado das palavras Mare revela as duas versões da destruição de Tiamat. Uma da perspectiva do vitorioso que a teme como a besta a ser conquistada e subjugada como um selvagem buraco negro; a outra da vítima, ou talvez do sobrevivente, o ponto de vista dela como a Mãe perdida, o cavalo branco ou o buraco branco da luz curadora, a ser redescoberta e nutrida. O conflito entre estes dois pontos de vida continua na psique humana até hoje com a Terra no equilíbrio. No último capítulo investigaremos várias profecias, inclusive aquelas dos maias, que indicam que um buraco de minhoca se abrirá novamente em 2012. Os Brilhantes do Planeta X, tenho proposto, são os técnicos a cargo deste sistema de transporte. A primária questão de nossa era, na medida em que o tempo passa, será quem estará a cargo deste portal? Estarão os descendentes de EA que buscaram elevar e educar a humanidade, até mesmo ao nível de deuses, no comando? Ou serão as legiões de ENLIL, o comandante militarista que busca sexualmente subjugar e fisica e espiritualmente escravizar a humanidade cuidando dos assuntos da Terra? O mito e a história, exemplos do quais explorarei, estão cheios de pistas e histórias de seres humanos que tem encontrado os Brilhantes ou o ensinamento deles e se transformado em preparação a experiência do buraco de minhoca.
Que tal se esta súbita mutação genética se tornou disponível em nosso mundo? Que tal se um chip de computador, pílula ou poção fosse oferecido no mercado que pudesse desencadear tal mutação? Imagine o que aconteceria se o campo de energia da Terra repentinhamente fosse banhado por uma intensa energia nova que desencadeasse uma mudança dramática na consciência humana. Em ‘The Healing Sun Code’ discuti os profetas Hopi que disseram que estávamos entrando em um tempo quando a dualidade terrena de amor e medo dá caminho a uma nova realidade; a que me referi como uma nova dualidade de amor e amor além do amor, o super amor ou hiper amor. Esta transformação é desencadeada pelo nosso alinhamento com o centro da galáxia da Via Láctea, que exploraremos momentaneamente. O centro galático é a fonte das vibrações que estou descrevendo. Um símbolo e sistema de conhecimento está codificado dentro destes raios cósmicos que estimulam os centros receptores na retina de nossos olhos e no nosso DNA. Na medida em que estes raios cósmicos entram em linha, o amor, a mais alta vibração no velho mundo, se tornará a vibração inferior no próximo mundo superior, exatamente como o medo é atualmente a mais baixa vibração de nosso mundo. A força exótica do hiper amor existe dentro do coração de cada um de nós. Quando escolhemos o amor sobre o medo convidamos o hiper amor a entrar em nossas vidas. Durante este tempo os nossos poderes de manifestação aumentarão porque os nossos corações e mentes, nossos pensamentos e ações, serão mais e mais os mesmos [eles estarão em sincronicidade]. Isto significa que pensar o pensamento e a ação se tornarão um. A rede de segurança do tempo preso entre o pensamento e a ação será eliminada. Para sobreviver a estes tempos e criar esta nova realidade cada um de nós terá acesso ao cavalo branco ou Arca de Cristo dentro e interna da onda branca do Amor Força do universo. Sermos solicitados a adquirirmos o nosso ‘H’.
3. O LUGAR DO TERROR
Quando os humanos modernos pela primeira vez colocaram os pés em uma orbe alienígena, a Lua, plantamos uma bandeira dos EUA em sua superfície. Quando os Brilhantes chegaram à Terra eles plantaram o que pode ser a bandeira ou logo da civilização deles, uma sepente ao redor de um bastão, o simbolo de Asclepius, o curador da mitologia grega. Asclepius foi um estudante de Quiron o Centauro, o homem sábio e profeta que era meio-homem e meio-cavalo e que ganhou a sua sabedoria da deusa Atena. Os gregos diziam que Atena nasceu da cabeça do deus Zeus depois que ele engoliu a mãe dela Metis, isto é, Medusa, Maat ou Tiamat. Os mitos sempre são explicatórios da realidade. Eles são a base do entendimento do relacionamento entre os povos e o universo. O mito de Asclepius é altamente explicativo dos Brilhantes. Astronomicamente, Asclepius é a constelação mais próxima do centro de nossa Via Láctea localizada a apenas uns poucos graus do centro matematicamente determinado de nossa galáxia. Ele é chamado o Mantenedor da Serpente. A estrela que representa os pés de Asclepius [ chamado Ofiocus pelos romanos] é a próxima estrela mais perto do centro galático.
O logo dos Brilhantes, a serpente Asclepius. O símbolo a esquerda do poste é o símbolo para o Planeta X. Emobra invisível ao olho nu os desenhistas do zodíaco aparentemente conheciam a localização do Núcleo Galático. Dos glifos dos doze signos astrológicos [treze incluindo Asclepius] os signos de Sagitário e Escorpião são os dois únicos que apresentam flechas, e ambos estão um ao lado do outro. A ponta de Sagitário, a flecha do Arqueiro é a estrela alaranjada Gamma Sagitarii. Quando arranjados como elas aparecem no céu, os dois ponteiros ficam diante um do outro. Entre Sagitário e Escorpião está uma constelação perdida – a décima terceira: Asclepius. Em plena apreciação dete pedaço do código, o Dr. Paul LaViolette, seu descobridor, conclui que as flechas de Sagitário e Escorpião parecem pretender apontar para Asclepius como a constelação mais próxima do centro galático. O centro galático é um caldeirão crepitante de fenômenos ocultos. Aneis de gases giratórios podem ser vistos lá bem como milhões de estrelas viajando em tremendas velocidades ao redor de um maciço buraco negro. Que outros fenomenos aguardam é desconhecido, mas é certo ser a resposta para os ensinamentos secretos de todas as eras. Na década de 1980 os astrônomos da Universidade do Arizona, usando um novo telescópio de alta velocidade e uma camera infra-vermelha montada em Kitt Peak, olharam esta área. Entre os objetos não usuais acreditados estarem no centro exato de nossa galáxia está uma fonte extremamente brilhante como um ponto e compacta conhecida como Sagitrarius A [frequentemente abreviada para Sgr A]. Alguns astrônomos argumentam que Sgr A revela um buraco negro quase do tamanho de uma grande estrela, mas contém a massa de um milhão de sóis. A quantidade surpreendente de material sendo dirigida ao buraco negro irradia uma quantidade enorme de energia em muitas frequências. Nos livros de LaViolette ele não deixa dúvidas que os antigos conheciam o centro galático como um lugar de enorme terror, capaz de emitir ferozmente alguns ventos galáticos contendo partículas cósmicas nocivas que eram responsáveis por passados cataclismas sobre a Terra. Ele avisa que a Terra ainda virá sob o fogo novamente por uma outra super tempestade galática. A previsão do clima cósmico não é boa. Espere uma viagem difícil a frente. Além de meteoritos, cometas, e outros visitantes potencialmente ameaçadores da vida se dirigirem em nosso caminho, uma luz tão brilhante até mesmo os deuses serão eles proprios sombrados e o medo é esperado. LaViolette afirma que isto resultará de uma explosão maciça do centro de nossa galáxia. Seu aparecimento desencadeará o terror.
A margem a vista da galáxia da Via Láctea. Estamos aqui na margem. Os hindus chamavam este sol central Sun Tula, uma palavra sânscrita para “equilíbrio’ [representando julgamento ou justiça]. O signo zodiacal de Libra, as balanças, representa o equlíbrio. Para mim, o glifo de Libra parece com a concentração da massa de milhões de estrelas que formam o Monte Nuclear Central da Via Láctea. Ele representa o Espírito Santo. Os alquimistas alternavam entre e quando significar a essência de uma substância, ou ou espírito. Como explorei em ‘The Healing Sun Code’, o modo com que este glifo combina com a forma da galáxia ou é uma enorme coincidência ou sugere um símbolo e palavra código centrada no conhecimento do nucleo galático. Os Brilhantes são os instrutores deste sistema de símbolos. Embora este seja o centro e a fonte de todas as grandes religiões, muitos mitos enfatizam que, como sua luz, os segredos de Tula [equilibrio, paz, 'salem'] tem permanecido ocultos das massas da humanidade por milênios. O oculto Sol Curador tem sido velado ao mesmo tempo em que a Deusa é vilipendiada. Isto também é uma coincidência? Exatamente como a poeira e o gás do espaço tem bloqueado a visão física do núcleo, um véu de segredo tem sido colocado sobre sua sabedoria. Isto tem sido ‘ocultado’, mantido oculto da plena vista de todos menos dos iniciados, que secretamente veneram o Sol Negro ou Sol Oculto. As antigas tradições da sabedoria mantém que os humanos, e todas as outras almas em nossa galáxia, se emanam e partilham de Tula como nosso comum lar oculto. Este é o Eden galático. Este Sol Central está localizado a 23.000 anos luz da Terra no núcleo de nossa galáxia Via Láctea. Ela tem estado esscondida de nós por causa de seu tremendo poder de conhecimento associado a ela. Este trono espiralante foi também chamado de portão do ‘batimento’, um Castelo em Espiral e o Moinho dos Deuses. Estes são os termos descritivos para os buracos de minhoca. O conhecimento de um buraco de minhoca navegável e de matéria exótica da qual ele é compreendido é o conhecimeto que faz de alguém um mestre das leis conhecidas do espaço-tempo. Atingir este conhecimento é o supremo batismo como ele dá a luz verde para atualizar uma civilização a seu próximo nível de evolução. Entre os seguidores Mandeanos de João Batista, a palavra para a sagrada montanhna branca [ou ilha] da origem de João era Tura Madai, que é similar ao conceito zoroastriano da sagrada montanha conhecida como Taera. Tura Madai significa a montanha brilhante. Taera toma seu nome de um lugar celestial. Isto é a altura Haraiti (do sânscrito hari, significando ouro amarelo), ao redor das estrelas, a Lua e o Sol giram. Aqui, notamos o reaparecimento da palavra haris [cavalo] , anteriormente encontrada em charis ou compaixão. Esta descrição se refere ao núcleo galático, Tula, ao redor do que gira nosso sistema solar.
Este poço que jorra abundantemente de energia cósmica é a provável fonte verdadeira de doação de vida – as Águas Vivas – pelas quais João batizou Jesus. Depois do batismo dele neste conhecimento Jesus montou seu cavalo branco e foi em seu caminho de homem médio a Cristo. Estabelecido libertar os segredos das eras, e possivelmente criar um planeta cheio de seres realmente cheios da espirualidade como a cristã, Jesus foi executado como um revolucionário pela ordem mundial romana. O crime de Jesus estava explicitamente declarado em uma placa acima de sua cabeça na cruz mandada colocar por Poncio Pilatos. Escrita em grego, latim e hebraico a placa dizia : INRI. Exotericamente, isto é traduzido como Jesus o Nazareno, Rei dos Judeus. Esta é declarada a acusação capital contra Jesus – ele próprio se declarou o um e único salvador e desafiou a autoridade soberana de Tiberius Caesar – e ao mesmo tempo zombava dele. ‘Este é o Rei dos Judeus?’ Na tradição da sabedoria INRI significa ‘pela natureza do fogo o todo é renovado’, apontando para o papel de Jesus como o portador do conhecimento de alta frequência ou fogo. Os rosacrucianos alteraram o significado de INRI para IGNE NITRUM RORIS INVENITUR ou ‘ o batismo ou poder de limpeza do orvalho apenas é descoberto pelo fogo’. Jesus foi considerado um portador do orvalho. Em minha opinião, esta inscrição é uma profecia. Isto é dizer, quando Cristo, INRI, retorna cavalgando o cavalo branco ele estará criando na forma de uma energia vibratória mais alta. A fonte deste fogo, as águas batismas vivas, é Tula. Na tradição de EA, Jesus era um técnico ou ‘naggar’ criando um conduto pelo qual estas águas vivas – chaves, frequências e vibrações – de compaixão podem fluir. Um outro termo grego aplicado a ele, tekton, literalmente significa a ‘técnica do tom’ ou ‘técnico do tom’. Este termo é notavelmente similar ao Toltec, significando artesão, As palavras Tura e Taera rimam com terror e Torre, como a Casa de Deus no Tarot, as cartas do destino.
Tyr é a terceira ordem de brilhantes. A forma primitiva deste nome era Tiwaz, que era o cognato do sânscrito devas; o latim Devus [divino]e o norueguês tivar. Cada um destes termos tem o significado de ‘deus’ e conotações de ‘luminosidade’ e ‘brilho’. Os hebreus chamavam os Brilhantes de Os Terrores Brilhantes. Na Índia Tara, um dos aspectos de Maya a Mãe de Buda, é o nome do Embrião Dourado do qual é dito que o mundo tenha evoluído, e é frequentemente chamado de estrela. Ela é a deusa nua da compaixão que pinga a Água Viva de uma jarra. Ela é dita levar os devotos a um outro litoral. Este nome foi herdado da Suméria e da Babilonia onde esta deusa é conhecida como Ishtar ou Is-tARA, isto é, Is-Terror. Os textos herméticos evocavam, a Rainhna das Estrelas ou a Estrela dela como Astro-Arche Arche. Em outras palavras, a Rainha do Terror é um portal estelar, a suprema cavalgada excitante. Ishtar era a patrona das prostitutas do templo ou harines e era conhecida como a Grande Deusa Har. Da raiz ‘har’ veio Hara, em hebraico tanto para uma montanha sagrada [Hira] e uma barriga grávida, ambos descrições apropiadas de Tula. [Na Índia, o centro de Tula é chamado Meru ou Sumeru]. Um outro dos nomes dela é Isis, que é simbolizado por um olho e o trono. O marido dela, Osiris, era chamado a Grande Lebre [Hare]. Os sons das letras “l’ e ‘r’ são considerados intercambiáveis. Por exemplo, a pronúncia japonesa da palavra reiki, que significa a energia força da vida, leiki. Ao se trocar o ‘l’ pelo ‘r’ Tula torna-se Tura. A raiz maia ‘tul’ significa ‘ o que cega’. Periodicamente, dizem os maias, o ‘Senhor dos Tempos’ emerge da celestial Tula. Os budistas o chamam de tulkus [literalmente 'os Brilhantes de Tula']. Tulkus são vistos como seres super compassivos que tem escapado do ciclo da encarnação terrena e tem retornado à Terra para liderar outros ao Paraíso. Os escritores e pesquisadores alemães Holger Kersten e Elmar Gruber traçaram a jornada de Jesus pela Ásia para Taxila (obviamente uma palavra Tula), um centro uiversitário do norte da Índia onde os budistas afirmam que Jesus foi reconhecido como um tulku. Estes navegadores, ou fazedores de mapas, vem à Terra para construirem Tulas terrenas, templos que são centros espirituais, harines, para as novsa civilizações que ’se curvam’ à celestial Tula e à terrena Tula. Estas Tulas terrenas são ‘casas dos Messias’ e centros de aprendizado onde civilizações inteiras tornam-se iluminadas e então literalmente desaparecem para os reinos superiores de existência. O Astroarche ou portal estelar fornece a saída. Analizando os nomes de Tula e Tura sustenta-se esta descrição. Tu significa ‘curvar’, e ’sustentar’ ou ‘entrar’. La é a raiz para Luz. Ala significa ‘caminho’. O cavalo branco de Maomé, Al Borak, é literalmente traduzido como ‘a luz que sustenta ou curva’. Ra significa ‘ luz’ ou ’sol’ e originalmente se referia a uma deusa feminina , como RHEA [ Raya], o nome creta da Grande Deusa cujos olhos lançam raios verdes e Rhiannon [ Ray Annon]. Significativamente, An e On são os nomes adicionais do Planeta X. As palavras derivadas incluem radiante, irradiado, governo, governante, real e regalia. Ra tornou-se o nome do deus masculino do Egito. [Estranhamente, os elementos do masculino significam 'mãe', ma, O Brilhante, le. Feminino significa o apoiador do masculino, a Mãe Brilhante]. O prefixo Ra é encontrado na palavra sânscrita para rei, rajá, e para rainha, rani. Ele sobrevive na palavra alemã ragen, alcançar acima, e em francês como roi, significando rei. A transposição de Ra, ar, é a raiz para arco e arca. O barco de Ra foi dito emergir diariamente das águas primevas, muito como EA, cujo hobby favorito era ‘navegar’, que era dito correr sua arca nas profundas águas do Absu terreno em Eridu. Como o deus sol, Ra foi conhecido como ‘O Brilhante’, o Ancestral da Luz, o Senhor da Luz. Foneticamente ar se torna ir, a raiz para Iris, o olho, e ou, luz. No Egito, o olho significa ‘fazer’ ou ‘criar’ e tem o mesmo significado da nossa palavra ‘fabricar’. O olho. Baseado nestas definições, Tula pode ser representada como ‘o rei ou rainha do terror [ou tara], o portal estelar que irradia luz; o fabricante ou fazedor”. Portanto não é qualquer surpresa que encontremos o símbolo de Tula presente na cerimônia de fazer reis. Na cena da próxima página Istar, com as estrelas e planetas ao redor dela, recebe a realeza em seu templo. Perceba o símbolo entre os dois postes. Uma cena similar é encontrada na unção do Rei David por Samuel, que é considerado uma forma recontada de EA na página seguinte à segunda representação de Istar. Is-tar está de pé sob o sinal flutuante. Is-tar ou Is-Terror com o sinal em u’a mãe e o bastão e o anel do divino poder em outra.
Esta placa de prata de Bizancio mostra o Rei David sendo ungido rei pelo profeta Samuel [EA], um dos treze juízes cuja história é contada no Livro dos Juízes. Frequentemente estes juízes estão ligados ao conceito de determinar o certo e o errado. Eu prefiro a interpretação mística que alinha ‘o julgar’ com ‘equilíbrio ou reconciliar o Céu e a Terra’. Em apoio a esta interpretação percebemos o equilíbrio do símbolo de Tula acima de sua cabeça e o pilar de fogo o seu pé. O nome Samuel deriva de Sama-El, por causa do reino de Sama na Suméria.
Segundo as regras fonéticas os sinais de ‘t’ e de ‘k’ são intercambiáveis. Então Tula ou Tua também podem ser lidos Kua. Isto faz sentido. Pense na palavra a-kua ou água. Rula, sabemos, é a fonte das Águas Vivas da compaixão. Kuan Yin, a deusa budista da compaixão, corresponde a esta palavra. Tua e Kua também podem ser tur e kur [que significa pedra]. Foneticamente, kur é cura ou núcleo [core em ingles]. Já temos encontrado este termo em e-kur, o nome sumério para “a terra sem retorno’. Uma vez ela seja alcançada a alma aparentemente não precisa retornar à Terra. O sânscrito kr, ou núcleo [core] tem o significado de ‘fazer’ e é provavelmente a raiz de Criador. Este explica posteriormente porque os sumérios chamavam o lar da alma acessado pelo buraco [de minhoca] no solo de e-kur. Este é o centro galático. Palavras adicionais kr ou cr de interesse são car, significando coração, e crib [berço], sinônimo de mangedoura. A associação do núcleo [core] com uma mangedoura lança uma nova luz no mito do nascimento de Jesus em uma mangedoura. Ao invés de um nascimento em um celeiro esta localização pode bem apontar para um lugar cósmico de nascimento. Ao invés, o núcleo [core] é considerado um berçário ou mangedoura cósmica, e as águas do Sol Central, o Coração da Galáxia, são acreditadas terem qualidades de cura ou curativas; daí a minha referência ao núcleo como o Sol Curador ou Filho Curador. Um outro exemplo fascinante da intercambialidade do ‘t’ e o ‘k’ vem da tradição rúnica. A runa Donar ou Rhor simbolizou o Ana, ou ‘enviado do céu’. Ana [Luz, O Senhor] é um outro nome para o Planeta X. A palavra Thor é, com certeza, tur ou tor, [significando porta em alemão] e é compreendida dos elementos T [tau que signica o caminho] e hor ou cavalo [em inglês, horse]. Jesus ele próprio chamou-se a porta. Thor, o ‘Renascido’ que supera o poder invernal da Terra e da escuridão, é representado como uma figura com os braços abertos, exatamente como o homem que emerge do pilar apresentado na página 15. Sua runa é o sinal dos braços elevados ou um Y, a runa k, que se tora cen ou ‘Luz’ em anglo-saxão. Na medida em que eu investigava no livro ‘The Healing Sun Code’, Moisés estava entre os inúmeros profetas que utilizava a postura em Y para canalizar a Luz.
O PLANETA DOS DEUSES
Sempre que os arqueologistas descobriram restos das iniciais civilizações sumérias o símbolo do maciço Planeta X, o Planeta dos Deuses, estava proeminentemente representado. Embora os cientistas afirmem que os planetas externos não tem água líquida, oxigênio, carbono ou nitrogênio e a enorme distância do Sol torne isto impossível de sustentar vida, os sumérios, diz Sitchin, descreveram este planeta oculto na margem externa de nosso sistema solar em termos de jardinagem. O Planeta X era um planeta verdejante de vida que eles chamavam NAM.TIL.LA.KU, ‘o deus que mantém a vida’. Nam.Tilla.Ku literalmente signica ‘Nome ou Destino [Nam] de Deus ou do Brilhante [Ku] é Tula’ [TILLA]. Ele foi o criador dos grãos e ervas que fazem com que a vegetação floresça, que abriu os poços, proporcionando água em abundância – o irrigador do céu e da Terra. Nomes adicionais para este mundo celestial eram A.SAR.U.LU.DU que significa, o mais alto, ‘o rei da água brilhante cuja profundidade é cheia’. Ele sempre foi referido como um planeta radiante, e as representações dele o mostram como um corpo emitindo raios, diz Sitchin do Espírito Santo, Tula. Esta história será explorada posteriormente.
Esta última descrição pode explicar porque os sumérios representavam este planeta como um estrela de oito pontas. Este sinal estelar denota tais termos como an, o Senhor Anu, dingir, O Brilhante, an, o Alto e ana ou an O Céu. Ele é frequentemente encontrado como um determinante na frente de nomes dos Brilhantes. Então o ‘dinger’ E.A. indica O Brilhante Senhor das Águas. Sitchin atribui a versão babilonia do simbolo da Cruz de Luz ao Planeta X. Este símbolo, essencialmente a cruz solar envolta, foi adotado como símbolo da Terra. Mais tarde, ele tornou-se o símbolo das sociedades secretas tais como os rosacrucianos, a Irmandade da Rosa Cruz. A Fraternidade de Filósofos e curadores afirmada ser uma ligação na Acadia contínua de seres imortais de uma raça superior que possui os segredos da alquimia e da Pedra ou Ovo Filosofal [ou Kur], o Santo Gral, que pode conversar com os anjos e tornarem-se invisíveis [fantasmas ou seres de luz]. A estrela de oito pontas do Planeta X é o protótipo da rosa-cruz de oito lados ou octagonal com a flor significando o sangue de Cristo no centro-coração. Este é o símbolo para o Santo Gral encontrado na pedra tumular de Sir William Sinclair na Capela Rosslyn, em Edinburgo, Escócia. Este coração é considerado ser o templo onde a vida do mundo habita, como uma rosa em uma taça. O símbolo da rosa-cruz é pensado ser de origem gnóstica, e uma parte da geometria sagrada e os Evangelhos recuperados pelos Templários no sítio do templo de Salomão no topo do Monte Moriah em Jerusalém. A Capela Rosslyn é considerada ser uma reconstrução do Templo de Salomão, e um repositório para os segredos dos Templários.
Reconstruído, o símbolo para o Planeta X é um com as linhas da água irradiante, um disco, formando um X, e o símbolo para o átomo e a energia nuclear, que também forma um X e o símbolo para ouro. O X é composto de duas formas alongadas de olho conhecidas como vesica piscis, a bexiga do peixe. A bexiga do peixe é o mesmo que a forma de boca do hieróglifo egípcio de Atum-Re, o Deus Sol e Senhor do Terror que vem do Abismo. é também o mesmo símbolo de peixe para Jesus. Em seu livro ‘Sacred Geometry’, Robert Lawlor nota o relacionamento do símbolo da boca e o caminho de uma corda vibrante. Ambos tem uma forma achatada e vesicular. O símbolo egípcio para Atum-Re. Uma corda vibrante. A forma de ovo nos dirige a Maya que é dito esta forma gráfica da galáxia da Via Láctea. O hieróglifo egípcio Ru, significando ‘passagem de nascimento’, portal e ‘vagina’. Elas também o relacionam ao ovo cósmico ou semente cósmica da qual se derivou toda vida humana. Voltando a figura de Jesus na página 33 o encontramos emergindo por este portal desta forma. Esta simbologia nos leva ao coração do antigo mito sumério da criação, que começa antes da Terra ser criada, bem como ao coração de todos os eventos atuais. Segindo o calendário maia de Longa Contagem, em 13.0.0.0.0. — que nós chamamos de 21 de dezembro de 2012 — o Sol estará em alinhamento direto com Tula. Este alinhamento será mais completamente explorado no capítulo seguinte.
4. A GUERRA AO TERROR
O período de 13 anos entre 1999 e 2012 é considerado uma estação de profecia no qual os profetas maias levam a um momento de uma nova criação resultando na transformação de nosso mundo. Quando o intercâmbio Tula-Tura-Terror é aplicado, encontramos um outro modo de dizer que o nosso Sol estará em alinhamento direto com Tara, Tura ou Terror. Portanto é muito intrigante, para dizer o mínimo, que a consciência global da humanidade iniciou esta súbita ‘Guerra ao Terror’ ao mesmo tempo que, falando-se mitologicamente, temos entrado na Era do Terror. Aquele que parece ter se sincronizado com a mente global, e estar mais estreitamente associado à Guerra ao Terror, é o presidente George W. Bush. O alinhamento da consciência dele com o terror pode ser rastreado ao início de seu mandato em 20 de janeiro de 2001. Quando Bush ficou de pé diante do Monumento de Washington, ou diante do obelisco, como dizem os maçons, naquele dia escuro e tempestuoso, sua fala foi curta e direta. Faltava à fala de posse do 43o. presidente a poeira mágica de um poeta como Robert Frost ou Maya Angelou que tem emprestado aos predecessores de Bush as bençãos da musa. Nada havia aqui da altivez de JFK ['não pergunte o que o seu país pode fazer por você'] ou até mesmo o alto tom de seu pai ‘mil pontos de luz’. Ao invés, no fim de sua fala inaugural Bush tomou emprestado uma imagem surpreendente do passado: “Depois que a Declaração da Independência foi assinada, o estadista da Virgínia John Page escreveu a Thomas Jefferson: “Sabemos que a corrida não é para o rápido e nem a batalha é para o forte. Não pensa que um anjo cavalgue no rodamoinho e dirija esta tempestade? Muito tempo tem se passado desde que Jefferson chegou para o início de seu mandato. Os anos e mudanças se acumularam. Mas os temas deste dia ele conheceria: a grande história da coragem de nossa nação, e seu sonho simples de dignidade. Não somos o autor desta história, que enche o tempo e a eternidade com o seu propósito. Ainda que este propósito é obtido em nosso dever e o nosso dever seja cheio do serviço prestado ao outro… E um anjo ainda cavalga no rodamoinho e dirige esta tempestade’.
‘E um anjo ainda cavalga este rodamoinha o dirige esta teMpestade?’ Ouvi bem? Como alguém que tem investigado a mitologia antiga, o ‘rodamoinho’ é um termo clássico para o que hoje é descrito como um UFO. Estas palavras fazem a interpretação de Sitchin das atividades terrenas dos Brilhantes algo obrigatório para se ler. Como ele documenta, os Brilhantes são os protótipos dos anjos do Velho Testamento que voam ao redor de rodamoinhos. O hebreus os chamavam Terrores. Certamente, Bush não podia estar se referindo a alienígenas espaciais ou falando em código para os iluminados. Ou poderia? Como se mostrou, esta declaração provocou alguma discussão. O antigo escritor de discursos presidencial Peggy Noonan, em uma coluna do jornal Wall Street Journal, escreveu que a frase era ‘opaca’. Ela tinha que ler ‘O Anjo no Rodamoinho’ duas vezes antes que ela tomasse seu significado obscuro, mas a maioria daqueles que ouviam em casa e no Capitólio não tinham um texto. Presumidamente, isto navegou diretamente para eles, deixando a nação com um sentimento coletivo de ‘O Que?”
Mas que opacidade do presidente foi referida? A questão do rodamoinho nunca foi proposta a Bush pela media nacional. Isto ficou em aberto para interpretação. Alguns cristãos em grupos de discussão da Internet estavam nervosos com esta declaração. Isto soava bíblico, eles opinaram. A ‘corrida do rápido’ é citado do Livro do Eclesiastes do Velho Testamento. E a origem e significado do ‘anjo no rodamoinho’, contudo, é menos claro. Enquanto há muitas referências a anjos e rodamoinhos na Bíblia, nenhuma tem a frase exata. Em quase todas as citações bíblicas de ‘Rodamoinho’ a imagem é usada para descrever ação, geralmente julgamento, direto de Deus. Naum 1:4 claramente declara isto: “O Senhor é um Deus ciumento e vingador; o Senhor toma vingança e está cheio de ira. O Senhor toma vingança sobre seus inimigos e mantém sua ira contra seus inimigos. O Senhor é lento na ira e grande em poder; o Senhor não deixará o culpado sem punição. Seu caminho é o rodamoinhno e a tempestade, e as nuvens são poeira em seus pés.” Isaías 40:23-25 afirma esta perspectiva. Ele tranisforma os príncipes em nada; Ele torna os juizes da Terra inúteis. Escassamente devam eles ser plantados, escassamente devam eles ser colhidos, escassamente sua raça deva tomar raiz na Terra. Quando Ele também os explodirá, e eles secarão, e o rodamoinho os levará como restolho. De quem então você gostará como a Mim? Ou de quem Eu devo ser igual?’ disse o Sagrado.
O uso de Bush desta referência soou presunçoso aos ouvidos de alguns crentes. Como pode um político comparar suas decisões com aquelas de Deus? Claramente Deus está no controle. E o Velho Testamento é cheio de ira. Olhando mais profundamente este termo, encontramos que os autores do Velho Testamento frequemtemente empregavam o termo ‘opaco’ do ‘rodamoinho’ e o aplicavam com o significado de veículo voador. Isaias 66:14-16 diz, ‘Veja, o Senhor está vindo com fogo, e suas carruagens são como um rodamoinho, ele trará sua raiva e fúria e sua repreensão com chamas de fogo’. Em Jo 38:1-2 o Senhor respondeu a Jó do rodamoinho. Em Reis 2:1-2 nota-se que quando o Senhor tomou Elias para o Céu ele o fez em um rodamoinho. Elias é uma figura central no mundo da profecia milenar. Elias não morreu, mas foi transportado para o Céu em um rodamoinho do alto do Monte Moriah em 800 AC depois que uma carruagem de fogo veio do céu. De fato, ele foi um dos três mortais do Velho Testamento a cavalgar o rodamoinho para o céu. O primeiro foi Enoque. O segundo foi Elias. O terceiro foi o Rei de Tiro que construiu o Templo de Salomão. O capítulo 28 do Lvro de Ezequiel nos conta que este rei foi moldado [geneticamente engenheirado?] para ser perfeito e sábio [como Adapa] e portanto foi permitido cavalgar para o céu.
Depois de obter o Gral, o coração do Rei de Tiro ‘cresceu arrogante’ um termo que significa ‘poluir o templo’. Encontramos este rei momentaneamente novamente. Os judeus acreditavam que Jesus fosse Elias. Jesus declarou que João Batista veio em espírito e poder de Elias. Este homem de Tura Maddai ou Tula com a Sagrada Sabedoria encarnada nele voltará, dizem os profetas, juntamente com Moisés, como uma das duas testemunhas de Cristo no fim dos tempos. Este tempo é profetizado ser um de horríveis e cataclísmicas mudanças na Terra. Em resumo, as testemunhas retornarão durante uma era de terror, que incidentalmente Nostradamus disse veria o retorno do Rei do Terror [ou Tiro]. Ao invés dos profetas do Velho Testamento, a media voltou-se para um livro intilutado ‘Angel in the Whirlwind: The Triumph of the American Revolution’ escrito por Benson Bobrick para o insight sobre a enigmática frase de Bush. Bobrick, entrevistado pelo telefone de sua casa em Vermont, disse que ele não entendia a conexão entre o ‘anjo no rodamoinho’ e a fala inaugural de Bush, já que não havia uma crise nacional acontecendo para comparar com a criação de uma nova nação em 1776. De fato, era janeiro de 2001. No dia da Revelação 11 de setembro uma rede de terror seria atirada sobre a terra, e a grande deusa América seria lançada em sua mais grave crise nacional desde Pearl Harbour. A Esfera de Pensamento estava próxima. Durante os vários dias seguintes, enquanto os céus estavam silenciosos, a consciência do planeta mudou para um canal de terror completo. Todos os olhos se concentraram na América. Os dias de terror tornaram-se semanas. Em 7 de outubro a Guerra ao Terror oficialmente começou. Antes de 11 de setembro havia algo diretamente profético e potencialmente perturbador na escolha de Bush do preço poético. Depois de 11 de setembro podemos ler e examinar as linhas acompanhantes do poema de quem deriva a frase quando se faz uma pausa na surpresa poética em seu conteúdo. A frase ‘o anjo no rodamoinho’ é rastreada a “Campanha” do poeta inglês Joseph Addison. Em 1704 Addison escreveu: “Assim quando um anjo, pelo comando divino, arremessa morte e terror sobre uma terra culpada; Ele, agradado pela Ordem do Todo Poderoso a realizar, cavalga o rodamoinho e dirige a tempestade’. Em cada posse, as palavras do presidente são pesadamente verificadas. As falas presidenciais são completa e cuidadosamente editadas e reescritas inúmeras vezes. Mais de trinta departamentos governamentais dissecam e entrecruzam as falas presidenciais para o impacto e a política. Para mim está além da crença que um presidente, os ecritores das falas presidenciais ou os conselheiros presidenciais incluiriam uma declação com uma nota chave sobre ‘um anjo no rodamoinho’ sem primeiro examinar seu contexto completo e sua referência ao ‘anjo arremesar o terror sobre o culpado sob comando divino’. Foi examinada a fonte desta frase? Se o foi, como pôde esta imagem do anjo terrorista que dirige a América de um rodamoinho ter conseguido fugir à detecção? Esta declaração foi uma gafe? Se foi, foi uma bem grande. Nos círculos de Washington uma gafe é quando a verdade incidentalmente escorrega. Esta não é uma plataforma de Bush. Nem é uma sugestão que Bush conscientemente sabia que este terror estava para engolfar a consciência humana. Minha investigação do anjo no rodamoinho pretende ser uma ilustração da mente global toda conhecedora, pré-ciente e sincronica em funcionamento. É uma busca pelo entendimento do simbolismo e palavras de nossos tempos, particularmente as palavras de nosso presidente que, de tempos em tempos, soam mais como profetas que sabem muito mais do que eles deixam perceber.
Por exemplo, em retaliação aos ataques de 11 de setembro George W. Bush jurou atacar a sombria rede de terroristas internacionais chamada Al-Qaida. Este nome é perigosamente próximo de Al Qidr ou A Khidr, o nome islâmico para João Batista. Maktab Al-Khidamar (MAK), a coberta operação da CIA que forneceu armas aos terroristas acusados cuja mente mestra é Osama bin Laden está até mesmo mais perto de se combinar com Al Khidr. Bush chamou a Guerra ao Terror de ‘Cruzada’ e levou seus amigos a acreditarem que ele via seu novo dever como uma missão de Deus. Penso, na estrutura de Bush, isto é o que Deus tinha pedido que ele fizesse, um estreito reconhecimento dito ao New York Times. ‘Isto oferce a ele uma enorme clareza’. Segundo este conhecimento, Bush em sua posse dedicou sua administração a Jesus Cristo [para surpresa de milhões de muçulmanos, judeus, shiitas, budistas, hindus, e outras religiões excluídas], acredita “ele tem encontrado sua razão de ser, uma convicção informada e formada pela propria cadeia de cristianismo do presidente’, relatou o The Times. O uso de Bush da palavra ‘cruzada’ que tem uma conotação européia de cavaleiros em brilhantes armaduras expulsando os infiéis da Terra Santa, conjurou muitas memórias muito diferentes no mundo islâmico, onde uma ‘cruzada’ se refere a uma sangrenta guerra santa cristã contra os árabes. Em 1099 os cruzados cristãos massacraram dezenas de milhares de muçulmanos abrigados na mesquita de Al Aqsa em Jerusalém. Osama bin Laden tomou a proclamação do tipo de cristianismo de Bush para reunir os fundamentalistas islâmicos. Uma declaração datilografada atribuida a bin Laden chamou à nova guerra ‘a nova cruzada judaico-cristã liderada pelo grande cruzado Bush sob a bandeira da cruz’. Bush posteriormente irritou as velhas feridas do Oriente Médio ao prometer a retaliação através da “Justiça Infinita’, um ato sagrado reservado apenas para Alá.
A referência dele ao Irã, Iraque e Coreía do Norte como um “Eixo do Mal” em sua fala de Estado dirigida a União em janeiro de 2002 foi tão mal recebida que causou um maciço exodus mundial de apoio à Guerra ao Terror. Ele fez com que os europeus sentissem que a América era o agressor a ser temido. O anúncio de Bush do “Governo Sombrio” em fevereiro de 2002 fez com que tocassem os sinos de alarme para muitos. Isto relembrou a visão de Bush durante a campanha presidencial de 2002. Ele foi repetidamente mostrado falando diante de uma bandeira estilizada com apenas um punhado de estrelas e faixas ao invés da oficial bandeira de cinquenta estrelas e treze faixas. Esta claramente não era a bandeira dos EUA. Isto me intrigou que a campanha de Bush não usasse a bandeira americana. Tive a oportunidade de perguntar a funcionários da campanha de Al Gore sobre esta estranha bandeira. Sua resposta variava etre ‘que bandeira?” a ‘Oh, esta é simplesmente uma bandeira estilizada ou um retrato da bandeira tremulando ao vento”. Em retrospecto era esta a bandeira do “Governo Sombrio?” Os símbolos e as palavras, especialmente as palavras que falamos para dizer Hopi, contam escepcionalmente pesadas durante esta era da história. A palavra mais poderosa de todas é terror. É indiscutível que 11 de setembro marca um ponto chave de virada na história. Depois deste dia de revelação a palavra ‘terror’ foi indelevelmente gravada na mente global. A maciça impresão desta palavra na media, sem precedentes, que se seguiu a 11 de setembro, ativou uma linha em nossa consciência. O Terror se tornou o motivador grito de batalha de nosso governo exatamente como a “Guerra ao Pecado” que uma vez foi motivada pela Igreja inicial. Antes de 11 de setembro estávamos na busca do Gral, e depois nos encontramos pegos na armadilha e na escuridão da terra de ninguém. Repentinamente, vivendos em um mundo de terror. O Secretário de Defesa Donald Rumsfeld foi repetidamente citado como tendo dito que a Guerra ao Terror pode durar gerações.
A inferência aqui não era apenas que a Guerra ao Terror havia começado, mas que uma Era de Terror havia começado. Se esta Era será curta ou extremamente longa permanece a ser visto. Em sua fase inicial esta é caramente uma guerra de consciência muito mais do que uma marcial. A arma primária desta guerra é a propaganda. Em buscar uma compreensão mais profunda, permanece a ser entendida e quanto a percepção da Era do Terror e da propaganda da Guerra ao Terror os leitores serão melhores servidos para fazer mais do que um conhecimento passivo com o significado da palavra Terror na mente coletiva e, juntamente com isto, as palavras ‘anjo’ e ‘rodamoiho’. Por trás destas palavras está a asociação delas com os Terrores ou os Brilhantes do Planeta X. A apreciação deste fato levanta a aposta na declaração da posse de Bush. Alguns declaram que o Planeta X está a caminho para uma recombinação com TIAMAT/Terra e isto acontecerá logo. A despeito se isto é um evento real ou um evento de conciência estamos na rede neutra disso. Como a luz vermelha da prostituta, o aviso da chegada do Planeta X aparecerá sob a forma de uma cruz vermelha ou luz vermelha no céu ou na consciência humana. Há muitas evidências objetivas científicas que apontam na direção do retorno do Planeta X, embora ‘oficialmente’ ele esteja não detectado. Como foi amplamente relatado, em outubro de 2001 duas equipes de cientistas – uma da Inglaterra e uma da Universidade da Louisiana em Lafayette – independentemente relataram pistas de um objeto ainda invisível, maciço, distante na margem do sistema solar. Esta conclusão é baseada nas órbitas altamente elípticas dos chamados cometas ‘de longo período’ que se originam de uma nuvem gelada de destroços muito além de Plutão. O modo como o Planeta X perturba estas órbitas é reminiscente do modo que as pegadas de aproximação do Tiranosaurus Rex fizeram ondear a água em um vidro do Parque Jurássico. Os físicos colocam o planeta em um órbita de aproximadamente 3 milhões de milhas ou meio ano luz do Sol. A estrela mais próxima é encontrada a quatro anos luz de distância. Este é apenas o mais recente ‘boato’ da busca ‘oficial’ do Planeta X. As ondas começaram em 1982 quando a própria NASA reconheceu oficialmente a possibilidade do Planeta X, com um anúncio que ‘algum tipo de objeto misterioso realmente está lá’ – muito além dos planetas mais externos. Um ano mais tarde, o recentemente lançado IRAS [satélite astronômico infra-vermelho] marcou um objeto misterioso nas profundezas do espaço. O Washington Post resumiu uma entrevista com o cientista chefe do IRAS do JPL, Califórnia, como segue: ‘Um corpo celestial possivelmente tão grande quanto o gigante planeta Júpiter e possivelmente tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar tem sido encontrado na direção da constelação de Orion por um telescópio orbital…’ Tudo que posso dizer a você é que não sabemos o que isso é, disse Gerry Neugebauer, cientista chefe do IRAS. Esta descoberta é citada como uma motivação por trás da inexplicável declaração do Presidente Reagan aos repórteres depois das conversas da Reunião com Gorbachev em 1985. Ele disse que lembrou ao Secretário Geral que ‘todos somos filhos de Deus’. Reagan disse: Não podia mais do que dizer a ele: pense apenas como a sua e a minha tarefa seriam fáceis nestes encontros que realizamos se subitamente houvesse uma ameaça de alguma outra espécie de um outro planeta fora no Universo. Nos esqueceriamos de todas as pequenas diferenças locais que temos entre os nossos países e encontrariamos de uma vez por todas que realmente aqui somos seres humanos nesta Terra juntos’. Ele ressaltou a Gorbachev como o comprometimento da América na Iniciativa de Defesa Estratégica [SDI], a nossa pesquisa e desenvolvimento de um escudo não nuclear de alta tecnologia, nos protegeria contra mísseis balisticos’. Reagan repetiria esta mensagem New Age:
Em sua fala a ONU em 1987, em um encontro em Washington DC em 1987, no Fórum Estratégico Nacional de 1988, e novamente na Reunião de Moscou de 1988. Os historiadores de Reagan admitem esta declaração, citando-a como um grande exemplo do senso de humor do ‘Grande Comunicador’. Isto supostamennte deixou Gorbachev surpreso e divertido. Esta explicação, proferida por um biógrafo de Reagan no show de rádio de G. Gordon Liddy, nem é academica nem é científica. De fato ela é ridícula, já que não explica porque Reagan bateria no mesmo cavalo morto em tanto encontros tão importantes. Nem explica porque Gorbachev repetiu a ‘piada’ de Reagan em sua maior fala no Grande Palácio do Kremlin em Moscou em fevereiro de 1987. Depois de ruminar sobre o destino do mundo e o futuro da humanidade ele recordou-se de seu encontro com Reagan em Genebra. “Em nosso encontro em Genebra, o Presidente dos EUA disse que se a Terra enfrentasse uma invasão por extraterrestres os EUA e a URSS uniriam forças para repelir uma tal invasão. Não devo contestar esta hipótese, embora eu pense que ainda seja cedo para nos preocuparmos com uma tal intrusão.’ A combinação de Reagan e de Gorbachev – ‘vamos cooperar no espaço’ – é assustadoramente similar ao visão do fim abrupto da Guerra Fria proposto pelo Presidente John F. Kennedy. Falando antes do começo dos exercícios na Universidade Americana em junho de 1963, Kennedy disse: “Em resumo, os EUA e seus aliados, e a União Sovietica e seus aliados, tem mutuamente um profundo interesse em uma paz justa e genuína e em parar a corrida às armas. Acordos para este fim são do intersse da União Soviética bem como do nosso interesse – e até mesmo as nações mais hostis podem ser reunidas para aceitarem e manterem obrigações destes tratados, e apenas estas obrigações de tratados, que são de nosso interesse. Então, vamos não ser cegos quanto as nossas diferenças – mas vamos também dirigir a atenção aos nossos interesses comuns e aos meios pelos quais estas diferenças podem ser resolvidas. E se não pudermos acabar com as nossas diferenças, ao menos podemos tornar o mundo mais seguro pela diversidade. Porque, na análise final, nosso elo mais básico comum é que todos habitamos este pequeno planeta. Todos respiramos o mesmo ar. Todos desejavamos o futuro de nossos filhos. E todos somos mortais”.
Foi Kennedy (irlandês para ‘horrível cabeça’], o chamado Rei de Camelot, que nos enviou à Lua como um símbolo de nossa salvação. Como ressalta o pequisador do assassinato de Kennedy, Jim Marrs, exatamente dez dia antes de seu assasinato no estilo de uma execução militar em Dellas, Texas em 22 de novembro de 1963, Kennedy emitiu o Memorando número 271 de Ação de Segurança Nacional, intitulado “Cooperação com a URSS em Assuntos do Espaço Externo”, dirigido ao administrador da NASA, naquele tempo James Webb. Em este momorando notável Kennedy instrui Webb a ‘assumir pessoalmente a iniciativa e a responsabilidade central dentro do Governo pelo desenvolvimento de um programa de substancial cooperação com a União Soviética no campo do espaço externo, incluindo o desenvolvimento de específicas propostas técnicas.’ Kennedy acrescentou que este plano era um resultado direto de ‘minha proposta de 20 de setembro para uma cooperação mais ampla entre os EUA e a URSS em operações espaciais conjuntas e a Guerra Fria deve terminar imediatamente’. A Corrida á Lua teria se tornado uma Dança Lunar. Vinte e cinco anos frios de construção de armas e desconfiança entre as duas nações mais poderosas da Terra teriam sido evitados. Milhares de bilhões de dólares poderiam ter sido desviados do desenvolvimento de armas de destruição em massa para o desenvolvimento da civilização. Este cenário de esperança foi afastado pelas balas do assassino. Ainda na administração de Reagan somos avisados contra o ‘Império do Mal’ e a custosa Guerra Fria continuou. Porque Reagan subitamente buscou um fim desta guerra? Porque não a continuou, e permitiu o complexo da propaganda militar-industrial desfrutar de seu lucro obceno? Primeira Guerra Mundial, Segunda Guerra Mundial, Guerra Fria, Guerra da Coréia, Guerra do Vietnã, Guerra do Golfo. A guerra foi o grande negócio do século XX. O século XXI está começando de modo não diferente. Os previsores dizem que o orçamento de Defesa dos EUA ultrapassará um trilhão de dólares entre 2002 e 2012. Para aqueles do campo UFO a ‘mensagem extraterrestre’ de Reagan responde a pergunta sobre o fim da Guerra Fria. Esta declaração não foi uma piada. Ao invés, ela pode ser a mais importante mensagem que já foi divulgada. Ela aponta para o espaço externo como o próximo grande campo de batalha. A oferta de Reagan de partilhar a secreta tecnologia de Star Wars e cooperar com os soviéticos no espaço foi uma medida defensiva. A guerra depois da Guerra ao Terror, parece, será lutada no espaço contra um inimigo extraterrestre. Na minha opinião, uma mensagem comparável em importância à mensagem extraterestre de Reagan foi divulgada por George W. Bush em Washington DC em 20 de janeiro de 2001. Foi a declaração de George [' o matador do dragão'] W ['a serpente'] Bush motivada pelo conhecimento do Planeta X e os Brilhantes, o anjo no rodamoinho que dirige esta tempestade? É a Guerra ao Terror um preâmbulo para uma iminente confrontação no espaço? Ou, foi a escolha dele desta frase simplesmente uma surprendente sincronicidade e uma escolha de palavra mal apropriadas para o tempo?
5. A GRANDE LUZ
Na medida em que o sistema solar se alinha com Tula, é fascinante ter em mente que Isaias 30:26 se refere a uma luz exótica sete vezes mais brilhante do que a luz do Sol que iluminará o mundo quando Cristo retornar. Esta pode ser a verdadeira luz [vibração] que, vinda ao mundo, ilumina a cada homem. Para retirar o véu de Tula, na medida em que a mente coletiva começa a fazer na década de 1930 com a invenção da primeira antena de rádio e a divisão do átomo, é revelar os segredos da criação. Estes segredos são a espada de dois gumes de Cristo, simultaneamente representando as forças do poder do amor [Tara] e o amor do poder [Terror]. Em 2002, cientistas do Observatório de Raios-X Chandra da NASA, que monitoram o espaço por meio de Raio-X que filtra a poeira cósmica que pode obscurecer as imagens feitas com os aparelhos óticos, apresentaram a mais recente lista de descobertas do Núcleo. Uma nova imagem panoramica em raio-X da galáxia da Via Láctea revela um centro turbulento, um caldeirão ou Gral de caos, equiparado a mil fontes da alta energia que pode ser de estrelas morrendo, buracos brancos ou buracos negros. Ela mostra explosões de pequenos pontos brilhantes verdes e vermelhos do azul no centro galático, que um pesquisador comparaou às luzes das grandes cidades na Terra.
Na medida em que nos aproximamos dos mistérios internos da Arca de Cristo e dos Brilhantes do Planeta X, encontramos uma grande assistência em saber que os alquimistas e os cristãos iniciais estavam cientes do Sol Negro e destas luzes azuis, e as chamavam de ‘maçãs azuis’ e as simbolizavam por um cacho de uvas. Segundo o Livro de Enoque, este era o fruto que crescia na Árvore da Vida no Jardim do Eden. Esta é a Árvore do Conhecimento, da qual os antigos pais de Enoque comeram antes dele, e que, obtendo o conhecimento, tiveram seus olhos abertos, e souberam que estavam nus, sendo expulsos do Jardim [por ENLIL]. Enoque viu estas uvas que lhes foram mostradas pelos Brilhantes no núcleo galático.
Sitchin mantém que os Brilhantes vieram à Terra em busca de ouro para corrigir a crise atmosférica do Planeta X. Uma outra possibilidade, ele diz, é “as pedras azuis que causam doença’ mencionadas nos textos antigos. Estas serão investigadas primeiro, o ouro no capítulo depois. As pedras azuis parecem ser orbes enormemente poderosas. A palavara ‘ill’ [ doente] é o mesmo que ‘el’ ou Brilhantes. Daí, as pedras azuis são capazes de transformar alguém em El ou Brilhante. Esta dedução se baseia no aprecimento deste grupamento de uvas na Bíblia em conexão aos Brilhantes no que considero uma das históris mais estranhas e mais iluminantes até mesmo contadas. Tenho discutido este episódio em detalhe em “Blue Apples’. Contudo, os insights são apropriados para explorar neste contexto na medida em que eles fornecem uma excelente introdução ao simbolismo do buraco de minhoca dos Brilhantes. No episódio em questão, Moisés e os israelitas estavam a beira da Terra Prometida quando YAHWEH os parou, ordenando a Moisés que examinasse a terra adjacente. Moisés despachou Josué, filho de Nun, e um companheiro, Caleb, para o vale de Eschol ['vale do grupamento' como nas uvas] para espionar os filhos de Anak, os Brilhantes, que estavam vivendo lá. Em uma história reminescente de João e o Pé de Feijão aprendemos que quando os dois espiões chegaram na terra dos gigantes eles roubaram um ramo pesado de uvas dos Brilhantes. Eles voltaram com as grandes uvas a Moisés. Esta maçãs azuis [ou pedras azuis] são tão grandes que precisam de dois homens para carrega-las. O grupamento de uvas mais tarde se tornou criptogramas que eram extremamente importantes para os Essênios, o sacerdócio de quem Jesus era um membro, os alquimistas, e os hereges gnósticos do Gral, incluindo os Cátaros, que eles mantinham sagrado e secreto. Dois fatos fazem este episódio tão surpreendentes para mim. Primeiro, os dois ladrões que mais tarde se ligaram aos dois ladrões crucificados com Jesus. Para apreciar esta conexão, o segundo fato, um pouco abertura mental de inteligência a respeito das vinhas dos Brilhantes descobertas pelos espiões de Moisés, deve ser explorado. Depois de seu retorno os espiões relataram a Moisés, e provavelmente aos Levitas, a familia elite espiritual ou força tarefa de gurus que tinham autoridade sobre os outros povos hebreus. Primeiro, os Brilhantes eram fortes em estatura. Parece ser uma narrativa factual que os Brilhantes não foram descritos apenas como altos [sete pés de altura] mas também bem armados. Isto por si só pode ter sido uma boa razão para seguir o conselho de Deus e não vagar pelo território deles. Mas os espiões israelitas relataram uma outra razão até mesmo mais aterrorizante [ e, portanto para nós, uma mais notável] para ficarem fora das vinhas dos Brilhantes. Esta é: ‘a terra come o povo’. Que observação estranha e estimulante. Alguns pensam que esta declaração se referia a uma grande praga no país naquele tempo em que Josué a observou. Se assim, porque deveria este simples fato ser envolto em uma linguagem obscura? As pessoas nos tempos antigos certamente conheciam o significado da palavra praga. No Livro do Exodus, que reconta o duelo de Moisés com os mágicos do faraó imediamente antes de seu encontro em Eschol. Deus desencadeou pragas e elas certamente foram relatadas. Uma outra interpretação é que a terra não forneça comida suficiente para seu povo, uma interpretação que contradiz a crença que esta era uma terra de leite e mel. A frase críptica, ‘a terra come as pessoas’ deve portanto ter uma explicação mais fantástica. De fato, por causa da linguagem imprecisa, deve se referir a algo que os espiões não entendiam bem. Isto tinha que ser algo extraordinário. Josué foi considerado um guerreiro bravo e poderoso, que também estava no caminho da iniciação. O Deuteronômio diz que Josué era ‘cheio do espírito da sabedoria porque Moisés pôs sua mão sobre ele’. Então, quando ele disse ‘a terra come as pessoas’, ele viu um indivíduo ou um grupo de pessoas desaparecendo no ar o que levou a acreditar que a terra as consumia. Josué deve ter visto algo que somente os iniciados por Moisés podiam entender e identificar. O que come as pessoas e as faz desaparecerem da face da terra? Deveria ser fácil dizer que os espiões ou viram uma espaçonave [que neste caso eles não podiam imaginar, portanto não podiam ver]. Se assim o foi, eles podem ter dito que viram um ‘rodamoinho’ ou uma ‘ nuvem’, termos usados dúzias de vezes na Bíblia durante os episódios que são surpreendentemente similares aos modernos avistamentos UFO. Se eles viram uma abertura interna da terra consumindo as pessoas, eles podiam facilmente ter dito que viram uma caverna. O que possivelmente poderia ter aterorizado o poderoso e iluminado guerreiro Josué? Agora temos uma palavra para o que Josué viu: portal estelar ou buraco de minhoca. Ele viu a Rainha da Arca do Rio. Minha interpretação do mistério das Maças Azuis dos Brilhantes pede que imaginemos a abertura de um tal portal estelar não ser alguma fantasia. É um evento real que aconteceu nas vinhas de Eschol. Seja quem for o artista esotérico que foi representado na apresentação dos dois ladrões na Cricificação da página seguinte, o acordo dele com a minha hipótese é claro como cristal. As Maçãs Azuis são a Crucificação.
A cruz tendo uvas é também apresentada em uma gravação datada de 1512. Presente nesta gravação está o veado, que desempenhava a parte do condutor de almas em algumas tradições européias. Na Escritura Sagrada, o veado é frequentemente associado com a gazela. Isto pode mudar de lugar, simbolicamente, com o antílope, gamo ou bode. Origenes compara Cristo à gazela. Na apresentação do primeiro sermão de Buda, a iconografia budista frequentemente mostra gazelas ajoelhadas ao lado do trono dele, ou do outro lado da Roda da Lei [o símbolo para o Planeta X] no Parque do Gamo, em Sarnath. Porque o veado ou a gazela? Na Suméria a gazela era o símbolo de EA ou Aya. Isto é fascinante já que a antiga palavra hebraica para veado era ayyal, derivada de ayil, ‘o cordeiro’. Como temos visto, o ancestral de Jesus, Abraão [aquele que possui o ram, o cordeiro] ‘ o filho de Terah’, pode ter sido um iniciado de EA [sob o disfarce de Melquisedec]. No Tibet o nome ram expressa a essência universal. Isto explica porque o veado é apresentado ao longo do grupamento de uvas. Pegando este veado pelos chifres encontramos que esta palavra é composta de dos elementos ra e m [ ram é cordeiro em inglês] e significa ‘a luz de m’. A letra M simboliza o portal de Deus ou portal de MA, que nos é dito, intercedeu em beneficio da humanidade depois do cataclisma de Tiamat. Ele apareceu na Terra emergindo por um portal similar ao deus do sol Osamas ou Shamash mostrado em oposto. Este portal provavelmente é o protótipo do portal do Eden. Sua forma, a letra M composta de dois picos ou, é um sinal alquimico para fogo forte ou calor intenso. Os nórdicos, que chamavam ao Eden de Tula ou Thule, usavam em seu alfabeto rúnico como o nome (bj)ark-an (vidoeiro ou cortiça). Ele é associado a uma nova vida e ao crescimento. O deus Sol Osamas ou Shamash entra na Terra através de um portal em forma de M com um ramo ou bastão em sua mão.
Uma das mais notáveis histórias bíblicas que ilustram a conexão entre o portal de Deus e o fogo é a história de Nabucodonosor, o Rei da Babilonia, que teve um surpreendente encontro com o portal estelar. Esta história é de longe da maior importância na Idade do Terror do que a maioria possa entender. É bem sabido que o presidente do Iraque Saddam Hussein tem se correlacionado a Nabuodonosor, gastando mais de quinhentos milhões de dólares durante a década de 1980 com a reconstrução e reestabelecimento da antiga Babilonia. Mais de sessenta milhões de tijolos tem sido feitos para colocar muros na Babilonia, cada um gravado com a inscrição “Para o rei Nabucodonosor no reinado de Saddam Hussein’. Em essência, Saddam está dizendo que ele é Nabucodonosor reencarnado. Enterrado profundamente nas areias do Iraque estão os segredos dos Brilhantes. Saddam controla um bem muito mais importante e poderoso do que o petróleo. O encontro do portal estelar de Nabucodonosor começou em 576 AC quando ele conquistou Jerusalém, achatou suas paredes, despiu o templo de Salomão de todos os seus tesouros, deixou a cidade em chamas e voltou para casa com o tesouro do templo e um grupo de prisioneiros reais de guerra. Os sacerdotes do templo supostamente foram avisados antes do ataque. Para salvar a Arca da Aliança os sacerdotes recorreram a caverna sob o templo de Salomão, e se lacraram dentro, cometendo um suicidio ritual para que ninguém pudesse saber onde eles esconderam a Arca. Nabucodonosor tomou cativos milhares de milhares de cidadãos de Jerusalém, incluindo homens santos do Templo, e pela força os levou para a Babilonia, as ruínas dos quais foram enterradas pelas areias iraquianas aproximadmente a vinte milhas da moderna Bagdá. Durante este Cativeiro na Babilonia muitas coisas estranhas aconteceram. Incluidos entre os cativos estava três homens sabios do Templo, um jovem homem e mestre mágico chamado Daniel, e um outro proeminente profeta, Ezequiel, [que tinha visões do 'reino do céu na Terra'´enquanto aprisionado na Babilonia e mais tarde deixou o planeta no que muitos consideram ser uma nave estelar]. Surprendentemente, os judeus descobriram que os babilonios possuiam respostas a muito tempo buscadas a respeito do passado deles. Este é o motivo pelo qual as histórias judaica e babilonia emergiram da mesma fonte original na Suméria. Das historias sumérias os hebreus encontraram partes perdidas de sua própria história do Dilúvio e da história da Criação. Com umas poucas mudanças de nome aqui e ali ambas as tradições combinam. A maioria dos eruditos agora acredita que foi aqui na Babilonia durante o cativeiro de Nabucodonosor que os primeiros cinco livros do Velho Testamento, incluindo Daniel e Esequiel, foram construidos [muito com a ajuda das histórias sumérias originais]. A maioria dos cristãos estão chocados ao aprenderem que as histórias da fundação da religião deles são cópias da história original que pertence a um outro tempo, povo e lugar. Somente os nomes foram trocados.
É importante entender o contexto no qual estes livros foram reunidos – o cativeiro de seus autores – e ainda é mais importante entender que eles são uma compilação da história real, mitologia, aparelhos literaríos e caras memórias de um passado que nunca foi hebreu, mas sumério. Separar o hebreu do sumério é crucial. As histórias originais fornecem um conhecimento valioso e acurado. O casamento entre as mitologias suméria e hebraica foi uma combinação feita no céu. Era como se cada uma tivesse a metade perdida da mensagem da outra. O que ambos os lados aparentemente queriam era o acesso ao portal estelar dos Brilhantes. Esta foi a dádiva dos deuses do Planeta X. A história de Nbucodonosor revela isto. A o entrar na Babilonia o visitante passava pelo E-mah, o templo da deusa mãe Ninmah ou Ninharsag, que recentemente tem sido restaurado. E-mah é uma palavra altamente significativa. É a palavra hebraica para ‘terror’. Além de E-mah estava o templo mais importante da Babilonia, o Esagila, o lugar de habitação do deus sol Marduk, o nome babilonio para o Planeta X. Nabucodonosor diz que ele cobriu sua parede com ouro cintilante para brilhar como o sol. Neste templo foi encontrada uma capela ou santuário para o pai de Marduk, EA.
Sendo secundário apenas ao famoso Jardim Supenso da Babilonia, o mais famoso monumento foi a torre em degraus ou zigurat, Etemenaki, ‘a causa que é a fundação do céu e da Terra’, situada ao norte do templo de Marduk. No templo de Marduk estava a imagem de Bel [o Senhor] e uma estranha mesa dourada, que combinava quase que 50 mil libras de ouro puro! Os Jardins Supensos da Babilonia de Nabucodonosor eram uma das sete maravilhas do mundo antigo. Crescendo em uma motanha artificial de 75 pés com sete andares de jardins artificiais conhecido como o fantástico zigurat de Marduk, a bem conhecida Torre de Babel, que Nabucodonosor restaurou, os Jardins Suspensos podiam ser vistos por cinquenta milhas através do deserto plano. Os sete terraços continham árvores, vinhas e flores e eram aguados por um sistema de poços e fontes. O Rei Nabucodonosor teve esta maravilha construida para sua rainha que tinha saudades de voltar a sua terra natal. A Babilonia deve ter sido uma visão espetacular e até mesmo inacreditável para Daniel e o restante dos cativos judeus, um tipo de lugar como o é a Dineilândia para as crianças de hoje. Em sua glória a cidade da Babilonia era a maior cidade na Mesopotamia – o centro da nova ordem mundial. Era um verdadeiro parque de diversões para os deuses. Babel se origina da palavra Bab-li, que na linguagem babilonia significa portal de Deus. Esta é a nossa primeira pista que Nabucodonosor tentou construir um meio – tavez até mesmo um portal estelar - para transcender a vida na Terra e viajar para o cosmos.
Nosso interesse primário está na imagem de ouro que Nabucodonosor construiu na Babilonia. Isto não é algum tipo de símbolo de status que o rei mantivesse em sua escrivaninha. A imagem tinha maciços 60 cubitos de altura e 6 cubitos de largura, Um cubito tem 18 polegadas o que faz da imagem 540 polegadas de altura [ trinta vezes 18 polegadas de altura] 540 polegadas são 45 pés de altura, aproximadmente o tamanho de um prédio de quatro andares e meio! Indubitavelmente, esta estrutura maciça podia ser vista de milhas ao redor. Nabucodonosor não pode fazer esta imagem funcionar. Este foi um maior fracasso. Como o líder tribal David, que governou Jerusalém quinhentos anos antes dele, o rei havia planejado unificar seu reino, e a imagem dourada era a força unificadora. Ele tentou usar a música para faze-la funcionar. Ele exigiu que as pessoas quando ouvissem a musica ser tocada deveriam se jogar ao chão e venerar a imagem dourada [como se este ato pudesse impressionar um salto de vida]. Se eles não assim o fizessem, seriam atirados a uma fornalha em brasas. Nabucodonosor reconhecia que Daniel tinha imensos dons proféticos, incusive a habilidade de interpretar sonhos. No capítulo quatro de Daniel, ele é pedido para interpretar um sonho no qual Nabucodonosor viu: “uma árvore no meio da Terra e sua altura era grande. A árvore cresceu, e era forte, e altura alcançou o céu, e era vista até o fim da Terra’. Havia um grande fruto nesta árvore e as aves do céu viviam em seus ramos. Desta árvore o rei viu um ‘observador’ e um ’santo’ do Ceú emergir. Eles diseram a ele para destruir a árvore e deixar seu pedaço de tronco na Terra. Este foi um sonho confuso para o rei, mas não para nós. ‘Os Observadores’ é um outro nome para os Brilhantes. E também o nome egípcio para ser divino ou deus, NTR, neter, ‘aquele que observa’. A terra Neterneter é o nome do lugar nas estrelas onde estes seres habitam.
Sumeria, uma outra terra terrena dos Brilhantes, foi conhecida como ‘a terra daquele que observa’. Porque os Observadores não queriam que Nabucodoosor se unissse a eles na terra Neter-neter ´a Terra do Nunca de Peter Pan]? Pode ser porque Nabucodonosor não era um deles [ que Daniel era, o que explica porque ele podia interpretar os símbolos deles]? O que eles queriam dizer com deixar o peraço do tronco da árvore no solo? Nabucodonosor queria saber. Este sohou previu um desastre de um projeto representado pela árvore? Se assim o era, qual projeto específico estava em perigo? A resosta a este pergunta é encontrada no fato de que os eruditos do Velho Testamento concordam universalmente que Daniel foi compilado opr um longo período de tempo e não representa as visões de uma pessoa em particular. Daniel ['Deus é o meu juiz'] não era um nome pessoal. A questão de quem o que então é Daniel assume uma suprema importância. Em sua ‘Enciclopédia Feminina de Mitos e Segredos’ Barbara Walker responde a esta pergunta ao dizer que Daniel era um título usado para distingur um grupo de pessoas, ‘uma pessoa da Deusa Dana ou Diana’. Dana era a filha de Jacó, sua décima terceira filha. O nome dela era ‘luz de An’. Aqui está o seu problema. Este é exatamente o mesmo significado do céltico Tuatha De’ Danann (‘Os Filhos da Deusa Diana’). Na história irlandesa, os místicos Tuatha De’ Danann, são descritos como ‘os deuses e não deuses’ enviados do céu. Eles são comparados com o sânscrito deva [ o brilhante, deus] e adeva [ o diabo] que se torna daeva em persa. A velha palavra inglesa DIVELL [ diabo] pode ser rastreada ao derivado romano divus, divi: deuses. Como temos visto, divas também se ligam ao Terror. Estas conexões são importantes não apenas pelo seu valor em descodificar a história de Daniel, mas também por uma outra razão importante. Segundo Sir Laurence Gardner, Maria Madalena, como Miriam, era a Irmã Chefe da Ordem de Dan; A ordem dela parece ser uma continuação do misterioso Tuatha De’ Danann. O título de Maria, Madalena, significa “ela da torre do templo”, uma referência ao templo de Jerusalém e suas três torres. As letras ‘d’ e ‘t’ são intercambiáveis. Portanto Mag dala, significando alto palácio, ou templo, se torna Mad Tala ou Tula. Ultimamente, na medida em que continua a história de Nabucodonosor, vêem juntos os três homens sábios de Jerusalém. Infelimente para Nabucodonosor, eles se recusam a venerar a enorme imagem do deus do reo babilonio. E ainda mais, os três insultam Nabucodonosor por apostar que seus deus os salvaria da feroz fornalha. Claramente os três homens sábios do Templo de Jerusalém possuem um conhecimento crucial do qual Nabucodonosor precisa para fazer funcionar sua imagem. Ele teve sucesso em acender o feroz componente da máquina fornalha da imagem. Mas além disso ele não conseguiu continuar. Ele precisava do ‘abre-te sézamo. O que é esta máquina, esta imagem dourada da qual falamos? Este objeto sagrado é provavelmente o Axis Mundi, o Pilar de Deus. Se está correto associar este pilar com a árvore dos quarenta e cinco pés que sustenta o grande fruto do sonho de Nabucodonosor, agora faz um sentido perfeito poque Nabucodonosor desejaria envolver Daniel nesye projeto. Era os filhos dos Brilhantes de D’Anu, o povo de Daniel, que haviam originalmente trazido o objeto à Terra. O anjo que apareceu ao rei estava relacionado a Daniel. Lá não havia meio no infern que eles quisessem que Nabucodonosor entrasse em seu reino sem ser convidado. Na história de Daniel os três homens sábios se recusam a revelar as coisas a Nobucodonosor que é indubitavelmente o ‘abre-te sézamo’ para o portal estelar aberto. Furioso, o rei ordena que os três fossem lançados na feroz fornalha.
O JULGAMENTO DOS TRÊS HOMENS SÁBIOS DO TEMPLO DE SALOMÃO
Os três homens sábios são representados rejeitando a imagem de Baal – uma cabeça no alto de um pilar. Esta é a representação encontrada nas catacumbas de São Marcos e Santa Marcelina em Roma, no IV século. ‘Os três homens puseram seus mantos, seus chapéus, e seus outros ornamento e foram lançados no meio da feroz fornalha queimando, diz Daniel 3:21. Seus mantos, seus chapéus e seus outros ornamentos, você diz? Esta é uma declaração altamente importante. Porque colocar qualquer roupa em todo seu corpo se você está para ser transformado em um corpo carbonizado pela fornalha feroz? Este ornamentos viriam a ser mais do que apenas as túnicas longas do Templo de Salomão ou as vestes dos referén da Babilonia. Isto é, se elas eram algo mais que um manto, o chapéu e os outros ornamentos que a deusa Mari está usando na Deusa Com o Vaso descoberta no templo de Mari em 1934. Mari é mostrada vestindo seu ‘capacete’ Shugurra [ um chapéu]. Literalmente traduzido Shugurra sigifica ‘aquele que vai longe no universo’. Isto pode ser mais do que uma coincidência ou suprema poesia, que o Shu-gurr-a se resolva em Sgr A, o nome da fonte de rádio acreditada ficar no exato núcleo de nossa galáxia. é possível que este também seja o ‘capacete da salvação’ descrito em Efesios 6:17. Mari também usa um pesado manto de altura completa e outros ornamentos. Este manto é chamado ornamento PALA. Toda esta vestimenta é fantasticamente similar aquela descrita no capítulo 6 de Efesius. Lá, além do ‘capacete da salvação’, os buscadores espirituais são encorajados a colocarem a inteira armadura de Deus, que pode ser capaz de conter os ataques do Diabo. Porque nós não lutamos apenas contra a carne e o sangue, mas contra principalidades, contra poderes, contra os governants da escuridão deste mundo, contra a pervisidão espiritual em altos lugares.
As principalidades e poderes são as forças angélicas espirituaisque funcionam como governantes e mensageiros celestiais nos reinos celestiais [isto é, sers galáticos]. Este é exatamente o nível angélico dos Brilhantes. Aparentemente, alguns deles são criaturas nocivas que buscam se anexar às almas humanas. No Armagedon Jesus promete enviar seus anjos para eliminar os perversos do meio dos justos. E então deve lança-los [ambos?] no fogo. O uniforme da ‘armadura de Deus’ aqui descrito – incluindo o capacete Shugurra da Salvação e o manto PALA – simultaneamente ajudarem a nos proteger dos esiritos nocivos, e fazer uma conexão cósmica com um portal estelar? Assim parece, porque a seguir Efesius descreve uma pessoa de pé diante da Arca da Aliança , o aparelho que trasnsporta as almas, que abre sua feroz fornalha! Sabemos disto porque a pessoa está usando a placa peitoral da Justiça. Seus pés estão calçados com a preparação do Evangelho para a Paz. Acima todos eles tomam o escudo da fé, o Capacete da Salvação e a Espada do Espírito, que é a palavra de Deus.
DENTRO DA FORNALHA FEROZ
O que acontece a aqueles que usam a ‘armadura de Deus’ e se levantam e andam pela feroz fornalha? Para onde eles vão? Este detalhe é omitido. Contudo, depois que os três homens sábios do Templo de Salomão entraram na feroz fornalha Nabucodonosor e todos os homens do rei cautelosamente se aproximaram da fornalha letal. Ele pediu que os três homens aparecerem para ele. Quando eles o fizeram, o rei [ e estou certo que todos os ali reunidos] ficaram supremamente perplexos. Eles estavam esperando coprpos terrivelmente carbonizados. Ao invés, ele vê os três homens sábios emperfeitas condições! Ele não haiam lançado estes homens no meio do fogo?, perguntou o rei surpreso. Ele certamente fez isto. Par acrescentar a alta estranheza deste evento, uma quarta pessoa agora os acompanhava! Contudo, este não era um homem qualquer. Nabucodonosor acreditava que este quarto homem fosse um anjo. Mas também não era um anjo. O quarto homem é como o Filho de Deus! Este é Jesus, o Filho de Deus? Nabucodonosor está nos dizendo que os três homens sábios retornaram de suas viajam pelo portal estelar com Jesus a reboque? Ou eles voltaram com Cristo, as Maçãs Azuis? Isto é bem concebível porque, compreensivelmente, a este ponto Nabucodonosor estava convencido: o deus dos três homens sábios judeus era Deus. Ele proclama que todo mundo que falar contra este Deus, ele os cortará em pedaços, e suas casas serão feitas um monte de estrume. A seguir, ele promoveu os três homens sábios. Se a associação entre o grupamento [cacho] de uvas ou Maçãs Azuis roubadas por Josué dos Brilhantes e o ‘grande fruto’ da ‘árvore’ do sonho de Nabucodonosor é válida, e eu acredito que seja, um tremendo conhecimeto deve ter sido conquistado com o aparecimento do Filho de Deus. Este conhecimento é capaz de alterar o equilíbrio de poder no mundo. Se Saddam Hussein realmente se conecta com Nabucodonosor, ele mais do que certamente estaria interessado em adquirir esta substância, que está entre os mais altos segredos dos Brilhantes. No próximo capítulo olharemos mais de perto esta exótica substância, que, com um pouco deconhecimento de como pode ser transformada em uma arma de destruição em massa.
6. AS ÁGUAS VIVAS
Em 1987 uma super gigante azul quente supernova irrompeu fazendo história e manchetes mundiais. Isto é importante porque esta supernova apareceu na constelação Asclepius. Uma intensa explosão de neutrinos ocorreu a frente de uma onda de choque. Estas partículas sub-atômicas, sem massa, sem peso e sem carga correram para a Terra, de sul a norte, ao longo das linhas magnéticas da Terra. “Longe de ser um evento isolado, muito distante da Terra e incapaz de ter um efeito sobre nós’, escreve o escritor de ciência Donald Goldsmith, ‘a SN1987A (a supernova de 1987) pode ser vista como a mais recente na cadeia de eventos que formaram o nosso sistema solar, a nossa Terra e nós’. “Em um sentido muito real’, diz o astrofísico da Universidade de Harward, Larry Smarr, ’somos os netos das supernovas’. O intenso calor delas traz a nova vida, o crescimento. Como diz o professor de astronomia de Harvard, Robert Kirshner, ‘gerações de supernovas criaram os elementos que tomamos por garantido – o oxigênio que respiramos, o cálcio em nossos ossos e o ferro em nosso sangue são produtos das estrelas’. Somos compostos da mesma matéria estelar, as mesmas energias força de vida, como o resto do universo. Todos somos parte da mesma música. Apenas somos arranjados diferentemente. “Supernovas são mais do que espetáculos distantes, elas podem expelir as sementes da vida.’ Esta declaração prefaciou a cobertura do Scientif American de 1987 da supernova. Os antigos alquimistas não poderiam expressar melhor. Eles descreveram estas sementes de luz quando eles escreveram sobre as “cintilas’, as faíscas infinitesimais de luz contidas na ’substância arcana’, a matéria primordial. Os períodos durante as ‘faíscas de luz’ estão disponíveis e são ressaltados pelas supernovas. Por exemplo, o previo Batkun maia [o período calendário de 144.000 anos de 394 dias] que se estende de 1224 a 1618 de nossa era, tem sido chamado “O Batkun da Semente Oculta’, ‘a semente oculta’ sendo interpretada como um expansivo ciclo de civilização. No simbolismo da Cabala judaica, quando o ponto oculto aparece ele se torna a letra iod, e representa uma semente. Literalmewnete traduzido, ‘cintilas’ são as sementes de Tula. O começo e o fim do Batkun são literalmente ressaltados por supernovas; uma em 1230 e a supernova de Kepler em 1604 – a última visível ao olho nu. Ambas as supernovas apareceram na constelação Asclépius [o mantenedor da serpente] que significa que as energias delas vem através de ‘lentes’ de Asclepius. O Colegio da Fraternidade Rosacruciana reconheceu o aparecimento da supernova de 1604 em uma ilustração de 1618 [oposto]. No lado esquerdo vemos um homem sustentando uma serpente representando Asclepius correndo em uma raio de energia estelar. A data da supernova de 1604 está atrás dele. Obviamente, os alquimistas e os rosacrucianos sabiam da importância das energias invisíveis, as Maçãs Azuis, das supernovas e as associavam a esta região especial do espaço, o aparente domínio do Planeta X. Como notado anteriormente, no início do século XVII o X se tornou um sinal de multiplicação. A chegada destas novas energias explica porque o X dividir se torna o X multiplicar? E porque os rosacrucianos adotaram a rosacruz e o X vermelho como símbolo deles? A alquimia é a ciência da transmutação e a da Pedra Filosofal. Literalmente, ela envolve a transformação de metais base em ouro, enquanto que espiritualmente ela envolve a transformação do lixo da Alma não refinada no ‘Lapsit Exillis’ — a Pedra dos Céus.
Como mencionado, fazer ouro ou aquisição dele, a busca dos alquimistas é a busca para transmutar a alma em sua mais alta forma. Ao invés de fazer ouro o alquimista praticava fazer Deus. Em 1818 o artista Matthieu Merian criou sua pintura chamada Tabula Smaragdina (Latim para Tábua de Emeralda] que era a página título para o livro de Daniel Millius ‘The Medical-Chemical Work’. Este trabalho era um favorito dos alquimistas que afirmavam que ele apresentava a Pedra de Deus deixando o Céu [Tula] e entrando na Terra. Os alquimistas usavam esta imagem para meditação olhando-a durante horas, tentando absorver seu poder. O ponto focal era o homem-mulher que mantinha a matéria prima, simbolizada pelo cacho de uvas.
Além disso, os alquimistas escreveram sobre um corpo estelar andarilho que era chamado An, O Senhor, pelos sumérios. Ele veio de Asclepius, a constelação mais próxima ao núcleo galático, fazendo dele um mensageiro ou emissário de sua energia. Seu símbolo era a cruz vermelha ou rosa. Na tradição alquímica ele é chamado Pavão com uma cauda de muitas cores diferentes. Um outro de seus nomes é O-SAMON, o Esbravejante. Hoje; este corpo andarilho é chamado Planeta X. Isto é uma maravilhosa sincronicidade já que os símbolos dos rosacruzes são rastreados a Hermes, o guardião de, ou a encruzilhada. O nome OSAMON, com certeza, lembra o de Osama, o alegado senhor do anel terrorista. Coicidentemente, George W. Bush constantemente se refere a bin Laden como ‘em retirada’. Em outras palavras, ele é um esbravejante senhor do anel. Como A.E. Waited tem ressaltado, os alquimistas do século XVII olhavam para frente em grande antecipação da vinda de um Mestre que eles chamavam ‘Elias Artista’(E.A.?) “ou Elias [que apareceu a João Batista}. Alguns acreditam que foi o alquimista rosacruciano Paracelsus, quem, no início dos anos de 1500 foi 'iniciado nos supremos segredos da alquimia por um colégio de sábios islâmicos, que doaram a ele o Mistério Universal sob o simbolismo da pedra Azoth, o 'fogo filosófico' dos adeptos ocidentais". Paracelsus era conhecido como um grande curador que curava uma variedade de doenças pela Pedra Filosofal. Sua fabricação de ouro era um negócio paralelo ao seu ministério de cura do mesmo modo que os milagres de Jesus eram paralelos a sua verdadeira missão. De muitos modos Paracelsus tinha revelado os segredos do Santo Gral, a transmutação dos elementos, simbolizado pelo pão e vinho da eucaristia. Como nota Idries Shah: ‘Possuindo a Reforma, Paracelsus tinha que ser cuidadoso em como se expressar, já que ele estava projetando um sistema psicológico diferente dos modos católico e protestantes.' Fascinantemente, Paracelsus era conhecido como um amante do vinho, um traço de personalidade que os biógrafos tiveram um difícil trabalho para reconcilar com sua competência como médico e erudito. Este é um exemplo de mente exóterica [lógica, masculina] tentando compreender o conhecimento esotérico [intuitivo, feminino]. A referência de Paracelsus ao vinho provavelmente se origina da analogia Sufi do ‘vinho’ como um sinônimo para a sabedoria interna. Os biógrafos não iniciados provavelmente pensaram que ele estivesse falando literalmente de vinho. Na realidade ele estava usando a interpretação esotérica do vinho como ela é usada no aforisma Sufi; “antes do jardim, a vinha ou uva estava no mundo, a nossa alma estava bêbada com o vinho imortal”. O vinho a que se refere Paracelsus de fato significava ‘a essência’ ou ‘realidade interna’ – um outro nome para ‘azoth’ – que é o estado natural da alma. Esta essência, que é tão poderosa que pode transformar seja o for quando entra em contacto é simbolizada por um cacho de uvas. Esta é a matéria exótica ou Águas Vivas de que os portais estelares são feitos. Isto se emana do centro da galáxia. O alquimista, contudo, era um que podia fabricar a Pedra Filosofal. A mesma essência pode transformar e também pode destruir aqueles que não são preparados ou iniciados; daí a associação com o terror. Esta essência espiritual concentrada está no centro do conceito Essênio do Messias, um termo que significa o ‘ungido’ [ cristo]. A substância que era esfregada ou ‘ungida’ era tão iluminadora e benéfica, diz o erudito nos Pergaminhos do Mar Morto, John Allegro, que os Essênios a chamavam Cristo, bom honesto, doador de saúde.
O monograma Chi-Ro ou Cruz Cósmica de Cristo, uma abreviação de Chreston ou CHRESTOS, é um X com uma bandeira ou vela anexada. Um exame da palavra chresto, da qual é derivado Cristo, revela a natureza potencial desta substância. Chres significa Senhor, então Chrestos é derivado das letras X e P [Ch -R]. O monograma Chi ro é composto do nome de Cristo, X e a letra grega P [tro, em inglês R] ou, como no caso mais inicial, das letras iniciais de Jesus Cristo [J e X]. Duas serpentes entrecruzadas formam um X, a letra grega chi. Na tradição védica, chitta é o nome dado às particulas da matéria sutil que saem de Tula. Estas partículas são extraídas do campo não manifesto da matéria-energia primordial (Prakriti) que subjaz em toda criação. Quando Constantino colocou o sinal em seu lábaro em 312, ele incluiu as palavras ‘in this sign, conquer.’ Em ‘The Crystal Halls of Christ’s Court’, examinei esta declaração como uma afirmação de sua apreciação do poder militar da ciência sagrada representada por este símbolo. A mesma ciência pode ser usada para criar a paz. Nas Homilias Clementinas Simão Pedro, o principal discípulo de João Batista, ensina a doutrina da Cruz Cósmica:
“Lá procede de Deus, o coração do mundo, a extensão indefinida, de cima para baixo, da direita para a esquerda, de trás para frente. Olhando nestas seis direções, como em um número constante, ele completa a criação do mundo, do qual ele é o início e o fim. Para ele as seis fases do tempo tem seu fim, e é dele que elas recebem sua extensão indefinida. E este é o segredo no número sete”
Pedro também ensina que: “Deus posssui uma forma que pode ser apenas pelo puro de coração. “Deus subjaz a estrutura do espaço tridimensional.’ Deus existe no centro e coração de universo e sua forma é esta do cubo ou sistema coordenado tridimensional. De deus se irradia as seis direções do espaço enquanto ele reside dentro do sétimo ponto do resto. Este ponto central é chamado de Rocha das Águas Vivas, a Pedra Filosofal, a Pedra da Fundação Segura, e a Pérola de Grande Preço ou jóia. É o cristal da Côrte de Cristo localizado no núcleo da galáxia. A ciência está dirigindo um olho perspicaz em direção à luz ou vibração que se emana deste núcleo. Isto me leva a concluir que é esta a luz vista pelo mundo todo que tem o poder de instantaneamente mudar tudo. Como notado, a palavra hebraica OR é geralmente traduzida como “luz”. O significado literal desta palavra é ‘iluminação’ou ‘luminária’. Sua raiz significa ‘tornar luminoso’ e ‘iluminar’. Para os judeus a ‘luz do mundo’ está relacionada com a luz da Torah [uma outra palavra para terror], o primeiro dos cinco livros da Bíblia. Em João 1:1 Jesus é referido como a Palavra, o significado da qual é idêntica ao da Torah [bem como Tula ou Tura]. Apropriadamente a palavra ‘palavra’ contém os elementos W, serpente [ o símbolo destas ondas de luz] ou a luz, d, a porta. Torah é o mesmo que Tarot, significando ‘roda’ [ou dar giros], reflexivo da roda da vida girando ou dando voltas, a Via Láctea. Torah é traduzida como ‘a lei’ no Novo Testamento. A Lei era sagrada para o sacerdócio Essênio, residente na Judéia e no Egito durante o tempo de Jesus. Um dos nomes alternativos dos Essênios, Naz-ori, significa ‘manter, proteger’. Eles se viam como os preservadores da ‘luz da Verdade’ [Maat em egípcio]. Este também é o papel dos Brilhantes. Na Torah os peixes representam a fidelidade de Israel em seu verdadeiro elemento, as Águas Vivas da Torah, isto é, as Águas de Tara, Terror ou Tula. Estamos presentemente nos banhando nestas mesmas águas. A humanidade parece ter alcançado o ponto de virada em algum ponto ao redor de 1600 [novamente o início da Iluminação quanddo o X divisor se torna o X multiplicar]. E como se quando a supernova de 1604 apareceu o Inconsciênte Coletivo enviasse uma chama que assinalou, de fato: “Acorde! É tempo dos mistérios serem revelados!”
Os alquimistas e os rasacrucianos do inicial século XVII acreditavam que Elijah Artista (E.A.) tinha voltado para inaugurar esta nova idade. Ele restauraria a medicina perdida da antiga Suméria e Egito e a mostraria ao mundo. De fato viajando os alquimistas colocam em demonstração pública a fabricação do ouro na Europa. Estas apresentações públicas chamaram a atenção de uma das maiores mentes científicas de todas as eras, Sir Isaac Newton, ‘o último sumério’, que se tornou um alquimista praticante. Em 1618, enquanto os alquimistas estavam absorvidos no poder das Tábuas de Esmeralda, e se ligando com a energia do centro da galáxia, o embaixador espanhnol para a Pérsia, Garcia Silva Figueroa, fez uma descoberta fabulosa em Persepolis, a capital de Dario e dos Reis persas que se chamavam Achaemenid [as mentes sábias]. Figueiroa identificou as ruínas espetaculares perto de Shiraz como a antiga Persepolis das descrições do sítio dadas pelos antigos escritores gregos e romanos. Das misteriosas inscrições nas ruínas, ele concluiu que elas pertenciam ao povo alien ‘que pode ser descoberto agora ou que sempre tenha existido’. As letras estranhas não eram aramaico, hebreu, grego ou árabe mas ‘triangulares em forma de uma pirâmide ou de um obelisco em miniatura”. Os primeiros fragmentos da história do Planeta X – fora do mundo alquimico – começaram a vir a luz com a descoberta do espanhol. A primeira inscrição cuneiforme foi publicada em 1657. Diferente dos hieroglifos egípcios, isto despertou pouco interesse. “Como os traços de aves na areia úmida’. Isto é como a escrita cuneiforme atingiu os primeiros europeus que a viram. Em 1686 o pioneiro cuneiforme E. Kampfer viu as inscrições descobertas em Persepolis e descreveu os sinais como ‘cuneiformes’ ou impressões em forma de cunha. A escrita desde então tem sido chamada cuneiforme.
A pedra da fronteira com inscrições cuneiformes. Persepolis era a capital de uma dinastia de reis que se chamavam Achaemenidas [ach significa luz]. A julgar pelo nome deles, Ciro, Dario, Xerxes, e o nome das deidades deles – os eruditos assumem que estes seres iluminados eram arianos [nobres] que apareceram na Suméria perto do início do terceiro miilênio AC.
Hoje a separação entre os deuses dos arianos e os povos semiticos é distinta. No mundo antigo, contudo, este não era o caso. Ciro, por exemplo, era considerado ser um ‘Ungigo de YAHWEH’, o deus hebreu: muito uma honra para uma pessoa de descendência ariana muito mais do que hebraica. O bíblico Livro de Ezra dis que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro com a extraordinária alta honra de uma pessoa de descendência ariana, muito mais do que semita. O Livro bíblico de Ezra diz que foi o próprio YAHWEH que dotou Ciro da extraórdinária alta honra de reconstruir o Templo de Salomão em Jerusalém, a casa de Deus, depois que Nabucodonosor o havia demolido. Em troca, Ciro chamou YAHWEH de Deus do Céu. As apresentações iniciais de YAHWEH em seu veículo voador – ou ‘rodamoinho’ – são virtualmente idênticas àquelas de Ahura Mazda, o ariano Senhor Sabio, da religião zoroastriana, como mostrado no selo real de Dario. Zaratustra ou Zoroastro ['estrela de ouro' ou 'esplendor do sol'] é o salvador dos arianos na Ásia Central. Ele é igualado ao sumério EA. YAHWEH em sua roda voadora ou rodamoinho. Ele é o anjo no rodamoinho a que se referiu George W. Bush?
Ahura Mazda, representado por um disco alado, a suprema deidade do zoroastrismo. O baixo relevo de Zaratustra [EA]. Os arianos do antigo Irã eram seguidores dos ensinamentos de Zoroastro ou Zaratustra. Eles veneravam as mais velhas deidades arianas, os ahuras [ou um cavalo], os deuses brilhantes que habitavam nos reinos celestiais e os devas, os terrores, os deuses brilhantes que cairam e foram transformados em diabos ligados à Terra, ou Anjos Caídos. Os três homens sábios que vieram a Jerusalém para honrar o cumprimento da profecia da chegada de Cristo eram discípulos de Zoroastro, e daí, arianos.
O selo de Dario com o deus Ashur [onisciente] representado por um disco voador, Em 1700 Thomas Hyde, um professor de árabe da Universidade de Oxford, entendeu que muito mais do que inscrições ornamentais estes sinais cuneiformes eram uma antiga escrita. Hyde voltou aos ecscritos de Zoroastro buscando insight. Avesta, a linguagem dos livros sagrados de Zoroastro, escritas por volta do século IV de nossa era, forneceria pistas para a decifração da escrita cuneiforme.
Um desenho do caderno de notas de Hyde apresentando uma cena de Ahua Mazda flutuando em uma nuvem em Persepolis. Em 1772 um viajante holandês, Carsten Niebuhr fez um estudo cuidadoso das inscrições cuneiformes em Persepolis. Ao comparar os sinais em diferentes inscrições, ele distinguiu três escritas distintas. Ele também começou o processo de isolar as escritas mais simples. Com sua contribuição a excitação verdadeiramente começou a ser construída. O estágio foi estabelecido para a decifração da escrita cuneiforme começando em 1800, e com isto foi-se revelando um vasto panorama da história humana. Contudo, o destino ainda tinha uma outra carta para ser jogada. Em meados de julho de 1799 o mundo foi atingido por um espetáculo fenomenal quando um esquadrão de demolição de soldados do exército de Napoleão descobriu a Pedra de Roseta no Egito. Um grupo de artistas e sábios franceses, incluindo Domenique Vivant Denon, acompanhou Napoleão, considerado ser o segundo dos três anti-cristos por Nostradamus, ao Egito. Reconhecendo a importância da Pedra o oficial no comando imediatamente levou a pedra para o Cairo. Cópias foram feitas e distribuídas aos eruditos por toda Europa. Depois de uma breve viagem a Alexandria para evitar a captura pelos britânicos, a Pedra foi eventualmente capturada e levada para a Bretanha, onde permanece em exibição no Museu Britânico. A decifração da Pedra de Roseta por Jean Francois Champollion em 1823 permanece uma das realizações intelectuais chave do último milênio. A inovação de Champollion veio em setembro de 1822 quando ele recebeu cópias de vários relevos e inscrições de antigos templos egípcios. Uma delas, do templo de Abu Simbel na Nubia, era uma intrigante moldura decorativa arredondada com o nome de um deus ou rei. Esta era a moldura de Ramsés. Usando seu conhecimento de egípcio copta, Champollion especulou que o primeiro sinal tinha o valor de re [raio] que era a palavra copta para Sol, o objeto simbolizado pelo sinal. Os últimos dois sinais, ele sabia, tinham o valor de ’s’. Ele imaginou se um antigo faraó egípcio tinha um nome que se assemelhava a Re ss. O primeiro faraó chamado assim que veio a mente dele foi Ramsés, um rei da 19a. dinastia e bem conhecido pelos historiadores gregos. Se esta era a moldura arredondada de Ramsés, então o sinal pode ter o valor sonoro de ‘m’. De fato, quando olhamos o sinal estreitamente ele se assemelha a um ‘m’ [o símbolo do portal estelar]. A confirmação veio através da moldura arredondada a direita. Dois destes sinais foram compreendidos; o primeiro, um ibis, era um símbolo do deus Thoth, o inventor da alquimia. O nome nesta moldura tinha que ser Tutmés. Na mente de Champollion, a Pedra de Roseta havia confirmado o valor disto. Realmente, ele estava apenas parcialmente correto. Ele tinha o significado de ms ou névoa. O hireglifo egípcio mst [névoa] parece com uma queda de água de très lances irradiando água. Isto é as águas Vivas de Tula ou Terror. Isto significa ‘lágrimas celestiais’ ou ‘ orvalho’ e representa as gotas de água caindo ou se irradiando do céu. O mesmo hieroglifo também significa ‘instrução’ ou ‘ensinamento’. Estruturalmente, ele combina o símbolo do Espírito Santo que João Batista conferiu a Jesus, ‘o portador do orvalho’. Muito antes que o Batista este hieroglifo estava ligado a EA e ao conceito egípcio do batismo; quando a sabedoria celestial [raios, tons] é canalizada pela Chave da Vida ela é pingada sobre o peregrino. Para os alquimistas, a fonte desta névoa era Tula, o centro da galáxia da Via Láctea. Depois da iniciação ou batismo nestas Águas Vivas alguém era adepto nos Mistérios. Comungando com a deusa em seu buraco sagrado, ou portal estelar, um humano poderia alcançar a iluminação espiritual chamada horasis ´[ahuras ou cavalo]. Assim iluminado, alguém podia cavalgar o Rio Rainha, a Via Láctea para os céus. A palavra Jordão, o nome do rio no qual João Batista batizou Jesus, provavelmente seja derivada de Eridanus, um nome antigo para a Via Láctea. Eridanus era a Corrente do Oceano, o Rio do Céu, que se move como uma hélice, ou como um 8 [exatamente como o nosso DNA]. A palavra Eridanus tem sido rastreada a Eridu, o lugar cuja ‘pura luz alcança o céu’. Esta era a sede de EA. Eridu foi a primeira cidade suméria [por volta de 3800 AC]; ela foi construída por EA sobre o solo virgem ao lado do Golfo Pérsico. Não existia qualquer construção antes que seus templos fossem construidos. Sua chegada súbita, sua extensão, e seu estado avançado de civilização perplexam os eruditos. A base maciça de operação me lembra da sede da GM construida em Detroit, em Michigan. Como o Eden original, Eridu marcou, a ‘confluência dos rios’. Era um lugar terreno ligado a um lugar celestial onde a pura luz do céu, o rio da Via Láctea, tocava a Terra. Interessantemente, o hebraico ire, um anagrama para eri, significa ‘lançar gotas de água, espirrar, e ensinar ou instruir’.
Segundo a história suméria, isto era na instalação de templo/médico em Eridu [atualmente o Kuwait, Iraque] que EA abrigou os segredos de todo conhecimento científico, guardou os Tabletes ME do Destino. Aqui, ele instruiu Adapa na sabedoria dos Brilhantes. A posse destes instrumentos de armazenamento de informação conferiu um tremendo poder. Na bíblia há um número de objetos mágicos que combinam com os MEs, inclusive a placa peitoral de Aarão, um objeto compreendido de doze pedras usadas em conjunção com a Arca da Aliança, um instrumento que ligava o homem ao Deus. Estas pedras canalizavam a palavra e a vontade de Deus. Hoje ME é a raiz para medicina, meditação e meme, as unidades básicas da transmissão cultural rotulada por Richard Dawkins. Examplos de memes são músicas, histórias, idéias e crenças religiosas. Meme é um termo apropriado cosiderando que, em função, eles são identicas ao ME. É também a raiz de mitologia, o ramo da ciência que lida com a comunicação dos segredos do amor, a Palavra de Deus. O ME sumério contém os mesmos segredos de Deus como o egípcio Me-ist ou mist [névoa]. Para mim, este é um dos exemplos mais fenomenais da Mente Divina funcionando. A decodificação de Champollion do sinal de mistério banhado ou batizado na moderna consciência nos mistérios de Egito. Uma cascata de iluminação a respeito do mundo do antigo Egito veio pingando das névoas do tempo por esta descoberta. Foi como se a mente coletiva da humanidade repentinamente teve sua luz interna ligada. Isto foi apenas o início da recuperação do antigo conhecimento. Nos anos de 1840, a atenção mundial focalizada na Assíria quando os arqueologistas franceses e ingleses descobriram as ruínas de um antigo palácio do rei assírio Sargão II [governou de 721 a 705 AC] em Khorsabad no norte da Mesopotamia (Iraque). Comandando este precinto estava uma pirâmide em degrau chamada zigurat que servia como ‘escada para o céu’ para os deuses. Lá eles encontraram pedaços de pedra inscritos e um colossal touro alado com cabela humana, como uma esfinge, e estátuas de leão guardando as portas.
Como resultado dos inesperados achados no Iraque, os nomes bíblicos e lugares começaram a vir à luz. Em 1842-43 a Sociedade Oriental americana foi fundada. A Sociedade Oriental Alemã foi fundada em 1844. Estas sociedades geraram uma nova geração de eruditos que empurraram os campos da história especulativa, mitologia, estudos e observação pessoal do Velho Testamento, para criar dramáticas novas histórias do passado da humanidade. Arqueologistas alemães, obcecados com o achado das origens de seus ancestrais, e alimentados por uma crença na volta do Cristo ariano que levaria os alemães aos deuses da antiguidade, começaram a rasgar as terras da Babilonia [hoje o Iraque] e da Assíria na buca de seus ancestrais. O trabalho de espátula destes eruditos revelou dezenas de milhares de tabletes cuneiformes, parte das bibliotecas de antigos palácios. Estes documentos forneceram informação vital sobre a história assíria, religião e sociedade, inclusive muitos com mitos e hinos sobre os deuses e deusas venerados lá. A decifração da escrita cuneiforme foi tornada possível pela descoberta de sua própria Pedra de Roseta que se mostrou ser a inscrição cuneiforme cortada na Rocha de Behistun no oeste do Irã, uma escultura gigantesca escavada de forma que ela projetasse uma imagem quase em três dimensões de uma face da montanha a 300 pés acima do solo. Uma figura alta, Dario, levanta sua mão na direção de nove homens de pé, e dois outros atrás dele. Acima deles flutua Ahura Mazda em um disco voador. Ninguém tem identificado quem são estes nove homens [alguns dizem que Jesus e seus apóstolos]. Depois de dez anos de perigoso trabalho o inglês Henry Rawlinson terminou copiando esta inscrição em 1847 e mais tarde resolveu o texto completo desta inscrição. As incrições cuneiformes em três linguas cercam Dario, o homem alto à esquerda.
Ao mesmo tempo o sânscrito, a antiga linguagem da Índia [lar dos arianos], estava também se tornando popular entre os academicos. Isto levou a um entusiasmo pela antiga Índia e os Vedas, os livros sagrados do conhecimento do Hinduismo. Muitos eruditos estavam interessados na filologia comparativa ou linguística, que essencialmente tenta ligar as linguas a muito extintas. Quais são as relações das mais velhas linguagens do mundo? Como elas tinham evoluído? Foi amplamente concluído que textos desconhecidos ou não descobertos, culturas, espécies e linguagens existiram antes da presente civilização da humanidade. Em 1851 o arqueologista inglês Sir Austen Henry Layard descobriu um grande composto de um palácio do último rei Assirio Assurbanipal [governou de 668 a 630 AC] na vila de Nimrud no que agora é o norte do Iraque. Layard e seus colegas desenterreram mais de 25.000 tabletes, uma biblioteca coletada em Nínive sob a direção pessoal de Assurbanipal. Os escribas rotularam muitos destes textos como cópias de ‘textos antigos’. Cópias de um número de obras primas literárias, incluindo o Épico de Gilgamesh estavam entre estes trabalhos. Um outro destes poemas, a dramática saga babilonia do Enuma Elisha, a nascente de todas as três religiões patriarcais, o judaismo, o cristianismo e o islã, também foram descobertos. Todos estes tesouros foram embarcados para a Inglaterra, o Museu Britânico. Layard terminou sua escavação em 1851, tornou-se um político, diplomata e colecionador de arte.
Assurbanipal II foi um ‘rei erudito’. Incluida em sua biblioteca estava um texto que continha uma declaração feita por Assubanipal que disse: “Posso ler os intrincados tabletes dos sumérios. Entendo as palavras enigmáticas nas gravações em pedra de dias antes do Dilúvio’. Em detalhe na página seguinte Assurbanipal usava uma roupa mais tarde vestida pelos Templários. O rei, aponta a cruz como símbolo de seus deuses, inclusive o símbolo do Planeta. Ele usa um cordão com um pendente similar ao símbolo X como amuleto. Há também a representação de Asurbanipal pingando uma libação como um caduceu sobre os leões mortos diante de uma mesa de oferenda e um estande de incenso. Assurbanipal e sua rainha estão no altar sob uma árvore de uvas; este é um relevo do palácio em Nínive [668 - 626 AC]. Eles sustentam na mão a planta da vida. Está no Museu Britânico.
Layard tinha sabido que antigos registros gregos falam que um oficial do exército de Alexandre viu “um lugar de pirâmides e restos de uma grande cidade’, uma cidade que já era antiga nos tempos de Alexandre. Layard localizou os restos dela e a cidade de Nimrud reapareceu. Foi lá que Layard desenterrou o obelisco que Shalamaneser II criado para registrar suas expedições e conquistas militares. Este obelisco agora está no Museu Britânico e o obelisco lista, entre ou outros reis que eram forçados a pagar tributo, “Jehu, fiho de Omri, rei de Israel’. Este obelisco data do reinado de Shalimaneser III (858-824 AC).
O trovão ataca os eruditos do Velho Testamento. Mais uma vez, as inscrições sobre os antigos artefatos mesopotamios combinam com a história bíblica. Inspirado pela mais recente descoberta os eruditos/arqueologistas estabeleceram os sítios deles em outros locais do Velho Testamento. Os eruditos ficaram surpresos pelas similaridades das maciças estátuas dos homens leão-touro. Estes trabalhos de arte combinam referências em Ezequiel 1:10 que descreve figuras extraterrestres aladas com as características de um homem, um leão, um touro e uma águia. Em Ezequiel 32:14-15 que detalha as imagens na parece de um palácio assírio. Muitas gerações de teólogos tem considerado as visões de Ezequiel puramente como uma fantasia simbólica mas agora existe a prova que elas eram reais. A bíblia descreve a visão de Ezequiel como uma grande nuvem, com o fogo faiscando por ela, e um brilho radiante ao redor dela. Algo brilhava como metal no meio disto. Ezequiel ouviu ‘o barulho das grandes águas’. Da nuvem desceram o que pareceram ser quatro homens extraterrestres e cada um tinha quatro faces; um leão, um touro, um homem e uma águia [as mesmas quatro bestas que comprendem a Esfinge, chamada o Pai do Terror pelos árabes]. Quando estas esculturas e gravações apresentando a visão de Ezequiel foram levadas de Londres a Paris, elas causaram uma sensação mundial. Estas esculturas exóticas forneceram a prova para alguns eventos bíblicos. John D. Rockefeller, Jr. comprou muitas destas esculturas e mais tarde as doou ao Museu Metropolitano de Arte na cidade de New York [onde hoje elas são encontradas]. As únicas outras coleções para comparação são encontradas no Museu Britânico e no Louvre. A universidade da Pensilvania na Filadélfia, o lugar de nascimento da América, foi um outro importante repositório desta poderosas antiguidades de pedra.
Anjos Assírios
Na decada de 1870 os eruditos notaram que os assirios e os babilonios tinham tomado emprestadas as historias deles, sua linguagem e escritos de uma fonte mais antiga. Por 1880, esta fonte mais antiga foi descoberta: os sumérios, que viveram na terra bíblica de Shinar, que os eruditos geralmente [embora não unanimente] associam com a Suméria, também localizada sob o que hoje é o Iraque. O entendimento que os sumérios eram a origem das antigas linguas e mitologias abriram os portais da inundação ao antigo. O primeiro a publicar uma narrativa do Enuma Elish foi George Smith, um assistente no Museu Britânico que estava estudando os tabletes, que apresentou a história nestes tabletes em 1875 em uma carta ao Daily Telegraph. Ele seguiu isto com a publicação de seu livro ‘A Narrativa Caldéia do Geneses’ em 1876, que continha uma tradução e comentário sobre todos os fragmentos que tinham sido identificados. Embora fragmentario estava claro que a história que estes tabletes contavam mantinham uma semelhança inconfundível com os capítulos inciais do Velho Testamento, embora eles antecedam Moisés por milênios. Inspirado pela descoberta de estatuária possibilidade que prove que as visões de Ezequiel eram verdadeiras, e a decifração do Geneses babilonio, dos anos de 1880 aos de 1920, a maior coleção de eruditos americanos, soldados da fortuna, burocratas institucionai e financiadores invadiram a Babilonia. Estas forças não eram combinadas até a coalisão da Guerra do Golfo atingir esta área em 1991. Em contraste com os alemães, os americanos da virada do século XX estavam mais interessedos em provar que a Bíblia era verdadeira e levar para casa os troféus de esperança que encontravam ensinamentos secretos. Nos anos iniciais de 1900 o centro da inteligência americana estava na Nova Inglaterra: as Universidades de Yale. John Hopkins, Princeton, Colombia e Harward. A Universidade de Chicago [um colégio batista recenentemente fundado por John D. Rockefeller] e a Universidade da Pensilvania eram também centros proeminentes de arqueologia bíblica e sua erudição. Os eruditos americanos recentemente tem rompido seus laços com a eudição européia, especialmente a alemã, e a erudição agora estava em competição com os alemães pela predominância no campo do Oriente Médio ou estudos Orientais. Os europeus, especialmente os doutores alemães que sentiam que o ensino nos EUA estivesse atrás deles, consideravam as universidades americanas e seus eruditos, de segundo nível. Na América, as histórias biblicas eram a raiz da mente popular e academica. Se um americano pudesse ler como eles lêem a biblia. Em uma grande extensão, estas histórias definiam os limites do possível pelo qual o povo na virada do século XX vivia. As universidades americanas mostravam uma inclinação na direção de apoiar os pesquisadores que sustentavam a teologia judaico-cristã e a idéia da criação da Nova Jerusalém e de que o retorno de Cristo era iminente.
O Iraque logo se tornou um campo de batalha para os eruditos alemães e americanos. Muitos eruditos americanos que foram ao Iraque nos anos de 1900 o fizeram com uma atitude de imperialismo. Eles acreditavam que a tocha da civilização tinha sido passada do Egíto à Grecia, a Roma, a Bretanha e agora à America. Posteriormente, eles acreditavam que eles estavam ligados às culturas antigas. Esta progressão ou evolução permanece em contraste aquela ds alemães, que traçavam sua linhagem da Alemanha, para a Índia e para a Suméria, para Thule ou Atlantida. Em 1870 Sir Edgar Bulwer-Lytton publicou a Raça Vindoura. Esta novela de inspiração rosacruciana descreve a existência de uma sociedade utópica de seres avançados que vivem em túneis sob a superfície da Terra em uma terra chamada Vril-ya. Estes seres, conhecidos como Ana, foram forçados para a Terra interna por causa de mudanças na terra, especificamente um dilúvio que destruiu a civilização deles milhares de anos antes do cataclisma bíblico. Os Ana tinham a habilidade de voar com asas anexadas aos seus corpos. De até mesmo muito maior interesse para muitos leitores vitorianos era a maestria dos Ana do vril ilimitado ou Força de Vida, uma energia que os cientistas Ana aprenderam retirar da atmosfera e que eles bombeavam na raça Ana para que esta subisse uns poucos degraus na escada evolutiva. Esta misteriosa energia cósmica dramaticamente aperfeiçoou poderes psíquicos e foi usada com eficácia pelos habitantes da terra interna. Ela também podia produzir um raio laser mortal. Seu uso se tornou tão penetrante que os Ana mudaram seu nome para Vril-ya. Bulwer-Lytton pretendia que a Raça Vindoura fosse matriarcal, uma utopia democrática a ser satirizada destinada às feministas, democratas, socialistas e todos os outros que estavam iludidos em pensar que uma utopia pudesse ser alcançada. Com o poder vril, todos os desejos eram instantaneamente materializados, todas as feridas curadas, o paraíso encontrado. Que desafios poderiam permanecer para manter a vida interessante? Sátira ou não, como a virada do século Luke Skywalker, Helena P. Blavatsky não tinham dívidas de que o vril era real. ‘O nome vril pode ser uma ficção’, ela mais tarde escreveu em ‘A Doutrina Secreta’, mas ‘a própria força é pouco duvidada na Índia como a própria existência de seus Rishis, desde que isto é mencionado em todos os trabalhos secretos’. ‘A Raça Vindoura’ influenciou não apenas Helena Blavatsky mas também encontrou ampla aceitação nos que logo viriam a ser os nacionalistas alemães, inclusive Adolf Hitler, que, uma vez no poder, enviou expedições à Índia e outros lugares em busca da terra de Vrila.
Um dos mais perigosos dos grupos políticos alemães chamou-se Sociedade Vril. Ele combinava a ficção de Bulwer-Lytton com as idéias ocultas da Ordem dos Illuminati, misticismo hindu, cristianismo, teosofia e a cabala hebraica. A Sociedade Vril foi formada no início de 1900 e foi uma incubadora do Nazismo, sedo o primeiro grupo a usar a suástica como emblema político ligando o misticismo oriental e ocidental. Como tenho investigado em outros lugares, a Segunda Guerra Mundial foi uma guerra santa entre duas religiões rivais. Suas origens são rastreadas à guerra academica no Iraque entre os alemães e os americanos. Ambos os lados buscavam troféus para mostrar sua dominância e suas tendências religiosas. Altas apostas estavam envolvidas. Os filologistas [ aqueles que estudam linguas mortas] que desenterram a linguagem morta do sânscrito não estavam apenas procurando pela linguagem de Ur [Ur significa luz] – a linguagem original que os seres humanos falavam no Jardin do Eden – eles também estavam procurando o primeiro grupo de pessoas que falava esta lingua: os Brilhantes. Por alguns anos os mais importantes destes tabletes ficaram em um porão do Museu da Universidade da Filadélfia. Ultimamente, um professor inquisitivo chamado professor Barton apresentou seu trabalho com um cuidadoso aviso: Dificilmente precisa ser acrescentado que a primeira interpretação unilingue de um texto sumério é, necessariamente, no presente estado de nosso conhecimento, grandemente temporário. E, mais de quarenta anos depois, o Professor Samuel Noah Kramer estava para escrever sobre as mais velhas peças literárias de Barton: Embora traduzidas e copiadas pelo falecido George Barton tão cedo quanto 1918, seus conteúdos, que centram sobre o deus ar ENLIL e a deusa Ninhursag, ainda são grandemente ilegíveis. A magnitude da descoberta de decifrar a escrita cuneiforme e as descobertas arqueológicas no Irã e o Iraque é aumentada a cada década. A completa interpretação das histórias sumérias teria que esperar até 1976 com a publicação de ‘12o. Planeta’ de Zecharia Sitchin. Quinze anos mais tarde, em 1991, a atenção do mundo voltou-se para os solos originais de andanças dos Brilhantes quando uma coalisão de forças se moveu para a Babilonia. A motivação era a detenção de Saddam Husssein/Nabucodonosor e suas potenciais armas de destruição em massa. Nada se pode fazer além de supor se há algo mais enterrado nas areias do Iraque que levantem o interesse dos poderes que são. Estarão lá os segredos dos Brilhantes? Recentemente arqueologistas iraquianos descobriram duas estátuas colossais de touros alados no sítio da antiga Nimrud. A última vez que Ninrud fez manchetes foi em 1988 quando uma equipe de renovadores iraquianos trabalhando para preparar a cidade para o que o Iraque esperava ser uma inundação de turistas no fim da guerra como Irã econtrou um tesouro de ouro que incluiu parte da joalheria da rainha assiria. Os trinta quilos de ouro foram considerados entre os mais importantes tesouros e foi comparado aquele do Rei Tutankamon do Egito. A Guerra do Golfo retardou esta divulgação. Que tesouros aguardam a descoberta nas areias do Iraque? Saddam realmente desenterrou os segredos de EA e ENLIL? Estas e outras perguntas logo serão respondidas.
7. NO INÍCIO
Os mitos e a escritura de muitos povos iniciais dizem que não apenas a essência cósmica, sabedoria curadora, raios os ‘águas’ mas também as nossas almas se originaram de um puro lugar de convergência no Centro Galático, o lugar negro ou oculto do terror no centro do Ovo Cósmico. O Ovo Cósmico é um símbolo feminino para o útero universal ou matriz no tempo-espaço. É provável que seja o Grande Ovo do qual os babilonios disseram que EA/Oannes nasceu. Um outro símbolo para o Ovo Cósmico é o ponto ou o zero, nenhuma quantidade. Nun é o nome dado a figuras tais como Josué, filho de Nun, que roubou as Maçãs Azuis dos Brilhantes. Também é 360 graus. Um outro meio de olhar para 360 na numeralogia esotérica onde T=300, L=50, and I=10. TLI, portanto é 360, um círculo completo. Significativamente TLI também é Teli, de talah ou Tula [ou TLA]. Teli é o nome do elo de conexão, arca ou arco, entre a Terra e o Céu no texto alquimico judaico, o Bahir. Foneticamente BAHIR é ’sustentar’, que é adequado já que seu ensinamento carrega ou ’sustenta’ a nós através das águas da vida. Como registram os mitos iniciais da deusa da criação, este Ovo Cósmico se divide aberto quando duas serpentes em opsição cooperativa uma com a outra formaram um X e partiram o ovo.
O vaso em forma de ave do velho palácio em Phaistos, Creta, do 18o. século AC. Perceba que as serpentes partem o ovo. Quatro rios [se irradiando da água viva?] da essência cósmica ou linhas esmaecidas nas ondas no Oceano Cósmico. A energia Cósmica ou essência era a semente de toda vida, inclusive a vida da existência humana. Amor é um outro nome para esta energia. Em seu livro ‘The Secret of Light’, Walter Russell mostra que o símbolo do amor que se estende do resto do movimento é uma onda. Este é o símbolo de Asclepius, que tenho identificado como o logo para os Brilhantes. É também uma moderno ideograma para frequência. É uma combinação do sinal para uma onda completa ou oscilação e uma linha reta. Um ensinamento chave dos Brilhantes foi como levantar estas bobinas serpentinas ou frequências de amor dentro, renovar o nosso mundo e sair de nossas conchas humanas. Como os budistas, os gnósticos acreditavam que todo mundo pode se libertar dos laços internos do medo e alcançar a iluminação em um período de vida. A chave para isto é elevar o tom de amor de nosso DNA. Esta é precisamente a mensagem apresentada na moeda gnóstica de século XVI onde Cristo é apresentado como uma serpente ou onda de amor enrolada ao redor da cruz.
Esta descrição da galáxia como um ovo, an ou um, chama a nossa atenção para Mãe Eva ou Ova, que significa ‘ovo’. Eva, diz a Biblia, era a mãe de todos os viventes, como a deusa indo-européia IsTara, Estara ou E.a.ster. O ovo colorido, o símbolo da Páscoa, perfeitamente codifica este conceito nuclear mais profundo. Os egípcios recordam-se desta ‘Ilha do Ovo’ como uma feroz área delimitada do mar primordial – um círculo com um ponto sol ou gema no centro. Os místicos dizem que isto é habitado por milhões de seres de luz, incluindo raças altamente evoluídas de humanóides que são considerados nossos ancestrais espirituais. O círculo com o sinal do ponto é muito antigo e é encontrado em praticamente todas as culturas antigas. Ele é simbolicamente equivalente ao ovo com a gema. Ele representa o Sol e também o Sol Central, o centro ‘negro’ ou oculto da nossa galáxia Via Láctea, a girante roda da vida. Seu eixo, também chamado de Ponto Zero, é um centro imóvel. A história das almas, águas ou essência cósmica que se originou ou espalhou deste centro Edenico estão no centro da história de Tiamat. Segundo o Enuma Elisha, esta história começa no próprio início do tempo, quando as alturas do céu ainda não eram nomeadas nem a terra abaixo era pronunciada pelo nome. E havia apenas dois deuses: APSU ['aquele que existe desde o início'] e Tiamat. Sitchin interpreta APSU como o Sol. Eu o tenho interpretado como o Sol Central. Eles geram quatro gerações de deuses que se tornam extremamente brigões a ponto de seu barulho se tornar insuportável.
Apsu confronta Tiamat, que fica do lado de seus filhos barulhentos. Apsu fica irritado, declarando que ele deve obter algum sono! ‘Devo abolir os meios deles e dispersa-los! A paz deve prevalecer, para que possamos dormir!” Tiamat estava furiosa mas Apsu conspira com o vizir dele, Mummu, para por um fim nos meios brigões. Antes que eles possam colocar em ação o plano deles, contudo, isto é descoberto por EA [aquele que sabe tudo] e EA intercede e põe Apsu e Mummu para dormir e então os mata. EA assume o cinturão, a coroa e o manto de radiância e, sentindo sua missão como cumprida, se retira para seus aposentos privados. EA se apodera de Apsu como sua própria habitação. O cronista babilonio Berossus diz que a casa Apsu de EA eram as águas celestiais de ‘fogo, raiva, esplendor e terror’. Esta é uma descrição acurada do centro galático, ‘o lugar do terror’. A mansidão de Mummu por EA parece significar sua domesticação das forças do núcleo galático. Deste ponto os sacerdotes de EA o consideram Mummu, a ‘Palavra’ criadora. A Palavra, temos determinado, são as ondas da energia força-vida que se emanam do centro galático. Esta descrição de EA como ‘onda de luz’ perfeitamente combina com a descrição de Jesus como o portador do Cristo ou INRI, os fogos ou luz da iluminação. EA foi apresentado com as duas serpentes enroladas ao redor de seu corpo e a chave da Vida ao lado dele. Como Sitchin ressalta, estas serpentes se assemelham ao enrolar das hélices duplas do DNA. Além de EA a deusa Ishtara ou Is-Terror foi apresentada usando estas ondas. Ishtar com serpentes nas duas mãos.
Como Christopher McIntosh observa em seu livro, ‘Os Rosacrucianos”, muitos elementos da história são muito familiares. A idéia de um monarca ou líder que não está morto, mas adormecido, e um dia acordará é uma idéia familiar. Ele foi aplicada não apenas ao Rei Arthur, mas também a tais figuras históricas como Carlos Magno e Frederico Barbarossa [os papéis modelos de Adolf Hitler]. Na história rosacruciana, é a Fraternidade que desperta, enquanto seu fundador, embora ostensivamente morto, permanece não deteriorado como um símbolo de sua permanente influência sobre seus seguidores. Estes deuses são ‘deuses ferreiros’, ou deuses da alquimia, que voltarão para libertar a perfeição oculta da natureza, o puro que espera ser libertado do impuro. O arquétipo do Grande Retorno, nota o erudito arturiano Geoffrey Ashe, foi até mesmo aplicado a John F. Kennedy. O Presidente Kennedy foi murmurado durante a década de 1970 ainda estar vivo, embora em estado comatoso devido ao dano cerebral. Ele estava em uma máquina de sustentação da vida em um hospital de Dallas, uma moderna caverna de Arthur, ou em uma ilha grega, como o Avalon do mito arthuriano. Interessantemente, o aspecto feminino deste arquétipo é encontrado na história da donzela Cinderela, a ‘doadora de Ella’, que significa luz. Muito frequentemente Cinderela recebe o nome de Maria ou Mara. O conto de fadas da Branca de Neve, a princesa que beija o príncipe adormecido, é uma outra história de poder da secreta deusa de restaurar o monarca adormecido [ou Moon arch, isto é, o arco da Lua]. De fato este Grande Retorno de um ‘deus adormecido’, o Sol Negro ou oculto, ou Rei Perdido, que um dia despertará e retornará é um arquétipo amplamente difundido. Ele tem sido aplicado ao grego Cronos/Saturno, Satã/Lúcifer das histórias bíblicas, bem como a montaria do cavalo branco, aos Reis Pescadores, Jesus, Buda, Vishnu, Orfeu, e o Rei Pescador da história do Gral, para nomear apenas uns poucos. Não surpreendentemente, encontramos que muitas figuras dos antigos salvadores, incluindo Thoth, Osiris, Buda e Jesus eram chamados de Senhor ou Rei do Terror e que a mitologia deles pode ser rastreada a Tiamat, Tula e o Planeta X. Em suas quartilhas da centúria X:72 Nostradamus previu o retorno do Rei do Terror que ressuscitaria o Rei de Angolmois no sétimo mês, julho ou setembro de 1999. E este rei [e sua rainha?] o núcleo adormecido? Ele acordará e nós ainda não o sabemos? A profecia do Rei do Terror foi cumprida em setembro de 2001? Ou, esta é uma quartilha falha que necessita ser posta na cama de uma vez por todas? Incidentalmente Nostradamus chamou Rei de Terror a Chiren, um nome que foneticamente é igual a Quiron, o nome do meio-homem meio-cavalo e curador da mitologia grega. Como um antigo iniciado alquímico e filho do sul da França, Nostradamus seguramente conhecia a história do Santo Gral. No livro dela ‘O Santo Gral’ Norma Lorre Goodrich fala de um autor francês que reconta sua primeira visão dramática do Gral em seu trabalho ‘Grand-Saint Graal’.
Em 717 de nossa era, um belo e jovem homem fez uma visita a este francês em uma manhã. Depois de uma breve entrevista o jovem e belo homem se curvou e soprou na face do francês fazendo com que a visão deste fosse cem vezes mais forte. Sua visão foi aperfeiçoada por esta harmonia, e o francês foi capaz de reconhecer o jovem homem como nenhum outro que Jesus. Jesus então continuou para dar ao francês um pequenino livro, não maior do que a palma de sua mão [o tarot?] Quando o autor olhou o livro ele viu que estava escrito: “Aqui começa a leitura a respeito do Santo Gral’. Então ele leu: “Aqui começa o Terror. Aqui começam os milagres’. Quando o francês ponderou estes títulos, ele viu um flash de luz. Ele foi instantaneamente iluminado. Deste ponto em diante, ao menos no sul da França, terror, iluminação, Jesus e Santo Gral estão ligados. Este encontro é surpreendentemente a visitação angélica relatada por Nicholas Flamel, que recebeu um livro contendo o segredo da alquimia que transformou em luz. O francês fechou o livro em seu altar. No dia seguinte quando ele foi recuperar o livro ele descobriu para sua surpresa que ele havia desaparecido. Uma voz apareceu e disse a ele para não ficar desapontado. Esta voz ordenou a ele que andasse ao longo de um caminho até que chegasse a Junção das Sete Estradas [as Pleiades?]. Logo portanto, ele chegaria a Grande Cuz que se eleva da Fonte [o centro Galático?]. Em um altar perto da Grande Cruz o francês encontrou o livro desaparecido e de valor incalculável. Foi o próprio Cristo que ordenou que o francês fizesse uma cópia. O livro tornou-se conhecido como ‘Grand-Saint-Graal’. Seu autor nunca foi conhecido. Ele é, contudo, surpreendente como Sir Galahad. Como um sacerdote sagrado, Sir Galahad era o puro cavaleiro que foi o último a observar o Santo Gral. Sir Thomas Mallory, um dos mais celebrados de todos os autores do Gral, pensou que Galahad fosse um descendente direto [através de Guinevere] do próprio Jesus. Daí, Galahad também era um descendente de Salomão, David e Abraão cujo nome do pai era Terah [ ou terror]. No tempo de Abraão terah era entendido como significando ‘Terra’. Porque ela temporariamente roubou a alma de sua liberdade cosmica, a Terra foi chamada Kali-Tali ou Kalitara, a Mãe Terrivel, ou Mãe do Terror. Kali-Tara se tornou o latim Terra, ‘Mãe Terra’. Quando Cristo desperta ou retorna ele sentará no trono do Templo de Salomão reconstruído, originalmente construído pelo Rei de Tiro, que é o Rei do Terror e que foi desmantelado pelo rei Nabucodonosor. Saddam Husseis está competindo por esta posição? Ou alguém mais está? A velocidade perplexante com a qual o nosso mundo tem sido transformado em um lugar de terror e os símbolos do nosso mundo tão importantes. Para usar um termo com o qual muitos estão familiarizados, o nosso mundo nascerá novamente depois deste período, mas primeiramente o terror deve ser transcendido. Este predicamento é o que faz o entendimento das histórias sumérias da criação tão importantes.
O CATACLISMA DE TIAMAT
Enquanto vivia em Apsu EA e sua esposa Damkina criaram Marduk [ o Planeta X ] que mais tarde destruiu Tiamat. Segundo o Enuma Elisha, Tiamat foi grandemente perturbada pela criação de Marduk/Planeta X. Os deuses presuadiram Tiamat que ela deveria vingar a morte de Apsu. Ela criou one satélites, e assumiu a posição de batalha. O Tablete II, dos sete tabletes do Enuma Elisha omeça com as novidades de Tiamat reunindo suas forças de batalha para alcançar EA, que ‘estava espantado e sentado em silêncio’. Para seu pai Anu ou Anshar EA descreve os gigantes cobras de Tiamat, que são: “agudas de dentes e fartas de garras. Ela encheu o corpo delascom veneno em lugar de sangue. Ela ocultou dragões ferozes com raios temíveis e fez com que eles usassem mantos de radiância”. Em resposta Anu exige que EA declare guerra! Embora haja uma lacuna na história que se segue, é presumido que EA atacou TIAMAT e falhou. O pai de EA o seguiu e também falhou. Finalmente, com todos sobre o linha emerge um novo herói: Marduk. é tempo de Marduk salvar o dia. Londe de altruisticamente concordar em salvar sua terra natal, Marduk estabelece uma única condição: se ele tivesse sucesso em derotar Tiamat e salvar a vida deles ele exigia ser elevado a deus supremo. Os deuses concordam. Afinal, quas eram as probabilidades do sucesso dele? Em seu livro ‘O 12i. Planeta” Sitchin interpretea a bataha entre Tiamat e o Planeta X como um confronto gravitacional entre dois planetas. As enormes forças gravitacionais da aordagem de X profundamente afetaram Tiamat. Sob estas forças Tiamat começou a arregalar-se e ter convulsões. X produziu correntes que perturbaram Tiamat. Estas ‘correntes’ parecem ser uma arma espiritual na medida em que elas tem como resultado afastar os deuses, nulificando a proteção deles. A seguir, aprendemos que X ‘ diluiu os vitais de Tiamat’ e ‘bico seus olhos’. Estes ‘vitais’ nota Sitchin podem se referir a atmosfera e sistema de sustentação de vida dela. Seus olhos podem descrever a destruição de seus satélites orbitais, telescóplios ouu ‘olhos’. Cega, Tiamat ‘ seguia em desgosto’. O evento seguinte é arrancar o estômago. Na medida em que X se aproximava de Tiamat pedaços da carne dela estavam sendo arrancados, ou pelas forças gravitacionais ou por algum poderoso armamento. Neste conflito fantástico o armamento primário de X contra Tiamat era uma rede de quatro cantos: os quatro ventos [X] estacionados que de forma alguma ela podia escapar; O Vento Sul, o Vento Norte, o Vento Leste e o Vento Oeste. Perto de seu lado ele mantinha a rede, que foi present4e de seu avô Anu que trouxe o Vento Mau, o Rodamoino e o Furacão.
A descrição de X capturando Tiamat em uma ‘rede’ é muito sedutora. Se lermos esta narrativa na medida em que pensamos que fosse uma antiga história do New York Times, oidemos ter a visão do Planeta X, como um planeta de civilização, habitando no espaço. Os quatro ventos soam notavelmente como uma tecnologia avançada capaz de criar um permanente campo de força no espaço do qual ‘nada pode escapar’. Podemos imaginar o Planeta X, que também foi chamado de ‘Senhor’ e simbolizado como uma cruz de três pregos, fazendo um ‘jardim’ ao colocar o aparelho protetor tridimensional sobre um setor do espaço.
X, o ‘Senhor’, caça Tiamat. Perceba a rede em forma de