Sobre Reversão Geomagnética e Deslocamento de Polos

Sobre Reversão Geomagnética e Deslocamento de Polos

http://thewatchers.adorraeli.com/2011/03/15/about-geomagnetic-reversal-and-poleshift/

postado por  Eye em 15 de março de  2011 nas categorias mudanças climáticas, mudanças na Terra, atividade sismica  e deslocamento de pólos 

 

 

 

Um número crescente de cientistas está começando a se preocupar que isto seja que o deslocamento do pólo magnético pareça estar a caminho, sendo o verdadeiro culpado por trás da mudança climática. Não a poluição aérea causada pelo homem, nem o sol, nem a atividade vulcânica subterrânea aquecendo os oceanos; mas o vagaroso começo de um deslocamento do pólo que tem sido pensado destruir civilizações inteiras no passado e ser uma maior fator nas extinções em massa. A NASA recentemente descobriu e divulgou informação sobre uma violação maior no campo magnético da Terra.

 

Esta violação apenas no campo magnético da Terra é o que está permitindo que os ventos solares entrem na atmosfera da Terra e isso é suficiente para realmente causar confusão no clima. Não apenas esta aceleração do deslocamento do pólo magnético  está mexendo com o clima mas também está tendo maiores efeitos na geopolítica. Estes deslocamentos magnéticos não são apenas capazes de causarem maciças super tempestades globais mas também podem fazer com que certas sociedades, culturas e países inteiros  entrem em colapso, até mesmo irem a guerra uns contra outros.

 

Tudo ainda permanece a ser visto mas a reversão magnética dos pólos da Terra parece estar rapidamente aumentando e está afetando os padrões mundiais de clima. A pergunta real é o quão ruins as coisas poderão se tornar antes que tudo recue para um novo “normal”? Em um tempo da história foi pensado que o Polo Norte fosse a área que é conhecida como Baía de Hudson. Se a Baía de Hudson era a área da última localização do Polo Norte, onde estará a próxima? E o quanto devem piorar as super tempestades globais e alterações climáticas antes que tudo acabe? E podemos parar de culpar uns aos outros por causar isto e trabalharmos juntos para a sobrevivência e manter intacta a civilização?

 

 

 

O Centro Nacional de Dados Geofísicos [NOAA] mantém um conjunto de dados das coordenadas anuais do pólo norte magnético desde 1590 derivado da medições anteriores de logs de navios  até as técnicas dos dias atuais. Note que tem havido montes de relatos de deslocamentos de pólo ultimamente, ao ponto onde o fenômeno esteja realmente causando assuntos do mundo real tais como fechamentos temporários de aeroportos, uma investigação mais profunda esteve em ordem. Depois de transferir dados de 420 anos da posição do pólo Norte do NOAA, configurando-os para se adequarem a uma planilha Excel, acrescentando fórmulas complicadas para determinar a distância exata entre duas séries de coordenadas latitude-longitude, aplicando a fórmula a cada dado apontado na série, e então finalmente plotando tudo em um gráfico visual, está a descoberta alarmante da quantidade de deslocamento de pólo durante os últimos 10 a 20 anos.

 

 

Desde 1860 o deslocamento do pólo magnético tem mais do que dobrado a cada cinqüenta anos. Isto é muito significativo. Durante os últimos 150 anos, o deslocamento do pólo tem sido na mesma direção. Durante os últimos 10 anos o pólo magnético Norte tem se deslocado quase metade da distância total dos últimos 50 anos! Em outras palavras, o deslocamento do pólo magnético tem se acelerado substancialmente. Não é sabido se o deslocamento se acelerará ou alentecerá nos anos a seguir. Alguns dizem que uma reversão do polo é atrasada e este fenômeno poder ser o indicador do início deste processo. .

 

A hipótese do deslocamento do pólo não é para ser confundida com a reversão geomagnética; a reversão periódica do campo magnético da Terra [efetivamente comutando os pólos Norte e Sul]. A reversão geomagnética tem mais aceitação entre a comunidade científica  do que a hipótese do deslocamento do pólo. A hipótese do Polo é quase sempre discutida no contexto da Terra, mas outros corpos no sistema solar podem ter vivenciado uma reorientação axial durante sua existência. A teoria diz que a crosta externa tem se movido várias vezes no passado e se moveria no futuro.

 

Uma reversão geomagnética é uma mudança na orientação do campo magnético da Terra tal que as posições magnéticas Norte e Sul se tornem intercambiadas. O pólo magnético Norte da Terra está a deriva do norte do Canadá em direção a Sibéria com uma taxa atualmente acelerada. É desconhecido se esta “deriva” continuará a se acelerar. A sociedade atual com sua dependência de eletricidade e efeitos eletromagnéticos [isto é, rádio, satélites de comunicação] pode ser vulnerável ás interrupções tecnológicas no evento de uma completa reversão de campo. 

 

 

 

O campo geomagnético da Terra atualmente está passando por uma reversão. Não é sabido quando esta reversão ,estará completa, mas ela já está a caminho e continuará em 2012 e além. O campo está enfraquecendo com conseqüências da irradiação do sol e do espaço profundo. Mas a reversão também significa profundas mudanças dentro da terra com conseqüências de terremotos em lugares onde eles não são comuns e novos vulcões. Durante a reversão podemos vivenciar uma aumentada atividade de terremotos e até mesmo uma tempestade de terremotos. O novos vulcões estão nascendo em vários locais submarinos do Oceano Pacífico agora. A reversão é um produto das mudanças que acontecem dentro da Terra. O núcleo está girando ligeiramente mais rápido do que a crosta que tem sido lentificada pelo efeito da lua por arraste das marés. A rotação diferencial é que gera o campo magnético. Na medida em que o núcleo faz a sua rotação, as linhas do campo magnético se comportam como o que acontece na superfície do sol na medida em que o sol tem diferente rotação do equador ao pólo. A rotação diferencial em ambos os casos estende a linhas do campo magnético de forma que elas rodem feridas em torno do sol e da Terra. Em certo momento em cada caso as linhas do campo magnético se quebram súbita e completamente e o campo se reverte e reconstrói. O fluxo diferencial do sol ocorre muito mais rápido do que o da Terra, de modo que o ciclo magnético ocorra nos ciclos solares a cada 22 anos em média. A Terra demora mais e é aperiódica devido ao enrolamento mais vagaroso e a interação da lua, sol e outros planetas. Típicas reversões de campo podem levar centenas de milhares ou de milhões de anos.  

 

O atual estado da geomagnetosfera é muito caótico sem uma orientação definitiva norte-sul dos pólos. Ao invés, aqui há uma colcha de retalhos de pólos por todos os lugares. Isto é análogo a superfície do sol durante o período de máxima mancha solar onde há muitos campos acoplados a pares de locais solares. O restos do campo principal ainda existem, mas estão enfraquecidos com o pólo magnético sul mais próximo ao equador do que o pólo magnético norte. As imagens de satélites mostram que o campo global tem se quebrado em muitas regiões locais com muitas zonas neutras entre eles onde a radiação solar e cósmica pode chegar sem empecilhos à atmosfera. Em março de 2010 o clima espacial da NASA nos diz duas coisas: a primeira é que o campo magnético da Terra está quase no zero total de força global, quebrado em centenas de pequenos campos acoplados. O sol por enquanto está relativamente quieto segundo o que é observado pela atividade aural sobre a Terra. Estas zonas magnéticas estão continuamente e se deslocando sem mudança de presságio. Parece que o campo estará globalmente neutro por volta de 2012.

 

 

 

Exatamente agora, a Terra está aberta a penetração da radiação ionizante de todas as fontes, mas o clima local solar e o cosmos estão relativamente quietos. Eles não permanecerão assim e é difícil saber antecipadamente quando o evento da radiação virá muito do cosmos. Com o sol, podemos ter um ou dois dias a respeito de um evento próton mas não para os raios gama quando eles nos atingirão no momento em que vemos sinais como ejeção de massa coronal. Quando os campos caóticos estão em sua maior fraqueza é exatamente quando as auras se mostrarão e nos avisarão da radiação ionizante que vem, significando um aumento na radiação que se dirige a uma mudança evolutiva e doenças relacionadas a radiação. 

 

Um sinal dos tempos é o aumento da atividade de terremotos, inclusive em regiões que são consideradas geologicamente estáveis e não sujeitas a terremotos.

 

A magnetosfera da Terra é o que gera os pólos magnéticos da Terra. Ela também nos protege da nociva emanação dos ventos solares e da radiação externa do nosso sistema solar. Isto forra a Terra e se estende para fora da atmosfera. Esse é o porquê a missões a Lua e outros planetas são pragueadas pela radiação mas as missões orbitais são menos.

 

Cientistas sabem que as reversões tem ocorrido muitas vezes no passado. A direção dos grãos magnéticos colocados sucessivamente na crosta da Terra, particularmente no chão dos mares, são uma peça primária de evidência. Quando a rocha é nova e derretida os grãos são livres para se alinharem com o prevalecente campo magnético. Na medida em que a rocha esfria, os grãos se congelam. Na medida em que o solo marinho se expande para fora – no Atlântico – ele é regularmente listrado com a rocha orientado em diferentes direções. Isto indica que os pólos magnético tem se revertido muitas vezes através da história da Terra.

 

A Anomalia do Atlântico Sul [ou SAA] é a região onde o cinturão de radiação interno de Van Allen da Terra faz sua abordagem mais próxima da superfície do planeta. Assim, para uma dada altitude, a intensidade de radiação é maior dentro desta região que em outros lugares. Os cinturões de radiação de Van Allen estão simétricos ao eixo magnético da Terra, que é inclinada em relação ao eixo rotacional da Terra em um ângulo de 11 graus. Adicionalmente, o eixo magnético está deslocado do eixo rotacional em 450 km. Por causa da inclinação e deslocamento, o cinturão interno Van Allen está mais perto da superfície da Terra sobre o Oceano Pacífico Norte.

 

 

Alguns acreditam que a anomalia seja um efeito colateral da reversão geomagnética. Isto pode resultar de um mal entendimento da literatura existente que menciona um enfraquecimento vagaroso do campo geomagnético como uma das várias causas para mudanças nas bordas da SAA desde sua descoberta. O que é verdade é que como o campo geomagnético continua a enfraquecer o cinturão interno de Van Allen fica mais perto da Terra, com um alargamento mensurado do SAA em dadas altitudes. A porção de maior intensidade do SAA vai a oeste em uma velocidade de aproximadamente 0.3 a 0.5 graus por ano e é perceptível nas referências listadas abaixo. A taxa de “deriva” do SAA ETA muito perto da rotação diferencial entre o núcleo da Terra e sua superfície, estimada em 0.3 a 0.5 por ano.

 

É sabido que a SAA está crescendo na extensão e se espalhando na direção oeste do Sul da África, na medida em que o campo magnético interno da Terra se enfraquece rapidamente nesta região. Isto pode ser a evidência inicial  de uma próxima reversão na direção do campo magnético interno da Terra. Não sabemos em detalhes precisamente o que ocorre durante tais reversões, incluindo as mudanças observadas no campo magnético e o tempo que uma reversão leva para se completar. Contudo estes fatores são importantes para saber onde o risco da radiação pode ser aumentado e como a atmosfera possa responder. O campo magnético da Terra tem muitos altos e baixos e reversões em seu passado. A última reversão fio por volta de 800.000 anos atrás. Assim é sabido que a Terra é capaz de regenerar  seu campo e o tem feito na pré-história humana. Compreender o desenvolvimento do SAA pode portanto ser muito importante  para a compreensão do processo de reversão e seu impacto sobre a vida e o meio ambiente natural.  

 

Deslocamentos Polares e Terremotos

 

 

 

O aumento no número de fortes terremotos hoje pode estar relacionado ao fenômeno do deslocamento polar  e ambos são sub-produtos do núcleo mais externo de ferro fervente e turbulento, rolando ao redor de um núcleo de ferro sólido mais externo, tão quente quanto o sol e girando mais rápido do que a rotação do próprio planeta.

 

 

O manto e crosta da Terra estão flutuando no topo de um mar tempestuoso de ferro derretido de condução elétrica que produz o campo magnético do planeta por algo chamado efeito Dínamo. O pólo Norte magnético foi primeiramente localizado em 1831 e tem sido regularmente rastreado até a mais recente mensuração em algum tempo de 2001. Durante este tempo o pólo tem se movido surpreendentemente 1.100 km. De fato, desde 1970 o pólo tem se movido muito mais rápido entre 10 e 40 km anualmente, um aumento incrível de quatro vezes.

 

O deslocamento polar é causado por mudanças substanciais no movimento do núcleo mais externo de ferro derretido.

 

O Dr. Tony Phillips do Science News – a NASA tem afirmado os seguintes detalhes … Aproximadamente 400 reversões de deslocamentos polares tem ocorrido durante os passados 330 milhões de anos enquanto que o intervalo médio entre as reversões durante os recentes tempos geológicos  tem sido por volta de 200 mil anos. A última reversão de campo da Terra ocorreu a 780 mil anos atrás e estamos aparentemente no caminho atrasado. A maioria da evidência reunida pela análise de certos tipos de rocha indicam que um  processo de reversão polar pode levar de 1.000 a mais de 8.000 anos para se completar. Contudo também tem havido relatos do processo se completar  muito mais rápido do que isso; a mais famosa narrativa sendo de medidas tomadas de rocha sob a forma de lava na Montanha Steens, no Oregon, que indicam que o campo magnético tem estado se deslocando mais de seis graus por dia durante um particular deslocamento polar a aproximadamente 16 milhões de anos atrás. Tudo que temos visto aqui a respeito de deslocamento magnético polar e terremotos hoje pode estar relacionado e pode ser os reflexos do que esteja ocorrendo profundamente sob nossos pés.

 

 

 

Quando terremotos maciços rasgam a crosta da Terra, destruindo cidades e matando muitos milhares, os cientistas que tem avisado sobre o relacionamento entre o deslocamento polar em andamento, o núcleo derretido do planeta e as placas tectônica estão lutando para re-verificar seus cálculos.

 

O super-terremoto do Japão que atingiu 9.1 na escala Ritcher e destruiu grande parte da terra a nordeste é um sintoma da crescente devastação reverberando ao redor do globo enquanto o campo geomagnético continua sua incansável urdidura, flutua e muda. O super-terremoto e o super-tsunami  foram gerados por um rompimento gigantesco na crosta da Terra: a placa Norte-americana bateu para cima. A fissura enorme – 150 milhas de comprimento e 50 milhas de largura – fez uma lacuna como uma ferida mortal no leito do mar, mergulhando para baixo nas profundezas do manto quer se desintegra instável.

 

A maioria das pessoas não sabe que as flutuações do campo magnético podem precipitar terremotos e iniciarem estranhos comportamentos em massa de animais – 0 comportamento bizarro como o que foi relatado desde os meses finais de 2010. Ainda que tenha sido demonstrado que alterações na magnetosfera afetam as placa tectônicas da Terra.

A razão pela qual as placas tectônicas são afetadas tem a ver   como como a Terra é construída geologicamente. Primariamente um núcleo de líquido super-aquecido, denso e viscoso da Terra com uma crosta relativamente fina flutuando na superfície – como a crosta rachada de uma torta – é o que compreende as placas tectônicas. Elas estão em movimento constante principalmente devido as maciças correntes profundas dentro do manto do planeta e seu núcleo derretido. As bordas onde duas placas se encontram recebem o nome de falha. As falhas aliviam a titânica pressão interna do planeta. As falhas se afivelam criando montanhas, penhascos e condutos vulcânicos. Algumas falhas são estruturadas diferentemente de outras e exibem qualidades diferentes.   

 

As poderosas correntes de rocha derretida, sob intensa pressão, fervem sob a crosta criando terremotos, vulcões e “deriva” continental. É também o geodínamo que cria o campo magnético da Terra e a interação com a magnetosfera solar pode iniciar as tensões de “deriva” da placa e  o maciço de flambagem e cisalhamento entre as placas chamados de falhas. O movimento ao longo das linhas de falha é chamado de terremoto.

 

O fluxo geomagnético, frequentemente um precursor de poderosos abalos, algumas vezes é acompanhado por harmônicas estranhas: pessoas vêem cores dançando no céu ou ouvem o que soa como música discordante.  As crescentes aberrações do campo magnético – e o aumento nível de atividade do sol – é sintomático da mudança no núcleo da Terra. Uma mudança perigosa. Uma mudança incontrolável. Uma mudança que está levando a possibilidade de desastres cada vez maiores. A atividade vulcânica também aumentará. A evidência existe.  

 

O super-terremoto do Japão foi seguido por dúzias de choques posteriores e então um abalo inteiramente novo sobre uma falha separada no Japão central medindo 6.6 de magnitude. Horas mais tarde um vulcão na Indonésia ao longo da famosa borda do “anel de fogo” do Pacífico explodiu em uma imensa erupção. O campo torcido cria uma harmonia perfeita de catástrofe, morte e destruição.

 

Na medida em que o fluxo no campo magnético da Terra se torna mais errático e a intensidade do campo flutua em um grau maior, a formação de campos energéticos de torção dentro da matriz elétrica podem aumentar. Um campo de torção, definido por A. Akimov, pode se manifestar dentro de um campo elétrico em um estado de fluxo. Eles são distintos campos de energia que podem interagir e afetar energia e matéria. Alguns experimentos tem descoberto evidência que a emanação deles algumas vezes parece exceder a velocidade da luz. Os campos de torção podem mudar a freqüência da luz por raios laser, afetar componentes elétricos, modificar ondas de gravidade e impactar processos biológicos.

 

 

 

 

Além disso os campos de torção podem ir hostis, criar uma resposta em escalada ao girarem obre eles mesmos gerando forças maciças incontroláveis sobre o núcleo derretido que gira através de permutações, episódios de giro errático e pressão. Isso pode ser medido e deduzido pelo fluxo magnético usando supercomputadores. Mas os dados produzidos sempre ao depois do fato e portanto são inúteis como instrumento para previsão. Serve apenas como meio de determinar exatamente o que foi que matou ou deslocou centenas de milhares de pessoas.

 

Enquanto os efeitos do campo se intensificam e o campo geomagnético se torna até mesmo mais errático, mais super-tempestades podem surgir em titãs globais de fúria; mais super-abalos podem ocorrer deslocando linhas costeiras, submergindo ilhas e destruindo regiões inteiras; e mais vulcões podem reiniciar trazendo a morte super aquecida e a destruição da superfície das próprias entranhas da terra.

 

“O que é tão surpreendente é que as mudanças rápidas, quase súbitas, o correm no campo magnético da Terra. Isto sugere que similares mudanças súbitas ocorram no movimento do metal líquido profundamente dentro da Terra que é a razão para o campo magnético da Terra”, disse Nils Olsen, Cientista Senior do DTU Space.

 

O núcleo da Terra consiste de um núcleo interno sólido e um outro núcleo externo líquido aproximadamente 3.000 km abaixo de nossos pés. Os núcleos interno e externo consistem primariamente em ferro e níquel e é o movimento na parte mais externa líquida que cria o campo magnético;  portanto os cientistas podem usar medidas de satélite do campo magnético para descobrir o que está acontecendo no núcleo líquido profundamente dentro da Terra.

 

O campo magnético cerca o planeta como um casulo de força que forma uma barreira contra o vento solar – uma corrente constante mas flutuante de partículas carregadas emitidas pelo sol. Se o campo não estivesse aqui, o vento solar desnudaria quase toda atmosfera, os oceanos ferveriam para o espaço e o planeta não seria capaz de sustentar vida. Marte, cujo campo magnético desapareceu a muito tempo atrás, sofreu este destino. Os campos magnéticos do núcleo e da crosta são fixos para a Terra e assim estão em uma estrutura de rotação. Os campos magnéticos vindos da ionosfera são dirigidos pelos sol e assim eles ficam imóveis em relação aos campos terrestres.

 

 

 

 

 

Mas o campo é complexo e embora o conheçamos desde 1600 – um doutor inglês William Gilbert foi o primeiro a descreve-lo – não entendemos como ele funciona. O campo é composto por vários componentes. Há a contribuição do núcleo derretido, mas como o movimento do líquido gera o campo, é um completo mistério. Uma outra contribuição vem das minerais naturalmente magnéticos na crosta da Terra; tais como minas de ferro e níquel e certas rochas vulcânicas. A ionosfera – camada de gases ionizados na atmosfera de 60 a 500 km acima da superfície do planeta – também gera um campo magnético que contribui para o todo. Por último, e ainda mais surpreendentemente, os oceanos, compostos da água salgada condutiva, geram um campo magnético na medida em que suas correntes movimentam a água através da superfície do planeta.

 

Está se tornando crescentemente importante compreendermos mais sobre o campo magnético: primariamente. Ele é responsável pela nossa continuada existência mas também porque mais e mais a tecnologia em que nós confiamos depende disso. O campo protege as comunicações, posicionamento global e satélites de observação da Terra dos ventos solares. Ele também pode ser responsável pelos aspectos do clima.

 

 

Há evidência que isso aconteceu no passado e esta teoria pode expicar muitas coisas que permanecem um mistério. Há algumas teorias sobre como isso possa acontecer a seguir.

 

Importante construção de massa nos pólos

 . continentes a deriva

. um asteróide atinge a Terra

. um grande objeto/planeta fora do sistema solar se aproxima da Terra

. algo como um vulcão de super tamanho de forma longe do equador

 

Este é um processo que podemos ver acontecendo. O único meio drástico que isso pode acontecer é um asteróide atingindo a Terra ou um grande objeto/planeta se aproximando da Terra. Quanto ao asteróide, a NASA está monitorando objetos próximos a Terra e tenho certeza que estão fazendo um bom trabalho. Quando a aproximação de um planeta, está claro que existe pessoas fazendo referências a Elenin/Planeta X/Nibiru. Não existe uma ligação clara entre 2012 e um deslocamento físico de pólo devido a mudança na gravidade que sustenta nosso sistema solar do modo que ele é. Há também uma possibilidade de um asteróide atingir a Terra. Há também uma ligeira possibilidade de um deslocamento de pólo e reversão magnética a cada dia, mas a vida continua.   

 

Em 2011 os cientistas anunciaram que o pólo Norte magnético estava se movendo mais rápido do que o esperado, mudando de posição em uma taxa de 40 milhas por ano e agora mensurações recentes sugerem que o movimento pode estar se acelerando. Contudo, no passado, os deslocamentos de pólo magnético não tem sido associados a extinções em massa ou rebeliões geológicas. Quando o campo está no fluxo, há maiores interrupções em coisas tais como navegação, e nos animais e aves migratórias que dependem do campo para encontrarem sua rotas, se o campo magnético for comprometido. Ejeções de massa coronal solar ocorrendo enquanto o campo esteja fraco seriam uma assunto para séria preocupação, mas o campo nunca desaparece inteiramente e a atmosfera da Terra também fornece algum escudo. Uma maior ejeção de massa coronal do sol atingindo a Terra durante a fase inicial de uma reversão seria uma situação de crise, contudo, e exigiria um cuidadoso gerenciamento.  Não é sabido se o campo escorrega dentro do fluxo vagarosamente ou se ele alcança seu “ponto de virada” e subitamente torna-se caótico. A maioria da opinião científica é que isso aconteça vagarosamente com o Norte magnético movendo-se para uma latitude de aproximadamente 40 graus do verdadeiro Norte antes de se tornar tão distorcido que perca sua forma. Até mesmo depois que isso acontece ele não parece desaparecer inteirament4e, mas se torna mais fraco com os pólos aparecendo aleatoriamente em diferentes lugares. O movimento do campo magnético está relacionado ao movimento do núcleo da Terra, mas um novo estudo sugere que sua súbita e crescente aceleração seja devida ao derretimento da cobertura da Groenlândia. As reversões podem começar e então serem abortadas, como aconteceu a 10.000 anos atrás.

 

Depopulação de um Planeta

Depopulação de um planeta

http://www.bibliotecapleyades.net/sociopolitica/esp_sociopol_depopu01.htm#inicio

Rick Martin

 

Parte I

Perspectiva Histórica
11/19/95

 

 

Muitos escritores tem falado de planos intencionais de certas elites para reduzir a população mundial; este é um tema recorrente entre os chamados ‘teóricos da conspiração’.

 

Há freqüentes referências aos ‘comedores inúteis’, o que inclui uma parcela expressiva da humanidade. A maioria deles, quando ouvem sobre os complôs para depopular o planeta, simplesmente dizem sob suas respirações, ‘Sim, certo” ou mais frequentemente 4enquanto sacodem as cabeças, ‘Vocês estão malucos’.

 

Mas quando há um exame cuidadoso dos escritos de autores proeminentes deste século, as peças do quebra-cabeças certamente se encaixam – peças que sustentam a afirmação que há certos indivíduos, se não governos inteiros, que tem implementado um programa de genocídio global em um esforço de salvar e proteger ‘recursos’.

O que vocês lêem nesta série sobre a Depopulação de um Planeta são escritos selecionados de uma ampla variedade de pontos de vista comparados e inclinações políticas. Estarei utilizando os próprios documentos deles, as próprias palavrs deles, para tecer um tecido que, no fim, será a tapeçaria de clareza inegável para aqueles com olhos de ver.

Sem o fundamento histórico sobre o qual embasar o entendimento, a escrita dos atuais esforços para a depopulação, através do uso de vírus e micro-organismos, tudo teria menor importância. Então, por favor, esteja conosco enquanto lê e chegaremos juntos. Entendo que algum deste material inicial possa parecer árido, mas é importante para um entendimento mais amplo desse aunto crítico e oportuno.

 

 THOMAS MALTHUS

Thomas Robert Malthus foi uma pessoa da Igreja Estatal Inglesa e um economista que viveu no período de 1766-1834. Ele é mais conhecido por seu escrito Um Ensaio Sobre o Princípio da População publicado em 1798.

 

Sua idéia principal é que a população aumenta mais rapidamente do que os suprimentos de alimentos. Então, ele afirmava, sempre haveria mais pessoas no mundo a serem alimentadas do que o possível e as guerras e doenças seriam necessárias para matar a população extra.

Malthus não afirma ser a origem dessa idéia embora ela tenha vindo a ser conhecida como Teoria Malthusiana. Ele baseou seu argumento nos trabalhos de Condorcet, David Hume, Adam Smith, Defoe, Sir James Steuart, Townsend, Franklin e outros. O Ensaio de Malthus sugeriu a Charles Darwin o relacionamento entre o progresso e a sobrevivência dos mais aptos. Esta foi a idéia básica da teoria da evolução de Darwin. 

GEORG WILHELM HEGEL

Voltando a Nova Eciclopédia Amercana lemos:

Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831), Filósofo alemão do idealismo que teve uma enorme influência no pensamento e história dos séculos XIX  e XX. Durante sua vida ele era famoso por suas palestras profissionais na Universidade de Berlim e ele escreveu sobre lógica, ética, história, religião e estética.

 

A principal caraterística da filosofia de Hegel era o método dialético pelo qual uma idéia [tese] era desafiada por seu oposto [antítese] e as duas se reconciliavam em uma terceira idéia [síntese] que reunia as duas. Hegel encontrou este método nos trabalhos da mente, como um procedimento lógico, e nos trabalhos de história do mundo, nos quais para Hegel eram o processo do desenvolvimento e realização do World Spirit(Weltgeist).

 

Os principais trabalhos de Hegelforam Fenomenologia da Mente (1807) e Filosofia do Direito (1821). Seu mais importante seguidor foi Marx.”

 

No livro editado por Carl J. Friedrich intitulado A Filosofia de HegelHegel escreve  em A Filosofia da História,

“Na filosofia cristã Deus se revelou, dando ao homem o conhecimento do que Ele é de forma a não ser mais isolado e secreto. Com esta possibilidade de conhece-Lo, Deus tem nos imposto o dever de conhece-Lo. O desenvolvimento do espírito pensamento, que tem se iniciado desta base, da revelação do Ser Divino, deve por último progredir ao ponto onde o que foi inicialmente apresentado ao espírito em sentimento e imaginação é comprendido pelo pensamento.  Se tem ou não chegado o tempo de alcançar este conhecimento depende se ou não o termo final do mundo tem entrado em uma realidade verdadeira de modo geralmente válido e consciente”.

 

Hegel conclui com,

“A História Mundial, com todo drama cambiante de suas histórias, está no processo do desenvolvimento e realização do espírito. É a verdadeira Teodicidade, a justificativa de Deus na história, Somente este insight pode reconciliar o espírito com a história mundial e a realidade atual, o que tem acontecido, e está acontecendo todo dia, não é apenas sem Deus mas é essencialmente o trabalho de Deus”. 

 

Em seu trabalho Uma História da Filosofia OcidentalBertrand Russell  escreve,

“Por todo o inteiro período depois da morte de Hegel, a maioria da filosofia acadêmica permaneceu tradicional, e portanto não muito importante. A filosofia impericista britânica foi dominante na Inglaterra até quase o fim do século e na França até um tempo pouco menor; então, gradualmente Kant e Hegel conquistaram as universidades francesas e inglesas bem como os professores da filosofia técnica” 

 

Russell continua,

 

“[Condorcet 1743-1794]… foi também o inventor da Teoria da População de Malthus, que, contudo, não deu a ele as sombrias conseqüências que deu a Malthus, porque ele a aciplou à necessidade de controle da natalidade. O pai de  Malthus foi um discípulo de Condorcet, e foi desse modo que Malthus veio a conhecer a teoria”.  

 

De Hegel, Russell escreve em parte,,

“Hegel não significava apenas isso, em algumas situações, uma nação não pode corretamente evitar de ir à guerra. Ele significa muito mais do que isso. Ele é oposto a criação de instituições – que evitariam tais situações se elevarem, porque ele pensa que seja uma boa coisa haver guerras de tmpos em tempos. A guerra, diz Hegel, é a condição na qual levamos seriamente a vaidade das coisas e bens temporais. [Esta visão é para ser contrastada com a teoria oposta, de que todas as guerras têm causas econômicas] . A guerra tem um valor moral positivo:”A guerra tem a mais alta importância se através dela a saúde moral das pessoas está preservada na sua indiferença na direção de estabilizar determinações finitas.” 

 

Ainda citando Bertrand Russell, “Os Radicais Fiolsóficos” eram uma escola de transição.

 

O sistema deles deu nacimento a dois outros, de mais importância do que o deles, chamado Darwinismo e Socialismo.  O Darwinismo foi uma aplicação a inteira vida animal e vegetal da Teoria da População de Malthus que é part integral da política e economia dos Benthamitas – ima competição livre global, na qual a vitória vem dos animais mais se assemelharem a capitalistas bem sucedidos.

 

O próprio Darwin foi influenciado por Malthus, e estava em geral simpatia com os Filósofos Radicais. Contudo, havia uma grande diferença entre a competição admirada pelos economistas ortodoxos e a luta pela sobrevivência que Darwin proclamou ser omotivo da evolução. A “competição livre” na economia ortodoxa é uma concepção muito artificial encoberta por restrições legais.

 

Você pode vender por menos que um competidor, mas não pode mata-lo. Você não pode usar as forças armadas do Estado para lhe ajudarem a obter melhores produtos estrangeiros manufaturados. Aqueles que não têm a boa sorte de possuir capital não devem buscar melhorar sua condição pela revolução.

 

A ’livre competição’ como é compreendida pelos Benthamitas, não era realmente livre. A competição darwiniana não era esta de tipo limitado, não havia regras contra bater abaixo da cintura. A estrutura de leis não existe entre animais nem a guerra é excluída como um método competitivo.

 

O uso do Estado para assegurar a vitória na competição era contra as regras como concebidas peols Benthamitas, mas não pode ser excluída da luta darwiniana. De fato, embora o próprio Darwin fosse um liberal, e embora Nietzsche nunca o tenha mencionado exceto com desprezo, a Sobrevivência dos Mais Aptos de Darwin levou, quando cuidadoamente assimilada, a algo muito mais parecido com a filosofia de Nietzsche do que com a de Bentham.

 

Esses desenvolvimentos, contudo, pertencem a um período posterior, já que Origens das Espécies de Darwin foi publicado em 1859 e sua implicações políticas não foram inicialmente percebidas.”

 

 KARL MARX


Em seus escritos de 1843 sobre Os Manuscritos  Kreuznach: Crítica a Filosofia do Direiro de Hegel Karl Marx diz:

 

“A Democracia é a verdade da monarquia; a monarquia não é a verdade da democracia. A Momarquia é forçada a ser democracia como um próprio non sequitur dentro de si mesma, embora o momento monárquico não seja non sequitur dentro da democracia. A democracia, pode ser entendida em seus próprios termos; a monarquia não pode. Na democracia nenhum de seus momentos adquire um significado outro do que aquele que é apropriado a ela. Cada um realmente é um momento dentro do inteiro demos. Na monarquia, uma parte determina o caráter do todo. A inteira constituição tem que tomar forma desta firme fundação. A democracia é o tipo ou espécie de constituição. A monarquia é uma variedade e de fato, uma variedade má. Domocracia é “forma e conteúdo”. A monarquia é suposta ser apenas forma mas falsifica o conteúdo.

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“Na monarquia, o todo, o povo, é submetido a um de seus modos particulares de existência, aquele da constituição política. Na democracia, por outro lado, a própria constituição aparece como única determinação, e de fato, como auto-determinação  do povo. Na monarquia temos o povo da constituição e na democracia temos a constituição do povo.

 

A Democracia é o enigma de todas constituições resolvido. Na democracia a constituição é sempre baseada em sua real fundação, no homem real e no pov o real, não nela mesma, segundo sua essência, mas na sua existência e realidade; é postulada como autônoma. A constituição é vista como ela é, um produto livremente criado do homem.

 

Podemos dizer que em alguns aspectos isto também é verdade da monarquia constitucional, mas o que especificamente diferencia a democracia é o fato que na democracia a constituição é o único momento particular na existência do povo e que a constituição política por si só não constitui o Estado..

“Hegel começa com o Estado e torna o homem dentro do Estado subjetivizado, a democracia começa com o homem e torna o Estado objetivisado dentro do homem. Exatamente como a religião não cria o homem mas o homem cria a religião, assim a contituição não cria o povo mas o pov o cria a constituição. Em certos aspectos, a democracia sustenta a mesma relação a todas as outras formas de Estado como o cristianismo sustenta todas as outras religiões. O cristianismo  é uma religião por excelência, o home deificado como uma particular religião.

 

Similarmente, a democracia é a essência de toda constiuição, é o homem socializado como uma constituição particular. A democracia está relacionada a outra instituições como um espécie está relacionada a suas variedades. Mas na democracia a própria espécie parece como uma forma particular de existência, como portanto aquele que se parece como um tipo particular de vis-a-vis  outra existências individuais que não correspondem a sua essência.

 

A democracia é o Velho Testamento em relação a todas a outras formas de Estado.  O homem não existe pela lei, mas a lei existe pelo homem. Na democracia a lei é a existência do homem, enquanto em outras formas de Estado o homem é a existência da lei. Ete é o marco fundamental distintivo da democracia”.

 

Marx conclui,

“Em todos Estados outros do que a democracia, o Estado, a lei, a constituição é dominante sem realmente dominar, isso é, sem penetrar materialmente o conteúdo das remanescentes esfers não políticas: na democracia a constiuição, a lei e o próprio Estado como uma constituição política é apena uma auto-determinação do povo, um conteúdo particular dele.

“Incidentemente, é auto-evidente que todas as formas de Estado têm a democracia como sua verdade, e são portanto não verdadeiras na medida em q2ue são não democráticas.”

 

Em uma correspondência de 1843, que foi uma troca de cartas entre Marx, Ruge e Bakunin a respeito das perspectivas de emancipação social e política, Marx escreve, 

 

“A auto-estima e a liberdade do homem devem ser despertadas mais uma vez no coração desses homens. Somente este sentimento, que desapareceu do mundo com os gregos e desapareceu em névoas azuis do paraíso com o cristianismo, pode mais uma vez transformar a sociedade em uma camaradagem de homens trabalhando para seus mais altos propósits, um Estado democrático.

“Estas pessoas, por outro lado, que não se sentem se tornarem homens apêndices de seus mestres, como um rebanho de escravos ou cavalos. Os mestres hereditários são o ponto desta inteira sociedade. Este mundo pertence a eles. Eles o tomam como é e como isso se sente. Eles e tomam na medida em que se acham e permanecem onde seus pés tem crescido, sobre os pescoços daqueles animais políticos que não conhecem outro destino do que serem sujeitados, leais a serviço de seus mestres.

“O mundo de Filistinos e um reino político de animais; se temos que reconhecer sua existência então não temos alternativa além de simplesmente aceitar o status quo. Séculos de barbarimo criaram e formaram isso e isto agora existe como um sistema consistente, cujo princípio é o mundo desumanizado. O perfeito mundo de Filistina, nossa Alemanha, naturalmente tinha que defasar muito atrás da Revolução Francesa, que restaurou o próprio homem.

 

Um Aristóteles alemão que tiraria sua política de nossa condições escreveria na primeira página:

’O homem é um animal social mas completamente apolítico”.

 

Marx continua,

“Com certeza, nas vezes quando o Estado político como tal nasce, violentamente, da sociedade civil, quando homens lutam para se libertar sob a forma de auto-libertação política, o Estado deve prosseguir para abolir e destruir a religião. Mas ele somente o faz no modo que abole a propriedade privada, estabelecendo um máximo, aravés de confisco ou tributação progressiva, exatamente como ele aboliu a vida ao estabelecer a guilhotina.

 

Em momentos quando a vida política tem um sentimento especialmente forte  de sua própria impostãncia, ela busca reprimir seus presupostos, a sociedade civil e seus elementos, e se constituir como uma vida-espécie real e harmoniosa do homem. Ela só pode fazer isso ao entrar em violenta contradição com suas próprias condições de existência; ela só pode fazer isso declarando a revolução como sendo permanente e o drama político portanto necessariamente termina com a restauração da religião, da propriedade privada e de todos os elementos da sociedade civil exatamente como a guerra termina com a paz…

“Como temos mostrado, então, esta emancipação política da religião deixa que a religião permaneça, até mesmo se não como religião privilegiada. A contradição na qual se acha o seguidor de uma religião específica em relação a sua cidadania é apenas um aspecto da contradição universal secular entre o Estado político e a sociedade civil. A consumação de Estado cristão como um Estado que se reconhece como Estado e se abstrai da religião de seus membros. A emancipação do Estado da religião não é a emancipação do homem real da religião”.

 

Em Capital, Marx escreve,

A população trabalhadora portanto produz, ao longo da acumulação de capital produzido pelo trabalho, os meios pelos quais isso mesmo é  feito relativamente surpéfluo, que se transforma em um relativo excedente de população, e ao fazer isso o faz em uma extensão crescente.Esta é a lei peculiar ao modo capitalista de produção e de fato um modo muito específico de produção que tem suas leis específicas de população, histricamente validas apenas dentro de seus próprios limites.

 

Uma lei abstrata de população existe para plantas e animais somente, e apenas na medida vem que o homem não interfira com eles. 

Bertrand Russell escreve em A História da Filosofia Ocidental  ,

“A filosofia da história segundo Marx é uma mistura das economias de Hegel e britânica. Como Hegel, ele pensa que o mundo se desenvolve de acordo com uma fórmula dialética, mas discorda totalmente de Hegel quanto a força motora deste desenvolvimento. Hegel acreditava em uma entidade  mítica chamada Espírito, que faz com que a história humana se desenvolva segundo estágios da dialética como estabelecido na lógica de Hegel. Porque o Espírito iria por estes estágios não está claro. Pode-se tentar supor que o Espírito esteja tentando compreender Hegel, e que cada estágio a grosso modo objetifica o que tem sido lido. A dialética de Marx nada tginha desta qualidade exceto a inevitabilidade. Para Marx, a matéria e não o Espírito, é a força motora. Mas é uma matéria em um sentido peculiar daquela que estamos considerando, não a matéria completamente desumanizada dos atomicistas. Ito significa que, para Marx, a força motora é realmente uma relação entre o homem e a matéria, do que a parte mais importante é seu modo de produção. Deste modo, o materialismo de Marx, na prática, se torna economia.

 

A SOCIEDADE FABIANA

Em um de seus Ensaios Fabianos [a Sociedade Fabiana], intitulado Economia, George Bernard Shaw escreveu o seguinte em 1889,

 

“Toda análise econômica começa com o cultivo da terra. Para o olho da mente do astrônomo a Terra é uma bola girando no espaço sem motivos ulteriores. Para o olho corpóreo do cultivador primitivo, ela é uma vasta planície verde, da qual, ao usar uma enxada nela, o trigo e outros materiais comestíveis podem ser trazidos à primavera”.

Shaw continua,

“Foi o aumento da população que disseminou o cultivo e a civilização do centro da linha de neve, e por final forçou os homens a se venderem aos senhores do solo: esta é a mesma força que continua a multiplicar homens quando seus valores de troca fracassam vagarosamente e certamente até desaparecerem juntos – até mesmo quando escravos negros como bens móveis são libertados quando não valia mais a pena os manter em uma terra onde homens de todas as cores estavam sendo tidos por nada. Esta é a condição de nossos trabalhadores ingleses hoje: eles não são até mesmo terrivelmente baratos, eles são sem valor e podem ser tidos por nada’. 

 

Sobre super-população Shaw escreve,

“A introdução do sistema capitalista é um sinal que a exploração do trabalhador recebendo um salário apenas para subsistência tem se tornado uma principal arte de vida entre os acionistas de direitos de inquilinos. Isso também produz uma promessa  ilusória de emprego infindável que cega o proletariado para aquelas conseqüências desastrosas da multiplicação rápida que são óbvias para o pequeno agricultor e o proprietário camponês. Mas de fato quanto mais vocês degradam os trabalhadores, roubando deles todo prazer artístico, e todas as chances de respeito e admiração de seus companheiros, mais vocês os jogam de volta, imprudentes, a um prazer e um laço humano deixado para eles – a gratificação de seu instinto para o produção de frescos suprimentos de carne humana. Vocês aplaudirão este instinto como divino até que o último suprimento excessivo se torne um incômodo: então vem uma praga de homens, e vocês subhitamente descobrem que o instinto é diabólico e começam a gritar “super população”.

 

Mas seus escravos estão além de se importarem com seus gritos: eles cruzam como coelhos; e a pobreza de sua prole é feita de sujeira, feiúra, desonestidade, doença, obscenidade, bebedeira e assassinato. No meio das riquezas que o trabalho deles é roubado para vocês, a miséria deles se eleva também e sufoca vocês. Sua retirada em desgosto para a outra extremidade da cidade afastando-se deles; vocês indicam carruagens especiais em nossas ferrovias e assentos especiais em suas igrejas e teatros longe deles; vocês estabelecem suas vidas a parte da deles por cada barreira de classe que vocês imaginem; e eles formam um enxame a sua volta; suas faces ficam estampadas com seu nojo e suspeita habitual deles;seus ouvidos estão tão cheios com a linguagem do mais vil neles que você respira isso quando perde o auto-controle: eles envenenam sua vida tão sem remorso quanto vocês sacrificaram a deles impiedosamente. Vocês começam a acreditar intensamente no diabo. Então vem o terror da revolta deles; a perfuração e armar de corpos deles para conter o restante; a prisão, o hospital, paroxismos de frenética coação seguidos de paroxismos de caridade frenética. E neste meio tempo a população continua a aumentar!”  

 

 

GEORGE ORWELL

No clásico de George Orwell Animal Farm, ele escreve,

 

“Agora camaradas, qual é a natureza desta vida nossa? Vamos encarar isso: nossas vidas são miseráveis, laboriosas e curtas.  Nascemos, recemos alimento apenas para manter alento em nossos corpos, e aqueles de nós que são capazes disso, são forçados a trabalhar até o último átomo de nossa força; e no mesmo instante que a nossa utilidade chega ao fim somos mortos com horrível crueldade. Nenhum animal na Inglaterra conhece o o significado de felicidade ou lazer depois de um ano de idade. Nenhum animal na Inglaterra é livre. A vida de um animal é miséria e escravidão; esta é a plena verdade.  Mas isto é simplesmente parte da ordem da natureza? Este é o porquê destqa terra nossa ser tão pobre que não pode sustentar uma vida decente para aqueles que a habitam?  Não, camaradas, mil vezes não! O solo da Inglaterra é fértil, seu clima é bom, ele é capaz de fornecer comida em abundância para um número imensamente maior de animais do que o daqueles que agora o habitam. Esta única fazenda nossa suportaria uma dúzia de cavalos , vinte vacas, centenas de carneiros – e todos eles vivendo em um conforto e dignidade que quase está além de nossa imaginação. Porque então continuamos nesta condição miseráved? Quase o inteiro produto de nosso trabalho é roubado de nos pelos humanos.  Lá, camaradas está a resposta para os nossos problemas. Isto se resume em uma única palavra – o homem. O homem é o único inimigo que temos. Tire o homem de cena e a raiz e causa da fome e excesso de trabalho é abolida para sempre.

 

“O homem é a única criatura que consome sem produzir. Ele não dá leite, não pôe ovos, é fraco demais para puxar o arado, não pode correr rápido o suficiente para pegar coelhos. Ainda que seja o senhor sobre todos os outros animais.Ele os coloca para trabalhar e dá a eles o mínimo para não morrerem de fome   e o resto guarda para ele mesmo. Nosso trabalho lavra o solo, nosso estrume o fertiliza, e ainda que nem um de nós possua mais do que a própria pele. Vocês vacas que estão diante de mim, quantos litros de leite produziram durante o últgimo ano?  E o que aconteceu com o leite que devia estar alimentando seus resistentes bezerros? Cada gota desceu pela garganta de nossos inimigos. E vocês galinhas, quanto ovos puseram no último ano e quanto destes ovos chocaram?  O resto todo foi para o mercado para trazer dinheiro para Jones e seus homens.

 

E você, Clover, onde estão os quatro potros que você teve, que deveriam ter sido o suporte e o prazer de sua velhice? Cada um foi vendido com um ano d idade – você nunca verá qualquer  um deles novamente. Em troca de seus quatro confinamentos e todo seu trabalho no campo, o que você tem exceto as magras rações e um estábulo?

“E até mesmo com as vidas miseráveis que vivemos não nos é permitido alcançar nosso tempo natural de vida. Eu tenho doze anos e tenho tido 400 filhos. Tal é a vida natural de um porco. Ma nem um só animal escapa afinal da faca cruel. Vocês jovens porquinhos que estão sentados na minha frente,  cada um  estará gritando  suas vidas dentro de um ano. Para todo horror que todos nós devemos chegar – vacas, porcos, galinhas, carneiros, todos. Até mesmo cavalos e cachorros não tem destino melhor.

 

Você, Boxer, no mesmo dia que seus grandes músculos perderem sua energia, Jones o venderá ao açougueiro que cortará sua garganta e daráaos cães de caça. Quanto aos cachorros, quando ficarem velhos e sem dentes, Jones colocará uma pedra em seus pescoços e os afogará no poço mais Então não está claro como cristal, camaradas, que todos os males dessa vida vem da tirania dos seres humanos? Somente ficando livres dos homens o produto do nosso trabalho será nosso. Quase do dia para noite nos tornaremos ricos e livres. O que então devemos fazer? Porque, trabalhar noite e dia, corpo e alma para derrubar a raça humana. Esta é a mensagempara vocês, camaradas, Rebelião!

 

Não sei quando a Rebelião virá, pode ser uma semana ou uma centena de anos, mas sei, certamente como vejo esta palha sob o meu pé, que mais cedo ou mais tarde a justiça será feita. Fixe seus olho nisso, camaradas, por todo resto curto de nossas vidas!  E acima de tudo passe esta minha mensagem para aqueles que virão depois de vocês para que as futuras gerações possam levar adiante a guerra até serem vitoriosas. E lembrem-se camaradas, sua resolução nunca deve esmorecer. Nenhum argumento deve afastar vocês. Nunca ouça quando eles lhe disserem que os homens e os animais tem um interesse comum, que a prosperidade de um é a do outro. É tudo mentira. O homem não serve aos interesses de nenhhum criatura além dele mesmo. E entre nós animais há uma perfeita unidade, perfeita camaradagem na luta. Todos os homens são inimigos. Todos animais são camaradas.” 

ALDOUS HUXLEY

No prefácio de 1946 [segunda edição] da novela clássica Bravo Novo Mundo  primeiro publicada em 1932, o autor Aldous Huxley escreve,

 

De fato não existe qualquer razão porque os novos totalitários devam se assemelhar aos velhos. O governo por clubes e esquadrões de fogo, pela fome artificial, prisão em massa e deportação em massa não ,é meramente desumano [ninguém  hoje em dia se importa muito com isso] mas demostravelmente é ineficiente e numa era de tecnologia avançada, a ineficiência é o pecado contra o Espírito Santo. Um Estado totalitário realmente eficiente seria um no qual os todo poderosos executivos dos patrões políticos e seu exército de gerentes controlam uma população de escravos que não têm de ser coagidos porque amam sua servidão. Fazer com que eles a amem é a tarefa designada, nos Estados totalitários dos dia atuais, para os ministros da propaganda, editores de jornais e professores de escola. Mas seus métodos são crus e não científicos. A velha bravata Jesuíta que se eles fossem escolarizar as crianças eles poderiam responder as opiniões religiosas do homem, era produto de um pensamento voluntarioso.  E o pedagogo moderno é provavelmente bem menos eficiente em condicionar o reflexo de seus pupilos do que os padres reverendos que educaram Voltaire. Os maiores triunfos da propaganda têm sido realizados, não por fazer algo, mas por se refrear de fazer. Grande é a verdade, mas ainda maior, de um ponto de vista prático, é o silêncio sobre a verdade. Ao simplesmente não mencionar certos assuntos, ao baixar o que Mr. Churchill chama de “cortina de ferro” entre as massas e tais fatos ou argumentos que os patrões locais  vêem como indesejáveis, os propagandistas totalitários tem influenciado a opinião muito mais efetivamente do que o poderiam ter feito pelas mais eloqüentes denúncias, as mais compelentes contestações lógicas.

 

Mas o silêncio não é o bastante. Se a perseguição, a liquidação e outros sintomas de atrito social devem serb evitados, os lados positivos da propaganda devem ser tão efetivos quanto negativo. O mais importante Projeto Manhattan do futuro serão os vastos inquéritos patrocinados pelo governo os quais os políticos e cientistas participantes chamarão “o problema da felicidade” – em outras palavras, o problema de fazer as pessoas amarem sua servidão. Sem segurança econômica, o amor á servidão não pode possivelment vir a exisrtência, por amor da brevidade. Presumo que os todo podreosos executivos e seus gerentes  terão sucesso em resolver o problema da segurança permanente. Mas a segurança tende a muito rapidamente ser tomada como garantia. Sua obtenção é meramente uma revolução superficial e externa. O amor à servidão não pode ser estabelecido  exceto como resultado de uma profunda e pessoal revolução nas mentes e corpos humanos. Para trazer esta revolução precisamos, entre outras coisas, das seguintes descobertas e invenções:

 

Primeiro, uma técnica grandemente aperfeiçoada de sugestão – através do condicionamento infantil e mais tarde, com a ajuda de drogas, tais como escopolamina.

  • Segundo, uma ciência completamente desenvolvida das diferenças humanas, capacitando os gerentes do governo a designar a um dado indivíduo seu lugar apropriado na hierarquia social e econômica [pinos redondos em buracos qauadrados tendem a ter pensamentos perigosos sobre o sistema social e infectar  outros com seu descontentamento].
  • Terceiro [desde que a realidade, contudo utópica, é algo na qual a pessoas sentem a necessidade de tirar bons e freqüentes dias de descanso], um substituto para o álcool e outros narcóticos, algo a uma vez menos nocivo e mais doador de prazer do que o gim ou a heroína.
  • E quarto [este seria um projeto a longo prazo, que levaria gerações de controle totalitário para chegar a uma conclusão bem sucedida] um sistema a prova de falhas de eugenia, destinado a padronizar o produto humano e assim facilitar a tarefa dos gerentes.

 

Em Bravo Novo Mundo  a padronização do produto humano tem sido levada ao extremos fantásticos mas não talvez impossíveis. 

 

Técnica e ideologicamente ainda temos um longo caminho até bebês engarrafados e grupos Bokanovsky de semi-idiotas. Mas nos tempos muito adiante quem sabe o que pode estar acontecendo?

 

Enquanto isso as outras feições características de um mundo mais feliz e mais estável – os equivalentes de soma e hipnopedia e o sistema de castelo científico – estão provavelmente não mais do que a três gerações a frente. Nem mesmo a promiscuidade sexual de Bravo Novo Mundo parece tão distante. [permita-me lembar que foi escrito em 1946] .

 

Já existem certa cidades americanas nas quais o número de divórcios é igual ao número de casamentos. Em poucos anos, sem dúvida, licenças de casamento serão vendidas como licenças de cachorros, boas para um período de doze meses, sem qualquer lei contra trocar cachorros ou manter mais de um animal de cada vez. Na medida em que diminui a liberdade política e econômica, a liberdade sexual tende a aumentar compensatoriamente. E o ditador [a menos que ele precise de disparadores de canhão e famílias que colonizem territórios vazios ou conquistados]  fará bem em encorajar tal liberdade. Em conjunção com a liberdade para sonhar acordado sob a influência de dopar e filmes e rádio, isso ajudará a reconciliar seus sujeitos com a servidão que é o seu destino.

“Todas as coisas consideraram como se olhasse através da Utopia e estivessem mais distantes de nós do que ninguém, apenas quinze anos atrás, do que pode ter imaginado. Então, projetei isso seiscentos anos no futuro. Hoje parece bem possível que o horror pode estar sobre nós dentro de um único século. Isto é, refreamos de nos explodir em pedacinhos no intervalo. 

 

De fato, a menos que escolhamos decentralizar e usar ciência aplicada, não como fim para os quais os seres humanos estão a fazerem os meios, mas como meios para produzir uma raça de indivíduos livres, temos apenas duas alternativas para escolher uma:

  • Ou um número de totalitarismos nacional e militarizado tendo como sua raiz o terror da bomba atômica e como conseqüência a destruição da civilização [o estado de guerra é limitado; a perpetuação do militarismo]
  • Ou um totalitarismo supra-nacional chamado à existência pelo caos social resultante do rápido progresso tecnológico em geral e da revolução atômica em particular, e desenvolvimento, sob a necessidade de eficiência e estabilidade, em um bem estar-tirania de Utopia. Você paga o seu dinheiro e faz sua escolha”.

 

Mark Twain em The Mysterious Stranger escreve,

“E ao que ele deseja ser equivalente?” disse Satã, com sua risada maligna. “Nada afinal. Você nada ganha; você sempre vem de onde vai. Por um milhão de anos a raça tem ido monotonamente propagando-se e monotonamente reformando sua falta de lógica maçante para qual fim? Nenhuma sabedoria pode imaginar! Quem lucra com isso? Ninguém, além de uma parcela de pequenos monarcas e nobres usurpadores que lhe desprezam; sentem-se contaminados se você os toca, batem a porta na sua cara se você supostamente bater; aqueles de quem você é escravo, luta por eles, morre por eles, e não têm vergonha disso, mas estão orgulhosos; cuja existência é um perpétuo insulto a você e você tem medo deles; que são os mendicantes na direção de sua almas ainda que assumam para vocês ares de benfeitores em relação ao mendigo; que se dirigem a vocês em uma linguagem de mestre para escravo e tem uma linguagem de resposta de escravo para o mestre; que são venerados por você com sua boca, enquanto em seu coração vocês se desprezam por isso.

 

O primeiro homem era um hipócrita e um covarde, qualidades que ainda não falharam em sua linha, esta é a fundação sobre a qual todas as civilizações tem sido construídas.”

 

Em uma palestra intitulada A Explosão da População, realizada em Santa Barbara, Califórnia. em 1959, Aldous Huxley dise,

 

“Hoje quero passar pelo que está acontecendo a espécie humana e pensar um pouco sobre o que a nossa filosofia e ética sobre o assunto devem ser. Esta palestra é essencialmente sobre números humanos e sua relação ao bem-estar humano e valores humanos em geral. É desnecessário dizer, qualquer estimativa acurada de números humanos é muito recente, mas podemos extrapolar no passado e chegar ao que parecem ser conclusões bem justas. Embora haja alguma amplas margens de diferença entre os especialistas, os números a que eles chegaram estão a grosso modo de acordo. Eles concordam que nos dias pré-agricultura, por exemplo, nos tempos do Paleolítico inferior, quando o homem era uma criatura coletora de comida, não havia mais de vinte milhões de seres humanos no planeta. Em tempos Paleolíticos posteriores, depois de haver sido inventada a caçada organizada, o número provavelmente dobrou. Podemos fazer uma grosseira estimativa do que um povo de caçada organizada pode fazer porque sabemos quantos índios estavam presentes na América do Norte quando chegou o primeiro homem branco – não mais do que um  milhão no inteiro continente. Isto nos dá uma indicação da densidade populacional extremamente baixa em uma economia de caça.

 

“A Grande Revolução veio por volta de 6.000 A.C. com a invenção da agricultura e a criação de cidades no milênio seguinte. Por volta de 1.000 A.C. depois de cinco mil anos de agricultura, havia provavelmente cem milhões de pessoas no mundo.

“Pelo início da era cristã, esta estatística tinha um pouco mais que dobrado; estava algo em torno de 200 milhões a 250 milhões – menos da metade da atual população da China. A população cresceu muito gradualmente nos anos seguintes; algumas vezes houve longos períodos de não variação e algumas vezes até mesmo existiram períodos de decréscimos, como nos anos que se seguiram imediatamente a 1348, quando a Morte Negra matou 30% da população da Europa e ninguém sabe quanto da população da Ásia.

“Pelo tempo em que os ‘pais missionários’ chegaram a este país, é estimado que a população do mundo fosse duas vezes a que teria sido no primeiro dia de Natal – isso é dizer, ela havia dobrado em  1600 anos, uma taxa de crescimento extremamente vagarosa. Mas daquele tempo em diante, de meados do século XVII, com o início da revolução industrial e a primeira importação de alimentos da terras recentemente desenvolvidas do Novo Mundo, a população começou a crescer mais rapidamente do que em qualquer tempo anterior o havia feito. 

“Ao tempo em que foi assinada a Declaração de Independência, a estatística da população humana mundial estava por volta de setecentos milhões; e4la deve ter ultrapassado a marca de um bilhão no século XIX e estava em um bilhão e quatrocentos milhões quando nasci na década de 1890. O fato desconcertante é que desde aquele tempo a população do planeta dobrou novamente. Ela agora está em torno de 2 bilhões e 800 milhões e a taxa de crescimento agora é tal que provavelmente ela dobre novamente em menos de cinqüenta anos. Então as taxas de aumento tem crescido ao longo desse aumento absoluto em números.”

[Por favor, lembre-se: isso foi escrito em 1859. Atualmente a população mundial está rapidamente se aproximando de sete bilhões – contudo estes são não números não oficiais. No ano 2.000 chegará aos oito bilhões]

 

Ainda citando Huxley:

 

“Vamos nos perguntar quais são as alternativas práticas para confrontar este problema de crescimento populacional. Uma alternativa é nada fazer sobre isso e deixar as coisas irem como estão, mas a conseqüências desse curso são muito claras: o problema será resolvido pela natureza do modo que a natureza sempre resolve os problemas de super população – quando qualquer população animal tende a morrer de fome e sofrer serveras epidemias e doenças episódicas.

 

“Na população humana, podemos divisar que o cheque natural sobre o crescimento ilimitado da população será exatamente este: haverá pestilência, fome, e como somos seres humanos e não animais, haverá guerra organizada que reduzirá os números para o que a Terra pode suportar. O que a natureza nos ensina é que é extremamente perigoso contrariar qualquer um de seus equilíbrios naturais e estamos no processo de contrariar um equilíbrio fundamental de maneira mais drática e alarmante.

 

A questão é:

Vamos restaurar o equilíbrio de modo natural, que é brutal e inteiramente anti-humano ou vamos restaura-lo de um modo humano, racional e inteligente? Se deixarmos as coisas como estão a natureza certamente resolverá o problema do modo dela e não do nosso.

 

“Uma outra alternativa é aumentar a produções industrial e agrícola para que elas possam corresponder ao aumento da população. Esta solução, contudo, seria muito similar ao que acontece em Alice no País das Maravilhas, Lembre-se de Alice e da Rainha Vermelha correndo uma tremenda corrida. Para surpresa de Alice, quando elas estavam correndo até completamente perder o fôlego, ela estavam exatamente no mesmo lugar e Alice diz: “Bem… em nosso país… você geralmnte chega a algum lugar mais – se você corre muito rápido por um longo tempo como estamos fazendo”.

 

”Que tipo de país vagaroso!”, disse a Rainha. “Aqui, você vê, toma toda corrida que você pode fazer, para se manter no mesmo lugar. Se você quiser ir a algum outro lugar deve correr o dobro da rapidez de agora!”

 

“Esta é uma parábola cósmica da situação extrememente trágica na qual nos encontramos. Temos que trabalhar, colocar um esforço enorme apenas para permanecer onde estamos. E onde estamos é a mais indesejável posição porque, como o indicam as mais recentes estatísticas publicadas pela ONU, algo como dois terços da humanidade agora vivem em uma dieta de duas mil calorias ou menos por dia, que – o ideal sendo na vizinhança de três mil – é defitivamente uma dieta de subnutrição.” 

 

Posteriormente em sua fala, novamente citando Huxley:

 

“A terceira alternativa é tentar aumentar a produção o máximo possível e ao mesmo tempo tentar reeestabelecer o equilíbrio entre  taxa de natalidade e a taxa de morte por meios menos horrorosos do que aqueles usados pela natureza – por métodos humanos e inteligentes. Em conexão a isso é interessante notar que a idéia de limitar o crescimento da população não é nova. Em muitas grandes sociedades primitivas, e até mesmo em muitas sociedades altamente civilizadas da antiguidade, onde a super-poulação local era uma ameaça, embora menos temíveis do que os meios naturais, o mais comum era o infanticídio – matar ou abandonar nas montanhas as crianças indesejáveis, filhos do sexo errado, crianças que pareciam nascer com uma ligeira deficiência ou outra. O aborto também era muito comum. 

 

E havia muitas sociedadesna quais estritas injunções religiosas impunham longos períodos de continência sexual entre o nascimento de cada filho. Mas nos séculos XIX e XX vários métodos de controle da natalidade menos temíveis em sua natureza  têm sido divisados, e é fato teoricamente concebível que tais métodos podem ser aplicados pelo mundo inteiro.

“O que é teoricamente possível, contudo, é frequentemente mais praticamente impossível. Há dificuldades colossais no modo de implementar em grande escala qualquer política de limitação de população; embora o controle de mortes seja extremamente fácil sob modernas circunstâncias, o controle da natalidade é extremamente difícil. A razão é muito simples: o controle de mortes – por exemplo, o controle de doenças infecciosas – pode ser realizado por um punhado de especialistas e uma bem pequena força de trabalho de pessoas sem qualificação e requer um pequeno gasto de capital.”

 

Novamente, Huxley,

 

“O problema do controle das taxas de natalidade é infinitamente complexo. Não é meramente um problema da medicina, da química, da bioquímica, da fisiologia; ele também é um problema da sociologia,da psicologia, da teologia e da educação. Ele tem que ser atacado simultaneamente de dez frentes se quiser ter eperança de resolver isso.” 

 

E continua mais tarde Huxley,

 

“Meramente de um ponto de vista temporal e técnico, estamos obviamente em um local muito estreito. Mas também temos que considerar o ponto de vista político. Sem dúvida temos que ter um acordo mundial ou regional sobre a política geral de população para ter algum controle satisfatório da situação como um todo. Mas absolutamente não há perspectiva atualmente de chegarmos a um tal acordo político.”  

 

Huxley continua,

 

“Agora temos que nos perguntar qual atitude deve ser tomada em relação a esses problemas. Chegamos a outra extremidade da ponte. Passamos do mundo dos fatos para o mundo dos valores. O que pensamos sobre isso tudo depende inteiramente sobre o que vemos como o fim e o propósito da vida humana. Se acreditamos que o fim e o propósito da vida humana é avançar o poder político e o nacionalismo, então provavelmente devemos precisar de uma grande quantidade de alimentadores de  canhão até mesmo embora esta proposição se torne mais do que duvidosa à luz de uma guerra nuclear. Mas se, como a maioria de nós concorda, o fim da vida humana seja realizar as potencialidades individuais aos seus limites e do melhor modo possível, e criar uma sociedade que torne possível tal realização e modo filosófico sobre o problema da população. Vemos que em muitos casos o esforço para elevar a qualidade humana está sendo impedido pelo mero aumento da quantidade humana, onde a qualidade é muito frequentemente incompatível com a qualidade. Temos visto que a mera quantidade faz das potencialidades educacionais do mundo algo irrealizável.

 Temos visto que a pressão de números enormes sobre os recursos torna quase impossível melhorar o padrão material de vida, que deve ter que se elevar a um mínimo se qualquer uma das altas possibilidades devem ser realizadas; embora seja bem verdade que o homem não pode viver apenas de pão, ainda menos pode viver sem pão, e se simplesmente não podemos fornecer o pão adequado, não podemos fornecer nada mais. Somente quando ele tem o pão, sua barriga está cheia, há a esperança de algo mais emergindo da situação humana. Então há o problema político. Está muito claro que quando a população pressiona mais e mais pesadamente sobre recursos, a situação econômica tende a se tornar cada vez mais precária. Quando há uma tendência nas situações precárias para os governos centralizados assumirem cada vez mais controle, há portanto uma tendência na direção de formas totalitárias de governo que certamente nós, no ocidente, achamos muito indesejáveis.

 

Mas quando você pergunta se a democracia é possível em uma população onde dois terços das pessoas estão vivendo com 2.000 calorias por dia e um terço vive acima de três mil calorias, a resposta é não, porque a pessoas que vivem com menos de duas mil calorias simplesmente não têm energia suficiente para participar da vida política do país e assim são governadas pelos bem alimentados e energéticos. Novamente a quantidade milita contra a qualidade.”

 

E mais tarde,

 

“Finalmente o aumento ilimitado dos números humanos praticamente garante que nossos recursos planetários sejam destruídos e que dentro de cem ou duzentos anos uma espécie humana imensamente hipertrofiada terá se tornado um tipo de câncer a arruinará o quase organismo no qual vive. Esta é a mais depressiva previsão e possibilidade.

“Penso que alguém pode dizer sobre este último ponto que o problema de qualidade e quantidade é realmente um problema religioso. Porque, afinal, o que é a religião que uma preocupação com o destino do indivíduo e com o destino da sociedade e raça a groso modo? Isto é resumido muito claramente no Evangelho quando nos é dito que o Reino de Deus está dentro de nós mas ao mesmo tempo que é nossa tarefa contribuir para a fundação do Reino de Deus sobre a Terra. Não podemos negligenciar qualquer um destes dois aspectos do destino humano. Se negligenciarmos o aspecto geral e quantitativo da população, nos condenamos, ou certamente a nossos filhos e netos, como indivíduos. Nós os condenaremos a um tipo de vida que devemos considerar intolerável e que presumivelmente eles também julgarão intolerável.

“Não há certas objeções teológicas a limitação de população. A maioria da organizações religiosas no mundo de hoje, dentro e fora do grupo cristão, a aceitam. Mas a Igreja Católico Romana não aceita qualquer método de controle de população exceto o que foi promulgado e tornado permitido em 1932 – o chamado método do ritmo. Infelizmente, onde este método do ritmo tem sido tentado em uma escala considerável em um país sub-desenvolvido como a Índia, ele não tem se mostrado muito eficaz.

 

O fato de que a Igreja reconheça este problema foi apresentado muito claramente em 1954 ao tempo do primeiro Congreso da Nações sobre População, que aconteceu em Roma quando falecido Papa, em uma alocução com os delegados, deixou bem claro que o problema da população era muito grave e que ele recomendava a consideração dos fiéis”

 

E mais tarde,

 

“Podemos concluir, então, ao falar em super população, esse é muito claramente um dos mais graves problemas que nos confrontam e a escolha diante de nós é ou deixar o problema ser resolvido pela natureza do modo mais terrivelmente possível ou encontrar algum método humano e inteligente de resolver isso, simultaneamente aumentando a produção e equilibrando a taxa de natalidade com a taxa de mortalidade, e de algum modo ou outro formando uma concordada política internacional sobre o assunto. Os pré requisitos mais importantes para uma tal solução são antes de tudo a consciência do problema e então a compreensão que este é profundamente um problema religioso, um problema do destino humano. Nossa esperança, como sempre, é realisticamente idealista.”

 

 

 CARTA AO SECRETÁRIO GERAL DA ONU U THANT

 

30 de agosto de 1965

Meu Caro Mr. Secretário Geral:

 

O governo dos EUA reconhece a importância singular dos encontros da Segunda Conferencia sobre População Mundial da ONU e apresenta seu pleno apoio a sua grande tarefa.

Como disse a ONU em San Francisco, devemos agora começar a enfrentar francamente os problemas multiplicados de nossa multiplicação de população. Nosso governo assegura a sua conferência o nosso completo suporte a ONU e suas agências em seus esforços em alcançar um mundo melhor ao trazer o equilíbrio dos recursos mundiais com a população mundial. 

Ao estender meus melhores desejos para o sucesso de sua conferência, é minha fervente esperança que sua grande reunião de especialistas em população contribuirão significativamente ao conhecimento necessário para resolver este problema transcendente. Segundo, somente a busca pela paz é o maior desafio da humanidade. Esta semana, o encontro em Belgrado  carrega com ele as esperanças da humanidade.

Sinceramente, 
Lyndon B. Johnson

[Presidente]

 

 

 

PAPA PAULO VI

 

HUMANAE VITAE (1968)

“As mudanças que tem acontecido são de fato dignas de nota  e de tipo variado. Em primeiro lugar, há um rápido desenvolvimento demográfico. O medo é mostrado por muitos que população mundial esteja crescendo mais rapidamente do que os recursos disponíveis, com crescente socorro para muita famílias e países desenvolvidos de forma que a tentação das autoridades em conter esta raiva com medidas radicais é grande. Sobretudo, condições de trabalho e habitação, bem como exigências aumentadas no campo econômico e da educação,  frequentemente faz com que uma educação apropriada a um elevado número de crianças hoje seja difícil.

“Este novo estado de coisas dá aumento a novas questões. Garantidas as condições de vida hoje, e garantindo o significado no qual as relações conjugais tem com respeito a harmonia entre marido e mulher e sua fidelidade mútua, não seria uma revisão de normas éticas para forçar o que agora é visto ser apropriado, especialmente quando isso é considerado que não podem ser observados sem sacrifícios, algumas vezes sacrifícios heróicos?

“…o amor conjugal exige do marido e da mulher uma consciência de sua missão de “paternidade responsável”, que hoje é muito apropriadamente insistida, e qua também deve ser exatamente compreendida. Consequentemente isto deve ser considerado sob diferentes aspectos que são legítimos e interligados. 

“Em relação aos processos biológicos, a paternidade responsável significa o conhecimento e o respeito de suas funções; o intelecto humano descobre, no poder de dar a vida, leis biológicas que são parte da pessoa humana.

“Em relação às tendências de instinto ou paixão, a paternidade responsável significa o domínio necessário que a razão e a vontade devem exercer sobre eles.

“Em relação as condições física, econômica, psicológica e social, a paternidade responsável é exercida, pela decisão deliberada e generosa para aumentar uma família numerosa ou pela decisão, tomada por graves motivos e com o devido respeito para a lei moral, evitar por um tempo ou até mesmo por um período indeterminado, um novo nascimento.

“Estes atos, pelos quais marido e mulher estão unidos em casta intimidade e pelos meios pelos quais a vida é transmitida, são, como o conselho recordou, “nobres e dignos”, e eles não cessam de ser legítimos se, por causas independentes da vontade do casal eles não forem fecundos desde que eles sempre permaneçam ordenados na direção de expressar e consolidar sua união. De fato, como a experiência testemunha, nm todo ato sexual é seguido por uma nova vida.

 

Deus sabiamente tem disposto leis naturais e ritmos de fecundidade que, deles próprios, causam uma separação na sucessão de nascimentos. Não obstante a igreja, chamando os homens de volta à observação da normas da lei natural, como interpretado por sua constante doutrina, ensina que cada e todo ato do casamento (“qui libet matrimonii usus“) deve permanecer aberto à transmissão de vida.

“Em conformidade com estes marcos na visão humana e cristã do casamento, devemos mais uma vez declarar que a interrupção direta do processo gerador já começou, e, acima de tudo, o aborto diretamente desejado e procurado, até mesmo se por razões terapêuticas, estão absolutamente excluídos dos meios lícitos de regular o nascimento.

 

“Igualmente a serem excluídos, como o ensinamento da autoridade da igreja tem frequentemente declarado, está a esterilização direta, seja perpétua ou temporária, seja do homem ou da mulher.

“Similarmente excluída está cada ação que, ou em antecipação ao ato conjugal ou em sua realização, ou no desenvolvimento de suas conseqüências naturais, propõe, se como um fim ou um meio, tornar a procriação impossível. 

“Para os governantes, que são aqueles principalmente responsáveis pelo bem comum, e que devem fazer o máximo para salvaguardar os bons costumes morais, dizemos: não permitam que a moralidade de seu povo seja degradada; não permitam que por meios legais pratique-se o contrário às leis naturais e divinas e que estes meios legais sejam inrtoduzidos na célula fundamental: a família.  Bem outro é o caminho no qual autoridades públicas podem e devem contribuir para a solução do problema demográfico: o meio de uma política previdente da família, de uma sábia educação das pessoas a respeito da lei moral e da liberdade dos cidadãos.

“Todos estamos bem conscientes das sérias dificuldades vivenciadas pelas autoridades públicas a este respeito, especialmente nos países em desenvolvimento. A sua legítima preocupação devotamos nossa carta encíclica “Populorum Progressio.”

 

Mas com nosso predecessor, o Papa João XXIII, repetimos: Nenhuma solução para estas dificuldades é aceitável que “violente a dignidade essencial do homem’ e seja baseada apenas em uma “amarga concepção materialista do próprio homem e de sua vida”. A única solução possível a esta questão é uma que divise o progresso social e econômico dos indivíduos e de toda raça humana, e que respeite e promova os valores humanos.

“Nem pode alguém, sem grave injustiça, considerar que a Divina Providência seja responsável pelo que depende, ao invés, da falta de sabedoria do governo, de um insuficiente senso de justiça social, sobre o monopólio egoístico ou novamente a infolência culposa em confrontar os esforços e ascrifícios necessários para assegurar a elevação dos padrões de vida de uma pessoa e de todos os seus filhos.” Paulus PP.VI.

 U THANT

 

“Não desejo parecer super dramático, mas apenas posso concluir da informação que me é disponível como Secretário Geral, que os membros da ONU tenham talvez apenas mais dez anos nos quais subordinar suas antigas disputas e lançarem uma parceria global para conter a corrida armamentista, conter a explosão da população, e fornecer o necessário momentum para os esforços de desenvolvimento. Se uma tal parceria não for criada na próxima década, então temo muito que os problemas que tenho mencionado terão alcançado tais enormes proporções que estarão além de nossa capacidade de controle.”

 

U Thant

1969

 

CONFERÊNCIA SOBRE POPULAÇÃO MUNDIAL DA ONU  

 (1974)

 

Resoluções e Recomendações

A Conferência Sobre a População Mundial tendo o devido respeito pelas aspirações humanas por uma melhor qualidade de vida e rápido desenvolvimento sócio-econômico, e levando em consideração o interrelacionamento entre situações populacionais e desenvolvimento sócio-econômico, decide o seguinte Plano de Ação da População Mundial como um instrumento de política dentro do conceito mais amplo de estratégias internacionalmente adotadas para o progresso nacional e internacional. 

 

OBJETIVOS E POLÍTICAS DE POPULAÇÃO

 

Recomendações para Ação

 

Crescimento Populacional

Segundo  projeções médias da ONU quanto a população, pouca mudança é esperada ocorrer em taxas médias de crescimento populacional seja nas regiões desenvolvidas ou em desenvolvimento por 1985. Segundo a projeções de baixa variável da ONU, é estimado que como um resultado de desenvolvimento social e econômico e políticas populacionais como as relatadas por países no Segundo Inquérito sobre População da ONU, as taxas de crescimento nos países em desenvolvimento como um todo podem declinar do presente nível de 2.4% ao ano para 2% por volta de 1985 e baixo de 0.7% ano nos países desenvolvidos. Neste caso, a taxa mundial de população declinaria de 2% para aproximadamente 1.7%. Os países que consideram que suas atuais os esperadas taxas de crescimento populacional dificultam seus objetivos de promover o bem estar humano são convidados, se eles ainda não o foram, a considerar a adoção de políticas de população, dentro da estrutura do desenvolvimento socioeconômico, que são consistentes com os direitos humanos básicos e valores.

Países que visam obter taxas baixas ou moderadas de crescimento populacional devem tentar alcançar isso através de um baixo nível de taxas de natalidade e de mortalidade. Países que desejem  aumentar sua taxa de crescimento populacional devem, quando a mortalidade é alta, concentrar esforços na redução da mortalidade e quando apropriado, encorajar um aumento na fertilidade e a imigração.

Reconhecer que o uso per capita dos recursos mundiais é muito mais alto nos países desenvolvidos do que em aqueles em desenvolvimento, é solicitado aos países desenvolvidos que adotem apropriadas políticas de população, consumo e investimento tendo em mente a necessidade do fundamental melhoramento da equidade internacional. Consistente com a Proclamação da Conferência Internacional sobre Direitos Humanos, a Declaração de Progresso Social e Desenvolvimento, os alvos relevantesda Segunda Década de Desenvolvimento da ONU e outros instrumentos sobre o assunto, é recomendado que todos países:   

 

  1. Respeitem e assegurem, a despeito de sua principais metas demográficas, o direito das pessoas para determinar, de maneira livre, responsável e informada,  o número e espassamento de seus filhos.
  2. Encorajar educação apropriada concernente a uma paternidade responsável e disponibilizar para as pessoas que assim desejem conselhos e os meios de obte-los.
  3. Assegurar que este planejamento familiar, serviços médicos e sociais relacionadosd não apenas para a prevenção de gravidez indesejada ma também a eliminação da esterilidade não voluntária e sub-fecundidade para que todos os casais tenham permissão para terem o número desejado de filhos e que a adoção de crianças seja facilitada.  
  4. Buscar assegurar a possibilidade continuada de variações no tamanho da família quando um baixo nível de fertilidade tem sido estabelecido ou é um objetivo político.
  5. Fazer uso, onde quer que seja necessário e apropriado, de pessoal adequadamente treinado e pessoal auxiliar de saúde, extensão rural, trabalhadore sociais e da economia doméstica, canais não governamentaiss, para ajudar a fornecer serviços de planejamento familiar e aconselhar os usuários de contraceptivos.
  6.   Assegurar que a informação e a educação em mplanejamento familiar e outros assuntos que afetem a fertilidade sejam baseadas em conhecimento científico válido e comprovado e incluam uma narrativa completa de qualquer risco que possa estar envolvido no uso ou não uso de contraceptivos.

 

É recomendado que países que desejam afetar os níveis de fertilidade deem prioridade na implementação de programas de desenvolvimento e estratégias educacionais e de saúde que, conquanto contribuintes para o crescimento econômico e mais altos padrões de vida, têm um impacto decisivo  sobre as tendências demográficas, inclusive a família. É solicitada a cooperação internacional para dar prioridade na assistência de tais esforços nacionais para que estes programas e estratégias possam ser levados a efeito.

 

 

Conquanto reconhecendo a diversidade das condições sociais, culturais, políticas e econômica entre países e regiões, não obstante é concordado que as seguintes metas de desenvolvimento gralmente têm um efeito sobre o contexto sócio-econômico de decisões reprodutivas que tendem a moderar os níveis de fertilidade:

  1. A redução da mortalidade infantil paarticularmente por meio de nutrição melhorada, medidas sanitárias, cuidado materno-infantil e educação materna.
  2. A completa integração das mulheres ao processo de desenvolvimento, particularmente por meio de sua maior participação nas oportunidades educacionais, sociais, econômicas e políticas e especialmente por meio da remoção de obstáculos ao seu emprego no setor não agrícola sempre que possível. Neste contexto, leis e políticas nacionais, bem como relevantes recomendações internacionais, devem ser revistas para eliminar a descriminação e remover obstáculos a educação, treinamento, emprego e progressão na carreira para mulheres.
  3.  A promoção da justiça social, mobilidade social e desenvolvimento social por meio de uma ampla participação da população no desenvolvimento e uma distribuição mais equitativa de renda, terra, serviços sociais e amenidades.
  4. A promoção de amplas oportunidades educacionais para os jovens de ambos os sexos, e a extensão de formas públicas de educação pré escolar para a geração que cresce. 
  5. A eliminação do trabalho infantil e do abuso infantil e o estabelecimento da segurança social e benefícios aos velhos.
  6. O estabelecimento de um apropriado limite inferior para idade para casamento.

 

As projeções do futuro declinam nas taxas de crescimento de população, e estas concernentes a aumentada expectativa de vida, são consistentes com o declínio na taxa de nascimento de países em desenvolvimento como um todo do presente nível de 38 por mil para 30 por mil por 1985; nestas projeções taxas de natalidade nos países desenvolvidos permanecem na região de 15 por mil.

 

Para alcançar em 1985 estes níveis de fertilidade precisaria de substanciais esforços nacionais, por estes países a que diz respeito, no campo do desenvolvimento sócio-econômico e políticas populacionais, suportadas, por solicitação, uma adequada assistência internacional. Tais esforços também devem ser solicitados para alcançar o aumento da expectativa de vida.

À luz dos princípios deste Plano de Ação, os países que conideram suas taxas de natalidade detrimentais para seus propósitos nacionais são convidados a considerar estabelecer metas quantitativas e implementar políticas que possam levar ao alcance de tais objetivos por 1985.

 

Nada deve interferir com a soberania de qualquer governo em adotar ou não tais metas quantitativas .

 

 

 

MENSAGEM AO CONGRESSO DE JIMMY CARTER

23 de maio de 1977

População Mundial

“O rápido crescimento da população é um maior problema ambiental de proporções mundiais. A população mundial aumentou de três para qauatro bilhões nos últimos quinze anos, substancialmente cancelando a expansão mundial de produção de alimentos e o crescimento econômico no mesmo período. 

“Sem controlar o crescimento da população, as perspectivas de comida suficiente, abrigo, e outras necessidades básicas de todas as pessoas do mundo são sombrias. Onde a existência já é pobre e precária, os esforços para obter as necessidades da vida frequentemente degradam o meio ambiente para as gerações vindouras.

“Com certeza  é direito de cada nação detreminar suas próprias políticas, mas estamos preparados para responder prontamente e completamente a todas as solicitações de assistência em programas de população e saúde.

 

Por minha direção, o Departamento de Estado e a Agência para o Desenvolvimento Internacional estão prontos a cooperar através de organizações internacionais, organizações particulares voluntárias ou contactos diretos com outros governos.” 

 

CONSIDERE ISTO


Na página  65 de Populaçãao: Pontos de Vista Opostos,  lemos,

 

“Segundo a ONU, que segue estas coisas estreitamente, aproximadamente cinco bilhões e trezentos milhões de pessoas viverão em nosso planeta por 1990. Por novembro de 1992 este número terá crescido para 5.3 bilhões, uma adição quase igual a população dos EUA. Ou ninguém, inclusive a ONU, tem uma bola de cristal confiável que revela precisamente como os números humanos mudarão. Ainda, as pessoas têm que planejar o seu futuro, e assim os analistas e computadores da ONU estão atarefados imaginado o que pode acontecer. Uma posibilidade que eles consideram é que no futuro a taxas mundiais de fertilidade permanecerão no que eram em 1990. As conseqüências disto, com o acompanhante declínio na taxas de mortalidade, são surpreendentes. Por 2025, quando minha filha de agora dezesseis anos acabar de ter todos os filhos que terá, o mundo teria onze bilhões de pessoas: o dobro de seu número hoje.

 

Uma outra “dobragem” ocorreria em um pouco mais do que 25 anos, quando segmentos de crescimento rápido da poúlação se tornam uma maior proporção do total. No centenário de minha filha, em 2076, a população humana teria mais do dobrado novamente, passando de 46 bilhões. Por 2150 haveria 694.213.000.000 de nós, um pouco mais de 125 vezes nossa atual população.”

 

 PRÍNCIPE PHILLIP DA GRÃ BRETANHA

Em 30 de março de 1990, o The Washington Post relatou o Príncipe Phillip como tendo feito a seguinte declaração:

“Estamos constantemente sendo lembrados da situação do pobre, do faminto, do sem teto e do doente. O que não faz manchetes é que mesmo se a proporção destas pessoas desafortunadas permaneça a mesma em relação à população total, seu número está inclinado a aumentar já que o tamanho da população como um todo aumenta. A melhor esperança de limitar o aumento no número de tais pessoas seria se a população mundial pudesse ser estabilizada.”

 

Parte II

O Que você não vê não pode lhe ferir!
22/11/95

 

Roger Walsh, M.D., Ph.D., em um capítulo intitulado Sobrevivência Humana: uma Análise Psico-evolucionária que apareceu no livro Sobrevivência Humana e Evolução da Consciência,  escreve

 

“O grande experimento na consciência, evolução humana, agora está de pé diante do precipício de sua própria criação. A mesma consciência que lutou por milhões de anos para assegurar a sobrevivência humana agora está à beira de esgotar os recursos do planeta, tornar inabitável seu meio ambiente, e criar os instrumentos de sua própria auto-eliminação. Pode esta consciência desenvolver a sabedoria para não fazermos estas coisas? Podemos estimular suficiente auto-entendimento para reduzir nossa destrutividade e amudurecer rapidamente para nos levar através desta crise evolutiva? Há certamente as mais cruciais questões de nosso tempo, de qualquer tempo. Hoje enfrentamos uma ameaça global de má nutrição, super população, falta de recursos, poluição, uma ecologia perturbada e armas nucleares.

 

No tempo atual, quinze a vinte milhões de pessoas morrem a cada ano de má nutrição e causa relacionadas; outros seiscentos milhões estão cronicamente famintos e bilhões vivem na pobreza sem abrigo adequado, educação ou cuidado médico. (Brandt, 1980; Presidential Commission on World Hunger, 1979).

 

Esta situação é exacerbada por uma população em explosão que acrescenta outro bilhão de pessoas a cada 13 anos, esvazia os recursos naturais em uma taxa sempre acelerada, afeta “virtualmente cada aspecto do Eco-sistema da Terra incluindo, talvez, o mais sério desenvolvimento meio ambiental… uma deterioração acelerada e perda de recursos esenciais para a agricultura”. (Council on Environmental Quality, 1979)

 

Desertificação, poluição, chuva ácida, aquecimento greenhouse estão entre os mais óbvios efeitos.
Ofuscando tudo isto paira a ameaça nuclear, o equivalente a alguns 20 bilhões de toneladas de TNT [o bastante para encher um trem cargueiro com o comprimento de quatro milhões de milhas], controlada por sistemas de alarme, e criando sobras altamente radioativas para as quais não existe locais de armazenamento, consumindo mais de 660 bilhões de dólares a cada ano em gastos militares e ameaçando um uicídio global. (Schell, 1982; Sivard, 1983; Walsh, 1984).

 

Por comparação, a quantidade total de TNT lançada na segunda guerra mundial era apenas de 3 milhões de toneladas [ menos que uma única grande ogiva nuclear] 

 

A Comissão Presidencial sobre a Fome Mundial  (1979) estimou que seis bilhões de dólares por ano, ou alguns quatro dias de gastos militares, podem erradicar a fome mundial. Conquanto não se negue o papel das forças políticas, econômicas e militares em nossa sociedade, o fato crucial sobre estas crises globais é que todas elas têm origens psicológicas. Nosso próprio comportamento tem criado estas ameaças e, assim, uma abordagem psicológica pode ser essencial para a compreensão e reversão delas. E na extensão em que estas ameaças são determinadas por forças psicológicas dentro de nós e entre nós, elas realmente são sintomas – sintomas de nosso  estado mental individual e coletivo. Estes sintomas globais refletem e expressam as crenças e percepções falhas, medos e fantasias, defesas e negativas, que formam e deformam  nosso comportamento individual e coletivo. O estado do mundo reflete nosso estado mental; nossas crises coletivas espelham nossa consciência coletiva.” 

Em um livro intitulado População – Pontos de Vista Opostos em um capítulo escrito por Jacques-Yves Cousteau que apareceu pela primeira vez na edição de novembro de 1992 de Populi. Neste artigo, Cousteau escreve,

 

A PREVISÃO DE MALTHUS TEM SE TORNADO VERDADEIRA

“O que está acontecendo agora é uma conseqüência da natureza exponencial do crescimento populacional enquanto os recursos disponíveis obedecem uma progressão linear e são limitados, como profetizou o economista britânico Thomas Robert Malthus a quase duzentos anos atrás.

 

Os avisos foram repetidos pelo Clube de Roma depois da segunda guerra mundial e substanciados por Norman Borlaug, pai da Revolução Verde; em sua fala de aceitação do Premio Nobel em Estocolmo, dirigida aos líderes do mundo, ele insistiu que nós tínhamos apenas trinta anos para conter a ameaça demográfica.

“Vinte anos se passaram deste então, e Borlaug me disse, e não apenas os líderes não tomaram qualquer ação que fosse, ma eles até mesmo evitaram discutir o assunto. Desde então, a situação tem piorado.”     

 

Novamente, Cousteau,

 

SOLUÇÕES DEVEM SER ENCONTRADAS PARA CONTER O CRESCIMENTO POPULACIONAL

 

Se quisermos que nosso precário comprometimento tenha sucesso, devemos convencer todos seres humanos a participarem de nossa aventura, devemos urgentemente encontrar soluções para conter a explosão populacional que tem uma influência direta no empobrecimento das comunidades menos favorecidas.   Caso contrário, o ressentimento genralizado gerará ódio, e o pior genocídio imaginável, envolvendo bilhões de pessoas, será inevitável. Devemos ter coragem de enfrentar a situação, os os líderes do mundo, tendo participado da Conferência do Rio, entendem que o que está em jogo é litralmente salvar a espécie humana e aceitam a necessidade de tomar decisões drásticas, não convencionais e impopulares ou o iminente desastre temido pelas academias científicas britânicas e americanas se precipitará.”

 

Cousteau conclui com:

“O crescimento descontrolado da população e a pobreza não devem ser combatidos de dentro, da Europa, da América do Norte ou de qualquer nação; ele deve ser atacado de fora – pelas agências internacionais ajudadas no trabalho formidável por organizações não governamentais competentes e completamente independentes.

“Uma política mundial inspirada pela eco-biologia e eco-sociologia é a única capaz de direcionar nosso perigoso curso em direção a uma era dourada, protegendo a diversidade cultural e biológica enquanto orgulhosamente iça a cores da humanidade.” ´

 

 

GUERRA QUÍMICA E BIOLÓGICA

No livro de 1982, A Mais alta Forma de Matança – A História Secreta da Guerra Química e Biológica [Hill and Wang Publishers, 19 Union Square West, New York 10003], que é uma obra prima de pesquisa, Robert Harris e Jeremy Paxman escrevem,

 

“Em nenhuma guerra futura os militares serão capazes de ignorar o gás venenoso. Esta  é uma mais alta forma de matança. “ [Professor Fritz Haber, pioneiro do gás na guerra, ao receber o Premio Nobel da Química em1919.]

“A mais velha instalação de guerra química do mundo ocupa 7.000 acres do interior na margem sul da planície de Salisbury, conhecida como Porton Down [Inglaterra]Mais de 700 homens e mulheres trabalham lá em laboratórios e escritórios espalhados em 200 prédios. Há polícia e bombeiros, um hospital, uma biblioteca, uma agência do Banco Lloyds, um arquivo detalhado com milhares de relatórios e fotografias; há até mesmo um cinema para milhares de filmes tomados durante experimentos. Eles são o resíduo de mais d seis décadas de pesquisa, geralmente na vanguarda do conhecimento científico contemporâneo. Embora tenha havido muitas tempestades políticas e várias tentativas de fechamento, Porton tem sobrevivido – prova do permanente fascínio militar pelos gases venenosos, mesmo em um país que agora oficialmente não tem armass químicas.

“Foi em janeiro de 1916 quando o Escritório de Guerra compulsoriamente comprou os iniciais 3.000 acres de terra entre a pequeninas vilas de Porton e Miston e começou a limpar o local para o que agora conhecemos como Solo Experimental do Departamento de Guerra.”

 

Mais tarde no capítulo,

 

“Esta foi uma admissão crucial. Não importa quão altamente os britânicos, ou qualquer outra nação, renunciaram ao gás na guerra em público, em segredo eles se sentiram inc linados a darem aos seus cientistas uma mão livre para continuarem divisando as armas mais mortais que eles pudessem, com bases no que eles tinham inicialmente inventado, antes que contra-medidas possam ser preparadas.

Porton Down fez uso desta lógica entre 1919 e 1939 para realizar uma massa de pesquisa ofensiva, desenvolvendo granadas de gás e bombas manuais de contaminação; uma bomba de fumaça aérea tóxica carregada com um novo arsênico apelidada DM foi testada; armas anti-tanque foram produzidas e Porton produziu um tanque spray para aeronave capaz de dispersar gá mustarda de uma altura de 15.000 pés.

 

Ao mesmo tempo da primeira guerra mundial – o projetor Livens, o morteiro, o escudo químico e até mesmo o cilindro – foram todos modificados e melhorados.”

 

Vários parágrafos depois,

 

“O gás mustarda, “o Rei dos Gases” empregado na maioria de humanos voluntários. Apenas um experimento em 1924 envolveu quarenta homens”.  

 

E em outubro de 1929,

“dois sujeitos receberam copiosas aplicações de mustarda crua que praticamente cobriram o aspecto interno do antebraço. Depois de limpar a mustarda líquida grosseiramente com um pequeno tufo de gordura de unção [de sete semanas] era ligeiramente esfregada com os dedos sobre a área… Isto é apenas uma seleção aleatória do tipo de trabalho que era feito na Bretanha. 

 

Pesquisa similar estava sendo realizada por todo mundo. A Itália estabeleceu o Servizio Chimico Militare em1923 com uma extensiva base de testes ao norte do país. A principal instalação francesa de guerra química era o Atelier de Pyrotechnic du Bouchet perto de Paris.

 

A Marinha japonesa começou a trabalhar em armas químicas em 1923 e o exército a seguiu em 1925. Na Alemanha, a despeito do fato que o Instituto Kaiser Wilhelm de Haber tinha sido fechado e, 1919, limitado trabalho defensivo continuou, mais tarde para formar a base do esforço ofensivo alemão. E em 1924, a Administração Químico-Militar do Exército Vermelho foi estabelecida e as tropas químicas russas foram estacionadas em cada sede provincial do exército.

As armas químicas não eram meramente pesquisadas e desenvolvidas – elas eram usadas. No início de 1919 os britânicos empregaram o aparelho M [que produzia nuvens de fumaça de arsênico] em Archangel quando intervieram na Guerra Civil Russa, jogando latas de aeroplanos dentro de densas florestas. O Exército Branco anti-bolchevista estava equipado com escudos de gás britânicos, e o Exército Vermelho também foi alegado ter usado químicos.

Mais tarde em 1919, Foulkes foi despachado para a Índia, e em agosto urgiu que o Escritório de Guerra usasse químicos contra os afegãos e homens de tribos em rebelião na fronteira norte-oeste:

 

“A ignorância, falta de instrução e disciplina e a ausência de proteção dos afegãos e homens tribais indubitavelmente aprfeiçoarão as baixas produzindo o valor do gás de mustarda na luta e fronteira.”

 

[Novamente no fim do capítulo:]

 

“Finalmente em maio de 1925, sob os auspícios da Ligas da Nações, uma conferência sobre o comércio internacional de arma foi realizada em Genebra. Liderados pelos EUA, os delegados cfoncordaram em tentar e combater o problema do gás venenoso, como os americanos o colocaram, “a esperança de reduzir a barbaridade na guerra moderna”.

 

Depois de um mês de disputas em comitês legais e militares – durante o qual a delegação polonesa vendo longe também sugeriu o banimento das armas biológicas, então pouco mais que uma teoria – os delegados se reuniram para em 17 de junho assinar o que permanece até hoje como a mais forte restrição legal sobre guerra química e biológica:

 

Os sub-assinados plenipotenciários, no nome de seus respectivos governos: seja qual for o uso de gases venenosos, afixiantes  ou outros, e de todos os líquidos análogos, materiais ou aparelhos, têm sido justificadamente condenados pela opinião geral do mundo civilizado.

Onde quer que a proibição de tal isso tenha sido declarada em Tratados nos quais a maioria dos poderes do mundo são partes. Para finalizar que esta proibição deva ser universalmente aceita como parte da lei internacional, abrangendo igualmente a consciência e prática das nações.

 

Declaro Que as Altas Partes Contratantes, até onde elas já não sejam partes de Tratados proibindo tal uso, aceitem esta proibição, concordem em extender esta proibição ao uso de métodos bacteriológicos de guerra e concordem em se interligarem segundo os termos desta declaração…”

38 poderes assinaram o Protocolo de Genebra entre eles os  EUA, Império Britânico, França, Alemanha, Itália, Japão e Canadá; a insipiente URSS não compareceu. 

“A assinatura do Protocolo de Genebra em 1925”, como o expressou  um especialista, “foi a mais alta marca d’água da hostilidade pública em direção da guerra química”.  Infelizmente, o lobby anti-gás tinha subestimado a força dos interesses que se uniam contra eles. Meramente assinar o Protocolo não era o bastante para faze-lo determinante – os governos individuais tinham que ratifica-lo. Em muitos casos isso significava uma lacuna de tempo de no mínimo um ano, e foi neste período que os apoiadores das armas químicas atacaram novamente. O Serviço de Guerra Química dos EUA [CWS] lançou um lobby altamente eficaz. Eles alistaram o apoio de associações de veteranos e da Sociedade Química Americana [cujo executivo declarou que “a proibição da guerra química significava o abandono de métodos humanos para os velhos horrores da batalha”]. Como sempre tem acontecido desde então, a luta por armas químicas foi representada como uma luta por geral preparação militar.

 

Senadores se uniram à campanha do CWS, entre eles o presidente do Comitê de Assuntos Militares que abriu seu ataque sobre a ratificação  no debate do Senado com uma referência ao Tratado de Washington de 1922:

 

“Penso que é justo dizer que em 1922 havia muita histeria e muita desinformação a respeito da guerra química”.

 

Outros Senadores se levantaram aprovadoramente quanto as resoluções que eles haviam recibido atacando o Protocolo de Genebra – da Associação dos Cirurgiões Militares, Legião Americana, Veteranos das Guerras Estrangeiras dos EUA, Associação dos Oficiais de Reserva dos EUA e Ordem Militar da Guerra Mundial. Sob tal fogo pesado, o Departamento não viu outra alternativa a não ser retirar o Protocolo para reintroduzi-lo em um momento mais favorável. Isso não aconteceu até 1970, 45 anos depois da Conferência de Genebra, que o Protocolo foi novamente submetido para ratificação do Senado e demorou mais cinco anos para que isso fosse alcançado. 

O Japão seguiu o exemplo da América e recusou-se a ratificar [ele finalmente o fez em maio de 1970]. Na Europa, os vários países se olhavam cautelosamente. A França ratificou primeiro, em 1926. Dois anos depois, a Itália o fez, a URSS declarou que ela também se considerava ligada pelo Protocolo. Somente depois que a Alemanha ratificou em 1929 que a Bretanha se sentiu capaz de aceitar o Protocolo: em 9 de abril de 1930, cinco anos depois da Conferência, a Bretanha se alinhou. 

Muitos dos Estados que ratificaram o Protocolo – inclusive França, Grã Bretanha e URSS – apenas o fizeram após acrescentar duas importantes reservas:

  1. Que o acordo não seria considerado compulsório a menos que o país que eles estavam combatendo também houvesse ratificado o Protocolo;
  2. Que se qualquer outro país os atacasse usando armas químicas ou biológicas eles se reservavam o direito de responder da mesma forma.

 

[mais tarde no capítulo:]

Este trabalho “defensivo” incluía ”melhoramentos de muitas armas da primeira guerra mundial, incluindo escudos de gás, bombas morteiro, projetores Livens e geradores de fumaça tóxica” e o desenvolvimento do “aparato para o spray de gá mustarda para aeronaves, bombas de muitos tipos, escudos de combustão aérea de gás mustarda, granadas de gás e armas para atacar tanques.”  As várias invenções eram testadas no norte de Gales, Escócfia e nas instalações espalhadas pelo Império, notavelmente norte da Índia, Aústrália e Oriente Médio.

O comprometimento da maioria dos governos do mundo em nunca iniciar o uso de gás venenoso nunca parou a pesquisa. Ele apenas fez com que o assunto se tornasse mais sensível e portanto mais secreto. Em 1928 os alemães começaram a colaborar com os russos em uma série de testes super secretos chamado “Projeto Tomka” em um lugar na URSS a uns vinte quilômetros de  Volsk. Pelos seguintes cinco anos, aproximadamente trinta especialistas alemães viveram e trabalharam juntamente “com um número maior de equipe soviética” principalmente engajados em testar o gás mustarda. As medidas de segurança ao redor do Projeto Tomka “eram tais que qualquer um de seus participantes que falasse sobre isso a alguém de fora estava arriscado à punição capital”.

No Japão, a produção experimental do gás mustarda foi iniciada em 1928 em  Tandanoumi Arsenal. Seis anos depois os japoneses estavam fabricando uma tonelada por semana em Lewisite; por 1937 a saída tinha aumentado para duas toneladas por dia.

 

Intensa testagem – inclusive testes em condições tropicais em Formosa em 1930 – resultaram no desenvolvimento de uma terrível matriz de armas de gás: 

  • Foguetes capazes de liberar dez litros de agentes a mais de duas milhas. 
  • Aparelhos para emitir um “fog” de gás
  • Lança chamas modificados para arremessar jatos de cianeto de hidrogênio
  • Bombas spray de mustarda que liberavam correntes de gás enquanto gentilmente flutuavam para a terra anexadas a paraquedas. 
  • Reboques de contaminação remotamente controlados capazes de lançar mustarda em faixas de sete metros de largura
  • O  “Masuka Dan“, uma arma portátil anti-tanque carregada de um quilo de cianeto de hidrogênio

 

E então,

 

“Agora há pouca dúvida que de 1937 em diante os japoneses fizeram uso intenivo de gás venenoso em sua guerra contra os chineses. Em outubro de 1937 a China fez um protesto formal para a Liga das Nações.

 

E, dois parágrafos depois,

 

“Os italianos fizeram uso de químicos em sua invasão da Absínia do mesmo modo. Em 1935 e 1936, 700 toneladas de gás foram embarcadas, a maioria disso para uso pela força aérea italiana. Primeiro v ieram as bombas de mustarda em forma de torpedos.

 

Em um capítulo posterior de Uma Mais Alta Forma de Matança, vem:

 

“O barulho de 14.000 aviões avançando em ordem aberta. Mas em Kurfurstendamm e no Eight Arrondissement, a explosão de bombas de antrax dificilmente é mais alta do que o estourar de um saco de papel”. – Aldous Huxley, Brave New World (1932).

 

A história de guerra química e biologica tem originado algumas histórias estranhas, mas poucas são tão bizarras quanto aquelas que cercam uma pequena ilha na costa noroeste da Escócia. Ela fica em sua baía bem protegida, perto da vila de pescadores de Aultbea – um afloramento de rocha, bem coberto com vegetação, 300 pés de altura, uma e meia milhas de comprimento e uma milha de largura. Leva aproximadamente vinte minutos para ser alcançada pelos barcos pesqueiros de Aultbea. Quando você se aproxima é possível ver a forma de centenas de aves marinhas que fazem ninho em seu litoral. Seus chamados são o único om que quebra o silêncio. Uma vez é dito que a ilha já foi moradia de onze famílias. Hoje, o único sinal de habitação é a ruína de um chalé.

.
Esta ilha abandonada é Gruinard. Graças a séries de experimentos secretos de tempos de guerra – os detalhes ainda são clasificados – ninguém tem permissão de morar ali ou até mesmo de chegar lá

 

Novamente, mais tarde no capítulo,

 

“O antrax a muito tempo tem sido considerado o mais apropriado para uma arma biológica.  Uma década antes,  Aldous Huxley tinha previsto uma guerra envolvendo bombas de antrax. Até mesmo antes disso, em 1925,  Winston Churchill escreveu sobre “pestilências metodicamente preparadas e deliberadamente lançadas sobre o homem e a besta…”

 

Ferrugem para destruir plantações, antrax para matar cavalos e gado, praga para envenenar não apenas exércitos mas distritos inteiros – tais são a linhas pelas quais a ciência militar está sem remorso  algum avançando.” 

 

Do mesmo capítulo,

 

“Em julho de 1942 as alegações dos chineses foram aprovadas por  Winston Churchill. Dois dias depois ele as teve colocadas na agenda do Conselho de Guerra do Pacífico.

“O crescente alarme em Londres e Washington que os japoneses estavam a beira de iniciar guerra biológica deu uma urgência acrescentada ao primeiro teste de bomba antrax em Gruinard neste verão. Até então o esforço Aliado de guerra biológica tinha significativamente ficado atrás dos japoneses, mas de 1942 em diante o programa biológico anglo-americano começou a competir com o Projeto Manhattan pela principal prioridade de desenvolvimento. 

O projeto britânico de guerra biológica nasceu em 12 de fevereiro de 1934 em um encontro de Chefes de Staff. Por dois anos, uma Conferência sobre Desarmamento em Genebra tinha estado discutindo meios de finalmente livrar o mundo das armas químicas. A guerra biológica também havia sido incluída e em vista disso,  Sir Maurice Hankey disse aos Chefes de Serviço “que ele estava considerando se ou não poderia estar certo considerar as possibilidades  e potencialidades dessa forma de guerra”.

 

Do mesmo capítulo,

“Em outubro o CID aprovou, e Hankey tornou-se o presidente do recém criado Comitê de Guerra Microbiológica. Em março de 1937 o Comitê submeteu seu primeiro relatório, especificamente sobre a praga, antrax e doença de pé-e-boca. Embora ele concluísse que ”pelo tempo sendo… as dificuldades práticas de introduzir bactérias dentro deste país em uma grande escala eram tais que poderiam considerar uma tentativa improvável”, eles urgiam que os estoques de soro fossem construídos para enfrentar qualquer potencial ameaça.  De 1937 a 1940 a Bretanha começou a armazenar vacinas, fungicidas e inseticidas  contra ataque biológico.

“Em abril de 1938 o Comitê produziu um segundo relatório, e em junho, Hanley circulou “Propostas para um Serviço de Emergência Bacteriológica para operar na guerra”: a ênfase estava na defesa. O tom ainda era baixo:

 

Winston Churchill em uma minuta “Most Secret” aos Chefes de Staff em 6 de julho de 1944:

 

“… Pode levar várias semanas ou até mesmo meses antes que eu lhes peça para banhar a Alemanha com gás venenoso, e se fizermos isso, vamos faze-lo 100%. Enquanto isso, quero o assunto estudado com sangue frio  pelas pessoas sensíveis e não pelo particular conjunto de derrotistas cantadores de salmos uniformizados que correm agora ali e agora ali”.

 

Novamente de Uma Mais Alta Forma de Matança

 

“No fim da guerra, apenas os britânicos haviam fabricado 70 milhões de mácaras de gás, 40 milhões de latas do óleo anti-gás e armazenado 40.000 toneladas de água sanitária para descontaminação; dez milhões de folhetos tinham sido preparados para distribuição imediata no evento de um ataque químico, e por um arranjo de longo prazo a BBC teria interrompido os programas com avisos sobre gás especialmente preparados. O planejamento de contingênia cobria os menores detalhes”. 

 

Mais tarde no mesmo capítulo,

 

“Na véspera do Natal de 1949, a Rádio Moscou anunciou que doze prisioneiros de guerra japoneses seriam acusados de fazer guerra biológica na China. Os russos afirmavam que os japoneses tinham estado produzindo vastas quantidades de bactérias, e tinham planejado fazer guerra biológica contra os Aliados.

 

As alegações tornaram-se mais específicas na semana seguinte. Três dias depois a Rádio Moscou afirmou que o Destacamento 731 do Exército de Kwantung tinha usado prisioneiros de guerra para horripilantes experimentos de guerra biológica, e então, no dia seguinte, que um dos prisioneiros havia confessado a seus interrogadores que a unidade havia sido criada por ordens do próprio Imperador. Em 29 de dezembro o jornal Pravda chegou ao ponto 

 

Os EUA estavam protegendo outros criminosos de guerra japoneses e eles próprios se engajando na pesquisa da guerra biológica.

 

Ainda mais tarde,

 

“Nos dias iniciais depois da segunda guerra mundial era extremamente difícil para os britânicos ou americanos examinarem muitas das queixas surpreendentes que eles obtinham dos arquivos alemães capturados. Contudo, eles concluíram, que havia mais do que evidência adequada que a União Soviética tinha estado, e ainda estava, engajada em alguma forma de pesquisa de guerra biológica. Embora pouco fosse conhecido da natureza do trabalho contemporâneo, era pensado que os russos mantiveram seis locais para pesquisa de guerra biológica, a maioria deles no Ural. Os britânicos e americanos reconheceram  que sua inteligência era inadequada. Mas a evidência foi julgada mais do que suficiente para justificar a continuação de um trabalho similar no Ocidente. Quando eles vieram a avaliar a vulnerabilidade do Reino Unido a um potencial ataque de germes eles descobriram que Londres, contendo mais de 12% da população, estava a apenas 500 milhas da bases aéreas do leste da Alemanha ocupado pelos soviéticos. 

 

Quando o Comitê Conjunto de Guerra Técnica avaliou como era possível ser fácil um ataque retaliatório, eles entenderam que os alvos civis  contra os quais os aparelhos bacterianos seriam mais eficazes estavam dispersos ao longo da enorme expansão da União Soviética. Até mesmo usando as bases aéreas britânicas em Nicósia [Chipre] e Peshawar (Ìndia), havia apenas uma cidade soviética de mais de 100.000 habitantes dentro do alcance de 500 milhas e somente 35 de tais centros de população dentro do alcance de mil milhas. Claramente, no mínimo, deveria haver um maior programa de pesquisa visando o desenvolvimento de alguma defesa. A inteligência, era livremente admitido, era inadequada. Mas nem tal reticência encontrou seu caminho   nas histórias que começaram a aparecer na imprensa, [uma manchete]

 

RÚSSIA RELATADA PRODUZINDO ‘AGENTES DE DOENÇA’ PARA GUERRA


Em oito “estações bacterianas militares”, uma delas um navio fantasma no Oceano Ártico, a União Soviética está produzindo em massa enormes quantidades de “agentes de doenças” para uso agressivo contra soldados e civis do mundo livre.  Em particular, o Exército Vermelho está armazenando duas específicas “armas biológicas”  com a quais espera atacar em explosão estratégica e vencer decisivamente qualquer futura guerra até mesmo antes que esta comece oficialmente. 

 

Pulando vários parágrafos,

 

“Parece haver pouca dúvida que a União Soviética realizou extensa pesquisa em guerra bacteriológica na década de 1930 e 1940. Foi sentido como legítimo concluir que tal pesquisa improvavelmente parou em algum ponto arbitrário depois da segunda guerra mundial. Mas a firme inteligência sugere que a natureza do trabalho estava notalvelmente faltando.

“Para a maioria dos microbiologistas militares dos anos pós guerra desenvolverem armas biológicas ‘retaliatórias’ contra ameaças que nem eles sabiam existirem, e então tentarem desenvolver defesas não contra as armas de um futuro potencial inimigo, mas contra as doença que eles próprios refinaram.” 

 

Novamente mais tarde,

 

Certamente durante os anos de 1950, os russos estavam esperando que armas químicas e biologicas fossem usadas contra eles pelo Ocidente. Em 1956 o Marechal  Zhukov disse ao Vigésimo Congresso do Partido:  

 

“A guerra futura, se eles a desencadearem, será caracterizada pelo uso maciço das forças aéreas, várias armas de foguetes e vários meios de destruição em massa, tais como armas atômicas, termonucleares, químicas e bacteriológicas.”

 

Zhukov não disse que a União Soviética planejava usar estas armas. Por 1960 o chefe da Pesquisa do Exército dos EUA estava dizendo durante um inquérito do Congresso:

 

“Sabemos que os soviéticos estão colocando uma alta prioridade no desenvolvimento de armas letais e não letais, e que o armazenamento destas armas consiste de aproximadamente um sexto de munições químicas”. Se era verdade que um sexto da quantidade total de armas disponíveis na União Soviética era composto de escudos químicos e bombas, isso representava uma ameaça alarmante para os EUA e seus aliados da OTAN. Alguns anos depois esta estimativa tinha concluído que os EUA eram “altamente vulneráveis” a um ataque biológico em uma guerra. Eles ressaltaram que desde o fim da guerra muito pouco trabalho novo tinha sido feito para produzir uma bomba biológica. Eles acreditavam, demoraria “aproximadamente um ano de intenso esforço” antes que a América pudesse mover uma guerra biológica.

 

Na verdade, não havia qualquer evidência dura que qualquer inimigo potencial tivesse desenvolvido uma arma biológica, mas poderiam os EUA enfrentarem os riscos de não ter a sua e alguém a poderia desenvolver em algum lugar? 
O argumento era persuasivo. Em outubro de 1950 o Secretário de Defesa aceitou uma proposta para a construção de uma fábrica onde manufaturar doença. O Congresso secretamente votou noventa milhões de dólares, a serem gastos renovando um arsenal da segunda guerra mundial perto do pequeno centro algodoeiro de Pine Bluff, no Estado do meio-oeste de  Arkansas.

 

A nova fábrica de guerra biológica tinha dez andares, três deles construídos subterraneamente. Era equipada de dez fermentadores para a produção em massa de bactérias a curto prazo, embora a fábrica nunca tenha sido usada em sua plena capacidade. As pessoas locais na cidade de Pine Bluff  tinham alguma idéia do propósito da nova fábrica do exército sendo construída descendo a estrada, mas em gral havia, como mais tarde expressou o Pentágono “uma relutância em tornar público o programa”. As primeiras armas biológicas estavam prontas no ano seguinte, embora elas não fossem destinadas a atacar não humanos, mas fábricas. Em 1950 os cientistas de Camp Detrick [ Maryland] tinham submetido um relatório super secreto a Junta de Chefes de Staff sobre o trabalho que eles haviam desenvolvido sobre uma “bomba pombo”. Em uma tentativa de desrtuir os estoques de alimentos do inimigo os cientistas haviam pulverizado as penas de pombos com esporos de ferrugem de cereal, uma doença que ataca plantações.  Os pesquisadores descobriram que até mesmo depois de cem milhas de vôo, permaneciam nas penas dos pombos esporos suficientes para infectar a aveia deixada em suas gaiolas. Então eles haviam experimentado lançar os pombos de uma aeronave sobre as Ilhas Virgens. Finalmente eles dispensaram com aves vivas e simplesmente encheram uma ‘bomba cluster’ com penas contaminadas de perus. Em cada um destes testes bizarros os homens de Camp Detrick concluíram que bastante da doença sobreviveu à jornada para infectar a plantação alvo. Em 1951 a primeiras bombas ant-plantação foram colocadas em produção pela força aérea americana.

 

Os EUA haviam estabelecido no primeiro tempo de paz a linha de produção de arma biológica. Mais tarde, os cientistas de Fort Detrick descobriram um trinidadiano que havia sido infectado pela febre amarela em 1954 e mais tarde havia se recuperado. Eles tiraram o soro do trinidadiano e injetaram em macacos; eles removeram o plasma infectado no qual deixaram cair larvas de mosquito. Os mosquitos infectados eram então encorajados a morderem camundongos de laboratório para transmitir a doença. Esta engenhosa técnica de pesquisa em saúde pública funcionou. Os camundongos devidamente infectados contraíram a doença [febre amarela].

Laboratórios foram construídos em Fort Detrick onde colônias de mosquitos aedes aegypti eram alimentadas com uma dieta de xarope e sangue.  Eles punham seus ovos em toalhas úmidas de papel. Os ovos se transformariam em larvas e eventualmente em uma nova geração de mosquitos. Os laboratórios de Fort Detrick podiam produzir  meio milhão de mosquitos por mês e pela metade dos anos 1950 um plano havia sido criado para uma fábrica produzir cento e trinta milhões de mosquitos por mês. 

 

Uma vez os mosquitos haviam sido infectados com a febre amarela, os Corpos Químicos planejavam lança-los em um inimigo por meio de “bombas cluster” lançadas de uma aeronave e de uma ogiva de um míssil “Sergeant”.

Para testar a efetividade desta arma extraordinária, o exército precisava saber se os mosquitos podiam ser baseados em morder as pessoas. Durante 1956 eles realizaram uma série de testes nos quais mosquitos fêmeas não infectadas eram liberadas primeiramente em uma área residencial de Savannah, Georgia, e então lançadas de uma aeronave sobre uma área ao alcance de bombardeio da Flórida.

 

“Dentro de um dia”, segundo um relatório secreto do Corpo Químico, “os mosquitos haviam  se disseminado em uma distência de uma a duas milhas e mordido muitas pessoas”. Os efeitos de soltar mosquitos infectados podem Sr imaginados. A febre amarela, como notou o Corpo Químico, é “uma doença altamente perigosa”, no mínimo causando temperaturas muito altas, dor de cabeça e vômitos. Em aproximadamente um terço dos casos relatados naquele tempo, a febre amarela havia se provado fatal.

Nem os mosquitos eram os únicos insetos conscritos ao serviço do exército. Em 1956 o exército começou a investigar a possibilidade de cruzar 50 milhões de pulgas em uma semana, presumivelmente para disseminar a praga. Pelo fim dos anos de 1950 os laboratórios de Fort Detrick eram ditos conterem mosquitos infectados pela febre amarela, malária e dengue [uma doença viral aguda conhecida como  Breakbone Fever para a qual não há cura]; pulgas infectadas pela praga; carrapatos contaminados com tularemia e pulgas infectadas com cólera, antrax e desinteria.

 

Posteriormente no livro Uma Mais Alta Forma de Matança, lemos:

 

“A Guerra do Vietnã pode ter representado o perfeito laboratório de campo para homens como o General Rothschild testarem suas teorias sobre semear nuvens com antrax. Mas não havia evidência suficiente do modo como as tropas americanas e sul vietnamitas também poderiam ser afetadas para descartar isso.  Ao invés, os laboratórios de guerra biológica concentraram seus esforços no desenvolvimento de doenças incapacitantes que derrubariam o inimigo pela doença durante dias ou semanas. Por alguns anos os laboratórios em Fort Detrick tem estado trabalhando com enterotoxinas causando envenenenamento alimentar, em teoria militar, como o colocou um proponente, “um camarada que esteja vomitando seu estômago não conegue mirar um rifle contra você.”  Por 1964 eles acreditavam que uma arma baseada nesta teoria era possível. Mas por agora uma outra doença incapacitante parecia um melhor candidato”.

 

Vários parágrafos depois, lemos:

“Os resultados da pesquisa continuada podem ser vistos nos mapas da Base de Testes Dugway no Utah, parte da qual fio marcada “área permanente bio contaminada”, depois de experimentos com antrax  em meados dos anos de 1960. No Pacífico mais testes foramrealizados com “agentes quentes” – um jargão para as reais armas biológicas – em um número de ilhas desertas.  

Os resultados destes testes ainda permanecem classificados com base em que eles revelam a fraqueza nas defesas americanas. Por março de 1967 Fort Detrick havia desenvolvido uma ogiva bacteriologica para o míssil Sergeant capaz de enviar doença a mais de cem milhas atrás das linhas inimigas.  

O Departamento de Defesa havia justificado a corridaq acelerada para armas biológicas nos anos de 1960 dizendo que não havia perspectiva de qualquer tratado ser alcançado que fosse aceitável para os EUA. Desde que qualquer argumento para o banimento das armas biológicas era improvável, eles argumentavam, os EUA deveriam continuar seu trabalho de pesquisa.  

“Eles estavam errados. Em 1968 o assunto de guerra química e biológica apareceu para discussão no 18º. Comitê de Desarmamento das Nações em Genebra. Tentativas prévias de chegar a um acordo sobre um tratado internacional para banir as armas químicas e biológicas foram incluídas no mesmo tratado. Já que as armas de gás já haviam sido usadas durante a guerra, provado-se eficazes, e foram armazenadas em grande escala, elas eriam muito mais difíceis de colocar na ilegalidade do que a armas biológicas, que estavam longe de serem comprovadas satisfatoriamente já que nunca haviam sido usadas em guerra. Os britânicos propuseram que os dois asuntos fossem separados e introduziram um esboço da Convenção de Armas Biologicas que deveria comprometer todos os Estados signatários a renunciarem as armas por todo tempo. Inicialmente houve uma pesada oposição dos russos e seus aliados do leste europeu, e pouco entusiasmo aberto de Washington. Os britânicos e canadenses, que haviam compartilhado sua perícia na guerra bacteriológica com os americanos, não obstante argumentaram ao Presidente Nixon que um tratado internacional agora era uma possibilidade real. O que eles precisavam, disseram, era um gesto de boa vontade. Nixon já estava sob pressão sobre o assunto das armas químicas e biológicas e enfrentando crescente oposição doméstica.

Em 25 de novembro de 1969 Nixon emitiu a seguinte declaração: 

“A humanidade”, ele disse, “já carrega em suas próprias mãos sementes demais de sua própria destruição”.

 

Os EUA estavam dando um passo na causa de paz mundial.

 

“Os EUA”, ele continuou, “devem renunciar ao uso de agentes biológicos letais e armas, e a todos ou outros métodos de guerra biológica”.

 

Este foi um gesto corajoso, que forneceu o esporão pelo qual os britânicos tinham estado esperando.

As laboriosas negociações no Palais des Nations, Genebra, receberam um impulso considerável com o anúncio de Nixon. Dentro de dis anos a URSS tinha abandonado sua oposição à convenção da guerra biológica. Em 4 de abril de 1972 representantes dos dois países assinaram um empreeendimento que eles “nunca, em qualquer circunstância, desenvolveriam, produziriam, armazenariam ou de qualquer modo adquiririam ou reteriam qualquer arma biológica”.

 

Mais de oitenta países seguiram assinando. A Convenção de Armas Biológicas foi um triunfo, porque diferente de muitos outros acordos para controle de armas que meramente restringiam o desenvolvimento e emprego de novas armas, removeu uma categoria de armamentos dos arsenais mundiais.

Ao tempo em que o acordo foi finalmente assinado, a pesquisa que havia começado com um pequeno grupo de biólogos ponderando sua contribuição para a guerra contra Hitler tinha produzido um conjunto de doenças capazes de se espalhar pelo mundo. Além das infecções que destruiriam trigo e arroz, antrax, febre amarela, tularemia, brucelose, febre Q e encefalomielite eqüina venezuelana todas haviam sido ”padronizadas” para uso contra o homem. O planos haviam sido postos para seu uso atrás das linhas inimigas no evento de uma outra guerra na Europa.

Em Pine Bluff Arsenal no Arkansas o maquinário que por vinte anos tinha sido utilizado para produção em massa de doenças foi usado para transformar os germes em lama inofensiva, que foi espalhada sobre o solo enquanto um oficial de relações públicas do exército explicava que bom fertilizante isso poderia ser. E em uma pequena e sombria ilha fora da costa da Escócia os sinais de aviso tiveram que ser repintados. .

 

[Novamente:]

 

A despeito do fato que tais maiores poderes como França e China ainda não tinham assinado [início de 1982], grandemente por causa que eles consideravam os procedimentos de verificação serem inadequados, a Convenção sobre Armas Biológicas de 1972 foi uma maior obtenção.   

 

Uma das determinações do tratado comprometia os 87 países signatários a “continuarem negociações de boa fé”  com vistas a obterem um acordo imilar de banimento das armas químicas.A Assembléia Geral da Onu otimiscamente apelidou a década de 1970 de “a década do desarmamento”. No campo da guerra química ela mais apropriadamente deveria ter sido chamada de “década da desconfiança”.

 

[Mais tarde:]

 

Em janeiro de 1978 um correspondente da agência de notícias Reuters relatou da sede da OTAN que “especialistas científicos” tinham lhe informado que os russos estavam desenvolvendo “três novas doenças horríveis para a guerra… febre de Lassa, que segundo as fontes, mata 35% das pessoas atacadas; febre Ebola, que mata 70% e a mortal febre Marburg [doença do macaco verde]“.

Não surpreendentemente, o efeito destas alegações foi lançar uma séria dúvida sobre o valor de tentar negociar um segundo tratado com a URSS para banir a guerra de gás.

De fato, no verão de 1978 apareceu uma história sugerindo que a decisão original de Nixon de parar o desenvolvimento de novas armas químicas e biológicas tinha sido o trabalho de espiões soviéticos. “Segundo oficiais da inteligência dos EUA”, disse o NEW YORK TIMES, “a URSS tentou influenciar então – o Presidente Richard Nixon em 1969 para parar o desenvolvimento de armas químicas e biológicas ao transmitir informação através de agentes duplos  trabalhando no FBI”. O jornal sustentava que o diretor do FBI,

J. Edgar Hoover, tinha pessoalmente transportado a informação para Nixon. Conquanto ninguém no staff da Casa Branca de Nixon fosse capaz de se recordar de ter estado recebendo qualquer informação sobre armas químicas e biológicas de agentes do FBI, o relato do NEW YORK TIMES foi suficiente para crescer a inquietação sobre o que os russos podiam estar a fazer. Logo houve uma cascata de histórias positivas sobre preparações soviéticas para guerra biológica. Um oficial do exército polonês afirmou que agentes da KGB lhe diseram que especialistas em guerra biológica tinham sido colocados em Cuba. Então em outubro de 1979 veio a mais sensacional alegação de todas. A incipiente revista de notícias britânica NOW! Estampou em sua capa a manchete “Exclusivo: Desastre da secreta guerra biológica da Rússia”. Ela relatava que, “centenas de pessoas são relatadas terem morrido, e milhares sofreram ferimentos sérios como resultado de um acidente que ocorreu neste verão em uma fábrica que envolvia a produção de armas biológicas na cidade siberiana de Novosibirsk“. As autoridades soviéticas haviam tentado abafar o acidente, dizia a revista, mas a informação havia sido obtida de um “viajante que estava naquela cidade nesta época”. Este ”viajante” afirmava que os corpos dos mortos foram enviados a seus familiares em caixões lacrados. Aqueles pouco que haviam conseguido dar uma olhada nos corpos os haviam descrito como ”cobertos de manchas marrons”. 

 

[E novamente :]

 

Na metade final da década de 1970 emergiu um grupo de teóricos militares que acreditavam que a ameaça da guerra química russa fosse um dos maiores perigos não reconhecidos para o Ocidente. Em tons crescentemente estridentes eles começaram a argumentar a  favor do rearmamento químico dentro da OTAN. Uma das mais contidas análises da ameaça soviética foi feita pelo Professor John Erickson, uma reconhecida autoridade sobre Exército Soviético. Erickson estimava que houvesse 80.000 soldados especialistas no Exército Vermelho, comandadas pelo General V.K. Pikalov, cujo serviço em campo de batalha era descontaminar homens, mãquinas e armamentos de químicos. Havia mil intervalos onde tropas soviéticas treinavam para combater em um campo de batalha contaminado. Tanques soviéticos e carros blindados eram equipados de elaborados lacres e sistemas de despressurização para mante-los livres de gás. O treinamento químico era considerado tão seriamente que os soldados soviéticos, ele descobriu, tinham sido queimados pelo gás real usado em treinamento. Erickson notou que os russos ”constantemente enfatisam o provável uso pelo inimigo – presumivelmente a OTAN – de armas químicas”, ainda que a OTAN, tenha apenas um pequeno número  de tais armas. Sobretudo, o treinamento russo enfatizava a defesa não apenas contra o gás nervoso mas também contra agentes no sangue e pulmão inicialmente desenvolvidos durante a primeira guerra mundial, e agora não importantes no armazenamento da OTAN. Erickson decidiu que, “a atração da arma química pareceria estar crescente para o comando soviético”

 

 [E continuando mais tarde:]

 

A convicção era crescente entre os “falcões” na OTAN que a decisão de parar de expandir o arsenal químico tinha dado um perio refém á sorte. Em 1980 os britânicos abriram uma proposta destinando 7.000 acres de guerra química na área de treinamento de  Battle Run”  nas montanhas Wiltshire  ao longo de Porton Down. O Exército dos EUA abriu uma escola de treinamento especializado em química no Alabama. O Corpo Químico dos EUA que na década de 1970 havia sido reduzido para 2.000 foi aumentado para quase seis mil em 1981.

 

Em 1979  os comandantes da OTAN jogavam seus jogos bianuais simulando o início da Terceira guerra mundial. Sob o nome código “Wintex“,  o exercício envolveu apenas generais, servidores civis e políticos que tomariam decisões críticas sobre como a guerra deveria ser lutada. Nas salas de operações da Europa e América do Norte eles encenaram como responderiam a uma escalante crise internacional que finalmente lançassem a OTAN e o Pacto de Varsóvia um contra o outro em uma guerra aberta. Na medida em que as hostilidades se intensificassem, alguém na sede da OTAN alimentaria a nova informação ao plano de guerra que estivesse sendo divisado pelos tomadores de decisão em seus bunkers de concreto: o exército soviético havia lançado um ataque com armas químicas. Qual seria a resposta da OTAN?

 

A escolha alarmava todo mundo – os pequenos membros da OTAN que não gostavam do gás mas queriam evitar uma guerra nuclear a todos os custos,  e os poderes nucleares da OTAN onde muitos sentiam que uma resposta apropriada era atacar o campo de batalha com armas nucleares, o que por si só corria o risco de convidar um contra-ataque soviérico nuclear em escala completa. 

O então supremo comandante da OTAN, General Alexander Haig, que logo se tornaria o Secretário de Estado do Presidente Reagan, disse aos repórteres em 1978 que a habilidade da OTAN de fazer guerra com químicos era “muito fraca”. “Em algum ponto do futuro próximo isto terá que ser reavaliado”. Seu sucessor como comandante supremo foi mais longe: “Devemos ser capazes de responder com armas químicas e eles devem saber de nossa capacidade de responder”.

 

Dez anos depois da decisão de Nixon de suspender a fabricação de armamento químico, pelo fim da chamada “década do desarmamenrto” , os advogados do rearmamento químico incluíam algumas da mais importantes figura na instituição militar. Já havia uma arma desenvolvida para suprir as deficiências que os generais viam ao seu redor. A idéia era simples, e, por 1970, já tinha vinte anos. 

 

[Em  conclusão:]

Crescente cinismo sobre as intenções soviéticas já haviam levado na década de 1970 a uma instância mais agressiva. Lembrando a oposição às arma químicas que havia ido levantada durante a década de 1960, e reconhecendo que qualquer nova geração precisaria estar baseada na Europa, o Pentágono omeçou as discussões com os britânicos. Embora a negociações iniciais com o governo Callaghan não levarem a nada, as discussões sobre a possível localização das armas químicas na Bretanha foram reabertas depois da eleição de 1979 que trouxe ao poder Margaret Thatcher. Pelo verão de 1980 o Secretário de Defesa britânico estava publicamente ruminando sobre o tamanho e o poder do arsenal químico soviético. Neste verão os britânicos realizaram uma série de encontros com suas contrapartes americanas que resultaram no apoio britânico ás propostas do Pentágono para começar a produção de uma nova geração de armas de gás. Por dezembro de 1980 o Secretário de Defesa britânico tinha finalmente sido  convertido a causa do rearmamento químico.  Até mesmo antes das alegações de T2, o clima havia mudado tanto que em 1980 o Pentágono não incluiu as propostas para uma nova fábrica para produção de gás binário em sua  solicitação de verbas para o ano seguinte. Não havia necessidade. Quando a proposta de orçamento chegou ao congresso para aprovação, políticos mais ávidos endossaram uma sugestão para escrever nos planos do orçamento começar uma nova fábrica capaz de produzir 20.000 rodadas de escudos de agente gás binário nervoso de 150 mm.  A cada mês. O inteiro debate em ambas as casa demorou menos de três horas.

 

Pelo tempo das alegações de T2 aparecerem até mesmo Richard Nixon, o homem que parecia ter detido a corrida das armas químicas em 1969, acreditava que seus esforços tinham sido em vão e que os russos haviam se rearmado enquanto os EUA permaneceram parados. Nos governos passados terem justificado a continuação da pesquisa de gás e germes apmtando para as armas que eles acreditavam que o inimigo possuía. O planos para o rearmamento químico no Ocidente já haviam avançado. A menos que negociações de desarmamento repentinamente mostrarem-se frutíferas, o clima presente de supeita pode fornecer o perfeito meio de cultura no qual criar uma nova geração de armas.   

 

 

RELATÓRIO DE IRON MOUNTAIN

Em 1967,  o Relatório de Iron Mountain Sobre a Posibilidade e a Desejabilidade da Paz foi publicado.

 

O relatório disse, em parte:

 

“Como temos indicado, a proeminência do conceito da guerra como a principal força organizadora na maioria das sociedades tem sido insuficientemente apreciada. Isto também é verdadeiro sobre seus efeitos extensivos através de muitas atividades não militares da sociedade. Estes efeitos são menos aparentes nas complexas sociedades industriais como a nossa do que nas culturas primitivas, as atividades da quais podem ser mais facilmente e completamente compreendidas.”   

E também,

 

Um outro possível sub-rogado para o controle de potenciais inimigos da sociedade é a reintrodução, em alguma forma consistente com a tecnologia moderna e processos políticos, da escravidão. Até agora, isto tem sido sugerido somente na ficção, notavelmente nos trabalhos de Wells, Huxley, Orwell, e outros engajados na antecipação imaginativa da sociologia do futuro. Mas as fantasias projetadas em Brave New World e 1984  tem parecido cada vez menos implausíveis durante anos desde sua publicação. A tradicional associação da escravidão com antiga culturas pré industriais não deve nos cegar a sua adaptabilidade á formas avançadas de organização social, nem deve sua igualmente tradicional incompatibilidade com valores morais e econômicos ocidentais.

 

É inteiramente possível que o desenvolvimento de uma sofisticada forma de escravidão possa ser um pré requisito  aboluto para o controle social de um mundo em paz. Como uma matéria prática, a conversão do código da disciplina militar em uma forma eufemizada de escravidão necesitaria surpreendentemente de pouca revisão, o primeiro passo lógico seria a adoção de alguma forma de serviço militar universal.  

 

Do relatório de Iron Mountain,, sob o título de Ecológico,

 

Considerando  as deficiências da guerra como um mecanismo de controle seletivo da população, pode parecer que prováveis substitutos para esta função devam ser comparativamente simples. Esquematicamente assim o ,é, mas o problema do momento certo para a transição a um novo instrumento de equilíbrio ecológico torna a possibilidade de substituição menos certa. 

  
Deve ser lembrado que a limitação da guerra nessa função é inteiramente eugênica.  A guerra não tem sido geneticamente progressiva. Mas como um sistema grosseiro de controle de população para preservar a espécie não pode razoavelmente penalizado.  E, como tem sido ressaltado, a própria natureza da guerra está em transição.

 

As atuais tendências em guerra – o crescente bombardeio estratégico de civis e a maior importância militar agora anexada à destruição de fontes de suprimento [em oposição a puramente bases e pessoal militar] – fortemente sugerem  que um melhoramento verdadeiramente qualitativo está se consolidando. Assumindo  que o sistema de guerra deva continuar, é mais do que provável que a qualidade  regressivamente seletiva da guerra terá sido revertida, na medida em que as vítimas se tornem mais geneticamente representativas de suas sociedades.

Não há questão senão uma exigência universal que a procriação seja limitada aos produtos de inseminação artificial que forneceriam um substituto completamente adequado de controle para níveis de população. Tal sistema reprodutivo, com certeza, teria adicionado a vantagem de ser mais suscetível ao direto gerenciamento eugênico. É previsível o desenvolvimento posterior – a concepção e crescimento embrionário ocorrendo inteiramente sob condições laboratoriais – estenderia esses controles a conclusão lógica. A função ecológica da guerra sob estas circunstâncias não apenas seria superada e substituída.

O indicado passo intermediário – total controle da concepção com uma variante da “pílula” via suprimentos de água ou certos alimentos essenciais, deslocamento por um “antídoto” controlado – já está em desenvolvimento. Pareceria não existir necessidade previsível de reverter qualquer uma das práticas fora de moda referidas na seção anterior [infanticídio etc] na medida em que isso possa ter sido se a posibilidade da transição á paz tinha se elevado duas gerações atrás. A questão real aqui, portanto, não diz respeito a viabilidade deste substituto da guerra, mas a problemas políticos envolvidos em realizar isso. Isso não pode ser estabelecido enquanto o sistema da guerra ainda esteja em vigor. A razão para isto é simples: o excesso de população é o material da guerra. Tão longe qualquer sociedade deva contemplar até mesmo a mais remota possibilidade de guerra, ela deve retr o máximo populacional suportável, até mesmo se assim o fazendo agrave criticamente a responsabilidade econômica. 

 

Isto é um paroxismo, em vista do papel da guerra em reduzir o excesso de população, mas é prontamente compreendido. A guerra tem os controles gerais sobre o nível da população, mas também o interesse ecológico de qualquer sociedade isolada em manter sua hegemonia vis-a-vis outras sociedades.  A analogia óbvia pode ser vista em uma economia de livre empreendimento. As práticas danosas a sociedade como um todo – competitivas e monopolistas – são cúmplices pelos motivos econômicos conflitantes dos interesses individuais do capital.

 

O precedente óbvio pode ser encontrado nas dificuldades políticas aparentemente irracionais que têm bloqueado a adoção universal de simples métodos de controle da natalidade.  Nações em necessidade desesperada de elevar taxas desfavoráveis de produção versus consumo não obstante são indispostas na superada eficácia para apostarem suas possíveis exigências militares de mais de vinte anos para este propósito. O controle unilateral da população, como praticado no Japão antigo e em outras sociedades isoladas, está fora de questão nos dias de hoje. 

Já que a solução eugênica não pode ser alcançada até a transição para um sistema de paz aconteça, porque não esperar? Deve-se qualificar a inclinação para concordar. Como notamos anteriormente, a real possibilidade de uma crise global sem precedentes de insuficiência já existe, a qual o sistema da guerra não será capaz de superar. Se isto deve vir a passar diante de uma transição concordada para a paz estar completa, o resultado pode ser irrevogavelmente desastroso. Claramente não há solução para este dilema; é um risco que devemos correr. Mas isso tende a sustentar a visão que se é tomada uma decisão para eliminar o sistema de guerra, será melhor que seja mais cedo do que mais tarde.

 

 

 

O CLUBE DE ROMA

O documento de 1972 intitulado “Os Limites ao Crescimento – Um Relatório para o Projeto do Clube de Roma sobre a Situação Difícil da Humanidade”, diz:

 

“Os problemas que U Thant menciona – corrida armamentista, deterioração do meio ambiente, explosão populacional e estagnação econômica – são frequentemente citados como os problemas centrais de longo prazo do homem moderno. Muitas pessoas acreditam que o curso futuro da sociedade humana, talvez mesmo até da sobrevivência da sociedade humana, depende da velocidade e eficácia com que o mundo responda a estes assuntos. E ainda que apenas uma pequena fração da população mundial esteja ativamente preocupada com a compreensão destes problemas ou buscar suja soluções”.  

 

O relatório continua,

 

As seguintes conclusões tem emergido de nosso trabalho até aqui. Não somos de modo algum o primeiro grupo a afirmar isso. Durante várias décadas passadas, pessoas tem olhado para o mundo com uma perspectiva global e a longo prazo e tem chegado as mesmas conclusões. Não obstante, a vasta maioria dos fazedores de políticas parecem estar ativamente perseguindo metas que são inconsistentes com este resultado. Nossas conclusões são:

 

Se as atuais tendências de crescimento na população mundial, industrialização, poluição, produção de alimentos e depleção de recursos continuarem sem ser desafiadas, o limite de crescimento deste planeta era alcançado em walgum ponto dos próximos cem anos. O resultado mais provável será um declínio súbito e incontrolável da população e da capacidade industrial.

 

  1. É possível alterar estas tendências de crescimento e estabelecer uma condição de estabilidade ecológica e econômica que seja sustentável no futuro. O estado de equilíbrio global pode ser designado de forma que as necessidades básicas materiais de cada pessoa na Terra tenha uma oportunidade igual de realizar seu potencial humano individual.
     
  2. Se a pessoas do mundo decidirem esforçar-se para este segundo resultado em vez do primeiro, quanto mais cedo começarem a trabalhar para atingir isso, maiores serão as chances de sucesso. 

 

Estas conclusões são de longo alcance e levantam tantas perguntas para estudo posterior que francamente estamos oprimidos pela enormidade do trabalho que deve ser feito. Esperamos que este livro servirá aos interesses de outras pessoas, em muitos campos de estudo e muitos países do mundo,para levantar espaço e estabelecer horizontes de suas preocupações e juntar-se a nós no entendemento e preparação de um período de grande transição – a transição para o crescimento do equilíbrio global.

O Relatório conclui com,

 

Como nós, os patrocinadores deste projeto, avaliamos o relatório?

 

Não podemos falar definitivamente por todos nossos colegas do Clube de Roma, porque há diferença de interesse, ênfase e julgamento entre eles. Mas, a despeito da natureza preliminar desse relatório, os limites de alguns de seus dados e a inerente complexidadedo sistema mundial que ele tenta descrever, estamos convencidos da importância de suas conclusões principais. Cremos que ele contém uma mensagem de muito mais profundo significado do que uma mera comparação de dimensões, uma mensagem relevante a todos os aspectos da atual situação difícil humana. Embora aqui possamos expressar apenas nossas opiniões preliminares, reconhecendo que elas ainda requerem uma grande dose de reflexão e ordenamento, estamos de acordo nos seguintes pontos:

 

  1. Estamos convencidos que a compreensão das restrições quantitativas do meio ambiente e da trágicas conequências de uma superação é essencial para a iniciação de novas formas de pensamento  que levarão a uma revisão fundamental do comportamento humano e por implicação, do inteiro tecido da sociedade dos dias atuais. É somente agora que, tendo começado a entender algo das interações entre os crescimentos demográfico e o econômico e tendo alcançado níveis sem precedentes de ambos, o homem é forçado a levar em consideração as dimensões limitadas deste planeta e os “tetos” para sua prensença e atividade nele. Pela primeira vez, tem se tornado vital inquirir o custo do irrestrito crescimento material e considerar alternativas para sua continuação.

 

  1.  Estamos convencidos que a pressão demográfica no mundo já tenha alcançado tais altos níveis, e sobretudo seja tão desigualmente distribuída, que isso por si só deva compelir a humanidade a buscar um estado de equilíbrio em nosso planeta. Áreas sub-populadas ainda existem; mas, coniderando o mundo como um todo, o ponto crítico no crescimento populacional está se aproximando, se já não foi alcançado. Com certeza não existe um claro ótimo, nível de população a longo prazo; muito mais, há uma série de equilíbrios entre níveis de população, padrões sociais e materiais, liberdade pessoal e outros elementos que compõem a qualidade de vida.  Dado o estoque finito e em diminuição dos recursos não renováveis e o espaço finito de nosso globo, o princípio deve ser geralmente aceito que números crescentes de pessoas eventualmente implicam em um padrão de vida mais baixo e uma problemáticaq mais complexa. Por outro lado, nenhum valor humano fundamental estaria ameaçado por igualar o crescimento demográfico.
     
  2. Reconhecemos que o equilíbrio do mundo só pode se tornar uma realidade se muitos dos chamados países em desenvolvimento sejam substancialmente melhorados, em termos absoluto e relativo às nações economicamente desenvolvidas e afirmamos que este melhoramento pode ser alcançado apenas através de uma estratégia global. Com pouco esforço global, a lacunas explosivas e desigualdades já existentes continuarão a e tornar maiores. A conseqüência só pode ser desastre, seja devido ao egoísmo de países individuais que continuam a agor puramente em prol dos próprios interesses, ou de uma luta de poder entre as nações desenvolvidas e aquelas em desenvolvimento. O sistema mundial simplesmente não é suficientemente amplo  nem generoso o bastante para acomodar por muito mais tempo tal comportamento egoísta e conflitivo de seus habitantes. Quanto mais perto chegamos dos limites materiais do planeta, mais difícil será abordar o problema. 

 

  1. Afirmamos que o assunto global do desenvolvimento é, contudo tão estreitamente interligado a outros assuntos globais que uma estratégia completa deve ser envolvida para atacar todos problemas maiores, inclusive e em particular aqueles do relacionamento do homem com o meio ambiente. Com a população mundial dobrando em um pouco mais de trinta anos, a sociedade dificilmente conciliará as necessidades com as expectativas de tantas pessoas em tão curto período. Provavelmente tentaremos satisfazer estas demandas super explorando nosso meio ambiente natural e desta forma lesando a capacidade de sustententação da vida da Terra. Daí, em ambos os lados da equação homem-meio ambiente, a situação tenderá a piorar perigosamente. Não podemos esperar soluções tecnológicas que apenas nos retirem deste círculo vicioso. A estratégia para lidar com estes dois assuntos chave de desenvolvimento e meio ambiente deve ser concebida como um conjunto.

 

  1. Reconhecemos que a problemática complexa do mundo é em grande extensão composta por elementos que não podem ser expressos em termos mensuráveis. Não obstante, acreditamos que a abordagem predominantemente quantitativa utilizada neste relatório seja um instrumento indispensável para o entendimento da operação da problemática. Esperamos que tal conhecimento possa levar a maestria de seus elementos. Embora todos os maiores assuntos mundiais estejam fundamentalmente ligados, ainda não foi descoberto um método para lidar com o todo eficazmente. A abordagem que adotamos pode ser extremamente útil na reformulação de nosso pensamento sobre a inteira situação difícil humana. Isto nos permite definir os equilíbrios que devem existir dentro da sociedade humana e entre esta sociedade e seu habitat; perceber as conseqüências que podem derivar de quando tais equilíbrios são rompidos.

 

  1. Unanimimente estamos convencidos que o redirecionamento rápido e radical da atual situação mundial presentemente desequilibrada e perigosamente deteriorada é a tarefa primária que a humanidade deva enfrentar. Nossa atual situação é tão complexa e é tanto o reflexo das atividades múltiplas do homem, contudo, nenhuma combinação de medidas e ferramentas puramente técnicas, legais ou econômicas pode trazer um melhoramento substancial. São necessárias abordagens inteiramente novas para rediercionar a sociedade em direção a metas de equilíbrio muito mais do que de crescimento. Uma tal reorganização envolve um esforço supremo de compreensão, imaginação e resolução moral e política. Acreditamos que este esforço seja possível e esperamos que esta publicação ajude a mobilizar forças para tornar isso possível.

 

  1. Este esforço supremo é um desafio para nossa geração. Ele não pode ser passado para a próxima. O esforço deve ser resolutamente assumido sem demora e o importante redirecionamento deve ser alcançado durante esta década. Embora o esforço possa inicialmente se focar nas implicações do crescimento, a totalidade da problemática do mundo tem que ser endereçada. Acreditamos no fato que a necessidade rapidamente tornará evidente para a inovação social encontrar e combinar o desafio técnico, para a reforma radical das instituições e processos políticos em todos os níveis, do mais alto, aquele da política mundial. Estamos confiantes que a nossa geração aceitará este deafio se compreendermos as consequências trágicas  que a inação podem trazer.

 

  1. Não temos dúvida que se a humanidade embarcar em um novo curso, apropriadas medidas internacionais e planejamento a longo prazo serão necessários em uma escala e escopo sem precedentes. Um tal esforço pede o comportamento conjunto de todos os povos, eja qual for sua cultura, sistema econômico ou nível de desenvolvimento. Mas a maior responsabilidade deve ficar com as nações mais desenvolvidas não porque elas tenham mais visão ou humanidade, mas porque, tendo propagado a síndrome do crescimento, elas ainda estão na frente do progresso que sustenta isso. Na medida em que maiores insights  sobre a condições e trabalho do sistema mundial são desenvolvidos, estas nações começarão a entender que, em um mundo que fundamentalmente precisa de estabilidade, seu mais alto platô de desenvolvimento só pode ser justificado ou tolerado se elas servem não como a plataforma de lançamento para alcançar áreasaté mesmo mais altas das quais organizar uma distribuição mais igual da riqueza e renda mundialmente. 

 

  1. Inequivocamente sustentamos a contenção que uma pausa imposta às espirais de crescimento mundial econômico e demográficfo não deve nos levar ao congelamento do status quo do desenvolvimento econômico das nações mundiais. Se uma tal proposta fosse apresentada pelas nações ricas, seria tomada como um ato final de neocolonialismo. O alcance de um estado harmonioso de equilíbrio global econômico, social e ecológico deve ser uma ação conjunta baseada na convicção conjunta que beneficie a todos. A maior liderança será demandada dos países economicamente desenvolvidos, e o primeiro passo em direção a uma meta global será que eles encorajem uma desaceleração no crescimento de sua própria saída material e ao mesmo tempo, ajude as nações em desenvolvimento em seus esforços de avançarem mais rapidamente sua economias.

 

10. Finalmente afirmamos que qualquer tentativa deliberada de alcançar um estado racional e duradouro de equilíbrio através de medidas planejadas, muito mais que através do acaso ou da catástrofe, deve ser baseada em uma mudança básica de valores e metas a níveis individual, nacional e mundial. Talvez esta mudança já esteja no ar, embora fracamente perceptível. Mas nossa tradição, educação, atividades atuais e interesses farão a transformação trabalhosa e vagarosa. Somente a compreensão real da condição humana em seu ponto de virada na história pode fornecer motivação suficiente para as pessoas aceitarem sacrifícios individuais e as mudanças nas estruturas de poder econômico e político necessárias ao alcance de um estado de equilíbrio.

.

Com certeza permanece a questão se ou não a situação mundial está de fato tão séria quanto este livro e nossos comentários indicam.

 

Acreditamos firmemente que os avisos contidos neste livro sejam amplamente justificados e que a metas e ações de nossa atual civilização apenas podem agravar os problemas do futuro. Mas certamente feicaríamos felizes demais se nossas avaliações se provem sombrias demais.

Em qualquer evento, nossa postura é uma de preocupação muito grave, mas não de desespero. O relatório descreve uma altrenativa para o crescimento não avaliado e desastroso e avança alguns pensamentos  sobre mudanças políticas que posam produzir um estado de equilíbrio estável para a humanidade. O relatório indica que isso possa estar dentro do nosso alcance para fornecer a populações razoavelmente grandes uma boa vida material mais oportunidades para um desenvolvimento ilimitado individual e social. Estamos em substancial acordo com esta opinião, embora sejamos realistas o bastante para não sermos levados por especulações puramente científicas ou éticas. O conceito de uma sociedade em um permanente estado de equilíbrio econômico e ecológico pode parecer fácil de atingir, embora a realidade seja tão distante de nossa experiência quanto o exige a revolução copernicaniana da mente. Traduzindo a idéia para a ação, portanto, é uma tarefa cheia de esmagadoras dificuldades e complexidades.

 

Podemos falar seriamente sobre onde iniciar apenas quando a mensagem dos Limites de Crescimento e seu sentido de extrema urgência sejam aceitos por um grande corpo de opinião científica, política e popular em muitos países. A transição em qualquer caso provavelmente será dolorosa e exigirá demandas extremas sobre a ingenuidade e determinação humanas. Como temos mencionado, apenas a convicção de que não há outra avenida para a sobrevivência pode liberar as forças moral, intelectual e criativa necessárias para iniciar esta tarefa humana sem precedentes.

Mas devemos sublinhar o desafio muito mais do que a dificuldade de mapear a estrada para uma sociedade estado estável. Acreditamos que um número inesperadamente grande de homens e mulheres de todas as idades e condições estará pronto para responder ao desafio e ávido para discutir não se mas que podemos criar este novo futuro. 

O Clube de Roma planeja apoiar tal atividade de muitos modos. Uma pesquisa substancial já foi iniciada no MIT sobre dinâmica mundial  e será continuada pelo MIT e outros estudos realizados na Europa, Canadá, América Latina, URSS e Japão. 

 

E, já que a iluminaçãointelectual é sem efeito se não for também política, o Clube de Roma também encorajárá a criação de um fórum mundial onde estadistas, fazedores de política e cientistas possam discutir os perigos e esperanças para o futuro sistema global sem a restrições da negociação formal intergovernamental.  O último pensamento que desejamos oferecer é que o homem deve explorar ele mesmo – suas metas e valores – na medida em que o mundo busca mudar. A dedicação a ambas tarefas deve ser infindável. O ponto crucial do assunto não é apenas se a espécie humana sobreviverá, mas até mesmo muito mais se ela pode sobreviver sem cair em um estado de existência inútil.

O Comitê Executivo do Clube de Roma:

  • Alexander King
  • Saburo Okita
  • Aurelio Peccei
  • Eduard Pestel
  • Hugo Thiemann
  • Carroll Wilson

 

Parte III

Sem Respostas Fáceis!
11/28/95
 

Papa João Paulo II disse,

“O grito comum, que é justamente feito em benefício de direitos humanos – por exemplo, o direito à saúde, a moradia, ao trabalho, a família, a cultura – é falso e ilusório se o direito à vida, o direito e condição mais básico para todos

[Christifidelis laici. no. 38].

 

Em 1974, o relatório do Clube de Roma foi publicado.  

 

Escrito por Mihajlo Besarvic e Eduard Pestel, ele diz, em parte [citando:]

 

Repentinamente – virtualmente do dia para a noite quando medido em uma escala histórica – a humanidade  se confronta com uma multitude de crises sem precedentes: a crise da população, a crise do meio ambiente, a crise mundial de alimentos, a crise de energia, a crise de matérias primas, para nomear apenas algumas. Novas crises aparecem enquanto as velhas se esgueiram com os efeitos espalhando-se a cada canto da Terra até que elas aparecem na ponta do fato como crises globais, mundiais.

 

As tentativas de solucionar isoladamente qualquer uma delas tem se provado serem temporárias e às custas de outras; facilitar a escassez  de energia ou matéria prima  por medidas que piorem a condição do meio ambiente,significa, realmente, nada resolver. As soluções reais são aparentemente interdependentes; coletivamente, a inteira multitude de crises parece constituir uma única crise-síndrome global do desenvolvimento mundial. A intensidade da crise no desenvolvimento mundial global e a evasividade de medidas eficazes para uma solução desafiam as premissas que a muito têm  sidoas mais fundamentais na orientação da sociedade humana. Embora estas permissas tenham  pavimentado o caminho para o progresso humano no passado, elas tembém têm, finalmente, levado às atuais condições

 

Portanto, a humanidade parece estar no ponto de virada: continuar na velha estrada – isto é, seguir a rota tradicional, não desafiada, para o futuro – ou iniciar um novo caminho.

[fim da citação.]

 

Pulando vários parágrafos,

 

“Sobre certos assuntos do crescimento parece existir um acordo universal. Considere, por exemplo, o assunto do crescimento populacional. Poucos discutiriam a posição que a população global não pode e não deve ser permitida crescer não examinada para sempre. Que a população deva se nivelar em algumm tempo, isto é, que o crescimento populacional deve parar, é uma visão que está ganhando aqeitação universal

Continando, [citando:]

De fato a dependencia do homem à natureza é muito profunda; seu uso e mal uso dos recursos é somente uma parte da imagem. Na medida em que o homem tem se tornado a força dominante em desenhar os sistemas de vida na Terra, sua ascensão tem sido acompanhada pela redução da biodiversidade no planeta. As espécies que não são percebidas estarem a serviço do homem tem sido sistematicamente reduzidas em número ou eliminadas. Se esta tendência continuar, logo a Terra será habitada por um diminuído número de espécies

 

Hoje o nosso entendimento é muito maior do que o dos nossos ancestrais que a existência de toda vida sobre a Terra – a nossa incluída – depende da estabilidade do sistema ecológico. Uma Terra com menos habitantes diversos pode não conter a estabilidade essencial para a adaptação e sobrevivência. E e nosso ecosistema se rompe – até mesmo se apenas temporariamente – o efeito sobre a humanidade pode ser calamitoso. A máxima ironia confrontando o homem tecnológico pode bem residir no fato que as mais potentes ameaças da Natureza ao bem estar humano não são seu poder destrutivo – terremotos, tornados e furacões – mas a fragilidade da teia de vida, a delicadeza daquelas meadas que ligam espécie a espécie e que compreende os laços dinâmicos que relacionam os reinos animado e inanimado tão intrincavelmente no processo de vida. 

[fim da citação.]

 

RESUMO SOBRE A INTERFERÊNCIA DO HOMEM SOBRE A NATUREZA

Continuando com  A Humanidade em Um Ponto de Virada, [citação:]

Sendo “uma parte da natureza”, o homem sempre tem afetado e sempre tem sido afetado pelo seu meio ambiente. Contudo, devido ao aumento desproporcional nos números e devido a aumentada sofisticação da intervenção humana nos processos naturais, a interferência do homem está tomando uma dimensão completamente nova com conseqüências imprevisíveis e potencialmente catastróficas; este é o começo que causa preocupação de uma fonte insuspeita: os cientistas que originaram e desenvolveram tais técnicas de intervenção. Um bom exemplo é o mais recente apelo de um grupo de micro-biologistas á comunidade científica mundial ao todo para se refrear de conduzir experimentos que envolvam a inserção de bactéria em genes que são resistentes a antibióticos ou genes de vírus. [lembre-se, isto foi escrito  em 1974] . O perigo potencial a quem diretamente este apelo se dirige é devido ao fato que as bactérias frequentemente usadas nos experimentos científicos deste tipo é um habitante comum no intestino humano.

 

Uma perspectiva de tal bactéria resistente escapar e infectar a população deve ser levada em consideração; isto implica na possibilidad de soltar novas pragas no mundo. O evento foi apropriadamente contemplado pelos próprios cientistas como um marco histórico para restringir a condução de experimentos puramente por amos à curiosidade científica. Isto representa uma reversão  da querida tradição que nada deva interferir com a “busca pela verdade” pela ciência.  Contudo, até mesmo se os experimentos nos quais são criados bactérias novas e resistentes sejam a prova de falhas, existe um perigo real em:

 

  1. O potencial de usar uma tal técnica nova para guerra biológica;
  2.  A possibilidade de tais experimentos serem realizados fora de um laboratório apropriadamente controlado.

 

Embora o uso de técnicas com menos de um ano ainda esteja na mãos de especialistas, isso “dentro de poucos anos será um projeto de escola secudária”.

 

Os solenes avisos de alto nível contra a condução de tais experimentos cujas conseqüências não possam ser previstas dificilmente serão considerados para os deter. Mas há muitos outros, até mesmo se considerados menos espetaculares, exemplos de conseqüências desconhecidas e potencialmente nocivas da intervenção humana na natureza.

 

A CRISE DE ALIMENTOS

Continuando de A Humanidade em Um Ponto de Virada,

“O mais precioso de todos os recursos é a comida. Dado até mesmo as mais otimistas projeções para o crescimento populacional durante os próximos cinqüenta anos, a demanda mundial por este recurso aumentará sete vezes. Mas para agarrar a seriedade do problema da comida e compreender a corrente de demanda por comida que se imporá sobre o sistema mundial, não devemos olhar apenas para o futuro: a situação já é crítica.”.

 

Posteriormente no documento,

Nossa análise no computador, grávida de otimismo, mostra claramente que a crise de comida no Sul da Ásia tem piorado. A despeito de todos os avanços assumidos, assumidos a disponibilidade de fertilizante e terra apropriada, assumido a falta de um desastre interveniente, o déficit em proteínas continuará a aumentar; pelo ano 2025 ele passará de 50 milhões de toneladas anualmente. Tais déficits nunca serão cobertos por importação; para pagar por esta quantidade de importação o Sul da Ásia teria que gastar um terço de seu total output econômico e três vezes o que ganha com exportação. Mas até mesmo se o Sul da Ásia tivesse este tipo de dinheiro, os problemas físicos de manusear estas quantidades de comida seriam incríveis. Em um ano a região teria que importar 500 milhões de toneladas de grãos – duas vezes a tionelagem total de todas as mercadorias que agora estão sendo embarcadas dos EUA. E isso assumindo que a quantidade de grãos cresceria para a exportação em outros lugares – 500 milhões de toneladas, afinal, é maior do que a total produção de grãos do inteiro mundo desenvolvido. Sobretudo, estas quantidades teriam que ser enviadas a cada ano, em quantidades crescentes, sem fim. Em resumo, seria impossível.

Mas o que aconteceria se estas importações não estivessem disponíveis? Esta pergunta forma a base de nosso segundo, ou ”trágico” cenário. Todas as nossas presunções otimistas tem premanecido, exceto que assumimos que a importação de grãos será parte da imagem. A catástrofe iniciaria na década de 1980 e chegaria ao pico em torno de 2010: mortes relacionadas a escassez de alimentos seriam o dobro da taxa normal de mortalidade. Entretanto, a taxa de mortalidade declinará, mas apenas porque as mortes anteriores reduziram a taxa de natalidade para a próxima geração. Ou falando mais cruamente, mas simplesmente, as pessoas que estariam tendo bebês morreram quando eram bebês. O número de mortes relacionadas á comida em um período de cinqüenta anos terminando em 2025 seria, apenas na faixa etária de 0 a 15, aproximadamente 500 milhões de crianças.

[fim da citação.]

 

Em novembro de 1995 a newsletter Forecast HighlightsLarry Acker escreve:

“Onde está o trigo?

Resposta: Algumas plantações mundiais de trigo em 1995 foram danificadas ou destruídas pelo mau tempo, doenças ou insetos. As necessidades da China de trigo devido a seca que dura de outubro de 1994 até o presente. A plantação soviética de trigo encolheu significativamente devido a seca e insetos. O trigo da Austrália queimou em uma severa seca. A plantação do Canadá  foi danificada pela seca e o Orange Blossom Midge (um inseto). Muito da plantação da Europa foi inundada em fevereiro último e o resto queimou na seca seis meses depois. Finalmente a plantação de inverno da Argentina ficou 120 dias sem água – o que arruinou de todo a plantação de 1995.

“Quem sobrou com algum trigo?

Resposta: os EUA. Como até mesmo as plantações dos EUA tiveram problemas e muito do trigo centrado no cinturão do Difícil Inverno Vermelho no Kansas esteja bem seco quando isso está sendo escrito. Variedades diferentes de trigo tiveram problemas em 1995 e a maioria viu redução em sua plantação total. Os EUA são o único país que ainda tem quantidades consideráveis de trigo para venda. Há mais demanda mundial do que os EUA possam atender. Uma explosão está para acontecer nas bolsas de comércio e alguns eventos viciosos podem ocorrer antes disso tudo acabar. Mantenha um olho na China; eles precisam montes de trigo e eles terão que obter a maioria disso dos EUA se eles quiserem trigo”.

 

Voltando a Humanidade no Ponto de Virada,

 

“No sumário, a única solução possível para a situação de alimentos mundial exige::

  1. Uma abordagem global do problema;
  2. Ajuda de investimento muito mais que ajuda de produtos, exceto para alimentos;
  3. O desenvolvimento de uma economia equilibrada para todas as regiões;
  4. Uma eficaz política populacional;
  5. Diversificação mundial da indústria levando a um sistema verdadeiramente global.

 

“Somente a combinação apropriada destas medidas pode levar a uma solução. A omissão de qualquer uma medida certamente levará ao desastre. Mas a correntes sobre a capacidade de produção global de alimentos serão afrouxadas se os hábitos alimentares na parte afluente do mundo mudassem, tornassem-se menos desperdiçadores.”

 

Devemos calorosamente dar boas vindas a este relatório de Mihajlo Mesarovic e Eduard Pestel para o Clube de Roma. Ele marca um importante novo passo em direção ao entendimento da natureza global e dos sistemas humanos dentro dos quais vivemos. E ele aparece como um livro para ampla distribuição em tempo oportuno. Sob o impacto da piora das situações mundiais, a opinião pública tem grandemente amadurecido nos últimos poucos anos. Contudo, os tomadores de decisão em cada país e na instituição mundial geralmente, embora forçados a encarar as duras realidades de nossa era, ainda estão relutantes em renovar seu pensamento e modo de ação. O trabalho de Mesarovic-Pestel os confrontará com uma compelente estrutura de referências que dificilmente podem ser ignoradas, oferecendo a eles ao mesmo tempo um novo instrumento potencialmente poderoso para testar a validade ou a futilidade de suas opiniões e suas políticas na estrutura do mundo real. 

E continuando,

Os resultados até hoje, contudo, já são muito importantes. Os autores tem concentrado em vários grupos de problemas que, se não adequadamente atendidos, podem, por si só, provocar desastres inimagináveis. Sustentados por esta pesquisa intensiva e estudo, certamente as conclusões básicas tem sido alcançadas. Elas confirmam os avisos anteriores do Clube de Roma.  Dois deles devem ser citados aqui:

 

 

  1. Nenhum redirecionamento fundamental da condições mundiais e perspectivas humanas é possível, exceto por uma cooperação mundial em um contexto global e com longas visões.
  2.  Os custos, não apenas em termos econômicos e políticos, mas em sofrimento humano também, que resultarão da demora em tomar decisões iniciais, são simplesmente desastrosos

Como pode uma verdadeira comunidade mundial emergir, ou até mesmo nossa atual sociedade humana sobreviver quando isso está cavalgado por injustiças profundas e intoleráveis, superpopulação e mega fomes enquanto é aleijada pela escassez de energia e de materiais e devorada pela inflação? Que explosões ou quebras ocorrerão, e onde e quando, agora que a tecnologia de guerra nuclear e a violência civil estão desconrtolando o passo da sabedoria e estabilidade política?

As estranhezas parecem estar contra o homem. Ainda que estejamos moderadamente esperançosos. Os ventos da mudança já começaram a soprar. Uma consciência gentil e ansiosa está evoluindo para sugerir que as mudanças fundamentais terão que acontecer na ordem do mundo e suas estruturas de poder, na distribuição de riqueza e renda, em nosso comportamento. Talvez apenas um novo e iluminado humanismo possa permitir que a humanidade negocie esta transição sem lacerações irreparáveis.

Na ONU, por exemplo, novos conceitos tais como o da ”segurança econômica coletiva mundial” como uma necessidade correlacionada a segurança política, e uma inovadora “carta de deveres e direitos” dos Estados membros estão sob consideração. Em abril de 1974 uma sessão especial da Assembléia emitiu uma declaração sobre a instituição de “uma nova ordem econômica internacional”. E conferências mundiais da ONU – primeiro sobre o homem e seu meio ambiente, seguida por estudos sobre população, comida e lei dos mares, com sessões planejadas sobre energia e materiais, assentamentos humanos etc – se dirigiram aos problemas e soluções globais.

Há fermentos de uma revolução inevitável nas relações internacionais; eles proclamam um gerenciamento diferente da sociedade humana. Em fevereiro passabo em Salsburgo o Clube de Roma realizou um encontro com principais estadistas de diferentes países e culturas para discutirem os problemas globais e alternativas a longo prazo para a sociedade humana. A declaração conclusiva interpretou o encontro como indicando inequivocamente que “um novo espírito de soldariedade ativa e cooperação” entre todos os povos e nações – chamado Espírito de Salsburgo – é indispensável para a humanidade enfrentar o desafio de nosso tempo.  

 

 

COMITÊ DOS 300

No compreeenivo trabalho do Dr. John Coleman, A Hierarquia dos Conspiradores – A História do Comitê dos 300ele escreve:

 

O Comitê dos 300 já havia ab-rogado as decisões de vida e morte para ele mesmo e Peccei sabia disso. Ele anteriormente assim o havia indicado em seu livro, Limites de Crescimento. Peccei descartou completamente o progresso industrial e agrícola e em seu lugar exigiu que o mundo ficasse sob um conselho coordenante, a testemunhar, o Clube de Roma e suas instituições OTAN em um só governo mundial.

Os recursos naturais teriam que ser alocados ob os auspícios do planejamento global. Os Estados nação poderiam ou aceitar o domínio do Clube de Roma ou sobreviver pela lei da selva e lutar para sobreviver. Em seu primeiro “caso teste”, Meadows e Forrestor planejaram a guerra árabe-israelense de 1973 em fenefício do RIIA para agudament trazer um lar a um mundo onde recursos naturais como mo petróleo no futuro estaria sob controle dos planejadores, com certeza significando, sob o controle do Comitê dos 300.

O Instituto Tavistock foi chamado para uma consulta com Peccei e para ela foram convidados McGeorge Bundy, Homer Perlmutter e o Dr. Alexander King. De Londres Peccei viajou para a Casa Branca onde se encontrou com o presidente e seu gabinete, seguido por uma visita ao Departamento de Estado onde conferenciou com o Secretário de Estado, o serviço de inteligência do Departamento do Estado e o Conselho de Planejamento da Política do Estado. Então, desde o início, o governo dos EUA estava completamente ciente dos planos do Comitê dos 300 para este país. O que deve responder a pregunta frequentemente feita, “Por que o nosso governo permite que o Clube de Roma opere de uma maneira subversiva nos EUA?”

 

As políticas econômica e monetária de Volcker eram um reflexo daquelas de Sir Geoffrey Howe, Chanceler do Exchequer  e membro do Comitê dos 300. Isto serve para ilustrar como a Bretanha tem controlado os EUA, começando logo depois da Guerra de 1812, e continua a exercer controle sobre este país artavés das políticas do Comitê dos 300. 

Quais são as metas do secreto grupo de elite, os herdeiros do Iluminismo [o Vento Conquistador Moriah], o Culto de Dionísio, o Culto de Ísis, Catarismo, Bogomilismo? 

 

Este grupo de elite que se chama Os Olimpianos [eles acreditam verdadeirament que sejam iguais em poder e estatura aos legendários deuses do Olimpo, que têm, como o deus deles Lúcifer, estabelecido-se acima do verdadeiro Deus] acreditando absolutamente que tenham sido encarregados com a implementação do seguinte por direito divino:

  1. Um Só Governo Mundial – a Nova Ordem Mundial com uma igreja unificada e sistema monetário sob sua direção. Não muitas pessoa estão conscientes que Um Só Governo Mundial começou a estabelecer sua “igreja” nas décadas de 1920 e 1930, porque eles entenderam a necessidade de uma crença religiosa inerente a humanidade ter uma tomada e, portanto, criar um corpo de “igreja” para canalizar esta crença na direção desejada por eles
  2. A proferida destruição de toda identidade nacional e orgulho nacional.
  3. A destruição da religião e mais especificamente da religião cristã, com uma exceção, sua própria criação mencionada acima.
  4. O controle de cada uma pessoa por meio de controle mental e o que Brzezinski chama de “tecnotronica”  que criaria humanos como robôs e um sistema de terror ao lado do que o Terror Vermelho de Felix Dzerzinski pareceria um brinquedo infantil.
  5. E por fim  toda a industrialização e produção de energia elétrica gerada por usinas nucleares no que eles chamam “a sociedade pós industrial de crescimento zero”. As exceções são o computador e indústrias de serviço. As indústrias dos EUA que permaneçam serão exportadas para países como o México onde abundante trabalho escravo está disponível. Os desempregados no limiar da destruição industrial ou se tornarão viciados em ópio-heróina e/ou cocaína ou se tornarão estatíticas no processo de eliminação que hoje conhecemos como Relatório Global 2000
  6. Legalização de drogas e pornografia.
  7. Depopulação de grandes cidades segundo o teste realizado pelo regime de Pol Pot no Cambodia. É interessante notar que os planos genocidas de Pol Pot foram desenhados aqui nos EUA por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma. Também é interessante que o Comitê esteja presentemente buscando reinstalar os carniceiros de Pol Pot no Cambodia.
  8. Supressão de todo desenvolvimento científico exceto aqueles considerados benéticos pelo Comitê. Um alvo especial é a energia nuclear para fins pacíficos. Particularmente odiados são os experimentos de fusão presentemente sendo desdenhados e ridicularizados pelo Comitê e seus abutres da imprensa. O desenvolvimento da tocha fusão explodiria a concepção do Comitê de “limitados recursos naturais”. Uma tocha fusão apropriadamente usada pode criar recursos naturais ilimitados e inexplorados para a maioria das substâncias originais a partir de substâncias mais comuns. Os usos da tocha fusão são uma legião e beneficiaria a humanidade de uma maneira que ainda não é nem mais remotamente conhecida pelo público.
  9. Causar por muitos meios de guerras limitadas em países avançados, e or meio de inanição e doenças nos países de Terceiro Mundo, a morte de três bilhões de pessoas pelo ano 2000, pessoas que eles chamam “comedores inúteis”.  O Comitê dos 300 comissionou Cirus Vance para escrever um trabalho sobre este assunto: como melhor realizar este genocídio. O trabalho foi produzido sob o título Relatório Global  2000 e foi aceito e aprovado para ação pelo Presidente Carter, para e em benefício do governo dos EUA, aceito por Edwin Muskie, o então Secretário de Estado. Sob os termos do Relatório Global 2.000 a população dos EUA deve ser reduzida para cem milhões pelo ano de 2050.

10. Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar os trabalhadores na classe trabalhista criando o desemprego em massa. Na medida em que o emprego encolhe devido a políticas pós industriais de crescimento zero introduzidas pelo Clube de Roma, os trabalhadores desmoralizados e desencorajados se refugiarão no álcool e nas drogas. A juventude será encorajada através de música rock e drogas a s rebelar contra o status quo, assim condenando e eventualmente destruindo a unidade familiar. A esse respeito o Comitê dos 300 comissionou o Instituto Tavistock para perparar um projeto sobre como isso pode ser alcançado. O Tavistock dirigiu a Pesquisa Stanford para realizar o trabalho sob a direção do Professor Willis Harmon. Seu trabalho mais tarde veio a ser conhecido como A Conspiração Aquariana.

11. Impedir que as pessoas possam decidir seus próprios destinos através de uma crise criada após outra e então “gerenciar” tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população na extensão onde diantes de tantas escolhas, resultará uma apatia em escala maciça. No caso dos EUA, já existe uma agência para gerenciamento de crise, a FEMA cuja existencia foi revelada em 1980. Falarmos mais depois sobre a FEMA.

12. Introduzir novos cultos e continuar a impulsionar aqueles já existentes, que incluem gangsters da música rock tais como o degenerado Rolling Stones de Mick Jagger [ um grupo muito favorecido pela Nobreza Negra] e tdos grupos de rock criados pelo Tavistock que começaram com os Beatles.

13. Continuar o culto do fundamentalismo cristão começado pelo servidor da Companhia britânica da Índia Oriental, Darby, que seráa mal utilizado para fortalecer o Estado sionista de Israel por meio de identificar os judeus através do mito ”povo escolhido por Deus” e através da doação de quantidades substanciais de dinheiro   para o que eles erroneamente acreditam seja uma causa religiosa para avanço do cristianismo.

14. Pressionar a disseminação de cultos religiosos tais como Irmandade Muçulmana, Fundamentalismo Islâmico, Sikhs, para realizarem experimentos tipo Jim Jones e o Filho de Sam – tipos de assassinos. Vale notar que o falecido Aiatolá Khomeini foi uma criação da inteligência britânica, inteligência militar Divisão 6, geralmente conhecida como MI-6, como relatei em meu trabalho de 1985, O Que Realmente Aconteceu no Irã.

15. Exportar idéias de “libertação reilgiosa” por todo mundo para condenar todas as religiões existentes mas muito especialmente a religião cristã. Isto começou com a “Teologia Jesuita da Libertação” que trouxe a queda do governo da família Somoza na Nicarágua e que hoje está destruindo El Salvador, agora já a 25 anos em uma guerra civil, Costa Rica e Honduras. Uma entidade muito ativamente engajada pe a chamada teologia da libertação que é um missão de orientação marxista  de Mary Knoll. Ela responde pela intensa atenção da mídia ao assassinato de quatro chamadas freiras de Mary Knoll em El Salvador a poucos anos atrás. As quatro freiras eram agentes comunistas subversivas e suas atividades foram amplamente documentadas pelo governo de El Salvador. A imprensa dos EUA e a mídia de notícias se recusaram a dar qualquer espaço ou cobertura a massa de documentação de posse do governo salvadorenho, documentação que provava o que as freiras da Missão Mary Knoll estavam fazendo no país. Mary Knoll está em serviço em muitos países e desempenha um papel principal em trazer o comunismo a países como Rodésia, Moçambique, Angola e África do Sul.

16. Causar um colapso total nas economias mundiais e engendrar o total caos político.

17. Tomar o controle de todas as políticas estrangeiras e domésticas dos EUA.

18. Dar pleno apoio a instituições upra nacionais tais como ONU, FMI, BIS, Corte Mundial e, tanto quanto possível, tornar a instituições locais menos efetivas até coloca-las sob o manto da ONU.

19. Penetrar e subverter todos os governos e trabalhar dentro deles para destruir a soberana integridade das nações representadas por eles. .

20. Organizar um aparato terrorista mundial e negociar com os terroristas onde quer que ocorram atividades terroristas. Será recordado que foi Bettino Craxi que persuadiu os governos italiano e americano para negociar com os seqüestradores das Brigadas Vermelhas do Primeiro Ministro Moro e General Dozier. O General Dozier está sob ordens de não falar sobre o que aconteceu a ele.  Se ele quebrasse este silêncio, ele sem dúvida daria um “exemplo horrível” sobre a maneira com que Kissinger lidou com Aldo Moro, Ali Bhutto e General Zia ul Haq.

  1. Tomar o controle da educação na América com o intento e o propósito de completamente a destruir.

 

Muitas destas metas que enumerei pela primeira vez em 1969 já tem sido alcançadas ou estão em seu caminho de serem alcançadas.

 

De especial interesse no programa do Comitê dos 300 é o núcleo de sua política econômica que grandemente é baseada nos ensinamentos de Malthus, o filho de britânico que chegou a proeminência na Companhia britânica das Índias Orientais sobre a qual se modelou o Comitê dos 300. Malthus sustentava que o progresso do homem está ligado a capacidade natural da Terra de sustentar um dado número de pessoas e além deste ponto os recursos limitados da Terra seriam rapidamente esvaziados.

 

Uma vez estes recursos fossem consumidos, seria impossível substitui-los. Daí, observou Malthus, é necessário limitar as populações dentro da fronteiras da diminuição dos recursos naturais. Isso continua sem dizer que a elites não se permitiriam serem ameaçadas por uma florescente população de ”comedores inúteis” , daí o “abate”  dever ser praticado. Como afirmei anteriomente, o “abate” está acontecendo hoje, usando os métodos exigidos pelo Relatório Global 2000. Todos os planos do Comitê se encontram na encruzilhada de Malthus e Frederick Von Hayek, um outro economista do apocalipse e treva patrocinado pelo Clube de Roma. Von Hayek, austríaco, a muito tem estado sob o controle de David Rockefeller  e suas teorias são muito bem aceitas nos EUA.

 

Segundo Von Hayek, ta plataforma econômica dos EUA deve ser baseada em:

  1. Mercados Negros urbanos
  2. Pequena indústrias tipo Hong Kong utilizando trabalho de suor-loja
  3. Comércio Turístico
  4. Zonas de Livre Empreendimento onde especuladores possam operar sem obstáculos e onde possa florescer o comércio de drogas.
  5. Fim de toda atividade industrial
  6. Fechamento de todas a usinas nucleares. 

 

As idéias de Von Hayek se encaixam perfeitamente com aquelas do Clube de Roma e talvez seja este o porquê ele é tão bem promovido nos círculos direitistas neste país. O manto de Von Hayek está sendo passado a um novo e mais jovem economista, Jeoffrey Sachs, que foi  enviado a Polônia para assumir o que Von Hayek deixou.  Será recordado que o Clube de Roma organizou a crise econômica polonesa que levou a desestabilização política do país. Exatamente o mesmo planejamento econômico, se alguém assim o ousar chamar,  será forçado sobre a Rússia mas se for encontrada uma oposição disseminada o velho sistema de preço-apoio rapidamente será restaurado.

O Comitê dos 300 ordenou que o Clube de Roma usasse o nacionalismo polonês como um instrumento para destruir a Igreja Católica e pavimentar o caminho para as tropas russas reocuparem o país. O movimento “Solidariedade” foi uma criação de Zbigniew Brzezinski do Comitê dos 300 que escolheu o nome para a “união de comércio” e selecionou seus organizadores e titulares de escritório. O “Solidariedade” não é um “movimento trabalhista” embora trabalhadores do estaleiro de Gdank foram usados para lança-lo, ele é muito mais uma organização de alto perfil político, criada para trazer mudanças forçadas na preparação para o advento de Um Só Governo Mundial. A maioria dos líderes do Soiidariedade são descendentes de judeus bolchevistas de Odessa e não se sobressaiam por odiar o comunismo. Isto ajuda a entender a cobertura saturada fornecida pela mídia de notícias dos EUA.

 

O Professor Sachs fez com que o processo avançasse um passo, assegurando a escravidão econômica a uma Polõnia recentemente libertada do domínio da URSS. Agora a Polônia tornou-se escrava dos EUA.  Tudo o que tem acontecido se resume em que o mestre mudou.

Brzezinski é o autor de um livro que deve ser lido por cada americano interessado no futuro desse país. Intitulado A Era Tecnotronica, ele foi comissionado pelo Clube de Roma.  .

 

Este livro é um anúncio aberto dos modos e métodos a serem usados para controlar os EUA no futuro. Também existe a grave “denúncia” de clonagem e “robotóides”, isso é, pessoas que parecemm e agem como pessoas mas não o são.  Brzezinski, falando do Comitê dos 300 disse que os EUA estão se movendo para “uma era diferente de sseus predecessores; estamos nos movendo em direção a uma era tectronica que facilmente pode se tornar uma ditadura.”

 

Relatei completamente sobre A Era Tectrônica em 1981 e mencionei em minhas newsletters várias vezes.

Brzezinski continuou para dizer que nossa sociedade “está agora em uma revolução da informação baseada  no foco de diversão, espetáculos de cfobertura [cobertura por saturação de eventos esportivos] que fornecem um ”opiaceo” para as massas crescentemente sem propósito.” Será que ele era um outro vidente ou profeta, será que podia ver o futuro?

 

A resposta é NÃO. O que ele escreveu em seu livro foi simplesmente copiado do projeto de construção do Comitê dos 300 entregue para execução ao Clube de Roma. Não é verdade que já em 1991 nós já tenhamos uma massa sem propósito de cidadãos? Podemos dizer que trinta milhões de desempregados e quatro milhões de pessoas sem teto são “uma massa sem propósito” ou ao menos o núcleo de uma. Em adição a religião, “o ópio das massas” que Lenin e Marx reconheciam como necessário, agora temos o ópio da massa de espectadores de esporte, desenfreada luxúria sexual, música rock e uma inteira geração de  viciados em drogas.

 

Sexo estúpido e uma epidemia de usuários de drogas foram criados para distrair as pessoas do que está acontecendo ao seu redor. Em A Era Tectrônica Brzezinski fala sobre “as massas” como se as pessoas fossem algum tipo de objeto – que é posivelmente como somos vistos pelo Comitê dos 300. Ele continuamente se refere à necessidade  de nos controlar – “as massas”.

A um ponto, ele tira o gato do saco:

“Ao mesmo tempo a capacidade de afirmar o controle político e social sobre o indivíduo aumenta vastamente. Logo será possível afirmar um controle quase contínuo sobre cada cidadão e manter arquivos atualizados, contendo até mesmo os detalhes mais pessoais sobre saúde e comportamento pessoal de cada cidadão além dos demais dados costumeiros. “Estes arquivos serão sujeitos a retirada instantânea pelas autoridades. O Poder gravitará nas mãos daqueles que possuem a informação. Nossas instituições existentes serão suplantadas pelas instituições de gerenciamento pré crise, a tarefa das quais será identificar antecipadamente as prováveis crises sociais e desenvolver programas para lidar com elas [isso descreve a estrutura da FEMA que veio muito depois]. Isso encorajará as tendências das próximas várias décadas na direção da Era Tectrônica, uma ditadura, deixando menos espaço para os procedimentos políticos que conhecemos. Finalmente, olhando adiante para o fim do século, a possibilidade de controle mental bioquímico e “mexidas” genéticas no homem, inclusive seres que funcionarão como homens e raciocinem também como eles, pode  dar elevação a algumas questões difíceis. “ 

Brzezinski não estava escrevendo como um cidadão comum, mas como Conselheiro de Segurança Nacional de Carter e um membro de liderança do Clube de Roma e do Comitê dos 300; também como membro da Nobreza Negra Polonesa.

 

Seu livro explica como a América deve deixar sua base industrial e entrar no que é chamado de “uma distinta nova era histórica”.

 

Novamente citando do Comitê dos 300:

 

Também em 1971, em uma data posterior, a Mitchell Energy and Development Corporation anunciou sua estratégia de energia em um encontro do Clube de Roma. O tema recorrente: “Limite de Crescimento dos EUA”. Então para coroar tudo, a Primeira Conferência Global sobre o Futuro foi realizada em julho de 1980; compareceram 4.000 engenheiros sociais e membros de formação de pensamento, todos os quais eram membros de ou afiliados a instituições operando sob a cobertura de organizaçõers do Clube de Roma. A Primeira Conferência Global Sobre o Futuro tinha a benção da Casa Branca que realizou sua própria conferência baseada nos transcritos do primeiro fórum Global. Isto foi chamado de “Comissão da Casa Branca sobre a década de 1980” e oficialmente  recomendou as políticas do Clube de Roma como “um guia para futuras políticas dos EUA” e até mesmo foi mais longe para dizer que a economia dos EUA estava se afastando da fase industrial. Isto ecoava o tema de Sir Peter Vickers Hall e Zbigniew Brzezinski  e fornece prova posterior do controle exercido pelo Comitê dos 300 sobre os assuntos dos EUA, domésticos e externos. Como disse em 1981, estamos estabelecidos, política, social e economicamente para permanecermos trancados nos planos do Clube de Roma.

 

O CLUBE DE ROMA


Em “Em Rota para a Ocupação Global: uma Ligação de Governo de Alto Escalão Expõe a Agenda Secreta para Unificação Mundial”, escrito por Gary H. Kah, o Clube de Roma é descrito como: O Clube de Roma é uma outra organização que tem uma alta prcentagem de seus membros oriunda do Conselho das Relações Exteriores.[CFR]

 

O Clube de Roma [COR] afirma ser uma organização informal de menos de cem pessoas que são, em suas próprias palavras, “cientistas, educadores, economistas, humanistas, industriais e servidores civis nacionais e internacionacionais…” Incluidos entre estes tem sido membros da família Rockefeller. Há aproximadamente 25 membros do CFR que pertencem a asociação americana do Clube de Roma. O Clube teve seu início em abril de 1968 quando líderes de dez países diferentes se reuniram em Romaa convite de Aurelio Peccei, um proeminente industrial italiano com estreitos laços com a Fiat [esta é uma companhia que merece ser observada] e a Corporações Olivetti. A organização afirma ter soluções para a paz e prosperidade mundial. Contudo, estas soluções sempre parecem promover o conceito de um governo mundial às custas da soberania nacional.

 

O Clube de Roma tem sido encarregado da tarefa de supervisionar a regionalização e unificação do mundo inteiro; portanto pode ser dito que o Clube esteja um passo  adiante dos Bilderberg na hierarquia de “um mundo” [Peccei tem sido um associado íntimo dos Bilderbergers.] Até onde fui capaz de determinar, a maioria das diretivas para o planejamento de um só governo mundial  estão atualmente vindo do Clube de Roma.

As descobertas e recomendações do Club são publicadas de tempos em tempos em especial, relatórios altamente confidenciais que são enviados a elite do poder para serem implementados. Em 17 de setembro de 1973 o Clube liberou um tal relatório, intitulado Modelo Adaptativo e Regionalizado do Sistema Global Mundial, preparado pelos membros do COR Mihajlo Mesarovic e Eduard Pestel. O documento revela que o Clube tem dividido o mundo em dez regiões políticas/econômicas as quais se refere como “reinos”. Conquanto estes “reinos” não sejam concretos e possam ainda ocorrer mudanças, isso nos dá uma idéia do que está a frente. Se referindo ao estudo de Mesarovic-Pestel, Aurelio Peccei, o fundador do Clube, afirma:

Seu modelo mundial, baseado nos novos desenvolvimentos da teoria de sistemas hierárquicos multinível, divide o mundo em dez regiões interdependentes de coerência política, econômica ou ambiental… Com certeza será reconhecido que estes ainda são modelos protótipos. Mesarovic e Pestel têm assumido uma tarefa hercúlea. A completa implementação do trabalho deles levará muitos anos .   

 

SENADOR JESSE HELMS

Em 15 de dezembro de 1987, o Senador Helms pronunciou-se no Congresso em parte com os seguintes comentários: 

Esta campanha contra o povo americano – contra tradicionais valores e cultura americanos – é uma sistemática guerra psicológica. Ela é orquestrada por uma vasta matriz de interesses compreendendo não apenas o estabelecimento Oriental mas também a ala esquerda. Entre este grupo encontramos o Departamento de Estado, o Departamento de Comércio, centros bancários de dinheiro e corporações multinacionais, a mídia, a instituição educacional, a indústria de entertenimento e as grandes instituições isentas de impostos. Senhor Presidente, um exame cuidadoso do que está acontecendo por trás das cenas revela que todos estes interesses estão trabalhando de acordo com os mestres do Kremlin para criar o que aqlguns chamam de Nova Ordem Mundial. Organizações particulares tais como:

  • O Conselho das Relações Estrangeiras
  • O Real Instituto de Assuntos Internacionais   
  • A Comissão Trilateral
  • A Conferência Dartmouth
  • O InstitutoAspen para Estudos Humanistas
  • O Instituto Atlantico
  • O Grupo Bilderberg

 

…servem para disseminar e coordenar os planos para esta chamada Nova Ordem Mundial em negócios poderosos, círculos financeiros, acadêmicos e oficiais.

A campanha psicológica  que estou descrevendo, como tenho dito, é o trabalho de grupos dentro do estabelecimento Oriental, esta amálgama amorfa de riqueza e conexões sociais cujo poder reside em seu controle sobre nosso sistema financeiro e sobre uma grande porção de nosso setor industrial. O principal instrumento deste controle sobre a economia e dinheiro americanos é o Sistema do Federal Reserve.  As políticas e os setores industriais, primariamente as corporações multinacionais, são influenciadas pelos bancos centrais de dinheiro através de financiamento de débitos e através de grandes blocos de ações pelos departamentos de trust de bancos centrais de dinheiro. Qualquer um familiarizado com a história americana, particularmente a história econômica Americana, não pode deixar de perceber o controle sobre o Departamento de Estado e da CIA que Wall Street parece exercer…  

A influência de internos do estabelecimento na nossa política externa tem se tornado um fato de nossa vida atual. Esta influência invasiva corre contrária a real segurança nacional de longo prazo de nosso país. Esta é uma influência que, se não verificada, pode subverter nossa ordem constitucional. 

O ponto de vista do estabelecimento hoje é chamado globalismo. Não muito tempo atrás, este ponto de vista era chamado de “um só governo mundial” por seus críticos. A frase não mais está em moda entre os sofisticados, ainda que a frase ”um só governo mundial” ainda esteja apta porque nada tem mudado nas mentes e nas ações daqueles que promovem as políticas consistentes com estes “mandamentos” fundamentais.

Senhor Presidente, no ponto de vista globalista, nações Estados e fronteiras nacionais não servem para nada. As filosofias políticas e princípios políticos parecem ter se tornado simplesmente relativos. De fato, até mesmo constituições são irrelevantes para o exercício do poder. A liberdade e a tirania são vistas como necessariamente nem boas nem más, e certamente não são um componente da política. Neste ponto de vista, as atividades das forças financeiras internacionais e industriais devem ser orientadas para trazer este desenho de um mundo – com a convergência dos sistemas soviético e americano como sua peça central – sendo….

 

Todos os assuntos para este Clube são a maximização dos lucros resultantes da prática do que pode ser descrito como capitalismo financeiro, um sistema que repousa sobre dois pilares de débito e monopólio. Isto não é o capitalismo real. Isto é uma estrada para concentração econômica e escravidão política.

 

 

A ORDEM MUNDIAL


No livro de Eustace Mullins A Ordem Mundial – Nossos Governantes Secretos , ele escreve:

Em 1985, como uma seqüela da história do Sistema Federal Reserve, este escritor publicou  A Ordem Mundial como um compêndio de informação adicional sobre o assunto. Nunca me ocorreu chama-lo de Nova Ordem Mundial porque minhas pesquisas tinham traçado suas depredações a cinco mil anos atrás. Talvez em resposta a exposições deste volume, o porta-voz da Irmandade da Morte veio a público com suas declarações por uma Nova Ordem Mundial que essencialmente era o Bravo Novo Mundo descrito por  Aldous Huxley em sua novela.

 

Por trás de todas a demandas para esta nova ordem estavam os mesmos imperativos, como listados pelo Professor Stanley Hoffmann, em Primazia ou Ordem Mundial,

“O que terá que acontecer é uma adaptação gradual do sistema social, político e econômico dos EUA aos imperativos da ordem mundial.”

 

Como ressalta o Professor Hoffmann, os EUA são o alvo primário dos mísseis da Nova Ordem Mundial orque eles ainda retêm, embora pervertido e distorcido, o maquinário essencial para uma república que fornece a liberdade de seus cidadãos. As atuais metas da Ordem foram originadas por Lord Castlereagh no Congresso de Viena de 1815, quando ele levou a Europa ao vitorioso Poder do Dinheiro, como exemplificado pela Casa de Rothschild

 

Este  foi o “equilíbrio de poder” que nunca foi equilíbrio mas muito mais um sistema mundial de controle a ser manipulado ao prazer dos conspiradores.

 

Henry Kissinger tem estado atarefadamente revivendo este programa para controle renovado, como ele escreveu em uma peça de pensamento para Newsweek, em 28 de janeiro de 1991,

“Agora enfrentamos um novo equilíbrio de poder. Hoje ele traduz a noção de uma nova ordem mundial que emergirá de um conjunto de arranjos legais para serem  salvaguardados pela segurança coletiva”.

 

Quando asseclas da Ordem Mundial tais como Henry Kissinger pedem “segurança coletiva” o que realmente estão buscando é uma ordem protetiva por trás da qual eles possam seguramente realizar suas depredações contra toda humanidade. Isto foi muito relutantemente identificado pelo Presidente George Bush, depois de meses de se esquivar das perguntas sobre a nova ordem mundial., que ele publicamente havia pedido, quando finalmente ele afirmou que na reaLidade isso era a “força de paz da ONU”. Isto nos leva de volta a segunda guerra mundial, que produziu a ONU.

 

Walter Millis, em Estrada para a Guerra – América 1914 a 1917 posteriormente removeu este programa para a primeira guerra mundial, quando ele escreveu,

 

“A única justificativa do Coronel (Edward Mandel House) para preparar tal banho de sangue de seus compatriotas foi sua esperança em estabelecer um “novo mundo de paz e esprança como resultado”’.

 

Note o chamado por ”segurança” mais uma vez, este é o grito de criminosos internac ionais por proteção enquanto eles realizam seu trabalho universal de sabotagem e destruição. 

 

House tinha primeiramente posto o programa em seu livro, Philip Dru – Administrator, no qual Dru, (o próprio House) torna-se a força guia por trás do governo e o dirige para a metas da nova ordem. As mesmas forças estabeleceram a segunda guerra mundial, da qual emergiu a ONU  como o novo garantidor da “segurança coletiva”.

 

O Dicionário de Random House nos conta que a ONU foi criada em Washington, em 2 de janeiro de 1942, quando 26 nações se aliaram contra o Eixo, ou poderes fascistas. Em A Linguagem Americana, H.L. Mencken diz que foi o Presidente Roosevelt que deu o termo Nações Unidas em uma conferência com o primeiro ministro  r Winston Churchill na Casa Branca em dezembro de 1941, na véspera do ataque a Pearl Harbour que nos manipulou para dentro da segunda guerra mundial.

 

A ONU tornou-se uma entidade muito ativa na conferência de Dumbarton Oaks em 1944, quando a Grã Bretanha, os EUA e a Rússia a colocaram em movimento como um ditador financeiro. Se a ONU tivesse sido criada para combater o fascismo sua missão teria terminado em 1945 quando o frascismo fio derrotado pela força militar.

 

Fascismo deriva de um feixe de varas que os antigos oficiais romanos carregavam para a corte para punir infratores. Assim, historicamente fascismo significa lei e ordem, a regra da lei, e o intento de punir criminosos. Isto, com certeza é o que os conspiradores da nova ordem mundial querem evitar a todos os custos.  O Dicionário Inglês Oxford define fascismo como ”um corpo de nacionalistas italianos que foi organizado em 1919 para se opor ao comunismo na Itália”. Outras definições simplesmente afirmam que os fascistas eram “organizados para combater o bolchevismo”. Então a ONU foi essencilmente criada para batalhar contra os “anti-comunistas” como exemplificado pela Alemanha, Itália e Japão. Quando esta meta foi alcançada em 1945  a ONU deixou de ter uma missão histórica. Não obstante, ela continuou a funcionar e os Rockefellers doaram a parcela mais cara de propriedade imobiliária em Manhattan para sua sede. Foi sobre este pano de fundo que o Governador de New York, Nelson Aldrich Rockefeller, se diriguiu em um encontro no Sheraton Park Hotel em 26 de julho de 1968, no qual pediu a criação de ”uma nova ordem mundial.”

Rockefeller ignorou o fato que foi Adolf Hitler que havia apresentado este título como “Minha Nova Ordem” para a Europa. A frase foi um atratativo para um de nossos políticos, como revelou o Presidente Bush quando se dirigiu ao Congresso em 11 de setembro de 1990 em uma fala transmitida nacionalmente pela televisão na qual ele pediu “uma nova ordem… um mundo bem diferente do que conhecemos… uma nova ordem mundial”. 

 

Ele continuou para reiterar esta demanda em subsequentes fala à nação pela televisão,  declarando em 29 de janeiro de 1981 em sua fala anual de Estado de União: ”esta é uma grande idéia – uma nova ordem mundial onde diversas nações são reunidas em comum para alcançar aspirações universais da humanidade, paz e segurança, liberdade e o governo da lei”. 

Ele repetiu esta toxina em 1 de fevereiro de 1992 em três pronunciamentos isolados no mesmo dia, nos quais ele enfatizoua chamada pela nova ordem mundial. Ele modestamente se refreou de ressaltar que esta não era uma fase nova, e que já havia sido adotada pelo Congresso em 1782 para o Grande Selo dos EUA, a pirâmide incompleta com seu olho oculto e a frase “Novus Ordo Seclorum” sob ela, identificando esta nação como  comprometida com uma “nova ordem mundial”  ou uma nova ordem para eras que aparentemente dependem da conclusão da pirâmide. Este símbolo data de 1976, quando

Adam Weishaupt, fundador da seita Iluminatti formulou um programa notavelmente similar ao dos conspiradores atuais da nova ordem mundial. 

 

Weishaupt  pedia:

  1. “Abolição de todas as monarquias e todos governos ordenados.
  2.   Abolição da propriedade privada e heranças.
  3. Abolição do patriotismo e do nacionalismo
  4. Abolição da vida familiar e da instituição do casamento e o estabelecimento da educação comunitária das crianças.
  5. Abolição de toda religião.”

 

Dificilmente foi acidental que os Rothschilds quando contrataram Karl Marx e a Liga dos Homens Justos para formular um programa, receberam o Manifesto Comunista de 1848, que continha a fórmula acima. As atividades de Weishaupt tinham tomado o movimento da maçonaria livre em 1782, que então se tornou um dos veículos para colocar em vigor este programa. Sua verdadeira origem no antigo despotismo oriental foi revelada na página editorial do Washington Post, de 5 de janeiro de 1992, quando o filosofo Nathan Gardels avertiu que,

“a área ideal para a nova ordem mundial seria a China, não os EUA.” Gardels ressalta que o Marxismo foi um produto da filoofia ocidental, isto é, Hegel, mas que uma ordem mundial produziria um despotismo oriental. Ele suportou sua tese com citações do primeiro ministro japonês, que se queixava que “abstratas noções de direitos humanos” não devem interferir com a política estrangeira e dos líderes chineses que denunciaram demandas por liberdade independente como “lixo”.

O Presidente Bush modestamente ressalta que um de seus auxiliares, Brent Scowcroft, seja o autor da frase mágica, “nova ordem mundial”.

 

A revista People, de 25 de novembro de 1991 disse,

“A influência de Scowcroft primeiramente tornou-se evidente no ano passado, várias semanas depois da invasão do Kuwait. Novamente, enquanto pescavam, ele e Bush chegaram com a idéia de uma “nova ordem mundial”, uma frase  ambiciosa que pretende sugerir uma nova política externa dos EUA na era pós Guerra Fria.”   

  

PARA GOVERNAR O MUNDO

Novamente, citando de A Ordem Mundial – Nossos Governantes Secretos de Eustice Mullins .

Cinco homens governam o mundo. Este Conselho dos Cinco consiste de Barão Guy de Rothschild, Evelyn de Rothschild, George Pratt Shultz, Robert Roosa (da família Bush da firma de Brown Brothers Harriman) e um lugar vago enquanto escrevo. Nos últimos vários anos, membros do Conselho tem morrido, inclusive Averill Harriman, Lord Victor Rothschild, e o Príncipe Thurn und Taxis de Regensburg, Alemanha. Nenhum deles tem mandato público mas eles escolhem quem deve governar as nações. Estes cinco homens compreendem o ápice da pirâmide de poder, a Ordem Mundial. Podemos perguntar, porque deve haver uma Ordem Mundial? Não é suficiente manter o poder absoluto sobre uma única nação ou um grupo de nações? A resposta é NÃO, por causa da natureza da viagem internacional, comércio internacional e finanças internacionais.

 

A viagem internacional exige que uma pessoa possa viajar em paz de uma nação para outra, sem ser molestada. Casos excepcionais de anarquia, revolução ou guerra, esta exigência pode ser geralmente alcançada. O comércio internacional necessita que os comerciantes de uma nação possam ir a outra nação, transacionar seus negóciose retornarem com seus produtos e lucros. Esta exigência também é alcançada. Senão, as nações ofendidas podem exercer força militar como o fez a Grã Bretanha nas Guerras do Ópio. É a terceira exigência, a das finanças internacionacionais que pedem a existência da Nova Ordem. Nos dias iniciais, quando o comércio internacional consistia de escambo, pagamento em ouro ou prata ou pirataria , a tomada de bens pela força, não havia necessidade de um árbitro mundial para determinar o valor dos instrumentos de comércio.   O desenvolvimento do papel moeda, ações, obrigações, aceitações e outros instrumentos negociáveis precisava de um poder, capaz de exercer influência em qualquer lugar do mundo, para declarar que um pedaço de papel representava um bilhão de dólares de riqueza real. Uma entrada em um computador, disparada de Londres para New York, afirma que alguém possui cinco bilhões de dólares para alguém mais. Sem um genuíno poder bancário,, tal soma nunca seria coletada, a despeito da factualidade ou moralidade do débito. Como ninguém da Máfia pode dizer a você, você não pode coletar a menos que esteja voluntário para quebrar as pernas. A Ordem Mundial sempre está preparada para quebrar pernas, e as quebram, aos milhões. 

O que teria acontecido aos iniciais assentadores na América se eles tivessem ido aos indígenas e dito,

“De-nos seus produtos e atos para nossos lares e terra. Em troca nós lhe daremos este belo pedaço de papel impresso”.

Os indígenas os atacariam. Se eles chegassem liderados por  um Pizzaro ou um Cortes, eles tomariam a terra sem um só pedaço de papel.

A Ordem Mundial governa com seu pedaço de papel, mas por trás de cada papel está uma força que pode ser empregada em qualquer lugar do mundo. A força pode ser disfarçada por vários subterfúgios como acordos internacionais, associações ou outras camuflagens, mas sua  base é sempre força. 

A Ordem Mundial governa através de uma técnica simples: Dividir para Conquistar. Cada divisão natural e não natural entre pessoas, cada ocasião por ódio ou cobiça, é explorada e exacerbada ao limite. A polarização de grupos raciais e étnicos nos EUA é acelerada por uma enchente de decretos governamentais, originando na fundação de “estudos”  que apenas são destinados a colocar americano contra americano.

 

Somente deste modo a Ordem Mundial pode manter suas garras de ferro sobre as vidas diárias da pessoas. A Ordem Mundial também governa pelo principio do livro 1984 – nenhum grupo de duas ou mais pessoas pode se reunir a menos que exista presente um representante da Ordem Mundial –Se você iniciar um clube de criadores de leão, a Ordem enviará alguém que será discretamente útil, evitando tomar a posição de frente e que se oferecerá para pagar o aluguel do local de encontro ou imprimir as minutas. Em grupos mais radicais, o representante da Ordem será o primeiro a sugerir dinamitar um edifício, assassinar um oficial ou outra ação violenta. O terrorismo internacional do Partido Comunista originou um pequeno clube de trabalhadores alem~´aes e franceses em Paris, dedicados a ler e discutir discretamente, até que Karl Marx se juntou a eles. Ele então fio convertido em um grupo revolucionário. Este exemplo explica a determinação da Ordem em não permitir um grupo, mesmo insignificante, permanecer não monitorado.

 

A Ordem Mundial adotou a dialética Hegeliana, a dialética do materialismo que vê o mundo como Poder, e o o Mundo como Realidade. Ela nega todos os outros poderes e todas as outras realidades. Ela funciona no príncipio da Tese, Antítese e Síntese que resulta quando a tese e a antítese são jogadas uma contra a outra para uma conseqüência pré determinada. Assim a Ordem Mundial organiza e financia grupos judaicos; organiza grupos comunistas; então organiza e financia grupos anti-comunistas. Não é necessário que a Ordem jogue  um grupo contra outro, eles se buscam mutuamente como mísseis que buscam o calor e tentam se destruir mutuamente. 

 

Ao controlar o tamanho e os recursos de cada grupo a Ordem Mundial sempre pode determinar a conseqüência. Nesta técnica, os membros da Ordem Mundial são frequentementes identificados com um lado ou outro. John Foster Dulles arranjou financiamento para Hitler, mas ele nunca foi um nazista.David Rockefeller  pode ser saudado em Moscou, mas não é um comunista. Contudo, a Ordem sempre se posiciona do lado vencedor. Um traço distintivo de um membro da Ordem Mundial, embora ele possa não ser admitido, é que ele não acredita em nada, exceto na Ordem Mundial. Um outro traço distintivo é seu absoluto desprezo por alguém que realmente acredite nos princípios do comunismo, sionismo, cristianismo, ou qualquer gupo nacional, religioso ou fraterno embora a Ordem tenha membros em posições de controle em todos estes grupos.

 

Se você é um cristão sincero, sionista ou muçulmano a Ordem Mundial lhe vê como um idiota não merecedor de respeito. Você pode e será usado, mas nunca será respeitado. Tem levado séculos de esforço paciente para que a Ordem Mundial tenha atingido o poder que exerce hoje. Sua origem como força internacional remonta aos fenícios comerciantes de escravos, continua pelas famílias Phnariot do Império Bizantino, então pelos comerciantes e banqueiros venezianos e genoveses da Idade Média, que se mudaram para Espanha e Portugal e mais tarde para Inglaterra e Escócia. Pelo século XIV, os genoveses controlavam os senhores de terra escoceses.

 

A família imperial do Império Bizantino, os Paleologos [significando “a palavra”] foram atacados pela facção gnóstica cuja filosofia materialista de Aristóteles fi a precursora da dialética Hegeliana e do Marxismo. Os Paleologos devotamente acreditavam na fé cristã, como expressada pelo Rito Ortodoxo.

 

Os exércitos materialistas veneziano e genovês com a ajuda de “infiéis” turcos, saquearam e conquistaram Constantinopla, a legendária Cidade de Deus. Os sobreviventes bizantinos recriaram sua cultura na Rússia, com Moscou como a Terceira Roma com seus líderes Romanov [nova Roma] com o objetivo oculto da primeira guerra mundial. Os vitoriosos foram embora com um bilhão de dólares da fortuna Romanov depois de alcançar a derrota do odiado inimigo, a Igreja Ortodoxa.

Durante a Idade Média, os centros europeus de poder coalesceram em dois campos, os Gibelinos que sustentavam a família Hoehenstaufen do Imperador [uma adaptação itaiana do nome de Weinblingen, o nome da propriedade Hohenstaufen], e os Guelphs, de Welf, o príncipe alemão que competiu com Frederico pelo controle do Sagrado Império Romano. O Papa aliou-se com os Guelphs contra os Gibelinos resultando em sua vitória. Toda a história moderna repousa diretamente na luta entre estes dois poderes. Os Guelphs, também chamados Neri, ou Negros Guelphs, e Nobreza Negra  eram os normandos que conquistaram a Inglaterra no século XI; os genoveses que apoiaram Robert Bruce em sua conquista da Escócia e que apoiaram Guilherme de Orange em sua tomada do trono da Inglaterra. A vitória de Guilherme resultou na formação do Banco da Inglaterra e na Companhia das Índias Orientais que tem governado o mundo desde o século XVII.

 

Cada subseqüente golpe de Estado, revolução e guerra tem centralizado na batalha dos Guelphs para manter e aperfeiçoar seu poder, que é agora a Ordem Mundial. O poder dos Guelphs cresceu através de seu controle internacional de bancos e comércio.. Ele foi estendido através dos centros italianos ao norte de Florença, na Lombardia, que se tornaram grandes centros financeiros. Todos os banqueiros italianos, inclusive os genoveses, venezianos e milaneses eram chamados de Lombardos.. Lombard, em alemão, significa “papel de valor monetário” (Wertpapiere)”; os Lombardos eram banqueiros do inteiro mundo medieval. A história moderna começa com a transferência de suas operações norte para Hamburgo, Amsterdam e finalmente Londres. As grandes fortuna americanas se originaram com o comércio escravo dos Guelphs para as colônias. Muitos dos comerciantes de escravos dobravam-se em pirataria.  Trinity Church, cujo principal sacrfistão mais tarde foi J.P. Morgan, era originalmente conhecida como “a igreja dos piratas”.

 

O Capt. William Kidd forneceu o material para construção em 1697 e um lugar foi reservado para ele. Ele foi preso no ano seguinte e pendurado em correntes em Newgate. Em 1711, um mercado escravo foi criado em Wall Street perto da Igreja e lá funcionou por muitos anos. Duas das mais poderosas influências no mundo de hoje, são o comércio internacional de drogas que começou com a Companhia das Índias Orientais e a espionagem internacional que começou com o Banco da Inglaterra. 

 

 QUALIDADE DE VIDA


No livro de 1969, População, Evolução e Controle da Natalidade: uma Colagem de Idéias Controversas, o autor Harrison Brown escreve,

Se formos voluntários para nos amontoarmos estritamente próximos, comer alimentos que tenham pouca semelhança aos alimentos que comemos hoje, sermos privados de “luxos” simples como lareiras, jardins e gramados, uma população mundial de cinqüenta bilhões de pessoas não estará fora de questão. E se realmente coloquemos nossas mentes no problema podemos construir ilhas flutuantes onde pessoas possam viver e onde fazendas de algas possam funcionar e talvez cem bilhões de pessoas possam ser atendidas. Se estabelecermos limites estritos às atividades físicas para que as necesidades calóricas possam ser mantidas em níveis muito baixos, talvez possamos fornecer para 200 bilhões de pessoas.

 

OLHE OS NÚMEROS


No livro de Michael Tobias Terceira Guerra Mundial – População e Biofera no Fim do Milênio, (publicado em 1994 por Bear & Co, Santa Fe, NM) [N.B.- não parece estar disponível agora) está escrito, “É estimado que a cada segundo mais de 28 pessoas nascem e dez morrem; a cada hora mais de 11.000 recém nascidos choram. Cada dia mais de um milhão de concepções humanas são acreditadas acontecerem, resultando em aproximadamente 350.000 novos casos de doenças venéreas e mais de 150.000 abortos. Entre estes recém nascidos, a cada dia 35.000 morrerrão de inanição, 26.000 deles crianças. Enquanto isso, a cada vinte e quatro horas,  o passo da guerra contra o planeta aumenta, algumas vezes em maiores afrontas, outras vezes imperceptivelmente, ao menos para os nossos padrões limitados de percepção. Esta guerra inclui a perda de 57 milhões de toneladas de solo de cobertura e oitenta milhas quadradas de floresta tropical e a criação de 70 milhas quadradas de deserto vierualmente sem vida – todo dia. Nas atuais taxas de natalidade e de mortalidade, o mundo está adicionando uma cidade de Los Angeles a cada três semanas.

 

Se as taxas médias de crescimento humano forem continuar no curso atual [a chamada variante de fertilidade] a população mundial alcançará no mínimo dez bilhões pelo ano de 2030, 20 bilhões por 2070, 40 bilhões por 2110 e 80 bilhões pelo ano de 2150.”

 

Parte IV

Emerge uma Imagem
20/12/95
 

 

Em seu livro de 1957 Novas Garrafas para Vinho NovoJulian Huxley escreve,

 

TRANSHUMANISMO

 

Como um resultado de milhares de milhões de anos de evolução, o universo está se tornando auto-consciente, capaz de entender algo de sua história passada e seu possível futuro. Esta auto-consciência cósmica está sendo realizada em um pequeno fragmento do universo – em um pouco de nós seres humanos. Talvez isso tenha sido compreendido em outros lugares também, através da criaturas vivas conscientes em planetas e outras estrelas. Mas neste planeta, isso nunca aconteceu anteriomente. A evolução neste planeta é uma história da compreensão de sempre novas possibilidades para a matéria da qual é feita a Terra [e o resto do universo] – vida; força, velocidade e consciência; a emergência da mente, muito antes que o homem a tenha sinhado, com a produção de cor, beleza, comunicação, cuidado maternal e os inícios da inteligência e do insight.  E finalmente, durante os últimos sons do relógio cósmico, algo inteiramente novo e revolucionário, seres humanos com suas capacidades de pensamento conceitual e linguagem, para a auto-consciência e propósito, acumulando e germinando a experiência consciente. Não podemos esquecer que a espécie humana é radicalmente diferente de qualquer animal microscópico que viveu a milhares de anos atrás quando elas vinham de um fragmento de pedra ou metal.

O novo entendimento do universo tem vindo através do novo conhecimento reunido na última centena de anos – por psicólogos, biólogos, e outros cientistas, por arqueologistas, antropólogos e historiadores. Isto tem definido a responsabilidade e o destino do homem – ser um agente para o resto do mundo na tarefa de entender suas possibilidades inerentes tão completamente quanto possível.  É como se o homem tivesse sido subitamente indicado o diretor gerente do maior negócio de todos os negócios da evolução – indicado sem ser perguntado se assim o queria, e sem aviso próprio ou preparação.Ainda mais, ele não pode recusar a tarefa. Queira ele ou não, esteja ou não consciente do que está fazendo, ele está no ponto de fato de determinar a direção futura da evolução sobre a Terra. Este é seu destino inescapável, e quanto mais cedo ele compreenda isso e inicie a acreditar nisso, o melhor para todos a quem diz respeito.

 

SOCIALISMO

“Construiremos a Nova Ordem Mundial peça por peça exatamente sob os narizes deles”  (o povo americano).

 

“A casa da Nova Ordem Mundial terá que ser construída de baixo para cima muito mais que de cima para baixo. Uma corrida final ao redor da soberania, erodindo peça por peça, realizará muito mais do que o velho ataque frontal” 

Richard Gardner, importante socoalista americano, Assuntos Externos – (CFR), Abril 1974]

 

[Continuando a citar do livro de Coleman:]

“Há uma narrativa de vários objetivos socialistas estabelecidos pelo britânica Sociedade Fabiana, cujo moto é, “faça a pressa vagarosamente”. Quando pedido para explicar o comunismo Lenin respondeu: ”O comunismo é o socialimo com pressa”. Socialismo agora tem estado em progresso mais que o comunismo.

“Socialismo é uma revolução sem métodos abertamente violentos mas não obstante comete a máxima violência à psique da nação. Este é um movimento governado pela invisibilidade. Seu baixo avanço nos EUA de seu lar base na Inglaterra foi quase imperceptível nos anos de 1950. O movimento Socialista Fabiano permanece distinto dos chamados grupos de Partidos Socialistas e seu rateamento para frente foi então quase imperceptível para a maioria dos americanos. “Quando você fere um comunista, um socialista sangra”. Este é um dizer dos dias iniciais do Socialismo Fabiano.

“Socialismo ardentemente dá as boas vindas a proliferação de poder cenrtal de governo que ees lutam para garantir a eles mesmos, sempre fingindo que seja para o bem comum. Os EUA e a Bretanha estão completamente até a borda de falsos profetas empurrando a Nova Ordem Mundial.

 

Estes missionários socialistas pregam a paz, humanitarismo e o bem comum. Completamente cientes que eles nunca podem superar a resistência do povo americano ao comunismo por meios diretos, os insidiosos Socialistas Fabianos sabiam que tinham que e mover silenciosa e vagarosamente e evitar alertar as pessoas quanto aos seus objetivos reais. Então  foi adotado o “socialismo científico” como meio de superar os EUA e marca-lo como o principal país socialista no mundo.  “Até onde o Socialismo Fabiano tem tido sucesso, e onde permanecemos hoje é dito neste livro [Socialismo: Estrada para a Servidão]. Os Presidentes Wilson, Roosevelt, Eisenhower, Carter. Kennedy e Johnson eram servidores voluntários  e ávidos do Socialismo Fabiano. O manto deles foi passado ao Presidente Clinton. Democracia e Socialimo caminham lado a lado. Todos os presidentes dos EUA desde Wilson tem repetidamente afirmado que os EUA são uma democracia, quando de fato, é uma República Confederada. O Socialismo Fabiano dirige o destino do mundo de um modo que é disfarçado para torna-lo irreconhecível. O Socialismo é o autor do imposto de renda progressivo, da destruição da nacionalidade e é o autor do chamado mercado livre.”

 

 JULIAN HUXLEY


Novamente citando de Novas Garrafas para Vinhos Novos, escrito em 1957:

“Mas o homem não vive apenas de pão. Ele necessita poder, abrigo e roupa e além de todas as exigências materiais ele precisa de espaço e beleza, esporte e recreação, interesse e diversão. A população excessiva pode erodir estas coisas. A partir de agora, o rápido aumento da população tem levado a cidades hipertrofiadas, tão grandes que estão começando a derrotar seus próprios fins; elas estão produzindo desconforto, ineficiência e tensão nervosa bem como separando milhões de pessoas de qualquer contacto real ou sentido de unidade com a natureza.

“O aumento da população também ameaça os espaços abertos do mundo e a beleza da natureza inexplorada. Em pequenos países com alta densidade demográfica, como a Inglaterra, a pressão sobre o mero espaço  está se tornando aguda. Mas até mesmo em países mais novos ou menos densamente habitados o processo de erosão e de destruição está acontecendo, frequentemente em taxas alarmantes. Em qualquer lugar, até mesmo na África, a vida selvagem- não meramente o grande jogo, mas a vida selvagem em geral – está encolhendo e frequentemente sendo exterminada: as montanhas do mundo estão sendo agora invadidas por projetos de hidroelétricas; suas florestas cortadas ou comercializadas; sua selvageria infiltrada por fazendeiros, mineradores, turistas e outros invasores.

 

Até mesmo a riqueza cultural do mundo está sendo empobrecida. A pressão da população está sendo traduzida em pressões econômicas e sociais, que estão forçando a produção em massa de produtos em cada canto do globo, empurrando as pessoas para assumirem hábitos e vestes ocidentais, assolapando antigos ideais culturais e destruindo a arte e o artesanato tradicional.  

“De fato, uma vez comecemos a olhar o problema da população como um todo e todas as suas implicações, nos encontramos pressionados a uma reconsideração  dos valores humanos em geral. Primeiro de tudo devemos rejeitar a idéia que a mera quantidade de seres humanos é de valor a parte da qualidade de vida deles. Então, depois de ter entendido que toda existência é um processo de transformação ou evolução, que a espécie humana em sua evolução cultural está continuando e estendendo o processo da evolução biológicada qual ela cresceu, que a personalidade humana bem deenvolvida é o mais alto produto do processo evolucionário do qual temos conhecimento, mas que o indivíduo humano não pode alcançar o desenvolvimento completo exceto em um meio ambiental fornecido por uma sociedade adequada, nos encontramos inevitavelmente dirigidos ao ideal de cumprimento – o maior cumprimento para mais indivíduos humanos completamente desenvolvidos.

“Concordantemente, os valores que devemos buscar são aqueles que permitam ou promovam o maior cumprimento humano. Alimento e saúde, energia e laser são suas bases necessárias: seus valores-metas são o conhecimento e o interesse, a beleza e a expressão emocional, a integração interna e a participação externa, a alegria e o sentimento de importância. Na prática estes valores frequentemente entram em competição e até mesmo conflito; assim, para alcançar um maior cumprimento precisamos de um padrão de cfompromisso e ajuste mútuo entre valores.

“O espaço e os recursos de nosso planeta são limitados. Alguns devemos por de lado para a satisfação das necessidades materiais do homem – por alimento, matéria prima e energia. Mas outros devem ser reservados para satisfações máximas –o desfrute de uma natureza não explorada e bom cenário, o interesse da vida selvagem, viagem, recreação satisfatória, beleza em lugar da feiúra das construções humanas e a preservação da variedade de cultura humana e de monumentos de grandeza antiga.

“Na prática isto significa limitar o uso de algumas áreas. Você não pode utilizar campos arados para pousar aeronaves; não pode plantar em áreas de construção; não pode permitir a exploração de desenvolvimentos irrestritos em Parques Nacionais ou santuários naturais. A longo prazo não pode evitar de pagar o preço pelo crescimento irrestrito de números humanos e este preço é ruinoso.

“Frequentemente é avaliado que a ciência pode não ter preocupações com estes valores. Ao conrtário, em todos os campos de Ciência Social, e de um modo diferente, onde quer que as aplicações da Ciência Natural toquem os asuntos sociais e afetem a existência humana, a ciência deve levar m conta estes valores ou não estará fazendo satisfatoriamente seu serviço.

 

O problema da população torna isso óbvio. Tão logo recordemos que a população é meramente um termo coletivo para as agressões dos seres humanoa vivos, nos encontraremos pensando sobre as relações entre quantidade e qualidade-quantidade dos seres humanos na população e a qualidade das vidas que eles levam: em outras palavras, valores

.
“Embora possa parecer que tenho pintado a imagem da população mundial em cores sombrias, há eperança. Exatamente como  a horrível destrutividade da guerra atômica agora está promovendo uma reconsideração da guerra em geral, parece provável que leve ao abandono de toda guerra como um instrumento de política nacional, assim eu previria que a ameaça da super população aos valores humanos como saúde, padrão de vida e amenidades desencadeará uma reconsideração dos valores em geral e eventualmente leve a um novo valor-sistema para a existência humana. Mas o tempo está na essência do contrato. Se antes do fim do século a taxa de aumento humano não tiver sido abaixada, ao invés de crescer continuamente, valores demais terão sido danificados ou destruídos que será difícil recria-los, sem falar de construir um novo sistema melhor.  

 

VIETNÃ

A Guerra do Vietnã pode ter acabado mas continua a clamar suas vítimas. Os veteranos, que estavam no ápice de sua condição física quando combateram no Vietnã, agora estão doentes e morrendo – não por ferimentos inflingidos pelo inimigo mas pelo herbicida insidioso e venenoso que foi lançado obre o interior do país daquela nação partida pela guerra. Durante a guerra, aviões americanos lançaram estimados doze milhões de galões do defoliante Agente Laranja sobre aproximadamente cinco milhões de acres do Vietnã em uma tentativa de não permitir cobertura protetora ao inimigo. Os soldados americanos abaixo – frequentemente cercados por um fog do herbicida – eram avisados que o herbicida era inofensivo. Mas não era.  

 

Citando do livro de Fred Wilcox de  1989 : Esperando um Exército para Morrer – A Tragédia do Agente Laranja

 

Em 1970 quando a ordem de parar de usar o Agente Laranja no Vietnã do Sul foi divulgada, os militares americanos foram deixados com milhares de tambores de 55 galões contendo heerbicida. Alguns destes barris foram estocados na Ilha Johnton no Pacífico, enquanto outros foram para o Centro Batalhão de Construção Naval em Gulfport, Mississipi.

 

Mas os tambores começaram a enferrujar e seu conteúdo começou a vazar tornando imperativo que algo mais “final” fosse feito sobre os estoques em excesso do herbicida Laranja. Em fevereiro de 1972, a Comissão de Controle da Poluição e do Ar de Mississipi ordenou que o Agente Laranja estocado em Gulfport fosse removido imediatamente. Diante disso, a Força Aérea tentou retornar os estoques remanescentes do Agente Laranja aos seus fabricantes que se recusaram a aceitar a oferta. Os oficiais da força aérea também sugeriram que os herbicidas em excesso fossem dispostos “por uma disposição prudente do herbicida Laranja para uso de terras de propriedade privada ou do governo”. Este plano também falhou e sete anos depois que os barris foram removidos do Vietnã, a EPA finalmente garantiu a força aérea uma permissão para incinerar os estoques remanescentes do Agente Laranja no navio de construção alemã Vulcnus no Pacífico Sul.  Mas ao tempo da permissão mais de 5.000 tambores contendo mais de 250.000 galões do Agente  Laranja haviam se estragado.

 

Na primeira “Conferência de Desfoliação” patrocinada pelo Departamento de Defesa tendo a presença de várias companhias química [entre elas  Dow e Monsanto],  o General Fred J. Delmore, commandante geral do Exército dos EUA do Edgewood Arsenal, me disse que o Departamento de Defesa queria assegurar aos representantes das companhias que seja como for isso fosse usado como defoliantes seria “perfeitamente inócuo para homens e animais ao mesmo tempo que fizesse seu trabalho”.

 

Albert Hayward, chefe do escritório de coordenação do programa em   Fort Detrick, disse a conferência que “ela vai sem dizer que os materiais devem ser aplicados por solo e spray aéreo, que eles devem ser logisticamente possível e que devem ser não tóxicos para humanos e animais de criação nas áreas afetadas”. Em uma divulgação a imprensa em 1964 Dow avaliou que seu  2,4,5-T era absolutamente não tóxico para humanos e animais mas por 1965 a companhia confirmou que ele continha TCDD. Dow também admitiu que não tinha informado ao USDA or ao Departamento de Defesa que havia descoberto que o 2,4,5-T estava contaminado por TCDD.

A ação de classe [processo legal movido pelos veteranos do Vietnã] não é apenas único mas irônico de muitos modos: 2.5 milhões de veteranos do Vietnã processando companhias químicas que estavam, teoricamente, fabricando um produto que salvaria vidas americanas no Vietnã; o advogado chefe dos veteranos confiando que ele obtivesse sua informação mais incriminatória sobre os efeitos da dioxina de cientistas que tenham trabalhado para um dos contratantes de guerra, e as companhias químicas argumentando que estavam apenas “seguindo ordens” quando fizeram o Agente Laranja, algumas vezes   era de 15 a 15.000 vezes contaminado com a dioxina do que o  2,4,5-T vendido para uso doméstico.

 

Embora a ação de classe tenha sido movida em benefício de todos veteranos que serviram no Vietnã, o número de veteranos que eram listados como doentes ou morrendo ao tempo da entrevista era de aproximadamente de 40.000. A maioria dos veteranos indubitavelmente será acrescentada a esta lista no futuro. 

 

QUÍMICO E BIOLÓGICO

No livro de Robert Harris e Jeremy Paxman “Uma mais Alta Forma de Matança – A História Secreta da Guerra Química e Biológica”  lemos,

 

A história secreta da guerra química e biológica demonstra poucas coisas tão claramente como o meio pelo qual descobertas que podem causar o bem estar humano podem ser usadas para divisar instrumentos até mesmo mais sofisticados de morte. As descobertas na ciência veterinária são voltadas para o desenvolvimento de novas armas biológicas. Um pesticida em potencial é transformado em agente nervoso. Ainda que a atual geração de armas seja baseada em descobertas científicas feitas a cinqüenta anos atrás; até o final dos anos de 1970 químicos americanos e britânicos ainda estão tentando produzir um antídoto para o soman, um agente que foi inicialmente desenvolvido nos laboratórios da Alemanha nazista. Tão horríveis os efeitos das armas de hoje possam ser, contudo elas são capazes de refinamento infinito. O atual arsenal pode ser enorme: o estoque “inadequado” de gás nervoso nos EUA é suficiente para matar a inteira população do mundo quatro vezes.

É no campo da guerra biológica que as possibilidades mais assustadoras se apresentam. Agora a quase trinta anos da momentosa descoberta de Crick e Watson da estrutura em “dupla hélice do DNA”, a molécula que controla a hereditariedade. A descoberta, ate onde sabemos, não tem sido aplicada aos negócios da guerrra. Mas nos laboratórios civisis europeus e americanos os biólogos estão regularmente adulterando a própria natureza da vida através de “partição de genes” ou DNA recombinante. Issso tem sido chamado de a mais surpreendente descoberta desde que o homem partiu o átomo. Deve ser a inovação, como a física atômica, ser aplicada para a guerra, as implicações escassamente sustentam o pensamento sobre issso. Já em 1962, quarenta cientistas fram empregados nos laboratórios de guerra biológica do exército dos EUA, em uma pesquisa em tempo integral. Muitos outros, foi dito, “apreciam as implicações da genética para seu próprio trabalho”. As implicações se tornaram mais específicas sete anos depois, quando um porta-voz do Departamento de Defesa afirmou que a engenharia genética pode resolver uma das maiores desvantagens da guerra biológica, que é limitada a doenças que ocorrem naturalmente em algum lugar do mundo.

 

Dentro de cinco a dez anos, provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que pode diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo causador de doença. Mais importante disso é que ele será refratário [sem possibilidade de tratamento]  aos processos imunológicos e terapêuticos dos quais dependemos para manter nossa liberdade relativa à doença infecciosa.

A possibilidade de um tal ”super germe” pode ter sido com sucesso produzido em um laboratório em algum lugar do mundo nos anos desde que esta avaliação foi feita é uma que não deve ser tão prontamente posta de lado.

 

Em  Phoenix Journal #65, A Última Praga Sobre o Homem: AIDS e Instrumentos Relacionados de Morte, Hatonn escreve [citando:]

 

AIDS é, por toda definição, uma “praga”!

 

Ela afetará a sociedade de modos que vocês nem mesmo podem imaginar. Não há cura dentro de sua garra e não há perspectivas de uma vacina – isso será a seguir cuidadoamente discutido.

 

Até mesmo as projeções científicas otimistas não há esperança para os próximos quinze ou vinte anos, na melhor das hipóteses. É projetado pelos especialistas em saúde pública que mais de 2.4 bilhões de pessoas, metade da população mundial, morrerão pelo vírus da AIDS e mutações deste vírus dentro deste período de tempo. Não há uma imagem bonita para qualquer padrão. A devastação econômica é iminente para os sistemas médicos de saúde, instituições de seguro e todos os serviços relacionados dentro da próxima década. Agora, alguma informação chocante para a maioria de vocês, recém interessados leitores que se sentem seguros em seus relacionamentos singulares e no conforto de um preservativo. Se as coisas não mudarem radical e imediatamente o que vocês realmente estão destinados é extinção.  

  • AIDS não pode ser evitada, nem muito impactada pelo uso de preservativos.
  • AIDS não é uma doença venérea
  • AIDS não é uma doença  homossexual
  • AIDS não veio de qualquer mordida de um macaco africano

 

Ela veio de um laboratório organizado pelo homem através do entrecruzamento de vírus de gado e carneiro. O vírus da AIDS foi especificamente soicitado, produzido, empregado e agora ameaça a extinção de espécies. Vocês estão se dirigindo a pior catástrofe da história de nosso mundo.

 

O primeiro caso oficialmente diagnosticado foi em San Francisco em 1981. Na realidade fio algo assim. O vírus da AIDS apareceu em New York em 1978, San Francisco e Los Angeles em 1980. Ele apareceu em homossexuais jovens, brancos e de sexo masculino entre as idades de vinte e quarenta anos com corportamento promiscuo. Simultaneamente ao seu aparecimento estava sendo realizado um estudo com a vacina contra a Hepatite B em New York em 1978 e em San Francisco e Los Angeles em 1980 – entre homossexuais brancos, jovens, de sexo masculino com idade entre 20 e 40 anos. Certamente você se perguntará se há um relacionamento enrte o estudo de vacinação contra a Hepatite B e o subseqüente surto da AIDS na mesma população e exatamente no mesmo tempo.

Posteriormente, seguiu exatamente  os passos da irupção da doença em áreas do Terceiro Mundo tais como África e Haiti na década de 1970. Os gays da Costa Oeste, particularmente em San Francisco, fizeram do Haiti um maior lugar de diversão e férias durante aquele período, sendo portanto atingidos de duas direções.

 

Em meados da década de 1970, um surto de varíola foi epidêmico disseminando-se a muitos outros setores. Foi criada uma organização chamada Organizaçã0o Mundial de Saúde [OMS] que fez todo um esforço para vacinar milhares e milhares de pessoas, entre elas 15.000 haitianos que estavam trabalhando na África naquele tempo.

Você tem que ter algum entendimento de vírus, bactérias, origem da célula humana, cultura de tecido e manipulação de todas estas coisas dentro de um laboratório..

Abordando o que é o vírus da AIDS, o vírus tem uma morfologia que na reaidade é a de um retrovírus tipo D. Então o que são vírus? Algumas pessoas estão convencidas que eu não devo confundir vocês, que os vírus são s menores micro-organismos replicantes. Isto significa que eles são pensados seres os menores organismos que exigem outra células nas quais possam se desenvolver. Estes vírus não são capazes de se desenvolver por conta própria, fora de tecido vivo; esta é a convicção atual dos cientistas. O vírus devem habitar uma outra célula para potencial crescimento e reprodução.

Bactérias, fungus e outros organismos realmente são capazes de crescer fora de tecido; em outras palavras, eles não precisam habitar tecidos para se reproduzir. Eles podem crescer em placas de culturas de tecido tais como bactérias. Os vírus devem crescer dentro do tecido que exige que haja um ser humano vivo ou tecido animal no qual eles possam se replicar. 

Retrovirus significa que ele é um pequeno organismo repicante que cresce dentro do tecido vivo. Mas o que significa o termo retro? No caso deste vírus em particular, ele sustenta o fato que o conteúdo dentro do vírus da AIDS, e outras chamadas retroviroses humanas, ou outras retroviroses animais, são pequenas enzimas conhecidas como transcriptase reversa. É daonde vem a palavra retro. Esta enzima no vírus da AIDS que realmente é responsável pela duplicação dos genes do vírus da AIDS que estão sob a forma de RNA, diferente da forma humana. O material genético humano cresce na forma de DNA.

Se o vírus da AIDS se insere no material humano, de algum modo depois da infecção da célula, o que acontece é que esta enzima duplica o RNA do vírus da AIDS na forma de DNA e realmente insere isto no DNA humano. O genes do vírus da AIDS entram e realmente são duplicados na forma DNA, copiados pela transcriptase reversa. Esta informação é então inserida na composição genética da célula humana. Isto agora é  um vírus da AIDS residindo dentro dos genes humanos que então enviam um sinal para a produção de um NOVO VIRUS DA AIDS. Leia cuidadoasmente – um novo vírus da AIDS!

Além da AIDS a informação genética de todos os retrovírus é copiada dentro da forma DNA pela transcriptase reversa inserida nos genes e subseqüente produção de novos vírus. Vamos generalizar um pouco de informação aqui para melhor compreensão. A Virologia é o ,estudo dos vírus que lida com pequeninos organismos vivos visíveis apenas pelo uso dos mais poderosos microscópios eletrônicos de nosso planeta na medida em que você reconheça agora as limitações científicas. Milhões de vírus da AIDS podem caber na cabeça de um alfinete. O vírus da AIDS é particularmente mortal para os humanos por causa de sua habilidade em invadir e neutralizar células humanas, mas a habilidade do vírus em colocar seu próprio material genético dentro da estrutura genética das células humanas assim permitindo que o vírus use a célula humana como um tipo de fábrica de vírus reproduzindo-se  das matérias primas da célula humana.  

 

DR. EVA SNEAD


Em seu livro de dois volumes, corajoso e bem documentado Alguns o Chamam AIDS – Eu Chamo de Assassinato  Dr. Eva Snead escreve:

 

Segundo Guerra Química e Biológica, Experimentos Médicos e Controle da População  de Robert Lederer’s  , “A guerra química e biológica dos EUA tem sido usada primariamente para operações de contra-insurgência contra povos do Terceiro Mundo lutando por auto-determinação, e desestabilização de governos do Terceiro Mundo que têm  frustrado o domínio dos EUA.

 

Isto tem sido dirigido em ataque direto contra vários adversários; registros iniciais nos levam a 1863, quando colonos brancos deram cobertores infectados por varíola aos nativo americanos que buscavam relações amigáveis. Muitos morreram como resultado”. A tática foi repetida durante a “Trilha de Lágrimas” dos anos de 1800. Os exemplos são numerosos e abomináveis e minha mente entretém a possibilidade que até mesmo a grande epidemia de gripe que varreu o planeta em 1917-1919 foi o resultado de deliberado ou acidental acidentes biológicos; soldados como transportadores de inumeráveis e impreviíveis micro-organimos, transmitidos pelo que era chamado de profilaxia e terapia do soro, vacinas cruas administradas a pessoas que eram imune suprimidas pela administração de tantos antígenos, bem como reações entre hospedeiro e ennxertos aos soros, e o uso de lindane (Kwell) e outros matadores de parasitas.

Não apenas a Guerra Química e Biológica é doentia para suas vítimas, mas pode seriamente colocar em perigo aqueles que contam a terrível verdade. “Em 1958 a administração Eisenhower pressionou acusações de sedição contra três americanos que tinham publicado acuasções de guerra biológica no China Monthly Review, John W. Powell, Sylvia Powell e Julian Schuman, mas falhou em obter a condenação deles”

Uma interessante conexão entre a guerra química e biológica e as doenças vitais,  inclusive AIDS,  é derivada da relatada infestação de porcos cubanos com a febre suína africana em 1971 e 1980. O vírus da febre suína africana foi encontrado em alguns casos de AIDS e os pesquisadores que trabalharam na leitura de tais conexões se encontraram atacados pela academia.

 
Alguns pesquisadores acreditam que um dos lugares mais perigosos da Terra, por causa de suas armas biológicas contra animais de criação e fábricas de alimentos, seja Plum Island, N.Y., onde exercícios em bio guerrra como descritos acima, são alegadamente praticados.

Lederer descreve as fantasia dos militares na busca de uma máxima arma. Em 1969, um oficial militar testemunhou diante do Congresso: “Dentro de cinco a dez anos,, provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que possa diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo conhecido causador de doença. O mais importante disso é que ele pode ser refratário [resistente] aos processos imunológicos e terapêuticos dos quais dependemos para mantermos nossa relativa liberdade da doença infecciosa”. 

 

Antes de receber o nome de AISD, o Porton Down Laboratories, a guerra química e biológica do exército britânico relatou a bem sucedida transmissão de genes entre diferentes cepas de bacilo da praga.

 

Em 1985 um estudo do governo dos EUA relatou à Comisssão de Revisão de Guerra Química do presidente “a previsiva probabiildade de novos agentes sendo desenvolvidos para os quais vacinas ou conrta agentes não sejam conhecidos ou disponíveis.” 

Em novembro de 1970, Carl A. Larson reportadamente escreveu na Military Review que,

“armas químicas étnicas… seriam designadas a explorar diferenças que ocorrem naturalmente na vulnerabilidade enre grupos específicos de população.”

 

Reportadamente a África do Sul fez a pesquisa pioneira de doenças que só afligiam pessoas negras.

O fingimento que a AIDS exista como uma realidade independente, e que seja sexualmente transmitida tem sido usado para convencer as pessoas a usarem preservativos. Além do propósito declarado de tal prática, os preservativos são contraceptivos que reduzem a taxa de natalidade. As pessoas que não praticariam voluntariamente o controle da natalidade em virtude de suas convicções religiosas podem ser seduzidas por uma crença em higiene, a praticarem involuntariamente o planejamento familiar.

 

“O controle da população no Terceiro Mundo tem sido uma meta política dos oficiais dos EUA por muitos anos. Em 1977, Ray Ravenhott, diretor do programa de população para a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (AID), publicamente anunciou que a meta de sua agência era esterilizar um quarto das mulheres do mundo.

 

Ele admitiu, em essência, que isso era necessário  para proteger interesse corporativos dos EUA da ameaça de revoluções espalhadas pelo desemprego crônico.

Desde o início, estes grupos listados como alvos primários e disseminadores da AIDS têm publicado artigos propondo teorias “guerra química e biológica –AIDS” com variados graus de reflexão e documentação. Acusações e negativas avançam e recuam, a maioria delas indicando ao local melhor candidato para a criação de um vírus nocivo pode ser Fort Detrick, Maryland, e que as ações cobertas foram chamadas “Operation Firm Hand”.

 

Este último pedacinho de informação, tão irônica que a pessoas tendem a se referir aos homens gays como “pulsos limpos”, foi fornecido por uma carta anônima por alguém se dizendo um ex empregado do Laboratório de Guerra Biologica do Exército dos EUA em  Fort Detrick.

As vezes os cientistas lidam com planos muito estranhos. Embora não em Fort Detrick mas em Cold Spring Harbor, Long Island, N.Y., os cientista tem escrito e feito trabalhos sobre um MMMV (Virus Maligno Monstro Múltiplo). Isto foi uma análise do que seria necessário para criar tal monstruosidade. 

 

O papel da CIA no Congo Belga tinha sido previamente discutido. Além da informação que emergiu das Audiências do Comitê Franck Church em 1976, Lederer nos conta que,

“Serge Mukendi, representante americano do Partido de Trabalhadores e Camponeses do Congo, o país agora conhecido como Zaire, aponta que a CIA tentou envenenar Lumumba e seus experimentos MKUltra tornaram razoável o possível uso posterior de guerra química e biológica no Congo-Zaire.

 

Ele notou que a Agência para o Desenvolvimento Internacional comissionou um estudo pela Escola de Estudos Internacionais da Universidade Columbia para examinar as posssibilidades de limitar o crescimento populacional do Congo-Zaire para “evitar a fome.” Como um exemplo, ele citou o despejo de resíduos radioativos altamente tóxicos no Congo-Zaire. AIDS, ele acusou, podeter sido a máxima medida populacional.

 

Fui informada que o The New York Times de 29 de janeiro de 1987, publicou uma história sobre o fato que o Zaire estava apoiando testes de imunização contra o vírus da AIDS. Este teste, cujos detalhes foram cuidadosamente mantidos em segredo, foi administrado por doze europeus e cfongoleses, inclusive o diretor médico Dr. Daniel Zagury. Alegadamente ele havia se auto-injetado com o produto. As inoculações tem a vantagem de alvos diretos que podem ser facilmente identificados e estudados, e que não tem meio de controlar ou conhecer a substância que estão recebendo. O pesquisador tem uma enorme latitude para administrar qualquer substância de sua escolha  e chama-la do nome que desejar.

Campanhas de vacinação não são apenas excelente disfarce para guerra biológica, elas próprias podem ser letais armas biológicas.

 

As teorias de Lederer sobre a origem da AIDS podem ser sumarizadas:

 

Teoria número um é apresentada por dois pesquisadores microbiologistas da Alemanha Oriental,  Jacob e Lilli Segal, que aceitam a exitência da AIDS e seu agente causal o HIV, mas insistem que isso foi um erro crasso militar. Teorias similares têm sido apresentadas por Robert Strecker e Sir John Scale, que por sua vez acusam a União Soviética por tal invenção. 

Ultimamente, o próprio Lederer ressalta que a inteira teoria artificial do HIV repousa na assunção que de fato o HIV seja o vírus que causa a AIDS, uma teoria que se torna crescentemente questionável. .

 
A segunda teoria: a Dioxina é um dos componentes do tristemente famoso Agente Laranja e também um sub-produto do PCP quando esta substância é queimada. Um par de veteranos do Vietnã são mencionados pelo autor  (Dave Bergh e Eal Zela Tex Aldredge) como proponentes da origem tóxica da AIDS.

Segundo estudos do EPA mencionados por Lederer, sítios de despejo de dioxina estão estreitamente paralelos a áreas de alta incidência de AIDS.

Susan Cavin, uma jornalista de uma revista lésbica, cita “mais de 23 sintomas de exposição indireta a dioxina paralelo aqueles de AIDS”.

 

O autor cita,

 

“sarcomas de tecido mole, perda de peso, desordens pulmonares, depleção de timo e baço, dano no fígado, desordens cerebrais e alterações da personalidade – resistência dramaticamente diminuída à infecção – severa depleção dos linfócitos T e leocócitos – infecções por fungos e linfomas”.

 

O artigo relata que,

“Veteranos do Vietnã estão experienciando linfomas em uma taxa um terço mais alta do que o esperado”.

 

Pouco que ninguém entenda que as vítimas tinham previamente sido inoculados com SV40 e abenovirus que se tornam ativados com a dioxina! 

Muito interessantemente,

“O CDC usa o modelo da Hepatite B para explicar a AIDS, isso é, ambas doenças afetam grupos muito similares”.

 

Tenha isso ocorrido a alguém seguir as trilhas da vacina da Hepatite, a gamas globulinas, as outras vacinas, os produtos animais de vacinação etc e estudar como eles se entrelaçam com a AIDS?

A terceira teoria de Lederer,

“foi desenvolvida por Mark E. Whiteside, M.D., e Caroline MacLeod, M.D., M.P.H., co-diretores do Instituto de Medicina Tropical em Miami, Flórida.”

Suas principais áreas de pesquisa foram Miami e Belle Glade (o centro com o maior percentual per capita de AIDS nos EUA).

Whiteside veementemente discorda da teoria de transmissão hetero sexual, oferecida para explicar a disseminação da AIDS em  Belle Glade, Fl., onde a população que é altamente afetada imita uma faixa que atravessa as populações de Terceiro Mundo. Ele diz que estes estudos são ”seriamente falhos por esmagador viés, controles inadequados e falta de dados de projeção” particularmente questionando o relacionamento entre a alta perecentagem de AIDS infantil em crianças cujas mães testam negativo na distribuição africana [ principalmente hetero sexual] de casos de AIDS, e as afirmações dogmáticas pelo governo da teoria da trasmissão sexual e o confinamento não usual da AIDS em Belle Glade em apenas uma vizinhança.

 

Alguns dos fatos simplesmente não podem ser reconciliados com a existente sabedoria convencional.

Estes pesquisadores acreditam, relata Lederer,

 

“que a AIDS seja uma doença ambiental baseada no trópico, causada ao menos por duas arbor viroses [vírus em insetos] chamadas maguari e dengue, ambas endêmicas nas regiões tropicais – o meio primário de transmissão sendo picadas de insetos sugadores de sangue – levando o vírus de pessoa a pessoa.” A AIDS corresponde ao cinturão de insetos em muitas partes do mundo. Antes dos dias modernos da AIDS, a região de maior densidade do sarcoma de Kaposi era na fronteira do Zaire com a Uganda.  Tais tumores tropicais de sarcoma de Kaposi e linfoma de Burkitt sempre estiveram ligados a condições ambientais – a distribuição destes tumores s correlacionam com a malária e infecção por arbo virus [transmissão por insetos]. Uma correlação entre os anticorpos do HTLV-III/LAV (HIV) e os anticorpos da malária também é notada. Uma outra correlação percebida por estes pesquisadores é a desconcertante similitude da AIDS com aquela da Tuberculose Pulmonar.

Quando Whiteside e MacLeod testaram pacientes da Flórida para mais de cinqüenta arbor-virus eles descobriram que uma porcentagem muito alta testaram positivo para os vírus da dengue e de maguari.

 

O vírus da dengue causa uma doença dolorosa similar a uma gripe severa; o vírus maguari não se sabe causar doenças em animais ou humanos mas pertencem a uma família associada com o Sarcoma de Kaposi.

Os anticorpos da dengue encontrados eram de dois tipos de vírus da dengue: Dengue  I e Dengue II que tem feito um pouco da suspeita viagem internacional.

“Dengue tipo I – tinha estado limitada ao Sudeste da Ásia e África até 1977, quando apareceu na Jamaica, Cuba e Porto Rico. Ele mais tarde se espalhou para o Haiti e outras ilhas caribenhas. “

Uma epidemia ocorreu em Cuba em 1977 que não foi apenas a primeira de Dengue I mas a primeira epidemia de dengue desde 1944. A Dengue tipo II era bem comum em uma forma mediana, mas em 1981 Cuba teve uma epidemia sem precedentes do tipo II ob a “forma de choque hemorrágico com sangramento interno e choque” -  que resultou em 300.000 doentes e 158 mortes inclusive 101 crianças abaixo dos quinze anos.

Os autores suspeitam que o movimento de tropas cubanas em Angola em 1977 possa ter causado algum deste salto transoceânico.

Em 1982 uma investigação do CAIB concluiu que a epidemia de dengue hemorrágico tipo II de 1981 em Cuba e outra de 1977 eram, “quase certamente o resultado de guerra biológica dos EUA. O laboratório de guerra biológica do exercito dos EUA em Fort Detrick, Maryland, por anos tem feito experimentos com doenças transmitidas por insetos em geral e Dengue em particular. Na década de 1950, o exército realizou testes de campo liberando enormes quantidades de mosquitos em comunidades negras da Georgia e da Flórida. Também foi relatado que a Dengue tipo I tinha sido isolada no Sul do Pacífico em 1974. Este relato apareceu no Boletim da Organização Mundial de Saúde em 1980. 

Vale a pena mencionar que a Rússia alegadamente produziu a máxima arma de guerra química e biológica na forma de um vírus mutante da Dengue conhecido como D7 que pode ter encontrado seu caminho para diferentes países pelo movimento de tropas ou outros meios. Se uma epidemia como esta causa grande preocupação porque demorar seis anos para tornar pública esta informação? Lederer questiona a validade da ligação Dengue-Maguari AIDS, porque países com altos níveis de Dengue têm baixos níveis de AIDS. Contudo, alguns pesquisadores estão atisfeitos que as arboviroses e a transmissão através de insetos sejam co-fatores, no mínimo, para a epidemia de AIDS. 

 

MAIS SOBRE AIDS

No novo livro do Prof. Robert O’Driscol Corrupção no Canadá , aparece um artigo escrito por J. L. Read intitulado Estratégia para Redução da População da Nova Ordem Mundial: AIDS:

 

Em  1938 O Sub-comitê de Recursos Nacionais sobre Problemas de População (NRS) recomendou em seu relatório ao Presidente Roosevelt que uma apropriada ação legislativa deva ser tomada a respeito dos problemas gobais de população. O NRS afirmou que,

“a transição de uma crescente população para um nível decrescente ou estacionário pode ser por inteiro um benefício para a vida da nação.”

Em 1970 o microbiologista Dr. MacArthur solicitou ao Comitê de Apropriações da Casa dinheiro para pesquisa molecular biológica com estas palavras:

“Dentro de cincoa dez anos provavelmente será possível fazer um novo micro-organismo infeccioso que possa diferir em certos aspectos importantes de qualquer organismo conhecido causador de doença. E o que é mais importante, ele deve ser refratário aos processos iminológicos e terapêuticos  dos quais dependemos para manter nossa relativa liberdade de uma doença infecciosa”

 

O que é um virus?

 

Em seu livro Caçada ao Virus, AIDS, Cãnceres e Retrovirus Humanos , o Dr. Robert C. Gallo (o doutor a quem é creditada a descoberta da AIDS) afirma que os vírus são “obrigatoriamente parasitas celulares”. Isto significa que eles precisam de um outro meio para crescer e se reproduzir; portanto, eles invadem uma célula viva e a usam como sua casa. Os vírus são os menores organismos vivos conhecidos, precisando de um microscópio eletrônico ou aparelho similar que aumente 50.000 vezes para serem vistos. O vírus podem viver fora do, tecido vivo sob a forma de cristal indefinidamente. 

AIDS é também conhecida como HTLV-III ou Virus Linfotrófico de Células T que ataca as células T-4 do sistema imunológico. Um retrovírus é um vírus que tem uma enzima especial, a transcriptase reversa, que é capaz de se incorporar no DNA da célula hospedeira e assim usar o DNA dessa célula para produzir mais vírus; as células B são parte do sistema imunológico que ajudam a produzir anticorpos protetores.

 

As células T-4 do sistema imunológico são linfócitos, ou pequenas células sanguíneas brancas, que agem sobre os hormônios na glândula timo antes que eles alcancem a corrente sanguínea. As células T-4 ajudam a acelerar a produção de anticorpos pelas células B. Portanto, se as células T-4 são destruídas o corpo é incapaz de ajudar as células B na produção de anticorpos e morrerão por uma infecção oportunista.

Os vírus são conhecidos por ficarem latentes no organismo infectado. Assim, embora eles estejam presentes e potencialmente nocivos, eles estão dormentes, não buscando células para reprodução. A AIDS é sabida ter de três a cinco anos de incubação antes que o vírus comece ativamente a se reproduzir e danificar o sistema imunológico pela infecção.

Em 1972 na Convenção de Guerra Biológica foi decidido desmantelar nossos arsenais de guerra biológica. 

 

Robert Harris e Jeremy Paxman ressaltaram em Uma Mais Alta Forma de Matança

“Com a decisão de renunciar para sempre a guerra biológica, ´Fort Detrick tem sido transferido para o civil Instituto Nacional do Câncer. Mas parte do campo permaneceu secreta. Aqui o exército estabeleceu o Instituto de Pesquisa Médica Sobre Doenças Infecciosas do Exército, onde umpequeno grupo de biólogos continuariam a trabalhar nessas doenças que pragueiam a humanidade…”

 

Segundo o Dr. William C. Douglass em sua newsletter The Cutting Edge,

“O Instituto Nacional do Cãncer em colaboração com a OMS fizeram o vírus da AIDS em seus laboratórios em Fort Detrick, Maryland, tendo sido o principal laboratório responsável por todos os testes de guerra biológica do governo dos EUA .”

 

Dr. Douglass continua para afirmar,

“Eles combinaram retrovírus mortais, o vírus da leucemia bovina e o virus visna de carneiros e os injetaram em culturas de tecidos humanos”. 

 

Dr. Robert Strecker tem estudado intensamente o vírus da AIDS.

 

Em seu vídeo, The Strecker Memorandum, ele revela que na década de 1970,  

“O Registro Dinamarquês de Câncer [um painel internacional de especialistas] notou que é possível visualizar a mutação de um vírus em uma variedade de alta contagiosidade ao homem resultando em uma pandemia de doença neo-plástica antes que possamos desenvolver uma vacina”. 

 

Dr. Strecker concorre com o conceito de que a AIDS foi criada em um laboratório a partir do vírus bovino e do vírus visna através de um DNA recombinante.

Não apenas a OMS, via Fort Detrick, foi responsável pela criação da AIDS, mas também há esmagadora evidência que ela também foi responsável pela introdução deliberada e inicial da AIDS na população mundial. Em 1987, o editor de Science, Pearce Wright escreveu um artigo “vacina contra varíola desencadeou o vírus da AIDS”.

 

A OMS começou um programa de 13 anos de vacinação contra a varíola em países do Terceiro Mundo terminando em 1981. A vacina contra a varíola estava contaminada com o vírus da AIDS. Embora a OMS tenha admitido através de sua própria investigação que a vacina estava contaminada, ela tem suprimido sua descobertas. O artigo de Wright, que ligava o programa de vacinação e o aumento do número de vítimas da AIDS, especialmente na África, não apareceu na imprensa dos EUA. Uma conexão posterior apareceu no livro de,Cel. T.E. Bearden  Aids Biological Warfare.

 

Ele afirma ,

“A teoria da vacinação anti-variólica responderia pela posição dos Estados centro africanos como os países mais aflingidos, porque o Brasil tornou-se o pais mais afetado da América Latina e como o Haiti tornou-se a rota de disseminação da AIDS para os EUA; o Brasil, o único país sul americano coberto pela campanha de erradicação, tem a mais alta incidência de AIDS naquela região.” 

 

A poluição da vacina, inclusive da vacina Salk para pólio é extensivamente coberta em um vídeo da  Dr. Eva Snead intitulado AIDS: O Outro Lado da História.

 

Ela revela como a vacina pólio antes de 1962 era conhecida estar contaminada com SV-40 (vírus simiano 40). O virus contaminou a vacina porque a vacina da pólio era desenvolvida em células de rins de macaco e o virus simiano ou do macaco contaminou a vacina que era dada ao público.

 

Dr. Snead também ressalta que a pesquisa tem mostrado que o SV-40 é idealmente apropriado para manipulação genética, partição e criação de híbridos ou mutantes. Já que é conhecido que o vírus da AIDS, ou HTLV-III tem criado muitas cepas mutantes desde sua descoberta original, há uma possível conexão entre o vírus SV-40 e a contaminação ampla e obrigatória das vacinas pólio dadas. Novamente a informação de contaminação da vacina pólio pelo perigoso vírus simiano foi retirada do público, embora o governo estivesse bem ciente deste fato.

 
O governo quer nos fazer acreditar que a AIDS iniciou-se na população homossexual e de lá tenha se disseminado. Para ajudar a criar esta realidade, os Centros de Controle de Doença [CDC] estabeleceram um programa de inoculação em 1978 que tihna como alvo a população homossexual.  O Dr. W. Szmuness, chefe do banco de sangue de New York, divisou as regras para o estudo de vacinação contra a Hepatite B. Ela era para ser administrada a homens homossexuais não monogâmicos entre as idades de 20 e 40 anos. Mais de mil foram inoculados. O Dr. Alan Cantwell relata em seu livro AIDS e os Doutores da Saúde que,

“os homossexuais recentemente liberados estavam ansiosos em cooperar com o governo em assuntos da saúde gay… dentro de uma década, a maioria dos homens no experimento estariam condenados a morrer.”

 

O CDC admitiu em 1984 que no mínimo 60% daqueles que receberam a vacina contra a Hepatite B estavam infectados pela AIDS. Eles desde então têm se recusado a dar qualquer outra informação sobre o assunto. 

 

ALDOUS HUXLEY

Em 1959, durante uma palestra realizada em Santa Barbara, Califórnia,  Aldous Huxley disse, em parte:

 

“Em geral, pode-se dizer que é apenas quando seres humanos são ameaçados por alguém mais que eles estão prontos para se unirem e aceitar privações de curto prazo; eles estão prontos para se unirem sob a ameaça de guerra e catástrofe. Indubitavelmente, a melhor coisa para um governo mundial sob a lei seria uma invasão vinda de Marte. Infelizmente, isso é mais do que improvável acontecer. Mas é possível nos persuadir que depois de todos os seres humanos srem seus próprios marcianos, que com a super população e super organização e super tecnilização, estamos cometendo imensas agressões conrta nós mesmos? Podemos nos unir contra nós para nossos mais altos interesses? Isto pode ser possível, que o que vemos como uma tubulação de tempo de paz na seja de fato uma tubulação de tempo de paz, ma que haja uma ameaça real pendurada sobre todos nós todo tempo contra a especulação remota, mas é possível que tal argumento possa finalmente persuadir as pessoas a dar o passo para obter algo juntas e formar um governo em que todos devam viver juntos sob a lei”.

 

 

O RELATÓRIO GLOBAL 2000 AO PRESIDENTE

ENTRANDO NO SÉCULO XXI

 

COMISSÃO SOBRE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO E O FUTURO AMERICANO (1970)

Em julho de 1969 o Presidente Nixon enviou ao Congresso uma primeira mensagem histórica sobre população, recomendando o estabelecimento de uma legislação de uma comissão de faixa azul para examinar o crescimento da população da nação e o impacto que terá  ano futuro americano.  

 

John D. Rockefeller III, que havia iniciado o Conselho de População, tem estado urgindo desde  os dias iniciais da administração Eisenhower que uma tal comissão fosse estabelecida. Lyndon Johnson tinha se recusado a ver  Rockefeller em 1964, mas por 1968, ele estava pronto para manter a pressão e estabeleceu o Comitê Presidencial Sobre População e Planejamento Familiar: a Transição da Preocupação para a Ação. Isto recomendou que os serviços de planejamento familiar fossem estendidos a cada mulher americana incapaz de arcar com seus custos. Ele também recomendou o aumento  nos orçamentos do HEW e do Escritório de Oportunidade Econômica para o propósito de pesquisa de população. O relatório foi liberado sem publicidade em janeiro de 1969, exatamente antes de acabar o mandato de Johnson. Ele não se encontrou com, o comitê para receber o relatório nem deu qualquer declaração sobre isso.

Em 1969, a pressão de Rockefeller por uma comissão presidencial teve a cumplicidade do conselheiro presidencial Moynihan, que convenceu Nixon que era tempo de enfrentar os problemas de população. O presidente pediu em sua mensagem ao congresso que fosse designada uma comissão para desenvolver projeções de população e estimar o impacto de um aumento antecipado de cem milhões na população dos EUA pelo ano 2000.

 

Neste ínterim, o presidente pedia mais pesquisa “sobre métodos de controle da natalidade” e pelo estabelecimento, como objetivo máximo nacional, de “provisão de adequados serviços de planejamento familiar dentro dos próximos cinco anos para todos aqueles que os desejassem mas não pudessem pagar.”

 

Em sua mensagem ao Congresso, Nixon declarou:

Um dos mais sérios desafios ao destino humano neste último terço deste século será o crescimento da população. Seja qual for a resposta do homem a este desafio será a causa de orgulho ou desespero no ano 2000 e dependerá muito do que façamos hoje. Se agora começarmos nosso trabalho de modo apropriado, e se continuarmos a devotar uma considerável quantidade de atenção e energia a este problema, então a humanidade será capaz de superar este desafio que tem desafiado tantos na longa marcha da civilização.

 

Quando o Congresso aprovou uma lei em  março de 1970 criando a Comissão sobre Crescimento da População e o Futuro Americano, o Presidente Nixon nomeou John D. Rockefeller III presidente do grupo de 24 membros.

A conclusão da Comissão foi que não resultaria qualquer benefício substancial para o continuado crescimento da população da nação.

 

“O problema da população, e o crescimento ético com mo qual está intimamente relacionado, reflete as mais profundas condições externas e os mais fundamentais valores político, econômico e filosóficos. Consequentemente, melhorar a qualidade de nossa existência enquanto crescemos vagarosamente, exigirá nada menos do que a reformulação básica dos valores americanos. “  

 

As mais de 60 recomendações da Comissão incluíam:

 

A criação de um Escritório de Crescimento de População e Distribuição dentro do Escritório Executivo do Presidente.

 

O estabelecimento, dentro do Instituto Nacional de Saúde, de um Instituto Nacional de Ciências de População para fornecer uma adequada estrutura institucional para a implementação de um programa grandemente expansivo de pesquisa em população.

 

Legislação pelo Congresso estabelecendo um Conselho de Conselheiros Sociais com uma das principais funções sendo o monitoramento das variáveis demográficas. 

 

A adição de um censo no meio da década sobre população

 

Planejamento nacional para uma população estabilizada

 

Estas recomendações foram ofuscadas, ao menos na publicidade dada a elas, pelas recomendações que os estados adotassem legislação permitindo que menores, “recebam informação profilática e preventiva e serviços apropriados sensíveis a suas necessidades e precupações” e que “ as presentes leis estaduais que restringem o aborto sejam liberalizadas ao longo das linhas do estatuto de New York, e tal aborto seja realizado por solicitação por médicos devidamente licenciados sob condições de segurança médica”.

 

A Comissão também recomendou que o aborto fosse coberto pelos planos de saúde, e que os governos federal, estaduais e municipais tivessem fundos disponíveis para sustentar os abortosd nos estados com estatutos liberalizados.

O Presidente Nixon não estava feliz com o relatório da comissão divulgado em março de 1972 e no início de sua campanha para reeleição grandemente por causa das recomendações de aborto liberalizado e o fornecimento de contraceptivos a adolescentes. [em 1972 esta era uma questão maior até mesmo que o aborto]. 

O Presidente encontrou-se apenas por alguns minutos com  Mr. Rockefeller. He superficiamente recebeu o relatório da comissão mas divulgou uma declaração o repudiando, Nenhuma palavra de apoio foi adiante para o conceito de população est6abilizada que ele havia apoiado em 1969.

Embora todos os membros da comissão tenham mostrado seu apoio ao assinar o relatório, vários membros escreveram declarações minoritárias sobre certas recomendações, especialmente sobre o aborto. A comissão debateu estes dois assuntos controversos, já que estas reomendações não eram de maior importância demográfica. Mas o presidente Rockefeller sentiu que este era somente o direito da maioria da comissão ser capaz de emitir uma opinião sobre todos os assuntos relevantes.

O tempo para o relatório foi desafortunado no que durante os três anos desde a menagem sobre população de Nixon, o público tinha vindo a concordar sobre a estabilização do crescimento da população e a meta de uma família de dois filhos já havia sido alcançada nas estatísticas. A comissão não fez recomendações sobre recursos e áreas de meio ambiente.

 

O diretor subtituto da equipe de Comissão da População, Robert Parke, sentiu que os volumes de relatório e pesquisa fizeram uma base forte para esforços futuros em enfrentar os problemas de crescimento populacional. E ele acreditava que a comissão e sua equipe tinham aprendido ao menos uma lição de valor: uma comissão estudando uma matéria controversa não deve publicar Sr relatório durante uma campanha presidencial. 

COMISSÃO NACIONAL SOBRE POLÍTICA DE MATERIAIS (1970)

O Congresso legislou uma nova comissão nacional sobre política de materiais no outono de 1970 como parte do Ato de Recuperação de Recursos.

Esta comissão não tentou um inventário de recursos materiais e atualizar a Comissão Paley; muito mais, ela concentrou sua atenção na área política e enfatizou os apectos ambientais de problemas com recursos, uma área que a comissão Paley havia ignorado. A nova comissão foi contratada para um estudo da demanda estimada de dez produtos pelo ano 2000. As maiores recomendações da comissão, quando ela foi relatada ao presidente e ao congresso em junho de 1973, eram principalmente diretivas política gerais: “Atingir um equilíbrio entre a necessidade de produzir bens e a necessidade de proteger o meio ambiente modificando o sistema de materiais para que todos os recursos, inclusive o meio ambiente, sejam pagos pelos usuários”.

 

Lutar por um equilíbrio entre o suprimento de materiais e a demanda pelo seu uso por uma aumentada produção de materiais primários e pela conservação através de acelerar a reciclagem dos desperdícios e maior eficiência no uso de materiais. Gerenciar a política dos materiais mais efetivamente ao reconhecer os complexos interrelacionamentos do sistema materiais-energia-meio ambiente de forma que as ordens legais executivas e práticas administrativas reforcem a política e não a contra-ataquem.

 

 

INSTITUTO INTERNACIONAL PARA ANÁLISE  APLICADA DE SISTEMAS [IIASA] (1972)

Um  instituto único com uma abordagem holística de problemas comuns que não podem ser resolvidos apenas por um país é o IIASA. O Instituto está situado próximo a Viena, Áustria e apóia aproximadamente cem cientistas de pesquisa. Ele é considerado não governamental porque seus membros são instituições científicas de nações participantes e não próprias entidades de governo. Ele foi fundado em outubro de 1972 pela iniciativa de academias de ciência ou instituições equivalentes em 12 nações inhdustriais, do Oriente e do Ocidente [desde então, instituições de cinco outros países tem se juntado ao instituto].

 

A Academia de Ciências da URSS e a Academia Nacional de Ciências dos EUA [fundada pela Fundação Nacional de Ciencias] contribuem com a maior parte do apoio financeiro e fontes particulares tais como fundações filantrópicas e corporativas contribuem com aproximadamente um milhão de dólares por ano. Os programas do IIASA são classificados ou como programas “globais” [programas que afetam e podem ser resolvidos apenas por ações de mais de uma nação] e “universais”  [aqueles que afetam e podem ser resolvidos por ações individuais ma que todas as nações partilhem]. Como indica o nome do instituto, sua pesquia científica e estudo se concentram em aplicar métodos modernos de análise aos problemas contemporâneos da sociedade, usando instrumentos de gerenciamento moderno, tais como teoria de sistemas, pesquisa de operações e cibernética. A ênfase é colocada em tentar etablecer uma ponte entre a lacunas existentes entre os cientistas e os tomadores de decisões

 

Os resultados dos estudos são amplamente comunicados através de publicações distribuídas por membros de instituições científicas, e um esforço é feito para informar os não especialistas dos resultados dos estudos dos problemas internacionais. Dois atuais maiores projetos globais são sobre sistemas de energia e alimentos e agricultura. O projeto de energia está se concentrando em encontrar estratégias para a transição nos próximos 15 a 50 anos de uma economia energética baseada em petróleo, gás e carvão convencional para uma economia baseada em recursos virtualmente inexauríveis – solar, nuclear e geotérmica – bem como, em alguma extensão, novas fontes de carvão.

 

As atividades de pesquisa incluem o estudo de implicações de sistema da exploração de escarsos recursos energéticos,estudos de demanda de energia,  tal como aquele projetos de demanda global de energia a respeito da regiões em desenvolvimento, crescimento da população mundial e mudanças no estilo de vida; e um estudo de estratégias relacionadas a problema do risco nuclear para os tomadores de decisão. O relatório final do projeto sobre energia é esperado em 1979.

 
Embora o IIASA seja composto por representantes científicos das nações industriais, o programa de alimentos e agricultura diz respeito também a um número de países menos desenvolvidos que têm economias agrícolas. Os objetivos do programa são avaliar a natureza e as dimensões da situação mundial de alimentos, estudar alternativas de atuação política a níveis nacional, regional e global que possam aliviar os existentes e emergentes problemas de alimentos, e determinar como atender as necessidades nutricionais da crescente população global.  

Projetos típicos incluem o desenvolvimento de um modelo de interdependência dinâmica entre os padrões de migração e assentamento humanos e a tecnologia agrícola, identificando e mensurando a conseqüências ambientais do uso da água na agricultura como constrangimentos sobre as estruturas agrícolas de alguns países menos desenvolvidos piloto – descrevendo os objetivos da políticas agrícola deles e divisando o planejamento de  modelos apropriados para estimativa das conseqüências de políticas nacionais alternativas.

 

COMISSÃO NACIONAL SOBRE SUPRIMENTOS E ESCASSEZ
COMITÊ DE ACONSELHAMENTO SOBRE PROCESSOS DE POLÍTICA DE CRESCIMENTO NACIONAL  (1975)

Uma outra iniciativa da era Nixon-Ford no campo de materiais com um maior objetivo nacional foi o Comitê Nacional sobre Suprimentos e Escassez e seu separado Comitê de Aconselhamento Sobre Processos de Política de Crescimento Nacional. Estas atividades, como a Comissão Nacional sobre Política de Materiais de 1971-73, foram concebidos pelo Congresso. A Comissão não tentou qualquer nova coleta de dados ou fez projeções de oferta-demanda  para o futuro. Ao invés, ela analisou a informação  disponível, concluindo que ”vemos pouca razão para temer que o mundo fique sem recursos naturais durante o próximo quarto de século.” O relatório da Comissão foi publicado na primeira semana de 1977.

Em seu relatório ao presidente e ao congresso, o Comitê de Aconselhamento urgiu que a nação não se torne uma sociedade planejada mas uma sociedade planejadora. O planejamento adequado e aberto para o futuro resultaria em menos interferência do governo e a necessidade de intervenção do governo seria mais considerada, mais oportuna e menos de mão pesada. A principal recomendação do relatório era pela institunacionalização do procsso de planejamento em uma agência independente do ramo executivo a ser criada pelo Congresso e chamada Comissão Nacional de Crescimento e Desenvolvimento.

 

A nova comissão teria a incumbência “de examinar matérias emergentes de desenvolvimento e crescimento a médio e longo prazo, sugerir alternativas possíveis para o Congresso, o Presidente e o público.”

 

[Ainda citando do Relatório Global 2000 ao Presidente dos UA – Entrando no Século XXI, publicado em 1980:]

 

ALGUMAS OBSERVAÇÕES

Pelos últimos 70 anos a liderança da nação tem percebido periodicamente a necessidade de uma análise de longo prazo dos problemas relacionados aos recursos naturais, população ou meio ambiente. Em sua maior parte, estes assuntos têm sido endereçados em uma base ad hoc por comissões indicadas pelo presidente e outros grupos temporários para estudar a situação, fazer relatórios e então serem debandadas. Como um resultado, os tomadores de decisão continuam a lidar primariamente com os problemas imediatos enquanto a consideração sobre como se preparar para as condições que possam existir em 10, 20 ou 30 anos no futuro é adiada pela falta de informação sistemática ou adequada sobre a opções disponíveis e sobre as escolhas alternativas de impacto social, econômico e ambiental.

As comissões orientadas para o futuro ou os grupos de estudo têm geralmente estudado os problemas dos recursos naturais separadamente dos problemas relacionados à população e ao meio ambiente. Sempre tem havido um reconhecimento insuficiente da interrelação entre estes três assuntos. Cada ano sucessivo, na medida em que os problemas se tornam mais complexos e as interrelações mais envolvidas, a necessidade de uma abordagem holística para a tomada de decisão se torna mais urgente.

A maioria das análises de problemas futuros em população,  recursos naturais e meio ambiente têm sido feitas apenas em base nacional. O Presidente Truman reconheceu a necessidade de avaliar as implicações globais dos recursos naturais quando ele construiu sua Comissão de Política de Materiais em 1951 para fazer seu estudo da política internacional de materiais no escopo, no mínimo na extensão de considerar as necessidades e os recursos da nações amigas. Mas conquanto os efeitos nocivos do crescimento da população, esgotamento de recursos e poluição disseminada atravessam fronteiras e oceanos, a abordagem internacional para o planejamento de soluções a longo prazo para estes problemas continuam a ser negligenciadas.

Quando comissões ou outros corpos têm sido criados para considerar os problemas a longo prazo da população, recursos naturais e meio ambiente, sua efetividade tem sido dificultada pela falta de determinações para acompanhamento de suas recomendações. Em vários casos os chefes de comissões sentiram tão fortemente a necessidade de instituições que fossem adiante que eles criaram organizações privadas.

Uma recomendação tem sido feita por virtualmente toda comissão presidencial sobre população, recursos naturais ou meio ambiente: o estabelecimento de um corpo permanente em algum lugar alto do ramo executivo para realizar continua pesquisa e análise futuras. Embora a idéia da localização de um tal corpo tenha variado, as propostas geralmente têm indicado que uma instituição com acesso ao presidente pode explorar metas potenciais, buscar tendências, olhar possibilidades alternativas para realizar os objetivos estabelecidos.

Uma instituição permanente teria muito mais liberdade na escolha do momento de apresentar novas idéias e assim evitar os problemas relacionados com a política e o tempo apropriado que frequentemente tem frustrado as atividades das comissões temporárias. O interesse de um presidente ou congresso ou o público provaram ser muito maiores no tempo em que um estudo é iniciado do que quando ele é completado – a Comissão de Política de Materiais foi indicada pelo Presidente Truman em janeiro de 1951, quando o envolvimento militar na Coréia tinha introduzido os temores de escassez que ainda estavam frescos nas mentes dos administradores e do público seguindo a segunda guerra mundial. Mas quando o relatório da comissão foi para o presidente em junho de 1952 o assunto da escassez  tinha perdido sua prioridade na preocupação do público. Quando o Presidente Nixon enviou uma mensagem ao Congresso pedindo a criação de uma comissão para estudar o crescimento populacional, o assunto era politicamente atraente na medida em que o público estava preocupado com a elevação das taxas de natalidade. Mas ao tempo em que o relatório foi submetido, as estatísticas mostravam que as taxas nacionais de natalidade já haviam declinado a uma taxa de estabilidade – dois filhos por família – e o assunto tinha menos importância política.

 

Um outro fator de tempo desfavorável foi que o relatório foi enviado ao presidente no início de sua campanha para reeleição em 1972, e algumas recomendações da comissão levantavam a controvérsia, fazendo com que o presidente repudiasse o trabalho da comissão.  Por outro lado, a liberação do relatório da Comissão de Revisão dos Recursos de Recreação ao Ar Livre veio a um tempo quando a popularidade da recreação ao ar livre estava “bombando” e o Congresso dava boas vindas as soluções encontradas para os problemas relacionados ao uso de terras públicas para a recreação crescente, parques nacionais e florestas nacionais.

 

Um outro problema de tempo apropriado foram as freqüentes longas demoras entre a solicitação de uma comissão e sua criação, ou entre o tempo em que a lei era aprovada e o presidente indicava os membros públicos. Algumas vezes o período permitido para o estudo era curto demais, como com a preparação de um Relatório Social. Este estudo também ocorreu dentro de um problema de tempo oportuno: tendo sido iniciado por um presidente, o estudo foi então submetidono fim de seu mandato ou ao seu sucessor.

Por todas estas razões, muitos observadores tem demandado a instituição por lei de um grupo permanente na Escritório Executivo do presidente para institucionalizar a coordenação a longo prazo de considerações holísticas e globais de população, recursos e meio ambiente e assuntos relacionados. 

MAIORES ACHADOS E CONCLUSÕES DO RELATÓRIO GLOBAL 2000


Se as atuais tendências continuarem, o mundo em 2000 será mais apinhado, mais poluído, menos estável economicamente e mais vulnerável ao rompimento do que o mundo em que ora vivemos. Sérios estresses envolvendo  população, recursos e meio ambiente estão claramente visíveis a frente. A despeito da maior saída material, os povos do mundo serão mais pobres de muitos modos do que eles são hoje.

 

Para centenas de milhões de desesperadamente pobres, a obtenção de alimentos e outras necessidades da vida não serão melhores. Para muitos será até pior. Barrando os avanços revolucionários em tecnologia, a vida para a maioria de pessoas na Terra será mais precária em 2000 do que agora – a menos que as nações do mundo atuem decisivamente para alterar as tendências atuais. Isto, em essência, é a imagem que emerge das projeções do governo dos EUA das prováveis mudanças na população mundial, recursos e meio ambiente pelo fim do século, como apresentada no Relatório Global 2000. Eles não prevêem o que acontecerá. Muito mais, eles apresentam condições que são prováveis de se desenvolverem se não houver mudanças nas políticas públicas, instituições ou taxas de avanço tecnológico e se não houver guerras ou outros  maiores rompimentos. Uma consciência mais aguda da natureza das tendências atuais, contudo, pode introduzir mudanças que alterem estas tendências e a projetada conseqüência.

O crescimento rápido da população mundial dificilmente terá se alterado pelo ano 2000. A população mundial crescerá de quatro bilhões em 1975 para 6.5 bilhões em 2000, um aumento de mais de cinqüenta por cento. 90% deste crescimento ocorrerá nos países mais pobres. A produção mundial de alimentos é projetada para crescer 90% durante os trinta anos entre 1970 e 2000. Ao mesmo tempo, os preços reais dos alimentos são esperados dobrarem. A terra arável aumentará apenas 4% por 2000, ainda que a aumentada produção de alimentos terá vindo de rendimentos mais elevados – fertilizantes, pesticidas, energia para irrigação e combustível para maquinário – dependam pesadamente de petróleo e gás.

Durante a década de 1990 a produção mundial de petróleose aproximará da estimativa geológica de capacidade máxima de produção, até mesmo rapidamente aumentado os preços do petróleo. O estudo projeta que as mais ricas nações industralizadas erão capazes de demandar bastante petróleo e outros suprimentos comerciais de energia na década de 1990. Com os esperados aumentos de preço, muitos países menos desenvolvidos terão dificuldades crescentes de obter as necessidades de energia. Porque um quarto da humanidade depende primariamente de madeira para combustível, o panorama é desolador. As necessidades de madeira-combustível excederão os suprimentos disponíveis em quase 25% na virada do século. Conquanto os recursos finitos mundiais de combustível – carvão, petróleo, gás, areias de alcatrão, urânio – sejam teoricamente suficientes por séculos, eles não estão uniformemente distribuídos; eles oferecem problemas difíceis econômicos e ambientais e eles variam grandemente em sua aptidão para exploração e uso.

 

Os recursos minerais não combustíveis geralmente parecem suficientes para atender a demandas projetadas para 2000 mas descobertas posteriores e investimentos serão necessários para manter reservas. Além disso, os custos de produção aumentarão com os preços de energia e pode  tornar não econômicos alguns recursos minerais não energéticos. O quarto da população mundial que habita os países industriais continuará a absorver três quartos da produção mineral mundial.

 

A escassez de água regional tornar-se-á mais severa. No período 1970-2000 o crescimento populacional sozinho causará que a necessidade de água dobre em quase metade do mundo. Ainda maiores aumentos serão necessários para melhorar padrões de vida. Em muitos países não desenvolvidos os suprimentos de água se tornarão crescentemente erráticos por 2000 como resultado da intensiva deflorestação. O desenvolvimento de novos suprimentos de água se tornarão mais custosos virtualmente em todos os lugares. Perdas significativas das florestas mundiais continuarão durante os próximos vinte anos na medida em que a demanda por produtos florestais e madeira-combustível aumente.

A séria deterioração de solos agrícolas que ocorre mundialmente, devido a erosão, perda de matéria orgânica, desertificação, salinização, alcalinização e  encharcamento. Já uma área de plantio e grama aproximadamente do tamanho do Maine está se tornando árida a cada ano e a disseminação de condições tipo deserto é provável acelerar.

As concentrações atmosféricas de dióxido de carbono e os químicos que provocam a depleção do ozônio são esperados aumentarem em taxas que podem altera o clima mundial e a atmosfera superior significativamente por 2050. A chuva ácida da aumentada combustão de combustíveis fósseis [especialmente carvão] ameaça danificar lagos, solos e plantações. Mateiais radioativos e outros materiais nocivos apresentam problemas de segurança e para a saúde em números crescentes de países.

Extinções de espécies de animais e plantas aumentarão dramaticamente. O futuro apresentado pelas projeções do governo dos EUA, brevemente ressaltadas acima, podem realmente destacar os problemas iminentes.

Nas taxas de crescimento atuais e projetadas, a população mundial alcançaria dez bilhões em 2030 e se aproximaria dos 30 bilhões pelo fim do século XXI. Estes níveis correspondem estreitamente às estimativas da Academia Nacional de Ciências dos EUA da capacidade máxima de suportar do inteiro planeta. De fato, os problemas de preservar a capacidade de sustentação da Terra e manter a possibilidade de uma vida decente para os seres humanos que a habitam são enormes e estão sobre nós. Ainda que haja razão para esperança. Deve ser enfatizado que as projeções do estudo Global 2000 são baseadas na presunção de políticas que contemplem a estabilização da população, a conservação de recursos e proteção do meio ambiente  que dvem permanecer essencialmente não desafiadas no fim do século.

Os EUA, possuindo a maior economia global, podem esperar que suas políticas tenham uma influência significativa nas tendências globais. Uma prioridade igualmente importante para os EUA é cooperar generosa e justamente com outras nações – paricularmente nas áreas de comércio, investimento e asistência – na busca de soluções para muitos problemas que se estendem além de suas fronteiras nacionais.

 

Com suas limitações e aproximações a grosso modo, o relatório Global 2000 pode ser visto como não mais do que um reconhecimento do futuro: não obstante suas conclusões são reforçadas por achados similares de outros estudos globais recentes que foram examinados no curso do estudo Global 2000. Todos estes estudos estão em acordo geral com a natureza dos problemas e as ameaças que eles oferecem ao bem estar futuro da humanidade. A evidência disponívl não deixa dúvida que o mundo – inclusive esta nação – enfrenta problemas enormes, urgentes e complexos nas décadas imediatamente a frente. Mundanças imediata e vigorosas na política pública ao redor do mundo são necessárias para evitar ou minimizar estes problemas antes que eles se tornem não gerenciáveis. Longos tempos de direcionamento ao necessários para uma ação efetiva.   Se a decisões forem retardadas até que os problemas se tornem piores, as opções para uma ação eficaz serão severamente reduzidas.

 

 

Parte V

A ONU TOCA O ALARME
26/12/1995
 

 

No livro deles, Curando o Planeta – Estratégias para Resolver a Crise AmbientalPaul e Anne Ehrlich escreveram:

 

“Neste século, a humanidade tem se tornado uma verdadeira força planetária ecológica, seus efeitos indo muito além da transformação do panorama para incluir a alteração da composição da atmosfera globalmente, interferindo com os ciclos nutrientes planetários, modificando o clima e exterminando outras formas de vida. Em sua perpectiva histórica, a mudança – de uma escala de impacto modesta para uma esmagadora, e de um impacto positivo para um negativo em sua capacidade de sustentabilidade – foi quase instantânea e monumental: as atividades humanas agora parecem estar baixando a capacidade de sustentação a longo prazo e incluindo riscos em uma escala inimaginável a menos de um período de vida atrás.”

 

E também, mais tarde:

 

“Controlar o crescimento populacional é crítico. Não podemos enfatizar tão fortemente que recursos significativos devam ser direcionados para programas que limitem o crescimento da população nos EUA e no mundo. Por causa das lacunas  construídas no tempo, a menos que o impulso nos números humanos seja parado logo e um encolhimento gradual da população comece, não há esperança de resolver os problemas discutidos neste volume.”

 

Do lado do impacto ambiental da discussão, os Ehrlichs escreveram:

Medido pelo uso comercial da energia,cada americano, em média, causa 70 vezes mais dano ambiental que um ugandense ou laociano, 20 vezes mais do que um hindu e dez vezes mais que um chinês; aproximadamente o o dobro dos cidadãos do Japão, Reino Unido, França, Suécia ou Austrália.

 

Os americanos usam mais de 50% de energia que os cidadãos soviéticos [que não obtante tem causado até mesmo mais protesto por usar isso com eficiência mínima e virtualmente sem eforço de evitar dano ambiental]. Em termos de uso de energia per capita somente o Canadá, Luxemburgo e uns poucos produtores de petróleo estão realmente em nossa liga. Visto ob esta luz, os EUA são o país mais superpopuloso do mundo. Eles são a quarta maior nação em população, agora tendo mais de 250 milhões de pessoas e cada americano conome mais das riquezas da Terra do que quaquer uma da ourtas “dez grandes” nações… Por causa de sua combinação de uma enorme população, grande influência e tecnologias nocivas, os EUA têm o maior impacto de qualquer nação sobre o frágil meio ambiente da Terra e seus recursos limitados.  

 

 

ECO-92 … CARTA DA TERRA  (20 de setembro de 1991)

Em setembro de 1991,como uma preliminar a Conferência da Terra da ONU realizada no Brasil em 1992,as asociações dos EUA, Canadá e Iowa na ONU patrocinaram uma Audiência Pública no Meio Oeste em  Des Moines, Iowa. Na audiência de Iowa, realizada em cooperação com o Secretariado da Conferência da ONU no Brasil, um documento mais do que surpreendente foi circulado particularmente entre alguns dos representantes. Esse documento revela o pensamento da ONU sobre população mundial. 

 

O tempo é de presionar. O Clube de Roma foi fundado em 1968, Limitação ao Crescimento foi escrito em 1979, mas tem sido feito um progresso insuficiente na redução da população.
 

  1. Dado a instabilidades globais, incluindo aquelas do antigo bloco soviético, a necessidade de controle firme de tecnologia mundial, armamento e recursos naturais agora é abolutamente obrigatório. A redução imediata da população mundial, segundo as recomendações de meados dos anos de 1970 do Fundo Draper, devem ser imediatamente colocadas em vigor. 
  2. A atual vasta superpopulação, agora muito além da capacidade de sustentabilidade mundial, não pode ser respondida por reduções futuras  na taxa de natalidade devidas a contracepção, aborto e esterilização ma devem ser encontradas no presente pela redução nos números existentes atualmente.  Isto deve ser feito por qualquer meio que seja necessário.
  3. O assunto é falsamente debatido entre uma abordagem política e uma cultural para população e recursos, quando de fato, enfrentados pela teimosa obstrução e expedientes políticos do dia-a-dia que fazem a maioria dos líderes dos países mais pobres e populosos do mundo não confiáveis, o assunto é de cooperação obrigatória. 

D.  A cooperação obrigatória não é debatível com as 186 nações, a maioria      dos líderes são irresolutos, condicionados por culturas locais e faltantes de noções apropriadas da Nova Ordem Mundial. O debate significa retardar e falificar nossos objetivos e propósitos. 

O mesmo documento direciona que a seguinte política deve ser implementada:

  1. O Conselho de Segurança da ONU, liderado pelos maiores poderes nações anglo-saxônicos, decretarão que daqui em diante o Conselho de Segurança infomará todas as nações que seu  sofrimento sobre população tem acabado, que todas as nacos tem cotas para redução em base anual, que entratá em vigor pelo Conselho de Segurança um embargo total ou seletivo de itens de crédito de comércio incluindo alimentos e remédios, ou pela força militar, quando necessária. 
  2. O Conselho de Segurança da ONU informará todas as nações que a noções desatualizadas de toda soberania nacional serão descartadas e que o Conselho de Segurança tem completa juridição legal, militar e econômica em qualquer região do mundoe que isso será colocado em vigor pelas maiores nações do Conselho de Segurança.  
  3. O Conselho de Segurança da ONU tomará posse de todos os recursos naturais, inclusive cabeceiras de água e grandes florestas, para serem usados e preservados para bem da maiores nações do Conselho de Segurança.   
  4. O Conselho de Segurança da ONU explicará que nem todas as raças e pessoas são iguais, nem devem elas ser . [soa notavelmente similar a Fazenda Animal de George Orwell].Aquelas raças que se provem superiores por obtenções superiores devem governar as raças inferiores, cuidando delas sobre o sofrimento na medida em que ela cooperarem com o Conselho de Segurança. Tomadores de decisão, inclusive sistema bancário, comércio, taxas de moedas e planos de desenvolvimento econômico serão feitos em mordomia pelas nações maiores.   
  5. Tudo acima constitue a Nova Ordem Mundial, na qual, todas as nações, regiões e raças cooperarão com as decisões das nações maiores do Conselho de Segurança. 

O propósito deste documento é demonstrar que a ação retardada pode ser fatal. Tudo pode ser perdido se a mera oposição das raças menores for tolerada e vacilações desafortunadas de nossos camaradas mais próximos seja causa para heitação. A declaração aberta do intento seguida por força deciiva é a solução final. Isto deve ser feito antes que qualquer choque atinja nossos mercados financeiro, toldando nossa credibilidade e talvez diminuindo nossa força.

 

CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

Em 22 de dezembro de 1989, a Resolução 44/228 intitulada Conferência sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da ONU foi adotada sem um voto. Esta resolução pedia que o Encontro da Terra fosse realizado no Brasil em 1992 e criava o Dia da Terra em 5 de junho de 1992. Vamos olhar os conteúdos desta resolução tremendamente importante da ONU, ainda que pouco conhecida.  [Nota: entendo que a maioria das “resoluções” sejam puramente escrita. Este não é o caso – bem, talvez um pouco. Leia e fique surpreso com o amplo impacto avassalador para todos. Devido a importância e o escopo desta resolução decidi incluir aqui a maioria do documento]

 

Recordando sua resolução 43/196 de 20 de dezembro de 1988 em uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento da ONU,

Tomando nota da decisão 15/3 de 25 de maio de 1989 do Conselho Diretor do Programa de Meio Ambiente da ONU 161/ [A/44/25] sobre uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Tomando nota também da resolução 1989/87 de 26 de julho de 1989 do Conselho Econômico e Social  sobre uma conferência sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Tomando nota da resolução 1989/101 de julho do Conselho Econômico e Social intitulada “Fortalecendo a Cooperação Internacional sobre meio ambiente: provisão de adicionais recursos financeiros para os países em desenvolvimento”,   

Recordando também a resolução da Assembléia Geral 42/186 de 11 de dezembro de 1987 sobre Perspectiva Ambiental do Ano 2000 e além sobre o relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento,   162/[A/42/427],

Tomando nota do relatório do Secretário Geral sobre a questão de realização de uma conferência da ONU sobre meio ambiente e desenvolvimento, 163/[A/44/256/1989/66],

Consciente das opiniões expressadas pelos Governos no debate em plenário realizado em sua 44ª. Sessão sobre a realização de uma conferência da ONU  sobre meio ambiente e desenvolvimento,

Recordando a Declaração da Conferência da ONU  sobre Meio Ambiente Humano, 164/,

Profundamente preocupado pela deterioração continuada do estado do meio ambiente e a séria degradação dos sistemas globais sustentadores da vidaq, bem como pelas tendências que, se isso for permitido continuar, podem romper o equilíbrio ecológico global, colocar em risco as qualidades sustentadoras de vida da Terra e levar a uma catástrofe ecológica, reconhecer que a ação global urgente é vital para proteger o equilíbrio ecológico da Terra,

Reconhecer a importância de todos os paíes para proteção e aperfeiçoamento do meio ambiente,

 

Reconhecer também que o caráter gobal dos problemas ambientais, incluindo alterações climáticas, depleção de ozônio, poluição além fronteiras do ar e da água, a contaminação dos oceanos e mares  e a degradação dos recursos da terra, incluindo seca e desertificação, exige ações em todos os níveis, inclusive global, regional e nacional e envolvendo o comprometimento e participação de todos os países,

 

Gravemente preocupado que a maiores causas da continuada deterioração do meio ambiente é o padrão de produção e consumo, particularmente nos países industrializados,

Ressaltando que a pobreza e a degradação ambiental estão estreitamente correlacionadas e que a proteção ambiental nos países em desenvolvimento deve, em seu contexto, ser vista como parte integral do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isolada dele,

Reconhecendo que medidas a serem tomadas a nível internacional para a proteção e aperfeiçoamento do meio ambiente devem considerar completamente os atuais desequilíbrios nos padrões globais de produção e consumo,

Afirmando que a reponsabillidade para conter, reduzir e eliminar o dano ambiental global deve nascer dos países que causam tais danos, deve estar em relação ao dano causado e deve estar de acordo com suas respectivas capacidades e responabilidades, [baseado na afirmação acima de Ehrlich, isso soa muito que a América pagará por isso] 

 

Reconhecendo o impacto ambiental de materiais remanescentes de guerra e a necessidade de posterior cooperação internacional para a remoção deles,

Ressaltando a importância para todos os países tomarem medidas eficazes para proteção, restauração e aperfeiçoamento do meio ambiente de acordo cfom sua respectivas capacidades, enquanto ao mesmo tempo reconhecem os esforços sendo feitos em todos os países a este respeito, incluindo a cooperação internacional entre países desenvolvidos e aqueles em desenvolvimento,

Ressaltando a necessidade de uma cooperação internacional eficaz na área da pesquisa, desenvolvimento e aplicação de boas tecnologias ambientais,

Consciente do papel crucial da ciência e tecnologia no campo da proteção ambiental e da necessidade dos países em desenvolvimento, em particular, a respeito do acesso favorável a boas tecnologias ambientais, processos, equipamentos,  pesquisa e perícia através da cooperação internacional destinada a avançar os esforços globais da proteção ambiental inclusive do uso de meios inovadores e eficazes,

Reconhecendo que recursos financeiros novos e adicionais terão que ser canalizados para os países em desenvolvimento para assegurar a plena participação deles nos esforços globais para proteção ambiental,

 

Decide realizar uma Conferência Nacional Unida sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento de duas semanas de duração e no mais alto nível possível de participação para coincidir com o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho de 1992;

 

  1. Aceita com profunda apreciação a generosa oferta do Governo do Brasil de hospedar a Conferência,
     
  2. Afirma que a Conferência deve elaborar estratégias e medidas para deter e reverter os efeitos da degradação ambiental no contexto de fortalecer os esforços nacionais e internacionais em promover um bom desenvolvimento ambientalmente sustentável em todos os países;

 

  1. Afirma que a proteção e aperfiçoamento do meio ambiente são maiores assuntos que afetam o bem estar dos povos e o desenvolvimento econômico através do mundo;
     
  2. Também afirma que a promoção do crescimento econômico nos países em desenvolvimento é essencial para se dirigir aos problemas ambientais de degradação;
     
  3. Posteriormente afirma a importância de um meio ambiente econômico internacional sustentável que resultaria no crescimento econômico sustentável e desenvolvimento em todos os países para proteção e bom gerenciamento do meio ambiente;

 

  1. Reafirma que os Estados têm, de acordo com a Carta da ONU e os princípios aplicáveis da lei internacional, o direito soberano de explorar seus próprios recursos seguindo sua políticas ambientais, e também reafirma a responsabilidade deles de assegurar que as atividades dentro de sua jurisdição  ou controle não causem danos ao meio ambiente de outros Estados or de áreas além dos limites da jurisdição nacional e a necessidade dos Estados desempenharem seu devido papel na proteção e preservação do meio ambiente regional e global de acordo com suas capacidades e responsabilidades específicas;
     
  2. Afirma a responsabilidade dos Estados pelos danos ao meio ambiente e recursos naturais causados por atividads dentro da jurisdição deles ou controle através de interferência transfronteiras, de acordo com a legislação nacional e apicavel lei internacional; 
     
  3. Nota que a maior parte de emissões de poluentes no meio ambiente, inclusive resíduos tóxicos e nocivos, são originados nos países desenvolvidos e portanto reconhece que estes países têm a responsabilidade principal em combater tal poluição;

 

  1.  Ressalta que o maior empreendimento industrial, inclusive cooporações transnacionais, são frequentemente os repositórios de escassos talentos técnicos para a preservação e aperfeiçoamento do meio ambiente, realizando atividades em setores que têm um impacto no meio ambiente, e que por extensão, têm responsabilidades específicas e que, neste contexto, é necessário que sejam encorajados os esforços e mobilizados para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente em todos os países;
     

10. Reafirma que o sério endividamento dos países em desenvolvimento, outros países com sérios problemas nos serviços de débitos, tem que ser urgente e eficientemente abordado para capacitar estes países de contribuírem completamente e de acordo com a capacidade deles e responsabilidades para o esforço global para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente;

 

11. Afirma que a luz de tudo acima, as seguintes matérias ambientais, que não estão listadas em qualquer ordem de prioridade, estão entre aquelas de maior preocupação na manutenção da qualidade do meio ambiente da Terra e especialmente na obtenção de um desenvolvimento ambientalmente bom e sustentável em todos os países:

  1. Proteção da atmosfera para combater a mudança climática, depleção da camada de ozônio e poluição do ar transfronteiras
  2. Proteção da qualidade e do suprimento de recursos de água potável 
  3. Proteção dos oceanos e todos os tipos de mares, incluindo os mares intrnos ou semi-internos e de áreas costeiras e de proteção, o uso racional e o desenvolvimento de seus recursos vivos 
  4. Proteção e gerenciamento de recursos da terra combatendo a deflorestação, a desertificação e a seca
  5. Conservação da diversidade biológica
  6. Bom gerencialmento ambiental da biotecnologia
  7. Bom gerenciamento ambiental de resíduos, particularmente resíduos nocivos, e de químicos tóxicos bem como a prevenção do tráfico internacional ilegal de produtos e resíduos perigosos e tóxicos 
  8. Melhoramento do ambiente de vida e trabalho das probres favelas urbanas e áreas rurais, através da erradicação da pobreza implementando programas de desenvolvimento urbano e rural bem como tomando outras medidas apropriadas em todos os níveis necessários para impedir a degradação do meio ambiente
  9. Proteção das condições da saúde humana e melhoramento da qualidade de vida

 

12. Enfatiza a necessidade de fortalecimento da cooperação internacional para o gerenciamento do meio ambiente assegurando ua proteção e aperfeiçoamento e a necessidade de explorar o assunto dos benefícios derivados de atividades, inclusive pesquisa e desenvolvimento, relacionados a proteção e desenvolvimento da diversidade biológica;
 

13. Reafirma a necessidade de fortalecer a cooperação internacional, particularmente entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento,  na pesquisa, desenvolvimento e  utilização de boas tecnologias ambientais; 

14. Decide que a Conferência, ao abordar assuntos ambientais no contexto do desenvolvimento, deve ter os seguintes objetivos:

 

  1. Examinar o estado do meio ambiente e alterações que tenham ocorrido  desde a Conferência da ONU de 1972 sobre Meio Ambiente Humano e desde a adoção de tais acordos internacionais tal como o Plano de Ação de Combate a Desertificação, 165/[1977-A/Conf. 74/36] a Convenção de Viena para Proteção da Camada de Ozonio, adotada em 22 de março de 1985, e o Protocolo de Montreal Sobre Substancias que Depletam a Camada de Ozonio adotado em 16 de setembro de 1987, levando em consideração as ações tomadas por todos os países e organizações intergovernamentais para proteger e avançar o meio ambiente
  2. Identificar as estratégias a serem coordenadas regional e globalmente, como apropriadas, para ação conjunta em lidar com maiores assuntos ambientais nos processos de desenvolvimento sócio-econômico de todos os países dentro de uma particular estrutura de tempo
  3. Recomendar medidas a serem tomadas a nível nacional e internacional para proteger e aperfeiçoar o meio ambiente, levando em conideração as necessidades específicas dos países em desenvolvimento através do desenvolvimento e implementação de políticas para o bom desenvolvimento ambiental e sustentável com ênfase epecial na incorporação de preocupações ambientais no processo de desenvolvimento sócio-econômico e da várias políticas setoriais e a ação preventiva na fontes de degradação ambiental, claramente identificando as fontes de tal degradação e adoção de apropriadas medidasremediais em todos os países 
  4. Promover o desenvolvimento posterior da lei ambiental internacional levando em consideração a Declaração da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente Humano, 166/ [U.N. pub. sales no. E.73.II.A.14] bem como as necessidades especiais e preocupações dos países em desenvolvimento e examinar, neste contexto, a possibilidade de elaboração de direitos e obrigações gerais dos Estados, como apropriado, no campo do meio ambiente, também levando em consideração os relevantes instrumentos legais internacionais existentes
  5. Examinar meios e modos posteriores para melhorar a cooperação no campo da proteção e avanço do meio ambiente entre países vizinhos com vistas a eliminar efeitos ambientais adversos
  6. Examinar estratégias para ação nacional e internacional com vistas de chegar a acordos específicos por Governos para atividades definidas para lidar com maiores asuntos ambientais para restaurar o equilíbrio ecológico global e evitar a deterioração posterior do ambiente, levando em consideração o fato que a maior parte da atual emissão de poluentes no ambiente, inclusive de resíduos tóxicos e nocivos se origina nos países desenvolvidos e assim reconhecendo que estes países têm a principal responsabilidade em combater tal poluição
  7. Concordar ser de alta prioridade o controle da seca e da deserfificação e considerar todos os meios necessários, inclusive os recursos financeiros, científicos e tecnológicos para deter e reverter os processos de desertificação com vistas a preservar o equilíbrio ecológico do planeta
  8. Examinar o relacionamento entre a degradação ambiental e a estrutura do meio ambiente econômico internacional, com vistas a assegurar uma abordagem mais integrada dos problemas de desenvolvimento-e-meio-ambiente em relevantes fóruns internacionais sem introduzir novas formas de condicionalidade
  9. Examinar estratégias para ação nacional e internacional com uma visão de chegar a acordos e compromissos específicos pelos Governos e pelas organizações intergovernamentais que resultariam em um bom desenvolvimento ambiental e sustentável em todos os países, com uma visão de combater a pobreza e melhorar a qualidade de vida tendo em mente que a incorporação de preocupações ambientais e considerações no planejamento e políticas do desenvolvimento não devam ser usadas para introduzir novas formas de condicionalidade na ajuda ou no desenvolvimento financeiro e não devem servir como pretexto para criar barreiras não justificadas para o comércio
    1. Identificar modos e meios de fornecer novos e adicionais recursos financeiros, particularmente aos países em desenvolvimento, para bons programas e projetos de desenvolvimento ambiental de acordo com objetivos, prioridades e planos nacionais de desenvolvimento e considerar meios de estabelecer um monitoramento eficaz da implementação da provisão de tais novos e adicionais recursos financeiros, particularmente nos países em desenvolvimento, para assim capacitar a comunidade internacional em tomar apropriada ação posterior com base em dados acurados e confiáveis 

……………………………………

 

A Seção II, a seção final da resolução continua a ressaltar a logística específica dos Comitês para os participantes e meios de coordenar a Conferência e as ações futuras. 

 

AGENDA 21 – O ENCONTRO DA TERRA


No livro, Agenda 21: O Encontro da Terra Estratégia para Salvar nosso Planeta, editado por Daniel Sitarz, encontramos:

A Agenda 21 é, primeira e mais importantemente, um documento de esperança.

 

Adotada no Encontro da Terra no Brasil [1992] por nações representando mais de 98% da população da Terra, é seu principal plano global confrontar e superar problemas econômicos e ecológicos do final do século XX. Ela fornece uma planta compreensiva para a humanidade usar para forjar seu caminho para o próximo século procedendo mais gentilmente sobre a Terra. Na medida em que seus programas de varredura sejam implementados mundialmente, isso evntualmente causará impacto em cada atividade humana sobre o planeta. Mudanças profundas e dramáticas na sociedade humana são propostas  por este monumental acordo histórico. O entendimento destas mudanças é essencial para nos guiar a todos dentro do futuro de nosso frágil planeta.  

A humanidade está em uma encruzilhada de enorme conseqüência. Nunca anteriormente a civilização tem enfrentado uma matriz de problemas tão críticos quanto esses que agora encaramos. Tão proibido e portentoso quanto isso possa soar, o que está em jogo é nada menos do que a sobrevivência global da espécie humana. Os efeitos dos impactos sobre a Terra têm se acelerado a taxas jamais vistas até mesmo a um punhado de décadas atrás. Onde uma vez a Natureza parecia para sempre a força dominante sobre a Terra, a evidência está rapidamente se acumulando que a influência humana sobre a natureza tem chegado a um ponto onde as forças naturais brevemente serão superadas.

 

Apenas muito recentemente os cidadãos da Terra têm começado a apreciar o perigo potncial e profundo do impacto humano sobre nosso planeta. O equilíbrio de nosso planeta está em risco, na medida em que está subjugado por forças tão profundas quanto mudança climática e proteção atmosférica diante de prejudiciais raios solares. Maiores mudanças no equilíbrio ecológico do mundo estão ocorrendo muito rapidamente, mais rapidamente em muitos casos do que a habilidade da humanidade em avaliar estes perigos.

A despeito dos percebidos sentimentos de superioridade sobre a natureza, a humanidade permanece total e completamente dependente do mundo natural. Precisamos da bondade da natureza para sobreviver neste planeta. Precisamos de ar puro para respirar, água potável para beber, solo fértil para fornecer nosso sustento. O impacto humano sobre estas substâncias vitais tem chegado ao ponto de causar um dano potencialmente irreversível. Cientistas do mundo todo, em cada país da Terra, estão documentando os perigos de ignorar nossa dependência do mundo natural.

Há uma forte evidência da comunidade científica mundial que a humanidade está próxima demais de atravessar certos limiares ecológicos para sustentação da vida sobre a Terra. A camada de ozônio da Terra, nossa única proteção dos raios nocivos do sol, está sendo esvaziada. A erosão maciça está causando uma rápida perda de solo fértil de nosso planeta e com isso uma queda potencialmente drástica na produção de alimentos para as pessoas do mundo. A vasta destruição das florestas mundiais está contribuindo para a disseminação de desertos mundiai, aumento da perda de biodiversidade e dificultando a habilidade da atmosfera da Terra em se auto-limpar. Os vastos oceanos do planeta estão perdendo sua vida animal em uma taxa acelerada e estão rapidamente alcançando seu limite de habilidade de absorver o resíduo humano.

 

Os animais e plantas terrestres de nosso planeta estão vivenciando uma taxa de extinção nunca vista sobre a Terra desde o tempo dos dinosauros; as extinções trazidas não apenas por eventos cataclísmicos da natureza mas pelo impacto de uma única epécie: homo-sapiens. A poluição aumentada do ar, água e terra por resíduos nocivos e tóxicos estão causando problemas de saúde mundialmente que só agora começam a ser compreendidos. Todos estes problemas estão sendo intensificados pelo crescimento explosivo do número de seres humano na última metade do século XX. Pela primeira vez na história, a humanidade deve enfrentar o risco de destruir não intencionalmente a base de vida na Terra. O consenso científico global é que se os níveis atuais de deterioração ambiental continuarem, as delicadas condições sustentadoras de vida deste planeta entrarão em colapso. Este é um potencial assustador. Evitar um tal colapso  é um desafio surpreendente para a comunidade global.

 

[Continuando a citar porções da Agenda 21:]

 

Em dezembro de 1989, a Assembléia Geral da ONU confrontou esta tarefa. A urgência do problemas de desenvolvimento e meio ambiente  despertaram as nações do mundo para clamar por um encontro sem precedentes – um encontro de todas as nações da Terra -  o Encontro da Terra. A Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento foi estabelecida para junho de 1992 no Rio de Janeiro, Brasil.

O escopo de freqüência a este encontro histórico claramente define a importância da tarefa. Ele foi, muito simplesmente, a maior reunião de Chefes de Estado da história da vida na Terra. Em 13 de junho de 1992, aproximadamente 100 líderes mundiais se reuniram em mesa redonda  no Rio de Janeiro no maior encontro face-a-face de líderes nacionais na história da diplomacia internacional.

A Agenda 21 não é um documento estático. Ela é um plano de ação. Isto significa ser um instrumento para guiar o desenvolvimento da Terra de maneira sustentável. Reconhecendo a natureza global dos problemas ambientais que desafiam a humanidade, ela é baseada na premissa que o desenvolvimento sustentável da Terra não é simplesmente uma opção: é uma exigência – uma exigência crescentemente imposta pelos limites da natureza em aborver a punição que os humanos inflingem a ela.

 

A Agenda 21 também é baseada na premissa que o desenvolvimento sustentável da Terra é inteiramente possível. A transição para uma civilização global em equilíbrio com a natureza será uma tarefa excessivamente difícil mas a Agenda 21 é o alerta global coletivo de que não há outra alternativa. Devemos alinhar a civilização humana com o equilíbrio natural de nosso planeta  e devemos fazer isso muito rapidamente se quisermos evitar um declínio irreversível na qualidade de vida da Terra.

O nítido objetivo da Agenda 21 é parar e reverter o dano ambiental ao nosso planeta e o desenvolvimento sustentável em todos os países da Terra. Essa agenda é uma planta para ação em todas as áreas relacionadas ao desenvolimento sustentável de nosso planeta no século XXI. Ela chama por mudanças específicas nas atividades de todas as pessoas. Ela inclui medidas e incentivos concretos para reduzir o impacto ambiental das nações industrializadas, revitalizar o desenvolvimento nas nações em desenvolvimento, eliminar mundialmente a pobreza e estabilizar o nível de população humana.

A execução efetiva da Agenda 21 exigirá uma profunda reorientação de toda sociedade humana, diferente de qualquer coisa que o mundo já vivenciou – uma mudança maior nas prioridades de governos e de indivíduos e um reemprego sem precedentes de recursos humanos e financeiros. Esta mudança exigirá que uma preocupação quanto as conseqüências ambientais de cada ação humana seja integrada aos tomadores de decisão individuais e coletivos a cada nível.

A implementação bem sucedida das ações de longo alcance propostas pela Agenda 21 exigirão a participação ativa das pessoas pelo mundo a nível local, regional e global. Há medidas que são dirigidas a todos os níveis da sociedade – de corpos internacionais como a ONU e o Banco Mundial a grupos locais e indivíduos.

 

Há ações específicas que pretendem sejam tomadas pelas corporações multinacionais e empreeendedores, por instituições financeiras e investidores individuais, por companhias de alta tecnologia e povos indígenas, por trabalhadores e uniões trabalhistas, por fazendeiros e consumidores, por governantes e legisladores, por estudantes e escolas, por cientistas, por mulheres, por crianças – em resumo, por cada pessoa na Terra. Os níveis e padrões globais do consumo e produção humanos devem ser compatíveis com as capacidades finitas da Terra.

Na medida em que a população humana aumenta, haverá maior pressão das pessoas pelo mundo para alcançarem um padrão de vida mais alto. Se o modelo de estilo de vida para esta população crescente está baseado nosatuais níveis excessivos de consumo e nos inficientes métodos de produção dos países industrializados, os limiriares do desastre econômico e ambiental logo serão alcançados.   

 

Padrões sustentáveis de consumo  e métodos eficientes de produção devem ser desenvolvidos em toda sociedades.

Uma das mais importantes causas raiz da intensificação do impacto humano sobre nosso planeta é o crescimento sem precededentes do número de seres humanos nos últimos cinqüenta anos.  A população mundial agora está crescendo aproximadamente cem milhões de pessoas a cada ano. Pressões populacionais estão colocando um crescente stress sobre os sistemas ecológicos do planeta. 

 

Todos países devem melhorar sua habilidade em avaliar o impacto ambiental de suas taxas de crescimento populacional e implementar políticas apropriadas para estabilizar as populações.  O crescimento em espiral da população mundial é o combustível para o crescimento da produção e consumo globais.

 

As demandas rapidamente crescentes pelos recursos naturais, emprego, educação e serviços sociais tornam qualquer   tentativa de proteger os recursos naturais e melhorar o padrão de vida muito difícil. Há uma necessidade imediata de desenvolver estratégias destinadas a controlar o crescimento da população mundial. Há uma demanda urgente de aumentar a conciência entre os tomadores de decisão do papel crítico que a população desempenha na proteção ambiental e nos assuntos de desenvolvimento.

 

[Então, sob Políticas Nacionais de População, encontramos:]

 

Os existentes planos para um desenvolvimento sustentável geralmente têm reconhecido que a população é um fator vital que influencia os padrões de consumo, produção, estilos de vida e sustentabilidade a longo prazo. Muito mais atenção, contudo, deve ser dada ao assunto da população na formulação de uma política geral e o projeto dos planos de desenvolvimento global. Todas nações do mundo tem que melhorar sua capacidade de avaliar as implicações de seus padrões populacionais. As conseqüências a longo prazo do crescimento populacional devem ser completamente assumidas por todas nações..

 

Elas devem rapidamente formular e implementar programas apropriados para lidar com o inevitável crescimento do número de população. Ao mesmo tempo, devem ser incorporadas medidas que tragam a estabilização da população humana. As conseqüências completas do crescimento populacional devem ser compreendidas e levadas em consideração em todos níveis de tomada de decisão. 

 

[Agenda 21 termina com:]

 

Nos próximos poucos anos, os princípios básicos da Agenda 21 começarão a influenciar a tomada de decisão em todos níveis da sociedade.

 

Um profundo entendimento do racional por trás do impulso para um desenvolvimento global sustentável habilitará cada pessoa a contribuir para o sucesso dos programas da Agenda 21. Para que os programas de longo alcance da  Agenda 21 sejam bem sucedidos, uma preocupação com o meio ambiente deve estar integrada a cada ação humana e a cada decisão pessoal.

  • O que fabricamos
  • O que compramos
  • O que usamos
  • Como viajamos
  • O que comemos
  • Quem escolhemo como líderes,

…estas e uma miríade de outras questões diárias devem começar a serem respondidas com o reconhecimento que cada ação humana tem um impacto sobre o meio ambiente e todas as outras pessoas.

 

A humanidade tem chegado ao ponto onde deve começar a tarefa difícil e exigente de tomar responsabilidade por toda e cada uma de suas ações. O números de seres humanos agora estão fazendo com que nossas ações coletivas tenham um efeito sem precedentes sobre o planeta. Na medida em que a humanidade se aproxima do fim do século, ela é colocada em uma encruzilhada de magnitude impar. A própria existência da vida humana podem muito bem depender de que direção seja tomada nos próximos poucos anos. Sem questão, o caráter e a qualidade da vida humana neste planeta está em jogo. 

 

O potencial para catástrofe é enorme. Contudo, as possibilidades de sucesso são encorajadoras. A Agenda 21 é por si só um monumento à habilidade da humanidade em se juntar ao esforço global para resolver os maiores problemas da civilização. Cada um de nós, agora, temos a oportunidade e a responsabilidade de ajudar a formatar o futuro da vida em nosso frágil planeta. As consequências de nossas decisões coletivas serão nossa herança.

 

VACINAS

Em seu livro, Vacinas: Elas Realmente são Eficazes?Neil Miller (Centro Nacional de Informação sobre Vacina) escreve:

 

Uma breve revisão dos dados apresentados neste livro indicam que:

 

  1. Muitas das vacinas não são a verdadeira causa do declínio na incidência de doença. Medidas aumentadas nutricionais e sanitárias provavelmente merecem crédito. Algumas doenças também mpodem ter seus próprios ciclos evolutivos; a natureza virulenta da doença virgem é transformada em uma doença “domada” na medida em que membros da população são expostos a ela e ganham uma imunidade “hereditária”.
  2. Nenhuma vacina pode conferir imunidade genuína. Frequentemente o oposto é verdadeiro; a vacina aumenta a chance de contrair a doença. (As “taxas de eficácia de vacina” publicadas são enganosas. Elas frequentemente são avaliadas por medicação de níveis de anticorpos no sangue – não pela comparação de taxas de infecção entre pessoas vacinadas e não vacinadas.)
  3. Todas as vacinas podem produzir efeitos colaterais. Os níveis de reação variam de “inchaço” no local da injeção a dano cerebral e morte.
  4. Os efeitos a longo prazo das vacinas são desconhecidos. Particularmente pertubardoras são as implicações que vacinas podem ser devastadoras para o sistema imunológico de jovens crianças. Foram apresentados estudos mostrando defeituosa proteção a saúde depois das injeções. A diminuição das defesas físicas pode ser responsável por um novo tipo de doenças autoimunes. Outros estudos mostraram danos ao cérebro e sistema nervoso depois das injeções – encefalite pós vacinal. Isto, por sua vez,  faz com que um grande número de crianças cresçam com inabilidades físicas, mentais e emocionais de graus variáveis. Todas estas condições afetam o indivíduo, a família e a sociedade.
  5. Várias vacinas podem ser especialmente perigosas. Não obstante, o complexo médico-indutrial continua a manter sua prática enganosa de desconsiderar as reações às vacinas. De fato, médicos recentemente sugeriram que eles estavam justificados ao administrarem vacinas novas e não comprovadas ao declararem não ser ético retira-las! Enquanto isso, programas criativos sobre os méritos das vacinas permanecem um negócio lucrativo. Por exemplo, a Associação Americana de Medicina admite que as “vacinas adultas precisam de um chamariz”. Os médicos do Controle de Doenças sugerem um slogan cativante, como “Vacinas não são apenas coisas de crianças”. Nossos fazedores de política tem feito lobby por leis contra a liberdade de escolha. Seus padrões de coação e ngativa são notórios entre os iluminados membros da população [pais que questionam as vacinas] embora tristemente seus despertares tenham lhe custado muito caro – frequentemente a vida ou saúde de suas próprias crianças.  

 

 

ASSASSINATO POR INJEÇÃO

Em seu livro Assassinato por Injeção – A História da Conspiração Médica contra a AméricaEustace Mullins escreve:

 

Um dos poucos médicos que tem ousado se posicionar contra o Medicina Moderna Monopólio Médico, o Dr. Robert S. Mendelsohn, dramatizou seu posicionamento contra a Medicina Moderna ao defini-la como “uma igreja que tem Quatro Águas Sagradas”.

 

A primeira delas ele listou como Vacinação. Dr Mendelsohn chamou a vacinação de ”segurança questionável”.  Contudo, outros médicos têm sido mais explícitos. É notável que os interesses de Rockefeller tem lutado artavés do século XIX para tornar compulsórias estas Quatro Águas Sagradas nos EUA, ignorando todos os protestos e avisos de seus perigos. Destes quatro itens, que bem podem ser chamados os “Quatro Cavaleiros do Apocalipse” porque eles são bem conhecidos por trazerem a morte e a destruição em seu despertar, o mais pernicioso nos seus efeitos a longo prazo bem pode ser a prática da imunização. Esta prática vai diretamente contra a descorberta de especialistas modernos da medicina holística que o corpo tem uma defesa imunológica natural contra a doença. 

 

A Igreja da Medicina Moderna afirma que nós apenas podemos ser absolvidos do perigo da infecção pela Sagrada Água da vacinação, injetando no sistema um corpo estranho de infecção, que então realizará o Milagre Médico e conferirá imunidade perpétua, daí o termo “imunização”.

 

A maior heresia que qualquer médico pode cometer e expressar publicamente qualquer dúvida a qualquer uma das quatro “águas sagradas”, mas a mais profundamente entrincheirada na moderna prática médica é indubitavelmente os numerosos programas de vacinação.  Elas também são as mais consistentemente lucrativas operações do Monopólio Médico.

 

Ainda que um outro médico, o Dr. Henry R. Bybee, de Norfolk, Virginia, tenha declarado publicamente,

“Minha honesta opinião é que a vacina é a causa de mais doença e sofrimento do que qualquer coisa que eu possa citar. Acredito que doenças tais como o câncer, sífilis e muitas outras condições de doença sejam resultados diretos da vacinação. Ainda que no Estado da Virginia, e em muitos outros Estados, os país sejam compelidos a submeterem seus filhos a este procedimento  enquanto a profisão médica não apenas recebe seu pagamento por este serviço, mas também faça esplêndidos e projetivos pacientes para o futuro.’

 

De Londres vem uma observação alarmante de um médico de excelente reputação e longa experiência.

 

Dr. Herbert Snow, cirurgião sênior do Hospital do Câncer em Londres, expressou sua preocupação,

 

“nos anos recentes muitos homens e mulheres na flor da vida têm subitamente caídos mortos, frequentemente depois de comparecer a uma festa ou um banquete. Estou convencido que 80% destas mortes sejam causadas pela inoculação ou vacinação a que eles foram submetidos.   Elas são bem conhecidas causarem doença grave e permanente do coração. O legista sempre descreve isso como “causas naturais”.

 

Você não pode encontrar qualquer um de tais avisos nos livros didáticos de medicina ou livros populares sobre saúde. De fato, este escritor foi capaz de localizar isso em um pequeno volume enterrado nas prateleiras da Biblioteca do Congresso. Ainda que uma observação ominosa da instituição médica e do médico  deva ser o mais amplamente circulada quanto possível, nem que seja apenas para ser atacada por aqueles que refutem a premissa. Ao menos isso não pode ser atacado pela Instituição como charlatanismo porque o Dr. Snow não está tentando vender algum substituto para a vacina mas meramente advertindo de seus perigos.

Um outro médico, o Dr. W.B. Clarke de Indiana, acha que

 

“O câncer era praticamente desconhecido até que a vacinação compulsória por varíola bovina começou a ser introduzida. Tenho tido que lidar com nomínimo 200 casos de câncer e nunca vi um caso de câncer em pessoa não vacinada”.

 

No mínimo, temos uma inovação para o que a Sociedade Americana do Câncer está buscando, a grandes custos, e por tantos anos. O Dr. Clarke nunca tem visto um caso de câncer em uma pessoa não vacinada. Isto não uma pista que deva ser explorada?

Na terra onde soa a liberdade, ou é suposta soar, é até mesmo mais surpreendente descobrir que cada cidadão é compelido a e submeter ao ritual da vacinação obrigatória. Aqui novamente, estamos falando de uma civilização que agora está sendo visitada por duas pragas: a praga do câncer e a praga da AIDS, ainda que a vacinação compulsória não ofereça proteção contra as pragas que nos ameaçam. É um adeus a coqueluche, a difteria e um alô a AIDS. 

 

O Monopólio Médico está buscando desesperadamente por algum tipo de “imunização” contra estas pragas e sem dúvida eventualmente surgirá algum tipo de vacina que será mais pavorosa que a doença. Desde seu aparecimento nossos mais imortantes especialistas médicos tem orgulhosamente nos informado que a AIDS é incurável, que é dificilmente a abordagem que esperamos daqueles que demandam que aceitemos a infalibilidade deles em todas as coisas a ver com medicina.

Um outro médico muito conhecido, o Dr. J.M. Peebles de San Francisco, tem escrito um livro sobre vacinas onde ele diz,

 

“A prática de vacinação, empurrada para frente em todas ocasiões pela profissão médica através da conivência política que a torna obrigatória pelo Estado, não apenas tem se tornado a principal ameaça e o maior perigo à saúde para a geração que está crescendo, mas igualmente o maior ultraje às liberdades pessoais do cidadão americano; a vacinação obrigatória, o envenenamento das correntes carmezim do sistema humano com linfa bruta extraída sobre a estranha paixão que isso poderia evitar a varíola, foi um dos mais escuros borrões que desfiguraram o século último”

 

Dr. Peebles se refere ao fato de que a vacina da varíola foi uma da mais peculiares “invenções ou descobertas da Era do  Iluminismo”. Contido, como tenho resaltado em A Praga de Canaan , a Idade do Iluminismo foi meramente o mais recente programa do Culto de Baal  e seus rituais de sacrifício infantil, que, sob um disfarce ou outro, tem agora estado conosco por alguns cinco mil anos. Por causa de seu objetivo, o Monopólio Médico também é conhecido como “A Sociedade para Crianças Incapacitadas”.

Talvez o comentário mais revelador do criticismo do Dr. Peebles seja sua referência a “linfa extraída bruta”. Aqui pode haver alguma conexão entre a injeção desta substância e a disseminação de um forma até então desconhecida de câncer, o cãncer de gânglios linfáticos? Este tipo de câncer não é apenas uma da versões mais usualmente encontradas desta doença; ele é também um dos mais difíceis de tratar porque ele se espalha rapidamente por todo o inteiro sistema. Um diagnóstico de câncer de gânglios linfáticos agora significa uma virtual sentença de morte.

Em um artigo de Science, de 4 de março de 1977, Jonas e Darrell Salk avisaram que,

“Vacinas de vírus vivos contra influenza ou poliomielite podem em cada instância produzir a doença que pretendem evitar…  o vírus vivo contra sarampo e caxumba pode produzir efeitos colaterais como encefalite [dano cerebral] Se as vacinas apresentam um tal risco claro e presente às crianças que são forçadas a se submeterem a elas, devemos examinar as forças que exigem que elas se submetam.

 

Nos EUA, vacinas são ativa e incessantemente promovidas como solução para todas doenças infecciosas por tais governos e agências como Centro de Controle das Doenças na Georgia, por HEW, USPHS, FDA, AMA e OMS.

 

Historiadores médicos tem finalmente chegado a relutante conclusão que a grande epidemia de gripe de 1918 foi somente atribuível ao uso disseminado de vacinas. Foi na primeira guerra que a vacinação foi obrigatória para todos os homens a serviço [militares]. O  Boston Herald relatou que 47 soldados tinham sido mortos pela vacinação em um mês. Como resultado, os hospitais militares estavam cheios, não por feridos em combate,  mas baixas pela vacina. A epidemia foi chamada “gripe espanhola”, uma apelação deliberadamente enganosa, que pretendia na verdade ocultar sua origem.  Esta epidemia de gripe exigiu vinte milhões de vítimas; aqueles que sobreviveram elas aqueles que haviam recusado a vacina. Em anos recentes, epidemias anuais recorrentes de gripe foram renomeadas “gripe russa”. Por alguma razão, os russos nunca protestaram, talvez por que Rockfeller faça viagens regulares a Moscou para estabelcer a linha do Partido.

Os perigos da vacinação já são conhecidos.

 

A revista Plain Talk nota que,

 

“durante a guerra franco-prussiana cada soldado alemão foi vacinado. O resultado foi que 53.288 homens sadios desenvolveram varíola. A taxa de mortalidade foi alta”

 

No que agora é conhecido como “o grande massacre da gripe suína”, o presidente Gerald Ford, foi alistado para persuadir o público a comparecer a campanha nacional de vacinação. A força motriz por trás do esquema era um lucro de 135 milhões de dólares para os maiores fabricantes farmacêuticos. Eles tinham uma vacina para “gripe suína” que os suspeitosos criadores de porcos tinham se recusado a receber, temerosos que isso pudesse dizimar  seu negócio. Os fabricantes tinham tentado vender isso ao criadores por 80 milhões de dólares mas como eles não aceitaram comprar ele se voltarem para outro mrcado: o humano. O ímpeto para a vacina nacional da gripe suína veio diretamente do Centro de Controle de Doenças [CDC], na Georgia. Talvez coincidentemente, Jimmy Carter, um membro da Comissão Trilateral estava então planejando sua campanha presidencial na Georgia.

 

O incumbente presidente,  Gerald Ford, tinha todas as vantagens de uma burocracia maciça para ajuda-lo em sua campanha de eleição, enquanto o ineficaz e pouco conhecido  Jimmy Carter não oferecia séria ameaça a eleição. Repentinamente, fora de Atlanta, veio o plano do CDC para uma campanha nacional de imunização contra “gripe suína”.  O fatoé que não existia um único caso conhecido de “gripe suína” nos EUA, mas isso não deteve o Monopolio Medico. A ressaltar ainda, os criadores de suínos ainda estavam chocados pelas demonstrações da vacina  em uns poucos porcos que bhaviam entrado em colapso e morrido.

 

Pode-se imaginar as conferências ansiosas nas sedes das grandes indústrias farmacêuticas, até que um jovem brilhante ressaltou:

 

“Bem, se os criadores de suínos não irão injetar a vacina nos animais deles, nosso único outro mercado é injetar a vacina nas pessoas”.

 

A campanha da gripe suína patrocinada por Ford quase teve uma morte prematura quando um servidor público consciente, o Dr. Anthony Morris, anteriormente do HEW e agora ativgo como diretor do Escritório de Virus do FDA declarou que não podia exdistir uma autêntica vacina para gripe suína porque eles nunca tiveram qualquer caso de gripe uína na qual pudessem testa-la.  Dr. Morris então foi a público com sua  declaração que “em ponto algum existe vacina eficaz contra gripe suína”.  Ele foi prontamente despedido mas o dano já havia sido feito. O controle de danos coube ao grande humanitárioWalter Cronkite, e ao presidente dos EUA que combinaram suas forças para virem aom resgate do Monopólio Médico. Walter Cronkite recebeu em seu programa o presidente Ford para clamar ao povo americano a se submeter á inoculação da vacina contra gripe suína.

 

A CBS então ou mais tarde nunca pode encontrar qualquer razão para levar ao ar qualquer análise ou crítica científica da vacina da gripe suína, que foi identificada conter muitos venenos tóxicos, incluindo partículas de proteínas estranhas vitais, formaldeído, timerosal [um derivado do venenoso mercúrio], polisorbato e mais umas oitenta substâncias.

Enquanto isso, de volta ao laboratório de vírus, depois que o Dr. Anthony Morris tinha sido sumariamente despedido,uma equipe especial de trabalhadores tinha se apressado em esvaziar quatro salas nas quais ele havia realizado os testes. O laboratório estava cheio de animais cujos registros verificavam suas afirmações e representavam três anos de pesquisas constantes. Todos os animais foram imediatamente destruídos e os registros queimados. Eles não foram até salgar toda área porque acreditaram que seu trabalho havia sido feito.

Em 15 de abril de 1976 o Congresso aprovou  a Lei Pública 94-266, que forneceu 135 mihões de dólares dos contribuintes para pagar uma campanha nacional de vacinação da gripe suína. HEW era para distribuir a vacina para os Estados e agências locais em base nacional para inoculação e sem custo. As agências de seguro então foram a público com seus avisos que não segurariam as firma farmacêuticas contra possíveis estudos dos resultados da inoculação da vacina para gripe suína porque nenhum estudo tinha sido realizado que pudesse prever seus efeitos.

 

Foi para enganar a companhias de seguro que a CBS teve Gerald Ford fazendo seu apelo apaixonado a 215 milhões de americanos para se salvarem enquanto ainda era tempo, e correrem para o amigável departamento local de saúde e receber de graça a vacina. Esta pode ter sido a hora máxima da CBS em sua distinta carreira de “serviço público”.

Mal havia a campanha de vacinação da gripe suína ter acabado, os relatos de consequências começaram a aparecer. Dentro de poucos meses, queixas totalizando ações de 1.3 bilhões de dólares tinham sido apresentadas pelas vítimas que sofreram paralisia em consequência da vacina. As autoridades médicas se provaram iguais ao desafio, elas pularam em defesa do Monopólio Médico dando a nova epidemia o nome de “Síndrome de Guillain-Barre”.  

 

Desde então tem havido crescentes especulações que a epidemia da AIDS que começou pouco depois da garantias públicas de Ford fosse meramente uma variação viral da vacina da gripe suína. E quanto ao grande perpetrador do Grande Massacre da Gripe Suina, o Presidene Gerald Ford?

 

Como a pessoa lógica a quem acusar pela catástrofe, Ford tinha que suportar uma torrente de criticismo público  que muito naturalmente resultou em sua derrota na eleição [ele anteriormente havia sido indicado quando agentes da operação internacional de drogas expulsaram Nixon do mandato]. O desconhecido  Jimmy Carter, familiar apenas para os membros supersecretos seu companheiros na Comissão Trilateral, ganhou a eleição devido a raiva contra Gerald Ford. Carter se provou ser um desastre nacional quase tão sério quanto a epidemia de gripe suína, enquanto Ford aposentou-se da vida pública. Ele não apenas perdeu a eleição; também foi condenado a passar o resto de sua vida  em Palm Springs Golf.

No Seminário dos Escritores de Ciências anual ACS, o Dr. Robert W. Simpson, da Universidade Rutgers, advertiu que,

 

“programas de imunização contra gripe, sarampo, caxumba e pólio podem realmente estarem semeando humanos com RNA para formar pro-virus que então se tornarão células latentes pelo corpo.. então eles se tornarão ativados como uma variedade de doenças incluindo lupus, câncer, reumatimo e artrite”.

 

Esta foi uma notável verificação do aviso anterior do Dr. Herbert Snow de Londres mais de cinqüenta anos antes. 

 

Ele havia observado efeitos a longo prazo da vacina, abrigando-se no coração e outras partes do corpo, que eventualmente resultariam em dano fatal ao coração. As vacinas se tornam uma bomba relógio no sistema, como um pus do que agora é conhecido como “virus lento”, que pode demorar trinta anos para se tornar virulento. Quando chega o tempo, a vítima é derrubada por uma investida fatal, frequentemente sem aviso anterior, seja por ataque  cardíaco ou outra doença.

Herbert M. Shelton escreveu em  1938 em seu livro, Exploração do Sofrimento Humano tque,

“Vaccine é pus – séptico ou inerte – se inerte não pegará – se séptico, produz infecção “

Isto explica porque algumas crianças têm que voltar e receber uma segunda inoculação porque a primeira “não pegou” – ela não foi suficientemente venenosa e não infectou o corpo. Shelton diz que a inoculação causa doença do sono, paralisia infantil, hemofagia ou tétano.

O Cirugião Geral dos EUA, Leonard Scheele, em 1955 na convenção anual da AMA ressaltou,

 

“Nenhum lote de vacina pode se provar segura antes de ser administrada a crianças”.

 

James R. Shannon do Instituto Nacional de Saúde declarou que,

 

“A única vacina segura ´re a que nunca é usada”.

 

Com o advento da vacina Salk contra pólio na década de 1950 foi assegurado aos pais americanos que o problema havia sido resolvido e que seus filhos agora estavam seguros.

 

Os seguintes processos contra os fabricantes farmacêuticos receberam pouca publicidade. David versus Wyeth Labs, um processo envolvendo a vacina pólio 3 Sabin foi julgado a favor do queixoso  David. Um processo contra o Lederle Lab envolvendo a Vacina Orimune foi julgado e deu ao queixoso dez mil dólares. Em dóis casos envolvendo a vacina  Quadrigen do Parke-Davis’ o produto foi descoberto ser defeituoso. Em 1962, Parke-Davis parou toda produção de  Quadrigen.

 

O médico solitário,  Dr. William Koch, declarou que,

 

“A injeção de qualquer soro, vacina ou até mesmo penicilina tem mostrado um aumento muito marcante na incidência de pólio, no mínimo 400%”

 

O CDC ficou fora da vista por algum tempo depois do Grande Massacre da Gripe Suína e apenas emergiu mais estridentemente do que nunca quando um novo programa de susto sobre os perigos de uma outra praga, que fi chamada Doença dos Legionários, surgiu no Hotel Bellevue Stratford em Filadélfia.

 

 

VIRUS SUÍNO

****ALERTA****

Na manchete de 18 de dezembro de 1995 do San Francisco Examiner  lemos a seguinte história da Associated Press [AP]:

 

Virus Suíno Oferecem Ameaça de uma Epidemia Global de Gripe

 

Erros de porcos e de humanos ao unir DNA podem disseminar nova cepa.

 

WASHINGTON

 

Isto pode começar em um porco em uma remota fazenda na Ásia. Um vírus de gripe humana e um vírus suíno de algum modo se alojam próximos um do outro na garganta de um criador de porcos. Os dois vírus trocam DNA formando uma única combinação genética. Repentinamente nasceu um novo tipo de gripe.

Com um simples fungar pelo porco, a nova gripe está no ar e é introduzida no mundo. Inalado pelo fazendeiro, ele rapidamente se reproduz aos milhões e é transportado para a cidade, transmitido a outros humanos e então corre pela cidade nas passagens brônquicas de um viajante. Dentro de dias, milhares de humanos estão tremendo, tossindo e com febre do novo virus. O erro continua a de disseminar para estações de trem, aeroportos e navios. Dentro de poucas semanas um vírus criado por acaso naquele remoto porco está derrubando pessoa  nos seis continentes.

Muitos especialistas dizem, Isto é como a nova pandemia – a epidemia mundial – ou gripe assassina pode acontecer. De tempos em tempos, a centenas de anos, nova formas de erro na gripe tem irrompido e matado milhões. Agora, dizem os especialistas, o mundo pode ser atrasado pelo que está para acontecer novamente.

Na era dos antibióticos e das vacinas a maioria das pessoas vêem a gripe com perigosa apensa para os velhos, os muito jovens e aqueles já doentes. Mas para os especialistas isso apresenta uma constante ameaça a todos.

 

“A gripe na última década tem assumido algo de um ststus secundário”, disse o Dr. John LaMentague  Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infeciosas.

 

“Mas nós que temos que lidar com a infcção reconhecemos seu poder”. O virus da gripe, ele disse, “está constantemente mudando, é dinâmico e muito cheio de recursos’.    

 

MAIS SOBRE  VIRUS

No livro da Dra. Eva Snead Alguns Chamam de AIDS – Eu Chamo de Assassinato, lemos [citando porções de vários capítulos:]

 

Vacinas, Amigas ou Inimigas?

Sob  o título “Vacinas Más?” um jornal tão conservador quanto o Newsweek expõe o assunto da  contaminação das vacinas com micróbios retrovirais. “Pode qualquer estoque mundial de vacina estar contaminada por retrovírus animais similares ao da AIDS?” ele pergunta. Fala sobre a solicitação de 

Jeremy Rifkin que a OMS teste suas vacinas contra varíola para tais contaminantes.

No caso da peocupação de Rifkin sobre a vacinação antivariólica, a principal preocupação era encontrar possíveis “BIV” estreitamente relacionados ao vírus humano da AIDS – e pessoas sob alto risco de exposição, comoos embaladores de carne, para anticorpos BIV. Substância sanguínea tipo A e “algumas outras proteínas” são materiais inesperadamente presentes em culturas usadas na fabricação de vacinas. Os humanos tem diversos grupos sanguíneos, os mais bem conhecidos são A B e O. Os grupos sanguíneos determinam compatibilidade ou falta dela nas transfusões de sangue. Sangue e tecidos animais contêm uma substância que é muito similar a substãncia do tipo sanguíneo A. Substâncias com uma estrutura protéica promovem a produção de anticorpo, quando injetadas.

 

Alguns aspectos desse assunto foram discutidos no encontro do NCI em 1967 pelo  Dr. J.P. Fox, que estava intrigado sobre certos mixovirus as quais tinham aparecido antígenos a eles. Ele questionou se eles provocavam respostas anticorpos nos receptores. “As vacinas cruas de gripe que temos estado usando no passado contêm uma substância sanguínea tipo A… esta substância também é encontrada em embriões de galinha. Então, ou o vírus da gripe tem nele substância grupo A ou a vacina transporta algum embrião de galinha com ela. E ressaltei que há muita proteína de embrião de galinha na vacina acabada da gripe e a substância  provavelmente vem dos tecidos do embrião de galinha; isso pode er eliminado como um problema significativo SE o vírus da gripe seja desenvolvido em um substrato mais limpo ou seja purificado. Cetamente os mixovirus transportam alguma da proteína hospedeira.”

 

Novamente, a falta de controle do procedimento e a acurácia científica ao empalecedoras. Penso que um açougueiro coloca mais ênfase em apropriadamente cirtar um lado do bife do que um laboratório de cultura de cfélulas em supervisionar a acurácia de tal empreendimento perigoso. 

Adenovirus e SV-40, Uma Combinação Perigosa

Um expediente favorito usado pelos virologistas e outros “cientistas” que deejam esconder seus ”esqueletos no armário”, é que a infecção inter-espécies com vírus é difícil. Eles geralmente se referem a um único teste de vírus, não ao uso de sistemas virais. Por exemplo, embora o adenovirus humano infecte rins de macaco muito mais que pobremente, se o SV-40 é adicionado a infecção humana pelo adenovirus se torna mais forte e lótica [destrutiva] de células. Segundo Fox and Baum,

 

“A habilidade do material genético do SV-40 genetic em aumentar o rendimento do adenovirus em 100 ou 1.000 vezes tem sido chamada de realce”. Por outro lado, estoques de  E46 e SP2 de uma certa cepa de adenovirus [tipo 7] pode induzir a informação do antígeno de tumor [antígeno T] do papavirus SV40 nas células de rim de macaco africano verde  (GMK).

 

O que realmente acontece é que um novo vírus pode se formar quando um adenovirus adquire novo material genético do vírus 8V-40. Estas combinações virais eram chamadas de híbridos em 1965, embora hoje sejam referidas como recombinantes. Desde que temos estabelecido esta equivalência, devemos nos tornar cientes, neste momento, que a engenharia genética estava viva e bem muito antes que tenhamos usado este termo e na total ausência de qualquer preocupações ou restrições para contenção.

 

O impacto que isso pode ter tido no ambiente está se manifestando nas pragas dos anos oitenta e noventa.

 

Já que o SV-40 dá tal efeito de realce ao adenovirus, e os híbridos [combinações a quem hoje chamamos de recombinantes] do SV-40 e do adenovirus são enconrtados nas células dos rins de macacos usados no processo de fabricação da vacina, muitos virologistas tem pesquisado outras combinações de SF-40 e outros viru. Eles enconrtaram várias, incluindo o vírus do sarampo + SV-40, virus espumoso + SV-40 e reovirus + SV-40.

 

SV-40 é um grande misturador! 

 

[E por último, mas certamente não menos, da Dra. Snead:]

 

A Conexão do Virus da Febre Suína  Africana (ASFV)

Alguns pacientes de  “AIDS”  abrigam vírus da febre suína similar aquele encontrado em certos centros especializados de pesquisa.

Um cientista que trabalhou em Uganda em 1985, relatou ao Senador Ted Kennedy sobre uma guerra civil naquele país, que foi acompanhada de uma epidemia de vírus da febre suína africana. Ao mesmo tempo, os casos de AIDS estavam sendo relatados em números alarmantes. O pesquisador percebeu que os suínos estavam correndo livremente nos pátios da pessoas. Esta informação foi publicada no New York Native de 30 de setembro de 1985.

Estes fatos não foram particularmente apreciados pelo estabelecimento médico e aqueles que ousaram buscar esta linha de pensamento foram repreendidos mais do que um modo.

Dr. C.L.V. Martins, que pesquisou os fenômenos ocorrendo em suínos, estudou o comportamento de um elemento celular que protege o corpo: os macrófagos.

.

“Perda da função dos macrófagos durante a infecção pode ser importante  na determinação da resistência ou sucetibilidade de um hospedeiro”.

 

Em todos os estudos realizados por este autor, os macrófagos não apenas tinham a função reduzida mas eles também mantinham o virus em um estado latente. Estes estudos foram realizados em suínos, não em humanos. Já que alguém deve ser exposto aos tecidos e fluidos vivos de porco para adquirir estes vírus, a maioria das pessoas assumiram que ela não podiam er infectadas por estes organismos no curso diário de suas vidas

 

 

Mas a verdade está em outra parte. Com a usual hipocrisia tão característica das burocracias, os humanos são, por um lado, frequentemente avisados dos perigos inerentes do cozimento impróprio da carne de porco e por outro lado, recebem “suco suíno” desde seu nascimento por comando direto das autoridades de saúde. Impossível?

 

Todas as vacinas são tratadas com tripsina, extratos crus de estômagos de suínos. A insulina e outros biológicos de origem Porcina são outras fontes. Aqueles que ousaram sugerir que a AIDS pudesse ter alguma conexão com a gripe suína foram violentamente repreendidos pelos poderes do “monopólio da saúde e da doença”.

 

A reação violenta do estabelecimento  contra aqueles que primeiro encontraram vírus porcinos em pacientes de AIDS e então informaram ao público é altamente suspeita e pode sugerir que algum acobertamento esteja acontecendo. 

 

 

PESTE NEGRA NECESSÁRIA

Em um recorte de jornal com o título acima, de fonte desconhecida, onde se lê “trecho do Dr. Aurelio Peccei da revista News Watch do Clube de Roma de 2 de janeiro de 1995,” lemos o seguinte,

 

Sir Julian Huxley disse,

 

“A superpopulação, em minha opinião, é a mais séria ameaça ao inteiro futuro de nossa espécie”.

 

O projeto, chamado MK-NAOMI, foi realizado em Fort Detrick, Maryland. AIDS foi feito para reduzir a população.

As populações especificamente alvejadas eram a negra, a hispânica e a homossexual.

A doença incurável da AIDS tem se disseminado com a ajuda voluntária de agências internacionais cujas políticas pedem uma redução drástica da população, usando qualquer meio necessário. Já, especialistas médicos dizem que 30 milhões de pessoas na África tem sido infectadas com o vírus da AIDS.

A OMS foi criada em 1948 com a ajuda do Dr. John Rawlings Rees, o especialista em guerra psicológica cujo notório Instituto Tavistock e Clínica em Londres usaram técnicas de lavagem cerebral como meios de realizar políticas raciais de genocídio. Desde sua criação, a afiliação e políticas da OMS tem se entrelaçado com aquelas da UNESCO, criada em 1946 pelo racista britânico Julian Huxley, como um veículo para dizimar as populações do Terceiro Mundo com uma nova Idade das Trevas de fome e pestilência.

Cada uma das organizações nomeadas foi criada como um projeto das redes “liberais” britânicas de Bertrand Russell e companhia cujas explícitas políticas declaradas de controle de população incluíam um chamado publicado de Russell pela “criação de uma Morte Negra a cada cinqüenta anos” para travar a população negra e amarela.

A razão de ser do Clube de Roma é dizimar metade da raça humana neste século.

 

Várias recomendações super secretas foram feitas pelo Dr. Aurelio Peccei do Clube de Roma. Ele advogou que fosse introduzida uma praga que tivesse o mesmo efeito da famosa Morte Negra da história.

 

A principal recomendação era desenvolver um micróbio que atacasse o sistema imunológico e assim tornar impossível o desenvolvimento de uma vacina.

 

PRAGAS PASSADAS


No livro de  Michael Tobias A Terceira Guerra Mundial – População e Biosfera no Fim do Milênio, ele escreve:  

 

Até recentemente, os seres humanos eram muito uma parte desse sistema biológico de veificações e equilíbrios que parecem sustentar firme para todos os organimos.

 

Quatro inclemências primárias mantiveram o Homo Sapiens em relativa calma quanto a população: alta mortalidade infantil, guerra, fome e doença, todas contribuindo para diminuir a expectativa de vida. A Peste Negra (Pasteurella pestis) foi transmitida da rota tibetana da seda para uma baía na Sicília em 1347. Os roedores respondem por 50% de todos os mamíferos e foi o amigável rato, transportador da pulga do rato (Xenopsylla cheopis), que causou tal demolição. No mínimo 30% da população humana morreu – 50% entre a Islãndia e a Índia. Explosão e crescimento precisam operar segundo escassez de alimentos e a fome resultante. A doença, atuando obre um hospedeiro, ou uma densa rede de hopedeiros, desempenha um papel similar na manutenção das populações. Não diferente das traça e dos lemmings,  os europeus testemunharam um espetacular reavivamento de suas populações dentro de um século da Praga, excedendo seus números anteriores a ela.

Uma alteração climática no século XVIII na Escandinávia alegadamente compeliu os ratos cinzentos noruegueses [que não carregam a praga] e encontrarem passagem para a Europa ocidental onde eles com sucesso depuseram o rato negro indígena carregador da pulga, assim eliminando a ameaça mais incisiva para a população humana.

 

“Mais do que qualquer transportador único, é a invasão humana que ultimamente precipita a emergência de vírus assassinos”, escreve Stephen S. Morse.

No  Japão (encefalite japonesa), Argentina (febre hemorrágica), EUA  (vírus Seoul em Baltimore), Panamá (encefalomielite eqüina venezuelana), e em quase qualquer outro país, a conexão entre a aumentada destruição ecológica e a súbita exposição de humanos a bactérias, protozoários, fungos e vírus a muito tempo iolados ou dormentes, tem sido identificados.  

Nunca antestem havido uma tal ávida troca de “informação” entre grande espécie (Homo Sapiens) e micróbios. Mais de cem zoonoses [infecções animais transmitidas a humanos] e mais de 520 arbovirus conhecidos naturais de artrópodes, no mínimo cem tem mostrado causar doença nas pessoas. Algumas estão entre as doenças mais mortais encontradas. Em 1976 no Zaire e no Sudão 90% daqueles infectados pelo vírus Ebola morreram horrivelmente dentro de semanas.

O mais recente incidente de praga, causada pela bactéria Yersinia pestis, ocorreu na Índia na virada do século XX e matou mais de dez milhões de pessoas. Ao mesmo tempo,  um pequeno surto ocorreu entre os chineses em San Francisco. Um outro surto de magnitude daquele da Índia tem sido postulado para os EUA.

Em 1918 ima pandemia de gripa A exigiu mundialmente vinte milhões de vidas em menos de um ano. Foi acreditado que ele se originou nos EUA, foi para a França e então voltou aos EUA onde rapidamente se espalhou de New York a Califórnia.

 

Desde então tem havido sérios surtos globais de gripe em, no mínimo, cinco ocasiões.

 

Enquanto eu estava trabalhando nesta porção da história da depopulação, Hatonn escreveu “Disastre na Vestimenta da Gripe”. O oportuno aviso de Hatonn enfatiza a importância imediata desse assunto atualmente a disposição. É por esta razão que eu tenho escolhido de algum modo expandir a Parte V para incluir muita manchetes atuais e alarmantes sobre este mesmo assunto de vírus e doenças atuais.   

 

E AGORA UMA OLHADA EM ALGUMAS MANCHETES ATUAIS 

 

Doenças Globais próximas a ”crise”, teste sanguíneo disse

 

Em uma história de 2 de dezembro de 1995 do The Toronto Star, escrita por  Nick Pron, lemos:

 

A disseminação mundial de doenças infecciosas está alcançando níveis de “crise” e nenhum país está imune ao problema, disse uma comissão federal ontem.

 

Os canadenses tem que “parar de pensar em nós em termos de isolamento do resto do mundo e nos ligarmos no que está acontecendo ao redor do planeta”, disse o Dr. Kevin Kain em um inquérito realizado pelo Ministro da Justiça Horace Krever, que está testando a segurança do sistema de sangue do Canadá.

 

Funcionários Advertem quanto a um vírus mortal para crianças

 

Em 8 de dezembro de1995 no  New York Times, lemos:

 

Um vírus respiratório de inverno que mata aproximadamente 4.500 crianças por ano nos EUA tem aparecido mais uma vez, com casos já relatados pelo paísm, disseram ontem funcionários federais da saúde. Os funcionários do CDC aqui, disseram que o vírus sincicial respiratório ou RSV fez com que 90.000 crianças sejam hospitalizadas a cada ano com doença do trato respiratório inferior.

 

Dr. Tom Torok, um epidemiologista médico do CDC disse que o vírus pode também causar séria doença respiratória nos velhos e naqueles com sistemas imunológicos enfraquecidos. 

 

“O RSV está sendo sub avaliado como causa de doença respiratória em adultos e sua real magnitude não tem sido bem estudada”, ele disse.

 

Durante o último mês, o vírus tem sido encontrado em todos 44 Estados que relatam resultados de testes para ele. A atividade geralmente começa em novembro, tem seu pico em final de janeiro e meados de fevereiro e continua até abril ou começo de maio.

Dr. Torok disse que o vírus era mais difícil de distinguir do da gripe quando ele ocorre em adultos. “Realmente não sabemos se há ou não bons indicadores clínicos de RSV versus gripe”, ele disse.

Os pesquisadores estão trabalhando em vacinas para proteger do vírus respiratório e estão estudando os efeitos de dar a crianças um soro com anticorpos contra isso.

 

13.000 por dia infectados pelo HIV

 

Um dos cinco transportadores do vírus mortal vive no sudeste asiático. Na edição de 1 de dezembro de 1995 do Calgary Herald lemos:

 

Aproximadamente 13 mil pessoas diária e mundialmente são infectadas pelo vírus causador da AIDS e o sudeste asiático rapidamente está se tornando a principal zona de incidência da doença , disse um importante especialista americano na quinta-feira.

Jonathan Mann, diretor da Coalizão Global de Políticas para AIDS, um grupo independente de pesquisa baseado na Escola de Saúde Pública de Harward, disse que um dos cinco transportadores do vírus HIV vive no sudeste asiático. “Estimamos que durante 1995 aproximadamente 4.7 milhões de pessoas se tornarão recentemente infectadas pelo HIV ao redor do mundo. Se isso continuar, haverá de 70 a 80 milhões de pessoas pelo ano 2000.”

 

Pragas Afligem a América Latina para desespero dos especialistas

 

Em um artigo de 29 de novembro de 1995 da Montreal Gazette, escrito por Laurie Goering lemos:

 

Manaus Brasil – Isso começa com uma febre, como centenas de pragas menos mortais. Então vem uma crescente fraqueza. A pele fica amarelada. No abdômen, o sangramento interno começa. Logo o sangue brota do corpo pelos olhos e no infindável vômito negro. Em Nove de dez casos, o fígado se dissolve e a vítima morre. Não é Ebola. É a Febre Negra de Labrea, apenas uma de uma meia dúzia de doenças mortais virais pouco entendidas, que emergem da floresta tropical da América Latina. “As pessoas todo tempo estão indo e vindo da floresta tropical com febres estranhas das quais ninguém sabe algo”, disse Bedsy Dutary Thatcher, um especialista em malária do Instituto Nacional de Pesquisa Amazônica em Manaus. “Se começarmos a procurar por elas podemos isolar uma nova variedade a cada semana”. Talvez nunca tenha a batalha contra a doença parecido tão sombria como exatamente agora na América Latina e em grande parte do Terceiro Mundo. Por todo o planeta, novas doenças estão aparecendo em um passo assustador,  dizem os especialistas. Até mesmo mais perturbador: velhos flagelos que já haviam sido relegados pela história estão fazendo um reaparecimento, particularmente na América Latina.

A Tuberculose, pensada conquistada depois da introdução de novos medicamentos na década de 1940, tem voltado e está se disseminando fora de controle. A malária, uma da mais velhas pragas do mundo, também está fazendo um retorno. A América Latina relatou mais de um milhão de casos novos no ano passado; metade deles no Brasil.

Na Nicarágua e em Honduras, uma misteriosa doença caracterizada por calafrios, febre e sangramento severo no pulmões tem sido tentativamente identificada como leptospirose, uma doença animal conrtaída pelo contacto com resíduos animais. O   surto matou 16 pessoas e adoeceu mais de duas mil nos dois países nos últimos dois meses. Um surto similar no Brasil matou mais de 40 pessoas em fevereiro.

Na Colombia, o que parece ter sido um surto de encefalite eqüina transmitida por mosquito matou no mínimo 26 pessoas e fez com que outras 13.000 buscassem tratamento em setembro.

No México e em grande parte da América Latina a febre dengue, caracterizada por febre alta e intensa dor no corpo tem atacado aproximadamente 200.000 pessoas este ano e está ameaçando se mkover para os EUA. Uma variante mortal da doença, a febre hemorrágica dengue, tem atacado outras 3.500 pessoas.

Na Guiana, uma doença não identificada caracterizada por febre alta, vômitos e convulsões matou cinco jovens crianças e ameaçou ou8tras 8 no hospital leste da Guiana este mês.

“As doenças de comunicação obrigatória estão ressurgindo” disse Dan Epstein, um porta-vozs da Organização Panamericana de Saúde, baseada em Washington, D.C. “Temos tido uma série de febres hemorrágicas, inclusive dengue, e os problemas continuam a aumentar”. 

 

Virus Mortal

Segundo surto de Ebola verificado

 

Em um recorte de jornal que nos foi enviado esta semana, lemos a seguinte história da Associated Press:

Os especialistas estão tentando conter um surto do mortal vírus Ebola na Libéria e estão investigando relatos em um segundo l8ugar, disse um porta-voz da OMS.

 

Ebola domado – por agora

Em janeiro de 1996 na edição de Discover aparece um artigo com o título acima. Este artigo começa com,

 

“O filme de praga da última primavera,  Outbreak, teve que competir com o gancho da vida real: um aparecimento, no Zaire, do temido vírus Ebola”.

 

Contido dentro deste artigo sobre o Ebola, está um outro artigo escrito por Sarah Richardson intitulado  “Surto Quebra Ossos”, que abre com:

 

“Enquanto o mortal Ebola vírus do Zaire está faiscando brevemente, um flagelo vital muito mais disseminado está ameaçando as Américas. Em 1995 a febre dengue, apelidada “febre quebra ossos” pela terrível dor articular que causa, alcançou proporções epidêmicas na América Latina e países do Caribe adoecendo mais de 140.000 pessoas e matando 38”.

 

Você tem percebido que a CNN, nos últimos dois ou três meses, tem apresentado programas especiais de meia hora sobre o Ebola no Zaire? Coincidência? Eles disseram não ser uma questão de se mais sim de quando o vírus Ebola atacará os EUA. Também tenha em mente o que  Peter Kawaja tem dito sobre a Doença da Guerra do Golfo – sendo uma forma de Ebola Reston, uma forma de ação mais lenta do Ebola.

 

HEPATITE

No anúncio de uma página que apareceu em 11 de janeiro de 1996 da revista Rolling Stone, lemos:

 

“Cinco milhões de americanos têm hepatite. Você tem?” 

 

Em outra manchete de 29 de novembro de 1995 da The Montreal Gazette:

 

Australianos exultam enquanto um vírus mortal ataca coelhos

Broken Hill, Austrália – Isto soa como um roteiro de filme de terror: um vírus mortal escapa de um laboratório de risco biológico. Os cadáveres enchem o panorama na medida em que a praga se espalha pelo continente. Mas, muito mais que fugir apavorados, os australianos estão celebrando um vírus que está dizimando os coelhos pelo outback. A praga real, dizem as pessoas, é a população de coelhos.

 

“Isto é história e olhamos para trás este mês e dizemos que esta foi uma coisa maravilhosa”, disse o criador de carneiros David Lord.

 

Em um artigo de jornal que nos foi enviado por fax, de 24 de dezembro de 1995 do Chicago Tribune, escrito por  Kenan Heise, lemos:

 

Obituários

George B. Craig, Jr., 65; especialista em mosquitos vetores de doenças.

George B. Craig, Jr., 65, um entomologista e professor de biologia na Universidade de Notre Dame, foi um especialista de renome mundial sobre mosquitos, especialmente aqueles que transmitem doenças tais como ,febre amarela, dengue e encefalites. Um residente em South Bend, Indiana, ele morreu na quinta-feira em um encontro da Sociedade Americana de Entomologistas em Las Vegas. O Professor Craig tem expressado em seu criticismo o fracasso do país em controlar a disseminação do Aedes albopictus, ou mosquito tigre asiático. Esta espécie, assim chamada pelas listas nas pernas e corpos dos mosquitos, provavelmente invadiu os EUA em um embarque de pneus usados enviados a Houston vindos do Japão em 1985. Embora raros no norte, os mosquitos têm sido vistos na área de Chicago. Eles algumas vezes transportam doença mortais tais como dengue e várias formas de encefalite.

Professor Craig co-escreveu um relatório em 1992 para o jornal Science que estabeleceu que a espécie havia transportado uma séria doença para este país – a encefalite eqüina do leste. Em uma entrevista em 1992 a Tribune, ele relatou que metade daqueles que se recuperam da doença “têm cérebros destruídos”  e que de “todos os tipos de encefalite este de longe é o pior”.

Mais recentemente, ele tinha estado dirigindo a pesquisa da febre epidêmica de dengue hemorrágico que começou no México e atravessou para os EUA  bem como de uma encefalite epidêmica em Michigan e um surto de encefalite LaCrosse na Virginia Ocidental.

 

Cavalos, tratadores mortos por vírus misterioso

 

Em um artigo de 5 de dezembro de 1995 do Daily Times of Harrison, Arkansasescrito pelo escritor da AP Peter James Spielmann,

Sydney, Australia

 

- Primeiro os cavalos perderam o apetite depois eles começaram a ter contrações musculares. Isso se transformou em convulsões, os animais caindo contra seus estábulos. Dentro de duas semanas, tiveram hemorragia nos pulmões e se afogaram em seu próprio sangue, que britava de suas bocas e narina. Então a doença atacou os tratadores, abrindo buracos nos pulmões deles, que chocaram até a morte. 

Foi a primeira vez na história médica que um vírus anteriomente desconhecido pela ciência repentinamente apareceu em um mamífero e então pulou para outro com tal efeito mortal, matando dis tratadores de cavalos. O culpado: um tipo de morbilivirus, da família do vírus que inclui o sarampo, destempero canino e praga do gado. Mas não está claro porque de repente ele apareceu tão virulento e porque se adaptou para matar humanos e quando atacará novamente.

 

Mais sobre Ebola

No livro de John ColemanSocialismo: A Estrada para Escravidão, lemos:   

 

A população  mundial que está em “excesso aos requerimentos” – e isso inclui os EUA – já está sendo dizimada por vírus mutantes fabricados em laboratório que estão matando centenas de milhares de pessoas. Este processo será acelerado nos termos da planta genocida do Relatório Global 2000 do Clube de Roma depois que multidões tenham servido ao seu propósito. Os experimentos começaram em  Sierra Leone com o vírus mutante da febre Lassa e visna que está sendo aperfeiçoado nos laboratórios da Universidade Harvard em agosto de 1994.Um vírus novo e mais mortal do que o da AIDS está para ser liberado.

Já liberados e trabalhando com eficiência mortal estão os novos vírus de gripe. Estes vírus mutantes de gripe são acreditados serem 100% mais eficazes do que o vírus da gripe espanhola testados nas tropas francesas marroquinas nos dia finais da primeira guerra mundial. Como o vírus da febre Lassa, o vírus da gripe espanhola saiu do controle e em 1919 varreu o mundo matando mais pessoas do que o número total de baixas militares de ambos os lados da primeira guerra mundial. Nada o deteve. As baixas nos EUA foram horrendas. Uma em cada sete pessoas nas grandes cidades da América foi eliminada pela gripe espanhola. As pessoas caiam de manhã com febre e um cansaço debilitante. Dentro de dois dias, elas morriam – aos milhões.

Quem sabe quando o novo vírus mutante atacará? Em 1995 ou talvez no verão de 1966? Ninguém sabe. Também esperando nas asas está a febre Ebola, seu nome apropriado, “Ebola Zaire” por causa do país africano onde primeiro apareceu. A febre Ebola não pode ser parada, é um assassino sem misericórdia que age rápido e deixa a vítima horrivelmente contorcida e sangrando por todas aberturas do corpo.

 

Recentemente, o  Ebola Zaire tem emergido nos EUA, mas a mídia de notícias e o CDC falam pouco sobre isso. Experimentos de pesquisa tem estado em andamento com o vírus Ebola no Instituto de Pesquisa Médica do Exército dos EUA envolvendo outros vírus altamente perigosos.

Qual o propósito por trás de libertar estes vírus pavorosamente mortais?

A razão é o controle da população e pelas declarações dadas por Lord Bertrand Russell, Robert S. McNamara e H.G. Wells, os novos vírus assassinos são meramente o que estes homens dizem que esta chegando. Aos olhos do Comitê dos 300 e camarilha socialista há gente demais indesejável na Terra. Ma esta não é a história inteira. A razão real por trás desse alarmante genocídio global em massa é criar um clima de instabilbidade. Desestabilizar nações, fazer com que os corações das pessoas batam com medo. A guerra é parte do plano e em 1994 a guerra está em toda as partes. Não há paz na Terra.

 

Parte VI

O Capítulo Final
29/12/95

 

Em um artigo de jornal de 3 de dezembro de 1995 do Calgary Herald, escrito por Mark Hume, lemos:

 

Perigo Nuclear

 

O Relógio do Juízo Final agora mostra sinais de avançar em direção novamente a meia noite.  No Relógio do Juízo Final não há tempo depois da meia moite. Não há um novo amanhã. O relógio, que ilustra a extensão do perigo nuclear no mundo, está congelado em dezessete minutos para a meia noite. Os ponteiros, estabelecidos pelo Boletim dos Cientistas Atômicos apenas se movem depois de um longo debate. Alguns dos mais importantes cientistas mundiais se reunirão esta semana na Universidade de Chicago para discutir o que é esperado ser o primeiro movimento dos ponteiros desde 1991.

A maioria das pessoas pensa que os ponteiros avançarão novamente, pela primira vez em uma década marcada por um série de retroações. Em 1984 com a aceleração da corrida armamentista, o tempo fio colocado em três minutos para a meia noite. Por 1988 com um tratado soviético-EUA limitando o alcance intermediário das forças nucleares, ele recuou para seis minutos para meia noite.   1990 viu o relógio ir para 10 para meia noite com o fim da Guerra Fria e finalmente em 1991 com a assinatura do tratado de redução de armas estratégicas ele chegou ao seu tempo atual.

 

“Eu o colocaria perto da meia noite agora”, disse John Mate, um manifestante anti nuclear do Greenpeace International, que acredita que o relógio esteja novamente avançando. “A menos que a França e outros assinem um compreensivo traado de teste e banimento, penso que haja uma enorme ameaça”. Mate não é um especialista em segurança global mas ele obtém mais de uma visão avançada da ameaça do que a maioria, tendo acabado de voltar do Pacífico Sul onde protestou contra o mais recente teste nuclear da França.

 

Na noite em que a França explodiu a mais recente bomba nuclear do mundo, Mate estava a bordo de um pequeno iate exatamente a 20 km da zona de exclusão do atol de Mururea, na Polinésia Francesa. A esta distância, pôde ver o brilho das luzes da instalação francesa de testes nucleares.

Mate disse que ao observar a radiância elétrica quente se refletindo nas águas do Oceano Pacífico Sul ele se encheu de temor. “Vi Mururea como um lugar que simboliza o maior mal que a humanidade pode perpetrar ao planeta; eu costumo me referir ao programa de testes como loucura nuclear ma indo a Mururea, agora digo exatamente que isso é o mal”.

 

Bill Epstein sentiu os tremores político em New York, onde pelos passados 25 anos ele serviu ao governo canadense nos comitês da ONU preocupados com a proliferação nuclear. Epstein disse que ao ignorar a opinião mundial e continuar a construir seu arsenal nuclear, a França tornou mais fácil para outros países fazerem a mesma coisa. “No mundo hoje, há 40 países que têm a capacidade de fazer uma arma nuclear se assim o decidirem. A maioria deles não faz, porque têm assinado o tratado de não proliferação nuclear. Ma eles podem se retirar do tratado dando uma aviso anterior de três meses e alguns deles têm avisado agora que podem fazer isso. ”

 

Epstein disse que se ele estivesse estabelecendo hoje o relógio ele colocaria o ponteiro do minuto  adiantado cinco minutos – isso é, 12 minutos para meia noite.  “Com o fim da Guerra Fria muitas pessoas pensaram que a paz tivesse começado mais ainda existe um perigo muito real aqui”, disse Epstein.

 

SÍNDROME DA GUERRA DO GOLFO

Em seu [Pentágono] relatório datado de 14 de julho de 1995, intitulado O Acobertamento da Síndrome da Guerra do Golfo – Uma Questão de Integridade Nacional, o Dr. Lindsey Arison escreve:

 

A Síndrome da Guerra do Golfo é a conseqüência direta à saúde da exposição prolongada [crônica] aoa níveis baixos [não letais] de agentes químicos e biológicos liberados diretamente pelo ataque aos iraquianos via mísseis, foguetes, artilharia ou munições aéreas e queda de bombas aliadas das instalações iraquianas de guerra química durante os 38 dias de guerra aérea.

Os efeitos destas exposições foram exacerbados pelos efeitos colatrerais sinérgicos e deletérios das não comprovadas pílulas de brometo de piridostigmina [pílulas pré tratamento de agente nervoso que foram administradas não voluntariamente], as vacinações também njão voluntárias e investigativas de toxoíde botulínico, vacinas de antrax e resíduos de urânio enfraquecido principalmente de veículos de campo de batalha danificados pelas munições de urânio enfraquecido capaz de romper blindagem e, em muito menor extensão, outros riscos ambientais  tais como coontaminação pelo incêndio do petróleo, pesticidas, petroquímicos e radiação eletromagnética de radares e equipamento de comunicação.

O número infinito de combinações e permutações dos efeitos da exposição crônica aos níveis baixos e não letais de agentes nervosos químicos cumulativamente eficazes, agentes bolha, agentes biológicos e “coquetéis” acoplados aos efeitos das pílulas de agente nervoso, vacinas botulínicas e antrax, poeira de urânio enfraquecido e outros contaminantes ambientais têm produzido variação infinita na sintomatologia nos veteranos da Guerra do Golfo. Daí, a “doença misteriosa”. Há, contudo, uma causa principal. O Departamento de Defesa continua a negar que agentes químicos e biológicos tenham sido usados na Guerra do Golfo. O Departamento de Defesa está mentindo aos veteranos e suas famílias, ao Congresso e ao povo americano sobre a exposição de soldados americanos a agentes químicos e biológicos durante a Guerra do Golfo.  

 

DOENÇA DA GUERRA DO GOLFO – EBOLA RESTON


Em um documento recebido de Peter Kawaja intitulado O Mais Triste Capítulo na História da América Está Sendo Escrito Agora,  lemos:

 

A Doença da Guerra do Golfo é uma doença transmissível, espalhando-se pior do que a AIDS, por mero contacto casual, ou por estar perto de alguém que tosse. Você pode se infectar simplesmente ao esbarrar em alguém em uma loja. Seus filhos podem ser infectados em uma parque de diversão ou na escola. O Mycoplasma incognitus contém a maioria do envelope do HIV (AIDS), que foi violado por humanos. Ele, por projeto, é um agente de guerra. O nosso governo está envolvido neste grande crime e acobertamento. Um pânico nacional/mundial está para ser criado, de tal magnitude que ameace a nossa própria existência. Este mesmo governo apresentará uma solução; eles terão um “antídoto”, um tratamento mas apenas para aqueles que aceitem o cartão de identidade médica para serem tratados; todos os outros serão considerados um perigo para sociedade, caçados, aprisionados ou mortos.

 

Os americanos receberão bem esta solução e entregarão seus vizinhos e amigos para sobreviverem. Ao mesmo tempo, este instrumento suspenderá a constituição dos EUA e permitirá o governo da ONU,  a Nova Ordem Mundial, um só governo mundial.

A América será escravizada. Aproximadamente 40% [segundo fontes confidenciais] da população americana já tem um transportador de uma forma [ou outra] de HIV bem como agora existe mais de 2000 cepas, efetivamente fazendo quase metade da população um tranportador para infectar outros  [exemplo] Ebola Reston, uma agente mortal de ação lenta que leva anos para se manifestar e que mata com dores piores que o Ebola Zaire, que é de ação rápida.

O governo já está vazando histórias nos noticiários por meio da mídia principal avisando a América: não é se, mas QUANDO brevemente enfrentaremos um surto mundial. Eles estão lhge preparando para o que eles já sabem e já planejaram. O que eles estão dizendo, todavia, é que isto acontecerá por acidente, por causa das viagens aérea e os americanos estão acreditando nisso.

 

 

SATÉLITES ESPIÕES ESTUDAM A NATUREZA

Em um artigo escrito por William J. Broad em 28 de novembro de 1995 no Denver Post, reimpresso pelo New York Times, lemos:

 

Com a Guerra Fria se apagando da memória, os satélites espiões nacionais estão voltando sua atenção para a natureza. Além de espiar os usuais alvos militares, eles estão monitorando fenômenos tais como nuvens, glaciais, gelo no mar, desertos e floresta tropicais para reunir pistas sobre as alterações climáticas a longo prazo e ameaças ecológicas. Pelo pedido de urgência do Vice Presidente Gore e com o apoio do congresso os novos programas estão dirigindo os satélites espiões para estudarem aproximadamente duas dúzias de lugares ecologicamente sensíveis ao redor do mundo. Por agora, eles monitoram aproximadamente 500 lugares.

Os cientistas estão programando os satélites para estudarem diversos habitats vulneráveis a mudança e dano ambientais, inclusive alguns que são remotos e proibidos [Estão falando da Antártica?]

“Em termos de cruzar espadas em arados este é um bom exemplo do que pensamos”, disse o Dr. Jeff Dozier, deão da escola de ciência ambiental da Universidade da Califórnia em Santa Barbara e um membro da equipe de gerenciamento do programa. Os dados serão arquivadods para as futuras gerações de cientistas e permanecerão por agora secretos para esconder as habilidades dos sistemas de reconhecimento das nações, dizem os cientistas.  

Especialistas em inteligência sempre tentam ocultar as habilidades exata de seus sistemas de reconhecimento de modo que seus inimigos possam ser menos prováveis de conhece-los e de como se evadir e contra agir a eles. Em qualquer evento, os dados serão mais interessantes nas décadas futuras porque eles buscam revelar a tendências com o correr do tempo. O programa escolhe áreas da Terra que são pensadas serem mais partiularmente reveladoras de mudança no mundo natural e repetidamente as fotografa em uma programação pré fixada, em alguns casos, sazonalmente. Os dados estão sendo coletados por décadas e na teoria revelam mudanças sutis que caso contrário poderiam ser perdidas.

 

A TERRA EM EQUILÍBRIO

Em seu livro Terra em Equilíbrio – Ecologia e Espírito Humano, o então Senador Gore escreve:

 

“Tenho vindo a acreditar que devemos tomar uma ação nítida e inequívoca: devemos fazer do resgate do meio ambiente o princípio central organizador para a civilização. Se vamos ou não realizar isso, estamos agora engajados em uma batalha épica para o direito do equilíbrio de nossa Terra e a maré desta batalha apenas mudará quando a maioria das pessoas  no mundo se tornarem suficientemente engajadas por um senso partilhado do perigo urgente e se unirem um um esforço total”.

 

Sobre o assunto da população, Mr. Gore escreve:

“A primeira meta estratégica deve ser a estabilização da população mundial, com políticas destinadas a criar em cada nação do mundo as condições necessárias para a chamada “transição demográfica” – a mudança histórica e bem documentada  de um equilíbrio dinâmico das altas taxas de natalidade e taxas de mortalidade a um equilíbrio estável de baixas taxas de natalidade e taxas de mortalidade.”

 

E também,

“Nenhum objetivo é mais crucial para a cura do meio ambiente global do que a estabilização da população humana. A rápida explosão no número de pessoas desde o início da revolução científica – e especialmente durante a última metade deste século – é o mais claro exemplo da mudança dramática no completo relacionamento entre a espécie humana e o sistema ecológico da Terra.”

 

Gore começa sua declaração de conclusão com,

 

“A vida sempre está em movimento e mudança. Alimentada pelos frutos do sol e do solo, da água e do ar, estamos constantemente crescendo e criando, destruindo e morrendo, nutrindo e organizando. E na medida em que mudamos, o mundo muda conosco. A comunidade humana cresce até mesmo maior e maior complexa e ao faze-lo, demanda até mesmo muito mais do mundo natural.  A cada dia, nos aprofundamos mais profundamente nos recursos do mundo, exigimos mais recursos para uso e geramos mais resíduos de cada tipo de processo. A mudança gera mudança e então alimenta seu próprio momentum até que finalmente o inteiro globo parece estar se acelerando na direção de algum tipo de transformação profunda”.  

 

AS PEDRAS GUIA DA GEORGIA

 

MENSSAGEM E MISTÉRIO PARA HUMANIDADE  

 

[citando:]

A reputação do Granito de Elberton como uma das melhores pedras fundamentais do mundo, na localização geográfica do condado de Elbert, o destino parece ser os elementos chave porque um dos mais não usuais monumentos da nação fosse revelado perto de  Elberton. Ele também é chamado de “Stonehenge da América”, por causa dos monumentos misteriosos na Inglaterra que por eras têm intrigado os homens. As Pedras Guia da Georgia têm atraído publicidade nacional e promessas de se tornarem uma maior atração turística.  Solenes em tamanho e cheias de enigmas, elas revelaram a nação no inverno de 1979. Elas agora continuam um mistério e assim permanecerão quando o homem parar de registrar sua história.  O monumento gigantesco de seis peças, de 19 pés de altura em um bela colina do interior a oito milhas ao norte de Elberton proclama uma mensagem para a conservação da humanidade. Sua origem e patrocinadores são desconhecidos; outro mistério.

 

 

 

Os componentes foram fabricados “Pirãmide de Gratino Azul” da Elberton Granite Finishing Company, Inc. a firma do presidente, Joe H. FendleySr., disse que o projeto foi um dos mais desafiadores – parcialmente por causa da magnitude dos materiais e parcialmente por causa das especificações exatas do misterioso grupo de patrocinadores, “e estas especificações eram tão precisas que ela tiveram que ser compiladas por especialistas em pedras bem como em construção\”, disse Fendley.

Ele disse que tudo isso começou no anoitecer de uma sexta-feira em junho quando um homem bem vestido e articulado foi ao seu escritório em  Tate Street Extension em Elberton e queria saber o custo da construção de uma grande monumento para conservação. Ele se identificou como “Mr. Christian.”

 

Ele disse a Fendley que representava um pequeno grupo de americanos leais que viviam fora da Georgia e que queriam permanecer anônimos e que escilheu o nome “Christian” por ser cristão.

 

Ele perguntou qual o banco operacional de Fendley e Joe o colocou em contacto com os bancos locais. Wyatt C. Martin, Presidente do Granite City Bank, foi selecionado por  “Mr. Christian” para ser o intremediário do projeto misterioso. Segundo Martin, o homem compareceu ao seu escritório trinta minutos depois, explicou o projeto e disse que depois da construção ele esperava que outros grupos de mente de conservação erigissem até mesmo outras pedras em um outro anel e levassem a mensagem em mais línguas.  Ele disse a Martin que qwueria que o monumento fosse erigido em uma área remota, fora dos principais centros turísticos. O cavalheiro também disse que a Georgia fora selecionada por causa do excelente granito, clima geralmente suave e o fato de que sua avó fosse da Georgia.

Martin persuadiu o homem misterioso que o condado de Elbert fosse o local ideal para o memorial e ele concordou. Mais tarde ele voltou e com Martin inspecionou locais. “Mr. Christian“, que agora se chamava “R. C. Christian”, escolheu um lote de cinco acres de uma fazenda de Wayne Mullenix. Este é o ponto mais alto no condado Elbert.

 

Umas poucas semanas depois  Martin contactou Fendley e disse a ele que já havia fundos depositados em uma conta e começaram imediatamente a trabalhar. Martin prometeu que quando o projeto estivesse completo ele enviaria seu arquivo aos patrocinadores anônimos e o segredo nunca seria conhecido. Ele disse que Christian havia lhe dito que os patrocinadores tinham planejado o monumento por anos e então as “dez guias” para a conservação da humanidade e da Terra foram cuidadosamente expressas como um apelo moralista a todos os povos, a despeito da nacionalidade, religião ou política.

 

AS GUIAS EXPLICADAS NA MENSAGEM

 

As determinações da mensagem proclamada no monumento são em 12 linguas, incluindo aramaico, babilônio cuneiforme, hierógifos egípcios, grego clássico, inglês, russo, hebraico, árabe, hndi, chinês, espanhol e swuali.

As guias, seguidas pelos preceitos explanatórios, são as seguintes. As palavras são exatamente as que os partocinadores forneceram.

 

Manter a humanidade abaixo dos quinhentos milhões em perpétuo equilíbrio com a natureza.

Significa a inteira raça humana em seu nível máximo para o equilíbrio permanente com a natureza.

Guiar a reprodução sabiamente – melhorar o mais sasudável e a diversidade.
Sem entrar em detalhes ainda não descobertos, isso significa que a humanidade deve aplicar razão e conhecimento para guiar sua própria reprodução.

A humanidade unida com uma nova linguagem viva

Uma linguagem viva cresce e muda com o conhecimento avançado. Uma nova linguagem será desenvolvida e não necessariamente precise ser adaptada de qualquer língua agora existente.

 

Governe a paixão, fé, tradição – e todas as coisas com razão moderada 
“A fé” aqui pode ser usada em um sentido religioso. Muito frequentemente as pessoas são governadas por uma fé cega até mesmo quando pode ser contrário a razão. Aqui a razão deve ser moderada pela compaixão – mas deve prevalecer. 

Proteger as pessoas e nações com leis e cortes justas 

As cortes devem considerar a justiça bem como a lei.

Deixe que todas as nações que governem internamente resolvam as diputas externas em uma corte mundial  .

As nações individuais devem estar livres para desenvolverem seu próprio destino doméstico do modo que seu povo quiser – mas não podem abusar de seus vizinhos

Evitar leis mesquinhas e representantes inúteis.

Auto-explicativo

 

Equilibrar os direitos pessoais com os deveres sociais

Os indivíduos têm uma preocupação natural com seu bem estar pessoal mas o homem é um animal social e também deve estar preocupado com o grupo. O fracasso da sociedade ignifica o fracasso de seus cidadãos individuais.

Premie a verdade – beleza – amor – busca da harmonia com o infinito
O infinito aqui significa o Ser Supremo – cuja vontade é manifestada no trabalho do cosmos – e buscarmos por Ele.

Não ser um câncer na Terra – Deixar espaço para a natureza

Em nosso tempo, o crescimento da humanidade está destruindo as condições naturais da Terra que tem promovido toda vida existente. Dvemos restaurar o equilíbrio fundamentado.

 

CONSIDERE ISSO

Conquanto possa parecer que tenho apresentado muitos escritos divergentes e não relacionados nesta série sobre depopulação de um planeta, acredito que por agora vocês verão a conexão direta e como, mais uma vez, a frase de Little Crow, “tudo está ligado a tudo”, é reafirmada.

O trabalho de base estabelecido por Thomas Malthus, Georg Hegel, Karl Marx, a Sociedade Fabiana, George Orwell, Bertrand Russell e Aldous Huxley, foi realizado como temas através de incontáveis publicações a respeito do assunto da população.

Quando examinamos os incontáveis livros sobre população se torna exceivamente claro que, por mais de um século, mentes grandes e outras nem tão grandes assim têm colocado sua concentração neste asssunto crítico que enfrenta, e agora bate na face de, nosso planeta vivo Gaia [Shan]. O que permanece fora dos refletores quando fazemos a revisão total desses tratados sobre o assunto da população é a total ausência de Deus.

 

Ele nunca é mencionado nem incluído na equação de esperança e reolução. Sabemos que Deus também tem um plano para 2000, ainda que alguns digam que isso soe banal, como algum retorno do renascido. Mas aqueles que CONHECEM Deus, conhecem que o plano de Deus está muito além do alcance do conhecimento dos homens e que Sua magnificência brilhará como o sol do meio-dia.

 

Ao invés da inclusão e da esperança em Deus na equação para o equilíbrio, nos são apresentada imagens de massas domesticadas que, como lemmings, se movem em direção ao seu detino em um dado momento. Sempre as conclusões são as mesmas – reduzir o crescimento populacional ou enfrentar a ruína.

 

Bem, temos certeza que graças a lugares como Porton DownInglaterra; Fort DetrickMaryland; e a OMS os instrumentos para morte e destruição estão trancados, carregados e dispensados aos inocentes adormecidos nos países do Terceiro Mundo enquanto olhos confiantes olham aqueles que aplicam a injeções e dizem em sua língua nativa: “obrigada” enquanto a contagem regressiva para sua morte começa.

Será que nesta série tentei ser um agente disseminador do medo? Longe disso. Entrei nesta série completamente “aberto” para encontrar qualquer evidência apresentada a mim e acredito que a evidência por agora é tão esmagadora que até mesmo os mais céticos considerem seguro dizer, “Eles realmente estão tentando nos matar!”

 

E os instrumentos a disposição deles atravessam todas as fronteiras e vem em tais formas divergentes como: carrapatos e pulgas transmissoras de doenças, nuvens de gás, água potável contaminada, transmissão através da carme e armas nucleares sujas. A agenda para depopulação certamente está a caminho e se acelerando rapidamente. E também, o assunto é tão grande, tão preponderante em escopo, que mais simplesmente eles se resignam e abanam as mãos no ar dizendo “não há nada que eu possa fazer quanto a isso”.  

Não é por acidente que recentemente a CNN tenha apresentado vários especiais sobre o virus Ebola. O público está sendo preparado psicologicamente para surtos maciços, aqui e ali. A este ponto do tempo, com tudo o que já tem sido desencadeado sobre nós, os surtos são inevitáveis.

Aqueles no poder e controle desse mundo não sabem como criar mas são extremamente proficientes em destruição e esse é o caminho que eles estão seguindo. Eles podem fazer declarações que soem maravilhosas sobre a necessidade de proteger a Mãe Terra tal como vocês leram na Agenda 21 (que afetará todo mundo), mas o custo em vidas humanas é imnsurável.

Vocês por agora saberão que os assuntos que nos confrontam são tão complexos, tão interligados que não existe respostas fáceis. Mas quem ao Aurelio Peccei, Eduard Pestel, Hugo Thiemann, Carroll Wilson, Alexander King, Saburo Okita do Clube de Roma para ditar á humanidade que a diminuição das massas é necessária? Não advogo a violência mas já houve tempo na história quando crimes de tal alta traição contra a humanidade eram abordados de modo muito preciso.

 

No mínimo, aqueles tais como os membros do Clube de Roma devem ser chamados para responder diante de uma Corte Mundial. Mas então, suponho seguindo esta linha de raciocínio posteriormente, as acusações teriam que incluir os administradores de tais instalações como  Porton Down, Fort Detrick, e talvez até mesmo a própria OMS. Obviamente, no mundo atual,isso não irá acontecer.

É apenas por meio dos esforços corajosos e altruístas de eruditos brilhantes como Eustace Mullins, Dra. Eva Snead, Dr. John Coleman, Robert Harris e Jeremy Paxan, para nomear apenas alguns, que chegamos ao outro lado da história que nos permite uma compreensão verdadeira. Sob o negro manto da segurança nacional todos os modos de males ocultos, esperando esfregar a própria essência da vida animada como a conhecemos.

Para propósitos da nossa discussão aqui, vamos ver a marcha de Louis Farrakhan em Washington. A maioria das pessoas sabia e esperava que houvesse maiores problemas, revolta, rebelião e para usar a frase de Gary Wean, intciar “revoltas raciais e revolução.” Mas o que aconteceu? O melhor exemplo de uma assembléia pacífica jamais testemunhada antes.

 

Como o agora vice presidente Al Gore notou em seu livro Terra em Equilíbio – Ecologia e Espírito Humano,

“Sir Crispin Tickell, um importante diplomata e ambientalista britânico notou em uma fala a Real Sociedade em Londres em 1989 notou que “uma pesada concentração de pessoas no presente está na baixas linhas costeiras ao longo do grande sistema de rios do mundo. Aproximadamente um terço da humanidade vive dentro de km da linha costeira.

 

Uma elevação do nível do mar de apenas 25 centimetros teria efeitos substanciais – um problema de uma ordem de magnitude que ninguém algum dia teve que enfrentar – em virtualmente todos países os números crescentes de refugiados lançaria uma sombra escura e se alongando.”

 

 Com certeza a maioria dos escritos sobre o assunto da população não leva em consideração que a Mãe Terra/Gaia dê seus próprios passos para fazer o equilíbrio do planeta. Esses passos incluem maciças mudanças geofísicas sob a forma de deslocamento da placas tectônicas, onde máres, massas de terra que se elevam e afundam, e sim, um possível deslocamento polar or deslocamento do pólo magnético. Sabemos que os pólos magnéticos estão, agora, em um estado de fluxo e extremamente instáveis.

 

 

CONCLUSÃO

Segundo a profecia Hopi, 1996 é para ser, “a segunda migração ao novo mundo que estará levando por trás da Grande Mãe Terra aqueles que estão escolhendo manter o poder neste planeta dentro do espaço do todo Sagrado Doze”. Será que as Pedras Guia da Georgia servirão como legado da humanidade, como algum marcador histórico para futuras gerações descobrirem e decifrarem? Ou elas fornecerão a sabedoria necessária para a humanidade começar a se mover para uma civilização mais próxima de sua verdadeira origem, mais alta que o homem universal em estreita conexão com Deus?  

 

Published in: on julho 9, 2013 at 5:16 pm  Deixe um comentário  
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A Casa de Windsor

Uma Linhagem Sanguínea Nobre

  As 01:30 postado por Vatic Master

http://vaticproject.blogspot.com.br/2011/10/black-nobility-bloodline.html

 

– A Riqueza Windsor

Nota do Vatic:  Seja o que for que possamos ter especulado ou imaginado sobre a família real, empalidece em comparação as coisas escumalhentas que eles têm feito para obter a riqueza deles… e estas são as pessoas que querem governar o globo? Digo… “deixe que eles comam o bolo”.

Uma outra grande exposição da poça de escumalha que constitui nossa elite. Se eu tivesse me sentido menos do que estas pessoas, o que nunca aconteceu, mas se eu tivesse, nunca mais me sentiria assim depois de ler o quão patética, psicopática e falência moral eles têm. Dificilmente posso esperar até falarmos sobre poder.

Minha maior imagem destas pessoas era a de um evento público no qual a Rainha, os Príncipes Charles e Phillip estavam de pé em uma varanda acenando para a multidão e o Príncipe Phillip deve ter deixado algum “bom” sair porque a Rainha, o Príncipe Charles e todo mundo na varanda se virou e deu um olhar terrível ao Príncipe Phillip que estava rindo de orelha a orelha. Ele também é um enorme racista. Um verdadeiro nazista. Isto mostra que a riqueza e o poder não podem mascarar a falta de caráter e de classe. Eles definitivamente não têm ambos. Mas isso  tudo deve ser lido completamente; por agora, é apenas para mostrar que o que você custeia para Israel empalidece em comparação com o que nós, contribuintes, subsidiamos a Rainha. Ainda estamos sob o controle dela. Ao menos financeiramente e os bancos dela continuam a afiançar com o nosso dinheiro de contribuinte. Está começando a aparecer que os únicos países contra os quais não entraremos em guerra e que são comprovados inimigos de nosso povo, são Irael e agora a Grã Bretanha.  

Os Windsors ( VN:  um nome que eles adotaram em 1917 a partir do nome deles alemão para soar mais britânico já que eles estavam sendo vistos como não se importando com os britânicos, muito mais que o seu bem estar pessoal) são ricos além de qualquer discrição. O título da Rainha de “a mulher mais rica do mundo” dificilmente conta a história e assim não admira que o Príncipe Phillip chame os Windors de ‘a firma da família”.  Eles têm herdado a riqueza acumulada dos ancestrais da “Nobreza Negra” da Rainha em terra, casas, tesouros de arte e jóias.  Algumas delas são propriedade da Rainha e outras do “Estado” que, como resultado, ela pode passar sem ser tributada para a próxima geração da família dela. A propriedade do Estado significa propriedade da Nobreza Negra que controla o Estado.

Isto é apenas alguns dos botins dos Windsor: A Rainha tem mais de 300 residências, incluindo castelos e palácios como o Palácio de Buckingham, o castelo de Windsor, o Palácio de Kensington (onde Diana viveu), o Palácio St James, (a base em Londres do Príncipe Charles), a Casa Holyrood em Edinburgh, Castelo Balmoral na Escócia e Sandringham em Norfolk onde Diana conheceu o Príncipe Charles. Ela possui o Ducado de Lancaster com aproximadamente 40.000 acres de terra, a maioria agricultáveis, mas incluindo principais sítios de desenvolvimento de enorme valor.

Em 1988 o Parlamento aprovou uma lei para permitir que ela desenvolvesse e vendesse algumas de suas terras ao redor de Strand, em Londres. Como muito de sua riqueza, os conteúdos do Ducado de Lancaster foram roubados, neste caso de Simon de Montfort junior pelo filho de Henry III depois que dos esforços de Montfort para estabelecer um parlamento forte foram derrotados em 1265. Se você der uma olhada nos registros provavelmente descobrirá que os Monfort roubaram isso de alguém mais. Os Windsor possuem um outro ducado, aquele da Cornuália, administrado pelo Príncipe Charles.

Esse também tem 44.000 acres o que também inclui parcelas nas partes mais caras de Londres. A Rainha também comprou ou herdou a maior coleção particular mundial de jóias. O diamante Koh-i-noor , então o maior do mundo, foi presenteado à Rainha Vitória depois que a Companhia das Índias Ocidentais tinha derrotado o Marajá de Punjab em 1851. O Diamante Cullinen foi uma oferta de paz à realeza bhritãnica depois da Guerra Boer na África do Sul que foi engendrada por Cecil Rhodes, Alfred Milner, od Rothschilds e a Mesa Redonda.

Outros presentes vieram dos sheiques do petróleo árabe e vários chefes de Estado. Mais de 7.000 pinturas e 20.000 desenhos de velhos mestres pertencem à coleção Real que a Rainha controla. Ela particularmente possui uma vasta coleção de outros trabalhos e tudo isso será passado a linhagem Windsor quando ela morrer, a menos que a nação acorde e ponha um fim na monarquia.

Ninguém sabe o que realmente os Windsor possuem porque é proibido ao parlamento até mesmo discutir o fato que a Rainha mantém sua riqueza particular secreta. Tal segredo é vital para evitar a afronta a seus ”súditos”  e permite que ela use seu privilégio para “comerciar internamente”, uma prática que é ilegal. O comércio interno é estar em uma posição para ouvir informação privilegiada que pode ser usada para cometer um assassinato financeiro  e então usar o conhecimento para fazer exatamente isso.

A Rainha com seu colossal  portfólio de investimentos globais, está na posição perfeita para obter ganhos ilimitados. Ela é constantemente mantida informada por meio de encontros com primeiro- ministros, ministros, funcionários, inteligência britânica e outras fontes, de acontecimentos secretos no mundo. Ela sabe através destes canais e de outros, onde estão os melhores e os piores investimentos e através de sua rede secreta ela pode assegurar que o mais eficaz uso financeiro seja feito com esta informação. Foi exposto em 1977 que o Banco da Inglaterra, uma criação da Nobreza Negra, tinha estabelecido uma companhia chamada Bank of England Nominees Ltd (BOEN), para esconder os investimentos da Rainha.  

A linhagem Windsor havia tido um relacionamento particularmente lucrativo com o City of London desde o reinado de Edward VII, o filho da Rainha Victoria. O Principal conselheiro financeirode Edward era Ernest Cassel, o banqueiro da Nobreza Negra. A filha e herdeira de Cassel, Edwina, casar-se-ia com Lord Louis Mountbatten, da maior influência sobre os Príncipes Philip e Charles.

Edward VII, um proeminente maçom, também era próximo dos Rothschilds, dos Sassoons (um ramo da linhagem Rothschild), e dos clones  americanos Payseur-Rothschild, Morgan e Harriman. Outros nomes financeiros com longas associações reais são Barings e Morgan Grenfell.

O conselheiro financeiro particular de George VI, o pai da Rainha Elizabeth, era Sir Edward Peacock do Barings Bank e do Bank of England. O Rei recompensou Peacock com uma Grã Cruz da Ordem Real Vitoriana, então o aconselhamento foi muito lucrativo.  George VI também fez Lord Cromer seu Lord Chamberlain, o mais alto posto na Casa Real. Cromer uma vez foi diretor de Barings.

Pesquisadores como Philip Beresford, o autor de The Book Of The British Rich, diz que a Rainha Elizabeth investe nas maiores corporações, tais como Rio Tinto (antes Rio Tinto Zinc or RTZ), Royal Dutch Shell, ICI e General Electric. Isto faz sentido porque todas elas são pilares da Nobreza Negra. A Rainha parece ter investimentos substanciais na Rio Tinto, a maior companhia de mineração do mundo.

Rio Tinto foi criada em 1873 por Hugh Matheson da operação global de comércio de drogas chamada Jardine Matheson. Rio Tinto estava no início no petróleo do Mar do Norte juntamente com a Texaco, usando as refinarias da BP nas quais se acredita que a Rainha tenha maiores investimentos. A Rainha teria lucros enormes a cada ponto da operação e ela deve ter conhecimento interno do potencial do Mar do Norte.

Talvez o mais flagrante conflito de interesses a ser identificado foi o envolvimento da Rio Tinto em um cartel formado em 1971 para fixar o preço do urânio. Um grande júri federal e o Comitê das Relações Estrangeiras do Senado dos EUA presidido por  Frank Church, expôs a coisa. Ele também incluía uma companhia chamada Mary Kathleen Uranium of Australia. Esta  companhia tinha estado secretamente enorajando os aborígenes a ocuparem as terras de urânio na Austrália para retira-las da produção e aumentar o preço no mercado mundial.

A escassez de urânio manufaturado teve um sério efeito sobre a companhia americana Westinghouse que moveu ação legal contra a Rio Tinto pelo aparelhamento de preços. Uma corte americana ordenou que os funcionários da Rio Tinto respondessem as perguntas, mas isto foi extinto pelos Lordes Legais britânicos [Nobreza Negra e seus clones]. O governo australiano aprovou uma legislação com o mesmo efeito. Ito foi depois que o Primeiro Ministro australiano, Gough Whitlam, tinha sido demitido de sua função pelo Governador Geral da Austália [da Rainha], Sir John Kerr. Whitlam estava buscando uma política de comprar cartéis de mineração e matéria prima, como Rio Tinto e Anglo-American, para Pará-los de rapinar a base de recursos da Austrália, enquanto nada davam em retorno. (VN:  Austrália e Canadá realmente acreditam serem países livres, governados pelo povo. Agora sabemos desde que a Rainha pode se livrar de alguém eleito  pelo povo, se assim o desejar, estes países não são independentes nem livres. Eles são da monarquia.)

A Rainha, com enormes investimentos em ambas companhias, removeu Whitlam usando alguns de seus “poderes prerrogativos” de amplo alcance que ela pode instigar quando necessário. Hoje em dia a Rainha não tem poder? Certo. Parte da fraude é encorajar as pessoas a acreditarem que ela não tem poder enquanto dão a ela poderes surpreendentes que devem responder quando surge a necessidade como uma ação de emergência  da Irmandade.

Sir John Kerr, um ex agente operacional de alto nível da inteligência britânica, um braço da Nobreza Negra, foi feito membro do Conselho Privado e da Ordem Real Vitoriana  pelos seus serviços leais e muito lucrativos ao portfólio da Rainha. Ele  mais tarde foi assassinado, contudo, quando havia o perigo da verdade vir à tona sobre a remoção de Gough Whitlam.

 

A Rainha tem investimentos maciços na América e muitos deles estão relacionados ao fundo da Virginia Company sob James I e Sir Francis Bacon que ambicionaram estas terras desde o início. A Coroa Britânica ainda possui a América [possivelmente em benefício do Vaticano] e, com a Irmandade baseada em Londres, a Rainha desfruta de uma incrível receita vinda de matérias primas (VN:  A Rainha está para o urânio como DeBeers está para os diamante, esse é o porquê eles desejam guerras nucleares, assim ela faz mais dinheiro…) e outros lucros gerados pelos EUA (a Virginia Company).

Em 1966 dois congressistas americanos descreveram no registro congressional como a Rainha possuía uma da maiores plantações do mundo em Scott, Mississipi, perto da fronteira com o Arkansas, chamada  Delta and Pine Land Company. Naquele tempo ela valia 44.5 milhões de dólares ainda que pagasse a suas centenas de trabalhadores negros uma insignificância. Um fato a ser citado também,  o Delta [triângulo ou pirâmide] é um maior símbolo e este é i porquê a força militar de elite dos EUA é chamada Delta Força.

A coleção de pornografia na Livraria do Congresso é conhecida como Coleção Delta (VN: dizer que eles eram pervertido, viciados e sem alma e este é o porquê eles falharão em seus esforços] e Delta, ou Tríade é apresentado em centenas de logos de negócios americanos, inclusive Delta Airlines. Não por coincidência Delta também é o símbolo da Arco Maçonaria Livre Real. Este é o motivo pelo qual a operação chinesa de crime organizado, as Tríades [triângulo] recebem estes nomes e um grupo de elite se intitula Comissão Trilateral. Quando  Adnan Khashoggi,  o notório comerciante global de armas, abriu seu ramo na América ele o chamou Tríade América. Khashoggi, um parente dos Fayeds, é um associado de George Bush, que é um amigo íntimo da Rainha Queen Elizabeth e do Príncipe Philip.

De 1968 a Delta e Pine Company da Rainha atraiu subsídios do governo dos EUA de 1.5 milhão de dólares. (VN:  acabei de descobrir que a Delta and Pine Co. tinha penalidades por suborno e agora faz parte da Monsanto. Então a questão é, “ela recebeu ações da Monsanto em troca pela Delta & Pine co?” Ela está com os Gates?) 

O Senador McIntyre disse no Congresso em 16 de abril de 1970 que o governo tinha “pago à Rainha 120.000 dólares para não plantar algodão na fazenda de sua propriedade no Mississipi” A revista The New Yorker também relatou que a Rainha é a maior proprietária da propriedade “favela” na cidade de New York e suas explorações incluem o distrito de teatros, a 42nd. Street  (VN:  isso surpreende alguém que compreenda o quanto não sabemos e o quão invasivo é o furto de nossos impostos que têm ido para estas elites. Estou atônito e desgostoso. As coisas mudarão e isso é certo. A Rainha também possui a maior propriedade particular no Colorado que inclui as terras sob o Aeroporto de Denver… hum…].

É reconhecido que entre 3.000 a 5.000 famílias possuem e controlam a economia mundial,  mas o número de pessoas no núcleo do controle é muitíssimo menor: relativamente um punhado. Definitivamente os Windsors estão entre esta elite do núcleo. (VN:  Com estes poucos, podemos manejar isso e cuidar do problema, absolutamente sem dúvida sobre isso e o fazer globalmente, sim, e estou muito mais encorajado do que desde que isso tudo começou). Este cartel da Irmandade controla cada e todo aspecto da rede econômica global, os bancos, as companhias de seguro, matérias primas, transportes, fábricas, produtos acabados e maiores grupos varejistas [ o mercado aparelhando todo o resto], os mercados de ações e materiais, governos, mídia, agências de inteligência e assim por diante.   

Isto é coordenado por meio de sociedades secretas e um de seus mais importantes veículos é a operação City of London-Casa de Windsor , chamada Club of the Isles. Este foi o nome dado pelo Rei Edward VII, o filho da Rainha Vitória que foi o primeiro a receber o título de Príncipe de Isles. Hoje o título é do Príncipe Charles. Edward esteve pesadamente envolvido com os barões da Nobreza Negra do distrito financeiro londrino de Square Mile.  E os ajudou a arquitetar a Guerra da Criméia, a guerra Rússia-Japão, as preparações para a primeira guerra mundial e a Guerra do Ópio com a China.

Através da organização central do Club of the Isles vem uma rede fantástica de diretorados interligados que aparentemente são companhias “independentes” em uma rede de controle e agenda comuns. Alguns desta teia incluem:

•         O Banco da Inglaterra

•         Corporação Anglo-Americana da África do Sul

•         Rio Tinto

•         Minorco Minerals and Resources Corp

•         De Beers Consolidated Mines e De Beers Centenary AG

•         N.M. Rothchild Bank

•         Barclays Bank

•         Lloyds Bank

•         Lloyds Insurance Market

•         Midland Bank

•         National Westminster Bank

•         Barings Bank

•         Schroders Bank

•         Standard Chartered Bank

•         Hambros Bank

•         S. G. Warburg

•         Toronto Dominion Bank

•         Johnson Matthey

•         Klienwort Benson Group

•         Lazard Brothers

•         Lonrho

•         J. P. Morgan and Co

•         Morgan Grenfell Group

•         British Petroleum

•         Shell and Royal Dutch Petroleum

•         Cadbury-Schweppes

•         BAT Industries

•         Assicurazioni Generali SpA, (Venice) Italy

•         Courtaulds

•         General Electric  (VN:  lembre-se que esta foi a companhia que estava indo nos envenenar com a lâmpadas de mercúrio? Ela faz parte do plano de depopulação? Penso que sim)

•         Cazeenove and Co

•         Grand Metropolitan

•         Hanson plc

•         HSBS Holdings (Hong Kong and Shanghai Bank)

•         Imperial Chemical Industries

•         Inchscape plc Inco Ltd

•         ING Group

•         Jardine Matheson

•         Peninsular and Oriental Steam Navigation Co (P & 0)

•         Pilkington Glass

•         Reuters Holdings

•         Glaxo Wellcome

SmithKline Beecham  (VN: Hmmm, As companhias farmacêuticas estão contaminando nossas vacinas que são obrigatórias)

•         Unilever and Unilever NV

•         Vickers plc

E isso é apenas umas poucas delas! Cada uma destas corporações tem escalonadas listas de subsidiárias seguindo página após página. Lonrho sozinha ao tempo em que escrevo tem 640 subsidiárias.

Estas operações domiciliadas em Londres se conectam com aquelas em outros países desenvolvidos e em desenvolvimento dando aos cartéis Nobreza Negra-Windsor o controle sobre os bancos mundiais e os minerais, energia e produção de alimentos. Uma das companhias da Nobreza Negra nos EUA é a Archer Daniels Midland, chefiada pelos Bilderberger, Dwayne Andreas, um dos principais sustentadores financeiros do político americano profundamente corrupto, Bob Dole, que tão mansamente se “opôs” a escolha da Irmandade,  Bill Clinton, na eleição presidencial de 1996.

A Nobreza Negra tem feito da cidade de Londres o centro financeiro mundial desde sua chegada em massa com William de Orange. Hoje este centro é o lar de mais de um quarto do cambio mundial e a London Stock Exchange lista mais companhias estrangeiras do que qualquer outra. 90% do comércio de câmbio da Europa é manuseado pelo City e ele é o maior emitidor de Eurobonds.

 

O principal mercado de futuros na Europa tem sua base em Londres como também London Metal Exchange, International Financial Petroleum Exchange e London Commodity Exchange. Aprendi através de contactos na América que é por meio de organizações como London Metal Exchange que os lucros da  Virginia Company (EUA) são canalizados de volta a Londres. A cidade é o centro para a marinha internacional, aviação e seguro e resseguro comerciais.

O City domina o gerenciamento do fundo mundial para instituições e governos estrangeiros e todas estas operações do City tem maçons em posições proeminentes. Mais de 500 bancos estrangeiros têm escritórios em Londres e em 1993 os bancos baseados no Reino Unido respondiam por 16% dos empréstimos mundiais, uma estatística perplexante para estas pequenas ilhas. Os diretorados interligados entre estes bancos e os negócios são simplesmente de tirar o fôlego.

Imagine o poder que você tem para controlar eventos quando você controla todas estas companhias e governos tomando decisões que afetem estas companhias. Acrescente o controle da mídia via organizações como BBC, agência de notícias Reuters, Hollinger Inc., Thomson, News Corporation, Pearson, Reed Elsevier, The Washington Post, New York Times, NBC, CBS, ABC, etc, etc… e você controla o mundo. Mais do que isso, as pessoas não sabem o que está acontecendo e portanto você pode continuar indefinidamente sem desafio ou exposição. (VN:  para mudar agora, faça isso seguir viral, ele está tão certo)

Um dos bancos íntimos da Rainha é o Hambros plc, uma fortaleza da Nobreza Negra baseado em Tower Hill, Londres. Joseph Hambro foi um banqueiro para os reis da Dinamarca, Noruega e Suécia e fez muitos negócios com os Rothschilds. Seu filho, Carl Joachim Hambro, mudou-se de Copenhagen para Londres em 1839 e quatro anos mais tarde o Parlamento aprovou uma legislação para fazer do Hambros um banco britânico. Como os Rothschilds, a família Hambros fez grande parte de sua fortuna financiando guerras e, novamente como os Rothschilds, tornaram-se pesadamente envolvidos na inteligência britânica.

J. H. ‘Jack’ Hambro, o chefe da firma em 1933, dirigiu a Corporação do Reino Unido, a operação de guerra econômica da inteligência britânica durante a primeira guerra mundial. Seu filho, Sir Charles Hambro, foi o diretor de Operações Executivas Especiais [SOE] durante a segunda guerra mundial enquanto Victor Rothschild também estava manipulando os eventos dentro da rede da inteligência britânica. Foi o SOE que formou a companhia agora conhecida como Hollinger Inc., o gigante da mídia chefiado por Conrad Black, o filho do agente da SOE que ajudou a criar isso.

O filho de Sir Charles Hambro, Lord Hambro, agora dirige a firma. Seu currículo inclui a presidência da Guardian Royal Exchange Insurance; Peninsular and Oriental Steam Navigation Company, diretor da operação de comércio de drogas durante as Guerras do Ópio agora conhecida como P & 0; diretor do San Paolo Bank Holdings; e tesoureiro sênior do Partido Conservador.

Também na diretoria da Hambros Board estão Sir Chippendale Keswick da infame família do comércio de drogas que também é ligada aos De Beers, Anglo-American e Banco da Inglaterra entre muitos outros; o diretor da  Hambros, Lord Kingsdowne, tem um currículo que inclui  Glaxo Wellcome, Banco da Inglaterra, Banco National Westminster, Redland plc, Foreign and Colonial Investment Trust, Conselho Econômico Nacional de Investgimento, Fundação Ditchley, um círculo da Irmandade que se interliga com outros como o Grupo  Bilderberg.

Também entre os diretores do Hambro estão Lord Halifax e John Clay, um diretor do grupo de mídia Guardian que afirma ser “anti-estabelecimento” enquanto faz parte da rede. Na década de 1970 um diretor do Hambros foi Lord Carrington, íntimo associado de Henry Kissinger e presidente do Grupo Bildreberg a partir de 1991. Foi durante os anos de 1970 que os Hambros tinham uma aposta significativa em um banco chamado Banco Privata que esteve envolvido no escândalo da maçonaria P2 e estava ligado ao banco no centro do escândalo, o Banco Ambrosiano.  O coordenador desta fraude foi Michael Sindona, o principal acionista do Banco Privata e outra de suas companhias de exporação, La Centrale Finanzaria, tinha Jocelyn Hambro e Evelyn de Rothschild na diretoria. A rede financeira de Sidona estava financiando o P2 e sangrando enormes somas do Banco do Vaticano. Por sua vez, o P2 estava financiando e organizando o terrorismo na Itália, inclusive a bomba que matou 85 pessoas na estação ferroviária de Bolonha.  

A exposição do P2 foi seguida pelo assassinato, de acordo com o ritual maçônico, do chefe do Banco Ambrosiano, Roberto Calvi sob a Ponte de  Blackfriars em Londres ao longo do distrito financeiro. Aposto que o clã Hambro ficou tão aliviado que não foi nem capaz de falar. Sidona mais tarde disse que os maçons da América do Sul cometeram o assassinato. Cada parte da rede sub-contrata seus assassinatos de um ourto ramo para tornar difícil o estabelecimento da verdade.

A operação Hambros, como todas as outras, “fede tão alto” que precisaria de todo suprimento mundial de desodorantes para suprimir o fedor. Mas poupe o seu mais poderoso desedorizador de ar para a Rainha e a Casa de  Windsor. Eles estão ligados a todos intitulados criminosos que estão saqueando o planeta e causando morte, destruição e miséria pelo mundo. E observe isso: se você é britânico está pagando a eles para fazerem isso!

Os Windsors são conhecidamente parte desta teia e sua face pública é uma mera fachada para ocultar a fossa da qual eles operam por trás das cenas. Este controle rola em cascata de Londres para o resto do mundo onde as linhagens sanguíneas da elite governam em benefício da agenda reptiliana.

 

Uma Negra Linhagem Sanguínea Nobre – O Poder Winsor e seus Amigos Nazistas

  at 01:05 Posted by Vatic Master

http://vaticproject.blogspot.com.br/2011/10/black-nobility-bloodline-part-iii.html

Vatic Note:  Toda vez que começo a acreditar que sei muito, encontro algo como isso e entendo que estou tão ignorante quanto estive. Quando garoto eu era ignorante sobre esta família. Acredito que o mundo era ignorante sobre eles exceto aqueles que foram perseguidos por eles.

Estes dois assuntos me educaram não apenas quanto a Rainha mas quanto a estrutura de poder aqui na América e o quanto isto é ligado á Coroa. Eu não tinha idéia de como isto era intenso até isso. A  traição é palpável e além da dúvida. Pensamos que nossos líderes, eram como nós, americanos leais e guiados pelos valores americanos; bem, este é um outro lugar no qual eu estava errado. Tenho aprendido diferentemente desde o 11 de setembro, apenas não compreendia o quão ligados os nossos oficiais eleitos estavam com a Realeza britânica, que são ocultos e satanistas e khazars também. 

Por favor, leia completamente, vale cada minuto que você leva para ler. Obrigado. Oh, a propósito, depois que ler lembre-se que Obama está relacionado a Bush como o está Cheney. Não sei sobre Biden. Isto tem muito a ver como foi fácil para Obama sair da obscuridade e ir para a presidência. Este fato também pode estar ligado a ser um grande segredo seu certificado de nascimento.

 

O Poder  Windsor

A família real britânica sempre tem tido laços íntimos com a maçonaria e suas próprias ordens como Cavaleiros de Garter, a Ordem do Cardo e a Ordem Real Vitoriana que se interligam às redes maçônicas. Então, com certeza, assim o faz a Ordem de São João de Jerusalém [Cavaleiros de Malta]. A expansão da maçonaria na Inglaterra no século XVIII coincidiu  com a chegada da dinastia germânica Hanoveriana. O atual Grão Mestre da Grande Loja Inglesa na Rua Great Queen (Semiramis/Isis) em Londres é o primo da Rainha, o Duque de Kent. O Príncipe Phillip foi iniciado na Loja da Marinha número 2612 em 5 de dezembro de 1952. Seu sogro, o pai da Rainha e marido da rainha-mãe, George VI, foi um ardente maçom, bem como outros monarcas como Edward VII. A Rainha é a grande patrona da maçonaria. Ela é servida por 390 membros do chamado Conselho Privado que se conecta com seus equivalentes nos países da Comunidade Britânica.  Isto está legalmente acima do Parlamento por causa de seus poderes prerrogativos. Seus membros, que são indicados para toda vida, incluem os Príncipes Phillip e Charles, o Arcebispo de Canterbury e o Primeiro Ministro.  Nove encontros oficiais são realizados a cada ano e os ministros do governo ficam em atenção enquanto é dito á Rainha que medidas de governo eles estão pedindo que sejam aprovadas.  Este Conselho Privado dos políticos do círculo interno, cortesãos e servidores públicos tem que se curvar á Rainha e apertar a mão dela antes de ficar de pé em linha e jurarem conduzir seus negócios no mais completo segredo.

Um outro veículo dos Windsors e da Nobreza Negra para manipulação global são os Agentes da Coroa. Esta organização foi formada em 1833 quanto ”Agentes da Coroa para as Colônias” dirigiam a administração dia-a-dia no Império e serviam como banqueiros privados para funcionários do governo, autoridades coloniais e chefes de Estado. Isto também fornecia uma ampla variedade de bens, inclusive armas. Dado os métodos e a base do Império Britânico, eles certamente estariam envolvidos no mercado de drogas. Os Agentes da Coroa têm uma longa história de envolvimento com o crime organizado e opera embarques encobertos de armas para a África que são usados para causar guerras genocidas.

Esta foi e é uma Agência da Coroa trabalhando para o monarca  e ainda tinha sua dívida inteira garantida pelo governo britânico. Na década de 1970 ela foi afiançada pelo Banco da Inglaterra em um resgate custando centenas de milhões de libras. Pro muitos anos ela gerenciou a riqueza pessoal do Sultão de Brunei, um amigo pessoal da Rainha e custeador de muitos projetos dos Príncipes Phillip e Charles e de George Bush. O sultão também é um apoiador financeiro não oficial de operações de inteligência americanas e britânicas e um homem que ele financiou a operação foi Mohamed Al Fayed, pai de Dodi [ namorado da princesa Diana].

Os Agentes da Coroa foram “privatizados” em 1996 com o nome Agentes da Coroa para Governos e Administrações Além Mar Ltd. A “privatização” é a palavra da Irmandade para transferir o poder da Nobreza Negra via agência do governo para a propriedade direta da Nobreza Negra.

Os novos Agentes da Coroa agem como uma companhia de exploração para uma longa lista de companhias e iniciativas e continua como uma vital roda dentada na rede pelo mundo. Seu presidente,  David H. Probert, é o antigo diretor da fabricante britânica de armas, Birmingham Small Arms Ltd, e um diretor é F. Cassell um companheiro de Bath [um título concedido pela Rainha] e ex diretor executivo do FMI e Banco Mundial para a Grã Bretanha.

A Fundação Agentes da Coroa, que mantém capital de ações em confiança, é chefiada por Sir David Rowe-Ham, Cavaleiro da Grã Cruz do Império Britânico. Este truste inclui o Banco Barclays, Banco Standard and Chartered, Unilever, Tate and Lyle, Securicor (um operador global de “serviços de segurança”), Telecom britânica, o Fórum dos Líderes de Negócios de Gales [chefiado pelo Príncipe Charles] e a Fundação Aga Khan. Sempre os mesmos camaradas.

Os Agentes da Coroa gerenciam os serviços aduaneiros de Moçambique e, através de uma companhia chamada Europe SA, está a cargo de todos os contratos públicos de construção econômica da Bósnia… sim, Bósnia. Eles também estão envolvidos em uma iniciativa conjunta com uma companhia com sede em Mônaco, a ES-KO, para fornecer toda a comida para as forças de paz da ONU em Angola e Bósnia. Quanto mais guerra e conflito, mais dinheiro os Agentes da Coroa tem o potencial de fazer.

Uma parte importante da rede de união Windsor-Nobreza Negra- City de Londres são as chamadas ‘City Livery Companies’. Elas alegam representar os vários grupos de mercadores, como os fabricantes de armas, papelarias e fabricantes de jornais, ourives e similares. De fato eles são sociedades secretas fundamentais no controle das instituições da cidade e além. Em 1350, no amanhecer da praga conhecida como Peste Negra, o governo da cidade foi passado dos conselhos de enfermaria para as City Livery Companies.

Os Templários ainda estavam muito ativos por trás da cenas e o poder parecia estar concentrado na Guilda Maçonica. Esta rede se liga com seus derivados pelo mundo. Em 1979, o ano em que Margaret Thatcher tornou-se Primeira Ministra britânica, a Honorável Companhia de Homens Livres da Cidade de Londres da América do Norte começou a realizar encontros em New York e Toronto, e em 21 de outubro de 1991 a Associação de Homens Livres da Cidade de Londres em Hong Kong foi fundada e todos os seus membros pareciam ser arquitetos [maçons livres].

O falecido autor,  Peter Jones, pesquisdou algumas das Livery Companies na década de 1990 para seu livro, A Obediência da Austrália,  que expôs a manipulação que levou a remoção pela Rainha do Primeiro Ministro australiano, Gough Whitlam.

Um outro nome que aparece em muitas destas companhias Livery é McAlpine, a família da construção, com tendências satanísticas. Estes grupos se ligam à rede maçônica. Há mais maçons por metro quadrado no centro financeiro londrino de Square Mile do que em qualquer outro lugar do planeta Terra. O Banco da Inglaterra tem suas próprias lojas maçônicas [loja número 263], e assim outros 50 bancos como o Lloyds (Black Horse of Lombard Street Lodge, No 4155),e há a elite da Loja Guildhall, baseada em Mansion House desde 1905. A Mansion House é a residência oficial do Lorde Prefeito de Londres [maçom] e mais de 60 prefeitos têm sido Mestres da Loja. Olhe o símbolo do Lloyd, o cavalo negro [sol negro] da Loja da Rua Lombardy. Lombardy era um feudo financeiro da Nobreza Negra veneziana/fenícia.

Os Windsors são parte da rede reptiliana de manipuladores políticos e financeiros, satanistas e assassinos rituais de crianças. Reconhecidamente. A rede tem entre seus números, via as incontáveis sociedades secretas, proeminentes juízes, policiais, políticos, homens de negócios, principais servidores públicos,  proprietários da mídia e editores. Sob estes reis e generais da rede vêm  os oficiais e soldados a pé que não têm idéia da escala da agenda na qual estão envolvidos.

•         Se a Irmandade deseja que alguém seja incriminado, processado ou assassinado, isso acontece.

•         Se eles querem que algum dos seus seja protegido de ser processado, isso acontece.

•         Se eles querem que seja aprovada uma proposta controvertida como uma nova estrada, um edifício ou mudança na lei, eles se asseguram que seus camaradas sejam indicados chefe do “inquérito” oficial para tomar a decisão que eles querem. 

Esta rede seleciona os primeiro ministros através de sua manipulação de todos partidos políticos e indica os principais oficiais do governo. As redes da Nobreza Negra fazem o mesmo em seus países incluindo, não especialmente, os EUA.

Veja  … ”And the Truth Shall Set You Free “ de David Icke para detalhes sobre isso..

Os Amigos dos Windsors

Você pode falar muito sobre as atitudes e motivações das pessoas pela companhia que elas escolhem manter e honrar. É raro que a Rainha confira títulos de “Cavaleiro” para pessoas de fora da Comunidade Britânica e aqueles que ela tem escolhido como “Cavaleiros Honorários” são na verdade como um encontro de negócios dos agentes operacionais da Irmandade.  Os títulos trazem a palavra “Honorário” porque a Constituição americana proíbe a aceitação de títulos do monarca de um país estrangeiro sem a permissão do Congresso.  Muito poucas destas honras são concedida porque, como o expressou um funcionário britânico: “Ninguém deve rebaixar a moeda”; imagine o que você pensa dos seguintes nomes rebaixando a moeda:                                                                             

Henry Kissinger, o satanista, assassino ritual de crianças e assassino em massa foi feito Cavaleiro Comandante da Ordem de São Miguel e São Jorge em uma cerimônia no Castelo de Windsor. (VN: isto mencionado acima, por si só, deveria resultar na sua prisão, contudo, acrescente ainda sua alta traição por fazer conluio com a Coroa contra seu próprio país. Ele deve perder tudo o que possui, porque esta seria a única coisa de impacto sobre ele porque ele não tem alma).   Esta condecoração geralmente é conferida aos principais diplomatas britânicos e isso é muito apropriado porque Kissinger sempre serviu á Nobreza Negra em Londres.  Isto inclui o tempo em que ele quando Secretário de Estado dos EUA e Conselheiro de Segurança Nacional manipulou o caso Watergate para remover Richard Nixon e substitui-lo pelo satanista e violentador e abusador de crianças Gerald Ford e seu vice presidente e Nelson Rockefeller (veja .. And The Truth Shall Set You Free).

O associado de Kissinger, Brent Scowcroft, um executivo de Kissinger Associates e principal conselheiro de George Bush, foi feito um Cavaleiro Honorário do Império Britânico pela Rainha. Assim o foi Casper Weinberger, um outro clone de Bush, que esteve envolvido no escândalo drogas-por-armas do Irã-Contra. O próprio George Bush, um pedófilo, assassino ritual de crianças, assassino em massa e satanista é um amigo muito íntimo dos Windsors. A Rainha conferiu a ele o título de Cavaleiro Honorário Grã Cruz da Ordem de Bath, como ela o fez com o leitor de roteiros e violentador de escravas de controle mental, Ronald Reagan, ele próprio um produto de controle mental. Esta é a mais alta regalia possível de ser conferida a alguém fora da Comunidade Britânica.

A Ordem de Bath soa como um título tolo a menos que você compreenda o simbolismo. A ressurreição bath da alquimia simboliza renascimento, purificação ou absolvição. O título Bath era dados os maçônicos “Cavaleiros do Bath” antes que eles realizassem horrorosos deveres, daí o nome banho de sangue [blood bath]. George Bush e a Rainha se dão tão bem porque ambos são de sangue reptiliano europeu real e aristocrático. Ambos são “camaleões”.  

George e sua esposa, Barbara Pierce Bush (de Merrill, Lynch, Fenner e Smith), são descendentes da mesma família Pierce da Inglaterra do presidente americano Franklin Pierce. A família Pierce é, de fato, a poderosa família aristocrática da Inglaterra – Percy – que mudou seu nome para Pierce e alguns deles emigraram para a América quando tornou-se conhecido o envolvimento deles no fracassado complô da pólvora que tentou explodir o Parlamento. Uma das casas Percy onde foi planejado o complô era chamada de Casa Sion. (VN:  Lembre-se que a apenas algumas semanas atrás Barbara claramente declarou que Bush é um khazar.  Eu ouvi e vocês também devem ter ouvido.)

Outros parentes de Bush incluem as famílias Grosvenor da Inglaterra e América e a família Taft de Ohio. Os Grosvenor ingleses são os Duques de Westminster que possuem as principais propriedades no Cidade de Londres, os quarteirões financeiros da Nobreza Negra. Os Grosvenor da América fundaram o National Geographic que é notório pela remoção de tesouros arqueológicos do mundo, especialmente aqueles de importância religiosa, e realoca-los no Instituto Smithsoniano em Washington DC. O Instituto é controlado pelos primos dos Grosvenor, os Smithsons, que também descendem dos Percy.   (VN:  Aaaah, imaginei quem ordenou aos militares para furtarem artefatos de museu de uma das mais velhas nações no planeta. Eu imaginava onde eles foram e agora sabemos! Raciocínio dedutivo).

A ancestralidade de George Bush também pode ser rastreada ao Rei da Inglaterra Alfredo O Grande e a Carlos Magno, o celebrado monarca que serviu a agenda da Irmandade na França nos séculos 8 e 9. A mesma linha genealógica pode ser traçada a outros presidentes dos EUA e portanto, são relacionados a   Bush.

A Rainha foi mais grata a Bush e outros amigos que manipularam e “venceram” a Guerra do Golfo. O comandante militar, Norman Schwarzkopf, que foi enganado até os dentes sobre as causas da Síndrome da Guerra do Golfo, e Colin [Cohn ou Colon] Powell, o presidente da Irmandade para a Junta de Chefes de Staff, ambos foram premiados por sua mais graciosa majestade, com o título de Cavaleiro Honorário do Império Britânico.  Douglas Fairbanks, o ator e instrumento dos militares britânicos e americanos, foi ajudante de campo do satanista e facista Lord Mountbatten, e foi recompensado com uma corrente de honras de cavaleiro, inclusive Cavaleiro do Império Britânico.

Um outro nome que aparece é Paul Mellon, um amigo muito íntimo da Rainha. Ela o fez Cavaleiro Honorário do Império Britânico. A ala holandesa da Nobreza Negra, através do  camarada do Príncipe Philip, o oficial da SS Príncipe Bernhard, fez Mellon um Cavaleiro da Ordem de Orange Nassau.  O título é em honra de Guilherme [William] de Orange e a sociedade secreta, a Ordem de Orange. Paul Mellon é uma figura central no controle baseado em Londres dos EUA por uma outra rede incrível de famílias, incluindo os Rockefellers, Harrimans, Bushes, Kennedys e Morgans,  que é baseada em New York, Virginia (Washington) e Boston.  Isto é conhecido como Estabelecimento Leste.

A associação da família Mellon com os Windsors remonta a um longo tempo. A mães de Paul foi uma herdeira da fortuna Guiness e seu pai, Andrew Mellon, tornou-se um confidente dos Windsors quando foi o embaixador dos EUA em Londres em 1932 e 1933 [a corte de St James). Ele fio seguido por um outro  da Irmandade, Joseph Kennedy, pai de JFK. Mellon foi três vezes Secretário do Tesouro sob os presidentes Harding, Coolidge e Hoover, representando os interesses da Nobreza Negra.

Foi ele que financiou a criação do cartel do alumínio conhecido como ALCOA para controlar o preço e o suprimento de alumínio, do mesmo modo que a Irmandade tem feito com o petróleo, ouro, diamantes, drogas ad infinitum. Foi Mellon e a ALCOA que introduziram a política de colocar fluoreto na água potável para fazer dinheiro com um sub-produto da indústria de alumínio que ao mesmo tempo eles estavam lutando para se desfazer. Isto nada tem a ver com salvar os dentes. O  fluoreto era na realidade usado como veneno para ratos por 40 anos e é um supressor do intelecto.  Veja a “Rebelião dos Robôs” para o resto da história.

Andrew Mellon financiou a criação da Gulf Oil que trabalhava estreitamente com a British Petroleum (anteriormente Anglo-Persa). Uma de suas operações foi o golpe contra o primeiro ministro iraniano, Dr Mohammed Mossadegh, em 1953. Mossedagh queria parar a exploração de seu país, mas a elite anglo-americana conspirou contra ele e impôs ao povo iraniano o regime corrupto e assassino do Xá do Irã. (Scroll & Key – sociedade secreta de Yale)

 

 Uma da pessoas envolvidas no golpe foi Norman Schwarzkopf senior, o pai do comandante da Guerra do Golfo tão honrado pela Rainha. Esta história é profundamente contada em And The Truth Shall Set You Free. Andrew Mellon estava por trás dos Dawes e Jovens Planos que financiaram a máquina de guerra nazista  e causaram o colapso econômico da Alemanha que levou Adolf Hitler (um Rothschild) ao poder. (VN:  Soa familiar?)

Seu filho, Paul Mellon, foi levado a Inglaterra mas voltou aos EUA para frequentar a Universidade de Yale, lar da Sociedade Skull and Bones. Ele rompeu sua afiliação a esta e se  uniu a Scroll and Key, uma outra operação da Irmandade.

Depois de Yale, ele voltou a Inglaterra para estudar na Universidade de Cambridge onde tantos agentes operacionais da inteligência britânica são localizados e recrutados. Seus pais se divorciaram e ele foi morar com ela na Virginia, algumas 40 milhas de  Washington DC, onde você encontra nomes de condados como Loudoun e Orange. Esta área a muito tinha sido ocupada pelos representantes americanos da Nobreza Negra como os Harrimans. A Rainha e o Príncipe Phillip tem frequentemente visitado Paul Mellon em sua propriedade Rokeby Estate na Virginia e o Príncipe Charles e a Princesa Anne tem estado lá. O Príncipe Phillip se unui a Mellon para criar o Fundo Mundial para a Vida Selvagem.

O Palácio de Buckingham disse ao investigador da Executive Intelligence Review, Scott Thompson:

“Recebi ordens da Rainha para lhe agradecer por sua carta... a respeito de Mr. Paul Mellon. A Rainha conhece a muitos anos Mr. Mellon e visitou sua propriedade em Upperville, Virginia, provavelmente pela primeira vez na década de 1950.

A Rainha estava seguindo as pegadas de seu tio, o malfado apoiador dos nazistas Eduardo VIII, o Duque de Windsor que abdicou do trono em 1936 para se casar com Wallis Simpson. A irmã de Paul Mellon, Ailsa, fez parte do círculo de amigos íntimos do Duque na Virginia. Wallis Simpson, anteriormente Wallis Warfield, freqüentou a exclusiva escola Foxcroft nesta área. Um outro amigo íntimo da Rainha e dos Mellons é William Farish III.

A Rainha mantém algumas de suas éguas para cruzamento na fazenda dele em Lane, perto de Versailles, Kentucky, e ela tem sido uma visitante regular. Paul Mellon frequentemente pega seu jato particular para se unir a eles.  (VN:  Oh, você pode cheirar isso, ela quer sua colônia de volta)

William Farish III é um íntimo associado de um amigo íntimo da Rainha, George Bush. Farish veio a proeminência quando ele era o guardião do “truste cego” de Bush, o sistema no qual presidentes não são supostos saberem onde o dinheiro deles é investido enquanto no exercício do mandato. Diferente da Rainha! Mas, com certeza, isso tudo é uma vergonha e Bush fez fortuna de seus próprios investimentos enquanto estava no mandato, como o faz a Rainha.

Posso ver o porquê a Rainha e o Príncipe Phillip gostam da companhia de Farish. Seu avô, William Farish senior, foi o presidente da Standard Oil of New Jersey dos Rockefellers durante a segunda guerra mundial quando esta companhia estava fornecendo petróleo e know-how tecnológico para os nazistas e sua gigante química I. G. Farben que operava o campo de trabalho escravo em Auchwitz. De fato  Standard Oil e I. G. Farben eram basicamente a mesma companhia. Para onde você olha, os Windsors não podem evitar os nazistas, simpatizantes nazistas e apoiadores,

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O Genocídio Windsor 

*** Em linha com as séries sobre o Illuminati, isto cava mais profundo nas sub-divisões internas e esta é a chamada Nobreza Negra. A linhagem sanguínea que também é alemã. Gostaríamos de perguntar ao povo britânico qual é a probabilidade de vocês desejarem formar uma república e abandonar a monarquia. Isto salvaria o mundo se você assim o considerasse. Agradecimentos antecipados... vocês não devem abrir mão de suas armas. 

VN: Na minha mente esta é a parte 4, a pior das piores. Isto é o que os britânicos estão celebrando o Jubileu de Diamantes dos 45 anos de reinado de Elizabeth. De modo algum queremos que esta mulher e seus parentes desafiadores da produtividade tenham algo a ver com a governabilidade da nação. Já temos tido demais de nossos representantes eleitos que são relacionados a ela e tem sido um desastre para a nação. Vocês ficarão desgostosos com como o Príncipe Phillip manipula a vida selvagem  dado a sua chamada propensão para a preservação da vida selvagem... Ele é parte do Fundo Mundial para Vida Selvagem, mas espere até ler o que ele faz abaixo está em contradição direta com o suposto propósito do Fundo.

Quando você ler isso abaixo entenderá porque eu disse isso e imediatamente voltará a ver esta série em profundidade sobre esta misteriosa família de ascendência alemã/Khazariana. Como disse antes, simplesmente não tinha idéia embora eu já houvesse começado a ter lampejos quando li o que o governo britânico fez aos índios americanos... eles não eram americanos, vamos com eles muito bem...  

Foi somente o depois que os britânicos se mostraram e começou o genocídio sobre o qual você lerá abaixo. Este é o porquê podemos ser prudentes em combater até a morte esta situação. Não se esqueça dos assassinos dos rituais satânicos de crianças nativo-americana no Canadá acontecendo até mesmo nos tempos modernos por estes mesmos reais. Como eu disse, “classe” não é sobre posição, é sobre caráter e eles não tem. Continuo dizendo ”Lembre-se de  Bill Cooper".  De qualquer modo, examine tudo isso até o fim. Algumas revelações sérias aqui estão até mesmo na parte inferior.  

As numerosas intrigas e alianças anglo-holandesas na realidade nada têm a ver com os povos britânico e holandês. Se formos parar de sermos enganados temos que parar de gritar “isto é britânico”, ”isto é holandês”, “isto é alemão”, “isto é francês”, “isto são os brancos”, “são os judeus” ou até mesmo “os reptilianos”. Nem todas estas pessoas estão envolvidas, apenas certas linhagens sanguíneas e facções dentro delas.

Culpar uma raça, nação ou sistema de crença é precisamente o que a Irmandade deseja que façamos porque se os povos estão divididos entre eles mesmos eles se tornarão desunidos, belicosos ou até mesmo facções guerreiras. Divida e governe.

A manipulação vem de uma rede de linhagens sanguíneas e seus fantoches que trabalham em todos estes países e grupos enquanto mantêm o povo na ignorância. A estreita cooperação entre a Bretanha e a Holanda significa as asas britânicas e holandesas da Nobreza Negra. Este é definitivamente o caso do Príncipe Phillip, o consorte da Rainha da Inglaterra e do Príncipe  Bernhard, o consorte da Rainha Juilana da Holana até ela abdicar para sua filha, Beatrix.

Philip e Bernhard são da mesma linhagem sanguínea reptiliana e têm uma visão nazista da vida e das pessoas. Phillip e sua família mantêm conexões nazistas e Bernhard foi um membro da assassina SS de Himmler.  Ele nasceu alemão em 1912

 

 

He was born a German in 1912, o primo por lei da Princesa Victoria de Hohenzollern, a irmã do Kaiser Wilhelm. Ele foi recrutado para a inteligência nazista na Universidade de Berlim em 1934 e trabalhou para a operação SS dentro da I. G. Farben, o gigante químico que tinha estreitas ligações com a companhias similares britânicas de petróleo e Standard Oil de Rockefeller/ Farish

O pano de fundo de Bernhard causou um escândalo na Holanda quando ele se casou com a Rainha Juliana da infame Casa de Orange, e tornou-se na Holanda o equivalente do Príncipe Phillip na Inglaterra. Bernhard ajudou a fubdar o Grupo Bilderberg que oficialmente reuniu-se pela primeira vez em 1954 e em 1961 ele foi o co-fundador [como Príncipe Phillip] do Fundo Mundial para Vida Selvagem [agora Fundo Mundial Selvagem pela Natureza], fundado em parte pelos Mellons.  (VN:  leia como o Príncipe Phillip trata os animais que supostamente estaria tentando proteger; é uma piada!)

Vamos estabelecer uma coisa aqui: o Fundo Mundial Selvagem pela Natureza [WWF] não foi criado para salvar espécies em extinção. Seu registro quanto a essa frente é muito perplexante como o relatório suprimido do professor de Oxford, John Phillipson, revelou em 1989. Uns poucos meses antes do Príncipe Phillip  lançar o WWF ela estava com a Rainha em um tour real na Índia. Isto incluía uma caçada a tiros de tigres que eram atraídos por cabras amarradas para serem mortos pelo “conservacionista” Philip . Este último causou um ultrage mundial quando a história e a fotografia de Phillip de pé sobre um tigre chegou aos jornais. No mesmo tour, desta vez em Catmandu, Phillip esteve em uma caçada a tiros com Alec Douglas Hume (Lord Home), o primeiro ministro conservador, presidente do Grupo Bilderberg e da linhagem sanguínea da famílias escocesas da Irmandade.

Ian MacPhail, o primeiro diretor internacional de apelos do WWF, disse a uma equipe britânica de televisão como uma mãe elefante e seu bebê chegaram ao alcance. Phillip atirou na mãe e o bebê fugiu de terror. MacPhail disse ter ajudado a encobrir o incidente porque o WWF estava para ser lançado e ele acreditava que o Fundo viesse a beneficiar a conservação da vida selvagem. Ele mais tarde pensou diferentemente:

“…com o coração pesado devo relatar que estava errado. O rinoceronte, o elefante e o panda perderam o barco e nova Arca de Nóe navegou sem eles”.

Isto sempre tem sido mistificado ao público quando se trata de ver a contradição entre o Príncipe Phillip o fundador e força diretora por trás do WWF e Phillip o assassino de animais e aves apenas para sua diversão.  O mesmo acontece com o “conservacionista do WWF” Príncipe Charles correndo com cães de caça para despedaçar vivas as raposas. Mas não há contradição a esse ponto.  Phillip, como Bernhard, não dão a mínima para o bem estar animal. O WWF foi criado por razões muito diferentes. Ele é o veículo para o controle dos parques de vida selvagem na África e em outros lugares nos quais grupos terroristas e mercenários podem se reunir, treinar e cruzar fronteiras para levar o genocídio a lugares como Ruanda e Burundi.

O WWF coordena e custeia a matança sistemática de pessoas e animais e tem feito uma fortuna com o comércio ilegal de marfim que supostamente ele deveria impedir. Muito disso está sendo pago por meio de doações públicas daqueles que pensam  estarem apoiando a vida selvagem e coletados por levantadores de fundos em centros e cidades que acreditam na mesma coisa. Na minha opinião, a melhor contribuição que você pode dar para a proteção da vida selvagem é parar de custear o WWF.

Sir Peter Scott, o celebrado conservacionista, foi um outro fundador do WWF e em 1972 comissionou um relatório por um grande caçador, Ian Parker, sobre o comércio ilegal de presas de elefantes e chifres de rinocerontes. Parker produziu evidência que a família do presidente do Quênia, Jomo Kenyatta, estava no centro desse comércio. Ele também chamou os mais proeminentes “conservacionistas” do Quênia de caçadores furtivos. Dentro de horas de haver entregue este relatório a Scott, Parker foi preso pelo ramo especial queniano, espancado por três dias e avisado que se não calasse a boca sua esposa seria assassinada.  O relatório de Parker nunca foi publicado por Scott e pelo mesmo tempo o Príncipe Bernhard, como presidente internacional do WWF, premiou Jomo Kenyatta com a Ordem da Arca Dourada por salvar os rinocerontes.

Não preciso fazer mais do que listar alguns dos nomes do Clube 1001 do WWF para mostrar de onde realmente vem esta organização. Este é um grupo exclusivo, formado pelo Príncipe Bernhard em 1971, para levantar dinheiro para as ”atividades” do WWF.  Os membros, recrutados por convite apenas e como todas as sociedades secreta da Irmandade, dão uma grande doação anual. Aqui está um sabor da afiliação do Clube 1001 durante anos:

•         Conrad Black: agente da inteligência britânica e chefe do império da mídia Hollinger que foi originalmente formado por seu pai,  George, um agente operacional da inteligência britânica. Black é um membro do comitê diretor do Grupo Bilderberg

•         Príncipe Johannes von Thurn und Taxis (já falecido): uma  das mais proeminentes família venezianas da Nobreza Negra e Sagrado Império Romano. Íntimo associado dos Rothschilds. Seu pai, Max, fundou a Allgemeine SS de Hitler, que tinha sua sede no Castelo Regensburg da família na Bavaria, lar dos Bavaro Illuminati

•         Tibor Rosenbaum (já falecido): agente opercaional de logística do Mossad e chefe do Banco de Crédito Internacional [BCI] baseado em Genebra, o precursor do notório BCCI que foi apelidado Banco dos Canalhas e Criminosos. A revista Life expôs o banco de Rosenbaum como um lavador de dinheiro para a rede de crime organizado de Meyer Lansky baseada nos EUA e Rosenbaum também foi um sustendador da Permindex, a unidade de assassinato da inteligência britânica que esteve no centro do assassinato de John E Kennedy (veja .. And the Truth Shall Set You Free)

•         Major Louis Mortimer Bloomfield (já falecido): agente da inteligência britânica que era a frente da operação Permindex.

•         Robert Vesco: patrocinado pelo ramo suíço dos Rothschilds e parte da conexão americana com o cartel colombiano de drogas em Medelin. Mais tarde foi ouvido estar possivelmente em  Cuba.

•         Henry Keswick, presidente do Jardine Matheson, uma da maiores operações de drogas do planeta. Seu irmão, John Keswick, um apoiador do WWF, é presidente do Banco Hambros e um diretor do Banco da Inglaterra. 

•         Sir Francis de Guingand, ex chefe da Inteligência militar britânica, agora vive na África do Sul.

•         Sir Kenneth Kleinwort: um membro da família de banqueiros por trás de   Kleinwort Benson

•         King Juan Carlos da Espanha: da Nobreza Negra, fundador e presidente de honra do WWF na Espanha

•         Príncipe Henrik: Presidente do WWF-Dinamarca

•         Dr Luc Hoffman: vice-presidente do WWF Internacional e diretor da companhia farmacêutica suíça Hoffman-LaRoche

•         John H. Loudon: presidente da  Shell Oil até 1976 e chefe executivo da Royal Dutch Shell. Recebeu títulos de cavaleiro das famílias reais britânica e holandesa e sucessor de Bernhard em 1977 como Presidente Internacional do WWF.

Sim, de fato tudo isso soa como um punhado de conservacionistas, não é? Martin Palmer, um conselheiro de Philip  para assuntos ambientais, disse que o WWF é uma ”organização missionária”.  É mesmo. A primeira onda de missionários começou a destruição da África e das Américas do Sul e Central e agora a última onda, disfarçada em operações como o WWF,  estão buscando concluir o trabalho. O meio-ambiente está sendo usado como plataforma central na agenda da Irmandade e falo como alguém que viu o movimento de dentro quando fui porta-voz nacional para o Partido Verde britânico nos anos de 1980.

Para aqueles que condenam os ambientalistas como eco-fascistas devo dizer que, como todas as organizações usadas pela Irmandade, inclusive os maçons, a vasta maioria ficaria aterrorizada ao pensamento de estar fazendo parte da Agenda que estou expondo. A maioria deles são pessoas decentes, incrivelmente ingênuas e algumas vezes incrivelmente arrogantes, mas certamente não são fascistas.  Novamente esse é o núcleo manipulador que é fascista que nós não temos identificado e não o faremos gritando abuso para todo mundo que fala sobre conservação.

O mesmo é verdade sobre o chamado movimento New Age que está sendo absurdamente manipulado. Um dos heróis New Age é o Dalai Lama, uma outra figura mundial que não é o que parece ser. Nancy Nash, a ex diretora do WWF, foi transferida para se tornar a pensadora e controladora do Dalai Lama. Em And The Truth Shall Set You Free, detalho a manipulação do movimento global do meio-ambiente através de organizações como o Clube de Roma e indivíduos como o milionário canadense do petróleo Maurice Strong.

Não surpreendentemente,  Strong tem sido um membro do Clube 1001 do WWF e assim o tem sido Alexander King, o co-fundador em 1968 do Clube de Roma com Aurelio Peccei, o executivo da Fiat e número dois de Giovanni Agnelli, um dos mais importantes membros da Nobreza Negra e um membro do círculo interno do Grupo Bilderberg. Srtong tambérm é próximo ao Dalai Lama e um conselheiro de Kofi Annan, Secretário Geral da ONU.

O meio ambiente está sendo usado de muitos modos para progredir a Agenda artavés de problema-reação-solução. Se você está buscando impor soluções globais você precisa de problemas globais e o meio ambiente é perfeito para isso. Ele lhe permite aprovar leis internacionais e criar organizações globais centralizadas para policia-las. Ele lhe permite a remoção de povos nativos de suas terras ancestrais para criar parques de vida selvagem e áreas de “conservação” por todo o mundo, particularmente na África e nas Américas que então passam ao seu controle centralizado. Isso lhe dá a entrada em áreas estratégicas das quais você pode lançar “lutadores da liberdade” para iniciarem guerras civis.

As vantagens são infinitas. Acordos transnacionais como o Tratado da Biodiversidade  estão tomando o controle de grandes pedaços de terra nos EUA e em todos os lugares sob controle da ONU. A situação é a mesma como na África onde parques são administrados por agências externas sobre as quais as pessoas não têm controle. A Estratégia Global da Biodiversidade foi lançada pela União Internacional pela Conservação da Natureza [IUCN] uma organização baseada na Suiça formada por Sir Julian Huxley em 1948 com uma constituição escrita pelo Escritório do Exterior britânico. Isto se coloca no centro de uma rede que liga 68 países, 103 agências de governo e 640 organizações não governamentais. Ela trabalha com outros como o Instituto de Recursos Mundiais nos EUA criado pelos Rockfellers por  Lester Brown (CFR), e sua estratégia fio apresentada no Encontro da Terra realizado no Rio de Janeiro por…  Maurice Strong, o homem adiantado dos Windsor-Nobreza Negra, que com sua esposa, está buscando jogar o mesmo jogo com o Movimento New Age. Um de seus veículos para isso é o Dalai Lama.

O Clube de Roma foi formado pela Irmandade na propriedade dos Rockefeller na Itália e em 1968 para lançar o movimento ambiental no mundo. Todos os maiores relatos globais ambientais dizem existir uma crise ambiental e que algo deve ser feito, e eles tem sido custeados e liderados pelas mesmas pessoas que estão desmantelando a ecologia do planeta e matando a vida selvagem.   Maurice Strong é uma voz maior no  Clube de Roma.

O Canadá ainda é um país da Comunidade Britânica e age como um centro maciço para as operações dos Windsor-Nobreza Negra. Este é o porquê tantos canadenses, inclusive  Strong, Conrad Black, a família de gangsters Bronfman, e primeiro ministros como Pierre Trudeau e Brian Mulroney, estão envolvidos no jogo. Strong também faz parte da organização Rockefeller , a principal representante dos Windsor-Nobreza Negra nos EUA.

Strong serviu na Fundação Rockefeller que divide uma liderança comum com todas as outras fundações “independentes” nos EUA como Ford e Carnegie. Seu papel principal nos últimos 20 anos, contudo, tem sido a frente da manipulação do movimento do meio ambiente. Quem foi o primeiro chefe da Agência de Meio Ambiente da ONU? Maurice Strong. Quem foi o líder em 1992 no Encontro da Terra no BrasilMaurice Strong. Quem compilou o altamente influencial relato de meio ambiente chamado Nosso Futuro Comum, mais conhecido como Bruntland? O associado canadense de Maurice Strong, Jim MacNeil, um ‘conselheiro’ no Encontro da Terra no Rio. Quem compilou o documento chamado Relatório Global 2000 para o presidente, durante a administração Carter nos EUA? Cyrus Vance (CFR, TC, Bil) e outras pessoas da Irmandade. Strong é membro do infame Instituto Aspen no         Colorado formado pelo membro Bilderberg Robert O. Anderson da Atlantic Richfield Oil (ARCO). Sua companhia tem como logo uma pirâmide onde falta a última pedra. Anderson  foi um fundador do grupo ambienta Amigos da Terra, que em seu mais alto nível se liga a outros como:

•         Greenpeace

•         WWF

•         o Sierra Club

•         Survival International

•         Earth First

•         Instituto Mundial de Recursos

•         Sociedade Zoológica de Londres

•         Sociedade Geográfica Real

•         Conservação da Natureza

•         the Flora and Fauna Preservation Society

•         UNESCO

…. e muitos outros.

Estes fornecem uma outra rede de agências nacionais e internacionais através das quais organizam operações encobertas que frequentemente não têm qualquer relação com a “conservação’.  

O assalto à África e outros países em desenvolvimento pelo Príncipe Phillip e seu WWF é parte de uma operação em andamento. A Sociedade Real Geográfica que foi fundada em 1830 e recebeu uma carta real em 1859, patrocinou expedições à África do Doutor David Livingstone e Sir Richard Burton que ajudaram  a abrir o continente para a exploração e tomada pela Nobreza Negra européia.

Quando começou a invasão européia da África  ela também foi alcançada por meio de organizações autorizadas pela Coroa Britânica, incluindo a Companhia Britânica da África do Sul de Cecil Rhodes, a Companhia Britânica da África Oriental e a Companhia Britânica do Niger. A operação foi um espelho do que aconteceu na América com a Companhia da Virginia. Um dos principais luminares na Sociedade Real Geográfica no último século foi Francis Galton, fundador do movimento da eugenia [raça mestra] que continua hoje sob o nome de “controle da população”. Este é um tema favorito do Príncipe Phillip e seu amigo americano pedófilo e satanista , George Bush (veja .. And The Truth Shall Set You Free).

A Sociedade Zoológica de Londres foi criada em 1826 por Sir Stamford Raffles, o vice rei da India e fundador de Cingapura. O Príncipe Phillip é um ex presidente desta organização  que se liga com a Sociedade Zoológica de New York e Frankfurt,  dois outros maiores centros da Irmandade. As diretorias destas duas organizações e do WWF são virtualmente as mesmas.

O Sierra Club foi criado em 1892 por John Muir com custeio da linhagem sanguínea americana da família Harrimans, que também custeou o movimento eugênico de Galton. Foram os líderes do Sierra Club no Canadá que iniciaram o Greenpeace em 1971 e David Ross Brower, ex diretor executivo do  Sierra Club, foi o fundador de Amigos da Terra em 1969. Ross Brower mudou-se para a Inglaterra em 1970 com custeio dos interesses dos Rothschild, o bilionário financiador e primo Rothschild de James Goldsmith, e do dono de zoológico  John Aspinall, que, com Goldsmith, era um amigo íntimo de Lord Lucan, o conde desaparecido ainda procurado pelo assassinato da babá da família.  

Amigos da Terra alcançou seu pico de proeminência na Bretanha sob a diretoria de Jonathan Porritt, o filho do ex governador geral da Nova Zelândia, mais tarde um conselheiro do Príncipe Charles. O fundador de Amigos da Terra na França, Brice LaLonde, era um sócio em uma firma de advogados dos Rockefeller e se tornou ministro do meio ambiente para o presidente francês, maçom de alto nível e amigo dos Rothschilds, Francois Mitterrand, sob cujo “reinado” a pirâmide de vidro negro foi construída ao longo do Museu do Louvre.  

Como com o Príncipe Philip, as pessoas ficaram surpresas quando o falecido  Sir James Goldsmith se tornou um “renascido” ambientalista depois de toda uma vida de manipulação financeira e “investimento” que serviram a Agenda da Irmandade e devastaram o meio ambiente. Novamente não há contradição quando se entende o plano para o qual eles trabalham.

Goldsmith, anteriormente Goldschmidt, tinha um pai anglo-alemão e mãe francesa. Seu pai, Franck, foi amigo de Winston Churchill e se tornou um conservador. Os Goldschmidts tinham unido  forças com outros primos   Rothschild, os Bischoffsheims, para formarem uma parceria bancária que financiou o Norte na Guerra Civil americana. A família de Goldsmith fazia parte da rede financeira da Nobreza Negra na Europa e não há dúvidas qual era a fonte de “inspiração” dos Goldsmith quando eles repentinamente venderam todas as suas ações exatamente antes da enorme quebra no mercado de ações em 1987.  Ele posteriormente serviu a Irmandade ao lançar o Partido Referendum na Bretanha para seqüestrar a oposição da União anti-européia e leva-la á falência. Ele também partiu o voto conservador em matérias constituintes chave que ajudaram a escolha da Irmandade, Tony Blair, a se tornar primeiro ministro. Parte  de sua estratégia envolveu o ex tesoureiro do Partido Conservador, satanista e pedófilo, Lord McAlpine, fazer uma transferência pública para o partido de Goldsmith e mais tarde tornar-se seu líder. O irmão mais velho de Goldsmith, Edward ‘Teddy’, foundou a revista The Ecologist e tem ligações com o WWF.

Segundo relatos publicados, Teddy e James Goldsmith a muito tempo têm estreitos laços com o banqueiro de Wall Street, John Train, o irmão de Russell Train, o presidente do WWF USA. Russell Train também é o principal investidor da Fundação Africana para Vida Selvagem, e íntimo do Príncipe Philip e George Bush. John Train vem de uma família de linhagem sanguínea e seu avô foi um fundador do grupo bancário  J. P. Morgan. Ele casou-se na família veneziana Cmi e sua esposa, agora divorciada, era filha de Vittono Cmi que desempenhou um papel maior no movimento fascista italiano na década de 1930. Train tem laços profundos com a comunidade de inteligência e é um ‘lacaio’ para Bush e os Windsors.

A rede de meio ambiente é apenas uma parte da rede através da qual o Príncipe Phillip e suas operações genocidas sob o WWF podem operar e ressalto muito enfaticamente que a maioria das pessoas que trabalham e apóiam o WWF são pessoas genuínas que nem têm idéia da agenda a quem involuntariamente estão servindo. As companhias da Coroa que roubaram a África de seus povos no século XIX  geraram muitos de seus equivalentes modernos que continuam o que pessoas como Cecil Rhodes começaram.

A companhia Lonrho (Londre-Rodésia), chefiada mais famosamente pelo falecido Tiny Rowland, era uma subsidiária da Companhia  da África do Sul de Rhodes e também tem sido responsável por muito do genocídio e guerra na África que tem mantido o povo dividido e governado. Ao tempo em que escrevo, Lonrho tem 640 subsidiárias em 48 países. É o maior produtor de alimentos na África, o maior distribuidor de veículos a motor, o maior produtor de têxteis. Ela até mesmo produz 90% dos seles postais britânicos, desculpem, da Rainha.

 

Published in: on junho 21, 2013 at 7:01 pm  Deixe um comentário  

MKUltra e Controle Mental

Project MKUltra
de Wikipedia, the free encyclopedia

http://en.wikipedia.org/wiki/Project_MKULTRA

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Documentos desclassificados do MKUltra
Projeto MKUltra foi o nome código de uma operação de pesquisa encoberta do governo dos EUA experimentando na engenharia comortamental de humanos [controle mental] através da Divisão de Inteligência Científica da CIA. O programa começou ainda na década de 1950, foi oficialmente sancionado em 1953, foi reduzido em escopo em 1964, encurtado oficialmente em 1967 e oficialmente paralisado em 1973.
O programa engajava muitas atividades ilegais. Em particular, utilizava cidadãos americanos e canadenses não voluntários como seus sujeitos teste, o que levou a uma controvérsia sobre sua legitimidade. O MKULTRA envolvia o uso de muitas metodologias para manipular o estado mental das pessoas e alterar funções cerebrais, incluindo a administração dissimulada de drogas [especialmente LSD] e outros químicos, hipnose, privação sensorial, isolamento, abuso verbal e sexual, bem como várias formas de tortura.
O escopo do Projeto MKUltra era amplo, com a pesquisa realizada em mais de 80 instituições, inclusive 44 faculdades e universidades, bem como hospitais, prisões e companhias farmacêuticas. A CIA operava através destas instituições usando organizações de fachada, embora algumas vezes oficiais principais destas instituições estivessem cientes do envolvimento da CIA.
O Projeto MKUltra foi primeiramente trazido à atenção pública em 1975 pelo Comitê Church do Congesso dos EUA e a comissão Gerald Ford para investigar as atividades da CIA dentro dos EUA. Esforços investigativos foram prejudicados pelo fato de que o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que os arquivos do MKUltra fossem destruidos em 1973; o Comitê Church e a Comissão de Investigações Rockefeller se basearam no testemunho juramentado de participantes diretos e no número relativamente pequeno de documentos que sobreviveram a ordem de destruição de Helms
Em 1977, uma solitação sob o Ato da Liberdade de Informação descobriu uma coleção de 20.000 documentos relacionados ao Projeto MKUltra, que levaram a audições no Senado mais tarde naquele mesmo ano. Em julho de 2001 alguma informação sobrevivente do MKUltra foi oficialmente desclassificada.
Background

Dr. Sidney Gottlieb aprovou o sub-projeto do MKUltra sobre LSD nesta carta de 9 de junho de 1953
Experimentos Precursores
Um programa precursor do MKUltra começou em 1945 quando a Agência Conjunta de Objetivos de Inteligência foi criada e recebeu a responsabilidade direta pela Operação Paperclip. A operação Paperclip era um programa que recrutava antigos cientistas nazistas, alguns dos quais especializados em tortura e lavagem cerebral, e vários que tinham sido identificados e processados como criminosos de guerra durante os Julgamentos de Nuremberg.
Vários projetos secretos do governo dos EUA nasceram da Operação Paperclip. Estes projetos incluíram Projeto CHATTER (criado em 1947), e Projeto BLUEBIRD (criado em 1950), que foi renomeado Projeto ARTICHOKE em 1951. O propósito deles era estudar controle mental, interrogatório, modificação de comportamento e tópicos relacionados.
MKUltra
O nome intencionalmente oblíquo do projeto da CIA é composto do dígrafo MK, significando que o projeto era patrocinado pelo Staff de Serviços Técnicos da Agência, seguido pela palavra Ultra [que anteriormente tinha sido usada para designar a mais secreta classificação de inteligência durante a segunda guerra mundial] Outros nomes criptografados incluem Projeto MKNAOMI e Projeto MKDELTA.
Chefiado por Sidney Gottlieb, o projeto MKUltra foi iniciado por ordem do diretor da CIA Allen Welsh Dulles em 13 de abril de 1953. Sua tarefa era desenvolver drogas controladoras da mente para uso contra o bloco soviético, grandemente em resposta ao uso alegado de técnicas de controle mental sobre os prisioneiros de guerra americanos na Coréia pelos chineses, soviéticos e norte-coreanos. A CIA queria usar métodos similares sobre seus próprios cativos. A CIA também estava interessada em ser capaz de manipular líderes estrangeiros com tais técnicas e mais tarde inventaria vários esquemas para drogar Fidel Castro. Os experimentos eram frequentemente realizados sem o conhecimento do sujeito. Em alguns casos, pesquisas acadêmicas sendo custeadas por meio de doações das organizações de fachada da CIA, não estavam cientes que seu trabalho estava sendo utilizado para outros propósitos.
Em 1964, o projeto foi renomeado MKSEARCH. O projeto tentava produzir uma perfeita “droga da verdade” para uso no interrogatório de suspeitos espiões soviéticos durante a Guerra Fria e geralmente explorar outras possibilidades de controle mental. Um outro esforço MKUltra, o Subprojeto 54, era o supersecreto programa da Marinha “Perfeita Concussão” que era suposto usar explosões de freqüência sub-aural para apagar a memória. Contudo, o programa nunca foi realizado.
Porque a maioria dos registros do MKUltra foram deliberadamente destruídos em 1973 por ordem do então diretor da CIA Richard Helms, tem sido difícil, se não imposível, para os investigadores alcançarem uma compreensão completa de mais de 150 sub-projetos de pesquisa individualmente custeados e patrocinados pelo MKUltra e programas relacionados da CIA.
O projeto começou durante um período do que foi descrito por Rupert Cornwell como uma “paranóia na CIA” quando a América havia perdido seu monopólio nuclear e o temor ao comunismo estava nas alturas. James Jesus Angleton, chefe da contra-inteligência da CIA acreditava que a organização havia sido infiltrada por uma “toupeira” nos mais altos níveis.
Objetivos
A Agência investiu milhões de dólares em estudos que examinavam métodos de influenciar e controlar a mente e no aperfeiçamento da habilidade deles em extrair informação de sujeitos resistentes durante interrogatório.
Alguns historiadores tem avaliado que a criação de um “Candidato Manchuriano” por meio de técnicas de controle mental era o objetivo do MKUltra e projetos relacionados da CIA. Alfred McCoy tem declarado que a CIA tentou focalizar a atenção da mídia nestes tipos de programas “ridículos” para que o público não visse o objetivo primário da pesquisa que era o de desenvolver métodos eficazes de tortura e interrogatório. Tais autores citam como um exemplo o Manual de interogatório KUBARK da CIA que se refere aos “estudos na Universidade McGill” e a maioria das técnicas recomendadas no KUBARK são extamente aquelas que o pesquisador Donald Ewen Cameron usou em seus sujeitos-teste [privação sensorial, drogas, isolamento etc].
Um dos documentos de 1955 do MKUltra dá uma indicação do tamanho e alcance do esforço; este documento se refere ao estudo de um conjunto de substãncias alteradoras da mente como se segue:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentam a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que fazem com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovem o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzem sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causam dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição peferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para o tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis para uma pessoa realizar uma atividade física.
Experimentos
Os documentos da CIA sugerem que meios “químicos, biológicos e radiológicos” foram investigados para o propósito de controle mental como parte do MKUltra. Um memorando secreto dava ao diretor do MKUltra mais de 6% do orçamento de pesquisa da CIA para o ano fiscal de 1953, sem supervisão ou contabilidade. Estimadamente 10 milhões de dólares [que ajustados pela inflação equivalem a 80 milhões] ou mais foram gastos.
Drogas
LSD

1953 – registro de experimentação
Inicialmente os esforços da CIA focalizaram-se no LSD, que mais tarde veio a dominar muitos dos programas do MKUltra. Os funcionários do Staff de Serviços Técnicos compreenderam que o LSD distorcia o senso de realidade de uma pessoa e eles se sentiram compelidos a saber se isso poderia ou não alterar a lealdade básica de uma pessoa. A CIA queria saber se eles podiam usar o LSD para fazer com que espiões russos desertassem contra a própria vontade e se os russos podiam fazer o mesmo com seus próprios agentes operacionais.
Uma vez que o Projeto MKUltra oficialmente foi iniciado em abril de 1953, os experimentos incluíram a administração do LSD a pacientes mentais, prisioneiros, viciados em drogas e prostitutas, “pessoas que não podiam se defender” como um agente expressou. Em um caso o LSD foi administrado a um paciente mental em Kentucky durante 174 dias. O LSD também foi administrado a funcionários da CIA, militares, doutores, outros agentes do governo e membros do púbico geral para estudar as reações deles. O LSD e outras drogas geralmente eram administrados sem o conhecimento do sujeito ou consentimento informado, uma violação do Código de Nuremberg que os EUA concordaram em seguir depois da segunda guerra mundial. O objetivo era encontrar drogas que irresistivelmente trouxesse confissões profundas ou acabasse com a clareza mental do sujeito e pudessem programa-lo como um Robô ou um “agente robô”.
No clímax da Operação Midnight, a CIA criou vários bordéis em San Francisco, Califórnia para obter uma seleção de homens que ficassem embaraçados demais para falar sobre os eventos. Os homens recebiam doses de LSD, os bordéis eram equipados por espelhos de uma só face [do outro lado podia-se ver tudo o que ocorria] e as sessões eram filmadas para serem vistas e estudadas mais tarde. Em outros experimentos onde pessoas recebiam o LSD sem o seu conhecimento, elas eram interrogadas sob luzes brilhantes com médicos ao fundo fazendo anotações. Era dito aos sujeitos que as “viagens” seriam estendidas indefinidamente se eles se recusassem a revelar seus segredos. As pessoas que foram interrogadas deste modo eram funcionários da CIA, militares americanos e agentes suspeitos de estarem trabalhando para o outro lado na Guerra Fria. A debilitação a longo prazo e várias mortes resultaram disso. Viciados em heroína eram subornados para tomarem o LSD com ofertas de mais heroína.
O Escritório de Segurança usou o LSD em interrogatories, mas o Dr. Sidney Gottlieb, o químico que dirigia o MKUltra, tinha outras idéias. Ele pensava que isto pudesse ser usado em operações cobertas. Já que os efeitos eram temporários, ele acreditava que o LSD pudesse ser dado aos altos oficiais e deste modo afetar o curso de encontros importantes, pronunciamentos etc. Como ele entendia que havia uma diferença no teste da droga em um laboratório e seu uso em operações clandestinas ele iniciou uma série de experimentos onde o LSD era dado a pessoas em estado normal sem aviso. De início, todo mundo nos Serviços Técnicos experimentou; um experimento típico envolvia duas pessoas em uma sala onde elas se observavam mutuamente por horas e faziam anotações. Na medida em que a experimentação progredia, foi alcançado um ponto onde externos eram drogados sem qualquer explicação e “viagens ácidas de surpresa” se tornaram algum tipo de ”acidente” funcional entre os agentes operacionais da CIA. Reações adversas ocorriam frequentemente, por exemplo, um agente operacional que recebeu o LSD no café da manhã, tornou-se psicótico e correu por Washington vendo monstros em cada carro que passava por ele. Incidentes como este reafirmaram que o LSD era uma arma perigosa, mas isso só os deixou mais entusiasmados. Os experimentos continuaram até mesmo depois que o Dr. Frank Olson, um cientista do exército que nunca antes havia tomado o LD, entrou em uma depressão profunda depois de uma “viagem surpresa” e mais tarde caiu de uma janela de um 13º andar. [não está claro se ele cometeu suicídio ou foi morto antes de ser atirado pela janela].
Algumas vezes a participação do sujeito era consensual e nestes casos eles parecem ter sido lançados a experimentos até mesmo mais extremos. Em um caso sete voluntários de Kentucky receberam LSD por 77 dias consecutivos.
Eventualmente o LSD foi descartado pelos pesquisadores do MKUlltra por seus resultados serem por demais imprevisíveis. Eles haviam desistido da noção que o LSD “fosse o segredo que revelaria o universo” mas ele ainda era uma parte do arsenal capa-e-espada. Contudo, por volta de 1962 a CIA e o Exército tinham desenvolvido uma série de super-alucinógenos tais como o altamente elogiado BZ que era pensado ser a maior promessa como arma de controle mental. Isto resultou na retirada de apoio por muitos acadêmicos e pesquisadores particulares e a pesquisa do LSD tornou-se menos uma prioridade também.
Outras drogas
Uma outra técnica investigada era administrar endovenosamente um barbiturato em um braço [esquerdo] e uma anfetamina no outro. Os barbituratos eram liberados primeiro na pessoa e tão logo a pessoa começava a dormir as anfetaminas eram liberadas. A pessoa então começava a balbuciar incoerentemente e algumas vezes era possível fazer perguntas e obter respostas úteis.
Outros experimentos envolviam drogas tais como o temazepam [usado sob o nome código MKSEARCH], heroína, morfina, MDMA, mescalina, psilobina, escopolamina, marijuana, álcool, pentotal sódico e ergina [no subprojeto 22].
Hipnose
Documentos desclassificados do MKUltra indicam que a hipnose foi estudada no início da década de 1950. As metas experimentais incluíam: criação de ”ansiedades induzidas hipnoticamente’, “habilidade aumentada de aprender e recordar matéria complexa escrita induzida hipnoticamente”, estudo da hipnose e exames do polígrafo, “habilidade hipnoticamente aumentada de observar e recordar arranjos complexos de objetos físicos” e o estudo do “relacionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose”. Os experimentos eram realizados com drogas indutoras da hipnose e com amnésia anterógrada e retrógrada quando sob influência de tais drogas.
OS EXPERIMENTOS CANADENSES

Donald Ewen Cameron em 1967
Os experimentos foram exportados ao Canadá quando a CIA recrutou o psiquiatra escocês Donald Ewen Cameron, criador do conceito da “direção psíquica” que a CIA achou particularmente interessante. Cameron tinha esperado ”corrigir” a esquizofrenia ao apagar as memórias existentes e reprogramar a psique. Ele vinha toda semana de Albany, New York a Montreal a trabalho do Allan Memorial Institute da McGill University e recebeu 69.000 dólares de 1957 a 1964 para realizar experimentos MKUltra lá. Além do LSD, Cameron também experimentou várias drogas paralisantes bem como terapia eletroconvulsiva [eletrochoques] com energia de 30 a 40 vezes a normalmente utilizada. Seus experimentos de “direcionamento” consistiam em colocar os sujeitos em um coma induzido por drogas durante semanas [mais de três meses em um caso] enquanto tocava fitas de barulhos ou simples declarações repetitivas. Seus experimentos eram tipicamente realizados em pacientes que haviam dado entrada no instituto por problemas menores tais como desordens de ansiedade e depressão pós-parto, muitos dos quais sofreram permanentemente devido as ações dele. Seus experimentos resultaram na incontinência das vítimas, amnésia, esquecimento de como falar, esquecimento de seus pais, e pensar que os seus interrogadores fossem os seus pais. Seu trabalho foi inspirado e eram o paralelo do psiquiatra britânico William Sargant do St Thomas’ Hospital, Londres e Belmont Hospital, Surrey, que também envolviam serviços de inteligência e que experimentavam intensamente em seus pacientes – sem o consentimento deles – causando danos similares de longo prazo.
Foi durante esta era que Cameron tornou-se mundialmente conhecido como o primeiro presidente da Associação Mundial de Psiquiatria bem como presidente de associações psiquiátricas americanas e canadenses. Cameron também havia sido um membro do tribunal médico de Nuremberg em 1946-1947.
Naomi Klein armenta em seu livro ”A Doutrina do Choque” que a pesquisa de Cameron e sua contribuição ao Projeto MKUltra não era realmente sobre controle mental e lavagem cerebral mas sobre projetar “um sistema cientificamente baseado para extrair informação de ”fontes resistentes”” Em outras palavras, tortura. Citando Alfred W. McCoy, Klein posteriormente escreveu que “despido de seus excessos bizarros, os experimentos do Dr. Cameron construídos sobre os “avanços” anteriores de Donald O. Hebb levaram ao fundamento científico do método em dois estágios de tortura psicológica da CIA”.

Frank Church chefiou o Comitê Church, uma inestigação das práticas dos serviços de inteligência dos EUA..
Em 1973, com o amplo pânico do governo causado pelo Watergate, o Diretor da CIA Richard Helms ordenou que fossem destruídos os arquivos do MKUltra. Obedecendo esta ordem, a maioria dos documentos da CIA referentes a este projeto foram destruidos tornando impossível uma investigação completa do MKUltra. Um conjunto de aproximadamente 20.000 documentos sobreviveram à purga de Helms porque eles haviam sido incorretamente guardados em um edifício de registros financeiros e foram descobertos depois das solicitações sob o FOIA [ato do direito à liberdade de informação] em 1977. Esses documentos foram completamente investigados durante as audiências do Senado em 1977.
Em dezembro de 1974, The New York Times alegou que a CIA tinha realizado atividades domésticas ilegais, inclusive experimentos em cidadãos americanos na década de 1960. O relato imediatamente provocou investigações pelo Congresso dos EUA, sob a forma do Comitê Church e por uma comissão presidencial conhecida como Comissão Rockefeller que procurou atividades domésticas da CIA, o FBI e agências de inteligência relacionadas dos militares.
No verão de 1975, or relatórios do Comitê Church e da Comissão revelaram pela primeira vez ao público que a CIA e o Departamento de Defesa realizaram experimentos em sujeitos humanos cientes e involuntários como parte de um programa intensivo para influenciar e controlar o comportamento humano por meio do uso de drogas psicoativas tais como o LSD, mescalina e outros meios químicos, biológicos e psicológicos. Eles revelaram que ao menos um sujeito havia morrido depois da administração do LSD. Muito do que o Comitê Church e a Comissão Rockefeller aprenderam sobre o MKUltra foi contido em um relatório, preparado pelo escritório do Inspetor Geral em 1963, que havia sobrevivido à destruição dos registros ordenada em 1973. Contudo, ele continha poucos detalhes. Sidney Gottlieb, que havia se aposentado dois anos antes da CIA foi entrevistado pelo comitê mas declarou ter pouca lembrança das atividades do MKUltra. O comitê do congresso que investigou a pesquisa da CIA, presidido pelo Senador Frank Church, concluiu que “o consentimento prévio obviamente não foi obtido de qualquer um dos sujeitos”. O comitê notou que “dos experimentos patrocinados por esses pesquisadores… chama para a atenção a decisão pelas agências de não fixar orientações para os experimentos.” Seguindo as recomendações do Comitê Church o Pres. Gerald Ford em 1976 publicou a primeira Ordem Executiva sobre Atividades de Inteligência que, entre outras coisas, proibiu “experimentação com drogas em humanos, exceto com o consentimento informado em escrito e testemunhado por uma parte desinteressada, de cada sujeito humano” e de acordo com as orientações publicadas pela Comissão Nacional. Ordens subseqüentes de Carter e Reagan expandiram a diretiva a ser aplicada à experimentação humana.

1977 relatório do Senado dos EUA sobre o MKUltra
Em 1977, durante uma audiência realizada pelo Seleto Comitê do Senado sobre Inteligência para examinar o MKUltra, o Almirante Stansfield Turner, então diretor da CIA revelou que a Agência tinha encontrado um conjunto de registros, de aproximadamente 20.000 páginas, que havia sobrevido às ordens de destruição porque ele havia sido guardado em um centro de registros não geralmente utilizado para guarda de tal tipo de documento. Esses arquivos lidam com o financiamento dos projetos MKUltra e contêm poucos detalhes do projeto, contudo muito mais foi sabido a partir deles do que do relatório do Inspetor Geral em 1963.
Na tribuna do Senado em 1977 o Senador Ted Kennedy disse:
“O Diretor Substituto da CIA revelou que mais de 30 universidades e instituições estiveram envolvidas em um programa de “intensa testagem e experimentação” que incluía testes cobertos com drogas em cidadãos não voluntários “de todos os níveis sociais, altos e baixos, nativo americanos ou estrangeiros”. Vários destes testes envolveram a administração de LSD a “sujeitos não voluntários em situações sociais”. Ao menos uma morte, aquela do Dr. Olson, resultou destas atividades. A própria Agência reconheceu que esses testes fizeram pouco sentido científico. Os agentes fazendo o monitoramnto não eram observadores científicos qualificados.”
No Canadá, o assunto demorou muito mais para vir à superfície, tornando-se amplamente conhecido em 1984 em um show de notícias da ABC, The Fifth Estate. Foi sabido que não apenas a CIA havia custeado os esforços do Dr. Cameron, mas talvez até mesmo mais chocantemente, o governo canadense estava completamente ciente disso e mais tarde havia fornecido outros 500.000 dólares para continuar os experimentos. Esta revelação grandemente prejudicou os esforços das vítimas de processarem a CIA como o haviam feito suas contrapartes americanas, e o governo canadense eventualmente estabeleceu na corte uma indenização de cem mil dólares para cada uma das 127 vítimas. Nenhum dos registros pessoais do envolvimento do Dr. Cameron com o MKUltra sobreviveu, já que a família dele os destruiu depois de sua morte devido a um ataque cardíaco em 1967.
1984 – O Relatório do Escritório de Contabilidade Geral dos EUA
O Relatório foi publicado em 28 de setembro de 1984 e afirmava que entre 1940 e 1974 o DOD e outras agências de segurança nacional estudaram milhares de sujeitos humanos em testes e experimentos envolvendo substâncias de potencial nocivo.
A citação do estudo:
“Trabalhando com a CIA o Departamento de Defesa deu drogas alucinógenas a milhares de soldados “voluntários” durante as décadas de 1950 e 1960. Além do LSD o exército também testou o benzilato de quinuclidinila, um alucinógeno apelidado BZ. Muitos destes testes foram realizados sob o chamado programa MKUltra, estabelecido para conter os percebidos avanços chineses e soviético em técnicas de lavagem cerebral. Entre 1953 e 1964 o programa consistiu de 149 projetos envolvendo testes de drogas e outros estudos em sujitos humanos não voluntários.”
Mortes
Dado a destruição proposital pela CIA da maioria ds registros, fracassa seguir os protocolos de consentimento informado com milhares de participantes, a natureza não controlada dos experimentos e a falta de dados de acompanhamento, o impacto completo dos experimentos do MKUltra, inclusive mortes, nunca serão conhecidos.
Várias mortes conhecidas tem sido associadas ao projeto MKUltra, mais notavelmente aquela de Frank Olson. Olson, um pesquisador de armas bioquímicas e biológicas do exercito dos EUA, recebeu o LSD sem o seu consentimento ou conhecimento em novembro de 1953, como parte de um experimento da CIA e morreu sob circunstâncias suspeitas uma semana depois. Um médico da CIA designado para monitorar Olson afirmou ter estado adormecido em uma outra cama em um quarto de hotel na cidade de New York quando Olson jogou-se pela janela e caiu treze andares para a morte. Em 1953 a morte de Olson foi descrita como um suicídio que ocorreu durante um severo surto psicótico. A própria investigação interna da CIA concluiu que o chefe do MK ULTRA, o químico da CIA Sidney Gottlieb, tinha realizado experimento com LSD com anterior conhecimento de Olson, embora nem Olson nem outros homens que fizeram parte do experimento fossem informados da exata natureza da droga até 20 minutos depois de sua ingestão. O relatório posteriormente sugeriu que Gottlieb merecia uma repreensão porque tinha falhado em levar em conta as tendências suicidas já diagnosticadas de Olson, que podem ter sido exacerbadas pelo LSD.
A família de Olson contesta a versão oficial dos eventos. Eles sustentam que Olson foi assassinado porque, especialmente no rescaldo de sua experiência com o LSD ele havia se tornado um “risco de segurança” que podia divulgar segredos de Estado associados aos programas altamente classificados da CIA, muitos dos quais ele tinha conhecimento pessoal direto. Uns poucos dias antes de sua morte, Frank Olson deixou sua posição como chefe da Divisão de Operações Especiais em Detrick, Maryland (mais tarde Fort Detrick) por causa de uma severa crise moral a respeito de sua pesquisa em armas biológicas. Entre as preocupações de Olson estava o desenvolvimento de materiais de assassinato usados pela CIA, o uso pela CIA de materiais de guerra biológica em operações encobertas, a experimentação com armas biológicas em áreas populadas, colaboração com antigos cientistas nazistas sob a Operação Paperclip, a pesquisa de controle mental usando LSD, o uso de armas biológicas [inclusive antrax] durante a Guerra da Coréia e o uso de drogas psicoativas durante interrogatórios “terminais” sob um programa apelidado Projeto ARTICHOKE. Mais tarde a evidência forense conflitou com a versão oficial dos eventos; quando o corpo de Olson foi exumado em 1994 os ferimentos cranianos indicavam que Olson tinha perdido a consciência antes de sair pela janela. O legista declarou a morte de Olson como homicídio. Em 1975 a família de Olson recebeu uma indenização de 750.000 dólares e um pedido de desculpas do Presidente Gerald Ford e do diretor da CIA William Colby; embora suas desculpas fossem limitadas a questões do consentimento de Olson para a ingestão do LSD. Em 28 de novembro de 2012 a família de Olson abriu um processo contra o governo federal dos EUA pela morte enganosa de Frank Olson.
Em seu livro de 2009, A Terrible Mistake, o pesquisadorr H. P. Albarelli Jr. apóia a família de Olson e conclui que ele foi assassinado porque sua pessoal crise de consciência tornava provável que ele divulgasse segredos de Estado relativos a vários programas da CIA, principalmente entre eles os Projetos ARTICHOKE e um projeto do MKDELTA apelidado SPAN. Albarelli teoriza que o Projeto SPAN envolvia a contaminação de suprimentos alimentares e o uso de spray aerosolizado de uma potente mistura de LSD na vila de Pont-Saint-Esprit, França em agosto de 1951. Em 1951 o envenenamento nesta vila resultou em psicose em massa, 32 internações em instituições mentais e ao menos sete mortes. Albarelli escreve que Olson esteve envolvido com o desenvolvimento de sistemas aerosolisados de liberação e tinha estado presente em Pont-Saint-Esprit em agosto de 1951. Segundo Albarelli, vários meses antes de deixar sua posição, Olson tinha testemunhado um interrogatório terminal realizado na Alemanha sob o Projeto ARTICHOKE. Conquanto a maioria das fontes acadêmicas aceitem um envenenamento por ergot, mercúrio, micotoxinas ou tricloreto de nitrogênio como a causa da epidemia em Pont-Saint-Esprit, outros como o autor paranormal John Grant Fuller em The Day of Saint Anthony’s Fire têm chegado a conclusões similares ao de Albarelli.
Em 26 de abril de 1976, o Comitê Church do Senado dos EUA divulgou um relatório no qual declara:
“LSD foi um dos materiais testados no programa MKUltra. A fase final dos testes de LSD envolveram a administração disimulada a sujeitos não voluntários em estados normais de vida por oficiais sob cobertura do Escritório de Narcóticos trabalhando para a CIA.
Um procedimento especial, chamado MKDELTA, foi criado para estabelecer o uso dos materiais MKUltra no exterior. Tais materiais foram usados em um número de ocasiões. Porque os registros do MKUltra foram destruídos é impossível reconstituir o uso operacional dos materiais do MKUltra pela CIA no exterior; tem sido determinado que o uso desse materiais no exterior começou em 1953 e possivelmente já em 1950. As drogas eram primariamente usadas como auxiliar nos interrogatórios mas os materiais MKUltra/MKDelta também eram usado para propósitos de perseguição, descrédito ou incapacitação. Uma outra vítima conhecida do Projeto MKUltra foi Harold Blauer, um jogador de tênis profissional na cidade de New York que morreu em janeiro de 1953 como resultado de um experimento secreto do exército envolvendo MDA.”
Questões legais que envolvem o consentimento informado
As revelações sobre a CIA e o exército fizeram com que um número de sujeitos ou seus sobreviventes entrassem com processos contra o governo federal por realizar experimentos sem o consentimento informado. Embora o governo agressivamente, algumas vezes com sucesso, conseguisse evitar a responsabilidade legal, vários queixosos receberam compensação por ordem da justiça, acordo extra judicial ou atos do Congresso.
Anteriormente, a CIA e o exército tinham ativamente e com sucesso conseguido subtrair a informação incriminadora, até mesmo quando eles secretamente forneciam compensação às famílias. Um sujeito da experimentação com drogas, James Stanley, um sargento do exército, embora sem sucesso, processou. O governo argumentou que Stanley estava impedido de processar sob a doutrina legal – conhecida como Doutrina Feres, depois um caso na Suprema Corte em 1950, Feres x EUA – que proíbe membros das forças armadas de processarem o governo por qualquer dano que lhe seja inflingido por ”acidente no serviço”.
Em 1987, a Suprema Corte afirmou esta decisão por 5 votos a quatro quando negou o caso de Stanley. A maioria argumentou que um “teste para a responsabilidade que depende em tal extensão dos processos particulares podem versar em questão de disciplina militar e tomada de decisão tornando-se necessário inquérito judicial e portanto intrusão em assuntos militares”. Um dos votos a favor de Stanley, o Juiz William Brennan argumentou que a necessidade de preservar a disciplina militar não deve proteger o governo da responsabilidade e punição por sérias violações de direitos constitucionais.
Os julgamentos médicos de Nuremberg em 1947 profundamente impressionaram o mundo quanto a experimentação em sujeitos humanos não voluntários definitivamente foi considerada moral e legalmente inaceitável. O Tribunal Militar dos EUA estabeleceu o Código de Nuremberg como o padrão contra os cientistas alemães que realizaram experimentos em humanos… Em desafio a esse princípio, funcionários da inteligência militar… começaram disimuladamente a testar materiais químicos e biológicos, inclusive o LSD.
A Juíza Sandra Day O’Connor, escrevendo seu voto a favor de Stanley, afirmou:
“Nenhuma regra definida judicialmente deve isolar da responsabilidade a experimentação não voluntária humana alegada ter ocorrido neste caso. De fato, como observa o Juiz Brennan, os EUA desempenharam um papel instrumental na condenação criminal de oficiais nazistas que experimentaram em sujeitos humanos durante a segunda guerra mundial e os padrões que os Tribunais Militares de Nuremberg desenvolveram para julgar o comportamento dos acusados declarou que o “consentimento voluntário do sujeito humano é absolutamente essencial… para satisfazer os conceitos morais, éticos e legais”. Se esse princípio é violado, o mínimo que a sociedade pode fazer é ver que as vítimas sejam compensadas, no máximo possível, por seus perpetradores. “
Este é o único caso da Suprema Corte que aborda a aplicação do Código de Nuremberg à experimentação patrocinada pelo governo dos EUA. Embora o processo não tenha tido sucesso, as opiniões contrárias fizeram com que o exército – e por associação o governo – percebesse que o uso de indivíduos sem o consentimento deles é inaceitável. A limitada aplicação do Código de Nuremberg nas cortes dos EUA não diminui o poder dos princípios defendidos pelo código, especialmente sob a luz de história do fracasso em seguir estes princípios que apareceram na mídia e na literatura profissional durante as décadas de 1960 e 1970 e as políticas eventualmente adotadas em meados da década de 1970.
Em um outro processo, Wayne Ritchie, um ex sherife dos EUA, depois de ouvir sobre a existência do projeto em 1990, alegou que a CIA colocou LSD em sua comida ou bebida em uma festa de Natal em 1957 que resultou em ele tentar cometer um assalto em um bar e sua subseqüente prisão. Conquanto o governo admitisse que de fato tenha ocorrido drogar pessoas sem o consentimento delas, o juiz distrital Marilyn Hall Patel achou que Rtchie não podia provar ter sido uma vítima do MKUltra ou que o LSD tenha causado sua tentativa de assalto e encerrou o caso em 2007.
Extensão da participação
44 faculdades ou universidades, 15 fundações de pesquisa ou companhias químicas ou farmacêuticas e similares inclusive Sandoz (agora Novartis) e Eli Lilly and Company, 12 hospitais ou clínicas [além daquelas associadas a universidades] e três prisões são conhecidos terem participado do MKUltra.
Sujeitos Notáveis

O autor Ken Kesey foi um participante voluntário dos experimentos com LSD
Uma quantidade considerável de evidência circunstancial sugere que Theodore Kaczynski, também conhecido como Unabomber, participou de experimentos MKUltra patrocinados pela CIA realizados na Universidade Harvard pelo outono de 1959 até a primavera de 1962. Durante a segunda guerra mundial Henry Murray, o principal pesquisador nos experimentos de Harvard, serviu nos Escritórios de Serviços Estratégicos (OSS), que foi o precursor da CIA. Murray solicitou um custeio da Marinha dos EUA e seus experimentos em Harvard fortemente se assemelhavam aqueles feitos pelo OSS. Começando com 16 anos, Kaczynski participou até os 21 com outros estudantes não graduados nos experimentos de Harward, que têm sido descritos como perturbadores e eticamente indefensáveis.
Merry Prankster Ken Kesey, autor de One Flew Over the Cuckoo’s Nest, foi voluntário em experimentos envolvendo o LSD e outras drogas psicodélicas no Hospital dos Veteranos em Menlo Park enquanto era estudante na vizinha Universidade Stanford. As experiências de Kesey quando sob influência do LSD o inspiraram a promover a droga fora do contexto dos experimentos MKUltra, que influenciaram o desenvolvimento da cultura hippie .
Robert Hunter é um letrista americano, compositor e cantor, tradutor e poeta melhor conhecido por sua asociação com Jerry Garcia e o Grateful Dead. Junto com Ken Kesey, Hunter também foi voluntário no MKUltra na Universidade Stanford. Os sujeitos teste em Stanford eram pagos para tomar LSD, psilocybina e mescalina, e então relatarem suas experiências. Estas experiências foram criativamente formadoras para Hunter:
“Sente-se vendo-se enrugar-se em uma púrpura com ondas de espuma e gotas de cristal macias quando caem em uma mar de uma nevoa matinal muito suave… e então um tipo de cascata ressonante como o tocar de sinos e então subitamente contemple o conglomerado em uma peróla de prata vibrante incompreensivelmente, cantantemente sangrantes felizes sinos ressonantes… Por minha fé, se isto é insanidade, então que o amor de Deus me permita permanecer insano. “
Cathy O’Brien afirma ter sido submetida ao programa desde a infância. Ela nomeia vários proeminentes paricipantes do governo em seu livro Trance Formation of America.
Candy Jones, uma modelo americana da moda e anfitriã do rádio, afirmou ter sido vítima de controle mental nos anos de 1960.
O mafioso de Boston James “Whitey” Bulger foi voluntário dos testes enquanto esteve na prisão.
Teorias da Conspiração
MKUltra desempenha uma parte em muitas teorias da conspiração dado sua natureza e a destruição da maioria dos registros.
Lawrence Teeter, advogado do assassino condenado Sirhan Sirhan, acreditava que Sirhan estava sob influência de hipnose quando atirou em Robert F. Kennedy em 1968. Teeter ligava o programa MKUltra da CIA a técnicas de controle mental que ele afirmou terem sido usadas para controlar Sirhan.
Jonestown, o local na Guiana do suicídio em massa do culto do Templo do Povo de Jim Jones , foi pensado ser um local de testes para os experimentos médicos e de controle mental do MKUltra depois do término oficial do programa. O Congressista Leo Ryan, um conhecido crítico da CIA, foi assassinado por membros do Templo do Povo depois de pessoalmente visitar Jonestown para investigar várias irregularidades relatadas.
Rescaldo
Em sua aposentadoria em 1972 Gottlieb descartou seu inteiro esforço no programa MKUltra da CIA como “inútil”. Embora a CIA insista que experimentos do tipo do MKUltra tenham sido abandonados, alguns observadores da CIA dizem haver pouca razão para acreditar que hoje eles não continuem sob nomes diferentes. Há 14 anos um veterano da CIA, Victor Marchetti, tem declarado em várias entrevistas que a CIA rotineiramente realiza campanhas de desinformação e que a pesquisa de controle mental da CIA continuou. Em uma entrevista em 1977 Marchetti especificamente chamou a declaração da CIA que o projeto MKUltra foi abandonado de “uma história cobertura”.

História do MKUltra
De Eric Jewell

http://www.redicecreations.com/specialreports/mk-ultra.html

Isto é superficial, mas é um trabalho de fato a respeito das atrocidades do controle mental perpetradas pelos mais escuros elementos do governo dos EUA do último meio século até hoje. O assunto é tão detalhado, documentado e disseminado que tomaria vários livros para abordar exaustivamente o assunto. Espero que este trabalho eduque o leitor e o municie com fatos suficientes para que ele possa posteriormente estudar o assunto. A intenção é documentar o assunto em áreas que provem a existência deste programa usado em uma escala individual e em escala em massa usado mundialmente.
UMA HISTÓRIA DO MKULTRA
Durante a década de 1940 a CIA produziu e desempenhou um papel de estrela no que então foi conhecido como OPERAÇÃO PAPERCLIP. Esta operação foi articulada em uma campanha de má direção. A má direção era simples. Os EUA levaram o mundo a procurar muitos dos oficiais militares nazistas que cometeram terríveis atrocidades contra seus prisioneiros em uma tentativa de condená-los como criminosos de guerra. Isto foi altamente tornado público com o fervor da mídia. Contudo, por trás das cenas, as comunidades americanas de inteligência estavam recrutando cientistas nazistas e renomados médicos e psiquiatras dos campos de concentração. Estes homens eram todos oficiais das SS de alto escalão que eram culpados de cometerem ofensas terríveis e de controle mental que ultrapassavam tudo que havia sido feito na guerra. Muitos destes homens estavam sendo recrutados para trabalhar para os EUA e eram os mesmos homens responsáveis pelos horrores de Auschwitz e outros campos. Eles receberam a opção de virem trabalhar em tais laboratórios como Los Alamos por muito mais dinheiro que haviam recebido dos alemães, ou serem processados na completa extensão da lei pelos seus crimes. Com certeza a decisão da maioria foi tomada quase instantaneamente.
MKUltra não é apenas uma teoria da conspiração. O projeto que ele abrangeu veio para expandir os trabalhos dos médicos nazistas e cientistas recrutados na OPERAÇÃO PAPERCLIP. É fato que a CIA propôs e realizou experimentação em controle mental de meados de 1940 em diante, usando cientistas alemães trazidos para os EUA. Em um grande grau isto é assunto de domínio e registro público e foi assunto de um comitê de investigação do Senado. O que realmente é revelado é certamente mais estranho e assustador do que a ficção. Em 1975 durante o primeiro encontro do comitê a respeito do MKUltra foi dito: “De seu início na década de 1950 até seu término em 1963 o programa da administração dissimulada de LSD a sujeitos humanos não voluntários demonstra o fracasso da liderança da CIA em prestar atenção adequada aos direitos dos indivíduos e fornecer eficaz orientação a seus empregados. Embora fosse sabido que a testagem era perigosa, as vidas e a sanidade dos sujeitos teste foram colocadas em risco e ignoradas… Embora fosse claro que as leis dos EUA estavam sendo violadas, a testagem continuou.”
A CIA dois anos depois, em 1977, descobriu-se novamente diante do Senado e homens chave foram questionados a respeito de seu papel na realização desses e outros “experimentos” tortuosos e de assassínio mental. Em 1975-1976 contudo George H.W. Bush foi indicado diretor da CIA a as audiências do Senado tem revelado que uma quantidade maciça de papéis de trabalhos concernentes aos projetos do MKUltra foi destruido. Deve ser notado que a história oficial afirmou que a maioria dos papéis de trabalho foi destruida em 1972. O interesse dos EUA em controle e manipulação mental pode ser rastreado ao Dr. A. Newton Richards em 1941. Este foi o ano em que o Serviço de Guerra Química se uniu ao Comitê de Pesquisa Médica. Richards era um liberal progressista e diretor que havia concluído existir a necessidade de progredir certos estudos a nível humano de experimentação. Por causa do horror e ultrage público que isto levantaria e para ser capaz de superar este obstáculo este tipo de operação com certeza mais tarde seria conhecido como ”operação negra”. Em 1942 Richards contactou o Secretário de Guerra Henry Simson requisitando aprovação para o uso de pessoal militar para experimentação envolvendo gases venenosos. Muitos milhares de soldados soferam tal “experimentação”. Em março de 1943 Vanevar Bush aprovou o plano de Richards para realizar “secretas experimentações médicas” em prisioneiros na penitenciária federal de Terre Houte, Indiana.
A Academia Nacional de Ciências tem estimado que desde a década de 1940 mais de 60.000 soldados foram submetidos a tais experimentos ameaçadores e encurtadores de vida. Também é estimado que talvez 20.000 soldados e seus dependentes foram intencionalmente expostos ao rádio. Os 80.000 soldados dos EUA não estavam sós nisso. A “experimentação” também foi realizada em presos, prostitutas e doentes mentais dos EUA. Pobres negros e brancos foram irradiados e desenvolveram câncer no que é conhecido como “experimental terminal” [experimentação para a morte].
Em 1953 PAPERCLIP começou a dar seus frutos com vários programas sancionados sob o então diretor da CIA – Allan Dulles. A operação Paperclip evoluiu para PROJETO “BLUEBIRD” [1949], PROJETO NAOMI [1950] E PROJETO ARTICHOKE [1951] e então em 1953 o MKULTRA se tornou o nome cobertura oficialmente designado para o projeto multifacetado, que operava sem qualquer restrição ou consideração humana. Quase 24 anos mais tarde, a CIA se encontraria convocada para responder sobre muitos destes projetos diante do Senado mas, infelizmente, eles foram encobertos e mais tarde esquecidos mas não sem que certos fatos escapassem. O programa MKUltra compreendia uma ampla gama de projetos, todos relativos a controle mental. A documentação revela que existiam ao menos 149 sub-projetos. Tudo, de lavagem cerebral e repatriotização para criar “correios” não voluntários de informação classificada ou tornar o cidadão médio comum em um assassino sem até mesmo saber estar sendo manipulado, era visto como “de que modo podemos fazer isto?” Isto era realizado por meio de uma dieta incessante de drogas, hipnose e trauma. Havia vários “especialistas” nazistas… médicos trabalhando para criar a raça perfeita e outros especializados em quebrar homens enquando ainda outros desenvolviam homens médios hipnoticamente preparados como bombas-relógio a serem disparadas para realizar as metas ocultas programadas.
Bio, Evidência e Testemunho
Dr. Joseph Mengele
Joseph Mengele começou seus estudos em filosofia, medicina e antropologia na Universidade de Munique em 1930. Durante esse tempo o Partido Nazista era o segundo partido politico mais popular na Alemanha. Foi durante este tempo que Munique esteve sob a magia de um amor anglo ferozmente apaixonado, ódio a minorias, falas hipnoticamente cativantes de Adolph Hitler. Mengele não perdeu tempo em abraçar o Nazismo e em 1931 se uniu aos “Capacetes de Aço”. Depois de se distinguir em batalha, Mengele foi para Auchwitz para estudar genética. Trabalhando como um oficial da sinistra SS, seu trabalho incluia a experimentação de remoção de genes defeituosos ou inferiores para substitui-los por genes superiores e vice-versa. Um dos objetivos máximos de seu trabalho era descobrir a fórmula genetica de criar uma super raça. Essa raça superior era para ser geneticamente criada para ser a raça mestra enquanto ao mesmo tempo criava uma raça escrava que pudesse realizar as tarefas menos glamurosas. Um dos seus primeiros atos como um official SS deixando sua marca após chegar a Auschwitz foi ordenar a morte de mil judeus; homens, mulheres e crianças. No fim da Guerra ele foi recrutado pela CIA e trabalhou grandemente no Brasil. A despeito de seu reino groseiramente abominável no infame campo de concentração e a quantidade maciça de evidência contra ele, ele nunca foi seriamente procurado como um criminoso de Guerra.
Sidney Gottleib
Gottleib foi um cientista alemão importado que tinha fortes laços com a inteligência dos EUA, um dos quais sendo Richard Helms, que era o director substituto das operações encobertas da CIA. Depois de ser recrutado para os EUA após a segunda Guerra mundial, Gotteib também chefiou a Divisão Química do MKUltra. Durante um tempo, Gottlieb foi superior de Mengele em Auschwitz. Depois de ser recrutado para os EUA Gotllieb substituiu Willis Gibbins para supervisionar MKUltra. Ele trabalhou intensamente com LSD até mesmo experimentando-o pessoalmente. A um ponto em sua carreira na CIA ele administrou grandes doses alteradoras da mente a seis colegas não voluntarios. O Dr. Frank Olson teve uma “viagem violentamente má” e precisou ser hospitalizado. Pouco depois de um exame por um tal Dr. Harold Abramson, Olson encontrou-se com ele em um quarto de hotel. Abramson declara que deu a Olson um bourbon e também benzedrina e que Olson tornou-se delirante e saltou da janela de um décimo terceiro andar.
Uma olhada íntima em alguns projetos passados do MKUltra
O seguinte documento desclassificado da CIA de 1955 nitidamente mostra as várias agendas de lavagem cerebral dos tipos de experimentação MKUltra. A desvalorização da vida humana está clara. Também ao acompanhar este documento e o testemunho posterior de pesquisadores que trabalharam nesta area, e a informação concernente aos “pais” da psiquiatria moderna, podemos ver que estas práticas tem se seguido aos dias modernos nas enfermarias psiquiátricas. O que também é visto como parte da experimentação é o desacreditar publicamente indivíduos à vontade. Isto provavelmente seja usado contra aqueles que estejam tentando resistir a agenda da Nova Ordem Mundial, expondo tais coisas, como o dúbio programa MKUltra.
Documento de 5 de maio de 1955
Uma porção do Programa de Pesquisa e Desenvolvimento de TSS/Divisão Química é devotada a descobrir os sguintes materiais e métodos:
Substâncias que promoverão pensamento ilógico e impulsividade ao ponto em que seus receptores sejam desacreditados pelo público.
Substâncias que aumentem a eficiência da mentalização e percepção.
Materiais que façam com que a vítima envelheça em maturidade mais rápidamente/vagarosamente.
Materiais que promovam o efeito intoxicante do álcool.
Materiais que produzam sinais e sintomas de doenças conhecidas de modo reversível para que elas possam ser utilizadas para fazer mal etc.
Materiais que causem dano cerebral temporário/permanente e perda de memória.
Substância que aperfeiçoarão a habilidade de indivíduos resistirem à privação, tortura e coação durante interrogatório e a chamada “lavagem cerebral”.
Materiais e métodos físicos que produzirão amnésia para eventos anteriores e durante o seu uso.
Metódos físicos de produzir choque e confusão durante períodos extensos de tempo e capazes de serem utilizados sub-repticiamente.
Substâncias que produzem inabilidades físicas tais como paralisia das pernas, anemia aguda etc.
Substâncias que produzem um químico que pode causar bolhas.
Substâncias que alteram a estrutura da personalidade de um tal modo que a tendência do receptor é a de tornar-se dependente de outra pessoa.
Um material que causará confusão mental de um tal tipo que o indivíduo sob sua influência achará difícil manter uma “fabricação” sob interrogatório ou questionamento.
Substâncias que diminuam a ambição e a eficiência no trabalho dos homens quando administradas em quantidades não detectáveis.
Substâncias que promovem a fraqueza ou a distorção das faculdades de visão ou de audição preferivelmente sem efeitos permanentes.
Uma pílula de nocaute que possa ser dissimuladamente administrada a bebidas, alimento, cigarros, como um aerosol etc que seja segura para uso e forneça o máximo de amnésia e seja aproprida para tipo de agentes em bases local e externa.
Um material que possa ser dissimuladamente administrado pela rotas supra mencionadas e do qual pequenas quantidades possam ser impossíveis de detector e inviabilizem uma pessoa realizar uma atividade física.
“O desenvolvimento de materiais deste tipo segue a prática padrão de tais casas éticas de drogas como [deletado, mas provavelmente Eli Lilly que anteriormente havia ajudado com tal experimentação]. É relativamente um procedimento de rotina desenvolver uma droga a ponto de teste humano. Geralmente as companhias farmacêuticas dependem dos serviços de medicos particulares para os testes clínicos finais. Os médicos são voluntários em assumirem a responsabilidade destes testes visando avançar a ciência da medicina. É difícil e algumas vezes impossível para o TSS/CD oferecer um tal induzimento a respeito destes produtos. Na prática, tem sido possível usar contratantes externos para as fases preliminaries deste trabalho. Contudo, a parte que envolve a testagem humana para a dosagem em níveis eficazes apresenta problemas de segurança que não podem ser praticados pelo contratante comum.
A proposta instalação [deletado] oferece uma oportunidade única para o manuseio seguro de tais testes além de muita vantagens ressaltadas na proposta do projeto. Os problemas de segurança mencionados acima são eliminados pelo fato que a responsabilidade pela testagem recairão completamente sobre o médico e o hospital. [deletado] permitirá que o pessoal TSS/CD supervione o trabalho muito estreitamente para se assegurar que todos os testes sejam realizados Segundo as práticas reconhecidas e compreendam as apropriadas salvaguardas.”
[fim do documento]
A seguir temos um memorando do Dr Sidney Gottleib em 1953 que ressalta projetos utilizando hipnose dentro do MKUltra.
DRAFT-SG/111 11 de maio de 1953
MEMORANDO PARA REGISTRO
ASSUNTO: VISITA AO PROJETO [Deletado]
1. Neste dia o escritor passou o dia observando experimentos com Mr. [deletado] no projeto [deletado] e planejando o trabalho do ano seguinte no projeto que Mr. [deletado] já submeteu sua proposta ao [deletado].
2.A imagem geral do presente status do projeto é uma de uma série cuidadosamente planejada de cinco maiores experimentos. A maioria do ano tem sido gasta em fazer a triagem e padronização de um grande número de sujeitos [aproximadamente 100] e nos meses entre agora e 1o. de setembro devemos ter muitos dados, de forma que estes cinco experimentos devam estar completados em 1o. de setembro. Os cinco experimentos são: [N representa o número de sujeitos envolvidos no experimento}
Experimento 1 - N-18 Ansiedades induzidas hipnoticamente a estarem completas em 1o. de setembro.
Experimento 2 - N-24 Aumento da habiidade de aprender e recordar material complexa escrita induzida hipnoticamente a estar completo em 1o. de setembro.
Experimento 3 - N-30 resposta ao polígrafo sob hipnose a estar completa em 15 de junho.
Experimento 4 - N-24 aumentada habilidade de observar e recordar um complexo arranjo de objetos físicos induzida hipnoticamente.
Experimento 5 - N-100 Relaticionamento da personalidade com a suscetibilidade à hipnose.
3. O trabalho para o ano seguinte [1o. de setembro de 1953 a 1o. de junho de 1954] se concentrará em:
Experimento 6 – o problema do código morse, com ênfase em sujeitos de QI relativamente mais baixos do que em encontrados em voluntários da Universidade.
Experimento 7 – Recordação de informação hipnoticamente adquirida por sinais muito específicos.
[deletado] submeterá detalhados planos de pesquisa para todos os experimentos ainda não submetidos.
4. Um sistema de relatos foi decidido, recebíveis em junho, setembro e dezembro de 1953 e em março e junho de 1954. Esses relatos além de darem um sumário do progresso de cada um dos sete experimentos também incluem dados brutos obtidos do experimento. Quando cada experimento estiver completo um relatório final completo e organizado será enviado a nós.
5. Depois de 1o. de junho [deletado] o novo enderço sera: [deletado]
6. uma nova revista científica foi observada no escritório [deletado]:
Jornal de Hipnose Clínica e Experimental
Publicado a cada quarto mêses pela Sociedade para CF. & E.H.
O publicador é Woodrow Press, Inc.
227 E. 45th Street
New York 17, N.Y.
preço $6.00
Até o presente dois números publicados, Vol. 1 #1 Janeiro de 1953, e Vol. 1 #2 Abril de 1953.
7. Uma impresão muito favorável foi feita sobre o escritor pelo grupo. O projeto experimental de cada experimento é feito muito cuidadosamente e os padrões de detalhe e instrumentação parecem muito altos.
Sidney Gottlieb
Chefe da Divisão Química, TSS
[fim do documento]
A seguir temos uma entrevista com o Dr. George Estabrooks em 1971. Isto foi mais de um ano antes que os registros governamentais a respeito do MKUltra fossem relatadamente destruidos.
Vem a Era da Hipnose
Science Digest, Abril 1971 George H. Estabrooks, Ph.D., graduado em Harvard (1926) e Rhodes Scholar
Uma das aplicações mais fascinantes e perigosas da hipnose é o seu uso na inteligência militar. Este é um campo com o qual estou muito familiarizado por meio da formulação de orientações para as técnicas usadas pelos EUA em duas guerras mundiais. A comunicação durante uma Guerra sempre é uma dor de cabeça. Códigos podem ser quebrados. Um espião profissional pode ou não ser comprado. Seus próprios homens podem ter lealdade inquestionável mas seu julgamento sempre está aberto a questão. O “CORREIO HIPNÓTICO” por outro lado, fornece uma solução única. Eu estive envolvido em preparar muitos sujeitos para este trabalho durante a segunda Guerra mundial. Um caso bem sucedido envolveu um capitão do exército que chamarei George Smith. O capitão Smith passou por meses de treinamento. Ele era um sujeito excelente mas não entendia isso. Eu tinha que remover dele, por sugestão pós hipnótica, toda a lembrança de ter sido hipnotizado. Primeira vez que estive em sua unidade chamei o capitão a Washington e disse a ele que eles precisavam de um relatório sobre o equipamento mecânico da Divisão X aquartelada em Tóquio. Smith recebeu ordens de tomar o jato na manhã seguinte, pegar o relatório e retornar. Conscientemente, tudo o que ele sabia era a história que contou a esposa e amigos. Então o coloquei sob hipnose profunda e dei a ele – oralmente – uma mensagem vital a ser entregue diretamente em sua chegada a um certo coronel – vamos dizer que seu nome fosse Brown – da inteligência militar. Além de mim, o Coronel Brown era a única pessoa que podia hipnotizar o capitão Smith. Isto é “fechado”. Realizei isso ao dizer ao hipnotizado capitão: “Até ordens posteriores minhas, somente eu e o Coronel Brown podemos hipnotizar você. Usaremos uma frase sinal ”a lua está clara”. Toda vez que você ouvir esta frase de mim ou de Brown passará instantaneamente para a hipnose profunda”. Quando o capitão Smith acordou ele não tinha memória consciente do que havia acontecido durante o transe. Tudo que ele estava ciente era que precisava ir a Tóquio e pegar o relatório da Divisão. Em sua chegada lá, Smith apresentou-se a Brown que o hipnotizou com a frase sinal. Sob hipnose, Smith transmitiu minha menagem e recebeu de volta uma dele. Despertado, recebeu o relatório da Divisão e voltou para casa por um outro jato. Em casa eu o hipnotizei mais uma vez com a frase sinal e ele me transmitiu a resposta de Brown que ele obedientemente havia guardado em sua mente inconsciente. O sistema é virtualmente a prova de falhas. Como exempificado neste caso, a informação foi “trancada” no subconsciente de Smith para recuperação apenas por uma das duas pessoas que sabiam a combinação. O sujeito não tem memória consciente do que aconteceu e assim nada pode revelar. Ninguém mais pode hipnotiza-lo até mesmo que saiba a frase sinal.
Nem todas as aplicações do hipnotismo à inteligência militar são tão de tanto valor quanto esta. Talvez você já tenha lido “As Três Faces de Eva”. O livro foi baseado em um caso relatado em 1905 pelo Dr. Morton Prince do Hospital Geral de Massachusetts e Harvard. Ele perplexou todos no campo ao anunciar que havia curado uma mulher chamada Beauchamp de um problema de divisão de personalidade. Usando a sugestão pós-hipnótica para submergir uma faceta infantil e incompatível da paciente, ele havia sido capaz de tornar os dois outros lados de Mrs. Beauchamp compativeis e reuni-los em uma única personalidade coesa. Hipnólogos clínicos do mundo pularam no vagão da personalidade múltipla como uma fronteira fascinante. Por 1920 eles não apenas haviam aprendido a aplicar a sugestão pós-hipnótica para lidar com este problema estranho mas também haviam aprendido como partir certos indivíduos em múltiplas personalidades como Jeckyl-Hydes. O potencial para a inteligência militar tem sido digno de pesadelo. Durante a segunda Guerra mundial trabalhei com esta técnica com um tenente da marinha altamente vulnerável que chamarei Jones. Sob o olho observador da inteligência da marinha parti a personalide dele em Jones A e Jones B. Jones A, um marinheiro normal, tornou-se inteirmente diferente. Ele falava da doutrina comunista e a entendia. Ele era recebido entusiasticamente pelas células comunistas e recebeu uma dispensa desonrosa da marinha [que fazia parte dos planos] e se tornou um membro atuante do partido. O curinga era Jones B, a segunda personalidade, anteriormente aparente no mariner consciente. Sob hipnose, este Jones tinha sido cuidadosamente treinado por sugestão. Jones B era a personalidade mais profunda, conhecia os pensamentos de Jones A, era um Americano leal e foi marcado para nada dizer durante as fases concientes.
Tudo que eu tinha a fazer era hipnotizar o homem completo, entrar em contacto com Jones B – o Americano leal – e tinha um conduto direto do campo comunista. Isto funcionou maravilhosamente por mêses com esse sujeito, mas a técnica deu um tiro pela culatra. Conquanto não houvesse modo do inimigo expor a personalidade dupla de Jones, eles suspeitavam disso e utilizaram o mesmo truque conosco mais tarde. O uso de “hipnose desperta” na contra-inteligência durante a segunda Guerra mundial ocasionalmente tornou-se tão envolvida que até mesmo atingiu a minha credulidade. Entre os complôs mais complicados usados estava a prática de enviar um agente perfeitamente desperto e normal ao campo inimigo depois de haver sido cuidadosamente treinado na hipnose desperta para agir como a parte de um potential sujeito de hipnotismo. Treinado em auto-sugestão e auto-hipnose tal sujeito pode ser aprovado em cada teste utilizado para verificar uma pessoa hipnotizada. Usando isso, ele pode controlar o número de batimentos cardíacos, auto-anestesiar-se a um grau contra a dor de um choque elétrico ou tortura.
No caso de um official que chamaremos Cox, este contra-espião cuidadosamente preparado recebeu um título para indicar que ele tinha acesso a informação de alta prioridade. Ele foi plantado em um café internacional em um país na fronteira onde era certo existirem agentes inimigos. Ele falava demais, bebia muito, fez amizade com as garotas locais e fingia um interesse infantil no hipnotismo. A esperança era que ele entraria em uma situação onde agentes inimigos o raptasssem e tentassem hipnotiza-lo para extrair dele informação. Cox trabalhou tão bem que eles cairam no truque. Ele nunca se permitiu ser hipnotizado durante as tentativas. Enquanto fingia ser um sujeito hipnotizado do inimigo ele ia reunindo e transmitindo informação.
[fim da entrevista]
Mais Experimentação
Em 1942 o Dr.Winfred Overholser do OSS, o predecessor da CIA, começou uma pesquisa buscando um “soro da verdade” usando mescalina, uma droga derivada do cactus peyote. Isso se provou ineficaz como soro da verdade e eles começaram a experimentar doses líquidas concentradas e altamente potentes de marijuana. O governo dos EUA durante a segunda Guerra mundial plantou toneladas de marijuana. A história oficial é que ela seria usada para cordas e de fato o caule foi usado para fazer cordas, sacos etc. mas o broto e a folha eram concentrados para a criação de indoor, incolor e sem sabor “soro da verdade”. Em alguns casos isto foi muito eficazmente usado durante o interogatório de agentes duplos suspeitos e até mesmo entre cientistas que produziam o produto. Isto produzia reações contudo provadas serem instáveis que alcançavam resultados variados entre muitos sujeitos teste e portanto outros meios tinham que ser buscados.
1944 viu os primeiros esforços dos EUA em recrutarem cientistas nazistas ativamente nos campos nuclear e médico.
1950 viu a CIA unir forças ao Pentágono e um programa de modificação comportamental foi inicialmente chamado PROJETO BLUEBIRD. Os prisioneiros norte-coreanos de Guerra receberam barbituratos, benzedrina e foram hipnotizados antes do interrogatório. Uma outra meta deste programa era a indução de amnesia em sujeitos-teste para que eles não pudessem se recordar dos processos de droga e tortura. A terapia por eletrochoque também tornou-se parte da mistura.
1953 vui a transformação do OSS em CIA. Por agora eles haviam importado muitos dos cientistas nazistas que haviam chefiado programas de controle mental e lavagem cerebral com alguns registros dos campos de morte que não haviam sido destruidos. Segundo estes registros os alemães haviam obtido bons resultados usando mescaline e então mais uma vez a CIA voltou a prancheta para novos projetos. O PROJETO NAOMI tinha sido um projeto da CIA usando LSD. A este ponto ele fio renomeado “MK Ultra”. MK Ultra era agora uma operação abrangente envolvendo controle mental, modificação do comportamento e interrogatório. Seus métodos eram uma mistura de psicocirurgia, terapia por eletrochoque, uso de várias drogas ponderosas de alteração mental e hipnose enquanto seu fim era produzir a amnesia de forma que os sujeitos teste de nada suspeitassem.
1967 Na Universidade McGill o Dr Ewen Cameron realizou experimentação para o MK Ultra usando terapia por eletrochoque e privação sensorial.
1974 um contratante do Departamento de Defesa, J. Scapitz, buscou combinar a tecnologia MK Ultra com a tecnologia microondas para produzir efeitos em massa sobre a população mundial. Em 1994, exatamente vinte anos depois, o Departamento de Justiça começou a supervisionar o novo trabalho realizado no Alasca para um projeto chamado HAARP. HAARP é de fato uma enorme matriz microondas. A matriz foi novamente extensamente atualizada em 1998.
In 1988 o governo dos EUA finalmente estabeleceu um processo legal de oito anos contra eles pelos advogados de Washington – Joseph L. Rauh, Jr., e James C. Turner. O processo foi acordado for a da corte pelo valor de 750.000 dólares em benefício de cidadãos canadenses que foram vitimizados e sobreviveram à experimentação MKUltra realizada por Ewen Cameron, que também alcançou notoriedade como presidente da Associação Psicológica Americana e Canadense. For a da corte foi estabelcido o acordo por interesse da “segurança nacional”.
ENTRAM OS BUSH
O avô de G.W. Bush, Prescott Bush, e seu sogro, George Herbert Walker, inicialmente fizeram sua fortuna fornecendo à máquina de Guerra nazista enquanto esta seguia em sua conquista da Europa. O dinheiro de Bush forneceu aos nazista aço, petróleo, materiais, munições e até Pesott ser acusado pelo Ato do inimigo. A família Bush havia investido pesadamente na política e polícia do Terceiro Reich.
“A fortuna da família Bush veio do Terceiro Reich” – John Loftus, ex secretário substituto de justiça e president do Museu do Holocaqusto na Flórida citado no Sarasota Herald-Tribune 11/11/2000
A família Bush é ligada financeiramente ao grupo Carlyle, uma companhia de fachada de bin Laden que tem enriquecido seus investidores por meio dascompras dos contratantes de defesa. A media annual detida pelos investidores tem sido 34% e é especializada no aparato de armamentos e defesa, enriquecendo financeiramente a cada maior ação militar.
Quando George H.W. Bush tornou-se director da CIA em 1975, segundo sua biografia official, ele foi o primeiro externo da CIA a tornar-se diretor. De fato este era um tempo muito crítico para a CIA e também muito crítico para a Nova Ordem Mundial com seus planos de controle mental em massa que estavam para ser colocados em uso prático e os papéis sendo vazados a respeito da existência do MKUltra. Sem mencionar que vários doutores envolvidos já haviam falado publicamente a respeito destes diabólicos deveres. Certamente não era o tempo para um noviço, então esta parte de sua biografia é verdadeira? Não, segundo um memorando de J Edgar Hoover que se referia a um “Mr. George Bush da CIA” que era um agente da CIA envolvido com exilados cubanos que mais tarde tornaram-se envolvidos no infame fiasco da Baía dos Porcos. George Bush tem publicamente negado ser esse homem. Ele se recorda de por esse tempo estar no Texas mas nega lembranças posteriores. Com toda probabilidade a CIA não estava nas mãos de um noviço, mas possivelmente de um dos maiores agentes que já a serviram.
Já que Bush foi o homem da CIA acima dos exilados cubanos que se reuniram para o fracasso da Baía dos Porcos, em oposição direta a JFK e aos seus planos de rasgar a CIA. Se Kennedy repentinamente criasse para si um inimigo muito letal em George H.W. Bush? Se assim o foi, há muita ironia em tudo isso. JFK escreveu e implementou a Publicação #7277 do Departamento de Estado que é um projeto básico de 40 anos para a Nova Ordem Mundial. A História desde então tem provado que temos implementado e seguido os planos de Kennedy ao nono grau. Se Bush foi instrumental no assassinato de JFK, então o arquiteto da Nova Ordem Mundial foi na realidade assassinado pelo homem que levou isso adiante no mundo. Em numerosas ocsiões durante sua presidência George H.W. Bush orgulhosamente se referiu a Nova Ordem Mundial e levou o crédito por acelera-la. O ex presidente Bush pode estar ligado também a uma outra tentative de assassinato, e há alguns detalhes muitos intrigantes associados a um que vamos olhar.
Ronald Reagan estava em seu primeiro mandato como presidente. Seu principal oponente republicano era George H.W. Bush, e naquele tempo parecia haver certa animosidade entre os dois. Reagan havia declarado publicamente que nunca teria Bush como vice presidente. Com certeza Reagan era muito mais elegível. Ele era carismático e lidava bem com a imprensa. Ele tornou-se conhecido como um grande comunicador. Segundo o Lt. Col. “Bo” Gritz, depois de receber a aprovação republicana como candidate presidencial Reagan foi convidado para um enconrto com os Rockerfellers na cidade de New York City onde lhe foi dito,
“Se você não tomar o meu chefe da Comissão Trilateral ” (George Bush era o chefe da CFR, que a décadas vinha trabalhando para nos levar a Nova Ordem Mundial) “como seu parceiro candidate, o único meio pelo qual você verá a Casa Branca por dentro será como turista”
Com certeza Reagan aceitou Bush e apenas dois meses depois de assumir a presidência sofreu a tentativa de assassinato em 30 de maio de 1981. Quando o primeiro tiro foi ouvido um agente do service secreto empurrou Reagan para dentro de um veículo e não viu a dor no rosto dele mas James Brady recebeu um tiro na cabeça e outros dois auxiliares foram baleados também. A limousine presidencial acelerou e uma ambulância deixou a cena vários minutes depois levando Brady para o hospital. De algum modo a limousine presidencial chegou ao hospital 15 minutos depois de Brady ter chegado.
Segundo Kitty Kelly em sua biografia de Nancy Reagan.
“É seguro dizer que Nancy Reagan odiava o Vice Presidente George Bush – o ambicioso espião da CIA e seu ex director que tomou a presidência sem eleição. Este ódio era certamente uma motivação tão eficaz quanto qualquer soro da verdade. (o ex director da CIA Richard Helms, um dos vinte oficiais condenados da Casa Branca de Reagan/Bush no escândalo Irã-Contra [cocaína por armas/armazenamento da OTAN por dinheiro], testemunhou ao Congresso que a CIA com sucesso realizou 60.000 assassinatos. Assassinos controlados mentalmente [programa de tortura/psicologia MK-ULTRA] eram apenas uma da muitas especialidades encobertas da CIA. O staff da embaixada costa-riquenha de Bush/Reagan inclisive o embaixador dos EUA firam expulsos daquele país pelo crime de importer cocaína dos EUA. Como chefe da CIA Bush certamente era um dos mais hostis empregados do governo da América)”
Segundo o próprio Reagan, ele nunca sentiu dor ao ficar de pé na calçada e sim depois de tre sido jogado dentro da limosine, fora da linha de tiro, que ele sentiu o ferimento. O Lt. Col. Bo Gritz, que era o homem responsável por quebrar o permanecimento entre o cumprimento legal dos EUA e Randy Weaver que era um sob seu commando, relata as próprias palavras de Reagan, bem como uns poucos outros fatos conhecidos.
“Eu sabia que tinha sido ferido, mas pensei ter sido ferido pelo homem do Serviço Secreto ao meu lado no carro. Quando isso aconteceu, devo dizer que senti uma dor paralisante. Tenho descrito que é como se alguém o atingisse com um martelo. Mas a sensação, me pareceu, veio depois que eu já estava no carro e assim pensei que talvez a arma dele ou8 algo tivesse quebrado uma costela. Sentei-me e a dr não passava e subitamente eu estava tossindo sangue.”
É interessante que o Lt. Col. Gritz especifica que Reagan não recebeu um tiro de bala mas uma ponta fina. Isto certamente era inconsistente com a arma especificada como sendo usada por Hinkley. Um outro fato interessante se refere a ligação entre John Hinkley e enfermarias psiquiátricas. Lembre-se que as enfermarias psiquiátricas foram amplamente utilizadas pelo governo para realizar tal experimentação. Devemos também notar as práticas dos dias atuais nestas enfermarias e seu uso disseminado de drogas de alteração mental com estes passados experimentos cruéis e mortais que são terrivelmente familiares. Hinkley tinha estado entrando e saindo várias vezes destas enfermarias. Acrescente a isto a ligação entre a família de Hinkley e a família de Bush, que se beneficiou da tentative de assassinato e temos algumas implicações muito seriamente sádicas e malignas.
O pai de Hinkley era um homem muito rico e grande contribuidor das campanhas de Bush. Eles eram socialmente interativos. Um dia supostamente Hinkley atirou em Reagan e seu irmão jantou com Neil Bush, irmão de G.W. Bush e filho de George H.W. Bush. Isto por si só é suspeito e uma possível coincidência, mas quando ligado com o resto dos fatos há mais evidência circunstancial que condena muitas pessoas nas cortes legais. A este ponto pode ser ditto que os fatos vão além do circunstancial?
Este incidente [a tentative de assassinato de Reagan] de fato deu a George H.W. Bush a presidência e de fato foi depois deste evento que ele, Ollie North e outros fecharam os acordos de armas por drogas. É muito provável que uma vítima do MKUltra tenha se tornado o bode expiatório óbvio.
Na década de 1940, Eli Lilly pharmaceuticals supervisionou os experimentos MK Ultra usando mescaline e LSD. George Bush tinha sido diretor da Eli Lilly bem como diretor da CIA ao tempo em que muito trabalho de pesquisa a respeito do MKUltra acidentalmente apareceu. O legado do MKUltra passou de pai para filho? Há um laço interessante referente a G.W. Bush. Enquanto e Governador do Texas, ele supervisionou a execução de 130 presos.
Karla Faye Tucker foi uma esposa abusada que havia assassinado o marido, cumpriu pena de vários anos, entregou sua vida a Cristo e tinha um ministério muito eficaz na prisão. Cristãos de todas as nações estavam pedindo pela vida dela… até mesmo Pat Robertson tentou intervir e pediu a GW para parar a execução por ela. Ele não atendeu e ela foi executada. GW publicamente fez troça dela em uma entrevista de televisão. A verdade é que GW somente suspendeu uma execução durante seu mandato como Governador do Texas, a despeito de todas as afirmações legítimas de inocência envolvendo vários dos executados. A única execução que ele suspendeu foi a de Henry Lee Lucas, que era um comprovado assassino em massa e estava ligado a bem mais de trezentos assassinatos. Lucas afirmava que ele fazia parte de um anel que assassinou, sequestrou, canibalizou e praticava o Satanismo e que principais politicos estavam envolvidos. É muito provável que Lucas também fosse vítima da tecnologia do MK Ultra. Lucas afirma que a CIA estava envolvida. A verdade é que quando se compara os fatos do MKUltra como dados pelos homens envolvidos, com a vida de Henry Lee Lucas, vemos assustadoras similaridades no modo de operação, que é similar também às experiências de John Hinkley. Lucas entrava e saia de instituições mentais por vários anos de sua vida. Havia vezes em que ele era amarrado na cama e drogado por semanas a um ponto de não ter memória dos eventos que transpiraram durante sua estada. Estas eram as mesmas técnicas usadas, juntamente com a hipnose, para criar assassinos como foi afirmado pelos mesmos doutores que realizaram os “programas”.
Quem eram estes “principais politicos“ para quem ele trabalhava [e que também eram os mais íntimos adoradores de Satã], ele nunca nomeou publicamente, mas G.W. Bush deu a Henry Lee Lucas o ÚNICO perdão em seu recém encontrado comsrvadorismo compassivo. Parece que embora tão subitamente quanto ele encontrou a sua compaixão, ele novamente a perdeu depois da execução de Lucas quando as execuções foram reassumidas eem um passo frenético. Também G.W., sendo um membro da Skull and Bones não é um novice na atividade satânica.
Os fatos concernentes a vítimas sequestradas sendo levadas a Matemoros e Juarez, no México, revelados por Lucas foram estabelecidos anos mais tarde quando em uma fazenda abandonada localizada exatamente for a daquela cidade, o governo Americano começou a cavar corpos de homens e mulheres que haviam sido torturados e mortos. Parece ter havido estranhos privilégios garantidos a Lucas durante sua encarceração. Segundo Jim Boutwell, Sherife do Condado de Williamson, Texas, “Henry não era um prisioneiro comum”. Ele havia recebido uma cela de alta segurança e umas poucas amenidades especiais…”
Lucas tinha passado dez anos na prisão antes de ser condenado por assassinato e foi libertado em 1970. Elea firma que foi recrutado e treinado em um campo paramilitary no Everglades, Flórida. Talvez acrescentando peso a sua história, além dos fatos do MKUltra e como estas mesms técnicas foram documentadas serem usadas sobre ele, temos este testemunho de Lt. Comandante Thomas Narut tomado de Harry V. Martin e David Caul, “Mind Control”, Napa Valley Sentinel, Agosto-Novembro 1991″
.”A informação foi divulgada em uma conferência da OTAN em Oslo de 120 psicólogos de 11 nações da aliança… A Marinha forneceu todo custeio necessário, segundo Narut. Dr. Narut, em uma sessão de pergunta e resposta com reporteres de muitas nações, revelou como a Marinha estava secretamente programando grandes números de assassinos. Ele disse que os homens com os quais trabalhava com a Marinha estavam sendo preparados para ações tipo comando bem como operações encobertas nas embaixadas dos EUA mundialmente. Ele descreveu os homens que entraram em seu programa como “atiradores e assassinos” que podiam matar a um comando. A triagem cuidadosa dos sujeitos era realizada por psicólogos da Marinha através de registros militares… e muitos eram assassinos condenados cumprindo sentenças militares de prisão”.
[fim do artigo]
Um outro fato interessante que parece verificar a informação dada por Lucas a respeito de sequestro, assassinato e experimentação de controle mental sendo realizados em Matamoros e Juarez – México, envolve Rafael Resendez-Ramirez. Ele havia perseguido os sistemas de ferrovias no oeste Americano nos anos de 1980 matando e aleatoriamente aterrorizando todas as vítimas que viviam próximas a uma ferrovia na Califórnia. Ele se encaixa perfeitamente no cenário apresentado por Lucas. Ramirez era abertamente um adorador de Satã e um assassino de sangue frio. Ele surpreendentemente nasceu em Matamoros, México e atravessou a fronteira americana a partir de Juarez [México], as mesmas duas cidades que Lucas afirmava que os elementos escuros de nosso governo realizavam estas tarefas lamentáveis. Segundo a mãe de Ramirez, “estranhos” de uma fazenda vizinha fora de Matemoros o criaram. Tomando os fatos da história de Lucas e comparando-os com a história de Ramirez parece haver muito mais que coincidência. Certamente de acordo com os padrões de hoje, bastante evidência para indiciar o nosso governo por punição cruel e não usual e conspiração de assassinato entre outras várias acusações.
Isto nos traz da Operação Paperclip na década de 1940 ao tipo de manipulação do MKUltra e não importa o nome do projeto, pelos anos de 1980 e 1990. Isto também mostra o envolvimento de alto nível das agências de inteligência dos EUA inclusive indicando homens como G.H.W. Bush e provavelmente também seu filho G.W.
Trazendo a Atualização de Dados de Controle Mental em Massa
Até agora temos examinado uma história condensada de projetos individuais de controle mental realizados pelo governo dos EUA. Agora devemos fazer a pergunta: “E quanto ao controle mental em massa?”
Permita-me submeter que a manipulação mental individual tem servido aos elementos escuros de nosso governo e apenas tem servido para criar confusão e ansiedade em nossa sociedade pelas décadas recentes. Isto por sua vez tem feito com que a população dos EUA grite por mais e mais intervenção do governo, que parece ser o efeito trabalhado e esperado por aqueles que nos dirigem a uma Nova Ordem Mundial. Acrescente a isto a SDP #7277 de autoria do Presidente Kennedy em 1959 quando ele era Senador e é aparente que a criação da Nova Ordem Mundial não é uma agenda estrangeira, mas uma agenda do governo Americano. Devemos também ver que o CFR, a Comissão Trilateral, a Liga das Nações, a ONU e tais são TODOS criações do governo Americano. Para trazer estes nefastos mas bem estabelecidos planos de fruição contudo, isto parece mais do que necessário. Algo deve ser feito além do nível individual e até mesmo além do nível nacional. Alguns dos objetivos podem ser.:
A. Os povos do mundo e em cada nação individual devem ser segregados em numerous menores que possam ser facilmente manipulados por vários meios de técnicas psicológicas. Por exemplo, separar broncos de negros, ricos de pobres, protestantes de católicos, democrata de republicanos etc.
B. Estes grupos menores posteriormente podem ser divididos para criar ainda mais divisão o que permitirá a distração das massas como um todo e evitará que elas debandem juntas para resistir a agenda da Nova Ordem Mundial.
C. Achar um meio de estressar as massa para mantê-las distraídas dos eventos reais na busca da simples sobrevivência.
D. Achar um meio de posteriormente iludir as massas a um estado que as evite por conta própria e realmente examiner situações ao seu redor no mundo.
Estes são apenas uns poucos pontos principais dos problemas a que temos que nos dirigir e superar embora isto seja apenas um exemplo minúsculo. Contudo é esperança deste escritor mostrar ao leitor que estes problemas não têm sido abordados mas que eles já tem alcançado a “comunidade mundial”, especialmente os cidadãos dos EUA e realmente agora são nada mais do que uma sociedade adormecida por lavagem cerebral.
Entra HAARP
HAARP é um acrônimo para “Programa de Alta Frequência Ativa Auroral”. Segundo o website official do governo a respeito de HAARP, esta é um estação de pesquisa localizada em mais de trinta acres de terra de propriedade do Departamento de Defesa. Eles também estranhamente informam no mesmo site official “especialização técnica e serviços de contraltos públicos como requerido para gerenciamento, administração e avaliação do programa estão sendo fornecidos cooperativamente pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea e Laboratório de Pesquisa Naval e Escritório de Pesquisa Naval. Como HAARP consiste em muitos itens individuais de equipamento cientgífico, grandes e pequenos, há uma considerável lista de organizações comerciais, acadêmicas e de governo”
Podemos perguntar, “Qual é a instalação de pesquisa que pretende simplesmente estudar nossa atmosfera e o que ela está fazendo emu ma propriedade do Departamento de Defesa?” A resposta pode estar em revelar quais são as reais funções de HAARP. HAARP consiste em uma martiz de fases de 180 torres colocadas afastadas 80 polegadas em uma grade de 1000 a 1200 polegadas. Duas antennas que transmitem ondas ELF e VLF variando de 2.8 a 7 MHz (VLF) e de 7 a 10 MHz, (ELF) na atmosfera no alto de cada torre. A matriz recebe a energia de 30 abrigos, cada um responsável por seis torres. Cada abrigo contém seis pares de transmissores de 10 kW permitindo uma transmissão de 3600 kW da matriz. O sinal pode ser focalizado fortemente em uma única area ou disperse em um amplo alcance. Há vários de tais sítios disperses pelo mundo transmitindo ondas ELF.
A maioria que está familiarizada com HAARP contudo, geralmente está apenas familiarizada com a instalação no Alasca, pensando ser a única de tais instalações. Hoje em dia quase ninguém está ciente dos muitos outros sítios tais como os localizados em Porto Rico, África do Sul e vários na antiga União Soviética. É uma interessante nota lateral que o projeto foi concebido e experimentado com início na década de 1950, Segundo nosso próprio governo. Não coincidentemente este é o espaço de tempo que o MKUltra estava operand com carta branca e a pleno vapor. Qual é a importância deste HAARP no que se refere ao controle mental em massa? A resposta reside no efeito das ondas ELF no cérebro e no corpo humano.
Para entender os efeitos das ondas ELF sobre o cérebro humano, precisamos compreender primeiro um pouco a respeito de diferentes padrões e comprimentos de ondas, sob as quais normalmente os humanos funcionam.
Ondas Cerebrais DELTA – estão entre 0.5 a 4 ciclos por Segundo e são geradas na parte anterior do cérebro. O padrão é normalmente associado com o sono profundo e alguns místicos orientais alcançam este estado quando despertos mas emu ma meditação muito profunda.
Ondas Cerebrais THETA – estão entre 4 a 7 ciclos por segundo. Este padrão é associado ao sono leve e repouso profundo. Criatividade e pensamento inspirado frequentemente acompanham esse estado. Quantos entre vocês já estavam quase dormindo e subitamente tiveram uma idéia ou solução?
Ondas cerebrais ALPHA – são quase não existentes em crianças com menos de dez anos de idade. Este é o padrão de onda gerado de 7 a 12 ciclos por segundo. É um padrão muito interessante. É um padrão que evita a concentração. É altamente suscetível à sugestionabilidade. Em outras palavras, uma pessoa operando neste padrão é facilmente levada, mesmo contra sua vontade. Por alguma razão esses dias a maioria dos homens e das mulheres estão operando em suas horas acordados em um estado de onda alpha.
Ondas cerebrais BETA – estão de 13 a 27 ciclos por segundo. Estas ondas devem aparentemente ser o padrão ótimo para humanos andarem e trabalharem em suas horas acordados. Este padrão nos permite analisar coisas e situações e mais prontamente permitir que o cérebro humano se foque no estímulo externo. Está associado á atividade mental alerta.
Ondas cerebrais GAMMA – algumas vezes chamadas de ondas hiper-beta, operam acima de 27 ciclos por segundo. Elas podem ser associadas a hiperatividade ou súbitas explosões de atividade física.
Tendo isso em mente, é importante saber que o cérebro e o corpo se tornam afetados pelos estímulos ELF externos. Diferentes frequências têm diferentes efeitos bem como de um sentimento de eufoia a extrema vertigem e doença e confusão, acelerar o crescimento de células cancerosas, algumas vezes seis vezes ou mais. Um dos efeitos mais interessantes é o fato que as frequências entre 8 e 12 Hz podem realmente “arrastar” a onda cerebral humana.
O que queremos dizer com esse “arrastamento” do cérebro de alguém? Se o cérebro de alguém está operando a 15 ciclos por segundo dizemos que ele está operando no padrão de onda cerebral BETA. Isto também como vimos é o padrão ótimo para analise e pensamento e exame dos estímulos externos. Se esse cérebro que está operando normalmente for então exposto a ondas ELF na frequência de 8 a 12 ciclos por segundo, como um camaleão muda de cor, aassim também a onda cerebral muda de um padrão BETA para um padrão ALPHA, exatamente reproduzindo o padrão da fonte externa. Esta mudança ocorre em alguns cérebros imediatamente ao contacto externo.
Qual a importância destas descobertas?
O cérebro deve normalmente trabalhar no padrão BETA durante as horas normais de trabalho. Contudo uma fonte externa emitindo ondas ELF podem fazer com que ele vá para o padrão ALPHA que é o padrão que desanconselha a concentração, o foco e o exame profundo, colocando o sujeito em um estado que é muito fácil ser levado pela sugestão. Em outras palavras, a pessoa nesse estado pode facilmente sofrer lavagem cerebral. Elas não podem se focalizar nas realidades das coisas que estão acontecendo com elas e examinar estas coisas. Uma pessoa que viva neste estado vive uma vida estreita de comer, beber e ficar feliz e é facilmente entretida e distraída. Alguns sentam na frente da televisão devorando toda e qualquer propaganda que lhes apareça como alimento. Eles vivem uma vida mentalmente pobre e nem mesmo entendem isso porque se torna uma norma.
Os transmissores de HAARP, bem como os transmisores similares espalhados mundialmente transmitem em frequências variadas. As frequencias mais utilizadas estão dentro da variação que afeta o cérebro retirando-o do estado BETA e arrastando-o para o estado ALPHA. Para ver o efeito tudo o que precisamos fazer é observar a sociedade facilmente influenciada e zumbificada em que vivemos. Uma outra interessante nota lateral. Muitos leitores se lembrarão do velho commercial sobre a marijuana onde vemos resultados de eletroencefalogramas sendo mostrados. Vemos picos altamente consistentes e ouvimos as palavras, “Este é o seu cérebro.” Agora vemos o nivel dos picos descer até estar quase que uma linha reta e ouvimos as palavras “Este é o seu cérebro com a marijuana”. O que NÃO é explicado são os VERDADEIROS efeitos da marijuana sobre os padrões de ondas cerebrais. O que nós vemos sendo mostrado neste comercial são as ondas ALPHA. Segundo todos os estudos respeitáveis como o da Universidade de Cornell e muitos outros mais, a marijuana não abaixa o padrão ALPHA mas arrasta o cérebro de volta ao padrão BETA, onde ele realiza seu melhor pensamento e exame profundo. Ela [a onda BETA] permite um exame mais profundo. É também demonstrado que a marijuana melhora os efeitos malignos das frequências inferiores de onda ELF sobre o corpo humano tal como o fato de retardar o cancer.
Muitas questões são levantadas por estes fatos. Porque os EUA e a Rússia têm construido esses transmissores mundialmente? Sabendo que eles têm grandes homens de ciência podemos acreditar que eles não saibam dos efeitos de lavagem cerebral das ondas ELF que eles estão produzindo? Ou este padrão está afetando nossas mentes a ponto que nem mesmo fazemos estas perguntas ou examinemos profundamente ou msmo, simplesmente, nos importamos? A marijuana tem sido provado não funciana como vimos anteriormente nas técnicas de lavagem cerebral. Ela foi testada e abandonada por Sidney Gottleib e outros. Também é comprovado or pesquisas em universidades ela ser benéfica ao corpo e mover o cérebro do padrão ALPHA para seu apropriado padrão BETA. Será esta a razão pela qual tem sido rotulada pela principal pesquisa universitária que a mais segura e benéfica droga da Terra tenha sido condenada illegal?
Conclusão
Colocando fatos e questões em seu lugar apropriado juntamente com os fatos do programa MKUltra podemos ver que a inteligência dos EUA tem buscado por mais de meio século aprender como manipular, fazer lavagem cerebral e usar a humanidade. Isto surpreendentemente tem sido alcançado a nível individual e de massa da humanidade como um todo, mundialmente. Os efeitos de tudo isso têm sido perplexantes. Violentos atiradores têm sido criados para aterrorizar esta nação e de fato o mundo através das drogas e modernos esforços psicológicos. Estes mesmos homens tem sido libertados e voltam às ruas porque os poderes que têm inundado nosso sistema prisional com ofensores menores e não violentos criam uma desculpa para as libertações precoces. Assassinos em massa como Henry Lee Lucas, que tem ligaações COMPROVADAS com a experimentação MKUltra e politicos de alto nível tem sido francamente perdoados. Acrescente a isto que a sociedade é programada para viver no padrão cerebral ALPHA e não Beta pelo uso mudial de transmissores tipo HAARP. As pessoas não podem pensar em examiner profundamente e estão abetas à sugestão, então quando vemos a violência nas ruas e eventos programados como a tragédia de 11 de setembro, ao invés de olhar os fatos que brilham elas recebem a sugestão da lavagem cerebral da midia e pedem por ainda mais controle do governo.
As pessoas permitem atos tais como os Atos de Segurança Doméstica e os Atos Patriota serem aprovados, despindo-nos de nossas liberdades civs em nome da segurança de coisas criadas pelo seu próprio governo. Qual é a motivação de nossos politicos de alto nível que estão no conhecimento? A publicação #7277 do Departamento de Estado de autoria do senador JFK em 1959 e asumida como política dos EUA sob sua presidência em 1961 provam que a agenda official dos EUA é a de dominação mundial através da construção da ONU. Isto permite que a agenda em andamento para trazer a Nova Ordem Mundial continue não desafiada enquanto manipula e faz lavagem cerebral nas pessoas e o façam em nome da paz e da segurança. De fato, como foi profetizado, temos cometido contra o mundo, uma grande alucinação fazendo com que as populaces mundiais recebam e acreditem em mentiras.
Deus abençoe a todos
Eric Jewell
editor@endtimezwarriorz.com
sum14hizwrd@tcworks.net 28 de fevereiro de 2003

Origens e Técnicas do Controle Mental Monarch

http://vigilantcitizen.com/hidden-knowledge/origins-and-techniques-of-monarch-mind-control/

A Programação Monarch é um método de controle mental usado por numerosas organizações para propósitos encobertos. Ela é uma continuação do projeto MK-ULTRA, um programa de controle mental desenvolvido pela CIA e testado em militares e civis. Os métodos são perplexantemente sádicos [seu inteiro propósito é traumatizar a vítima] e os resultados esperados são horripilantes: a criação de um escravo controlado mentalmente que pode ser desencadeado a qualquer tempo para realizar uma ação desejada pelo seu manipulador. Conquanto a midia ignore esse assunto, mais de dois milhões de americanos têm passado pelos horrores deste programa. Este artigo olha as origens da programação Monarch e alguns de seus métodos e simbolismo.

NOTA: Este artigo contém elementos perturbadores e podem desencadear sobreviventes do Monarch .
A programação Monarch é uma técnica de controle mental compreendendo elementos de Abuso Ritual Satânico [SRA] e Desordem Múltipla da Personalidade (MPD). Ela utiliza uma combinação de psicologia, neurociência e rituais ocultos para criar dentro dos escravos uma persona “alter” que possa ser desencadeada e programada pelos manipuladores. Os escravos Monarch são usados por várias organizações ligadas à elite mundial em campos tais como militar, escravidão sexual e indústria do entretenimento. Este artigo olhará as origens da programação Monarch, suas técnicas e seu simbolismo.
Origens
Através do curso da história, têm sido registradas várias narrativas que descrevem rituais e práticas que se assemelham a controle mental. Um dos escritos mais iniciais fazem referência ao uso do ocultismo para manipular a mente e podem ser encontrados no Livro dos Mortos egípcio. Este livro é uma compilação de rituais, pesadamente estudados pelas sociedades secretas modernas, que descreve métodos de tortura e intimidação [para criar trauma], o uso de poções [drogas] e lançamento de encantos [hipnotismo] que acabam resultando na escravidão do iniciado. Outros eventos atribuidos à magia negra, feitiçaria e possessão demoníaca [onde a vítima é animada por uma força externa] também são ancestrais da programação Monarch.
É, contudo, durante o século XX que o controle mental trnou-se uma ciência no sentido modern do termo, onde milhares de sujeitos têm sido sistematicamente observados, documentados e sofrido experimentos.
Um dos primeiros estudos metódicos de controle mental baseados em trauma foi realizado por Josef Mengele, um medico nazista que trabalhava nos campos de concentração. Ele inicialmente conquistou a notoriedade por ser um dos médicos das SS que supervisionava a seleção dos prisioneiros que chegavam, determinando quem seria morto e quem se tornaria um trabalhador escravo. Contudo, ele é mais conhecido por realizar horríveis experimentos em prisioneiros do campo, inclusive crianças, pelo que Mengele recebeu o apelido de “Anjo da Morte”.

Joseph Mengele, 1935
Mengele é infame por seus sórdidos experimentos em prisioneiros de campos de concentração, especialmente gêmeos. Contudo, uma parte de seu trabalho raramente é mencionada: a pesquisa em controle mental. Muito desta pesquisa foi confiscada pelos Aliados e ainda nos dias de hoje permanece classificada.
“DR. GREEN (Dr. Joseph Mengele): O mais importante programador, talvez a quem se deu o título de paid a Programação Monarch, foi Joseph Mengele, um médico ex-Nazista de Campos de Concentração. Milhares dos escravos mentalmente controlados do Monarch nos EUA tiveram o “Dr. Green” como seu programador principal.”
“Dr. Joseph Mengele, de notoriedade conquistada em Auschwitz, foi o principal desenvolvedor do Projeto Monarch baseado em trauma e outros programas de controle mental da CIA, como o MKUltra. Mengele e aproximadamente 5.000 outros nazistas de alto escalão mudaram-se secretamente para os EUA e América do Sul depois da segunda Guerra mundial em uma Operação chamada Paperclip. Os nazistas continuaram o trabalho deles em desenvolver controle mental e tecnlogias de foguete em secretas bases militares subterrâneas. A única coisa sobre a qual ouvimos falar foi o trabalho em foguetes e tecnologia especial de antigas celebridades nazistas como Warner Von Braun. Os assassinos, torturadores e mutiladores de inocentes foram discretamente mantidos fora da visão pública mas estavam ocupados nas instalações militares subterrâneas dos EUA que gradualmente se tornaram lares de milhares e mais milhares de crianças americanas raptadas nas ruas [aproximadamente um milhão por ano] e colocadas em celas com barras de ferro que vão do chão a teto como parte do “treinamento”. Estas crianças seriam utilizadas para avançar e aperfeiçoar as tecnologias de controle mental de Mengele. Certas crianças selecionadas [ao menos aquelas que sobreviveram ao “treinamento”] se tornariam futuros escravos controlados mentalmente que poderiam ser usados para milhares de tarefas diferentes variando desde escravidão sexual a assassinatos. Uma porção substancial destas crianças, que eram consideradas descartáveis, foram intecionalmente mortas na frente de outras crianças para traumatizar os restantes selecionados para total obediência e submissão”.
MK-ULTRA

Documento desclassificado do MK-Ultra
O escopo do MK-ULTRA nunca parou. Experimentos envolvendo eletrochoques violentos, tortura física e mental e abuso foram usados de modo sistemático em muitos sujeitos, inclusive crianças.

Imagem desclasificada de um jovem sujeto sob o MK-ULTRA, 1961.
Embora as metas admitidas dos projetos fossem desenvolver métodos de tortura e interrogatório para serem usados em países inimigos, alguns historiadores avaliaram que o projeto se destinava a criar “Candidatos Manchurianos” programados para realizar vários atos tais como assassinatos e outras missões cobertas.
A declaração mais incriminadora dada por um oficial do governo sobre a possível existência do Projeto Monarch foi extraida por Anton Chaitkin, um escritor para a publicação The New Federalist. Quandoo ex diretor da CIA William Colby foi perguntado diretamente: “E quanto ao Monarch?” ele respondeu zangada e ambiguamente, “Paramos isto entre os anos de 1960 e início dos anos de 1970”.
Programação Monarch
Embora nunca tenha havido oficialmente a admissão da existência da programação Monarch, pesquisadores proeminentes têm documentado o uso sistemático de trauma sobre sujeitos para propósitos de controle mental. Alguns sobreviventes, com a ajuda de terapeutas dedicados, têm sido capazes de se “desprogramar” e têm vindo a publico para revelar os detalhes terríveis de suas provações. Os escravos Monarch são principalmente usados por organizações para realizarem operações como “bodes expiatórios” treinados para realizarem tarefas específicas, que não questionam ordens e nem se lembram de suas ações, e se descobertos, automaticamente cometem suicídio. Eles são os perfeitos bodes espiatórios para assassinatos de alto perfil [veja Sirhan Sirhan], candidatos ideais para prostituição, escravidão e produces particulars de cinema. Eles também são os perfeitos fantoches de performance para a indústria do entretenimento.
“O que posso dizer é que agora acredito que a programação ritual-abuso é disseminada, sistemática e muito organizada da informação altamente esoterica que não é publicada, não está em qualquer livro ou entrevista de televisão, que a temos encontrado por todo este país e ao menos em um país estrangeiro. As pessoas dizem, ”Qual é o propósito disso?” Minha melhor suposição é que o propósito seja que eles querem um exército de Candidatos Manchurianos, dezenas de milhares de robôs mentais que farão prostituição, cinema, contrabandearão narcóticos, se engajem no contrabando internacional de armas e todos os tipos de negócios muito lucrativos e eventualmente os megalomaníacos no alto acreditem que eles criarão uma Ordem Satânica que governará o mundo”.
Os programadores do Monarch causam um trauma intenso nos sujeitos através do uso de eletrochoque, tortura, abuso e jogos mentais para força-los a se dissociarem da realidade – uma resposta natural em algumas pessoas quando estão diante de uma dor insuportável. A habilidade do sujeito para se dissociar é uma exigência maior e é, aparentemente, mais prontamente encontrada em crianças que vêm de famílias com múltiplas gerações de abuso. A dissociação mental capacita os manipuladores de criar uma persona na psique do sujeito que então possa ser programado e desencadeado a vontade.
“A programação de controle mental baseada em trauma pode ser definida como uma tortura sistemática que bloqueia a capacidade da vítima de processar concientemente [através da dor, terror, drogas, ilusão, privação sensorial, super estimulação sensorial, privação de oxigênio, frio, calor, fiação, estimulação cerebral e frequente experiências quase-morte] e então empregar a sugestão e/ou condicionamento clássico e operante [consistente em princípios de modificação comportamental bem estabelecidos] para implanter pensamentos, diretivas, percepções na mente inconsciente, frequentemente nas recém formadas identidades dissociadas induzidas pelo trauma, que forçam a vítima a sentir, pensar ou perceber coisas para os propósitos do programador. O objtivo é que a vítima siga as diretivas sem qualquer atividade consciente, inclusive a execução de atos em clara violação aos princípios morais da vítima, suas convicções espirituais e volição.
A instalação da programação de controle mental se baseia na capacidade da vítima em se dissociar, o que permite a criação de novas personalidades protegidas, mantidas e ocultadas programadas. As crianças que já apresentam dissociação são os candidatos ”primários” para programação.
O controle mental Monarch é encobertamente usado por vários grupos e organizações para vários propósitos. Segundo Fritz Springmeir estes grupos são conhecidos como “A Rede”e formam a espinha dorsal da Nova Ordem Mundial.
Origens do Nome
O programa Monarch recebeu este nome por causa de uma borboleta chamada Monarch – um inseto que começa sua vida como um verme [representando o potencial não desenvolvido] e depois de um período em um casulo [programação] renasce como maravilhosas borboletas [o escravo Monarch]. Algumas caraterísticas específicas da borboleta Monarca também são aplicáveis ao controle mental.
“Uma das razões primárias para esta programação de controle mental ter recebido o nome Monarch foi por causa da borboleta Monarca. A borboleta Monarca aprende onde ela nasceu [suas raízes] e passa esse conhecimento via genética a sua prole [de geração a geração]. Este foi um dos animais chave que surpreendeu os cientistas por esse conhecimento ser transmitido geneticamente. O programa Monarch é baseado em metas Illuminati e Nazistas para criar uma raça mestra em parte através da genética. Se o conhecimento pode ser transmitido geneticamente [e pode] então é importante que sejam encontrados pais que possam passar o conhecimento correto às vítimas selecionadas para o controle mental Monarch”.
“Quando uma pessoa está passando por trauma induzido por eletrochoque, um sentimento de tontura é evidenciado; como se estivesse flutuando ou adejando como uma borboleta. Há também uma representação simbólica a respeito da transformação ou metamorfose desse belo inseto; de uma lagarta a um casulo [dormência, inatividade] a uma borboleta [nova criação] que voltará ao seu ponto de origem. Tal é o padrão migratório que torna esta espécie única.

Método

A vítima/sobrevivente é chamada um escravo” pelo programador/manipulador, que por sua vez é percebido como ”mestre” ou “deus”. Aproximadamente 75% das vítimas são femininas porque elas possuem uma tolerância mais alta a dor e tendem a dissociar mais facilmente do que os machos. Os manipuladores do Monarch buscam a compartimentalização da psique de seus sujeitos em alter personas múltiplas e separadas usando o trauma para causar mais dissociação.
A seguir uma lista parcial dessas formas de tortura:
1. Abuso e tortura
2. Confinamento em caixas, gaiolas, caixões etc ou enterro [frequente com uma abertura ou um tubo de ar para oxigênio]
3. Contenção por cordas, correntes, algemas etc.
4. Quase afogamento
5. Remoção da camadas superiores da pele
6. Calor ou frio extremo, inclusive submersão em água gelada e químicos que queimam
7. Fios
8. Luz cegante
9. Choque elétrico
10. Ingestão forçada de fluidos corporais ofensivos como sangue, urina, fezes, carne etc.
11. Pendurar em posições dolorosas de cabeça para baixo
12. Fome e sede
13. Privação do sono
14. Compressão com pesos e aparelhos
15. Privação sensorial
16. Drogas que criam ilusão, confusão e amnesia frequentemente dadas por injeção ou endovensamente
17. Ingestão ou administração intravenosa de químicos tóxicos para criar dor ou doenças, inclusive agents de quimioterapia
18. Pernas puxadas ou deslocadas
19. Experiências de quase morte, geralmente asfixia por choque ou afogamento com ressuscitação imediata
20. Aplicação de serpentes, aranhas, vermes, ratos e outros animais para induzir medo e nojo.
21. Forçado a realizar ou testemunhar abuso sexual, tortura ou sacrifício de pessoas e animais, geralmente com facas.
22. Partipação forçada na escravidão
23. Abuso para engravidar; o feto então é abortado para uso ritual ou o bebê é levado para sacrifício ou escravização.
24. Abuso spiritual para fazer a vítima sentir-se possuída, perseguida e controlada internamente por espíritos ou demônios
25. Blafêmia das crenças judaico-cristãs e forma de veneração; dedicação a Satã ou outras deidades
26. Abuso e ilusão para convencer as vítimas que Deus é mal, tal como convencer uma criança que Deus tem abusado dela
27. Cirurgia para torturer, experimentar ou causar a percepção de bombas ou implantes físicos ou espirituais
28. Danos ou ameaças de danos a família, amigos, seres amados, animais de estimação para forçar a obediência
29. Uso da ilusão ou realidade virtual para confundir e criar revelações não acreditáveis.
“A base para o sucesso da programação de controle mental Monarch é que diferentes personalidades ou partes de personalidade chamadas alters podem ser criadas sem que uma conheça a outra, cada uma assumindo o corpo em tempos diferentes. As paredes de amnésia são construidas por traumas, formam um escudo protetor de segredo que protege os abusadores de serem descobertos e evitam que as personalidades de frente, que mantêm o corpo a maior parte do tempo, conheçam seus sistemas ou alters que estejam sendo usados. O escudo do segredo permite que os membros do culto vivam e trabalhem ao redor de outras pessoas e permaneçam totalmente não detectados. Os alters de frente podem ser cristãos maravilhosos e os alters mais profundos podem ser o pior tipo de monstro satânico imaginável – um efeito Dr. Jekyll e Mr. Hyde. Um grande acordo está em jogo ao manter o segredo da agência de inteligência ou grupo oculto que esteja controlando o escravo. A taxa de sucesso deste tipo de programação é alta mas quando ela falha, as falha são descartadas por meio de morte. Cada trauma ou tortura serve a um propósito. Uma grande quantidade de experimentação e pesquisa aconteceu para descobrir o que pode e o que não pode ser feito. Mapas foram feitos mostrando quanta tortura um dado peso corporal e uma dada idade pode suportar sem morrer.
“Devido ao trauma severo induzido pela terapia com eletrochoques, abuso e outros métodos, a mente se parte em personalidades alternadas desde o núcleo. Antigamente referida como Desordem da Personalidade Múltipla, é presentemente reconhecida como Desordem Dissociativa da Identidade e é a base para a programação Monarch. O condicionamento posterior da vítima é alcançado por meio de hipnotismo, coação de duplo vínculo, reverses prazer-dor, privação de alimentos, água, sono e sensorial juntamente com várias drogas que alteram certas funções mentais”.
A dissociação portanto é alcançada através do trauma do sujeito, usando abuso sistemático e terríveis rituais ocultos. Uma vez que ocorra no núcleo a divisão da personalidade, um “mundo interno” pode ser criado e alter personas podem ser programadas usando instrumentos como música, filmes [especialmente produções Disney] e contos de fadas. Estas ajudas audio e visuais aperfeiçoam o processo de programação usando imagens, símbolos, significados e conceitos. Alters criados podem ser acessados usando palavras-gatilho ou símbolos programados dentro da psique do sujeito pelo manipulador. Algumas das imagens internas mais comuns vistas pelos escravos de controle mental são árvores, a cabalística árvore da vida, giros infinitos, antigos símbolos e letras, teias de aranha, espelhos, vidros se partindo, mácaras, castelos, labirintos, demônios, borboletas, ampulhetas, relógios e robôs. Estes símbolos geralmente estão inseridos na cultura popular, filmes e videos por duas razões: dessensibilizar a maioria da população, usando programação sub-liminar e neuro-linguística e para deliberadamente construir gatilhos específicos e chaves para a programação base das crianças altamente impressionáveris do Monarch. Alguns dos filmes usados na programação Monarch incluem “o mágico de oz” “pinóquio”, “a bela adormecida” e “alice no país das maravilhas”.
Na cultura popular, referências veladas a programação Monarch frequentemente usam analogias ao Magico de Oz e Alice no País das Maravilhas. Em cada caso, ao escravo é dado uma particular interpretação do roteiro do filme para aperfeiçoar a programação. Por exemplo, um escravo assistindo O Mágico de Oz é ensinado que “em algum lugar sobre o arco iris” é o “lugar feliz” para onde os escravos do trauma dissociativo devem ir para escaparem dad or insuportável que é inflingida a eles. Usando o filme, os programadores encorajam os escravos a irem “além do arco iris” e dissociarem, efetivamente separando a mentes deles de seus corpos.
“Como mencionado anteriormente, o hipnotozador achará mais fácil hipnotizar crianças se eles sabem como fazer isso com crianças pequenas. Um método que é eficaz é dizer às crianças pequenas, “imaginem vocês estão assistindo um favorite show de televisão”. Este é o porque os filmes de Disney e outros shows são tão importantes para os programadores. Eles são o perfeito instrumento hipnótico para alcançar a mente da criança e a dissociar na direção correta. Os programadores tem estado usando filmes quase todo dia para ajudar as crianças a aprenderem os roteiros hipnóticos. Para as crianças, ela precisam ser parte do processo hipnótico. Se o hipnotizador permite que a criança componha seu próprio ”imaginário” a sugestão hipnótica sera mais forte. Muito mais que dizer a uma criança a cor de um cachorro o programador pode perguntar para a criança. Isso é onde os livros e filmes são mostrados às crianças para ajudar em endurecer suas mentes na direção certa. Se o hipnotizador fala a uma criança, ele deve tomar uma precaução extra em não mudar o tom de voz e ter transições suaves. A maioria dos filmes das Disney são usados para propósitos de programação. Alguns deles são especificamente destinados para controle mental”.
Em conclusão
É difícil permanecer objetivo quando descrevemos os horrors suportados pelos escravos Monarch. A extrema violência, o abuso, a tortura mental e os jogos sádicos inflingidos às vítimas por “notáveis cientistas” e oficiais de alto nível provam a existência de um verdadeiro ”lado escuro” nos poderes que são. A despeito das revelações, documentos e denunciadores, uma grande maioria da população ignora, descarta ou evita o assunto. Mais de dois milhões de americanos têm sido programados pelo controle mental através de trauma desde 1947 e a CIA publicamente admitiu os projetos de controle mental em 1970. Filmes como Candidato Manchuriano tem diretamente feito referência ao assunto, até mesmo apresentando técnicas reais, tais como eletrochoque, o uso de palavras gatilho e implantação de micro-chips. Várias figures públicas que vemos nas telas de nossas TVs e cinema são escravas de controle mental. Pessoas famosas como Candy Jones, Celia Imrie e Sirhan Sirhan têm vindo a registro e revelaram suas experiências em conrtole mental… ainda que o público geral afirme que “isso não existe”.
A pesquisa e fundos investidos no projeto Monarch contudo apenas se aplicam a escravos controlados mentalmente. Muitas das técnicas de programação aperfeiçoadas nestes experimentos são aplicadas em uma escala em massa por meio da midia de massa. Principais noticiários, filmes, videos musicais, anúncios e shows de televisão são concebidos usando os dados mais avançados sobre o comportamento humano que já foram compilados. Muito disso veio da programação Monarch.

Published in: on junho 17, 2013 at 5:53 pm  Deixe um comentário  
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FOGO VINDO DO CÉU

FOGO VINDO DO CÉU:

A Batalha da Colheita da Lua e a Verdadeira História das Cápsulas Espaciais

por “Alguém que Sabe”

 

http://www.theforbiddenknowledge.com/hardtruth/fire1.htm


PARTE 1:

Enquanto começo a escrever esse relato o noticiário está falando sobre um estranho acidente com uma aeronave da USAIR que caiu na Pensilvânia. No dia seguinte um avião caiu em Moscou. A CNN falou sobre uma bola de fogo que foi relatada na direção de Bakersfield, Califórnia, indo à Medford, Oregon. Eles disseram que isso aconteceu por volta das 6 e 15 da manhã de sábado, 10 de setembro de 1994 e era tão brilhante que sua luz atravessando as janelas acordou as pessoas. Eles mostraram uma casa em San Rafael com um buraco no telhado causado por um pedaço de algo que veio do céu.

Um foguete Arian foi lançado da Guiana Francesa e foi perdido, um dia antes. Vários terremotos ocorreram na Califórnia, inclusive um que a CNN mostrou em um mapa, a sudoeste do Lago Tahoe. Mais ou menos 15 minutos depois, a CNN começou a falar sobre uma cápsula espacial disparando raios laser em direção à Terra e mostrou uma vista da Terra com o Lago Tahoe no canto superior da tela. Se você unir os fatos então você vê que a Cápsula spacial Columbia está disparando raios laser em direção à Terra com “propósitos ambientais”, precisamente onde os terremotos estão ocorrendo. O Presidente foi para Camp David, então quando ele voltou (?) um avião caiu na Casa Branca; foi só ele sair e o fogo irrompeu na sala. Rosh Hashanah tinha acabado a pouco tempo (6 e 7 de setembro) e está chegando o Yom Kippur. O Presidente ordenou que 8.000 soldados da Marinha, 1.800 Mariners e 4.000 soldados do Exército em 15 ou 20 navios de guerra se preparem para invadir o Haiti.  

Guerras Secretas entre os Poderes Que Serão

Se o que você está para ler não o deixa de fato muito assustado, então você só pode não estar consciente de tudo isso. Preste atenção que essa informação pode salvar sua vida. O propósito desse artigo é informá-lo brevemente sobre algumas das guerras secretas que estão acontecendo entre os poderes que serão; poderes que, no momento, lutam pelo controle do mundo. 

Em 1978, eu era o líder de um especial grupo de interesse Mensa chamado “Doomsday Club News and Intelligence Report”. Eu escrevia uma newsletter para o Clube. Em maio de 1978, em uma publicação disse:

“A GUERRA é um perigo sempre presente, muito mais próximo do que as pessoas imaginam. Agora a Rússia está testando “satélites assassinos” e raios laser e armas de raios de partículas, enquanto os EUA estão realizando um programa maior para desenvolver armas contra raios – uma real batalha tipo Star War está tomando forma. A guerra espacial agora é possível e é provável que cresça. Um programa está agora em desenvolvimento para determinar a possibilidade de utilizar as Cápsulas Espaciais para propósitos.” O que naquele tempo eu não sabia era que de fato a guerra espacial já havia começado. Esse manuscrito posteriormente fornecerá maiores detalhes.

Na mesma newsletter, mencionei que Richard Helms da CIA havia sido exonerado pelo Presidente Carter e recomendei que o leitor contactasse o Fundo de Inteligência e Segurança (SIF) para mais informação (inclui o endereço). Listei os membros da equipe como James Angleton, Elbridge Durbrow, Brig Gen. Robert Richardson, o ex-secretário da Marinha e do Tesouro Robert Anderson, o ex Chefe de Operações Navais Almirante G. W. Anderson, e outros nomes que mais parte se tornaram importantes nessa história.

Mudanças nas Estratégias de Defesa

Na página 10 eu disse: “Os EUA estão mudando sua defesa para mísseis balísticos sub-lançados e mísseis Cruise de lançamento aéreo, já que os ICBMs em silos se tornaram vulneráveis a um primeiro ataque intempestivo vindo da União Soviética. Os aviões B-52, F-14, F-15 e F-16 serão equipados com os mísseis Cruise no decorrer dos próximos cinco anos na região do Pacífico. Esta postura indica a admissão de que nada que permaneça imóvel nos EUA poderá ser protegido – somente aeronaves e submarinos tem uma chance de sobreviver a um primeiro ataque. 

“Estudos independentes realizados pelo Congresso que já foram concluídos tem mostrado que por volta de 1980 os russos podem realizar um primeiro ataque contra as forças Minuteman com uma forte probabilidade de ser capaz de destruir a maioria dos ICBMs americanos e que já em 1981 os EUA não terão mais um poder detentivo para evitar um primeiro ataque soviético”. Continuei com uma citação de  Aviation Week & Space Technology, (p. 14, de 3 de abril de 1978), sobre os números de mísseis que nós e a Rússia tínhamos. Mais tarde, na página que mencionei, o Secretário de Defesa Harold Brown propôs um rápido aumento nos gastos com defesa civil, inclusive um estudo subsidiado que planejasse a rápida evacuação de cidades durante a ameaça de ataque nuclear. O que estava acontecendo? Porque os EUA estavam mudando sua estratégia de defesa e de repente enfatisando a importância da defesa civil?

Em minha publicação de julho da newsletter DCN&IR, citei o General George S. Brown, Presidente da Junta de Chefes de Equipe, que disse: “O que os soviéticos estão fazendo é inquietante, principalmente porque ninguém sabe o que seja”. Eu disse: “O General Alexander Haig, Supremo Comandante das Forças Aliadas na Europa, em março advertiu Washington sobre a mudança fundamental no Exército do Pacto de Varsóvia para um “caráter ofensivo”. Continuei dizendo que sentia que a Rússia estava se preparando para se defender de uma ameaça de uma Alemanha rearmada. Mencionei que a maioria da força nuclear dos EUA estava em solo alemão. Na página 7 eu disse que “o Japão pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial tem ordenado que suas forças armadas preparem planos de defesa para se proteger de um ataque estrangeiro”.

Na página 10, citei Alexander Solzhenitsyn dizendo, “Nenhuma arma, não importa quão poderosa, pode ajudar o Ocidente até que ele supere sua perda de poder da vontade. Para se defender, alguém deve estar pronto para morrer”.

 

RIDICULARIZADA A TECNOLOGIA DE RAIO DE PARTÍCULA

A manchete da capa do meu artigo de outubro de 1978 era ARMAS NUCLEARES – LOGO OBSOLETAS. A seguir o meu artigo onde digo:

O General George Keegan – formado por Harvard, voou 56 missões de combate na Segunda Guerra Mundial, recebeu a Cruz por Serviços Importantes no Vietnã, Vice Presidente Executivo do Instituto Estratégico dos EUA, Chefe da Inteligência da Força Aérea dos EUA; mais ou menos há dois anos ele se aposentou da Força Aérea porque ele viu alguns perigos críticos para os EUA e não obteve permissão para revelá-los ao público. Ele tentou avisar aos Poderes da Casa Branca mas eles riram dele. Então, mais ou menos a dezenove meses atrás, ele fez as primeiras referências públicas ao secreto programa de pesquisa russo sobre armas carregadas de raios de partículas. A revista  Aviation Week & Space Technology fez uma acompanhamento dessa informação e determinou que ele estava essencialmente correto. Contudo, o Presidente Carter e o Secretário de Defesa  Harold Brown, ambos muito mal informados pela CIA, ridicularizaram  Keegan.

Cientistas americanos do Lawrence Livermore Lab (distantes de mim a uma corrida de bicicleta) realizaram o Projeto See-Saw para determinar se os EUA podiam construir armas carregadas de raios de partícula. A conclusão foi que era impossível naquela época construir tais armas já que estamos tecnologicamente muito distantes (a frente) dos soviéticos e então era ridículo pensar que eles pudessem construir uma. Keegan revelou suas descobertas sobre os desenvolvimentos de armas carregadas de raios de partícula ao Chefe da CIA William Colby em 1975. Colby reuniu um Painel Sobre Inteligência Nuclear que determinou que, como os EUA não podiam construir uma tal arma, era im possível que os soviéticos o fizessem. Colby nunca levou a informação obtida da Inteligência da Força Aérea ao Presidente ou ao Secretário de Defesa.

Keegan se aposentou e começou a tornar pública a informação, por meio do Conselho Americano de Segurança (do qual eu sou membro da Mesa de Conselho Nacional).         A história dele foi recebida com desprezo pelos oficiais de alto nível, sendo que os mais indignados foram o Presidente Carter e o Secretário de Defesa Harold Brown (que já havia feito parte do Lawrence Livermore Lab). “Mas a despeito das negativas oficiais, os soviéticos continuavam seu trabalho, realizando no mínimo oito experimentos com raios elétron no espaço a bordo das espaçonaves Cosmos, Soyuz e Salyut…” (AW & ST) e realizaram testes na região de  Semipalatinsk e Sarova. “Ao mesmo tempo, físicos americanos mais jovens, desinibidos de problemas de ego tão comuns entre os mais velhos, também estavam fazendo progresso nas técnicas chave necessárias ao desenvolvimento de armas de raio. Agora a maré tem mudado. Um esforço americano em ampla escala para dominar a tecnologia necessária para determinar a possibilidade do desenvolvimento de armas de raio está sendo organizado nos mais altos níveis do Pentágono. Até mesmo os céticos mais teimosos agora reconhecem que deixar esse campo incontestado para os soviéticos é um risco para os EUA. Um risco que os EUA não podem correr. Por causa do extremo constrangimento público que essa série de artigos trará ao Presidente Carter e ao Secretário de Defesa  Harold Brown, que viram seus contemporâneos tentarem e falharem no Projeto See-Saw, há ainda uma ampla tentativa de manter o programa swob sigilo oficial”. (Aviation Week & Space Technology, 2 de outubro de 1978).

O artigo declara, “Especialistas do Capitóleo que têm examinado toda a evidência, inclusive os dados secretos agora disponíveis a nós, tem concluído que a avaliação do General Keegan estava essencialmente correta…” Edward Teller tem informado aos principais senadores que a análise do General Keegan estava certa na essência da matéria…”

Os soviéticos já testaram com sucesso as armas de raios de partículas, bem como a França!. |”Os especialistas americanos em armas de raios de partícula que têm acesso a informação da Inteligência americana e contacto pessoal com físicos russos envolvidos em programas de física do plasma e física magnética acreditam que os soviéticos construirão uma arma de raio próton baseada no solo entre 1980-1983.”

PROJETO SIPAPU

O Pentágono iniciou um programa chamado “Chair Heritage” para estabelecer nosso próprio sistema por volta de 1982. Anteriormente esse era principalmente um programa da Marinha na instalação para pós graduados da Marinha em Monterey, Califórnia, mas agora está sendo realizado combinado ao Projeto SIPAPU do Exército (raios espaciais em oposição aquele de raios em vasos da marinha) e outros – parece que agora todo mundo que é alguém está envolvido (Lawrence Livermore Lab, Sandia Corp., Defense Nuclear Agency, CIA, Hughes Aircraft, Lockheed, University of Texas, Austin Research Associates, etc.).

Se você se lembrar bem, a Rússia nos superou no Espaço, com o Sputnik, então nos lançamos em um programa intensivo para ficar a frente dos soviéticos. Vannevar Bush disse uma vez que era impossível construir um míssil balístico que superasse a distância de 3.000 milhas, mas dentro de dez anos a Rússia já os tinha e nós realizávamos um programa intensivo para superá-la.

Agora mais uma vez estamos em uma corrida para a superioridade estratégica, mas dessa vez a Rússia pode ter concluído o sistema dela dentro de dois anos enquanto nós precisamos de no mínimo cinco anos – mas então as coisas podem mudar rapidamente. 

Um problema que nós temos é o da liderança de topo – Presidente e Secretário de Defesa – que pode atrasar o processo porque eles não gostam de admitir o engano. No passado, existiam vários serviços de Inteligência, todos competindo entre eles tentando ser o mais acurado; assim, quando um serviço falhava o outro se destacava. Agora Carter unificou os Serviços de Inteligência sob as ordens de Stansfield Turner e todos eles devem passar por Turner antes de chegarem ao Secretário de Defesa ou ao Presidente. Isso cria a chance que o Presidente seja mal informado ou até mesmo disinformado. E isso, a longo prazo, pode ser até mesmo um perigo maior para os EUA do que a arma de raio de partícula!

CAPACIDADES DA ARMA DE RAIO DE PARTÍCULA

Então o que é uma arma de raio de partícula? Ela é similar a um lasr mas não é um laser. Lasers disparam um raio de radiação eletromagnética (luz) enquanto que as armas de raio de partícula disparam um raio de partículas sub-atômicas (elétrons, íons, prótons etc). Isso significa que muito em breve as armas nucleares tornar-se-ão obsoletas.

Seja quem for que coloque satélites com armas de raios de partículas em órbita primeiro (apropriadamente controladas por sensores e computadores complexos) pode controlar o mundo. Um míssil guiado ou uma aeronave pode então ser dizimado em uma fração de segundo depois do lançamento.  

Sob essas condições, ainda temos bombas nucleares, mas seria impossível lançá-las contra o inimigo que está protegido por raios de partículas.

Um editorial da AW & ST disse, “As armas de raio oferecem a promessa de redução das armas nucleares estratégicas a um fator insignificante no futuro. Quando empregadas com sucesso, as armas de raios podem por um fim ao longo reinado de terror nuclear iniciado pelos mísseis balísticos e suas ogivas termonucleares. Se os soviéticos alcançarem primeiro essa capacidade, ela dará a eles uma alavancagem maior e crucial para impor sua vontade política sobre o resto do mundo. Se os EUA a alcançarem primeiro, eles não mais precisarão dos frouxos acordos SALT e em um calor de morte os cidadãos desse planeta poderão olhar adiante em direção a uma mudança das tensões internacionais advindas da área nuclear estratégica e em direção a armas mais convencionais e menos devastadoras”.

Se você deseja saber como se parecem as armas de raios de partículas, basta assistir “Star Wars” ou Battlestar Galactica.”

Este é o fim da citação da minha newsletter de 1978. E agora, como diria Paul Harvey, vamos ao resto da história!

A Rússia lançou o veículo espacial octagonal Intercosmos 17 em 26 de setembro de 1977. A *Encyclopedia Brittanica* diz que seu propósito era para “pesquisa científica internacional em partículas carregadas e micrometeoritos”. O que, um satélite de partículas carregadas? Já no espaço? É isso que nós lemos acima? “Se os soviéticos alcançarem primeiro essa capacidade ela dará a eles uma enorme e crucial alavancagem para a imposição da vontade política deles sobre o resto do mundo”.

GUERRA NO ESPAÇO

A Batalha pela Colheita da Lua começou em 17 de setembro de 1977. A Rússia começou a destruir nossos satélites espiões usando os “satélites assassinos” deles. Em 27 de setembro de 1977 a Rússia destruir a nossa base espacial secreta na Lua. Em 29 de setembro de 1977 a Rússia lançou em, órbita a estação espacial tripulada Salyut 6.

Primeiro, vamos explorar um pouco a base de tudo isso. O livro “Guerra no Espaço” de James Canan, 1982, Harper & Row, p. 153 diz: “Armas de alta energia, seus perigos e promessas, começaram a penetrar a consciência dos congressistas no final da década de 1970 e foi o General George J. Keegan da Força Aérea Americana – ‘o louco George’ para seus críticos, e o “George brilhante” para seus admiradores, que começou tudo isso. Keegan indubitavelmente dotado de um dos QIs mais altos que agraciaram a Instituição Militar, que é, salvo os estereótipos em contrário, dita estar cheia deles.

Keegan esteve durante muitos anos na Inteligência da Força Aérea e no comando dela, a começar em 1972 e durante cinco anos… Em meados da década de 1970 o império da Inteligência da Força Aérea de Keegan, como seus críticos a apelidaram, tinha uma população de aproximadamente 50.000 e estava gastando aproximadamente a bilhões de dólares por ano. Keegan tinha aceso às fontes HUMINT dentro da Rússia e em todos os lugares, a todos os álbuns de satélites  photorecce e a todas as fitas dos satélites ELINT.”

P. 155: “Em 1972, um jovem cientista civil que trabalhava na Inteligência da Força Aérea foi até Keegan com a evidência de um esforço soviético para desenvolver uma das maiores armas estratégicas de todos os tempos – uma arma de raios de grande e alta energia que seria utilizada para destruir os mísseis balísticos no combate pela máxima defesa da União Soviética”.

Tendo passado três anos estudando física nuclear a nível de graduação, Keegan chamou para si a liderança com o jovem cientista no exame da evidência vislumbrada nos papéis científicos não classificados da União Soviética. Ele concluiu que o jovem cientista de fato detectara algo e colocou seu pessoal para trabalhar. Com Keegan no comando direto, uma equipe de Inteligência da Força Aérea esmiuçou e reuniu relatos internos da Rússia e fotografias de satélite mais a interceptação de comunicações referentes a um crescente complexo de construções, canos e sabe-se-lá-o-que-mais  no Semipalatinsk, na região sul-central da Ásia Soviética.

O que os soviéticos haviam construído lá – começando pelo posicionamento subterrâneo de duas enormes esferas no início dos primeiros anos da década de 1970 – era uma instalação para testes de armas carregadas de raios de partículas… um segmento considerável da comunidade científica americana pulou contra Keegan acusando-o de disseminar a paranóia”.

P. 157: “Em 1974, dois anos depois do General Keegan começar a se manifestar nos círculos super secretos sobre o trabalho russo no Semipalatinsk, os raios de partícula retornaram a ser tema no Pentágono. Um documento do Departamento de Defesa descreveu o que aconteceu: a Marinha iniciou seu programa “Chair Heritage’ para o desenvolvimento de raio de elétron para ‘aplicação na defesa de navios contra todas as formas de ataque por aeronaves e mísseis… O Exército também começou um programa separado para demonstrar a produção de raios de ion de alta corrente”.

O primeiro programa do Exército, chamado ‘SIPAPU’ (uma palavra indígena americana que significa fogo sagrado) é controlado pelo Comando de Defesa de Mísseis Balísticos no Arsenal Redstone, no Alabama e centralizado ns Laboratóios Científicos de Los Alamos. O Chair Heritage, transferido para controle do DARPA em 1980, está sendo realizado pelo Laboratório de Radiação Lawrence em Livermore…” Acredito que alguns de meus leitores tomarão nota da palavra “Sipapu.”

PROJETOS SECRETOS

Até meados de 1979, trabalhei para Control Data Corporation em Sunnyvale, Califórnia, na Divisão de trabalhos “skunk” (gambá). Um dos projetos em que trabalhei foi o Chair Heritage.

Para confirmação dos pesquisadores, fornecerei a seguinte informação: Meu chefe era Phil Myers. Os Gerentes de Programa eram JM Moore (projetos TIGS, IOS), Jack Crawford, JL Smith, CR Shuler, LH Woodward, WA Osborne e outros.

Alguns projetos tinham o nome STC, RFREDA, BRONCO, MARE ISLAND, A4, LATFAC, DALFAC, RKYDSO etc.

É suficiente dizer que tínhamos os mais poderosos computadores do mundo (Star 100 que era um computador Cray etc.) e estávamos envolvidos nos projetos mais secretos dos EUA. Nossos clientes incluíam a estação climática de Monterey, Califórnia, (satélites climáticos fazem bvem mais do que simplesmente observar o tempo), Cheyenne Mountain no Colorado, DARPA (Agência de Pesquisa em Projetos Avançados) e outros; oh, sim, a NASA e o IRS (Imposto de Renda dos EUA). Um de meus amigos passava todo o seu tempo livre fora do trabalho estudando anti-gravidade e assim não é muito difícil supor no que ele trabalhava.

General Keegan e o Secretário de Defesa de Carter Harold Brown não se olhavam olho no olho. Seria pelo fato de que o pai de Brown era um judeu russo (esqueci seu nome verdadeiro) tivesse algo a ver com isso? Como um oficial militar, Keegan foi proibido de falar qualquer coisa ao público, então em janeiro de 1977 Keega pediu sua aposentadoria e criou o Conselho de Segurança Americana (civil) e começou a viajar pelo país dando palestras para tentar despertar todo mundo. Elhe falhou.

Keegan morreu em março de 1993. Seu obituário no *New York Times* disse, “Ele avaliou que a União Soviética estava construindo um sistema de defesa civil que asseguraria uma taxa razoável de sobrevivência a um ataque nuclear. Ele também acreditava que os russos estavam perto de desenvolver futurísticas armas carregadas de raios de partícula.” O livro “Profundamente Negro: Espionagem Espacial e Segurança Nacional  (Deep Black: Space Espionage and National Security) de William E. Burrows, Random House, uma história de satélites espiões, tem mais informação sobre Keegan.

MISSÕES SKYLAB

Vocâ até mesmo se perguntou o porque dos EUA nunca mais terem ido à Lua? Você se lembra do Skylab? A história oficial é que o *Skylab* foi lançado em 14 de maio de 1973. Ele era para ser uma estação espacial americana tripulada. Em 25 de maio de 1973 um foguete Saturno levou a primeira tripulação (Conrad, Kerwin e Weitz) no *Skylab,* uma missão que durou aproximadamente um mês.

A segunda tripulação (Alan Bean, Owen Garriott e Jack Lousma) foi lançada em 28 de julho de 1973, uma missão que durou aproximadamente dois meses. Ambas missões foram pragueadas de falhas, vazamentos e outros problemas.

A terceira missão tripulada *Skylab* começou em 14 de novembro com Gerald Carr, William Pogue e Edward Gibson. Foi dito que a missão foi atrasada seis dias em virtude de rachaduras nas barbatanas da cauda do foguete Saturno.

A Rússia tinha lançado uma estação espacial em 3 de abril mas em 14 de abril ela explodiu, o que foi descrito como “uma disfunção catastrófica”. 

“MÁ SORTE” NA NASA

Depois dos surpreendentes sucessos das missões Apollo, por alguma razão a NASA começou a ter todos os tipos de má sorte. “Nos EUA o sucesso do primeiro vôo da cápsula espacial orbital foi toldado por dois fracassos catastróficos dos foguetes veículos de lançamento que anteriormente eram  plenamente confiáveis.

Depois do teste preliminar de taxiamento na pista e vôos unidos a seu avião transportador Boing 747, o orbitador espacial Enterprise foi declarado pronto para liberação de seu avião mãe. Em 12 de agosto na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, os astronautas Fred W. Haise, Jr e C. Gordon Fullerton guiaram o Enterprise a um pouso completo no solo do Lago Seco Roger cinco minutos e 23 segundos depois de ter sido liberado de seu 747.

Um segundo vôo com os astronautas A Joe H. Engle e Richard H. Truly, em 13 de setembro foi igualmente bem sucedido. Haise e Fullerton colocaram o Enterprise ainda em um outro pouso dez dias depois. Uma praga completa apareceu no Centro Espacial Kennedy na Flórida em meados de maio, quando um pequeno acelerador de propelente sólido caiu de seu bracelete no primeiro estágio de um veículo Delta e o danificou. O acelerador estava sendo preparado para lançamento do Satélite Orbital Teste para a ESA.

O satélite foi destruído em 13 de setembro quando seu veículo de lançamento Delta explodiu um minuto após a decolagem, aparentemente por causa de seus foguetes com propelente sólido serem detonados. Somente dezesseis dias depois, um acelerador Centauro com um satélite de comunicação Intellsat 4A a bordo também irrompeu em chamas apenas um minuto depois do lançamento (*Encyclopedia Brittanica – Book of the Year,* 1978, p. 638.)

Amigos, já é tempo de conhecerem a história real. Em outubro de 1977 um interceptador russo Cosmos recentemente operacional abateu o Skylab. Skylab, juntamente com sua tripulação de cinco astronautas americanos que secretamente estavam a bordo, explodiu em uma gigantesca bola de fogo sobre os EUA. A NASAQ imediatamente iniciou um prolongado acobertamento do que havia acontecido. Como eu sei? É suficiente dizer que tenho uma fonte de informação de credencial muito alta.

Dale G. Stonehouse (stoney@cloudnet.com)

ANUNCIO: “Eu sei de uma coisa com certeza; que nada tenho por certo ” – Me.

“É o que você aprende depois de saber o que realmente importa.” – Earl Weaver.

 PARTE 2:

NASA queria que todo mundo esquecesse aquela misteriosa bola de fogo e em tão fingiu que o Skylab ainda estava em órbita mas inesperadamente estava perdendo altitude. A NASA utilizou as histórias sobre a Cápsula Espacial como parte de seu acobertamento dos fatos que envolveram o Skylab. Eles fingiram que talvez a Cápsula pudesse ir em tempo de salvar o Skylab. Isso simplesmente era uma dupla mentira da NASA. Primeiro, porque o Skylab nunca poderia ser salvo, já que havia explodido e a segunda mentira era porque os EUA não estavam em posição naquele tempo de lançar a Cápsula ou qualquer outra coisa de natureza militar no espaço. A Rússia estava utilizando sua secreta nova Tríade Espacial de avançadas armas espaciais tripuladas.

Os Interceptadores russos Cosmos já haviam iniciado a varrer dos céus os satélites espiões americanos e as plataformas russas planadoras dotadas de armas eletro-gravidade, as Cosmosferas, estavam causando manchetes ao criarem enormes booms (barulho alto, ensurdecedor) aéreos ao longo das costas americanas. Assim por diante. Todas essas coisas aconteceram exatamente quando o Programa das Cápsulas Espaciais americanas estava começando a decolar.

BOLSHEVISTAS AMERICAN – MESTRES DA MENTIRA

O resultado foi uma completa reorganização do Programa das Cápsulas. Os velhos planos de darem a ele completa publicidade foram recolhidos. Os “Bolshevistas” do nosso governo que colocaram o cartel de Rockfeller em muitas áreas de Poder, lançaram uma rede de segredo sobre todos os novos planos militares. Nunca nos foi falado sobre as capacidades de treinamento da Cápsula Enterprise e nunca foi nos dito muitas coisas que estavam acontecendo em White Sands no Programa militar da Cápsula. Ao manterem essas coisas secretas os “Bolshevistas” se colocaram em uma posição poderosa de nos enganar e o engano não parou mais.

Nunca nos falaram sobre o 747 modificado da NASA que transportava uma réplica completa de áreas de tripulação e baia de carga de uma cápsula – e assim era e o fez. Não soubemos que aquele avião, que originalmente era destinado ao treinamento, iria se tornar uma ferramenta bolchevista de disfarce e mentira contra nós. Quando v imos os vídeo-tapes dos astronautas na cabine simulada de uma cápsula, muito naturalmente pensamos que se tratasse da coisa real. Vimos um notebook flutuar no ar, por uns poucos segundos próximo aos astronautas e fomos levados a pensar que eles estivessem sem peso pelo fato de estarem em órbita.

Não nos foi dada qualquer pista que aqueles momentos de falta de gravidade tinham ocorrido meses antes. Então, o que você faria se você fosse um astronauta diante do fato que a Rússia já tinha virado a curva e podia destruir sua nação em uma explosão? Você não pensaria que um bom patriota iria em frente com o jogo? Contudo, isso nos trouxe um sério problema – talvez as imagens que enganaram muitos americanos e o resto do mundo com certeza não enganaram os novos governantes da Rússia. Eles já haviam aprendido no outono anterior sobre do que realmente se tratava o vôo do Columbia e quando o Columbia foi lançado em 12 de abril os russos estavam prontos e a espera!

O LANÇAMENTO DO COLUMBIA EM UMA ESTRANHA ÓRBITA

O real plano da missão era o de uma missão curta. Era suposto que os astronautas alcançassem a órbita e rapidamente utilizassem o satélite militar que estava na baia de carga do Columbia; então eles retornariam à Terra – não a bordo da Cápsula mas em uma cápsula de reentrada muito especial. Dois dias depois eles supostamente pousaria na disfarçada cápsula Enterprise na Base da Força Aérea de Edwards como o ato final do drama falsificado para nosso benefício.

Pela primeira vez em três anos o Pentágono esperava colocar em órbita um satélite espião que não fosse imediatamente abatido pela Rússia. Esta tentativa estava destinada a levar os nossos “supernerds” a continuar de desastre em desastre.

Você deve saber o que aconteceu para ter uma idéia do que vem depois. Se você repensar os lançamentos espaciais americanos do passado, alguns podem ter percebido algo muito incomum sobre o lançamento do Columbia. No passado, os lançamentos espaciais tripulados eram sem feitos na direção do sudeste, na direção do equador, mas não foi assim o do Columbia. Ele foi lançado em direção nordeste, bem longe do equador. A razão para isso era a secreta missão espacial de reconhecimento do  *Columbia.*

Em sua notas de divulgação pública, a NASA disse a todo mundo que o Columbia foi lançado em uma órbita de 44 graus acima e abaixo do equador. Mas a real órbita utilizada foi a de 69 graus. Essa órbita foi escolhida porque ela levaria o Columbia e seu satélite espião todo o caminho em direção ao Norte, para o Círculo Ártico e além. Essa é o tipo de órbita necessária se um satélite espião deve fazer um vôo de reconhecimento sobre a Rússia.

O lançamento a nordeste do *Columbia* foi feito para possibilitar o satélite espião a começar a reunir dados sobre a Rússia em poucos minutos depois do Columbia ter alcançado a órbita. Tempo era a essência de uma tentativa de espionar a Rússia. Cada satélite espião americano lançado em direção à Rússia nos três anos anteriores tinha sido cegado ou abatido antes de reunir muitos dados.

O secreto plano de vôo para o Columbia era então completamente diferente daquele que foi anunciado pela NASA para o público. O plano precisava que o Columbia fosse lançado em um curso inicial nordeste na direção geral de Bermuda e em tão a mais ou menos dois e meio minutos após o lançamento  realizar essa mudança de curso não ortodoxa – uma ampla volta para o norte. Esse lançamento curvo sem precedentes pretendia uma manobra evasiva de qualquer Cosmosfera russa que pudesse estar espreitando acima. Ainda acelerando em seu curso curvo, supunha-se que o Columbia passaria aproximadamente a 100 milhas a leste de Cape Hatteras, Carolina do Norte. A 200 milhas a leste de Washington, D.C., os principais motores da cápsula seriam desligados e pretendia-se que o tanque de combustível do Columbia se soltasse livremente quando o Columbia passasse 100 milhas a leste de New Jersey.

Nos próximos dois minutos a Cápsula e seu tanque de combustível estariam na linha costeira além da ponta leste de Long Island, sobre Boston, em direção ao Maine. Durante esse tempo esperava-se que a cápsula manobrasse livrando-se do tanque de combustível utilizando de pequenos manobradores.

Finalmente, exatamente quando o *Columbia* passasse sobre New Brunswick, Canadá, o plano de vôo determinava que os motores de manobra fossem expulsos.  Em algum lugar sobre o Mar Labrador, o Columbia voaria de cabeça para baixo e barriga para cima e alcançaria a órbita da Terra. Tão logo o fizesse, o plano de vôo para os astronautas Young e Crippen era o de fazerem rapidamente o trabalho.

A MISSÃO ESPIÃ DO COLUMBIA

Em menos de dez minutos esperava-se que os astronautas abrissem as portas da baia de carga e ligassem os sensores do satélite espião que esperava lá dentro. Na medida em que eles fizessem isso, o Columbia estaria sobre a ponta sul da Groenlândia, sobre o meio do Estreito da Dinamarca entre a Groenlândia e a Islândia, sobre o Círculo Ártico e então mergulhando sudoeste em direção ao norte da Noruega, Finlândia e Rússia. Segundo o plano de vôo, o Columbia estava programado para atravessar a fronteira russa exatamente ao sul da estratégica Península de Kola. Demoraria menos de 23 minutos depois da decolagem. Um reconhecimento inicial sobre a Rússia deveria então estar a caminho. O satélite espião a bordo da baia de carga, mesmo embora ainda não empregado, teria tido uma visão perfeita lá de baixo através das portas abertas da baia de cargo da cápsula que voava com a barriga para cima.  

O *Columbia* pretendia voar em um curso através da Rússia que começava exatamente a oeste do estratégico Mar Branco no extremo noroeste da Rússia. Dali então o curso planejado era na direção sudeste sobre aproximadamente 2.500 milhas de estratégico território russo. Durante apenas o primeiro minuto, esperava-se que o satélite visse partes da altalmente “sensível” Península de Kola, o Mar Branco, inclusive os super secretos estaleiros de submarinos perto de Kazan, uma das bases russas do sistema ABM. Esse sistema usa armas carregadas de raios de partículas transportadas pelos Transportes TU-144 supersonicos.

Perto do fim da primeira passagem sobre a Rússia esperava-se que o satélite espião reunisse dados sobre dois outros Cosmodromos russos (os russos tem quatro) – aqueles de  Baiokonur e Tyuratam. Enquanto isso, inúmeros outros alvos militares também estariam sob exame. O satélite espião na baia de carga do Columbia deveria ver tudo isso ainda em sua primeira passagem sobre o território russo. Tudo isso demoraria apenas 8-1/2 minutos. Então o *Columbia* teria atravessado a fronteira do Afeganistão em direção à Índia. Mais ou menos dez  minutos depois o satélite espião estaria transmitindo seus dados para os receptores em Diego Garcia no Oceano Índico.

Sim, esse ERA o plano. Os planejadores militares estavam confiantes que o satélite espião deles realizaria ao menos uma primeira passagem completa sobre a Rússia. Eles estavam certos de que o lançamento curvo do Columbia e o curto tempo envolvido evitaria que a Rússia estragasse a missão. O Columbia decolou de Cabo Canaveral às sete horas da manhã naquela manhã de domingo. Esperava-se que ás 7:23 o Columbia já estivesse sobre a Rússia. Ás 7:31  o Columbia deixaria os céus russos e às 7:45 os planejadores militares estariam recebendo seus primeiros dados obtidos na Rússia.

OS RUSSOS ESTRAGAM O PLANO

O plano parecia possível mas os planejadores foram vítimas da mesma lacuna de Inteligência que eles próprios criaram na América anos antes. Os agentes russos de Inteligência foram capazes de aprender as linhas gerais do plano de missão do Columbia aproximadamente seis meses antes do lançamento. Hoje ainda é pior, porque existe mais agentes da KGB na CIA do que americanos leais.  

Um mês antes da informação pública do Columbia em Cabo Canaveral, em novembro de 1980, o Comando Espacial russo estava estudando o problema. Não há dúvida sobre uma coisa: eles não permitiriam que a missão do Columbia tivesse sucesso.

Obtidos os dados de reconhecimento, os bolchevistas na América estavam determinados a iniciarem uma guerra nuclear. Mesmo assim, havia uma pergunta sobre o melhor meio de abortar a missão. Todos os meios propostos foram rejeitados por que apresentavam algum tipo de fraqueza. Foram consideradas  várias possibilidades, incluindo sabotagem ou explodir o Columbia no céu. Todas as alternativas suspenderiam uma missão da cápsula mas não parariam o Programa das cápsulas como um todo e o objetivo da Rússia era fechar completamente esse programa.

No final eles optaram por uma solução. O que era necessário era um versão “para a era espacial” do famoso incidente com o U-2 ocorrido duas décadas antes. Nos dias finais da administração Eisenhower, a Rússia publicamente acusou os EUA de invadir seu espaço aéreo com vôos espiões. Isto foi antes da era dos satélites espiões e invadir o espaço aéreo de outros países era uma acusação muito séria aos olhos do mundo.

Os portavozes americanos tentaram difundir um crescente furor enquanto cuidadosamente evitavam uma negativa definitiva de todas as acusações; mas os russos continuavam acusando. Finalmente, o Presidente Eisenhower ficou tão exasperado que negou redondamente, em público, que a America realizasse vôos de espionagem sobre a Rússia.

Isso era exatamente o que os russos estavam esperando. Eles prontamente fizeram o que os especialistas americanos de Inteligência esperavam que eles fizessem.  Eles abateram um U-2 espião que voava sobre a Rússia. O nome do piloto da CIA, hoje já falecido, Francis Gary Powers, encheu as manchetes dos noticiários internacionais da noite para o dia. O russos haviam feito o Presidente dos EUA parecer um mentiroso aos olhos do mundo. 

Foi então programado uma reunião entre Eisenhower e Nikita Kruschev, mas os russos friamente desmarcaram. Ao estudarem a situação do Columbia os russos decidiram fazer um foco de natureza similar. Afinal, eles precisariam pousar intacta a cápsula.

A Rússia protestou continuadamente sobre a natureza militar do Programa de Cápsulas Espaciais e percebeu que eles seriam capazes de chocar o mundo com a verdade sobre esse programa ao simplesmente provar sua realidade. Eles colocariam à exposição pública a cápsula acidentada juntamente com seu satélite espião que disparava raios laser movido à energia nuclear. O Kremlin gostou do plano e o aprovou. Com a finalidade de enfatizar os paralelos com o incidente do U-2, a Rússia recentemente havia proposto uma reunião com os EUA. O plano era o de retirar a proposta de encontro em protesto após a derrubada *Columbia.*

O Comando Espacial russo começou a trabalhar vários meses antes para estar pronto. Eles estavam diante de uma grande ordem: descer o Columbia em território russo sem destruí-lo completamente. Um ano antes, isso teria sido impossível de ser realizado e até mesmo seria impossível considerar tal hipótese. Contudo, agora os russos já tinham à serviço uma nova ferramenta espacial. Era a terceira geração da plataforma levitante de armas, a Cosmosfera. Elas eram chamadas de “Super Pesadas” pelo Comando Espacial russo.

“SUPER PESADAS” DISPONÍVEIS

As Super Pesadas Cosmosferas russas ainda RAM consideradas de natureza experimental mas já tinham vários melhoramentos integrados desde o início dos anos 80. Assim sendo, por volta de 1980/81 os russos já tinham construído sete delas. Em termos de volume, elas eram maiores que um Dirigível Goodyear e eram até mesmo maiores que um zepelim da década de 1930. Elas eram capazes de transportar uma carga de mais de 50 toneladas, o que é muito mais do que a capacidade de uma cápsula espacial. Também, elas eram equipadas de poderosa propulsão eletromagnética, o que levaria a Cosmosfera todo o caminho em velocidade orbital. Em resumo, A Cosmosfera jumbo era a versão russa as cápsula espacial e já estava completamente operacional.  

Para realizar seu ataque ao Columbia a frota inteira das sete cosmosferas jumbo estavam prontas. Cinco delas foram dotadas de equipamentos que a capacitavam de agarrar um objeto muito grande no espaço. As outras duas foram equipadas  com armas de raios de partículas nêutron. Essas armas eram do mesmo tipo daquelas que foram utilizadas na “Batalha da Colheita da Lua” em setembro de 1977.

*COLUMBIA* DECOLA

Às 7:00 da manhã de domingo de 12 de abril de 1981, os motores foguete da cápsula espacial Columbia rugiram vivos. Momentos depois, os gigantes propulsores sólidos foram disparados e o Columbia decolou. Na medida em que ele subia, rolava ao redor e começava a se inclinar em seu caminho de vôo em direção ao espaço. Como vimos na televisão, ele rapidamente oscilou em direção nordeste. Os propulsores sólidos se separaram e se soltaram de cada lado. Momentos depois, o Columbia desapareceu da tela da televisão. A tela então alegadamente mudou para o Centro de Controle de Missão em Houston – tudo isso já havia sido combinado. Sim, eu sei que é muito difícil acreditar! 

O mapa controlado pelo computador da NASA começou então a traçar o alegado curo do Columbia. Segundo o mapa, a cápsula estava sobre o Atlântico na direção de Bermuda; mas naquele momento, livre dos propulsores sólidos, o Columbia já começava sua longa curva em direção ao Norte. 

A umas 50 milhas a leste de Charleston, Carolina do Sul, a frota russa das sete cosmosferas estava planando alto sobre o oceano ao mesmo tempo em que a cápsula se aproximava em seu elaborado caminho curvo, de barriga para cima, com o enorme tanque de combustível no topo.

COSMOSFERA INTERCEPTAM A CÁPSULA

As duas cosmosferas armadas com raios nêutron se aproximaram do Columbia vindas de baixo e um pouco atrás, onde elas não podiam ser vistas pelos astronautas Young e Crippen. As outras cinco cosmosferas jumbo equipadas de garras voavam em formação fora da linha de fogo e bem atrás do tanque de combustível. As cosmosferas acompanharam a cápsula até que ela alcançou uma predeterminada altitude e velocidade.  Então as cosmosferas armadas disparam duas vezes suas armas de raios nêutron. O primeiro disparo atingiu a cabine e uma área perto dos motores na parte de trás da cápsula. Os astronautas morreram instantaneamente porque a arma de neutron interrompe totalmente a atividade do sistema nervoso, do cérebro, olhos e coração.

Ao mesmo tempo os motores da cápsula se calaram. Uma fração de segundo depois, o segundo disparo atingiu o nariz e uma área abaixo  da baia de carga. Esses disparos foram calculados para calou os computadores de vôo do *Columbia* – isto é, todos os computadores, menos um. Os russos queriam que o computador de backup entrasse em ação e fizesse  seu trabalho – isto é, fazer uma reentradda automática de emergência e cair pousando na Rússia. Eles anteciparam que esse computador assim o faria porque ele é pesadamente escudado contra a radiação. O escudo é de um material muito mais eficiente que o chumbo. É de OURO!

Os russos tinham certeza que esse “computador de ouro” tomaria o controle depois que os motores fossem paralisados. Aproximadamente uns 10 segundos depois dos motores pararem o tanque de combustível, ainda um terço cheio, automaticamente seria liberado pela cápsula. A esse tempo, o computador de ouro estaria comandando a cápsula. As cinco cosmosferas jumbo equipadas de garras se apressariam na direção do tanque de combustível e então usando sua poderosa propulsão eletromagnética lançariam fora o tanque. Em seu curso na direção nordeste o tanque seria lançado sobre o Atlântico Norte  em um grande arco até que então se dirigisse para o sul. As cosmosferas então acelerariam em velocidade orbital e pegariam o tanque solto.

Três anos antes disso as primiras cosmosferas tinham enviado uma mensagem por meio dos enormes booms aéreos ao longo da Costa Leste da América. Você se lembra das discussões nos noticiários sobre os misteriosos “booms sônicos” que estavam sendo ouvidos ao longo da costa? Agora essas cosmosferas mais novas estavam utilizando o tanque de combustível da cápsula para enviar uma mensagem assustadora as novos planejadores de guerra bolchevistas da América.

Enquanto isso as cosmosferas armadas acompanhavam a cápsula. Tendo então todos os seus motores calados prematuramente, o Columbia estava bem abaixo da velocidade orbital. Ele estava seguindo um plano balístico, exatamente como um ICBM, para o coração da Rússia. Parecia que o plano russo estava funcionando com perfeição mas então algo inesperado aconteceu.

UMA SITUAÇÃO SEM VENCEDORES

Um dos computadores atingidos do Columbia voltou a funcionar. A sua rápida parada havia feito que ele ficasse sem sincronização com o computador de ouro e dessa forma dos dois computadores não se comunicavam entre eles. Quando o Columbia atravessava a fronteira da Rússia ele estava voando com o lado direito para cima, ao invés de barriga para cima sob o controle do computador de ouro. Mas o outro computador abriu as portas da baia de carga exatamente como havia sido programado. Enquanto a cápsula reentrava por sobre a Rússia o ar quente inundou a baia de carga. Os sensores de calor no satélite espião detectaram o calor recebido e como isso estava programado no computador do satélite, significava um sinal de “dano por ataque”.  Finalmente a temperatura subiu a um ponto crítico e ativou o circuito de auto-destruição no satélite. O satélite espião explodiu deixando a cápsula em pedaços.

Os russos haviam esperado um pouso acidental de forma reconhecível. Ao invés disso, o Columbia terminou em destroços em uma linha de umas 85 milhas de comprimento ao longo do sudeste da Rússia Central da cidade de Kazan e então foi dito aos cidadãos que um satélite de pesquisa tinha caído de órbita. Foi dessa formas que nem os russos e nem os americanos conseguiram o que queriam. Assim estava destinado a haver mais tentativas, cada uma tão tola quanto a anterior.

PARTE 3:

Em 24 de novembro de 1980, o Programa Espacial Tripulado americano repentinamente começou a dar sinais de vida depois de ter estado quase que a beira da morte. Esse foi o dia em que a cápsula Columbia foi apresentada à visão pública no Centro Espacial Kennedy na Flórida. Foi o primeiro aparecimento público da cápsula em dois anos. A cápsula havia chegado a Cabo Canaveral dois anos antes, em março de 1979. Dali até novembro de 1980 o veículo espacial Columbia permaneceu escondido em um grande casulo de metal chamado de “Instalação de Processamento do Orbitador” mas em 24 de novembro subitamente o casulo se abriu e apareceu o veículo espacial.Não foi uma longa viagem programada para aquele dia – aproximadamente 300 jardas até o Prédio de Construção do veículo que era vizinho. Desapareceu novamente como se fosse um passe de mágica. Pela primeira vez em quase seis anos os EUA estavam se comprometendo em público com as missões espaciais tripuladas.Essa aparição do Columbia pegou quase todo mundo de surpresa.  

O Programa americano de Veículos Espaciais estava três anos atrás da programação. Desde 1977 nós nada havíamos ouvido sobre seus problemas, atrasos e mais problemas com o veículo espacial. De fato, exatamente cinco dias antes, o Dr. George Low, ex diretor do Programa Lunar *Apollo*, resumiu todo seu desgosto quando disse: “Hoje penso se podemos iniciar um outro Apollo, muito menos alcançá-lo”. O programa de pouso lunar *Apollo* era um outro programa cheio de mentiras, fumaça e espelhos mas deixarei essa história para outra vez. Por agora o jornal Spotlight de 5 de setembro de 1994 dará a vocês algumas pistas das mentiras envolvidas.

A FARSA DA “QUARENTENA” PÓS LUNAR

Uma outra fonte recente sobre esse assunto foi um artigo chamado “A Grande Quarentena Lunar” na revista *Air & Space* de fevereiro/março de 1994. Se você se lembrar, quando os astronautas que pousaram na Lua voltaram eles foram submetidos a uma quarentena durante três semanas. As mentes pensantes questionaram a razão disso. Na página 30 o artigo declara: “o problema era que a quarentena Ra tudo o que havia a mostrar”, disseram Gerald Wasserburg, John D. MacArthur professor de geologia  geofísica do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que ainda vale para 25 anos depois. “Isso realmente não evita a contaminação. As pessoas de Fort Detrick [a instalação de guerra biológica do Exército] quem realmente sabe como obter patógenos, pensaram que isso fosse ridículo. Tudo era parte de uma fraude, mas não seria detida porque vinha de alto nível político. Você pensa que poderia haver outra razão para interrogar os ast5ronautas, isto é, submete-los a uma quarentena?

VEÍCULO ESPACIAL EM CONNNTAGEM REGRESSIVA RUMO A UMA GUERRA NUCLEAR

Depois de três anos de espera a contagem regressiva estava a caminho. Havia um ar de urgência total quanto a isso. As arestas estavam sendo aparadas, precauções de segurança  super avaliadas, riscos inéditos estavam sendo considerados e quando s repórteres perguntaram porque estas coisas estavam sendo feitas eles receberam uma conversa vazia, ao invés de respostas. O veículo espacial era a espaçonave americana mais complexa que já fora construída até então. Havia mais coisas a darem errado do que sempre e o inteiro futuro do Programa Espacial Tripulado dependia do veículo. De fato, nos diziam que dentro de poucos anos o veículo estaria lançando praticamente todos os satélites americanos. Até onde nós soubemos, a América estava colocando todos os SUS ovos em uma só cesta. A velha NASA teria realizado passo a passo com grande cuidado. Toda espaçonave tripulada tinha feito suas duas ou três primeiras viagens ao espaço sem os astronautas para assegurar q1ue não haveria uma perda de vida como causa de problemas. 

FACÇÕES INVISÍVEIS EM GUERRA

Em 1981 as coisas eram feitas de fato de um modo muito estranho. Os fatos eram que os bolchevistas americanos estavam prontos para uma guerra nuclear e uma corrida de tempo de guerra era mentalmente predominante. Eles queriam submeter os russos antes que estes ficassem mais fortes. Era um caso de forças russas e americanas contra outras forças russas e americanas! Até mesmo o primeiro veículo era para ser tripulado e ir todo o caminho em alta órbita. Não havia consideração quanto à segurança dos astronautas contudo, não sabíamos que eles tinham estado treinando no Enterprise. Lembra do Enterprise? O que aconteceu com ele, você sabe? Naquele tempo eu disse ás pessoas que algo não estava “cheirando bem”. Para todos os intentos e propósitos, os novos motores foguete do veículo espacial estavam radicalmente não testados, até onde sabíamos. Havia três principais motores chamados pela NASA de SSMEs. Esses motores nunca haviam voado no espaço antes daquele tempo. De fato, eles nunca tinham feito muito para serem disparados juntos até oito dias antes daquele vôo.

Naquele dia, os três motores foram ligados por apenas vinte segundos na plataforma em Cabo Canaveral. A NASA não queria correr o risco de mante-los funcionando por mais tempo, mesmo embora fosse suposto que estes motores seriam reutilizáveis, lançamento após lançamento. Ao invés, baseada em um teste de apenas vinte segundos, a NASA teria arriscado a vida dos dois astronautas com esses motores no real lançamento ao espaço. E nesse real lançamento os motores teriam garantido operar “a pleno vapor” durante um mínimo de nove minutos.

A NASA sabidamente apostou que os três novos motores no *Columbia* durariam o bastante para colocá-lo em órbita. Os motores são apenas um exemplo da pressa inexplicável da NASA porque se o Columbia não alcançasse a órbita a pergunta seguinte era: Ele pode voltar? A NASA não tinha a menor noção. O recente lançamento do telescópio Hubble teve o mesmo subterfúgio com o que o veículo foi lançado; era realmente uma tentativa de enganar os russos e novamente a tentativa foi um desastre total  que somente um império do mal podia criar.

 

LADRILHOS HUMPTY-DUMPTY

Em 1980 um novo Sistema de Termo Proteção era mesmo radicalmente novo. Todas as espaçonaves anteriores tinham “escudos de calor” que eliminavam o calor pela queima durante a reentrada e portanto só podiam ser utilizados uma vez.  Mas o veículo era suporto ser reutilizável muitas e muitas vezes e por isso necessitava de um outro tipo de escudo. Eles então desenvolveram uma cerâmica de baixo peso que era partida em mais de 30.000 pedaços chamados então de ladrilhos. Era uma coisa estranha porque eles disseram que uns poucos se soltariam de cada vez, mas isso não era motivo de preocupação.  Como poderia ser assim? O calor teria queimado um buraco aonde estivesse faltando um ladrilho. Lembro-me que eles disseram que não poderiam lançar o Enterprise porque se “esqueceram” de por escudos nele e então morreu aí o assunto. Então o Columbia voou com os escudos de calor caindo dele? Lembra? Você percebeu? Você pensou que algo estava estranho? Eu pensei! Por ao menos dois anos antes do original lançamento nós ouvimos histórias sobre problemas com os ladrilhos. Começou quando o Columbia chegou em Cabo Canaveral em março de 1979 nas costas de um jato jumbo. Muitos ladrilhos se perderam ou se danificaram durante aquele vôo e o Columbia parecia ter tido catapora – lembre-se que ele apenas tinha voado em nossa atmosfera.

PRESO AO SOLO PELO URSO

A controvérsia sobre os ladrilhos proporcionou uma história cobertura perfeita para explicar os três anos no solo do veículo espacial. A razão real era que a América tinha sido bloqueada em suas missões espaciais desde 1977. Em agosto de 1977 ocorreram os primeiros testes pré vôo do veículo espacial. Um veículo foi levado em cima de um jato jumbo, solto e guiado para ser pousado pelos astronautas. Parecia que a era do veículo espacial estava prestes a amanhecer.

COSMONAUTAS RUSSOS NO ESPAÇO

O programa espacial russo parecia completamente calado. O que nós não sabíamos era que eles estavam empregando suas secretas armas de raios de partículas no espaço e em 17 de setembro de 1977 a Rússia começou a esmagar nossos satélites espiões no que nós conhecemos como “Batalha Pela Colheita da Lua”. Eles lançaram em órbita a Estação Espacial *Salyut-6* em 29 de setembro de 1977 e então começaram uma corrente contínua de cosmonautas russos indo e vindo do espaço. Eles até  mesmo levaram ao menos sete astronautas de outros países, inclusive de Cuba e Vietnã, com eles. Enquanto isso, nós apenas podíamos torcer as mãos. 

BOLCHEVISTAS RUSSOS EM BANDO NA AMÉRICA

Os bolchevistas tinham sido expulsos do poder na Rússia e os bolchevistas americanos tinham esperado muito pelo momento de fraqueza entre seus inimigos – os secretos novos governantes da Rússia. Os bolchevistas queriam desesperadamente reconquistar suas posições de poder na Rússia; mas por anos os novos governantes da Rússia os repeliram e foi assim que eles vieram aos bandos para os EUA.  Eles haviam sido levados ao poder pelo Cartel de Rockfeller em novembro de 1917; originalmente chamados de comunistas mas Ra meramente ditadores sádicos que depois foram expulsos do Kremlin. Pela segunda metade de 1980, eles começaram a reconquistar poder na Rússia e então isso proporcionou a decisão de levar adiante o programa do veículo espacial. 

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O Escritório de Reconhecimento Nacional dos EUA tinha desenvolvido um altamente secreto projeto de satélite espião no qual trabalhou a Control Date (eu fiz o papel de trabalho para as pessoas que programaram o computador do satélite).

ABERTO O PRIMEIRO ATAQUE DOS EUA – QUASE

A Rússia destruiu um satélite espião em 20 de setembro de 1977 e uma semana depois tirou de ação nossa base secreta na Lua. Sete meses depois, a Rússia acabou de destruir todos os nossos satélites espiões e s primeiros satélites de aviso. Desde então, tentamos várias vezes empregar satélites espiões para obter a informação necessária para iniciar uma guerra nuclear e estivemos muitas vezes perto disso. Tudo o que soubemos foi que a Rússia tinha mudado nossos alvos de lugar e então não tivemos coragem de começar [embora alguns quisessem fazê-lo de qualquer modo.

BOLCHEVISTAS PLANEJAM O PRIMEIRO ATAQUE NUCLEAR CONTRA A  RÚSSIA

Sim, havia um plano em andamento para que os EUA lançasse um primeiro ataque nuclear contra a Rússia. Esse primeiro ataque dependia pesadamente de mísseis, inclusive dos mísseis móveis americanos conhecidos como Minuteman TX (não são os MX do que a mídia tanto falou), mas não tiveram sucesso pela falta de informação atualizada sobre os alvos na Rússia. Os bolchevistas americcanos faziam tudo o que podiam para nos meter em uma guerra nuclear; enquantos eles tinham para si abrigos de sobrevivência [que não existiam para o resto de nós]. A Rússia tinha e tem abrigos de sobrevivência, planos funcionais de defesa civil e instalações para grande estocagem  cheias de trigo, milho, aveia e outros suprimentos que demos a eles [vendemos a eles sabemos que eles não poderiam nos pagar]. 

CIDADÃOS AMERICANOS TOTALMENTE DESCARTÁVEIS

No livro “Profundamente Negro: Espionagem no Espaço e Segurança Nacional” [Deep Black: Space Espionage and National Security]  o General George Keegan fala sobre os abrigos civis de defesa. Ele descobriu que cada fábrica na Rússia tem um abrigo. A cidade de Moscou tinha 75 abrigos subterrâneos, cada um do tamanho do Pentágono. Sim, foi isso que ele disse. Eles eram cobertos por uma camada de 100 pés de concreto reforçado e 400 pés de terra. Ele disse que eles são duas ou três vezes mais fortes que a Represa Hoover. Cada cidade militar n a Rússia e quase todas as outras cidades os têm. Keegan disse que gastaríamos 500 bilhões de dólares para construir apenas um desses abrigos. Elr disse que eles até mesmo tinham uma estrada de ferro que levava a eles. Eles tem abrigos dede o aeroporto de Moscou até o centro da cidade.  

A Rússia está completamente empenhada se necessário a lutar uma guerra nuclear e sobreviver.  Os EUA, por outro lado, não tem um sistema de defesa civil – exceto um sistema muito exclusivo para a elite. O nosso programa foi muito acertadamente chamado de MAD [Destruição Mutuamente Assegurada] . Contudo, apenas nós seríamos destruídos. Se você tivesse um aviso prévio de vinte minutos que bombas de hidrogênio  estão para cair sobre a América, o que você faria? Sei que muitos dirão “seja o que Deus quiser” mas esse tipo de lavagem cerebral é que nos tem levado a essa confusão.  A vontade de Deus é a de que tenhamos Livre Arbítrio. Se você quiser ficar de pé na linha do trem diante de uma locomotiva, Deus deixa você.  Ele não o impedirá! E se você nada fizer quanto a esse caos no que está metido, Deus deixa você morrer. Se os russos quiserem atacar-nos ou nós a eles, Deus permitirá.  Ele dá o Livre Arbítrio para ambos os lados!

Os bolchevistas americanos estão fazendo o que podem para nos levar a uma guerra nuclear e por isso estão desesperados por dados atualizados da Rússia. A Rússia sabe disso e esse é o motivo dela ter um plano perfeito de sobrevivência. Nós é que somos totalmente descartáveis; então e agora. Enchemos os silos deles com os suprimentos de sobrevivência e esvaziamos os nossos.

A elite bolchevista naquele tempo tinha desenvolvido um satélite que eles acreditavam pudesse sobreviver em órbita por um tempo hábil se eles o lançassem secretamente e esse realizasse rotas de vôo disfarçadas.

PARTE 4:

Lembra do Sputnik? O Sputnik era uma bola de 184 libras lançada por ICBM SS-6 russo em 4 de outubro de 1957 as 21:36. Ele era altamente polido e por isso era muito fácil de ser visto; transportava um rádio transmissor em uma freqüência que era fácil que os operadores de rádio o acompanhassem. Nosso governo caçoou do foguete chamando-o com desdém de Sapwood. A revista de humor do MIT, Voodoo, tinha uma charge de um Sputnik com um russso barbado dentro dizendo   “Beep…beep…beep.”

Um mês depois a Rússia lançou o Sputnik 2, que pesava 1.119 libras o que era na gama de uma ogiva. Embora ainda ríssemos da Rússia [o líder majoritário do Senado disse que lançaríamos um satélite melhor com guarnição de cromo e limpa para-brisas com escudo de vento], o Presidente Eisenhower prestou uma atenção especial no missil. A Rússia tinha ultrapassado nosso caro sistema de bombardeiro e estava se tornando capaz de enviar ogivas nos ICBM dela. Entre 1956 e 1960 Eisenhower enviou mais de 20 vôos de U-2 sobre a Rússia para tentar conhecer a capacidade dos mísseis russos. Cada vôo de U-2 era monitorado por radar pela Rússia. Nossa Força Aérea relatou  que a Rússia teria milhares de ICBMs por volta de 1961.

Dois anos depois do *Sputnik* lançamos nosso satélite *Discoverer*, que tinha uma câmera e não fazia mais do que  “beep”. Tínhamos um programa chamado Pied Piper que veio a ser o SAMOS (Sistema de Observação de Satélite e Míssil). O  primeiro lançamento SAMOS foi em 11 de outubro de 1960, que fracassou e o SAMOS 2 foi lançado em órbita em 31 de janeiro de 1961. O último SAMOS [o 30] foi lançado em 27 de novembro de 1963, embora oficialmente a Discovery final fosse a 38 e tenha sido lançada em em 27 de fevereiro de 1962. A esse ponto o programa mudou e alguns dos satélites receberam novos nomes. O novo programa era o KEYHOLE e os satélites eram chamados KH-1s (*Discoverers* foram renomeados KH-4s).

Um dos mais secretos ramos do governo foi e é o Escritório de Reconhecimento Nacional [NRO], criado oficialmente em 25 de agosto de 1960. Acredito que uma das razões para a sua criação tenha tido a ver com discos voadores, mas essa é uma outra história. O NRO  desenvolveu o satélite espião [fotográfico e de reconhecimento] KH-11 [por um homem chamado KEnnan] em 1972. Um dos projetos em que trabalhei no Control Data envolvia os KH-11. O KH-11 era usado para tais coisas como encontrar reféns que estavam sendo mantidos na Embaixada Iraniana e supostamente para observar os ladrilhos do escudo de calor no veículo. Para mim é óbvio que eles também eram usados para observar discos voadores, mas todos nós sabemos que eles não existem, mas posso estar errado, ok?  

A América sabia que os interceptadores Cosmos russos tripulados destruiriam o veículo, mas os planejadores esperavam que antes que isso acontecesse o satélite fosse capaz de transmitir a informação sobre os alvos russos antes disso. Assim seria possível um primeiro ataque nuclear. Essa primeira missão era um negócio de pressa frenética e tinha que ser tripulada por causa da carga secreta.

Se o veículo alcançasse a órbita era necessário que os astronautas empregassem o satélite militar dentro da baia de carga. O satélite era basicamente um satélite espião mas era também muito mais. Para poder fazer seu trabalho ele era destinado a ser capaz de defender-se das armas espaciais russas pelo maior tempo possível. Como resultado disso, ele seria nada menos que uma estação robô de batalha no espaço. Ele era um “satélite endurecido” capaz de deter um ataque sem ser facilmente destruído, ou assim eles esperavam. Ele era equipado de defesas ativas, então poderia também responder com fogo. Todos os componentes do satélite foram amontoados na baia de carga do veiculo Columbia e já estavam prontos quando o Columbia apareceu em novembro. Uma vez em órbita, o trabalho dos astronautas John Young e Robert Crippen seria de rapidamente reunir tudo e colocado em operação.

SATÉLITES DE TUNGSTÊNIO OFERECEM AMEAÇAS ÀS COSMOSFERAS

Uma vez o satélite fosse reuinido e flutuando no espaço, ele pareceria uma gigantesca lata de estanho giratóriade aproximadamente 30 pés de comprimento e 20 pés de diâmetro, mas a uma inspeção mais estreita parecia mais ter sido feito de um barril de madeira exceto que as aduelas do barril eram feitas de tungstênio.

Dentro do barril de tungstênio mais externo estava um outro barril menor. Bem em seu centro encontrava-se o próprio satélite. Os barris de tungstênio eram separados um do outro por aproximadamente um pé de espaço. Havia também bastante espaço entre o barril mais interno e o núcleo do satélite. S barris de tungstênio constituem a defesa passiva do satélite. Se um raio carregado de partícula explodisse no barril mais externo ele vaporizaria um ponto nesse barril mas no processo ele absorveria energia e difundiria o raio. Em teoria, isso reduziria grandemente o dano causado ao segundo barril e não haveria dano algum ao barril mais interno. O tungstênio tem seu mais alto ponto de derretimento de qualquer material passível de ser utilizado naquele tempo e desse modo esse sistema de escudos contra raios de partículas era esperado resistir a um número de batalhas.  

Esse sistema de escudo em três camadas também era instrumentado. Quando uma explosão o atingisse o padrão da explosão seria sentido como uma indicação inicial da direção de que veio o ataque. Um computador dentro do satélite núcleo então ativaria um novo sistema secreto de aquisição de alvo chamado LADAR (Laser Direction And Ranging). As seções removíveis de aduelas dos escudos rotatórios de tungstênio seriam abertas. O LADAR então observaria pelas aberturas enquanto elas giravam e em um escaneamento ultra rápido.

No negro vazio do espaço esperava-se que o LADAR fosse muito mais eficiente qu o radar, captando muito rapidamente o atacante russo; no momento em que ele assim o fizesse a estação Robô de batalha dispararia. Quando a estação assim o fizesse ela oferecia uma ameaça maior até mesmo para o Interceptador russo Cosmos porque o satélite americano estava armado com um explosivo de gigantesco gás de dióxido de carbono dinâmico (CDDB).

 

 

PARTE 5:

O CDDB era uma versão mais compacta do laser, que tinha sido com sucesso testada e modificada a bordo de um jato cargueiro KC-135. Isso produzia uma intensa radiação infravermelha com uma energia de mais de um megawatt – que é um milhão de watts. Um laser industrial 10.000 de satélite era 100 vezes mais poderoso. Não era tão poderoso quanto um raio carregado de partícula mas era poderoso o suficiente para aleijar ou destruir o atacante russo. Tudo isso de fato e realmente no veículo e carga utilizada.

Segundo o plano, esperava-se que o Columbia decolasse em uma manhã de domingo em meados de abril de 1981. Milhões estariam assistindo a televisão quando Young e Crippen subissem no céu e entrassem em órbita. Então a cena mudaria para a cobertura padrão dos astronautas em sua cabine e pelo menos por dois dias a cobertura continuaria assim. Haveria cenas da cabine, cenas do Controle da Missão, assim por diante e haveria alguns problemas aparentemente inesperados , nada sério, mas o bastante para adicionar um toque de tempero à história e a coisa real. Os telespectadores não teriam qualquer suspeita de que eles estavam assistindo apenas trechos das numerosas simulações de vôo. Em sua cobertura do fiasco do Skylab a NASA aprendeu bem as técnicas do disfarce.

Enquanto isso, não haveria cobertura televisiva de todo vôo real, exceto a decolagem inicial. Ao invés, quando Young e Crippen alcançassem órbita eles iriam instantaneamente iniciar os trabalhos. Eles despressurisariam a cabine, abririam a baia de carga e retirariam os componentes do satélite robô do Columbia. Eles também retirariam da baia de carga a cápsula espacial para dois homens tipo Gemini. Eles colocariam operacional o satélite, entrariam no Gemini e fechariam a baia de carga por controle remoto. 

Fariam uma manobra sob o Columbia para uma rápida inspeção visual das condições dos ladrilhos térmicos, mas a urgência de operacionalizar o robô não deixaria tempo para o reparo de qualquer ladrilho térmico. Se eles fossem reparar qualquer coisa, perderiam um tempo precioso para a operacionalização do satélite e para o bom uso da cápsula Gemini deles. Esse é o motivo pelo qual a NASA se recusou a incluir um kit de reparo dos ladrilhos na primeira missão do veículo. Como disse o administrador da NASA, Robert Forsch, em uma conferência d notícias: “Penso que isso provavelmente aumentasse o risco, não um risco referente ao sistema, mas um risco a segurança do vôo inteiro”.

Depois de uma inspeção muito rápida, os astronautas devolveriam o controle do Columbia à NASA em Houston com as seguintes palavras: “Pronto para o retro fogo” e começariam imediatamente a reunir o satélite robô espião. Era esperado que eles completassem o trabalho em quatro órbitas. Tão logo o satélite estivesse operacional os astronautas partiriam a bordo do Gemini. Se tudo ocorresse segundo o plano, eles sairiam de órbita  e cairiam no Oceano Pacífico. Isso aconteceria na tarde daquele mesmo dia, mas a cobertura televisiva falsificada da NASA ainda estaria mostrando fitas dos astronautas na cabine de simulação. Os astronautas seriam secretamente resgatados e transportados para a Base da Força Aérea de Edwards na Califórnis para esperar os eventos e ordens posteriores.

Aproximadamente 12 horas depois do lançamento a NASA enviaria o sinal de retrofogo para o Columbia agora não tripulado. Os motores do Columbia se ligariam. Em algum lugar sobre o Oceano Índico o veículo espacial reentraria na atmosfera. Esse seria o primeiro teste dos ladrilhos térmicos. Se eles funcionassem, o Columbia sobreviveria à reentrada. Então em uma altitude mais baixa o Columbia seria dirigido por controle remoto. Se tudo corresse bem, o Columbia pousaria no grande deserto da Austrália Oriental.

Por anos utilizei uma calculadora manual HP-41CX até gastar as teclas. Quando a comprei o anúncio dizia que os astronautas do veículo levavam uma dessas a bordo para o caso do computador a bordo falhar. Mas o ponto que quero estabelecer é que veículo podia facilmente ser pousado por computador.

Foi planejado que todas essas coisas aconteceriam durante o primeiro dia da suposta missão de 54 horas de Young e Crippen. Então, para ato final dessa charada, na televisão nos seria dito que o Columbia havia reentrado sobre o Oceano Pacífico e finalmente nos seria mostrado o veículo. Todo mundo observaria entre espanto e fascínio na medida em que o veículo mergulhava cada vez mais baixo na Base da Força Aérea de Edwards, Califórnia ressoando os booms duplos de onda de choque dando provas físicas da jornada. O fato de que tudo que atravesse a barreira do som durante o vôo seria totalmente esquecido na intriga e alívio do momento.

Finalmente o veículo tocaria o leito seco do lago e gradualmente freiaria para parar; aparecendo então Young e Crippen. Todo mundo acreditaria que eles estavam saindo do Columbia mas eles de fato estariam desembarcando do Enterprise que vimos naqueles testes de pouso de agosto de 1977. O veículo teria sido um pouco retocado para parecer que tinha vindo do espaço, mas Ra uma fraude intencional.

De fato esse era um jogo desesperado. Contudo, se a missão tivesse sucesso ela proporcionaria um maior padrão de mentira para a privacidade do programa e também levaria o mundo inteiro para bem mais perto de uma guerra termonuclear. Embora o fracasso tenha sido antecipado e cuidadosamente encoberto, estávamos na estrada para uma incrível farsa de sempre crescente magnitude. Esse é com certeza o que tem sido o curso subseqüente dos eventos.

12 de abril de 1981, era o vigésimo aniversário do primeiro vôo tripulado ao espaço. Era o aniversário do primeiro vôo orbital realizado pelo cosmonauta russo Yuri Gagarin. Ele também tornou-se o dia de confusão total e desorientação entre os mestres bolchevistas do programa dos veículos espaciais americanos.

Menos de oito minutos depois do lançamento daquela manhã de domingo eles já sabiam que algo havia acontecido com o Columbia. Nós ainda estávamos ouvindo 0os efeitos sonoros de um vôo aparentemente bem sucedido, cortesia das gravações realizadas em Houston pela NASA. Mas os controladores militares em White Sands que estavam acompanhando o vôo real nada estavam ouvindo. O Columbia tinha caído sobre o Oceano Índico como o programado. Porém outras notícias ruins estavam por vir: o NORAD estava acompanhando o tanque de combustível do veículo. Não era esperado que ele estivesse em órbita – mas estava. Isso parecia impossível, para dizer o mínimo. Naquela tarde de 12 de abril o tanque reentrou sobre o Golfo do México, exatamente ao sul da Luisiana. O tanque havia sido capturado mas ainda havia dentro dele uma importante quantidade de combustível. De hidrogênio líquido e oxigênio. Quando o tanque reentrou, ele se aqueceu e criou uma enorme explosão e uma nuvem gigantesca de estilhaços no espaço. Por ser banhado a ouro, por causa de suas propriedades transferidoras de calor, ele fio vaporizado e espalhado entre as nuvens; o que era interessante e deu um show fantástico. O resultado é o mesmo que quando o ouro é acrescentado em pequenas quantidades a janelas de vidro manchado – uma brilante cor rósea-avermelhada. Essa gigantesca nuvem rosa com destroços do tanque arruinado brilhando no sol proporcionou manchetes por onde passava a nordeste de Louisiana e Mississipi. Nos disseram que era um fenômeno natural…

A elite bolchevista americana não sabia com certeza o que havia acontecido com o Columbia mas sabiam, no que dizia respeito ao programa espacial, que esse programa era a única esperança dela. Eles tinham outros três veículos espaciais e pretendiam lançá-los todos, não importando quanto estranho passa parecer, e foi assim que o acobertamento do desastre seguiu segundo o plano.

RÉPLICAS GENÉTICAS DE HUMANOS

Na última parte da década de 1970 a existência de réplicas genéticas de seres humanos foi tornada pública. Imediatamente seus reveladores foram presos e jogaram as chaves fora. Isso foi desacreditado como ficção científica e o assunto enterrado sob pena de morte para os reveladores. Então, contudo, elas de fato existem e são utilizadas bem debaixo de nossos olhos. Se eu ainda não perdi sua atenção, isso o fará: Réplicas Humanas? Robôs Humanos? Você não pode ser sério! Você pode chamá-las de Sósias Similares, mas elas de fato são cópias genéticas! Você precisa estudar o que está acontecendo em lugares como Dulce, Novo México! Os registros mostram que ao tempo de Noé a manipulação genética estava acontecendo!

O uso de sósias é um procedimento comum. Por exemplo, no livro “a Estranha Morte de Franklin D. Roosevelt” de Emmanuel M. Josephson, publicado em 1948, é dito no capitulo 3 “A estranhas doenças de Roosevelt e sua estranha morte” que tanto Roosevelt quanto Churchill foram envenenados durante a conferência em Teerã com Stalin. “Em Teerã Roosevelt e Churchill encontraram-se com Stalin para confirmar a divisão do mundo entre eles. Durante a conferência Roosevelt foi avisado pelos russos para ficar na Embaixada da Rússia porque a Embaixada Americana não estava segura. Na embaixada russa, é relatado, uma cortesia especial era estendida aos convidados. Era designado a eles um garçom especial que os servia com exclusividade. Mais tarde foi descoberto que esse garçom de fato era um médico especialista na ciência do envenenamento, a toxicologia. O uso de médicos sob o sistema estatal russo para se livrarem de pessoas que o sistema vê como indesejáveis tem sido atestado durante muitos julgamentos. O Dr. Levine testemunhou que recebeu ordens de seus superiores para envenenar Maxim Gorki e o fez.

“Pouco depois de sua partida, Churchill ficou extremamente doente e fio levado às pressas para o Egito onde esteve tão doente que sua morte era esperada. Mas sua vida foi salva por um de seus protegidos, Sir Arthur Fleming, o descobridor da penicillina.”

“Roosevelt em sua volta também estava extremamente doente. Ele era incapaz de falar ou permanecer de pé e nunca mais recuperou sua força”. Amigos, o homem que foi eleito para o mandato de quatro anos não foi ROOSEVELT! Quando ele morreu, o “Almirante McIntyre, médico de Roosevelt, é dito que declarou que seu corpo não foi embalsamado, que em quatro horas depois da morte ele ficou negro, uma reação que acontece entre outros casos, por um envenenamento por arsênico”. (p. 285).

Na pagina 286, lê-se, “Um estudo cuidadoso das poucas fotografias de Roosevelt divulgadas em 1944 levanta a pergunta se elas eram de fato dele ou de um sósia. É amplamente sabido que existia vários sósias de Roosevelt que se pareciam tanto com ele que até o substituíram em algumas ocasiões. Se as suspeitas dos fotógrafos são bem fundadas, aprofunda-se o mistério: O que aconteceu com Ele? Quem esteve em campanha e foi reeleito em 1944?”

Quem? Lembre-se, esse livro foi escrito em 1948. Na página 287 ele diz que a evidência indicava que Roosevelt havia suicidado, com uma pequena pistola de prata. Diz ainda: “Seu enterro sem uma autópsia foi um ato criminoso e uma flagrante violação da lei. Há mais nessa situação do que o olho possa ver”. Se há! Ele termina o capítulo dizendo: “A fraude perpetrada contra o público a respeito da saúde de Roosevelt é a característica do que tem prevalecido em todos os assuntos de sua administração” A situação é muito pior, meus amigos!

SINTÉTICOS

Na manha da terça-feira 14 de abril, réplicas genéticas chamadas de sintéticos dos falecidos astronautas Young e Crippen estavam prontas em White Sands. Elas eram programadas para fazer um vôo computadorizado a bordo do Enterprise. Depois de encherem o tanque de combustível o veículo foi colocado no topo de um jato 747 que decolou em direção oeste, assim evitando o tráfego comercial aéreo. O jato se dirigiu para o Pacífico até umas centenas de milhas a oeste de Los Angeles. Então voltou a leste em direção a costa da Califórnia. Na televisão nos era dito que o não existente Columbia estava reentrando.

O Enterprise, agora renomeado Columbia soltou-se de seu 747 e ligou os foguetes. Acelerou a quase 6.000 milhas por hora enquanto víamos a corrida dramática sobre o mar para um pouso preciso em Edwards. Tudo isso foi feito para concordar o mais próximo possível da cronometragem oficial da NASA para nos convencer da segurança e eficiência do sistema.

Mesmo assim, naquela manhã foi cometido um engano técnico e como resultado nos foi dito que a cápsula apareceria seis minutos antes. Pense nisso: seis minutos em órbita corresponde aproximadamente a uma erra de 2.000 milhas na localização do veículo, mas na TV ninguém se preocupou muito para questionar. Todo mundo sorriu e comentou como estava lindo o dia para o pouso do veículo.

Acompanhando o pouso dramático o ex astronauta Gene Cernan expressou surpresa diante da televisão ABC. Ele disse que o veículo não parecia queimado o suficiente para um veículo que reentrou de órbita. Por outro, quando os sintéticos chamados de Young e Crippen saíram do veículo eles não agiam como homens que estiveram sob falta de gravidade durante dois dias. Ao invés disso, eles prontamente desceram os degraus de desembarque com uma inesgotável energia. Afinal, todos nós tínhamos visto o pouso do veículo e centenas haviam sido testemunhas em primeira mão do pouso Edwards; também tínhamos ouvido e sentido esses booms sônicos. Certamente o governo não mentiria para nós.

VEÍCULOS IDÊNTICOS ESPERANDO

No deserto de White Sands esperavam outros três veículos em tudo idênticos ao Columbia. Todos tinham o mesmo nome pintado. O primeiro Columbia já estava morto juntamente com sua tripulação mas graças aos “dublês” o Columbia continuaria a viver e os astronautas seriam afastados das vistas do público exceto em raras e distantes ocasiões quando o aparecimento fosse inevitável e atores fossem capazes de desempenhar seu papel.  

Em 28 de abril de 1981 todos nós estávamos com a TV ligada aguardando a fala do Presidente Reagan. A fala era para conquistar e construir apoio para o orçamento de sua administração e a maioria estava interessada porque essa era a primeira vez que o presidente aparecia depois da tentativa de assassinato que sofrera um mês antes. As pessoas estavam tão absortas no dramático reaparecimento de um presidente ferido que não prestavam muita atenção a qualquer coisa mais. Ninguém estava se importando muito que o veículo espacial Columbia supostamente tivesse chegado nas costas de seu avião transporte. O Columbia era um grande sucesso, até onde o sabiam os cidadãos. Nós a tudo havíamos assistido na televisão. 

PARTE 6:

SUPERIORIDADE ESPACIAL ELOGIADA

Baseados em apenas UM vôo do veículo espacial todos nos diziam que mais uma vez estávamos no topo em assuntos espaciais. Diziam até que estávamos de cinco a dez anos a frente daqueles pobres russos estúpidos. O veículo que vimos pousar na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia era o veículo de treinamento, o Enterprise. Simplesmente escreveram nele o nome Columbia. Quando o veículo pousou na Califórnia naquele 14 de abril inicialmente nos foi dito que ele seria voado imediatamente de volta a Flórida mas os dias se passaram e ele permanecia lá na Califórnia. A NASA criou uma desculpa após outra para explicar os atrasos para o público.

Enquanto isso estavam acontecendo reuniões frenéticas que envolviam pessoal chave da NASA e dos militares. As coisas não haviam saído segundo o plano e eles não estavam certos sobre o que fazer a seguir. Uma facção insistia que a NASA fosse adiante segundo o plano original. O plano pedia por uma troca de veículos entre a Califórnia e a Flórida. No Dia Um o 747 modificado decolaria de Edwards levando em suas costas o Enterprise. Os cameramen dos noticiários estariam presentes para registrar a decolagem. Assim o Enterprise voltaria a sua casa em White Sands, no Novo México. Diriam ao público que o 747 com o veículo tinha feito uma pequena parada. No Dia Dois um outro 747 modificado carregando um veículo diferente decolaria de White Sands em direção à Flórida.

Mais uma vez os repórteres estariam esperando esse pouso em Cabo Canaveral. Era o novo veículo, também chamado Columbia. A troca seria feita sem que o público suspeitasse de algo. Os participantes da fraude, por acaso, acreditam que o acobertamento é uma questão de segurança nacional para evitar a aceleração de uma guerra óbvia que está a caminho. Quem irá falar?

Nesses encontros de portas fechadas sobre a situação outros protestaram que seria tolice ir adiante como originalmente planejado sem mais informação. Era óbvio que de algum modo os russos haviam destruído o Columbia, a pergunta Ra “como”? Ogrupo militar de planejamento do veículo concordava que precisavam responder essa pergunta porque sem essa resposta não havia meio de tomar contramedidas para dar uma melhor chance a um outro veículo. Eles nunca consideraram a possibilidade de dizer a verdade e encerrar os planos. 

Finalmente houve um acordo que a necessidade mais urgente era a de ganhar tempo e então o porta-voz da NASA começou a dar uma série de histórias para a imprensa sobre os procedimentos do pós vôo. Enquanto isso todo o aparelho mundial de Inteligência era pressionado para dar uma resposta a pergunta crucial: “O que aconteceu com o veículo espacial Columbia?” Dia após dia eles deram novos relatos sobre os procedimentos de pós vôo do veículo. O veículo foi colocado nas costas do 747 mas a decolagem foi detida um dia após outro. O grupo militar de planejamento do veículo estava vivendo um “branco” de sua Inteligência sobre o ocorrido com o Columbia.

O veículo ficou no solo uma semana a mais do que originalmente fora planejado e ainda não havia alguma resposta sobre o Columbia. Veja, se por acaso os russos aparecessem com o Columbia isso seria mais do que desastroso, porque aproximadamente no primeiro dia a troca não poderia ser explicada para “evitar o pânico público”.

A NASA estava já ficando sem desculpas para deter as perguntas indesejáveis. A equipe secreta de planejamento do veículo não estava em posição de preparar uma segunda missão orbital e as aparências tinham que ser mantidas a qualquer custo mesmo embora a cada dia que passava a situação se tornasse ainda mais crítica. 

O governo americano estava falando amplamente sobre o suposto sucesso estonteante do veículo porque essa era a única esperança para a América no espaço. O veículo Espacial era o único programa americano, sem ser de Defesa, que recebia subsídios crescentes da Administração Reagan. Havia um temor incrível de que os russos de fato tivessem o veículo intacto e todo o acobertamento fosse exposto mundialmente. Por outro lado, os russos não tinham prova e não podiam se apresentar com ações que poderiam desencadear uma guerra. 

AS ESCOLHAS DE WHITE SANDS

Antes que o Enterprise deixasse a Califórnia a bordo do 747 o grupo de planejamento de veículo tinha que tomar uma decisão: Eles deveriam fazer ou não a planejado troca de veículos em White Sands? Lá existiam, como já dissemos, mais três “Columbias”. Havia uma missão planejada para cada um desses veículos.

Um dos planejadores resumiu o dilema com essas palavras: “Como enviar um pássaro orbital a Cabo Canaveral? Os STS-2, 3 e 4 podem precisar de maiores modificações para conseguir passar pelos russos. Não sabemos quais são essas modificações até recebermos uma resposta sobre o veículo perdido. Acho que devemos enviar o Enterprise. Podemos mantê-lo em uma orbital sub-orbital e faremos uma falsa abortagem do vôo por causa de paralisação de um dos motores; assim o Enterprise retorna a Kennedy. Isso manterá o Enterprise a salvo de ser atacado pelos russos. Manteremos a bola rolando enquanto ganhamos mais tempo para realizar um lançamento orbital bem sucedido. “

Alguém perguntou: “E quanto ao impacto nas relações públicas? Uma coisa da qual não precisamos é abortar uma missão tão cedo no programa.”.

A resposta: “Seria melhor então perder um outro veículo para os russos? Além do mais, se fizermos tudo certo podemos até mesmo ganhar mais apoio público. Você sabe… a idéia de que o veículo é seguro mesmo se algo der errado…”

Houve um longo silêncio seguido de mais discussão mas finalmente a idéia foi adotada.

Na segunda-feira 27 de abril o 747 levando o veículo Enterprise decolou de Edwards e no dia seguinte nos mostraram o mesmo veículo pousando na Flórida. Nenhuma troca foi feita.  

Os planejadores secretos ainda estavam testando “as águas’ e deixaram em aberto os planos de mudança. Portanto seria o veículo de treinamento Enterprise que mais tarde se encaminharia para a plataforma de lançamento na Flórida naquele verão. Exatamente como o Columbia fez em seu lançamento de abril ele levava um enorme tanque de combustível e gigantescos foguetes propulsores sólidos.

 

LEVANTEM-SE POR FAVOR OS PARTICIPANTES REAIS E OS PLANEJADORES

A NASA estava então dizendo que a data de lançamento seria 30 de setembro de 1981. Segundo os planos o lançamento correria bem pelos primeiros poucos minutos. Diferentemente do Columbia, o Enterprise não se inclinaria para o Norte em qualquer tipo de órbita proibida pela Rússia. Então, um motor repentinamente pararia e isso aconteceria bem antes do ponto em que foi perdido o contacto com o Columbia, em abril. Conosco assistindo pela televisão o Enterprise voltaria em um alegado pouso de emergência em Kennedy.

Por aquele tempo o Enterprise já teria realizado tantos pousos computadorizados que a NASA tinha confiança que esse pouso seria seguro. Se outros planos pudessem ser substituídos na medida em que o verão avançava a sequência de vôo seria mudada e até mesmo abortada ainda na plataforma de lançamento. Com certeza provocaria um falatório o vôo espacial abortado mas não duraria m uito porque os cidadãos não desejariam arriscar a vida de astronautas a um possível acidente. O inteiro cenário de abortar uma missão somente provaria a eficiência do sistema computadorizado de checagem e das medidas de segurança. Com certeza as esperanças eram as de ganhar tempo e informação a respeito do primeiro lançamento.

DE VOLTA ÁS EXPLOSÕES AÉREAS

Voltemos a dezembro de 1978 quando as explosões aéreas sobre o mar começaram a estremecer casas e assustar milhares de pessoas ao longo da Costa Leste americana. Naquele tempo o governo tentou ignorá-las mas os booms – reconhecidos como Abalos Aéreos – não acabavam. De fato, eles cresciam sem parar em número e logo ocorriam também na Costa Oeste e dentro do território americano. Sem explicações a oferecer, a seguir eles foram ridicularizados pela maior mídia controlada mas também rapidamente a tática mudou porque tinha gente demais que os ouvia para acreditar nas piadas. Então a tática passou a ser a de simplesmente relatá-los e prometer um acompanhamento que nunca acontecia. 

Os homens dos noticiários nunca se afastaram de seus scripts e assim não havia medo de qualquer vazamento. Todos os noticiários diziam exatamente a mesma coisa.

Depois desses abalos já estarem acontecendo a vários meses e permanecerem inexplicados, o governo tentou explicar jogando a culpa da coisa toda em condições climáticas. Alegados especialistas foram trazidos a público para um palavreado sem sentido sobre camadas de ar inexplicavelmente frias, depleção de ozônio, luzes do Norte, distúrbios elétricos e assim por diante, ad nauseum.

Acenando seus braços em performances de mestre outros especialistas diziam que esses booms eram devidos a aeronaves militares, talvez a centenas de milhas mar a dentro, já que nada aparecia nas telas de radar.

Outros nos diziam que esses booms eram causados pelo avião ultrassonico Concorde. Eles nos disseram que as ondas de choque daquele avião estavam atingindo a Costa Leste americana mais de uma hora antes do próprio avião, com incrível força, tendo “construído uma incrível força sônica enquanto viajava”

Explicações como essas eram ridículas; ainda que a maioria dos americanos – ávidos por serem acalmados – aceitaram esses insultos a própria inteligência como face de valor até mesmo realizando manchas populares para impedir que o Concorde pousasse nos EUA. Os fats eram que a maioria dos abalos  que aconteciam por todo o país eram mantidos fora da imprensa e as pessoas se acalmaram.

Por exemplo, há quase que diariamente Abalos Aéreos em áreas ao redor de uma base da Força Aérea onde você pode encontrar sofisticadas aeronaves capazes de velocidades supersônicas. Geralmente as aeronaves a jato não são a causa das explosões mas há equipes de inspeção checando a localização da explosão.

Aqueles que não acreditam que pode ser uma tal coisa e melhor repensar sobre aqueles booms não explicados que você percebeu que a mídia não deu explicações. Na medida em que o fenômeno continuava, as pessoas simplesmente voltavam a dormir e ignoravam a interrupção de seus pensamentos – simplesmente ninguém mais se importava, de um modo ou de outro.  

 Já em dezembro de 1977 nos foi dito publicamente – e suprimido governamentalmente -, que os abalos RAM causados pelas novas Cosmosferas russas agora operacionais disparando suas armas de raios de partícula de modo desfocado sobre o Oceano Atlântico – mais tarde sobre o Pacífico. Essa informação veio diretamente de nossos mais altos sistemas de Inteligência.

Em 1977, havia sete Cosmosferas planando sobre os EUA no entanto nos meses que se seguiram os números cresceram para centenas mundialmente. Agora você pode saber mais se tiver em suas mãos materiais da Mitre Corporation porque o governo patrocinou um estudo feito por eles. O material foi quietamente publicado e então caiu no esquecimento.

O relatório listou 594 abalos aéreos de maior impacto entre dezembro de 1977 e junho de 1978. Por junho, de fato, essas “frenéticas camadas de ar frio” estavam bem longe de acabar. O estudo fez o melhor que pode para atribuir os booms a barulhos de aeronaves, mas de qualquer modo, 181 abalos aéreos foram impossíveis de serem atribuídos a algo, até mesmo artificialmente, por qualquer desculpa aceitável, e então o relatório desajeitadamente concluiu que embora devessem ser de natureza natural os militares e o governo n ao sabiam algo sobre sua origem.

As Cosmosferas são um versão russa das Plataformas Planadoras com Armas sobre as quais falou o falecido General Thomas Power tentou em vão dar um aviso a mais de quinze anos atrás. O General Power foi o antigo chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Força Aérea e do Comando Aéreo Estratégico. Ele sabia  sobre o que estava falando e fez todo esforço possível para alertar o povo americano sobre o que estava por vir nos anos seguintes mas seus esforços foram suprimidos ou ignorados.

Na medida em que mundialmente o número de Cosmosferas se multiplicava durante o ano seguinte, avistamentos UFO também se multiplicavam. Há qualquer surpresa que os EUA não reconheçam os UFOs e os chame de balões climáticos ou gás dos pântanos?

ALIENÍGENAS ESPACIAIS?

O “pânico” que o governo está tentando nos evitar não é de alienígenas; se os alienígenas fossem o problema então já haveriam nos conquistado anos atrás. O problema vem de humanos físicos, muito bem orientados na Terra, que estão nos controles.

A maioria dos avistamentos UFO são de fato de objetos voadores identificados; eles são Cosmosferas russas. Isso não é o mesmo que dizer que discos voadores alienígenas não existem, porque a mesma inteligência que rastreia as Cosmosferas russas tem confirmado a existência de naves que não são da Terra. Cada astronauta de nossos programas de pouso na Lua tem dito que eles fram acompanhados por discos voadores, antes que a Rússia desenvolvesse suas Plataformas Voadoras. Isso nos dá uma pista sobre a razão real dos astronautas terem sofrido “quarentena” depois que voltaram da Lua? Eles tinham que ser interrogados – eles tinham que aprender a manter a boca fechada sobre o que viram. Neil Armstrong disse que quando pisaram na Lua havia no mínimo dois “discos voadores” já pousados lá e observando-os. Ele mais tarde teve um colapso nervoso. Contudo, alguns dos programas lunares foram também “fumaça e espelhos”.

É SOMENTE UMA LUA DE PAPEL…

Em 5 de setembro de 1994 o Centro divulgou um artigo do jornal Spotlight de um homem que ressalta alguns problemas óbvios com o programa lunar. O autor, que usa o pseudônimo R. René, tinha escrito um livro chamado “É Somente uma Lua de Papel” [título publicado é NASA Enganou a América) – no qual ele aponta alguns fatos científicos tais como espaçonaves e roupas espaciais não fornecem bastante proteção à radiação para os astronautas realizarem o que afirmam terem feito (se as roupas funcionam, porque não utilizá-las em caso de acidentes com reatores nucleares?). Ele diz que os pousos foram falsos e que o programa Apollo foi uma fraude cara muito bem sucedida do governo – uma fraude que está para se repetir usando Marte como o novo “alvo celestial”. O telescópio Hubble é uma outra farsa da NASA – tente ler *THE HUBBLE WARS* de Eric Chaisson.

PORQUE TODA ESSA AJUDA Á RÚSSIA?

Porque o nosso governo dá uma ajuda maciça e dinheiro, comida e tecnologia para a Rússia? Pode isso ser para manter as Cosmosferas estacionadas em órbita apropriada e não atingirem cada maior represa, linha de falha geológica, cidade populosa e base militar em nosso país? A Elite Bancária Internacional sabe o que está acontecendo e tem se posicionado para tomar vantagens da destruição de cada cinco entre seis pessoas habitantes no planeta Terra [segundo o plano deles]. A única razão pela qual isso ainda não aconteceu é que eles estão parados até que possam encher suas mãos de ouro e seus armazéns subterrâneos.

ESTAS INSTALAÇÕES SUBTERRÂNEAS

Sobre esse assunto, aqui estão algumas pista para os pesquisadores UFO. Há abalos sonicos sobre o Sul da Califórnia que tem sido rastreados para uma aeronave AURORA e outra aeronave indo para Groom Lake, Nevada. Se você marcar esse curso de trás para frente você chega á Austrália. Examine as instalações subterrâneas em Pine Gap, Austrália, se você quiser saber mais sobre um dos esconderijos da Elite. A pesquisa mostra que uma dessas naves voa mais de 4.000 milhas por hora, mas alguém que sabe diz que elas podem voar 8.000 milhas por hora. Essa nave chega na Austália mais rápido do que você volta de seu trabalho.

UFOs sempre tem sido atraídos por aeronaves, foguetes e espaçonaves, especialmente se eles são novos ou experimentais. As Cosmosferas não são exceção a esta regra. Onde quer que se reúnam Cosmosferas os UFOs sempre aparecerão. As naves alienígenas obsrvam e monitoram as naves humanas.

MONITORAMENTO POR NAVES ALIENÍGINAS

Um bom exemplo desse monitoramento foi testemunhado na Nova Zelândia quando as bases secretas estiveram sob vigilância dos russos. Em 30 de dezembro de 1978 uma equipe australiana de notícias fez manchetes mundiais ao filmar o que chamou de UFO quando estava a bordo de um avião na Nova Zelândia. O filme, de sete minutos de duração, foi comprado pelas redes de TV BBC e CBS. Em 2 de janeiro a CBS mostrou menos de 50 segundos do filme no qual aparecia um objeto esférico brilhante e a maioria dos objetos vistos naquele entardecer pela equipe de câmera e outros observadores foram descritos como esferas de LUZ. Contudo, enquanto o filme era mostrado foi tocada uma trilha musical. O noticiarista australiano descreveu um objeto diferente. Ele disse que ele se parecia com um disco voador. Walter Cronkite não disse se a trilha musical tinha sido gravada simultaneamente com o clip que estava sendo mostrado. 

De qualquer modo, o objeto esférico no filme era uma Cosmosfera russa mas as tentativas de desacreditar o filme foram um eco das ridículas histórias do governo sobre os abalos aéreos do ano anterior. No entardecer de 25 de janeiro Walter Cronkite da CBS News lembrou os telespectadores dos UFOs da Nova Zelãndia e então prosseguiu dizendo: “Bem, a Força Aérea da Nova Zelândia hoje relatou que frenéticas condições atmosféricas, não visitantes do espaço externo, foram responsáveis. Os investigadores disseram que uma das causas foi um planeta Vênus muito mais brilhante do que o normal se elevando do céu ocidental”. i

PRESTE ATENÇÃO – ISSO É DA TERRA

A “amigável” nave alienígena mostrará luzes giratórias vermelhas, verdes, amarelas e azuis. Elas estão estacionadas em uma sequência não orbital em lugares estratégicos. As Cosmosferas não tem luzes giratórias e estão estacionadas no que parece ser estrelas e planetas. Essa é a razão real porque há tanta conversa fiada envolvendo o telescópio Hubble: eles não podem suportar nos deixar ver o que eles vêem.  

PARTE 7:

ESFERAS E PLATAFORMAS RUSSAS E A AJUDA DE ALIENÍGENAS

As naves russas nem sempre são visíveis; realmente, na maioria das vezes não são visíveis do ponto de vista orbital; elas são como qualquer outro satélite que fosse pequeno demais para Sr visto a olho nu. Elas são escudadas por um sistema muito sofisticado de invisibilidade. Os alienígenas algumas vezes neutralizam os sistemas russos na esperança que nós os vejamos e acordemos para o que está acontecendo. Estamos já com lavagem cerebral demais para aceitar a verdade.

Você pode perguntar, se os alienígenas são benevolentes porque não nos ajudam? Quem eles ajudariam? De que lado estão os “mocinhos”? Primeiramente temos que pedir a ajuda deles, aceitar essa ajuda e seguir as regras deles. Ao invés disso, americanos, russos e outros governos tem tentado abatê-los. Tantos avistamentos UFO sobre a Austrália e a Nova Zelândia eram realmente devidos a Cosmosferas com monitoramento de naves alienígenas e algumas nosss naves de mnitoramento com suficiente velocidade.

Os EUA na década de 1970 decidiram cercar a Rússia com o emprego dos Minutemen e outros mísseis nucleares por todo o mundo, desde as nossas bases tais como Edwards, White Sands etc eram todas monitoradas pelas Cosmosferas russas. Acreditávamos que pudéssemos desabilitar as Cosmosferas por um tempo suficiente para lançar um ataque de míssil contra a Rússia. Chegamos muito perto de assim o fazer mas a cada vez fomos derrotados pelas Cosmosferas que salvaram o mundo do pesadelo nuclear. Quem são os ”mocinhos”, meus amigos?”

BOMBAS DE ION COBALTO E LASERS

É bem conhecido pelos analistas científicos da Inteligência americana que as Cosmosferas planam ao flutuar no campo eletrostático da Terra. Eles também presumem que os russos usem as mesmas técnicas que usaríamos para mirar suas armas de raios de partículas – isto é, uma combinação de detecção infravermelha e radar. Eles raciocinaram que se as Cosmosferas possam ser perturbadas de sua posição de planagem e se os seus sistemas sensores possam ser cegados, suas armas de raios de partícula seriam inúteis. Mesmo que elas disparassem não teriam mira e não pegariam nossos foguetes na medida em que nós os lançássemos. 

A solução imaginada foi uma Bomba de Ionização de Cobalto. Diferente de uma bomba normal de cobalto, um tal aparelho não está destinado a criar uma tremenda explosão; seu propósito primário é o de criar quantidades tremendas de átomos ionizados de cobalto despidos de seus elétrons, deixando o núcleo nu. O plano era detonar várias dessas bombas em várias localizações nas camadas superiores da atmosfera, o mais alto possível, mas abaixo da atitude de planagem das Cosmosferas. O resultado seria uma enorme tempestade de elétrons que e espalhavam horinzontalmente ao campo magnético da Terra passando sob as Cosmosferas. Quando você ouvir que recentemente temos lançado um satélite que “ilumina o campo eletrostático/magnético da Terra” isso fará mais sentido, não é? Você se lembra que o lançamento era considerado ser uma secreta missão militar? Isso também incapacitaria os sistemas de infravermelho e radar que usamos para obsrvar os mísseis abaixo; enquanto as Cosmosferas estavam brevemente incapacitadas desse modo os nnssos governantes planejavam lançar os nossos ICBMs exatamente atrás delas.

Enquanto isso, laseres de grande poder baseados no solo seriam utilizados em um esforço de abater as Cosmosferas. Mas, meus amigos, nossos mestres foram vítimas da própria lacuna de Inteligência que eles mesmos criaram no passado, sobre a qual escrevi na minha newsletter de 1978, porque os russos sabiam bem a importância da surpresa, inclusive da surpresa tecnológica.  Enquanto eles permitiam que a Triade Espacial deles se tornasse conhecida nos ccírculos de Inteligência por causa de seu emprego, eles ainda tinham uma outra arma mestra secreta de reserva para a própria guerra.

Esta arma é um sistema de proteção do calcanhar de Aquiles de suas armas de raio – a habilidade de mirá-las com acurácia. Isso é chamado de “Achado do Alcance Psicoenergético” ou PRF. O PRF não se baseia em radiações convencionais como o infravermelho e o radar – ao invés, ele é baseado na assinatura atômica do alvo, e s técnicas normais de desativação  não tem efeito sobre esse sistema. Quando uma bomba de ionização de cobalto explode as Cosmosferas são capazes de mirar corretamente através da tempestade de elétrons para explodir nossos mísseis e tudo mais no alvo.

Em novembro um plano alternativo foi apresentado. O plano seria uma abreviada missão orbital. Então o lançamento do segundo veículo espacial aconteceu em Cabo Canaveral, Flórida, em 12 de novembro de 1981, sete meses depois do primeiro lançamento.

Aproximadamente sete horas depois do lançamento foi anunciado que o vôo seria encurtado. Assim o plano secreto estava a caminho. Como uma desculpa, a NASA fingiu que uma célula de combustível defeituosa era a responsável pelo encurtamento da missão. A abreviada missão do programa espacial em novembro foi o legado do desastre total que engolfou o primeiro lançamento do veículo em abril, onde nenhuma parte do real vôo do veículo foi ouvida além daquela da decolagem. Idênticas técnicas teatrais foram utilizadas novamente, inclusive alguns dos mesmos segmentos gravados – ninguém percebeu nem até mesmo quando a história não combinava com s imagens apresentadas. Lembre-se, assistimos a decolagem do Columbia MS foi o Enterprise que pousou.

O *Enterprise* era um veículo muito especialmente projetado, diferente do Columbia e dos outros três veículos que existiam secretamente em White Sands. O *Enterprise* ERA UM VEÍCULO DE TREINAMENTO  com sua baia de carga cheia de tanques de combustível de foguete. Lançado em cima de um jato 747 o Enterprise era capaz de realizar curtos vôos sub-orbitais no espaço mas, devido as tanques em sua baia ele não poderia transportar outra carga. No despertar do secreto desastre do veículo espacial em abril, os planejadores militares do veículo enviaram o Enterprise á Flórida. Originalmente eles apenas tentavam ganhar tempo. Mas o tempo se esvaia rapidamente porque os bolchevistas americanos estavam em uma corrida para iniciar a guerra! Entre os planejadores militares do veículo irromperam várias discussões sobre o plano original de fazer o lançamento apenas para manter as aparências. Foi finalmente construído um plano para usar o próprio Enterprise em novembro em uma missão militar.

COMPUTADORES SÃO OS BODES EXPIATÓRIOS

Exatamente como os computadores são próprios para ajudar com cargas de trabalho das pessoas, eles também são feitos de apropriados bodes expiatórios para encobrir uma maciça multitude de erros e omissões. Desta vez um computador problema seria um importante fator no encurtamento deliberado da missão do segundo vôo do veículo – mentira a Sr dita para o público. Então, no entardecer anterior ao lançamento havia uma nervosa atividade em Cabo Canaveral.

Supostamente um módulo de processamento de dados a bordo do veículo – isto é, parte de seu sistema computadorizado – “estava se comportando mal”. Nos foi dito que estava acontecendo uma substituição e vimos trabalhadores correndo para instalar algo a bordo do veículo. Tudo estava acontecendo exatamente na última hora, literalmente, no último minuto antes que os grandes tanques externos fossem carregados de combustível líquido. A corrida de última hora na plataforma 39-A naquele entardecer de 11 de novembro não era para carregar um módulo de computador como estava sendo dito – e mostrado. Era sim a instalação de equipamento fotográfico especial de reconhecimento instalado no deck traseiro do compartimento da tripulação. Ele foi colocado para ter a visão das duas janelas acima. O Enterprise era incapaz de transportar um satélite espião em sua baia de carga como já mencionamos. Desse modo o próprio Enterprise Ra um satélite espião..

Esse aparelhamento espião no compartimento da tripulação não era tão bom quanto um satélite espião comum mas os planejadores militares estavam desesperados. A propósito, podemos enganar muito facilmente os nossos amigos mas raramente aos nossos inimigos sobre o que eles estavam vendo mais estreitamente, momento a momento os russos sabiam o que estava acontecendo.

Logo completaria quatro anos que a Rússia acabou de destruir nossos satélites espiões com a frota deles de satélites assassinos. A equipe militar do veículo estava esperando usar o elemento surpresa para obter um mínimo de reconhecimento sobre a Rússia. Eles esperavam que os russos não considerassem o Enterprise uma ameaça já que ele nada podia transportar em sua baia de carga. A NASA fez de tudo para convencer os russos que uma órbita não ameaçadora seria utilizada. Finalmente, o tempo de lançamento foi mudado para duas horas e meia na manhã de 12 de novembro. Era tudo para tornar mais difícil que os interceptadores russos Cosmos reajustassem sua órbita para atacar o Enterprise.

O último item reflete um erro fatal de Inteligência cometido pela equipe americana do veículo espacial. Eles sabiam sobre os interceptadores orbitais Cosmos russos, os satélites espiões. Eles também sabiam sobre a primeira geração das Cosmosferas. Ambos foram primeiramente desenvolvidos e empregados quatro anos antes. Os planejadores americanos sabiam que o veículo espacial PODIA provavelmente ultrapassar as Cosmosferas de primeira geração embora acreditassem que elas oferecessem a principal ameaça ao veículo. O que eles não sabiam – ou suspeitavam – era que a Rússia já havia desenvolvido e colocado em operação uma pequena frota semi-experimental de Cosmosferas de segunda geração. Em abril estavam em operação sete delas; por volta de novembro já RAM oito ou nove. As novas Cosmosferas eram chamadas de “Super Pesadas” ou “jumbos” e não podiam ser superadas por qualquer coisa que a América tivesse, inclusive o veículo. Os russos até mesmo deram à NASA alguma informação sobre elas no lançamento de abril..

Havia alguns na comunidade de inteligência americana que interpretaram corretamente o que aconteceu e informaram os planejadores. Mas os bolchevistas americanos que controlavam o programa militar espacial americano se recusavam a aceitar isso. Eles descartavam os fragmentos de inteligência sobre as novas Cosmosferas jumbo russas e desse modo garantiram seu próprio fracasso.

Quando o Enterprise decolou não havia pilotos humanos a bordo. Eles sabiam que Ra uma missão suicida. O Enterprise seguiu uma curva evasiva de lançamento exatamente como o havia feito o Columbia em abril. Se dirigiu ao Norte o que indicaria uma quase órbita polar. Quando passasse sobre a Rússia ele ficaria de barriga para cima com sua câmera espiã contemplando tudo abaixo através das janelas do compartimento da tripulação.

Cinco boas e gordas Cosmosferas jumbo estavam exatamente a mão e acompanhavam; também havia um bom número de naves alienígenas, quando o Enterprise se inclinou em direção a órbita. Instantaneamente Moscou foi notificada do curso que o Enterprise estava tomando mas os russos receberam ordens de não abrir fogo.  As Forças de Defesa Balística Russas foram alertadas. Os russos sabiam que a guerra estava vindo e eles decidiram usar a abordagem do veículo como um bom teste.

SISTEMAS DE PROTEÇÃO

A dois anos já se sabia que a Rússia estava se preparando para empregar um novo sistema anti míssil balístico e o sistema de abrigos subterrâneos foi melhorado e renovado ao longo de novos abrigos sendo instalados e totalmente aperfeiçoados para a segurança da população. Nosso governo nada fez por nós, contribuintes. O novo sistema de míssil era baseado em armas de raios de partículas carregadas disparadas de Jato Transportes supersônicos TU-144s modificados. Em 12 de novembro um esquadrão  de TU-144 foi enviado para interceptar e abater o Enterprise.

As Cosmosferas Jumbo continuavam a acompanhar o veículo a uma distância como suporte se os TU-144 falhassem – mas eles, com certeza, não falharam. O Enterprise voou mais baixo na direção ao Norte através da estratégica península Kola e quando atravessava o Mar Branco os grandes jatos começaram a disparar para cima com suas armas de raio no veículo muito acima. A terceira explosão de raio partiu a seção média do veículo ele se quebrou ao meio exatamente atrás da cabine da tripulação e se desintegrou.

A NASA foi adiante com seus filmes espaciais feitos para a televisão e seguiu o roteiro pré-planejado para uma missão encurtada. Eles sabiam que em aproximadamente uma hora após o lançamento o Enterprise havia sido destruído. Tendo ciência dos planos russos de abril de criar um incidente internacional com o veículo acidentado, eles queriam completar rapidamente aquele vôo, aos olhos do mundo.

O veículo que pousou na Base da Força Aérea de Edwards, na Califórnia, em 14 de novembro era uma cópia do veículo que tínhamos visto em abril. Literalmente, aquelas fotos tomadas a uma grande distância do veículo atravessando a estratosfera eram as mesmas mostradas em abril. A NASA simplesmente alimentou as redes de TV com os vídeos de cenas de longas distâncias de abril e acrescentou uma nova narrativa a eles. A única parte do pouso que foi ao vivo em novembro foi a porção terminal em que podemos ver do solo. O veículo que nos foi mostrado pousando era um daqueles de White Sands. Ele tinha sido transportado por uma aeronave de lançamento, impulsionado a uma velocidade e altitude modesta por um par de foguetes propulsores de combustível sólido – o bastante para produzir ressonância sônica e então se apresentar para deleite da multidão presente.

Como todos nós testemunhamos como funcionou bem o segundo veículo, o próximo lançamento estava programado para março. Exatamente a três meses daquele pouso perfeito. Eles iriam lançar o terceiro veículo como o programado já que o Enterprise não mais seria um problema embaraçoso para a NASA.

Agora já tínhamos um terceiro veículo que nos Ra mostrado como o Columbia e ele esperava em Cabo Canaveral. Sua baia de carga esperava um novo carregamento militar secreto. Esse veículo já havia sido modificado e armado para batalha no espaço. Nossos planejadores bolchevistas militares idiotas continuavam e ainda continuam a se recusar a entender contra o que eles realmente estão contra – e outra tragédia já dava seus passos finais.

UMA VISÃO DOS EVENTOS MUNDIAIS

Para e ter uma visão dos eventos mundiais à época dos lançamentos dos veículos precisamos voltar no tempo até a tentativa de assassinato do Presidente Reagan, em 30 de março. Os noticiários apresentaram miríades de perguntas sobre o mundo instantaneamente ao desencadear de velhas preocupações. Outro país poderia tentar tirar vantagem de algum modo? Sobretudo, a Rússia decidiria invadir a Polônia? Naquele tempo a manchetes estavam nos dizendo que uma invasão seria iminente. Como se mostrou então, as nossas preocupações sobre isso eram infundadas mas nós não tínhamos meios de saber.

Ao invés de invadir, os russos estavam em um processo de “esfriar” a mais recente crise trabalhista do “Solidariedade”. Diferentemente, outras nações pelo mundo geralmente atuavam com restrições acompanhando as notícias do tiro e literalmente, sem muita surpresa ou reação, para os planejadores que sabiam dos planos. Isso é, todos, exceto um – a única exceção foi ISRAEL! Você pode olhar mais estreitamente os seguintes pedaços de informação e ver o que pode discernir.

 

ISRAEL

A cronometragem não poderia ter sido mais precisa “se não tivesse sido planejada antecipadamente”. Quando os primeiros boletins chocantes do tiro irromperam pela América os planejadores israelenses de guerra começaram a ligar seus motores. Enquanto o porta-voz da Casa Branca reunia dados para a conferência de imprensa, os bombardeiros israelenses estavam se reunindo sobre o Líbano. Naquela tarde e entardecer os americanos estavam ao redor de seus aparelhos de televisão aguardando mais notícias vindas do Hospital Universitário George Washington, completamente atônitos com o acontecimento de nosso próprio dia e totalmente distraídos de tudo mais que pudesse estar acontecendo pelo mundo.  

Os habitantes dos vilarejos libaneses estavam se escondendo em porões e abrigos anti-bomba quando os mísseis e bombas israelenses explodiam ao redor deles. No serviço mundial da BBS e outros noticiários de rádio transmitidos por ondas curtas os relatos mundiais falavam sobre o súbito raid israelense sobre o Líbano naquele dia. Eram grandes notícias de fato. Na América isso não acontecia. As notícias sobre o tiro que atingiu o presidente e suas conseqüências eliminavam qualquer outra notícia exatamente como era suposto que o fizesse e nunca seria dito a nós  o que realmente aconteceu com aquele incidente de tiro – mas isso não foi exata ou precisamente como planejado, embora cumprisse seu trabalho – afinal, vimos tudo, não vimos?

Não foi senão após as tropas sírias começarem a fazer movimentos em resposta aos raids israelenses que o Líbano começou a entrar na nossa consciência na América. Dia a dia, os israelenses e os sírios arremeteram um contra o outro mais e mais, diretamente e por meio de sub-rogados no Líbano. Em 28 de março os jatos israelenses abateram dois helicópteros sírios sobre o Líbano. Isso ocasionou grandes manchetes pelo mundo mas nos EUA foi totalmente ignorado pela cobertura de todas as redes de notícias que estavam concentradas na fala presidencial ao Congresso naquele mesmo entardecer. Não foi senão no dia seguinte, 29 de abril, que a crise do Líbano recebeu espaço na maior mídia controlada dos EUA.

A CRISE DO ORIENTE MÉDIO

Os sírios haviam movimentado os mísseis russos anti-aéreos SAM-6 para o vale de Beka no Líbano. Essa era a resposta síria aos seus dois helicópteros abatidos por Israel no dia anterior sobre Zahle. Assim nascia a crise de mísseis no Oriente Médio.

PARTE 8:

EUA – RIVALIDADE JAPONESA

Uma outra crise que se amoldava era a crescente rivalidade entre os EUA e o Japão. Parecia que Washington nada fazia certo aos olhos dos japoneses. Na manhã de 10 de abril de 1981 aconteceu a primeira tentativa de lançamento do veículo espacial Columbia, em Cabo Canaveral. Ela terminou em fracasso devido a uma falha no computador mas ainda assim foi o principal notícia nos noticiários daquele dia na América. Isso também enterrou na América a principal manchete no Japão naquele dia. No dia anterior, um submarino americano havia afundado um cargueiro japonês; o submarino havia deixado a cena sem fazer qualquer tentativa de resgatar os sobreviventes. Pior ainda, porque os EUA nem mesmo admitiram o incidente ante as autoridades japonesas, o episódio cresceu mais e mais até 36 horas depois do incidente e gerou mais e mais perguntas nas mentes dos japoneses.

COMO USUAL,  A MARINHA TINHA UMA HISTÓRIA DIFERENTE

A Marinha americana publicou um relatório sobre isso que difere drasticamente do testemunho dos 13 sobreviventes japoneses. Nesse relatório até mesmo a Marinha colocou a localização do acidente três milhas e meia distantes do lugar onde de fato o incidente ocorreu. Os japoneses queriam saber porque! Eles começaram a exigir respostas para muitas outras intrigantes perguntas sobre  o incidente. Esse afundamento supostamente “acidental” do cargueiro japonês era apenas a arma de abertura na rivalidade Washington-Tóquio.

Um choque após outro da América atingiu o Japão. Vasos navais americanos viajaram pelas frotas pesqueiras japonesas cortando as redes de pesca. Repentinamente houve revelações que navios americanos com armas nucleares a bordo estavam usando regularmente em segredo portos japoneses. O Secretário de Estado Haig cancelou sua visita ao Japão. Até mesmo a visita do Primeiro Ministro japonês Suzuki a Washington recentemente tinha saído pela culatra para ele. Ele concordou em expressar um comunicado conjunto que levou a acusações no Japão que Suzuki estava fazendo uma aliança militar secreta com os EUA. A ironia disso tudo era que de fato todos os problemas de Suzuki eram devidos a resistir a uma tal aliança militar. Os fatos, com certeza, eram que estava sendo feita uma pressão sobre os japoneses por causa das maciças quantidades de dinheiro falsificado vindo da América do Sul e da Antártica. Além disso, os bolchevistas americanos queriam que o Japão se rearmasse para se tornarem a força policial do Pacífico Oriental. O predecessor de Suzuki, o Primeiro Ministro Ohira, estava pronto para levar adiante os planos dos bolchevistas americanos a despeitos das duras advertências russas para que não o fizesse.

Então, surpresa das surpresas, Ohira morreu subitamente e Suzuki o substituiu. Suzuki não queria rearmar o Japão e então os bolchevistas americanos queriam o afastamento dele. O Japão suportou todos os tipos de choque nesses meses em particular mas eles tinham um denominador em comum: todos eles buscavam denegrir o Japão como um todo e especialmente o Primeiro Ministro Suzuki; isso era a parte mais dolorosa para o povo oriental. Na Ásia, a falta de palavra é um assunto muito sério. Ao utilizar isso como arma política os bolchevistas americanos acreditavam que poderiam derrubar o governo de Suzuki. Quem quer que seguisse Suzuki teria que falar de “paz” para consumo doméstico mas teria que se preparar para a guerra se fosse seguir com Washington

OUTROS LUGARES

Por todos lugares na Ásia, China Vermelha e Vietnã haviam recentemente se engajado em uma pesada luta de fronteira com muitas baixas. Enquanto isso, a chamada Administração Reagan estava se preparando para declarar abertamente que venderia as mais sofisticadas armas para a China Vermelha. Você concorda que esse câncer que corrói a América tinha causado uma tal insanidade? Você pensa que isso pode ter melhorado desde então? Bem, certamente tornou-se muito pior. Você não tem idéia do que realmente foi a década de 1980. 

Na Europa também havia um turbilhão nas mãos dos agentes bolchevistas. O governo da Itália recentemente havia sido derrubado por um escândalo tremendo envolvendo uma conspiração maciça de muitos dos principais cidadãos líderes do país. Na Alemanha Ocidental o Chanceler Helmut Schmidt estava sob fogo de forças que queriam desfazer o equilíbrio que ele tinha atingido entre Oriente e Ocidente..

Na França os bolchevistas tinham tido uma tremenda vitória na eleição. Até então, a França tinha desfrutado de um relacionamento especial com a Rússia bem como com o Ocidente. O relacionamento era um de confiança construída laboriosamente desde o início com o ex Presidente Charles de Gaulle; mas o novo presidente francês, François Mitterrand, estava trabalhando o mais rápido possível para mudar isso. Mitterand levaria a França a um campo anti-russo, liderado pelos bolchevistas americanos. Note sua atual presença em cada encontro – secreto ou aberto – e ponha no lugar as peças desse quebra-cabeças.

Naquele tempo, crises grandes ou pequenas estavam se multiplicando e se compondo ao nosso redor e as maiores delas não foram acidentais. Elas RAM parte e parcela da deliberada construção de uma estratégia dos bolchevistas na América. Ao fazerem do mundo um caldeirão de crises eles preparavam o estágio para a  guerra nuclear UM. O mundo inteiro estava cheio de desassossego exatamente como o estiveram os Balcãs exatamente antes da Primeira Guerra Mundial. Essa confusão diminuiu?

A Primeira Guerra Mundial aparentemente começou por acidente com o assassinato do Arquiduque Ferdinand da Áustria por terroristas.

Quando o veículo espacial Columbia foi lançado em seu fatídico vôo em 12 de abril de 1981 uma frota de aviões especiais estavam lá em cima para ajudar a rastreá-lo. Os EUA estavam dependendo pesadamente de sua frota de aeronaves com avançado alcance instrumental. Elas voavam por radar e estações de comunicação conhecidas como  Froop Snoots”  por seu enorme nariz bulboso. Esse avião especial era um Boing 707 militar modificado, chamado EC-135N. Quando não estavam envolvidos em tiros no espaço eles também tinham muitos outros usos, inclusive o de rastrear os satélites russos. Havia apenas uns poucos desses EC-135ns, então todos eles eram muito importantes. Quando o veículo espacial Columbia decolou em abril havia apenas oito deles.  

O Programa de Veículos Espaciais era uma chave indispensável para levar adiante os planos dos bolchevistas e os EC-135Ns eram cruciais para o programa. Em 6 de maio de 1981 um  EC-135N, apelidado  *”Boss Hog,”* decolou de sua base em Wright-Patterson, Ohio. Ele se dirigiu a leste no que seria um vôo de treinamento de rotina. Mas quando ele o fez estava se dirigindo a um encontro inesperado. Planando alto sobre as montanhas de Maryland Ocidental uma Cosmosfera solitária o aguardava. As 10:45 da manhã o piloto do jato transmitiu por rádio as palavras “Vôo Nível 29” aos controladores do solo. O avião estava a 29.000 pés de altitude. Momentos mais tarde a Cosmosfera disparou sua arma carregada de raios de partícula para baixo no jato que passava sob ela. O raio abriu um buraco no topo da fuselagem  e um ourto na parte inferior. A descompressão explosiva esvaziou a cabine de seu ar. O tiro também causou uma explosão secundária tornando o jato uma bola de fogo. Ao mesmo tempo, os cabos de controle na cauda foram destruídos e o jato virou violentamente com o nariz para baixo. Ao invés de ir em um desastre com destroços por muitas milhas, o avião caiu como uma pedra, diretamente para baixo. 

Os controladores de tráfego aéreo estavam atônitos em ver o avião desaparecer subitamente de suas telas, mas tudo foi documentado. Tudo estava acabado antes mesmo deles saberem que algo acontecera. No solo, testemunhas ouviram três booms e momentos depois viram uma gigante bola de fogo que saia das nuvens. Por no mínimo dez minutos pequenos pedaços de destroços do avião se mantiveram vindo em direção a terra ao leste por milhas ao redor.

Em qualquer desastre aéreo tão violento quanto esse a investigação geralmente se estende por um período de meses – mas não foi assim com esse. Na sexta-feira 29 de maio, exatamente três semanas depois do desastre, a Força Aérea quietamente anunciou que havia encerrado a investigação e que tudo tinha sido ”um erro do piloto”. A Força Aérea sabia o que havia explodido seu avião radar mas também declarou que “no momento os resultados não seriam feitos públicos”. Enquanto a Força Aérea estava ainda se recuperando do desastre do valioso  EC-135N, chegava a vez da Marinha também ter um pouco de diversão. 

Os raios de partícula são tão exatos que eles podem ser disparados exatamente na turbina de um avião a jato em pleno vôo. Mas uma vez o alvo da Rússia era um jato militar sofisticado de guerra eletrônica. O avião envolvido era um EA-6B Prowler que estava baseado no porta-aviões *USS Nimitz.*

Na noite de terça-feira 26 de maio de 1981 o Nimitz estava engajado em exercícios de pouso noturno exatamente fora da Costa Leste. Os pousos noturnos nos porta-aviões sempre eram mais perigosos mas o EA-6B tem uma vantagem especial. Ele é equipado de um sistema de pouso automático no porta-aviões que permite pousos seguros até mesmo em condições de visibilidade zero. Parcialmente, como resultado, os Prowlers são conhecidos como algumas das aeronaves cargueiras mais seguras. Na noite de 26 de maio uma das Nov as Cosmosferas jumbo russas estava planando bem alto acima do Nimitz. Era uma das duas que estava armada com armas de raios de partícula nêutron. Quando o EA-6B se aproximava do Nimitz para pousar a cosmosfera esperava. No momento crítico da aproximação final a cosmosfera disparou. O raio nêutron invisível matou instantanamente a tripulação de três e temporariamente desarranjou os sistemas eletrônicos do avião. Estando subitamente sem orientação o jato inclinou-se para direitta e caiu no deque cheio de aviões. Houve um total de 14 mortos, 48 feridos e 20 aeronaves destruídas ou danificadas. Esse foi o pior desastre ocorrido em um deque da Marinha desde os anos de 1950.

EUA PROVOCAM A RÚSSIA

Durante aqueles tempos havia muita conversa fiada sobre ”segurança nacional.” O que isso significa? Pode existir uma tal coisa como segurança nacional sem sobrevivência nacional? Uma coisa engraçada – os nossos líderes continuavam dizendo que a ameaça á nosso segurança era a Rússia. Enquanto nós não estávamos vendo eles se viravam e provocavam a Rússia. O porta-avião Nimitz entrou no porto somente muito brevemente depois do terrível acidente com o  EA-6B. Ele entrou no porto em 28 de maio e saiu novamente após apenas dois dias; a história oficial era a que ele se dirigia para o Caribe para exercícios continuados.

Contudo o Nimitz recebeu ordens de ir para o Norte, não para o Sul. Em uma drástica partida de procedimento normal, um grupo de transportadores americanos recebeu ordens para irem para Noruega e Mar Barents, exatamente na porta da Rússia. Esse emprego era esperado ser breve mas era mais perigoso para dizer o mínimo. Era um ato insano de bravata dos bolchevistas americanos; exatamente como jogar sal em uma ferida aberta. 

Os russos haviam tido o dia deles e não sentiam necessidade de tomar mais vantagem mas indubitavelmente chegaria a hora que esse empurrão iria longe demais.

 

 

MENTIRA ERAM E SÃO GRANDES

As mentiras sobre segurança nacional eram tão grandes quanto o são agora. Quanto mais gastamos com Segurança Nacional menos segurança obtemos. Aqueles que secretamente controlam o destino da América [e do mundo] não podem suportar a verdade e esse é o porque somente a verdade pode nos libertar de nossas amarras.

Não havia muito acontecendo nesse tempo que eu não tenha tempo até mesmo para começar a mencionar tudo, no Irã, América Central, Israel etc. Em janeiro de 1982 a Rússia já tinha uma guerra geofísica envolvendo modificação climática e terremotos artificiais – algo que está acontecendo agora mais do que nunca. Partes do Canadá sofreram tais condições extremas de tempestade gelada que foi declarada uma Emergência Nacional.

Por mais de quatro anos as plataformas russas de armas eletro-gravídicas tem estado planando alto sobre os EUA. Elas primeiramente anunciavam sua presença ao criaram gigantescos booms aéreos ao longo das costas. Seu número continuou a se multiplicar e agora elas patrulham continuamente por sobre todos os tipos de alvos estratégicos americanos.

Nossos planejadores americanos bolchevistas planejaram abater o máximo possível de cosmosferas utilizando laseres de alta potência quando chegasse a guerra. Até 1981 isso nos era impossível como o era até mesmo detectar a presença das cosmosferas. Elas são invisíveis ao radar comum, exceto a um alcance muito próximo, mas pelo final de 1981 um programa acelerado de armas tem aparecido com um sistema que algumas vezes podem detectar as esferas e permitir a mira dos laseres. A nova técnica foi chamada ”Infravermelho Aperfeiçoado por Computador”. Era um meio altamente sensível de detectar a radiação de calor exalado pelas cosmosferas. Ele foi reconhecido pelo acrônimo CEIR .

Ao entardecer de 12 de janeiro de 1982 um teste operacional completo foi realizado contra uma cosmosfera que estava ao alto patrulhando a área central de New Jersey. O CEIR foi utilizado para mirar um laser de alta energia baseado no solo. Uma seção da cosmosfera rompeu em chamas azuis. Quando as chamas começaram a se espalhar a tripulação acelerou a cosmosfera em direção a costa porque recebera ordens restritas de se assegurar que sua nave nunca caísse em mãos não russas e eles se dirigiam ao mar com muita pressa. A cosmosfera atingida, arrastando chamas azul-esverdeadas foi vista em uma área muito grande do leste da Pensilvania e New Jersey Central..

Ela tinha estado planando a uma altitude de mais de 40 milhas mas caiu rapidamente. Seu escudo semi-rígido começou a se encolher e ela passou sobre Atlantic City em baixa altitude mergulhando no mar a poucas milhas do litoral. Muitas testemunhas viram os restos da cosmosfera queimarem, flutuando na superfície da água por aproximadamente dez minutos. O inteiro incidente criou uma sensação na região mas o porta-voz oficial do governo tratou tudo isso como um não evento comum!

Esse primeiro abatimento de uma cosmosfera criou ondas de choque no Kremlin. Rapidamente foi decidido que fosse enviada uma mensagem clara ao Pentágono que ele pagaria muito caro se o incidente se repetisse. Os russos sabiam que um laser havia abatido sua cosmosfera e no dia seguinte, 13 de janeiro, o vôo 90 da Air Florida [um boing 737] que levava especialistas em lasers de guerra a bordo caiu em Washington DC. O avião caiu em uma ponte movimentada, quebrando-se em pedaços e afundou no rio momentos depois da decolagem do Aeroporto Nacional durante uma tempestade de neve. Esse acidente matou 74 das 70 pessoas a bordo e outras 4 que estavam em veículos na ponte. Talvez você e lembre de ter visto algumas tentativas de resgate. A guerra não é divertida?!

ACIDENTES SEGUIDOS

Então seguiram-se uma série de acidentes e quase acidentes – todos eles supostamente inexplicáveis. Todos os quatros jatos Thunderbird de demonstração da Força Aérea sofreram acidentes.  Um Boing 737 na Califórnia caiu muito abaixo de sua Rota de vôo e quase causa um outro desastre quando mergulhou sobre algumas linhas de energia.

O mais estranho de todos foi um DC-8 da Japan Air Lines que caiu na baía de Tóquio em 9 de fevereiro durante os momentos finais de sua aproximação para o pouso. Era um dia perfeito para o vôo, claro e ensolarado. O DC-8 estava a apenas 1000 jardas de tocar o solo, voando gentilmente. Não havia problemas mecânicos. Repentinamente o piloto agiu como se estivesse ficado cego. Foi relatado que ele arremeteu para cima dois de seus quatro motores a jato. O grande nariz do jato se inclinou para baixo; ele se espremeu dentro das luzes de pista marcando o caminho do pouso e caiu na água rasa; 24 pessoas morreram e outras 150 ficaram feridas.  Mais tarde no hospital o piloto disse que tinha apagado e o co-piloto disse que ele também repentinamente sentiu-se desmaiando mas lutou para permanecer consciente.

Repentinamente houve uma divulgação de informação a respeito de UFOs e encobertos visitantes alienígenas.

RAIOS NEUTRON

Os raios nêutron paralisam os instrumentos eletrônicos e também o sistema nervoso e mental das pessoas. De fato os russos estavam dizendo aos bolchevistas americanos do Pentágono: “se vocês abaterem mais uma cosmosfera não haverá sequer um só lugar para se esconder.”

Em fevereiro de 1982 havia três facções de Poder lutando para ser “o rei da montanha”.  Uma das facções era o Cartel Rockefeller – o complexo multinacional do Grande Petróleo, Grandes Bancos e Grandes Negócios. Uma outra facção era o Eixo bolchevista-sionista americano com sedes entre New York e Jerusalém. A terceira facção era a dos novos governantes da Rússia que haviam expulsado a maioria dos bolchevistas  no poder lá.

O CARTEL ROCKEFELLER-RUSSO

Um novo relacionamento operacional estava trabalhando entre os novos governantes da Rússia e o Cartel Rockefeller. Esse arranjo contudo estava longe da anterior proximidade. O novo acordo basicamente era o de não prejudicar um ao outro como assunto de política deliberada. O objetivo principal era o de livrar a ambos de seu inimigo mútuo, os bolchevistas americanos que haviam infiltrado postos chave de fazer política em Washington.

A principal área em que o cartel Rockefeller podia ser útil aos russos era na esfera econômica. A política externa americana dominada pelos bolchevistas era uma de inanição econômica contra a Rússia e SUS membros satélites. O Cartel Rockefeller estava em posição de tolher parcialmente essas políticas ao cooperar com a Rússia no comércio do Extremo Oriente.

A guerra econômica bolchevista americana contra o Bloco Soviético estava mais aparentemente certa então nos desassossegos da Polônia. Eles estavam tendo sucesso usando o Partido Trabalhista Solidariedade para empurrar a Polônia para uma lei marcial. A Lei Marcial era uma desculpa para fazer o povo polonês sofrer cada vez mais nas mãos da América. Um embargo de alimentos mal disfarçado foi utilizado pelos EUA contra a Polônia. Todas as rações para galinhas foram detidas para criar o desastre para os fazendeiros poloneses. Tudo possível estava sendo feito para levar o povo polonês a tal desespero que uma revolta aberta irromperia. O colapso da Polônia oferecia uma ameaça militar á Rússia e um dreno econômico também. Os novos governantes russos estavam trabalhando em uma economia centralizada que lhes foi o legado dos bolchevistas russos expulsos. Isso não podia Sr mudado da noite para o dia e então os russos estavam vulneráveis a uma guerra econômica. Para evitar o desastre econômico os russos buscavam ansiosamente novos meios de levantar moeda ocidental. Um desses movimentos foi um golpe maior nas ações do Tesouro americano mas, a longo prazo, os russos queriam estabelecer laços econômicos mais estáveis e mutuamente benéficos com o Ocidente. 

O GASODUTO SIBERIANO

A peça central dessa nova direção econômica russa veio a ser o gasoduto siberiano para a Europa Ocidental. Esse era um projeto de 25 bilhões de dólares, o maior já visto entre a União Soviética e o Ocidente. Ele deveria estar completo em 1984. Os bolchevistas estavam tentando por todos os meios paralisar completamente o projeto do gasoduto mas os negócios petrolíficos dos Rockefeller estavam trabalhando diligentemente no auxílio de levar adiante o projeto. Em meados de fevereiro, a Câmara de Comércio dos EUA, a muito tempo um órgão de relações públicas dos Rockefeller, veio a publico sobre o oleoduto. Ela chamou o embargo de Reagan contra equipamentos para oleoduto uma estratégia de guerra econômica contra a Rússia. O Comitê Econômico do Congresso endossou o projeto do oleoduto e na Europa, as companhias multinacionais de petróleo americanas estavam se alinhando para apoiar o gasoduto – todas elas, exceto uma: a Mobil Oil. Diferente dos outros membros do Grande Cartel do Petróleo de Rockefeller, a Mobil Oil na Alemanha Ocidental tinha se oposto publicamente ao gasoduto que, de fato, era mais interessante. Para os russos o gasoduto era uma questão de sobrevivência econômica e com todo horizonte de uma guerra o Kremlin não tinha paciência com aqueles que falavam uma coisa e faziam outra. Os russos viam a posição da Mobil Oil contra o gasoduto como uma encruzilhada, ao se posicionar do lado dos bolchevistas americanos. Os governantes da Rússia decidiram dar a Mobil Oil fortes razões para repensar seu posicionamento, e rápido. Na quinta-feira 11 de fevereiro um navio mercante com conteiners russo,  *Mekhanik Tarasov,* partiu de um porto em Quebec, Canadá para Leningrado. Ele se dirigia a nordeste de do Rio St. Lawrence e então pelo Golfo de St. Lawrence indo para o Atlântico. Depois de acompanhar a costa sul de Newfoundland, o *Tarasov* estabeleceu um curso leste para nordeste. Seu curso foi escolhido para ficar muito perto da maior plataforma semi-submersível de petróleo do mundo, passando-a ao sul. Essa era a plataformas *Ocean Ranger,* operado pela Mobil Oil. Supostamente ela era impossível de ser afundada – como o Titanic.

O *Tarasov,* como muitos outros navios mercantes russos possuía capacidade militar que não era admitida. Quando ele se aproximava da plataforma em meio a uma tempestade que se formava, lançou um torpedo com uma ogiva nuclear de baixo poder em direção á plataforma.  Exatamente a uma hora da manhã de segunda feira 15 de fevereiro o torpedo alcançou seu alvo: um dos enormes alicerces submersos. A explosão nuclear sob a água é muito mais confinada do que aquela no ar, e essa foi bem escondida pelos ventos com força de furacão e as ondas. Foi aberto um buraco no alicerce e a plataforma começou a se inclinar de lado. Sua tripulação transmitiu por rádio um sinal de problema e meia hora depois relatou que estavam nos botes salva-vidas. Essa plataforma construída pelos japoneses era considerada a mais impossível de ser afundada no mundo! Um canto da plataforma superior mergulhou na água e então parou. A plataforma permaneceu flutuando em um ângulo maluco. As pessoas que estavam nos botes salva-vidas pensaram que não fosse necessário abandonar a plataforma. Então uma cosmosfera  que planava acima da plataforma mirou seu raio de partícula carregada no canto da plataforma que tinha mergulhado na água. Essa poderosa explosão abriu um buraco no canto parcialmente submerso. Imediatamente a plataforma balançou e afundou. Ela afundou tão rápido que era tarde demais para que os botes salva-vidas fossem novamente lançados e todas as vidas foram perdidas. O cargueiro *Tarasov* continuou no curso depois de afundar a plataforma. Os russos esperavam que o cargueiro já estivesse longe antes que alguém percebesse o que tinha acontecido mas calcularam mal! Por volta da duas da tarde daquele dia um submarino de ataque americano estava se aproximando do *Tarasov.* . O submarino disparou um único torpedo no Tarasov, atingindo-o. A água rapidamente entrou pelo grande buraco aberto sob a liha d’água e o cargueiro começou a afundar. Como a tripulação da cosmosfera que havia sido abatida sobre New Jersey, a tripulação do Tarasov tinha ordens estritas de proteger os segredos de seu navio e assim o capitão russo recusou o auxílio de um vaso holandês vizinho. O navio afundou com seus segredos. Bem, certamente a Mobil Oil recebeu  a mensagem e apenas dois dias depois fechou duas outras plataformas que estavam próximas e levou-as para terra. Recomendo que você dê uma segunda olhada nesses acidentes de “vazamento de óleo”  que vem acontecendo.

PARTE 9:

O COMANDO RUSSO DO ESPAÇO E A LUA

Em 5 de fevereiro de 1982 o vice-presidente Bush durante uma viagem a Cabo Canaveral foi fotografado com astronautas dentro do laboratório espacial orbital europeu chamado “Space Lab.” Foi planejado colocar o Space Lab em órbita por meio de um veículo espacial em 1983. Bush também anunciou que o vôo número três do veículo espacial  estava programado para 22 de março de 1982. Ele deveria ter uma semana de duração. Para consumo público o porta-voz da NASA estava continuando a fingir que o veículo estava meramente realizando testes de vôo. Nos era dito que o programa espacial dos veículos era basicamente um programa civil a despeito de todas as tripulações militares que voavam o veículo. A imagem pacífica desse programa era uma total mentira. O fato era que os vôos programados eram uma parte de um programa para os EUA reconquistarem um pé militar no espaço.

Os EUA haviam sido virtualmente barrados do uso militar do espaço pelos russos desde 1977. O domínio espacial russo durante os anteriores quatro anos continha inúmeros vôos tripulados e incluíram astronautas de nove outros países. Enquanto isso, os EUA foram mais de cinco anos sem admitir qualquer tentativa de vôo espacial tripulado. Os vôos espetaculares de longa duração no espaço e na órbita da Terra davam as russos prestígio aos olhos do público mas o programa espacial soviético envolvia mais do que a revelada publicidade. Desde meados de outubro de 1977 a Lua havia sido um posto avançado russo. Havia sete instalações de raios de partícula tripuladas no lado visível e ao menos uma no lado oculto. No passado, missões regulares iam e vinham da Lua para reabastecer as bases e mudar as tripulações e vagarosamente o Kremlin estava se coçando para irromper os noticiários sobre o seu controle da Lua

Eles já haviam começado a lançar algumas pistas sobre isso. Como por exemplo, circulou uma publicação nos EUA chamada “Vida Soviética” de fevereiro de 1982. Ela declarou: “Hoje espaçonaves entre a Terra e a Lua viajam com maior freqüência do que foram as primeiras viagens ao Novo Mundo”. No topo da página havia uma foto noturna de um vaso lunar pronto para disparar tirada de um cosmódromo russo. Abaixo estava uma foto da Terra como vista do espaço e entre as duas uma declaração em negrito destinada a dar uma outra pista sobre os vôos lunares que declarava: “De uma distância de 70.000 quilômetros acima da Terra o planeta parece pacífico e indefeso. O objetivo é proteger nosso lar verde e azul”.

Amigos, satélites não são usados em altitudes de 70.000 quilômetros. A mais alta órbita que é geralmente útil para satélites da Terra é a órbita geosincronica para satélites estacionários sobre o equador. 70.000 quilômetros é quase duas vezes longe da Terra. A única vez que uma espaçonave fica tão longe da Terra é quando está a caminho da Lua ou outro planeta.

O interesse russo no espaço ia além de fatores militares. Os planos dos novos governantes russos eram de colonizar o sistema solar. Esses planos progrediam  sem parar; de fato, naquele tempo havia duas espaçonaves russas que se aproximavam do planeta Vênus e enviavam uma incessante corrente de dados dos homens a bordo. Os russos se estabeleceram primeiro em Vênus, não em Marte. Vênus era o primeiro alvo depois da Lua para uma colonização experimental. Agora você pode compreender melhor a inabilidade de nosso governo em permitir um Telescópio Hubble no espaço? Os russos começaram vôos em naves não tripuladas para Vênus em 1975! Eles aprenderam alguns fatos chave que ainda são desconhecidos pelos EUA em 1982 quando o programa de veículos espaciais começou.

Em 1978 os russos começaram uma série de vôos espaciais orbitais tripulados de crescente duração que foram amplamente publicados. Eles foram gradualmente estendidos para seis meses e mais para saber o quanto as tripulações resistiriam bem a uma viagem interplanetária. Em 1981 esses vôos foram completados. Os russos já haviam tudo o que precisavam. Em 30 de outubro e em 4 de novembro de 1981 duas espaçonaves russas partiram para Vênus. Ambos RAM tripulados por cosmonautas russos e estavam preparados para pousar na primeira semana de fevereiro de 1982.

A comparação entre o programa espacial americano e o da Rússia era um estudo de ironias trágicas. Era dito aos americanos que o projeto de veículos espaciais era primariamente um projeto de orientação civil mas na realidade ele era militar. Nos diziam que tínhamos a primeira espaçonave reutilizável o mundo mas na realidade um veículo estava sendo perdido a cada lançamento. Diziam também que estávamos anos a frente da Rússia mas na realidade estávamos anos atrás. Frequentemente ns era dito que os nossos governantes queriam o uso pacífico do espaço mas na realidade eles estavam encerrando quase todos os projetos espaciais civis. Custeavam apenas um ou dois projetos pacíficos que eram visíveis demais para serem cancelados sem uma revolta popular, tal como o do telescópio espacial. Os acompanhamentos para a exploração do sistema solar estavam sendo esvaziados e descartados porque em nada contribuíam aos planos bélicos de nossos líderes.

Nos diziam que os russos só tinham em suas mentes guerra e conquista, não os americanos. Mas RAM os russos, não os americanos, que naquele momento tinham duas equipes de astronautas prontos para pousarem em Vênus. Eles estavam indo lá por razões que nada tinham a ver com uma guerra. Os russos estavam explorando a terra de Vênus. Eles estavam explorando o sistema solar simplesmente porque “estava lá fora”. O pela exploração era o que os motivava. Os ancestrais vikings da antiguidade estavam vivos no programa espacial russo.

O único modo dos EUA se igualarem a Rússia era conseguir dobra-la economicamente e esse era o motivo das orquestradas guerras civis.

Sei que você acha difícil ou impossível acreditar nisso. Porque não tenta me provar que estou errado? Ou, melhor ainda, porque você não se decide a descobrir por conta própria o que está acontecendo?

Você pode tentar ler “Alguém Mais na Lua” de George Leonard, Little, Brown & Co. *Publishers Weekly* falou sobre o livro: “Leonard tinha sido despistado pelo uso de um pseudônimo do ex cientista da NASA [seu livro é “Garganta Profunda” - *Deep Throat*], e suas fotos da “assombrada cuba de fotos de NASA” são de embasbacar quando começa-se a ver o que ele vê: imensas plataformas aparentemente fazendo mineração na Lua; estranhas “geometricidades”, marcações, símbolos; luzes, evidências de mudança e movimento.”

Pode também obter as fitas e os livros de Richard Hoagland’, tais como *Mars, Vol. 3, The Moon-Mars Connection* (…nossos últimos achados na Lua”).

Em 16 de fevereiro de 1982 o veículo espacial foi movido para a plataforma de lançamento em Cabo Canaveral cinco dias antes do programado. Esse seria o terceiro veículo espacial que estava sendo usado. O primeiro, de fato, foi aquele chamado Columbia que foi destruído no abril anterior. Ele foi substituído pelo veículo de treinamento Enterprise que pousou na Base da Força Aérea de Edwards e foi levado para a Flórida. O lançamento do Enterprise em novembro anterior disfarçado de Columbia fio apenas uma medida de preencher a lacuna enquanto um terceiro veículo pudesse ser extensamente modificado.

O novo veículo que estava em Cabo Canaveral era um dos três veículos espaciais secretos de White Sands. Ele havia sido submetido a uma extensa modificação desde o primeiro desastre do Columbia, dez meses antes. Á distância ele parecia ser o Columbia original mas na verdade era um veículo muito diferente. O veículo que estava na plataforma estava “armado até os dentes” para a batalha. A missão básica dele era a mesma do primeiro, quase um ano antes. Seu carregamento era uma estação robô de batalha pesadamente armada de raios laser. O veículo era destinado ao reconhecimento espacial sobre a Rússia. As armas espaciais russas tinham destruído todos os satélites espiões americanos quase quatro anos antes. Desse modo, se os planejadores americanos se lançassem a uma guerra sem novos dados de reconhecimento eles o fariam de modo cego. Era isso que o veículo espacial estava destinado a fazer: resolver o problema ao obter novos dados para que uma guerra nuclear pudesse ser iniciada.

Depois de cada lançamento o veículo seguiria uma curva longa para o norte para imediatamente voar sobre a Rússia. Os planejadores bolchevista americanos acreditavam que se conseguissem uma vez ter seu satélite super-espião em órbita eles conseguiram atingir seu objetivo. Eles estavam confiantes que o veículo pudesse sobreviver a qualquer ataque das armas espaciais russas por tempo suficiente para transmitir grandes quantidades de dados de reconhecimento e, uma vez tivessem essa informação, o Pentágono estaria pronto para levar a Am´rica a uma guerra nuclear.

Na primavera de 1981 o Columbia havia sido destruído antes que pudesse transmitir qualquer dado. A mesma coisa aconteceu com o Enterprise disfarçado em novembro de 1981. Eles acreditavam que a história seria diferente com o lançamento do terceiro veículo.

Além da estação robô anteriormente descrita que estava na baia de carga havia um laser adicional montado na extremidade dianteira da baia, exatamente atrás do compartimento da tripulação. Esse era um laser dinâmico de gás de fluoreto de hidrogênio que estava montado verticalmente dirigindo-se para cima.  Também estava equipado de uma cabeça giratória consistente de espelhos que podiam mirar o raio em uma ampla variedade de ângulos. Esse laser de fluoreto de hidrogênio tinha a missão de proteger o veículo enquanto ele subia para a órbita.

O Columbia tinha recebido fogo logo antes de alcançar a órbita. Os analistas de Inteligência americanos tinham eventualmente obtido suficiente informação sobre o que havia acontecido para instalar o laser na baia de carga.

Enquanto o veículo sobe, o ar se torna cada vez menor até ficar a quase nada antes que os motores foguetes se calem. No momento mais cedo o possível as portas da modificada baia de carga que não tinham dobradiças no terceiro veículo seriam explodidas por explosivos especiais. Quando as portas da baia de carga flutuassem para longe do veículo, isso deixaria a metade superior da baia aberta. O laser da baia de carga estaria pronto para disparar daquele momento em diante. Ele estava equipado com o mesmo sistema CEIR já descrito.

Como um laser dessa forma equipado tinha com sucesso abatido uma cosmosfera em janeiro de 1982, os planejadores do veículo acreditavam que o veículo alcançaria a órbita com segurança. Uma vez em órbita, os planejadores acreditavam que as principais ameaças ao veículo seriam os interceptadores orbitais russos Cosmos. Esses satélites assassinos tripulados foram os responsáveis  por limparem os céus dos satélites espiões americanos. Para lidar com essa ameaça, eles realmente fizeram modificações radicais no terceiro veículo.

Em todos os lugares que o veículo espacial foi discutido sempre foi enfatizado que os astronautas do veículo poderiam trabalhar em roupas comuns – sem necessidade de trajes espaciais porque estar em um veículo espacial era quase a mesma coias que estar em um avião. Não era assim dessa vez.

Quando o Cel. Jack Lousma e o Cel. C. Gordon Fullerton decolassem neste veículo eles estariam em trajes espaciais. Ainda mais, eles dependeriam desses trajes porque a cabine não era pressurizada. A inteira porção inferior frontal de sua nave sob o deque de vôo tinha sido transformado m uma baia de carga. Logo que o veículo alcançasse a órbita o nariz se abriria ao vácuo do espaço para baixo e para trás, algo como certas aeronaves cargueiras cujos narizes se dobram para cima para carregar e descarregar. Logo que o nariz se abrisse emergiria um complexo sistema a laser. O sistema tinha cinco ecoes tubulares miradas para cima, para baixo, para cada lado e diretamente a frente. Cada tubo laser tinha uma cabeça espelho giratória como foi descrita acima. Uma vez colocado em funcionamento o Sistema a Laser do Nariz seria capaz de disparar quase que em todas as direções, a única exceção sendo um estreito corredor para a parte posterior do veículo..

Esse sistema de laser do nariz foi descrito como um laser de plasma hélio nuclear com cinco ressonadores. O conjunto de laser nuclear poderia disparar qualquer um dos cinco tubos laser a um dado tempo. Ele não era tão poderoso quanto o laser da baia de carga mas diferente dele o laser do nariz podia operar por um longo tempo em base intermitente e os planejadores do veículo acreditavam que ele fosse suficientemente poderoso para desabilitar os satélites assassinos tripulados russos.

Sob a proteção desse sistema laser do nariz Lousma e Fullerton colocariam em operação o satélite robô espião. A parte do plano era a mesma do primeiro vôo. Enquanto isso, o veículo permaneceria em órbita.

O sistema de laser do nariz fio programado para se manter localizando e disparando contra qualquer interceptador Cosmos russo que estivesse dentro de seu alcance. Ele continuaria a fazer isso até que fosse destruído ou que o laser nuclear acabasse, o que seria um muito longo tempo. Ele constituiria um incômodo muito perigoso no espaço e os russos teriam pouca escolha além daquele de o destruir. Os bolchevistas americanos tinham a esperança que os russos perdessem muitas espaçonaves e tripulações antes de terem sucesso na destruição.

GUERRA NUCLEAR NÚMERO UM

Se os planejadores militares do veículo estivessem certos em seus cálculos a terceira missão espacial do veículo poderia se transformar em uma batalha real no espaço. Se estivessem errados, podiam tentar novamente. A quarta missão espacial do veículo já estava programada para 4 de julho de 1982. Depois disso, não importava  o que tivesse acontecido ao veículo espacial, eles planejavam ir adiante de qualquer modo iniciando a guerra nuclear número um.

Durante a temporada de férias de 1981 e ao redor do Dia de Ação de Graças de 1982 três maiores crises nos cercavam. Primeiramente havia histórias sobre atiradores líbios que assassinariam os principais líderes do governo dos EUA; em segundo, havia a repressão militar na Polônia e em terceiro, tão logo os olhos ocidentais estavam vidrados na Polônia veio a ilegal anexação das Colinas de Golan sírias pelos israelenses. 

Na superfície dessas três crises que aparentemente não estavam relacionadas, mas de fato estavam, embora na parecessem estar. Cada uma era a conseqüência de um complexo plano secreto de guerra da ação miltar conjunta dos EUA e Israel!. Até mesmo, desde o início da primavera de 1981 esse plano de guerra era relatado a nós, o público, mas o grande acobertamento nos dominaria e tudo seria enterrado e ninguém ouviria. Quem falava a verdade fio preso, ridicularizado ou simplesmente assassinado e nenhum cidadão pareceu perceber. Pior, nem mesmo percebemos que precisávamos nos livrar dos fazedores da guerra.

Os conflitos eram para gradualmente crescerem até o tempo em que irrompessem. Então um primeiro ataque nuclear americano seria lançado contra a Rússia e a guerra nuclear começaria de um modo que parecesse acidental. As forças nucleares americanas não entenderiam que estavam iniciando os ataques; ao invés, teriam a informação falsa que desencadearia uma retaliação contra um não existente ataque russo!

O prelúdio da guerra nuclear foi planejado para incluir a guerra no Oriente Médio. No plano conjunto de guerra dos bolchevistas americanos e os planejadores m militares israelenses a guerra do Oriente Médio era responsabilidade de Israel. Isso colocava Israel no olho de um crescente furacão de violência.

As crises continuaram a se expandir e crescer aparentemente sem controle. Para Israel a principal prioridade era fazer todo o possível para destruir os Acordos de Paz de Camp David. Esse é o motivo pelo qual o Presidente Sadat do Egito fio assassinado em 6 de outubro de 1981.

No início de dezembro nos foi dito que um grupo de três dos seis atiradores deveria estar nos EUA. Foi afirmado que eles iriam atirar no Presidente e em outros principais oficiais do governo. Os EUA abateram dois jatos líbios e mataram uma filha de Khadafy tentando fazer com que ele se portasse como um louco. Esses planos eram para criar situações que nos empurrasse para mais perto de uma guerra nuclear.

Os velhos bolchevistas da Rússia que ganharam o controle das políticas militares da América tinham estado tentando desencadear uma revolução na Polônia. Eles primeiro tentaram fazer isso ao subverter a Igreja Católico-Romana e já havia um turbilhão no Vaticano. Três anos antes fio feita uma tentativa de fazer a Igreja Católico-Romana fortemente anti-russa com as suas políticas. Em 28 de setembro de 1978, 33 dias depois de sua eleição, o Papa recém eleito, João Paulo I foi envenenado e nos foi dito que ele morreu enquanto dormia.

Em minha publicação de fevereiro de 1979 da newsletter do *Doomsday Club News & Intelligence Report* disse que havia evidência de que o Papa João Paulo I tinha sido assassinado e que o Papa que o seguiu era um agente da KGB!  Malachi Martin escreveu um livro muito popular sobre o novo Papa *THE KEYS OF THIS BLOOD,* [As Chaves Deste Sangue] mas o que você não sabe era que o próprio Malachi era um judeu que usava um nome falso e que o novo Papa não era o que parecia ser! Um livro chamado *IN GOD’S NAME* [Em Nome de Deus] de David Yallop fio publicado em 1984 comprova do assassinato do Papa anterior e Lawrence Patterson em sua newsletter revelou o farsante judeu que usou o nome de Malachi Martin.

Para aqueles que ainda têm uma cópia da minha newsletter, porque não examinam comigo: Na página 6 da publicação de fevereiro de 1979  eu disse: “O Papa atual [João Paulo II] não durará muito. Ele durará provavelmente menos de sete anos”. Você dirá que eu falhei porque ele ainda está lá mas deixe-me citar de um livro chamado “Sangue e Cinzas” [ *BLOOD AND ASHES,] uma revista Phoenix que em sua página 133 diz: “Os bolchevistas dentro do Vaticano que tinham arquitetado a eleição dele apenas desejavam sua imagem potencialmente anti-russa, não o próprio homem. Ele também foi afastado por envenenamento e substituído por um sósia em 21 de novembro de 1978. O novo Papa “ator” então começou a emitir uma corrente contínua de declarações contra a alegada repressão russa na Polônia.

“Os bolchevistas americanos planejaram completamente utilizar o poder deles no Vaticano para estabelecer o que viria a ser conhecido como “a revolução do Papa na Polônia”… A Inteligência russa foi então capaz de substituir o Papa ator bolchevista pelo seu próprio sósia.

Yallop, em seu livro na página 301, diz: “Muitos milhões de palavras tem Sid escritos desde a eleição de Karol Wojtyla em tentativas de analisar e entender que tipo de homem ele é. Como pode ser visto, ele é o tipo de homem que pode permitir que homens como Villot, Cody, Marcinkus, Mennini, de Strobel, de Bonis, e Poletti permaneçam em seus cargos. Não há defesa sob a base de ignorância. Marcinkus responde diertamente ao Papa e é inconcebível que o Papa desconheça o grau de culpa de Marcinkus”. Marcinkus, meus amigs, foi um membro da máfia judaica em Cicero, Illinois que eventualmente ganhou o controle dos bilhões de dólares do Vaticano. E matou o Papa anterior. Você não ama a religião e seus pregadores?

PARTE 10:

O FALSO PAPA

O falso Papa era programado para visitar a Polônia e estabelecer uma revolução, mas a inteligência russa fi capaz de impedir isso. Com a sua intriga no Vaticano estragada os planejadores bolchevistas americanos começaram uma Rita diferente.

Seus agentes dentro da Polônia iniciaram a agitação por uma união trabalhista independente a ser conhecida como “Solidariedade”. Solidariedade fio criada com o único propósito de tornar as condições continuadamente piores na Polônia até que um confronto inevitável fosse criado com o governo. Eventualmente eles tiveram sucesso e as leis marciais foram declaradas. As notícias da lei marcial na Polônia alcançaram o Ocidente no domingo 13 de dezembro de 1981. Naquele mesmo dia em Israel o governo de Begin lançou a terceira crise de Natal. Naquele dia o governo israelense anunciou sua decisão surpresa de anexar as Colinas de Golan. As Colinas de Golan ficam ao longo do canto nordeste da fronteira de Israel com a Síria e são um território sírio. Elas tem estado ocupadas por tropas israelenses desde a Guerra de 1967 e por assentamentos civis israelenses; sob as leis internacionais as Colinas de Golan pertencem à Síria. Como sempre, o governo de Begin defendeu suas ações em termos arrogantemente de auto direitos e debochou das regras da lei!

Mundialmente a reação fio a de uma completa condenação de Israel e dentro de Israel também havia críticas amargas. Os EUA estavam em uma posição mais do que difícil, muito mais difícil do que demonstravam publicamente. O tempo corria enquanto se tomavam decisões secretas sobre como tratar publicamente esse assunto. Então em 18 de dezembro os EUA anunciaram que iriam suspender “indefinidamente” o alegadamente novo acordo de cooperação estratégica. Em resposta Israel cancelou o novo acordo com a América. Com esse acordo mútuo de encerramento os EUA e Israel firmaram-se em uma posição para consumo público. Esse era especificamente para o propósito de deixar Israel com suas mãos livres para agir sem restrições.

O Primeiro Ministro israelense Rabin resumiu isso com as seguintes palavras: “A anexação das Colinas de Golan é o início do fim dos Acordos de Camp David”.

Bem , naquele tempo todos os planos dos bolchevistas americanos e dos sionistas em Israel estavam em andamento. Eles estavam trabalhando para que a guerra no Oriente Médio começasse antes do fim do verão de 1982. De lá, passo a passo, eles planejavam que o conflito crescesse em escalada com outras crises continuando a se multiplicarem mundialmente. Em 6 de julho de 1982 Israel anunciou que tropas americanas seriam enviadas ao Líbano, se necessário. Horas mais tarde Reagan anunciou que “Sim, a princípio, ele estava preparado para enviar mariners como parte do acordo de trégua”.

UMA PISCINA SUJA

Para consumo público assegurava-se que tudo isso seria feito sob certas condições reconfortantes. Supostamente, se os mariners fossem enviados seria apenas em caráter temporário para policiar uma trégua, não uma luta, apenas e todos os lados concordassem com a presença deles. Isso não soa como uma reprise – “estamos lá para assegurar que o Iraque não invada nosso irmâozinho, a Arábia Saudita” e também “Estamos no Haiti para assegurar a Democracia”.

O Iraque não tinha a menor intenção de invadir a Arábia Saudita – naquele tempo ou depois.  Saddam Hussein foi “chamado” ao Kuwait para protegr os interesses dos kuatianos de serem absovidos pelos interesses americanos e do colapso provocado pelas notas enviadas aos kuaitianos por banqueiros. Uma piscina suja. No dia seguinte, uma carta de advertência contra o envio dos Mariners fio enviada a Reagan pelo Presidente soviético Brezhnev. Era uma advertência críptica contendo nenhuma ameaça específica. Em linguagem diplomática ela apenas dizia “Não faça isso”. Os avisos soviéticos se tornaram crescentemente mais freqüentes e urgentes. Em 7 de julho Brezhnev advertiu contra o envio dos mariners americanos e isso foi publicado e apenas seis dias depois Ustinov advertiu sobre um primeiro ataque nuclear americano. É uma surpresa para você? Você não se lembra daquelas pequenas notinhas nos noticiários?

A advertências russas contra a guerra não incluíam apenas palavras MS também ações. O Kremlin era governado por homens que sabiam que palavras sem ações eram inúteis contra os bolchevistas americanos. Esse é o motivo pelo qual recebemos os avisos um mês antes que acontecessem as medidas profiláticas russas. Essas medidas prontamente foram em seu caminho na forma de ataques de advertência para enviar uma mensagem muito clara. O primeiro desses ataques aconteceu na manhã de domingo de 27 de junho de 1982. Milhões de americanos assistiam o lançamento do veículo espacial número quatro pela televisão. Vocês viram até que os dois foguetes propulsores sólidos se separassem e caíssem do veículo. Momentos mais tarde uma cosmosfera jumbo que acompanhava a distância o veículo disparou duas rápidas explosões nos propulsores que caiam e que não estavam visíveis na televisão. A arma de raio da cosmosfera abriu um buraco no lado de cada escudo do propulsor que havia custado 18 milhões de dólares. Um avião C-130 da Força Aérea que estava rastreando os propulsores e viram seus para-quedas abertos; quando os propulsores atingiram a água eles rapidamente afundaram. Graças aos buracos que tinham sido abertos dos lados eles não conseguiram flutuar. Equipes de recuperação assistiram impotentes  a perda de 36 milhões de dólares, afundados em vários milhares de pés de água. Funcionários embaraçados da NASA tentaram afastar a perda dos dois propulsores do veículo com a mentira que os para-quedas não abriram [ambos?] As probabilidades são astronômicas contra dois para-quedas falhando em dois propulsores mas eles não tinham ourta desculpa que ousassem tornar pública.

ADVERTÊNCIAS!

O *Encyclopedia Brittanica Book of the Year* fala sobre esse incidente: “O quarto lançamento do *Columbia’s* do Centro Espacial Kennedy foi em 27 de junho com os astronautas Thomas K. Mattingly e Henry W. Hartsfield, Jr. Muito apropriadamente o veículo pousou na Base da Força Aérea Edwards na Califórnia e foi saudado pelo Presidente Reagan e aproximadamente 500.000 pessoas. Um problema maior ocorreu quando os dois propulsores  caíram no Oceano Atlântico, aparentemente por falha nos para-quedas. Contudo, não hbouve perigo ao Columbia. Os experimentos incluíram o primeiro a ser desenvolvido por uma companhia particular. Ela era destinada a produzir certos medicamentos continuamente com alta pureza. Os astronautas também ajudaram a salvar a primeira “fuga especial” quando um circuito defeituoso evitava a energia de alcançar a vasilha.” 

Enquanto isso a mensagem russa era de fato clara. Se eles o desejassem poderiam ter destruído o próprio veículo diante da televisão assistida nacionalmente ao invés de destruirem os propulsores. Eles estavam poupando a cara do nosso governo  para um uso mais vantajoso  nos anos seguintes. Eles certamente tem trabalhado para o fazer muito bem e ás nossas custas.

A seguir veio o acidente com um avião da Aeroflot em Moscou seguido pela reprise em 9 de julho do acidente com um jato da Pan Am em New Orleans [ um jato boing 747 que transportava 145 pessoas acidentou-se em Kenner, Luisiana, logo depois de decolar de New Orleans; explodii e caiu sobre quatro ruas residenciais; o acidente que matou 153 pessoas, inclusive 8 que estavam no solo, foi o segundo pior desastre aéreo na história dos EUA envolvendo um único avião. Ambos eventos foram atos de guerra – uma guerra secreta de ambos os lados que começavam a ser mencionada abertamente em público. A mensagem russa era : “vocês não estão tão seguros quanto fingem”."

Seis dias depois os russos relembraram os bolchevistas nos EUA de suas combinadas capacidades na guerra geofísica, uma sabotagem disseminada aqui.

Já em 1977 nós tínhamos sido avisados que os russos estavam em campanha de colocar minas nucleares onde eles pudessem destruir várias represas pelos EUA. Esses aparelhos ainda estão lá, esperando pelo uso ao toque de um botão de um gatilho detonador bem fora de nosso alcance ou habilidade de controle. Como pode haver trabalhadores subversivos dentro de nossas fronteiras e sem o nosso conhecimento? Não pode. Há muitos agentes russos da KGB na nossa CIA como americanos. Nosso governo pensava naquele tempo que as minas fossem um grande blefe porque foram os próprios russos que anunciaram a presença delas ao nosso governo.

Em 15 de julho de 1982 o Kremlin disse ao Pentágono bolchevista: “Pense Novamente”. Naquele dia a região norte do Colorado estava enfrentando incríveis tempestades de vento, um produto da modificação climática russa. As represas na área estavam sobrecarregadas para conter as águas indomáveis. Então fio detonada uma mina sob a água na base da Represa de Lawn Lake. A represa se rompeu e as águas tumultuosas inundaram o cânion e a cidade de veraneio de  Estes Park. O governo freneticamente tentou encobrir seus rastros dizendo que estavam preocupados com a represa mas na realidade o desastre veio sem qualquer aviso porque a represa foi instantaneamente afetada pela explosão.

MAIS AVISOS

No dia seguinte ouve um outro tiro de advertência dos russos. Desta vez era uma instalação centenária de guerra naval, aperfeiçoada para a Era Espacial. Quando os confrontos ocorrem no mar há vezes que um vaso de guerra dispara através do arco de outro navio; o tiro é destinado a passar rente ao navio, exatamente na frente dele. Essa é a mensagem militar mais inconfundível da face da Terra : “Pare ou será destruído”.  

Em 16 de julho um DC-10 da United Airlines decolou de Boston com destino a Los Angeles. Entre os passageiros do grande jato estavam membros chaves do grupo bolchevista governante aqui na América. Por um tempo o vôo prosseguiu sem acidentes mas quando o avião voava para oeste a 39.000 pés uma cosmosfera russa estava estacionada para intercepta-lo. A cosmosfera planou várias milhas a um lado do caminho de vôo e a umas poucas centenas de pés sobre o avião. A arma carregada de raios de partícula da cosmosfera estava mirada horizontalmente para disparar através do arco do DC-10. Enquanto o jato se aproximava a tripulação da cosmosfera carregou a arma de raio para uma explosão de energia máxima de modo desfocado. Isso produz uma violenta explosão de ar como aquelas ouvidas naquele inverno ao longo da Costa Leste dos EUA e outros lugares. Precisamente no momento certo a cosmosfera disparou através do arco do DC-10 que se aproximava. A tremenda explosão aérea exatamente acima da altitude do DC-10 criou uma enorme onda de choque para o DC-10 que vinha abaixo. Os passageiros mais tarde disseram aos repórteres que eles ouviram um big-bang e então o avião inteiro foi espremido para baixo como se o fosse por uma mão gigante. Todo mundo que não usava um cinto de segurança foi arremessado para o teto; isso é muita ciosa em um DC-10. Muitas pessoas ficaram feridas; várias delas seriamente. Então o episódio acabou tão depressa quanto havia começado.

O jato voou para Los Angeles sem qualquer incidente posterior – mas para certos indivíduos no avião todo o incidente era um aviso muito claro: “Parem seus planos ou serão destruídos”.

O aviso seguinte aconteceu em 22 de julho. Ele visava diretamente os especialistas em armas entre os bolchevistas americanos. Naquele dia o primeiro teste de alcance completo do novo míssel do Exército Pershing-2 acontecia em Cabo Canaveral. O Pershing-2 é um míssil nuclear que a Administração Reagan queria colocar na Europa onde ele pudesse atacar a Rússia. A Europa seria utilizada como plataforma de lançamento. Uns poucos segundos depois que o Pershing-2 decolou de Cabo Canaveral ele foi banhado pela radiação nêutron de uma cosmosfera russa que estava acima. Lembre-se que a radiação nêutron desarranja completamente todos os tipos de equipamento eletrônico. Como resultado o sistema de guia do Pershing-2 FICOU MALUCO. O míssil que subia girou sob seu lado e então começou um giro como roda de kart pelos adoráveis céus da Flórida. O oficial de segurança do alcance apertou então o botão de auto destruição e o míssil explodiu. A mensagem russa aos bolchevistas nos EUA era de fato muito clara. Os planos de usar mísseis para ajudar a destruir a Rússia de fato não teriam sucesso. A tentativa de fazer isso apenas trouxe destruição sobre a própria América.

PARTE 11:

GUERRA NUCLEAR UM

O Eixo Reagan-Begin de bolchevistas e sionistas pretendeu manipular essas crises e outras que viessem para pavimentar o caminho para a guerra. Subitamente certas crises se combinariam para desencadear uma cadeia de eventos que levassem à guerra nuclear. Essa junta militar do Pentágono dos EUA e Israel estavam trabalhando em uma cronometragem rápida para tudo isso. Eles miravam um tempo final para meados do verão de 1982 para a final sequência da guerra começar: o cumprimento do plano estava previsto para setembro. Ele envolveria conflitos regionais no Oriente Médio e em outros lugares que gradualmente se agravariam para englobar os superpoderes. A coisa toda foi planejada para fazer com que parecesse inevitável a guerra nuclear. No final irrromperia a guerra nuclear entre os EUA e a Rússia. Isso seria feito de modo a parecer acidental mas na realidade a guerra nuclear começaria com um ataque nuclear americano à Rússia.

Naquele ponto os secretos planejadores da guerra nos EUA tinham estado esperando que ainda haveria muitos meses para a preparação final da guerra. Por exemplo, a guerra no Oriente Médio podia ser desencadeada pelo verão de 1982 mas levaria até o verão de 1983 para a resultante guerra nuclear começar. O plano realmente havia mudado e pelo inverno de 1982 aconteceram mudanças drásticas no planejamento secreto da guerra que já estava a caminho na América. 

A cronometragem para a guerra nuclear número um fio então acelerada em muitos meses para fazer do próprio inverno que chegava um aliado. Foi então que foi estabelecida a data para meados de setembro de 1982. Isso era a pouco mais do que seis meses depois do terceiro lançamento do veículo espacial e daí a necessidade desesperada de informação de observação de inteligência a respeito da União Soviética. Bem, então um maior golpe de inteligência foi alcançado pelos bolchevistas americanos; o que os permitiria a marcação mais acurada de alvos. Dois generais soviéticos de alto escalão saíram da Rússia e foram levados aos EUA. Esses dois homens eram bolchevistas que os novos governantes russos não bolchevistas falharam em detectar e conter. Em linguagem de inteligência eles permaneceram como “toupeiras” no aparelho militar russo. Agora eles haviam sido trazidos à América e trouxeram com eles uma riqueza de dados sobre a atual postura militar russa. Graças a esses dois ex generais soviéticos os planejadores secretos da guerra nos EUA tinham bastante informação. Se eles pudessem obter mais dados dos vôos 3 e 4 dos veículos espaciais seria muito melhor; mas esses dois vôos não tiveram sucesso e os planejadores da guerra não queriam esperar mais e ir com a inteligência do solo. Eles queriam fazer uso da inteligência obtida dos generais soviéticos enquanto essa estava fresca e n ao pudessem ser feita mudanças na União Soviética que suspeitaria da traição. Portanto a data final para atacar os russos foi reprogramada.  Se os EUA tivessem entendido e ouvido teríamos todos entendido que o quarto lançamento era uma linha demarcatória para a contagem regressiva para a guerra.

CONTAGEM REGRESSIVA PARA A GUERRA NUCLEAR UM

Em 1982 havia uma tremenda luta oculta pelo poder que estava dividindo o governo americano. De um lado estavam os bolchevistas americanos cujo principal operador no governo era o Secretário de Defesa Caspar Weinberger. Do outro lado estava o Cartel Rockefeller cujo chefe era o principal porta-voz do governo o Secretário de Estado Alexander Haig. Weinberger e Haig estavam constantemente em conflito tanto nos noticiários quanto particularmente. No meio dessa contenda estava o fantoche, o Presidente Reagan. Reagan foi eleito pelo Cartel Rockefeller mas ficou grandemente sob controle dos bolchevistas depois da tentativa de assassiná-lo em março de 1981. Em fevereiro de 1982 os militares americanos eram dominados pelos bolchevistas mas nem sempre havia sido assim.

Por 1982 um plano de golpe militar apoiado pelo Cartel Rockefeller estava novamente sendo posto em movimento e dessa vez era um programa de acidente. O Cartel Rockefeller não podia e permitir a deixar que seus inimigos bolchevistas americanos tivessem sucesso em estabelecer uma guerra nuclear; portanto um golpe militar deveria ocorrer antes que o ataque surpresa dos bolchevistas fosse realizado contra a Rússia. Se possível, o golpe seria realizado antes do quarto lançamento do veículo espacial planejado para o verão de 1982, porque a guerra estava programada para imediatamente seguir aquele vôo. O homem que estava n o comando das preparações do golpe militar era o general de quatro estrelas do Exército e Secretário de Estado General Alexander Haig. Se você e lembrar, a Guerra pelas Ilhas Falkland [Malvinas] ocorreu por esse tempo e os bolchevistas estragaram o golpe. Haig foi exonerado e o bolchevista George P. Shultz tomou seu lugar em 25 de junho.

A GUERRA DAS ILHAS FALKLANDS

Você precisa conhecer os fatos por trás da guerra das Falkland, o tiro no  *U.S.S. Liberty* pelos israelenses, o turbilhão na América Central, os desenvolvimentos na direção da guerra Iraque-Irã, da Líbia de Khadafy, do Afeganistão, Polônia etc . As coisas não são como você pensa, meu amigo! Tenho mencionado sósias ou dublês. Por exemplo, em 6 de março a BBS citou o artigo do London Times que questionava se Khomeini ainda estava vivo. O artigo expressa suspeitas que fotografias falsas estavam sendo usadas mostrando um dublê de Khomeini.

QUANTOS DEDOS VOCÊ VÊ?

Lembro, assim creio, o artigo estava no *Reader’s Digest,* um artigo que disse que quando Khomeini foi para o exílio em Paris ele havia perdido um dedo. Quando mais tarde ele voltou ao Irã ele tinha todos os dedos. Khomeini era bem um milagre, não é? Ou existia alguém mais?

O Eixo Reagan-Begin estava fazendo tudo o que podia para tentar iniciar uma guerra nuclear.

O Projeto Manhattan veio de uma decisão de fazer a bomba [um dia antes do ataque a Perl Harbour em dezembro de 1941] para fazer uma bomba funcional que foi explodida em Hiroshima em agosto de 1945. E isso aconteceu antes dos computadores.

Em 1982 foi iniciado um novo programa similar ao Projeto Manhattan. Ele foi chamado Programa “Stealth” e surpresa das surpresas ele teve sucesso no mesmo ano! Ele teve sucesso por causa do imenso poder da computação da Control Data Corporation Star 100 e dos computadores Cray (um ramo da Control Data).

O ramo mais secreto do Programa Stealth era desenvolver uma aeronave que seria invisível a muito mais do que simplesmente ao radar. Esse avião deveria ser invisível até ao olho. Esses aviões de guerra Phanton eram dotados de engrenagens especiais eletromagnéticas.

Veja, já existia a capacidade porque a Rússia já possuía o Know how para tornar invisíveis os interceptadores Cosmos e as Cosmosferas. Tudo o que Ra necessário era obter desertores e mais desertores por um preço qaue eles barganhassem. O equipamento incluía imãs super condutores que eram mantidos a uma temperatura próxima do zero absoluto. O equipamento criogênico cria um campo eletromagnético imensamente poderoso ao redor da aeronave. O campo é projetado segundo os princípios da Teoria do Campo Unificado de Einstein.

Einstein nunca acabou completamente sua Teoria de Campo mas ela foi testada por técnicas numéricas usando computadores Star 100 e Cray e outros e a integração se tornou um jogo simples. Por esse método, basta ser sabido, acoplado da informação roubada para aplicar a Teoria do Campo Unificado aos novos aviões de guerra Phanton.

Pense nas maravilhosas possibilidades. O Tempo é uma função da medição do movimento das coisas – átomos, matéria e coisas. Ao zero absoluto os átomos param de se movimentar. O Tempo para. Quando os átomos se aceleram em relação ao que o cerca, o Tempo se acelera. A Frequência é tudo.

Quando você entende as regras coisas maravilhosas se tornam possíveis. Para pistas sobre as possibilidades veja o Experimento Filadélfia e o Projeto Montauk. Leia “Uma Breve História do Tempo” de Stephen Hawking ou “Hiperespaço, uma Odisséia Científica pelo Universo Paralelo, Dobras de Tempo e Décima Dimensão” Michio Kaku.

Esse é o motivo pelo qual o governo deve manter secreto e uma questão de segurança nacional o avião Stealth. Eles tem revelado uma parte do segredo quando dizem que a forma das superfícies afeta a assinatura de radar para explicar os ataques ao Iraque. Eles continuam evitando que o Programa Stealth seja examinado pelo Congresso. Sob esse programa eles podem enviar 22 aviões para a batalha e os 22 voltam. Missão cumprida|! Você não vê todos os outros que também foram para a batalha e aqueles que foram perdidos não aparecem na estatística; afinal nós vimos 22 serem enviados e retornarem…

Quando se liga o campo da invisibilidade um avião Phantom estaria envolto em um tipo de bolha eletromagnética. A luz que ataca o campo vinda de qualquer direção se divide e passa ao redor do avião e se reúne novamente no outro lado, seguindo. O efeito é como uma pedra em um riacho: a água que flui na direção da pedra se divide, vai ao redor da pedra e então e reúne novamente do outro lado. Quando você “vê” algo, a luz bate no objeto e vem para os seus olhos. Seus olhos reconhecem o padrão. Se algo fica entre você e o objeto você não pode mais ver o objeto mas a obstrução. É assim que funcionam os aviões Phantom; embora perto eles possam ser detectados, se estiverem mais longe são totalmente invisíveis. Você então entende porque muitos avistamentos UFO são “borrados”?.

O radar se comporta do mesmo modo que a luz, apenas em um cumprimento de onda diferente, é assim que os aviões Phantom são invisíveis a luz e ao radar, a menos que desliguem seus campos. Isso explica alguns dos relatados booms sônicos onde não havia aviões visíveis. Contudo s russos podem ver através desses campos usando sofisticados detectores de raio infravermelho

Os aviões de guerra Phantom são totalmente imunes aos lasers porque o laser é apenas um raio de luz intensa. Um campo de invisibilidade também daria proteção contra o sistema russo de raio de partículas em sua habilidade de rastreamento  mas o plano falhou porque os russos já haviam desenvolvido a tecnologia de escudo anti invisibilidade. Geralmente as partículas carregadas são muito mais fáceis de defletir do que a luz e então o raio de partícula carregada não é páreo para o escudo defletor de luz. Ah, mas quando você obtém raios pulsados de nêutron você tem realmente muitos problemas.

E então ficam apenas as armas de raio nêutron. O raio nêutron russo penetraria o escudo de invisibilidade e então era necessário encontrar meios que tornassem ineficazes os raios nêutron, então capazes de deter o Phantom. Isso fio concebido como verdadeiro porque uma escudagem extremamente eficaz seria parte do projeto básico do avião de guerra Phantom porque o avião precisava ser localizado para ser abatido. O projeto básico exigia uma tal escudagem sofisticada para evitar qualquer disfunção dos instrumentos eletrônicos bem como da tripulação, se eles fossem tripulados.

Então o resultado do programa seria uma nave indetectável pelos meios convencionais e invulnerável a todas as armas de raio russas. Essas armas de raio tinham sido a chave da superioridade russa desde 1977 e então o Phantom era a esperança para o ataque à Rússia no planejado ataque nuclear.

O Phantom tinha uma maior desvantagem reconhecida. De algum modo, sua maior força também seria sua maior fraqueza. Quando o escudo de invisibilidade era ligado as ondas de luz que vinham não podiam atingir o avião; elas fluíam ao redor do avião. A invisibilidade aos olhos externos também impedia que a luz atingisse a cabine. Em outras palavras, o piloto não podia ver qualquer coisa além do campo de invisibilidade. Era um vôo cego. Havia apenas uma técnica conhecida no Ocidente pela qual um Phantom podia Sr navegado. Ela é chamada de Orientação Inercial, uma técnica utilizada pelos ICBMs. Na Orientação Inercial um sistema computadorizado se mantém rastreando todas as forças e manobras vivenciadas pelo veículo. O sistema calcula onde está sem referência ao mundo exterior. Para um avião Phantom o problema da Orientação Inercial é muito difícil. Esse sistema deve operar por muitas horas enquanto o avião voa para o seu alvo.  Isso dá muito tempo para acontecerem erros que tirariam o avião de seu curso mas foi acreditado que rsolvram suficientemente o problema para utilizar os Phantom no ataque.

A nova tecnologia da Orientação Inercial tinha sido desenvolvida usando lasers em lugar dos velhos giros mecânicos usados nos ICBMs. Então, para os propósitos, agora tínhamos uma super arma. Ela era revolucionária; protótipos estavam voando em um apressado programa de produção já na década de 1980. Os planejadores secretos da guerra esperavam ter uma frota operacional já no verão de 1982.

Por causa da Orientação Inercial dados de reconhecimento absolutamente acurados sobre os alvos russos eram totalmente críticos para o planejamento da guerra. Quando os Phantom decolassem para atacar a Rússia eles precisavam conhecer previamente onde estavam os alvos. Então, por um ano o veículo espacial tinha feito tentativas desesperadas para obter a necessária informação pelo espaço. 

Seriam os primeiros novos dados desde que a Rússia destruiu nossos satélites espiões em 1978. Os dois primeiros vôos de veículo espacial não foram bem sucedidos em sua secreta missão militar, mas em fevereiro de 1982 o veículo número 3 foi mais bem sucedido. Os planejadores da guerra agora obtiveram os dados mais cruciais dos alvos que eram necessários para um ataque aéreo com os Phantom contra a Rússia. Como resultado, um plano de guerra inteiramente novo estava sendo preparado para a futura guerra nuclear planejada. Os estrategistas de guerra da América estavam sedentos por guerra porque acreditavam que pudessem alcançar a vitória contra a Rússia – o conceito de vitória, contudo, não incluía o povo americano. Os estrategistas da guerra secreta estavam preparando para sacrificar a America e a maior parte de seu povo no altar da dominação mundial – somente o tempo e lugar havia mudado.

PARTE 12:

ESTRATÉGIA DE GUERRA

O avião de guerra Phantom, radicalmente novo, causou uma revisão igualmente radical da estratégia mestra de guerra dos EUA. Elementos de várias estratégias passadas estavam sendo acrescentados para criar um plano novo e maior. Foi com essa nova estratégia que os planejadores contavam para alcançar a vitória na guerra nuclear número um e eles planejaram usar o plano de guerra muito rapidamente – pelo outono de 1982, com ou sem uma apropriada observação que esparavam obter com o veículo número 3. O planejamento estratégico da guerra nuclear em Washington estava sendo realizado sob o codenome de Projeto Z. A letra Z foi escolhida por ser a última letra do alfabeto.  Eles acreditavam que esse seria o último plano que precisavam contra a Rússia. Esse plano era tão secreto que não estava sendo realizado no próprio Pentágono, era um grupo de elite de estrategistas de guerra que estavam reunidos em um cômodo especial de guerra no centro de Washington. Esse cômodo estava escondido em um prédio que não levantaria qualquer suspeita: ele estava praticamente dentro da sombra da Casa Branca.

A elite planejadora da guerra era um grupo muito pequeno. O trabalho deles era pensar em termos da grande imagem. Eles tinham sob seus dedos terminais de computadores pelo qual acessariam qualquer informação que precisassem de outros computadores do governo  [por exemplo o uso do programa de computador roubado da companhia INSLAW, o PROMIS]. Eles tinham acesso não apenas aos bancos de dados do Pentágono mas também arquivos de computador de todas as outras agências do governo. Por maio os planejadores do Projeto Z já haviam chegado aos amplos contornos de seu plano mestre de guerra. Dados incontáveis e refinamentos ainda estavam a frente mas a estratégia básica já havia sido decidida.

A estratégia do Projeto Z para a guerra nuclear um era um plano de três fases – isso é, os planejadores pretendiam para a guerra seguir em três fases distintas conhecidas como: Fase 1 – Iniciação; Fase 2 – Atrito e Fase 3 – Dominação.

O maior processo estava baseado nas sempre crescentes crises mundiais, similares àquelas que desencadearam a Primeira Guerra Mundial. Estávamos vendo esse processo de vento em popa ao nosso redor. Eles planejaram que essas crises se aprofundariam pelos seis meses adicionais e finalmente a centelha se acenderia. Os planejadores do Projeto Z estavam interessados nos atos militares que seguiriam a centelha.  

Fase número 1: No plano deles a Iniciação começaria com um ataque americano surpresa contra a Rússia. Esse ataque usaria os novos aviões Phantom. Eles seriam a chave para o seguimento do resto da guerra.

No verão de 1978 a América tinha começado uma mudança maior para a estratégia de um primeiro ataque nuclear contra a Rússia. Seria para abater as bases da Terra para a tríade espacial russa de armas estratégicas. Se isso fosse feito, o superior poder militar russo no espaço acabaria. Isso deixaria a Rússia e os EUA em termos mais iguais para o resto da guerra. O plano de usar subnaves e aeronaves não tripuladas chamadas de RPVs para o ataque inicial. Esse plano foi realmente tentado uns dois anos antes mas foi um completo fracasso porque esses aviões não eram páreo para as cosmosferas russas com suas armas de raio, mas os aviões Phantom já estavam quase prontos e o plano foi ressuscitado em uma forma aperfeiçoada.

Pretndia-se que os Phantom fossem baseados em ao menos três países á portas da Rússia. Essas áreas para base eram: o norte da Noruega, leste da Turquia e o mais crítico de todos, a província de Sinkiang no noroeste da China. Agora você já sabe porque Reagan e ouros tornaram-se tão simpáticos com a China! Já naquela época lasers de alto poder estavam sendo transferidos para aquelas áreas. Eles eram equipados com o sistema de mira CEIR. Esses lasers tinham a comprovada capacidade de derrubar as cosmosferas. Eles seriam utilizados para proteger os Phantom e evitar a destruição deles no solo pelas cosmosferas. Os Phantom seriam não tripulados. Eles eram equipados com pilotos Robôs que seriam programados para uma viagem de um caminho. O invisível piloto robô e a aeronave voariam pelo espaço aéreo russo invulneráveis a qualquer ataque de armas de raio. Mísseis anti-áreos disparados contra eles não seriam capazes de atingi-los e assim os planejadores do Projeto Z acreditavam que os aviões robô Phantom chegariam ao seu destino. Os alvos eram os quatro cosmódromos russos para foguetes além de várias instalações de cosmosferas na Sibéria Central. Os aviões robô invisíveis cairiam como Kamikases em seus alvos. Em pleno céu azul russo as bases espaciais repentinamente desapareceriam em bolas de fogo termonuclear.

Além das bases espaciais russas o assalto dos Phantom seria dirigido a uma outra categoria de alvos principais. Essas eram as bases russas do sistema aéreo anti-míssil. O sistema consistia em uma frota de Transportes Supersônicos TU-144 equipados com armas de raios de partícula. Era suposto que eles fornecessem a final linha de defesa russa contra as ogivas nos mísseis que chegassem. Os Phantom foram programados para destruir as bases dos TU-144.

A Fase 1 continuaria em um tempo muito estreito por maio de 1982. Se esse ataque dos aviões invisíveis tivesse sucesso, era garantido um furioso contra-ataque russo. Então era programado que o inteiro arsenal nuclear americano fosse lançado contra a Rússia. Isso seria feito para criar uma falsa indicação que a América estava sob ataque nuclear. O método que seria empregado era conhecido como Pulso Eletromagnético ou EMP. O EMP é um fenômeno associado às explosões nucleares nas bordas do espaço. As forças estratégicas eram programadas para considerar um episódio EMP como sendo uma prova positiva de um ataque russo. Sob essas circunstâncias elas RAM instruídas a contra-atacar a Rússia sem qualquer espera de ordem posterior. Na cronometragem do Projeto Z os Phantom eram explosões de aviões na Rússia que se seguiriam momentos mais tarde pelas detonações nucleares sobre a América do Norte. Essas seriam as ogivas dos mísseis americanos de alta velocidade chamados de ICBMs. Eles seriam lançados aos céus de vários locais nos EUA para criar um violento episódio EMP. As Forças Estratégicas/Nucleares obedecendo ordens lançariam o que acreditariam ser uma retaliação contra a Rússia.

Quando os ACMs americanos fossem lançados no céus sobre as nossas cabeças ainda um outro evento estaria a caminho. Tenha em mente o episódio de janeiro de 1982 em que era esperado que muitas das ameaçadoras cosmosferas acima teriam sido destruídas. Elas seriam incapazes de explodir todos os nossos mísseis na medida em que fossem lançados e muitos sobreviveriam para seguir seu caminho para a Rússia. Graças ao inicial ataque dos Phantom o sistema ABM russo estaria sem ação. A União Soviética, então despida de todas as suas defesas contra um ataque de mísseis logo estaria em um mar de tempestades nucleares de fogo. No plano de guerra do Projeto Z  a chegada dos ICBMs americanos sobre os alvos russos marcaria o final da Fase 1, a fase de Iniciação.

FASE 2: A FASE DE ATRITO

Durante a fase 2 os planejadores de guerra anteviam um dano extremo para ambos os lados com a guerra prosseguindo. Primeiramente haveria uma chuva de ogivas nucleares russas nos EUA. Também haveria ataques de mísseis em certos outros alvos ao redor do mundo onde estão localizadas as forças militares americanas mas a destruição real  seria diretamente nos próprios EUA. Os planejadores do Projeto Z não esperavam que a América, como a conhecemos, sobrevivesse a uma troca nuclear. Diferentemente da Rússia, os EUA não têm uma Defesa Civil digna desse nome, sem falar nos abrigos resistentes á explosões, e por causa da necessidade de uma total surpresa no ataque contra as bases espaciais russas as seguintes trocas nucleares seriam sem aviso. Pessoas em férias estariam nas praias, homens de negócio estariam fazendo acordos, donas de casa nos supermercados, crianças brincando etc.

Em minha newsletter de junho adverti que era política dos EUA não avisar a população. Repentinamente sirenes de raids aéreos começariam a disparar como o fizeram naquele dia de verão em Hiroshima anos atrás, mas seria tarde demais. A América morreriam em milhares de Hiroshima. Os planejadores de guerra apenas atualizaram os planos para se adequarem aos acontecimentos atuais.

Enquanto vocês e seus filhos desaparecessem  da face da Terra eles pretendiam e ainda pretendem se livrar de qualquer ataque que causaram escondidos dentro dos abrigos do governo construídos com o dinheiro do contribuinte em Camp David, Mount Weather, Pine Gap, China Lake e DÚZIAS de outros locais. Vocês tem um passe de entrada? Creio que não.

4 DE CADA 5 AMERICANOS MORREM

Gradualmente, durante um período de muitos meses eles esperavam que o conflito arrefecesse. Ambos os lados estariam exaustos e arruinados e não teriam mais capacidade de fazer a guerra. Na Rússia mais de 50 milhões de mortos e milhões mais de feridos. Mas nos EUA a ferida seria mortal. Se tivéssemos sorte, 40 a 50 milhões de americanos sobreviveriam no fim da guerra. Todos os restantes teriam sido mortos nos ataques nucleares ou morrido de ferimentos ou doenças. A guerra nuclear um deixaria o atendimento médico virtualmente inexistente no que sobraria da América.

Só quando os dois lados estivessem arruinados e exaustos dar-se-ia o fim da Fase 2.

FASE 3: FINAL

Finalmente o plano de guerra do Projeto Z iria para sua fase 3 ou final. Nessa fase com certeza, dar-se-ia a dominação mundial pelos satânicos bolchevistas/sionistas [parasitas] que já controlavam e controlam os militares americanos. Na fase final como fora planejado para 1982, os bolchevistas/sionistas estariam tomando vantagem das preparações secretas que começaram a muito tempo antes. Um braço do plano anterior  tinha sido a estratégia que exigia que os EUA dessem a impressão que estava crescendo cada vez mais fraco, se desarmando unilateralmente, fechando bases militares e assim por diante. Tudo isso era para consumo público. O lado secreto da estratégia envolvia uma real construção de armamentos, em segredo. Isso necessitava de um governo secreto, que foi estabelecido com Jimmy Carter, Oliver North, George Bush, et al., sob a cortina de fumaça da FEMA – Agência Federal de Gerenciamento de Emergência.

Quando os bolchevistas/sionistas americanos tomaram o poder dos Rockefeller eles continuaram a armazenar reservas secretas de armamentos pelo mundo a fora e especialmente em Israel. Isso foi bem planejado porque assim que a guerra começasse todos esses armamentos seriam apresentados. Mesmo se populações inteiras nos EUA e na Rússia fossem destruídas ainda restaria viva 95% da população mundial e sob o total domínio dessa elite. Os bolchevistas e os sionistas desprezam e odeiam os russos e os americanos e o domínio mundial poderia vir para os banqueiros e o cartel global por meio do dano maciço e/ou destruição de ambos maiores poderes. Mas onde fica no meio disso tudo a nossa aliada Grã Bretanha? Pode ser que eles tenham um plano para sobreviver livremente da dominação do mundo?  

Em 30 de março de 1982, um dia antes do programado vimos um veículo pousar em White Sands, Novo México. White Sands é na verdade o centro nervoso do programa dos veículos espaciais a despeito de que a mídia diga outra coisa. O terceiro vôo do veículo representou de fato outro primeiro que não foi visível pela televisão. Pela primeira vez um veículo espacial tinha tido sucesso em sua secreta missão militar. Assim o fazendo, outra barreira foi removida do caminho da guerra nuclear. A terceira missão do veículo aconteceu quase um ano depois do primeiro vôo em abril de 1981. Uma comparação entre o primeiro e o terceiro vôo é um estudo de ironias. No fiasco de abril a publicidade sobre o primeiro vôo estava destinada a dar a impressão que ele foi muito não naturalmente perfeito. Enquanto isso, a secreta missão militar – que você não vê – foi um desastre. Com o terceiro vôo isso foi diferente. Do início ao fim a publicidade emanada da NASA deu a impressão que o veículo estava pragueado de problemas. A NASA queria ser capaz de explicar se novamente acontecesse um desastre porém a missão militar no espaço, oculta de nossos olhos, foi um sucesso e a perda de mais um veículo não foi tão prejudicial ao programa como um todo. 

PROBLEMAS

O veículo espacial número 3 era suposto orbitar um satélite espião especialmente novo. Ele foi endurecido contra o ataque das armas espaciais russas e armado com um robô controlado por laser que podia atirar retribuindo. Além disso, o próprio veículo era armado com laser em sua terceira tentativa.

A imagem pública de um veículo cheio de problemas realmente aconteceu vários dias antes do lançamento graças ao tempo. O encharcamento provocado por tempestades fez da base aérea de Edwards na Califórnia, usada nos dois lançamentos anteriores, um pântano úmido. A estreita programação militar do programa dos veículos exigia que o veículo decolasse segundo a programação. Então, para consumo público um trem de 23 vagões carregados de equipamento foi enviado da Califórnia para o Novo México. Ostensivamente a NASA estava criando um lugar de pouso sensacional em White Sands. Isso foi feito para que o público não suspeitasse do papel central de White Sands no programas e também para afastar a necessidade de substituição de veículos no próprio pouso porque isso era desconhecido publicamente.

O veículo espacial número 3 decolou de Cabo Canaveral somente uma hora antes da programação na manhã de segunda feira 22 de março. Começando no momento do lançamento a NASA começou a estabelecer a base para uma história-cobertura caso a missão viesse a falhar. Primeiro você ouviu a voz pré gravada do comandante Jack Lousma falando que inexplicáveis flocos brancos estavam voando atrás do parabrisas. Mais tarde, depois que o veículo não estava mais a vista, nos disseram que um dos conjuntos de energia chamado de APU não estava funcionando. Essas pistas iniciais de um possível problema já haviam sido gravadas para transmissão durante o lançamento – por uma razão. Havia o medo que o veículo pudesse ser destruído pelas armas espaciais russas antes de alcançar a altitude de órbita. Se isso tivesse acontecido os geranciadores queriam ser capazes de iniciar um acobertamento que não revelasse a situação militar; mas o veículo alcançou a altitude apropriada. 

Quando o veículo número 3 decolou, ele se dirigiu para o Norte. Câmeras de longa distância o acompanharam até que os dois foguetes propulsores de combustível sólidos se soltassem e caíssem. Então o veículo desapareceu da vista e começou sua longa curva para o norte. Ele estava se dirigindo em uma órbita quase polar para que pudesse passar sobre a Rússia. Era o mesmo plano de vôo anterior mas havia sido acrescentada uma nova característica. Menos de 30 segundos depois do veículo desaparecer das câmeras de TV, as portas da baia de carga foram completamente explodidas. Isso abriu um campo de fogo para o laser defensivo na frente da baia da carga. Então o veículo e seu gigante tanque externo começou a girar vagarosamente em uma versão da era espacial de um rolamento de barril.

Na Segunda Guerra Mundial os pilotos dos caças fizeram uso da manobra de rolar barril para evitar as balas dos aviões inimigos. Similarmente o veículo utilizou essa manobra para se proteger contra um provável ataque das cosmosferas russas. Ao girar como um abridor de vinho o veículo fazia impossível para uma cosmosfera se aproximar com segurança de qualquer direção. Essa é contudo uma manobra muito arriscada, até mesmo para um veículo. O veículo e o tanque não foram projetados para “acrobacias” mas os cálculos mostraram que eles sobreviveriam a um giro vagaroso e de algum modo foi o que o veículo fez. Uma das maiores perguntas era o que esse giro faria aos astronautas Lousma e Fullerton. Era necessário que eles agüentassem esses giros estonteantes por mais ou menos seis minutos. Ao mesmo tempo, o veículo ainda estaria acelerando com mais de três vezes a força da gravidade; e por causa do peculiar projeto do veículo e do tanque de combustível os giros eram de fato adoecedores.

Os doutores militares espaciais sabiam que na melhor das hipóteses Lousma e Fullerton estariam muito doentes por algum tempo depois de alcançar esta órbita baixa. Essa corrida giratória acabaria abruptamente na falta de peso. Essa é uma combinação garantida para desarranjar o equilíbrio de até mesmo o mais experiente astronauta. Nada remotamente parecido havia sido tentado até então. Os doutores com muita razão estavam preocupados até mesmo que eles sobrevivessem a missão e voltassem á Terra e poderia haver um dano permanente no equilíbrio deles.

Quando a órbita foi alcançada, de fato eles ficaram muito doentes. Esse é motivo de vocês terem ouvido aqueles relatos sobre náuseas que atingiram os dois astronautas. A NASA queria pavimentar o caminho para uma explicação pública plausível se eles não parecessem bem quando retornassem à Terra. Ao mesmo tempo os planejadores do veículo sabiam muito bem o porquê deles estarem doentes. Esse é o motivo pelo qual os porta-vozes da NASA agiram tão despreocupadamente quando discutiam a doença espacial com os repórteres. Quando eles deram a isso o nome de “doença do movimento” eles estavam fazendo uma subestimação grosseira. Era para Lousma e Fullerton começarem imediatamente a trabalhar ao alcançarem a órbita apropriada – doentes ou não. O compartimento da tripulação que havia sido extensamente modificado era para ser despressurizado automaticamente e os dois homens dependeriam unicamente de suas roupas espaciais. Esse plano tinha sido ligeiramente modificado quando o giro em barril foi acrescentado ao plano de vôo.

DIFICULDADES PARA A TRIPULAÇÃO

Quando o veículo alcançou a órbita os astronauta estavam em roupas espaciais mas a cabine ainda estava pressurizada. Foi dado a eles vários minutos para ir do deque de vôo para a cápsula de escape de tipo Gemini que estava guardada abaixo. Uma vez dentro da cápsula eles então despressurizariam a cabine. Então o Sistema Laser do Nariz seria automaticamente empregado para proteger o veículo dos ataques das armas espaciais russas. Isso proporcionaria que os astronautas se recuperassem da doença espacial que tiveram dentro da cabine. Pelos seguintes dois dias ficar bem era a principal tarefa deles. Esse era um período de vulnerabilidade total, dependendo do inexperiente Sistema Automático de Laser para uma proteção. Os planejadores do veículo queriam ter uma desculpa pronta mais tarde se o veículo fosse atacado e destruído. Então, dia após dia depois do lançamento a TV nos mostrava imagens de ladrilhos perdidos no nariz do veículo. Segundo estas imagens uma dúzia de ladrilhos foi perdida na área negra. 

Se isso realmente tivesse acontecido teria sido causa de um alarme extremo. Mais tarde o porta-voz da NASA  atenuou isso dizendo que os ladrilhos não eram críticos. Mas não existe uma coisa tal qual ladrilho negro não crítico. Esses ladrilhos negros supostamentemente perdidos são feitos para suportar temperaturas acima dos 1500 graus Fahrenheit. Sob o ladrilho existe apenas um pedaço de feltro chamado “almofada de isolamento de tensão” que não resistiria cinco minutos a essas temperaturas; sob o feltro está o metal do veículo. Esse metal é de alumínio que perde sua força acima dos 350 graus. Se exposto a um calor de 1500 graus por uns poucos ladrilhos faltantes, o veículo não pode evitar um dano muito severo ou uma destruição por ruptura.

A FARSA PRÉ-GRAVADA

Os filmes espaciais da NASA que vimos na TV foram uma farsa pré-gravada para fornecer uma desculpa se algo de errado acontecesse. Mas nada errado aconteceu; os astronautas se recuperaram, foram trabalhar e colocaram operacional o novo satélite militar. Enquanto isso o porta-voz da NASA pôs de lado o alegado problema dos ladrilhos como um incidente de menor importância. O incidente havia servido ao seu propósito e não era mais necessário. Por todo o resto da semana ouvimos sobre um problema após outro. Supostamente as portas da baia de carga não podiam se fechar – creio que não porque tinham sido completamente lançadas longe. O banheiro não funcionaria e três dos quatro canais de comunicação estavam mudos, uma das três telas de apresentação de dados cruciais na cabine falhou etc. Nenhuma dessas histórias era verdadeira; todas elas pretendiam fornecer material e uma história cobertura para possíveis problemas com a secreta missão militar. Mas no final nenhuma delas foi necessária e o porta-voz da NASA colocou-as de lado como sem importância.  A missão militar secreta foi um sucesso e então eles anunciaram na TV o sucesso da missão civil.

PARTE 13:

Na sexta-feira a noite de 26 de março de 1982 Lousma e Fullerton acabaram de colocar em operação o novo satélite super-espião. Demorou mais do que havia sido planejado mas foi feito. O veículo foi então deixado em órbita. Os astronautas reentraram sua cápsula de escape tipo Gemini ligaram seus retrofoguetes e caíram da órbita para um pouso no Oceano índico. Dali eles foram levados sem parada para White Sands, Novo México. Os diretores do veículo tiraram vantagem de uma tempestade de areia para atrasar o pouso público em um dia extra enquanto os astronautas se recuperavam. Então no dia seguinte eles subiram a bordo de um dos dois veículos secretos remanescentes em White Sands. O veículo decolou da ponta norte da imensa White Sands usando dois pequenos foguetes sólidos. Momentos depois das onze horas da manhã o veículo apareceu na TV. Eles  deram um rasante do norte, caíram sobre as montanhas e desceram em uma nuvem de poeira branca. Finalmente, depois de uma espera respeitável, apareceram osa astronautas já revigorados.

No Dia do Memorial em 30 de maio de 1982 Richard Halloran vazou a existência do Projeto Z em um artigo no jornal *New York Times.* O artigo dizia: “O Pentágono desenha sua primeira estratégia para lutar uma longa guerra nuclear. Os fazedores de política do Departamento de Defesa em um novo plano de cinco anos de defesa tem aceitado a premissa que um conflito nuclear com a União Soviética poderia ser prolongado e tem desenhado sua primeira estratégia para lutar em uma tal guerra”

Contudo isso não é o mesmo que dizer que os planos eram para lançar uma guerra em três meses. O artigo continuava mencionando que o plano constava de um documento de 125 páginas que não foi publicado. Ele foi esboçado para aprovação por um homem que servia diretamente ao Diabo – o Secretário de Defesa Caspar Weinberger. 

Caspar Weinberger é um camarada muito interessante mas sua história é tão surpreendente que a pouparei para uma outra oportunidade. O Pentágono dos EUA era controlado pelos bolchevistas que anteriormente controlavam a Rússia. Weinberger era o mais alto agente visível dos bolchevista no governo americano daquele tempo.

AMARGOS RIVAIS: PORQUE OS ROCKEFELLER TINHAM QUE SER AFASTADOS

O plano de guerra nuclear dos bolchevistas estava se movimentando rapidamente mas o governo americano era uma casa dividida. Os bolchevistas se opunham ao seu maior rival, o Cartel Rockefeller. Seu principal agente operativo no governo federal naquele tempo era o Secretário de Estado Alexander Haig. A rivalidade frequentemente visível entre Haig e Weinberger era apenas uma pálida sombra da mortal guerra de poder por trás das cenas. Diferentemente dos bolchevistas, as facções de Rockefeller não queriam a guerra. Em uma palavra, eles não podiam “suportar” isso. Eles perderiam tudo e então a facção Rockefeller trabalhava fervorosamente para impedir o plano bolchevista de uma guerra nuclear. Os novos governantes russos anti-bolchevistas também eram contrários a uma guerra nuclear. As atitudes aqnti-bolchevistas e contra a guerra nuclear do cartel Rockefeller e do Kremlin levaram a uma limitada coalizão entre eles. O resultado mais espetacular dessa coalizão fio a Guerra das Falklands entre a Argentina e a Grã Betanha. As Falklands eram o rescaldo visível para encobrir o estado de guerra que acontecia em abril de 1982. O cartel Rockefeller e os russos uniram forças para destruir certas instalações militares e reservas de armas. Esses eram o ingrediente chave para a fase final do plano de guerra do Projeto Z.

A inteira operação começou na Ilha Georgia do Sul em 3 de abril. Com a ajuda da Argentina um comando conjunto Rockefeller-russo foi capaz de abater a gigantesca base naval escondida lá. A base, construída durante a década de 1960 era originalmente controlada pelo governo dos EUA pelo cartel Rockefeller mas os bolchevistas ganharam o controle das bases nos anos de 1970 quando também tomaram o controle do Pentágono. A base maior era dentro de uma gigantesca caverna artificial dentro de uma montanha próximo a água.. Com as entradas camufladas para os navios fechadas, a base era a prova de bombas mas o comando conjunto russo-Rockefeller teve sucesso em atacar a base abrindo uma abertura pela montanha. Então uma compacta bomba russa de nêutron foi inserida pela abertura e detonada dentro da cavernosa base naval.  O processo demorou várias semanas. O governo Thatcher, como o governo americano, era controlado pelos bolchevistas  e enviou então a Marinha Real. Primeiramente foi suposto que a Marinha Real pudesse desalojar a força militar conjunta russos-Rockefeller pesadamente armada antes que eles pudessem  destruir a base mas o movimento foi publicamente anunciado como lutar pelas Falklands. A Marinha Real chegou vários dias atrasada para salvar a base. Por aquele tempo o apavorado governo Thatcher já tinha espalhado o pânico entre dois terços da Marinha Real no Atlântico Sul. No topo disso, ao menos um navio britânico já havia sido afundado pela Rússia em conexão com a operação secreta na Georgia do Sul. Eles haviam deixado o governo de      Thatcher sem outra opção além daquela de se engajar na luta contra a Argentina. Não havia outro modo de explicar o enorme emprego militar britânico no Atlântico Sul e muito menos as pesadas perdas que haviam ocorrido. Em 30 de abril o bloqueio britânico das Falklands estava começando. Mais tarde naquele dia o Presidente Reagan anunciou que os EUA estavam ativamente e colocando do lado da Grã Betanha. O anúncio foi uma vitória da facção de guerra do Pentágono. A guerra pelas Falklands rapidamente se aqueceu. 

Em 1 de maio os britânicos lançaram bombardeios contra o aeroporto em Port Stanley e em 2 de maio um submarino britânico lançou um torpedo contra o cruzador argentino *General Belgrano.* Ele afundou em 24 horas deixando mais de 300 marinheiros argentinos mortos. Era esperado que o afundamento do Belgrano desmoralizasse os argentinos mas isso os enraiveceu. O Belgrano foi afundado quando não ameaçava as forças britânicas. 

Havia sido feito certas promessas á Argentina em troca de tornar possível a secreta operação na Georgia do Sul. Uma dessas promessas era a encoberta ajuda militar pela Rússia contra a Bretanha. Especificamente foi pedido o compromisso que os russos interviriam em paralelo com as operações navais e aéreas argentinas. Desse modo os líderes militares argentinos poderiam tomar o inteiro crédito por todos os ataques aos britânicos. Ao mesmo tempo, o procedimento foi destinado a manter obscuro o papel da Rússia na luta. Simplesmente não tenho tempo para abordar a real verdade sobre as Falklands. A guerra, é suficiente dizer, tudo o que você ouviu sobre ela está a mundos de distância da verdade.

Em 24 de agosto de 1982 uma outra cosmosfera foi explodida no céu sobre as vizinhanças da cidade de New York para que eles garantissem que o evento de New Jersey poderia ser duplicado. Isso criou8 uma enorme bola de fogo de alta velocidade descrita pelo *New York Times* como um possível asteróide se queimando. Quando os Phantom fossem lançados dentro da Rússia no Dia Z eles se dirigiriam apenas a seis alvos primários e uma dúzia de alvos secundários. Os seis alvos primários eram as bases espaciais russas, quatro cosmódromos em Baikonur, Tyuratam, Plesetsk e Kaspusin Yar, e duas instalações de cosmosferas no  Semipalatinsk e em Novosibirsk. Quanto a dúzia de alvos secundários esses eram o complexo das bases voadoras de ABMs.

O sistema consistia em armas de raios de partícula levadas a bordo dos Transportes Supersonicos TU-144. Esses transportes foram misteriosamente removidos do serviço em junho de 1978 para conversão a uma defesa anti-míssil mas por setembro de 1982 o sistema já estava completamente operacional. A pretensão era a de abater todos eles se possível para tornar o seguinte ataque americano mais devastador.

Algumas outras coisas apareceram também. Foi determinado que se o ataque contra aquelas bases falhasse o plano de guerra estava condenado.  Havia apena uma localização geográfica satisfatória de onde lançar um ataque contra as áreas das cosmosferas russas e essa localização era a chinesa província de Sinkiang. Por esse motivo os bolchevistas não podiam medir esforços para TR esse acesso – a Administração Carter inesperadamente despejou Taiwan em 15 de dezembro de 1978 e subitamente anunciou relações diplomáticas com Pequim. 

FIM DO MUNDO PLANEJADO

Foi programado o “Fim do Mundo” para as três da tarde da sexta-feira 17 de setembro de 1982. Essa foi a segunda data estabelecida para o lançamento da guerra nuclear um. A primeira, de janeiro de 1980, tinha sido adiada. Essa data, a propósito, era a da “Festa das Trombetas”.

Exatamente a quinze horas e um minuto todos na Rússia estariam no escuro. Quando o sinal do satélite no Oceano Índico confirmasse o ataque, demoraria mais ou menos um minuto para que se seguisse o episódio EMP descrito acima. Se você estivesse assistindo TV ou ouvindo rádio repentinamente uma estática horrenda e possivelmente um dano permanente atingiria os aparelhos. Haveria um blecaute energético total e os telefones estariam mudos. Mísseis russos de curto alcance submersos foram plantados em nossos litorais e nos Grandes Lagos em 1976 e 1977 [ainda estão lá]. Nós teríamos tido de 24 a 10 minutos para viver, dependendo de quão longe estivéssemos dos locais de lançamento.

Além disso, a Rússia tinha bases na Lua e as cosmosferas acima, ambas armadas com suas armas de raios de partículas carregadas.

Então o que aconteceu? O satélite super-espião lançado em março de 1982 pelo terceiro veículo espacial havia detectado algo muito intrigante na Rússia. O enigma consistia em grandes números de pequenas instalações protegidas por domes dispostas em anéis ao redor dos estratégicos alvos russos. Havia um anel desses domos ao redor de casa base de cosmosferas em particular. Obviamente esses domos eram algum tipo de arma defensiva.

Houve discussões acaloradas sobre o que esses domos pudessem ser. Realmente, eles eram canhões ferroviários. Não vou perder mais tempo com eles e se você quiser saber mais, faça sua própria pesquisa. Por agora é suficiente dizer que os canhões ferroviários não podem ser desviados por defesas eletrônicas.

Em virtude dos argumentos quanto a incerteza do sucesso, o ataque foi suspenso cinco horas antes do lançamento. Ele foi reprogramado para a Festa das Trombetas, Rosh Hashanah, quinta-feira 20 de setembro de 1990. Essa data também foi desmarcada e foi marcada uma nova para o lançamento da guerra nuclear um. Imagine qual seria essa nova data? Releia o primeiro parágrafo desse artigo: “Quando começo a escrever este relato os noticiários estão falando sobre um estranho acidente com um avião da USAIR na Pensilvânia. No dia seguinte um avião caiu em Moscou.A CNN falou sobre uma bola de fogo que foi relatada desde Bakersfield, Caklifórnia até Medford, no Oregon. Eles disseram que isso aconteceu entre 6 e 6:15 horas da manhã de sábado 10 de setembro de 1994. Eles mostraram uma casa em San Rafael com um buraco no telhado provocado por um pedaço de algo que caiu do céu. Um foguete Ariane foi lançado da Guiana Francesa e foi perdido um dia antes. Vários terremotos tem ocorrido na Califórnia, inclusive um que a CNN mostrou em um mapa, a sudoeste do Lago Tahoe. 15 minutos depois, a CNN começou a falar sobre o veículo espacial disparando lasers para a Terra e mostrou uma vista da Terra no canto superior direito da Tela.

Se você reunir tudo poderá ver que o veículo espacial Columbia está disparando raios para a Terra com “propósitos ambientais”, precisamente onde os terremotos estão ocorrendo.  O Presidente foi a Camp David e quando retornou [?] um avião caiu na Casa Branca. Mais tarde ele deu uma entrevista em uma da salas da Casa Branca e exatamente quando ele saiu um incêndio começou na sala. Tinha acabado de passar Rosh Ashanah e estava chegando o Yom Kippur. O Presidente ordenou que 8.000 da Marinha, 1.80º Mariners e 4.000 do Exército com 15 ou 20 navios de guerra se preparem para invadir o Haiti”. 

Agora enquanto termino esse artigo, enquanto estou digitando a TV está dizendo que Carter e Colin Powell tem arranjado para que a invasão do Haiti fosse suspensa.

O carregamento lançado da Guiana era um satélite espelho de repetição para a arma transportada pelo Columbia. Ele era para ser disparado dentro das linhas de terremoto no sul da Califórnia para desencadear as bombas que haviam sido colocadas lá, criando terremotos. A destruição resultante permitiria que o governo fizese com que a FEMA entrasse em ação e declarasse a lei marcial.

Presentemente há milhares de soldados russos através da fronteira com o México e Baixa Califórnia. A manchete de agosto de 1994 da newsletter *Criminal Politics* diz, “O Sionismo Internacional está planejando a guerra no México, 300 toneladas de hardware soviético pousaram em Veracruz”. Artigo recentes do jornal *SPOTLIGHT* e vários outros jornais, inclusive o *San Francisco Chronicle,* tem relatado sobre milhares de soldados russos e equipamento militar presentemente vistos dentro dos EUA. Clinton chamou dois aviões cargueiros para dentro do Caribe e convocou reservistas [geralmente você chama os reservistas quando está perdendo a batalha]. O satélite de repetição para o veículo foi abatido no céu por um “disco voador”. O vôo da USAIR que foi abatido provavelmente por uma arma russa de raio [ o piloto disse “tráfego“ e o gravador da cabine registrou o que foi descrito como um som "WHOOMP, WHOOMP") estava transportando PAUL OLSON, que havia acabado de testemunhar sobre um iniciante julgamento de drogas.

A CNN está falando sobre o veículo em órbita disparando raios laser para a Terra. O Presidente estava dormindo quando um avião caiu na Casa Branca e quando saia de uma sala onde havia se pronunciado o fogo começou. 

6 de setembro tinha sido Rosh Hashanah e 15 de setembro era YOM KIPPUR. Hoje quando termino esse artigo é 18 de setembro. Hoje tenho que trabalhar em um evento de comércio. Tenho um homem (cujo patrão é o Secretário de Estado Warren Christopher) em uma fita cassete dizendo que ele plantou uma bomba nuclear sob a Universidade do Texas, em Austin.

Amigos, há muito mais que eu poderia dizer, mas estou cansado. É tempo de vocês começarem a fazer seus trabalhos de casa. Isso é, se vocês se importarem. Vocês se importam?

Que vocês possam viver um outro dia!

PARTE 14:

O RESTO DA HISTÓRIA

Deus não disse "a Justiça os libertará”. Ele também não disse “A Obediência os libertará”. A obediência ao pregador, ao Papa, ao Pastor ou ao Guru não fará isso. Ele disse que ”A Verdade os libertará” [João 8:32]

Temos perdido uma grande parcela de nossas liberdades [ e o mais assustador é o número de pessoas que não tem a consciência disso![e rapidamente estamos perdendo o resto. Isso significa que não muita verdade está sendo conhecida e sendo falada!. É tempo que busquemos a verdade real. Muitos tem me pedido o resto da história sobre o que aconteceu com o programa americano do veículo espacial. Tentarei acrescentar mais informação toda vez que tiver uma chance.  Agora vamos continuar a história.

Em meu escrito anterior falei que o “fim do mundo” havia sido programado para as quinze horas de Rosh Ashanah [Festa das Trombetas] de sexta-feira 17 de setembro de 1982. Exatamente as 15:01 toda Rússia estaria no escuro e quando chegasse o sinal do satélite no Oceano Índico confirmando o ataque dos Phantom, dentro de um minuto aconteceria o episódio EMP. Isso seria um sinal para que todas as forças militares americanas lançassem um ataque nuclear retaliatório em escala completa contra a Rússia. Obviamente isso não aconteceu e não vou entrar em detalhe sobre o que realmente aconteceu.

Um artigo publicado por *NEWSDAY* em 10 de junho de 1982 disse: “o Presidente Reagan deixou perplexos os aliados no encontro da OTAN ao dizer a eles que até onde lhe dizia respeito a União Soviética está em guerra com os EUA, representantes europeus disseram na semana passada. A declaração que veio enquanto o Presidente estava resumindo suas opiniões durante o encontro de dois dias em Bonn, surpreendeu tanto os outros líderes chefes de Estados que eles ficaram calados e o Secretário Geral da OTAN General Joseph Luns imediamente adiou a sessão, segundo os representantes que estiveram presentes ao encontro a um mês atrás”.

Por vários anos antes a guerra tinha se enfurecido entre os EUA  e a União Soviética. Apenas não havia admissão pública sobre esse fato que a guerra já acontecia entre os super poderes.

Em 13 de julho o Pravda publicou uma fala do Ministro soviético de Defesa, Marechal Ustinov que disse que os EUA estavam orquestrando uma guerra de comércio, crédito e tecnológica contra a União Soviética. Ele também deu um duro aviso a Washington que “um primeiro ataque preventivo com o uso de armas nucleares não assegurariam uma vitória americana”.  Isso indicava que os novos governantes russos sabiam do plano da administração Reagan de lançar uma guerra nuclear tão logo mas eles [os russos] estavam preparados para derrotar esse primeiro ataque, caso fosse lançado. Os satânicos bolchevistas/sionistas [Reagan- Begin] não quiseram escutar.

Eles se atiraram com tudo nesses planos para uma guerra nuclear total. Eles tinham um plano de cinco partes.

Parte 1: era para agitar o máximo possível o turbilhão interno na Rússia e seus satélites. Isso incluía a sabotagem de um jato da Aeroflot que se acidentou em Moscou em 6 de julho.

Parte 2 exigia que o povo americano fosse condicionado para a guerra [ atualmente alguma coisa similar está acontecendo?]

Parte 3 do plano envolvia o programa do veículo espacial. O Columbia número 1 foi lançado em 12 de abril de 1981 quando se comemorava o vigésimo aniversário do primeiro vôo espacial orbital do russo Yuri Gagarin (e aproximadamente duas semanas depois da tentativa de assassinato de Reagan). Esse veículo foi abatido por duas cosmosferas russas. Os astronautas John Young e Robert Crippen foram queimados quando o veículo caiu a 85 milhas ao sul de Kazan na Rússia central. Um pouso falso foi encenado na base de Edwards usando o veículo de treinamento Enterprise e atores.

O veículo Columbia número 2 foi lançado em 12 de novembro de 1981 e ele supostamente transportava os astronautas Joseph Engle e Richard Truly. De fato, não havia pilotos humanos a bordo. Esse veículo foi abatido pelos aviões a jato russos TU-144 usando armas de raio sobre o Mar Branco [perto da Finlândia em seu mapa].

O veículo espacial Columbia número 3 foi lançado em 22 de março de 1982. Supunha-se que colocasse em órbita um satélite espião inteiramente novo. Ele era endurecido contra o ataque das armas espaciais russas e armado com laser controlado por robô que podia atirar aos ataques. Além disso, o próprio veículo era armado com lasers nessa terceira tentativa. Ele pousou um dia antes do programado em 30 de março de 1982 em White Sands. Isso é, algo pousou. Os astronautas Lousma e Fullerton tiveram sucesso em colocar operacional o novo satélite espião armado com lasers e então abandonaram o veículo e entraram em uma cápsula de escapada e retornaram a terra caindo no Oceano Índico. Daí foram levados a White Sands onde mais tarde falsificaram um outro pouso do veículo.

O veículo espacial Columbia de número 4 foi lançado em 24 de junho de 1982 com os astronautas Thomas Mattingly e Henry Hartsfield. Seu propósito era colocar em operação um satélite que seria usado para confirmar o ataque dos Phantom que permitiria levar adiante o lançamento dos mísseis nucleares sobre os alvos russos. O Sensor de Confirmação de Ataque foi colocado em uma órbita goestacionária sobre o Oceano Índico por um foguete auxiliar. Ele era um satélite criogênico – isso é, era mantido em temperaturas super frias próximas ao zero absoluto-. Esse estado frio pretendia proteger o satélite da detecção das armas espaciais russas que parcialmente se baseavam em sensores infravermelhos de “calor”.

Por vários anos antes de 1982 os analistas da inteligência científica americana sabiam que os russos tinham uma nova tecnologia para reconhecimento de alvos. A técnica russa não era de radar, nem era qualquer outro meio convencional de detectar e rastrear alvos. A técnica era mortalmente acurada, confiável e, diferente do radar, impossível de ser danificada.  Os analistas estavam convencidos que haviam descoberto qual era essa técnica. Eles acreditavam que ela fosse a versão russa da detecção infravermelho aperfeiçoada por computador. Foi então que eles desenvolveram nos EUA o que foi chamado de CEIR.  Pouco depois de seu desenvolvimento um laser americano equipado com o CEIR foi utilizado para abater uma cosmosfera russa. Todos os objetos são mais quentes do que o zero absoluto e emitem uma radiação infravermelha. O único meio de ocultar um objeto do CEIR portanto é reduzir sua temperatura o mais baixo possível. Esse é o motivo do Sensor de Confirmação de Ataque Aéreo ser um satélite criogênico. 

Quando o nosso governo nos fala que as cargas do veículo são equipamentos para observar através das nuvens e escudos eletrônicos ao redor de planetas, não acredite nisso. Eles estão tentando desenvolver uma arma que lhes dê vantagem quando lançarem sua guerra nuclear, o que já tentaram várias vezes. O que você pensa que realmente está acontecendo com o Coréia, Haiti, Bósnia, Iraque etc?

De volta a missão número 4 do veículo. Um sistema resfriador de hélio líquido foi originalmente usado para manter o satélite apenas uns poucos graus acima do zero absoluto, assim reduzindo as emissões de infra-vermelho a quase nada. Foi esse projeto criogênico da Força Aérea que deu aos bolchevistas tanta confiança de que teriam sucesso. Eles estavam seguros que os russos seriam incapazes de descobrir o satélite a tempo de destrui-lo antes que ele fosse usado na guerra.

Errado! Os bolchevistas do Pentágono estavam errados sobre a nova técnica russa de rastreamento de alvo. Essa não era uma técnica baseada na radiação infravermelha. Era um sistema revolucionário que detecta as vibrações atômicas da matéria. Os russos chamam a isso Achado de Alcance Psicoenergético ou PRF. Os russos a vêem como sua arma mestra secreta. Quanto mais tempo ela permanecesse um mistério para os bolchevistas americanos, melhor seria para a Rússia. Então, quando foi lançado o veículo número quatro e seu Sensor de Confirmação de ataque em junho, os russos começaram a participar do jogo.

COMEÇA O JOGO

Ao invés de destruir o satélite, eles permitiram que ele fosse orbitado com sucesso. Os russos sabiam que esse satélite não lhes provocava dano algum até que a guerra começasse e então permitiram que ele ficasse ileso o máximo possível. O resultado foi exatamente o esperado: a sobrevivência a longo prazo do Sensor convenceu os bolchevistas que eles estavam certos quanto ao fato dos russos utilizarem o CEIR. O Pentágono tinha andado diretamente para a maior armadilha de inteligência e os russos o encorajava a prosseguir. 

Pelo verão agentes operacionais do Cartel Rockefeller dentro dos EUA alimentaram atualizações sobre o plano de guerra do Pentágano para os russos. Esses relatos continuavam a dizer que a cronometragem para a guerra não havia mudado e estava programado para meados de setembro. Então o Comando Espacial russo deixou em paz o Sensor nesse meio tempo. Enquanto isso os russos começaram a preparar um meio acima de qualquer suspeita para o momento em que fossem destruir o satélite. Essas preparações tinham a ver com o serviço internacional de telefones russo.

Homens no nosso país estavam planejando um primeiro ataque com bomba nuclear na guerra com a Rússia! Nosso governo tinha um plano reserva: se algo acontecesse ao Sensor de Confirmação de Ataque, eles ainda podiam dizer se os Phatom tomariam ou não as bases espaciais russas porque o ataque calaria o sistema soviético de telefonia! Assim eles pensavam.

Para evitar que os nossos analistas de inteligência começassem a se perguntar sobre o que estava em andamento, os russos começaram a plantar um pouco de desinformação nos lugares certos. Eles criaram falsos vazamentos que havia situações inquietantes no Kremlin, uma luta pelo poder [exatamente como é dito estar ocorrendo exatamente agora]. Os bolchevistas nos EUA que sempre estão lutando pelo poder engoliram completamente a isca. Primeiramente, em junho de 1982 a União Soviética reduziu drasticamente o número de ligações telefônicas com o Ocidente. Eles também fizeram ameaças veladas de reduzir ainda mais o serviço em uma data futura. O seguinte maior passo foi o de cortar completamente todo serviço de discagem automática de e para o Ocidente. Os bolchevistas americanos estavam perplexos mas não suspeitavam do que tudo isso realmente significava. Eles estavam preocupados demais com os rumores de problemas na China para se preocuparem com os telefones russos.

Em 21 de abril a facção Rockefeller alcançou um maior ganho enquanto todos os olhos se concentravam na crise das Falklands. O Almirante bolchevista Bobby Inman que era o Diretor Substituto da Cia foi substituído pelo homem de Rockefeller John McMahon. Em 24 de junho o veículo foi lançado e no dia seguinte ocorreu um golpe quando o agente operacional de Rockefeller Alexander Haig foi forçado a pedir exoneração sendo substituído como Secretário de Estado pelo bolchevista/sionista GEORGE SHULTZ.

A gueera nuclear um estava programadaq para 17 de setembro [Festa das Trombetas] mas em 1 de setembro o Presidente do Partido Comunista Hu Yaobang lançou uma bomba no Congresso do Partido em Pequim. Ele declarou que não mais a China deveria se aliar aos EUA contra a Rússia; ele disse que a China deveria ver ambos os super poderes como iguais ameaças mas ao mesmo tempo ele incluiu uma linguagem conciliatória para a Rússia e disse que altos funcionários russos viriam a China para iniciarem conversas em meados do mês a convite da China! 

Ao desconsiderar uma aliança sino-americana, Hu Yaobang deixou claro que a secreta base americana para ataque dos Phantom na China estava em sério perigo. Essa base, localizada no oeste da Província de Sinkiang da China Vermelha era essencial para o pretendido ataque das duas bases russas de cosmosferas na Sibéria. Essa base de guerra era a razão para o comunicado conjunto de 17 de agosto pelos EUA e a China Vermelha a respeito de Taiwan.

O comunicado comprometia os EUA a descontinuarem o envio de armas para Taiwan em alguma data futura em violação aos passados pedidos de Reagan. Esse comunicado tinha sido feito para eliminar o ameaçado fechamento da base de Stealth pelos chineses mas não foi o bastante para satisfazer os chineses.

Em 6 de setembro o ex Presidente Richard Nixon chegou em Pequim acrescentando problemas para os programadores de guerra do Pentágono. A muito tempo Nixon havia estado cooperando com o Cartel Rockefeller. Nixon foi a Pequim como um enviado de Rockefeller e um enviado de muito mais credibilidade para os Chineses do que qualquer um dos bolchevistas já havia tido. Nixon chocou os chineses ao confirmar o que os russos já haviam dito a eles: a base de Stealth era para ser usada em uma guerra.

Nixon então os aconselhou a não fecharem imediatamente a base por medo das reações desagradáveis dos bolchevistas do Pentágono. Ele pediu que os chineses começassem a interferir com as operações da base de Stealth por meio de instrumentos burocráticos. Isso é uma coisa que os chineses fazem demasiadamente bem e eles aceitaram o conselho de Nixon.

Em 9 de setembro a base America dos Stealth na Província de Sinkiang foi efetivamente retirada de operação. O pessoal crítico da base estava completamente enrolado na “fita vermelha” chinesa, o que evitava que eles se apresentassem para serviço. Os chineses estavam dando pistas a Washington que tudo isso era devido a continuada insatisfação quanto a Taiwan mas a razão real era que eles não queriam fazer parte de uma guerra nuclear com a Rússia e a Rússia poderia ter tirado aquela base do mapa.

O Kremlin recebeu as palavras em 9 de setembro que a base de Stealth na Província de Sinkiang tinha sido neutralizada. A esse ponto os russos poderiam ter sossego que mesmo se o Pentágono fosse adiante com o seu plano de ataque nuclear as cosmosferas russas sobreviveriam muito bem. A tríade espacial russa de críticas armas estratégicas não podia ser destruída.

No dia seguinte, 10 de setembro, houve um súbito encerramento da maior parte do serviço telefônico internacional de e para a Rússia mas, para enviar uma mensagem aos planejadores bolchevistas de guerra na América, uns poucos circuitos foram mantidos abertos. Esses incluíam Leningrado, Kiev, Minsk e Tallin. Sua importância reside no fato que nenhum desses era um alvo planejado para o ataque inicial dos Stealth. As linhas telefônicas foram cortadas às 7 horas e dez minutos – hora de Moscou – momentos mais tarde o Comando Espacial russo começou a trabalhar. Uma cosmosfera jumbo russa foi estacionada em uma pseudo órbita duas milhas acima do satélite de Confirmação de Ataque da Força Aérea americana. Ela já estava lá a mais de dois meses do momento em que o satélite foi lançado em órbita do veículo espacial 4.

Usando seu sistema de propulsão eletromagnética a baixa energia a cosmosfera havia permanecido na estação ao invés de vagarosamente se afastasse a deriva como um satélite normal faria e estacionou acima olhando para baixo o satélite. A presença da cosmosfera nunca foi detectada. O tempo havia chegado! A cosmosfera mirou sua arma de raio e disparou. Pouco depois das 7:10 da manhã da sexta-feira 10 de setembro havia noticias muito ruins para os bolchevistas. No Comando Espacial da Força Aérea em Colorado Springs, que recentemente estava operacional, houve uma súbita perda do sinal de seu satélite no Oceano Índico. De início eles não acreditaram que seu importantíssimo Satélite de Confirmação de Ataque tivesse sido atacado. Todos os tipos de coisas foram tentadas para restabelecer o contacto com o satélite. Tudo inútil. O satélite não existia mais.

Contudo a atitude deles era que realmente não importava. A América estava indo ser tragada em uma guerra totalmente aniquilante a qualquer preço. Estamos falando sobre ações e reações a respeito da guerra planejada – não sobre o que era ou não possível. Os planejadores do Projeto Z se reuniram em conferência. A questão era: “O que faremos agora?”

Alguém sugeriu retornar ao plano baseado nos telefones. “Cada alvo na Rússia que for atacado por nossos pássaros será obliterado. Se o serviço internacional de telefones nas áreas alvo da Rússia for subitamente cortado a zero hora, podemos assumir que nossos pássaros completaram a missão” Todos então gritaram para ele: “os telefones russos já estão cortados!” 

Por um tempo houve uma situação de quase pânico. Alguns estavam certos que um primeiro ataque pela Rússia se seguiria e que o Pentágono deveria imdiatamente apertar o botão.  Outros argumentavam que se essa fosse a intenção do Kremlin já seria tarde demais – os mísseis russos já estariam a caminho. Alguém sugeriu que o inteiro Projeto Z fosse abortado e reprogramado para mais tarde. Todos concordavam com uma coisa: sem o Sensor de Confirmação de Ataque qualquer ataque à Rússia tinha se tornado muito mais arriscado. Depois de lançar os aviões Stealth da Noruega e Turquia teria que ser presumido que eles tinham destruído seus alvos. Mas veja, eles não teriam! Sem o sensor não havia meio de confirmar isso e todo o subseqüente ataque nuclear das forças americanas poderia trazer muito mais problema do que o esperado. Mas hoje não mudou muita coisa  meus amigos – ainda estamos sendo governados por cobras.

Os russos mantiveram as linhas de telefonia internacional fechadas por sete horas naquele dia. Eles q1ueriam ter certeza que se os bolchevistas do Pentágono apertassem o botão do pânico eles não obteriam qualquer inteligência monitorando os circuitos telefônicos.

Os idiotas ainda planejam seguir a diante com isso e esse ir adiante foi programado para o Rosh Ashanah. O Projeto Z continuaria em programação. Enquanto isso, todo esforço seria feito para atravessar a ”fita vermelha” chinesa que estava restringindo o uso da importante e crucial base na Província de Sinkiang. Ao mesmo tempo, foi decidido colocar em movimento outros planos, para o caso do Projeto Z falhar.

A contagem regressiva continuou até o Dia Z, a manhã da sexta-feira 17 de setembro. Por volta das oito horas da manhã em Washington um muito conhecido repórter de jornal nacional fio entrevistado na estação de rádio WRC. O repórter do Washington Post chamou atenção para o aviso de guerra que ele havia sabido que estava para se dar. Ele brevemente delineou o plano para todo mundo que o estava ouvindo na área metropolitana de Washington e acrescentou que “Se o Pentágono de fato tivesse um tal plano, a exposição pública através da exposição provavelmente reduzia as chances que isso fosse realizado”.

SATANÁS NÃO PODE TRABALHAR NA LUZ CANNOT

A contagem regressiva foi suspensa com menos de cinco horas para se iniciar. Ela já havia sido reprogramada e abortada ao menos quatro vezes desde então, inclusive como comentamos na última vez durante o Rosh Ashanah [Festa das Trombetas] do mês passado [setembro de 1994].

Quando o velho Israel foi avisado sobre Nabucodonosor eles disseram: “Somos o povo de Deus, Deus nos protegerá”. Os sobreviventes marcharam nus para o cativeiro na Babilônia. No ano 70 de nossa era os judeus em Jerusalém disseram “Somos o povo de Deus. Deus nos salvará”. Todos eles morreram. Hoje continuamente ouço o bom povo dizendo: “Nada posso fazer quanto a isso; entrego a Deus. Seja feita a vontade Dele.” Mas Deus diz que nos deu o livre arbítrio, não profecias. As profecias falham a menos que vocês as escolham. Se você se senta e nada faz enquanto seus inimigos o destroem, então você será destruído. O livre arbítrio é a vontade de Deus. Tenha um bom dia.

PARTE 15:

PREFÁCIO PELO AUTOR

Muitos que leram a partes de 1 a 14 de Fogo Vindo do Céu ficaram chocados com a história. Alguns até mesmo disseram: “Não acredito!” ou “Não poder ser!” Tudo é verdade, quer você acredite ou não. Para aqueles de vocês que desejam um melhor entendimento, tentarei partilhar algumas coisas que aprendi. Revelarei aqui mais algumas coisas que o “nosso” governo deseja manter super secretas.

O material de *Fogo Vindo do Céu * falou de cosmosferas anti-gravidade, navios e aviões invisíveis e outras coisas muito além como “Achado de Alcance Psicoenergético”. Antes que você faça julgamentos sobre algo que nada conhece porque não tentar aprender mais sobre isso? Esse material é para aqueles que desejam pesquisar e aprender mais sobre o assunto. 

A MARAVILHA DO ESPAÇO VAZIO

Muitos dos principais cientistas recentemente estão falando sobre “Universos” vindos á existência a partir do nada. Como pode ser isso? Não é algum tipo de insanidade? Aqueles de vocês que completaram suas aulas de lavagem cerebral [creio que vocês as chamam de universidades] a uns poucos anos atrás, podem não estar cientes que os principais cientistas estão discutindo sobre coisas vindo a existência do nada etc.

*Science News,* de 18 de fevereiro de 1995 em um artigo chamado “Fazendo Universos, constantes do nada” [página 102] diz: “A cosmologia quantum propõe que universos incrivelmente pequenos espontaneamente brotam do nada”. Não nos foi ensinado que geração espontânea é uma lenda? Se você parar e pensar entenderá que o universo material  tinha que vir a existência a partir do nada ou então teria existido para sempre em um início. Se você examinar a literatura atual verá muitas discussões entre os principais físicos, matemáticos etc sobre essas questões.

Por exemplo, leia “Nada está cheio: O vácuo na moderna teoria do campo quantum” de I.J.R. Aitchison, *Contemporary Physics,* 26(4), 1985, pp. 887-894.

Ou veja Yu. G. Itnat’ev, “Cinética Relativista de um Meio Anisotrópico tipo plasma com amortecimento no campo da radiação gravitacional”. *Soviet Physics Journal,* 27(12), Dec. 1984, (English translation: Plenum, June 1985), pp. 1066-1069. O artigo é sobre produzir energia de um vácuo.

Michio Kaku, autor de *Hiperespaço: Uma Odisséia Científica pelos Universos Paralelos, Dobras de Tempo e a Décima Dimensão” fala do espaço vazio borbulhando e de universo vindo a existência dessas bolhas.

Fritjof Capra, em “ O Tao da Física,* (Bantam Paperbacks, p. 208), diz:

A distinção entre a matéria e o espaço vazio finalmente teve que ser abandonada quando se tornou evidente que partículas virtuais podem surgir espontaneamente do vazio e desaparecer novamente no vazio sem qualquer nucleon ou qualquer outra partícula poderosamente interativa presente… o vácuo está longe de Sr vazio. Ao contrário, ele contém um número ilimitado de partículas que vêm e somem da existência. Aqui então está o mais próximo paralelo do Vazio do misticismo oriental na física moderna. Como o vazio oriental, o “vácuo físico”  – como é chamado na teoria de campo – não é um estado de mero nada mas contém a potencialidade de todas as formas do mundo de partículas. Essas formas, por sua vez, não são entidades físicas independentes, mas apenas manisfestações transitórias do vazio subjacente. Como dizem os Sutras “Forma é vazio e o vazio é forma.|”

A relação entre as partículas virtuais e o vácuo é essencialmente uma relação dinâmica; o vácuo é verdadeiramente um “vazio vivo”, pulsando em ritmos em fim de criação e destruição. A descoberta da qualidade dinâmica do vácuo é vista por muitos físicos como um dos mais importantes achados da física moderna. De um papel de contêiner vazio do fenômeno físico, o vazio tem emergido como uma quantidade da maior importância. Os resultados da física moderna parecem confirmar as palavras do sábio chinês Chang Tsai: “Quando alguém conhece que o Grande Vazio está cheio de Chi entende que não existe uma coisa tal como o nada”. 

Essa ciência de aplicar a física de criar algo do |”nada” é gralmente chamada de |”energética”, “psicoenergética”, “eletromagnetismo escalar” “energia orgônio”, “Radiônica” etc.

A revista *Air & Space* de junho/julho de 1995, em um artigo de Frank Kuznik (p. 70) sobre fazer um vácuo, começa:

Pode algo vir do nada? Alex Ignatiev fervoroasmente assim o espera. Ignatiev, um professor de física e química da Universidade de Houston está escrevendo equações para o processo no seu escritório do campus.

*Fer-De-Lance,* do Cel. T.E. Bearden, p. 106, #60, diz:

Interações que ocorreram entre Krushchev e o renomado físico e premio Nobel P. Kapitsa são de interesse. Krushchev desejava a defesa absoluta da União Soviética de forma que os soviéticos pudessem ser capazes de lançar qualquer ação desejada sem o risco  de uma séria preocupação. Kapitsa informou ao líder soviético que, era necessário um meio de total neutralização de mísseis estrangeiros. Essa neutralização tinha que ser alcançada e ela podia vir de um grupo de novos princípios  na física que era chamada de “energética”. O termo “energética”  de fato era uma abreviação de “psicoenergética” e é essencialmente a expandida física/eletromagnética” que o autor [Bearden] tem apelidado de “eletomagnetismo escalar”.

Agora você sabe que a “psicoenergética” em “Fogo Vindo do Céu” é o mesmo que Bearden chama de “eletromagnetismo escalar” e que os russos chamam de ”energética” O foguete russo que abastece a Estação Espacial russa Mir [ a palavra russa que significa mundo] é chamado ”Energia”. Bearden tem uma quantidade considerável de escritos publicados sobre o assunto. Para uma lista de livros dele contacte Tesla Book Company, P.O. Box 121873, Chula Vista, CA 91912. Para posteriormente rastrear essa informação tome nota do seguinte:

Por volta de 1950 a União Soviética teria começado a experimentação fenomenológica a sério, com a fase conjugada de espelhos radar e a fase de radares conjugados. Isso é o que foi referido como ”energética”. Os soviéticos começaram um programa maciço em energética pelo tempo do início da guerra da Coréia. (p. 86, *Aids, Biological Warfare* de T.E. Bearden).

Construindo sobre o importante trabalho de Whittaker, formulei uma revisão conceitual do eletromagnetimo que chamei de “eletromagnetismo escalar” para acentuar que o observável vetor EM campos de força não existe em um tal vácuo, mas existem campos escalares dinâmicos [o vácuo não é vazio]. Também desejei chamar fortemente a atenção para o fato que as forças observáveis não existem até que uma observável partícula de massa seja acoplada à interferência de dois campos escalares [muito como o efeito de Aharonov-Bohm]. Os soviéticos, de fato,  chamam essa área de “energética”. A tecnologia da energética tem sido usada em gigantescos programas de armas da União Soviética por décadas e parece ser desenvolvida são os programas mais classificados que os soviéticos possuem. Todo desenvolvimento e emprego das armas energéticas estão sob o controle direto da KGB, não das Forças Armadas. (diz Bearden na p. 88, *Aids, Biological Warfare).*

P. 89 diz que o eletromagnetismo escalar “permitiu a engenharia direta da teoria do campo unificado, inclusive da estruturação do vácuo, da curva do espaço-tempo local e produção de efeitos à distância [como derrubar aeronaves] e nas mais altas dimensões. 

Por favor, preste uma atenção especial dos termos chave de identificação acima, “fase conjugada de espelhos” já que isso nos ajuda a identificar esse assunto em outra literatura!  A esse ponto você não precisa entender do que estamos falando, apenas lembre-se do termo.

 

ZERO NÃO É NADA

Pensamos no vácuo como zero, nada, vazio. Se temos sete pedras e lançamos as sete temos zero pedras. 

Mais tarde aprendemos que nem sempre é assim. Se temos sete pedaços de matéria e 7 pedaços de anti-matéria quando combinamos isso temos zero embora na realidade tenhamos sete pedaços. Vocês podem dizer que eles se cancelam mutuamente e então você tem nada. Pense no que você está dizendo: está dizendo que 14 coisas podem ser combinadas e cessar de existir tornando-se nada? Então não é igualmente possível que o “nada” possa ser dividido em 14 coisas reais?. 

Em álgebra sete + somados a 7- dá uma soma total de zero, novamente a despeito do fato de serem realmente 14 números.

Bearden afirma isso assim: “Embora o zero seja a ausência de uma coisa ele pode ser a presença de múltiplas coisas (p. 98, *AIDS*).

Você já sabe que ´”espaço vazio” não está tão vazio – ele contém ondas de rádio, ondas de radar, gravidade, raios cósmicos etc. Até mesmo quando esses são removidos Bearden e outros ressaltam que o que pensamos como “espaço vazio” realmente consiste em uma incrível quantidade de forças positivas e negativas que se cancelam mutuamente somando zero e assim parecem não estarem lá. Por “curvar o espaço“ algumas forças se tornam “fora de equilíbrio” e o resultado é luz ou gravidade etc. Normalmente isso é expressado como gravidade positiva mas sob condições certas a força gravitacional é revertida. Isso é chamado “anti-gravidade”. E sim, meus amigos, os russos [e agora outros] tem anti-gravidade. 

Nota: Para aqueles leitores que já compreendem Bearden, estou ciente que ele diz que a força não existe no vácuo. “Mas se a força consiste em massa levada a aceleração, isso não pode existir na ausência de massa. Portanto, a força não existe no vácuo… Portanto nem o campo magnético nem o campo gravitacional existem no vácuo. O maior erro na física tem sido a atribuição de uma força como causa e assim atribuí-la ao vácuo. A força é um EFEITO e a priori não existe no vácuo.” (Em Direção a uma Nova Eletromagnética Parte 4: Vetores e Mecanismos esclarecidos, slide 14.) O problema é que a física e a eletrônica ensinada nas universidades está ERRADA e há problemas com as definições, então nesta breve introdução direi as coisas de um modo simplificado que pode não estar correto para um entendimento mais alto, mas são passos necessários para explicar a mecânica de “como isso funciona”. Meu propósito é que vocês rompam com a lavagem cerebral e acordem para a realidade vendo seu real inimigo. O conhecimento dessas coisas é uma questão de vida e morte. 

PARTE 16:

HAARP, O SISTEMA (PROGRAMA DE PESQUISA DE ALTA FREQUÊNCIA AURORAL ATIVA)

Se toda essa energia é disponível do espaço vazio, então como ainda estamos usando combustíveis fósseis? A resposta é simples. Os poderes que nos controlam são muito ricos. Eles ficaram muito ricos controlando coisas tais qual a indústria da energia [principalmente petróleo e nuclear]. A última coisa no mundo que eles querem para nós é que tenhamos energia livre que é o que resulta do entendimento da psicoenergética ( eletromagnetismo escalar, energética etc.).

O que tudo isso significa para você? Vamos ver um exemplo. Há um maior projeto do governo sendo construído no Alasca chamado Programa “HAARP”. O “Programa de Pesquisa Auroral de Frequência Ativa”. Uma das patentes desse projeto declara que ele pode “causar a total perturbação das comunicações sobre uma porção muito grande da Terra… perturbando não apenas as comunicações baseadas no solo mas também as aéreas e por mar [ambas superfície e subsuperfície]… a destruição de mísseis e aeronaves… deflecção ou confusão… modificações climáticas… pela alteração da absorção solar… ozônio, nitrogênio etc., as concentrações podem ser artificialmente aumentadas…”

Tenho um amigo que recentemente voltou do Canadá. Ele esteve em contacto com Nick Begich, Jr., que está monitorando o projeto HAARP (contacte Nick em P.O. Box 201393, Anchorage, AK 99520). Foi dito a esse meu amigo que o governo fez um teste completo de máxima voltagem do HAARP em 14 de dezembro de 1994. Essa data é muito interessante quando você a combina com o seguinte artigo que apareceu no jornal *Austin American-Statesman* do dia seguinte, 15 de dezembro de 1994. 

Cidades ocidentais no escuro depois de um misterioso blecaute que atingiu oito Estados. Impulsos de energia podem ter desencadeado paralisações para mais de dois milhões de pessoas, por Richard Cole, AP.

SAN FRANCISCO – Um inexplicável impulso de energia na principal linha de transmissão elétrica da Costa Oeste causou blecautes e outras interrupções de energia em oito Estados do Oeste na quarta-feira, fechando uma usina nuclear e forçando os doutores a operarem sob a luz de uma lanterna. Aproximadamente dois milhões de consumidores do Arizona até Washington ficaram sem energia por períodos variando de poucos segundos a várias horas quando um estiramento da gigantesca rede de energia de 500 quilovolts ficou morta exatamente depois da meianoite. O blecaute escureceu a casa de um milhão de consumidores na Califórnia e interrom peu os caminhos de energia de Arizona, Nevada, Utah, Oregon, Washington, Idaho e Montana.

Uma inspeção inicial não mostrou  quebras na seção onde o problema começou, em uma linha de 60 milhas entre Tracy e Fresno no Vale Central da Califórnia.

“Acreditamos que isso foi uma interrupção de energia de fora de nossa área de serviço, e uma sub-estação tropeçou para evitar uma sobrecarga de nosso sistema, exatamente como o faz um interruptor contra curto circuito faz em nossa casa” disse Bill Sessa, porta-voz da Pacific Gas & Electric Co..

Agora vamos ver mais estreitamente uma das patentes de HAARP (trecho retirado de um arquivo da Internet):

INVENTOR: Peter Koert, Washington, DC ASSIGNEE: APTI, Inc., Washington, DC (U.S. Corp.) APPL-NO: 07/524,435 DATE FILED: May 17, 1990 INT-CL: [5] HO4B 7/00; HO1Q 3/22 US-CL-ISSUED: 342/367, 372 US-CL-CURRENT: 342/367, 372 SEARCH-FLD: 342/367, 353, 371, 372; 455/64 REF-CITED:

DOCUMENTOS DA PATENTE AMERICANA

3,445,844 5/1969 Grossi et al. 342/367 4,253,190 2/1981 Csonka 455/12 4,686,605 8/1987 Eastlund 361/231 4,712,155 12/1987 Eastlund et al. 361/231 4,817,495 4/1989 Drobot 89/1.11 ART-UNIT: 222 PRIM-EXMR: Gregory C. Issing LEGAL-REP: Foley & Lardner

RESUMO:

Essa invenção relata a geração de um Espelho Artificial Ionosférico (AIM), ou uma camada de plasma na atmosfera. O AIM é usado como a ionosfera para refletir a energia RF a grandes distâncias. Um AIM inclinável é criado por uma antena aquecedora controlada em fase e freqüência. A fase antena aquecedora muda para escanear um raio para pintar uma camada de plasma. A freqüência é mudada para refocar em altitudes continuamente mais altas para inclinar a camada de plasma.

Aqui está uma citação da *Youth Action News* a respeito de HAARP:

Dr. Bernard J. Eastlund’s 13 de agosto de 1991 patente (No. 5,038,664) descreve o sistema agora sendo implementado no transmissor americano HAARP:

Se as partículas que formam o plasma ao longo das linhas de campo da Terra continuarem a se mover com um ângulo de passo constante, frequentemente designado “alfa”, elas logo impactarão a superfície da Terra. Contudo em um campo de força convergente o ângulo de passo não muda desse modo e permite que a partícula vire ao redor e evite o impacto. O ponto em que a partícula gira ao redor é chamado de ponto de espelho. Esse processo é repetido na outra extremidade da linha de força. Novamente a partícula vira ao redor e isso é chamado de ponto conjugado  do original ponto de espelho. A partícula é então aprisionada e “quica” entre os dois espelhos magnéticos. A partícula pode continuar oscilando no espaço dessa maneira por longos períodos de tempo. (carta com cópia em julho de 1994 da *Youth Action News,* P.O. Box 312, Alexandria, VA 22313.)

Penso que é óbvio que o Projeto HAARP é o mesmo que a fase dos espelhos conjugados da eletromagnética escalar que Bearden descreve nos artigos que ele tem escrito detalhando a guerra climática russa contra os EUA e o abatimento do veículo espacial Challenger, a destruição de numerosos foguetes e mísseis, e o relativamente recente abatimento de muitas aeronaves [tal como a queda do avião da USAIR perto de Pittdburgh) E agora, isso foi revelado cedo depois do bombardeio do edifício federal em Oklahoma City, que foram duas explosões por bombas, a segunda tendo vindo de raios pulso acima. (*CONTACTO: Jornal The Phoenix Project* 25 de abril de 1995, p. 31. Para assinaturas chame 1-800-800-5565.)

CONFUSÃO

Um dos resultados que o eletromagnetismo escalar pode produzir, como listado acima, é “confuão”. Ouvimos sobre controladores tornarem-se “confusos” no Iraque e abaterem nossos próprios helicópteros. Ouvimos falar de um piloto que tentava pousar um cargueiro e se tornou “confuso” e caiu. 

Recentemente nos noticiários ouvimos que um piloto de helicóptero na Coréia ficou “confuso” e atravessou a fronteira sendo abatido. Nos jornais de hoje, enquanto escrevo essas notas, está um artigo que afirma: “Apenas erro humano era apontado como o culpado para que um helicóptero do Exército dos EUA tenha atravessado a fronteira para a Coréia do Norte e tenha sido abatido no inverno passado mas nenhum dos envolvidos deve ser punido, o Exército disse em um informe na quinta-feira. Ele disse que Hilemon e Hall ficaram desorientados em terreno não familiar." (*Austin American Statesman,* "O Exército não Culpa Ninguém pelo abatimento Ocorrido na Coréia do Norte," p. A3, 23 de junho de 1995.)

Isso parece bastante razoável até que você pare e pense. É quase impossível para os veículos militares altamente sofisticados de hoje se tornarem “perdidos” a menos que algo bem maior aconteça, por causa dos satélites de geoposicionamento e coisas tais. Qualquer pescador pode comprar um pequeno instrumento portátil que lhe diga onde está. Como pode que pilotos voando uma das mais perigosas fronteiras do mundo apenas atravessem sem querer?

Você se lembra do fatídico raid dentro do Irã para resgatar os reféns durante a administração do Presidente Carter em 24-26 de abril de 1980? Se você se recorda, o raid fracassou porque os helicópteros se perderam e tiveram seu equipamento derrubado por causa das tempestades de areia e os pilotos ficaram “confusos” e acidentaram-se uns aos outros. Esse foi um incidente muito embaraçoso para os EUA..

Eles eram o pessoal mais altamente treinado no mundo (as famosas Forças Especiais, Equipe Delta) que voavam o melhor equipamento do mundo e foram derrotados por tempestades de areia? Não ocorreu a qualquer um dos pilotos simplesmente voar acima das tempestades de areia? Isso não sugere que haja muito mais nessa história? 

Vamos examinar mais estreitamente esse evento. O coronel Charlie Beckwith era o oficial no comando das Equipes Delta e escreve sobre o evento em seu livro “Força Delta” (Harcourt Brace Janovich, with Donald Knox, copyright 1983.)

Três veículos transportadores de tropa MC-130 e três transportadores de combustível EC-130 deixaram a Ilha de Masirah fora da costa de Omã e voaram para um local no deserto no Irã. Lá era para eles esperarem trinta minutos que oito helicópteros chegassem. Então a força de assalto de 118 homens carregaria os helicópteros RH-53D e continuariam o raid. Por alguma razão, os helicópteros estavam mais de hora e meia atrasados. Quando os helicópteros começaram a chegar, Beckwith citou-os dizendo, "Foi um inferno de viagem”. E  “palavras que se nós tivéssemos juízo moveríamos os helicópteros dentro de deserto e carregaríamos todo mundo nos C-130 e iríamos para casa”.

Palavras estranhas para os soldados mais altamente motivados e bem armados entre os militares, não acha? “Eu não entendi o quão resistente eles realmente eram e ele não elaborou sua declaração”. Dois helicópteros nunca chegaram e seis que o fizeram eventualmente vieram espalhados de todas as direções.

Um piloto disse, "Realmente não sei quem está dirigindo as coisas no meu nível, mas lhes digo que alguma consideração muito cuidadosa deve ser dada para cancelar essa operação. Você não tem idéia no meio do que estamos. A pior tempestade de areia que eu já vi nos atingiu. Não estou certo que nós vamos fazer isso. Realmente não estou certo que possamos fazer isso”.

Aqui estão dois oficiais muito forte que observamos e conhecemos que agora estão bem abalados.

"As coisas ficaram tão confusas que a missão foi suspensa. Eles começaram a recarregar os C-130 para partir. Eu me virei e comecei a andar quietamente para a cabeça da linha. Era quase 2:40 da manhã. Alguns pilotos dos C-130 tinham começado a ligar seus motores. A poeira estava soprando tudo ao redor. Entre rajadas de vento, vi um dos helicópteros decolar e se inclinar para esquerda. Ele escorregou ligeiramente para trás. Então desfez-se em pedaços! Não foi uma bomba, nem uma rachadura, foi um THUMP!”

A seguir teve uma explosão de ”gasolina”.  Uma bola de fogo azul iluminou o céu. Obviamente o helicóptero que eu tinha acabado de ver decolar – era o do Major Schafer – tinha atingido o EC-130 que estava mais ao norte, aquele no qual o Elemento Azul tinha acabo de subir a bordo”. (pp. 244-248).

P. 251: "Exatamente a duas horas dentro da missão este helicóptero recebeu uma indicação que uma das suas principais lâminas de rotor estava para entrar em disfunção. Ele pousou. Um outro helicóptero (o de número 8) pousou com ele. Quando foi determinado que o número 6 não podia seguir mais longe, sua tripulação subiu a bordo de outro helicóptero que então prosseguiu para Deserto Um. O helicóptero de número 5, aquele onde estava voando o Coronel Pittman, voltou ao carregador a quatro quintos do caminho para Deserto Um, quando após voar através de várias tempestades de areia ciclônicas começou a vivenciar problemas com os instrumentos."

Dr. Peter Beter registrou os seguintes comentários sobre esse incidente um mês depois, em 28 de junho de 1980 e que foram publicados no jornal *Wisconsin Report* de 31 de junho de 1980. (Dr. Beter era um advogado que exerceu diante da Suprema Corte dos EUA; foi indicado para o Banco de Importação e Exportação dos EUA pelo Presidente Kennedy e esteve envolvido em atividades de Inteligência; ele que deu origem ao termo “estagflação” e foi o responsável pela revelação que não há mais ouro em Forte Knox. Ele também tinha muitos contactos dentro da comunidade de Inteligência. Ele tinha acesso a fontes de informação do mais alto nível) [Citando:]

Os Comandos americanos que foram enviados ao Irá fizeram o melhor possível para seguir as ordens e cumprir seu dever; mas o desconhecido para eles era que aqueles que planejaram o raid não queriam que esse tivesse sucesso. Era suposto que eles chegassem a Teerã mas descobriram tarde demais que eles eram uma força pequena demais para fazer o serviço. Tão logo os Comandos começaram a vivenciar grandes problemas, isso era para ser utilizado como uma desculpa para os jatos da Marinha americana se deslocassem para Teerã; e com a paixão americana aguçada a crise do Irá iria se aprofundar com movimentos militares adicionais. Por mais de um ano agora, a Inteligência russa havia sido informada sobre até mesmo os planos mais secretos em Washington; assim os russos estavam prontos.  Eles desvendaram o mais recente plano de guerra bolchevista de dois modos. Primeiro uma enorme armada de cosmosferas estava flutuando em 25 de abril quando a força de helicópteros americanos entrou no Irã. Utilizando suas capacidades de modificação climática as cosmosferas intensificaram as tempestades de areia na área. Elas também utilizaram radiação microndas que atacam o cérebro para causar náusea, desorientação e fatiga entre as tripulações dos helicópteros. Esse “misturador cerebral\” russo é a mesma tecnologia que eu primeiramente revelei na carta em áudio número 20 [Better’s áudio letters]

Os russos esperavam que a missão fosse cancelada como sem esperança sem causar baixas, mas a força de Comandos americana alcançou seu ponto de checagem, se reagrupou e se preparou para continuar. Então as cosmosferas ligaram seus transmissores misturadores cerebrais com energia total. Um dos helicópteros decolou mais se inclinou loucamente e partiu para dentro de um avião transporte de tropa C-130. Dois outros helicópteros se prepararam para decolar. As cosmosferas acima dispararam explosões de baixa energia de seus raios de partícula, as lâminas do rotor se soltaram e os helicópteros caíram. A esse ponto era óbvio que tudo estava acabado.

O raid foi abortado e toda em energia foi concentrada nos esforços de explicar ao público o desastre. Logo os corpos carbonizados dos Comandos estariam voando para casa para a Base da Força Aérea de Dover, em  Delaware. Essa foi a segunda vez em dois anos que Dover recebia os corpos de um secreto raid de Comando pelos EUA! A primeira vez eles haviam pago o preço por uma operação bem sucedida na Guiana [Jonestown]. Em 28 de abril… Cyrus Vance pediu exoneração como Secretário de Estado em protesto.

No parágrafo seguinte, Beter continua para dizer que os raios de pulso dos russos desencadearam a erupção do vulcão no Monte Sta. Helena em 18 de maio, mas essa é uma outra história.

Você não pensa que PRECISA aprender e entender o que está acontecendo?

A melhor fonte de informação do que está acontecendo e o enbasamento é o jornal *CONTACT*. Para informação sobre assinatura 1-800-800-5565 ou escreva para Contact, Inc., P.O. Box 27800, Las Vegas, NV 89126.

Para informação do Dr. Beter, escreva para *Wisconsin Report,* P.O. Box 45, Brookfield, WI 53008-0045.

Também escreva para o catálogo da the Tesla Book Company e encomene *Fer-De-Lance* e/ou *AIDS: Biological Warfare* by Lt. Col. Tom E. Bearden, Tesla Book Company, P.O. Box 121873, Chula Vista, CA 91912.

Para mais informação sobre Tesla contacte a International Tesla Society, P.O. Box 5636, Colorado Springs, CO 80931.

A verdade é a única coisa que pode salvar você. Aprender a verdade é uma viagem de uma vida toda. Que você aproveite a viagem.

PARTE 17:

A FARSA DO MASSACRE DE JONESTOWN

Ao estudar o que a verdade se esconde atrás de muitos eventos da história recente você encontrará algumas interconexões muito surpreendentes. Uma vez que você entenda que o mesmo grupo de conspiradores de elite estão por trás de muitos dos problemas, não pode ser surpreendente que existam conexões porque o mesmo pessoal está envolvido. Um melhor exemplo conhecido que pode ser dado é o de E. Howard Hunt. A maioria dos pesquisadores sabe que Hunt estava envolvido em tais eventos aparentemente não relacionados como a invasão da Baía dos Porcos, o assassinato de Kennedy e Watergate. Se você fizer o seu “dever de casa”, você descobrirá conexões entre o massacre de Jonestown, o massacre de Waco e o bombardeio do prédio federal em Oklahoma City.

Para entender a tragédia da Jonestown de Jim Jones você precisa entender alguns dados anteriores.

Em 1976-79, trabalhei na seção classificada da Control Data Corporation. Control Data tinha os computadores mais poderosos do mundo naquele tempo e eles utilizados pelos EUA em seus projetos mais importantes e mais secretos. Eu também era coordenador do Grupo de Especial Interesse Mensa chamado de “Doomsday Club.”

Escrevia uma newsletter chamada *Doomsday Club News and Intelligence Report.* Aprendi algumas coisas que me preocuparam sobre o que a Rússia estava fazendo e citei um artigo de 2 de outubro de 1978 da revista Aviation Week and Space Technology* em minha newsletter de outubro.

Aprendi, por exemplo, que a Rússia havia abatido nossos satélites espiões. O que naquele tempo eu não sabia era que o Dr. Peter David Beter também estava precupado porque estava obtendo informação superior de alguns de nossos serviços de Inteligência sobre o que realmente estava acontecendo.

Por exemplo, em junho de 1976 o Dr. Beter recebeu a informação que a Rússia tinha plantado uma bomba nuclear na Ilha Mt. Desert, Maine, perto de Seal Harbor lar de Nelson Rockefeller. Ele transmitiu a informação ao General George S. Brown, Presidente da Junta de Chefes de Staff que fez com que a informação fosse verificada e encontrou a bomba.

Nelson Rockefeller imediatamente colocou a venda sua casa embora ela já estivesse com os Rockefeller a duas gerações. Dr. Beter disse, “Mas minha informação de junho de 1976 sobre a bomba em Seal Harbor levou a muito além do que as presentes condições desassossegantes da propriedade lá. O fato provou para a alta inteligência que as áudio letter do Dr. Beter podiam ser confiáveis como dizendo a verdade e daquele ponto em diante comecei a receber grandes quantidades de informação de Inteligência que não era confiada a qualquer outro canal de informação pública.” (Dr. Beter Audio Tape #39 gravado em 29 de outubro de 1978.)

Dr. Beter continuou a dar ao Gen. Brown informação como a precisa localização do míssil secreto da Rússia e da colocação da bomba, inclusive algumas que já haviam sido plantadas em solo americano em locais como rios, perto de represas etc. A Rússia as plantaria, o Dr. Beter contaria ao Gen. Brown e este as removeria.

Os bolchevistas em nosso governo que estavam trabalhando com a Rússia fizeram com que o General Brown fosse substituído e as bombas não foram mais removidas. Em 1 de outubro de 1976 o Presidente Gerald Ford (um comunista em segredo e membro da máfia de Michigan) assinou o que viria a ser chamado o traiçoeiro Acordo da Sexta-Feira Vermelha e os russos tiveram permissão para continuar sem interferência..

Na Audio Letter de Beter número 39, gravada em 28 de outubro de 1978, e impressa no *Wisconsin Report* de 16 de novembro de 1978, ele citou o mesmo segundo artigo de outubro da *Aviation Week* que citei em minha newsletter de outubro de 1978, sobre a Rússia haver alcançado a tecnologia de armas de raios de partículas. Nessa carta ele disse, “Em setembro de 1977 relatei o primeiro uso operacional russo de armas de raio de partícula no espaço.

Em 20 de setembro de 1977 os russos explodiram um satélite espião americano em uma enorme bola de fogo no espaço quando ele passava sobre o Observatório de Petrozvodsk no norte da Rússia. E quase uma semana depois, em 27 de setembro de 1977 a secreta base americana na Lua na Cratera Copernicus foi silenciada por um ataque de raio nêutron russo da órbita da Terra. A América havia perdido a Batalha pela Colheita da Lua. Imediatamente a América foi forçada a parar sua secreta corrida por armas de raios com a Rússia porque repentinamente nossos governantes invisíveis estavam oscilando nas margens da própria guerra – e a Rússia repentinamente estava chamando os disparos. “

E agora amigos vocês sabem do que se trata o pouso Lunar do Apollo [farsa] – isso era um acobertamento para as missões militares reais super secretas. Embora super secreta, pista da base tem aparecido aqui e ali. A matéria de dezembro de 1993/janeiro de 1994 da revista *Air & Space*, no artigo “Assegurando o Alto Solo,” disse:

“Detalhes da base lunar, que eram contidos em um espesso relato secreto chamado “ Programa Militar da Base Lunar ou Estudo de Observatório Lunar S.R. 183” foram revelados pelo Diretorado de Planejamento e Análise Espacial da Divisão de Mísseis Balísticos da Força Aérea em abril de 1960. O coração do S.R. (Necessidade de Estudo) 183 era o embasamento do Sistema de Bombardeio Terreno com base lunar que asseguraria uma retaliação positiva no evento de um ataque soviético contra os EUA. Embora o relatório dissesse que a construção do complexo de mísseis poderia ser adiada por três ou quatro anos, ele pedia o planejamento ativo para que a base começasse imediatamente se a máxima vantagem militar fosse para ser derivada de um programa lunar. 

Os amplos contornos do plano da base lunar tinham sido publicados em abril e setembro de 1959 pela *Aviation Week.* Richard Hoagland, R. Renè, Bill Kaysing, e outros tem determinado que os pousos lunares da NASA como apresentados eram falsificados e eles discutem o que realmente pode ter acontecido. Hoagland tem encontrado evidências de restos de estruturas altamente avançadas na Lua e em Marte. O que Hoagland não sabe é que estas estruturas podem TR sido construídas por americanos. Essa é uma história que permanece a ser contada.

Você imaginará onde Beter obteve essa informação, inclusive a informação que nem mesmo nossos mais altos serviços de inteligência conheciam. A maioria de vocês não está pronta para a resposta a essa pergunta mas para aqueles que já estão prontos falarei que a resposta foi revelada na página 204 de *Missing the Lifeboat?* Phoenix Journal #86 e na página 29 de *Ascension or Never-Never Land?* Phoenix Journal #98. [chame 1-800-800-5565 para ordenar.]

Em 25 de maio de 1961, o Presidente Kennedy (em sua fala de união e não no discurso inaugural como as vezes é relatado) disse: “Acredito que esta nação deve se comprometer em alcançar o objetivo, antes que se acabe essa década, de pousar um homem na Lua e fazr com que ele retorne em segurança á Terra”. 

Aparentemente ele não sabia naquele tempo, embora muito logo ele começasse a aprender, que ao tempo em que fez essa declaração já havia uma base na Lua. Um ano depois, em 22 de maio de 1962 uma sonda espacial pousou em Marte e confirmou a existência de um ambiente que pudesse sustentar a vida. Não muito depois a construção de uma colônia no planeta Marte estava começando em real seriedade. 

Se você quiser saber mais sugiro que pesquise o assunto conhecido entre os ufologistas como  “Alternative 3″ (o livro desse nome é 75% verdadeiro e 25% desinformação). “Bob Grodin” era o pseudônimo de um astronauta que viu a base real. A base lunar foi estabelecida por nossos “reais” governantes, conhecidos como Bilderbergers (esse projeto foi liderado pelo grupo particular conhecido como Jason Society), com sede na Suíça.

Eles tem encontros para fazer seus planos e o jornal *Spotlight* gosta de bravatear que é capaz de penetrar esses encontros. O que o  *Spotlight* não sabe é que os encontros principais são realizados em um submarino nuclear sob a capa de gelo Polar. Há muito poucos penetras de festa lá. Para provar que a NASA tem lhe mentido contacte Richard Hoagland de Mars Mission. Quando você o fizer, pergunte a ele sobre Dan Quayle. *(The Mars Mission,* 122 Dodd St. Weehawken, NJ 07087).

A RAND Corporation desenvolveu maquinário movido a energia nuclear para criar túneis subterrâneos para a base. O maquinário também foi utilizado nos EUA para construir uma enorme rede de túneis e complexos subterrâneos. Você pode querer ler “Bases e Túneis Subterrâneos – O Que o Governo Tenta Esconder?” de Richard Sauder, um livro disponível do jornal *Spotlight*.

As pessoas que trabalharam no Programa Apollo e na NASA dirão que não sei sobre o que estou falando, afinal,eles estavam lá, eles sabem. Para o pesquisador sério e de mente aberta, aqueles que entendem que existe algo não cheirando bem  com a NASA e querem conhecer a verdade real, direi que os VERDADEIROS veículos lunares operam fora da área S-4 em Nevada (e algumas vezes Area 51), sem mencionar as bases russas.

A CRISE DOS MÍSSEIS CUBANOS

Em 1962, foi sabido que a Rússia estava colocando mísseis nucleares em Cuba. A informação foi obtida por fotos tiradas de uma aeronave U-2 pilotada por Roger Chaffee. O Presidente John F. Kennedy, graças à informação fornecida a ele pelo desertor russo Coronel Oleg Penkovsky, soube da fraqueza militar da Rússia e ordenou que Khruschev retirasse os mísseis. Khruschev não estava em posição de enfrentar Kennedy, então removeu os mísseis. A história tem sido escrita muitas vezes em muitos livros e artigos.

O piloto do U2 Roger Chaffee mais tarde fio escolhido como astronauta da Apollo 1, comandada pelo astronauta veterano Gus Grissom (vôos Mercury e Gemini). A evidência indica que Chaffee, Grissom e White foram assassinados talvez porque Grissom não quisesse cooperar com a farsa.

Grissom disse a sua esposa, “Se for ocorrer um acidente sério no Programa Espacial, é provável que seja comigo”. Grissom tentou que o administrador chefe da NASA Joe Shea fosse com ele no teste da Apollo. Chaffee nunca havia estado no espaço mas era um veterano emissões secretas de inteligência tais como os vôos em U-2.. NASA já havia tido sete acidentes de incêndio de oxigênio antes que Grissom, Chaffee e White fossem “acidentalmente” queimados na  Apollo I em janeiro de 1967. Veja  Apollo Astronaut Was Murdered (Link acrescentado por Hard Truth)

O General Phillips, superior de Frank Borman, fez uma investigação que foi subtraída do público sendo considerada “classificada”. Porque classificada? O que eles estavam escondendo? Oito astronautas mortos em acidentes em 1967. Dá para se perguntar se outros astronautas “foram com o programa”? Para mais detalhes veja *NASA Mooned America!* de R. Renè. (R. Renè, 31 Burgess Place, Passaic, NJ 07055.)

O que Kennedy não sabia quando aconteceu a crise dos mísseis cubanos é que a Rússia estava muito perto de alcançar um sistema totalmente novo de armas. Khruschev perdeu muito prestígio com os seus compatriotas, temporariamente. Para reconquistar o prestígio com seus líderes, em 10 de abril de 1963 ele testou seu novo sistema de armas destruindo o submarino nuclear americano *U.S.S. Thresher*. Essa é uma outra história para uma outra oportunidade.

O que todos os muitos livros sobre a Crise dos Mísseis Cubanos não lhe dizem, contudo, foi para onde Khruschev moveu esses  mísseis. Naquele tempo a aliança secreta Rockefeller/Soviéticos  estava indo de vento em popa, planos conjuntos de longo alcance para uma guerra nuclear controlada estavam se movendo juntamente. Ambos os lados olhavam para frente para uma eventual encruzilhada que ainda estava no futuro naquele tempo. O deliberado fortalecimento da Rússia ás custas dos EUA era parte do plano conjunto para a Conquista e Dominação Mundial.

A Crise dos Mísseis Cubanos de 1962 atirou uma temporária chave inglesa no programa quando o Presidente Kennedy interveio pessoalmente e parou o armamento nuclear de Cuba; ao fazer isso, e outras “indiscrições”, ele perdeu a vida em Dallas pouco mais de um ano depois. Para informação adicional sobre os planos secretos de Kennedy leia *Final Judgment* de Michael Collins Piper, disponível no jornal *Spotlight* 300 Independence Ave. SE, Washington, D.C. 20003.

PARTE 18:

GUIANA

O sucessor de Kennedy, Lyndon Johnson, deixou certeza que ele seguiria o roteiro mais cuidadosamente. No despertar da crise cubana os russos precisavam de uma nova base na área caribenha para propósitos estratégicos até que a situação ”esfriasse” em Cuba. Para acomodar a Rússia foi selecionada para esse propósito a Guiana. David Rockefeller para cumprir esse propósito escolheu um marxista chamado Forbes Burnham para se tornar Primeiro Ministro. Em troca, o Banco Chase Manhattan se tornou o agente fiscal para a Guiana e como fator chave de tudo isso deu a Rockefeller aceso ao ouro produzido na Guiana. O então Presidente Lyndon Johnson em 1965 entregou a base aérea americana à Guiana.

O direito da América manter o controle da base por mais várias décadas foi simplesmente jogado fora sem que qualquer desculpa fosse oferecida. Atkinson Field, foi então renomeada Campo Aéreo Temehri, e está ao sul de Georgetown, a cidade capital da Guiana. Esse é o campo aéreo para o qual foram levados os corpos de americanos para os helicópteros americanos os levarem para a América depois do desastre de Jonestown.

Quando Johnson entregou o Campo Aéreo Temehri à Guiana marxista ele de fato estava dando a Rússia um grande presente. O Campo Aéreo  Temehri é o maior de toda América Latina, maior até mesmo que o maior aeroporto de New York, p Aeroporto John Kennedy e sua localização o torna ideal para transportar tropa e suprimentos cubanos para a África.

Como resultado a ação de Johnson em benefício dos Rockefellers roubou dos EUA uma importante conexão logística com a África ao mesmo tempo em que abria as portas para as tropas cubanas. Nossos problemas posteriores com as tropas cubanas em Angola e em toda África foram parcialmente o resultado. 

Por um número de anos a atividade militar russa na Guiana esteve pesadamente concentrada nas vizinhanças do Campo Aéreo Temehri. Em 1974, os russos colocaram mísseis em locais que cercavam o campo aéreo. Então os mísseis foram retirados desses locais e levados para um separado complexo de mísseis a oeste de Geogetown, pelos seguintes dois anos. Neste novo complexo os mísseis foram colocados operacionais em locais espalhados por uma área de aproximadamente 30 milhas de diâmetro. No centro aproximado estava uma instalação de Comando e Controle comandada por pessoal russo. A trama começava a se espessar.

Depois que foi completada a relocação da base de mísseis o complexo de mísseis estava centralizado a um ponto a aproximadamente 70 milhas a noroeste do campo aéreo Temehri. Não foi acidente que o assentamento do “Templo do Povo” estivesse tão próximo da base de mísseis.

Ao tempo em que foi criado o Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) durante a segunda guerra mundial, Nelson Rockefeller já tinha uma forte presença na América Latina com sua própria agência chamada de Coordenação de Assuntos Inter-americanos. Lembro-me de uma história contada por um amigo que, como um jovem alemão na América do Sul, foi preso por ser alemão e enviado a um campo de concentração no Texas durante toda a duração da segunda guerra mundial. Mais tarde eu voltou frequentemente á América Latina. Ele me falou do tempo em que viveu perto da fronteira da Colombia e Venezuela e admirava os enormes e maravilhosos campos de flores de propriedade de Rockefeller. Vocês sabiam que Rockefeller amava flores e estava no negócio de flores? Que tipo de flores, você pergunta? Papoulas!

ORIGENS DO TEMPLO DO POVO

As origens do Templo do Povo na década de 1950 nada tinham a ver com as intrigas do governo. Não foi senão por volta de 1970 que certos elementos da comunidade de Inteligência dos EUA começaram a infiltrar e subverter o Templo do Povo. Os irmãos Rockefeller sempre haviam tido uma prática padrão de apoiar não apenas a facção no poder mas também espiões e oponentes daquela facção – e quem não deseja um pouco de custeio gratuito e dinheiro de apoio? Desse modo eles sempre estão em uma posição, ao menos teoricamente de cortar qualquer um que tente se livrar de seu controle.

No caso da Guiana os Rockefeller queriam ter um tal instrumento na Guiana como um xeque-mate sobre Forbes Burnham, o Primeiro Ministro, que eles haviam colocado no poder com o uso do dinheiro deles. Certos elementos dentro da comunidade de Inteligência dos EUA sob coordenação geral da CIA receberam a tarefa de encontrar meios de cumprir isso. No curso de avaliar várias opções foi concluído que o Templo do Povo se provaria ideal. O perfil psicológico do líder, Jim Jones, indicava que ele podia ser convertido em uma poderosa ferramenta para os Governantes Invisíveis. Ao contrário dos relatos na maior mídia controlada, Jim Jones era judeu de nascimento e ele já exibia tendências para uma organização em assentamentos que podia ser canalizada para direções úteis. Isso deveria Sr alcançado através de uma combinação de fatores conscientes e inconscientes. 

A nível consciente, dinheiro e um poderoso apoio político seriam canalizados na direção dele; a nível inconsciente a técnica de programação psicológica seria empregada. Gradualmente Jim Jones perderia o controle de sua própria personalidade e se tornaria o que os nossos Governantes Invisíveis queriam que ele fosse. O processo inevitavelmente criaria tremendos conflitos internos  e tornariam Jim Jones um homem perturbado e perigoso.

MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO

Por 1973, as mudanças no comportamento de Jones começaram a Sr percebidas por seus amigos e seguidores. Sua conversão em um agente semi-consciente da morte e da intriga estava a caminho. No mesmo ano gigantescos fundos do Templo do Povo foram utilizados na criação de um assentamento agrícola em  Jonestown, Guiana, embora poucas pessoas estivessem lá naquele tempo. 

A Guiana era um Estado de rígida política marxista e ninguém poderia ter iniciado um empreendimento como uma comuna sem a aprovação de Forbes Burnham; mas os agentes de David Rockefeller se asseguraram que Burnham recebesse todas as garantias que ele precisava para que o assentamento de Jones se adequasse lindamente ao ambiente marxista da Guiana.

Ao mesmo tempo, Forbes Burnham tinha começado uma encruzilhada com David Rockefeller, exatamente como este havia temido. Ele agora estava jogando a bola politicamente mas estava escondendo a maior parte da produção de ouro da Guiana nas cavernas nas montanhas. David Rockefeller descobriu isso mais tarde, mas por enquanto um problema muito maior estava se desenvolvendo de uma encruzilhada com a Rússia e então deixaram Burnham intocável para abrir caminho para coisas maiores.

Pelo verão de 1974 os irmãos Rockefeller ainda estavam de amores com o Kremlin e já havia sinais pavorosos que algo estava acontecendo na Rússia que eles não entendiam; mas eles simplesmente não podiam imaginar que seus velhos aliados do Kremlin, os bolchevistas, estavam sendo derrubados.

Os avisos públicos sobre os mísseis da Guiana foram negados ou ignorados. A guerra nuclear planejada e programada estava sendo esquematizada para o final da década de 1970 e eles não queriam que o plano fosse estragado por uma consciência púbica; mas dois anos depois e encruzilhada militar russa da América começava com a Crise dos Mísseis Submersos de 1976, uma outra história para uma outra vez.

MAIOR ALVO

A base de mísseis na Guiana era um dos maiores alvos do planejamento revisado. Quando o planejamento começou mais de dois anos antes, a Batalha Espacial Pela Colheita da Lua ainda estava no futuro. Parecia quase inconcebível que a América pudesse perder sua secreta base da armas de raio que logo estaria operacional na Lua; e tão longe eles tivessem dependendo dessa base lunar, nossos Governantes Invisíveis pensavam que não podiam perder. Mas sob a ótica da encruzilhada ds mísseis submersos eles queriam Sr capazes de arrancar tantos dentes russos quanto fosse possível. Desse modo a destruição da Rússia estaria até mesmo mais completa do que o planejado originalmente.

Foi dado aos planejadores da Operação Guiana um problema difícil de ser solucionado. O objetivo era dizimar a base  russa de mísseis na Guiana e remover a ameaça que ela oferecia ao Canal de Panamá e cidades da América do Sul Mas essa era uma operação de pré guerra que deveria ser realizada  encobertamente e com  total surpresa porque nem os EUA nem a Rússia poderiam suportar ter conhecido sequer que tal base existisse. A surpresa tinha que ser completa porque até mesmo o menor aviso para a base poderia ser defendido pelas tropas cubanas.

Cnhecendo essas necessidades fio concluído que um raid no estilo comando seria necessário, alguma coisa como o raid israelense no Aeroporto de Entebbe, em Uganda em julho de 1976. Um outro tipo de ataque exigiria que fosse feito o que o Presidente Kennedy fez em 1962, isso é, dizer ao povo americano o que estava em andamento e pedir apoio. A todos os custos, a única coisa que os nossos Governantes Invisíveis estavam determinados a  não fazer era nos contar alguma  coisa.  O problema então cresceu – como realizar um ataque conjunto das forças dentro da Guiana em uma força grande e rápida o bastante para que o serviço fosse realizado sem trair sua mão. Dizimar uma base como aquela da Guiana não era uma tarefa pequena. Foi então concluído que uma desculpa de certo modo súbita, maciça e compelente seria necessária para possibilitar que a junta militar secreta entrasse na Guiana temporariamente. A desculpa, seja ela qual fosse, tinha que ser visível para atar as mãos da Rússia de modo que não lhe fosse possível retaliar na Guiana sem abrir mão do que ela estava fazendo lá; a desculpa teria que parecer ser de natureza não militar ainda que necessitasse de especialização militar.

Sobretudo alguma provisão teria que ser feita para que todas as baixas ocorridas no ataque à base de mísseis pudessem ser removidas da Guiana depois do raid; para que a presença deles na Guiana pudesse ser feita com base em um incidente internacional contado em algumas diferentes histórias não relacionadas á secreta base de mísseis.

Por exemplo, o governo da Guiana, seguindo os ditames da Rússia, poderia TR publicamente apresentado os corpos das forças militares com juntas mortas no ataque e dizer que eles foram mortos em uma tentativa de golpe de Estado contra Forbes Burnham. Essa era uma ordem grande, mas o assentamento de Jonestown provou ser a resposta. Tudo o que era necessário fazer era arranjar que muitas centenas de cidadãos americanos subitamente ”morressem” na Guiana e sob condições que imediatamente garantissem uma extensa publicidade.  

A pura enormidade da tragédia exigiria envolvimento militar e a localização de Jonestown era apropriada. Os helicópteros voando entre o Campo Aéreo de Temehri Airfield e Jonestown naturalmente voariam sobre o complexo de mísseis – cujos detalhes eram conhecidos a despeito da especializada camuflagem. Isso significava que as forças armadas espaciais poderiam ser colocadas próximas ao perímetro da base de mísseis e mais tarde recuperadas, juntamente com suas baixas, com relativa facilidade.

E enquanto os repórteres na base aérea de Temehri assistiam  os helicópetros partindo a noroeste e voltando na mesma direção eles eram levados a presumir que tudo estava acontecendo indo e v indo de Jonestown a algumas 150 milhas dali. Eles não tinham meios de saber que muitos vôos eram para e vindos da base dos mísseis russos que ficam na mesma direção mas apenas na metade do caminho.

NO INÍCIO DO ESQUEMA

Quando foi decidido usar mortes em massa em Jonestown como cobertura ao ataque da base de mísseis, Jonestown estava funcionando apenas como um posto avançado do Templo do Povo. Não havia bastante pessoas lá para fornecer um maior incidente  que servisse ao propósito e então, por meios diretos e indiretos, Jim Jones foi persuadido a ele próprio ir para o assentamento na Guiana levando com ele o máximo possível de seu rebanho de fiéis.

Isso mostrou ser aproximadamente 25 a 30% dos fiéis, o grupo que automaticamente se identificava como o grupo mais altamente dependente pessoalmente de Jones. Eles também eram os mais suscetíveis ás influências combinadas de exaustão, intimidação e isolamento de auxílio externo – em outras palavras, aqueles que mais facilmente sofriam a lavagem cerebral.

Desde os primeiros dias da Guerra da Coréia tem sido bem conhecido conclusivamente que as técnicas de lavagem cerebral podem fazer com que muitas pessoas façam todos os tipos de coisas. Até mesmo os mais endurecidos GIs na Coréia foram vítimas de lavagem cerebral em surpreendentes números porque eles não sabiam contra o que eles estavam. As vítimas de Jonestown eram qualquer coisa, menos soldados endurecidos.

Em agosto de 1977, Jim Jones foi para a Guiana com seu grande rebanho sacrificial. No mesmo mês, o Embaixador da ONU Andrew Young enviou uma mensagem ao Primeiro Ministro Forbes Burnham da Guiana. Ele disse que sob certas condições os EUA e o Banco Mundial poderiam aumentar a ajuda á Guiana. Isso é elevou o bolso de Burnham a dez vezes mais do que os níveis anteriores. E então o desastre chave de Jonestown  foi colocado em movimento pouco antes da Batalha Pela Colheita da Lua.

POBRE LEO RYAN

Para desencadear a inteira tragédia em uma chama de publicidade, o interesse do falecido congressista Leo J. Ryan foi desenvolvido e programado.

Em uma mostra de coragem que hoje é praticamente desconhecida no Congresso dos EUA, Ryan foi a Guiana sabendo que poderia ser perigoso. Mas ele com certeza não sabia que fora atraído para fazer uma viagem cuja consequência trágica  já havia sido planejada.  

O Congressista Ryan e aqueles que com ele morreram no Aeroporto de Port Kaituma foram baixas da guerra secreta que estava levando a uma guerra nuclear. Assim também o foram centenas de civis americanos que morreram nbo chamado “suicídio em massa” em Jonestown, Guiana.

Quando se aproximava o tempo do Congressista Ryan fazer sua viagem antecipada à Guiana, outras atividades foram colocadas em movimento nas áreas diplomática e militar. Era essencial que a atenção da Rússia fosse desviada da Guiana até que fosse tarde demais para tomar uma ação que protegesse a base na Guiana. Com toda certeza o premio da Rússia no Hemisfério Ocidental é Cuba; então nos dias finais antes da Batalha na Guiana no dia de Ação de Graças de 1978 a anunciada crise do MIG-23 foi usada para desviar a atenção russa para Cuba. Somente tarde demais o Kremlin descobriu que o alvo real Ra a Guiana, não Cuba.

PARTE 19:

A BATALHA DO DIA DAS GRAÇAS DE 1978

Auxiliares próximos do falecido Congressista Leo Ryan tem publicamente relatado que sua malfadada decisão de ir à Guiana foi desencadeada por um relatório do Departamento do Estado enviado a ele que ele achou insatisfatório. Essa reação de Ryan tinha sido corretamente prevista e, de fato, deliberadamente encorajada. Com as eleições chegando, o Congressista Ryan decidiu programar a viagem para depois da eleição durante o recesso do Congresso. Essa era uma decisão muito natural e já havia sido antecipada pelos planejadores por trás das cenas. Nenhum político perderia a oportunidade de fazer campanha até o dia da eleição. Quando se aproximava o tempo para sua viagem, surgiu o falso assunto da crise cubana dos MIG-23s. A Administração Carter já havia sabido a quase um ano antes que os russos enviariam MIG-23s para Cuba e decidiu usar isso como pretexto para uma falsa crise. O MIG-23 pode carregar certos tipos de armas nucleares como estava sendo afirmado, mas até mesmo o papel delas é como uma arma tática para apoio no solo ou forças navais.

O MIG-23 por si só não ameaçava a América do mesmo modo que em 1962 os mísseis cubanos o fizeram. Então, quando os EUA começaram a protestar contra os MIG-23 estava muito óbvio para o Kremlin que esse era um esforço delibrado para estimular uma tensão pública sobre Cuba.

As perguntas eram: Exatamente o que os EUA pretendiam? Seria a Administração Carter tão louca a ponto de invadir Cuba? Esse tipo de coisa soava tão irracional mas os Governantes Invisíveis estavam se comportando cada vez mais irracionalmente. Também isso era deliberado e pretendia manter os jogadores de xadrez do Kremlin fora de equilíbrio, mas também parcialmente era um resultado do grau crescente de controle sobre a América por estes esquizofrênicos satânicos, bolchevistas.

Afinal Cuba era muito importante para a Rússia e a Rússia olhava para frente do domínio mundial depois da guerra nuclear um; por isso Cuba era a cabeça de lança litorânea da Rússia no Hemisfério Ocidental. Até mesmo mais urgentemente, Cuba era admitidamente um lar para a Frota Submarina russa no Caribe e essa frota havia repetidamente se movido para posições de ataque no Golfo do México durante os dois anos anteriores e mais durante os períodos de tensão.

Como se não bastasse, havia concentrações de armas nucleares em ao menos quatro localizações terrestres em Cuba. Uma ficava próxima a costa norte a mais ou menos 10 milhas do litoral a sudeste de Cardenas. Esta localização fica a 150 milhas ao sul de Cape Sable, Flórida. Um segundo lugar ficava a aproximadamente 150 milhas a leste-sudeste daquele anterior a a 10 milhas do litoral da costa norte. A 125 milhas distante estava a terceira concentração a 15 milhas nordeste de Marti, bem interna. Um quarto local nuclear estava próximo da ponta leste de Cuba, a 18 milhas norte-noroeste da base naval dos EUA na Baia de Guantanamo.

Com tudo isso em jogo a publicidade americana quanto aos MIG-23s causava preocupação ao Kremlin. No início de novembro a tensão aumentou quando os EUA começaram a enviar vôos de reconhecimento dos SR-71 sobre Cuba – sombras dos episódios de 1962 e dos U-2.

Em resposta, em 6 de novembro começaram a aparecer maciças concentrações da frota naval russa vindas do Atlântico, Pacífico e Caribe ao longo das costas leste e oeste e do golfo da América. Eles não estavam em formação de ataque mas seus grandes números sinalizavam um aviso claro a Washington. Naquele momento eles ainda estavam em posição, muitos com armamento nêutron.

Então durante a semana que imediatamente precedeu as tragédias na Guiana a pseudo crise dos MIG-23 alcançou seu clímax. Começando na terça-feira, 14 de novembro, uma enorme força tarefa naval combinada [americana e britânica] começou a se dirigir em direção de Cuba. Pelo meio da semana as forças cubanas de defesa estavam em alerta máximo  e na quinta-feira, 16 de novembro, um grupo de 12 senadores americanos em Moscou – supostamente para discutir as conversações SALT – se encontraram com o Kosygin da Rússia. 

Lá eles pressionaram o alegado assunto da discussão sobre os MIG-23 cubanos, chamando a isso “um falso assunto”. Como um anterior piloto de teste e o primeiro astronauta americano em órbita o Senador John Glenn sabia sobre o que estava falando, mas a raiva do Kosygin sobre outros comentários sobre os MIGs provou que a comunidade de inteligência americana quanto a falsa ação em relação a Cuba estava funcionando. No dia seguinte, 17 de novembro, a Rússia admitiu publicamente que estava enviando os aviões à Cuba chamando-os de armas estritamente defensivas. 

No mesmo dia um editorial no *Washington Post* tipificou o crescendo da atenção da mídia aos MIG-23s cubanos. Ele era intitulado ”Uma Nova Crise de Mísseis Cubanos?” Naquele mesmo dia, sábado, 18 de novembro, o Congressista Leo Ryan três jornalistas e uma mulher que buscava escapar de Jonestown foram assassinados no aeroporto de Port Kaituma. Ao menos uma dúzia de outras pessoas ficou ferida mas não foi feito qualquer esforço de destruir o avião que estava cheio de fugitivos aterrorizados de Jonestown. Ao invés, muitas testemunhas foram deixadas vivas e um avião menor conseguiu decolar exatamente depois do massacre no aeroporto e relatou o ataque na capital, Georgetown.

Imediatamente a atenção mundial foi concentrada na Guiana enquanto o assassinato em massa em Jonestwn – chamado de suicídio – estava a caminho.

A esse ponto, a elaborada falsa ação em relação a Cuba não era mais necessária e então o Pentágono anunciou que estava realizando exercícios de rotina que não se aproximariam mais do que 50 milhas de Cuba. As forças cubanas de defesa relaxaram, mas a ação real estava apenas começando na Guiana. As execuções metódicas do Congressista Leo Ryan e três jornalistas proeminentes haviam garantido que Jonestown muito breve estaria nos olhos perplexos do público. Tendo garantido a publicidade, Jim Jones então ordenou a execução em massa no assentamento de Jonestown. 

DETALHES DO MASSACRE

Os detalhes completos do desastre de Jonestown podem nunca ser conhecidos publicamente. Contudo é certo que muitos poucos dos que morreram, se é que houve algum, voluntariamente tiraram suas próprias vidas. Alguns foram enganados e não entenderam que os rituais de morte eram reais. Muitos mais resistiram, mas estavam tão fracos, sem esperança e confrontados pelos esquadrões da morte. Então por vários meios centenas de pessoas foram envenenadas com cianeto de potássio, muitas delas possivelmente por meio de injeção. Muitos mais fugiram para a selva onde os Boinas Verdes americanos e as forças especiais britânica SAS os rastrearam matando-os a tiros no templo.

Finalmente, quando o assassinato em massa estava completo, os executores realizaram sua tarefa final de arrumar a horrível cena de morte. Para alcançar a surpresa necessária para o ataque á base russa de mísseis era criticamente importante que os primeiros relatos de Jonestown descrevessem a cena como suicídio em massa. Somente desse modo sua real importância militar poderia ser oculta por tempo suficientemente longo para enganar os russos. 

Assim, todos os corpos livres de ferimentos a tiro foram cuidadosamente arrumados em fileiras certas e outros agrupamentos sugerindo a primeira vista que todo mundo havia morrido voluntária e deliberadamente. Esta foi a cena que recebeu as tropas guianesas mais tarde no dia seguinte, domingo, 19 de novembro. Isso foi mais de 24 horas depois das vítimas do assentamento morrerem e seus executores, inclusive o verdadeiro Jim Jones, estivessem a muito tempo ido embora. Jim Jones não morreu em Jonestown.

CONTADORES COM MEDO DE DOENÇA

As tropas guianesas estavam com medo de uma possível doença mas contaram os corpos tão acuradamente quanto possível sem manuseio ou mover os corpos. O total que eles relataram na noite de domingo foi de 409 corpos. A impressão inicial de suicídio em massa foi dominante sobre a maior mídia controlada americana. Sem esperar uma investigação a mídia explodiu com a imagem do suicídio em Jonestown como se já fosse um fato comprovado. Depois de poucos dias algumas pessoas começaram a fazer perguntas mas então a imagem inicial do suicido tinha servido ao seu propósito de abrir as portas da Guiana aos EUA.

Por exemplo, na terça-feira 21 de novembro, o filho sobrevivente de Jim Jones, Steven, disse em Georgetown durante uma entrevista: “Não há meio disso poder ter sido um suicídio em massa”. E no mesmo dia, segundo o *Washington Star,* uma fonte guianesa ressaltou uma séria discrepância médica na cena de morte no assentamento em Jonestown. Ele disse: Se você morre por envenenamento com cianeto, que parece ter sido o veneno, seu corpo entra em espasmos e contorções de agonia, mas em Jonestown todo mundo parecia relaxado.”

A razão para essa discrepância foi que ao tempo em que as tropas guianesas chegaram,, todos os corpos já haviam sido rearranjados. Em sua maior parte eles estavam com o rosto para baixo. Isso foi assim para que as fotos amplamente divulgadas não arruinassem a desejada expressão de calma e não permitir que vissem a expressão final de agonia das vítimas.

O PESADELO CONTINUOU

Para continuar a charada de pesadelo criada para enganar os russos os EUA inicialmente haviam publicamente exigido que a Guiana coletasse e enterrasse centenas de corpos. Como combinado, a Guiana respondeu que esse era um problema da América e que os EUA deveriam levar os corpos para os Estados Unidos – exatamente como planejado. Para facilitar essa tarefa enorme e hedionda a Guiana concordou em suspender a usual lei guianesa que exige que qualquer corpo seja autopsiado antes de sua remoção do país. Os EUA com este acordo obtiveram carta branca para o acesso militar à Guiana que era necessário.

A inteligência russa entendeu o que estava em andamento pela manhã de segunda-feira, 20 de novembro, mas já era tarde demais para deter isso. A Rússia dificilmente poderia anunciar ao mundo que “Temos uma base de mísseis nucleares secreta na Guiana e os EUA estão prontos para destruí-la”. Isso colocaria a opinião mundial a favor da América e embora rapidamente as cosmosferas convergissem para a Guiana, elas também eram inúteis nascondições encobertas da batalha lá.

Suas armas de carregados raios de partícula poderiam em curto tempo dizimarem s forças conjuntas no estilo comando mas também dizimariam a própria base. Os mísseis na Guiana tinham se tornado apenas um menor fator no poder militar da Rússia desde a Batalha Pela Colheita da Lua do ano anterior. Eles não RAM valiosos o suficiente para a Rússia declarar uma guerra aberta por eles. E então sob essas condições a Rússia estava sem poder para agir uma vez que a tragédia de Jonestown fora encenada.

Como se aproximava o Dia de Ação de Graças, enormes transportes americanos, helicópteros, tropas e equipes médicas inundavam a Guiana. Em um canto remoto do enorme campo aéreo Temehri foi estabelecido um posto de comando para as operações gêmeas de Jonestown e da base de mísseis russos.

Enquanto algumas tropas começavam a nauseante tarefa de limpar o assentamento de Jonestown outras forças conjuntas de ataque estavam tomando posições ao redor da base russa nas preparações para o raid surpresa. Enquanto isso, dia a dia a contagem de mortos em Jonestown permanecia em 409.

Então no próprio Dia de Ação de Graças a batalha da Guiana aconteceu. Forças militares experientes na selva e em ataques surpresa entraram no complexo russo simultaneamente atacando todos os locais dispersos. Como no raid em Entebbe a própria batalha não durou muito tempo. Ela tinha que ser rapidamente bem sucedida.

Primeiramente as pequenas equipes no sítio perto de cada míssil foram dominadas e mortas. Os mísseis rapidamente foram desabilitados. A seguir as forças militares convergiram para o Centro de Comando e Controle dos mísseis onde aconteceu uma batalha sangrenta. Quando a fumaça clareou cada pessoa da base de míssil havia sido morta, inclusive os comandantes russos.

Quando a batalha havia terminado, os helicópteros americanos de Temehri pousaram no arruinado complexo de mísseis e trouxeram os feridos. Os atacantes ainda tinham duas tarefas a cumprir antes de deixarem a base. Primeiramente eles tinham ordens estritas de não deixar nenhum corpo das forças atacantes no solo guianês e então a área inteira foi cuidadosamente examinada  até que o último membro da força atacante houvesse sido contabilizado. Seus corpos, como aqueles das vítimas de Jonestown, foram colocados em sacos lacrados como aqueles utilizados durante a guerra do Vietnã e recolhidos em clareiras onde helicópteros pudessem pousar para pega-los.

Finalmente a forças combinadas tinham ordens de remover as ogivas nucleares dos mísseis e levarem-nas para Georgetown para que seguissem para os EUA. Os membros especialmente treinados das forças de ataque começaram imediatamente essa tarefa  depois dos ataques iniciais ás equipes de mísseis.

Na sexta-feira, 24 de novembro todas as ogivas tinham sido removidas e elas também foram colocadas nos sacos lacrados para corpos, uma em cada saco, com alguma folhagem da selva para dar ao saco uma aparência razoável.

Com certeza nada desta guerra foi aparente aos reportes que estavam em Temehri  cujo acesso ao posto de comando americano foi cuidadosamente controlado. Quando os membros feridos das forças atacantes foram levados de volta ao campo aéreo depois da Batalha da Guiana, no entardecer do Dia de Ação de Graças, eles foram mantidos fora das vistas dos repórteres. Quando os reporteres ocasionalmente viam sacos de corpos sendo movidos de lugar a lugar muito naturalmente presumiam que todos eles continham as vítimas de Jonestown. Não havia meios de saber que alguns continham corpos de comandos e outros as ogivas. A contínua carga da morte do assentamento de Jonestown foi o perfeito acorbertamento da Batalha da Guiana.

PARA ONDE ELES LEVARIAM TODOS ESTES CORPOS?

Muitos repórteres ficaram totalmente perplexos com a escolha da base da força aérea de Dover, Delaware para o pouso vindo da Guiana. A maioria das vítimas de Jonestown era da Califórnia e lá havia um necrotério similar ao da instalação de Dover na base aera de Oakland na Califórnia. Dover foi escolhida para facilitar a transferência das ogivas russas para o vizinho Campo de Provas de Aberdeen e Arsenal. Isso foi feito por meio de vôos rasos de Dover para a base da força aérea de Phillips.

Originalmente a contagem guianesa de 409 havia sido aceita pelos funcionários americanos na Guiana. Isso havia levantado perguntas sobre onde estariam o restante de mais ou menos mil residentes relatados em Jonestown. Finalmente, no Dia de Ação de Graças com a operação de remoção dos corpos sendo realizada, um porta-voz militar disse aos repórteres: “A avaliação que fizemos é simplesmente não havia tantas pessoas em Jonestown ao tempo do suicídio.” Mas enquanto ele falava a Batalha da Guiana estava se realizando na base russa. Pelo meio do dia de Ação de Graças 485 sacos de corpos já haviam chegado a  Temehri. Os “corpos” das ogivas estavam destinados a elevar o total muito além dos 409 corpos originalmente contados pelos guianeses no assentamento. Isso era um engano ruim, o tipo de coisa que acontece no calor da batalha. Algo tinha que ser feito rapidamente.

Então na sexta-feira depois da Ação de Graças um porta-voz do Pentágono nervoso e sem ar em Temehri fez um anuncio surpreendente à TV CBS: “A contagem inicial de pessoas encontradas mortas em Jonestown estava seriamente errada. Agora parece que haja 780 corpos encontrados no local. Eles simplesmente estavam ocultos sob outros corpos. Havia adultos maiores que estavam agrupados juntos de corpos menores de adultos e crianças”. Uma coisa mais do que curiosa em um suicídio em massa, eu diria.

Fustigado pelos repórteres incrédulos o governo mais tarde “embelezou” a história. O *Washington Star* citou o mesmo porta-voz como dizendo na noite de sexta-feira: “Perto do centro da pilha de corpos, quase na sala de reunião, havia três profundidades em algumas áreas. Eles estavam em camadas  com cobertores entre eles.” Não foi interessante que todas essas pessoas caíssem de forma bem orquestrada em fileiras perfeitas? 

A história era tão inacreditável que dentro de dois dias o governo americano desmentiu sua própria história sobre os cobertores como um ”boato”.  Ainda que a história básica de corpos sobre outros corpos tivesse que ser mantida, no sábado, 25 de novembro, um outro porta-voz da força aérea tentou fazer com isso soasse plausível com as seguintes palavras: “Do que observei, as pessoas quando cometeram suicídio se alinharam em pequenos círculos, as crianças na frente delas e quando elas morreram caíram na direção do interior do círculo”.

Mesmo embora a historia cada vez se tornasse mais curiosa quase todo mundo aceitou a isca, linha, anzol e o peixe!

O acobertamento da Guiana foi mundial em suas dimensões – e tinha que ser. Na Guiana o Vice Primeiro Ministro Reid fez seu primeiro pronunciamento público ao povo da Guiana sobre Jonestown na tarde da sexta-feira, 24 de novembro, no parlamento. Então se recusou a responder perguntas  e se afastou aos gritos de “Vergonha, Verghonha” e “Acobertamento” dos membros do parlamento.

E nos EUA naquele dia o Diretor do FBI William Webster disse que: “O  esquadrão de desastre do FBI tinha positivamente identificado o corpo de James Warren Jones por meio dos registros de identificação de digitais.” Isso  era uma mentira porque naquele momento  Jim Jones estava fazendo sua pré planejada escapada da Guiana.

COMO JIM JONES ESCAPOU?

Os planos para a remoção de Jones tinham sido bem preparados antecipadamente. Um barco oceânico bem equipado de suprimentos e dinheiro estava esperando por ele perto da cidade ribeirinha de Bartica, 35 milhas a sudoeste de Georgetown. Para percorrer seu caminho de Jonestown a Bartica Jones tinha um passe de salvo conduto. Na manhã cedinho em que começava a Batalha da Guiana Jones se dirigiu corrente abaixo para Georgetown. Pouco depois do meio-dia seu barco deixou a boca do rio Essequibo para dentro do Oceano Atlântico. De lá ele seguiu um itinerário complicado para evitar que fosse seguido mas, a despeito de tudo, ele foi seguido. Da Guiana Jones se dirigiu a leste por 330 milhas e então virou ao sul chegando próximo a La Mere, Guiana Francesa por volta das cinco e meia da manhã, hora local. De lá viajou por terra para Caiena, a capital e tomou um avião para Freetown, Aeroporto de Serra Bisau, chegando lá em 28 de novembro.

Então, menos de duas hora depois  ele tomou um DC-3 e decolou. Sua rota o levou a leste para Tambacounda, (Senegal); de lá para Mali com paradas em Segou, Mopti e Gao; então para Agadez (Nigéria), e Largeau (Chad). De lá seu avião continuou para Atbaqra (Sudão), e então uma curta parada final em Port Sudan onde ele chegou a 30 de novembro.

Quando ele chegou a Port Sudan, Jones encontrou um Transporte Turboprop Executive esperando por ele que era de propriedade e operado pela inteligência israelense. Dentro de vinte minutos o avião decolou com Jones e se dirigiu para o meio do Mar Vermelho em direção ao Golfo de Aqaba. As seis meia da manhã de 30 de novembro [sempre hora local] o avião de Jones pousou brevemente em Elath, a porta dos fundos de Israel; então em um aeroporto particular fora de Jerusalém ele se dirigiu para uma localização vizinha para uma instrução de inteligência. 

Tenho a informação que Jones esteve em Israel por sete ou oito anos e então foi morto por seus “protetores” por ser perigoso demais tê-lo por perto. Contudo tenho outra informação que conflita com essa e assim não sei seu estado atual. Tenho ouvido pregadores dando sermões falando de Jim Jones e Jonestown. Realmente eles estão se guiando pelo vento e não têm noção da verdade e estão simplesmente reforçando a lavagem cerebral que receberam.

PARTE 20:

TENENTE CORONEL JAMES “BO” GRITZ E JONESTOWN

O oficial a cargo de todas as Forças Especiais americanas para a América Latina ao tempo do holocausto de Jonestown era o Tem. Cel. James “Bo” Gritz. Gritz foi o soldado original que serviu de modelo para o personagem “Rambo” do cinema.. Gritz fi o soldado mais condecorado da Guerra do Vietnã. O massacre da Guiana foi realizado pelos homens de Bo Gritz (junto com as tropas britânicas SAS). A revista *Flatland* (#10), em uma entrevista com Gritz, perguntou a ele:

Pergunta: Você treinou as Forças Especiais que foram a Jonestown? Qual foi a natureza precisa da operação?

“Não sei precisamente porque essa foi uma operação compartimentalizada. A única coisa que tenho por certo é que o Sargento que citei saindo de Jonestown estava insistente porque estava enojado ao escrever este livro. Ele estava, sem compromisso, indo dar ao livro o nome “Todos os Negros Estão Mortos” e perguntei a ele porque queria usar um título tão ofensivo. Não faz diferença qual é a sua cor, seu credo ou o seu sexo – ele disse -, quando você é tratado da maneira que eles foram. Você é um negro, nada mais. Penso que aqueles soldados viram coisas que os afetaram e os deixaram muito zangados.  Tenho visto outras coisas como em combate onde tem havido abusos. Escrevi sobre isso citando um deles em meu livro quando um Capitão torturou severamente um jovem e um jovem Sargento   colocou uma suástica e disse, “Se vou agir como um nazista é melhor que eu me pareça com um “. Penso que o mesmo tipo de impacto negativo ocorreu em Jonestown”.

Gritz tinha mais sobre Jonestown em sua autobiografia, *Called to Serve.* Talvez simplesmente você não possa acreditar no que estou lhe dizendo. Você acreditaria nisso se lhe fosse dito pelo oficial dos Boinas Verdes a cargo dos homens que cometeram a matança? Ele admite que a informação era compartimentalizada e não foi senão mais tarde que ele soube o que os seus homens de fato estavam fazendo. A seguinte informação está nas páginas 584-587 de seu livro:

A  verdadeira história do campo Jonestown na Guiana tem sido trazida a luz através de uma extensa investigação realizada por John Judge, de Filadélfia e Washington D.C, e outros pesquisadores dedicados e investigadores. A verdade, que foi completamente suprimida pela mídia americana, é que este era realmente um campo de trabalho-escravo dirigido por Jim Jones com a ajuda da CIA. A maior parte da informação seguinte é do sumário da investigação de John Judge suplementada pela informação de equipes das Forças Especiais que anteriormente eu havia treinado e comandado e que foram enviadas para “limpar os restos de Jonestown.’

“A maioria de pessoas pobres negras e hispânicas e ativistas sociais que se tornaram prisioneiras do campo foi levada para lá á força u coação, ou atraídas sob falsas desculpas. Lá eram realizados neles extensos experimentos de controle mental induzido por drogas. Até mesmo antes que eles se mudassem para a Guiana havia relatos de espancamentos, raptos, abuso sexual e mortes misteriosas que haviam vazado para a imprensa sobre o anterior Templo do Povo em Ukiah, Califórnia.

“Jim Jones tinha um passado muito interessante que foi menosprezado pela mídia. Durante o tempo em que seu amigo Dan Mitrione estava ensinando técnicas de tortura as brasileiros e argentinos, Jones também foi ao Brasil onde sua casa, transporte, alimentos eram fornecidos a ele pela Embaixada Americana e ele frequentemente viajava para Belo Horizonte, a sede da CIA no Brasil.

“Jones tinha sido contactado em Ukiah por missionários cristãos’ da World Vision (World Vision é uma operação de fachada da CIA), uma ordem evangélica que tem realizado trabalho de espionagem para a CIA no sudeste da Ásia. A maioria dos principais “tenentes” de Jones eram de base rica e educada com muitas conexões com as agências militares ou de inteligência. Essa eram as pessoas que estavam envolvidas em criarem e manterem contas bancárias, complexas transações legais e acordos financeiros que colocavam as pessoas sob o controle do Templo do Povo.

“Alguns dos “tenentes” de Jones’ eram: Dr. Lawrence Layton era Chefe da Pesquisa de Guerra Química e Biológica em Dugway , Utah por muitos anos e mais tarde trabalhou como Diretor do Desenvolvimento de Mísseis e Satélites na Divisão Propelente da Marinha em  Indian Head, Maryland. Sua esposa, Lisa, era filha de Hugo Phillips, que havia representado o enorme cartel nazista de manufatura, , I.G. Farben, como corretor. A filha deles, Debbie, conheceu e se casou com George Philip Blakey, cujos pais tinham muitas ações da Solve Drugs, uma divisão da I.G. Farben.

“Blakey era dito estar treinando mercenários em Jonestown que eram enviados para trabalhar com as forças UNITA sustentadas pela CIA em  Angola. O pai de Terri Buford, Almirante Charles T. Buford, trabalhava com a Inteligência Naval. O pai de Marie Katsaris’ era ministro da Igreja Ortodoxa Turca que parece ser um conduto para custeio da CIA e ela afirmava ter prova que ele era um agente da CIA. Os “sobreviventes oficiais” foram representados depois do seu retorno aos EUA  por Joseph Blatchford, um advogado que tinha sido citado em um escândalo anterior envolvendo a infiltração pela CIA dos Corpos de Paz.

“As pessoas que foram retiradas de San Francisco, Califórnia para começarem uma “nova vida” na Guiana foram colocadas em ônibus para a Flórida amarradas e amordaçadas. Na Guiana elas eram forçadas a trabalhar 16 horas ou mais diariamente e eram alimentadas com um mínimo de rações. Quando mais e mais rumores começaram a retornar aos EUA sobre drogas, espancamentos, tortura, humilhações sexuais e coação no sítio na Guiana o Congressista Leo Ryan decidiu ir á Guiana para ele próprio verificar a situação.

“Ryan já havia antes desafiado as operações da CIA no exterior, como membro do Comitê da Casa responsável por supervisionar a Inteligência. Ele foi co-autor da controversa Emenda Hughes-Ryan, que teria exigido prévia revelação de todas as operações encobertas planejadas pela CIA aos comitês do Congresso. Essa emenda seria derrotada pouco depois de sua morte.

“Com Ryan a caminho de Jonestown, o segredo que cercava o campo seria quebrado e medidas desesperadas seriam necessariamente que serem tomadas para impedir que a verdade escapasse, o que dizer os prisioneiros. Em uma fútil tentativa de testar seus métodos de condicionamento, os líderes de Jonestown aparentemente tentaram implementar um real suicídio, mas isso obviamente foi ignorado. As histórias oficiais primeiramente totalizaram as vítimas como 408; mais tarde eles revisaram para 913. Foi declarado que uns 505 corpos tinham estado encobertos pelos primeiros 408 que haviam caído diretamente em cima deles, confundindo aqueles que tinham estado contando pelas fotografias áreas – uma clara e ridícula tentativa de encobertamento.

“Contudo os primeiros relatos eram verdadeiros – 408 haviam morrido e 700 fugiram para a selva onde a tropas britânicas Black Watch e as forças especiais americanas estavam realizando “exercícios de treinamento”. Dos 700, 500 foram deliberadamente mortos a tiros na selva e foram acrescentados àqueles que supostamente cometeram suicídio bebendo cianeto.

“A verdade é que aproximadamente 400 prisioneiros foram forçados a morrer por injeção, segundo o Chefe médico examinador guianense, Dr.          Mootoo, que chegou em Jonestown dentro de hora após a ocorrência do massacre. Ele encontrou marcas de agulhas no ombro esquerdo de 80 a 90% das vítimas e outros haviam sido mortos a tiros ou estrangulados.

“Como Médico Examinador Chefe o testemunho do Dr. Mootoo perante o Grande Juri levou a conclusão que todas – menos três – pessoas que haviam morrido em Jonestown foram assassinada por “pessoas desconhecidas”. Várias fotografias mostravam ferimentos a bala nos corpos também. O porta-voz do exército americano, Ten. Cel. Schuler, disse á imprensa, ‘Autópsias não são necessárias. A causa da morte não é uma questão aqui.” Mais tarde, os médicos legistas que realizaram autópsias em Dover, Delaware, nunca souberam das descobertas do Dr. Mootoo.

“As tropas guianesas descobriram um grande estoque de drogas, suficientes para cdontrolar a inteira população de Georgetown, Guiana (pop. 200,000), por mais de um ano. Um baú continha 11.000 doses de Torazina, um perigoso tranqüilizante e outras drogas mais como pentotal sódico [soro da verdade], hidrato de cloral [um hipnótico], demerol, Thallium (penasmento confuso), haliopareael e Largatil (poderosos tranquilizantes) e muitos outros. Estava muito evidente que Jonestown era um campo de concentração dirigido com mãos de ferro, completo com experimentação médica e psiquiátrica.

“Ordens diretas para encobrir a causa da morte vieram dos altos níveis do governo americano. Zbigniew Brzezinski, conselheiro de segurança nacional do Presidente Carter, autorizou Robert Pastor a dar ordens ao Ten. Cel. Gordon Sumner a remover os braceletes médicos que eles haviam sido forçados a usar para identificação. Mais tarde Pastor serviu como Vice Diretor da CIA.

“Um dos sargentos das Forças Especiais designado para o massacre de Jonestown ficou tão ultrajado sobre o que havia testemunhado que decidiu escrever swobre os eventos em um livro. Embora o Ato de Sigilo proibisse que ele revelasse tudo o que havia acontecido, o Sargento das Forças Especiais Inman cuidadosamente ocultou toda a história dentro de seu título: “Todos os Negros Estão Mortos!”. Quanto lhe perguntei porque um título tão ofensivo para o livro ele respondeu: “Senhor, isso é o que eles eram. Brancos e pretos eram negros; isso é o que qualquer escravo é; isso é o que eles eram. Essa era a nossa mensagem final por rádio quando todo trabalho para o qual fomos designados fosse terminado.“ Poso dizer pela sua amargura que o governo não tinha medo que o livro viesse a ser impresso. Ele apenas precisava de alguém para exprimir sua raiva. 

“O Primeiro Ministro guianense Forbes Burnham chegou ao poder por meio de um golpe inspirado pela CIA contra o recalcitrante líder guianense Cheddi Jagan. Richard Dwyer, um agente da CIA que trabalhava como Vice Chefe da Missão na Embaixada Americana na Guiana fio demonstrado ter estado em cena durante o tempo do massacre e na pista do aeroporto onde falhou em ordenar que soldados guianenses, armados com metralhadoras, defendessem Ryan e sua equipe. 

“O Oficial Chefe Consular Richard McCoy, que era descrito como muito próximo de Jim Jones, trabalhou para a inteligência militar e estava “emprestado” ao Departamento de Defesa pelo tempo do massacre. Dan Webber, que foi enviado a Jonestown no dia seguinte, também era dito ser agente da CIA.

“O Embaixador americano John Burke, que havia servido na CIA desde 1963 e tinha trabalhado com Dwyer na Tailândia, segundo Philip Agee, tentou parar a investigação de Ryan. O Departamento de Estado escondeu todos os relatos de violações em Jonestown do Congressista Leo Ryan enquanto que a embaixada regularmente fornecia a Jones cópias de todos os inquéritos no Congresso sob o Ato de Liberdade de Informação.–

“Segundo relatos atuais, Jonestown tem sido “repopulada” com mais de 1.000 pessoas da etnia Hmong do Laos; pessoas que produziam ópio e serviram sob o General Vang Pao durante a nossa “guerra secreta” no Laos e no Cambodja. Segundo esses relatos, a World Vision também esteve tentando mudar a população da ilha de Dominica para Jonestown.

“Além do já mencionado campo de tortura, Colonia Dignidad, um outro é relatado estar localizado em Pisgua, Chile. Dentro da própria Guiana está uma outra “comunidade religiosa” chamada Hilltown, também operação sob disciplina férrea, com 8.000 negros da Guiana e dos EUA. Eles tiveram a permissão dos EUA de limpar o local de Jonestown de sapatos e armas, ambos dos quais estão com pouco suprimento na Guiana. Pode ser só uma questão de tempo para que Jonestown seja exposta. É triste saber que o que se iniciou como uma organizão para reunir informação tenha se tornado instrumento do dragão.”

PARTE 21:

NO INÍCIO…

Em março de 1919 na publicação da revista *Electrical Experimenter*, foram divulgados detalhes do sistema de comunicação subterrânea de Roger. Esse sistema mais tarde foi classificado como secreto e usado para se comunicar com submarinos durante a primeira guerra mundial. Ele envolvia usar freqüências através do solo e da água. Seus sinais eram 5.000 vezes mais fortes do que os sinais através do ar.

As patentes são confusas para a maioria dos engenheiros, mas para alguém que entenda, é óbvio que os transmissores estavam utilizando ondas escalares. Se você  quer saber se é possível para os cientistas divisarem esse tipo de tecnologia sobre a qual escrevemos nos artigos anteriores de ”Fogo Vindo do Céu”, você precisa estar ciente que essa tecnologia já existe a muito tempo. Realmente um tempo muito longo. 

Por exemplo, em 1977, Louis Kervran ganhou o Premio Nobel por mostrar que plantas e animais [seus principais experimentos foram com galinhas] usavam um tipo de tecnologia de onda escalar para transmutar elementos, por exemplo, tornando potássio em cálcio. Isso é impossível segundo as leis da Física atualmente ensinada nas escolas. A elite governante não quer que as pessoas comuns tenham esse tipo de conhecimento, que determinaria a perda de controle deles sobre elas. Assim as leis que eles ensinam estão ERRADAS. Enquanto os barões do petróleo sabotavam os esforços de Nikola Tesla em fornecer energia livre e barata para o mundo, os russos se interessaram pelo material e o desenvolveram.

Nikita Kruschev pediu aos seus físicos, especificamente a Pyorte (Peter) Kapitsa, para desenvolver um sistema de defesa total contra mísseis e aeronaves. Estudando Tesla e outros eles tiveram sucesso e em 1960 Kruschev anunciou o desenvolvimento de uma “fantástica” arma soviética que poderia destruir toda a vida no mundo. (“Kruschev Diz Soviéticos Cortarão Forças em um Terço”; veja ‘Fantastic Weapon’,” de Max Frankel, *New York Times,* 15 de janeiro de 1960, p. 1.) Contudo ela ainda não estava pronta e em 1962 Kruschev foi forçado a recuar durante a Crise dos Mísseis Cubanos. Isso fez com que ele perdesse muito prestígio com seu governo e povo.

U.S.S. THRESHER E OS U-2

Como as coisas não estavam indo bem com Kruschev, ele decidiu usar o sistema de armas antes que esse estivesse completamente operacional e em 10 de abril de 1963 ele com sucesso detectou e destruiu o submarino nuclear  *U.S.S. Thresher,* usando um obus escalar submerso. No dia seguinte, eles celebraram disparando uma explosão pulso que criou uma tremenda explosão submarina a aproximadamente 100 milha ao norte de Porto Rico, ao sul de pnde eles haviam afundado o *Thresher.*

O Ce. Tom Bearden descreveu o evento: “Ele deixou uma assinatura, o navio companheiro de superfície do submarino, o *U.S.S. Skylark,* estava na zona da interferência escalar submersa. Isso é, um espúrio barulho EM estava sendo gerado em todos os sistemas elétricos do  *Skylark*, alguns dos quais realmente foram desabilitados. Esse ”desarranjo eletrônico” foi tão intenso que exigiu mais de uma hora e meia para que o *Skylark* transmitisse uma mensagem de emergência para sua sede que o *Thresher* estava em sérios problemas e o contacto com ele havia sido perdido.

Alguns sistemas de comunicação do *Skylark* realmente falharam mas depois inexplicavelmente retornaram a operação, uma vez que havia acabado a interferência.  Esse tipo de “desarranjo” de múltiplas bandas e múltiplos equipamentos eletrônicos, com certeza, juntamente com a falência anômala do equipamento eletrônico e mais tarde sua misteriosa recuperação eram assinaturas diretas do uso de um interferômetro escalar exotérmico contra a área alvo submersa nas vizinhanças do *Skylark.*

 

“No dia seguinte, 11 de abril de 1963, o mesmo sistema eletromagnético soviético de obus escalar foi testado no modo pulso para “destruir submarino”. Uma enorme explosão eletromagnética submersa ocorreu fora da costa de Porto Rico, a aproximadamente 100 milhas ao norte da ilha. A explosão submarina fez com que um enorme cogumelo de água fervente surgisse, atingindo uma altura de um terço de milha. Esse cogumelo de água então caiu de novo no oceano, completando a assinatura.

“Felizmente o inteiro incidente foi visto por uma atônita tripulação de um avião de carreira americano que passava pela área.” (veja Robert J. Durant, “An Underwater Explosion – or What?” *Pursuit,* 5(2), April 1972, p. 30-31.) Para mais informação sobre o desastre do *Thresher* e os problemas do *Skylark*, veja John Bentey, *The Thresher Disaster,* Doubleday, Garden City, N.Y., 1975, particularmente p. 164.

“Esses dois incidentes eram testes completos operacionais das novas super armas de Kruschev. Ele provavelmente encenou este dramático soco duplo em um esforço desesperado de recuperar o prestígio com o Partido Comunista depois de sua desastrosa desmoralização por Kennedy na Crise dos Mísseis Cubanos uns poucos meses antes. Aparentemente ele teve sucesso já que permaneceu no poder mais um ano antes de ser deposto.”

Também há evidência que o vôo do U-2 de Francis Gary Powers tenha sido abatido por essa tecnologia. Bearden diz: “De fato a aeronave de alta performance de Gary Powers provavelmente foi abatida em 1960 por um obus escalar eletromagnético usando radares modificados e pulsos escalares de tempo marcado para fornecer uma explosão aérea e EMP.” (*Fer-De-Lance,* de Tom Bearden, p. 65.)

PARTE 22:

TOTAL DEFESA RUSSA

Em 1968, os soviéticos deram uma declaração em *Military Strategy* que a  USSR tinha alcançado uma defesa 100% e que o Ocidente não tinha (*Sokolovsky,* terceira Edição).Eles estavam dizendo a verdade? Se estavam, a que se referiam?  Isso é apenas uma questão de vida e morte, você sabe.

Em 1987 o Dr. Edward disse: “Hoje os soviéticos tem o monopólio da defesa e pretendem mantê-lo. Nad temos feito praticamente sobre defesa civil.“ Ele também disse, “Os soviéticos tem trabalhado nos últimos dez anos aperfeiçoando armas de laser e agora têm um laser capaz de atirar a mil milhas sem que seu raio de espalhe mais do que cinco pés.” (Jan.-Fev. 1987 *Fusion*).

PROJETO PAPERCLIP

Antes que continuemos na sequência de tempo do que aconteceu, quero recuar e ressaltar algumas conexões que precisamos conhecer. O material anterior de Fogo Vindo do Céu” diz que a Rússia teve sucesso em desenvolver plataformas levitantes anti-gravidade que são as mesmas coisas geralmente chamadas de discos voadores. De fato os soviéticos usaram antigos cientistas nazistas para alcançar seus progressos.

Os nazistas realmente deram origem aos discos voadores, e receberam a informação a respeito deles de extraterrestres. Isso é o que indicam todos os registros. Se eu lhe der algumas pistas e se você é sério, pode fazer sua própria pesquisa e provar isso você mesmo. Examine e veja!

Para informação sobre os cientistas nazistas sugiro que estude o material sobre o Projeto Paperclip. (*Project Paperclip* de Clarence Lasby; *The Torbitt Document* de William Torbitt; *The Nazi Connection to the John F. Kennedy Assassination* de Mae Brussell; etc.). Um antigo membro dessa operação é “um bom amigo meu”. Entre os alemães e austríacos envolvidos em Paperclip estava “um espião comunista chamado Henry Kissinger – talvez você já tenha ouvido falar dele…

Um outro alemão foi Werner von Braun, que foi trazido a esse país e e tornou o chefe do programa espacial americano. Von Braun trabalhou para um general alemão chamado Walter Dornberger, e tinha sido *SS Sturmbannfuhrer* desde 1937. Dornberger estava no comando de Peenemunde. No fim da guerra, von Braun e outros 115 cientistas alemães se renderam aos americanos e foram trazidos para Fort Bliss, Texas (exatamente na fronteira com White Sands, Novo México).

Em 1950 eles foram transferidos para o Redstone Arsenal Huntsville, Alabama. O Cel. Tom Bearden era um físico nuclear em Redstone Arsenal. O original relato de segurança de Von Braun disse: “Ele foi um oficial das SS officer mas nenhuma informação é disponível que indique ele fosse um ardente nazista. O sujeito é visto como uma potencial ameaça de segurança pelo Governador Militar”.

Von Braun atenuou sua afiliação à SS e disse que havia sido apenas membro honorário e que “sua real razão para trabalhar no programa nazista de mísseis tinha sido a utilidade potencial de suas máquinas para “viagem espacial.” (*Blowback,* p. 39).

Dornberger era um criminoso de guerra condenado mas mais tarde foi secretamente trazido para os EUA por solicitação de von Braun ao Alto Comissário John J. McCloy. El foi trabalhar para a Bell Aircraft (Bell Textron) onde trabalhou no programa espaciakl como Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento (James “Bo” Gritz, *Called to Serve,* p. 511). Ele também foi um consultor especial da CIA (*The Nazi Hunters,* p. 217).

Eventualmente ele trabalhou na diretoria de várias companhias aeroespaciais. Ele ajudou a desenvolver um veículo trans-atmosférico movido a energia nuclear [TAV]. Esses veículos começaram a operar fora da Area 51 em Nevada e em outros lugares. Dornberger se tornou um chefe da Bell Aerospace Corporation e tinha aproximadamente 30 antigos cientistas nazistas trabalhando para ele. Um homem chamado Stanton Friedman está percorrendo o país dizendo que tem trabalhado nesse tipo de sistema de propulsão nuclear. Ele vende vídeos com fotos.

McCloy foi Secretário Assistente de Guerra e bloqueou a execução de muitos criminosos nazistas de guerra. Ele foi um que foi supervisionar a internação de nipo-americanos nos campos de concentração da Califórnia. Em 1949 ele se tornou o Alto Comissário na Alemanha e perdoou criminosos de guerra condenados tais como  Krupp e Dr. Hjalmar Schact (que foi trabalhar para Aristotle Onassis).

Ele se tornou o conselheiro legal das companhias de petróleo conhecidas como “Sete Irmãs”, uma das quais era gerenciada pelo pai do agente da CIA  George de Mohrenschildt que foi um espião nazista durante a segunda guerra mundial. O primo de George, o produtor de cinema  Barão Constantine Maydell,  era um dos principais agentes da Abwehr na América do Norte e foi recrutado pelo próprio , Gehlen…” (Gritz, p. 538).

 

OPERAÇÃO SUNRISE

Segundo o Cel. Bo Gritz, ex chefe das Forças Espaciais americanas para a América Latina, o “General Reinhard Gehlen, oficial chefe da inteligência de Hitler contra a União Soviética, tinha fechado um acordo com os americanos [chamado de Operação Sunrise] que não foi, por razões óbvias, librado para a mídia. Os principais negociadores foram Allen Dulles e William Casey do OSS, Sir William Stephenson pelos britânicos, e o SS General Karl Wolff, chefe da Gestapo na Itália e ex chefe da equipe pessoal de Heinrich Himmler.” (p. 562).

A Operação SUNRISE desenvolveu-se na Operação OVERCAST com o General Walter Dornberger e Werner von Braun, e então se tornou Projeto PAPERCLIP, BLOODSTONE e BELARUS, etc. (ibid.).

John McCloy, à propósito, mais tarde trabalharia na Comissão Warren e ajudou a encobrir o assassinato de John Kennedy. Ele se tornou chefe do Banco Mundial, chefe do banco Chase Manhattan, presidente do Conselho de Relações Estrangeiras [CFR] e co-autor de  *Liberdade Vinda da Guerra, o Programa dos EUA para o Desarmamento Geral e Completo em um Mundo Pacífico” (publicação do Departamento de Estado 7277).

Von Braun tinha um assistente chamado Fred Wolff: “…esse assunto tem sido amplamente seguido por sugestões do Dr. von Braunons (que Wolff esquematizou rapidamente para receber a seleção de von Braun).” *Guerra Pela Lua* de Martin Caidin, E.P. Dutton, 1959, capítulo “Projeto Lua,” p. 61 (esse livro foi ilustrado por Fred Wolff). Note acima que o chefe da Gestapo na Itália, Karl Wolff, estava trabalhando com von Braun. Será que Fred originalmente chamava-se Karl, ou era filho dele? Não estamos aqui falando de nomes comuns, quantos homens chamados Wolff [com dois f] amigos próximos de von Braun estavam lá nessa organização muito pequena?

Gehlen, von Braun e Dornberger continuaram a ter considerável influência sobre a política americana, como evidenciado dessa citação em *Blowback,* p. 64: “Gehlen também desempenhou um papel na criação da famosa lacuna de míssel dos anos 1950. ‘Gehlen nos forneceu [a CIA] relatos específicos do Programa russo de ICBM, diz Victor Marchetti . Ele disse, “Temos dois relatos confiáveis confirmando isso” e eles [os soviéticos] acabaram de instalar três mísseis naquele sítio’ afirmando que eles tinham contactos entre os cientistas alemães capturados pelos russos no fim da guerra”. Relatos de inteligência foram transmitidos ao Pentágono por meio de canais inter agências e as palavras sobre o alarmante novo desenvolvimento eventualmente vazaram de lá para a imprensa.

“Walter Dornberger colocou mais combustível nesse fogo em 1955 ao publicar especulações alarmantes que os soviéticos podiam atacar por mar usando mísseis de curto alcance empregando botijões flutuantes fora da costa dos EUA. Ele estava profundamente envolvido a esse ponto com o próprio programa americano de ICBMs e suas opiniões recebiam um peso considerável nas discussões públicas.

PROJETO OVERCAST

Em 19 de julho de 1945, a Junta de Chefes de Staff aprovou um programa chamado Operação Overcast. Sob esse programa, 350 cientistas e técnicos alemães seriam trazidos aos EUA por um período de seis meses. O programa foi rotulado super secreto  para oculta-lo do público americano. (Ashman, Charles & Wagman, Robert J., *The Nazi Hunters,* Warner Books, p. 212.)

Quando os cientistas nazistas foram trazidos aos EUA primeiramente foram colocados em Camp Overcast. Camp Overcast estava em Wright Field, que mais tarde tornou-se famoso entre os pesquisadores UFO como a base da força área de  Wright-Patterson, casa do infame Hangar 18. Nem mesmo o Senador Barry Goldwater teve seu acesso permitido a essa instalação.

O Rabino Stephen Wise, líder do Congresso Americano Judaico descobriu que a esposa de um membro da equipe de foguetes de Wright Field era uma antiga fucionária do Partido Nazista e em maio de 1946 disse: “Essa operação [Paperclip, anteriormente chamada Overcast] é a mais deplorável desse tempo quando funcionários do nosso governo acham todas as razões possíveis para deixarem de cumprir a declarada política do Truman para resgatar tantas vítimas do terror nazista quanto a nossas leis de imigração permitirem… Enquanto recompensamos os servidores de Hitler deixamos suas vítimas nos campos provisórios e nem mesmo podemos fingir que estamos fazendo qualquer esforço real para alcançar objetivos pelos quais lutamos.”

O Rabino Stephen Wise também é famoso pela citação: “Alguns chamam a isso comunismo; eu chamo de judaísmo!”

Quando os alemães foram pela primeira vez trazidos a New York, “Em Port Washing, eles viveram sob condições confortáveis em um castelo que havia sido construído pelo milionário Jay Gould. Eles se banhavam em banheiras de mármore e comiam em uma imponente sala de jantar”. (p. 203, *American Swastika* de Charles Higham).

“Em agosto de 1945, o avião particular do General Walter Bedell Smith foi usado para transportar Gehlen e cinco membros de sua equipe geral para a capital americana. Eles viajaram em roupas civis, um de seus membro usava uma caixa de violino como mala. É interessante notar que Bedell Smith foi o chefe de staff de Eisenhower” (p. 260, *American Swastika*).

Em 4 de março de 1946, a operação teve seu nome trocado para Operação Paperclip sem limite de tempo ou de número de alemães.

Um outro alemão que foi trazido, que não era cientista, foi Otto von Bolschwing. Ele foi educado na Universidade de Londres e na Universidade de Breslau. Ele e juntou ao Partido Nazista em 1 de abril de 1932 e desenvolveu um negócio de importação/exportação, possuia um mina de carvão e estava envolvido com várias companhias farmacêuticas.

Quando a guerra começou, ele se juntou as SS e se tornou um oficial de inteligência. Trabalhando com os ramos alemães da General Electric e Standard Oil. Ele esteve no comando de importantes fundos que vieram através das conexões nazistas com Allen Dulles no Banco Schroeder de New York. Em 1945 ele estava ligado ao CIC do Exército e em 1947 era um membro da organização de Gehlen. Ele veio para os EUA e foi trabalhar com Alfred Driscoll, ex governador de New Jersey e presidente da companhia farmacêutica Warner-Lambert.

Mais tarde ele e juntou a Corporação de Investimento Transnacional em Computador (TCI) no Vale do Silício na Califórnia e se tornou presidente da companhia.  Reinhard Gehlen trabalhava para a TCI durante o tempo em que Richard Nixon disputava a presidência e o estava ajudando.

 

MICHAEL PAINE

Aqueles que estudaram o assassinato do Presidente Kennedy talvez se recordem que a esposa de Lee Harvey Oswald – Marina – estava ficando com Ruth Paine. Em 30 de abril de 1961, Oswald casou-se com Marina Pruskova na União Soviética. Ele escreveu ao Senador John Tower pedindo ajuda para retornar aos EUA e isso foi lhe dado. Lembre-se, Oswald tinha denunciado e deixou os EUA e então pediu ajuda a um senador americano para voltar e a obteve!. Porque ele escolheu Tower para pedir e porque Tower o ajudou? Tower ocupou o lugar de Lyndon Johnson no Senado e mais tarde era o chefe do Comitê de Serviços Armados.

Uma autorização especial de imigração foi dada a mulher de Oswald. Oswald e Marina chegaram aos EUA em 13 de junho de 1962 e foram para Dallas, Texas. “Ele voltou a Dallas em 2 de outubro de 1962 e foi recebido pelos agentes da CIA George de Mohrenschildt e o casal Ruth e Michael Paine. Michael Paine  trabalhou para o criminoso nazista de guerra Gen. Walter Dornberger na Bell-Textron em Dallas” (Gritz, p. 529). Na página seguinte – “A maioria dos contactos de Oswald em Dallas, de fato, era com pessoas contratadas por Dornberger.”

A maioria das pessoas que testemunharam  sobre Oswald diante da Comissão Warren foi cuidadosamente selecionada por associados de Dornberger. Gritz fala sobre estas pessoas: “Grupos do Leste Europeu e de emigrantes russos fornecidos por Gehlen eram o pessoal inicialmente treinado para essas missões em um campo especial estabelecido em Oberammergau em 1946, sob o comando do General Sikes e SS General Burckhardt, e com a ajuda de Henry Kissinger e Lucius Clay. O campo abrigava 5.000 elementos anti-comunistas que eram lá preparados e se auto-denominavam “Forças Especiais” (p. 564).

Esta foi a origem das Forças Especiais do Exército dos EUA e na página seguinte Gritz diz: “Muitos dos remanescentes continuaram treinamento especial de guerrilha como recrutas das Forças Especiais em Fort Bragg, Carolina do Norte e ajudaram a formar o núcleo dos Boinas Verdes atuais. Eles mais tarde estariam bem em casa na sua primeira missão –SS Bad Tolz Flint Kaserne no coração dos Alpes Bávaros.”

E na página 566 Gritz diz ” O estaff imediato de Gehlen tinha aproximadamente 350 agentes, de fato, foram trazidos em massa para a Divisão Histórica do Exército dos EUA. Quase toda resistência em usar criminosos nazistas de guerra para realizarem missões da CIA tinha sido superada ao tempo em que Allen Dulles tornou-se Diretor em 1953.” A insígnia principal da Morte dos SS nazistas foi adotada como símbolo das Forças Especiais do Exército dos EUA (p. 567).

O agente da CIA George de Mohrenschildt tinha como chefe na CIA George Bush. De Mohrenschildt tinha um amigo íntimo, John W. Mecom, que era um dos incorporadores do Fundo de San Jacinto Fund que foi usado para lavar o dinheiro de drogas de Bush. (“Surreptitious Entry: The CIA’s Operations in the United States,” de Thomas B. Ross do *Chicago Sun Times* em *The CIA File,* editado por Robert L. Borosage John Marks (Viking, 1976), e citado em *The Mafia, CIA & George Bush* by Pete Brewton, p. 317.)

De Mohrenschildt tinha um ourto amigo, Jean de Menil, presidente da Schlumberger Corporation. Jim Garrison fala de Schlumberger como sendo a fonte das armas envolvidas nas operações anti-Castro operations e na Algéria. Em 1977, horas depois de providenciar se encontrar com um investigador do Seleto Comitê Sobre Assassinatos da Casa, de Mohrenschildt juntou-se a longa linha de pessoas envolvidas no assasinato de Kennedy que “cometeram suicídio”.

Se você tiver estomago para examinar isso, descobrirá que os Presidentes Johnson, Nixon, Bush e Reagan ”atiraram” seu caminho á presidência..

E pessoas que guardam uma lista tem identificado mais de 30 pessoas próximas ao Presidente Clinton que tem sido assassinadas ou no mínimo morreram sob misteriosas circunstâncias. Se você contar as guerras, nossos presidentes tem sido responsáveis pela morte de milhares de pessoas. Diga-me, amigo, você é Republicano ou Democrata?

Oswald disse a uma estenografa pública que um “engenheiro” (Michael Paine) se ofereceu para publicar um livro sobre a União Soviética para Oswald se ele o escrevesse. Os Paines começaram a custear os Oswalds e mais tarde Marina Oswald foi morar com os Paines onde ela e Ruth Paine todo dia conversavam em russo.

Lee Harvey Oswald então foi para New Orleans e se envolveu com o “Fair Play For Cuba Committee.” O líder desse comitê era um judeu chamado V.T. Lee, nome  real Tappin. Pesquisadores de Lee Harvey Oswald devem levar em conta o fato de que havia várias pessoas afirmando ser Oswald.

Enquanto viveu com os Paines, Oswald praticou tiros com um rifle que ele mantinha em sua garagem. Alguns dizem que ele realizou tiros no pote em General Walker neste tempo. Em setembro foi anunciado que o Presidente Kennedy visitaria Dallas, e três semanas depois a Sra. Paine telefonou para Mr. Truly, o gerente do Deposito de Livros Escolares da Escola Texas  e conseguiu um emprego para Oswald lá, sob o nome de “O.H. Lee.” (*New York Post,* Dec. 10, 1963, p. 22.)

PARTE 23:

MAIS CONEXÕES DE ASSASSINATO

Imediatamente depois que Kennedy foi assassinado três investigações principais foram iniciadas  – pelo Advogado Geral de Texas, pelo FBI e pelo Congresso dos EUA. Em 9 de dezembro de 1963, dezessete dias depois do assassinato o jornal comunista *Worker* exigia que todas as três investigações parassem e que apenas Earl Warren fizesse a investigação. Três dias depois o Presidente Johnson ordenou que os três grupos parassem e colocou Earl Warren no comando, exatamente como os comunistas haviam ordenado. 

Warren imediatamente começou a destruir evidências. Enquanto os outros grupos estavam encontrando informação das múltiplas pessoas envolvidas, Arlen Specter veio com a teoria de “bala mágica” para explicar o que aconteceu. Ninguém apoiava a teoria, exceto Gerald Ford, mas esta se tornaria a conclusão da Comissão Warren. Gerald Ford, cujo nome real era Leslie Lynch King (*American Heritage Dictionary,* 1979), em seu livro *Portrait of the Assassin,* pag. 51, fala sobre Lee Harvey Oswald como tendo estado na folha de pagamento da Cruz Vermelha Americana enquanto esteve na Rússia. A líder da época da Cruz Vermelha é Elizabeth Dole, esposa do Senador Bob Dole. Specter tem se tornado proeminente recentemente nas investigações de Waco e Ruby Ridge e está em campanha para presidente. Não parece que os comunistas estiveram por trás do assassinato de  Kennedy? Se apenas fosse tão simples assim! Precisamos prestar atenção em quem e o que estas pessoas são, na medida em que seus nomes surgem em todos os tipos de lugares estranhos.

Michael, o marido de Ruth Paine, trabalhava como engenheiro na Bell Aerospace paa o ex General alemão  Dornberger, chefe da pesquisa da Bell. Paine fazia parte da operação de Gehlen.

Werner von Braun tornou-se um amigo íntimo de J. Edgar Hoover e logo depois de chegar aos EUA também se tornou um amigo pessoal de Lyndon B. Johnson. Von Braun trabalhou com Hooverem projetos de segurança na Autoridade de Vale Tennessee, o Redstone Arsenal e mais tarde na Agência Nacional Espacial. Em 1958, Lyndon Johnson, líder da maioria no Senado, ajudou por meio do Ato Nacional do Espaço a dar fundos a von Braun.

A Marinha e a Força Aérea estavam no comando dos programas americanos de mísseis quando a Rússia lançou seu satélite Sputnik em outubro de 1957. Duas smanas depois os russos lançaram um satélite muito maior, o  Sputnik II que levava ao espaço uma cadela [Laika]. Os russos colocaram em órbita um peso de seis toneladas enquanto que dois meses depois a Marinha tentou lançar um satélite de três libras e meia, tamanho de uma laranja, em seu míssil Vanguard. Ele subiu a grande altura de quatro pés e explodiu diante da televisão nacional. Eisenhower foi relembrado sobre o pequeno e pouco conhecido grupo de nazistas em Huntsville, então deu a ordem que eles fossem adiante. Menos de dois meses depois os ex nazistas colocaram o primeiro satélite americano, o Explorer I, em órbbita – era 31 de janeiro de 1958.

“Sputnik forçou duas agendas espaciais sobre os EUA; uma para o público e a outra super secreta.” (Burrows, William E., *Deep Black – Space Espionage And National Security,* Random House, 1986, p. 138.)

Reinhard Gehlen era o chefe da organização nazista de espionagem chamada Abwehr durante a segunda guerra mundial e no fim da guerra ele se aproximou do OSS e ofereceu-se para trabalhar para eles com sua equipe e registros. Eles aceitaram e trouxeram muitos da equipe de Gehlen para os EUA sob o Projeto Paperclip.

Gehlen permaneceu chefe do serviço alemão de inteligência até e aposentar em 1968. Frank Wisner, que trabalhava para Allen Welsh Dulles, era um advogado de Wall Street que se tornou chefe do Ramo Secreto de Inteligência de Dulles e era o responsável pela organização de Gehlen. Trabalhando com Wisner estava o graduado de Harvard Harry Rositzke que trabalhava na mesma sala com Arthur Schlesinger, Jr. e Richard Helms, que mais tarde e tornou Diretor da CIA em 1966.

Um da equipe de Wisner era George Bookbinder, que mais tarde tornou-se Presidente da the Rand Development Corporation. Foi a organização de Gehlen que escavou o famoso túnel de Berlim. Eles, especialmente a Rand Corporation, se tornaram bons na escavação de túneis. (exceto que eles não dominaram bem aquele aborrecido barulho “hum“!).

POVO DA TERRA/SHAN

O livro *Air America* diz que durante o conflito do Vietnã, “Um quartel general fi estabelecido em Cingapura onde Frank Wisner, o vice diretor de planejamento da CIA foi pessoalmente comandar a operação.” (Robbins, Christopher, *Air America,* New York: Avon Books, 1979, p. 70).

Air America era a secreta linha aérea da CIA envolvida na Operação Phoenix na Guerra do Vietnã. Um de seus pilotos era John Lear, de fama entre os ufologistas. O nome Phoenix era uma tradução para Phung Hoang, um pássaro mítico vietnamita que dizem ter podres mágicos de trazer novidades de paz. A CIA comprava drogas de Khun Sa, líder do povo “Shan”.

Bo Gritz, em *Called To Serve,* conta que Khun Sa tentou PARAR o comércio de drogas e foi forçado a continuar pelos amricanos. Na página 300, Gritz conta que o Presidente Reagan ofereceu reconhecer a Terra de Shan como uma nova nação independente. Suponho que seja apenas “uma coincidência“ que a nave de comando das naves [disco voadoresda lenda UFO de Billy Meier fosse chamada "Phoenix" e que os extraterrestres envolvidos disseram que o nome que eles davam para a Terra era "Shan."

O homem no comando da operação de drogas no Vitnã da CIA era Richard Armitage, que mais tarde tornou-se Secretário Assistente de Defesa.  Armitage embarcava as drogas para Manuel Noriega no Panamá, que as enviava a George Bush, chefe da CIA e mais tarde Presidente, nas bases de drogas de Bush em Mena, Arkansas, base da força aérea Homestead na Flórida, e através de Zapata e Black Rose e tais operações da família Bush.

Armitage tinha um melhor amigo chamado Erich von Marbod, também uma pessoa da organização de Gehlen e um amigo de Bo Gritz. No fim da Guerra do Vietnã, “Ele [Armitage] e Erich secretamente ocultaram toneladas de munições em lugares estratégicos pelo sudeste da Ásia. Os amigos de Erich pareciam-se um global “QUEM É UEM”. Ele foi um melhor amigo do Xá do Irã. Também era muito próximo de James Schlesinger, que foi indicado Diretor da CIA por Richard Nixon em dezembro de 1972. Schlesinger mais tarde tornou-se Secretário de Defesa de 1973 a 1975 e Secretário do Departamento de Energia no período 1977-1979″ (Gritz, p. 300). Erich “…era um protegido de Henry Kissinger.”

NIXON, BUSH E DONOVAN

Na página 572 de seu livro, Gritz diz: “A campanha na Indonésia marcou a entrada da CIA nas operações em grande escala, e embora tenha sido um fracasso, quanto mais a agência falhasse no futuro mais crescia e prosperava. Muito estranhamente, o homem que ajudou Dulles e Frank Wisner [lembre, Wisner estava acima da rede de espionagem nazista de Gehlen] na campanha foi Richard Nixon.”

Em 1969, Richard Nixon estava fazendo campanha na Califórnia e um dos seus apoiadores era Reinhard Gehlen, ex chefe nazista do Serviço Secreto (Abwehr). Gehlen estava com uma firma de alta tecnologia chamada TCI (Transinternational Computer Investment Corp.) que trabalhava em projetos classificados para o Departamento de Defesa. Seu tradutor para projetos alemães era Helene von Damme, que também era secretária pessoal do Governador Ronald Reagan e secretária pesoal dele quando se tornou presidente. Von Damme mais tarde veio a ser Embaixadora dos EUA na Áustria. Von Damme era uma antiga secretária do alto comando nazista alemão.

William Donovan, chefe do OSS, e Allen Dulles, chefe do OSS na Europa sob Donovan (que mais tarde tornou-se chefe da CIA até que o Presidente Kennedy o despediu – foi dito que ele teria dito a Kennedy: “Você não pode me despedir! Você nem mesmo sabe para quem eu trabalho!”), e J. Edgar Hoover, chefe do FBI, trouxeram Reinhard Gehlen e seu grupo espião da Abwehr para os EUA.  Um ds homens envolvidos era o oficial de contra-inteligência William P. Clark. Clark casou-se com a sobrinha de Werner von Braun, Joan von Braun (Brauner). Clark por sua vez foi membro do Conselho das Relações Estrangeiras [CFR].

Clark se mudou para San Luis Obispo na Califórnia e se juntou a Ronald Reagan. Ele veio a ser Conselheiro de Segurança Nacional do Presidente Reagan no Conselho de Segurança Nacional. Um inquérito foi aberto no sul da Califórnia citando William Clark como estando envolvido no assassinato de Kennedy. Os pesquisadores as Mae Brussell, William Torbitt, o advogado distrital Garrison e outros disseram que Lyndon Johnson, J. Edgar Hoover, Werner von Braun e Walter Dornberger estiveram envolvidos no assassinato de Kennedy. Também estiveram envolvidos Richard Nixon, George Bush e Allen Dulles.

Cel. Bo Gritz, em *Called To Serve* (p. 534), cita um memorando escrito por um assistente de staff do FBI em 1947: “Nixon interveio em benefício de um gângsgter de Chicago que estava para ser chamado como testemunha diante de um comitê do Congresso… É meu testemunho juramentado que um tal de Jack Rubinstein de Chicago, notado como testemunha potencial das audiências do Comitê da Casa Sobre Atividades Não Americanas, está realizando funções de informação para a equipe do congressista Richard Nixon, Republicano da Califórnia. Foi solicitado que Rubinstein não seja chamado para testemunho aberto nas audiências supra mencionadas. Naquele mesmo ano Rubinstein mudou-se para Dallas, Texas e mudou seu nome para JACK RUBY…”

Sam Giancana bravateou que Nixon era controlado pelo “Mob,” veja o livro *Double Cross* escrito por seu irmão.

GEHLEN E O STAFF GERAL ALEMÃO

Dick Russell em *The Man Who Knew Too Much* é um dos pesquisadores com muitos detalhes sobre o envolvimento de Nixon, Bush e Dulles e disse, “Willoughby estava em correspondência regular com Allen Dulles – antes de JFK despedir Dulles – e com os ex [?] nazistas que dirigem a rede de espionagem baseada na Europa de CIA” (p. 707).

Gehlen fi o responsável por reviver e staff geral nazista alemão depois da guerra ao colocar seu agente Adolph Heusinger no comando do staff geral alemão. *Der Spiegel* disse: “É bem verdade que o General Gehlen tinha engajado o antigo chefe de operações da Wehrmacht  sem qualqur outro propósito diferente que  seu serviço de espionagem. O chefe espião da Alemanha Ocidental naquele tempo não pensava em se restringir a coletar e esmiuçar informação. Dois anos antes de  Adenauer oferecer soldados aos Aliados, o General Gehlen já estava, juntamente com o General Heusinger, engajado em reunir um novo staff geral de alto comando.” (*Der Spiegel,* 29 de fevereiro de 1956.)

A Heusinger Wehrmacht estava envolvida na corrida espacial (lembre-se, foram os alemães que começaram os foguetes, discos voadores etc.). O livro *Heusinger of the Fourth Reich* de Charles R. Allen, Jr., disse: “O colunista conservador Edgar Ansel Mower em 28 de setembro de 1962 relatou que o jornal da Alemanha Ocidental *Die Welt* de Hamburgo devotou uma longa série aos esforços vigorosos que estavam sendo feitos pelo Ministro alemão de Defesa  em aperfeiçoar os “raios da morte” [lasers] que, quando disparados de uma plataforma espacial queimariam, vaporizariam, destruiriam qualquer matéria conhecida e material por sua fantástica concentração de energia de milhões de watts e, da distância da Lua, demorariam exatos  1,3 segundo para matar.” (*Long Island Daily Press,* 28 de setembro de 1962). Note que em 1962 eles estavam falando de lasers disparados de uma base lunar.

 

WILLIAM CLARK

O membro da Operação Paperclip, William Clark, foi um que pressionou para que Oliver North fosse perdoado.   Clark tinha um rancho na Califórnia chamado “Ninho da Águia”. Havia uma metralhadora na sala de estar de Clark que veio de um roubo cometido contra o Depósito de Armamentos da Guarda Nacional em Oxnard, Califórnia. O resto das armas roubadas foi estocada em um esconderijo no composto do Ramo Davidiano em Waco, Texas. Quando eles quiseram as armas “deles” de volta David Koresh não quis entregar. Oh, amigos, porque não examinam mais nossos líderes? Porque perder seu tempo em operetas quando a coisa real é tão mais interessante?!

É por uma outra interessante “coincidência” que nosso atual presidente judeu da Junta de Chefes de Staff, Gen. John Shalikashvili (que sucedeu o membro da CFR meio judeu e meio negro Gen. Colin Powell) fala inglês com um sotaque estrangeiro e tenha nascido na Georgia soviética. A mídia tem  relatado que o pai dele era um major na nazista  Nazi Waffen SS. A despeito disso, ele é muito querido pelos sionistas com forte apoio de Les Aspin, do Centro Simon Wiesenthal, do Senador Carl Levin etc.

Quando Reagan se tornou Governador da Califórnia, ele indicou William Clark como juiz da Corte Superior no condado de  San Luis Obispo. Mais tarde Reagan indicou-o com Secretário Substituto de Estado. Quando  James Watt pediu exoneração como Secretário do Interior,  William Clark o substituiu. Reagan indicou a esposa de Clark, Joan Brauner (von Braun) Clark como representante dos EUA na Assembléia Geral da ONU.

Ray Renick diz: “O quartel geral americano da Organização Gehlen Organization está no Condado de San Luis Obispo. O principal escritório é chamado de “Ninho da Águia”. Muitos funcionários públicos, juízes, supervisores e agentes de cumprimento da lei são amigos pessoais e associados de negócios (no tráfico de drogas, não menos) com a Organização  Gehlen e “Ninho da águia.” O juiz William P. Clark e Mrs. Joan Clark (nascida von Braun, Brauner) são executivos do interesse no tráfico de drogas por trás da organização Gehlen, o “Ninho da Águia” e a Companhia de Gado Zapata. [O gado é trazido do México. O gado tem quatro estômagos]. Ronald Reagan é um sócio silencioso no negócio gado/drogas em San Luis Obispo. Lembre-se, Clark foi um dos arquitetos originais do “Projeto Paperclip”! A Companhia de Gado Zapata é afliada com a Companhia de Petróleo Zapata de Bush de Houston, Texas (REF: “The SLO Connection,” Barrons article “The Mexican Connection”) 19 de setembro de 1988.

Uma das maiores firmas de advocacia para a Organização Gehlen é o escritório Sinsheimer, Schiebelhut e Baggett.

A Organização Gehlen, copiando a Nova Ordem de  Hitler, estabeleceu um sistema de campo de concentração no Condado de San Luis Obispo. Ele recebeu o nome de Instituto de Treinamento Especializado da Califórnia. Desenvolveu planos chamados “Plano do Rei Alfred, Operação Divisor de Cabos e REX-84; o instituto mais tarde recebeu o nome de Agência de Gerenciamento de Emergência Nacional [FEMA]. Você pode obter mais informações sobre esses assuntos com a Milícia de Montana, Bo Gritz,  jornal *Spotlight * etc.

Quem também foi trazido durante a Operação Paperclip foi Henry Kissinger. O 44 CIC do Exército dos EUA e o 970 Destacamento CIC negociaram a rendição do exército alemão no norte da Itália e Áustria na Operação Sunrise que deu origem a Operação Paperclip. Mais tarde o Vaticano forneceu documentos e ajudou muitos nazistas a escaparem para a América do Sul, inclusive Martin Bormann.

O Príncipe Bernhard da Holanda criou um grupo que veio a ser conhecido como Bilderbergs. Muitos pesquisadores conservadores tem vindo a reconhecer os Bildebrgs como uma força importante para a Nova Ordem Mundial. O que provavelmente eles não sabem é que Bernhard era um antigo nazista das tropas tempestade da SS.

Algumas pessoas da operação de rendição durante Paperclip incluíam  Theodore Shackley e Heide Kingsbury (filha do General Galland, projetista do  Messerschmidt ME 262). Kingbury veio a ser secretária e escrivã da corte para o juiz William Clark. Shackley tornou-se chefe da Operação *Phoenix* no Vietnã (Laos). Shackley era o chefe de JM Wave, nome usado pelo agente da CIA em Miami durante o episódio da Baía dos Porcos e do evento do assassinato de Kennedy (Furiati, p. 41). (Furiati, Claudia, *ZR Rifle – O Complô para Matar Kennedy e Castro,* Ocean Press, Victoria, Austrália, 1994. Dos registros cubanos desclassificados do assassinato de Kennedy.)

Para mais informação veja *Reinhard Gehlen, Master Spy* (não consegui encontrar minha cópia nesse momento e não lembro o nome do autor). Em 1968, depois do assassinato de Kennedy, Gehlen aposentou-se para seu chalé na Bavaria. O chalé tinha sido um presente de Allen Dulles. *O General Era um Espião* de Heinz Hohne e Hermann Zolling,, *Projeto Paperclip* de Clarence Lasby, *Shootdown* de R.W. Johnson (fala sobre o envolvimento de Clark na derrubada do avião das Aerolineas Coreanas, vôo 007).  *Projeto Paperclip* de Ray Renick, e *Torbitt Document* de William Torbitt são todos fontes para mais informação. A mais acurada fonte de informação para uma visão geral são *Phoenix Journals* e o jornal *CONTACT*.

PARTE 24:

CIENTISTAS ALEMÃES E ALIENIGENAS

Aqui está algo sobre o qual você deve pensar seriamente. A única coisa que todo mundo concorda – Cristãos, ateus, Republicanos, Democratas, comunistas, seja quem for – é que os nazistas eram degenerados, doentes, loucos e malignos no máximo. Eu lhe pergunto: realisticamente como isso pode ser? É possível que essa seja uma outra mentira? Você me perguntará, você está dizendo que os nazistas não eram maus? Existe evidência que sustente o que você acredita? Como pode uma inteira nação de alemães – muitos deles nossos irmãos e irmãs e ancestrais diretos – serem totalmente maus? Eles eram diferentes de nós?O nosso governo estava nos contando a verdade? O nosso governo sempre diz a verdade sob re tudo? 

Vamos voltar a Werner von Braun. Em 1959, (em *News Europa,* 1 de janeiro de 1959), von Braun fala que isso é sobre extraterrestres em uma entrevista: “Nos encontramos enfrentados por poderes que são muito mais fortes do que algum dia tivéssemos presumido e cuja base de operações no presente é desconhecida por nós.” [quanto perguntado sobre a deflexão de um satélite americano]. “No presente não posso falar mais. Agora estamos engajados em entrar em um contacto mais próximo com esses poderes e no tempo de seis a nove meses será possível falar com mais precisão sobre o assunto.”

O grande pioneiro espacial alemão Hermann Oberth disse, “Não podemos sozinhos levar o crédito de certos avanços científicos; temos sido ajudados”. Quando perguntado por quem ajudou ele disse: “pessoas de outros mundos”. (Robin Collyns, *Astronautas Colonizaram a Terra * Londres: Pelham Books, 1974, p. 236.)

O reconhecido especialista alemão em foguetes Dr. Walter Riedel disse: “Estou convencido que os discos tem uma base fora do mundo” (abril de 1952, revista *LIFE*, p. 96.)

O  *American Weekly* de 24 de outubro de 1954, citou o Professor Oberth da Alemanha: “É minha tese que os discos voadores são reais e que são naves espaciais de um outro sistema solar”.

O General Douglas MacArthur, citado no *The New York Times,* de 8 de outubro de 1955, disse “As nações do mundo terão que se unir – a próxima guerra será uma guerra interplanetária – As nações do mundo devem algum dia formar uma frente comum contra o ataque de pessoas de outros planetas.”

Há uma multitude de provas que os discos voadores são reais. A questão agora é o que eles são e de onde eles vêm?

NICAP

O Comitê Nacional de Investigações Sobre os Fenômenos Aéreos (NICAP) foi fundado em 1956 pelo físico da Marinha Thomas Townsend Brown. Brown é conhecido como descobridor do efeito de capacitância eletrogravídico. Ele fio antigo Vice Presidente da Douglas Aircraft (um dos grupos fundadores da RAND Corporation). NICAP ganhou a reputação de ser uma operação de fachada da CIA. Por muitos anos ela foi liderada pelo Major da Marinha Donald Keyhoe.

Em *Der Weltraum Rueckt Uns Nagher, Blanvalet Verlag,* Capítulo III, do Major Keyhoe, ele diz que os EUA infiltraram 600 cientistas na Boemia em uniformes de equipe de tanques em 1945 para examinar algumas bases de UFOs. O Vice Almirante Roscoe Hillenkoetter, um ex diretor da CIA, foi um membro da diretoria da NICAP por anos.

O Coronel Joseph Bryan III, chefe de Guerra Psicológica da CIA e o Conde Nicolas de Rochefort da mesma equipe da CIA eram membros da diretoria. Karl Pflock era presidente do sub-comitê da NICAP em Washington. John Acuff “que foi alegado ter afiliação com a CIA” na *UFO Encyclopedia* por John Spencer, tornou-se chefe da NICAP. Então Acuff fez uma coisa curiosa, segundo o *Cosmic Patriot Files, Vol. 2,* pelo “12 Comprometidos em Salvar a Terra”, editado pelo Comandante X, p. 137, Acuff vendeu documentos clasificados a uma organização nazista no Canadá chamada Samisdat.

Samisdat é o publicante de dois livros chamados called *UFOs, Arma Nazista Secreta?* de Mattern-Friedrich e *Expedições Nazistas Polares Secretas.” de Christof Friedrich, ambos disponibilizados por Samisdat Publishers, 206 Carlton St., Toronto, ONT., M5A 2L1, Canada, ou por Liberty Bell Publications, Reedy, WV, 25270.

Um vídeo chamado *Segredos UFO dos Discos Voadores Alemães durante a Segunda Guera Mundial”  e outro chamado ”Segredos UFO do Terceiro Reich”, ambos produzidos pela Academia Americana de Cientistas Dissidentes, estão disponíveis e o número telefônico para é: 310-473-9717. (American Academy of Dissident Scientists, 10970 Ashton Ave. #310, Los Angeles, CA 90024. Um de seus presidentes é  Vladimir Terziski.

Acuff foi expulso e substituído pelo agente da CIA Alan Hall em 1979. Christof Friedrich fazia campanha para tornar-se Primeiro Ministro do Canadá. Um radialista judeu entrevistou Friedrich para tentar desacredita-lo, mas o resultado foi a dispensa, Sr colocado na lista negra e subseqüente perseguição do moderador judeu.

*Cosmic Patriot Files* (atualmente disponível em anúncios em publicações UFO e na maioria dos comerciantes de livros ufológicos) diz em seu volume I, página 131 que em 1945 os alemães começaram a transferir seus projetos de discos voadores para uma base subterrânea secreta perto do Polo Sul. Também em 1945 o  General Hans Kammler disapareceu da Alemanha e foi para o Polo Sul em um um barco alemão U-977 e os discos voadores alemães começaram a aparecer sobre os EUA.

Samisdat estava vendendo um manuscrito chamado “The Lightning & the Sun” de Savitri Devi, um “guru” da Índia cujo livro conecta raízes do nazismo com a pirâmide no Egito e o Faraó Aknaton e o antigo “culto ao Sol”.

Willard McIntyre, um amigo def Stuart Nixon, que foi assistente da NICAP para o Presidente John (Jack) Acuff, acusou Acuff da venda do material ao Samisdat e da intenção de unir o Samisdat com a NICAP. Um membro da diretoria da NICAP, o senador judeu Barry Goldwater, estava muito aborrecido por saber do envolvimento com o Samisdat, considerada uma organização nazista.

Goldwater esta ocupado concorrendo para Presidente dos EUA e sem dúvida não apreciaria a ligação entre Nazistas e UFOs.  O chefe do comitê de campanha presidencial era alguém sobre o qual você já deve ter ouvido falar, Ronald Reagan. Goldwater era o presidente do Comitê de Inteligência do Senado e do Comitê de Serviços Armados do Senado. Ele tentou obter sua entrada no infame Hangar 18 em Wright-Patterson e não obteve permissão. Havia mais acontecendo com essa situação do que temos permissão para saber.

De qualquer modo, Acuff tinha sido exonerado. Uma nova diretoria foi votada e incluiu dois novos membros; um era o ajudante do Senador Goldwater, Charles Lombard, e o outro era John Fisher. Se você se recordar, nos escritos iniciais de “Fogo Vindo do Céu” eu falei que o General George Keegan, chefe da Inteligência da Força Aérea inspirou a criação do Conselho de Segurança Americana para tentar avisar o público do que estava acontecendo. Quem você pensa que era o presidente do Conselho Americano de Segurança?  – John Fisher. Um co-presidente foi o Senador Robert Dole. Os membros desse conselho não entendiam quem era o inimigo real e foram sabotados.

“O NICAP continuou a ter seus dados UFO confidenciais vazados durante a chefia de Acuff. Mais tarde em 1976, por exemplo, um funcionário do Pentágono forneceu a Acuff cópias de um número de documentos classificados, inclusive o agora famoso Relato Irã e vários outros relatos “quentes”. Isso tinha que ser parado e então Acuff foi exonerado e o agente aposentado da CIA Alan Hall foi trazido para substitui-lo. “Não muito é conhecido sobre a vida pregressa de Hall exceto que evidentemente trabalhou com alguma capacidade técnica – talvez com o Escritório de Inteligência Científica…” Oh, oh, oh… que teia complicada…

ENTÃO VEIO 1947

O famoso Incidente Roswell ocorreu em 1947. Naquele ano, supostamente Truman estabeleceu a Operação Majestic-12 para controlar a situação UFO, o Ato de Segurança Nacional foi aprovado, foi criado o Projeto SIGN em Wright-Patterson e a  CIA foi criada. O Almirante James Forrestal logo fio indicado Secretário de Defesa, mais tarde Le seria assassinado ao ser atirado p0or uma janela de hospital por agentes da CIA porque queria dizer a verdade sobre os discos voadores.

A queda de um disco voador em Roswell, Novo México, em 1947 tinha sido descrita pelo governo como se tratando apenas e um balão meteorológico. Ainda que uma investigação do Escritório de Contabilidade do Governo e outros tenha mostrado que todos os registros relativos a esse evento tinham sido ilegalmente destruídos.

Uma oura coisa estranha sobre esse evento é que o governo deve ter liberado centenas desses balões meteorológicos em 1947 – ou – talvez eles não fossem balões meteorológicos? Um arquivo do boletim do computador da diretoria da MUFON chamado *1947.SIT* lista os relatados avistamentos de UFOs durante 1947, separados por Estado. Houve 853 eventos e 3283 testemunhas relatadas. Quantos mais não foram relatados? São muitos balões meteorológicos, você não acha?

Em 1951, o Congresso estava falando em transformar a Antática em uma área para testes nucleares, mas repentinamente mudou de idéia quando UFOs enxamearam Washington e fotografias de UFOs sobre a Casa Branca apareceram nas primeiras páginas dos jornais.

ANTÁRTICA

Em 1980, recebi a seguinte carta de Christof Friedrich do Samisdat, escrita em 1979, no mesmo ano em que John Acuff foi expulso do NICAP por vender documentos classificados da CIA ao  Samisdat. Como a carta é longa demais, citarei apenas parte dela.

“Busca pela Bases de UFO de Hitler na Antárica. Devido a um número esmagador de cartas e telefonemas pedido detalhes sobre os nossos novos livros, novos produtos, tours de palestras, projetos de pesquisa psíquica e nossos programas de construção experimental de UFOs temos que utilizar essa forma menos pessoal  de mantr contacto com nossos muitos amigos e colaboradores ao redor do mundo.

“A resposta de vocês as nossos envios por correio e atividades tem sido a mais encorajadora! Temos recebido solicitações e encomendas dos mais distantes lugares como Nomea no Pacífico Sul, Ilha de Páscoa no Chile, Argentina, Brasil, Venezula, Panamá, países satélites soviéticos, China, África do Sul, Pérsia, Congo, Austrália, Japão, bem como de cada país na Europa Ocidental e quase que de todos os Estados dos EUA.

Essa resposta não é apenas extensa; ela é maciça – uma clara indicação da parte e reconhecidos pesquisadores UFO e membros do público que eles estão cansados de “comida lixo” que vem sido servida pelos grupos UFO da velha guarda e publicações que expõem o oficial álibi CIA-KGB que todos os UFOs são extraterrestres. O que o mundo que observa os UFOs quer agora é a “carne” real do assunto – uma séria investigação de UFOs cujas origens são terrestres. SAMISDAT é a única organização a fazer um tal esforço, mas não estamos sós, porque temos milhares de apoiadores como vocês que sabem a verdade que esses charlatães do disco durante trinta anos tem tentado encobrir com “histórias de contos de fadas” de “homenzinhos verdes”. São pessoas como vocês que tem feito de SAMISDAT a mais ativa organização e publicação UFO do planeta Terra!

[Quero inserir uma pergunta aos leitores que se consideram sérios pesquisadores UFO. Vocês já tinham ouvido falar de Samisdat? Fio o que pensei. Continuando:]

“Certamente estamos orgulhosos dessa conquista que é o resultado, não apenas de nossos próprios esforços hercúleos, mas de seu fiel apoio e sacrifício durante essa luta de cinco anos contra as forças de vestidos interesses, engano e preconceito que têm tentado ocultar a história UFO sob uma capa de falta de senso infantil mentiras deslavadas.

Por muitos anos temos determinadamente seguido esse novo curso de investigação firmes no reconhecimento de que o homem é capaz de alcançar aquilo que ele busca. O bom senso de direção e de percepção de nossos pesquisadores os tem guiado infalivelmente em sua descoberta de pistas aparentemente insignificantes e à derivação de padrões significativos a partir daí. Somente uma pesquisa devotada e dolorosa pode ter sucesso em ligar á Terra o presente conjunto de fatos que indicam a origem terrena da maioria dos discos voadores. Como uma descoberta vital leva a outra, temos alcançado certas conclusões que são lógicas e inescapáveis, embora o quanto impopular elas possam ser hoje.

“Nossas descobetas nos tem levado a produção de um número de livros atualmente suprimidos e algumas vezes vilanizados e que agora são “Best-sellers” subterrâneos – *UFOS – NAZI SECRET WEAPON?* foi o nosso primeiro título, agora vendido em cinco edições completas. Nosso segundo livro *SECRET NAZI POLAR EXPEDITIONS,* está chegando rapidamente e já vendeu duas edições completas. Traduções para línguas estrangeiras desses livros estão vendendo rapidamente e está se tornando óbvio para todo mundo que o bloqueio da verdade imposto pela mídia agora tem sido quebrado. Três livros adicionais atualmente estão ainda em produção e esses completarão a Fase I de nosso Programa de Publicação *THE CIA-KGB-UFO COVERUP, THE ANTARCTICA THEORY* e *THE LAST BATTALION.*

“Durante o curso de nossa pesquisa temos descoberto que alguns dos originais cientista alemães dos discos voadores ainda estão vivos! Os pioneiros espaciais são, de fato, homens velhos em seus 70 ou 80 anos. Nossas entrevistas com eles serão incorporadas em nosso rgular programa de palestras bem como em livros futuros. 

“Também temos sido capazes de estabelecer equipes de pesquisa no Canadá, EUA e em particular na Alemanha cuja tarefa é redescobrir os princípio básicos do vôo sem asas que touxeram á existência os originais UFOs nazistas. Já essas equipes tem desenhado e consrtuído modelos em pequena escala usando alguma energia convencional e outros tem sistemas de propulsão sem precedentes na tecnologia aeroespacial atual. Com pesquisa adicional esperamos tornar disponíveis vários modelos diferentes na forma de um kit para “consrtutores de hobby””. Fim da citação. 

O ALMIRANTE BYRD E A OPERAÇÃO HIGHJUMP

Também em 1947, o Almirante Richard E. Byrd liderou 4.000 tropas militares dos EUA, Grã Betanha e Austrália em uma invasão da Antártica (Operação Highjump e acompanhamento), mas encontrou uma pesada resistência de discos voadores nazistas e tiveram que cancelar a invasão. Um Contra Almirante que esteve nessa invasão está aposentado no Texas e disse que ficou chocado quando leu o material de “Fogo Vindo do Céu”. Ele sabia que havia muitos abatimentos de aeronaves e foguetes mas não entendia que a situação Ra tão ruim.

A invasão da Antártica consistiu em três grupos de batalha de Norfolk, VA, em 2 de dezembro de  1946. Eles eram comandados pelo navio de comando de Byrd, o quebra-gelo *Northwind,* e consistiam no navio catapulta *Pine Island,* o destroyer *Brownsen,* o porta-aviões *Phillipines Sea,* o submarino americano *Sennet,* dois navios de apoio *Yankee* e *Merrick,* e dois petroleiros *Canisted* e *Capacan,* o destroyer *Henderson* e um avião flutuador *Currituck.* Uma força britânico-norueguesa e uma força russa mais algumas forças australianas e canadenses também estavam envolvidas.

Em 5 de março de 1947 o jornal *El Mercurio* de Santiago, Chile, tinha um artigo manchete “A Bordo de Monte Olimpus sobre os Altos Mares” que citava Byrd em uma entrevista com Lee van Atta: “Hoje o Almirante Byrd declarou que é imperativo para os EUA iniciarem imediatas medidas de defesa contra regiões hostis. O almirante posteriormente afirmou que não queria assustar alguém indevidamente mas essa era uma amarga realidade no caso de uma nova guerra que os EUA continentais fossem atacados por objetos voadores que podiam voar de pólo a pólo em incríveis velocidades. [mais anteriormente ele havia comentado sobre bases de defesa no Polo Norte]. O Almirante Byrd repetiu os pontos de vista acima resultantes de seu conhecimento pessoal reunido sobre os Polos Norte e Sul, diante de uma entrevista realizada pelo Serviço Internacional de Notícias.

Quando Byrd voltou aos EUA ele foi hospitalizado e não teve mais permissão de dar entrevistas. Em março de 1955 ele fio colocado no comando da Operação Deepfreeze que era parte do Ano Geofísico Internacional (1957-1958) – exploração da Antártica. Ele morreu, alguns têm sugerido que ele tenha sido assassinado, em 1957. Pesquisadores UFO estão familiarizados com um diário que supostamente era de Byrd e esse diário faz referência a uma entrada para a “Terra Oca” nos pólos e a um ser chamado “Mestre”. Geralmente o diário é considerado uma fraude, mas mesmo que seja uma fraude, ele é uma indicação que algo estava acontecendo que precisava da construção de uma fraude.

Os pesquisadores UFO também estão cientes de estranhos avistamentos de discos voadores com suásticas ou cruzes de ferro neles, “alienígenas” que falam alemão etc. Um exemplo é o americano Reinhold Schmidt, cujo pai nasceu na Alemanha, que fala em seu livro “Incidente em Kearney* (Nebraska) que em várias ocasiões ele foi levado por um disco voador. Ele viu que a tripulação falava alemão e agia como soldados alemães. Ele disse que o levaram aq região polar [se alguém está construindo uma históia, porque eles afirmam serem levados, entre todos os lugares, ao pólo?]

Depois de voltar ele foi perseguido pelo governo americano. Sua descrição de discos voadores combina com as fotografias capturadas dos alemães. Em 1959, três grandes jornais no Chile trouxeram na primeira página artigos sobre encontros UFO onde os tripulantes pareciam ser soldados alemães. Nos anos de 1960 houve relatos em New York e New Jersey de alienígenas de discos voadores que falavam alemão ou inglês com sotaque alemão.

Nos julgamentos de espionagem atômica de Julius e Ethel Rosenberg eles falaram de vasos de guerra no espaço. Já que eles tiveram acesso a informação super secreta, sobre o que eles estavam falando?

PARTE 25:

HITLER ESCAPOU!

Na década de 1950 lembro-me de ouvir rumores que Hitler tinha escapado para uma secreta base nazista no Polo Sul. Em 1952 Dwight D. Eisenhower disse: “Temos sido incapazes de desenterrar um pedaço de evidência tangível da morte de Hitler. Muitas pessoas acreditam que Hitlr escapou de Berlim.”

Quando o Presidente Truman perguntou a Joseph Stalin, durante a Conferência de Potsdam em 1945 se Hitler estava morto ou não, Stalin respondeu secamente “Não.” O alto oficial do exército de Stalin, Marechal Gregory Zhukov, cujas tropas foram aquelas que ocuparam Berlim, claramente declarou depois de uma longa e cuidadosa investigação em 1945: “Não encontramos nenhum cadáver que pudesse ser o de Hitler.”

O chefe americano do conselho de julgamento em Nuremberg, Thomas J. Dodd, disse: “Ninguém pode dizer que ele esteja morto.” O Major General Floyd Parks, que era o comandante geral do setor americano em Berlim, declarou para publicação que ele havia estado presente quando o Marechal  Zhukov descreveu sua entrada em Berlim e Zhukov declarou que acreditava que Hitler pudesse ter escapado. O Lt. Gen. Bedell Smith, Chefe do Staff do Gen. Eisenhower na invasão européia e mais tarde diretor da CIA, afirmuo publicamente em 12 de outubro de 1945, “Nenhum ser humano pode dizr conclusivamente que Hitler está morto.”

O Ce. W.J. Heimlich, ex chefe da Inteligência dos EUA em Berlim, declarou para publicação que ele estava a cargo da determinação sobre o que aconteceu a Hitler e depois de uma cuidadosa investigação seu relato foi: “Não há qualquer evidência além daquela de boatos que sustente a hipótese do suicídio de Hitler.” Ele também declarou: “Com base na evidência atual, nenhuma companhia de sguros na América pagaria uma apólice sobre Adolph Hitler.”

O juiz de Nuremberg Michael Mussmanno disse em seu livro *Dez Dias Para Morrer,* “A Rússia deve aceitar grande parte da culpa [na extensão em que ela exista] que Hitlr não morreu em maio de 1945.” Contudo Mussmanno declarou que havia entrevistado o garçom pessoal de Hitler, seu camareiro, seu motorista, suas duas secretárias, pilotos, principais generais etc. e todos eles concordaram perfeitamente que Hitler cometeu suicídio. Ele disse que eles não poderiam ter ido adiante construindo uma história com detalhes perfeitos contadas por todos e sem que um deles a contradissesse se eles não estivessem dizendo a verdade e ele estava absolutamente convencido que de fato Hitler havia cometido suicídio.  A história de início parece convincente até que você compreenda que eles possam ter de antemão memorizado a história e todos eles eram pessoas que veneravam Hitler. Será que na vida real as testemunhs concordam perfeitamente em todos os detalhes? 

O ex secretário de Estado Jimmy Byrnes em seu livro *Frankly Speaking* (como citado em abril de 1948 em *The Cross and The Flag*): “Enquanto em Potsdam durante a Conferência dos Quatro Grandes, Stalin deixou sua cadeira, veio e bateu sua taça de licor na minha de maneira muito amigável. Disse a ele:  ‘Marechal Stalin, qual é sua teoria sobre a morte de Hitler?’ Stalin respondeu: “Ele não está morto. Escapou para a Espanha ou Argentina.’”

Ainda tenho a matéria de uma revista chamada *The Plain Truth* de setembro de 1948, com a manchete: “Hitler stá vivo uo morto?”, sub entitulada “Aqui estão resumidas as conclusões de uma extensa investigação de três anos – junto com as razões para acreditar que Hitler possa estar vivo e secretamente planejando a maior farsa da história”.

Um outro artigo de novembro de 1949, diz “Os nazistas foram para o subterrâneo, 16 de maio de 1943!” e detalha um encontro na residência de Krupp von Bohlen-Halbach, chefe da I.G. Farben, etc., no qual eles planejavam a terceira guerra mundial”.

Um outro artigo de agosto de 1952, intitulado  “HITLER NÃO MORREU,” sub entitulado “O falso suicídio de Adolph Hitler no bunekr de Berlim agora é exposto como a maior farsa da história! Vem a luz evidência positiva que Hotler não morreu – aqui está a nova evidência de que ele está vivo e dirigindo hoje o subterrâneo nazista!”

Em junho de 1952, a publicação de *The Plain Truth* tem como manchete: “HITLER *Pode Estar Vivo!”* O artigo declara: “Agora, novos fatos ou fatos sustentados, vazam. Agora é relatado que em 1940 os nazistas começaram a concentrar tratores, aviões, trenós, planadores e todos os tipos de maquinário e materiais nas regiões do Polo Sul – pelos seguintes quatro anos os técnics nazistas construíram, no continente quase desconhecido, o Shangrilá do Furer na Antártica – uma nova Berchtesgaden.

O relato diz que eles escavaram uma montanha inteira e construíram um ref