FOGO VINDO DO CÉU
Julho 15, 2008 — brancasnowFOGO VINDO DO CÉU
parte 1
a Batalha da Colheita da Lua e a Verdadeira História dos ônibus Espaciais
por “One Who Knows”
Quando comecei a escrever este relato, os noticiários estão falando do estranho acidente do avião da USAIR na Pennsylvania. No dia seguinte, um avião caiu em Moscou. CNN falou sobre uma bola de fogo que foi relatada de Bakersfield, Califórnia, até Medford, Oregon. Eles disseram que isto ocorreu aproximadamente 6 ou 6:15 na manhã de sábado, 10 de setembro (1994) e foi tão brilhante que a luz cintilava pelas janelas acordando algumas pessoas. Eles mostraram uma casa em San Rafael com um buraco no telhado de um pedaço de algo que caiu do céu.
Um foguete Arian foi lançado da Guiana Francesa e foi perdido, um dia antes. Vários terremotos tem ocorrido na Califórnia, inclusive um que a CNN mostrou em um mapa, a sudoeste do Lago Tahoe. Aproximadamente 15 minutos mais tarde, a CNN começou a falar sobre o Ônibus Espacial disparando lasers para a Terra e mostrou uma visão da Terra, com o Lago Tahoe no canto superior direito da tela. Se você reunir as duas coisas, então você vê que o ônibus espacial Columbia estava disparando lasers para a Terra com “propósitos ambientais”, precisamente onde os terremotos estavam ocorrendo. O Presidente foi a Camp David, e então quando o Presidente voltou (?), um avião caiu na Casa Branca. Mais tarde ele deu uma fala em uma sala da Casa Branca e então apenas ele saiu, um incêndio irrompeu na sala. Rosh Hashanah acabou de passar (setembro 6-7, 1994), e Yom Kippur está vindo (setembro 15, 1994). O Presidente tinha ordenado a 8.300 homens da Marinha, 1.800 Marines e 4.000 do Exército juntamente com 15 a 20 navios de guerra que se preparassem para invadir o Haiti.
AS GUERRAS SECRETAS ENTRE OS PODERES QUE SÃO
Se você que está lendo isto, não se assusta até tremer as pernas das calças, você não está usando nenhuma. Preste atenção e esta informação pode salvar sua vida. O propósito deste artigo é informar-lhe brevemente sobre algumas das guerras secretas que estão acontecendo entre os “poderes que são’ que estão lutando pelo controle do mundo.
Em 1978, eu fui o chefe de um grupo de interesse especial de Mensa chamado Notícias do Clube do Dia Final e Relato de Inteligência. Escrevi uma newsletter para o Clube. Na divulgação de maio de 1978 eu disse:
“A guerra é um perigo sempre presente, muito mais perto do que a maioria das pessoas concebe. Agora a Rússia está testando satélites assassinos e armas de laser e de raios de partícula, enquanto os EUA estão realizando um maior programa de desenvolver armas contra raios - uma real batalha de Guerra nas Estrelas está tomando forma. A guerra no espaço agora é possível e provável na medida em que isto cresce. Um programa agora está a caminho para determinar a possibilidade de usar o ônibus espacial para propósitos de defesa.” O que eu não sabia naquele tempo era o fato de que a guerra espacial já havia começado. Este manuscrito fornecerá mais detalhes.
Na mesma newsletter, mencionei que Richard Helms da CIA havia sido despedido pelo Presidente Carter, e recomendei que o leitor contatasse o Fundo de Segurança e Inteligência (no endereço incluso) para mais informação. Listei os membros da equipe como James Angleton, Elbridge Durbrow, Brig Gen. Robert Richardson, o antigo Secretário da Marinha e do Tesouro Robert Anderson, o antigo chefe de Operações Navais Almirante G. W. Anderson, e outros nomes que se tornam importantes mais tarde nesta história.
MUDANDO AS ESTRATÉGIAS DE DEFESA
Na página 10, disse: “OS EUA estão mudando suas defesas para mísseis balísticos sub-lançados e mísseis cruises lançados do ar, na medida em que os ICBMs baseados em silos se tormam vulneráveis a um profilático primeiro ataque da União Soviética. Os B-52, F-14, F-15, e F-16 serão equipados com mísseis cruise durante os próximos cinco anos, na região do Pacífico. Esta postura indica a admissão de que nada permanecerá até que os EUA possam estar protegidos - somente as aeronaves e os submarinos tem uma chance de sobreviver a um primeiro ataque.
“Estudos independentes do congresso já tem sido completados que mostram que por 1980 os russos podem realizar um primeiro ataque contra uma força Minuteman com uma forte probabilidade de destruir a maioria dos IBCMs dos EUA e que por 1981, os EUA não terão mais um impedimento suficiente para evitar um primeiro ataque soviético.” Continuei com esta citação de Aviation Week & Space Technology, (p. 14, 3 de abril de 1978), sobre os números de mísseis que nós e a Rússia tínhamos. Mais tarde na página, mencionei o Secretário de Defesa Harold Brown propondo um agudo aumento em gastos de defesa civil, inclusive o custeio de um estudo para planejar uma evacuação mais rápida das cidades durante a ameaça de um ataque nuclear. O que estava acontecendo? Porque os EUA estavam mudando sua estratégia de defesa e subitamente enfatizando a importância da defesa civil?
Em minha publicação de julho da DCN&IR newsletter, citei o General George S. Brown, Presidente da Junta de Chefes de Staff, que disse: “O que os soviéticos estão fazendo é preocupante, porque nenhum de nós sabe porque”. Eu disse: “General Alexander Haig, Comandante Supremo dos Aliados na Europa, avisou Washington em março da mudança fundamental no Exército Aéreo do Pacto de Varsóvia para “um caráter ofensivo”. Continuei para dizer que a Rússia estava se preparando para se defender de uma ameaça de uma Alemanha rearmada. Mencionei que a maior parte da força nuclear dos EUA estava em solo alemão. Na página sete disse que “O Japão, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, tinha ordenado a suas forças armadas para preparar planos de defesa para se protegerem de um ataque estrangeiro.”
Na página 10, citei Alexander Solzhenitsyn como dizendo, “Não armas, não importa quão poderosas, podem ajudar o Ocidente até que ele supere sua perda de força de vontade. Para defender a si próprio, alguém deve estar pronto para morrer.”
A TECNOLOGIA DO RAIO DE PARTICULA RIDICULARIZADA
A manchete da capa de minha divulgação de outubro de 1978 foi ARMAS NUCLEARES - LOGO OBSOLETAS! A seguir é o que diz o artigo:
“General George Keegan - graduado de Harvard, voou 56 missões de combate na Segunda Guerra Mundial, recebeu a Cruz de Serviço Distinguido no Vietnã, é o vice presidente executivo do Instituto Estratégico dos EUA, Chefe da Inteligência da Força Aérea dos EUA. Aproximadamente dois anos atrás ele se aposentou da Força Aérea, porque viu alguns perigos críticos para os EUA que ele não tinha permissão de revelar ao público. Ele tentou advertir os poderes da Casa Branca, mas riram dele. Assim, aproximadamente a dezoito meses atrás, ele fez as primeiras referências públicas à secreta pesquisa russa sobre “armas de partículas carregadas”. A revista Aviation Week & Space Technology acompanhou a informação dele e determinou que ele estava essencialmente correto. Contudo, o Presidente Carter e o Secretário de Defesa Harold Brown, ambos muito mal instruídos pela CIA, ridicularizaram Keegan.
Os cientistas americanos do Laboratório Lawrence Livermore (a uma corrida de bicicleta de distância de mim) se encarregaram do Projeto See-Saw para determinar se os EUA podiam construir armas de raios de partículas. A decisão foi que atualmente era impossível de construir tal arma e já que estamos muito à frente tecnologicamente dos soviéticos, era ridículo pensar que eles tivessem construído uma. Keegan revelou seus achados sobre os desenvolvimentos sovéticos das armas de raios de partículas para a CIA, chefiada por William Colby em 1975. Colby reuniu o Painel de Inteligência Nuclear que determinou que, já que os EUA não podiam construir uma tal arma, era impossível que os soviéticos tivessem feito isto. Colby nunca passou a informação para a inteligência da força aérea ou para o presidente e o secretário de defesa.
Keegan se aposentou e começou a tornar pública a informação, através do Conselho Americano de Segurança (do qual sou membro da mesa de aconselhamento nacional) e outros grupos. Sua história foi recebida com um olhar de desprezo dos oficiais de alto nível, os mais acrimoniosos vindos dos engenheiros nucleares auto intitulados Presidente Jimmy Carter e Secretário de Defesa Harold Brown (anteriormente do Lawrence Livermore Lab).” “Mas a despeito das negativas oficiais, os soviéticos continuaram seu trabalho, realizando ao menos oito experimentos de raio de eletron no espaço a bordo das espaçonaves Cosmos, Soyuz e Salyut…” (AW & ST) e realizando testes em Semipalatinsk e Sarova. “Ao mesmo tempo, os físicos americanos mais jovens, desinibidos dos problemas de ego dos mais velhos, também estavam fazendo progresso nas técnicas chave necessárias para o desenvolvimento das armas de raio. Agora a maré havia mudado. Um esforço dos EUA em plena escala para dominar esta tecnologia exigiu determinar a possibilidade do desenvolvimento de armas de raio sendo organizados no mais alto nível do Pentágono. Até mesmo os céticos mais teimosos agora reconhecem que abandonar este campo incontestado para os soviéticos é um risco que os EUA não podem assumir. Por causa do extremo embaraço público que esta série de artigos trará para… o Presidente Jimmy Carter, e o Secretário de Defesa Harold Brown, que viram seus contemporâneos tentarem e falharem no Projeto See-Saw, há ainda uma tentativa de velar o programa em segredo oficial ” (Aviation Week & Space Technology, Oct. 2, 1978).
O artigo afirma, “Especialistas em Capitol Hill, que tem sugerido toda a evidência incluindo os dados secretos não disponíveis para nós, tem concluido que a avaliação da análise do Gen. Keegan estava certa no núcleo da matéria.”
Os soviéticos já tem com sucesso testado armas de raios de partículas [como tem a França!]. “Os especialistas em raios de partícula dos EUA que tem acesso a informação da inteligência americana e contactos pessoais com físicos russos envolvidos em programas de física magnética e de plasma acreditam que os soviéticos já terão em solo uma arma de raios proton entre 1980-1983.”
O PROJETO SIPAPU
O Pentágono iniciou um programa chamado “Chair Heritage” para aterrar nossso próprio sistema por volta de 1982. Isto foi anteriormente principalmente um programa da marinha na instalação de pós graduação naval de Monterey, CA, mas agora está sendo combinado com o projeto SIPAPU do Exército (raios espaciais, como opostos a raios realizados em vasos da marinha] e outros - parece que agora todo mundo que é alguém está se envolvendo (Lawrence Livermore Lab, Sandia Corp., Agência de Defesa Nuclear, CIA, Hughes Aircraft, Lockheed, Universidade do Texas, Austin Research Associates, etc.).
Se você recordar, a Rússia nos bateu no espaço com o Sputnik, então fomos para um programa drástico para ficarmos a frente deles. Vannevar Bush uma vez disse que era impossível construir um míssel balístico capaz de ir 3.000 milhas, mas dentro de dez anos a Rússia já os tinha e estávamos apenas começando um programa drástico para alcançar.
Agora mais uma vez estamos em uma corrida para superioridade estratégica, mas desta vez a Rússia pode ter em campo seu sistema em dois anos enquanto parece que necessitamos de ao menos cinco anos - mas então as coisas podem mudar rapidamente.
Um problema que temos agora é o da liderança principal - o Presidente e o Secretário de Defesa - podem retardar o progresso porque eles não gostam de admitir seus enganos. No passado, havia vários serviços de inteligência, todos em competição uns com os outros, tentando ser o mais acurado e quando um serviço fracassava, o outro apontava isto. Agora, Carter tem unificado os serviços de inteligência sob Stansfield Turner e todos os relatos de inteligência devem passar por Turner antes de chegarem ao Secretário de Defesa ou ao Presidente de homens como o Gen. Keegan, Gen. Singlaub, etc. Isto também cria a chance de que o presidente possa ser consideravelmente mal informado ou mal conduzido. Isto, na longa corrida, pode até mesmo ser um perigo maior para os EUA do que a arma de raio de partícula!
AS CAPACIDADES DOS RAIOS DE PARTÍCULA
Então o que é uma arma de raio de partícula? É similar a um laser, mas não é um laser. Lasers atiram um raio de radiação eletromagnética [luz], enquanto as armas de raio de partícula atiram um raio de partículas sub atômicas (eletrons, protons, ions, etc.). O que significa é que as armas nucleares podem logo se tornar obsoletas.
Qualquer um que ponha satélites com armas de raios de partícula em órbita primeiro (propriedade controlada por complexos sensores ou computadores) pode controlar o mundo. Qualquer míssel guiado ou aeronave pode então ser varrida da existência em uma fração de segundo depois do lançamento.
Sob estas condições, ainda teremos as bombas nucleares, mas seria impossível envia-las contra um inimigo que está protegido por raios de partículas.
Um editorial em AW & ST disse, “As armas de raio oferecem a promessa de reduzir as armas estratégicas nucleares a um fator insignificante no futuro. Se bem sucedidamente empregadas, as armas de raio podem terminar o longo reinado do terror nuclear introduzido pelos mísseis balísticos e sua ogiva termonuclear. Se os soviéticos alcançam esta capacidade primeiro, isto dará a eles uma alavancagem enorme e crucial para impor sua política ao resto do mundo. Se os EUA alcançarem isto primeiro, não mais serão necessários os frágeis acordos SALT, e em um calor morto, os cidadãos deste planeta podem olhar para frente para uma mudança nas tensões internacionais da estratégica área nuclear para armas mais convencionais e menos devastadoras.”
Se você quer saber com o que se parece as armas de raios de partículas, assista “Star Wars” ou Battlestar Galactica.”
Este é o fim da minha citação da newsletter de 1978. E agora, como Paul Harvey diria, para o resto da história!
Russia lançou o veículo espacial octágono Intercosmos 17 em 26 de setembo de 1977. A “Enciclopédia Britanica” diz que o seu propósito foi “a pesquisa científica internacional em partículas carregadas e micrometeoritos”. O que, um satélite de partículas carregadas? Já no espaço? Foi isto mesmo que lemos acima? “Se os soviéticos alcançam esta capacidade primeiro, isto dará a eles uma alavancagem enorme e crucial para impor sua política ao resto do mundo.”
A GUERRA NO ESPAÇO
A Batalha pela Colheita da Lua começou em 17 de setembro de 1977. Rússia começou destruindo nossos satélites espiões usando “satélites assassinos”. Em 27 de setembro, a Rússia destruiu nossa base lunar secreta. Em 29 de setembro de 1977, Rússia lançou a estação espacial tripulada Salyut 6 em órbita.
Primeiro, vamos explorar um pequeno background. O livro “War In Space” de James Canan, 1982, Harper & Row, p. 153 diz: “Armas de alta energia, seus perigos e promessas, começaram a penetrar a consciência do congresso no final da década de 1970, e foi o Major General George J. Keegan USAF - ‘louco George’ para seus críticos, ‘brilhante George’ para seus admiradores - que começou tudo isto. Keegan indubitavelmente teve um dos mais altos QIs de sempre dentro da instituição militar, que é, estereótipos ao contrário, dizer muito.
Keegan esteve na inteligência aérea por muitos anos, e a cargo dela, começando em 1972, por cinco… em meados da década de 1970, o império da inteligência da força aérea de Keegan, como seus críticos a apelidaram, tinha uma população de aproximadamenteb 50.000 e gastava quase que três bilhões por ano. Keegan tinha acesso a fontes HUMINT dentro da Rússia e em todos os lugares, a todos os álbuns de photorecce satelites e todas as fitas dos satélites ELINT.”
P. 155: “Em 1972, um jovem cientista civil trabalhando na inteligência da Força Aérea dos EUA foi até Keegan com a evidência de um esforço soviético para desenvolver uma das maiores armas estratégicas de todos os tempos - uma arma de raio de alta energia que seria usada para destruir os mísseis balísticos em vôo para a máxima defesa da União Soviética.”
Tendo passado três anos estudando física nuclear a nível de graduação, Keegan chamou para si com aquele jovem cientista no exame da evidência antevista de trabalhos científicos soviéticos desclassificados. Ele concluiu que o jovem cientista tinha descoberto algo, e ele pôs sua turma para trabalhar. Com Keegan no controle direto, uma equipe de inteligência da força aérea filtrou e combinou relatos de dentro da Rússia e de fotografias de satélites e de interceptações de comunicação a respeito de um estendido complexo de construções, canos e pilares no Semipalatinsk no sul central da Ásia Soviética.
O que os soviéticos haviam construído lá - começando com seu posicionamento subterrâneo de duas enormes esferas no início da década de 1970 - era uma instalação para testes de raios de partículas carregadas… um segmento de tamanho considerável da comunidade científica dos EUA pulou em Keegan, acusando-o de tráfico de paranóia.”
P. 157: “Em 1974, dois anos depois que o General Keegan começou a falar nos círculos top secretos sobre o trabalho russo no Semipalatinsk, os raios de partículas voltaram a moda no Pentágono. Um documento do Departamento de Defesa descreveu o que aconteceu: a Marinha iniciou seu programa “Chair Heritage’ envolvendo o desenvolvimento do raio de elétron para “aplicação para defesa de navios contra todas as formas de ataque de aeronaves e mísseis… O Exército também começou um programa separado para demonstrar a produção de raios de ions de alta corrente.”
O primeiro programa do Exército, chamado ‘SIPAPU’ (uma palavra nativo americana para fogo sagrado) é controlado pelo Comando de Defesa de Mísseis Balísticos no Arsenal de Redstone, Alabama, e centralizado no Laboratório Científico Los Alamos. Chair Heritage, transferido para o controle do DARPA em 1980, está sendo realizado pelo Laboratório de Radiação Lawrence em Livermore…” Confio que alguns dos meus leitores tomem nota da palavra “Sipapu.”
PROJETOS SECRETOS
Até meados de 1979, trabalhei para Corporação de Controle de Dados em Sunnyvale, Califórnia, na divisão “skunk works” [fabricas nos EUA que trabalham com a tecnologia de ponta em aeronaves]. Um dos projetos no qual trabalhei foi Chair Heritage.
Para confirmação para pesquisadores, fornecerei a seguinte informação: meu chefe era Phil Myers. Os gerentes do programa eram JM Moore (projetos TIGS, IOS), Jack Crawford, JL Smith, CR Shuler, LH Woodward, WA Osborne, e outros.
Alguns dos projetos tinhm nomes código STC, RFREDA, BRONCO, MARE ISLAND, A4, LATFAC, DALFAC, RKYDSO, etc. Penso de que nada serviria a você saber o que estas siglas significam - TIGS é Gráficos Integrados Terminais, IOS era Sistemas Operacionais Integrados , DALFAC era Instalação de Dallas, etc.
Apenas é suficiente dizer que tinhamos os mais poderosos computadores do mundo (Star 100 que foi um computador Cray, etc.) e estávamos envolvidos nos projetos mais secretos dos EUA. Nossos clientes incluiam a instalação atmosférica de Monterey, CA, (os satélites atmosféricos fazem mais do que observar a atmosfera), Cheyenne Mountain em Colorado, DARPA , NASA, e, oh sim, o IRS. Um dos meus amigos passou todo seu tempo livre estudando a anti-gravidade, assim não será difícil demais supor a que dizia respeito o trabalho dele.
General Keegan e o Scretário de Defesa de Carter, Harold Brown não olhavam olho no olho - poderia o fato de que o pai de Brown fosse um judeu russo (esqueci seu nome real) e isto tivesse algo a ver? Como um oficial militar, Keegan era proibido de dizer qualquer coisa em público, então em janeiro de 1977 Keegan pediu exoneração e criou o Conselho Americano de Segurança civil e começou a viajar pelo país, dando palestras para tentar despertar todo mundo. Ele fracassou.
Keegan morreu em março de 1993. O” obituário dele no *New York Times* disse, “Ele avaliou que a União Soviética estava construindo um sistema de defesa civil que aseguraria uma razoável taxa de sobrevivência no caso de uma troca nuclear. Ele também acreditava que os russos estavam perto de empregar futiristicas armas de raios de particula carregadas”. O livro *Deep Black: Space Espionage and National Security* de William E. Burrows, Random House, uma história dos satélites espiões, tem mais informação sobre Keegan.
MISSÕES SKYLAB
Você realmente tem imaginado porque os EUA nunca mais voltaram a Lua novamente? Você se lembra de *Skylab?* A história oficial é que *Skylab* foi lançada em 14 de maio de 1973. Era para ser a primeira estação espacial tripulada da América. Em 25 de maio de 1973, um foguete Saturn levou a primeira tripulação (Conrad, Kerwin & Weitz) para *Skylab,* uma missão que duraria aproximadamente um mês.
A segunda tripulação (Alan Bean, Owen Garriott, e Jack Lousma) foi lançada em 28 de julho de 1973 e a missão durou aproximadamente dois meses. Ambas as missões foram pragueadas por falhas, vazamentos e outros problemas.
A terceira missão tripulada de *Skylab* começou em 14 de novembro com Gerald Carr, William Pogue e Edward Gibson. Foi dito que a missão retardou seis dias por causa das rachaduras nas “nadadeiras de cauda” do foguete Saturn.
Russia tinha lançado uma estação espacial em 3 de abril mas em 14 de abril ela explodiu, o que foi descrito como “uma má função catastrófica”
“MÁ SORTE” NA NASA
Depois dos surpreendentes sucessos das missões Apollo, por alguma razão a NASA começou a ter todos os tipos de má sorte. “Nos EUA o sucesso do primeiro vôo do ônibus espacial orbital foi nublado por duas falhas catastróficas dos previamente confiáveis foguetes veículo de lançamento.”
Depois do teste preliminar de taxeamento na pista e os vôos combinados com o avião a jato transportador Boeing 747, o ônibus espacial Enterprise foi declarado pronto para libertação de seu avião mãe. Em 12 de agosto, na Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia, os astronautas Fred W. Haise, Jr., e C. Gordon Fullerton guiaram o Enterprise para um pouso super liso no solo do Lago Seco Rogers, 5 minutos e 23 segundos depois de se soltar do 747.
Um segundo vôo, com os astronautas Joe H. Engle e Richard H. Truly, em 13 de setembro foi igualmente bem sucedido. Haise e Fullerton colocaram o Enterprise em um outro pouso dez dias mais tarde. Um mau presságio apareceu no Centro Espacial Kennedy na Flórida em meados de maio, quando um pequeno acessório do foguete auxiliar sólido propelente caiu de sua braçadeira no primeiro estágio de um veículo delta e o danificou. O impulsionador estava sendo preparado para lançar o Satélite de Teste Orbital para a ESA.
O satélite foi destruído em 13 de setembro quando seu veículo de lançamento Delta explodiu um minuto depois da decolagem, aparentemente por causa que um dos acessórios sólido propelentes do foguete detonou. Somente 16 dias depois, um impulsionador Centaur com um satélite de comunicações Intellsat 4A a bordo, também foi em chamas somente um minuto depois do lançamento ” (*Encyclopedia Brittanica Book of the Year,* 1978, p. 638.
Amigos, é tempo de saberem da história real. Em outubro de 1977, um novo interceptador operacional russo Cosmos abateu *Skylab* juntamente com sua tripulação de cinco astronautas americanos secretamente a bordo; eles morreram em uma gigantesca bola de fogo sobre os EUA. A NASA imediatamente iniciou um prolangado acobertamento do que tinha acontecido. Como eu sei? É suficiente dizer que tenho uma fonte de informação muito alta.
NASA queria que todo mundo esquecesse sobre esta misteriosa bola de fogo e assim fingiu que *Skylab* ainda estava em órbita, mas afundando inesperadamente. A NASA usou histórias sobre o ônibus espacial como parte de seu acobertamento de *Skylab*. Eles fingiram que talvez o ônibus chegase a tempo para salvar *Skylab.* Isto era um a dupla mentira para a NASA. Primeiro, porque *Skylab* não podia ser salva já que havia sido destruida. Segundo, porque naquele tempo os EUA não estavam em posição de lançar o ônibus ou qualquer coisa mais de natureza militar no espaço. A Rússia estava empregando sua secreta Tríade Espacial de avançadas armas espaciais tripuladas.
Os Interceptadores russos Cosmos tinham varrido os ceus dos satélites espiões dos EUA e os russos planando plataformas de armas eletro-gravídicas, as Cosmosferas, estavam fazendo manchetes ao criar enormes booms ao longo das costas da América, e ainda fazem isto. Todas estas coisas ocorreram exatamente quando o Programa do Ônibus Espacial estava saindo do solo.
OS BOLCHEVISTAS AMERICANOS - MESTRES DO ENGANO
O resultado foi uma completa reorganização do Programa do Ônibus. Os antigos planos de banha-lo em publicidade foram cortados. Os bolchevistas no nosso governo, que haviam substiuído o cartel de Rockefeller em muitas áreas de poder, lançaram uma rede de segredo em todos os novos planos militares. Nunca nada nos foi dito sobre as capacidades do ônibus de treinamento *Enterprise,* e nunca nos foram ditas muitas coisas que estavam acontecendo em White Sands no programa militar do transportador. Ao manter estas coisas secretas, os bolchevistas se colocaram em uma posição poderosa para nos enganar e a mentira tem continuado incessante.
Nunca nada nos foi dito sobre o 747 modificado pela NASA que carregou uma réplica completa das partes de tripulação e baia de carga de um ônibus. E ainda é assim. Nos estávamos inconscientes de que o avião, originalmente pretendido para treinamento, tinha se tornado um instrumento bolvhevista para a mentira contra nós. Quando assistimos os videotapes dos astronautas na cabine simulada do transportador, naturalmente pensamos que era a coisa real. Ao procurar um caderno de anotações flutuando no meio do ar por uns poucos segundos perto dos astronautas, éramos levados a pensar que estavam sem peso porque estavam em órbita.
Não nos foi dado qualquer pista que aqueles momentos sem peso tinha acontecido meses antes em um protótipo. Posteriormente, o que você faria se fosse um astronauta e estivesse diante do fato de que a Rússia já tinha virado a esquina e podia destruir sua nação com uma explosão? Você não pensaria que um bom patriota iria adiante com o jogo? Contudo, isto nos traz a um sério problema - talvez as imagens que enganaram muitos no mundo e na América - não tivesssem enganado os novos governantes da Rússia. Eles tinham aprendido da queda anterior do que realmente se tratava o vôo do *Columbia* e, quando o *Columbia* foi lançado em 12 de abril, os russos já estavam prontos a espera!
O LANÇAMENTO DO COLUMBIA EM UMA ÓRBITA ESTRANHA
O plano real da missão era para uma missão curta. Os astronautas supostamente entrariam em órbita e empregariam o satélite militar da baia de carga do *Columbia* muito rapidamente; então eles retornariam a Terra - não a bordo do transportador mas em uma cápsula especial de reeentrada. Dois dias mais tarde, eles supostamente aterrissariam a disfarçada *Enterprise* em Edwards como o ato final do drama falsificado preparado para nosso benefício.
Pela primeira vez em três anos o Pentágono estava esperando obter um satélite espião em órbita que não pudesse ser imediatamente abatido pela Rússia. Esta tentativa era destinada a continuar pelos nossos nerds de desastre em desastre.
Você deve saber o que aconteceu na frente final para ter uma idéia do que continua. Se você pensar de volta nos lançamentos espaciais americanos do passado, alguns podem ter percebido alguma coisa muito não usual no lançamento do *Columbia.* No passado, os lançamentos espaciais tripulados de Cape Canaveral eram sempre feitos na direção do sudeste, na direção do equador, mas não foi assim como *Columbia.* Ele foi lançado a nordeste, para longe do equador. A razão para isto era a missão secreta de reconhecimento espacial do *Columbia.*
Em sua divulgação pública de notícias, a NASA disse a todo mundo que *Columbia* estava sendo lançado em uma órbita de 44 graus - isto é, ele nunca iria mais longe ao norte ou ao sul que 44 graus acima e abaixo do equador. Mas a órbita real escolhida para o *Columbia* era uma órbita de 69 graus. Esta órbita de 69 graus foi escolhida porque isto levaria o *Columbia, e o satélite espião dentro dele, todo o caminho para o norte para o Círculo Ártico e além. Este tipo de órbita é necessario se um satélite espião é para ir em seu vôo de reconhecimento sobre a Rússia.
O lançamento a nordeste do *Columbia* foi feito para possibilitar que o satélite espião começasse a reunir dados sobre a Rússia apenas minutos depois que o *Columbia* alcançasse a órbita. O tempo era a essência de qualquer tentativa de espionar a Rússia. Cada satélite americano lançado para a Rússia durante os anteriores três anos tinham sido cegados ou abatidos antes de reunir muitos dados.
O plano secreto de vôo para o *Columbia* foi completamente diferente daquele que a NASA afirmou para o público. O plano exigia que o *Columbia* fosse lançado em um curso inicial nordeste na direção geral de Bermuda, e então aproximadamente 2 minutos e meio depois do lançamento, começasse uma não ortodoxa mudança de curso - uma ampla volta para o norte. Este lançamento em curva sem precedentes foi tentado como uma manobra evasiva de qualquer cosmofera russa que pudesse estar esperando acima. Ainda acelerando em seu curso curvo, o *Columbia* era suposto passar a 100 milhas a leste de Cape Hatteras, North Carolina. Aproximadamente a 200 milhas leste de Washington, D.C., os principais motores do transportador foram cortados. Depois de costear em silêncio por uns poucos segundos, o tanque de combustível estava programado para se cortar solto na medida em que o *Columbia passava a 100 milhas a leste de New Jersey.
Pelos próximos dois minutos o transportador e seu tanque de combustível estavam a ser costeiros a passada ponta leste de Long Island, sobre Boston, e na direção do Maine. Durante este tempo o transportador era suposto manobrar para longe de seu tanque de combustível usando pequenos jatos de manobra.
Finalmente, exatamente enquanto *Columbia* passava sobre New Brunswick, Canadá, o plano de vôo pedia que os motores de manobra orbital fossem disparados. Em algum lugar sobre o Mar do Labrador, voando de cabeça para baixo, *Columbia* estava programado para alcançar a órbita da Terra. Tão logo assim o fizesse, o plano de vôo pedia que os astronautas Young e Crippen começassem a trabalhar rápido.
A MISSÃO DE ESPIONAGEM DO COLUMBIA
Em menos de dez minutos esperavam qe eles abrissem as portas da baia de carga e ligassem os sensores do satélite espião repousando lá dentro. Na medida em que eles fizessem estas coisas, o *Columbia* estava para correr sobre a ponta sul da Groenlândia, acima do meio do Estreito da Dinamarca entre a Groenlândia e a Islândia, sobre o Círculo Ártico e então se dirigindo de volta ao sul na direção do norte da Noruega, Finlândia e Rússia. Segundo o plano de vôo, o *Columbia* estava programado para atravessar a fronteira russa exatamente ao sul da estratégica Península Kola. Isto seria aproximadamente a uns 23 minutos depois da decolagem. Neste instante o reconhecimento inicial sobre a Rússia estava a caminho. O satélite espião dentro da baia de carga, até mesmo embora ainda não empregado, teria tido uma visão perfeita para baixo pelas portas abertas do transportador de cabeça para baixo.
O *Columbia* era intencionado voar um um curso através da Rússia que começava exatamente a oeste do estratégico Mar Branco no extremo noroeste da Rússia. De lá, o curso planejado do *Columbia* era se dirigir a sudeste sobre algumas 2.500 milhas de estratégico território russo. Durante apenas o primeiro minuto, era esperado que o satélite visse partes da altamente sensível Península Kola, o Mar Branco, incluindo os armazenamentos super secretos dos submarinos perto de Kazan, uma das bases do sistema de vôo ABM da Rússia. Este sistema usa raios de partículas carregadas transportados por transportes supersônicos TU-144.
Na direção do fim da primeira passagem sobre a Rússia era esperado que o satélite espião reunisse dados sobre dois ou mais dos quatro cosmódromos da Rússia - aqueles de Baiokonur e Tyuratam. No intervalo, inúmeros outros alvos de guerra também eram para ser examinados. Era esperado que o satélite espião na baia de carga do *Columbia* visse tudo isto durante sua primeira passagem sobre o território russo. Isto só levaria uns oito minutos e meio. Então o *Columbia* teria atravesado a fronteira com o Afeganistão e se dirigiria a Índia. Aproximadamente 10 minutos depois, o satélite espião estaria irradiando seus dados de volta para os receptores americanos em Diego Garcia no Oceano Índico.
Agora, isto era o plano. Os planejadores militares estavam confiantes que o satélite espião deles obteria ao menos a primeira visão da Rússia. Eles estavam certos de que a curva de lançamento do *Columbia* e o curto tempo envolvido evitariam que a Rússia frustrasse a missão. *Columbia* decolou de Cape Canaveral as 7:00 A.M. naquela manhã de domingo. Pelas 7:23 *Columbia* era esperado já estar sobre a Rússia. Pelas 7:31 *Columbia* era esperado deixar os céus da Rússia e as 7:45 daquela mesma manhã de domingo os planejadores militares esperavam ter seus primeiros dados de reconhecimento da Rússia.
OS RUSSOS FRUSTRAM O PLANO
O plano parecia plausível mas os planejadores estavam caindo vítimas da própria brecha de inteligência que eles próprios criaram anos antes na América. Os agentes russos de inteligência eram capazes de aprender as linhas gerais do plano da missão de *Columbia* aproximadamente seis meses antes do lançamento. Isto hoje é pior, porque há mais agentes da KGB na CIA do que americanos leais.
Um mês completo antes do giro público do *Columbia* em Cape em novembro de 1980, o Comando Espacial Russo estava estudando o problema. Não havia questão sobre uma coisa: A missão do *Columbia* não podia ser bem sucedida. Dar até mesmo uma fração de dados atualizados de reconhecimento, os bolchevistas na América estavam determinados a criar uma guerra nuclear. Até mesmo assim, havia uma questão sobre o melhor modo de estragar a missão. Várias possibilidades foram consideradas, incluindo sabotagem ou simplesmente explodir o *Columbia* no céu. Todos foram rejeitados porque apresentavam uma fraqueza. Cada alternativa parava uma missão do transportador, mas não pararia o programa de transportadores como um todo, e a meta da Rússia era fechar completamente o Programa do Ônibus Espacial.
Ao menos eles encontraram uma solução. O que era necessário era uma versão da Era Espacial do famoso incidente do U-2 duas décadas antes. Foi nos dias minguantes da administração Eisenhower. A Rússia tinha acusado publicamente os EUA de invadirem o espaço aéreo dela com vôos espiões. Isto foi antes da era dos satélites, e invadir o espaço aéreo de um outro país era uma acusação séria aos olhos do mundo.
Os porta-vozes americanos tentaram difundir um furor crescente enquanto cuidadosamente evitavam uma negativa definitiva das acusações; mas os russos mantiveram isto. Finalmente o Presidente Eisenhower ficou tão exasperado que claramente negou, em público, que a América estivesse enviando aviões espiões sobre a Rússia.
Isto era exatamente o que os russos estavam esperando. Os russos prontamente fizeram o que os especialistas da inteligência americana pensaram que eles não fariam - eles abateram um U-2 em alto vôo sobre a Rússia. O nome do piloto da CIA, o falecido Francis Gary Powers, preencheu as manchetes mundiais da noite para o dia. Os russos tinham tornado mentiroso o presidente dos EUA.
Uma reunião tinha sido programada entre o Presidente Eisenhower e Nikita Kruschev, mas os russos friamente cancelaram. Ao estudar a situação do *Columbia*, os russos decidiram fazer um foco de natureza similar. Afinal, tudo o que eles precisavam era aterrissar o transportador intacto.
A Rússia protestou continuamente sobre a natureza militar do Programa do Transportador e percebeu que seria capaz de chocar o mundo com a verdade disto simplesmente provando. Eles colocariam o transportador abatido em exposição pública junto com seu satélite espião com sua energia nuclear e disparos de laser. O Kremlin gostou o plano e concordou com ele. Para posteriormente enfatizar o paralelo com o incidente do U-2 de 1960, a Rússia tinha proposto recentemente uma reunião com os EUA. O plano era retirar a proposta de reunião depois do abatimento do *Columbia.*
O Comando Espacial Russo trabalhou vários meses antes para ficar pronto. Eles estavam enfrentando uma grande ordem: abater o *Columbia* em território russo sem totalmente destrui-lo. Como recentemente, até um ano antes, isto teria sido totalmente impossível até mesmo de ser levado em consideração. Contudo, agora os russos tinham uma nova ferramenta espacial para fazer o trabalho. Era a terceira versão da plataforma de armas levitantes russas, a cosmosfera. Elas eram chamadas de “super pesadas” pelo Comando Espacial Russo.
“SUPER PESADAS” ESTÃO PRONTAS
As cosmoferas super pesadas russas já eram consideradas experimentais em natureza mas tinham vastos melhoramentos integrados desde a década de 1980. Até mesmo assim, por 1980-81 os russos já haviam construído sete delas. Em termos de volume, elas eram maiores do que o dirigível da Goodyear, elas eram até mesmo maiores que os maiores dirigíveis (”zeppelins”) da década de 1930. Elas podiam transportar uma carga de mais de 50 toneladas, muito mais do que o transportador espacial; e elas eram equipadas com uma poderosa propulsão eletromagnética que podia levar a cosmosfera todo o caminho em velocidade orbital. Em resumo, a cosmosfera jumbo era realmente o trasportador espacial russo. E estava plenamente funcional.
Para realizar seu ataque ao *Columbia,* a frote inteira russa de sete cosmosferas jumbo estava pronta. Cinco eram equipadas com equipamento especial de agarramento para capacita-las de pegar um objeto muito grande no espaço. As outras duas eram equipadas com armas de raios de partícula neutron. Estas armas eram do mesmo tipo usado na “Batalha da Colheita da Lua” em setembro de 1977.
*COLUMBIA* DECOLA
As 7:00 A.M. da manhã de domingo de 12 de abril de 1981, os motores do foguete de *Columbia* rugiram vivos. Momentos depois os gigantescos impulsionadores sólidos foram disparados, e o *Columbia* decolou. Na medida em que subia, ele girava ao redor e começou a se inclinar no caminho de vôo em direção ao espaço. Como assistimos na televisão, ele rapidamente mingou para o nordeste. Os impulsionadores sólidos separaram e se descascaram a cada lado. Momentos depois, o *Columbia* desapareceu da tela da TV.
A cena da televisão então mudou para o alegado controle da missão em Houston - tudo isto tinha sido preparado anteriormente. Sim, sei que você pensará que é difícil acreditar!
O mapa controlado por computador da NASA começou a rastrear o alegado curso do *Columbia.* Segundo o mapa, *Columbia* estava se dirigindo sobre o Atlântico na direção de Bermuda; mas naquele momento, livre dos impulsionadores sólidos, *Columbia* já estava começando sua longa curva para o norte. 150 milhas a leste de Charleston, Carolina do Sul, a frota russa das sete cosmosferas jumbo estava planando sobre o oceano na medida em que o transportador se aproximava de seu elaborado caminho curvo, de cabeça para baixo, com o enorme tanque de combustível no topo.
AS COSMOFERAS INTERCEPTAM O TRANSPORTADOR
As duas cosmosferas armadas com os raios neutron se aproximaram do *Columbia* de baixo e um pouco atrás, onde não podiam ser vistas por Young ou Crippen. As outras cinco cosmosferas jumbo com seu equipamento de agarramento, voavam em formação acima e bem atrás do tanque de combustível para ficar fora da linha de fogo. As cosmosferas acompanhavam o transportador até que ele alcançou uma altitude e velocidade pré determinada.
Então as cosmosferas armadas abriram seus raios neutron. Disparando no alcance do ponto branco, cada cosmosfera disparou apenas duas cargas de sua arma de raio. “WHOOMP! WHOOMP!” A primeira salva inundou a cabine perto dos motores na parte de trás. Young e Crippen morreram instantaneamente, a radiação neutron tento interrompido totalmente toda a atividade do sistema nervoso deles, cérebros, olhos e corações.
Ao mesmo tempo os motores do transportador pararam. Uma fração de segundo mais tarde, uma segunda salva de radiação neutron inundou e nariz e uma área sob a baia de carga. Estes tiros foram calculados para desarranjar e fechar os computadores de vôo do *Columbia* - isto é, todos os computadores, exceto um. Os russos queriam o backup do computador para tomar e fazer seu trabalho - isto é, fazer uma reentrada automática de emergência e pouso de acidente na Rússia. Eles anteciparam que fariam assim porque o computador de backup estava pesadamente escudado contra a radiação. O escudo é um material mais eficiente do que o chumbo; é de ouro!
Os russos plenamente esparavam que este computador de ouro assumisse depois que os motores parassem.
Dentro de uns dez segundos, depois que os motores pararam, o tanque de combustível, ainda um terço cheio, automaticamente foi lançado solto. O computador de ouro agora estava voando o transportador. As cinco cosmosferas jumbo com o equipamento de agarramento, se fixaram no tanque de combustível. Então usando sua poderosa propulsão magnética, elas lançaram para longe o tanque. De seu curso a nordeste, o tanque estava desviado sobre o Atlântico Norte em um grande arco até que estivesse se dirigindo ao sul. As cosmosferas então aceleraram para a velocidade orbital e lançaram o tanque de combustível solto.
Três anos antes disso, as primeiras cosmosferas tinham enviado uma mensagem por meio de enormes booms aéreos ao longo da Costa Leste da América. Você se lembra de ter ouvido a discussão nos noticiários sobre os misteriosos booms sônicos que estava sendo ouvidos ao longo da costa? Agora as mais recentes cosmosferas russas estavam usando o tanque de combustível para enviar uma mensagem arrepiante pata os planejadores bolchevistas da guerra na América.
Enquanto isto as cosmosferas armadas seguiam o *Columbia*. Tendo tido seus motores parados prematuramente, o *Columbia* foi bem abaixo da velocidade orbital. Estava seguindo um caminho balístico, exatamente como um ICBM, no coração da Rússia. Parecia que o plano da Rússia estava se seguindo com perfeição - mas então aconteceu o inesperado.
UMA SITUAÇÃO SEM VENCEDOR
Um dos computadores defeituosos do *Columbia* aparentemente começou a funcionar. A breve parada o tinha atirado fora de sincronização com o computador de ouro e assim aparentemente os dois computadores não se comunicavam entre eles. Na medida em que o *Columbia* passava sobre a fronteira da Rússia, ele estava voando do lado direito para cima ao invés de de cabeça para baixo, fora do controle do computador de ouro.
Mas o outro computador abriu as portas da baia de carga exatamente como programado. Na medida em que o transportador começou a reentrar sobre a Rússia, o ar quente inundou a baia de carga. Os sensores de calor do satelite espião detectaram a construção do calor que estava programado no computador do satélite como um sinal de ‘dano de ataque”. Finalmente, a temperatura chegou a um ponto crítico ativando um circuito auto-destrutivo no satelite. Então o satélite espião explodiu, explodindo o *Columbia* em pedaços.
Os russos haviam esperado um pouso acidentado de forma reconhecível. Ao invés, o *Columbia* terminou em destroços espalhados ao longo de uma linha de aproximadamente 85 milhas na Rússia central a sudeste da cidade de Kazan e tiveram que dizer aos cidadãos que um satélite de pesquisa tinha caido de órbita. Desta forma, nem os russos nem os bolchevistas conseguiram o que queriam. Mas estavam destinados a mais tentativas, cada uma tão tola quanto a anterior.
Em 24 de novembro de 1980, o Programa Espacial Tripulado da América repentinamente começou a mostrar sinais de vida depois de próximo da morte. Foi o dia em que o transportador *Columbia* foi apresentado a visão pública no Centro Espacial Kennedy na Flórida. Era o primeiro aparecimento público do transportador em quase dois anos. O transportador chegou em Cape Canaveral dois anos antes, em março de 1979. Daí até novembro de 1980, o transportador *Columbia* permaneceu oculto em um casulo de metal muito grande chamado “Instalação de Processamento de Orbitador”, mas em 24 de novembro repetinamente o casulo se abriu e pulou o transportador espacial.
Não foi uma viagem muito longa preparada para aquele dia - aproximadamente 300 jardas até a próxima Construção de Reunião de Veículo, onde ele desapareceu mais uma vez como se por mágica. Pela primeira vez em aproximadamente seis anos os EUA estavam se comprometendo em público com missões tripuladas ao espaço. O aparecimento do *Columbia* pegou quase todo mundo de surpresa.
O Programa do Transportador Espacial da América estava completo três anos antes da programação. Desde 1977 eles nada mais ouviam que problemas, atrasos e mais problemas com o transportador espacial. De fato, apenas cinco dias antes, o Dr. George Low, antigo diretor do Programa Lunar *Apollo*, resumiu tudo isto em desgosto total quando disse, “Hoje suponho se podemos começar um outro *Apollo,* e muito menos ainda realiza-lo”.
O programa do pouso lunar de *Apollo* foi um outro programa cheio de mentiras, fumaças e espelhos, mas eu terei esta história em um outro tempo. Por agora, a coluna central do jornal *Spotlight* de 5 de setembro de 1994, dará a você alguma pista das mentiras envolvidas.
A FARSA DA QUARENTENA PÓS LUNAR
Uma outra fonte de informação deste assunto foi um artigo chamado ‘A Grande Quarentena Lunar” a revista *Air & Space* de fevereiro/março de 1994. Se você se lembrar, quando os astronautas pousaram na lua e voltaram, eles tiveram que ficar sob quarentena por três semanas. As mentes pensantes questionarm a razão disto.
Na página 39, o artigo declara: “O problema era que a quarentena era tudo um show”, diz Gerald Wasserburg, John D. MacArthur professor de geologia e geofísica do Instituto de Tecnologia da Califórnia, que ainda está espumando 25 anos depois. ‘Isto realmente não evita contaminação. As pessoas de Fort Detrick [a instalação de guerra biológica do Exército], que realmente sabiam como conter patógenos, pensaram que isto era ridículo. Tudo foi parte de uma fraude mas isto não seria parado porque estava vindo do alto nível político. Você supõe que possa haver outra razão para interrogatório, ou, quarentena?
A CONTAGEM REGRESSIVA DO TANSPORTADOR ESPACIAL PARA A GUERRA NUCLEAR
Depois de três anos a espera, a contagem regressiva estava a caminho. Havia um ar total de urgência sobre isto. As pontas estavam sendo aparadas, precauções de segurança estavam sendo postas em ação, riscos inaudíveis estavam sendo assumidos; e quando os repórteres perguntaram porque estas coisas estavam sendo feitas, eles apenas receberam uma resposta ambígua ao invés de respostas reais.
O transportador espacial foi a espaçonave mais complexa americana a este ponto. Havia mais coisas a irem errado do que nunca anteriormente, e o futuro inteiro do Programa Espacial Tripulado da América dependia do transportador. De fato, nos foi dito que dentro de poucos anos o transportador estaria lançando praticamente todos os satélites americanos.
Até onde nos foi dito, a América estava colocando todos os seus ovos em um só cesto. A velha NASA teria continuado passo a passo com o maior cuidado. Cada espaçonave tripulada tinha feito sua primeira viagem ao espaço sem astronautas para assegurar não haver perdas de vidas no caso de problemas.
FACÇÕES INVISÍVEIS EM GUERRA
Em 1981 as coisas eram feitas de fato de uma maneira muito estranha. Os fatos eram, os nossos bolchevistas americanos estavam ficando prontos para uma guerra nuclear, e uma mentalidade de pressa de tempo de guerra predominava. Eles queriam tomar os russos antes que eles ficassem mais fortes. Era o caso de certas forças americanas e russas guerrearem com outras forças russas e americanas! O verdadeiro primeiro transportador era para ser tripulado e ir todo caminho em alta órbita. Não havia consideração para a segurança dos astronautas; contudo, não sabiamos que eles haviam sido treinados no *Enterprise.* Lembra-se do *Enterprise?* Seja o que for que aconteceu com ele, você sabe? Eu estava naquele tempo dizendo as pessoas que algo podre estava acontecendo.
Para todos os intentos e propósitos, os novos motores de foguete do transportador espacial foram radicalmente não testados, até quanto alguém estava ciente. Havia três motores principais chamados SSMEs pela NASA. Estes motores nunca voaram no espaço antes daquele tempo; de fato, eles nunca tinham sido disparados todos juntos até oito dias antes do vôo.
Naquele dia, os três motores foram disparados por somente 20 segundos no bloco de lançamento de Cape. NASA não correu o risco de testa-los por um tempo maior, até mesmo embora estes motores supostamente fossem reutilizáveis, lançamento após lançamento. Ao invés, baseados em um mero teste de vinte segundos, a NASA teria dois astronautas arriscando as próprias vidas nestes motores e, no real lançamento ao espaço, os motores teriam que operar em plena capacidade por um mínimo de nove minutos.
NASA reconhecidamente jogava que os três novos motores do *Columbia* durariam o suficiente para chegar em órbita. Os motores eram somente um exemplo da inexplicável pressa da NASA porque se o *Columbia* não alcançasse a órbita, a seguinte pergunta era se ele poderia voltar. A NASA não tinha a menor noção.
O recente lançamento do telescópio Hubble usa o mesmo subterfúgio de escopo ‘duplicado’ que foi lançado como uma outra tentativa de enganar os russos e novamente a tentativa foi um desastre total como somente o império do mal pode criar.
LADRILHOS HUMPTY-DUMPTY
Em 1980 os novos sistemas de proteção térmica eram radicalmente novos. Todas as espaçonaves anteriores tinham “escudos de calor” que afastavam o calor ao queima-lo para longe durante a reentrada, portanto, eles só podiam ser usados uma vez. Mas o transportador era suposto ser reutilizável vezes seguidas, e assim necessitavam de um tipo diferente de escudo. Eles desenvolveram uma cerâmica de baixo peso, quebrada em mais de 30.000 pequenos pedaços chamados “ladrilhos”. Uma coisa estranha, eles disseram que uns poucos caiam de cada vez, mas que isto não era preocupante. Estava certo. Como podia estar certo? O calor teria aberto um buraco onde o ladrilho estivesse faltando. Lembro-me que eles disseram que não podiam voar o *Enterprise* porque eles “esqueceram” de colocar escudos de calor nele, então o *Enterprise* era apenas um tipo de esmaecimento da imagem. Então o *Columbia* voou com escudos de calor caindo dele? Lembra? Você percebeu? Isto cheira mal.
Por ao menos dois anos antes do lançamento original estavamos ouvindo histórias de problemas com os ladrilhos. Começou quando o transportador *Columbia* chegou em Cape Canaveral em março de 1979 nas costas do jato jumbo. Muitos ladrilhos foram perdidos ou danificados durante o vôo e o *Columbia* parecia que tivesse tido varíola - e isto foi apenas voando nas costa do jumbo jato na atmosfera.
ENCALHADO PELO URSO
A controvérsia do ladrilho fez uma perfeita história de acobertamento para explicar os três anos no solo do transportador espacial. A razão real era que a América tinha sido fechada para missões espaciais militares desde 1977. Em agosto de 1977, os primeiros testes pré vôo do transportador espacial aconteceram. Um transportador foi carregado em cima de um jato jumbo e saiu livre e guiado para pouso por astronautas. Parecia que a era do transportador espacial estava perto do velório.
OS COSMONAUTAS RUSSOS NO ESPAÇO
O programa espacial da Rússia parecia completamente silencioso. Não sabíamos que a Rússia tinha estado empregando suas secretas armas de raios de partículas no espaço, e em 17 de setembro de 1977, a Russia começou a esmagar nossos satélites espiões no que foi chamado a Batalha pela Colheita a Lua. Eles lançaram em órbita a estação espacial *Salyut-6* em 29 de setembro de 1977, e então começou uma corrente incessante de cosmonautas russos indo e vindo do espaço. Eles até mesmo levaram cosmonautas de sete outros países, incluindo Cuba e Vietnã ao espaço com eles, na medida em que torciamos nossas mãos.
OS BOLCHEVISTAS RUSSOS SE APINHAM NA AMÉRICA
Os bolchevistas haviam sido chutados do poder na Rússia e os bolchevistas americanos tinha a muito tempo esperado e observado o momento de fraqueza entre seus inimigos - os secretos novos regentes da Rússia. Os bolchevistas queriam desesperadamente reconquistar suas antigas posições de poder na Rússia; mas por anos, os novos governantes russos tinham estado expulsando os bolchevistas que então inundaram principalmente os EUA.
Os bolchevistas originalmente haviam tomado o poder na Rússia pela intervenção do Cartel de Rockefeller em novembro de 1917. Eles eram chamados comunistas mas eram meramente ditadores sádicos e mais tarde foram chutados fora do Kremlin. Mas na última metade de 1980, eles começaram a reconquistar o poder na Rússia e assim foi tomada a decisão de ir adiante com a missão do transportador espacial.
Um satélite espião top secreto americano tinha sido desenvolvido pelo Escritório Nacional de Reconhecimento, um projeto secreto no qual Control Date trabalhou (eu fiz o trabalho de escritório para as pessoas que programaram o computador do satélite).
O PRIMEIRO ATAQUE ABERTO DOS EUA - QUASE
A Rússia destruiu um satélite espião americano em 20 de setembro de 1977, e uma semana mais tarde tirou nossa base lunar de ação. Sete meses depois, a Rússia terminou de destruir todos os nossos satélites espiões e iniciais satélites de aviso. Desde então, temos tentado várias vezes empregar satélites espiões para obter informação de alvos para lançar uma guerra nuclear, uma guerra que chegamos bem perto várias vezes. Tudo o que descobrimos é que a Rússia havia mudado os alvos de lugar e não ousamos lançar um ataque [embora alguns quisessem faze-lo de qualquer modo).
OS BOLCHEVISTAS PLANEJAM O PRIMEIRO ATAQUE NUCLEAR A RÚSSIA
Sim, houve um plano completo para que os EUA lançassem um primeiro ataque nuclear em uma guerra contra a Rússia. Este primeiro ataque confiava pesadamente nos mísseis, incluindo os secretos mísseis móveis Minuteman TX americanos (não os MX dos quais a media falou), mas isto não podia ter sucesso sem informação atualizada sobre os alvos na Rússia. Os bolchevistas americanos estavam fazendo tudo que podiam para nos levar a uma guerra nuclear, conquanto eles tivessem abrigos para a sobrevivência deles próprios [mas não para o resto de nós!]. A Rússia tinha extensos abrigos para sobrevivência, planos funcionais de defesa civil e grandes instalações de armazenamento cheias de trigo, milho, aveia e outros suprimentos que demos a eles ( “vendemos” os suprimentos a eles, sabendo que eles não os pagariam).
A CIDADANIA AMERICANA É TOTALMENTE DISPENSÁVEL
No livro *Deep Black: Space Espionage and National Security*, o General George Keegan fala dos abrigos civis russos de defesa. Ele descobriu que cada fábrica na Rússia tinha um abrigo. A cidade de Moscou tinha 75 abrigos/postos de comando subterrâneos, cada um do tamanho do Pentágono. Sim, isto é o que ele disse. Cada um deles era coberto por 100 pés de concreto reforçado e 400 pés de terra. Ele disse que eles eram de duas a três vezes mais fortes do que a Represa Hoover.
Toda cidade militar na Rússia e a maioria das outras cidades tinham destes abrigos. Keegan disse que custaria 500 bilhões de dólares para construir apenas um deles. Sim falei em bilhões. Ele disse que eles eram *felpudos,* e eles até mesmo tinham trens ferroviários indo para eles. Eles tem abrigos ao longo da estrada do aeroporto até o centro de Moscou.
A Rússia está completamente comprometida a sobreviver se for necessário se envolver em uma guerra nuclear. Os EUA, todavia, não tem sistemas de defesa civil - exceto um sistema muio exclusivo para a elite. Nosso programa oficialmente tem sido chamado MAD, “Destruição Mutuamente Assegurada”. Contudo, teriamos sido os únicos a serem destruídos. Se você tem vinte minutos de aviso de que bombas nucleares estão para cair por toda a América, o que você faria?
Sei que muitos de vocês dirão . “Não me preocupo com isto, será a vontade de Deus.” Este é o tipo de lavagem cerebral que temos recebido nesta confusão. Que vontade de Deus, se nos foi dado o livre arbítrio! Se você quer ficar de pé na frente de um trem em uma ferrovia, DEUS permitirá que você o faça. Ele não parará o trem para você! E se você não fizer nada sobre esta confusão na qual você está dentro, Deus permitirá que morra! Se os russos quisessem atacar este país, ou se quiséssemos ataca-los, Deus o permitirá - ele deu o livre arbítrio a todos!
Os bolchevistas americanos estão fazendo tudo o que podem para criar uma guerra nuclear, assim eles estão desesperados por novos e atualizados dados de reconhecimento da Rússia. A Rússia sabia disto, e isto é o porque eles terminaram de aperfeiçoar seu plano de sobrevivência. Nós, contudo, fomos totalmente descartáveis então e agora. Enchemos os silos deles com suprimentos para sobrevivência e esvaziamos os nossos.
A elite bolchevista tinha, por este tempo, desenvolvido um satélite que eles acreditaram que poderia sobreviver em órbita por algum tempo se eles o lançassem em segredo e tomassem rotas de desvio do vôo.
Lembra-se do *Sputnik?* A primeira vez em que vi um eu estava no campo. O *Sputnik I* era uma bola de 184 libras lançada por um ICBM SS-6 pela Rússia as 9:36 P.M. de 4 de outubro de 1957. Ele foi altamente polido para ser visto mais facilmente e levava um radio transmitindo em uma frequência que tornava fácil para os operadores de radio ham [amador] rastrear. Nosso governo fez piada do foguete, com desprezo o chamando de Sapwood. O humor da revista do MIT *Voodoo* tinha um cartoon de um recorte do *Sputnik* com um russo barbado dentro dizendo, “Beep…beep…beep.”
Um mês depois a Rússia lançou o Sputnik 2, que pesava 1.119 libras que estavam no alcance de uma ogiva de guerra. Embora ainda fizéssemos piada da Rússia [o líder da maioria no senado disse que iríamos lançar um satélite melhor, com acabamento de cromo e limpadores], o Presidente Eisenhower tomou nota especial do míssel. A Rússia havia saltado o nosso caro sistema de bombardeio e estava se tornando capaz de enviar ogivas de guerra de seus ICBMs. Entre 1956 e 1960 Ike enviou mais de 20 vôos U-2 sobre a Rússia para tentar conhecer as capacidades dos misseis da Rússia. Cada vôo U-2 foi monitorado pelo radar da Rússia. Nossa Força Aérea relatou que a Rússia teria mil ICBMs por 1961.
Dois anos depois do *Sputnik* lançamos nosso satélite *Discoverer* , que tinha uma câmera e fazia muito mais que beep. Tinhamos um programa chamado Pied Piper que se tornou SAMOS (Sistema de Observação de Satélites e Mísseis). O primeiro lançamento SAMOS foi em 11 de outubro de 1960, que falhou, e SAMOS 2 foi lançado em órbita em janeiro de 1961. O final SAMOS 30 foi em 27 de novembro de 1963, embora oficialmente o final *Discoverer* foi o 38 lançado em 27 de fevereiro de 1962. A este ponto, o programa foi mudado e alguns dos satélites tiveram seus nomes trocados. O nomo programa era o KeyHole, e os satélites eram chamados KH-1s (*Discoverers* foram renomeados KH-4s).
Um dos ramos mais secretos do governo foi e é o Escritório Nacional de Reconhecimento [NRO], criado oficialmente em 25 de agosto de 1960. Acredito que uma das razões para sua criação tinha a ver com discos voadores, mas isto é uma outra história. O NRO desenvolveu o KH-11 (por um homem chamado Kennan) um satélite espião (reconhecimento por fotos e outros) em 1972. Um dos projetos nos quais trabalhei no Control Data envolveu o KH-11. O KH-11 foi usado para coisas tais como descobrir onde estavam os reféns na embaixada iraniana e supostamente observar o calor dos ladrilhos do escudo no transportador. É óbvio que eles também foram usados para observar discos voadores, mas todos nós sabemos que discos voadores “não existem” e assim eu devo estar errado, certo?
A América sabia que a frota orbital da Rússia de interceptadores tripulados Cosmos destruiria o transportador, mas os planejadores esperavam que antes que isto acontecesse o satélite seria capaz de transmitir de volta por radio bastante informação sobre alvos para um primeiro ataque nuclear por míssel. A primeira missão era um trabalho de pressa frenética e tinha que ser tripulada por causa da carga secreta.
Se o transportador alcançasse a órbita, os astronautas eram necessários para empregar o satélite militar dentro da baia de carga. O satélite era basicamente um satélite espião mas também era muito mais. Para fazer o trabalho dele, era destinado a defender-se das armas espaciais russas pelo maior tempo possível. Como um resultado, ele seria nada menos do que uma estação de batalha robô no espaço. Era um “satélite endurecido” capaz de aguentar um ataque sem ser facilmente destruído, ou assim eles esperavam. Ele era equipado com defesas ativas e podia atirar de volta.”
Todos os componentes do satélite foram comprimidos na baia de carga do transportador *Columbia.* Eles já estavam lá quando o *Columbia* foi apresentado antes de novembro. Uma vez em órbita, o trabalho dos astronautas, John Young e Robert Crippen, seria reunir isto e o ter operacional rapidamente.
SATÉLITES DE TUNGSTÊNIO OFERECEM UMA AMEAÇA ÀS COSMOSFERAS
Uma vez tudo fosse reunido e estivesse flutuando no espaço, o satélite pareceria uma gigantesca lata de estanho girando, de talvez 30 pé de comprimento e 20 pés de diâmetro, mas em uma inspeção mais próxima pareceria mais com um barril de madeira exceto que as aduelas do barril eram feitas de tungstênio.
Dentro do barril de tungstênio mais externo estava um outro barril menor e dentro dele ainda havia um outro barril menor ainda. No centro de tudo isto estava o satélite. Os barris de tungstênio eram separados um do outro por um espaço de aproximadamente um pé. Havia também um espaço considerável entre o barril mais interno e o satélite. Os barris de tungstênio constituem uma defesa passiva do satélite. Se um raio de partícula carregada é disparado, atingiria o barril mais externo e isto vaporizaria um ponto no barril, mas no processo absorveria energia e o raio ficaria difuso. Na teoria, isto grandemente reduziria o dano feito ao segundo barril e não haveria qualquer dano ao terceiro, o mais interno. O tungstênio tem o mais alto ponto de derretimento de qualquer metal trabalhável a serviço naquele tempo, e assim era esperado que este sistema de escudos contra os raios de partículas resistisse a várias batalhas.
O sistema do escudo em três camadas de tungstênio era também instrumentado. Quando uma explosão o atingisse. o padrão da explosão seria sentido como uma indicação inicial de qual direção veio o ataque. Um computador dentro do núcleo do satélite então ativaria um novo sistema secreto chamado LADAR (Direção e Alcance a Laser). As seções removíveis das aduelas do barril dos escudos de tungstênio girando seriam abertas. O LADAR espiaria pelas aberturas enquanto elas giravam em um escaneaneamento ultra rápido.
No vazio escuro do espaço, esperava-se que LADAR fosse muito mais eficiente do que um radar, pegando muito rapidamente o atacante russo, e no momento de fazer isto, a estação de batalha robô abriria fogo. Quando assim o fizesse, ofereceria até mesmo uma maior ameaça ao Interceptador Cosmos russo porque o satélite americano estaria armado com um gigantesco disparador de gás de dióxido de carbono (CDDB).
O CDDB era uma versão mais compacta do laser, que havia sido testado com sucesso a bordo de um petroleiro a jato modificado KC-135. Isto produzia uma intensa radiação infra vermelha com uma energia de mais de um megawatt - que é um milhão de watts. Um laser industrial 10.000 de satélite era 100 vezes mais poderoso. Ele não era tão poderoso quanto o raio de partícula carregada russo, mas era poderoso o bastante para danificar ou destruir o atacante russo. Tudo isto dependendo, com certeza de reamente conseguir empregar o transportado e a carga.
Segundo o plano, pretendia-se que o *Columbia* decolasse em uma manhã ensolarada de meados de abril de 1981. Milhões estariam assistindo a televisão quando Young e Crippen bramissem para cima no céu e para a órbita. Então a cena mudaria para a cobertura padrão de Young e Crippen na cabine deles, e por uns dois dias a cobertura continuaria aparecendo de tempo em tempo. Eram esperadas cenas da cabine, cenas no Controle da Missão e assim por diante e aparentemente haveriam problemas inesperados, nada sério, mas apenas para adicionar um toque de sabor à história e à coisa real. Os telespectadores não teriam suspeitas que apenas estavam asistindo trechos de inúmeras simulações de vôo. Em sua cobertura do fiasco de SKYLAB, a NASA aprendeu bem as técnicas do engano.
Enquanto isto, não haveria uma cobertura do vôo real, exceto da decolagem inicial. Ao invés, quando Young e Crippen alcançassem a órbita, eles imediatamente iriam trabalhar. Eles despressurizariam a cabine, abririam a baia de carga e movimentariam o componente robô do satélite espião para fora do *Columbia.* Eles também removeriam uma cápsula espacial tipo *Gemini* para dois homens da baia de carga do *Columbia,* e os dois astronautas se aproximariam da baia de carga por controle remoto.
Eles manobrariam para baixo sob o *Columbia* para uma rápida inspeção visual da condição dos ladrilhos térmicos, mas a urgência de estabelecer o satélite robô não deixaria tempo para qualquer tentativa de reparo dos ladrilhos. Se os astronautas fossem fazer isto, eles perderiam um tempo precioso para estabelecer o satélite e fazer sua boa escapada na cápsula *Gemini*. Isto é o porque a NASA se recusou a incluir um kit de reparo dos ladrilhos na primeira missão do transportador. Como o administrador da NASA, Robert Forsch, disse em uma conferência de notícias, “Sinto que no fim provavelmente aumentaremos o risco, talvez não o risco a respeito do sistema de ladrilhos mas o risco a respeito da segurança do vôo inteiro”.
Depois de uma inspeção muito breve, os astronautas devolveriam o controle do *Columbia* para a NASA em Houston com as palavras: “Ok para retrofogo.” Então se afastariam do *Columbia* e imediatamente começariam o trabalho da reunião do satélite espião robô. Era esperado que eles completassem o trabalho dentro de aproximadamente quatro órbitas. Logo que o satélite robô estivesse reunido e operando, Young e Crippen iriam a bordo de sua cápsula espacial de tipo *Gemini*.
Se tudo correse segundo o plano, eles sairiam de órbita e cairiam no Oceano Pacífico. Isto seria no anoitecer do mesmo dia do lançamento, mas a televisão falsificou a cobertura da NASA até que mostrasse fitas de Young e Crippen na cabine simulada do *Columbia.* Young e Crippen seriam resgatados secretamente de sua queda no mar. De onde eles seriam levados a Base da Força Aérea de Edwards na Califórnia para aguardar os eventos e ordens posteriores.
Algumas 12 horas depois do lançamento de Cape Canaveral, Houston enviaria um sinal de retrofogo para a agora não tripulada *Columbia.* Os motores do transportador disparariam. Em algum lugar sobre o Oceano Índico o transportador espacial entraria na atmosfera. Seria o primeiro teste completo dos ladrihos térmicos do transportador. Se eles funcionassem, o *Columbia* sobreviveria a reentrada. Então em altitude mais baixa, a pilotagem do *Columbia* seria realizada por controle remoto. Se tudo fosse bem, o *Columbia* pousaria no grande deserto de areia da Austrália ocidental.
Por anos usei uma calculadora de mão HP-41CX até desgastar as chaves. Quando eu a comprei, os anúncios diziam que que os astronautas do transportador levavam uma delas em órbita de forma que poderiam tomar e pousar o transportador no caso do computador a bordo falhar. Provavelmente ainda tenho a literatura em algum lugar. Mas o ponto é, o transportador pode ser facilmente pousado [lançado e voado, por esta matéria] pelo computador.
Foi planejado que todas estas coisas aconteceriam no primeiro dia da suposta missão de 54 horas de Young e Crippen. Então o ato final da charada, nos seria dito pela televisão que o Columbia estava reentrando sobre o Oceano Pacífico; e finalmente, o transportador espacial brilharia a vista. Todo mundo assistiria em assombro e fascinação na medida em que o transportador espacial se aproximasse da Base da Força Aérea Edwards na Califórnia, ao ressoante boom duplo das ondas de choque dando a prova física da jornada. O fato de que tudo passava através da barreira do som no vôo seria totalmente minimizado na intriga e alívio do momento.
Finalmente a nave tocaria o leito seco do lago e gradualmente freiaria para parar, e apareceriam Young e Crippen. Todo mundo assumiria que eles estavam saindo do *Columbia,* Contudo, na verdade eles estariam desembarcando do *ENTERPRISE.* Foi o *Enterprise* que vimos naquele pouso nos testes de pouso de agosto de 1977 e seria o familiar *Enterprise* que veríamos fazer um outro pouso perfeito. A nave teria sido um pouco retocada para parecer que veio do espaço, mas era uma fraude intencional.
Isto de fato era um jogo desesperado. Contudo, se a missão funcionasse, realizaria um padrão maior de mentira ao programa, mas também traria o mundo inteiro muito mais perto de uma guerra termonuclear. Embora o fracasso foi antecipado e cuidadosamente encoberto, como se mostrou necessário, estariamos na estrada de um incrível farsa seguindo uma outra de sempre crescente magnitude. Isto de fato tem sido o curso subsequente dos eventos.
12 de abril de 1981 era o 20o. aniversário do primeiro vôo tripulado ao espaço. Era o aniversário do primeiro vôo orbital do cosmonauta russo Yuri Gagarin. Ele também se tornou o dia da confusão total e e desordem entre os mestres bolchevistas do Programa do Transportador Espacial da América.
Menos de oito minutos depois do lançamento naquela manhã de domingo, eles sabiam que algo tinha acontecido ao *Columbia.* Nós ainda estávamos ouvindo os efeitos de som do vôo aparentemente bem sucedido, cortesia das fitas gravadas da NASA em Houston. Mas os controladores militares em White Sands que estavam acompanhando o vôo real nada estavam ouvindo. O *Columbia* tinha falhado em chegar sobre o Oceano Índico, como programado.
Vieram mais más notícias: NORAD estava rastreando o tanque de combustível do transportador. Ele não era suposto de estar em órbita, mas estava. Isto parecia impossível, para dizer o mínimo.
Naquele anoitecer de domingo 12 de abril, o tanque de combustível reentrou sobre o Golfo do México exatamente ao sul de Louisiana. O tanque havia se rompido mas ainda havia uma quantidade cosiderável de hidrogênio líquido e oxîgênio dentro. Quando o tanque reentrou, ele aqueceu e criou uma explosão enorme e também criou uma nuvem gigante nas bordas do espaço.
Com uma capa de ouro, que é extensamente usado no tanque de combustível do transportador por causa de suas propriedades de transferência de calor, foi vaporizado e espalhado pelas nuvens o que foi interessante e deu um show fantástico. O resultado foi o mesmo de quando o ouro é acrescentado em pequeninas quantidades a uma janela de vidro colorido. Uma brilhante cor roseo avermelhada. A gigantsca nuvem rosa, com pedaços do arruinado tanque brilhando ao sol, criou manchetes na medida em que passava para nordeste sobre a Louisiana e o Mississippi. Enquanto isto nossos “bons velhos garotos” diziam que tudo isto eram “um fenômeno natural”.
Os bolchevistas da elite americana não estavam bem certos do que havia acontecido ao *Columbia,* mas eles sabiam que tanto quanto diga respeito ao espaço, o programa do transportador era a única esperança deles. Eles tinham mais três transportadores orbitais escondidos em White Sands e pretendiam lançar todos, não importa quanto isto possa parecer estranho, assim o acobertamento da NASA do desastre do *Columbia* seguia de acordo com o plano.
RÉPLICAS GENÉTICAS DE HUMANOS
Na parte final da década de 1970 a existência de réplicas genéticas feitas pelo homem de seres humanos eram tornadas públicas. Os reveladores foram presos e as chaves da cadeia perdidas. Isto foi desacreditado, embora os filmes de movimento eram feitos como ficção científica e o assunto enterrado sob ameaça de pena de morte aos reveladores. Elas, contudo, existiam e existem e são colocadas em serviço bem diante de nossos olhos. Nem mesmo piscamos diante delas - não senhor, engolimos a mentira no total.
Se eu ainda não perdi você, isto provavelmente o fará. Replicas genéticas? Robôs humanos? Você não pode ser sério! você dirá. Chame-as como se parecessem “stand-ins” [substitutos] se isto tornará mais fácil para que você acredite, mas elas eram de fato cópias genéticas. Você precisa estudar o que está acontecendo em lugares como Dulce, Novo México! A Bíblia diz que nos fins dos tempos será como foi no tempo de Noé, e os registros mostram que no tempo de Noé, a manipulação genética estava acontecendo!
Usar ’stand-ins’ é um procedimento comum. Por exemplo, o livro *A Estranha Morte de Franklin D. Roosevelt* de Emmanuel M. Josephson, copyright 1948, diz no capítulo intitulado “As Estranhas Indisposições de Roosevelt e sua Estranha Morte” que Roosevelt e Churchill foram envenenados na conferência de Teerã com Stalin. “Em Teerã Roosevelt e Churchill se encontraram com Stalin para confirmar a divisão do mundo entre eles. Durante a conferência, Roosevelt tinha sido convencido pelos russos para ficar na embaixada russa porque, disseram os russos, a embaixada americana não era segura. Na embaixada russa, é relatado, uma cortesia especial foi estendida aos convidados. Foi designado para eles um garçom especial que os servia exclusivamente. Mais tarde foi descoberto que o garçom era um médico especialista na ciência do envenenamento, a toxicologia. O uso de médicos no sistema estatal russo para dispor de pessoas que os poderes que são desejam ver fora do caminho, ao envenena-los, tem sido atestado nos julgamentos de purga em Moscou. O Dr. Levine testemunhou que recebeu ordens de envenenar Maxim Gorki e assim tinha feito.
“Logo depois da partida, Winston Churchill ficou extremamente doente. Ele foi levado às pressas para o Egito onde estava tão doente que sua morte era esperada para qualquer momento. Mas sua vida foi salva por um protegido seu, Sir Arthur Fleming, o descobridor da penicilina.”
“Roosevelt também estava extremamente doente em sua volta. Ele era incapaz de andar ou ficar de pé sem ajuda e nunca recuperou sua força”. Amigos, o homem que foi eleito para o 4o. mandato presidencial não era Roosevelt! Quando ele morreu, “O Almirante McIntyre, seu médico, é relatado ter dito que o corpo de Roosevelt não foi embalsamado; menos de quatro horas depois de sua morte, seu corpo estava negro, uma reação que acontece entre outros casos, no evento de envenenamento por arsênico” (p. 285).
Na página 286, o livro diz, “Um estudo cuidadoso das poucas fotografias de Roosevelt divulgadas em 1944 levantaram perguntas se elas realmente eram de Roosevelt ou de um “stand-in” [substituto]. Foi amplamente sabido que havia alguns substitutos que representavam Roosevelt em algumas ocasiões. Se a suspeita levantada por estas fotografias são bem fundadas, o mistério se aprofunda. O que aconteceu a Roosevelt? Quem fez a campanha e foi reeleito em 1944?”
Quem de fato ? Lembre-se, este livro foi escrito em 1948. Na página 287 ele diz que a evidência indicou que Roosevelt se matou com uma pequena pistola de prata. Ele diz, “Seu enterro sem autópsia foi um ato criminoso e uma flagrante violação a lei. Há mais nesta situação do que o olho vê’. Então!” Ele termina o capítulo dizendo ” o engano perpetrado ao público a respeito da saúde de Roosevelt é característico do que prevaleceu em todos os assuntos durante sua administração” Agora. a situação é muito pior.
SINTÉTICOS
Na manhá que quinta feira, 14 de abril, as réplicas genéticas chamadas ’sintéticos” dos então falecidos astronautas, Young e Crippen, estavam prontas em White Sands. Elas foram programadas para realizar uma corrida computadorizada no transportador de treinamento *Enterprise.* As entidades Young e Crippen a bordo do *Enterprise* que estava montado no topo do lançado 747. Depois que o combustível do foguete foi carregado para o transportador, o 747 decolou dirigindo-se a oeste, evitando o tráfego aéreo comercial. O lançado 747 se dirigiu sobre o Pacífico até várias milhas a oeste de Los Angeles. Então ele voltou a leste em direção da costa da Califórnia. Na televisão nos foi dito que o *Columbia* estava reentrando da órbita.
Enquanto isto o *Enterprise,* renomeado *Columbia,* soltava-se do 747 e disparava seus foguetes. Ele acelerou a uma velocidade de 6.000 milhas por hora, então o assistimos quando fez a corrida dramática do mar a um preciso pouso por computador na Base da Força Aérea Edwards. Tudo foi programado para se aproximar o máximo possível do tempo programado da NASA para posteriormente nos convencer da segurança e da eficiência do sistema.
Até mesmo embora um engano técnico foi feito naquela manhã e nos foi dito que o transportador pousaria seis minutos mais cedo. Pense sobre isto, seis minutos em órbita corresponde a aproximadamente um erro de 2.000 milhas no local do transportador, mas na TV ninguém se preocupou em questionar isto. Todo mundo apenas sorriu e dise que era um dia maravilhoso para asistir o pouso do transportador.
Depois do pouso dramático, o antigo astronauta Gene Cernan expressou surpresa na televisão ABC. Ele disse que o transportador simplesmente não parecia queimado o suficiente para uma nave que havia reentrado da órbita. Da mesma forma, quando os sintéticos chamados Young e Crippen emergiram, eles não agiam como homens que tivessem estado sem peso por dois dias. Ao invés, eles saltaram para baixo para acessar os degraus e se empinaram ao redor com energia incansável mas ninguém questionou ao menos isto. Afinal, todos nós vimos o transportador pousando e centenas haviam sido testemunhas de primeira mão do pouso em Edwards; também tinhamos ouvido e sentido estes booms sônicos. Certamente o nosso governo não mentiria para nós.
TRANSPORTADORES IDÊNTICOS ESPERANDO
Mais três transportadores idênticos ao *Columbia* estavam aguardando sua vez no deserto em White Sands. Cada um teria o mesmo nome, “*Columbia,*” pintado de seu lado. O primeiro *Columbia* agora estava morto bem como a sua tripulação, mas graças aos duplos o *Columbia* continuaria a viver e os astronautas seriam removidos da vista pública exceto em raras e distantes ocasiões quando o aparecimento seria inevitável e os atores seriam capazes de desempenhar as designações.
Em 28 de abril de 1981, todos estávamos ligados aos nossos aparelhos de televisão para assistir a fala do presidente Reagan. A fala era para ganhar e construir apoio para o orçamento da administração, mas a maioria das pessoas estava interessada porque esta era a primeira fala desde a tentativa de assassinato do presidente no mês anterior. As pessoas estavam tão concentradas no reaparecimento de um presidente ferido para prestar atenção em qualquer outra coisa. Ninguém se importava muito que o transportador espacial “*Columbia*” supostamente teria voltado a Flórida naquele dia - nas costas de seu avião transporte. O *Columbia* foi um grande sucesso, até onde sabiam as pessoas - tinhamos visto tudo pela televisão.
A SUPERIORIDADE ESPACIAL ESPIONADA
Baseado naquele vôo do transportador espacial, estamos ouvindo por todos os lados que novamente estávamos no topo no espaço. Nos era dito que agora estavamos cinco ou dez anos a frente daqueles pobres russos estúpidos.
Quando o transportador pousou na Califórnia em 14 de abril inicialmente nos disseram que voltaria imediatamente para a Flórida. Mas os dias se passaram e o transportador permanecia na Califórnia. A NASA criou uma desculpa após outra para explicar os atrasos para o público.
Enquanto isto, estavam acontecendo encontros frenéticos envolvendo juntas militares chave e pessoal da NASA. As coisas não tinham acontecido segundo o plano e eles não estavam certos do que fazer a seguir. Uma facção insistia que a NASA devia seguir adiante segundo o plano original. O plano pedia uma mudança de transportadores entre a Califórnia e a Flórida. No Dia Um um 747 modificado decolaria de Edwards com o transportador *Enterprise* às costas. Câmeras de noticiário estariam a mão para registrar a decolagem. O *Enterprise* então seria transportado para sua casa-base em White Sands, Novo México. Enquanto isto, seria dito ao público que o 747 com o transportador tinha feito uma parada noturna. Então no Dia Dois o 747 modificado levando um transportador diferente decolaria de White Sands e voaria para a Flórida.
Mais uma vez, os repórteres estariam a mão para assistirem o pouso em Cape Canaveral. O novo transportador, de fato, teria o nome do “Columbia” exatamente como o tinha feito o *Enterprise*. No caminho do transportador de treinamento, *Enterprise,* era para ser devolvido a sua base-casa e um novo transportador orbital seria enviado para a Flórida. A troca seria feita sem que o público suspeitasse de qualquer coisa, e, afinal, é somente do povo americano que estes segredos super secretos são subtraídos. Os participantes, por acidente, acreditavam que o acobertamento é pela segurança nacional para evitar a aceleração da óbvia guerra a caminho. Quem iria contar?
Nestes encontros de portas fechadas sobre a situação, outros protestavam que seria tolice ir adiante com o originalmente planejado sem mais informação. Era óbvio que de algum modo os russos haviam destruido o *Columbia,* mas a pergunta era: “Como?” O grupo militar de planejamento do transportador concordava que precisava de uma resposta a esta pergunta, senão eles não tinham meios de antever contramedidas para dar uma melhor chance ao próximo vôo do transportador. Você vê, eles nunca consideraram contar a verdade e encerrar os planos seguintes.
Finalmente, ficou acertado que a primeira necessidade urgente era ganhar tempo, assim foi dito aos porta-vozes da NASA para darem a imprensa uma série de histórias de retardamento sobre os procedimentos pós vôo do transportador na Califórnia. Enquanto isto, cada caminho disponível mundial de inteligência foi pressionado a responder a pergunta: “O que aconteceu ao transportador espacial *Columbia?*”
Dia a dia vimos relatos de noticias bem orquestrados sobre os checkouts pós vôo do transportador em Edwards. O transportador foi levantado nas costas do 747, mas a decolagem continuava adiada um dia depois do outro. O grupo militar de planejamento do transportador estava recebendo um branco de seu vasculhamento de inteligência sobre o *Columbia.*
O transportador permaneceu no solo uma semana a mais do que originalmente planejado, e ainda nenhuma resposta vinha sobre o *Columbia.* Você vê, se por acaso os russos apresentassem o *Columbia* teria sido pior que desatroso porque, de aproximadamente o primeiro dia, a troca não poderia ter sido explicada sem evitar o pânico público.
NASA esgotou as desculpas para o retardamento posterior sem levantar perguntas não bem recebidas. A equipe secreta de planejamento do transportador ainda não tinha posição para preparar uma segunda missão obital e ainda as aparências tinham que ser mantidas a todos os custos e cada dia que passava se tornava mais crítico.
O governo dos EUA estava vociferando alto sobre o suposto surpreendente sucesso do transportador, porque esta era a única esperança que restava para o programa espacial americano. O transportador espacial era o único programa, outro que de defesa, que havia recebido custeio crescente da administração Reagan. Havia também um medo incrível de que se de fato os russos tivessem o transportador intacto, o inteiro acobertamento seria exposto mundialmente. Os russos, por outro lado, não tinham provas e não podiam se apresentar com ações que teriam causado uma guerra completa.
AS ESCOLHAS DE WHITE SANDS
Antes que o transportador *Enterprise* deixasse a Califórnia a bordo de seu “747,” o grupo de planejamento do transportador tinha que tomar uma decisão: Eles deviam ou não fazer a troca planejada em White Sands? Ainda existiam três transportadores em White Sands, e uma missão específica estava planejada para cada um.
Um dos planejadores resumiu o dilema nestas palavras: “Como podemos enviar um pássaro orbital a Cape?” STS-2, 3, e 4 podem necessitar de maiores modificações para ultrapasar os russos. Não sabemos quais são estas modfificações até que recebamos o feedback perdido sobre o STS-1. Digo enviar o *Enterprise.* Podemos manter isto sub orbital ao falsificar um aborto - um fechamento de motor antes da imprensa para MECO e deixar que o *Enterprise* volte para Kennedy. Isto manterá o *Enterprise* fora do perigo de ‘Ivan.’ Isto também manterá a bola rolando enquanto nos dá mais tempo para estabelecer um tiro orbital bem sucedido.”
Alguém mais perguntou: “E quanto ao impacto nas relações públicas? Uma coisa que não precisamos é abortar uma missão no início do programa.”
A resposta: “Deveriamos perder um outro pássaro orbital para Ivan? Além, se fizermos isto corretamente, podemos até mesmo conseguir mais apoio público. Você sabe o que quero dizer - a idéia de que o transportador está seguro até mesmo se algo der errado e assim por diante.”
Houve um longo silêncio seguido de mais discussão, mas finalmente a sugestão foi adotada.
Na segunda feira, 27 de abril, o “747″ levando o transportador *Enterprise* decolou de Edwards. No dia seguinte vimos o mesno transportador, o transportador de treinamento *Enterprise,* pousando na Flórida. Nenhuma troca foi feita.
Os planejadores secretos do transportador ainda estavam sentindo o caminho e deixaram em aberto uma avenida para mudanças nos planos. Entretanto, seria o transportador de treinamento *Enterprise* que mais tarde rolaria da plataforma de lançamento na Flórida, naquele verão. Ele parecia exatamente o que o *Columbia* era antes de seu lançamento em abril, combinado com um gigantesco tanque de combustível e enormes impulsionadores de foguetes sólidos.
FIQUEM DE PÉ, POR FAVOR OS REAIS JOGADORES E APOIADORES
NASA estava então atirando de cada dado de lançamento inicial de 30 de setembro de 1981. Segundo os planos, o lançamento se realizaria suavemente pelos primeiros poucos minutos. Diferente do *Columbia,* o *Enterprise* não se inclinaria para o norte na direção daquele tipo de órbita proibida pela Rússia.
Então, um motor pararia prematuramente. Isto se daria em um ponto mais anterior de vôo daquele no qual o contacto com o *Columbia* foi perdido em abril. Então, como ainda assistimos na televisão, o *Enterprise* voltaria em seu alegado pouso de emergência e pousaria em Kennedy.
Por aquele tempo, o *Enterprise* tinha feitos tantos pousos computadorizados que a NASA tinha confiança que o pouso seria seguro. Se outros planos pudessem ser substituídos na medida em que progredia o verão, a sequência do vôo seria mudada, até mesmo abortando o lançamento na plataforma.
Com certeza haveria um tumulto sobre o abortado vôo espacial, mas isto não duraria muito porque nenhum cidadão arriscaria as vidas dos astronautas a um possível acidente. O inteiro cenário de um aborto “somente provaria a eficiência do sistema de checagem do computador e as medidas de segurança’. “
As esperanças com certeza eram as de ganhar tempo e informação sobre o primeiro lançamento.
DE VOLTA AS EXPLOSÕES AÉREAS
Vamos voltar a dezembro de 1978 quando as explosões aéreas no mar começaram a sacudir casas e amedrontar milhares ao logo da Costa Leste. Por um tempo, o porta-voz do governo tentou ignorá-las; mas os booms agora conhecidos e reconhecidos como Abalos Aéreos, não acabavam. De fato, eles incessantente aumentaram em número e também logo eram vivenciados na Costa Oeste e na parte interna do continente também.
Como nenhuma explicação podia ser oferecida, eles a seguir foram ridicularizados na media maior controlada, mas esta tática rapidamente mudou, também, porque gente demais os estava ouvindo para aceitar tudo como uma grande piada. Então a tática passou a ser simplesmente relata-los e prometer um acompanhamento e então nunca acompanhar.
Os novos projetores nunca se afastaram do script dado a eles e assim não havia medo de escorregadelas. Notem isto vocês mesmos durante as edições de notícias de primeira mão; mude os canais e você ouvirá palavra por palavra os itens do noticiário sendo lidos de script principal.
Depois que estes abalos tinham continuado sem explicação por vários meses, o governo tentou explicar isto atribuindo a coisa toda a caprichosas condições atmosféricas. Os alegados especialistas percorriam a imprensa informando ao público com a confusão completa de camadas de ar não usualmente frias, depleção de ozônio, luzes do norte, distúrbios elétricos, e assim adiante ad nauseum.
Balançando os braços sobre suas performances mestras, outros especialistas estavam apregoando que os booms eram devidos a aeronaves militares, talvez a uma centena de milhas no mar, já que nada aparecia nas telas de radar.
Outros resolveram dizer que os booms eram causados pelo transporte supersônico *Concorde* e todos mais puseram o *Concorde* no solo para sempre. Eles disseram que as ondas de choque do avião estavam atingindo a Costa Leste mais de uma hora a frente do próprio avião, com uma força incrível e “construindo uma incrível força sônica na medida em que o Concorde viajava”
Estas explicações eram ridículas ainda que a maioria dos americanos, desesperados para serem apaziguados, tenham aceitado estes insultos a própria inteligência como face de valor e tenham até mesmo marchado para impedir que o *Concorde* pousasse nos EUA. Os fatos são que a maioria dos abalos ocorria nacionalmente, mas eram escondidos da imprensa e as pessoas se acalmaram.
Por exemplo, há quase que diários Abalos Aéreos ao redor de bases da força aérea onde você pode encontrar aeronaves sofisticadas capazes de velocidades supersônicas. Geralmente, a mais recente aeronave a jato não causa explosões, mas as equipes de inspeção estão examinando estes lugares, examinando a locação da explosão.
Aqueles de vocês que não acreditam que possa existir tal coisa, melhor pensariam se analisassem de novo alguns dos booms inexplicados que vocês notaram na media e que não puderam ter explicação. E o fenômeno continuou, e as pessoas simplesmente voltavam a dormir e ignoravam a interrupção em seus pensamentos - simplesmente não se importavam mais de um modo ou outro.
Já em dezembro de 1977 foi dito publicamente, e suprimido governamentalmente, que os abalos eram causados pelas recentementemente operacionais cosmosferas russas disparado seus raios de partícula de modo defocado no ar sobre o Oceano Atlântico - e mais tarde sobre o Pacífico. Esta informação veio diretamente de nossos principais sistemas de inteligência.
Em 1977, havia aproximadamente sete Cosmosferas planando sobre os EUA mas nos meses que se seguiram os números cresceram para centenas mundialmente. Agora você pode descobrir mais se você tiver em suas mãos material da Corporação Mitre porque o governo patrocinou um estudo sobre elas. O material foi discretamente divulgado e então caiu no esquecimento.
O relato listou 594 abalos aéreos de maior impacto entre dezembro de 1977 e junho de 1978. Por junho, com certeza, estas alegadas ‘frenéticas camadas de ar frio” já tinham que ter ido embora. O estudo fez o melhor que pode para atribuir os booms a barulhos de aeronaves, mas 181 abalos aéreos eram impossíveis de serem ligados a qualquer coisa, até mesmo artificialmente, ou a qualquer desculpa aceitável, assim o relato desajeitadamente concluiu que eles deviam ser de alguma origem natural ainda que o governo e os militares desconhecessem sua origem.
As cosmosferas são a versão russa das Plataformas Planadoras de Armas das quais o falecido General Thomas Power tentou em vão dar um aviso a 15 anos atrás. O General Power foi o antigo chefe da Pesquisa e Desenvolvimento da Força Aérea e então do Comando Aéreo Estratégico. Ele sabia do que estava falando e fez todo o esforço possível para alertar o povo americano sobre os anos seguintes mas seus esforços foram suprimidos e continuaram ignorados.
Na medida em que o número de cosmosferas se multiplicava mundialmente durante o ano seguinte, os avistamentos de UFO também dispararam. Alguém pode imaginar porque os EUA não reconhecem oficialmente os UFOs e os chamam de balões meteorológicos ou gás dos pântanos?
ALIENÍGENAS DO ESPAÇO?
O “pânico” que o governo tem tentado nos evitar não é de alienígenas. Se os alienígenas fossem o problema, eles já nos teriam conquistado a muito tempo atrás. O problemas são muito bem oriundos da Terra, humanos físicos no controle.
A maioria dos avistamentos UFO são de fato Objetos Voadores Identificados; eles são cosmosferas russas. Isto não é o mesmo que dizer que discos voadores alienígenas não existem, porque a mesma inteligência que identifica e rastreia as cosmosferas soviéticas tem confirmado a existência de naves que não são da Terra.
Todos os astronautas de nosso programa de pouso na lua tem dito que foram acompanhados por discos voadores, muito antes que a Rússia desenvolvesse suas plataformas voadoras. Isto dá a vocês a razão real pela qual os astronautas foram postos em quarentena depois de voltarem da lua?
Eles tinham que passar por instruções - eles tinham que aprender a manter a boca fechada sobre o que viram. Neil Armstrong dise que quando eles pisaram na lua, havia ao menos dois discos voadores já pousados lá o observando. Ele mais tarde teve um colapso nervoso. Contudo, alguns dos programas lunares foram “fumaça e espelho”.
É SOMENTE UMA LUA DE PAPEL…
O Centro disseminou em 5 de setembro de 1994, na divulgação do jornal *Spotlight* tinha um artigo por um homem que apontava alguns problemas óbvios com o programa lunar. O autor, que usou o nome R. René, tinha escrito um livro chamado *É Apenas Uma Lua de Papel (o título publicado é ‘NASA enganou a América’)* no qual ele ressalta alguns fatos científicos tais como as naves espaciais e roupas espaciais não fornecerem proteção suficiente para os astronautas realizarem o que eles afirmam terem feito (se as roupas funcionassem, porque não utiliza-las em acidentes de reatores nucleares?). Ele diz que os pousos lunares eram uma farsa e que o programa Apolo foi uma farsa governamental muito cara, ainda que bem sucedida. Uma farsa que está sendo repetida usando Marte como o novo alvo celestial. O telescópio Hubble é uma outra farsa da NASA - tente ler *THE HUBBLE WARS* de Eric Chaisson.
PORQUE TODA AJUDA À RÚSSIA?
Porque o nosso governo dá uma ajuda maciça em dinheiro, comida e tecnologia a Rússia? Poderia isto ser para manter estas cosmosferas estacionadas em órbita apropriada e não tomar cada maior represa, linha de falha, cidade populada e base militar em nosso país? A Elite Bancária Internacional sabe o que está acontecendo e tem se situado para tirar vantagem da destruição de cinco de cada seis pessoas na Terra [segundo seus planos]. A única razão pela qual isto ainda não aconteceu é que eles tem que poder terminar suas placas de ouro em mãos cômodas e armazenar seus bens subterrâneamente.
ESTAS INSTALAÇÕES SUBTERRÂNEAS
Sobre este assunto, aqui estão algumas pistas para os pesquisadores UFO. Há abalos sônicos sobre o sul da Califórnia que tem sido rastreados a uma aeronave Aurora e outra nave acontecendo em Groom Lake, Nevada. Se você segue este curso ao reverso, você chega na Austrália. Examine as instalações subterrâneas em Pine Gap, Austrália, se você quiser saber mais sobre um dos esconderijos da “Elite.” A pesquisa mostra que uma destas voa mais de 4.000 milhas por hora, mas uma que conhecemos eles dizem que pode voar a 8.000 milhas por hora. A nave pode chegar a Austrália mais rápido do que você no trabalho.
UFOs sempre tem sido atraídos por aeronaves, foguetes e espaçonaves, especialmente quando estes são novos ou experimentais. As cosmosferas não são exceção a esta regra. Seja onde for que as cosmosferas se reunam, os UFOS sempre aparecerão. A nave alienígena observa e monitora a nave humana.
O MONITORAMENTO FEITO PELA NAVE ALIENÍGENA
Um bom exemplo deste monitoramento foi testemunhado na Nova Zelândia quando as bases secretas estavam sob vigilância dos russos. Em 30 de dezembro de 1978, uma equipe de noticiário da televisão australiana fez manchetes mundiais ao filmar o que eles chamaram de UFOs de um avião sobre a Nova Zelândia. O filme, de aproximadamente sete minutos, foi comprado pela BBC e pela rede de TV CBS. Em 2 de janeiro, a CBS mostrou menos de cinquenta segundos do filme que mostrava um brilhante objeto esférico, e a maioria dos objetos avistados naquele entardecer pela equipe de câmera e outros observadores foram descritos como esferas de luz.
Contudo, quando um clip do filme foi mostrado, tocaram uma trilha sonora. O noticiarista australiano descreveu um objeto diferente. Ele disse que isto se parecia com um disco voador. Walter Cronkite não disse se a trilha sonora tinha sido registrada ou não simultaneamente ao clip do filme que foi mostrado.
Em qualquer caso, este objeto esférico no filme era uma cosmosfera russa, mas as tentativas de desacreditar o filme fizeram eco as histórias ridículas do governo sobre os abalos aéreos do ano anterior. No entardecer de 25 de janeiro Walter Cronkite da CBS News lembrou aos espectadores dos UFOs da Nova Zelândia; então continuou: “Bem, a Força Aérea da Nova Zelândia relatou hoje que as frenéticas condições atmosféricas, não visitantes do espaço externo, foram os responsáveis. Os investigadores disseram que uma causa definida foi Vênus não usualmente brilhante se elevando no céu do leste.”
PRESTE ATENÇÃO - ISTO É DA TERRA
A amigável nave alienígena mostrará luzes coloridas em movimento verdes, vermelhas, amarelas, azuis. Elas estão estacionadas em uma sequência não orbitante em locais estratégicos. As cosmosferas não tem luzes estroboscópicas e são estacionadas no que parece ser um planeta ou uma estrela. Esta é a razão porque há tanta conversa fiada envolvida com o telescópio Hubble, eles não podem aguentar que vejamos o que podem ver.
ESFERAS E PLATAFORMAS RUSSAS, E A AJUDA DE ALIENÍGENAS
A nave russa nem sempre é visível; realmente quase nunca é visível do ponto de vista orbitante, já que são como os outros satélites que seriam pequenos demais para serem vistos a olho nu. Elas são escudadas por um sistema muito sofisticado de invisibilidade. Os alienígenas algumas vezes neutralizam os sistemas russos na esperança que os veremos e despertaremos para o que está acontecendo, mas já sofremos lavagem cerebral demais para aceitar a verdade.
Você pode perguntar, se os alienígenas são benevolentes, porque eles não nos ajudam? Quem eles ajudariam? De que lado estão os bons? Temos que primeiro pedir a ajuda deles e então temos que aceitar a ajuda deles e seguir as regras deles. Mas os governos americano e russo [e outros] estão tentando abate-los.
Os tumultos dos avistamentos UFO sobre a Austrália e a Nova Zelândia realmente foram devidos as cosmosferas com naves alienígenas monitorando juntamente com algum de nosso próprio monitoramento com suficiente capacidade de velocidade.
Os EUA na década de 1970 decidiram flanquear a Rússia empregando Minuteman e outros misseis nucleares por todo o mundo, já que nossas bases principais tais como Edwards, White Sands, etc., estavam todas monitoradas pelas cosmosferas russas. Acreditavamos que podiamos inabilitar as cosmosferas por tempo suficiente para lançar um ataque de mísseis contra a Rússia. Várias vezes chegamos bem perto de fazer isto, mas a cada vez fomos derrotados pelas cosmosferas que salvaram o mundo do pesadelo nuclear. Quem são os bons garotos, amigos?
BOMBAS DE IONS DE COBALTO E LASERS
É bem conhecido pelos analistas científicos de inteligência dos EUA que as cosmosferas planam ao flutuar no campo eletrostático da Terra. Eles também presumem que os russos usem as mesmas técnicas que usariamos para atingir as armas de raios de partículas deles - isto é, uma combinação de detecção infra vermelha e radar. Eles raciocinaram que se as cosmosferas podem ser perturbadas de suas posição de planar, e se os sistemas de sensores delas possam ser cegados, suas armas de raios de partícula não fariam qualquer bem - até mesmo se disparadas elas poderiam ser dirigidas selvagemente e perderiam nossos foguetes na medida em que eles fossem lançados.
A solução antevista foi chamada de Bomba de Ionização de Cobalto. Diferente de uma bomba normal de cobalto, tal aparelho não é destinado a criar uma tremenda explosão; seu propósito primário é criar quantidades tremendas de átomos de cobalto totalmente ionizados despidos de todos os eletrons, deixando o nucleo nu. O plano é detonar estas em varias localizações nas bordas superiores da atmosfera, o mais alto possível, mas abaixo da altitude de planagem da cosmosfera.
O resultado seria uma enorme tempestade de eletrons, se espalhando horizontalmente no campo magnético da Terra para passar debaixo das cosmosferas. Quando você ouve no noticiário que recenetmente lançamos um satélite que “ilumina o campo eletrostático/magnético” faz mais sentido agora? E você se lembra que o lançamento foi considerado uma missão militar secreta? Isto também pode interromper os sistemas de radar e infra vermelho usados para observar os mísseis abaixo; e enquanto as cosmosferas são brevemente incapacitadas desta maneira, nossos regentes planejaram lançar os nossos ICBM diretamente atrás delas.
Enquanto isto, os laser de alto poder baseados no solo seriam usados em um esforço de abater as cosmosferas. Mas, meus amigos, seus mestres foram vítimas de uma brecha de inteligência que eles próprios ocasionaram nos anos passados, sobre o que eu escrevi em minhas newsletters em 1978, porque os russos compreendiam bem a importância da surpresa. E assim, conquanto eles tenham permitido que sua triade espacial se tornasse conhecida nos círculos de inteligência por causa de seu emprego, eles ainda tinham uma arma mestra secreta de reserva para a própria guerra.
Esta arma é para proteger o calcanhar de Aquiles de suas armas de raios - a habilidade de mira-las acuradamente. Isto é chamado de ‘Achado de Alcance Psicoenergético” ou PRF. PRF não confia nas radiações convencionais como o infra vermelho e o radar - ao invés, é baseado na detecção da real asinatura atômica do alvo, e as técnicas normais de danificar não tem qualquer efeito sobre o PRF. Portanto, quando as bombas de ionização de cobalto americanas explodem, as cosmosferas são capazes de mirar exatamente através das tempestades de elétrons para explodir nossos mísseis ou qualquer outra coisa no alvo.
Em novembro um plano alternativo para um segundo lançamento foi apresentado. Este plano seria uma abreviada missão orbital. Assim, o lançamento do segundo transportador espacial aconteceu em Cape Canaveral, Flórida, em 12 de novembro de 1981, sete meses depois do primeiro lançamento.
Aproximadamente sete horas depois do lançamento foi anunciado que o vôo iria ser encurtado. Portanto, o plano secreto para uma missão abreviada foi verificado e estava a caminho. Como uma desculpa, a NASA fingiu que uma célula defeituosa de combustível era a responsável pela abreviação da missão.
A missão abreviada do transportador espacial em novembro foi o legado do desastre total que engolfou o primeiro lançamento em abril. Em novembro, exatamente como em abril, nenhuma parte do vôo real do transportador foi ouvida além da decolagem na Flórida. Idênticas técnicas teatrais foram usadas para enganar o público, inclusive alguns segmentos gravados - ninguém percebeu nem mesmo quando a história não combinava com o som ou as imagens.
Lembre-se, haviamos assistido o *Columbia* decolar, mas quem pousou na Califórnia foi o *Enterprise*.
O *Enterprise* era um transportador especialmente projetado, diferente do *Columbia* ou dos outros três transportadores que existiam secretamente em White Sands. O *Enterprise* era um transportador de treinamento, com sua baia de carga cheia de tanques de combustivel de foguete. Lançado no topo do 747, o *Enterprise* era capaz de fazer curtos vôos sub orbitais no espaço, mas devido aos seus tanques de combustível não poderia levar qualquer carga na baia.
No despertar do secreto desastre com o transportador espacial em abril, os planejadores militares do transportador enviaram o *Enterprise* para a Flórida.
Originalmente, eles estavam simplesmente tentando ganhar tempo. Mas o tempo estava se passando rapidamente porque os bolchevistas americanos estavam em uma programação acelerada para a guerra! Os argumentos irromperam entre os planejadores militares do transportador sobre o plano original de desfazer um lançamento apenas para manter as aparências.
Finalmente foi construído um esquema para usar o próprio *Enterprise* em novembro para uma missão militar.
COMPUTADORES BODES ESPIATÓRIOS
Exatamente como os computadores são jeitosos para ajudar os trabalhos das pessoas, eles também podem ser jeitosos bodes espiatórios para cobrir uma maciça multitude de erros e omissões. Desta vez um problema no computador seria um fator importante no encurtamento deliberado do segundo vôo do transportador. Uma informação a ser mentida para o público. Assim, no anoitecer antes do lançamento, houve um súbito tumulto de atividade em Cape Canaveral.
Supostamente o módulo de processamento de dados a bordo do transportador - que é, parte de seu sistema de computador -, ‘estava se comportando mal’. Nos foi dito que uma substituição estava vindo e vimos os trabalhadores correndo para instalar algo a bordo do transportador. Tudo estava acontecendo, literalmente, no último minuto, exatamente antes que os grandes tanques externos começassem a ser carregados com combustível de foguete.
A pressa de último minuto na plataforma de lançamento 39-A naquele entardecer de 11 de novembro (11/11) não era para carregar um módulo de computador como nos foi dito - e mostrado. Ao invés, equipamento especial de reconhecimento fotográfico foi instalado no deck de trás do compartimento da tripulação. Foi arranjado para olhar das duas janelas em ogiva. O *Enterprise* era incapaz de carregar um satélite espião em sua baia de carga como já foi mencionado. Assim, o próprio *Enterprise* foi transformado em satélite espião.
O provisório aparato espião instalado no compartimento da tripulação na parte de trás do deck não era tão bom quanto o regular satélite espião, mas os planejadores militares estavam desesperados. A propósito, você pode enganar muito facilmente seus amigos, mas raramente engana o inimigo porque ele está olhando mais estreitamente e os russos sabiam, momento por momento, o que estava acontecendo.
Logo completaria quatro anos que a Rússia havia destruido todos os satélites espiões americanos com sua frota de satélites assassinos. A equipe militar do transportador estava esperando usar a “surpresa’ para obter ao menos um pouco de reconhecimento sobre a Rússia. Era esperado que os russos não considerassem o *Enterprise* uma ameaça, já que nada podia levar em sua baia de carga.
NASA, também, fez de tudo para convencer os russos que uma órbita não ameaçadora seria usada. Finalmente, o tempo de lançamento foi mudado por aproximadamente duas horas e meia na manhã de 12 novembro. Isto pretendia tornar mais dificil para os interceptadores russos Cosmos reajustarem a órbita deles para atacar o *Enterprise.*
O último item reflete um mortal erro de inteligência feito pela equipe militar de planejamento do transportador americano. Eles sabiam sobre os interceptadores orbitais russos Cosmos e os satélites assassinos. Eles também sabiam da primeira geração de cosmosferas, as plataformas de armas levitantes russas. Ambos já haviam sido empregados quatro anos antes. Os planejadores militares americanos sabiam que o transportador espacial podia provavelmente correr mais rápido que a primeira geração das cosmosferas, portanto eles acreditavam que os interceptadores orbitais cosmos eram a principal ameaça ao transportador.
O que eles não sabiam - mas suspeitavam - era que a Rússia tinha desenvolvido e empregado uma pequena frota de cosmosferas de segunda geração semi-experimentais. Em abril haviam sete em operação - por novembro havia ao menos oito ou nove. As novas cosmosferas eram chamadas de Super Pesadas ou Jumbo e podiam andar mais rápido e subir mais do que qualquer coisa que a América tivesse, inclusive o transportador. Os russos até mesmo deram a NASA apontada informação sobre elas já no lançamento de abril.
Havia alguns na comunidade de inteligência americana que interpretaram corretamente o que aconteceu e informaram aos planejadores. Mas os bolchevistas americanos que controlavam o programa militar espacial se recusaram a aceitar isto. Eles estavam descartando os fragmentos de inteligência sobre as novas cosmosferas russas Jumbo e portanto garantindo seu próprio fracasso.
Quando o *Enterprise* decolou não havia pilotos humanos a bordo. Era uma reconhecida missão suicida. O *Enterprise* seguiu um lançamento curvo e evasivo exatamente como o *Columbia* tinha feito em abril. Ele se dirigiu ao norte o que indicaria uma órbita quase polar. Quando passou sobre a Russia o *Enterprise* estava de cabeça para baixo com sua câmera espiã olhando para baixo pelas janelas do compartimento da tripulação.
Cinco grandes, gordas e boas cosmosferas Jumbo estavam exatamente a mão e seguiram, bem como um bom número de naves alienígenas, na medidade em que o transportador subia para a órbita. Moscou foi instantaneamente notificado do curso que ele estava tomando - mas foi dito as russos para não dispararem no transportador. Ao invés, as Forças de Defesa de Mísseis Balísticos Russas foram alertadas. Os russos sabiam que a guerra estava vindo e eles decidiram usar a aproximação do transportador como um bom exercício de treinamento.
SISTEMAS DE PROTEÇÃO
A dois anos já era sabido que a Rússia estava se preparando para empregar um novo sistema anti misseis balisticos e sistemas de abrigos subterrâneos que foram melhorados e renovados ao longo da instalação de novos abrigos e totalmente atualizados para a segurança da população. O nosso governo nada fez de bom para seus contribuintes. O novo sistema de míssel era baseado em armas de raios de partícula carregadas disparadas por transportes a jato supersônico modificados TU-144. Em 12 de novembro um esquadrão de TU-144s foi enviado para interceptar e abater o *Enterprise.*
As cosmosferas jumbo continuaram a acompanhar o transportador à distancia como um recurso se os TU-144s falhassem - mas eles com certeza não falharam. O *ENTERPRISE* escorregou para baixo do norte através de sua estretégica Península Kola. Na medida em que atravessava sobre o Mar Branco os grandes jatos começaram a disparar para cima com suas armas de raios de partícula contra a nave bem acima. O terceiro raio explodiu cortando a seção média do transportador e ele quebrou na metade exatamente atrás do compartimento da tripulação e se desintegrou.
NASA foi adiante com seus filmes espaciais feitos para a televisão e seguiu o script para uma missão encurtada pré planejada. Eles sabiam dentro de horas do lançamento que o *Enterprise* tinha sido destruído. Tendo aprendido sobre os planos dos russos, em abril, para criar um incidente internacional com o transportador acidentado, eles queriam completar o vôo, aos olhos do mundo, rapidamente.
O pouso do transportador na Base da Força Aérea de Edwards, Califórnia, em 14 de novembro foi uma reapresentação do transportador que tinhamos visto no abril anterior. Literalmente aquelas tomadas a longa distância de telefotos do transportador descendo da estratosfera eram as mesmas que nos foram mostradas em abril. A NASA meramente alimentou os videotapes das cenas de longas distâncias de abril das redes e acrescentaram uma nova narrativa a elas. A única parte do pouso que foi ao vivo em novembro foi a porção terminal que pode ser vista no solo.
O transportador que nos foi mostrado pousando foi um dos novos transportadores de White Sands. Ele tinha sido transportado a bordo da aeronave de lançamento, Impulsionado a uma altitude modesta e altitude por um par de foguetes impulsionadores de combustível solido - o bastante para produzir ressonância sônica e então descer para a delícia da multidão presente.
Já que todos nós testemunhamos quão bem funcionou o segundo transportador, o próximo lançamento já foi marcado para março, apenas três meses depois daquele pouso perfeito. Foi planejado lançar o terceiro transportador exatamente como programado. Bem, o *Enterprise* não mais seria um problema embaraçoso para a NASA.
Agora tinhamos um novo transportador, o terceiro que nos foi mostrado como “Columbia” esperando em Cape Canaveral. Sua baia de carga esperava uma nova carga secreta militar. Este transportador particular tinha realmente sido modificado e armado para batalha no espaço. Nossos idiotas planejadores militares bolchevistas continuavam e ainda continuam a se recusar a entender como que ele vão contra - e dessa maneira, uma outra tragédia já estava nos estágios finais de ser feita.
VISÃO GERAL DOS EVENTOS MUNDIAIS
Para dar uma visão geral dos eventos mundiais coincidentes aos lançamentos dos transportadores, precisamos voltar a tentativa de assasinato de Reagan, em 30 de março. Os noticiários dispararam miríades de perguntas pelo mundo instantaneamente na medida em que velhas preocupações eram desencadeadas. Algum outro país de alguma forma tentaria tirar vantagem? Sobretudo, a Rússia invadiria a Polônia? Naquele tempo as manchetes nos diziam que uma invasão era iminente. Como foi mais tarde mostrado, nossas preocupações eram infundadas, mas não tinhamos meios de saber.
Ao invés de “invadir”, os russos estavam no processo de esfriar a mais recente crise trabalhista do Solidariedade. Da mesma forma, outras nações pelo mundo atuavam geralmente com restrição das seguintes notícias de disparos e literalmente, sem muita surpresa ou reação, os planejadores conheciam os planos. Isto é, todos, exceto um - a exceção solitária era ISRAEL! Você pode querer olhar estreitamente os próximos pedaços de informação e ver o que discerne.
ISRAEL
A cronometragem não podia ser mais precisa, “se isto tivese sido planejado antecipadamente.” Na medida em que os chocantes boletins dos tiros dispararam através da América, os aviões israelenses de guerra ligaram seus motores. Enquanto os porta-vozes americanos se reuniam para instruir a imprensa, os caça bombardeiros de Israel estavam se reunindo sobre o Líbano.
Por aquela tarde e anoitecer os americanos se reuniam ao redor dos aparelhos de televisão para receberem as últimas notícias do Hospital da Universidade George Washington, completamente chocados com os acontecimentos daquele seu proprio dia e distraídos totalmente de qualquer coisa mais que estivesse acontecendo no mundo.
Enquanto isto, os vilarinhos libaneses estavam se amontoando em porões e abrigos bombardeados enquantos os mísseis e bombas israelenses explodiam ao redor deles. O serviço Mundial da BBS e outros noticiários de rádio em ondas curtas relatavam para o mundo, os repentinos raids israelenses sobre o Líbano eram uma grande notícia, de fato. Mas não era assim na América.
As notícias sobre o tiro presidencial e suas consequências apagavam tudo mais exatamente como era suposto que o fizessem e nunca disseram a você o que realmente aconteceu com aquele incidente de tiro - mas isto não foi exata e precisamente como planejado, mas fez seu trabalho - afinal, todos nós vimos isto, não vimos?
Não foi senão quando as tropas sírias começaram a fazer movimentos em resposta aos raids israelenses ao Líbano que tudo isto começou a entrar na consciência da América. Dia após dia, os israelenses e sírios se lançaram uns aos outros mais e mais, diretamente e por meio de sub-rogados no Líbano.
Em 28 de abril jatos israelenses abateram dois helicópteros sírios sobre o Líbano. Isto foi uma notícia tremenda no exterior, mas nos EUA foi totalmente ignorada a favor da cobertura em todas as redes da fala do presidente ao Congresso naquele mesmo entardecer. Não foi senão no dia seguinte, 29 de abril, que a crise do Libano recebeu atenção da maior media controLada da América.
A CRISE DO ORIENTE MÉDIO
Os sírios tinham movido os mísseis anti-aeronave russos SAM-6 para o Vale de Beka no Líbano. Esta foi a resposta da Síria ao abatimento de seus dois helicópteros no dia anterior por Israel, sobre Zahle. Então a crise de misseis no Oriente Médio nasceu
A CONTENDA EUA E JAPÃO
Uma outra crise que se esgueira é a contenda crescente entre os EUA e o Japão. É como se Washington nada pudesse fazer de certo para os japoneses. Na manhã de 10 de abril de 1981, a primeira tentativa de lançamento do transportador espacial *Columbia* aconteceu em Cape Canaveral. Terminou em fracasso devido a um problema no computador, mas esta foi a história principal daquele dia na América. Todas as notícias foram enterradas que eram principais no Japão. No dia anterior um submarino americano havia afundado um pequeno navio de carga japonês, supostamente ao golpea-lo. Então o submarino havia abandonado a cena sem fazer qualquer tentativa de resgatar os sobreviventes. Ainda pior, os EUA nem mesmo haviam admitido o incidente para as autoridades japonesas até 36 horas depois e o episódio levantou mais e mais perguntas nas mentes dos japoneses.
COMO USUAL, A MARINHA TINHA UMA HISTÓRIA DIFERENTE
A Marinha dos EUA divulgou um relato que difere dramaticamente do testemunho dos 13 sobreviventes japoneses. O relatório da Marinha até mesmo localizou a colisão a 3 milhas de meia do lugar onde realmente aconteceu. Os japoneses queriam saber porque!
Os japoneses exigiam respostas para isto e muitas outras questões intrigantes sobre o incidente. O afundamento supostamente acidental do cargueiro japonês era apenas uma arma de abertura da contenda entre Washington e Tóquio.
Um choque após outro da América atingiram o Japão. Vasos navais americanos navegaram pelas frotas pesqueiras japonesas, cortando as redes de pesca em tiras. Repentinamente, haviam revelações que navios americanos com armas nucleares a bordo estavam usando regularmente os portos japoneses, em segredo.
O Secretário de Estado Haig cancelou uma visita ao Japão. Até mesmo a visita do Primeiro Ministro Suzuki a Washington recentemente tinha sido contra ele. Ele concordou com a linguagem em um comunicado conjunto que levou a acusações no Japão que Suzuki estava fazendo uma aliança militar secreta com os EUA. A ironia de tudo isto foi que os problemas de Suzuki eram devidos ao fato de que ele estava resistindo a tal aliança militar.
Os fatos, com certeza, eram que uma tentativa estava sendo feita para pressionar os japoneses por causa das quantidades maciças de dinheiro falsificado da América do Sul e da Antártica. Além disso, os bolchevistas nos EUA queriam que o Japão se rearmasse, para se tornar a polícia do Pacífico Ocidental. O predecessor de Suzuki, o Primeiro Ministro Ohira, estava pronto para acompanhar os bolchevistas americanos, a despeito dos duros avisos da Rússia para não fazer isto.
Então, surpresa das surpresas, Ohira morreu subitamente e Suzuki o substituiu. Suzuki não queria rearmar o Japão, assim os bolchevistas americanos o queriam fora do ministério. O Japão havia suportado todos os tipos de choques naqueles meses específicos, mas eles tinham um denominador comum: eles todos envolveram a perda de face do Japão como um todo e especialmente para o Primeiro Ministro Suzuki, e isto foi o mais doloroso para tal povo oriental.
Na Ásia, a perda da face é uma questão profundamente sé